– Minha Primeira vez no Horário Eleitoral

 

Por incrível que possa parecer, somente nesta quarta-feira consegui assistir o Horário Eleitoral dos candidatos à Presidência da República.

 

Acompanho as eleições por diversas mídias, e dispenso a TV, pelo horário e pelo formato. E me impressionou a fábrica de ilusões que se tornou a corrida presidencial. Tudo é uma superprodução, imagens belas, sentimentalismos, apelos emocionados e outras formas de conquista da simpatia popular.

 

Propostas concretas, dizendo o que fazer, como fazer e com que dinheiro, ninguém fez! Ao menos, ontem. Vai que dei azar e justamente ontem os dois programas esqueceram das propostas?…

– Quem tergiversará mais amanhã?

 

Na semana passada, no debate entre os presidenciáveis, os candidatos falaram muito que os adversários estavam tergiversando. Mas será que a palavra tergiversar, que entrou em moda, será usada de novo por eles amanhã?

Concordo que eles tergiversam muito. Quem tergiversará mais amanhã no debate da Rede Globo?

Tergiversar quer dizer: “fazer rodeios e não responder”, “enrolar na resposta de uma pergunta”, “desviar do assunto”.

Concluindo: tergiversar está no dia-a-dia e na prática dos políticos…

E você, o que acha dos políticos falarem ‘palavras bonitas” nos discursos?”

– Debate Tardio Vai Contra o Interesse do Trabalhador Comum

 

Hoje é o penúltimo debate entre os candidatos á Presidência, agora pela TV Record.

 

O horário é indigesto: 23h! Como é que o cara que trabalha cedo e quer ser politizado pode assisti-lo?

 

Cá entre nós: Debate de idéias a esse horário é democracia demagógica.

– Desonestidade Intelectual e Confusões do Labirinto Mental

 

Se alguém perguntar: Vai chover? E a outra pessoa responder: Talvez, hoje é dia 24. O que você pensaria dela?

 

Guilherme Fiúza explica essa situação falando sobre os porquês de José Padilha assinar a contra-gosto seu nome num dito “ manifesto intelectual pró-Dilma e retirá-lo na sequência”. Interessante:

 

Extraído de: Revista Época, 25 de Outubro de 2010, pg 66, ed 649

 

O MANIFESTO DA DESONESTIDADE INTELECTUAL

 

A burguesia culpada ataca novamente. O manifesto de intelectuais a favor da candidatura Dilma – aquele que incluiu a assinatura do diretor de Tropa de elite contra a vontade dele – resume o Brasil do faz de conta. Faz de conta que o país está dividido entre ricos e pobres, conforme a mitologia criada por Lula desde seu primeiro discurso presidencial. Faz de conta que os avanços sociais vão acabar se a oposição vencer. Faz de conta que a vida do povo melhorou porque Lula é pobre.

A elite envergonhada se sente nobre quando bajula o povão. Não contem para ninguém que os avanços sociais começaram no governo de um sociólogo, porque isso vai estragar todo o heroísmo da esquerda festiva. Ela estava feliz em sua jornada nostálgica no Teatro Casa Grande, onde aconteciam as históricas reuniões de resistência à ditadura. Não perturbem Chico Buarque, Leonardo Boff e demais artífices do manifesto dos intelectuais em seu doce sonho de altruísmo. Deixem-nos curtir seu abraço metafórico ao operariado.

O único problema desse abraço é a metáfora em si. Ela se chama Dilma Rousseff e está prestes a virar abóbora. A fada que a transformou em encarnação da esperança popular deve estar exausta. O encanto começa a se dissipar, e a donzela começa a rosnar mensagens constrangedoras, com o rosto novamente crispado, masculinizado, hostil. A mamãe dos brasileiros está se desmanchando ao vivo. Os intelectuais e artistas de esquerda precisam fazer alguma coisa, porque o estoque de licenças poéticas do plano Dilma está no fim. Talvez pudessem importar um lote novo da Venezuela.

Após sua participação no debate presidencial da TV Bandeirantes, Dilma foi entrevistada ao vivo, ainda no estúdio. O repórter perguntou-lhe o que ela quis dizer com a acusação de que seu adversário pretende privatizar o pré-sal. Dilma mostrou então todo o seu preparo como candidata a Vanusa. Seu raciocínio saltou das profundezas oceânicas para os hospitais públicos, emendando num salto espetacular para as salas de aula do Brasil carente. Com os olhos vagando pelo nada, talvez em busca do sentido da vida, Dilma começava a dissertar sobre segurança pública quando foi salva pelo repórter da Band. Ele livrou-a de seu próprio labirinto mental da única forma possível: encerrou a entrevista.

Como nem tudo na vida é propaganda eleitoral gratuita, a musa dos intelectuais de esquerda logo apareceria de novo sem as fadas do marketing. Dessa vez, cercada por microfones, explicou que o maior acesso da população aos telefones nada tinha a ver com a privatização da telefonia. “O pobre passou a ter telefone porque passou a ter renda. Não por causa da privatização”, afirmou, categórica.

O eleitor não deve se zangar só porque a afirmação contraria a história. O fato de que a abertura da telefonia ao capital privado melhorou a vida do povo precisa mesmo ser esquecido. Para piorar, isso aconteceu no governo do sociólogo, ou seja, destoa completamente da apoteose operária que está levando o Brasil ao paraíso. Não vamos estragar o enredo. Até porque, se o aumento da felicidade per capita não puder ser atribuído à bondade estatal de Lula e Dilma, como os intelectuais progressistas vão fazer para se reunir no Teatro Casa Grande, lançar manifestos e se sentir importantes? Sinceridade tem limite.

Vamos deixar isso tudo combinado, antes que o encanto acabe. Os planos do PT para controlar a informação não existem. É pura invenção da imprensa burguesa, que não quer a ascensão popular, como alerta o manifesto dos intelectuais. O povo está com Dilma, e portanto a verdade também. O resto é despeito dessa elite egoísta que não gosta de pobre.

O diretor José Padilha mandou tirar seu nome do manifesto. No mínimo, deve ser um privatista. Mas aqui é a terra do filho do Brasil. Privatização, só na Casa Civil. Rumo ao Oscar.

– Guerra das Revistas na Reta Final

 

Nesta semana, a Revista Veja revela mais um escândalo envolvendo o PT e dona Dilma: agora, a fábrica de dossiês que sai do Planalto! A Revista Época faz uma comparação entre os dois candidatos e a Carta Capital detona Serra.

 

Ao longo da campanha, percebeu-se bem algumas mídias chapa-brancas, enaltecendo ações do Governo Federal. Entretanto, quem critica o mesmo Governo foi acusado de estar fazendo campanha aos adversários. Ué, falar bem pode e falar mal não?

 

Nossos conceitos de liberdade de imprensa devem ser diferentes do alto escalão do Governo… Ao ver mais um escândalo na capa da Veja, meu sogro disse: “é esse tipo de Revista que o eleitor do Serra lê; pois quem vota na Dilma se recusa a comprar”.

 

Fina ironia de palavras sábias do seu Ditão…

– Demagogia que Cansa: a bolinha de papel do presidente Lula

 

Lula fez um tremendo discurso demagógico defendendo a bolinha que atingiu a cabeça do candidato José Serra. É mole?

 

Serra foi atingido por uma bola de papel por manifestantes petistas durante um evento, e 20 minutos após, por outro objeto em sua careca. Após isso, foi a um pronto-socorro. Nosso guia-mestre Lula simplesmente atacou a todos, disse que aquilo não era nada, e até criticou o médico que atendeu o psdbista.

 

O problema não é a discussão se uma bolinha de papel e um rolo de fita de lacração (os objetos lançados) machucam ou não; é sim, a questão da manifestação e liberdade democrática. Vivemos num país livre, e se você não concorda coma ideologia do candidato, simplesmente não vote nele. Vai agredir por ter opinião contrária?

 

É de uma tremenda irresponsabilidade lançar qualquer coisa que seja sobre os outros; principalmente num candidato a Presidente da República. Aliás, é falta de educação também!

 

E se a bolinha e o rolo fossem no Lula? Estaria alardeando que a ditadura voltou e que tentaram um golpe de estado.

 

Amigos, tô cansado de tanta papagaiada. Que hipocrisia nefasta. Não dá nem para ler o jornal, dá bronca.

 

Dia 31 isso acaba. Ou continua por 4 anos…

– Acredito em Todos Eles!

 

Serra acusa Dilma de corrupção e uso da máquina do governo. Dilma revida nas mesmas acusações.

 

Sabe de uma coisa?

 

Acredito em todos!

 

Calma lá: acredito nas acusações de um para o outro, não em suas defesas.

 

E você, acredita na santidade imaculada dos políticos? Deixe seu comentário:

– Governar para Humanos???

“Meu governo será voltado para a pessoa humana”.

 

E para os não-humanos?

 

Falar para o povão é uma arte mesmo, não? Essa pérola foi repetida algumas vezes no debate de ontem. Não digo por quem, mas é uma candidata que começa com DIL e termina com MA.

– A Metodologia Contestada

 

Segundo Fernando Mello, na Revista Veja desta semana (Ed 13 de Outubro de 2010, pg 72-74), na matéria intitulada “O fracasso dos profetas”, nunca existiram tantos erros de pesquisas eleitorais na história do Brasil quanto essa última eleição presidencial.

 

Os números que assustam: 135.800.000 brasileiros podem votar; e o Ibope ouviu na última pesquisa 3010 pessoas (0,002%). Isso equivale a 4 pessoas entrevistas com um público de 3 Maracanãs lotados!

 

E você, acredita piamente nas pesquisas?

– Tiririca ou Genoíno?

 

Palhaço Tiririca ou José Genoíno?

 

Se for provado que é analfabeto, Tiririca perde os votos e pelo coeficiente eleitoral a vaga será de José Genoíno!

 

Reproduzo as sábias palavras de Marcelo tas, via Twitter:

 

“Se Tiririca não passar no teste quem entra no lugar dele é Zé Genoíno. Urgente: alguém tem um professor para indicar pro abestado?”

 

Precisa dizer algo?

– Quem votou em Quem? Quem votará em Quem?

 

Olha só, números do TSE e do IBOPE (da última pesquisa):

 

A RELIGIÃO E O VOTO: em 03 de outubro, votaram:

Católicos: 52% Dilma, 41% Serra

Evangélicos: 52% Serra, 41% Dilma

Outros: 47% Dilma, 43% Serra

 

A RENDA E O VOTO: pesquisa de ontem mediu que:

Até 1 Salário Mínimo: 57% Dilma, 36% Serra

De 2 a 5 Salários Mínimos: 47% Dilma, 46% Serra

Mais de 5 Salários Mínimos: 48% Serra, 41% Dilma

 

A ESCOLARIDADE E O VOTO

Ensino Fundamental: 50% Dilma, 44% Serra

Ensino Médio: 46% Dilma, 46% Serra

Ensino Superior: 50% Serra, 39% Dilma

 

POR SEXO

Homens: 52% Dilma, 40% Serra

Mulheres: 46% Dilma, 46% Serra.

– A Não-Comunhão de Dona Dilma em Aparecida

 

Todos querem ir ver Nossa senhora de Aparecida as vésperas de Eleição. Será que vão com algum objetivo diferente do que o da fé?

 

Infelizmente, parece que sim.

 

Ontem, Dilma Roussef foi a Basílica e não comungou (ato maior da celebração católica). Indagada sobre o motivo, ela declarou que crê em Deus de uma forma bem pessoal”.

 

Ué, se não se comunga por crer de maneira diferente, está claro que compareceu a celebração por outros motivos, que não eram o de venerar á Virgem Maria nem adorar a Deus naquela típica manifestação de fé.

 

Política é sempre política. Tomara que a fé seja verdadeira no coração desses candidatos.

– Deus em Campanha?

 

Sílvio Malafaia, pastor e dirigente-mor da Igreja Assembléia de Deus, ameaçou às vésperas da Eleição Presidencial retirar o apoio a Marina Silva caso ela não fosse enfática na defesa contra o aborto.

 

Agora, a CNBB diz que a Igreja Católica não deve indicar candidatos, mas orientar os eleitores sobre eles.

 

O certo é que o tema ABORTO se tornou o mote maior da eleição nesse momento. Serra, ontem, foi enfático a não ser a favor do aborto, dizendo com todas as letras: “sou contra o aborto” (respaldou-se nos seus princípios cristãos e valores pessoais, segundo ele mesmo); mas disse respeitar a lei. Dilma não foi enfática a ser contra ou a favor ao aborto, mas disse dubiamente: “sou uma pessoa favorável à vida” (respaldou-se pelo fato de sua família ser católica, segundo ela própria).

 

Leio hoje no Estadão que Dilma ganhou direito de resposta contra a Emissora Canção Nova, pelo fato de que, na última terça-feira, durante uma Missa transmitida pela TV, o padre ter dito que se Dilma for a favor do aborto, os fiéis não deveriam votar nela.

 

E você, o que pensa disso: as Igrejas devem indicar candidatos alinhados com seus princípios ao fiéis, ou devem ser independentes ao extremo? Deixe seu comentário:

 

Ops: percebeu que tanto Serra quanto Dilma estão falando o nome de “Deus” meia dúzia de vezes a cada fala, e que se tornaram extremamente religiosos nesses últimos dias?

 

Coincidência, Fé ou Oportunismo?

– Dá para levar a Sério?

É para levar a sério o nome de Weslian Roriz ao governo do Distrito Federal?

 

A Justiça permite o uso de uma candidata visivelmente imposta pelo marido e que nunca se meteu na vida política?

 

Tenha paciência…

– PV com PT ou PSDB? Onde fica a Coerência na Política?

 

Meu grande amigo Wilsinho Ferreira observou, e vejo que é verdade!

 

Marina Silva saiu do Ministério do Meio Ambiente brigada com o PT. Descontente, entrou para o PV. Tanto que se lançou como a contra-candidata de Dilma Roussef.

 

E como fica agora? Essa é a pertinente pergunta do Wilsinho.

 

Não deveria, de pronto, anunciar o apoio à candidatura oposicionista de Serra? Ao menos, essa seria a coerência exigida.

 

KKKkkkkkkkkk… Me desculpem.

 

Quase cai da cadeira.

 

É por que me espantei em escrever “coerência” num assunto que se refere a Política.

 

Infelizmente, “Coerência na Política” é algo quase que contraditório e/ou não praticado.

– De quem é o Voto?

Já percebeu que os votos de Marina Silva são moeda de troca no segundo turno eleitoral?

 

Mas o que me chama a atenção é o seguinte: o voto não é uma propriedade da candidata, mas sim do eleitor!

 

Se fosse ao contrário, era somente ela declarar o seu voto no segundo turno e o candidato já estaria eleito. É razoável aceitar que os eleitores de Marina migrarão em boa quantidade ao presidenciável que ela indicar, mas a transferência de votos é certeira?

 

Dentro desse princípio, é fácil ganhar uma eleição: Se Dilma ou Serra declararem que Marina Silva será convidada a retornar ao Ministério do Meio Ambiente, a corrida ao Planalto estará no papo!

 

Sabemos que não é assim que funciona…

– Trocar o Vice é a Solução?

PSDB estuda trocar o vice-candidato à Presidência, Índio da Costa, por alguém do PV, segundo os jornais.

 

Do ponto de vista moral, péssima decisão.

 

Já do ponto de vista estratégico, excelente sugestão!

– Uma Toto para mim também!

Está cansado com a política? Faça como o brilhante articulista Diogo Mainardi: troque o Lula por uma Toto!

 

O que é uma Toto? Advinha: toca Mozart e deixa o bumbum quentinho (calma, não se assuste nem pense bobagem!)

 

O cara é bom… Olha sua coluna semanal em Veja:

 

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/na-revista/agora-mozart/

 

AGORA, MOZART

 

“Entre Lula e o vaso sanitário da Toto, interesso-me muito mais pelo vaso sanitário da Toto. Se o maior mérito de Lula foi ter evitado mexer na economia, posso garantir que o vaso sanitário da Toto teria mexido ainda menos”

 

Demi Moore tem um Toto. Brad Pitt tem um Toto. Madonna tem um Toto. Leonardo DiCaprio tem um Toto. Nesta semana, imitei-os e também encomendei um Toto.

 

O que é Toto? Toto é um vaso sanitário. Mais exatamente: Toto é uma marca japonesa de vasos sanitários. O modelo que encomendei foi o Neorest 550. Uma reportagem da revista Barron’s apelidou-o de “Maserati do encanamento”. Para mim, foi a reportagem do ano.

 

O Neorest 550 tem a tampa aquecida. Segundo a Barron’s, Whoopi Goldberg, que mandou instalar vasos sanitários da Toto em seus seis banheiros, aprecia particularmente essa característica. A tampa sobe e desce automaticamente. E se higieniza depois de cada uso. Para abafar os sons provenientes do banheiro, o Neorest 550 toca Mozart. Enquanto isso, um catalisador se encarrega de eliminar os odores mais repulsivos.

 

O motivo que me levou a encomendar o Neorest 550, porém, foi outro. Ele possui um mecanismo interno que, acionado por con-trole remoto, funciona como um bidê, borrifando água morna do centro, da parte dianteira e da parte traseira. Em seguida, um jato de ar quente enxuga a área umedecida. Tito, meu menino mais ve-lho, tem uma série de impedimentos motores, mas faz quase tudo sozinho, exceto ir ao banheiro. Com o Toto, Tito poderá superar também essa barreira.

 

Nos últimos oito anos, publiquei um monte de artigos sobre Lula. A partir deste domingo, com a escolha de um novo presidente, ele ficará para trás. Nunca mais terei de citar seu nome. Nunca mais precisarei saber o que ele diz. Poderei me dedicar a temas menos passageiros, como o vaso sanitário da Toto.

 

Pessoalmente, meu interesse por Lula sempre foi nulo. Em 2002, quando foi eleito pela primeira vez, eu o via como um gordinho oportunista. Agora, em 2010, depois de dois mandatos sucessivos, continuo a vê-lo da mesma maneira: como um gordinho oportunista. Entre Lula e o vaso sanitário da Toto, interesso-me muito mais pelo vaso sanitário da Toto. Se o maior mérito de Lula, reconhecido por todos, foi ter evitado mexer na economia, posso garantir que o vaso sanitário da Toto, em seu lugar, teria mexido ainda menos. E teria tocado Mozart para abafar os sons provenientes do PT.

 

Mas, assim como Lula aparelhou a Anac, ele aparelhou também, por longo tempo, minha coluna. Semanalmente, ao abrir a gaveta de minha escrivaninha, eu me surpreendia com o que encontrava e dizia: “Caraca, mais um aparentado de Erenice Guerra está escondido aqui dentro!”. E, em vez de escrever sobre o vaso sanitário da Toto, acabava escrevendo outro artigo sobre Lula.

 

Neste domingo, Lula tentará eleger uma aparentada de Erenice Guerra como sua sucessora. Será seu ato final. Depois disso, acabou. Escrevo seu nome pela última vez em minha vida: Lula. E agora? Agora, Mozart!

 

Por Diogo Mainardi

– Eleições, Perspectivas, Observações e Indagações

 

Acabou parcialmente a primeira etapa das Eleições de 2010. Sim, parcialmente, pois partimos ainda para o segundo turno nacional e o de alguns estados, além das pendengas do Ficha-Limpa, onde candidatos impedidos terão ou não confirmadas sua elegibilidade.

 

Em Jundiaí, conseguimos 2 deputados estaduais e 1 federal (respectivamente: Ari, Bigardi e Luiz Fernando). Boa sorte a eles, e que trabalhem com afinco pela sociedade jundiaiense em primeiro lugar, norteados pelos valores ético-cristãos. Afinal, são quase 200 mil votos acumulados de ambos.

 

Mas ainda fica algumas curiosidades: o mais votado, o palhaço Tiririca, terá 10 dias, segundo o TSE, para provar que é alfabetizado. Coisas de um país democrático às avessas… Se um detento pode votar dentro da prisão, porque um analfabeto não tem direito de se candidatar? Não que eu defenda a elegibilidade do humorista, mas a observação de tal discrepância, é, no mínimo, interessante (no Chile, o candidato precisa entregar o diploma de graduação em nível superior para concorrer às eleições locais).

 

Repercutiu muito pouco a experiência em alguns municípios da leitura biométrica dos eleitores. Inserindo a impressão digital no leitor, o sistema identifica a pessoa e libera sua votação. Tal sistema poderá ser utilizado plenamente, segundo estudos, em 2018. Dessa forma, você não precisa levar documento algum, apenas o seu dedo. Mas se você estiver com a impressão digital gasta (por motivos de trabalho manual excessivo, utilização de produtos químicos e outros fatores que a desgaste), deverá levar os mesmos documentos de hoje. A propósito de documentação, vale lembrar: alguns amigos garantiram que votaram só com o Título de Eleitor!

 

Encerrando esse tema, não dá para passar batido: Serra e Dilma são diferentes comportamental, física e socialmente do que há 1 ano antes do pleito. Perceba: Serra é mais populista, defende assistencialismo barato e sorri com facilidade. Dilma está mais sorridente, fala muito o nome de Deus e lembra de ações para o povo.

 

Ôpa: estão diferentes deles próprios, mas idênticos entre si…

 

É o vale-tudo da política.

 

E você, o que pensa disso: teremos novidades no segundo turno?

– Desamor e Traições na Política Brasileira

DESAMOR E TRAIÇÕES NA POLÍTICA BRASILEIRA

 

Não são poucos os fulanos que traíram sicranos ao longo da História.

João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. O poema do inesquecível Carlos Drummond de Andrade lembra um pouco o tema a ser discutido aqui. O amor não correspondido de alguns de políticos lembra “Quadrilha”, estes lindos versos do poeta – que fique bem claro. Não são poucos os fulanos que traíram sicranos ao longo da História. A síndrome de Frankenstein – da criatura que se volta contra seu criador – é recorrente. O exemplo clássico é Judas – que pelo menos se arrependeu – depois de trocar a confiança de Jesus por 30 moedas de prata. Cerca de 70 anos antes Brutus traíra Cesar. 1789 anos depois de Cristo, Joaquim Silvério dos Reis faria o mesmo com Tiradentes – embora houvesse a atenuante de ele não ser brasileiro. Mas o fato é que pupilos traem seus mestres. Na história recente da política brasileira, os exemplos pululam (sem trocadilhos). Em 82, o chaguista Miro Teixeira percebeu que fraquejava a força política liderada pelo jornalista e empresário fluminense Antonio de Pádua Chagas Freitas e bandeou-se para os lados de Leonel de Moura Brizola que conquistava as massas com seu discurso novidadeiro de recém anistiado. Brizola também conheceria o gostinho amargo da traição quando seu protegido, Cesar Maia, então considerado um gênio da Economia, romperia com o chefe para apoiar o equivocado plano econômico de Fernando Collor em 90. Anos depois, já prefeito do Rio de Janeiro, o economista erraria feio na conta de Matemática no episódio “Cidade da Música”. Traição maior, no entanto, Brizola creditou a Dilma Rousseff – atual candidata do PT à presidência. Dilma foi alfabetizada politicamente por Brizola – segundo palavras de Alceu Collares – a quem conheceu nos anos 70. Em 2000, um racha entre petistas e pedetistas durante o governo de Olívio Dutra a fez abandonar o PDT. E Brizola diria: “Dilma é uma traidora em busca de cargos”, uma vez que ela se recusou a devolver o dela no primeiro escalão do Governo gaúcho ao partido. Se Rousseff já tomou um grande susto no recente escândalo com Erenice Guerra e família, o mesmo não se pode dizer de velhas raposas da política brasileira. Em São Paulo, Paulo Maluf lançou seu secretário de Finanças (!) Celso Pitta candidato a prefeito: “E se ele não for um bom prefeito, nunca mais votem em mim”, dizia. Eleito em 96, Pitta rompeu com Maluf como primeiro ato de governo. Velha raposa da política, Maluf disparou: “Eu confiei no Pitta sim e ele errou. Ele traiu a população de São Paulo, não a mim”. Maluf levou aquilo que na linguagem futebolística chama-se de “uma bola nas costas”. De volta a Cesar Maia, podemos dizer que desde 1999 ele procura a pelota no drible “elástico” que levou de sua criatura Luiz Paulo Conde que passou a jogar no time de Anthony Garotinho – atualmente inelegível. Sobre Conde, Maia disse: “A Ginger Rogers achou que podia operar solo e fez só um filme. Quem é Conde mesmo? Tentou voltar em 2004 e ficou lá atrás na votação”, conclui comparando-se a Fred Astaire. Mas traição não é privilégio do sul maravilha. Ministro dos Transportes de Sarney e governador do Maranhão de 2002 a 2006, José Reinaldo rompeu com seu mentor em 2004. Tudo começou com uma briga entre a (então) mulher dele Alexandra e Roseana – a filha do hômi – que a (então) primeira-dama insistia em chamar de “sinhazinha do Calhau”. Não convidem as duas para o mesmo jantar. Pupilos traem seus mestres. Candidata a deputada federal, Alexandra não ama Zé Reinaldo que não ama Sarney que não ama Maluf que não ama Pitta que não ama mais ninguém. E assim foi com Conde que detestou Maia que detestou Brizola que detestou Chagas que detestou Miro. Uma “Quadrilha” – os lindos versos de Drummond – ao contrário. E, aproveitando que o assunto é traição, o PT pode ser traído por sua soberba e falta de atenção. A obrigatoriedade da apresentação da carteira de identidade junto com título de eleitor pode ser uma surpresa para o partido do governo em algumas regiões onde os maiores beneficiários de programas como o bolsa-família e seus dependentes, por exemplo, não são lá muito preocupados com registros, carteiras e documentos. Seria uma traição sem querer – bem diferente dos “poemas” acima.

 

Obs> creditei erroneamente o texto ao jornalista Reinaldo Oliveira. Entretanto, ele próprio me alertou do erro. Assim, retifico a autoria com o envio do original:

 

Boa tarde, prof Rafael e leitores do blog. O texto Desamor e traições na política brasileira é de autoria do jornalista Claudio Carneiro, sócio da Clio Assessoria, e foi escrito para o site Opinião e Notícia (www.opiniaoenoticia.com.br). att, Roberta Cabral

– Exerçamos a Nossa Cidadania!

Neste domingo, vamos exercer nossa cidadania e votar?

 

É curioso: no Brasil, votar é um Direito e um Dever. Isso é democracia ao pé-da-letra?

 

Vale a reflexão e boas eleições à todos.

– Incoerência Eleitoral

Aqui no Bairro Medeiros, só temos uma escola como posto eleitoral. Sempre esteve super-lotada. Imagine agora que o bairro ‘explodiu’ populacionalmente falando?

 

As autoridades eleitorais deveriam estar mais atentas a isso. Aliás, duas ‘pisadas de bola’:

 

1) a Justiça Eleitoral só decidirá sobre os fichas-sujas depois da Eleição. Imaginem as especulações e polêmicas até lá… principalmente pelos puxadores-de-votos que serão preponderantes para o coeficiente eleitoral. Teremos 2 listas de eleitos até a decisão final?

 

2) E a cansativa polêmica do Título Eleitoral estar desacompanhado de documento com foto? Assim, se eu…

… Me apresentar com o RG, eu VOTO;

… mostrar a minha habilitação, eu VOTO;

… levar minha Carteira Profissional, eu VOTO;

… ou portar um crachá da minha empresa, também VOTO!

 

Só que se eu for com o título de eleitor, NÃO VOTO!

 

Ué, para que ele serve então??? Apenas para indicar o local de votação?

 

E você, o que acha de tal decisão do documento com foto ser obrigatório? Se é para garantir que não exista fraude, quer dizer que as outras não tiveram essa garantia e podem ter sido fraudadas?

Deixe seu comentário:

 

 

– 100 mil jogados, literalmente, pela janela!

E os ‘companheiros’ de campanha do Senador Romero Jucá- RR? Ao avistarem a Polícia, jogaram 100 mil reais pela janela do carro para se livrarem da grana!

 

Por quê?

 

Dinheiro sujo, caixa 2, susto… o que seria para quererem não ser pegos com o dinheiro vivo?

 

E o pior é que não vai dar nada para ninguém…

 

A matéria sobre o assunto pode ser conferida no O GLOBO (clique aqui)

– De 6 candidatos, escolha 2!

Enviado por Téo (Blog do Téo)

Email educativo-eleitoral para ajudar a refletir na Eleição ao Senado. Aqui, 6 candidatos à vaga de Senador, onde você escolherá 2 nomes. Primeiro, leia o curriculum de cada um. Abaixo, descubra quem são eles:

 

CANDIDATO 1

 

O pai, fundou a escola de idiomas Yazigi e a Fundação SOS Mata Atlântica.
A mãe, foi premiada pela UNESCO por seus programas para capacitação
profissional.

Começou a trabalhar na empresa do pai aos 16 anos e levou-a ser um dos
maiores cases de sucesso de franquias no mundo.

Fundou a Associação Brasileira de Franchising, e foi presidente da
associação por 3 mandatos consecutivos.

Fez parte dos movimentos estudantis na época da ditadura militar
brasileira. , Atuou na AP – Ação Popular, mas abandonou o movimento
devido às sua crença na não-violência.

Começou a praticar sustentabilidade antes mesmo de o termo ter sido
inventado, e por isso foi um dos redatores da Carta da Terra – A
declaração de princípios éticos e fundamentais para construção de uma
sociedade justa, sustentável e pacífica.

Pós-Graduado em filosofia pelo IBMEC.

Autor do programa de capacitação de professores no Institute for the
Advancemente of Philosophy for Children, na Montclair State University.

Voluntário em capacitação de professores em escolas públicas, devido ao
seu interesse de educação por qualidade.

Integrante do PNBE – Pensamento Nacional de Bases Empresariais onde
implementou projetos de adoção de escolas públicas por parte de empresas.

Presidente do conselho deliberativo do instituto Ethos. Fundador do
Uniethos – a sua divisão educacional. Projetou o instituto com suas
participações em fóruns internacionais como o Pacto Global das Nações
Unidas, o Global Report Iniciative, a 26000, o fórum Econômico Mundial.
Iniciou a disseminação da responsabilidade social empresarial como uma
nova dimensão nos negócios.

Um dos três fundadores do Movimento Nossa São Paulo.

Um dos fundadores do fórum Amazônia Sustentável.

Convidado para participar do projeto Elias – do Massachussets Institute
of Technology para incentivar a inovação de lideranças sistêmicas ligadas à
sustentabilidade.
No final de 2007, aproximou-se de Marina Silva e, juntos com outras
lideranças empresariais e ambientais, conceberam o movimento Brasil
Sustentável, que visa engajar diversos setores da sociedade – empresas,
governos, academia e organizações da sociedade civil – na construção de
uma sociedade responsável, justa e sustentável.

Seu lema de vida é: Paz, Alegria e Serenidade.

Filósofo, praticante de yoga e da filosofia de não violência de Ghandi,
Músico e compositor de violão erudito.

 

CANDIDATO 2

 

Casou-se aos 15 anos e aos 16, montou um grupo de pagode
Em 2001 abandonou o grupo em prol de sua carreira solo. É pai de 7 filhos
e praticante de violência doméstica contra sua esposa.
Apresentou o programa Show da Gente no SBT. Em 2008, aproveitou sua fama
artística e foi o terceiro vereador mais votado na cidade de São Paulo.
Também por meio de eleição, foi presidente da Comissão Extraordinária de
Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude da Câmara
de São Paulo. Foi também escolhido como relator da Frente Parlamentar em
Defesa das Pessoas em Situação de Rua. Também é membro da Comissão de
Constituição, Justiça e Legislação Participativa (CCJ).
Como integrante desses grupos, ganhou notoriedade ao agredir o repórter
Vesgo em frente às câmeras.

CANDIDATO 3

Formado em direito pela USP, onde também lecionou a matéria.
Por conta de ações contra a ditadura foi exilado na França, onde estudou
Economia Política e foi professor de Português.
Foi diretor do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento em Paris.
Foi deputado Estadual duas vezes e líder do Governo Franco Montouro. Foi
Deputado Federal 3 vezes, ora pelo PMDB, ora pelo PSDB.
Foi vice-governador do Estado e Secretário Estadual de transportes.
Foi ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Ministro da
Justiça e Secretário do Governo e Prefeitura de São Paulo.
Responsável pela articulação política entre as pastas de governo e
município.
Suas principais realizações foram:
– fim da taxa do lixo, criada por Marta Suplicy e isentou da taxa de
iluminação pública os moradores de ruas não iluminadas.
– construção de 46 novas escolas, substituindo outras 44 em condições
inadequadas, as chamadas escolas de lata, favorecendo cerca de 35 mil
crianças que estudavam nas antigas escolas.
– grande incentivador da Virada Cultural.
– na saúde firmou novamente convênio com a FURP, retomando a fábrica de
remédios do governo do estado de São Paulo, que passou novamente a
fornecer remédios à prefeitura.
– integração do Bilhete Único ao Metrô.
– construção de 2 Hospitais (Hospital Cidade Tiradentes e o Hospital
M’Boi Mirim).
– Construção de 11 Novas Unidades Básicas de Saúde
– Construção de 50 AMAs
– serviço de pronto atendimento em Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou
Pronto-Socorros, com capacidade de atendimento de até 300 pessoas/dia por
unidade.
– Implantação do Programa Remédio em Casa
– entrega domiciliar de medicamentos a pacientes com doenças crônicas
(diabetes e hipertensão).
– A chamada Lei Cidade Limpa é uma lei contra a poluição visual no
município de São Paulo que está em vigor desde o dia 1º de janeiro
de 2007. Proposta e sancionada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto
Kassab.

CANDIDATO 4:

Foi investigador, Delegado de Polícia. É formado em Direito pela USP.
Foi diretor do DOPS (polícia da ditadura) de 1977 a 1982 quando tornou-se
superintendente geral do DOPS paulista.
Capturou o mafioso italiano Tommazo Buscetta. No governo Collor, foi
Secretário da Receita Federal.
Foi presidente do Instituto Brasileiro de Assuntos Estratégicos.
Membro do Conselho de Ética Parlamentar
Atualmente é senador e defende o filho sobre as acusações de envolvimento
com a máfia chinesa, acusações essas surgidas após o filho assumir o
Conselho Nacional de Combate à Pirataria e enriquecer 416% em menos de um
ano.

CANDIDATO 5:

Seu pai foi o megaindustrial Luís Afonso Smith de Vasconcelos.
Educada em escolas francesas Des Oiseaux e Nossa Senhora de Sion. Tem 3
filhos e 5 netos.
Psicóloga e Psicanalista, com mestrado em Psicologia Clínica pela Michigan
State University, e pós graduada pela Standford University.
Ficou famosa pela atuação política do marido, e adotou seu nome quando
foi Apresentadora da TV Mulher nos anos 80.
Tem 9 livros editados.
Após o divórcio, continuou usando o nome do marido.
Foi deputada federal entre 1995 e 1998. Nesse período apresentou dois
projetos: A da parceria civil para pessoas do mesmo sexo (1996) e a
política de cotas para mulheres na política.
Eleita Prefeita em São Paulo com 58% dos votos em disputa direta contra
Maluf, criou a taxa do lixo, o bilhete único e os CEUS. Ganhou
notoriedade ao inaugurar obras às vésperas da eleição, como o túnel na
avenida Rebouças, que ficou inundado e teve que ser fechado para obras
novamente 3 dias após sua inauguração. Obteve cerca de 32% dos votos na
eleição seguinte.
Ministra do Turismo do Governo Lula, lançou o Viaja Mais Melhor Idade.
Famosa pela frase: ” Relaxe e goze !”

CANDIDATO 6:

Músico, cantor e apresentador, tem o ensino fundamental incompleto.
Participou de “A praça da Alegria”, “Vende-se um véu de noiva”, “Ô
coitado” e “A praça é nossa.”, Pequenos Brilhantes, A Mulher é um Show
Concurso de Paródias, “nome do candidato” Show e “nome do candidato” TV.
Desligou-se do SBT ao receber o convite para ser candidato. Atualmente
vive uma rixa com os donos de seu partido, acusando-os de censura e de
não conseguir passar sua mensagem.

ESCOLHEU ? PRECISAMOS ESCOLHER 2, hein ?…

Agora saiba quem são:

Candidato 1: Ricardo Young, 430.

Candidato 2: Netinho de Paula, 131.

Candidato 3: Aloysio Nunes, 451.

Candidato 4: Romeu Tuma, 141

Candidato 5: Marta Suplicy, 133

Candidato 6: Moacir Franco, 177

– O Teatrinho do Falso Eleitor

Já que o post anterior é de política, um comentário sobre a criatividade dos candidatos. Segundo a Coluna Panorama de Lauro Jardim, na Revista Veja desta semana (ed2184), atores estão sendo contratados para falar bem de certos candidatos e mal de outros, dentro de ônibus lotado. É o boca-a-boca apelativo…

 

VALE TUDO

 

É uma espécie de novidade no marketing eleitoral: a campanha de Hélio Costa contratou cerca de 250 atores amadores – que já estão em ação – para simular conversas em voz alta em ônibus e em locais de grande aglomeração na região metropolitana de Belo Horizonte. O script do bate-papo é sempre o mesmo: baixarias contra Antonio Anastasia.

– Jornais tomam Dura Posição Contra Censura do Governo Lula!

 

Se alguém já leu agora bem cedo tanto a Folha de São Paulo e o Estadão, se assustaram com tal louvável ousadia!

 

Ambos anunciaram suas críticas ao PT abertamente, expondo os motivos, em editorial. Acho que nunca presenciei na história política recente do país tal fato. Vale ressaltar que as revistas semanais de grande circulação também criticam em capa a tentativa de cercear a liberdade de imprensa do Governo Lula, permitindo apenas que se divulguem informações de seu interesse.

 

Viva o jornalismo independente e sério; abaixo a ditadura. Vide Argentina e Venezuela, onde apenas a imprensa chapa branca sobrevive.

 

Extraído de: TERRA

 

EM EDITORIAIS, FOLHA E ESTADO SE POSICIONAM SOBRE A SUCESSÃO

 

Por Gilberto Nascimento

 

Em editoriais em suas edições deste domingo (26), os jornais Folha de S.Paulo e o Estado de S.Paulo se posicionaram a respeito da sucessão presidencial no País. A Folha e o Estadão reagiram às críticas à imprensa feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Estadão declarou apoio ao candidato do PSDB à presidência da República, José Serra. A Folha criticou o presidente Lula e a “candidata oficial”, Dilma Rousseff, do PT, e disse procurar manter uma orientação de “independência, pluralidade e apartidarismo editoriais”.

Os dois jornais manifestaram oficialmente sua posição três dias depois de o presidente Lula afirmar, em entrevista exclusiva ao Terra, que a comunicação no País “é dominada por nove ou dez famílias” e que a imprensa “tem candidato e partido”. Lula afirmou que os meios de comunicação deveriam manifestar claramente sua posição, em vez de defenderem “uma neutralidade disfarçada”.

Estadão
Intitulado “O Mal a Evitar”, o editorial do Estado de S. Paulo diz que “com todo o peso da responsabilidade (…), o Estado apoia a candidatura de José Serra à presidência da República”. O jornal ressalta o “currículo exemplar de homem público e pelo que ele (Serra) pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos”. O jornal diz que Serra “é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País”.

Com o apoio, o jornal rechaça a acusação do presidente Lula de que a imprensa “se comporta como um partido político”. “Há uma enorme diferença entre se comportar como um partido político e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste País”, afirma o editorial, que cita Lula como “chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder”.

No editorial, o Estadão ainda diz que “Lula e seu entorno” escolhem os piores meios “para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder” e cita as recentes denúncias de tráfico de influência na Casa Civil – o que culminou na demissão de ministra-chefe Erenice Guerra – e o “solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia – a começar pelo Congresso”. Ao final do texto, o Estadão avalia que a idéia de que Lula “é o cara” hipnotiza os brasileiros e serve como “mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: ‘Se ele pode ignorar as instituições a atropelar as leis, por que não eu?’ Este é o mal a evitar”.

Além de dizer que Dilma é uma “invenção” de Lula, o jornal pede uma reflexão aos eleitores. “O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais (…) o que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido político como se fossem uma coisa só”.

O jornal pondera os lados positivos do governo Lula, “como no desenvolvimento econômico quanto na ampliação de programas sociais”, mas considera que, ao mesmo tempo, houve a “desconstrução historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto”.

Folha
A Folha não deu apoio a qualquer candidato e, em texto em sua primeira página intitulado “Todo poder tem limite”, ressaltou que procura manter uma orientação de “independência, pluralidade e apartidarismo editoriais”, o que redunda, segundo o jornal, “em questionamentos incisivos durante períodos de polarização eleitoral”. O jornal critica duramente o presidente e a candidata Dilma Rousseff. Para a Folha, Lula e Dilma “têm-se limitado até aqui a vituperar a imprensa, exercendo seu próprio direito à livre expressão, embora em termos incompatíveis com a serenidade requerida no exercício do cargo que pretendem intercambiar”.

Ao final do editorial, o jornal afirma que “tentativas de controle da imprensa” serão repudiadas: “Fiquem ambos advertidos, porém, de que tais bravatas somente redobram a confiança na utilidade pública do jornalismo livre. Fiquem advertidos de que tentativas de controle da imprensa serão repudiadas – e qualquer governo terá de violar cláusulas pétreas da Constituição na aventura temerária de implantá-lo”.

A Folha diz que “vai longe o tempo” em que maiorias não seriam respeitadas no Brasil. “As eleições são livres e diretas, as apurações, confiáveis – e ninguém questiona que o vencedor toma posse e governa. Se existe risco á vista, é do enfraquecimento do sistema de freios e contrapesos que protege as liberdades públicas e o direito ao dissenso quando se formam ondas eleitorais avassaladoras, ainda que passageiras”. E prossegue: “Nesses períodos, é a imprensa independente quem emite o primeiro alarme, não sendo outro o motivo do nervosismo presidencial em relação a jornais e revistas nesta altura da campanha eleitoral”.

O jornal ressalta ainda ter sido a imprensa quem revelou ao País que uma agência da Receita Federal em Mauá, no ABC paulista, teria sido “convertida em órgão de espionagem clandestina contra adversários”. Foi também a imprensa “quem mostrou que o principal gabinete do governo, a assessoria imediata de Lula e de sua candidata Dilma Rousseff, estava minado por espantosa infiltração de interesses particulares”. E acrescenta: “É de calcular o grau de desleixo com o dinheiro e os direitos do contribuinte ao longo da vasta extensão do Estado federal”.

Apesar das duras críticas, a Folha reconhece que “os altos índices de aprovação popular do presidente não são fortuitos”. Para o jornal, os altos índices de popularidade de Lula refletem “o ambiente internacional favorável aos países em desenvolvimento, apesar da crise que atinge o mundo desenvolvido” e “os acertos do atual chefe do Estado”.

– A Eleição ao Senado: um Desastre nas Urnas!

Leio na pesquisa do Jornal Bom Dia / Epesp deste sábado, que Marta Suplicy, Netinho de Paula e Aloísio Nunes Ferreira são os ponteiros na disputa pelas 2 vagas a Senador da República por SP (com pouco mais de 20% dos votos), seguidos por Moacir Franco e Ricardo Young.

 

Mas o que me admira é o número de pessoas que responderam ‘NÃO SABEM’. Cerca de 69% dos eleitores não tem candidato ao Senado! Ou seja, parece que a eleição ainda não começou… A qualidade do voto a este cargo será discutível ao extremo!

 

Diante desse número, imagine as pessoas que não tem familiaridade com a informática e que se atrapalharão na hora de votar. Calcule o tempo que esse eleitor levará para confirmar o voto e o tamanho das filas nas zonas eleitorais. Nem todos saberão distinguir quando se digita o número para presidente, governador, senador, senador de novo, deputado federal e deputado estadual. Imagine ainda que àqueles (e são muitos) que acham que devem escolher um único candidato ao Senado, ao confirmar seu voto, aparecendo a mesma tela pedindo outro voto, irão tentar votar de novo no mesmo nome, achando que deu erro na primeira tentativa.

 

Dia 03 de outubro será dia de muita, muita paciência mesmo…

 

A propósito, aqui no bairro Medeiros, em Jundiaí, a população triplicou de tamanho e continuamos na mesma apertada escola Rafael de Oliveira como sede eleitoral. Como faremos nesse ano?

 

E você, já decidiu a quem votar para Senador 1 e Senador 2?

– A Duplicação da Estrada de Itatiba: O enésimo anúncio da obra!

 

O governador Alberto Goldman esteve aqui em Jundiaí com as autoridades locais, ontem, anunciando o início oficial das obras para a duplicação da Rodovia Jundiaí – Itatiba.

 

Ué: quantos anúncios destes nós não tivemos nos últimos anos?

 

Novo “Ué”: e as obras que estão sendo realizadas, não eram para isso?

 

Mais um “Ué”: qual o propósito da praça de pedágio, que já está quase funcionando? Não era para as mesmas obras?

 

Mais um anúncio demagógico às vésperas da eleição. Mudam os nomes e os partidos, mas no fundo são todos iguais!

 

O que você acha deste novo anúncio? Deixe o seu comentário:

– Ficha Pública em Dose Dupla

Por Reinaldo Oliveira

 

FICHA PÚBLICA EM DOSE DUPLA

 

O Movimento Voto Consciente realizou, com grande aceitação do público, sábado passado – dia 18, no calçadão da Barão, a distribuição do Jornal Ficha Pública, que divulga o perfil dos candidatos de Jundiaí e Região, aos cargos de deputado estadual e federal. Por este motivo neste sábado, dia 25, os voluntários estarão distribuindo o Ficha Pública e dialogando com a população em dois momentos: das 8h às 12h30, no calçadão da Barão e, com os participantes do Bicicletada – grupo que prega o uso da bicicleta como meio de transporte urbano e outros meios de transportes sustentáveis, a partir das 16h. O ponto de saída do Bicicletada é na Avenida Nove de Julho, em baixo do viaduto. Participe e dê seu voto consciente e de mais qualidade na próxima eleição.

– Democracia e Demagogia: o apelo do Presidente!

“Democracia”, na visão Lulista, é isso aqui: DISCURSO DO PRESIDENTE LULA EM SC

 

Nosso Guia-mestre Lula pediu para o povo, em campanha: “Temos que extirpar o DEM da política brasileira”.

Ué, mas só pode o seu partido e sua candidata concorrerem? Mas e a democracia, o multipartidarismo, a liberdade de expressão? Onde ficam?

 

Tanta demagogia cansa…

– Propostas para quem?

O Horário Político prega cada peça… Hoje, no rádio, ouvi um certo candidato (nem vale citar o nome do partido), pedindo votos para lutar pela PAZ NA PALESTINA e a NÃO INVASÃO DOS AMERICANOS NA CORÉIA DO NORTE.

 

Isso é proposta que se faça em eleição no Brasil? Até parece que vivemos num paraíso… É o naipe dos nossos políticos.

– O Fantasma da Ditadura

Sábias observações sobre Política, Democracia & Ditadura, Eleições e Mau Uso do dinheiro público. Segue:

Por Reinaldo Oliveira

 

Fantasma da ditadura está desperto!

 

O fantasma da ditadura está desperto na região da América Latina..Tradicional reduto de regimes ditatoriais, países da região que em décadas passadas sofreram com leis draconianas impostas pelos ditadores de outrora, após breve período onde o mundo acreditou, enfim, estar germinando a semente da democracia, vê novamente os tentáculos gosmentos e horrorosos de alguns dirigentes mostrando seu lado arrogante e ditatorial. Claro, em todos eles permeando a miséria, fome e degradação humana. Como esta horrorosa senhora, a ditadura, não escolhe entre rosto bonito ou mais feio, para atingir seus propósitos, não chega a surpreender de onde ele parte. Em comum, há sempre uma primeira vítima: a IMPRENSA. Sim. Ela, que também por razões outras tem em seu meio, poucos mais é verdade, alguns ditadorzinhos de plantão, ainda em sua maioria continua sendo o eco, a voz, que se levanta contra os horrores praticados pelos megalomaníacos. Nesta sua nova manifestação, ela, a ditadura, exibe à sua frente alguns dirigentes que nos últimos anos vêm sistematicamente, sendo reeleitos e/ou dando àquele jeitinho de fazer os seus sucessores. Veja o caso da Argentina. O casal mandatário se reveza no poder e, de uns tempos para cá, mais radicalmente na ultima quinzena, usando os poderes draconianos que lhes faculta o poder, tentam aniquilar de vez com dois jornais e emissoras de rádio e TV que veicularam matérias que os desagradaram. Além de dificultar a parte das finanças das duas empresas, num arroubo ainda pior de ditadura, exigiram até exames de DNA de alguns familiares proprietários das empresas. Passando pela Venezuela, o coronel Hugo Chaves, prende, bate e arrebenta. Imprensa boa é imprensa calada, subordinada aos seus ditames. Vide caso da juíza que está presa, apenas por colocar em prática o princípio da Lei. O governante montou para si mesmo um regime avesso aos princípios da democracia, adepto ao militarismo e do culto a personalidade, que gera no país, infelicidade, medo e fracasso. Ele já está a um bom tempo no poder. E tem o apoio de Lula, que disse que o ditador é ainda jovem, para continuar por mais tempo. Chegando na Bolívia, a exemplo de Chaves, Evo Morales se adéqua muito bem ao figurino ditatorial. Reeleito muda a constituição, sente a distensão avançar, deixando o povo em constantes manifestações de desagrado pela situação do país. E ela, a ditadura, tem se manifestado em outros países da região, que em maior ou menor grau, impõe restrição à liberdade da Imprensa. Porém, é importante lembrar que a tradição democrática ensina que ditar meios de conduta da Imprensa não é papel do Estado. Importante é que a Imprensa seja ética em seu trabalho e função. E a ética da Imprensa só pode se desenvolver com liberdade de expressão. Chegando ao Brasil, um operário que foi perseguido pela ditadura, luta, lidera a massa, e é eleito para governar o país. Travestido no poder e, assessorado por um grupo que o manobra ao seu bel prazer, nos últimos oito anos, vem tentando de todas as maneiras, impor restrição e censura ao trabalho da Imprensa. Do grupo que o cerca, foram criados os piores escândalos de roubalheira que se tem conhecimento neste país, porém todos soltos devido penduricalhos, utilizados por chicaneiros que os defendem. As mais altas instâncias da Justiça quando julgam suas trapaças como o mensalão, quebra de sigilo, os define como formadores de quadrilha. O grupo tem um braço que elimina quem os atrapalha, vide casos do Toninho – prefeito de Campina e o Celso Daniel, prefeito de Santo André, ambos assassinados e até hoje suas mortes continuam sem serem esclarecidas. O presidente diz em alto e bom som, que não lê os jornais brasileiros porque a Imprensa brasileira lhe dá azia. Porém, conforme matéria publicada esta semana, pág. A6, caderno Poder – Folha de São Paulo, de 6 de setembro de 2010, desde 2008, o grupo que o cerca e faz as manobras, legais ou ilegais, com ou sem o consentimento dele, paga a bagatela de $ 15 milhõe$ de dólare$ por ano, para vender a $ua imagem no exterior. Por conta di$$o, me$mo $endo porcamente alfabetizado, ganhou título Honóri$ Cau$a, no exterior e, bem como a Revi$ta Time, e outro$ jornai$ americano$ lhe outorgaram comenda$. Não por aca$o, e$te$ me$mo$ periódico$, na $emana pa$$ada já começaram a falar da candidata apoiada pelo pré$idente. Ela já fez alguma$ vi$ita$ ao exterior durante a campanha. E a$$im vai. A campanha para o grupo $e manter no poder, começou a trê$ ano$, ao cu$to de $ 15 milhõe$/ano. Ou seja. $ó no exterior já foram ga$to$ $ 45 milhõe$ de dolare$. Fazer campanha a$$im é fácil. Com o meu, o $eu e o dinheiro do povo brasileiro. E sempre querendo calar a Imprensa. Xô! Fora fanta$ma da ditadura. É isso!!

– O Fenômeno Eleitoral da Transferência de Votos

É realmente impressionante a blindagem popular do presidente Lula. Sobreviveu incólume aos diversos escândalos do seu governo, incluindo os do Mensalão e de outros tão graves, não sentiu os respingos da vexatória aproximação com o Irã e outras coisitas mais.

 

Mas o que assusta é o poder de influência popular, o carisma inato sobre seus devotos. Dilma era uma ilustre desconhecida das massas, e agora beira à vitória no primeiro turno. Marta e Netinho de Paula estão disparados nas pesquisas ao Senado: efeito Lula. Até o Mercadante ameaça decolar a candidatura ao governo paulista, em virtude dos apelos do presidente.

 

Agora, em decorrência do escândalo que envolve a quebra do sigilo na Receita Federal da filha do candidato José Serra, poderíamos ter uma reviravolta eleitoral. Mas, sinceramente, quem acredita que o povão entenderá o caso e mudará o seu voto? Respeitosamente, somente as pessoas mais intelectualizadas estão indignadas e deram a devida importância. Além disso, tem outra questão: pobre não paga imposto; sendo assim, não há influência direta… Na prática, não mudará nada!

 

De fato, Lula é um fenômeno do povo.

– Em defesa do Voto Útil Regional

Em defesa do voto útil para Jundiaí e região!

Ao invés de Tiriricas e Cacarecos da vida, por que não privilegiar a nossa região? Lançada a campanha “Eu acredito mais na região”. Compartilho as informações enviadas pelo amigo jornalista Reinaldo Oliveira:

 

ENTIDADE LANÇA CAMPANHA POR VOTO REGIONAL

 

O CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, sediou uma coletiva de imprensa, para que membros do FORCIS – Fórum Regional do Comércio, Indústria e Serviço, de Jundiaí, apresentassem o material da campanha “Eu acredito mais na região”, que tem como objetivo incentivar o eleitor, nas próximas eleições, a votar nos candidatos da região para os cargos de deputado estadual e federal. Outras entidades como a Proempi (construtores), Rede Parceiros (supermercados), CDL (lojistas), SRJ (produtores rurais), CIESP (indústrias), Acijun (associação dos corretores de imóveis), apóiam a iniciativa do FORCIS. O presidente da Acijun, Celso Coelho deu sua opinião sobre a campanha: “Jundiaí está crescendo e precisamos nos fortalecer tendo representantes que ouçam as preocupações dos moradores. Um candidato da região sendo eleito, torna-se mais fácil este contato. É preciso pensar na cidade onde viverão nossos filhos e netos”. Vários outros representantes falaram sobre a campanha, que por ser apartidária está disponibilizando o www.adej.org.br, onde está postado o selo com a logomarca da campanha e demais informações. O vereador Paulo Sergio Martins (PV), presente no evento, disse ser bastante positiva a iniciativa da campanha: “Esta vem a somar com a que está sendo desenvolvida pelo Cidade Democrática”. Ela abrangerá onze cidades da região e gravações com depoimentos de formadores de opinião, também serão veiculados incentivando o voto em candidatos da região. “Estas pessoas falarão o que as cidades, principalmente as menores, são prejudicadas por falta de um representante da região”, disse Maurício Rappa, um dos dirigentes do FORCIS.

– Esperteza do Eike ou sobra de Dinheiro?

Eike Batista, o bilionário brasileiro e Midas em vários negócios, realmente é um cara esperto.

 

Declarou para que todos ouçam, no Roda Viva da TV Cultura: doou milhões para as campanhas eleitorais de Serra e Dilma, alegando ter medo de represálias.

 

Alguém acreditou no motivo? Tá na cara que ele quer se garantir com quem quer que se eleja…