– “Disturbed Gaming”: nossos jovens podem ser as vítimas, pois o Distúrbio de Games é uma doença, segundo a OMS

Males dos tempos modernos: sabe aquela vontade incrível de ficar diante do equipamento eletrônico, jogando vídeo-game, por exemplo?

A isso se dá o nome de Disturbed Gaming e passou a ser considerado um vício muito preocupante, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Muito interessante, abaixo:

Extraído de: https://neurosaber.com.br/vicio-em-games-agora-e-considerado-disturbio-mental-pela-oms/

VÍCIO EM GAMES AGORA É CONSIDERADO DISTÚRBIO MENTAL PELA OMS

O que antes era considerado um hábito normal, agora é reconhecido como um distúrbio mental, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, a OMS. Pela primeira vez, o órgão vai considerar o vício em jogos uma doença.

A 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID) incluirá o “distúrbio de games” como uma condição que consiste em uma pessoa cuja frequência em jogos provoque uma visível mudança comportamental, ocasionando na preferência por games em detrimento de outras atividades.

Importante lembrar que antes de a OMS decidir pela inclusão do vício em jogos na CID, outros países já haviam acendido o sinal amarelo para que tal predileção excessiva pelos games se tornasse um assunto de saúde pública. Um exemplo a ser citado é o Reino Unido, que já conta com clínicas de reabilitação em pacientes com esse distúrbio.

MAS COMO SABER SE A PESSOA É VICIADA, DE ACORDO COM OS CRITÉRIOS DA OMS?

É preciso ter muita cautela em relação a isso para não haver equívocos. O documento vai sugerir que comportamentos ligados ao vício em jogos devem ser observados em um período de 12 meses ou mais para que seja dado o diagnóstico. No entanto, as novas recomendações da CID podem diminuir esse prazo, caso os sintomas apresentados pela pessoa sejam muito graves.

QUAIS SÃO OS POSSÍVEIS SINTOMAS DO DISTÚRBIO EM GAMES?

– Dar prioridade aos jogos eletrônicos em vez de outras atividades, como se reunir com amigos, ir a uma festa, praticar esportes;
– Perder a noção da frequência e intensidade diária que é depositada nos games;
– Persistir no hábito de jogar mesmo com sinais de que tal atitude pode piorar a dependência e o convívio com familiares e amigos;
– Trocar a companhia de pessoas pelos jogos.

O QUE PROFISSIONAIS TÊM A DIZER?

O especialista em vícios em tecnologia, Richard Graham, do Hospital Nightingale, em Londres, afirma que há benefícios em tal decisão. Ele chama a atenção para o fato de tal reconhecimento mostrar que esse comportamento precisa ser levado a sério. Graham salienta também que a inclusão do distúrbio na CID favorecerá a ampliação de serviços especializados para tratar os casos que serão levados aos consultórios.

No entanto, o especialista alerta para que pais e responsáveis saibam ponderar na hora de observar a atitude de seus filhos, ou seja, analisar com cautela para saber diferenciar um vício de uma eventual empolgação pelos eletrônicos. Para Graham, uma maneira de discernir um do outro (e diagnosticar) é fazer a seguinte pergunta: “o vício está dominando o estado real neurológico, o pensamento e as preocupações?”.

A TECNOLOGIA É UMA AMEAÇA?

Não, de forma alguma. A tecnologia veio para agregar e nos auxiliar, sobretudo as crianças. Uma pesquisa realizada na Universidade de Oxford mostra que apesar de as crianças ficarem muito tempo ligadas aos eletrônicos, isso não significa um vício, propriamente dito.

De qualquer maneira, é preciso estabelecer um limite para seu filho, separando o momento dos jogos eletrônicos, dos deveres da escola, das brincadeiras em grupo, entre outras atividades.

Imagem extraída de: http://blog.saudementalesucesso.com.br/vicio-em-internet-e-dependencia-digital-ate-que-ponto-um-comportamento-e-saudavel/

– Ao invés de melhorar o comportamento, Conmebol “tira o sofá da sala”?

Não sei como alguém pode aplaudir tal ideia: a Conmebol anunciou que isolará a cabine do VAR em suas competições, colocando-a do lado oposto do banco de reservas.

A medida tem como objetivo dar maior tranquilidade ao árbitro, quando ele for ao monitor. A área de Revisão estará solitária, longe dos substitutos, das comissões técnicas e também do quarto-árbitro.

E por que é um absurdo?

É como marido traído “tirar o sofá da sala”, como no folclore popular se ironiza. Ou proibir torcida de futebol em estádio para não ter briga. É assumir a incompetência em cumprir as regras do futebol, e explico: é bem claro o texto das leis do jogo que diz: “qualquer jogador que acompanhar o árbitro junto ao monitor (durante o trajeto ou em sua estadia) deverá receber o cartão amarelo”. Isso vale para quem quer que seja que ficar atrapalhando.

Na Copa do Mundo de Clubes, vimos alguém na cabine, atrapalhando o juizão? Os causadores de confusões (nos poucos momentos ocorridos) foram os atletas sulamericanos. Em certos momentos, árbitros europeus se surpreenderam com tal prática e advertiram primeiro verbalmente, e depois com o Amarelo.

Enrique Cáceres, o ex-árbitro que hoje presidente a Comissão de Arbitragem da Conmebol, garante que isso resolverá o problema, na alegre entrevista que deu, ao anunciar a novidade (como se fosse boa, e não vergonhosa). Não irá resolver… Os jogadores continuarão correndo atrás dos árbitros, com o detalhe que não terá o quarto-árbitro por perto para ajudá-lo (e em alguns jogos mais importantes, o quinto-árbitro). Ou ela pretende criar o “sexto-árbitro” para ficar de sentinela por lá?

Lamentável… a entidade simplesmente privilegia uma cultura nefasta, ao invés de mudá-la.

– 4 Universidades brasileiras entre as 10 TOP da América Latina.

Das 10 maiores universidades da América Latina, 4 são brasileiras.

Será que… as maiores são as melhores?

Para discussão:

– O Etarismo na Educação e nas Corporações.

Uma das formas atuais de discriminação é o Etarismo. No mundo corporativo (e até no educacional), isso precisa ser debatido.

Um texto muito bom sobre o assunto, abaixo:

(Extraído de: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)

ROMPER O ETARISMO PASSA POR OCUPAR ESPAÇO COM A EDUCAÇÃO

66% dos profissionais nascidos entre 1960 até 1979 sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. Mas os 60+ estão cada vez mais produtivos

Por Maria Filomena Brandão

O termo etarismo nunca esteve sendo tão em pauta. Episódios mais recentes vão desde momentos de glória, quando vibramos com a sexagenária Michelle Yeoh ganhadora do Oscar, ao fazer um discurso inspirador antietarista, até momentos de indignação com o preconceito contra uma estudante de 45 anos. E que bom.

Como pedagoga e psicanalista, com profundo respeito pelos meus 62 anos, me esperanço ao ver um tema como esse sendo varrido para fora do tapete. Acredito que tudo que levanta debate gera crescimento, novas oportunidades e leituras para a nossa visão de mundo. Finalmente estamos popularizando um termo que, segundo a Academia Brasileira de Letras, trata da ‘discriminação e preconceito baseados na idade, geralmente das gerações mais novas em relação às mais velhas’.

É claro o etarismo permeia a nossa cultura faz muito tempo. No mercado de trabalho ele aparece com certa frequência. A última versão da Global Learner Survey, pesquisa realizada pela Pearson com a Morning Consult em 2022, mostrou ao ouvir 6 mil mulheres em diferentes países, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, México e índia. Nela, 74% das mulheres afirmaram que a discriminação ainda é um ponto forte na hora de participar de processos seletivos. Já 65% acreditam que o preconceito em relação a idade deve ser combatido.

A pesquisa do site de empregos Infojobs vai ao encontro dessa estatística ao mostrar que 66% dos profissionais da geração X (nascidos entre meados da década de 1960 até 1979) sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. O preconceito baseado na idade está inserido no discurso da maioria dos empregadores, acionando os mais variados tipos de opressão, desrespeito e desvalorização das soft e hard skills do idoso. Acontece em qualquer segmento, biografia e currículo das vítimas. A popstar Madonna acaba de ser vítima do etarismo no Grammy por sua aparência. A influenciadora Sandy já se disse ‘velha pra ser jovem’. E ela só tem 40 anos.

De acordo com o último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos irá duplicar no mundo e triplicar no Brasil. Mas o que, para muitos, pode ser um momento de decadência, eu costumo enxergar como vida, tempo de criar e, mais do que nunca, de aprender! Os 60 estão cada vez mais produtivos e ávidos por conhecimento. E em um mundo em constante transformação, aprender é ao longo de toda a vida mesmo. As possibilidades são infinitas – inclusive de estudar um novo idioma, seja para viajar a passeio, realizar um intercâmbio ou aprender a tão sonhada cultura que ainda não teve chance.

Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), os viajantes com mais de 65 anos representam cerca de 15% das vendas dos pacotes turísticos vendidos no Brasil para destinos nacionais e internacionais. O aumento da expectativa de vida e a estabilidade financeira tardia podem estar entre as razões pelas quais muitos deixem para realizar seus sonhos mais tarde. Estudar outra língua é uma delas.

Acompanho com entusiasmo os mais velhos retornando à sala de aula nas universidades, aos cursos técnicos, aos supletivos, cursos de inglês, sendo autodidatas e quebrando preconceitos. É importante não ter medo de experimentar, de mexer no desconhecido e encarar o novo com naturalidade. A geração 40 foi educada em um tempo em que errar era proibido, sendo que o processo de aprendizagem passa pela tentativa e erro.

Ocupar espaços da educação por alunos da terceira idade é fundamental para combater o etarismo e construir uma sociedade mais justa. Espero, sinceramente, não precisar afirmar o óbvio: que somos plenamente capazes de nos desenvolver em qualquer etapa da vida. O etarismo precisa sim ser discutido e que nossas respostas tragam novas oportunidades para quem se sentia abandonado pela vitalidade e colágeno de outrora. Podemos tudo e queremos mais. Why not?

*É pedagoga, psicanalista, psicóloga e Bacharel em Direito, Mestre em Educação e doutora em Psicologia. Já atuou no Ensino Básico e em universidades e atualmente é Gerente Pedagógica na área de Governo da Pearson.

. - (crédito: Caio Gomez)

Crédito da Arte: Caio Gomez.

IN ENGLISH – One of the current forms of discrimination is ageism. In the corporate world (and even in education), this needs to be discussed.

A very good text on the subject, below:

(Extracted from: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)

BREAKING AGEISM MEANS BY OCCUPYING SPACE WITH EDUCATION

66% of professionals born between 1960 and 1979 feel that younger people doubt their professionalism. But those over 60 are increasingly productive

By Maria Filomena Brandão

The term ageism has never been so much on the agenda. Recent episodes range from moments of glory, when we celebrated the Oscar-winning Michelle Yeoh in her sixties, giving an inspiring anti-ageist speech, to moments of indignation at the prejudice against a 45-year-old student. And that’s a good thing.

As a pedagogue and psychoanalyst, with deep respect for my 62 years, I am hopeful to see a topic like this being swept under the rug. I believe that everything that sparks debate generates growth, new opportunities and readings for our worldview. We are finally popularizing a term that, according to the Brazilian Academy of Letters, refers to ‘discrimination and prejudice based on age, generally of younger generations in relation to older ones’.

Of course, ageism has permeated our culture for a long time. In the job market, it appears quite frequently. The latest version of the Global Learner Survey, a survey conducted by Pearson with Morning Consult in 2022, showed that when interviewed by 6,000 women in different countries, the United States, the United Kingdom, Brazil, Mexico and India. In the survey, 74% of women stated that discrimination is still a strong point when it comes to participating in selection processes. 65% believe that ageism should be combated.

A survey by the employment website Infojobs corroborates this statistic by showing that 66% of Generation X professionals (born between the mid-1960s and 1979) feel that younger people doubt their professionalism. Ageism is part of the discourse of most employers, triggering the most varied types of oppression, disrespect and devaluation of the soft and hard skills of older people. It happens in any segment, biography and resume of the victims. Pop star Madonna has just been a victim of ageism at the Grammys because of her appearance. Influencer Sandy has already said she is ‘too old to be young’. And she is only 40 years old.

According to the latest report released by the World Health Organization (WHO), by 2050 the number of people over 60 will double worldwide and triple in Brazil. But what for many may be a time of decline, I tend to see as life, a time to create and, more than ever, to learn! People in their 60s are increasingly productive and eager for knowledge. And in a world that is constantly changing, learning is a lifelong pursuit. The possibilities are endless – including studying a new language, whether for leisure travel, an exchange program or learning the culture you’ve always dreamed of but haven’t had the chance to.

According to the Brazilian Association of Travel Agencies (Abav), travelers over 65 represent around 15% of sales of tourist packages sold in Brazil for national and international destinations. Increased life expectancy and late financial stability may be among the reasons why many people put off realizing their dreams until later. Studying another language is one of them.

I enthusiastically follow the older generation returning to the classroom at universities, to technical courses, to supplementary courses, to English courses, to be self-taught and to break down prejudices. It is important not to be afraid to experiment, to explore the unknown and to face the new with ease. The 40 generation was educated in a time when mistakes were forbidden, and the learning process involves trial and error.

Occupying educational spaces with senior students is essential to combat ageism and build a fairer society. I sincerely hope that I do not need to state the obvious: that we are fully capable of developing ourselves at any stage of life. Ageism does need to be discussed and that our responses bring new opportunities to those who felt abandoned by the vitality and collagen of the past. We can do anything and we want more. Why not?

*She is a pedagogue, psychoanalyst, psychologist and has a Bachelor’s degree in Law, a Master’s degree in Education and a PhD in Psychology. She has worked in Basic Education and in universities and is currently the Pedagogical Manager in the Government area at Pearson.

– Saudade do trabalho:

Estou de férias da faculdade, mas confesso: que saudade da Sala de Aula!

E, claro, dos meus alunos também…

Logo voltamos.

– Estude um Strictu Sensus:

Fazer um Mestrado ou um Doutorado, não é só um título acadêmico. É muito mais!

Na imagem, incentivando você a continuar estudando, vendo o Retorno do Investimento:

– Excesso de informação faz o sujeito ser mais Inteligente? Sobre a Gestão Emocional e a Síndrome do Pensamento Acelerado.

Repost:

Quem disse que “estar por dentro das notícias” faz, necessariamente, o indivíduo ser mais culto?

O excesso de informação não faz a pessoa ser mais inteligente. Ao contrário, pode confundir alguém que seja despreparado, pois o sujeito não consegue assimilar todo o conhecimento. Sem falar do cansaço mental… 

Nos dias atuais, temos muito acesso a notícias / informações / descobertas e opiniões. “Entopem” nossa mente de muita coisa! E como administrar tudo isso?

Precisamos de uma boa gestão emocional para não poluir nossa mente. Sim: evitar POLUIÇÃO MENTAL, que é um dos grandes problemas dos dias atuais!

Pensa-se (ou se tenta pensar) sobre tantas coisas, com má formação de ideias pela impossibilidade de interpretar corretamente textos, filtrar dados ou confiar na qualidade daquilo que se oferece, que tudo fica misturado e obscuro. Há narrativas diversas sobre o mesmo assunto e, quem não tiver equilíbrio mental / intelectual, “vira o fio”.

Como é isso nas empresas? Sabemos filtrar o que é necessário e correto no nosso trabalho?

E no nosso dia-a-dia?

Há aqueles que tem uma carência muito grande de saber de tudo, provocando um stress muito grande na mente ao passar a raciocinar de maneira mais pressionada, rápida e saturada. Isso se chama SPA – Síndrome do Pensamento Acelerado. Cuidado com isso!

Sobre SPA, saiba mais em: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/

Ou em: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

Imagem extraída de: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

Who said that “being up to date with the news” necessarily makes an individual more educated?

Too much information does not make a person more intelligent. On the contrary, it can confuse someone who is unprepared, as the person is unable to assimilate all the knowledge. Not to mention mental fatigue…

Nowadays, we have a lot of access to news/information/discoveries and opinions. They “clog” our minds with so many things! And how do we manage all of this?

We need good emotional management so as not to pollute our minds. Yes: avoid MENTAL POLLUTION, which is one of the biggest problems of today!

We think (or try to think) about so many things, with poor formation of ideas due to the impossibility of correctly interpreting texts, filtering data or trusting the quality of what is offered, that everything becomes mixed up and unclear. There are different narratives about the same subject and, those who do not have mental/intellectual balance, “get lost”.

What does this look like in companies? Do we know how to filter what is necessary and correct in our work?

And in our daily lives?

There are those who have a great need to know everything, causing great stress in the mind as they start to think in a more pressured, fast and saturated way. This is called SPA – Accelerated Thought Syndrome. Be careful with this!

Learn more about SPA at: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/

Or at: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

– Ser respeitoso sempre!

Gostei bastante dessa mensagem: alguns valores / gentilezas / comportamentos nunca estão fora de moda (mesmo que o mundo faça você crer que estão em desuso).

De maneira bem clara, uma mensagem em uma imagem:

Imagem

– Tarefa de Pai e Mãe: amar e… Educar!

Dói “puxar a orelha dos filhos”, não?

Corrigi-los (sempre com amor, diálogo e franqueza) se faz necessário. E em certas idades, com rigor nas palavras (mesmo que doa no coração do pai e da mãe) devido aos hormônios da juventude determinarem independência e teimosia.

Gostei desse pensamento. Aos pais, paciência. Aos filhos, o aceite da experiência e a obediência. A todos: carinho e colo familiar:

– O Impacto da Relação Pai e Filha na formação da criança.

Um excepcional artigo sobre a figura paterna na vida das meninas. Recomendadíssima leitura, abaixo:

Extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/06/04/relacao-pai-filha-que-impacto-isso-tem-no-futuro-da-menina/

RELAÇÃO PAI-FILHA: QUE IMPACTO ISSO TEM NO FUTURO DA MENINA?

Entenda até que ponto a perspectiva e o apoio de um pai são realmente necessários para o desenvolvimento intelectual, físico e social de uma filha.

Por Élisabeth Caillemer

“Querido pai, você sabia que se você pudesse se ver, mesmo que fossem apenas dez minutos, com os olhos que sua filha o vê, sua vida iria virar de cabeça para baixo? Você sabe que você é o centro da vida dela? Que ela acorda todas as manhãs porque você existe?”

Essa é a certeza da doutora Meg Meeker, baseada em mais de trinta anos de experiência pediátrica. Ela viu milhares de meninas desfilando pelo seu consultório. Ela ouviu àquelas que, privadas do amor de um pai, sofreram de distúrbios alimentares, refugiaram-se em relações sexuais precoces ou arruinaram conscientemente seus estudos na esperança de atrair o olhar paterno para si mesmas.

A doutora também observou quantas meninas aguardam febrilmente a aprovação e os incentivos de seu pai. Porque, embora não duvidem da atenção de sua mãe, a do pai não parece tão óbvia.

Ela as viu se esforçarem mais para se destacar quando você, pai, olha para ela, aprende mais rápido quando você a instrui, cresce em auto-confiança nela mesma quando a guia.

“Se vocês, pais, estivessem plenamente conscientes da influência que vocês podem ter na vida delas, vocês ficariam aterrorizados, sobrecarregados ou ambas coisas ao mesmo tempo”, resume a pediatra com uma pitada de humor, antes de oferecer conselhos valiosos aos pais para estabelecer um relacionamento próximo e correto com as suas filhas.

  • Os tempos mudaram, as relações entre pai-filha também

Meg Meeker é muito apaixonada. Ela sabe o que é necessário num mundo feminizado que tende a relativizar a importância do pai no seio da família e mantém a confusão sobre o papel que ele deveria ter nela. Uma trama escondida e ainda mais lamentável, já que os homens de hoje querem se envolver mais do que seus próprios pais na educação de seus filhos.

Um fato corroborado pelo padre Alain Dumont, que organizou várias sessões reservadas aos homens. Muitos deles são pais.

“Eles me pedem conselhos de como ser pais”, diz o padre. “Após a explosão da estrutura educacional nos anos sessenta, o papel do pai tornou-se mais difícil de delinear. No entanto, observo que desde o início do século XXI, os homens podem seguir um novo caminho delineado por reflexões recentes que esclareceram sua missão. No que diz respeito mais especificamente às relações entre pai e filha, é evidente que elas evoluíram enormemente desde a Primeira Guerra Mundial. Não se trata de criticar os modelos anteriores, mas de recompô-los novamente em nosso tempo”. E os tempos mudaram.

Hoje sabemos, por exemplo, quão sensível o recém-nascido é à presença de seu pai. Sabemos a necessidade de fornecer uma visão pacífica de seu passado quando criança para viver melhor seu papel de pai.

Preparamos nossas filhas para serem mães e estudar para terem uma profissão. Vivemos numa sociedade invadida pelas telas nas quais a violência e o sexo são difundidos. As relações pai-filha devem integrar esses novos dados.

Desde a tenra idade, você prepara sua filha para a vida dela como mulher

“Você nasceu homem por uma razão”, diz Meg Meeker, “e sua filha precisa do que só você pode dar a ela, nem mesmo a sua mãe”.

Vamos começar do começo: sua primeira missão é separar sua filha da sua mãe para que ela possa se abrir para o mundo exterior. Cortar o cordão umbilical. Dizem que a mãe tranquiliza e o pai incentiva a descoberta. Fácil, você faz isso instintivamente. Observe-se levar as crianças para a escola: enquanto as mães estressadas as seguram firmemente pela mão, você as deixa pular pela calçada a alguns metros à sua frente.

Sua presença ao lado dela apresentará à sua filha a diferença. Você descobrirá o outro, em geral, e a identidade masculina, em particular. Através de você, aprende o que é um homem.

“Ela comparará todos os homens importantes em sua vida com você e imitará seus relacionamentos com eles com base no que vocês dois tiveram”, diz Meg Meeker. “Se esses relacionamentos foram bons, ela escolherá um homem que a cuidará bem. Se você foi aberto e carinhoso, ela confiará nele. Se, por outro lado, você foi distante e pouco afetuoso, ela terá dificuldade em expressar seu amor”.

Desde a mais tenra idade, você que é o pai prepara sua filha para sua vida como mulher e como esposa, dando-lhe as chaves para construir seu relacionamento com os homens. É por isso que o modo como você se comporta com sua esposa é tão importante: sua filha não perde detalhes. Ela precisa ver que você valoriza e respeita a mãe dela. Ela deve ser capaz de tirar daí um modelo de relações harmoniosas para seu futuro parceiro.

Qualquer que seja a idade dela, sua filha precisa desesperadamente de segurança. Ela quer sentir que você é forte, que a protege, então deve estabelecer limites para ela. Em outras palavras, ela espera que você exerça sua autoridade sobre ela.

“Pedir a um homem que assuma sua autoridade hoje em dia é difícil porque é politicamente incorreto. Alguns psicólogos dizem que isso sufoca a criança”, lamenta Meg Meeker. “No entanto, sua filha reconhece em você uma autoridade que ela não reconhece em mais ninguém. As meninas que vêm à consulta não são aquelas que têm um pai autoritário, mas aquelas que têm um pai que não se importa, que não discute com elas, que não as repreende quando tomam uma decisão ruim”.

  • Transmitir confiança

O psicólogo Yves Boulvin ressalta que “os pais costumam ter medo de ser firmes. No entanto, é suficiente exercer a autoridade com um coração e um olhar de amor”.

“As regras que chegam vazias, sem amor, são as que produzem filhos rebeldes. Definir regras é um ótimo trabalho no século 21”, diz Meg Meeker, que não hesita em dar exemplos muito precisos.

“Você terá que proibi-la de ir à uma festa onde as pessoas bebem, dizer a ela para se vestir decentemente, comentar a música que está ouvindo, pegar ela à uma da manhã na casa do namorado e pedir para ela voltar para casa”.

Um assunto mais delicado no qual é esperado que o pai fale: a sexualidade. “Os pais são as pessoas mais importantes nesta área. Mas o pai tem um impacto ainda mais importante na filha”, diz a pediatra. “Ela escuta todos os dias informações falsas sobre a sexualidade. Então você tem que corrigi-las”.

Há outra missão que também envolve o pai e não é uma das menores missões: a transmissão da fé. “As filhas adoram ter debates autênticos sobre a existência de Deus, sobre a fé, com o seu pai, e não apenas sobre questões morais. E, é claro, é importante que elas vejam como os pais rezam e praticam a fé”, diz o padre Alain Dumont.

Cabe também ao pai transmitir à filha confiança nela mesma. “Um pai é um garimpeiro que dá à sua filha um olhar gentil e a ajuda a identificar suas qualidades, a descobrir quem ela é”, explica Yves Boulvin.

Esse psicólogo fica surpreso com a incapacidade de alguns de seus pacientes de nomear pelo menos uma de suas qualidades. No entanto, eles se lembram das palavras de desprezo que receberam ou da indiferença de que foram vítimas.

“As palavras ofensivas de um pai deixam traços profundos e criam patinhos feios que não sabem que são realmente cisnes”, alerta.

Para evocar essa questão de auto-estima, Meg Meeker fala precisamente de humildade, no sentido cristão do termo: avaliar a si mesmo em sua medida adequada.

“A humildade permite que sua filha conheça seu potencial, saiba de onde ela vem, para onde está indo e viva na realidade. E não há dúvida em elogiar suas qualidades, sua inteligência, sua atitude aberta em relação aos outros…”.

  • Expresse seu amor

Por fim, não tenha medo de ser carinhoso e dizer à sua filha que você a ama! “Eu sempre pergunto aos meus jovens pacientes: ‘Quem quer você?’”, diz Meg Meeker. “A metade desses pacientes responde: ‘Minha mãe e meu pai, suponho’; um quarto deles me olha interrogativamente e o resto diz ‘eu não sei’”.

Você ama sua filha, para você é evidente, mas isso não significa que ela se sinta amada por você. “Um dia, vi uma jovem reivindicar um ‘eu te amo’ de seu pai”, diz o padre Alain Dumont. “O pai, surpreso, respondeu: ‘Mas você já sabe!’ E a filha dele respondeu: “Sim, mas eu adoraria que você me dissesse alguma vez…”.

O pai é uma mistura de força e ternura. “Toda uma arte”, diz Yves Boulvin. “Houve muita conversa sobre a libertação das mulheres, mas também devemos falar sobre a dos homens. Hoje em dia, ele não é mais aquele guerreiro como antigamente ele era, ele pode finalmente expressar sua sensibilidade, mostrar que ele tem um coração cheio de amor”.

Shutterstock | Evgeny Atamanenko

IN ENGLISH – An exceptional article about the father figure in the lives of girls. Highly recommended reading, below:

Excerpt from: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/06/04/relacao-pai-filha-que-impacto-isso-tem-no-futuro-da-menina/

FATHER-DAUGHTER RELATIONSHIP: WHAT IMPACT DOES THIS HAVE ON THE GIRL’S FUTURE?

Understand to what extent a father’s perspective and support are truly necessary for a daughter’s intellectual, physical and social development.

By Élisabeth Caillemer

“Dear father, did you know that if you could see yourself, even for just ten minutes, with the eyes that your daughter sees you, your life would turn upside down? Do you know that you are the center of her life? That she wakes up every morning because you exist?”

This is the certainty of Dr. Meg Meeker, based on more than thirty years of pediatric experience. She has seen thousands of girls parade through her office. She has listened to those who, deprived of a father’s love, suffered from eating disorders, took refuge in early sexual relationships or deliberately ruined their studies in the hope of attracting the father’s gaze.

The doctor has also observed how many girls feverishly await their father’s approval and encouragement. Because, although they do not doubt their mother’s attention, their father’s is not so obvious.

She has seen them try harder to excel when you, the father, look at them, learn faster when you instruct them, grow in self-confidence when you guide them.

“If you, fathers, were fully aware of the influence you can have on their lives, you would be terrified, overwhelmed or both at the same time,” the pediatrician sums up with a touch of humor, before offering valuable advice to fathers on how to establish a close and correct relationship with their daughters.

Times have changed, and so have father-daughter relationships
Meg Meeker is very passionate. She knows what is needed in a feminized world that tends to relativize the importance of the father in the family and maintains confusion about the role he should have in it. A hidden plot that is all the more regrettable, since today’s men want to be more involved than their own fathers in the education of their children.

A fact corroborated by Father Alain Dumont, who has organized several sessions reserved for men. Many of them are fathers.

“They ask me for advice on how to be fathers,” says the priest. “Following the explosion of the educational structure in the 1960s, the role of the father has become more difficult to define. However, I note that since the beginning of the 21st century, men have been able to follow a new path outlined by recent reflections that have clarified their mission. As regards more specifically the relationship between father and daughter, it is clear that they have evolved enormously since the First World War. It is not a question of criticizing previous models, but of recomposing them anew in our time.” And times have changed.

Today we know, for example, how sensitive newborns are to the presence of their fathers. We know the need to provide them with a peaceful vision of their past as children in order to better live their role as fathers.

We prepare our daughters to be mothers and to study to have a profession. We live in a society invaded by screens in which violence and sex are widespread. Father-daughter relationships must integrate these new data.

From an early age, you prepare your daughter for her life as a woman

“You were born a man for a reason,” says Meg Meeker, “and your daughter needs what only you can give her, not even your mother.”

Let’s start from the beginning: your first mission is to separate your daughter from her mother so she can open herself up to the outside world. Cut the umbilical cord. They say that a mother reassures and a father encourages discovery. Easy, you do it instinctively. Watch yourself take your children to school: while stressed mothers hold them tightly by the hand, you let them skip along the sidewalk a few feet in front of you.

Your presence by her side will introduce your daughter to the difference. You will discover the other in general and the male identity in particular. Through you, she will learn what a man is.

“She will compare all the important men in her life to you and imitate your relationships with them based on what you both had,” says Meg Meeker. “If these relationships were good, she will choose a man who will take good care of her. If you were open and affectionate, she will trust him. If, on the other hand, you were distant and unaffectionate, she will have difficulty expressing her love.”

From a very young age, you as the father prepare your daughter for her life as a woman and as a wife, giving her the keys to building her relationships with men. This is why the way you behave with your wife is so important: your daughter does not miss details. She needs to see that you value and respect her mother. She must be able to draw from this a model of harmonious relationships for her future partner.

Whatever her age, her (…)

– As mudanças no EAD visam qualidade.

O ensino a distância está mudando no Brasil, e tais alterações visam melhorar a qualidade (o que tem sido um problema).

Abaixo, da Revista Ensino Superior:

Coluna Luciana Maia Campos Machado, PhD –  

“Em maio, o Brasil deu um passo importante rumo à melhora da qualidade do ensino a distância na educação superior. Mas o que os dados mostram, e o decreto agora parece reconhecer, é que a qualidade não é produto de mera conformidade com requisitos formais. A qualidade vem do compromisso cotidiano com a aprendizagem, do tempo dedicado à escuta dos alunos, da prontidão em responder dúvidas, do uso inteligente dos dados de aprendizagem para orientar intervenções pedagógicas.”

Leia o artigo na íntegra: https://lnkd.in/dT58zPpR

 IN ENGLISH – Distance learning is changing in Brazil, and these changes aim to improve quality (which has been a problem).

Below, from Revista Ensino Superior:

Column by Luciana Maia Campos Machado, PhD –

“In May, Brazil took an important step towards improving the quality of distance learning in higher education. But what the data shows, and the decree now seems to recognize, is that quality is not the product of mere compliance with formal requirements. Quality comes from the daily commitment to learning, from the time dedicated to listening to students, from the readiness to answer questions, from the intelligent use of learning data to guide pedagogical interventions.”

Read the full article: https://lnkd.in/dT58zPpR

– Tenha o hábito de romper hábitos para melhorar o aprendizado!

A dificuldade de aprendizado é um grande problema para muitas pessoas. E para você?

Talvez a questão seja simples: apenas mudar o hábito!

Compartilho ótimo texto, extraído de Época Negócios, ed Janeiro, pg 90

TENHA O HÁBITO DE ROMPER HÁBITOS

O cérebro precisa de situações variadas para entender e lembrar

por Márcio Ferrari

Seguir horários fixos, fazer os mesmos itinerários, ter uma mesa de trabalho, comer nas horas certas e curtir os amigos de sempre pode dar conforto. Mas, segundo Benedict Carey, reporter de ciência do The New York Times e autor do recém-lançado “Como Aprendemos”, a rotina limita a habilidade cerebral de desenvolver conhecimentos e habilidades.

Como é impraticável jogar tudo para o alto e viver cada dia de um modo diferente, Carey sugere que estejamos atentos para variar hábitos – como mudar o caminho de casa para o trabalho de quando em quando – e para isso, três regras:

1) Dividir o tempo de aprendizado em dois – Em vez de estudar duas horas hoje, melhor estudar uma hora hoje e uma amanhã – a capacidade de lembrar das informações dobra, diz. A ideia por trás disso é que o cérebro só retém o que parece útil. Se voltarmos ao tema de ontem, é sinal de que não queremos que aquele conhecimento fique “trancado” na mente.

2) Mudar o ambiente de trabalho – Levar o material de leitura ou estudo para a mesa de um café, por exemplo, fará o cérebro “acordar” de novo para o aprendizado

3) Distrair-se quando houver um bloqueio de entendimento – Em geral, o bloqueio acontece porque o cérebro está insistindo na tecla errada. É melhor parar e começar de novo mais tarde.

Aprendizado - Dicio, Dicionário Online de Português

Imagem extraída da Web

ENGLISH

GET INTO THE HABIT OF BREAKING HABITS

The brain needs varied situations to understand and remember

by Márcio Ferrari

Following fixed schedules, following the same routes, having a desk, eating at the right times and hanging out with friends can be comforting. But, according to Benedict Carey, science reporter for The New York Times and author of the recently released “How We Learn”, routine limits the brain’s ability to develop knowledge and skills.

Since it is impractical to throw everything up in the air and live each day in a different way, Carey suggests that we be careful to vary our habits – such as changing the route from home to work from time to time – and to do so, here are three rules:

1) Divide your learning time in two – Instead of studying for two hours today, it is better to study for one hour today and one hour tomorrow – the ability to remember information doubles, he says. The idea behind this is that the brain only retains what seems useful. If we return to yesterday’s topic, it is a sign that we do not want that knowledge to remain “locked” in our minds.

2) Change your work environment – Taking your reading or study material to a coffee table, for example, will make your brain “wake up” again for learning.

3) Distract yourself when there is a block in understanding – In general, the block happens because the brain is insisting on the wrong key. It is better to stop and start again later.

– O canal da Tetéia!

E a minha filhota Tetéia que gravou, enfim, seu vídeo de 1 hora para o Canal dela no YouTube?

As crianças estão cada vez mais avançadas

Em: https://youtu.be/xUMGfcn4nMw?si=Xp0k_tPgldsOVPsA

– Chega pelo semestre!

Ufa!

Última noite de aula do primeiro semestre na Faditu. Férias!!!

Valeu, queridos alunos. Até agosto, se Deus quiser.

– Fim de expediente!

Chega por hoje! Rodei bastante e terminamos a labuta aqui em Itu, na Faditu.

Hora de descansar. Até amanhã!

– Educação e Fé.

Nosso mundo, tão corrido e ansioso, faz com que muitos pais “terceirizem” a Educação dos filhos a babás, avós e psicólogos.

Porém, não se pode fazer isso descuidadosamente com a fé! São João Crisóstomo nos ensina (vide abaixo na imagem).

Como você evangeliza as suas crianças?

– Fim de Expediente. Ufa!

Estivemos nessa noite aplicando os exames finais na FADITU, aos nossos alunos dos Cursos de Gerenciais!

Ver nossos discentes aprovados, é muito bom.

– Cuidado com os vícios de linguagem.

Por melhor que seja a nossa formação acadêmica, corremos o risco de cairmos nos vícios de linguagem. E muitas deles surgem naturalmente!

Abaixo, uma lista de alguns desses equívocos:

– Machado de Assis, eterno!

E hoje se comemora o 185º ano do nascimento de Machado de Assis.

Disse ele: 

“Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouca importa; o essencial é que saiba amar”.

Teria sido ele o maior escritor do Brasil? Será que as gerações futuras discutirão isso ou outros gênios surgirão? Há aqueles que dizem que Paulo Coelho o superará/superou… não concordo.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, informar para crédito na postagem.

– A culpa é de quem?

Quantas vezes nós nos deparamos com situações que nos desagradam no ambiente de trabalho, e acabamos sucumbindo às crises que nascem desses problemas.

Mas deveríamos?

Claro que não! É óbvio que somos agentes de mudança no mundo corporativo (e social) também. Usarmos de percalços para desculpas não destrói só a empresa, mas a nós mesmos!

Essa imagem é bem clara:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para postagem do crédito.

– 31 dicas para refletir na Educação dos Filhos!

Veja só que legal: o saudoso Dr Içami Tiba (pude conhecê-lo na adolescência numa gravação do “Programa Livre”, do SBT), autor de um best seller na área da Educação (Pais e Educadores de Alta Performance), está em alta. As recomendações do seu livro sobre reflexões das atitudes dos pais ganham cada vez mais discussão e são atuais ao extremo!

Compartilho as 31 dicas,

em: http://www.bemmaismulher.com/pais-que-nao-disciplinam-os-filhos-terao-que-sustenta-los-a-vida-toda-icami-tiba/

PAIS QUE NÃO DISCIPLINAM OS FILHOS TERÃO QUE SUSTENTÁ-LOS A VIDA TODA

por Içami Tiba

Içami Tiba foi um médico psiquiatra, colunista, escritor de livros sobre Educação, familiar e escolar, e palestrante brasileiro. Professor em diversos cursos no Brasil e no exterior, criou a Teoria da Integração Relacional, que facilita o entendimento e a aplicação da psicologia por pais e educadores.

Em trecho do seu livro Pais e Educadores de Alta Performance, Içami Tiba fala de como pais que não impõem regras e disciplinas aos filhos, geram adultos que serão sustentados pelo resto da vida.

Içami Tiba elaborou 31 frases que todos Pais devem questionar se estão agindo de tal forma:

1. Fazer pelo filho o que ele próprio pode fazer sozinho;
2.Deixar de cobrar obrigações que ele tem de cumprir;
3. Engolir contrariedades, respostas mal-educadas, desrespeito aos outros;
4. Permitir que o filho imponha suas vontades inadequadas a todos;
5. Concordar com tudo o que o filho faz e diz só para não contrariá-lo;
6. Acreditar que “o filho não mente” ou “ele nem sabe o que faz”;
7. Permitir que o filho gaste o dinheiro do lanche em outras coisas;
8. Assumir para si as responsabilidades sobre o que o filho faz;
9. Silenciar quando percebe que o filho falsificou a assinatura dos pais;
10. Repetir muitas vezes a mesma ordem;
11. Dar tapas ou “surras pedagógicas”;
12. Ser conivente com suas delinquências;
13. Aceitar notas baixas, tarefas feitas de qualquer jeito;
14. Terceirizar a educação dos filhos;
15. Ignorar o lixo que o filho jogou no chão;
16. Permitir que os filhos dentro de casa façam o que não devem fazer no ambiente social;
17. Incentivar a tirar proveitos pessoais de qualquer vantagem que tiver;
18. Justificar as falhas dos filhos como erros dos outros;
19. Tolerar mentiras, traições, pequenos furtos etc;
20. Minimizar o cumprimento de regras, ordens e combinações estabelecidas;
21. Inventar desculpas por falhas próprias;
22. Mudar as regras existentes para favorecer os filhos;
23. Permitir que experimentem drogas;
24. Fingir que não percebeu a ingratidão e o abuso que os filhos cometeram;
25. Instigar superioridade religiosa, financeira, familiar, sexual etc;
26. Dividir o mundo em pessoas espertas e burras.
27. Ser cúmplice ou conivente nas transgressões e contravenções dos filhos;
28.Colocar o filho acima de tudo e de todos;
29. Ajudar o filho a “colar” nas provas;
30. Fazer a lição de casa do filho;
31. Ameaçar ou agredir professores ou pais dos amigos do filho por erros que são dele

Resultado de imagem para pais e Educadores de Alta Performance

Imagem extraída da Internet.

– Vida de Professor não é fácil…

Vida de Professor: correção de provas e lançamento de notas em pleno domingo

Quem trabalha em faculdades, sabe que esses meados de junho são cruéis. Mas há de ser profissional! Faz parte do ofício.

📚 🖊️ ❌✔️ #ensino

– A língua portuguesa e suas nuances.

A nossa língua é sensacional, não?

Veja nessa imagem quantas palavras como sonoridade idêntica, escrita diferente e sentidos diversos. Muito bom o trocadilho:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Turno 2 de 2: Provas.

Segundo turno de 2: Estive nessa noite lecionando na Faditu. E olhe só quantos envelopes com provas…

Somente com a boa educação é que teremos resultados positivos.

✏️ #Cidadania

– Turno 1 de 2: Projeto de Vida.

Primeiro turno de 2: Estive nessa tarde ministrando a aula “Projeto de Vida, Reflexões e Práticas”, pelo Sebrae, falando sobre a ressignificação de propósito aos Reeducandos do CDP de Hortolândia-SP.

Somente com a boa educação é que teremos resultados positivos.

✏️ #Cidadania

– Turno 1 de 3: Projeto de Vida.

Primeiro turno de 3: Estive nessa manhã ministrando a aula “Projeto de Vida, Reflexões e Práticas”, pelo Sebrae, falando sobre a ressignificação de propósito aos Reeducandos do Centro de Ressocialização de Sumaré.

Somente com a boa educação é que teremos resultados positivos.

✏️ #Cidadania

– No CR de Sumaré:

Estive hoje no Centro de Ressocialização de Sumaré, em parceria Sebrae e Funap, falando de “Autoliderança e Controle Emocional” aos reeducandos de lá.

Somente com a boa educação e o trabalho honesto, faremos um país melhor.

🖊️ #Educação

– E meus alunos fizeram as provas!

Estivemos hoje aplicando provas para os nossos alunos de Administração de Empresas da Faditu!

Eu torço pelos meus alunos. Espero que tenhamos excelentes notas.

🖊️ #Educação

– Esgotamento parental: Exaustão física e emocional, a Síndrome de Burnout sai das empresas e vai para os lares.

Já abordamos em algumas oportunidades como a Síndrome de Burnout afeta os profissionais e a necessidade das empresas em identificar esse problema (aqui, em: https://wp.me/p4RTuC-U5).

Agora, leio que especialistas apontam que esse mal está afetando pais e mães, devido às exigências da educação com os filhos! É o chamado Burnout parental.

Muito importante, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/burnout-parental-entenda-o-quadro-de-exaustao-que-afeta-maes-e-pais/

BURNOUT PARENTAL: ENTENDA O QADRO DE EXAUSTÃO QUE AFETA MÃES E PAIS

Estado de exaustão física e emocional pode afetar mães e pais devido à sobrecarga de responsabilidades relacionadas ao cuidado e à educação dos filhos.

Por Lucas Rocha

Exaustão emocional, falta de energia e pouca realização profissional são alguns dos sintomas que caracterizam a síndrome de Burnout. A condição é associada principalmente ao contexto do ambiente de trabalho, tendo sido reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um fenômeno ocupacional.

O estado de exaustão física e emocional também pode afetar mães e pais devido à sobrecarga de responsabilidades relacionadas ao cuidado e à educação dos filhos. O chamado “Burnout parental” é uma condição psicológica com consequências para as saúdes mental e física.

“Um dos principais sinais é a exaustão emocional constante. Pais que estão sofrendo de Burnout podem sentir-se sobrecarregados emocionalmente, sem energia para lidar com as demandas diárias da criação dos filhos. Além disso, a despersonalização é um aspecto importante do Burnout parental. Nesse caso, os pais podem desenvolver sentimentos de distanciamento emocional em relação aos filhos, manifestando indiferença, insensibilidade ou mesmo sentimentos negativos em relação a eles”, afirma a médica psiquiatra Jéssica Martani.

O burnout parental precisa ser investigado e tratado porque gera diversos sintomas emocionais e físicos que prejudicam a vida dos pais, afirma a pesquisadora Ana Letícia Senobio dos Santos, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “É essencial que os pais procurem ajuda se acharem que estão sofrendo de Burnout parental, uma vez que essa condição piora a qualidade de vida”, orienta Ana.

Assim como no Burnout causado pela relação nociva com o trabalho, a diminuição da realização pessoal também é um sinal do problema relacionado à criação dos filhos.

“Pais com Burnout parental podem sentir-se inadequados, incapazes de cumprir as expectativas como pai ou mãe, o que resulta em uma perda de satisfação pessoal e realização na parentalidade. Além disso, o Burnout parental pode se manifestar através de sintomas físicos, como fadiga persistente, distúrbios do sono, dores de cabeça e musculares frequentes”, afirma Jéssica.

O estresse é algo natural, mas reconhecer que ele se tornou patológico é um desafio, afirma a psicóloga especialista em emoções Luana Ganzert. Ela recomenda atenção à intensidade dos sintomas, como falta de paciência e baixa tolerância.

“Crianças exigem cuidados e muita atenção, e quando o adulto está com baixa tolerância a coisas simples como, por exemplo: uma pergunta no momento de concentração, uma recusa ao ouvir o que a criança tem a falar, justificando a falta de tempo, ou alegando outra prioridade no trabalho, tudo isso, serve de alerta ao desenvolvimento da síndrome de Burnout parental”, afirma Luana.

Fardo desigual para as mães

O peso da criação dos filhos tende a cair com mais intensidade sobre as mulheres em relação aos homens, afirmam os especialistas.

“Recai sobre elas a dupla função de uma cultura que responsabiliza muito mais as mães pelos cuidados com os filhos do que os pais. Mas, há uma tendência para que isso se transforme uma sociedade inteira discute a função da paternidade. No entanto, ainda é muito comum que as mães fiquem com a carga maior dos cuidados com os filhos”, afirma o psicólogo Ronaldo Coelho.

O especialista afirma que as discussões sobre masculinidade devem envolver a ampliação da função do homem nesse contexto. “A licença paternidade também é uma discussão importante para que os homens possam estar mais presentes nos cuidados, principalmente com os recém-nascidos”, pontua.

Priorizar o autocuidado e cultivar uma rede de apoio são algumas das estratégias recomendadas para aliviar o cansaço excessivo do cuidado com os filhos.

“As mães muitas vezes colocam as necessidades dos outros antes das suas. É essencial reservar um tempo para si mesma todos os dias. Priorize o autocuidado, reserve um tempo para descansar, relaxar, fazer atividades que você goste e que lhe tragam prazer”, afirma Jéssica.

A especialista recomenda o estabelecimento de limites saudáveis nas relações, como aprender a dizer “não” diante de um momento de sobrecarga. Simplificar as tarefas diárias, como organizar um cronograma familiar, delegar tarefas apropriadas às crianças e estabelecer rotinas definidas podem tornar a administração da casa mais simples e a reduzir o estresse.

“Não tenha medo de pedir ajuda quando precisar. Conte com o apoio de seu parceiro, familiares, amigos ou outros membros da comunidade. Divida as responsabilidades parentais e as tarefas domésticas com os outros membros da família, sempre que possível”, diz a psiquiatra.

Os especialistas enfatizam a importância de contar com uma rede de apoio, incluindo familiares e amigos, além de grupos de mães, que compartilham experiências e dificuldades. “Um caminho são as redes de apoio, sempre pensando com quem que se pode contar são avós, tios, padrinhos, amigos ou mesmo outros profissionais que podem ajudar no cuidado com o bebê ou com a criança pequena. Isso vai ser importante para evitar o desgaste emocional e o possível Burnout”, diz Coelho.

“Participar de grupos de mães ou comunidades de apoio pode ser muito benéfico. Esses espaços oferecem uma oportunidade para compartilhar experiências, desafios e buscar conselhos de outras mães que estão passando por situações semelhantes. Você pode encontrar apoio emocional, trocar ideias e aprender estratégias de outras mães”, acrescenta Jéssica.

Pesquisa do Burnout parental no Brasil

Com o objetivo de mensurar a incidência do Burnout parental no Brasil, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram um questionário.

A aplicação integra a pesquisa de mestrado da pesquisadora Ana Letícia Senobio dos Santos, no âmbito do Programa de Pós-graduação em Psicologia: cognição e comportamento da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich).

O levantamento busca identificar as condições que podem desencadear o Burnout parental, com o objetivo de fornecer dados para a proposição de políticas públicas, especialmente para pais de crianças com condições clínicas como o transtorno do espectro do autista.

Quando descobrimos os fatores de risco, conseguimos saber onde intervir e como ajudar esses pais na clínica psicológica. Além disso, mapear esses pais nos ajudará a implementar novas posturas clínicas e políticas públicas que atendam a eles”, diz Ana.

O estudo desenvolvido por Ana Letícia faz parte de pesquisa mais ampla desenvolvida pelo Laboratório de Avaliação e Intervenção na Saúde (Lavis) do Departamento de Psicologia da UFMG. O questionário está disponível online e pode ser respondido, até o fim de junho, por pais e mães brasileiros.

“Já sabemos que o perfeccionismo é um dos fatores de risco associados ao burnout parental. Muitas vezes, os pais sentem a necessidade de ser perfeitos e de corresponder àquilo que a sociedade espera deles. Outro fator que pode interferir é a idade dos filhos. Investigar esses padrões nos dará ferramentas para lidar com o problema”, avalia.

O questionário pode ser acessado aqui: https://burnoutparental.formr.org/

Imagem extraída de: Getty Images/skaman306

– Dia de Provas!

Hoje aplicamos Provas aos nossos alunos de Processos Gerenciais e de Recursos Humanos (disciplina: Administração Estratégica).

Torcerei para que, quando eu fizer as correções, tenhamos excelentes notas!

🖊️ #Educação

– Dia de Provas!

Hoje é dia de provas na faculdade!

Torço para que os meus alunos tenham um bom desempenho, e aqui vai uma boa dica:

(Valeu Chico Bento).

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– O que é ser pai hoje em dia? Quais suas culpas?

“O papel moderno do pai junto aos filhos e a culpa de muitos por achar que não fizeram tanto quanto gostariam. A importância de saber que demos nosso…

Continua em: O que é ser pai hoje em dia? Quais suas culpas?

– Falando de Empreendedorismo.

Estive hoje em Franco da Rocha, falando aos alunos da Secretaria de Ensino sobre Empreendedorismo, em nome do Sebrae.

É muito bom ver as pessoas querendo capacitar-se. Viva a Educação.

🖊️ #Capacitação

– Fim de expediente!

Ufa! Acabou o expediente.

Tivemos ótimas aulas aqui na Faditu. Mesmo no final do semestre, os alunos não faltam e esperam que o professor “entregue” boas aulas. E para eles, fazemos isso!

Trabalhe no que gosta. Faz bem!

– La habilidad de tratar a los niñ@s 👶🧒/ The ability to treat children 👶🧒.

Hay adultos que tienen el maravilloso don de saber ponerse en el lugar de los niños. Ese don es un regalo del amor. Basta con amar a alguien para …

Continua em: La habilidad de tratar a los niñ@s 👶🧒/ The ability to treat children 👶🧒