– Dinheiro da Corrupção dá Calote na Educação?

Bolsistas do CNPQ (Conselho Nacional de Pesquisas) estão sofrendo com a falta de verbas. Seus vencimentos mensais, que lhes dão sustento para realizarem importantes pesquisas para o Brasil, estão atrasados. O Governo Federal, responsável pelas verbas, não paga a entidade, que deixa os estudantes e pesquisadores sem dinheiro.

É interessante relacionar: o quanto roubam descaradamente dos cofres públicos (como Mensalão e Petrolão) e o quanto investem em Ciência e Educação nesse país.

Onde estão as autoridades e os órgãos de fiscalização para ajudarem os necessitados cientistas, muitos deles que dependem demais desse dinheiro minguado?

É o custo-corrupção se fazendo sentir na Saúde, na Ciência e na Educação.

Não é irônico a presidente Dilma escolher o lema para o país de “Pátria Educadora”, tratando assim os educadores e os educandos?

Que o CNPQ pague o que é justo e devido aos pesquisadores deste país!
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– Salários de Professores mundo afora

Coitados dos professores brasileiros… no país chamado pela Presidente Dilma de “Pátria Educadora”, os Mestres são heróis!

Abaixo, o comparativo de salários dos professores no resto do mundo (extraído dos dados da Organização para a Cooperação Desenvolvimento Econômico, na Veja.com):
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– Denver descobre negativamente a Unicamp!

Isso é triste: a Unicamp entra na lista de produção de periódicos predatórios por parceria suspeita com editora chinesa.

Lamentável, se verdade…

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2015/03/1604897-cientistas-brasileiros-fazem-participacao-em-congresso-virar-artigo-publicado.shtml

CIENTISTAS ‘TURBINAM’ TRABALHOS APRESENTADOS EM EVENTO DA UNICAMP

Pelo menos 30 pesquisadores brasileiros “turbinaram” seus currículos com trabalhos apresentados em um evento realizado por uma editora chinesa, acusada de transgredir normas acadêmicas de publicação, em parceria com a Unicamp.

Realizada em Campinas em agosto de 2014, a 3ª Conferência Internacional de Engenharia Civil e Arquitetura foi organizada pela editora IACSIT (International Academy of Computer Science and Technology Information).

A IACSIT está desde 2012 na lista de“periódicos predatórios” elaborada por Jeffrey Beall, professor da Universidade do Colorado em Denver (EUA), considerada referência internacional.

A relação indica editoras que cobram para publicar artigos e têm critérios flexíveis para aceitá-los.

Em vez de reunir como anais de congresso os 31 trabalhos da conferência, como é o procedimento padrão na academia, a IACSIT os publicou como artigos de um de seus periódicos.

Nas avaliações de currículos para concursos, promoções, bolsas e auxílios a projetos de pesquisa, os estudos aceitos por revistas científicas contam mais que os apresentados em congressos.

Os trabalhos do evento foram publicados na revista “International Journal of Engineering and Technology” em 2014, mas estão nas edições on-line datadas de junho a dezembro de 2015. E não são versões preliminares antecipadas, usuais em alguns periódicos prestigiados. Estão em formatos definitivos, já com páginas numeradas, permitindo serem referenciados em currículos. E sem nenhuma menção ao evento da Unicamp.

A professora Gladis Camarini, da FEC (Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp), foi organizadora da conferência junto com a diretoria da IACSIT. Ela própria foi coautora de seis estudos apresentados no evento.

Camarini registrou os trabalhos na classificação de “artigos completos publicados em periódicos” em seu currículo da plataforma eletrônica Lattes.

Diferentemente da professora, dois alunos e coautores registraram os estudos feitos com ela no item de trabalhos de eventos em seus currículos Lattes. A docente não respondeu às perguntas sobre sua forma de registrar os trabalhos

O evento recebeu R$ 10 mil da CNPq, agência federal de fomento à pesquisa, e R$ 18 mil da Capes, órgão do Ministério da Educação.

Sem esclarecer quanto gastou com a reunião, a Unicamp afirmou que pagou despesas usuais de eventos científicos, como passagens e diárias de palestrantes nacionais e internacionais.

A Unicamp destacou ainda que 14 professores da FEC fizeram parte da comissão científica do evento, formada por 41 pesquisadores. Não respondeu, porém, se o grupo sabia de alguma das diversas informações negativas sobre a IACSIT na internet, entre elas o descredenciamento de eventos da editora em 2012 por parte do prestigiado IEEE (Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos), fundado em 1884 nos EUA.

Da mesma forma que o CNPq, a Capes afirmou que seu processo de análise e aprovação do apoio ao avento não detectou nada de negativo sobre a editora chinesa em questão.

A IACSIT não respondeu aos questionamentos enviados pela reportagem.

PADRÃO

Ainda que a editora chinesa esteja na lista de “predatórios”, sua revista “International Journal of Engineering and Technology”. está classificada na plataforma Qualis Periódicos, da Capes, que serve para orientar pesquisadores, professores e pós-graduandos brasileiros a escolher revistas científicas para publicar seus artigos.

Apesar de irregular, o registro de trabalhos de eventos como artigos de periódicos em currículos está se tornando comum, segundo o geógrafo Marcos Pedilowski, professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense.

“A relação dessa prática com as publicações predatórias é apenas a ponta de um iceberg com muitos outros aspectos graves ligados à pressão acadêmica cada vez maior pela produtividade dos pesquisadores com artigos em periódicos”, disse Pedilowski. “Estamos crescendo em quantidade mas estagnando em qualidade.”

O evento da IACSIT com a Unicamp não teria acontecido se a “International Journal of Engineering and Technology” e outras de suas revistas não estivessem no Qualis, afirmou o pesquisador.

A Unicamp afirmou que a conferência teve a participação de palestrantes reconhecidos internacionalmente e que evento foi muito bem sucedido, apresentaram trabalhos importantes dentro dos campos da engenharia civil e da arquitetura.

Sobre a lista de “predatórios” de Beall, a nota universidade disse que não considera que um bibliotecário acadêmico com apenas dois anos no cargo de professor, conforme consta em seu próprio blog, tenha mais competência para classificar periódicos do que a avaliação tradicionalmente reconhecida no mundo científico, que no caso foi feita por professores que assessoram a Capes.

Em relação à classificação da revista “International Journal of Engineering and Technology” no Qualis, a Capes afirmou que a cada nova avaliação, que trienal passará a ser quadrienal, “os procedimentos são atualizados, modificados e aprimorados em função dos aprendizados de cada processo”.

O CNPq não respondeu se pretende tomar medidas sobre a forma como foram registrados trabalhos do evento em pelo menos 30 currículos na plataforma Lattes.
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– Ganso passou dos limites com reclamações ou não?

Chamar um cidadão de ladrão é calúnia e pode render um processo por injúria?

E se ele estiver em meio ao seu ofício de trabalho, pode?

Ainda: se for o jogador chamando o árbitro de ladrão, o que fazer?

Na Europa, são comuns os casos em que, quando treinadores ou jogadores ofendem ou colocam em dúvida a honestidade dos árbitros, há a multa e suspensão. José Mourinho que o diga!

Aqui no Brasil, Ricardo Marques Ribeiro anuncia que deverá processar o jogador Paulo Henrique Ganso, que fez fortes declarações ofensivas contra ele após sua péssima arbitragem (o jogador disse que “o árbitro mais que errou, ele roubou e que deveria sair de camburão”).

E aí, atitude correta ou errada do árbitro em processar Ganso?

Entendo que, por costume, infelizmente é inevitável que o torcedor não chame o árbitro de “ladrão”, “filho de uma prostituta” ou se “questione sua sexualidade” quando descontente. MAS E O ATLETA?

Lembram-se quando Neymar reclamou de Sandro Meira Ricci, escrevendo no Twitter que “juiz ladrão, tem que sair de camburão? Pois é. Isso rendeu ao Ricci uma indenização de R$ 15.000,00.

Será que teremos o mesmo desfecho no caso Ricardo Marques e Ganso?

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– Problemas Educacionais do Brasil

Recebi do meu querido ex-aluno e hoje Mestre em Administração Airton Bressan de Oliveira um relatório sobre “Problemas Observados na Docência”. Me parece que o cerne da crise educacional do Brasil se encontra realmente nessas questões.

Abaixo:

PRINCIPAIS PROBLEMAS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

– Muitas faculdades e universidades não preparam o professor para a realidade da sala de aula.

– Baixa remuneração paga aos professores de Ensino Básico, principalmente da educação pública. Falta de um sistema que beneficie os profissionais mais eficientes.

– Carência em sistemas eficientes de aperfeiçoamento, capacitação e educação continuada para professores;

– Currículo pouco interessante para os alunos ou desconectados da realidade;

– Baixa participação dos pais na vida escolar dos filhos e nos assuntos da escola;

– Burocracia em excesso na administração escolar;

– Investimentos públicos insuficientes para atender com qualidades as necessidades educacionais;

– Elevados índices de repetência, principalmente em regiões mais carentes;

– Baixa permanência dos alunos nas escolas (média de 4 horas diárias);

– Existência de professores lecionando sem formação específica para a área (principalmente em regiões mais carentes do Brasil);

– Uso em excesso de métodos de ensino ultrapassados (questionários, cópias de lição na lousa, muitas aulas teóricas sem participação dos alunos, etc.);

– Falta de conexão entre os níveis de ensino (infantil, fundamental e médio);  

– Altas taxas de abandono de alunos devido ao fracasso escolar ou problemas financeiros;

– Carência de condições materiais em escolas de regiões pobres.

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– Crianças e Computadores

Fico impressionado como as crianças dominam bem os equipamentos eletrônicos e sabem se virar nas redes sociais. Temo apenas os golpistas e enganadores, mas, com ajuda dos pais, isso se torna seguro.

Porém, leio artigo da neurocientista Susan Greenfield, estudiosa doutora que profetizou:

as crianças do futuro não conseguirão discernir caras, olhares, tom de voz, já que se dedicam ao relacionamento virtual do que o pessoal.

Claro que isso é preocupante. Mas não é apocalíptico demais? Nada do que uma boa educação familiar não possa corrigir…

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– A Nota Vermelha virou Aprovação?

Causa polêmica a decisão da Prefeitura de São Paulo em aprovar alunos que, mesmo com nota vermelha, “tenham potencial”.

Não é uma subjetividade muito grande? Infelizmente, vemos adolescentes que não conseguem ler ou fazer simples contas, por culpa de uma péssima escolaridade.

Pois é… sou do temo em que o D ou E era uma grande vergonha, além de sinônimo de reprovação para aprender de verdade!

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– Bolsa Família para Imigrantes é demais!

Quer dizer que agora o Brasil irá ajudar os bolivianos, haitianos, angolanos e demais imigrantes, distribuindo bolsas-família a eles?

Puxa vida, mas não é um contrassenso? Ao invés de ajudar brasileiros (e aqui se questiona o assistencialismo financeiro puro versus a geração de emprego real dando dignidade às pessoas), reverte-se uma verba polpuda aos de fora (multiplique pelo número de beneficiados)?

Se para alguns estrangeiros que aqui vivem iludidos de que essa terra é um oásis de oportunidades a situação é favorável pois não se evita a imigração, imaginem quando os que estão lá nesses países souberem que se dá dinheiro vivo! Sofreremos o mesmo problema que se vê na Europa: invasão de imigrantes enquanto o povo local começa a questionar. E não é xenofobia, é simplesmente indignação de como o Brasil tem as fronteiras escancaradas e como não se preocupa com o seu próprio povo.

Estamos incentivando desesperados de outros países, cujos presidentes riem e agradecem por isso.
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– Faculdade com clima de Escolinha Infantil? Funciona!

Olha que bacana: na Folha de São Paulo do último sábado (29/11/14, pg 8, Cotidiano), Fábio Takahashi entrevistou o renomado Professor Richard Miller, que atesta: sala de aula deve ter clima de pré-escola!

Abaixo:

ALUNOS PRECISAM INTERAGIR SEMPRE

Para que os estudantes consigam aproveitar da melhor forma suas aulas, o clima da classe deve ser de pré-escola. Mesmo num curso de engenharia, afirma o professor Richard Miller, 55.

É o que ele tenta aplicar como presidente do Olin College, considerada uma das faculdades mais inovadoras dos Estados Unidos.

Aberta em 2002, a escola já é considerada a terceira melhor de engenharia nos EUA entre as que não possuem pós-graduação, segundo o US News (o principal ranking americano).

A experiência fez com que o Insper, uma das melhores faculdades de administração no Brasil, contratasse o Olin para ajudar a desenhar sua escola de engenharia, que será aberta em fevereiro.

A base do Olin, localizado próximo a Boston, é formar seus 350 estudantes a partir do trabalho em projetos.

A comparação com a pré-escola feita por Miller se dá porque nas aulas os estudantes interagem o tempo todo, trabalhando em equipe -e com muito falatório.

Miller esteve na semana passada no Brasil em seminário da Confederação Nacional das Indústrias, que discutiu mudanças nos currículos das engenharias.

A seguir, trechos da entrevista dada à Folha por Miller, que é pós-graduado no MIT e na Caltech, duas das melhores faculdades do mundo.

Folha – Quais as principais características do Olin College?

Richard Miller – Há insatisfação na forma como os engenheiros têm sido preparados.

O currículo comum no mundo tem muito de ciências naturais e matemática.

Entretanto, quando você vê o que o mercado precisa, é mais do que ciências naturais. O que se precisa é de um engenheiro com habilidades em relacionamento pessoal, que saiba formar equipes com pessoas de diferentes origens. E que também pense de forma empreendedora, pense sobre custos, retornos.

Para termos certeza que não seríamos como as outras escolas, para que não caíssemos nas mesmas armadilhas, o Olin tem uma estrutura diferente. Não há departamentos, como de matemática, de história, de filosofia. Somos organizados de forma totalmente interdisciplinar.

Quais são os resultados?

90% dos nossos alunos se formam em quatro anos. Dos que se graduam, 40% seguem para a pós-graduação; 25% destes vão para Harvard, Stanford ou MIT.

Para os que não vão para a pós-graduação, os empregadores dizem que é como se tivessem muitos anos de experiência logo que chegam. Isso é por causa do tipo de educação que damos. Em Olin, cada estudante formado completou de 10 a 20 projetos durante o curso.

O sr. acha que o modelo pode ser replicado em larga escala?

Sim. Estudantes querem ser criativos, trabalhar em grupo. Nossa forma de estruturar a educação é que tem sido muito confinada, limitando a criatividade, forçando uma baixa cooperação.

Por exemplo, a ênfase em testes faz com que os alunos fiquem desestimulados a cooperar. [Numa prova] isso é considerado trapaça [cola].

Em nosso ambiente, as classes são muito diferentes.

Elas se parecem mais com uma pré-escola, com muitas cores, e não é quieto, as pessoas estão falando o tempo todo.

O que estamos fazendo é tentar fazer as pessoas terem ideias originais.

Qual sua impressão sobre as universidades brasileiras?

Acabei de chegar de uma visita ao ITA [Instituto Tecnológico de Aeronáutica], a qualidade dos alunos é de nível mundial. Eles teriam sucesso em Stanford, MIT ou Caltech.

O ITA faz excelente trabalho em ensinar ciências básicas para engenharia, mas agora está com interesse em inovação, empreendedorismo. Tenho contato também com pessoas da Unicamp, da UFMG. Estou impressionado com a seriedade dos cursos.

O que me preocupa é que os cursos são oferecidos apenas em português. É muito limitante.

Se eu tivesse um varinha mágica, abriria o país para recrutar gente das melhores universidades do mundo. Estamos falando em ter a melhor educação possível.

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– Ensinar é bom demais!

Divida conhecimento!

Todos ganham com tal atitude.

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– Pensar Dói? Procuram-se bons alunos…

Compartilho bacana matéria sobre a carência de estudantes quem segundo o autor, estariam em extinção!

Extraído de: http://www.cartacapital.com.br/revista/794/procuram-se-estudantes-7060.html

PROCURAM-SE ESTUDANTES

Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção

por Thomaz Wood Jr.

Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.

Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.

Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos, a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.

Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.

As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.

Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.

Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo. São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.

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– Feliz Dia dos Professores!

A Educação, que é tão importante para a sociedade, é pouco valorizada nesse país. Pior: um dos principais instrumentos para levá-la às pessoas – o professor – é o mais esquecido dessa cadeia educacional…

Mas não é dia de lamentação. É dia de alegria e reflexão. Feliz ‘nosso dia’ assim mesmo!

Ser Professor não é só educar: é levar a cidadania; trazer a esperança; incentivar; fazer pensar; ajudar e ter fé.

Em suma, ser professor não é ofício; é vocação! Exige disposição, prazer, amor e dedicação.

Retorno?

O retorno é garantido: mentes brilhantes que você ajudou a formar. Sim, apenas ajudou, pois o esforço verdadeiro é do aluno.

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– Proibição de Cobrança de Diploma Universitário Vingará?

Há um interessante projeto de lei que proíbe as Universidades de cobrarem pelo Diploma dos alunos.

Coerente. Aliás, a incoerência é a cobrança. Se o discente estuda 4 anos e se forma, por quê o documento que atesta sua capacitação deve ser pago a parte?

Extraído de: http://is.gd/sWCZpu

PROJETO PROÍBE FACULDADES DE COBRAR POR DIPLOMAS E OUTROS DOCUMENTOS

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3866/12, do deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), que proíbe faculdades e universidades de cobrar pela primeira emissão e registro do diploma de curso superior ou pela primeira via de documentos acadêmicos.

Entre os documentos gratuitos, o projeto cita: declarações acadêmicas e escolares em geral, certidões para estágio, planos de ensino, certidões negativas de débito na escola e na biblioteca, certidões sobre disciplinas cursadas, documentação para transferência ou colação de grau, certificado de conclusão de curso, pedido de segunda chamada de prova por motivo justificado e atestados de natureza acadêmica ou escolar e assemelhados.

Bornier argumenta que o Ministério Público já entrou na Justiça em diversos estados contra a cobrança de taxa para a emissão desses documentos. Mesmo assim, explica o deputado, as instituições de ensino continuam cobrando taxas para a expedição de qualquer tipo de documento acadêmico.

Segundo Bornier, a situação é ainda mais grave no caso da primeira emissão e registro do diploma de ensino superior. O Ministério da Educação já decidiu que o diploma não pode ser taxado em separado, mas a determinação não tem sido cumprida.

“Apesar das várias decisões do MEC contrárias à cobrança e do fato de o Código de Defesa do Consumidor proteger o cidadão de pagamentos abusivos, essas taxas estão sendo cobradas”, justificou.

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– Como você se refere à Dilma?

Estamos em ano eleitoral. Ocorrerá a reeleição da presidente Dilma em 2014 ou não?

Aliás: depois de 4 anos de governo, você se refere a ela como “a presidente” ou “a presidente”?

Eu não aderi a esse modismo de presidenta. Simples: existe “presidento”?

Palavras que terminem com “nte”, se refere “aquele que faz”. Presidente, é aquele ou aquela que preside, portanto, é comum de dois gêneros. Estudante, amante e tantas outras palavras estão na mesma situação.

E aí, insistirá empresidenta”?
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– MIGRAÇÃO

Amigos, os antigos endereços dos 2 blogs que estavam na base do TerraBlog serão desativados pela descontinuidade do serviço do provedor. Assim, eles estão migrando para o WordPress.

O blog de atualidades, cujo endereço era professorrafaelporcari.blog.terra.com.br, passará a ser encontrado como Discutindo Contemporaneidades”, em ProfessorRafaelPorcari.com . Nele serão inseridos os novos posts e paulatinamente os antigos, assim que o TerraBlog liberar a exportação dos arquivos.

O blog de discussão sobre arbitragem de futebol, cujo endereço era pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br, passará a ser encontrado como Pergunte ao Árbitro”, em: PergunteAoArbitro.wordpress.com . Os dados desse blog já foram atualizados.

Grato,

Rafael Porcari

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– Erros e Necessidades da Educação Brasileira.

O Senador Cristovam Buarque, ex-ministro da Educação de Lula, deu uma entrevista à jornalista Ruth de Aquino à Revista Época (ed 850, pg 106), e muitas coisas importantes foram ditas por ele. Em especial, ele fala sobre a qualidade da Educação:

“(…) Não deu certo o salto necessário para a qualidade e 3 brechas se aprofundaram:

1) Entre a Educação no Brasil e a de outros países;

2) Entre a Educação dos Ricos e a dos Pobres;

3) Entre o que os Alunos precisam e o que a Escola oferece.”

Sobre sua saída do Governo Lula, justificou dizendo:

“O presidente Lula cansou de algumas falas minhas. O desinteresse pelo longo prazo foi claro e levou a gestos de imediatismos no Ensino Superior, sem dar atenção à Educação de base. O resultado foi um aumento de alunos no Ensino Superior com uma qualidade desastrosa. (…) Lula acreditava que é possível saltar para a Universidade sem passar pelo Ensino Fundamental. Esse discurso, mesmo demagógico, dá votos, como se comprova”.

Em relação aos professores, ele é enfático:

“Precisamos criar uma Carreira Nacional dos Professores, com salario capaz de atrair ao Magistério os jovens mais brilhantes do ensino superior. Para isso, precisamos pagar R$ 9.500,00 por mês, além de fazer escolas bonitas e confortáveis, com a mais moderna tecnologia. Todas em horário integral.”

O discurso é maravilhoso. Pena que, infelizmente, levar a Educação a sério não tem sido uma das prioridades desse país…

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– Coitados dos Discentes da Gama Filho e UniverCidade…

Alunos da Gama Filho e UniverCidade, instituições do Grupo Galileo, que recentemente sofreram intervenções do MEC, estão sofrendo.

Se não bastassem os problemas que passaram enquanto discentes (falta de aula, greve de professores, baixo conteúdo acadêmico), os ex-alunos não conseguem transferência para outras instituições sob a queixa que o grupo Galileo não libera documentações suficientes.

A realidade é: muitas faculdades abriram as portas; poucas deveriam ter funcionado de verdade!

Fico pensando: e os gestores, proprietários ou donos do Grupo Galileo? A quantas andam? Confesso que não sei quem são.

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– Segurança em situações de Pavor é com ele mesmo: Comandante Schettino dará aulas de Gestão do Pânico!

Francesco Schettino, comandante do navio de passageiros Costa Concórdia que afundou na Europa (e que vexatoriamente fugiu, deixando o barco e os turistas naufragarem), dará aulas sobre “Gestão do Pânico” na Universidade de Roma.

Segundo ele, justificou que:

Fui convidado como especialista, pois sei me comportar nessas situações.”

Mas que italiano cara-de-pau! Só poderá ensinar O QUE NÃO FAZER em momentos de risco.

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– Ataques Boko Haram contra Igrejas e Esportistas se intensificam na Nigéria

Enquanto as atenções do mundo estão voltadas para o futebol na Copa do Mundo, terroristas nigerianos assustam o seu país!

Os radicais do Boko Haram, grupo que sequestrou dezenas de meninas forçando-as à conversão islâmica e as proibindo de estudar, pois, segundo eles, a Educação pelo modelo ocidental fere os preceitos de Alá, atacaram na semana passada torcedores em bares e locais públicos, distraídos com o jogo da Seleção da Nigéria. No último domingo, atacaram 4 igrejas durante as Missas.

A idéia desses fanáticos é separar o norte do país, criando um estado muçulmano e radical. Para isso, matam inocentes!

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– Igrejas, ONGs e Universidades

Entrar para a Faculdade é um sonho para muitos brasileiros. E para concretizá-lo, às vezes precisa-se de uma ajuda.

A Folha de São Paulo traz uma matéria interessante: estar ligado a uma ONG ou a alguma Igreja pode ser um bom passo para o ingressante. Abaixo:

Em: http://www1.folha.uol.com.br/saber/980890-faculdades-pagam-ongs-e-igrejas-para-captar-novos-alunos.shtml

FACULDADES USAM ONGS E IGREJAS PARA CAPTAR NOVOS ALUNOS

Surgiu nova figura no meio universitário. Associações de moradores, líderes comunitários, ONGs e igrejas agora estão sendo intermediários entre as faculdades privadas e os jovens trabalhadores de menor renda que se tornaram o principal público-alvo de algumas instituições.

De acordo com o texto, as entidades intermediárias são remuneradas de duas formas: pelos alunos –que pagam uma taxa semestral ou anual para ter o nome incluído no cadastro para bolsas de estudo– e pelas faculdades, que chegam a pagar R$ 100 por matriculado.

As faculdades justificam a contratação da rede de intermediários dizendo que isso é mais eficiente e barato do que gastar com publicidade nas mídias convencionais.

Instituições de São Paulo como Uniban –recentemente adquirida pelo grupo Anhanguera–, Universidade de Guarulhos, UniRadial –ligada ao grupo Estácio de Sá–, Faculdade Sumaré e UniSant’Anna são algumas das que aderiram à prática.

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– Machado de Assis, eterno!

E hoje se comemora o 175o ano do nascimento de Machado de Assis.

Teria sido ele o maior escritor do Brasil? Será que as gerações futuras discutirão se Paulo Coelho o superará/superou?

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– Y é semivogal ou consoante?

Dúvida bobinha, mas persistente: o Y realmente é uma consoante?

Li num artigo e consegui (ufa) a resposta!

(extraído de:

http://super.abril.com.br/blogs/oraculo/por-que-a-letra-y-nao-e-considerada-uma-vogal/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super)

“No português, o “y” é consoante”, diz Paulo Henriques Britto, professor do Departamento de Letras da PUC-Rio. Na verdade, na nossa língua, o “y” cumpre, na maioria das vezes, o papel de semivogal, ou seja, o de uma vogal que funciona como uma consoante, abrindo ou fechando uma sílaba. Como a semivogal é uma espécie de consoante, ela ficou classificada como uma consoante.

O “y” entrou no alfabeto latino para representar uma letra do alfabeto grego. Na origem, ele era uma vogal. Quando foi adotado pelas línguas europeias, como o inglês ou o português antigo, passou a ser mais usado como uma semivogal. Na palavra yo (“eu”, em espanhol), tem o valor de uma consoante. No inglês, pode representar uma vogal, como em myth (mito).

Letras são apenas símbolos gráficos. O que pode ser classificado como vogal ou consoante é o seu som, o fonema. Quando falamos uma consoante, a corrente de ar que soltamos encontra uma certa obstrução ao fazer o som. Por exemplo, ao dizer “m”, fechamos a boca. Já nas vogais, a corrente de ar não encontra obstrução. O ar sai da boca sem obstáculos quando dizemos “a”.

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– Contas da Unicamp que assustam!

Quer dizer que as contas da Unicamp foram reprovadas pelos órgãos fiscalizatórios?

Motivo: mais de 95% é gasto com… pessoal!

Caramba… investimento em pesquisa poderia ser maior caso o efetivo fosse reduzido, não?

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– Coringão agradecendo a quem não depredou?

Sinal dos tempos. O Corinthians divulgou uma nota pública agradecendo aos torcedores por não depredarem o estádio, nem arrancarem as cadeiras, tampouco os vasos sanitários…

Quer dizer que tudo isso virou virtude?

O normal é agir como bandido?

Que coisa. O problema é educacional ou isso é a “cultura do futebol”?

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– Um país que está parando: agora, Professores Universitários!

E nesse momento em que as greves estão estourando em todos os locais, é a vez dos Professores e Servidores das Universidades Estaduais: Usp e Unicamp estão parando por tempo indeterminado.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2014/05/1458346-professores-da-unicamp-decidem-entrar-em-greve.shtml

PROFESSORES DA UNICAMP DECIDEM ENTRAR EM GREVE

Por Lucas Sampaio

Professores e servidores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) decidiram, nesta quinta-feira (22), entrar em greve por tempo indeterminado.

A decisão foi tomada em assembleias realizadas pela Adunicamp (associação de docentes) e pelo STU (sindicato dos trabalhadores) no início da tarde.

Os docentes da universidade pública de Campinas (a 93 km de SP) vão cruzar os braços na próxima terça (27), e os demais trabalhadores param suas atividades a partir de amanhã.

Ambos são contra a proposta dos reitores das três universidades estaduais paulistas -USP, Unesp e Unicamp- de não conceder reajuste salarial à categoria neste momento.

Ontem, funcionários e docentes da USP (Universidade de São Paulo) já haviam aprovado paralisar totalmente as atividades a partir de terça (27). Horas depois, um grupo de estudantes da universidade decidiu aderir à greve e fazer uma passeata.

Segundo o coordenador do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp), João Raimundo Mendonça de Souza, 51, a assembleia do servidores aprovou a greve com poucas abstenções e nenhum voto contrário.

O objetivo da greve, disse Souza, é mostrar que “os reitores precisavam voltar à mesa de negociações e apresentar uma proposta que reponha as perdas salariais”.

Cerca de 500 funcionários e cem professores participaram das assembleias, segundo os respectivos sindicatos. Para o STU, a adesão à paralisação deve ser de 70% dos trabalhadores -com exceção da área de saúde da universidade.

A Unicamp possui atualmente 2.042 docentes (99% deles doutores) e 7.818 servidores, além de 34.533 alunos (18.338 na graduação e 16.195 na pós-graduação).

Segundo a universidade, os salários dos docentes vão de R$ 1.592 (professor doutor em turno parcial de 12 horas semanais) a R$ 13.653,62 (professor titular com regime de dedicação integral de 40 horas semanais). O vencimento dos servidores não foi informado.

ZERO DE REAJUSTE

O estopim da greve foi a decisão do Cruesp (entidade que representa os reitores de USP, Unesp e Unicamp) de prorrogar as discussões sobre o aumento salarial para setembro deste ano, embora a data-base das duas categorias seja maio.

No ano passado, o reajuste foi de 5,39%. Os dirigentes universitários, no entanto, dizem que o comprometimento do orçamento com folha de pagamento em 2014 já está acima do adequado.

Deveria estar próximo dos 85%, afirmam, mas os níveis de comprometimento em abril atingiram 95,42% na Unesp, 97,33% na Unicamp e 105,33% na USP.

Eles dizem que só poderão voltar a negociar a partir de setembro, após reavaliar os repasses que as universidades receberão do ICMS (principal imposto estadual, que financia a educação superior no Estado).

IMPASSE

Em nota, a reitoria da Unicamp informou que reitera as informações do Cruesp.

“No entanto, consciente da importância de manter o poder aquisitivo dos salários e, ao mesmo tempo, preservar o necessário equilíbrio financeiro das três Universidades, o Cruesp agendou reuniões mensais de acompanhamento da arrecadação do ICMS para avaliar a situação orçamentário-financeira”, afirmou a assessoria de imprensa da universidade.

A última greve dos professores, segundo a Adunicamp, ocorreu em 2009 –quando a PM entrou no campus da USP. A última paralisação devido aos salários foi em 2004, quando também houve proposta de reajuste zero.

Entre os servidores, a última paralisação foi em 2010, segundo o STU, quando os trabalhadores receberam metade do reajuste dado aos professores.

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– Rio de Janeiro e o Prefeito Brincalhão

Piada?

Nada disso. É sério: Eduardo Paes, prefeito carioca, mandou publicar no Diário Oficial uma medida curiosa do seu programa cultural chamado “Pró-Carioca”.

Qual é ela?

Todos os alunos estão obrigados a cantar, uma vez por semana, a canção “Cidade Maravilhosa”.

Se Carmem Miranda (que cantou essa marchinha na década de 30) fosse viva, talvez ficasse pensativa se no Rio de Janeiro do século XXI não existisse coisas mais importantes para se fazer na Educação do que decorar sua música…

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– Itaquerão já em reformas?

Fantástico! A torcida organizada do Corinthians arrebentou o setor destinado a elas no estádio novo. Primeira partida, mais de 70 cadeiras destruídas.

E olha que era inauguração, jogo de uma torcida só…

Fico pensando: e num confronto contra o São Paulo, Palmeiras, Santos…

Talvez isso seja prova maior do quão bandidos muitos desses caras são. Destruir a troco de quê?

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– Preconceito contra Obesos dentro do próprio Governo?

Triste caso de preconceito contra obesos: até o Governo está constrangendo quem está acima do peso? Professores barrados pelos quilos?

Uma vergonha… abaixo:

Extraído de: http://www.iberoamerica.net/brasil/prensa-generalista/folha.com.br/20140517/noticia.html?id=Jyuh02r

PERÍCIA BARRA DOCENTE OBESO EM CONCURSO

Por Mariana Bruno

A obesidade mórbida foi responsável pela rejeição de um quarto dos professores aprovados no último concurso do governo do Estado de São Paulo, no fim de 2013, para a educação básica.

De 11.858 docentes aprovados e que passaram pela avaliação de saúde, 155 foram considerados inaptos nas perícias, sendo 39 (25%) deles recusados por obesidade.

Segundo o DPME (Departamento de Perícias Médicas do Estado de São Paulo), órgão da Secretaria de Estado da Gestão Pública que forneceu os dados à Folha, os professores barrados no concurso ainda podem pedir reconsideração da avaliação.

Outras doenças também fazem com que professores aprovados fiquem pelo caminho. Entre elas estão nódulos em cordas vocais, neoplasia maligna (câncer), diabetes grave, hipertensão grave e hipoacusia (diminuição da capacidade auditiva).

A professora de química Ana Carolina Buzzo Marcondelli, 30, de Américo Brasiliense, na região de Ribeirão Preto, foi reprovada por ser obesa e disse que está sendo vítima de preconceito.

O diretor da Apeoesp (sindicato dos professores do Estado) em Ribeirão Preto, Mauro Inácio, questiona os critérios de avaliação, já que a maior parte dos professores reprovados já trabalha para o Estado sem ter feito concurso para se tornar efetivo.

Em nota, o sindicato se posiciona contra as reprovações e entende que a obesidade não poderia ser motivo para não aprovar professores.

HISTÓRICO

O caso é recorrente no Estado. No final de 2009 o Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para apurar a negativa do governo do Estado em contratar obesos que passaram em concursos.

Em 2011, o governo paulista reavaliou a situação de professores aprovados em concurso público, mas que foram considerados inaptos pela perícia médica do Estado.

Para o professor do departamento de Educação, Informação e Comunicação da USP de Ribeirão Preto José Marcelino de Rezende Pinto, o governo deveria avaliar mais questões didáticas e específicas sobre as disciplinas e não critérios como o peso.

“O fato de muitos candidatos reprovados já trabalharem no Estado, mas sem serem concursados, já mostra uma contradição”, disse.

CONTINUIDADE

O DPME informou que a perícia é uma prerrogativa de quem organiza o concurso e visa garantir a “continuidade no serviço público”.

Segundo o órgão, dos 39 professores reprovados na perícia por serem obesos mórbidos, somente três são da área de educação física.

A Secretaria de Estado da Educação não quis se manifestar sobre as reprovações.

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– CNPQ e CAPES cobram os seus bolsistas!

Professores e Servidores Públicos que receberam bolsas para Mestrado e Doutorado, acumulando renda, são alvos da CNPQ e CAPES. Abaixo, extraído de Terra Educação (Clique aqui p/ citação)

CAPES E CNPQ PROÍBE BOLSAS PARA PROFESSORES DE UNIVERSIDADES

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) publicaram nota conjunta que proíbe o acúmulo de bolsa de mestrado ou doutorado e salário por professores e servidores das universidades públicas, de faculdades privadas e das escolas que formam a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica.

Segundo a Capes, a restrição também é válida a quem já tivesse vínculo empregatício antes da solicitação da bolsa. O acúmulo passou a ser permitido a partir da publicação, em julho de 2010, de uma portaria que flexibilizava a concessão de bolsa a estudantes com vínculo empregatício. O benefício segue critérios como a proximidade entre a atividade empregatícia e o projeto de pesquisa, e depende da autorização do orientador do aluno bolsista. O valor da bolsa de mestrado é de R$ 1,2 mil e o valor da bolsa de doutorado é de R$ 1,8 mil.

Ofício da Diretoria de Programas e Bolsas da Capes aos pró-reitores de pós-graduação das universidades federais informa que os bolsistas matriculados em programas de pós-graduação “poderão” receber “complementação financeira” de outras fontes. “Não há, portanto, a previsão de que discentes que possuíam anteriormente vínculo empregatício remunerado estariam aptos ao acúmulo”, diz o documento.

O ofício informa que após o fechamento, este mês, do Sistema de Acompanhamento de Concessões (SAC) a Diretoria de Programas e Bolsas fará levantamento com relação à existência de bolsistas irregularmente cadastrados. “No caso de ocorrências nesse sentido, os eventuais bolsistas terão as bolsas canceladas”.

Segundo o ofício, os alunos que tenham recebido bolsa indevidamente terão de devolver o dinheiro. “Ressaltamos que a ocorrência do indébito caracteriza obrigatoriedade de devolução, a esta agência, dos recursos percebidos irregularmente, devidamente atualizados”, diz o documento.

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– Disparates Salariais entre Gêneros e outros Indicadores

Mulheres com mestrado ganham menos do que homens; negros representam apenas 2% da população que chega ao Doutorado. Outros números interessantes revelados por UOL Educação, extraído de:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/04/23/mulheres-com-mestrado-ganham-menos-do-que-homens-titulados.htm

MULHERES COM MESTRADO GANHAM MENOS DO QUE HOMENS TITULADOS

O número de mulheres com mestrado no Brasil é maior que o número de homens com a mesma titulação. Elas representam 53,5% dos mestres no país e eles, 46,5%. No entanto, em termos de remuneração, as mulheres ganham em média R$ 5.438,41, 28% a menos que os homens, que recebem R$ 7.557,31. Os dados foram divulgados nessa segunda-feira (22) pelo CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos) no estudo “Mestres 2012: Estudos da Demografia da Base Técnico-Científica Brasileira”.

Segundo o estudo, que utiliza dados do final de 2009, as mulheres têm uma participação maior (71%) nas áreas de linguística, letras e artes. Na área de ciências sociais aplicadas, onde a remuneração é maior, as mulheres representam 43,2% dos empregados.

Na segunda área de maior remuneração, as engenharias, as mulheres têm a menor participação relativa entre os empregados, 27,9%.

Os números mostram que, dentro de uma mesma carreira, ocorre diferenciação. Nas engenharias, homens com mestrado ganham em média, R$ 8.430,18. As mulheres com a mesma formação e carreira, recebem em média, R$ 6.133,98. Em linguística, letras e artes, carreira em que são maioria, as mulheres recebem em média R$ 4.013,87 e os homens, R$ 4.659,60.

Um dos fatores para essa diferença salarial, explica a coordenadora técnica do projeto, Sofia Daher, assessora técnica do CGEE, é que existem “menos mulheres em cargos de confiança, nos quais os salários são maiores”.

DISTÂNCIA REGIONAL

A diferença aparece também entre as regiões. “Em 2010, a remuneração média mensal dos mestres que eram mulheres era 44% menor do que a dos homens nas regiões Sudeste e Sul. Nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, a diferença era respectivamente 38% e 37% enquanto que na Região Norte era 18%”, diz o estudo.

“A diferença de remuneração por gênero é algo que temos que pensar e melhorar. A educação corrige uma parte, mas não corrige totalmente a distinção que está na sociedade”, diz o presidente do CGEE, Mariano Laplane. O mesmo, segundo ele, se aplica para a população negra.

Os brancos, que correspondem a 47% da população, representam 80% dos mestres e doutores. Os pardos, que são 42% da população, representam 16% dos mestres e 12% dos doutores. Os negros são 8% da população, 3% dos mestres e 2% dos doutores.

Em dados gerais, de 1996 a 2009, a formação de novos mestres cresceu 10,7% no país. O Distrito Federal é a unidade federativa com maior número de mestres por habitante, 5,4 mestres por mil habitantes entre 25 e 65 anos de idade. Cerca de 43% desses profissionais atua na área de educação. A titulação oferece um aumento de salário –  mestres recebem 83% a mais que graduados e doutores 35% a mais que mestres.

“O mestrado é um treinamento rápido, de dois anos, que atende a uma demanda maior que o doutorado. O mestrado atende a uma demanda do setor produtivo da nossa economia. Temos conseguido expandir a etapa de ensino para regiões mais carentes, para formar mão de obra qualificada”, diz Laplane.

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– Pai Impaciente escreve “Best Seller”?

Um só, não. Vários!

E a febre de pais impacientes que dão dicas para “domar” seus filhos?

Tô fora dessa lista. Ufa!

Extraído de Revista Isto É, Ed 2176, pg 68

PAIS À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS

Por Cláudia Jordão

Autores de best-sellers revelam em suas obras impaciência com a paternidade e são considerados o retrato de uma geração

Na contramão das centenas de publicações sobre pais e filhos que abarrotam as livrarias, “Vai dormir, p*ora”, do americano Adam Mansbach, tem chamado a atenção – e evaporado das prateleiras – ao esbanjar sinceridade, apostar no politicamente incorreto e revelar, sem papas na língua (assim como no título, palavrões salpicam no livro), as dificuldades do autor de exercer a paternidade como uma tarefa simples do cotidiano. No livro, ele escreve versos dirigidos à filha de 2 anos inspirados nas agruras que enfrenta para fazê-la adormecer antes de poder retornar às suas atividades. As rimas, no entanto, surpreendem pela acidez, o que é considerado genial por uns e apelativo por outros. Em um trecho, lê-se: “As águias que planam no céu repousam/ As criaturas que rastejam, engatinham e correm também/ Eu sei que você não está com sede. Isso é besteira. Pare de mentir/ Deite-se, porra/ Durma, minha

querida”.A obra surgiu naturalmente. Quando conseguia fazer a filha dormir, Mansbach postava no Facebook um desabafo sobre seu drama. Os posts eram comentados com entusiasmo por outros pais e deram origem ao livro que se tornou best-seller sete meses antes de ser lançado. Graças a um trecho divulgado pela internet, alcançou o primeiro lugar da lista dos mais vendidos do site Amazon ainda na pré-venda. Desde seu lançamento, em 14 de junho, vendeu 400 mil cópias e foi traduzido para 15 línguas em 30 países (no Brasil, será lançado no fim deste mês). Também deve virar filme pela Fox. “É um livro infantil feito para adultos”, diz Mansbach. Ser pai nem sempre é um mar de rosas, mas as pessoas se negam a admitir porque há muito preciosismo com o tema.” Assim como outro best-seller sobre criação de filhos que girou o mundo recentemente, “Grito de Guerra da Mãe Tigre”, da americana de origem chinesa Amy Chua, o livro de Mansbach vem sendo apontado por estudiosos como um retrato da geração atual de pais. Amy, uma advogada de sucesso, esmiuçou em sua obra o método chinês de educar e demonstrou irritação e agressividade sempre que se sentia frustrada no papel de mãe. “Os pais querem a felicidade dos filhos, mas não estão seguros sobre quais caminhos seguir na hora de educar nem sobre qual seria o tempo suficiente para se dedicar a eles”, diz a terapeuta americana Lori Gottlieb. “Estão perdidos e impacientes.” A psicóloga Angela Uchoa Branco, da Universidade de Brasília, diz que um grande equívoco praticado pelos pais atuais é a busca desenfreada pela perfeição. “Ela não existe e não garante a felicidade”, diz.


O sucesso de vendas do livro de Mansbach é explicado pela identificação de outros pais com o autor. Enquanto alguns o rejeitam – um grupo de australianos quer impedir sua venda no país –, outros se sentem aliviados ao poder rir de suas dificuldades. “O autor nos faz ver de uma forma crua e cômica os sentimentos presentes nas relações com os nossos filhos”, resume a psicóloga Patrícia Simões, da Fundação Joaquim Nabuco.

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– Universidade São Judas Tadeu para a Classe C?

E a tradicional São Judas foi vendida. A família Mesquita vendeu para o grupo Anima, que quer entrar no estado de SP e aumentar a oferta de vagas para a classe média, mesmo com mensalidades mais altas.

Abaixo, extraído de OESP.com

GRUPO ANIMA COMPRA UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU POR R$ 320 MILHÕES

Depois de muitas idas e vindas, quase quatro anos negociando com concorrentes e fundos de investimento, a Universidade São Judas Tadeu, uma tradicional instituição da capital paulista, mudou de mãos. A empresa, fundada pela família Mesquita no bairro da Mooca, em 1947, foi vendida para o Grupo Anima, por R$ 320 milhões. Essa é a primeira aquisição do grupo depois de sua abertura de capital, em outubro do ano passado, quando captou R$ 468 milhões. A compra precisa passar por aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Mas não é apenas isso que faz o negócio ser emblemático para o Anima. A aquisição da São Judas, com 25,8 mil alunos em 35 cursos, marca a entrada do grupo no território mais disputado do segmento de educação: a cidade de São Paulo. Só a capital tem 759 mil alunos matriculados em instituições privadas de ensino superior – é mais do que todo o Estado de Minas Gerais, com 446 mil estudantes. “Com certeza é um marco. Não podíamos ficar de fora do maior mercado de Educação do País”, diz Marcelo Battistela Bueno, vice presidente da Anima.

As conversas com a família Mesquita começaram no mês seguinte à abertura de capital. Esse não era um negócio simples de se concretizar, já que a proposta precisava convencer dois filhos do fundador, uma nora e cinco netos. “Recebemos muitas propostas desde que decidimos vender a empresa, mas nenhuma delas tinha um nível financeiro compatível com o que estávamos oferecendo”, diz José Reinaldo Mesquita, de 49 anos, um dos netos do fundador Alberto Mesquita de Camargo e reitor da São Judas – função que ele continuará exercendo sob o comando dos novos donos.

“A Anima pagou caro mas levou uma das mais cobiçadas instituições de ensino do País”, diz o consultor Carlos Monteiro, especializado em educação. Considerando-se que a São Judas foi vendida com um caixa de R$ 9,8 milhões, o grupo Anima desembolsou R$ 12 mil por aluno. Em agosto do ano passado, a Laureate pagou R$ 14,7 mil por estudante da paulistana FMU. No mês seguinte, para ficar com a Uniseb, a Estácio desembolsou R$ 16,2 mil por aluno.

“Compramos uma empresa redonda, muito bem tocada e que vinha crescendo ao longo dos anos”, justifica Battistela. A São Judas faturou R$ 182,8 milhões no ano passado e registrou um lucro operacional de R$ 32,2 milhões. Segundo dados do Ministério da Educação (MEC), o índice de qualidade acadêmica da instituição foi de 2,79 em 2012 – numa escala que vai de 1 a 5.

O discurso dos executivos da Anima no mercado é de que sua estratégia não é pautada pelo crescimento a qualquer custo, para ganho de escala, e sim na qualidade do ensino – o que lhe permite cobrar mensalidades mais caras. O valor médio pago pelos alunos da São Judas é de R$ 955. O ticket médio da Anhanguera, por exemplo, foi de R$ 341,8 no ano passado.

A ideia dos sócios da Anima é criar uma instituição que não esteja focada no ensino superior para a classe C, com um programa abrangente de cursos de graduação e pós graduação.

O grupo é dono das universidades Una e Unibh, de Belo Horizonte, além da Unimonte, de Santos. A Anima também tem 50% de participação na HSM, instituição de educação corporativa que tem como outro proprietário o Grupo RBS.

Abertura de capital. A trajetória do Grupo Anima rumo à Bolsa começou a ser escrita em abril de 2012, quando a BR Investimentos, do economista Paulo Guedes, comprou um terço das ações por R$ 100 milhões e acabou com uma disputa entre minoritários que já durava quase uma década. Depois de entrar no capital da empresa, Guedes, fundador do Ibmec e do banco Pactual, conseguiu comprar a fatia de quatro acionistas que brigavam na Justiça com os outros sócios por discordar dos rumos da empresa.

Com as brigas sanadas, a empresa aposta no crescimento. O grupo avalia instituições em 42 cidades.. Em São Paulo, a meta é expandir os campi da São Judas e abrir novas unidades, sob a mesma marca. “O setor está evoluindo de forma que será difícil alguma faculdade estar sozinha, será preciso que ela faça parte de um grupo”, disse o presidente da Anima, Daniel Castanho.

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– Os Livros Didáticos que ensinam errado!

Que coisa feia… livro usado pelos alunos das escolas públicas de Jundiaí foi impresso com erros nos nomes dos estados da federação.

O curioso é: na capa, diz que a edição teve 8 (OITO) revisores!

Reviram o quê? Demissão para esses caras!

Extraído de: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2014/04/erro-ortografico-em-mapa-de-livro-escolar-surpreende-mae-em-jundiai.html

ERRO ORTOGRÁFICO EM MAPA DE LIVRO ESCOLAR SURPREENDE MÃE EM JUNDIAÍ

Mapa mostra Minas Gertais, Espíritu Santo e Ácre, com acento. 
Prefeitura informa que notificou editora responsável pelo material.

Por Ana Carolina Levorato

Vários erros ortográficos presentes em um mapa geográfico de um livro didático infantil usado por uma escola municipal de Jundiaí (SP) chamaram a atenção de uma mãe de aluno. Uma foto enviada pelo aplicativo TEM Você mostra que os estados do Acre, do Espírito Santo e de Minas Gerais aparecem com a grafia errada no material, voltado para alunos do segundo ano do ensino fundamental.

No livro, está escrito “Minas Gertais” (Minas Gerais), “Espíritu Santo” (Espírito Santo) e Ácre (com acento). Além disso, falta a identificação do Distrito Federal e de cinco estados do Nordeste: Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. De acordo com a auxiliar administrativa Vanessa Marques, de 34 anos, foi seu filho de 7 anos que mostrou os erros para a mãe na terça-feira (8). “Ele chegou em casa e folheamos o livro juntos. De repente, ele me disse: ‘Olha, mamãe, os nomes dos estados estão escritos de forma errada’. Ou seja, é tão grosseiro que ele percebeu assim que olhou para o mapa”, conta Vanessa.

A mulher diz, ainda, que chegou a folhear o restante do livro para ver se havia alguma brincadeira no material didático. “Dei uma olhada no resto para ver se aquilo era alguma pegadinha ou algo que fosse para chamar a atenção da criança, mas não era. O restante do livro está correto, o que não adianta nada, porque são demais esses erros crassos em um livro destinado a ensinar crianças em uma fase crucial de alfabetização”, destaca.

lém disso, Vanessa aponta que até agora o uniforme escolar – que deveria ter sido entregue pela Prefeitura de Jundiaí no início das aulas – não chegou.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação da cidade informou ao G1 que notificou imediatamente a editora responsável pela impressão dos livros didáticos – que assumiu total responsabilidade sobre o problema – para que ela corrija os erros ortográficos e faça a impressão de novas páginas para substituí-las no livro já nos próximos dias.

Os professores também estão sendo orientados para a substituição do material.

Sobre os uniformes, a Secretaria de Educação informou que os kits chegarão às escolas da rede municipal em duas semanas, a partir do dia 22. A previsão inicial era entregar todas as peças até o dia 15 de março, mas um problema com o fornecedor de meias atrasou a entrega.

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– Dra e Mestre Popozuda?

Nem sei quais músicas ela canta (e confesso nem conhecê-la de rosto). Mas leio que a “celebridade” Valesca Popozuda foi citada numa prova de filosofia em uma escola pública do Distrito Federal. Na questão, ela é rotulada como “pensadora contemporânea”.

Sabe qual a questão do concurso? Veja:

“Segundo a grande pensadora contemporânea Walesca Popozuda, se bater de frente é:

A – tiro, porrada e bomba;

B – é só beijinho no ombro;

C – recalque;

D – é vida longa”.

Claro que o professor que escolheu essa questão foi irônico com o adjetivo. Mas eu teria errado a questão, pois não sei cantar a canção! Aliás, o que isso tem a ver com “prova de Filosofia”?

Como diria o personagem infantil Chaves: “Dá Zero para ele, Professor Linguiça. Que burro!”.

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– Está nascendo uma Nova Unicamp?

Boa notícia: a Unicamp adquiriu uma grande propriedade de terra em Barão Geraldo, vizinha a seu campus, para ampliar em até 60% a oferta de vagas nos cursos já existentes, além da criação de novos institutos.

O Governador Alckmin disse que as obras devem começar em breve. Que assim seja! Afinal, em época de eleição deve-se ficar com o pé atrás...

Investir em Educação gratuita deveria ser atitude perene, nunca esporádica.

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