A alegria de ensinar as letrinhas e ver o aprendizado se concretizar!
Como é bom conhecer o mundo das palavras… É um desafio, e ao mesmo tempo, uma paixão.
A cada descoberta, ganho um sorriso da filhota.
A alegria de ensinar as letrinhas e ver o aprendizado se concretizar!
Como é bom conhecer o mundo das palavras… É um desafio, e ao mesmo tempo, uma paixão.
A cada descoberta, ganho um sorriso da filhota.
Que boa dica: para quem conseguir conciliar os afazeres e o tempo, um curso de inglês gratuito com a chancela da UNESP, via EAD.
O link aqui: https://unespaberta.ead.unesp.br/index.php/conteudo/item/270-cpo
Que pena… a crise financeira atingiu empresas tradicionais de todos os setores. E na Educação, quem passa por dificuldades é a Universidade Metodista!
Compartilho sobre as dívidas de ½ bilhão de reais do grupo, abaixo,
CONTROLADORA DA UNIVERSIDADE METODISTA SE PREPARA PARA A RECUPERAÇÃO JUDICIAL
Com dívidas de cerca de R$ 500 milhões e enfrentando dificuldades financeiras desde 2015, o grupo viu sua situação econômica se deteriorar em meio à pandemia
Tradicional companhia no ensino superior e básico, a centenária Educação Metodista está perto de fazer seu pedido de recuperação judicial.
Com dívidas de cerca de R$ 500 milhões e enfrentando dificuldades financeiras desde 2015, o grupo viu sua situação econômica se deteriorar em meio à pandemia de Covid-19. Para conseguir preparar seu plano de recuperação, a controladora da Universidade Metodista, em São Bernardo do Campo (SP), protocolou uma medida cautelar na Justiça nesta sexta-feira (9).
Esse movimento tenta garantir que os efeitos da recuperação judicial sejam antecipados – algo que a empresa vê como fundamental para ter fôlego para atravessar esse período. O pedido de recuperação já está sendo elaborado e a expectativa é de que seja protocolado em até 30 dias.
O grupo Educação Metodista abriu sua primeira escola em 1881, no Rio Grande do Sul. Atualmente, administra 11 colégios e seis instituições de ensino superior, nos Estados do Rio Grande do Sul, de São Paulo e Minas Gerais. A instituição emprega cerca de 3 mil funcionários, sendo 1,2 mil docentes. O grupo atende atualmente 19 mil alunos da educação básica ao ensino superior.
As dificuldades financeiras tiveram origem nas mudanças nas regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) em 2015, disse o diretor de operações estratégicas da Educação Metodista, Aser Gonçalves Junior, ao Estadão.
Na época, o grupo tinha uma base de 51 mil alunos – volume que encolheu 60% desde então. “A mudança do Fies afetou todo o mercado educacional. Houve também a recessão no Brasil e a entrada de novos players, que realizaram uma consolidação do mercado, acirrando ainda mais a competição, com preços agressivos”, comenta o executivo do Grupo Metodista.
A educação universitária no Brasil havia recebido uma forte injeção de ânimo com a chegada do Fies, que aumentou o número de alunos no ensino superior em todo o País.
Em 2015, contudo, as regras foram alteradas, com a alegação de que o programa se tornaria mais sustentável ao longo do tempo. Dentre as diversas mudanças estavam juros maiores, prazo menor para se quitar a dívida e o fim do financiamento de 100% do curso.
Efeitos da covid
Gonçalves Junior explica que a situação financeira do negócio se agravou ainda mais com a chegada da pandemia, que levou a uma perda adicional de alunos e, consequentemente, de receitas.
“Ficamos em uma situação inviável de nos recuperarmos sem ter um artifício legal. A recuperação judicial será a melhor ferramenta para ter um processo mais organizado, proteger os credores, resolver as pendências que temos e ficamos protegidos para conseguirmos restabelecer nosso fluxo de caixa”, diz o executivo.
No começo do ano, a companhia contratou o escritório Galdino & Coelho Advogados, que está elaborando o pedido de recuperação judicial, e a consultoria Alvarez & Marsal, que vai ficar à frente da reestruturação do grupo.
O executivo conta que, devido à grande perda de alunos, foi necessário um enxugamento no quadro de funcionários. Ao todo foram 1,3 mil funcionários desligados. Agora, segundo ele, esse processo chegou ao fim.
O processo de reequilíbrio financeiro passará também por uma reorganização dos cursos de graduação, com atenção para a rentabilidade. Após um mapeamento, alguns cursos já saíram da grade, ao passo que outros, mais rentáveis, como o de direito, odontologia e administração, foram reforçados.
Para ganhar tempo, o grupo Metodista também venderá ativos não operacionais, essencialmente imóveis. “Temos ativos suficientes para nos dar um fôlego. São terrenos, imóveis, ativos que deixaram de ser operacionais”, afirma o diretor de operações estratégicas da Educação Metodista.
Apesar de todo o descanso que é necessário, a vida não está fácil!
Sábado é dia de capacitação também. Não há como escapar, mas não se deve reclamar.
Pela parceria Sebrae / IBS Americas para cursos de Empreendedorismo e Gestão de Negócios, estou preparando aulas e adicionando conteúdos. Estar atualizado e preparado é fundamental para o sucesso das empresas e dos administradores…
Tem como não se sentir pimpão por ensinar as letrinhas do Alfabeto para a filhotinha?
Mais do que isso: vê-la aprendendo!
Ô coisa boa da vida…
#educação #ensino #escola #homeschooling #dever
Viralizou através do vídeo de Jair Renan Bolsonaro, filho do Presidente da República, o “número 4”, mas já estava na Web há algum tempo: uma boba brincadeira no TikTok em que você faz desafios contra uma pessoa e a pune.
No caso específico, Jair Renan desafiou a mãe para imitar o som de uma baleia. Como ela não sabia, “ele cospe água na cara dela”. Tudo consensual, com ambos felizes.
Gosto não se discute, mas… coisa de bobão, né?
Eu não faria na minha adolescência. Nem como adulto, muito menos com minha mãe. E você, amigo leitor?
ANA CRISTINA JUSTIFICA: ME RESPEITA MUITO
No último final de semana, o filho de Jair Bolsonaro (sem partido), Jair Renan, viralizou nas redes sociais após publicar alguns vídeos no TikTok. Em uma das filmagens, ele cospe água no rosto da mãe Ana Cristina Siqueira Valle, que reage com tapas e xingamentos.
Na gravação, Jair Renan pede para a mãe imitar o som de animais. Após desconhecer o som da baleia, o filho cospe água no rosto de Ana Cristina. O filho de Jair Bolsonaro usou os stories do Instagram na segunda, 5 de abril, para explicar o ocorrido:
“Vim aqui fazer a explicação da história que repercutiu aí em toda mídia que cuspi na cara da minha mãe. Então mãe, eu cuspi na sua cara?,” questionou Jair Renan a Ana Cristina nos stories da rede social.
Em seguida, a mãe de Jair Renan justifica: “Ele não cuspiu. Ele fez uma brincadeira como tantos filhos vêm fazendo com as suas mães. A gente está vivendo hoje um momento de pandemia, todo mundo está em casa curtindo, brincando, tirando onda com a cara da mãe. E ele fez com a minha. Levou uns bons tapas, mas foi água que ele jogou na minha cara porque eu não sabia o som da baleia.”
Ana Cristina continuou: “Agora, a mídia pega que ele está brincando e faz isso como se fosse uma ofensa, como se tivesse me desrespeitado e cuspido na minha cara. Não foi isso que aconteceu. Quem viu sabe, achou graça, eu também achei graça. Na hora fiquei brava, dei uns tapas, mas está tudo bem. Não era para acontecer isso que está acontecendo hoje na mídia de falar que cuspiu na minha cara. Meu filho me respeita muito, ele jamais cuspiria na minha cara.”
Outro vídeo de Jair Renan que viralizou nas redes sociais no último final de semana foi uma gravação na qual o filho de Jair Bolsonaro dança ao som de uma música utilizada em treinamentos físicos militares.
Com a legenda “Quando você é dispensado do Exército”, o vídeo mostra Jair Renan dançando e acompanhado de duas outras pessoas – uma vestida de pirata. Um trecho da música diz: “Bota o fuzil para cantar, pá-pum. Bota para cantar, pá-pum. Troquei o meu Playstation por um fuzil. A minha Coca-Cola é água quente do cantil”
Ensinar os pequeninos com os deveres do Lar é muito importante.
Olha que bacana esse quadro de “tipos de ajuda” por idade!
Abaixo:

Ser pai é estar disposto a fazer as tarefas que você não tinha vocação na escola! Por exemplo: Educação Artística e Inglês.
Mas pela filhota, vale o esforço… coisas do Homeschool!
Muitas pessoas tomam boas iniciativas de ajudar o próximo. Uma delas é a “Estante Solidária”, onde você deposita livros a fim de que quem não possa comprá-los, possa os ler gratuitamente.
Alguma alma de bom coração lotou essa aqui, em Bragança Paulista, entre o Jardim Europa e Jardim Primavera: doou uma quantidade significativa!
Parabéns ao anônimo, que faz o bem sem olhar a quem e ainda promove a Cultura e a Educação do nosso país.
Olhe abaixo:
Criança é pura. Criança é inocente. Criança é sincera.
Ensine-as a fazerem as coisas certas, e elas se tornarão adultos corretos no futuro.
Sigam o conselho desta pequenina,
Em: https://youtu.be/DW_gLDCi-74
Repost de 2 anos, mas atual (especialmente nessa época pandêmica):
Pressão da sociedade, insensibilidade dos docentes e despreparo dos alunos: alguns problemas que estão fazendo as universidades se preocuparem com a saúde mental dos estudantes.
Sobre esse sério problema, extraído de: http://uol.com/bbkh78
TRANSTORNOS MENTAIS ENTRE JOVENS PREOCUPAM UNIVERSIDADES
A euforia sentida por Evair Canella, 25, ao entrar em Medicina na Universidade de São Paulo (USP) se transformou em angústia e tristeza. Ao encarar a pressão por boas notas, a extenuante carga horária de aulas, as dificuldades financeiras para se manter no curso e os comentários preconceituosos por ser gay, ele foi definhando. “Tinha muitas responsabilidades, com muitas horas de estudo.” Em maio, no 4.º ano do curso, foi internado no Instituto de Psiquiatria da USP, com depressão grave. Ficou lá durante um mês e segue com antidepressivos e acompanhamento psicológico.
Situação parecida viveu a estudante de Engenharia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Bárbara (nome fictício), de 21 anos, que trancou a matrícula após desenvolver um quadro de ansiedade e depressão que a levou à automutilação e a uma tentativa de suicídio no fim de 2016. Ela passou por tratamento, mudou de cidade e de faculdade, e retomou em agosto os estudos.
Relatos como esses se tornaram cada vez mais frequentes e mobilizam universidades e movimentos estudantis a estruturar grupos de prevenção e combate aos transtornos mentais. As ações, para oferecer ajuda ou prevenir problemas como depressão e suicídio, incluem a criação de núcleos de atendimento mental, palestras e até o acompanhamento de páginas dos alunos nas redes sociais.
Dados obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação dão uma ideia da gravidade do problema. Apenas na UFSCar, foram 22 tentativas de suicídio nos últimos cinco anos. Nas universidades federais de São Paulo (Unifesp) e do ABC (UFABC), cinco estudantes concretizaram o ato no mesmo período. Mapeamento feito pela UFABC mostrou que 11% de seus alunos que trancaram a matrícula em 2016 o fizeram por problemas psicológicos.
A falta de compreensão de parte dos docentes é uma das principais queixas. “Alguns parecem ter orgulho em pressionar, reprovar”, conta Bárbara.
O psicólogo André Luís Masieiro, do Departamento de Atenção à Saúde da UFSCar, diz que a busca por auxílio psicológico está frequentemente ligada à exigência constante que se faz dos jovens. “Sem dúvidas há um aumento do fenômeno da depressão em universitários. A ameaça do desemprego e do fracasso profissional são fatores desencadeantes de depressão.”
A UFSCar informou ainda que, entre outras iniciativas, distribuiu cartilha de práticas de acolhimento em saúde mental para docentes e funcionários que recebem alunos em situação de sofrimento psicológico.
Para combater o problema, instituições tentam, aos poucos, se aproximar dos alunos. Na Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, são estratégias a indicação de professor mentor para quem teve mudança repentina no rendimento acadêmico e a participação de grupos estudantis nas redes sociais.
Na Federal de Minas Gerais (UFMG), foram criados neste ano dois núcleos de saúde mental, após dois suicídios entre alunos. Até então, só a Medicina tinha atendimento do tipo. “Se um fato já aconteceu, é sinal de que falhamos no processo”, diz a vice-reitora Sandra Almeida.
Já a Federal da Bahia (UFBA) criou, também em 2017, programa para prevenir e ajudar alunos, principalmente os de baixa renda. “Os cotistas sofreram rejeição, até mesmo de alguns professores”, diz o psicanalista e assessor da UFBA Marcelo Veras.
MOBILIZAÇÃO
Alunos também têm criado grupos para auxiliar colegas e sensibilizar as instituições. A principal iniciativa do tipo foi a Frente Universitária de Saúde Mental, criada em abril por alunos de instituições públicas e privadas de São Paulo.
O movimento surgiu após tentativas de suicídio na Medicina da USP. “Eram muitos alunos com esgotamento, sem acompanhamento adequado, e percebemos que isso não era particularidade da Medicina”, conta a aluna do curso Karen Maria Terra, de 23 anos, da Frente. Eles organizaram, em junho, uma semana de palestras para abordar questões sobre a saúde mental. A página do grupo no Facebook tem 27 mil seguidores.
Alunos da Veterinária da USP também criaram uma página no Facebook para desabafar. “Com o tempo, começaram a aparecer relatos de problemas de saúde e, este ano, o que mais tem é depressão e ansiedade”, diz Bianca Cestaro, 30.

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.
Depois de sair do Maranhão e jogar pelo Grêmio, o jogador brasileiro Emanuel Ferreira (o “Manu”) foi para a Europa. Sem conseguir trabalhar no Barcelona (que o queria muito) por questões de documentação, foi abraçado em Portugal pelo Benfica. Agora, repatriado pelo Flamengo, pode mostrar seu talento.
Tudo isso seria normal no mundo da bola se o jovem Manu não tivesse apenas… 15 anos! E essa história acima começou com 9 anos, na base do Tricolor Gaúcho.
Pense: o que você fazia com 9 anos? Aos 15, qual a experiência profissional que você possuía?
A indústria do futebol está muito precoce. É nitidamente uma criança com a infância roubada…
A história dele em: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/prodigio-que-encantou-barcelona-e-benfica-assinara-primeiro-contrato-na-base-do-flamengo.ghtml
A alegria da minha filha em fazer dever de maneira interativa com a escola: ver o sorriso na atividade do jogo da memória é algo prazeroso!
Gostaria de registrar: a professora fica on-line, conversando via celular, e a escola é Municipal (Maria das Graças Palombello, Bragança Paulista / SP). No mesmo horário de aula, ela fica 100% a disposição, enviando os conteúdos e nós os realizando.
É só dar condições aos professores, que eles mostram sua competência e superação! Aliás: palmas para a Prô Carol!
Em tempo: obviamente, há o sacrifício da disponibilidade e paciência dos pais (não é fácil arranjar esse tempo conciliando com o trabalho), além da estrutura tecnológica (internet de bom sinal, ambiente adequado e outras coisas).
Apesar de tudo isso… precisamos que as coisas voltem ao normal logo, não? Afinal, nada disso substitui o relacionamento presencial e a interação com os amiguinhos da mesma idade.
Muito legal!
Fizemos gelo com gelatina, espetamos palitos e pintamos uma flor com esses instrumentos. Esse foi nosso dever do Infantil IV B!
Papai sempre participando (confesso, fui eu quem se divertiu…).
Filha de faz-tudo, “faz-tudinha” é!
Até a sua própria trena a Maria Estela tem para ajudar o papai…
Que alegria ter esse sorriso diariamente!
❤️ #amor #carinho #família
Hora da jardinagem por aqui!
Flagrei até uma jardineirazinha ao fundo…
Crianças e Jardins: a combinação perfeita.

Um pouco de leveza para o dia ser melhor… pausa das atividades escolares da pequena para brincar!
Ops: não usem máscaras como estou fazendo na foto. É justamente como minha filha faz que se deve (aqui, estamos relaxando por estarmos dentro de casa).
A alfabetização que não pode parar!
Conhecer as letras é importante, e quanto maior a criatividade para isso, melhor.
Viva a alegria das nossas crianças em estudar. Hoje, fizemos colagem dos nomes. Foi divertido e ela aprendeu (isso é o mais importante)…
EDUCAÇÃO INFANTIL – Aqui em casa, a atividade escolar de hoje foi baseada no “Livro dos Números, Bichos e Flores”, c/ vídeo aula de contagem e desenho.
Manter a concentração da minha pequena foi difícil, mas valeu a pena! Novos tempos requerem esse esforço – porém, é divertido!
Pai ajudando a filha no dever de casa: sinônimo de paciência, resiliência, experiência… mas também de amor, carinho e crescimento!
É cansativo (afinal, ela tem 3 anos). Mas é ótimo (e é só a primeira atividade do dia).
Em: https://youtu.be/uM2-JNhrYOk
👨👧👨👩👧👧 💕 #Família #Educação
Pois é, amigos virtuais… o ambiente nas Redes Sociais está difícil, hein?
O que mais me impressiona é: as pessoas perderam a Educação!
Briga-se por política, por coronavírus, por religião… Cá entre nós: as pessoas não entendem que cada um pode ter a sua opinião, e essa é a BELEZA DA DEMOCRACIA?
Não brigue / ofenda / desdenhe de quem simplesmente pensa diferente de você.
Em: https://youtu.be/CqCQzajhwj0
Cuidar dos filhos é muito bom… e fazer dever de casa então?
Nos divertimos com essa atividade: imitar a coreografia com colheres da música “Tre-le-lé”, do Grupo Triii.
Viva a vida. Momentos assim não se apagam.
Olhe só, em: https://youtu.be/h3EIThzDNjA
A alegria de montar o quebra-cabeça!
Com muita ajuda do papai, é claro. Mas vale a atividade lúdica. E só entre nós: esse é para 8 anos…
Os da idade dela, ela já sabe montar tranquilamente, mas quanto mais forçar o aprendizado, melhor para o desenvolvimento (e diversão também).
PRECONCEITO vem de PRÉ – CONCEITO, ou seja, conceituar algo anteriormente.
Se você acha que o Coronavírus, meses atrás, era uma bobagem, você tinha preliminarmente um conceito. O pré-conceito de que não era perigoso.
Porém, depois de tudo o que aconteceu (mortes e contágio pandêmico), aquele pré-conceito deixou de ser verdadeiro. Se você o mantém como correto, tornou-se um preconceituoso (aceitou o pré-conceito e não mais o mudou).
Em nosso país, há uma divergência grande entre governadores estaduais e presidente da República em gerir a crise pandêmica, e isso influência a vida do brasileiro.
Assim, independente se os políticos estão preparados para o combate efetivo, se auto-avalie:
Enfim: qual o grande empecilho para o Brasil frente o Covid-19?
Nós constantemente falamos sobre a Geração Y, que, afinal de contas, são os jovens executivos que estão tentando revolucionar a Administração de Empresas.
Mas e a Geração Z (chamada por muitos como Geração @)?
Compartilho um interessante material da Revista Exame, sobre quem são esses adolescentes / jovens que poderão revolucionar ainda mais o mundo dos negócios, e, por que não, a sociedade!
Destaque para as crenças e valores dessa moçada que vem por aí.
Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/geracao-quem-sao-e-como-se-comportam
GERAÇÃO Z: QUEM SÃO E COMO SE COMPORTAM
Os teens de hoje que têm entre 13 e 18 anos em breve tomarão o poder do mercado de consumo, assim como os seus “antepassados”, a Geração Y. Eles nasceram e vivem na era digital, estão interconectados, super informados, têm um sentimento crítico elevado, são egocêntricos, precisam ser reconhecidos e procuram seus próprios momentos de fama. Para eles, as marcas continuam sendo relevantes em suas vidas para construir sua identidade, aponta a pesquisa “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teens”.
O estudo realizado pela Enfoque Pesquisa de Marketing no Brasil e apresentado ontem, dia 22, na sede da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa mostra um adolescente cuja vida passa 24 horas por dia nas telas. Principalmente a do computador, para acessar a internet, em que 77% preferem passar o seu tempo, contra 66% da Televisão e 54% do celular. Mas eles não consumem uma mídia de cada vez.
Enquanto estão na internet, os teens multitarefa ouvem música, falam ao telefone e assistem à TV, nesta ordem. O ambiente digital é um território conquistado por eles e onde têm suas próprias linguagens. A disputa pela atenção deste público é cada vez mais feroz. Tudo que se passa na vida deles hoje tem uma tela. Eles não consomem mídia, mas sim conteúdo que os permite interagir e compartilhar, principalmente nas redes sociais.
Geração Display
As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecer pessoas, ter reconhecimento e auto-estima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. “Os teens de hoje são autores e protagonistas de seus momentos”, afirma Zilda Knoploch, CEO da Enfoque Pesquisa de Marketing (foto). “É uma geração display. São obcecados por se verem e serem vistos. Até o processo de paquera mudou. Primeiro ele se mostra e depois conhece”, explica.
Agora, as marcas precisam conhecer e interagir com esses jovens que Zilda chamou de Geração @, também denominada por Geração Z. Eles são adolescentes nascidos após 1995. A forma de fazer Marketing tem que ser diferente. “Temos que entrar na vida destas pessoas, acompanhar a vida delas e se relacionar. Não é mais um discurso da marca para o teen, mas uma conversa entre os dois”, diz a CEO da Enfoque.
É uma interação sem fim que tem como base o conteúdo. As marcas que não tiverem conteúdo e um propósito estarão fora do jogo. Elas precisam preencher um espaço que está vago na mente dos novos adolescentes que se mostram sem perspectivas, uma vez que 52% das mais de 1.500 pessoas entrevistas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, das classes A, B e C, se mostram abertos a morar em outro país. Elas não têm confiança nas empresas, nos políticos, nem no Estado, mas 70% dos garotos e garotas confiam na Igreja, seguida da Seleção Brasileira de Futebol, do Exército, da Rede Globo e dos Bancos.
Atitudes diferentes, mas nem tanto
Sobre o futuro, a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje. A diferença é que, na classe A, alguns desejam estudar e trabalhar no exterior. O vasto acesso a informação lhes permite sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente que a das marcas.
A música está presente em todas as situações que este jovem passa, formando a trilha sonora da vida dele mais do que no passado. O que não muda, segundo a pesquisa, é que as marcas continuam representando os códigos de moda para esta geração, seja como pertencimento, para obter status ou até mesmo se diferenciar.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Se você não tem medo do Covid-19 e é partidário de que a quarentena é uma bobagem, saia para a rua. Se estiver temeroso, fique em casa.
Se achar que o povo está criando uma histeria desnecessária, mantenha a calma. Se acha que as precauções são necessárias, se policie.
Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja.
MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.
A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.
Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.
Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?
O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?
O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.
As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!
Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.
Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.
Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor em 2021.
O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.
Educação na hora de debater ou opinar não faz mal a ninguém.
Quem é “dono da verdade”? Nenhuma pessoa é. Mas discorde à vontade, sem ofender.
Uma impressão em: https://youtu.be/MBftpsaU_10
Compartilho 31 reflexões e questionamentos do saudoso Dr Içami Tiba sobre o que devemos fazer / nos questionar quanto aos filhos.
Excelente! Vale a atenção, em: https://www.youtube.com/watch?v=U29nQ7VJd5Y
Como a atividade escolar de hoje era organizar brinquedos, fizemos com muito bom gosto!
Tem de tudo: Lols, Shopinks, Minions, Hello Kits…
Não foi fácil para o pai, mas para a filha, pura (e demorada) diversão.
A alegria de montar um tabuleiro de letras do alfabeto.
Aprender a montar os nomes é muito legal! E, com a professora estando on-line, melhor ainda.
Quando você vai abordar algo com alguém, seja qual for o assunto, vale a pena escolher as palavras.
Você pode ser seco, cuidadoso, grosso ou… gentil. Ou qualquer outra opção.
Veja essa imagem com a mensagem abaixo:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.
Hora da leitura!
Ensinar as palavras e contar histórias: você não imagina o quanto as revistinhas / gibis despertam a criatividade das crianças…
Ler é um ótimo caminho. Incentive-as!
Ser professor é fácil. Ser um bom professor, não.
Nestes tempos de pandemia, os docentes precisam se virar. Tornaram-se “apresentadores-didáticos” gravando aulas por EAD (Ensino a Distância), mostraram toda a sua paciência no Ensino Remoto (Aulas por Vídeo ao Vivo, cobrando interação dos alunos) ou sofrendo para ter jogo de cintura no Ensino Híbrido (dando atenção aos poucos presenciais e simultaneamente às câmeras).
Complicado. Mas vejo pelos professores das minhas crianças: dispostos, carinhosos e vocacionados, mesmo nas dificuldades.
Sempre foi difícil ser mestre em nosso país, mas nestes períodos incomuns, mais ainda!
Compartilho este programa da Unicamp onde um Médico Pesquisador e uma Doutoranda em Química (que orgulhosamente é minha esposa Andréia) falam sobre as novas metodologias que estão sendo trabalhadas para a detecção do câncer, em especial o de mama.
Através da espectrometria de massas, cientistas poderão ter mais segurança em suas avaliações e as mulheres poderão se tratar com mais certeza e antecipação.
Vale a pena assistir, está em: http://youtu.be/29UKGGUhYvg