– Uma dica válida, ou somente uma frase de efeito?

Eu já li a frase abaixo atribuída a várias pessoas: Jack Dorsey (Twitter), Jack Welch (GE), Richard Branson (Virgin) e Jeff Bezos (Amazon). Mas ela é do 1o citado. Aqui:

“Contrate pessoas apaixonadas. É a única coisa impossível de ensinar”.

Fico pensando: ela impacta como no dia-a-dia das empresas? É ampla demais para a discussão!

A “paixão corporativa” pode ser ensinada? Penso que sim! Implementar os valores e a cultura organizacional é possível!

E se for uma referência à “paixão pelo próximo”? Talvez também si, através da criação / educação das crianças.

Por fim: e se for “paixão como vocação”? Aí é diferente… a pessoa que de maneira inata faz alguma coisa e pode ser aperfeiçoada no ofício, mas o gosto vem dela própria

Não importa todos os conceitos acima, mas sim que façamos com que os colaboradores sejam apaixonados pelo que fazem na vida – tanto nos campos profissional quanto pessoal!

– Dizer qualquer coisa com educação, sempre será melhor.

Quando você vai abordar algo com alguém, seja qual for o assunto, vale a pena escolher as palavras.

Você pode ser seco, cuidadoso, grosso ou… gentil. Ou qualquer outra opção.

Veja essa imagem com a mensagem abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.

– Um “F” inesperado.

Durante nossa aula em casa, hoje, perguntei à minha filha: “A letra ‘F’ é do que, Estela?” E ela sem titubear: “De FAROFA, Papi”!

Caramba, que inesperado! Pensei que ela viria com o óbvio: flor, faca, fogo…

As crianças sempre nos surpreendem (ou estava com fome kk).

– A alegria das primeiras letrinhas.

É cansativo ensinar as crianças pequenas. Alfabetizar os menores é um desafio!

Com alegria (e muita paciência) a minha caçulinha está traçando cada vez melhor as letrinhas. Hoje, fizemos o “mural do alfabeto” e ficou bem legal. Casa dia, uma vitória.

– Quantos estarão preparados para o Homeschooling?

Ensinar o aprendizado escolar aos filhos em casa, de fato, não é fácil. Pouquíssimos tem condições para isso, levando-se em conta: o tempo, a paciência e a intelectualidade.

Embora as crianças mais crescidas / adolescentes tenham maior independência para isso, é obvio que a fiscalização e o auxílio dos pais deve ser presente. Para tanto, algumas condições ideais devem ser criadas em casa (como um ideal ambiente de estudo), além de atender à legislação (que está sendo regulamentada).

Abaixo, o projeto de homeschooling brasileiro, extraído de: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2021/05/17/projeto-de-educacao-domiciliar-exige-que-um-dos-responsaveis-pelo-aluno-tenha-diploma-de-ensino-superior.ghtml

O PROJETO DE HOMESCHOOLING EM PAUTA

A versão final do projeto de lei que regulamenta o ensino domiciliar no Brasil deve ser votada em plenário na Câmara dos Deputados até junho. No texto, há a exigência de que pelo menos um dos responsáveis legais pelo aluno tenha diploma de ensino superior.

Além disso, os alunos que forem educados em casa devem estar associados a uma escola regular, que fará o monitoramento da aprendizagem. Segundo o projeto, as avaliações periódicas serão bimestrais (para educação infantil) ou anuais (para ensino fundamental ou médio).

Caso o estudante seja reprovado por dois anos consecutivos, perderá o direito ao “homeschooling”.

As normas estabelecidas pelo projeto de lei não satisfizeram todos os apoiadores do modelo de ensino. Ao G1, a Associação Nacional de Educação Domiciliar (Aned) afirmou que ainda não vai comentar o texto, porque está buscando revê-lo, já que “há uma série de inconsistências que serão debatidas com a relatora”.

Entre as críticas, a Aned menciona a exigência do curso superior para os pais dos alunos. “Se não houver mudanças, nós e a imensa maioria das famílias e organizações irão se manifestar de maneira contrária a essa proposta, pois pior que não ter um lei é ter uma lei ruim que inviabilize a prática”, afirma Rick Dias, presidente da Aned.

O tema é considerado prioritário no governo Bolsonaro, mesmo diante de problemas educacionais que afetam grupos maiores (exclusão digital, déficit de aprendizagem durante a pandemia e evasão escolar, por exemplo).

Pelo projeto, as famílias que decidirem educar seus filhos em casa deverão obedecer às seguintes normas:

  • matricular obrigatoriamente o estudante em escola regular, que fará um acompanhamento do que está sendo ensinado e aprendido;
  • entregar relatórios bimestrais a essa escola, mostrando os registros das atividades feitas pelo aluno;
  • comprovar que ao menos um dos responsáveis legais pela criança/jovem concluiu o ensino superior;
  • apresentar certidões criminais da Justiça Federal e Estadual ou Distrital de cada um dos pais ou responsáveis;
  • cumprir os conteúdos previstos na Base Nacional Comum Curricular, com a possibilidade de acrescentar mais disciplinas ou conteúdos;
  • comparecer a encontros presenciais semestralmente com tutores da escola;
  • permitir que o Conselho Tutelar faça inspeções do local onde o aluno aprende;
  • garantir a convivência em sociedade.

Para chegar à versão final do projeto, a relatora e deputada Luísa Canziani (PTB-PR) organizou oito debates, entre abril e maio, com especialistas em educação — parlamentares ligados ao assunto, representantes da União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime), fundações de apoio à infância (Instituto Alana), associações ligadas ao “homeschooling” e pesquisadores da área.

Conversas com bancadas partidárias

A deputada Canziani afirmou nesta segunda (17) que buscará se reunir com as principais bancadas partidárias até o fim da semana, para buscar apoio e ouvir possíveis sugestões de mudanças.

Na terça, ela conversará com representantes do PSL (Partido Social Liberal).

“Se a gente achar que é conveniente fazer alguma alteração, não tem problema nenhum, se for pra melhorar e zelar por essas crianças — não só pelo aprendizado, mas pela integridade física delas”, disse a parlamentar em transmissão on-line.

Por mais que a educação domiciliar seja uma bandeira da atual gestão, o debate existe há quase três décadas no país: nos últimos 27 anos, projetos de lei foram apresentados para exigir a legalização do movimento. Em 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a educação domiciliar não é inconstitucional, mas precisa de uma normatização para ser permitida.

Três anos depois, em março de 2021, um dos projetos de regulamentação avançou na Câmara, e a deputada Canziani foi nomeada relatora da matéria. Agora, depois dos debates com especialistas e da emissão de um parecer dela, o texto segue para votação.

De um lado, há quem alegue que os pais devem ter o direito de escolher como educar as crianças. Do outro, estão especialistas preocupados com as consequências pedagógicas e sociais de manter um aluno fora da escola.

Educadores críticos ao modelo apontam possíveis prejuízos na falta de interação, já que um dos maiores ganhos da escola regular é justamente proporcionar a convivência constante entre pessoas de diferentes universos.

Também afirmam que o ensino domiciliar poderia dificultar a identificação de casos de abuso infantil ou de violência doméstica, que seriam detectados pelos professores na sala de aula convencional.

Mesmo sem autorização, em 2019, mais de 11 mil famílias educavam crianças e jovens fora do ambiente escolar no país, segundo os dados mais recentes da Aned.

Projeto de homeschooling propõe 14 regras que pais devem cumprir

– Ensinar a competir ou a colaborar?

Numa sociedade impositiva como a nossa, onde a busca por “ser melhor” a cada instante se faz presente, precisamos refletir: nós, pais, ensinamos nossas crianças a serem menos competitivas e mais colaborativas?

Refletindo em: https://youtu.be/zT3zBf2B7pA

– Por que fazer um Doutorado?

A Revista Science traz pesquisa que mostra: nem sempre os doutorandos, tão inteligentes e batalhadores, tem um bom planejamento de carreira.

Vide abaixo, extraído de: http://educacao.uol.com.br/noticias/2016/05/13/para-que-fazer-doutorado-afinal.htm

PARA QUE FAZER DOUTORADO, AFINAL?

Alunos de doutorado são mais parecidos com o resto do mundo do que costumávamos imaginar: eles também não sabem direito o que querem fazer da vida.

Quando decidem o que fazer após a formatura, costumam continuar na mesma direção, buscando uma instituição onde possam desenvolver uma pesquisa de pós-doutorado.

Em um estudo publicado na semana passada pela revista Science, os pesquisadores tentaram descobrir o porquê, tendo em vista as chances limitadas de se conseguir um emprego em tempo integral em nível superior, que geralmente representa o objetivo desse tipo de trabalho.

Os resultados não foram conclusivos. Contudo, os autores encontraram evidências de que muitos estudantes buscam um pós-doutorado no embalo do doutorado, ou como parte de uma estratégia de espera até que o emprego dos sonhos apareça.

Os autores, que ainda não fizeram o pós-doutorado, demonstraram claramente a necessidade de mais planejamento de carreira para estudantes de pós-graduação, além do fato de que estes devem refletir sobre as possibilidades de carreira antes mesmo de ingressar em um programa de doutorado.

Essa provavelmente não é uma conclusão controversa“, afirmou Henry Sauermann, professor associado na Georgia Tech e um dos autores do estudo.

Contudo, o interessante aqui é pensar se o doutorado é realmente o caminho certo em primeiro lugar.

Uma lição talvez seja não fazer o doutorado até saber o que se quer fazer com ele. Mas isso talvez exija um estudo mais aprofundado.

– Educação e Crianças, no #SennaDay:

Mais objetiva do que essa frase, impossível:

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– Plante com as crianças!

Incentivar as crianças a mexer com a terra é muito bom.

Fizemos uma horta pequena em casa, dias atrás, e fui instigando minha Estelinha a dar ideias ao canteiro.

Dia após-dia, mexe aqui, melhora ali e… olhem só no que resultou na figura abaixo: os contornos de pedra colorida, como uma moldura, são obras da criatividade dela!

Alecrim, salsinha, óregano, tomilho e cebolinha. Em breve melhoraremos nossa plantação. Mas o objetivo maior, lógico, é fazer essa diversão virar um campo de experiências para a filha mais nova.

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🥰 🥬 🍅 #educação #agricultura #família #sustentabilidade

– Parabéns, Red Bull Bragantino, pela parceira com os Educadores.

Empresa que investe bem, com gestão profissional e marketing afinado com os dias atuais, faz parcerias adequadas: descontos para professores da Universidade São Francisco em seus planos.

Parabéns, Red Bull Bragantino! O caminho é esse mesmo.

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– Sobre a frase do Ministro da Educação sobre Crianças, Leitura e Preservativos.

Ele tem ou não razão?

O Ministro da Educação Milton Ribeiro, em evento na UFPB, quando questionado sobre “Ideologia de Gênero, questões sexuais e outras coisas sobre o Programa Nacional do Livro Didático”, deu uma declaração muito forte. Disse que “muitas crianças não leem, mas sabem colocar camisinha”.

Complicado… mas com dor no coração, há de se concordar que há uma confusão sobre Educação Sexual e Erotização, fazendo com que muitos inocentes acabem descobrindo a prática do sexo muito cedo, perdendo a infância e até mesmo partindo para a prostituição. Tudo isso, é sabido, desincentiva a Educação.

Gostaria que a frase do ministro não fosse verdade, mas em diversos rincões e em muitas capitais, é uma terrível verdade…

Criança não namora": campanha discute erotização precoce | Crianças, Precoce,  Assistencia social

– Meu primeiro 1 milhão de visualizações!

Ôpa! Muito feliz: meu blog “Discutindo Contemporaneidades” atingiu hoje 1.000.000 de views!

O outro blog, que é mais específico (o Pergunte Ao Árbitro) está próximo de 350.000 visualizações.

Simplesmente… obrigado!

– Estude sempre!

Você conhece alguém que sofreu por “estudar”?

Falta de dinheiro, de tempo, de disposição… nada disso pode ser desculpa para não querer aprender. Leia o que puder e analise; ache um horário em meio aos compromissos; sacuda seu ânimo!

Estude. Isso é importante para a sua vida. A mensagem abaixo é verdadeira:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Sorrir é importante!

Ser gentil, receptivo ou educado, não custa nada. Saber usar as palavras para conversar ou escrever um texto, é muito importante a fim de se conseguir o respeito e o aceite do próximo.

Às vezes, nem é por questão comportamental  quanto à socialização, mas por consideração à quem te aborda. Simples atitudes de relacionamento que ajudam no trato empático futuro.

Por fim, um  único sorriso já basta – mas para muitos isso é difícil.

Agradeço ao meu varal por, após o suor do treino, sorrir para meu cansaço e desejar um “bom dia”. 😊

Lembre-se: não se leve tão a sério… e sorria!

– Dever de Casa!

Mesmo sendo feriado escolar, papai fazendo homeschool com a filhota.

Trabalhando o calendário, recitando o alfabeto e digitando palavras no computador de brinquedo!

Aprender e ensinar são coisas boas demais…

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#EstudarÉpreciso

– Pais e a luta para formar os filhos.

🇺🇸 The son’s statue was made from the parts taken from the father’s statue, representing the amount that parents donate to build their children’s lives. / 🇧🇷 A estátua do filho foi feita com as partes retiradas da estátua do pai, representando o muito que os pais se doam para construir a vida dos filhos.

Gostei demais desta imagem abaixo, e compartilho (a mensagem acima):

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Todo o esforço sempre será recompensado!

Nesses últimos dias, tenho, por falta de tempo, acordado ainda mais cedo do que de costume. Estou fazendo uma capacitação para novos cursos de Gestão e Empreendedorismo do Sebrae, em parceria com a IBS Americas – Escola de Negócios.

As madrugadas foram intensas, mas valeu a pena. Neste sábado, encerrei o último módulo, tornando-me apto para outros desafios como docente.

Não se deve deixar a preguiça tomar conta da alma, nem o desânimo nortear a conduta

Por tudo isso… feliz! O esforço é sempre recompensado com a satisfação.

– O Rato roeu a Roupa do Rei de Roma!

Repita com doçura o Trava-língua que dá nome a essa postagem… kk Muito divertido com minha pequena:

Em: https://www.youtube.com/watch?v=PwrXvwEJ_Q8

– Aprendendo o alfabeto com o Papai!

Aprender e se divertir?

Tem que ter paciência… mas é muito bom ensinar e ver o aprendizado das crianças!

Em: https://youtu.be/CApUlrP4kqM

– Salve os heróis da Educação!

Para quem lecionava presencialmente, o profissional da educação teve que enfrentar novas realidades, como EAD, Ensino Híbrido ou Ensino Remoto.

O professor é o profissional heroi destes novos tempos!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=ExMJJ6GlYiQ

– Vamos aprender?

É hora de estudar. Nada de errar letrinhas… e vamos acertar a data de hoje!

Como é gostoso ensinar as crianças… Gratificante!!!

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– Aprendendo e descobrindo o mundo!

A alegria de ensinar as letrinhas e ver o aprendizado se concretizar!

Como é bom conhecer o mundo das palavras… É um desafio, e ao mesmo tempo, uma paixão.

A cada descoberta, ganho um sorriso da filhota.

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– Inglês gratuito pela UNESP

Que boa dica: para quem conseguir conciliar os afazeres e o tempo, um curso de inglês gratuito com a chancela da UNESP, via EAD.

O link aqui: https://unespaberta.ead.unesp.br/index.php/conteudo/item/270-cpo

– As dificuldades financeiras da Universidade Metodista.

Que pena… a crise financeira atingiu empresas tradicionais de todos os setores. E na Educação, quem passa por dificuldades é a Universidade Metodista!

Compartilho sobre as dívidas de ½ bilhão de reais do grupo, abaixo,

em: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2021/04/10/controladora-da-universidade-metodista-se-prepara-para-recuperacao-judicial

CONTROLADORA DA UNIVERSIDADE METODISTA SE PREPARA PARA A RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Com dívidas de cerca de R$ 500 milhões e enfrentando dificuldades financeiras desde 2015, o grupo viu sua situação econômica se deteriorar em meio à pandemia

Tradicional companhia no ensino superior e básico, a centenária Educação Metodista está perto de fazer seu pedido de recuperação judicial.

Com dívidas de cerca de R$ 500 milhões e enfrentando dificuldades financeiras desde 2015, o grupo viu sua situação econômica se deteriorar em meio à pandemia de Covid-19. Para conseguir preparar seu plano de recuperação, a controladora da Universidade Metodista, em São Bernardo do Campo (SP), protocolou uma medida cautelar na Justiça nesta sexta-feira (9).

Esse movimento tenta garantir que os efeitos da recuperação judicial sejam antecipados – algo que a empresa vê como fundamental para ter fôlego para atravessar esse período. O pedido de recuperação já está sendo elaborado e a expectativa é de que seja protocolado em até 30 dias.

O grupo Educação Metodista abriu sua primeira escola em 1881, no Rio Grande do Sul. Atualmente, administra 11 colégios e seis instituições de ensino superior, nos Estados do Rio Grande do Sul, de São Paulo e Minas Gerais. A instituição emprega cerca de 3 mil funcionários, sendo 1,2 mil docentes. O grupo atende atualmente 19 mil alunos da educação básica ao ensino superior.

As dificuldades financeiras tiveram origem nas mudanças nas regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) em 2015, disse o diretor de operações estratégicas da Educação Metodista, Aser Gonçalves Junior, ao Estadão.

Na época, o grupo tinha uma base de 51 mil alunos – volume que encolheu 60% desde então. “A mudança do Fies afetou todo o mercado educacional. Houve também a recessão no Brasil e a entrada de novos players, que realizaram uma consolidação do mercado, acirrando ainda mais a competição, com preços agressivos”, comenta o executivo do Grupo Metodista.

A educação universitária no Brasil havia recebido uma forte injeção de ânimo com a chegada do Fies, que aumentou o número de alunos no ensino superior em todo o País.

Em 2015, contudo, as regras foram alteradas, com a alegação de que o programa se tornaria mais sustentável ao longo do tempo. Dentre as diversas mudanças estavam juros maiores, prazo menor para se quitar a dívida e o fim do financiamento de 100% do curso.

Efeitos da covid

Gonçalves Junior explica que a situação financeira do negócio se agravou ainda mais com a chegada da pandemia, que levou a uma perda adicional de alunos e, consequentemente, de receitas.

“Ficamos em uma situação inviável de nos recuperarmos sem ter um artifício legal. A recuperação judicial será a melhor ferramenta para ter um processo mais organizado, proteger os credores, resolver as pendências que temos e ficamos protegidos para conseguirmos restabelecer nosso fluxo de caixa”, diz o executivo.

No começo do ano, a companhia contratou o escritório Galdino & Coelho Advogados, que está elaborando o pedido de recuperação judicial, e a consultoria Alvarez & Marsal, que vai ficar à frente da reestruturação do grupo.

O executivo conta que, devido à grande perda de alunos, foi necessário um enxugamento no quadro de funcionários. Ao todo foram 1,3 mil funcionários desligados. Agora, segundo ele, esse processo chegou ao fim.

O processo de reequilíbrio financeiro passará também por uma reorganização dos cursos de graduação, com atenção para a rentabilidade. Após um mapeamento, alguns cursos já saíram da grade, ao passo que outros, mais rentáveis, como o de direito, odontologia e administração, foram reforçados.

Para ganhar tempo, o grupo Metodista também venderá ativos não operacionais, essencialmente imóveis. “Temos ativos suficientes para nos dar um fôlego. São terrenos, imóveis, ativos que deixaram de ser operacionais”, afirma o diretor de operações estratégicas da Educação Metodista.

– Estudar é necessário!

Apesar de todo o descanso que é necessário, a vida não está fácil!

Sábado é dia de capacitação também. Não há como escapar, mas não se deve reclamar.

Pela parceria Sebrae / IBS Americas para cursos de Empreendedorismo e Gestão de Negócios, estou preparando aulas e adicionando conteúdos. Estar atualizado e preparado é fundamental para o sucesso das empresas e dos administradores…

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– Ensinando pacientemente o Alfabeto.

Tem como não se sentir pimpão por ensinar as letrinhas do Alfabeto para a filhotinha?

Mais do que isso: vê-la aprendendo!

Ô coisa boa da vida…

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#educação #ensino #escola #homeschooling #dever

– Que brincadeira boba!

Viralizou através do vídeo de Jair Renan Bolsonaro, filho do Presidente da República, o “número 4”, mas já estava na Web há algum tempo: uma boba brincadeira no TikTok em que você faz desafios contra uma pessoa e a pune.

No caso específico, Jair Renan desafiou a mãe para imitar o som de uma baleia. Como ela não sabia, “ele cospe água na cara dela”. Tudo consensual, com ambos felizes.

Gosto não se discute, mas… coisa de bobão, né?

Eu não faria na minha adolescência. Nem como adulto, muito menos com minha mãe. E você, amigo leitor?

Em: https://rollingstone.uol.com.br/noticia/filho-de-bolsonaro-cospe-agua-no-rosto-da-mae-e-ana-cristina-justifica-me-respeita-muito/

ANA CRISTINA JUSTIFICA: ME RESPEITA MUITO

No último final de semana, o filho de Jair Bolsonaro (sem partido), Jair Renan, viralizou nas redes sociais após publicar alguns vídeos no TikTok. Em uma das filmagens, ele cospe água no rosto da mãe Ana Cristina Siqueira Valle, que reage com tapas e xingamentos.

Na gravação, Jair Renan pede para a mãe imitar o som de animais. Após desconhecer o som da baleia, o filho cospe água no rosto de Ana Cristina. O filho de Jair Bolsonaro usou os stories do Instagram na segunda, 5 de abril, para explicar o ocorrido:

“Vim aqui fazer a explicação da história que repercutiu aí em toda mídia que cuspi na cara da minha mãe. Então mãe, eu cuspi na sua cara?,” questionou Jair Renan a Ana Cristina nos stories da rede social.

Em seguida, a mãe de Jair Renan justifica: “Ele não cuspiu. Ele fez uma brincadeira como tantos filhos vêm fazendo com as suas mães. A gente está vivendo hoje um momento de pandemia, todo mundo está em casa curtindo, brincando, tirando onda com a cara da mãe. E ele fez com a minha. Levou uns bons tapas, mas foi água que ele jogou na minha cara porque eu não sabia o som da baleia.”

Ana Cristina continuou: “Agora, a mídia pega que ele está brincando e faz isso como se fosse uma ofensa, como se tivesse me desrespeitado e cuspido na minha cara. Não foi isso que aconteceu. Quem viu sabe, achou graça, eu também achei graça. Na hora fiquei brava, dei uns tapas, mas está tudo bem. Não era para acontecer isso que está acontecendo hoje na mídia de falar que cuspiu na minha cara. Meu filho me respeita muito, ele jamais cuspiria na minha cara.”

Outro vídeo de Jair Renan que viralizou nas redes sociais no último final de semana foi uma gravação na qual o filho de Jair Bolsonaro dança ao som de uma música utilizada em treinamentos físicos militares.

Com a legenda “Quando você é dispensado do Exército”, o vídeo mostra Jair Renan dançando e acompanhado de duas outras pessoas – uma vestida de pirata. Um trecho da música diz: “Bota o fuzil para cantar, pá-pum. Bota para cantar, pá-pum. Troquei o meu Playstation por um fuzil. A minha Coca-Cola é água quente do cantil”

– Criando responsabilidades para as crianças

Ensinar os pequeninos com os deveres do Lar é muito importante.

Olha que bacana esse quadro de “tipos de ajuda” por idade!

Abaixo:

– Esforce-se pelos filhos. É divertido.

Ser pai é estar disposto a fazer as tarefas que você não tinha vocação na escola! Por exemplo: Educação Artística e Inglês.

Mas pela filhota, vale o esforço… coisas do Homeschool!

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– Ajude a Estante Solidária para ajudar os outros!

Muitas pessoas tomam boas iniciativas de ajudar o próximo. Uma delas é a “Estante Solidária”, onde você deposita livros a fim de que quem não possa comprá-los, possa os ler gratuitamente.

Alguma alma de bom coração lotou essa aqui, em Bragança Paulista, entre o Jardim Europa e Jardim Primavera: doou uma quantidade significativa!

Parabéns ao anônimo, que faz o bem sem olhar a quem e ainda promove a Cultura e a Educação do nosso país.

Olhe abaixo:

– Ouçam as crianças e se cuidem!

Criança é pura. Criança é inocente. Criança é sincera.

Ensine-as a fazerem as coisas certas, e elas se tornarão adultos corretos no futuro.

Sigam o conselho desta pequenina,

Em: https://youtu.be/DW_gLDCi-74

– Universidades se preocupam com os Transtornos Mentais dos Estudantes

Repost de 2 anos, mas atual (especialmente nessa época pandêmica):

Pressão da sociedade, insensibilidade dos docentes e despreparo dos alunos: alguns problemas que estão fazendo as universidades se preocuparem com a saúde mental dos estudantes.

Sobre esse sério problema, extraído de: http://uol.com/bbkh78

TRANSTORNOS MENTAIS ENTRE JOVENS PREOCUPAM UNIVERSIDADES

A euforia sentida por Evair Canella, 25, ao entrar em Medicina na Universidade de São Paulo (USP) se transformou em angústia e tristeza. Ao encarar a pressão por boas notas, a extenuante carga horária de aulas, as dificuldades financeiras para se manter no curso e os comentários preconceituosos por ser gay, ele foi definhando. “Tinha muitas responsabilidades, com muitas horas de estudo.” Em maio, no 4.º ano do curso, foi internado no Instituto de Psiquiatria da USP, com depressão grave. Ficou lá durante um mês e segue com antidepressivos e acompanhamento psicológico.

Situação parecida viveu a estudante de Engenharia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Bárbara (nome fictício), de 21 anos, que trancou a matrícula após desenvolver um quadro de ansiedade e depressão que a levou à automutilação e a uma tentativa de suicídio no fim de 2016. Ela passou por tratamento, mudou de cidade e de faculdade, e retomou em agosto os estudos.

Relatos como esses se tornaram cada vez mais frequentes e mobilizam universidades e movimentos estudantis a estruturar grupos de prevenção e combate aos transtornos mentais. As ações, para oferecer ajuda ou prevenir problemas como depressão e suicídio, incluem a criação de núcleos de atendimento mental, palestras e até o acompanhamento de páginas dos alunos nas redes sociais.

Dados obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação dão uma ideia da gravidade do problema. Apenas na UFSCar, foram 22 tentativas de suicídio nos últimos cinco anos. Nas universidades federais de São Paulo (Unifesp) e do ABC (UFABC), cinco estudantes concretizaram o ato no mesmo período. Mapeamento feito pela UFABC mostrou que 11% de seus alunos que trancaram a matrícula em 2016 o fizeram por problemas psicológicos.

A falta de compreensão de parte dos docentes é uma das principais queixas. “Alguns parecem ter orgulho em pressionar, reprovar”, conta Bárbara.

O psicólogo André Luís Masieiro, do Departamento de Atenção à Saúde da UFSCar, diz que a busca por auxílio psicológico está frequentemente ligada à exigência constante que se faz dos jovens. “Sem dúvidas há um aumento do fenômeno da depressão em universitários. A ameaça do desemprego e do fracasso profissional são fatores desencadeantes de depressão.”

A UFSCar informou ainda que, entre outras iniciativas, distribuiu cartilha de práticas de acolhimento em saúde mental para docentes e funcionários que recebem alunos em situação de sofrimento psicológico.

Para combater o problema, instituições tentam, aos poucos, se aproximar dos alunos. Na Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, são estratégias a indicação de professor mentor para quem teve mudança repentina no rendimento acadêmico e a participação de grupos estudantis nas redes sociais.

Na Federal de Minas Gerais (UFMG), foram criados neste ano dois núcleos de saúde mental, após dois suicídios entre alunos. Até então, só a Medicina tinha atendimento do tipo. “Se um fato já aconteceu, é sinal de que falhamos no processo”, diz a vice-reitora Sandra Almeida.

Já a Federal da Bahia (UFBA) criou, também em 2017, programa para prevenir e ajudar alunos, principalmente os de baixa renda. “Os cotistas sofreram rejeição, até mesmo de alguns professores”, diz o psicanalista e assessor da UFBA Marcelo Veras.

MOBILIZAÇÃO

Alunos também têm criado grupos para auxiliar colegas e sensibilizar as instituições. A principal iniciativa do tipo foi a Frente Universitária de Saúde Mental, criada em abril por alunos de instituições públicas e privadas de São Paulo.

O movimento surgiu após tentativas de suicídio na Medicina da USP. “Eram muitos alunos com esgotamento, sem acompanhamento adequado, e percebemos que isso não era particularidade da Medicina”, conta a aluna do curso Karen Maria Terra, de 23 anos, da Frente. Eles organizaram, em junho, uma semana de palestras para abordar questões sobre a saúde mental. A página do grupo no Facebook tem 27 mil seguidores.

Alunos da Veterinária da USP também criaram uma página no Facebook para desabafar. “Com o tempo, começaram a aparecer relatos de problemas de saúde e, este ano, o que mais tem é depressão e ansiedade”, diz Bianca Cestaro, 30.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Manu e o futebol: mas… e a infância?

Depois de sair do Maranhão e jogar pelo Grêmio, o jogador brasileiro Emanuel Ferreira (o “Manu”) foi para a Europa. Sem conseguir trabalhar no Barcelona (que o queria muito) por questões de documentação, foi abraçado em Portugal pelo Benfica. Agora, repatriado pelo Flamengo, pode mostrar seu talento.

Tudo isso seria normal no mundo da bola se o jovem Manu não tivesse apenas… 15 anos! E essa história acima começou com 9 anos, na base do Tricolor Gaúcho.

Pense: o que você fazia com 9 anos? Aos 15, qual a experiência profissional que você possuía?

A indústria do futebol está muito precoce. É nitidamente uma criança com a infância roubada…

A história dele em: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/prodigio-que-encantou-barcelona-e-benfica-assinara-primeiro-contrato-na-base-do-flamengo.ghtml

– Escola boa depende de bons professores e estruturação!

A alegria da minha filha em fazer dever de maneira interativa com a escola: ver o sorriso na atividade do jogo da memória é algo prazeroso!

Gostaria de registrar: a professora fica on-line, conversando via celular, e a escola é Municipal (Maria das Graças Palombello, Bragança Paulista / SP). No mesmo horário de aula, ela fica 100% a disposição, enviando os conteúdos e nós os realizando.

É só dar condições aos professores, que eles mostram sua competência e superação! Aliás: palmas para a Prô Carol!

Em tempo: obviamente, há o sacrifício da disponibilidade e paciência dos pais (não é fácil arranjar esse tempo conciliando com o trabalho), além da estrutura tecnológica (internet de bom sinal, ambiente adequado e outras coisas).

Apesar de tudo isso… precisamos que as coisas voltem ao normal logo, não? Afinal, nada disso substitui o relacionamento presencial e a interação com os amiguinhos da mesma idade.

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– Participativo dever!

Muito legal!

Fizemos gelo com gelatina, espetamos palitos e pintamos uma flor com esses instrumentos. Esse foi nosso dever do Infantil IV B!

Papai sempre participando (confesso, fui eu quem se divertiu…).

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