Ufa, o dia de trabalho foi comprido, as distâncias que rodei foram grandes, mas… por hoje é só!
Começaram as provas aqui na Faditu. Confio nos meus alunos!
Ufa, o dia de trabalho foi comprido, as distâncias que rodei foram grandes, mas… por hoje é só!
Começaram as provas aqui na Faditu. Confio nos meus alunos!
Ufa! Na compriiiiida segunda-feira (hoje labutei bastante – e rodei mais ainda), terminamos a turno de trabalho com nossos alunos de Processos Gerenciais e RH na Faditu.
É muito bom ver o quanto são dedicados. E isso vale a pena!

Ouvir é melhor do que falar?
Para o aprendizado, muitas vezes, isso é uma grande verdade. E compartilho um ótimo texto abaixo:
Extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/o-uso-do-silêncio-como-forma-de-aprender-b831cfd95103
O USO DO SILÊNCIO COMO FORMA DE APRENDER
Por Prof José Renato Sátiro Santiago
A capacidade de aprender talvez seja a maior qualidade que uma pessoa pode desenvolver ao longo de sua vida. Seja qual for a idade e/ou tema em questão, compreender que, seja qual for a oportunidade ou experiência vivida, sempre será possível aprender é algo único e, o que é mais importante, nos faz manter vivos. Tinha um saudoso amigo, professor José Teixeira, um renomado preparador físico com um invejável currículo internacional, que costumava dizer: “Zé Renato, o dia em que eu não tiver mais condições de aprender, eu morro”. Confesso que tê-lo como espectador de algumas das palestras que ministrei, sempre foi o motivo de muito orgulho. Ainda assim, entendo que, para mim, seu maior legado está relacionado a esta humildade de aprender… sempre.
O processo convencionalmente adotado para o aprendizado é devidamente estruturado através de eficientes metodologias científicas, bem fundamentadas, nas diversas instituições de ensino que frequentamos ao longo de nossa vida. Quer seja a partir da socialização, da alfabetização, dos programas curriculares desde os tempos das aulas de primeiro e segunda grau, graduação, especialização e tantos outros passos, toda etapa contribui ao aprendizado, ainda que o requisito essencial não esteja relacionado a isso. Explico. O querer aprender é o fator decisivo, sem ele, nada é possível. Cabe ressaltar que isso não tem relação alguma com a obtenção de diplomas, uma vez que eles nada mais são que meros registros explícitos daquilo que realmente importa, compreender, considerar e aplicar tudo aquilo que nos foi oferecido durante o processo de aprendizado.
Engana-se, no entanto, que as maiores oportunidades de aprendizado aconteçam durante os programas formais de capacitação sobre os quais somos submetidos desde os primeiros anos do jardim de infância. O mais incrível é, justamente, gozar intensamente de todos os momentos vividos e extrair deles, algum aprendizado. O querer está, novamente, firmemente ligado a isso. E o que é mais interessante, acontece de forma mais natural, justamente, por não termos a “obrigação” de fazê-lo. Mas, cá entre nós, que bom seria, que tivéssemos isso impregnado em nosso DNA. Professor Teixeira tinha isso. Poucos têm, infelizmente. Li, recentemente, que a forma mais eficiente de aprender acontece quando não temos este intuito. Oferecer isso às pessoas é algo tão prazeroso, mas, igualmente, se permitir a isso é tão único.
Cometendo erros ou não, acertando ou não, o que basta é viver intensamente tudo aquilo que a vida nos tem a oferecer e, aproveitar, se possível, toda situação para aprender. Crescer, tornamos, cada vez mais, pessoas melhores que possam refletir a todos aqueles com os quais temos a oportunidade de compartilhar momentos, felicidade. Afinal, não há nada mais prazeroso que ser recepcionado com um sorriso, sempre que nossa lembrança passa na memória de qualquer pessoa. Isto também é aprender.
Justamente por isso, tantas outras vezes, se calar é uma prova ainda mais firme de aprendizagem. Não ter o que dizer, em tantas situações, comprova o quanto as experiências vividas nos deixou mais sábios. Pode ser, tantas vezes, bem difícil se manter em silêncio, ainda assim, saber que ele é necessário diz muito não apenas sobre nós, mas, principalmente, à respeito de tantas possibilidades e caminhos que ainda possam ser feitos, o que, talvez, fossem impossibilitados por conta de palavras colocadas em momentos menos propícios. Não me furto a afirmar que o silêncio pode ser uma luz para conquistas inimagináveis, aprendi isso e ainda que eu seja tão falível, não me furto a continuar este processo em prol de compreender, considerar e aplicar tudo aquilo que a vida me tem presenteado, momentos e pessoas.

Imagem extraída do link acima.
Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Administração. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade…

✏️ #Ensino
Platão criou a escola?
Talvez sim.
E de onde vem o termo academia?
Na imagem, uma boa explicação:
Terminamos mais uma jornada acadêmica. Tivemos boas aulas de “Responsabilidade Empresarial” na FADITU, onde pudemos falar boas coisas aos nosso alunos.
É com a Educação que faremos um país melhor.

Estou preparando uma aula sobre Moral e Ética dentro da Responsabilidade Empresarial, e fui presenteado com os ótimos conceitos do livro de Osmar Ponchirolli (vide capa na foto).
Todo professor que quiser uma leitura bem didática para os seus alunos, deveria indicá-lo. Muito bom!
Um suporte de papel higiênico (aquele rolinho que você coloca dentro do rolo de papel) é algo barato, não?
Através da luta contra assaltos a “rolinhos de papel higiênico”, uma diretora de faculdade da Bahia mostrou como é importante o respeito ao espaço público e como a luta contra a bandidagem começa pelas pequenas coisas.
Este texto é do Prof Dr Paulo Costa Lima, da UFBA, e o original pode ser acessado CLICANDO AQUI.
FACULDADE ELIMINOU ROUBOS REPONDO OBJETO FURTADO 241 VEZES
Ela decidiu peitar a bandidagem…
Minha amiga era vice-diretora da faculdade de arquitetura e o pessoal da limpeza vivia atazanando seu gabinete… Todo dia sumiam aqueles rolinhos, como é o nome daquilo..?
Aquele negócio redondinho que antigamente era de madeira e tinha uma mola por dentro, hoje é de plástico…
Entra nos dois furos da parede e segura o rolo de papel higiênico.
Ela chegava todo dia e era o mesmo caso. Roubaram os rolinhos. Não tem onde botar o papel. Os banheiros sujos. Os rolos de papel no chão, ou pior, desenrolados na cesta de lixo. Privada entupida… Pode um negócio desses?
Pensou, pensou, e acabou achando uma solução completamente original. Mandou comprar 480 rolinhos e decidiu entrar na briga. Roubavam um rolinho, ela repunha imediatamente. Roubavam 2, 3, 20 rolinhos e lá estava o substituto, novinho em folha, na cara (e nos fundilhos) dos contraventores.
Ficou com uma sensação muito boa de que com ela ninguém podia. Nem a bandidagem. Onde já se viu? Roubar os rolinhos do suporte, na intimidade do alívio de cada dia…
Não podia botar câmeras. Isso foi no início dos 90. E mesmo não ia dar certo. A universidade pública. Iam pensar que a diretoria estava filmando as pessoas nuas sabe-se lá pra quê…
Preocupava-se com o aspecto de contravenção do seu próprio ato administrativo. O que diria ao Reitor sobre esse gasto excessivo com rolinhos de suporte para papel higiênico?
Não sabia onde a coisa iria parar. Até quando iria ter que comprar pacotes de 480 acessórios? O que diria a Divisão de Material?
Mas o espírito da luta, e a nobreza da causa acabaram falando mais alto. E também pensava na economia com o gasto de papel. Afinal, teria alguns argumentos. Continuou repondo e repondo…
Quando chegou em 241 os roubos pararam. Educação completa. Ela havia vencido a guerra e não apenas uma batalha. O ladrão deve der ficado absolutamente decepcionado. Imagine que a casa dele já não devia ter lugar onde botar essas tralhas desses rolinhos…
Acho que a minha amiga realizou um experimento inusitado de enfrentamento da contravenção.
Flexionando o espaço-tempo da propriedade gerou uma abundância artificial que eliminou o sentido do roubo.
Já pensou se esse pequeno modelo se espalha? Teria que dar dinheiro para todos os ladrões e todos os corruptos até que eles não quisessem mais… seria o fim da bandidagem e do capitalismo… (rsrsrs)… o fim da pena de morte por corrupção na China?
E tem mais. Ela demonstrou até onde deve ir essa história de tolerância zero. A violência começa nos banheiros, no desrespeito ao outro…
Leituras e associações:
1. a noção (ou falta de noção) do espaço público entre nós;
2. falha estrutural do contrato social: levar vantagem;
3. também acontece com livros nas bibliotecas públicas, muitas vezes levados por gente tida como acima de qualquer suspeita;
4. não é um problema dos pobres, que muitas vezes são bem mais decentes que médios e ricos;
5. o banheiro público aciona espaços discursivos aparentemente caóticos, típicos dessa situação – o palavrão, a obscenidade, a infâmia, o humor rasgado -, marcas culturais dos “sem contrato”;
6. os comentários da internet (inclusive no Terra) retomam muitas vezes esse ambiente, que alia franqueza bruta e falta de limite quase perversa com relação ao ‘outro’; existe o outro?
7. violência e pertencimento (ou falta de pertencimento) se interpenetram o tempo todo;
8. esse é um grande tema para a campanha presidencial.
9. na contramão de tudo isso: um projeto maravilhoso de caixas de livros nos pontos de ônibus; o sujeito leva o que quiser pra casa (depois traz de volta, lido); está acontecendo na cidade de Vitória da Conquista, interior da Bahia.
Imagem extraída da Web.
A resposta a esse questionamento pode estar nesse ótimo arquivo de Arnaldo Niskier, membro da Academia Brasileira de Letras.
Compartilho abaixo, extraído da Folha de São Paulo, 19/09/2016, pg A3.
O BOM PROFESSOR
Pesquisas recentes demonstram que a habilidade de ensinar não é inata. Assim como treinadores ajudam atletas a melhorar em suas modalidades, professores também podem ter suas vocações aprimoradas.
Sabe-se que o segredo para notas excelentes e estudantes bem-sucedidos não são os colégios elegantes, turmas pequenas ou equipamentos mirabolantes. São os professores. É a principal conclusão da reportagem publicada na revista “The Economist”, de 11 de junho de 2016.
No mundo todo, poucos professores são suficientemente bem preparados. Em países pobres, muitos recebem pouco treinamento. Em países ricos, o problema é mais sutil. Os professores se qualificam, seguindo um curso longo que, normalmente, envolve discussões rasas sobre diversas teorias.
Alguns desses cursos, inclusive mestrados em educação, não têm nenhum efeito sobre quão bem os alunos dos seus graduados acabam sendo ensinados. As escolas negligenciam os seus alunos mais importantes: os próprios professores.
É preciso aprender como transmitir conhecimento e preparar jovens mentes para recebê-lo. Bons professores definem objetivos claros, aplicam padrões altos de comportamento e administram o tempo em sala de aula com sabedoria.
Usam técnicas comprovadas de ensino para garantir que todas as cabeças estejam funcionando todo o tempo -como, por exemplo, fazer perguntas na sala de aula, escolhendo o aluno que irá responder, em vez de perguntar e esperar uma resposta, o que sempre leva a ter os mesmos alunos ansiosos levantando as mãos.
A aplicação dessas técnicas é mais fácil em teoria do que na prática. Com o ensino, o caminho para a maestria não é uma teoria confusa, mas sim uma intensa prática orientada, baseada no conhecimento do assunto e métodos pedagógicos.
Os estagiários deveriam ficar mais tempo em sala de aula. Os países onde os alunos têm o melhor desempenho fazem professores inexperientes passar por um aprendizado exigente.
Na América, as escolas com alto desempenho ensinam os estagiários em sala. Acertar nos incentivos também ajuda. Em Xangai, os professores ensinam somente de 10 a 12 horas por semana, menos que metade da média americana de 27 horas.
Estudos recentes da Universidade Harvard destacam o poder do bom ensino. Mas uma pergunta persegue os criadores de políticas: “Bons professores nascem bons ou se tornam bons?”. Preconceitos na cultura popular sugerem a última opção. Professores ruins são vistos como pessoas preguiçosas que odeiam crianças.
Edna Krabappel, de desenho “Os Simpsons”, trata as aulas como obstáculos para chegar aos intervalos. Enquanto isso, professores bons e inspiradores são vistos como pessoas dotadas de dons sobrenaturais.
Em 2011, um levantamento sobre atitudes em relação à educação verificou que essas visões indicam a crença das pessoas: 70% dos americanos acreditavam que a habilidade de ensinar resultava mais de talento inato que de treinamento.
As instituições que preparam professores precisam ser mais rigorosas. Mudanças nos sistemas escolares são irrelevantes se não mudarem como e o que as crianças aprendem. Para isso, importa o que os professores fazem e acham. A resposta, afinal, está na sala de aula.

Já reparou como tem gente que escreve de maneira violenta, arrogante ou odiosa nas redes sociais? Ou que publica uma vida inexistente de beleza e felicidade?
Pra quê?
Muitos ofendem o próximo com palavrões via Twitter, coisa que pessoalmente não fariam. Outros usam do Facebook para destilar veneno por X ou Y (na política isso acontece demais). No Instagram, um mundo de belas paisagens, sorrisos e outras coisas que encantam – quando, vez ou outra, surge um idiota ameaçando você de qualquer coisa que nunca se imaginou!
Novamente: pra quê?
Parece que nesse âmbito, as Redes Sociais tornaram-se a arquibancada do século XXI, onde se permite e se pode tudo! Pensa-se que é terra de ninguém, maltrata-se por qualquer coisa, se difama por bobagem e desrespeita-se a opinião alheia.
Uma derradeira vez: pra quê?
Por muitas vezes, as Redes Sociais se tornam Antissociais, nos levando a pensar: por quê estamos inseridos nelas?
E você: por quê está? Precisa mesmo delas?
Conheço muita gente que está fora e não sente necessidade de estar. Muitas vezes, penso: vale a pena abandoná-las… mas aí você repensa sobre os contatos que tem, as atividades profissionais que possam ser exercidas através delas e pela comodidade / diversão de estar nesse mundo virtual. E desiste de sair!
Enfim: use com moderação, sem deixar que se torne um vício. Não as faça como algo obrigatório, desconfie das publicações que ali existam e cuidado com suas postagens, pois, afinal, dependendo do teor, haters podem surgir. E aí você se cansará delas.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Administração. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade…

✏️ #Ensino
Terminamos mais uma jornada acadêmica. Tivemos boas aulas de “Plano de Negócios” na FADITU, onde pudemos falar boas coisas aos nosso alunos.
É com a Educação que faremos um país melhor.

Domingo é dia também de…
Preparar aulas para a Faculdade!
Vamos encarar?

E nessa noite estivemos na FADITU, falando aos nossos alunos sobre Jogos de Empresas, possibilitando grande conhecimento à carreira estudantil e profissional deles.
É somente com a Educação que faremos uma sociedade melhor.

🖊️ #Educação.
Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Administração. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade…

✏️ #Ensino
Unir o útil ao necessário:
– Preparando aulas de Plano de Negócios,
– Fazendo uma relaxante fisioterapia de gelo no joelho…
A mente e os meniscos agradecem.
Transtorno ou Má Educação?
Entenda as diferenças, a fim de ajudar na Educação das nossas crianças,
em: https://www.instagram.com/reel/DNiPQ6OtBnC/?igsh=MWljcWZ4ZW1hbHV0MA==
Chega por hoje! Hora de descansar.
Tivemos ótimas aulas na disciplina de Responsabilidade Empresarial aqui na FADITU.
Amo o que faço, e ver os alunos aprendendo, é bom demais.

E hoje encerramos a Semana Acadêmica Faditu!
Parabéns a todos os envolvidos. Ficamos orgulhosos com tudo o que tivemos aqui. A Educação agradece!

Muito bom ver os nossos alunos aproveitando as palestras oferecidas na Semana Acadêmica Faditu.
Trazer profissionais reconhecidos no mercado, permitir a interação e desenvolver os conhecimentos, sempre será relevante à comunidade estudantil.
Hoje: Geração Z, Inteligência Artificial e Desafios na Liderança, com o querido Prof Dr Mauro Ribeiro.

Sua conversação evolui à medida que você se desliga da tradução das palavras de forma isolada, e aprende a usar grupos de palavras amigas, ou seja, …
Continua em: 20 Expressões com Make

Este é um lugar onde os jovens poderão aprender e crescer. Onde os idosos encontrarão respeito e onde cada geração encontrará a ligação vital com …
Continua em: Centro de Saberes Tenetehar, a primeira Universidade Indígena 1.2
Hoje tivemos o início da Semana Acadêmica FADITU!
Muitos alunos, gente inteligente e o melhor ambiente acadêmico possível.
Que nossos discentes e a comunidade tenham aproveitado bastante.

Amigos, o mundo está enlouquecido.
As crianças deveriam ter no esporte algo lúdico e educativo. Os pais deveriam se valer do futebol como algo disciplinador para as mesmas. As entidades esportivas deveriam se regozijar pelas virtudes da atividade saudável.
Porém…
Leio que a FPF proíbe não só torcida única, mas qualquer torcedor em jogos das categorias sub 11 e sub 12 da entidade, por recomendação do TJD-SP.
Abaixo:
PORTÕES FECHADOS!
O futebol de crianças deve ser sinônimo de aprendizado, convivência, diversão e alegria.
Quando atitudes de torcedores ameaçam este ambiente, precisamos agir.
Por causa do mau comportamento dos adultos, as crianças do Paulista Sub-11 e Sub-12 jogarão com portões fechados por duas rodadas. A medida, em caráter educativo, é uma decisão da Federação Paulista de Futebol por recomendação do Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol Paulista, em decorrência do crescente número de casos de violência, hostilidade e até ofensas racistas e homofóbicas contra as crianças.
Friends, the world is insane.
Children should have in sports something fun and educational. Parents should use football as a disciplining tool for them. Sports organizations should rejoice in the virtues of healthy activity.
However…
I read that the FPF has not only banned single-team fan sections but also any fans at all from U-11 and U-12 games, on the recommendation of the TJD-SP.
BELOW:
CLOSED GATES!
Children’s football should be a synonym for learning, social interaction, fun, and joy.
When the attitudes of fans threaten this environment, we need to act.
Because of the bad behavior of adults, the children in the Paulista U-11 and U-12 categories will play with closed gates for two rounds. The measure, of an educational nature, is a decision by the Paulista Football Federation upon recommendation from the Paulista Football Sports Justice Court, due to the growing number of cases of violence, hostility, and even racist and homophobic offenses against the children.
Amigos, o mundo está enlouquecido.
As crianças deveriam ter no esporte algo lúdico e educativo. Os pais deveriam se valer do futebol como algo disciplinador para as mesmas. As entidades esportivas deveriam se regozijar pelas virtudes da atividade saudável.
Porém…
Leio que a FPF proíbe não só torcida única, mas qualquer torcedor em jogos das categorias sub 11 e sub 12 da entidade, por recomendação do TJD-SP.
Abaixo:
PORTÕES FECHADOS!
O futebol de crianças deve ser sinônimo de aprendizado, convivência, diversão e alegria.
Quando atitudes de torcedores ameaçam este ambiente, precisamos agir.
Por causa do mau comportamento dos adultos, as crianças do Paulista Sub-11 e Sub-12 jogarão com portões fechados por duas rodadas. A medida, em caráter educativo, é uma decisão da Federação Paulista de Futebol por recomendação do Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol Paulista, em decorrência do crescente número de casos de violência, hostilidade e até ofensas racistas e homofóbicas contra as crianças.
Friends, the world is insane.
Children should have in sports something fun and educational. Parents should use football as a disciplining tool for them. Sports organizations should rejoice in the virtues of healthy activity.
However…
I read that the FPF has not only banned single-team fan sections but also any fans at all from U-11 and U-12 games, on the recommendation of the TJD-SP.
BELOW:
CLOSED GATES!
Children’s football should be a synonym for learning, social interaction, fun, and joy.
When the attitudes of fans threaten this environment, we need to act.
Because of the bad behavior of adults, the children in the Paulista U-11 and U-12 categories will play with closed gates for two rounds. The measure, of an educational nature, is a decision by the Paulista Football Federation upon recommendation from the Paulista Football Sports Justice Court, due to the growing number of cases of violence, hostility, and even racist and homophobic offenses against the children.
Terminamos mais uma jornada. E no turno da noite, tivemos ótimas aulas!
Dá gosto fazer o que se gosta! Hoje, na Faditu, trabalhamos com Jogos de Empresas.

✏️ #ensino
Quem disse que não podemos adaptar o Entretenimento para ajudar na Educação?
Nossos alunos do Curso de Administração de Empresas da FADITU tiveram a oportunidade de assistir um episódio do Programa “Pesadelo na Cozinha” – Episódio Burguer One, a fim de falarmos sobre as funções do administrador (planejar, organizar, dirigir e controlar), na disciplina TGA.
A cada ação calamitosa dos gestores da hamburgueria, paralisávamos o vídeo e debatíamos sobre as citadas funções. De fato, uma atividade muito proveitosa que tivemos.
Nas nossas atividades na Faditu hoje, trabalhamos vários assuntos importantes com nossos alunos.
Como é bom lecionar para quem quer aprender!
Viva a Educação.
