– Sobre Planos de Saúde…

Por que a gente paga tão caro os planos de saúde?

Por que a fila para qualquer profissional médico é demorada?

Por que tem especialidade que leva meses (e se fizer no particular, é na mesma semana)?

Ah, Brasil…

– Os Administradores Conseguem Explicar sua Utilidade?

Stephen Kanitz, grande consultor em Administração de Empresas, publicou em um de seus numerosos e importantes artigos um pensamento interessante:

A maioria dos administradores não consegue provar a sua utilidade nem explicar o que exatamente faz”.

De tal afirmação, surgiu o texto abaixo extraído de http://t.co/6zXcXpJN

E aí, você concorda com  ele?

O ESTILO GERENCIAL DO ADMINISTRADOR

Toda profissão tem um estilo gerencial próprio. Ela depende das necessidades da profissão e de seus valores.

Muitos engenheiros, por exemplo, são perfeccionistas. Perfeccionismo é uma necessidade, ou um valor que muitos engenheiros possuem. O trabalho tem que ser bem feito, custe o que custar.

Por outro lado, advogados são detalhistas. São capazes de gastar horas em uma cláusula de contrato que provavelmente nunca será necessária. O trabalho é demorado, mas quando pronto o contrato cobrirá todos os detalhes e todas as incertezas do futuro. É isto que define um contrato bem feito.

Ambas as profissões administram suas vidas sob estilos gerenciais diferentes, definidos pelos seus valores e necessidades.

Por isto, todas as profissões entram em conflito com a profissão do administrador. Elas acham, incorretamente que o estilo gerencial do administrador é conflitante ou então desnecessário.

Por isto, tantas profissões, empresários e governadores não valorizam o administrador, porque não acham que nosso estilo administrativo seja superior, muito pelo contrário, “vocês não entendem nada de engenharia e advocacia”.

Pergunte a um engenheiro, advogado ou psicólogo qual é o estilo gerencial do administrador, e eles provavelmente também usariam um único adjetivo.

Provavelmente nos definiriam de “imediatistas”, preocupados com lucros de curto prazo, como Paul Krugman e seus colegas não param de escrever no New York Times.

Administradores, segundo a visão popular, querem tudo para “ontem”, vivem dizendo que “o ótimo é o inimigo do bom”, que precisamos mais de “acabativa” e não de iniciativa.

A maioria dos administradores, infelizmente, não consegue provar a sua utilidade nem sabe explicar exatamente o que faz. Por isto, eles não ganham o que merecem, por isto não são valorizados.

Muitos acham que administrar é liderar, executar, coordenar. Isto está até escrito em inúmeros livros de Administração adotados pelas nossas Faculdades de Administração. Uma tristeza!

Vou apresentar uma das funções básicas do administrador, e que define em linhas gerais o seu estilo, e que surpreendentemente muitos administradores sequer ouviram falar nas grandes escolas de Administração como FGV, Insper, Ibmec e USP.

Basicamente, a função do administrador é não permitir que  problemas se acumulem.

Uma organização complexa, que é a empresa moderna, requer a cooperação de milhares de pessoas, dentro e fora da empresa. E, esta cooperação gera inúmeros problemas que se não forem solucionados a tempo afetarão todos os parceiros envolvidos na empresa.

Não permitir que problemas se acumulem talvez seja a tarefa mais importante para o bom andamento de toda família, empresa e nação.

Quando o mundo era gerido por açougueiros, padeiros e fábricas de alfinetes, como observou na época  Adam Smith, de fato não havia muitos problemas “acumulados”, e nem havia necessidade para se contratar administradores. Tudo funcionava pela Mão Invisível do mercado, não pela “Mão Visível” do administrador, como apontaria 200 anos depois  seu livro com este mesmo título Alfred Chandler.

Hoje, o mundo é bem mais complexo e rápido, razão pela demanda crescente de profissionais em administração.

Toda empresa e nação precisa de um corpo de profissionais treinado e dedicado a resolver os problemas de forma rápida.

Não somos imediatistas como muitos acreditam, nós simplesmente estamos evitando que problemas se acumulem um atrás do outro, e nestes casos rapidez de raciocínio e ação são essenciais.

Por isto, nós nos preocupamos tanto com acompanhamento, qualidade total, processos, auditoria, recursos humanos, etc.

Infelizmente, não é assim que a maioria dos intelectuais brasileiros que ocuparam tantos cargos de destaques neste país pensam.

Toda a filosofia de ensino, pelo menos a partir do iluminismo e cientificismo, é voltada para resolver problemas corretamente, até a segunda casa decimal. Rapidez, só no vestibular.

Todos os dados precisam ser precisos e rechecados. Todas as variáveis precisam ser “controladas”. O ser humano precisa estar “absolutamente certo”, o refrão do programa “O Céu é o Limite”.

Quando se acusa o PSDB de ficar sempre em cima do muro, na realidade se comete uma injustiça. Eles não evitam decidir ou tomar partido, na realidade seus intelectuais são simplesmente mais demorados na tomada de decisão, como todo intelectual.

Só que resolver problemas corretamente hoje em dia não é suficiente. Eles precisam ser resolvidos rapidamente, algo que nossos formadores de opinião, jornalistas e acadêmicos simplesmente não compreendem.

Temos que tomar decisões com os dados que temos, não com os dados que gostaríamos de ter.

O Brasil é um país atrasado porque estamos eternamente acumulando problemas.

É tão óbvia esta constatação que espanta que nossa opinião pública, nossos intelectuais e professores de história nunca perceberam esta simples verdade da história brasileira.

Quando se diz que precisamos fazer a Reforma Política, a Reforma Tributária, a Reforma Judiciária, o que queremos dizer é que deixamos tantos problemas se acumularem nestas áreas que somente uma ampla reforma resolverá o problema.

Se tivéssemos resolvido os problemas na medida que surgiram, o Brasil teria evoluído, teria caminhado para um sistema ótimo, em vez de termos que criar revoluções e enormes reformas de tempos em tempos, que no fundo nos atrasam ainda mais.

Temos problemas no judiciário, na previdência, na logística, na infraestruturua, na educação, na economia, simplesmente porque não temos um estilo gerencial que se preocupa com a rápida solução de problemas. Eproblemas que se acumulam crescem exponencialmente, não linearmente, como todo administrador sabe por experiência.

Quatro entre cinco empresas quebram no Brasil, porque são geridas por profissões que não percebem que problemas não podem se acumular. Aí, qualquer crise ou evento fora do comum, as abate.

Nenhuma empresa quebra por uma única razão, nenhum avião cai por causa de um único problema. Estas quatro empresas quebram a um custo de capital monstruoso para o país, por falta de um estilo gerencial apropriado.

O Brasil não poupa o suficiente para crescer; e pior, torramos 80% desta poupança em empresas que irão quebrar em quatro anos.

Eu não diria, e nunca disse, que o estilo gerencial do administrador é superior ao do engenheiro, do advogado ou do economista.

Infelizmente, estas profissões se sentem ameaçadas pelos administradores, à toa.

Não queremos comandar, gerir, tomar o lugar de ninguém.

Quero deixar claro para todo empresário, sociólogo, economista e político que possa se sentir ameaçado, que o estilo do administrador não é superior.

Ele é simplesmente necessário.

Não podemos permitir que nossos problemas se acumulem simplesmente porque cada profissão acha que seu estilo gerencial é superior.

Nós administradores aceitamos que engenheiros sejam perfeccionistas, que advogados sejam detalhistas, que economistas queiram dados precisos, mas tudo isto tem de ser adequado para não atrapalhar os outros dentro da empresa ou do governo.

Não podemos ficar esperando enquanto os outros seguem seus estilos individuais.

Engenheiros, advogados e economistas precisam entender que seus estilos gerenciais são superiores e apropriados, quando se trabalha sozinho, mas quando se trabalha em grupo é necessário conciliar.

Trabalhando em grupo, um simples atraso numa reunião atrapalha os outros, imaginem um problema que  não foi solucionado por anos a fio.

Quando vejo acusarem administradores e empresários de “imediatistas”, que pensamos somente no curto prazo, percebo que estas pessoas nada entendem das funções do administrador, de crescimento, de justiça social, de democracia e de um mundo feliz cheio de realizações, porque tudo é feito na velocidade necessária.

Se você está cansado de um país estagnado, que cresce aquém de suas possibilidades, que acumula pobreza, corrupção, injustiça e inúmeros problemas, converse mais com um administrador. Ele o ajudará a decidir e implantar suas ideias muito mais rapidamente do que você vem fazendo até hoje.

O Estilo Gerencial do Administrador - Stephen Kanitz

Imagem extraída de: https://blog.kanitz.com.br/estilo-gerencial-administrador/

– Black Friday pra Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

Imagem relacionada

– Este mar é meu!

Por José Horta Manzano – Você sabia? A expressão águas territoriais define, em grandes linhas, a superfície marítima que pertence a cada país com saída …

Continua em: Este mar é meu

– 3 anos do Pix!

Hoje, faz 3 anos que o Pix surgiu como opção de pagamento. Além de fazer com que o Cartão de Débito “diminuísse” nas negociações (os comerciantes agradecem, pois o Pix não tem taxa), proporcionou uma redução de 8% de negócios em dinheiro vivo!

Viva o Pix, pois é prático e não tem tarifa.

– Os influencers de finanças.

Existe uma onda de influenciadores financeiros no Brasil, que assusta!

Consultores de investimentos, influencers ou educadores econômicos: não importa o nome, eles se proliferam na Internet e querem ditar como agimos.

Claro que existem os bons, experientes e que ajudam. Não fazem isso de graça, óbvio. Mas há os enganadores, aqueles que dizem que te deixarão rico em poucos dias e dão fórmulas milagrosas. Todo dia surge um novo guru financeiro…

Parece tão fácil o que dizem, né? Ah, se assim fosse.

Foto extraída de: https://medium.com/desacomodando-life/temos-que-falar-de-dinheiro-f86e39af5a19, no artigo de Alessandra Oliveira.

– E se você receber um pix por engano?

É esclarecedor, embora deveria ser algo lógico: o que não é da gente, tem que ser devolvido.

Se você receber um pix por engano, DEVOLVA-O!

– Toblerone a Vintão?

Nunca mais comi um toblerone.

Pudera… olhe só o preço!

Se tá difícil para o chocolate mais barato, imagine para o mais caro

– O efeito Ozempic: ele mudará a sociedade? Até na Bolsa de Valores dos EUA os efeitos são sentidos…

Você também não se assusta com a febre “Ozempic“, o medicamento para emagrecer que virou moda nos EUA?

Agindo no combate à saciedade, tem feito a indústria de alimentos repensar as porções de seus produtos e mexe diretamente na Economia do país.

E quando ele chegar ao Brasil?

Extraído de: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2023/10/08/efeito-ozempic-leva-empresas-americanas-a-repensarem-modelo-de-negocios-entenda.ghtml

EFEITO OZEMPIC LEVA EMPRESAS AMERICANAS A REPENSAREM MODELO DE NEGÓCIOS

Walmart já percebeu redução na cesta de compras da sua clientela. Fabricantes de alimentos pensam em reduzir tamanho de produtos e recalculam suas estratégias

Como um consumidor menos faminto e com menos impulsos afeta o meu modelo de negócios? Essa é a pergunta que algumas empresas se fazem nos Estados Unidos, à medida que as vendas de medicamentos com efeito sobre o apetite, como Ozempic e Mounjaro , disparam.

Empresas como a gigante do varejo Walmart e a Conagra Brands, de alimentos, estão avaliando quanto os medicamentos para diabetes conhecidos como GLP-1s, cada vez mais usados para perda de peso, devem ser considerados em suas estratégias. As decisões que tomarem agora podem repercutir nos próximos anos, então a pressão para acertar é grande.

“As empresas vão exagerar. Os investidores inteligentes, vão agir, mas mais lentamente”, disse Gary Stibel, CEO da New England Consulting Group, que assessora empresas de consumo e saúde.

John Furner, CEO das operações dos EUA da Walmart, recentemente disse que a varejista está observando um “pequeno recuo na cesta geral” de compras de alimentos como resultado dos medicamentos, mas acrescentou que ainda é cedo para tirar conclusões definitivas.

Já o CEO da Conagra, Sean Connolly, disse aos investidores esta semana que sua empresa está analisando os dados e poderia oferecer porções menores no futuro se essa for a evolução das preferências.

Efeitos na Bolsa americana

Os comentários impactaram o mercado: o índice S&P 500 de Consumo Básico caiu 0,5% na sexta-feira.

Analistas do Bank of America projetaram riscos para as empresas de lanches e bebidas, dado que os GLP-1s reduzem o apetite – e também parecem reduzir o impulso de beber.

Mas não são apenas as categorias óbvias relacionadas a alimentos que podem ser afetadas. A perda de peso com os GLP-1s pode impulsionar reformas no guarda-roupa, de acordo com o Bank of America, especialmente entre os mais ricos, que podem arcar com esses medicamentos, que atualmente custam mais de US$1.000 por mês.

Varejistas do segmento plus size, como a Torrid Holdings, podem ver as vendas diminuírem, enquanto fabricantes de roupas fitness e artigos esportivos, como a Lululemon e a Deckers Outdoor, podem se beneficiar de estilos de vida mais saudáveis.

Jessica Ramírez, analista da Jane Hali & Associates, disse que a pandemia forneceu um potencial estudo de caso recente, já que muitos consumidores ganharam peso, enquanto outros perderam.

– Eles tiveram que repor o guarda-roupa – disse Jessica, observando que as empresas de vestuário não tiveram problemas em ajustar suas ofertas.

Empresas intensificam análise do efeito dos medicamentos no mercado

As empresas estão intensificando sua análise dos medicamentos diante de uma crescente sensação na comunidade científica de que os tratamentos representam uma verdadeira revolução.

Os cientistas estudam o hormônio GLP-1 há mais de três décadas, mas os medicamentos mais novos e potentes, como Wegovy e Mounjaro, abriram portas para novas descobertas e usos potenciais além da obesidade e diabetes.

– Estamos ainda aprendendo para o que mais isso pode ser bom. Trata-se de um território totalmente novo – disse Daniel Drucker, codescobridor do hormônio GLP-1, que é professor de medicina na Universidade de Toronto.

No mundo dos negócios, a maioria dos executivos ainda está adotando uma abordagem cautelosa.

Adnan Durrani, CEO da Saffron Road, que produz refeições congeladas, wraps de frango e lanches embalados de grão-de-bico crocante, disse que as empresas de lanches “estão falando sobre utilizar embalagens menores e coisas do tipo, e isso é um pensamento meio insensato porque ainda é muito cedo para saber o quanto isso vai impactar o comportamento do consumidor.”

Durrani lembrou a moda do olestra dos anos 1990, quando o substituto de gordura invadiu rapidamente as prateleiras de alimentos antes de ser descartado devido aos seus efeitos colaterais desagradáveis.

Bill Chidley, cofundador da consultoria de marca ChangeUp, citou o “efeito chicote” que essas tendências podem criar, lembrando das bolachas sem gordura e com baixo teor de gordura da SnackWell, que desapareceram do mercado.

A Dieta Atkins, que restringe o consumo de carboidratos e voltou a ganhar popularidade no início dos anos 2000, também é instrutiva. Ela impulsionou toda uma categoria de produtos, incluindo ketchup com baixo teor de carboidratos, sorvetes e refrigerantes.

Empresas como a American Italian Pasta Co., na época a maior fabricante de massas dos EUA, e a Krispy Kreme foram atingidas pela dieta, enquanto a Interstate Bakeries Corp., que era fabricante dos bolinhos Twinkies, citou a tendência quando pediu falência em 2004.

Mas em 2005, empresas como a General Mills estavam mudando de rumo, já que a popularidade da dieta diminuiu devido à falta de evidências de que ela proporciona uma perda de peso duradoura.

“Nós vivemos o que eu acho que acabou sendo uma moda, como nós prevíamos”, disse Richard Rosenfield, na época executivo da California Pizza Kitchen, em 2005. “Nunca pareceu afetar nossos negócios. Fomos muito bem durante essa loucura.”

Mas a Dieta Atkins não sumiu de todo. O Chipotle Mexican Grill tem tigelas de burrito para quem busca uma alimentação restrita em carboidratos. A Starbucks vende refeições proteicas de queijo e ovos.

A experiência pode ser instrutiva hoje, à medida que os analistas recalibram suas projeções com base no impacto esperado dos medicamentos. A Walmart, por exemplo, pode querer pensar duas vezes antes de encolher drasticamente sua seção de mercearia.

Em pesquisa, 70% dos entrevistados dizem estar comendo menos

Mesmo assim, descobertas recentes são surpreendentes. Uma pesquisa com usuários de GLP-1 pela Jefferies mostrou que mais de 40% dos entrevistados disseram que estavam comendo menos fora de casa. Uma porcentagem semelhante de pessoas relatou que estava pedindo menos comida.

Cerca de 70% disseram que estão comendo menos no geral, e aproximadamente a mesma quantidade relatou “maior consciência dos benefícios nutricionais dos alimentos”.

Com base nos resultados, os analistas da Jefferies afirmam que empresas de refeições prontas, incluindo Campbell Soup e Hershey, poderiam ser negativamente afetadas.

A situação, no entanto, não é tão clara, já que os analistas também apontam que cerca de 60% dos entrevistados planejam parar de usar GLP-1s assim que atingirem o peso desejado.

“Portanto, a questão permanece se os novos hábitos alimentares continuarão uma vez que o uso do medicamento diminua”, escreveram eles.

Os padrões de uso são outra incógnita. Os pacientes muitas vezes recuperam peso depois de parar de tomar os medicamentos, e os especialistas dizem que pode ser necessário tomar os remédios pelo resto da vida a fim de manter o peso.

“Sempre passamos por esses ciclos de um novo medicamento milagroso, um novo ingrediente alimentar milagroso”, disse Durrani, da Saffron Road.

Imagem de Getty Images, extraída de: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn064lnzd62o

– O Prêmio Nobel de Economia vai para uma mulher, que falou sobre mulheres!

Claudia Goldin, que fez um levantamento preciso sobre desafios contemporâneos e históricos das mulheres no trabalho e suas limitações, ganha o Nobel de Economia 2023.

Do Estadão.com, republicado e Isto É: https://istoedinheiro.com.br/premio-nobel-de-economia-2023-vai-para-claudia-goldin/

PRÊMIO NOBEL DE ECONOMIA VAI PARA CLAUDIA GOLDIN

O Prêmio Nobel de Economia de 2023 foi concedido nesta segunda-feira, 9, para a americana Claudia Goldin, “por ter avançado nossa compreensão dos resultados do mercado de trabalho das mulheres”, afirmou a Academia Real de Ciências da Suécia. Ela é apenas a terceira mulher a receber o Nobel de Economia: antes dela, Elinor Ostrom foi a vencedora em 2009 e Esther Duflo em 2019.

Os organizadores do Nobel afirmam que Claudia “apresentou o primeiro relato abrangente sobre os rendimentos das mulheres e a participação no mercado de trabalho ao longo dos séculos”, descobrindo fatos novos e surpreendentes sobre os papéis históricos e contemporâneos das mulheres no mercado de trabalho. As limitações impostas às escolhas das mulheres, historicamente e hoje, pelo casamento e pela responsabilidade pelo lar e pela família está no centro das análises e modelos explicativos de Claudia.

Diferente dos outros prêmios Nobel, o de Economia não foi estabelecido no testamento de Alfred Nobel de 1895, mas pelo banco central sueco em sua memória. O primeiro vencedor foi escolhido em 1969.

No ano passado, o prêmio foi concedido ao ex-presidente do Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos) Ben S. Bernanke e dois economistas dos Estados Unidos, Douglas W. Diamond e Philip H. Dybvig, por estudos sobre bancos e crises financeiras. O comitê avaliou que o trabalho dos três economistas estabeleceu as bases para lidar com essas crises, mostrando como é vital evitar colapsos de bancos.

Nobel 2023

Os anúncios do Prêmio Nobel 2023 começaram no dia 2 de outubro, com os responsáveis por criar a tecnologia da vacina de mRNA recebendo o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina: a bioquímica húngara Katalin Karikó e o imunologista americano Drew Weissman. As descobertas da dupla permitiram o desenvolvimento em tempo de recorde de imunizantes contra a covid-19 em 2020, o que contribuiu para frear a maior pandemia do último século, com quase 7 milhões de vítimas (700 mil delas no Brasil).

Três pesquisadores levaram o Prêmio Nobel de Física no dia 3. Os cientistas Pierre Agostini, Ferenc Krausz e Anne L’Huillier foram homenageados pelos trabalhos em métodos experimentais que geram pulsos de luz para o “estudo da dinâmica eletrônica na matéria”. Anne L’Huillier é apenas a quinta mulher a ganhar a láurea na categoria da Física.

O Prêmio Nobel de Química foi concedido na quarta-feira, 4, aos pesquisadores Moungi G. Bawendi, Louis E. Brus e Alexei I. Ekimov. Eles desenvolvem trabalhos na área de nanotecnologia. O trio foi reconhecido pelas pesquisas sobre pontos quânticos, nanopartículas tão pequenas que seu tamanho determina suas propriedades. Esses pequenos componentes têm uso na área de eletrônica, como TVs e lâmpadas LED, computação, e na Medicina avançada, como em cirurgias de remoção de tecidos tumorais.

O norueguês Jon Fosse foi anunciado como vendedor do Prêmio Nobel de Literatura 2023 na quinta-feira, 5, por “suas peças e prosas inovadoras que dão voz ao indizível”, segundo a Academia Sueca. Fosse é considerado um “Beckett do século 21”.

Já o Prêmio Nobel da Paz de 2023 foi concedido na sexta-feira, 6, para a ativista iraniana dos direitos das mulheres Narges Mohammadi. Mohammadi já foi presa 13 vezes no Irã e condenada a 31 anos de prisão por conta de seu ativismo. Mesmo da prisão, ela foi uma das lideranças da onda de protestos no ano passado no Irã após a morte de Mahsa Amini, uma jovem de 22 anos que foi morta após ser detida pela polícia iraniana em Teerã sob a acusação de não usar o hijab, véu que cobre os cabelos, de maneira adequada.

Prêmio Nobel de Economia 2023 vai para Claudia Goldin

Imagem: reprodução da Wikipedia

 

– Salário Mínimo de R$ 25.000,00 na Suíça? E ainda é pouco…

O que lhe parece ganhar R$ 25.000,00 por mês?

No Brasil, seria um excelente salário. Mas na Suíça, com o altíssimo custo de vida, não é! E justamente esse valor é o Salário Mínimo de lá.

Abaixo, extraído de: https://brasildelonge.com/2020/10/01/salario-minimo-suico/

SALÁRIO MÍNIMO SUÍÇO

por José Horta Manzano

A noção de salário mínimo está tão ancorada nos costumes brasileiros, que a gente imagina que a garantia de um piso salarial exista no mundo todo. Não é bem assim. Tal como ocorre com o 13° salário, que não é obrigatório por toda parte, também o salário mínimo não é universal. Embora a paga mínima legal seja bastante difundida, trabalhadores de países importantes como, por exemplo, Itália, Áustria, Suécia não contam com essa garantia.

A Suíça é um caso especial. Como meus distintos e cultos leitores sabem, o país é uma confederação, ou seja, um Estado nacional composto por cantões que gozam de forte autonomia. Tirando a defesa nacional, a política monetária, a legislação aduaneira, a segurança nacional e a política externa, os cantões têm ampla autonomia de decisão. A política salarial faz parte das atribuições de cada cantão.

Assim, cabe ao governo de cada cantão legislar sobre a matéria. A maior parte deles ainda não achou oportuno estabelecer um salário-base válido para todo o território cantonal. Diferentes categorias profissionais, por seu lado, firmaram convenção coletiva fixando um piso salarial para o setor. Por exemplo, o sindicato dos padeiros pode ter conseguido um salário mínimo para a categoria, enquanto o sindicato dos balconistas de farmácia pode não ter firmado ou simplesmente não estar interessado no assunto.

Em plebiscito realizado domingo passado, os eleitores de Genebra aprovaram a instituição de um salário mínimo cantonal. O valor do piso salarial válido no território cantonal para todas as categorias é de 23 francos suíços por hora. Para quem trabalha em período integral (42h por semana), isso dá (pasmem!) 4.186 francos por mês, pouco mais de 25.000 reais ao câmbio de hoje. É com certeza o salário mínimo mais elevado do mundo. Na própria Suíça, nenhum outro cantão fixou montante tão alto.

Pode parecer quantia exorbitante, mas não é. Para sobreviver com menos que isso, uma família de quatro pessoas teria dificuldade. Só de aluguel, vai metade do salário. Em seguida, tem de pensar no seguro de saúde, que custa os olhos da cara. É que o país não conta com um sistema nacional de saúde, como o Brasil. Todos os cidadãos têm obrigatoriamente de estar cobertos por empresa particular, mas cada um é livre de escolher a companhia com a qual quer concluir o seguro. Assim mesmo, seja qual for o plano escolhido, não sai barato. Cobrir os quatro membros da família de nosso exemplo, com plano bem básico, não vai sair por menos de 1000 francos (uma quarta parte do novo salário mínimo). Em seguida, tem de se vestir, se transportar, se aquecer, se alimentar – tudo muito caro.

Normalmente, a notícia da instituição de salário mínimo garantido costuma alegrar os beneficiários. Nestes tempos de covid, porém, o que ela trouxe foi grande preocupação aos 25 mil empregados que se enquadram na nova regra. Os que fazem jus ao aumento – funcionários de restaurante, salão de cabeleireiro, firma de limpeza – estão receosos de que o empregador, já em dificuldade financeira em razão da pandemia, não suporte o baque e acabe demitindo. Está aqui um exemplo trágico de como uma medida bem-intencionada acaba causando efeito oposto ao previsto.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para crédito na postagem.

– O País das Empreendedoras.

Você sabia que o Brasil é o país com maior número de Empreendedoras do mundo?
Compartilho matéria da Isto É, Ed 2305, por Jamil Chade.

BRASIL, O PAÍS DAS EMPREENDEDORAS

Elas compõem mais da metade da população nacional. São maioria nas faculdades, ocupam 42% das vagas de emprego do País e sustentam, sozinhas, 35% dos lares. Mas a brasileira quer mais, muito mais. E para isso tem enveredado por um caminho que, durante muito tempo, foi dominado pelos homens – o do empreendedorismo. Hoje, segundo dados da consultoria internacional Grant Thornton, a mulher brasileira é a que mais empreende no planeta. Depois de ouvir 11 mil empresas em 39 economias, o centro de pesquisas constatou que, no Brasil, a taxa de empreendedoras é de 12% contra uma média mundial de 4%. “A brasileira quer e pode mais”, diz Madeleine Blankenstein, sócia-diretora do International Business Center da Grant Thornton Brasil. “Com a economia aquecida, ela pode escolher como quer ganhar seu dinheiro.” E muitas escolhem abrir o próprio negócio, depois de refletir de maneira cuidadosa e calculada. “A mulher que abre uma empresa no susto, para ter uma fonte de renda, qualquer que seja ela, não é mais tão comum”, explica Bruno Caetano, diretor superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em São Paulo.
Fernanda Mion, 27 anos, é exemplo disso. Logo que entrou na faculdade, ela buscou uma forma de complementar sua renda. Descobriu que comprando bijuterias na 25 de Março, rua de comércio popular em São Paulo, e revendendo para as colegas na universidade, conseguiria algum dinheiro. Mas logo percebeu que as amigas revendiam suas bijuterias e farejou uma oportunidade de negócio. “Se pudesse produzir desenhos meus, comprar direto da fundição e distribuir para minhas amigas revenderem, teria um negócio”, diz. Com R$ 2 mil emprestados do pai, começou a Fernanda Mion Acessórios. Hoje ela tem três lojas físicas, uma virtual, 50 revendedoras e 12 funcionários – dois dos quais são seu pai e sua mãe, que trabalham, orgulhosos, com a filha. “Depois de me formar em rádio e tevê, fui fazer um curso de vendas para o varejo e o atacado”, diz ela, que investiu em formação. O Rio de Janeiro é o próximo mercado que Fernanda quer explorar.
“A mulher empreendedora tem muitas qualidades”, diz Odair Soares, economista e professor de administração na Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Ele lembra, por exemplo, que as mulheres, por serem ao mesmo tempo mães, profissionais, esposas e donas de casa, têm capacidade única para administrar vários problemas simultaneamente – uma qualidade que se desdobra em muitas outras, como mostrou o estudo Global Entrepeneurship Monitor 2010, fruto de parceria entre o Sebrae e o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (leia quadro). “Não é à toa que vemos uma ascensão constante, desde 2002, da presença feminina entre os brasileiros que abrem empresas no País”, afirma Caetano, do Sebrae. Nos últimos nove anos, a participação subiu sete pontos percentuais, de 42% para 49%.
Mas, antes dessa ascensão vigorosa, já havia muitas empreendedoras fazendo sucesso. É o caso da dentista e proprietária da rede Sorridents, Carla Renata Sarni. Em 1995, meses depois de se formar, ela já tinha aberto o próprio negócio, de olho no atendimento de pacientes em larga escala. O que começou com uma sala de 21 metros quadrados na Vila Císper, zona leste de São Paulo, virou um império com 161 franquias pelo País, uma sede com 83 funcionários e mais de 30 mil pacientes atendidos por mês. “Sempre fui vendedora, sei fazer isso muito bem e só consegui explorar essa habilidade plenamente depois de abrir meu negócio”, diz Carla.
O setor de prestação de serviços, no qual o contato humano e o traquejo social são mais valorizados, ainda é a área com a maior presença de mulheres empreendendo. A sensibilidade feminina também trabalha a favor quando as metas são claras. “Nós temos objetivos muito bem definidos desde o começo da empresa”, explica Neusa Barata, que fundou a NBSete, uma agência de promoção publicitária, em 2006, pouco depois de perder o emprego e sofrer um grave derrame cerebral, do qual se recuperou completamente. Desde então, ela já mudou de endereço duas vezes para acomodar mais funcionários – no início eram dois, hoje são 35. “Coloco meta em tudo e sempre consigo atingi-las”, diz Neusa. Segundo o Sebrae, empresas como a NBSete têm tudo para conti­nuar dando certo. Embora o serviço ainda não tenha dados para comprovar essa tese, os consultores do instituto já observam que empresas criadas por mulheres vão menos à falência que as lideradas por homens. 

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Os preços do novo iPhone mundo afora.

Os americanos ganham 5 vezes mais que os brasileiros, mas os produtos eletrônicos são bem mais baratos do que no Brasil.

Quer saber sobre o iPhone novo (Iphone 15 Pro Max 256 GB)?

Extraído do Blog do iPhone:

Tabela de preços iPhone 15 Pro Max – 256GB

Os Estados Unidos e Canadá possuem diferentes taxas de impostos em cada estado. Então sinalizamos o preço sem imposto e o preço com imposto.

País

Valor em Dólares

Valor em Reais

1

EUA (s/ imposto) US$‎ 1.199,00 R$‎ 5.995,00

2

Japão US$‎ 1.287,00 R$‎ 6.435,00

3

Hong Kong US$‎ 1.304,00 R$‎ 6.520,00

4

EUA (c/ imposto) US$‎ 1.337,00 R$‎ 6.685,00

5

Tailândia US$‎ 1.352,00 R$‎ 6.760,00

6

Canadá (s/ imposto) US$‎ 1.363,00 R$‎ 6.815,00

7

China US$‎ 1.368,00 R$‎ 6.840,00

8

Malásia US$‎ 1.385,00 R$‎ 6.925,00

9

Emirados Árabes     US$‎ 1.388,00 R$‎ 6.940,00

10

Taiwan US$‎ 1.397,00 R$‎ 6.985,00

11

Austrália US$‎ 1.412,00 R$‎ 7.060,00

12

Coreia US$‎ 1.417,00 R$‎ 7.085,00

13

Suíça US$‎ 1.437,00 R$‎ 7.185,00

14

Vietnã US$‎ 1.439,00 R$‎ 7.195,00

15

Singapura US$‎ 1.463,00 R$‎ 7.315,00

16

Reino Unido US$‎ 1.473,00 R$‎ 7.365,00

17

Nova Zelândia US$‎ 1.483,00 R$‎ 7.415,00

18

Canadá (c/ imposto) US$‎ 1.493,00 R$‎ 7.465,00

19

Filipinas US$‎ 1.495,00 R$‎ 7.475,00

20

Luxemburgo US$‎ 1.512,00 R$‎ 7.560,00

21

Alemanha US$‎ 1.545,00 R$‎ 7.725,00
Áustria US$‎ 1.545,00 R$‎ 7.725,00

22

Espanha US$‎ 1.566,00 R$‎ 7.830,00

23

Rep. Tcheca US$‎ 1.570,00 R$‎ 7.850,00

24

Bélgica US$‎ 1.577,00 R$‎ 7.885,00
França US$‎ 1.577,00 R$‎ 7.885,00
Holanda US$‎ 1.577,00 R$‎ 7.885,00

25

Irlanda US$‎ 1.588,00 R$‎ 7.940,00
Itália US$‎ 1.588,00 R$‎ 7.940,00

26

Portugal US$‎ 1.598,00 R$‎ 7.990,00
Finlândia US$‎ 1.598,00 R$‎ 7.990,00

27

Suécia US$‎ 1.613,00 R$‎ 8.065,00

28

Hungria US$‎ 1.651,00 R$‎ 8.255,00

29

Polônia US$‎ 1.663,00 R$‎ 8.315,00

30

Noruega US$‎ 1.671,00 R$‎ 8.355,00

31

Dinamarca US$‎ 1.687,00 R$‎ 8.435,00

32

México US$‎ 1.688,00 R$‎ 8.440,00

33

Índia US$‎ 1.924,00 R$‎ 9.620,00

34

Brasil US$‎ 1.979,82 R$‎ 9.899,10

35

Turquia US$‎ 2.839,00 R$‎ 14.195,00

iPhone 15 Pro paises

Imagem extraída de: https://blogdoiphone.com/iphone/iphone-15/paises-preco-mais-barato/

– Tipos de Boa Ajuda Corporativa.

Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html

TRÊS TIPOS DE AJUDA

Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’

Por Paulo Eduardo Nogueira

Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”.

Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores.

O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.

O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.

O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Educar é preciso!

Hoje estivemos no “Espaço de Conhecimento”, em Campo Limpo Paulista, falando em nome do Sebrae a respeito de Empreendedorismo.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

🖊️ #Caneta

– O que esperar dos novos membros do BRICS?

Por falta de tempo, não tive tempo de escrever: e os novos países membros dos BRICS?

Além de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o bloco terá a entrada de Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Argentina, Egito, Irã e Etiópia. Tudo pela influência chinesa e brasileira, que desejavam a permissão para alguns novos membros.

Se fala até em criação de uma moeda BRICS (que terá que mudar de nome), mas com a instável economia Argentina, com o ditador Irã e com a paupérrima Etiópia, não imagino mudança na condução do que vem sendo feito. Já temos a Rússia e a China como nações de práticas não democratas…

Claro, a zona de influência estratégica e os petrodólares foram os motivos principais.

Fotografados, de mãos dadas: Lula, Xi Jinping (China), Cyril Ramaphosa (África do Sul), Narendra Modi (Índia) e Sergey Lavrov (ministro de relações exteriores da Rússia)

Imagem extraída de Ricardo Stuckert.

– Como seu bolso reagiu ao último aumento no preço da Gasolina?

Não sei só fui eu que senti, mas o impacto desse último aumento do preço dos combustíveis foi muito pesado! Meu bolso reclamou bastante, mas não tive essa sensação nas mídias…

A verdade é: entra e sai Governo, todos usam a Petrobras como fonte de recursos alternativos.

Me recordei de 1999: por 1 ano, abastecia Gasolina a R$ 0,68 e Álcool a R$ 0,39.

Imagem: reprodução Petrobras

– Empresas com Síndrome de Highlander!

Conhecem essa síndrome empresarial? Pois é: ela é creditada àquelas que querem ser únicas no mercado. São fortes! E são muito conhecidas de nós!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254244-16642,00-SO+PODE+HAVER+UM.html

SÓ PODE HAVER UM

Varejo, alimentação, aviação… O Brasil bate recorde sobre recorde de fusões. São empresas com síndrome de Highlander, querendo decepar os concorrentes – e incorporar sua força

Por Antonio Félix

“Só pode haver um!”, grita o guerreiro Victor Kruger (Clancy Brown) ao atacar Connor Macleod (Christopher Lambert), no filme Highlander, o guerreiro imortal, de 1986. Os dois fazem parte de uma raça de imortais, que por alguma misteriosa razão sentem uma irrefreável vontade de buscar, atacar e aniquilar uns aos outros. A única maneira é decapitando o adversário. E o jogo (e o filme) só acaba quando restar apenas um.
Empresas também não morrem de causas naturais. No Brasil de hoje, perecem, na maioria das vezes, quando um rival se aproxima e, após uma árdua batalha, desfere um golpe que lhes afasta a cabeça do corpo. Como no filme, o vencedor da batalha fica mais forte, mais apto para a próxima luta. A única diferença é que o Highlander corporativo sai por aí com uma cabeça comandando dois, três, às vezes vários corpos. Ah, sim, e a cabeça decepada costuma sobreviver, bem mais rica que antes, sem ter mais de atender às necessidades daquele corpo estranho. (Em alguns casos, porém, um corpo duplo fica também com duas cabeças por algum tempo.)
O mercado do varejo teve recentemente várias batalhas dessas. O guerreiro Ricardo Eletro decepou a Insinuante, formando um corpo chamado Máquina de Vendas. A guerreira Magazine Luiza apossou-se em junho das Lojas do Baú – e ficou mais forte que o Ricardo, preparando-se para a batalha com a dupla Casas Bahia-Ponto Frio (sob o comando de outra cabeça, o Pão de Açúcar). Mas eis que Ricardo decepou a Shopping Eletro, em julho, e voltou a passar a guerreira Luiza.
No mercado da aviação, TAM e Gol fazem as vezes de Kruger e Macleod. A TAM batalha (amigavelmente) com a Trip, e a Gol decapitou no mês passado a Webjet. Na alimentação, a Perdigão digere a Sadia, a JBS colou na Bertin. São os exemplos mais novos de um fenômeno que atinge inúmeras empresas, de incontáveis setores. Todo mundo pensa que é Highlander.
Para entender o motivo de tantos combates, é preciso retroceder até outra guerra. Em meados dos anos 40, nos primeiros momentos pós-Segunda Guerra Mundial, a televisão voltava a funcionar, depois de anos de interrupção por causa do conflito. Era o estopim para um período de expansão das comunicações, que desembocou no advento da internet, nos anos 80, e em seu constante desenvolvimento, até os dias de hoje. Esse é um tempo caracterizado pelo fluxo de informações quase sem barreiras.
“Nesses anos, houve uma queda dramática dos custos de informação”, diz Claudio Felisoni de Angelo, economista, presidente do Provar, núcleo especializado em varejo fundado por professores da USP, e do Ibevar, instituto de executivos do mesmo ramo. Com tanta informação circulando livremente, os produtos e serviços ficaram muito mais fáceis de ser copiados. Por isso, são hoje tão parecidos. Isso significa que não se pode cobrar muito caro por nada. Aumente o preço um pouquinho, e logo surge alguém disposto a vender pelo seu preço antigo. Mantenha o seu preço velho, e logo surgirá alguém vendendo por menos.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar o autor para postagem.

– Venezuela nos Brics?

E Nicolas Maduro confirmou que enviou proposta para entrar no grupo dos BRICS. Não faz sentido algum aceitá-la…

O que economicamente tem em comum com Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul? No que poderia acrescentar?

Tirando a questão política (ou melhor: ideológica), não faz sentido o bloco aceitar tal parceiro...

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, discursa na Suprema Corte do país, em Caracas, Venezuela

Foto: REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria

– 29 anos do Plano Real.

Hoje: 29 anos que o Plano Real – O plano econômico de Itamar Franco (criado pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso) – salvou o país da hiper-inflação.

Lembram que loucura era ter 20 a 30% de inflação todo mês? E quando entrou a URV, “dolarizando a economia”?

Eu me recordo perfeitamente… até de quem foi contra!

Queiramos ou não, o país virou “outro mundo” depois dele

– Coisas que você não sabia sobre o dólar americano!

Puxa, essa interessante reportagem sobre o dólar foi feita pelo Portal IG, mas perdi o link referencial. Mesmo assim, vale a leitura:

O DOLAR NÃO É DE PAPEL

O dinheiro americano não é feito de papel. O “papel-moeda” usado nos Estados Unidos é composto por 75% de algodão e 25% de linho, com pequenas fibras sintéticas azuis e vermelhas entrelaçadas. Antes da Primeira Guerra Mundial, essas fibras eram de seda

Cabeça pequena

Nas casas de câmbio do Brasil, as notas de dólar impressas antes de 1996 são chamadas de “cabeça pequena”, e os compradores pagam menos por elas, alegando que está saindo de circulação. Nos Estados Unidos, todas as cédulas são válidas, independentemente da data de impressão.

1 dólar

A nota de 1 dólar é a mais conhecida e manuseada do planeta.

George Washington

A figura que aparece na nota de 1 dólar é a imagem do presidente George Washington, que governou entre 1789 e 1797 (mas isso você já sabia).

Bureau of Engraving and Pinting

É assim que se chama a casa da moeda americana, que produz 37 milhões de cédulas por dia. 95% dessas novas cédulas produzidas são para substituir cédulas em circulação.

Mais sobre 1 dólar

45% das notas impressas diariamente na “Bureau of Engraving and Pinting” são de 1 dólar

Origami

Uma nota de dólar pode ser dobrada cerca de 4 mil vezes antes que se deteriore.

A maior

A nota de 100 dólares é a nota de maior valor do dinheiro americano em circulação desde 1969.

T Ford

O carro que aparece estampado no verso da cédula de 10 dólares foi uma criação do designer da nota, apesar de muitas pessoas acreditarem ser o modelo “T” da montadora Ford.

Hora certa

Os ponteiros do relógio da torre do Independence Hall, impressa no verso da nota de 100 dólares, marcam aproximadamente 4h10.

Ah, as mulheres…

Martha Washington é a única mulher que aparece em uma cédula do dinheiro americano. O rosto da esposa do Presidente George Washington está estampado na cédula de 1 dólar Certificado de Prata de 1886 e de 1891, e no verso da nota de 1 dólar Certificado de Prata de 1896

Estátua da Liberdade

A moeda de 25 centavos, ou “cents”, como é chamado lá, que tinha a imagem da Estátua da Liberdade sentada, circulou entre 1866 e 1891. Sua tiragem foi de 10.833 peças.

Um dólar furado

A nota de 1 dólar dura em média 1 ano e cinco meses. Já a de 100 dólares pode durar até nove anos, por ser pouco manuseada.

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Imagem extraída da Web.

– Percentuais de produtos Chineses no Mundo!

Puxa, consegui anotar os números mas não a referência bibliográfica. Assim mesmo, compartilho uma interessante matéria sobre o quanto a China produz: (obviamente, antes da pandemia)

25% dos cigarros do mundo;

40% das camisas do planeta;

50% de macarrão instantâneo;

55% dos computadores;

65% dos pares de calçados;

80% das câmeras digitais;

85% das bicicletas.

Muito significante, não? A força econômica desse país, com mão-de-obra baratíssima, assusta!

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Imagem extraída da Web.

– No que você tem gasto o seu dinheiro?

Você está representado nessa tabula (abaixo)?

Aqui, os percentuais de gastos do brasileiro em algumas categorias de despesas. Veja que a pesquisa foi encomendada pelo Valor Econômico (portanto, é algo sério).

Eu, particularmente, tenho como predominância alimentação, saúde e demais categorias essenciais (e sofro com tudo isso, pois a carestia está brava…). Nada de supérfluos (e acho que a maioria dos brasileiros também não).

– A fraude das Lojas Americanas e a impunidade.

O quanto as ações das Lojas Americanas despencaram depois da descoberta de maquiagens fiscais e outras fraudes… Quantos prejuízos causaram e quantos engodos deram.

Claro, a situação é ruim e recentemente a própria empresa reconheceu o golpe. Mas, de inocente, não tem nada.

Compartilho: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-roncaglia/2023/06/a-fraude-nada-inocente-nas-lojas-americanas.shtml

A FRAUDE NADA INOCENTE NAS LOJAS AMERICANAS

Como qualquer instituição humana, governança empresarial está sujeita a erros e manipulação oportunista

Por André Roncaglia

As pedras do cais já sabiam que o caso Americanas foi a maior fraude corporativa já registrada no Brasil. O esqueleto financeiro exumado chega perto de R$ 50 bilhões.

Em seu livro “Double Entry” (Partidas dobradas: como os mercadores de Veneza criaram as finanças modernas), Jane Gleeson-White conta como o método veneziano de gestão comercial —codificado em 1494 pelo frade florentino Luca Pacioli— liberou as forças produtivas do capitalismo, mas também alavancou as fraudes e manipulações. É difícil, portanto, dissociar o avanço do capitalismo da corrupção corporativa.

Adam Smith já desconfiava das sociedades anônimas por separarem propriedade e gestão. No celebrado livro “A Riqueza das Nações”, Smith destacava a “negligência e exuberância” que prevaleciam na gestão destas empresas.

Segundo ele, tais custos de agência cresceriam em linha com a expansão do poder de mercado das grandes corporações. A desconfiança de Smith tinha fundamento.

A governança corporativa se desenvolveu no século 20 para mitigar tais custos, por meio de maior transparência e a definição de incentivos que alinhassem os interesses de gestores e acionistas e, mais tarde, destes com a sociedade.

Como qualquer instituição humana, a governança empresarial está sujeita a erros de desenho e à manipulação oportunista. Apesar dos avanços, o resultado geral está longe de satisfatório.

Estudo recente de Dyck, Morse e Zingales (2023) sugere que, apesar de ser disseminada a prática de fraudes corporativas, apenas um terço delas é descoberto; e mais: cerca de 40% das empresas com capital em bolsa cometem violações contábeis sistematicamente, destruindo 1,6% de seu valor de mercado a cada ano —US$ 830 bilhões (R$ 4 trilhões) em 2021.

O estudo se baseia nos EUA, em que há mais transparência e controle. No Brasil, suspeito que o problema seja ainda maior.

Folha Mercado

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O órgão responsável por supervisionar o mercado de capitais no Brasil, a CVM(Comissão de Valores Mobiliários) teve seu orçamento reduzido, em 2022, ao menor patamar em 13 anos, e não faz concurso de reposição de quadros desde 2010.

O órgão custa aos cofres públicos cerca de R$ 250 milhões anualmente para monitorar cerca de R$ 25 trilhões em valores de mercado: beira o apagão da fiscalização sobre as condutas corporativas. Onde passa boi…

A corrupção privada raramente galvaniza a fúria do público e da imprensa como a que se dá na esfera do Estado.

Como provocou J.K. Galbraith, em “A economia das fraudes inocentes”, corporações não existem no vácuo: suas ações afetam a esfera pública e, portanto, precisam de regulação estatal. Afinal, o mecanismo privado de auditoria é falho e facilmente distorcido por conflitos de interesse.

Dentre os vários escândalos, relembro como a Enron sepultou a empresa de auditoria Arthur Andersen, que fez vista grossa para o histórico de fraudes financeiras e contábeis.

No caso das Lojas Americanas, há fortes indícios de omissão motivada por parte do conselho de administração, das auditorias PwC e KPMG e dos bancos envolvidos. O esquema furtou milhões de seus acionistas minoritários, funcionários, fornecedores e credores.

Sabendo da insolvência da empresa, a antiga diretoria e os acionistas controladores foram agraciados com a isenção de IR (imposto de renda) sobre dividendos distribuídos muito acima da média do mercado, bem como pela venda antecipada de sua participação acionária com os preços em alta.

O efeito vai além: a desarticulação da vasta cadeia de fornecedores produziu desemprego, difundiu a desconfiança que congelou o mercado de crédito privado e reduziu a arrecadação tributária.

Não há meritocracia quando vícios privados se tornam custos socializados de forma reincidente, como é prática reconhecida do trio Lemann-Telles-Sicupira da 3G Capital. Parafraseando o Fabiano, personagem de “Vidas Secas”: o nome disso é safadeza.

Atuais detentores do papel LAME3 terão direito ao recesso da ação entre os dias 14 de dezembro e 13 de janeiro

Crédito da Foto: SOPA Images/LightRocket via Gett, extraído de CNN Brasil.com.br

– Há muito tempo, as agências bancárias da Rangel eram diferentes…

Puxa, vi que o local onde foi a tradicional agência “0032” do Unibanco na Rua Rangel Pestana, em Jundiaí, está para alugar. Foi lá que tive minha primeira conta-corrente! Era um ótimo banco, mas ficou péssimo depois que o Itau assumiu o controle e dividiu o local em dois bancos: Itau e Personalitte.

Mas repare como era aquela rua nos anos 80/90: você tinha o Unibanco (virou Itau e fechou), tinha o BFB que virou Sudameris, encostado com o Banco Real (que virou Abn Amro Bank e depois Santander), vizinho do Banco Geral do Comércio (que virou Santander também) separado pela Rua Padroeira do Noroeste (que virou… Santander). Todos esses, em frente ao Banespa (comprado pelo Santander). Do outro lado da rua, tínhamos o Econômico, que quebrou e virou BBVA (e depois Bradesco), do lado da principal agência Bradesco, bem encostada com o Bamerindus, que virou HSBC e acabou se tornando… Bradesco!

Na Rua do Rosário, próximo da Catedral, o mesmo fenômeno: o Banco Bandeirante virou Unibanco e depois Itau, o BCN virou Bradesco e o Bamerindus… o dali, sumiu!

E para dizer que não lembramos: na Rua Barão de Jundiaí, o Comind, Auxiliar, Meridional, Nacional, Poupança Haspa e Finasa!

Quantos bancos, dos inúmeros que tínhamos, sobreviverão?

Dez bancos que não existem mais | VEJA SÃO PAULO

Imagem extraída da Internet.

– Muhammad Yunus tem razão! Assistencialismo não pode ser duradouro.

O ganhador do Prêmio Nobel de Paz 2006, o bengalês Yunus (que recebeu a honraria por defender microcrédito à população carente e criar meios de auto-sustentabilidade e microempreendedorismo aos pobres) esteve no Brasil tempos atrás, e deu uma cutucada nos programas assistenciais do Governo.

Ele disse que:

É claro que pessoas necessitadas precisam de ajuda, mas o princípio que defendo é outro. Oferecer bem-estar social é importante, mas dar oportunidade para as pessoas saírem do programa de bem-estar social é ainda mais importante (…) Dependência não é vida humana. Vida humana é usar todo o seu talento, sua criatividade e seu potencial ilimitado. Receber dinheiro como assistencialismo não pode inibir a pessoa de procurar se sustentar, ter emprego e sua fonte própia de renda no trabalho honesto e diário”.

Em suma, ele quis dizer: mais importante do que os programas Bolsa-Isso ou Bolsa-Aquilo, é dar condição para a pessoal ir trabalhar e ganhar dinheiro com seu suor, ao invés de uma esmola perene e oficial. Ou não é esse o sentido? Aliás, isso independe de Governo Lula ou Bolsonaro… é uma prática “corriqueira” dos políticos.

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Arte extraída da Web. Quem conhecer a autoria, favor informar para crédito no post.

– Pitaco da Manhã 2: A política da Petrobras.

Tem para todos os gostos e ideologias (a fim de elogiar ou criticar): a Petrobras acabou com a paridade internacional de preços.

Para muitos, medida demagógica ou populista, pois sacrifica as contas da empresa. Para outros, benefício ao consumidor pela queda do valor da gasolina.

Não dá para contentar o Brasil, né?

– Marione.

Immagine tratta da repertorio by Improta detto “Marione”. Tratto da:Onda Lucana® by Marione@marionecomix Si ringrazia  l’autore per la cortese …

Continua em: Marione

– A Loucura do Preço da Pipoca nos Cinemas.

Tem 7 anos essa postagem, mas poderia ser de hoje. Abaixo:

A pipoca do cinema está cara?

Caríssima, normalmente. Mas e o que falar de R$ 70,00 no Cinemark?

Será que acompanha um rodízio de carnes e bebidas?

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,preco-da-pipoca-em-salas-de-cinema-de-sao-paulo-ja-passa-dos-r-70,1505530

PREÇO DA PIPOCA EM SALAS DE CINEMA DE SÃO PAULO JÁ PASSA DOS R$ 70

Por Renato Oselame

O preço do pacote de pipocas nos cinemas de São Paulo já passa dos R$ 70. Com a quantia, seria possível comprar cerca de 10 quilos de milho para pipoca nos supermercados ou perto de cinco quilos de pipoca natural para microondas.

A reportagem verificou a cobrança de R$ R$ 72,47 em combo oferecido pelo Cinemark no shopping Cidade Jardim. A pesquisa foi realizada a partir de sugestão de um leitor do portal do Estado. Ele encontrou a cobrança de até R$ 63,84 em cinema da mesma rede em Londrina, no Paraná.

Utilizando a plataforma online do ingresso.com, a mesma usada pelo leitor, a reportagem constatou preços de combos de pipoca vendidos pela internet em São Paulo que variavam entre R$ 60 e R$ 70 em unidades do Cinemark.

A pipoca tem refil ilimitado para a exibição do filme e é servida em tamanho grande, acompanhada de um copo de refrigerante tamanho grande.

Considerando o maior preço registrado na pesquisa, os consumidores que optaram pelo combo no dia de referência poderiam ter comprado uma série de outros produtos equivalentes. O valor seria bastaria para comprar um ingresso para a sala ‘prime’ do cinema do shopping Cidade Jardim, com direito a R$ 13,47 de troco.

Após contato da reportagem, os preços cobrados no site ingresso.com sofreram redução para até R$ 30,48. Segundo o Cinemark, os preços anteriores não correspondiam aos praticados nas lojas da rede

A empresa esclareceu que, em relação à unidade do Paraná denunciada pelo leitor do portal, os preços nas lojas físicas da rede não ultrapassam os R$ 20,75 (para o combo mega da pipoca doce).

O site ingresso.com afirmou que não participa do processo de fixação dos preços e realiza apenas a intermediação entre o consumidor final e as empresas de entretenimento.

Cinema Secreto: Cinegnose: Por que comemos pipoca no cinema?

Imagem extraída de: http://cinegnose.blogspot.com/2020/08/por-que-comemos-pipoca-no-cinema.html

– A crise do Bombril.

Quem não conhece a “lã de aço Bombril”?

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2023/04/23/bombril-faz-acordo-milionario-para-sair-de-crise-marca-pode-acabar.htm

BOMBRIL VAI FALIR

por Juliane Soane

A Bombril está em crise. Conhecida por seus produtos de higiene e limpeza, a empresa teve de recorrer a um empréstimo de R$ 300 milhões para manter suas atividades.

O que aconteceu?

No início dos anos 2000, a Bombril tentou diversificar seu catálogo de produtos. A empresa chegou até a lançar uma linha de cosméticos, mas a iniciativa fracassou.

Sem obter o retorno esperado com os lançamentos, a empresa se endividou e pediu recuperação judicial em 2003. A empresa saiu da fase de recuperação em 2006, mas continuou muito endividada.

Em 2013, a Bombril chegou a sumir das prateleiras dos mercados por falta de dinheiro para produção e transporte. No auge da crise, em 2015, as dívidas do grupo chegaram a quase R$ 900 milhões.

Em 2017, após uma grande reestruturação, a companhia fechou o ano no azul. A empresa chegou a registrar resultados positivos em suas vendas nos últimos anos, mas não o bastante para superar a dívida acumulada nos anos de crise.

Hoje, a Bombril tem dívida bruta de R$ 401 milhões, com juros em torno de 24% ao ano. A maior parte do montante (77%) vence em 12 meses. Foi por isso que a companhia precisou recorrer a um empréstimo de R$ 300 milhões para seguir na ativa.

Futuro depende de gestão

O empréstimo dá fôlego à Bombril, mas ainda há muito a fazer. Na prática, a empresa trocou várias dívidas menores, prestes a vencer e com juros altos, por uma dívida mais longa, mas com condições melhores de pagamento.

Isso [o empréstimo] não vai fazer a Bombril sair do vermelho para o azul. O que vai fazer isso não é dinheiro, é gestão: é receita maior que despesa.
Roberto Kanter, economista especialista em Varejo e professor da FGV

E há obstáculos consideráveis, diz Kanter. Segundo ele, a Bombril precisa reestruturar o negócio e desenvolver novos canais de vendas para sair da crise.

O Bombril é ótimo, mas as pessoas não compram toda semana. Enquanto o mundo inteiro busca criar modelos digitais, a Bombril é muito analógica. Isso, talvez, seja um dos maiores entraves ao futuro da companhia.
Roberto Kanter

Foco nas marcas

Para Kanter, a Bombril deveria focar no desenvolvimento de suas outras marcas. A companhia foi fundada em 1948 em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, e também tem os produtos Limpol, Kalipto, Pinho Bril, Sapólio e Mon Bijou em seu portfólio.

O que diz a Bombril?

Os problemas fizeram com que o valor de mercado da Bombril (BOBR4) despencasse 77% em cinco anos. Em 20 de abril de 2018, a ação valia R$ 5,13; em 19 de abril deste ano, os papéis da companhia valiam R$ 1,18.

Apesar disso, a empresa nega estar passando por uma crise. Em comunicado divulgado em janeiro, a fabricante de produtos de limpeza disse que “o tamanho da dívida não está tão alto para o porte da empresa”.

O maior problema da companhia era mesmo o custo das dívidas e os vencimentos, que foram resolvidos agora.
Ronnie Motta, presidente da Bombril

Ao UOL, Motta disse a Bombril “está em seu melhor momento operacional”.Ele também afirmou que a empresa teve faturamento recorde de R$ 2 bilhões em 2022 e está focada na rentabilidade.

Estamos olhando com bastante critério nossas margens, melhorando nosso mix de venda, posicionando corretamente nosso produto na gôndola e negociando melhores condições com os fornecedores.
Ronnie Motta, presidente da Bombril

– As moedas únicas: a boa e a ruim.

Sou totalmente contra uma moeda única, como proposta por Lula, para a América do Sul. As economias são muito diferentes e as instabilidades de cada nação já fariam com que a moeda nascesse “contaminada”.

Por outro lado, uma moeda para os BRICS, que tem outra dimensão de tamanho com economias muito mais fortes, é uma boa ideia. Nessa, Lula acerta na sugestão.

A questão é: sairá? 

Se sim, depois do Dólar e do Euro, seria ela a mais forte alternativa.

Imagem extraída da Web.

– Pitacos da noite 4: o banco dos Brics.

O NDB (Novo Banco de Desenvolvimento) é o nome do Banco dos Brics. Uma ótima sacada para bater de frente com o “status quo”.

O problema é desvirtuar sua função: deve atender a países membros do bloco, e não se abrir demais para outras nações, correndo o risco de se enrolar.

– Bocelli a R$ 3.300,00?

Sou fã do Andrea Bocelli! Espetacular tenor, de canções inesquecíveis (Con Te Partiró, por exemplo). Mas… você pagaria R$ 3.300,00 por um show dele?

É o valor do ingresso dele para sua próxima apresentação no Brasil. Mas não se preocupe: se você estiver no grupo que paga meia entrada, o custo cai para apenas R$ 1.650,00

Brincadeiras à parte, aí não dá

Andrea Bocelli: preço de show de cantor viraliza

Foto: Divulgação / Luca Rossetti e Reprodução Twitter

– Kit Kat caríssimo!

Rapaz… tem que ter coragem para comprar esse Kit Kat!

Olhe só o preço:

– Há coisa barata por aí, apesar dos pesares…

Estamos na época do caqui. Em Itatiba, a fruta abunda… em Jundiaí, há muitas plantações também!

Além de ser saudável, o preço está lá embaixo. Na contramão dos valores altos que estamos vivendo, olhem só o preço da bandeija de caqui na feira livre: R$ 4,00 (e 3 por R$ 10,00).

Aproveitemos a temporada!