– Ôba-Ôba de Obama no Brasil

 

Barack Obama, presidente dos EUA, estará neste final de semana no Brasil, fazendo um “tour político” pela América Latina.

 

A sua assessoria já declarou que quando estiver no Rio de Janeiro, Obama quer subir ao Cristo Redentor, nadar em Ipanema e discursar na Cinelândia. Não poderá fazer tudo isso, o serviço de segurança não deixará. Ainda mais que os EUA conseguiram aprovar sanções na ONU contra a Líbia e que permitiria uma invasão militar. Mas, estando no Brasil, Obama pode se sentir ainda seguro…

 

O certo é que ele terá que discursar no Teatro Municipal e almoçará Feijão Tropeiro, Picanha, além de Sorvete de Graviola (esse é o cardápio oficial). E negociará Etanol e Petróleo com dona Dilma.

 

Você sabia que os EUA pagam 1/3 no valor do álcool de cana brasileiro em relação ao produzido lá, que é de milho? Mesmo com a alta taxa de subsídios no nosso produto, que os americanos visam proteger a indústria local…

 

Na verdade, a viagem é estratégica e importante comercialmente para os 2 países.

– Alta nos Preços dos Combustíveis assusta!

 

Incrível como certas declarações governamentais são repletas de demagogia!

 

O preço do Etanol fugiu totalmente do controle do Governo. As exportações aumentaram, o consumo também, mas a produção ao mercado interno não cresceu na mesma proporção!

 

Nos últimos dias, falta etanol em algumas regiões brasileiras. Claro, não interessa vender o produto aos brasileiros, mas sim exportá-lo. Vendemos álcool de cana ao estrangeiro e compramos absurdamente álcool de milho para o não desabastecimento do país!

 

O Anidro, álcool que é misturado na gasolina para a venda aos consumidores, disparou de  preço. Assim, o Etanol já custa mais de R$ 2,00 (em algumas localidades, passa dos R$ 2,20) e por tabela a Gasolina sobe também!

 

O duro é a Petrobrás dizer que está tudo bem, dizendo que os preços estão defasados se compararmos com o mercado externo e que a gasolina não vai subir, ignorando totalmente os fatores internos como, por exemplo, o álcool!

 

Veja abaixo a ridícula declaração do diretor de abastecimento da BR. Será que ele pensa que somos todos ignorantes? A sua fala é dessa semana:

 

(Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/petrobras-promete-manter-preco-da-gasolina-apesar-da-alta-do-petroleo)

 

PETROBRAS NEGA AUMENTO NO PREÇO DA GASOLINA

 

Há um mês e meio acima da barreira dos 100 dólares o barril, a cotação internacional do petróleo passa ao largo dos preços internos dos principais combustíveis vendidos no país: gasolina, diesel e GLP. Na expectativa de uma reversão rápida do conflito no norte da África, a Petrobras mantém a intenção de não repassar a alta ao preço de refinaria.


“Nossa política aqui não vai mudar. Não há previsão de reajuste de preço, quer seja no diesel, na gasolina ou no GLP”, afirmou o diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, em entrevista à Agência Estado.


O executivo argumenta que a companhia monitora a evolução internacional e trabalha com um limite para a cotação, que não quis revelar. Quando começou a seguir a política de descolamento com o mercado internacional, a estatal havia estipulado um limite de três meses para o cálculo da média de preços e a fixação de novos patamares, mas na prática não seguiu essa fórmula.

Costa, falando por hipótese, comenta que uma elevação do petróleo a 150 dólares exigiria uma reação “urgente” no mercado doméstico, mas não revela os parâmetros que estão sendo usados pela Petrobras, alegando que se trata de uma estratégia interna. “O tempo (limite para deflagrar um repasse) varia de acordo com o preço. Não dá para dizer que a cada três meses teremos uma variação em relação ao mercado internacional. Se o petróleo bater, daqui a pouco, 150 dólares o barril, obviamente vamos ter de pensar numa coisa urgente para resolver isso.”

– O Sucesso e a Falta dos iPads

 

Os EUA venderam 500 mil iPads 2 em apenas uma semana!

 

Claro, tais números trazem um lucro muito grande à Apple, que só não consegue ganhar mais por conta da falta de capacidade em aumentar a produção, fazendo com que faltem os produtos nas lojas. Isso explica a carência de iPhones nas lojas brasileiras.

 

Em suma: quanto for produzido, quanto venderá!

– Detalhes que Atrapalham as Grandes Empresas: as Aranhas da Mazda!

 

Nem sempre ter os mais altos índices de produtividade e qualidade tornam uma empresa perfeita e os clientes satisfeitos. A SORTE (que é algo subjetivo) também é um fator importante.

 

Veja que inusitado: clientes proprietários de carros Mazda descontentes com seus veículos. E a culpa não era da empresa, mas sim de aranhas! Uma determinada espécie do aracnídeo gosta do cheiro da gasolina, entra pelo escapamento e ainda assim não morre!

 

O caso é relatado abaixo, extraído de: http://www.noticiasautomotivas.com.br/mazda6-passa-por-recall-por-causa-de-aranhas/

 

MAZDA6 PASSA POR RECALL POR CAUSA DE ARANHAS

 

A Mazda está fazendo um recall para seu modelo 6 por causa de aranhas. Isso mesmo. Na América do Norte e América Central, 65.000 unidades do modelo estão sendo chamadas, pois concessionárias da marca já relataram 20 casos de aranhas fazerem seus lares dentro de um respiro da linha de combustível.

Por conta destes ninhos, o tanque poderia ter sua pressão aumentada demasiadamente, levando a rachaduras e até mesmo a incêndios. Das 65.000 unidades, 50.000 estão nos EUA e as outras 15.000 estão no Canadá, México e Porto Rico.

A Mazda não sabe dizer porque as aranhas andam procurando abrigo ali e confirma que nenhum acidente foi causado por conta disso. Até agora.

– Um País sem Pobres?

 

O slogan do governo Lula era:

 

“Brasil – um país de todos”

 

Agora, Dilma terá como slogan:

 

“Brasil – um país sem pobres”

 

Sinceramente, o slogan é de uma picaretagem e de uma demagogia tão grande… Queria que os dois slogans fossem verdade, lógico! Mas sabemos que são utopias. O país realmente é de todos e não existem pobres?

 

Claro que sabemos do sentido dito “esperançoso”. Mas mesmo assim fica a minha ressalva.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Fiat supera Volkswagen em Mês Histórico!

 

No melhor mês da história da indústria automobilística brasileira, a Fiat alcançou 23,4% do mercado, contra 21% da Volkswagen e 17,9% da Chevrolet. Mas o número mais relevante não é esse, e sim outro: após 20 anos consecutivos, o Gol perdeu a liderança de veículo mais vendido do Brasil para o Uno Mille, por exatos 481 carros!

 

Competência e inovação resultam nisso. Parabéns aos italianos da Fiat e aos engenheiros brasileiros da empresa.

– Resolvendo o Problema da Pobreza Próximo às Sedes da Copa

 

As agências internacionais informam: em Março, haverá a Copa do Mundo de Críquete em Bangladesh.

 

Tradicional e popular esporte no Sudeste Asiático, o Críquete visitará um dos locais mais pobres do mundo, com aproximadamente 700 mil pessoas esmolando nas redondezas de Chittagong, a região metropolitana que será sede do evento (lembremo-nos que Bangladesh é um país extremamente pobre e populoso).

 

Para resolver o problema da mendicância durante a competição, a Prefeitura local encontrou uma saída: doará US$ 2.00 para que cada mendigo circule por outras praças… (lembrando que 2 dólares aos bengaleses tem um poder aquisitivo diferente do que a nós).

 

É ou não “tapar o sol com a peneira”?

 

Talvez algum dirigente faça isso também em alguma cidade-sede para a Copa do Mundo de 2014…

E você, o que acha de tal inusitada resolução de problema? Deixe seu comentário:

– Preço dos Combustíveis Disparam no Brasil

 

Amigos, quem está com o tanque do seu veículo vazio, corra aos postos de combustíveis!

 

No último final de semana de fevereiro, as distribuidoras surpreenderam com aumentos significativos nos produtos. A culpa seria da entressafra e a conseqüente falta de produto. Com o aumento do Etanol (álcool), a Gasolina, por conter Anidro, sobe também. E, por incrível que possa parecer, segundo “O GLOBO”, em matéria de 25/02/2011, o Nordeste Brasileiro começou a importar Etanol dos EUA! Os preços em Fortaleza, por exemplo, regulam em R$ 2,799 para a Gasolina e R$ 2,299 para o Etanol.

 

Nesta última sexta-feira, as distribuidoras sediadas em Paulínia reajustaram seus produtos. Segundo as mesmas, a alta persistirá até o Feriado do Carnaval (provavelmente aproveitarão as viagens dos turistas no feriado prolongado), sendo que em meados de março o preço poderá cair, com a nova safra entrando no mercado.

 

Curiosamente, o ESTADÃO (citação abaixo) traz uma matéria sobre as exportações de etanol brasileiras aos EUA. Quer dizer: exportamos álcool de cana e importamos álcool de milho.

 

Acreditem se quiser!

 

Extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110221/not_imp682255,0.php

 

O ETANOL PERDE TERRENO

 

Além de grande consumidor mundial de etanol produzido a partir de cana-de-açúcar, o Brasil aspira a tornar-se um dos grandes exportadores mundiais do produto. Até agora, porém, a produção nacional de etanol tem-se caracterizado pela instabilidade, com variações de produção e preços que afetam o consumo interno e limitam a exportação. E o etanol vem perdendo mercado no País e no exterior. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), foram vendidos diretamente nos postos 15 bilhões de litros de álcool hidratado em 2010, 8,5% a menos que no ano anterior, o primeiro recuo da demanda desde 2003. Por sua vez, o consumo de gasolina aumentou 17,5% em relação a 2009. Quanto às exportações do biocombustível, o Brasil ainda detém a liderança mundial, mas está ameaçado de perdê-la para o etanol produzido a partir de milho nos Estados Unidos, altamente subsidiado e protegido da concorrência externa por uma pesada sobretaxa.

É bem verdade que o aumento das importações de veículos movidos a gasolina puxou o consumo desse combustível. As compras de automóveis estrangeiros por brasileiros em 2010 se elevaram mais de 50% em comparação com 2009, custando US$ 8,54 bilhões ao País. Além disso, o etanol ficou bem mais caro para os carros bicombustíveis aqui fabricados. Os preços variam de região para região, mas, segundo a ANP, ficaram 77% aquém do preço da gasolina, quando, para atrair o consumidor, deveriam ficar abaixo de 70%. O governo, porém, não precisou diminuir o porcentual de adição de 25% de álcool anidro à gasolina, o que exigiu 22,2 bilhões de litros, um pouco menos que em 2009 (22,7 bilhões de litros).

Como ciclicamente ocorre, as cotações em alta do açúcar no mercado internacional fizeram as usinas destinar uma maior quantidade de cana para essa produção, o que foi agravado pela quebra de safra no Centro-Sul. Não são esperadas grandes mudanças neste ano, a se confirmarem as previsões de que as cotações do açúcar ainda seguirão elevadas.

Quanto ao etanol, a perspectiva é de que seus preços no mercado interno se mantenham estáveis, com variações sazonais. Segundo analistas, o preço do álcool hidratado com relação à gasolina só se tornará mais vantajoso se for autorizado um aumento dos preços dos derivados de petróleo em geral, com o objetivo de mantê-los em linha com as cotações no mercado internacional. Essa, no entanto, é uma medida que o governo evitará adotar para não agravar a inflação.

Uma forma de manter um diferencial competitivo do etanol é cobrar uma alíquota maior do ICMS sobre a gasolina, como já fazem os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. É duvidoso que outros Estados venham a fazer o mesmo, o que importará em novo recuo do etanol no mercado interno, como prevê Antonio de Pádua Rodrigues, diretor técnico da Unica (Globo, 16/12). Segundo ele, serão produzidos no País, neste ano, entre 15 bilhões e 16 bilhões de litros de etanol hidratado, volume semelhante ao de 2010, o que significará perda de mercado, já que o consumo de combustíveis crescerá com o aumento da frota de veículos.

Já as exportações brasileiras de etanol em 2010 ficaram em torno de 1,5 bilhão de litros, superando por pouco as vendas externas americanas do sucedâneo de milho, estimadas em 1,3 bilhão de litros. E este ano não começa bem nessa área: em janeiro, a exportação de etanol foi de 95,3 milhões de litros, 60,3% abaixo do volume no mesmo mês do ano passado.

Vê-se que falta muito ainda para que o Brasil possa recuperar a competitividade interna do etanol e seja capaz de exportar regularmente o produto em volumes significativos, de modo a transformá-lo em uma commodity no mercado internacional. Cabe à iniciativa privada vencer esse desafio, e investimentos de grande vulto estão sendo feitos ou são planejados para aumentar a oferta de etanol. A principal ajuda que o governo pode dar é fazer gestões nos foros internacionais e junto aos países desenvolvidos para superar as resistências protecionistas ao produto brasileiro.

– A confusão do Shopping Campineiro Servindo de Exemplo à Jundiaí

 

Que verdadeiro imbróglio o problema do Shopping Iguatemi em Campinas!

 

A questão é a seguinte: este shopping (que chegará em Jundiaí em breve) cobrava R$ 4,00 do seu estacionamento. Resolveu reajustar o valor em R$ 5,00, e, imediatamente, o PROCON entrou na Justiça, alegando que 25% era aumento abusivo. E conseguiu barrar o novo preço!

 

Liminar vem, liminar vai, e a confusão persiste. O Shopping é privado e alega que investe em comodidade ao seu público (A e B), e que o índice não é baseado na inflação, mas sim no custo em conforto.

 

Sinceramente, respeito o PROCON, mas… não há algo mais importante a fazer? Se os clientes do Iguatemi estão incomodados, há diversas outras opções de Shopping na região. E, aparentemente, não há incômodo para eles.

 

Que tal o PROCON se preocupar com a Telefônica, CPFL e outras empresas que abusam dos consumidores e são reconhecidamente problemáticas nas questões de respeito ao cliente?

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Kadhaphi, Gaddafhi ou o Equivalente na Economia Brasileira

 

Já li em diversas revistas e jornais várias formas para se escrever o nome do ditador líbio. Assim, tratemos-o pela escrita mais simples: Kadafi. E o que ele tem a ver conosco?

 

Muita coisa.

 

A Líbia é grande produtora de petróleo, e com a crise interna do povo que pede democracia em seu território, as exportações do “Ouro negro” pararam. Consequentemente, já aumentou o preço do barril do petróleo no mercado internacional. E, nós brasileiros, mesmo dentro da nossa auto-suficiência na produção, corremos o risco de ver o preço do combustível ser majorado, já que a Petrobrás acompanha o preço nacional com base nos preços internacionais (é como se ainda importássemos petróleo para refiná-lo em Gasolina).

 

Pior: chegando nas proximidades do pico da entressafra da cana-de-açúcar, o preço do Etanol ainda ganha fôlego para (quem sabe derradeiro) aumento no valor. E como a Gasolina contém 20% de álcool anidro em sua composição…

 

Assim, vale a pena manter-se atento: deixar o tanque do veículo cheio, nos próximos dias, é sinal de prudência e economia…

– Quem Vai Transmitir o Quê?

 

Uma grande confusão vem sendo observada na negociação dos direitos de transmissão dos jogos de TV para o Campeonato Brasileiro no próximo triênio.

 

Aparentemente, de um lado: Globo, CBF, Corinthians e Clubes Cariocas. Do outro: Demais Emissoras de TV, Clube dos 13, e desafetos de Ricardo Teixeira.

 

O imbróglio se resume a um simples fato: a Globo não quer concorrer com as outras Redes e sim fazer a prevalência da parceria de até então, tendo como aliados a CBF e o Corinthians. Mas o Clube dos 13 quer dinheiro, e vê numa licitação com envelopes fechados a possibilidade de ganhar mais receitas. Corinthians e Flamengo querem privilégios financeiros nos novos contratos. E assim a disputa segue.

 

Dentro de um mercado competitivo, democrático e capitalista (e sendo a CBF e os Clubes de Futebol entidades de direito privado), nem haveria necessidade de licitação. É simples e pura negociação com quem quer que seja. Mas num ambiente complexo como o da Política do Futebol, tratar de dinheiro em grupo é muito difícil. Há vaidades, interesses particulares e muita desunião, que são ingredientes perfeitos para sobrepor objetivos coletivos e desagregar parceiros.

 

Teoricamente, todos podem negociar juntos. Ou em separado, se assim desejarem. Mas, claro, fica a suposição: se os grandes conseguirem contratos vantajosos individualmente, o que poderá ocorrer com os pequenos?

 

Digo isso apegado por um debate realizado há muito tempo, no meu saudoso período de mestrando: na época, discutíamos a diferença em “mandar jogos” e “fazer o jogo”. A lei Pelé diz que em uma partida de futebol, quem realiza o espetáculo são os clubes. Alguns entendem (e aqui cito Ataíde Gil Guerreiro, do Clube dos 13, em entrevista a Wanderley Nogueira no Programa Pique da Pan, na noite de quarta) de que se os clubes realizam o espetáculo, seria razoável pensar que, se os clubes venderam seus direitos a emissoras diferentes, ambas redes de TV podem transmitir a partida. Outros entendem que o termo “realizar o espetáculo” cabe ao desenrolar de uma partida de futebol, ou seja, aos atores envolvidos num jogo de futebol, à partida em si no gramado. Assim, o mandante se responsabilizaria pela realização do evento em sua praça, tendo direitos e deveres. E dos direitos, a exploração de suas imagens na arena que realiza o evento.

 

Imaginem o seguinte jogo: Corinthians X Atlético-GO. Um vendeu os direitos à TV Globo, o outro só conseguiu vender à modesta Rede CNT. A pequena emissora poderia transmitir para todo o Brasil este jogo, já que o clube é visitante?

 

Certamente o grande clube faturará mais, enquanto os pequenos terão que se esforçarem mais para obterem contratos vantajosos. Por esse prisma, negociar em grupo ajuda os pequenos. Por outro lado, pode limitar o grande clube em obter recursos mais vantajosos.

 

Até agora, falamos sobre Negócios. Perceberam que não falamos sobre Ética?

 

E talvez esse ponto seja a concordância maior daqueles que acompanham esse capítulo importante do futebol brasileiro: a Ética dos Negócios ficou de escanteio em nome da ganância das negociatas. Uma pena.

 

Inegável a curiosidade de um possível fato inusitado: Já pensaram a Globo tendo os direitos exclusivos do Corinthians, a Record com os do São Paulo, a RedeTV com os do Palmeiras e a Bandeirantes com os do Santos?

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Repita a Frase como Um Mantra…

 

… para que ela não seja esquecida!

 

Quando o Brasil foi escolhido como sede para a Copa do Mundo de 2014, ouvimos claramente do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, a seguinte frase afirmativa:

 

“Não haverá dinheiro público na Copa do Mundo”

 

Tudo bem. Alguns acreditaram. Mas estamos em 2011, e que tal algumas constatações:

 

Algumas sedes da Copa nem tem licitação realizada: Natal, por exemplo. Quanto tempo levará para definir quem vai construir a Arena das Dunas e quanto tempo levará para começar a construção do estádio?

 

– Quando se permitirá, na prática (pois na teoria temos diversas datas) a construção do estádio do Corinthians, que deverá ser a sede paulista do torneio (segundo a vontade dos políticos locais)?

 

Em que data começaremos a mexer nos nossos aeroportos? Eu moro próximo a uma das rotas de Viracopos, e à tarde, os Boeings e Airbus passam sobre nossas chácaras de 3 em 3 minutos exatamente. E assim ocorre em Cumbica e em Congonhas. Ninguém vai se mexer?

 

As estações de metrô e hospitais prometidos em boa parte das localidades próximas às sedes já iniciaram sua construção? Os cronogramas estão em ordem?

 

Custa-me a crer que para resolver esses imbróglios e pendências a simples ação da iniciativa privada poderá ser providencial. Acreditar na viabilidade de alguns estádios parece ser o grande problema, já que se fossem lucrativos, haveria briga judicial para ganhar os contratos de tantos candidatos a operacionalizarem as obras.

 

É claro, lógico, evidente e cristalino de que o governo, em qualquer esfera (federal, estadual, municipal), colocará dinheiro na Copa do Mundo. Aliás, terá que colocar: para a mobilidade urbana, infraestrutura logística e saúde, é saudável e necessária a intervenção pública, pois, afinal, são obras que ficarão para a população e beneficiará a sociedade. Mas… e para os estádios? Colocar dinheiro do nosso bolso para elefantes brancos?

 

Ok, o “Itaquerão” não será uma obra ociosa porque, afinal, o Corinthians será o dono do estádio. Mas por que nós, contribuintes, temos que arcar com a conta? E o governo do RJ com o Maracanã? E os demais?

 

Há uma lei (que parece ter sido descoberta depois de estar empoeirada) que traz benefícios fiscais generosíssimos para a região de Itaquera. Tudo bem, a idéia é desenvolver a região. Mas os benefícios são voltados para quem? Para empresas associadas a FIFA? Para parceiros comerciais de grandes construtoras e lobbystas? Ora, é claro que a lei é anterior à decisão do estádio. Mas vai beneficiá-lo. Não deveria ser uma lei (para dizer que há moralidade na administração pública paulistana) exclusiva aos pequenos e médios empresários que desejem estabelecer-se por lá, ou para os já estabelecidos?

 

Dar dinheiro para quem já tem, facilitando pagar suas contas, é fácil. Boa lei é aquela que ajuda quem realmente precisa. Leciono as disciplinas “Administração de Pequenos e Médios Negócios” e “Empreendedorismo”, além de ter uma PME. Sei das dificuldades em se obter crédito barato. Crédito caro sobra na praça!

 

Será que o dono da pequena confecção, do comércio popular, do bar da esquina ou o borracheiro da quadra (todos de Itaquera) foram informados de que poderiam pagar metade do IPTU e aliviar em 60% o INSS? As Pequenas e Médias Empresas, segundo qualquer instituto de pesquisa ou ONG do setor, mostram que os grandes empregadores do Brasil são os pequenos e micro-empresários. Assim, fica a pergunta: o BNDES é tão generoso à eles quanto aos parceiros da FIFA?

 

Portanto, é demagogia dizer que não há dinheiro público na Copa do Mundo. Seja por linhas de crédito a juros baratos (que poderiam atender a outras significativas parcelas da sociedade), seja por renúncia fiscal (abatam os impostos da população em geral, já que sobra dinheiro) ou ainda por obras de infraestrutura que atendam a uma parcela pequena da população mas alguém em específico (a Arena de Recife é um ótimo exemplo dessa imbecil conta).

 

Deixar de dar linha de crédito com subsídios e carências aos sofredores microempresários e as dar para times de futebol e parceiros da FIFA: é esse o cenário. Tenha dó…

 

Aguardemos 2013, quando a coisa apertar. Aí a farra será mais absurda.

 

E você: sempre foi a favor de Copa do Mundo no Brasil ou está mudando sua opinião? Deixe seu comentário:

– A Doce Inversão de Papéis na Política Brasileira

 

Ideologia e Coerência não são itens fortes no cenário político do Brasil.

 

Há 10 anos, poderíamos ver o PT e seus aliados sindicalistas esperneando pelo aumento do Salário Mínimo, que era reajustado em bases mínimas pelo PSDB.

 

Agora, vemos ontem o PT lutando pelo menor reajuste possível ao Salário Mínimo, enquanto que o PSDB pede a majoração imediata.

 

Bases e conceitos invertidos em 10 anos?

 

Símbolo maior disso foi o fato do Vicentinho (lembram-se deles?), defendendo com unhas e dentes um limite de R$ 545,00 para não onerar as contas federais!

 

Impensável… como é ruim deixar de ser pedra e virar vidraça, não?

 

A propósito, ontem Tiririca votou contra o Salário Mínimo de R$ 545,00. Mas não foi nenhuma revolta contra a orientação de voto do seu partido. Ele errou mesmo, pois se atrapalhou com os botões do painel eletrônico de votação!

 

Estamos bem de políticos, não?

– Carrefour se Dividirá?

 

Amargando prejuízos no Brasil e redução no valor global em 36% nos últimos 3 anos, o Carrefour estuda se dividir em 3 grupos, a fim de melhorar a administração e apostar em atitudes mais eficientes no mercado (além das próprias ações em bolsa). A Rede Dia%, por exemplo, poderia sair do grupo.

 

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI207207-16355,00-CARREFOUR+ESTUDA+SE+DIVIDIR+EM+TRES.html

 

CARREFOUR ESTUDA SE DIVIDIR EM 3

 

A rede de supermercados francesa Carrefour anunciou nesta segunda-feira (01/02) planos de iniciar a transação de novos ativos no mercado financeiro, em data ainda a ser definida. Segundo informações extraoficiais reveladas pelo jornal “Le Figaro“, a estratégia envolveria a cisão do conglomerado em três e a entrada nas bolsas de valores de duas novas empresas independentes: a rede popular Dia e a gestora de patrimônio imobiliário Carrefour Property.

O objetivo da estratégia seria elevar o valor do Grupo Carrefour nas bolsas de valores. Em comunicado distribuído à imprensa na manhã de ontem, em Paris, a empresa confirmou em parte as informações do diário francês e afirmou estar desenvolvendo estudos que levem à “otimização de sua performance e a valorização de seus ativos”. A iniciativa seguiria sugestão do banco BNP Paribas e as pressões dos investidores Colony Capital e Groupe Arnault, proprietários de 14% do capital e de 20% do direito a voto da holding.

A expectativa é de que, dividido em três, o conglomerado supermercadista recupere valor. Desde março de 2007, quando Colony e Arnault ingressaram no capital do número 2 do setor supermercadista mundial, as ações do grupo caíram de 53 para 34 euros (redução de quase 36%). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– A Pé é mais rápido do que de Trem

 

Recomendo aos amigos a leitura da Revista Exame da penúltima semana (Ed 984). Nela há um estudo que mostra: para se ir a pé de Limeira a Santos, você leva 4,5 dias. Para ir de trem e embarcar algo no Porto de Santos, no mesmo trecho, 12 dias!

É o Custo-Brasil…

– Schincariol e Petrópolis descartam SAB Miller

 

Leio na Revista Exame (Ed 26/01/2011, coluna Primeiro Lugar), que a Sab Miller ainda não encontrou o parceiro ideal para entrar com mais impacto no mercado brasileiro.

 

Quanto mais demorar, pior será a ela, já que o mercado está a todo vapor!

 

Abaixo, a matéria e os motivos:

 

A DISCRETA CHEGADA DA SAB MILLER

 

O cortejo da cervejaria inglesa SAB Miller ao mercado brasileiro é antigo. Recentemente, a empresa, segunda maior cervejaria do mundo, voltou a conversar com a brasileira Petrópolis, dona das marcas Itaipava e Crystal, e tentou negociar coma Schincariol, vice-lider do mercado local. Com a Petrópolis o negócio não andou por falta de acordo financeiro. A família dona da Schincariol nem sequer iniciou negociações, porque não aceita abrir mão do controle. Sem acordo, os ingleses da SAB Miller firmaram um pequeno contrato de distribuição coma gaúcha ImportBeer. No mercado, comenta-se que a entrada modesta é apenas uma forma de posicionar a marca no mercado antes de uma aquisição importante.

– Kia e Hyundai vencem em 2010!

 

Kia e Hyundai fazem parte de um só conglomerado sulcoreano. Entretanto, aqui elas brigam ferozmente. Mas o que surpreende é que, acima da expectativa da matriz, ambas cresceram mais do que previsto elevando o conceito de suas marcas e ganhando boa fatia de mercado. As 2 empresas foram as primeiras em crescimento no mercado automobilístico no ano passado. Abaixo:

 

OS COREANOS VENCERAM EM 2010

 

Por Marianna Aragão, Rev Isto É Dinheiro, Ed 23/10/2010, pg 65-68

 

Inimigas ferrenhas aqui e lá fora, Hyundai e Kia foram as montadoras que mais cresceram no Brasil no ano — difícil vai ser repetir o feito daqui para a frente!

 

Em uma das incontáveis cenas recentes de humor da novela Passione, exibida atualmente pela Rede Globo, a socialite emergente Clô, personagem interpretada pela atriz Irene Ravache, dá pulos de alegria ao receber de presente do marido um carro zero-quilômetro. Desde sua estreia na TV, em outubro, o novo automóvel de Clô — um Cerato, sedã médio da coreana Kia Motors, cuja nova versão foi recém-lançada no Brasil — já apareceu mais seis vezes na trama. Outros 26 carros da marca estão estacionados no pátio da emissora, prontos para as cada vez mais recorrentes ações de merchandising.

Poucos meses antes, durante a Copa do Mundo de futebol realizada na África do Sul, a também coreana Hyundai, que pertence ao mesmo conglomerado da Kia na Coreia do Sul (aqui as duas atuam de forma independente), autorizou pela primeira vez em sua história uma adaptação local de sua campanha mundial — o “tchá tchá” do comercial original, que significa gol, foi substituído no Brasil por palavras de encorajamento à seleção verde-amarela. Iniciativas como essas — apoiadas num orçamento em publicidade que deve chegar à casa do bilhão de reais em 2010 — deixam claro o grau de agressividade a que chegaram as duas montadoras coreanas no Brasil.

Hyundai e Kia vão encerrar 2010 entre as montadoras que mais cresceram no país. No caso da Hyundai, o aumento nas vendas entre janeiro e novembro foi de 54%, puxadas em grande parte pelo desempenho do hatch i30, hoje seu modelo mais vendido. O crescimento foi suficiente para colocá-la à frente da japonesa Toyota e no sétimo lugar do ranking de montadoras. A Kia, por sua vez, avançou 134%, atingindo 1,6% de participação de mercado. Para efeito de comparação: o setor como um todo cresceu 10% em 2010, uma expansão invejável quando comparada aos resultados dos mercados desenvolvidos. “Precisávamos fazer barulho para mostrar a nova cara da marca aos brasileiros”, diz José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors no país. “Não somos mais a montadora que produzia a van Besta. Temos carros de qualidade para competir de igual para igual no mercado.”

A arrancada das duas montadoras ocorre num momento particularmente atípico do mercado brasileiro. A despeito do bom momento que vive o setor, que deve encerrar o ano com um recorde de 3,5 milhões de unidades vendidas, marcas como Toyota, Honda, Renault, Peugeot, Citroën e Nissan fizeram poucos lançamentos no período (a Honda, por exemplo, nem sequer reestilizou as versões já existentes). Ao todo, apenas oito veículos novos dessas montadoras chegaram às concessionárias. Enquanto isso, as coreanas aceleraram a introdução de novos modelos no Brasil.

A Kia apresentou seis carros novos no país, entre modelos compactos e sedãs médios — outros três estão previstos para o primeiro semestre de 2011. Além disso, abriu 27 revendas, elevando o total de lojas para 144 (outras 23 já estão acertadas para os próximos meses). A Hyundai, por sua vez, lançou três carros, deu início à produção da SUV Tucson no Brasil em abril e já anunciou a construção de uma nova fábrica em Piracicaba, no interior de São Paulo, que fará carros populares a partir de 2012 — um indicativo de que a empresa passará a contar com peças de reposição nacionais, até então uma vantagem de seus concorrentes. “Kia e Hyundai continuam se alfinetando no Brasil, mas aparentemente perceberam que, mais importante do que isso, é brigar para vender carros”, diz Stephan Keese, diretor da consultoria Roland Berger e especializado no mercado automotivo.

 

Agressividade

 

De todas as montadoras — sejam elas coreanas ou não —, nenhuma foi tão aguerrida em sua estratégia comercial quanto a Kia. Entre os meses de agosto e novembro, a empresa reduziu de 3 000 a 5 000 reais os preços de três de seus maiores sucessos de mercado: o sedã Cerato, o hatch Picanto e o utilitário Soul. Ao mesmo tempo, passou a vender as versões 2011 de seus carros pelo preço de tabela de 2010. Apesar do óbvio sacrifício das margens de lucro, a Kia dobrou o ritmo mensal de vendas nesse período, em comparação ao desempenho nos meses anteriores à promoção. (A Kia nega que esteja reduzindo sua rentabilidade.) “Com quase 40 marcas presentes no país, fica praticamente impossível para qualquer montadora ganhar uma participação relevante de mercado”, diz Julian Semple, diretor da consultoria Carcon Automotive. “Não surpreende, portanto, que a Kia tenha partido para soluções mais radicais.”

Mais do que uma simples questão de preço, contou a favor das montadoras coreanas a crescente reputação de qualidade que seus carros vêm adquirindo — aqui e lá fora. Segundo dados da consultoria americana JD Power, os veículos da Hyundai contam com índices de qualidade superiores aos de marcas como Volvo e BMW. A Kia ainda está abaixo da média, mas fica à frente de Volkswagen, Land Rover e da luxuosa Jaguar. A soma de uma imagem de qualidade e preços agressivos levou a filas de espera de até três meses para alguns dos carros dessas marcas, caso da picape Sportage, da Kia, lançada no Salão do Automóvel de São Paulo em outubro. “Estamos com o estoque zerado”, diz Gandini. “A Kia cresceu 30% no mundo em 2010, e os coreanos não estavam contando com isso.”

– Subida nas Ações do PanAmericano

 

Mercado de ações é algo interessante. Após o empresário Sílvio Santos vender o Banco PanAmericano  por aproximadamente R$ 450 mi para o Banco BTG pactual, de André Esteves, as ações subiram 22% em um só dia.

 

Já pensou quem resolveu comprar no dia da descoberta da fraude e vender ontem, que grana levou?

 

Isso é ganhar dinheiro sem produzir nada. Aos espertos, meus cumprimentos!

– Pequenas Empresas com Possibilidade de Retorno a Curto Prazo (através de franquias).

 

Amigos, compartilho um bom texto da Revista Exame Pequenas e Médias Empresas, cujo tema é o investimento em 8 opções de franquias onde o retorno de investimento seja de até 1 ano!

 

Aos administradores de empresas e empreendedores interessados, o link está em: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/8-franquias-de-retorno-rapido?p=1#link

 

Aparecerá uma janela com 8 fotos com as 8 opções de franquias. Clique sobre elas e o detalhamento do investimento aparecerá.

– O Exemplo do Futebol vem do Beisebol

 

Você conhece Gil Meche?

 

Ele é arremessador da equipe do Kansas City Royals, da Major League Beiseball (MLB). Craque do time, chegou contratado por 5 anos recebendo, só em salário, US$ 12 mi por ano (ou 1 milhão de dólares por mês).

 

A curiosidade é o fato de Gil Meche pedir REDUÇÃO SALARIAL. Ele alegou ao clube que já não rende a mesma coisa de quando foi contratado (está no 3º. ano do seu contrato), e que sua consciência diz que não é justo para o clube pagar tanto por um atleta que ele não é mais! Disse ainda que se preocupa com a imagem negativa que passará, ganhando tanto sem jogar o que outrora jogou, como mercenário ou acomodado com a situação contratual.

 

Que tapa na cara de muitos boleiros, não? Quanto jogador que ganha milhões por ano e não está jogando nada!

 

E você, o que acha da atitude do astro do beisebol? Deixe seu comentário:

– Padilha sai por Cima em Guerra “invencível” contra as Cervejarias

 

Tempos atrás, havia um pequeno clamor para que se reduzisse sensivelmente as propagandas de cerveja, até chegar ao estágio das de cigarro.

 

Luta inglória. Afinal, o lobby em Brasília é muito forte.

 

Assim, o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sabendo dessa situação, inteligentemente encontrou uma solução: pode fazer propaganda à vontade, mas incrementem mensagens politicamente corretas, como: Beba com Moderação; Se dirigir não Beba (todas já existentes mas com maior apelo publicitário), além de propagandas mais responsáveis.

 

Tomara que funcione!

– 28 Anos da quebra da Haspa

 

E a Haspa, instituição financeira do Delfim?

 

Hoje faz 28 anos que a Haspa quebrou. E me lembro bem da Haspa. Era molequinho e tinha uma poupança lá. A agência era na Rua do Barão de Jundiaí, entre o falecido banco Nacional e a também falecida “Lojas Glórias”.

 

A boa memória é que eles davam um cofrinho preto e réguas para as crianças! rsrs

 

Quando ela quebrou, na minha ingênua cabeça, pensei que tinha perdido a minha “fortuna” (na época, acho que dava para comprar uma bicicleta!). Meu alívio é que ela foi transferida ao banco Real!

 

Já não dá para se dizer o mesmo do banco Santos… Ontem, li que Edmar Cid Ferreira, o dono e responsável pela irresponsável quebradeira que proporcionou, iria ser preso dentro da sua própria mansão.

 

Será que foi? Quem souber, comente neste post!

– A Aposentadoria Retroativa dos Políticos

O senador Álvaro Dias (PSDB) foi governador do Paraná. Sempre o admirei e o respeitei. Está forte, saudável e trabalhando no Senado.

 

Entretanto, ele requereu à Justiça o valor de R$ 1,6 milhões, referente à aposentadoria retroativa do temo em que foi governador (nesse valor, está incluindo o 13º salário da aposentadoria).

 

Se está na lei, respiremos fundo e aceitemos. Mas não deveria ser assim! Quantos políticos estão na ativa e recebem várias aposentadorias, TODAS INTEGRAIS e por períodos curtos de trabalho.

 

Enquanto nós, simples mortais, trabalhamos 35 anos ou mais para nos aposentarmos, e sempre com limite de salário, nossos políticos (cujo trabalho é menos estafante do que o nosso) gozam dessas mordomias…

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Custo Congresso Nacional: R$ 6,2 bi !

 

A ONG Contas Abertas divulgou que o aumento dos parlamentares e servidores deste último final de ano, realizado na surdina, trará um acréscimo de 800 milhões de reais aos cofres públicos.

 

Atenção: esse valor é só o do aumento! No total, custará aos nossos bolsos 6.200.000.000,00 reais aproximadamente.

 

Brincadeira, não? E o Suplicy vai a público defender o terrorista Cesare Baptisti como refugiado no Brasil. Não existira algo mais importante para defender, como a economia dos gastos públicos?

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– Bhrama X Itaipava

 

E a pendenga judicial entre a AmBev e a Cervejaria Petrópolis?

 

A Bhrama fez uma campanha muito grande para lançar sua lata vermelha (que, por sinal, acho horrível! Mudou psicologicamente até mesmo o gosto da cerveja…). A ideia não era uma simples ação de marketing, mas diferenciar sua embalagem das demais, já que, de longe, a latinha das cervejas mais baratas copiavam a Bhrama.

 

Não é que a Itaipava mudou sua lata para vermelho também?

 

Agora, a Justiça decidiu que no prazo de 30 dias a Cervejaria Petrópolis, dona da marca, está obrigada a recolher suas latinhas vermelhas.

 

Gostei da decisão. Mercado é concorrência dura mas leal, não baseada na picaretagem.

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– E a Disparada do Etanol?

 

O álcool combustível (etanol) passou a ser vantajoso, segundo a revista Posto Hoje (Ed da segunda quinzena de janeiro /2011), em apenas GO, MT, SP e TO. Isso, claro, dependendo do veículo e do rendimento.

A média de preços nos postos brasileiros foi de R$ 1,856 na última semana. Em Jundiaí, o preço mais alto encontrado foi de R$ 1,899 (tal valor já não compensa o uso dele).

 

Curiosidade: a média do preço em Nova Friburgo/RJ, onde a tragédia das chuvas ocorreu, teve seu preço (abusivo e covarde) registrado como R$ 4,50 para a Gasolina e R$ 3,20 para o Etanol, com a alegação de que as dificuldades de transporte e escassez motivaram esse aumento.

 

ETANOL SOBE DE NOVO E SÓ COMPENSA EM QUATRO ESTADOS

O preço do etanol subiu de R$ 1,848 para R$ 1,856 nesta semana nos postos brasileiros, segundo pesquisa de preços da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgada sexta-feira (14). Com o novo valor, o combustível deixou de ser competitivo no Paraná e agora só leva vantagem sobre a gasolina em quatro Estados: ainda vale a pena abastecer com etanol em Goiás, Mato Grosso, São Paulo e Tocantins. Em apenas uma semana, o etanol ficou 10,3% mais caro para os goianos. Por outro lado, nos postos paulistas, houve uma leve queda no preço médio do combustível. Os consumidores pagam, em média, R$ 1,724 pelo litro.

– Sem Conta Bancária?

 

Com tantos lucros que os bancos têm, leio agora que 39,5% da população brasileira não tem conta bancária!

 

Que mercado a ser explorado, não? E com a fome dos bancos em lucros… aquele que quebrar será fruto da incompetência!

– A Novela Ronaldinho Gaúcho

 

Cansou a história do Ronaldinho Gaúcho. Assis, empresário e irmão do jogador, está fazendo a parte dele: no melhor espírito mercantilista está valorizando e leiloando o atleta. O que pode se discutir é a forma prática das negociações: antiética, desrespeitosa e cansativa.

 

Um outro ponto de discussão: o jogador vale tudo o que tem se oferecido? O futebol dele deixou de ser decisivo há anos, tornando-o um mero malabarista da bola. De melhor do mundo por algumas oportunidades a atração circense. Vale tanto?

 

Os clubes justificam os valores pelo retorno que o atleta dará. Será que somando a qualidade do futebol desempenhado, o risco de ciúme do elenco, o comprometimento das contas e os possíveis constrangimentos de atitudes não-profissionais do jogador, ainda assim, compensará o retorno financeiro?

 

Fico pensando: os clubes estão a mil nas pré-temporadas. Enquanto há suor e treino, Ronaldinho desfruta dos prazeres de boas férias. Será que quando ele entrar em campo estará condicionado como os demais?

 

Se for mal em campo, preparemo-nos para assistirmos cobranças por parte das torcidas organizadas do Palmeiras ou do Grêmio. Se for da do Flamengo, talvez demorará um pouco mais; mas certamente ocorrerão.

 

Agora, vale também a consideração: nada que um belo lançamento a lá Gerson, ou um gol como o do toque de letra do Robinho na sua volta ao Santos (contra o São Paulo) possa acalmar os ânimos.

 

E você, o que acha dessa novela? Deixe seu comentário:

– 2014: Copa p/ Árbitros Profissionais? Pura Demagogia.

 

Nesta última quarta-feira, li um post de Joseph Sepp Blatter no Twitter, destacando: “Árbitros Profissionais somente na Brazil’14 World Cup”, com uma chamada para uma entrevista de Blatter no site FIFA.com (O link pode ser acessado clicando em: Pro Referees Only Brazil 14).

 

Curioso, pois ouço tal tema há muitos anos e nunca resolveram o problema. Resolvi então ler o texto original e, apesar da minha regular/fraca fluência em Inglês, nada achei de proposta, a não ser a promessa. Procurei alguma tradução para o Português, e… nada! Conversei com amigos, mas… ninguém tem idéia do que seja a idéia real da FIFA.

 

Assim, sem titubear, dá para afirmar que a FIFA quer a profissionalização mas não sabe como fazê-la! O intuito de melhorar a arbitragem é louvável, mas jogar a idéia para a comunidade futebolística sem idéias ou propostas, no vazio, é demagogia pura.

 

Se ela quer a profissionalização, assuma os custos da mesma. Que tal remunerar os árbitros com escudo FIFA por conta dela, entidade maior do futebol, pagando os salários e encargos tributários?

 

Falar é fácil. Mas como fazê-lo?

 

Na Inglaterra, os árbitros são profissionais e recebem um salário mensal e um adicional por jogos apitados. Na Argentina, há a semi-profissionalização, onde os árbitros semanalmente têm que cumprir alguns compromissos com a AFA. No resto do mundo, ele é amador mas age e é cobrado como profissional.

 

No Brasil, os árbitros têm que conciliar a rotina de trabalho com a rotina da arbitragem. Acordam mais cedo ou dormem mais tarde para poderem treinar; abrem mão do convívio familiar para cumprirem a escala dominical. Mas, cá entre nós: será que os árbitros de ponta do Brasil “batem cartão”? Claro que a maioria não, senão não haveria patrão que agüentasse as faltas no meio de semana para as rodadas na terça/quarta/quinta. Boa parte é profissional liberal, empresário, autônomo, funcionário público… E, claro, sofre também para conciliar suas atividades.

 

Mas aí vem o conceito: o que é ser profissional do apito? Numa versão Weberiana da Sociologia da Burocracia, diria que o cotidiano desse profissional seria:

treinar fisicamente durante os períodos matutinos (condicionamento e simulações de jogo);

nos vespertinos, reler regras, assistir vídeos, discutir situações de jogo;

incluir uma folga semanal;

remunerar mensalmente – independente do número de jogos, pois, se comissionados, teríamos uma guerra pelas escalas;

recolhimento por parte da entidade organizadora do evento dos encargos fiscais;

plano de saúde; fisioterapeuta; psicólogo; e, principalmente,

– isenção da Comissão de Árbitros em relação aos clubes.

 

Utopia?

 

Sim, utopia. Pense no nosso âmbito local: se quer realmente árbitro profissional, quem arcará com uma política de trabalho como a sugerida acima? A CBF? As Federações Estaduais? Os Sindicatos? As Cooperativas?

 

Ninguém, claro.

 

A FIFA lançou a profissionalização da arbitragem como solução (segundo ela) para os problemas nas Copas do Mundo. Que ela assuma sua responsabilidade para tomar à frente desse novo processo.

 

Penso, particularmente, que as entidades organizadoras se esquivarão do modelo ideal e tentarão modelos alternativos, convocando árbitros para treinos mais sistemáticos em meio às suas atividades profissionais; continuarão tratando-os como “prestadores autônomos de serviços” (essa é a relação dos árbitros com a FPF, por exemplo) e aumentarão o número de árbitros para que elas, entidades, não sejam reféns de nomes – o que traz um viés inevitável: quanto mais árbitros, mesmo jogos para cada um e menor ritmo de jogo; diminui-se a qualidade da arbitragem e o emprenho dos árbitros.

 

E você, qual idéia para profissionalizar os árbitros? Deixe seu comentário?

– O Nefasto Pedágio da Estrada de Itatiba

 

Moradores de Jundiaí e de Itatiba estão (e devem estar mesmo) revoltados com o pedágio da Rodovia Constâncio Cintra.  Afinal, está em funcionamento uma praça de pedágio entre os 2 municípios, afetando os moradores que moram nas redondezas. No trecho curto, porém movimentado e perigoso, a concessionária Rota das Bandeiras iniciou a cobrança no último mês de dezembro.

 

Mas o pior: a rodovia não foi duplicada ainda! Ora, garantir recursos para as obras a partir da cobrança antecipada do pedágio é covardia. Os usuários estão financiando os recursos (ou, numa leitura mais rigorosa, pagando pelo serviço a se realizar!).

 

Assim, até eu quero ter uma concessionária de rodovia. Com o dinheiro do pedágio antecipado, faço as obras. Bom negócio, não?

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

 

Extraído de: http://www.conjur.com.br/2011-jan-05/juiz-nega-pedido-ministerio-publico-suspender-pedagio

 

JUIZ NEGA PEDIDO DO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA SUSPENDER PEDÁGIO

 

O juiz substituto da 1ª Vara Cível de Itatiba (SP), Gustavo Nardi, negou o pedido do Ministério Público de São Paulo que queria a suspensão da cobrança do pedágio na rodovia Engenheiro Constâncio Cintra (SP-360), no trecho entre Itatiba e Jundiaí. A promotora de Justiça do Consumidor, Adriana Regina de Santana Ludke, já afirmou  que vai recorrer da decisão. As informações são da Folha Online.

Para a promotora, a cobrança de tarifa dos moradores dos bairros segregados pelo pedágio é “desproporcional e onerosa, fere o princípio da modicidade tarifária e o da igualdade, dentre outros, e viola as diretrizes básicas das relações jurídicas de consumo”. A praça de pedágio no km 77,1 da rodovia começou a funcionar no dia 13 de dezembro. As tarifas são de R$ 1,85 para veículos de passeio e por eixo comercial e R$ 0,90 para motos.

A promotora também pede a isenção do pagamento da tarifa para moradores e trabalhadores dos bairros Pomar São Jorge, Aparecidinha, Chavini, Nova Xampirra, Pinhal, Princesa da Colina e condomínio Parque da Fazenda que foram segregados do restante da área urbana de Itatiba pela localização da praça de pedágio.

Em Ação Civil Pública contra a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e a concessionária Rota das Bandeiras, a promotora pede, ainda, a suspensão da cobrança até que as obras licitadas sejam executadas pela concessionária ou, pelo menos, até que a duplicação da rodovia seja finalizada. 

“É de responsabilidade exclusiva da concessionária a prestação de um serviço adequado, assim como é direito dos usuários do sistema rodoviário receber serviço adequado como contrapartida do pagamento de pedágio. Todavia, a Rota das Bandeiras, ao iniciar a cobrança da tarifa antes do término das obras objeto da licitação, está oferecendo aos consumidores um serviço inadequado, pois os usuários pagam a tarifa de pedágio e utilizam uma estrada sem os melhoramentos previstos no contrato, em flagrante desrespeito aos direitos dos consumidores e da população”, afirmou a promotora.

Além disso, segundo Adriana Ludke, a obra de duplicação da rodovia — que teve início em agosto de 2010 e tem previsão de término em novembro de 2011 — causa transtornos com grande parte da via sem acostamento, trânsito lento em razão dos maquinários e funcionários no local e falta de segurança e de condições adequadas de tráfego na rodovia Engenheiro Constâncio Cintra.

A ação foi ajuizada no dia 27 de dezembro com base em informações colhidas durante um inquérito civil instaurado logo que a construção da praça de pedágio teve início — em março do ano passado — e inclui um abaixo-assinado com aproximadamente 2.500 assinaturas de usuários.

Segundo a promotora, o juiz, em uma análise superficial, entendeu que a cobrança da tarifa está sendo feita de acordo com o contrato licitado, não sendo requisito para a cobrança de pedágio o término das obras previstas no contrato. “A decisão também deixou de analisar o pedido liminar no tocante à isenção de pagamento de pedágio pelos moradores e trabalhadores dos bairros segregados do restante da área urbana do município em razão da localização do pedágio”, disse a promotora.

A Rota das Bandeiras informou que o cumprimento do cronograma das obras na rodovia depende do processo de desapropriações, da obtenção de licenças ambientais e de remanejamento de intervenções instaladas às margens da via, por parte das outras concessionárias que possuem o serviço delegado, como dutos de gás, cabos de telefonia, redes de água e energia, entre outras. Segundo a concessionária, no total, serão duplicados 17 km de rodovia. Entre as obras previstas, também está um viaduto no acesso ao condomínio Parque Fazenda, no km 74,6.

“O pedágio, entre outras funções, também tem como objetivo garantir recursos para todos esses investimentos. Mas é importante destacar que é com a cobrança do pedágio que a Rota das Bandeiras presta de maneira ininterrupta, 24 horas por dia durante todos os dias da semana, serviços de fundamental importância para oferecer segurança e conforto ao usuário que trafega no Corredor Dom Pedro, que inclui a SP-360”, informou a concessionária por meio de nota.

A Rota das Bandeiras também informou que administra a rodovia “de acordo com as determinações previstas no contrato de concessão firmado com o governo do Estado e cumpre rigorosamente todas as decisões judiciais”.

Já a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo informou que não foi notificada sobre a ação.

– Celeiro do Mundo? Que Mentira…

 

A idéia de que fazemos sobre o Brasil ser “celeiro do mundo”, devido a sua extensão territorial e qualidade da terra, talvez seja mais uma vontade popular do que um propósito governamental.

 

Digo isso pois há algum tempo li que importamos arroz do Vietnã. Ora, isso é um absurdo! Os arrozais de SC e GO não dariam conta de saciar a fome no mercado interno?

 

Agora, leio com espanto: estamos importando… CAFÉ!

 

Qualquer estudante de ensino médio sabe que no começo do século passado o café era a nossa maior riqueza. E sabe de quem compramos? Da China!

 

Os chineses compram nossos grãos, levam à China, torrem e moem o café e nos revendem! E sai mais barato do que se o processo fosse feito aqui. Dá para acreditar?

 

E você, o que acha disso? Nossa política agrária está, digamos, abandonada? Deixe seu comentário:

 

(informações da Folha de São Paulo, caderno Mundo, pg c3, 03/01/2010)

– O Absurdo Aumento dos Combustíveis na Bolívia

 

Todas as mídias noticiaram: a população da Bolívia saiu às ruas contra o aumento dos combustíveis ordenado por Evo Morales.

 

A Gasolina, por exemplo, subiu 83%.

O Diesel, 73%.

A tarifa dos ônibus, 100%.

E o salário mínimo, 20%.

Tudo numa canetada!

 

Imagine se fosse aqui! Apesar de que, com os freqüentes aumentos do etanol, a coisa não é tão diferente…

 

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4867345-EI8140,00-Crise+da+gasolina+deixa+feridos+e+detidos+na+Bolivia.html

 

CRISE DA GASOLINA DEIXA 15 FERIDOS E 21 DETIDOS NA BOLÍVIA

 

Quinze agentes ficaram feridos e 21 pessoas foram detidas nos choques entre policiais e manifestantes nesta quinta-feira nas cidades bolivianas de El Alto e Cochabamba, em meio à crise provocada pelo aumento de até 83% nos preços dos combustíveis.

“Há 15 policiais feridos em El Alto, dois gravemente. Em Cochabamba, 16 (manifestantes) foram detidos, e outros cinco em El Alto”, informou o ministro do Interior, Sacha Llorenti. Segundo o ministro, “atos de vandalismo” foram cometidos por ativistas “identificados” do Movimento Sem Medo (MSM), do ex-prefeito de La Paz Juan del Granado.

Llorenti informou que manifestantes atacaram a polícia com pedras, e os agentes reagiram com bombas de gás lacrimogêneo. Durante os protestos, a multidão quebrou o portão da sede da vice-presidência boliviana, incendiou postos de pedágio, destruiu agências da empresa aérea estatal BoA e atacou as sedes da Central Operária e do sindicato dos plantadores de coca. Os manifestantes também tentaram queimar uma bandeira da Venezuela e incendiar o monumento ao guerrilheiro Ernesto Che Guevara.

El Alto, cidade-dormitório vizinha a La Paz, foi tomada por milhares de manifestantes, que levantaram barricadas e incendiaram pneus para interromper o trânsito. Em Cochabamba, os grevistas do transporte de carga estacionaram caminhões nos cruzamentos para bloquear o tráfego. Santa Cruz de la Sierra, motor do desenvolvimento boliviano, também era muito afetada pela paralisação dos transportes.

Durante a tarde, um grupo liderado pelo MSM tentou chegar ao Palácio Presidencial de La Paz, mas foi reprimido pela polícia de choque, que dispersou o protesto com bombas de gás lacrimogêneo. Diante da repressão policial, o grupo desistiu de chegar à Praça das Armas, onde estão as sedes dos poderes Executivo e Legislativo.

Em meio aos protestos, a população correu em busca de alimentos e formou enormes filas em torno dos mercados de La Paz. Os manifestantes exigem a renúncia de Morales, que deflagrou a crise ao decidir pelo fim dos subsídios aos combustíveis, provocando um aumento de 83% na gasolina e de 73% no díesel.

Para suavizar a alta dos combustíveis, Morales aumentou em 20% o salário mínimo e a remuneração das Forças Armadas, da polícia e dos funcionários da saúde e da educação. O presidente também anunciou outras medidas, como incentivos a agricultores e a pequenos empresários. Morales convocou ainda os militares para tentar reduzir os efeitos das greves que paralisam o país.

O ministro da Defesa, Rubén Saavedra, anunciou que homens das Forças Armadas farão e venderão pães ao “preço antigo”, diante da decisão do sindicato dos padeiros de parar a categoria por 24 horas e elevar o preço do pão em até 100%.

Os militares bolivianos também foram chamados para dirigir ônibus e caminhões visando atenuar o aumento unilateral de 100% nos preços das passagens de taxis e micro-ônibus que ignoram a greve nos transportes. A Força Aérea Boliviana está realizando voos comerciais na rota La Paz-Cochabamba-Santa Cruz ao preço simbólico de 150 bolivianos (R$ 33).

Morales afirma que elevou os preços da gasolina e do díesel para enfrentar o contrabando de combustíveis para os países vizinhos, ao custo anual de US$ 150 milhões. A Bolívia tem um consumo de 35 mil de barris diários de petróleo, e em 2010 produziu apenas 4.500 barris diários. O restante é importado, principalmente de Venezuela e Argentina.

– Lula falta de Modéstia e fala Bobagem na Saideira do Governo

 

Nosso guia-Mestre Lula está se achando. Não é que na sua despedida alfinetou os países que sofreram com a Crise Mundial? As pessoas que penaram com a recessão mundial provavelmente não acharam graça do sarro que Lula tirou… Veja abaixo:

 

Extraído de: http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=239739

 

LULA DIZ QUE FOI GOSTOSO VER EUA E EUROPA EM CRISE

 

Em evento para inaugurar a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida, na Bahia, o presidente Lula aproveitou o clima de sucesso do projeto para alfinetar as economias dos países desenvolvidos. Ele disse que foi “gostoso” terminar seu mandato e ver Estados Unidos, Europa e Japão em crise.


Para Lula, os governantes das nações desenvolvidas, antes, consideravam que “sabiam tudo para resolver o problema da crise do Brasil, da Bolívia e do México”. “Não foi nenhum doutor, foi um torneiro mecânico com sua equipe econômica que conseguiu fazer a crise demorar mais para chegar até aqui”, enfatizou o presidente.

– A Reputação Corporativa como Vantagem Competitiva

 

Você sabe dizer como está a reputação da sua empresa frente os consumidores?

 

Cada vez mais a importância da imagem é trabalhada pelas empresas. Recentemente, a Revista Exame encomendou ao Reputation Institute um estudo sobre o assunto, que avaliou as grandes organizações no Brasil.

 

Segundo a pesquisa, as 10 empresas com melhor reputação, são (Exame, Ed 982, pg 193}:

 

1) NESTLÉ

2) MERCEDES-BENZ

3) JOHNSON & JOHNSON

4) SADIA

5) NATURA

6) PHILIPS

7) AVON

8) GAROTO

9) PIRELLI

10) HONDA

 

E para você? Aparentemente os nomes são justos? Deixe seu comentário:

– Devassa + Schin frente os planos de Bud + Heineken

 

A Heineken, através da FEMSA, desembarcará (novamente) no Brasil, mas desta vez de maneira popular. A AmBev promete fazer muito barulho com a Budweiser no Brasil. Claro, estamos falando das donas de marcas famosas como Bhrama, Antártica, Kaiser e Bavária, que relançarão suas marcas globais no ano que vem.

 

Nesta semana, a Revista Exame, em matéria de João Werner Grando (Ed 982, 15/12/2010, pg 56-58) abordou essa nova guerra concorrencial com um enfoque: onde fica a Devassa nisso tudo? A cerveja do grupo Schincariol só detém 0,4% do mercado, mesmo com custos milionários, segundo a publicação.

 

De acordocom o texto, tal péssimo resultado iniciou uma onda de demissões na cervejaria ituana e a volta da Administração Familiar.

 

O que esperar em 2011? Um contraste da Nova Schin à Devassa onde abaixo, compartilho:

 

A LOURA AINDA NÃO ENTREGOU

 

Mesmo com o lançamento milionário de uma nova marca, a Schincariol não conseguiu ganhar participação de mercado e iniciou uma onda de demissões – de gerentes a vice-presidente O empresário paulista Adriano Schincariol protagonizou dois movimentos radicais – e opostos – nos últimos três anos. O primeiro ato começou em 2007, pouco tempo após a morte de seu pai e presidente da cervejaria que leva o sobrenome da família, José Nelson Schincariol. Com a ajuda da consultoria Egon Zehnder, Adriano contratou, em pouco mais de um ano, cerca de 30 executivos de mercado para ocupar os principais postos na administração da empresa – num processo de profissionalização amplo e meteórico. Menos de dois anos depois, porém, a estrutura começou a ser desmontada com a saída do então presidente Fernando Temi e, em seguida, de outros cinco diretores. O segundo ato começou no final de julho deste ano, quando Johnny Wei, vice-presidente comercial e um dos poucos remanescentes da fase de profissionalização, foi demitido. Gilberto Schincariol Júnior, de 27 anos de idade, vice-presidente de operações e primo de Adriano, assumiu o cargo de Wei. Nos meses seguintes, outros oito diretores também foram desligados. No final de setembro, 150 funcionários – de gerentes a analistas foram demitidos numa só tacada. Executivos próximos afirmam que o corte pode ter chegado ao dobro do número informado pela cervejaria. “Nos últimos anos, a empresa ficou inchada”, afirmou Adriano a EXAME. “A gente precisava deixar de fazer PowerPoint e vender mais cerveja.”

 

Embora o discurso de Adriano seja de que os cortes visam simplificar a estrutura da Schincariol- ou, em suas palavras, recuperar “o foco nas vendas” -, para executivos próximos à companhia a mudança representa um esforço para cortar custos num momento em que os resultados estão aquém do esperado. De acordo com suas próprias projeções, a cervejaria deverá faturar 5,8 bilhões de reais em 2010 – 15% mais em relação ao ano anterior. O problema é que a concorrência cresceu mais, e a Schincariol perdeu espaço num mercado que vai movimentar 56,7 bilhões de reais neste ano. De 2008 para 2009, a participação em volume no mercado de cervejas caiu de 13,2% para 11,8%, segundo dados da Nielsen. Neste ano, a fatia diminuiu para 9,8% (em outubro). O maior trunfo para recuperar espaço, a nova marca de cerveja Devassa Bem Loura, lançada no Carnaval, não teve o efeito planejado. Apesar do barulho da campanha, que consumiu investimentos de cerca de 100 milhões de reais e teve a socialite americana Paris Hilton como garota-propaganda, as vendas ficaram abaixo das expectativas iniciais. Uma projeção da consultoria Euromonitor estima que a Devassa Bem Loura deverá terminar este ano com participação de 0,2%. Segundo executivos próximos à companhia, a meta previa uma parcela de pelo menos 1,5% para este ano (o que representaria cerca de 150 milhões de reais em vendas). Os executivos da Schincariol não confirmam as metas e afirmam que as vendas da nova marca estão dentro das projeções. Os primeiros sinais de que as coisas não seriam fáceis surgiram alguns meses após o lançamento, inicialmente considerado um sucesso. Com a presença da garota-propaganda Paris Hilton, a Schincariol conseguiu ofuscar a principal concorrente, a AmBev, no sambódromo do Rio de Janeiro. A marca caiu na boca do povo, mas, segundo EXAME apurou, a estratégia de distribuição não funcionou como o previsto. Como se tratava de uma cerveja mais cara que a Nova Schin, e que seria vendida exclusivamente no Rio de Janeiro e em São Paulo, foi criada uma estratégia especial para colocá-la nos bares e supermercados. Formou-se uma equipe específica para a marca, com cerca de 150 vendedores especializados. No plano inicial, a equipe só seria integrada à rede de distribuidores da Schincariol no meio do ano – de modo a ganhar mais escala. Os bons resultados iniciais fizeram com que a integração fosse antecipada para abril. “Uma equipe separada era a base da estratégia de distribuição da Devassa”, afirma um executivo próximo à empresa. “Ao ser incluída no portfólio dos distribuidores, a cerveja tomou-se apenas mais uma marca e perdeu a força.”

 

CONCORRÊNCIA GLOBAL

 

Na atual reestruturação, o principal alvo foi a área comercial. Ao assumir a vice-presidência da divisão, Gilberto demitiu seis dos oito diretores que até então se reportavam a Wei. (procurado, Wei não deu entrevista) Entre os demitidos estavam os diretores de canais, autosserviço e da Região Sul, além de três diretores dedicados a planejar investimentos e medir resultados de cada canal de venda (posições que foram extintas). A lógica das mudanças, segundo Adriano, é eliminar intermediários e, assim, retomar a antiga ligação direta entre a área corporativa e os vendedores. “Com o conhecimento do Gilberto sobre a produção e a minha experiência comercial, formaremos uma boa dupla”, afirma Adriano. À espera da dupla estão concorrentes empenhados em criar um cenário ainda mais adverso. No início deste ano, a Heineken adquiriu a Femsa, dona das marcas Sol e Kaiser, cuja rede de distribuição, acredita-se, ampliará a participação de sua marca global no pais. A AmBev, dona de quase 70% de participação do mercado nacional de cerveja, prepara-se para lançar a americana Budweiser no Brasil em 2011. “Será uma briga de grandes marcas globais, algo inédito no Brasil”, afirma Danny Claro, professor de marketing do Insper. Como se comportará a loura Devassa no meio dessa briga?