– Quase metade do país está inadimplente.

Barbaridade!

Que país endividado:

 

– Notas Falsas: identificando e se precavendo!

Hoje, constantes golpes com notas falsas têm sido tentados; alguns frustrados, outros com sucesso.

É difícil identificar uma boa falsificação. Vez ou outra ouvimos notícias de que até mesmo em caixas eletrônicos pessoas recebem notas falsas. Mas vão algumas dicas:

(Extraído de http://www.acescp.com.br/ace2012/index.php/scpc/2012-03-21-22-23-24/76-dicas-sobre-como-reconhecer-notas-falsas.html)

DICAS PARA EVITAR NOTAS FALSAS

Quando você receber uma cédula veja sempre os principais elementos de segurança: a marca d’água, a imagem latente e o registro coincidente.
Cerca de 60% das cédulas falsas não possuem marca d’água. O fato do papel ser aparentemente verdadeiro, porém, não garante que a cédula seja autêntica. 15% das falsificações do Real são obtidas a partir da lavagem de cédulas de menor valor. As demais cédulas falsificadas (aproximadamente 25% do total) utilizam papel parecido, mas não autêntico, com marcas de água diferentes e vários outros detalhes alterados em relação as cédulas verdadeiras.

1. Observe a marca d’água. Cerca de 60% das cédulas falsas retidas pelo Banco Central não apresentam marca d’água.

Segure a cédula contra a luz, olhando para o lado que contém a numeração. Observe na área clara à esquerda, as figuras que representam a República ou a Bandeira Nacional, em tons que variam do claro ao escuro.

As cédulas de R$50,00 e R$100,00 apresentam como marca d’água apenas a figura da República.

As cédulas de R$1,00, R$5,00 e R$10,00 podem apresentar como marca d’água a figura da República ou a Bandeira Nacional.

A cédula de R$2,00 apresenta como marca d’água apenas a figura da tartaruga marinha com o número 2.

A cédula de R$20,00 apresenta como marca d’água apenas a figura do mico-leão-dourado com o número 20.

2. Sinta com os dedos o papel e a impressão.

O papel legítimo é menos liso que o papel comum.
A impressão apresenta relevo na figura da República (efígie), onde está escrito “BANCO CENTRAL DO BRASIL” e nos números do valor da cédula.

3. Observe a estrela do símbolo das Armas Nacionais nos dois lados da cédula.

Olhando a nota contra a luz, o desenho das Armas Nacionais impresso em um lado deve se ajustar exatamente ao mesmo desenho do outro lado.

4. Observe as micro impressões.

Com o auxílio de uma lente, pequenas letras “B” e “C” poderão ser lidas na faixa clara entre a figura da República (efígie) e o registro coincidente (Armas Nacionais) e no interior dos números que representam o valor.

5. Observe a imagem latente.

Observando o lado da cédula que contém a numeração, olhe a partir do canto inferior esquerdo, colocando-a na altura dos olhos, sob luz natural abundante: ficarão visíveis as letras “B” e “C”.

6 . Linhas multidirecionais.

As notas de real também contam com linhas retas, paralelas, extremamente finas e bastante próximas entre si, dando a idéia de que houve uma impressão contínua no local. Apesar de estarem em toda a extensão da cédula, as linhas podem ser vistas mais facilmente na área da marca d’água.

7 . Fibras coloridas.

Ao longo de toda a cédula, podem ser vistos pequenos fios espalhados no papel, nas cores vermelha, azul e verde, em ambos os lados.

8 . Fio de segurança.

Um fio vertical, de cor escura, está embutido no papel da cédula. Ele pode ser facilmente visto contra a luz. Está presente em todas as cédulas, menos nas de R$ 1 e R$ 5, que apresentam, como marca d’água, a figura da Bandeira Nacional.

9 . Fibras sensíveis à luz ultravioleta.

São pequenos fios espalhados no papel, que se tornam visíveis, na cor lilás, quando expostos à luz ultravioleta. São encontrados nos dois lados da cédula.

10 . Microchancelas.

São as duas assinaturas – uma do Ministro da Fazenda, outra do Presidente do Banco Central do Brasil. Sem as assinaturas as cédulas não têm valor legal.

11. Sempre que possível, compare a cédula suspeita com outra que se tenha certeza ser verdadeira.

Conheça o Meme dos 3 Reais e veja as melhores reações na internet - Dicionário Popular

Imagem extraída de: https://www.dicionariopopular.com/meme-dos-3-reais/

– O sucesso agrícola brasileiro:

O agronegócio brasileiro é, sem dúvida, um case de sucesso.

Nessa terra, em se plantando dá. Veja o quanto exportamos:

Screenshot

– Pequenos versus Grandes na Administração de Empresas

Há 6 anos… repost pela relevância do assunto:

Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.

Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm

O MUNDO É MINI

Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE

HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.

De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.

“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.

Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.

No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.

Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.

Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.

Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.

Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.

Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.

A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.

Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Um simples lápis e a economia global.

Um dia, o economista Milton Friedman, ao balançar um simples lápis-borracha, explicou:

“Milhares de pessoas colaboram para produzir um lápis. A madeira vem da América do Norte, o grafite da América do Sul e a borracha da Malásia. São pessoas que não falam a mesma língua, têm religiões diferentes e nunca se encontraram, mas fazem um produto com preço irrisório”.

Isso foi dito em 1970, e é uma verdade inconteste hoje sobre globalização.

Lápis Preto Com Borracha Max Faber Castell

Imagem extraída de: https://www.grafitte.com.br/lapis-preto-faber-castell-n2-com-borracha-1205

– Os abusivos preços de comida na praia.

Você compra ou boicota vendedores aproveitadores?

Leio sobre os preços dos petiscos em Santos/SP, nos quiosques da praia, nesse feriado prolongado:

BATATA FRITA: R$ 50,00

FRANGO A PASSARINHO: R$ 150,00

CAMARÃO ALHO E ÓLEO: R$ 170,00.

Não está fácil ir ao Litoral… os comerciantes de ocasião “enfiam a faca”!

(Imagem gerada por IA).

– O preço do ingresso de futebol no Paraguai:

Segundo a ESPN, o ingresso mais caro da partida Libertad 0x2 SPFC custou o equivalente a R$ 22,00!

Quanto custará o equivalente no Morumbi?

Que diferença do poder aquisitivo e do valor das moedas brasileira e paraguaia

– A carestia e os chocolates pascoalinos.

Que os chocolates estão caríssimos, não tenhamos dúvida. E como a minha Páscoa está, ano a ano, diminuindo a quantidade de doce proporcionalmente à diminuição do saldo no banco, essa imagem, abaixo, é perfeita (considere o último quadradinho como o ano atual):

WhatsApp Image 2019-04-18 at 05.37.11

– O lucro do Banco Itaú frente os concorrentes:

O gráfico é bem claro, não?

Veja só, abaixo:

– O lucro do Banco Itaú frente os concorrentes:

O gráfico é bem claro, não?

Veja só, abaixo:

– O Brasil tem quanto dinheiro de reserva?

Quanto de dinheiro o Brasil “tem na poupança”?

Nosso país tem 355 bilhões de dólares, divididos nas moedas representadas na imagem:

– Quando se acha uma oportunidade de negócio… o “energético gay”!

O mercado é sagaz: veja um energético temático ao nicho LGBT (vide a foto abaixo):

Aqui, observe: oportunidade de negócio, criatividade e boa demanda. Perfeito.

Só não entendi o seguinte: “Orgulho Pitaia”? Que raio de sabor é esse? Com tantas opções… achei “meia boca”.

– A falácia sobre o preço alto do ovo ser culpa dos católicos:

Circula na Internet uma discussão na Globo News, viralizada, onde os economistas justificam que a alta do preço do ovo se dá por conta dos… católicos!

O motivo seria: em tempo de Quaresma, segundo aqueles jornalistas, os cristãos católicos não comem carne e consomem muito ovo, fazendo com que o preço dispare.

Mas…

Nas outras Quaresmas, por que isso não ocorreu?

Se a culpa é dos católicos que comem mais ovo, por que não caiu o preço da carne (já que essa é a lógica da oferta e da demanda)?

Que forçação de barra, não?

Ovo Plástico - Nº 4 - P/ Ring necks, Loris, etc.

– Você conhece os sistemas ideológicos de Governo?

Para quem vive na dualidade Capitalismo-Comunismo, saiba: existem outras formas de governar ideologicamente falando…

Na imagem: 

– Há 35 anos, Collor sequestrava nossas poupanças.

Dia triste do Brasil: em 16 de março de 1990, Fernando Collor de Melo congelava a poupança (e o Overnight também). Decretava feriado bancário e deixava malucos os cidadãos.

Um dia antes, no Jornal Nacional, Zélia Cardoso, a Ministra da Economia, dizia “se eu tivesse dinheiro para guardar, deixaria na poupança”.:

Enganou todo mundo…

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– A falácia sobre o preço alto do ovo ser culpa dos católicos:

Circula na Internet uma discussão na Globo News, viralizada, onde os economistas justificam que a alta do preço do ovo se dá por conta dos… católicos!

O motivo seria: em tempo de Quaresma, segundo aqueles jornalistas, os cristãos católicos não comem carne e consomem muito ovo, fazendo com que o preço dispare.

Mas…

Nas outras Quaresmas, por que isso não ocorreu?

Se a culpa é dos católicos que comem mais ovo, por que não caiu o preço da carne (já que essa é a lógica da oferta e da demanda)?

Que forçação de barra, não?

Ovo Plástico - Nº 4 - P/ Ring necks, Loris, etc.

– Os 4 Tipos de Chefes Mais Odiados pelos Jovens.

Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.

Será que o do seu superior está nesta lista?

1– Chefes ausentes da sua equipe

2- Chefes que não elogiam

3- Chefes conservadores

4- Chefes parciais no tratamento

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam

OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS

por Camila Pati

A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.

Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.

Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.

Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.

A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.

Jovem desmotivada: chefe distante foi o mais rejeitado pelos entrevistados  (Getty Images/). Imagem extraída de: https://exame.com/carreira/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam/

– O preço do refrigerante no cinema!

Ir ao cinema está muito caro!

Vejam só esses preços: um refrigerante de ½ litro custa R$ 25,00! O de 1 litro (portanto, o dobro), R$ 27,00.

Mas cá entre nós: o lucro desses caras é assustador!

– Que preço alto!

Para estacionar o carro na Arena NeoQuímica, saiba: o preço é salgadíssimo!

Timão é o time do povo. Taís valores são para incentivar o uso do metrô!

– Dólar dispara para R$ 5,73 com temor de novo coronavírus na China.

Dólar dispara para R$ 5,73 com temor de novo coronavírus na China CapCut_TTS_Lucas_D20250221_T234120 Os mercados globais foram impactados nesta sexta…

Continua em: Dólar dispara para R$ 5,73 com temor de novo coronavírus na China

– Café fica 50% mais caro ao consumidor em 12 meses; preço deve continuar subindo.

Café fica 50% mais caro ao consumidor em 12 meses; preço deve continuar subindo CapCut_TTS_v09c19g40024culou2vog65h4ied3cmg_D20250211_T175523 O preço…

Continua no original (com crédito da foto) em: Café fica 50% mais caro ao consumidor em 12 meses; preço deve continuar subindo

– Eike Batista no Pânico: ele quer desculpas?

E o Eike Batista, que foi ao Programa Pânico e se disse sentir injustiçado?

Se mostrou muitas vezes inconformado, comparou-se a Elon Musk, promoveu a super-cana e mostrou-se carente de desculpas da Justiça.

Veja em: https://www.youtube.com/watch?v=73Gy3uANnlk

– E o lucro dos bancos?

Me admiro ver as pessoas brigando apaixonadamente por políticos….

Pode ser Lula, Bolsonaro, Marronzinho, Tiririca… ninguém briga com os bancos. TODOS (indistintamente) acabam trabalhando para os banqueiros.

Olhe esses lucros bilionários (edição de hoje do Estadão):

– A falência da Revista “Isto É”.

O mercado de revistas no Brasil está em crise, todos sabemos. Vide o que aconteceu com a Editora Abril e a Revista Veja recentemente…

Agora, é a vez da Revista Isto É quebrar! A Editora Três, infelizmente, não aguentou as dificuldades do mercado editorial.

Abaixo, extraído de: https://www.conjur.com.br/2025-fev-03/justica-decreta-falencia-da-editora-tres-dona-da-istoe-por-nao-pagar-credores/

– 45% dos profissionais gostariam de receber auxílio-mobilidade.

Esse benefício flexibiliza o transporte dos funcionários até a empresa e pode ser uma estratégia eficaz para atrair e reter talentos no mercado de …

Continua em: 45% dos profissionais gostariam de receber auxílio-mobilidade

– Combustíveis ficarão mais caros a partir de sábado (1º); entenda os impactos.

Combustíveis ficarão mais caros a partir de sábado (1º); entenda os impactos https://linkezine.com.br/wp-content/uploads/2025/01/…

Continua em: Combustíveis ficarão mais caros a partir de sábado (1º); entenda os impactos

– Páscoa… já?

Caramba! Os supermercados já tem Ovos de Páscoa – e o Carnaval nem chegou ainda…

Sobre o preço? Caro. Muito caro. Caríssimo!

– Desenhamos os “planos B” das nossas carreiras no auge?

Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.

Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml

PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE

Por Carolina Muniz

O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.

RAIO-X

Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*

Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.

Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.

Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.

Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.

Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

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Por Marcelo Justo / Folhapress

– Dadinho muito caro…

Em suma: 200g de dadinho, “apenas” R$ 13,00.

A Economia do país está “sem noção”, né?

 

– 42 anos que a Haspa se foi…

Quando garotinho, meu pai abriu uma Caderneta de Poupança da Haspa, que era do então Ministro da Fazenda Delfim Neto. Lembram da propaganda e dos cofrinhos? Poupe que o Delfim garante…”

Pois é: Há 42 anos ela quebrou! Ainda bem que os meus trocadinhos de criança foram para o já falecido Banco Real…

Eu gostava de ir lá só por causa da Turma da Mônica…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos.

– Que ovo caro!

Barbaridade!

Já tem Ovo de Páscoa no mercado, e a 100 mangos.

Como pode?

– Coração tão caro…

Eu sei que o chocolate é bom, que vem do Exterior, mas…

Essa embalagem de coração, tão pequena, não é excessivamente cara?

Ou sou eu que ganho pouco?

R$ 32,00, por esse tamanho, não dá.

– Óleo lubrificante caro!

Hoje apelei: o óleo Castrol ou Petrobras para o meu carro está entre R$75,00 a R$ 80,00. O venezuelano PDVSA está R$ 49,00

Na quantidade total de litragem, faz diferença!

– Barbaridade. E o dólar?

Como pode subir tanto?

E ninguém questiona?

– A Obrigação em Trocar Presentes para quê? Sobre o 13º e a sua origem:

Por que temos, nessa época natalina, que obrigatoriamente gastar mais e mais? Trocar presentes é realmente necessário?

Mais do que tudo isso, deve ser o afeto desinteressado, a demonstração verdadeira do espírito de Natal.

O cidadão comum pena com as contas e a correria dessa época. O empresário também, com os custos dos encargos.

No século passado, a gratificação natalina era comum. Se baseava na gentileza dos patrões para que os empregados comprassem um agrado de Natal. O Governo tornou-a obrigatória com o nome de 13o. Hoje, isso virou renda para pagar dívidas de final de ano, não mais um agrado sincero.

Enfim: mais um problema para o empreendedor que não teve vida fácil no ano e, ao mesmo tempo, um dinheiro muitas vezes insuficiente para quem trabalha e aguarda ansioso esse bônus.

Imagem extraída de: https://coparecreio2013.wordpress.com/2013/12/14/feliz-natal-e-prospero-ano-novo/