– Combustível de Caju

 

A lista de materiais alternativos para geração de energia ganhou mais um componente. Trata-se, acredite, da casca de castanha de caju. O insumo, que antes seguia para aterros, é utilizado como combustível nas caldeiras das unidades cearenses da Vicunha Têxtil, comandada por Ricardo Steinbruch. O uso do produto está reduzindo em 30% as emissões de gases da empresa. Apesar de não diminuir os custos, essa iniciativa tem um viés estratégico e de marketing, capaz de lustra a imagem da Vicunha especialmente no mercado externo.

 

(Extraído de Revista Istoé Dinheiro, 14/07/2010, Coluna Sustentabilidade, pg 21)

– Boa Imagem Frente a Sustentabilidade

 

Olha que bacana: o que as empresas fazem para melhorar a imagem em relação ao meio-ambiente.

 

Extraído de: André Julião, Revista Isto É, Ed 2135, 13/10/2010, pg 87-89

 

É POSSÍVEL UMA EMPRESA VIVER COM ESTA MARCA?

 

Assim como a petrolífera BP, responsável por cenas como a desta página (não disponível no blog), grandes corporações investem alto em profissionais com uma missão cada vez mais importante: limpar sua imagem do ponto de vista socioambiental

 

A sigla BP estará para sempre associada à imagem de animais cobertos de petróleo, agonizando durante a maior tragédia ambiental dos Estados Unidos. Em abril, um poço da petrolífera explodiu no Golfo do México. O fato foi sucedido por um vazamento que durou três meses. Apesar de não sofrer com imagens sendo exibidas por tanto tempo, o caso da Nike também é emblemático. Ainda é difícil não ligar a marca a pessoas trabalhando em condições precárias em fábricas na Ásia, desde que denúncias começaram a pipocar em meados dos anos 90. Evitar um grande prejuízo à imagem é um dos motivos
pelos quais as empresas investem cada vez mais em políticas de responsabilidade ambiental e social. “Temos que dissociar nosso crescimento de recursos naturais não renováveis”, disse à ISTOÉ Hannah Jones, VP de inovação e negócio sustentável da Nike, em visita recente ao Brasil.

Graças a Hannah, que chegou à empresa em 1998, a Nike vem se destacando em projetos sociais, melhorias nas condições trabalhistas de seus prestadores de serviço e no uso responsável de matérias-primas – a empresa não compra couro de produtores da Amazônia, por exemplo. “Embora ainda não se possa dizer que seja um caso exemplar, a Nike está fazendo a parte dela”, analisa Moysés Alberto Simantob, professor de inovação e sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas.

 

A BP está pagando caro por tratar a sustentabilidade como mera ferramenta de marketing. Seu valor de mercado caiu pela metade desde o acidente. Em 2000, a empresa mudou o significado de sua sigla de British Petroleum (petróleo britânico) para Beyond Petroleum (além de petróleo). A campanha, orçada em torno de US$ 200 milhões, queria enfatizar que a petrolífera investiria pesadamente em fontes de energia alternativas. Um estudo posterior, no entanto, mostrou que apenas 1% dos investimentos da BP era voltado para energia solar, enquanto 93% continuavam na matriz de sempre: petróleo.
 

Segundo Simantob, o caso da BP ensina algumas lições. Uma delas é que a sustentabilidade deve ser uma política de longo prazo. “Ficou provado que não havia um plano de contingência em caso de acidente”, diz o especialista. Outra, é que a credibilidade da empresa perante os investidores fica profundamente abalada depois de um acontecimento desse porte. Para sanar parte do problema, a relações-públicas Anne Womack-Kolton, que já trabalhou para o ex-vice-presidente americano Dick Cheney, foi contratada em junho com a complicada missão de tornar a empresa mais bem-vista aos olhos da opinião pública.


A prova de que mesmo empresas que realizam atividades de grande impacto ambiental podem ter uma imagem mais “verde” é a mineradora Vale. Apesar de suas escavações para extração de ferro, níquel, bauxita e manganês usarem máquinas pesadas movidas a combustíveis fósseis, a empresa tem bons indicadores de sustentabilidade. Um exemplo são os US$ 720 milhões que serão investidos até 2012 para a criação de três centros de pesquisa de tecnologias limpas. Já a previsão de investimentos na área social neste ano é de US$ 170 milhões. Vale, Nike e BP são três casos que mostram diferentes estágios da compreensão pelas empresas da importância da sustentabilidade. “Estamos todos apenas no começo de uma jornada”, define Hannah, da Nike.

– Pastoral da Ecologia é proposta pela Diocese de Jundiaí

 

por Reinaldo Oliveira

 

A diocese de Jundiaí estuda a formação da Pastoral da Ecologia. Por este motivo no dia 22 passado, ambientalistas  das entidades Mata Ciliar – de Jundiaí, Mata Nativa – de Cajamar, Novas Trilhas – de Bom Jesus de Pirapora, COMDEMA – de Jundiaí e outras, tiveram um primeiro encontro para tratar do assunto. Eles foram recebidos pelo bispo dom Vicente Costa, na Cúria Diocesana e, inicialmente foram feitos esclarecimentos de que nas cidades que compõem a diocese, já existem grupos fazendo ações ambientais. Neste sentido, num primeiro momento a proposta é ir conhecendo estes grupos e os trabalhos realizados por eles, para futuramente haver uma integração destas ações. Foi esclarecido também que existem mecanismos e ações estaduais/federais que devem ser conhecidas e verificadas as possibilidades delas estarem sendo trazidas para a região. Importante lembrar que a formação da Pastoral da Ecologia vem de encontro ao tema da Campanha da Fraternidade de 2011 – “Fraternidade e Vida no Planeta”. A cidade de Salto/SP, que faz parte da diocese já tem a Pastoral da Ecologia, e o objetivo da diocese é a criação de uma diocesana. As ações desta pastoral diocesana terão planejamento regional, dada a existência de ativos ambientais como os rios Tietê, Jundiaí e outros, bem como a Serra do Japi na área de atuação da diocese. O próximo encontro foi agendado para o mês de setembro, quando mais pessoas envolvidas com o assunto em suas cidades e paróquias, serão convidadas a participar.   

– E o Código Florestal?

 

E como fica a votação do novo código florestal?

 

O Greenpeace publicou artigos de página inteira contra a votação. Políticos brasileiros estão “dando o sangue” para aprová-lo (pois, coincidentemente, há muitos interessados – e beneficiários – nele).

 

A verdade é a seguinte: temos 28% de nossas reservas florestais preservadas. Na Europa, apenas 0,7%.

 

Claro que as limitações de uso da terra impedem alguns tipos de desenvolvimento. Mas não deveríamos preservar esse pulmão do mundo (se realmente for pulmão)?

 

Vou dormir. Cansei de esperar…

– A Arezzo se rende aos Ativistas

 

A defesa de causas nobres é importante para a sociedade. Algumas mais polêmicas, outra menos. As organizações devem estar cada vez mais atentas para não infringir nenhuma das causas e serem vítimas de acusações.

 

Pois bem: a grife Arezzo, na última segunda, lançou sua coleção de inverno com roupas contendo pele de raposa e coelho. Ativistas das causas animais bombardearam a empresa através do Twitter e Facebook. Conclusão: a empresa se rendeu e retirou as peças das prateleiras.

 

A pergunta agora é: o que fazer com essas peças caríssimas? Prejuízo certo.

 

Extraído de: http://entretenimento.r7.com/moda-e-beleza/noticias/grife-brasileira-recolhe-pecas-apos-manifestacao-na-internet-contra-uso-de-peles-exoticas-20110418.html

 

GRIFE BRASILEIRA RETIRA PEÇAS DE ANIMAIS EXÓTICOS APÓS MANIFESTAÇÕES PELA INTERNET

 

Por Maria Beatriz Sant’Ana

 

Arezzo lançou linha de inverno com peles verdadeiras; entidade ambiental repudia coleção

Após ser alvo de uma intensa manifestação no Twitter e Facebook ao longo domingo (17), a grife Arezzo informou que vai retirar de suas lojas a linha Pelemania.


A coleção virou alvo de ataques após os consumidores descobrirem que as peças da coleção traziam peles verdadeiras de animais, como coelhos e raposas. Uma echarpe de lã, cashmere e pele de raposa estava à venda por R$ 1.549.


Revoltados, os usuários dispararam diversas mensagens para o perfil oficial da empresa no microblog, fazendo com que o tema entrasse nos Trending Topics do Brasil, ou seja, os assuntos mais comentados.


Ao R7, a grife informou que o compromisso da marca é com a moda, com os valores da empresa e com a satisfação dos clientes. A Arezzo optou por recolher imediatamente as peças com pele de raposa das lojas. Com a repercussão negativa e as inúmeras mensagens de repúdio via web, a marca enviou um comunicado oficial à imprensa e escreveu mensagem em sua página oficial no Twitter:

 

–  A Arezzo entende e respeita as opiniões e manifestações contrárias ao uso de peles exóticas na confecção de produtos de vestuário e acessórios. Não entendemos como responsabilidade da Arezzo o debate de uma causa tão ampla e controversa. E, por respeito aos consumidores contrários ao uso desses materiais, estamos recolhendo de todas as nossas lojas.


Grifes internacionais de grande porte, como a Chanel, já aboliram o uso de pele animal em suas criações. Karl Lagerfeld apresentou em suas últimas coleções apenas peles sintéticas, adquiridas na China e na França.


Gabriela Toledo, presidente do PEA, Projeto Esperança Animal, entidade ambiental que tem como causa principal a proteção ao meio ambiente e à biodiversidade, lamentou o lançamento: 


– Um país tropical usar pele é ridículo. Total retrocesso, fora de moda. As pessoas estão investindo em tecidos tecnologicamente superiores para aquecer, não é necessário usar um monte de roupa para se proteger do frio. As pessoas não entenderam que no momento em que se compra um produto deste, está patrocinando a crueldade.

– Meio Ambiente está Provocando Ações das Pessoas

 

por Reinaldo Oliveira

 

A preocupação com a preservação do meio ambiente está provocando ações em grupos da sociedade, fazendo-os refletir sobre formas do uso racional dos recursos naturais. Por conta disso, domingo passado, dia 10, aconteceu o lançamento do Projeto Águas de Piracicaba, promovido pela Associação Mata Ciliar, no Parque Botânico Eloy Chaves. A ação envolveu também fiéis da Igreja São João Bosco, quando em celebração solene,  o padre Leandro Megeto fez a bênção das águas. Após a missa, em gesto concreto, indo de encontro com a Campanha da Fraternidade 2011, cujo tema é “Fraternidade e a Vida no Planeta”, os fiéis saíram em procissão levando as garrafas de água benta que foram despejadas no lago do Parque Botânico. “Este evento marca a presença da comunidade, que deve assumir o compromisso de preservar o meio ambiente”, disse o presidente da Associação Mata Ciliar, Jorge Belix. 

 

PLANTIO DE MUDAS DE ÁRVORE. Também como gesto concreto da Campanha da Fraternidade 2011, no próximo sábado – dia 16, jovens da comunidade da Igreja Nova Jerusalém farão o plantio de 150 mudas de árvores, em área da empresa Itabrás Mineradora, no bairro Fazenda Grande. 

– O Comércio de Chuva!

 

Um japonês de Bragança Paulista vende chuva.

 

Duvida?

 

O excepcional e inteligentíssimo Takeshi Imai, dentre tantos feitos em prol do agronegócio, agora produz chuva por um método barato, vende árvores-flechas para regiões de difícil acesso e outras soluções “malucas” mas eficazes ao campo. Abaixo:

 

Extraído de: Revista Época Negócios, Novembro/2010, pg 171-173, por Dárcio Oliveira

 

ELE FAZ CHOVER

 

Depois de produzir chuvas artificiais, o engenheiro Takeshi Imai inova com a árvore-flecha. É sua solução para reflorestar áreas devastadas e de difícil acesso.

 

O engenheiro Takeshi Imai, de 68 anos, olhou para o céu claro de Bragança Paulista, balançou a cabeça e informou, um tanto desolado: “É uma pena, mas hoje não vai dar pra fazer chover. Não tem nenhuma cumulus congestus”. Diante de minha ignorância meteorológica, foi logo explicando: “Cumulus congestus é um tipo de nuvem que lembra uma couve-flor. Costumo dizer que são as nossas matérias-primas, pois é a partir delas que conseguimos precipitar as chuvas”. Eis o ganha-pão de Imai: a produção e venda de chuvas artificiais localizadas, uma atividade que vem ganhando especial relevância em tempos de aquecimento global e constantes alterações climáticas. Diferentemente de outros métodos de precipitação, que usam substâncias químicas como cloreto de sódio e iodeto de prata, o processo patenteado pelo inventor e operado por sua empresa, a ModClima, é puramente físico, uma reação de água com água. “A adição de produtos químicos já foi banida de alguns países, por representar riscos para a saúde”, afirma Imai. “Eu criei algo eficaz e ao mesmo tempo ecológico.”

Funciona assim: a bordo de um Piper Asteca, um avião bimotor dotado de um reservatório de 300 litros de água potável, a equipe da ModClima despeja micropartículas de água na base de nuvens previamente identificadas por softwares especializados. Somadas às gotículas já existentes na nuvem, as tais micropartículas produzem gotas maiores que, devido ao peso, precipitam a chuva. Em outras palavras, as gotas se unem e formam os pingos. A engenhosidade de Imai está na capacidade de controlar o tamanho da gota que será “semeada”. Isto ocorre graças a quatro bicos rotativos – que também funcionam como pulverizadores – acoplados na parte externa do avião. Para cada litro de água semeada são produzidos cerca de 500 mil litros de água de chuva, o equivalente ao carregamento de 50 caminhões-pipas. “A vantagem é que podemos direcionar a chuva para locais específicos, como reservatórios, mananciais e áreas agricultáveis”, afirma Imai. As chuvas duram, em média, de uma a três horas.

Árvore-flecha

Formado em engenharia mecânica pelo Mackenzie e mestre pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o ITA, Imai trabalha e mora (sozinho) no hangar de número 3 do pequeno aeroporto de Bragança Paulista, no interior de São Paulo. Inquieto e falante, é capaz de passar horas explicando suas invenções – que não são poucas –, ou dissertando sobre como os inovadores brasileiros sofrem com a falta de incentivos financeiros. “Olha isso aqui”, diz, apontando para um quadro na parede da sala de reuniões do hangar. “É o certificado que representa a medalha de ouro no Simpósio Internacional da Água, em Cannes. Lá fora eu sou premiado e aqui enfrento ceticismo em relação ao meu trabalho.” Sua ModClima ainda não está no azul. O faturamento no ano passado bateu em R$ 1,8 milhão, mas o que entra no caixa dissipa-se rapidamente, sob efeito da folha de pagamento de sete funcionários, dos gastos com combustíveis e manutenção dos dois aviões (além do Piper, há um Cessna 172) ou dos custos com os projetos piloto para cada uma das novas invenções. O orçamento da empresa não acompanha o ritmo de ideias de Imai.

No momento, por exemplo, a ModClima desenvolve a árvore-flecha. É exatamente o que o nome sugere. Em breve, o Cessna cortará os céus do Brasil, sobre regiões devastadas e de difícil acesso, e lançará – por meio de um sistema de balística – diversas setas de bambu que carregam mudas nativas acondicionadas em pequenos tubos biodegradáveis feitos de papel kraft (papelão). “Demoramos um bom tempo para calibrar a velocidade de lançamento e achar o material ideal para compor a flecha e os tubetes que levam as mudas”, conta Imai. O caso do bambu é curioso. Jogado do avião, o material mantinha a direção certa, exibia boa resistência e quase sempre acertava o alvo previamente estabelecido pela equipe da ModClima. Mas a flecha descia com tal velocidade que acabava completamente enterrada no solo, o que poderia comprometer a integridade das mudas. A intenção era que apenas espetasse o solo, o suficiente para fazer com que o papelão rompesse e colocasse a planta em contato com a terra. A saída encontrada por Imai foi colocar na parte de cima da flecha uma tira de papel, à guisa de rabiola de pipas, para freá-la. O problema foi resolvido. “Pensei em usar o bambu depois de ver os espetinhos de churrasco. E a embalagem de papelão para as mudas foi inspirada no formato da embalagem das batatinhas do McDonald’s”, conta, sorrindo, o inventor.

Quanto às mudas, são espécies nativas delineadas por botânicos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP. Acondicionadas por dez dias em estufas, as espécies recebem um hormônio enraizador – para acelerar o processo de metabolismo – antes de seguir para a embalagem cartonada. “Já fizemos algumas experiências e o resultado foi animador”, diz Majory Imai, filha de Takeshi e diretora da ModClima. A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, Sabesp, gostou da ideia e vai financiar novos testes. As árvores-flechas serão lançadas neste mês em uma área de proteção de mananciais da empresa, localizada na cidade de Piracaia (SP), onde a ONG The Nature Conservancy já faz um trabalho de revegetação em larga escala. O esforço faz parte do projeto “Um Milhão de Árvores no Sistema Cantareira”, patrocinado pela estatal.

– Greenpeace versus Petrobrás

 

Dias atrás, falamos das ações do Greenpeace em nossas aulas sobre ONG’s e Responsabilidade Social.

 

Olhem aí, queridos alunos: agora o alvo é a Petrobrás! E é uma ação na Nova Zelândia!

 

Extraído de: http://glo.bo/ezMBhX

 

O GREENPEACE CONTRA A PETROBRÁS

 

Uma frota com cerca de 20 barcos de ativistas, liderados pelo movimento Greenpeace, impede os trabalhos de exploração de gás natural da Petrobras na Nova Zelândia. Os defensores do meio ambiente temem que a exploração do produto na região possa causar um desastre semelhante ao ocorrido no Golfo do México, no ano passado, e protestam pelo fim das operações da embarcação Orient Explorer, da companhia brasileira.


No final do ano passado, a Petrobras recebeu autorização do governo neozelandês para verificar a existência de gás natural e petróleo na Bacia de Raukumara, na costa nordeste do país, e na semana passada o Orient Explorer iniciou os primeiros testes de perfuração na região.


Um porta-voz da Petrobras teria afirmado que a companhia está trabalhando dentro da legislação internacional e seguindo as próprias leis neozelandesas, e que a perfuração no local é “simples e segura”. A informação não foi suficiente para impedir que grupos de ambientalistas se aliassem a tribos maori – a população indígena neozelandesa – em uma batalha contra a Petrobras. Nesta terça-feira (5), os barcos dos ativistas chegaram bastante próximos ao Orient Explorer.


“Não temos confiança nessa companhia ou no governo quando dizem que nenhum dano ocorrerá ao que nos é caro. Não queremos nenhuma exploração de petróleo ou perfurações nas nossas águas”, afirmou Dayle Takitimu, da comunidade maori Te Whānau-ā-Apanui. A principal preocupação desse povo é que, caso seja mesmo descoberto petróleo, este venha a vazar no oceano, destruindo a cadeia natural local e acabando com os recursos naturais de que vivem os indígenas.


Em resposta, a Petrobras disse que o projeto estava apenas no início, e que ainda teria mais cinco anos de duração, tempo durante o qual seriam feitos investimentos em tecnologia segura. A companhia brasileira também voltou a afirmar seu compromisso e sua expertise no campo de exploração do petróleo, assegurando que um acidente dificilmente ocorra.

“Estamos comprometidos a levar nossos projetos da forma mais íntegra possível, valorizando a diversidade cultural e humana e promovendo a cidadania e o respeito pelos direitos humanos, o que inclui o direito aos manifestantes de expressar seus pontos de vista”, afirmou a Petrobras em um comunicado publicado nos principais jornais neozelandeses nesta terça.


O governo neozelandês também se mostrou contra uma possível parada nas operações da empresa brasileira, e afirmou que “o pior cenário” seria se a Petrobras resolvesse suspender suas atividades e retornar com o Orient Explorer para o Brasil. Os investimentos no setor de petróleo e gás na Nova Zelândia são uma prioridade do governo local, e a parceria com o Brasil se mostrou importante.


Segundo um porta-voz do Greenpeace, as embarcações de ativistas se manterão em alto mar e pedem ao Orient Explorer que cesse suas operações. O capitão do navio da Petrobras confirmou que esteja sendo pressionado por mensagens, mas disse que a empresa continuará realizando os testes.

– McDonald’s “produzirá” combustíveis!

Se você acha que o Diesel atual, cuja formulação possui Biodiesel (óleos de origem vegetal) cheira fritura, pode acreditar que em um futuro bem breve isto será verdade: o McDonald’s destinará o óleo de batatas fritas e empanados para a produção de combustíveis.

 

Extraído da Revista “Posto Hoje”, edição eletrônica de 30 de agosto de 2010.

 

NOVOS COMBUSTÍVEIS FAZEM PARTE DO DIA-A-DIA DO BRASILEIRO

 

Já familiarizados com o biodiesel e o etanol, agora os brasileiros começam a entrar em contato com novas matrizes energéticas “verdes” no dia a dia. Entre as mais recentes inovações neste campo que são colocadas em prática em projetos-piloto no país estão o diesel de cana-de-açúcar e o óleo de cozinha usado. O McDonald’s no Brasil decidiu trocar a produção de sabão pela do biodiesel a partir dos 3 milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de frango empanado e batatas. A ideia veio há quase três anos da parceira Martin-Brower, empresa multinacional que faz todo o trabalho logístico da rede de fast food. O projeto experimental, que abrange 20 lojas, rende entre 2 mil e 3 mil litros de biodiesel por mês.

– Razões para o Aumento do Etanol

O preço do Etanol (álcool hidratado) está cada vez mais caro nas bombas de combustível. Os motivos são diversos: entressafra, exportação de açúcar, entre outros. Sempre há uma justificativa.

 

Agora, haverá reais razões: os EUA aumentarão a importação do Etanol brasileiro devido a interferência da Agência Ambiental Local, que procura diminuir a poluição com o uso deste biocombustível, aumentando a porcentagem de etanol na gasolina americana.

 

(Extraído de OESP, Caderno Economia, 14/10/2010, página B7, por Eduardo Magossi)

 

EUA DECIDEM LIBERAR MAIS ETANOL NA GASOLINA

 

Agência aprova a elevação da mistura de etanol na gasolina de 10% para b15% para os carros produzidos a partir de 2007; medida deve favorecer os produtores brasileiros.

 

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, da sigla em inglês) aprovou ontem a elevação da mistura de etanol na gasolina de 10% para 15%. A medida vale para veículos e caminhões leves, de modelos fabricados a partir de 2007 até os modelos novos. A medida deve favorecer os produtores brasileiros que teriam novo mercado para o seu produto.

Segundo a administradora da EPA, Lisa Jackson, testes mostraram que o E15, como é conhecida a mistura de 15% de etanol na gasolina, não afeta os motores e equipamentos de controles de emissões de carros novos e de caminhões leves. A decisão da EPA foi tomada depois que testes intensivos foram realizados pelo Departamento de Energia dos EUA para medir os efeitos nos motores e nas emissões.

A expectativa é que essa seja a primeira de várias ações necessárias, por parte da indústria, do governo estadual e do governo federal, para que a mistura de E15 seja comercializada. A decisão para que o E15 seja liberado para carros de modelos entre 2001 e 2006 ainda depende de resultados de testes adicionais feitos pelo Departamento de Energia.

O prazo inicial é que esses resultados saiam até novembro. Porém, a EPA não deverá liberar o E15 para carros e caminhões leves de modelos 2000 e anteriores por falta de dados e testes que sustentem essa medida.

Várias medidas adicionais também estão sendo tomadas para ajudar os consumidores a identificar facilmente o combustível correto para seus veículos. Primeiro, a EPA está propondo procedimentos para identificar corretamente as bombas de E15, incluindo uma especificação por parte da indústria sobre a quantidade de etanol na gasolina que é vendida para os varejistas. Também está sendo planejado uma fiscalização trimestral em postos de combustível para assegurar que as bombas sejam corretamente identificadas.

Indústria madura. A elevação da mistura é um sinal claro dado pela agência que a indústria de etanol de milho já está madura o suficiente para a competição no mercado. A afirmação é do representante da União da Indústria de cana-de-açúcar (Unica) na América do Norte, Joel Velasco.

Para Velasco, o aumento da mistura no momento em que os preços do milho estão muito elevados, e tanto a safra americana como a brasileira podem registrar perdas por causa do clima, pode levar o Congresso americano a não renovar os subsídios e a tarifa de importação de etanol existentes hoje e que limita a importação do produto. Nos Estados Unidos, o etanol é produzido com base no milho.

“Essa decisão abre a perspectiva de abertura de um mercado adicional para o etanol nos Estados Unidos de 24 bilhões de litros por ano, considerando a base atual de veículos”, afirma o economista Plínio Nastari, presidente da Datagro Consultoria. Segundo ele, a medida é importante para os produtores de etanol de todo o mundo porque abre a perspectiva do mercado dos Estados Unidos continuar crescendo.

O presidente do Grupo São Martinho, Fábio Venturelli, afirma que a decisão é positiva porque aumenta o mercado consumidor do etanol no mundo. “Qualquer ação que eleve o consumo mundial é importante para a criação de um mercado internacional do produto e assegurar uma demanda fixa.”,

O aumento da demanda por etanol nesse cenário pode fazer com que os EUA precisem importar o produto no médio prazo.


Mercado

-24 bilhões de litros por ano é o tamanho do mercado adicional de etanol criado pela medida.

-15% é volume de etanol que poderá ser adicionado à gasolina.

– A Lei das Sacolinhas Jundiaienses e as Exceções

A Lei que proíbe sacolinhas descartáveis não-biodegradáveis pegou em Jundiaí. Ao menos, os mercados estão enquadrados nesse propósito. Mas existem alguns questionamentos: Farmácias, por exemplo. Fui a uma drogaria e me deram os produtos em sacolinhas iguais às dos supermercados.

 

Se você mora na Agapeama, por exemplo, uma mesma rede de supermercados não oferece sacolinhas do lado jundiaiense, mas a oferece do lado varzino.

 

Exceções da regra e escapes por localidade. Mas só pelo fato de conseguirmos ajudar (ao menos um pouco) a conservar o planeta, já é uma conquista.

 

E você, o que tem achado da Lei das Sacolinhas? Eu, particularmente, ora tenho comprado as compostáveis, ora tenho levado uma sacola própria de ráfia.

 

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– Usinas Atômicas Brasileiras Privadas

Em breve, o Congresso Nacional discutirá a permissão ou não da construção de usinas de energia nuclear pela iniciativa privada. O tema é polêmico…

 

As vantagens seriam: energia elétrica de uma fonte limpa; ocupa pouco espaço físico; é uma tendência na Europa (65% da energia elétrica vem de usinas particulares).

 

As desvantagens seriam: o perigo do vazamento nuclear; o custo da produção de energia; a questão de ‘geração de energia’ ser assunto estratégico nacional, de controle governamental.

Aqui em Jundiaí, recentemente, se discutiu a construção de uma termoelétrica. Ainda bem que não saiu! Digo isso pelas diversas formas de poluição que uma usina dessa característica produz.

 

Mas sabemos que há uma crise de energia elétrica! As hidroelétricas estão na capacidade máxima, e mesmo com a construção da nova usina no Norte do país, a carência ocorrerá.

 

No fiel da balança, já que a União declaradamente não quer arcar com novas usinas nucleares, diga: você é a favor ou contra a liberação de produção de energia atômica por particulares? Deixe o seu comentário:

– O Ex-Fast-Food Eco-Friendly?

Quantas siglas e expressões americanizadas, não?

Pois bem, elas servem para tratarmos de um interessante assunto: a tentativa do McDonald’s em abandonar o sinônimo outrora de fast food e ser reconhecido como restaurante, além de mostrar a sua preocupação como “empresa amiga do meio-ambiente”, incorporando o verde às suas cores vermelho-amarelas.

Você pode acessar a matéria no link de Exame: MCDONALD’S ECO-FRIENDLY

– Biocombustível de Animais!

“Eles são mortos, congelados e depois vão para a usina”,

conta Tommy Tuvunger, funcionário da Prefeitura de Estocolmo – cidade que resolveu transformar os coelhos, considerados uma praga urbana, em biocombustível. Mais de 9 mil animais já foram queimados para produzir eletricidade.

Extraído da Revista Superinteressante, Fevereiro / 2010, pg 17.

Incrível, não?

– Sacolas Compostáveis ou Retornáveis?

Começará em Agosto a proibição do uso das sacolinhas de plásticos nos mercados de Jundiaí.

Será que a idéia vai pegar?

Que ela é interessante e preserva o meio ambiente, tudo bem. Mas a população estará avisada e preparada para essa mudança de hábito?

Haverá duas alternativas: as sacolas retornáveis do tempo da vovó ou aquelas ecologicamente corretas, que se desmancham no meio ambiente (as ‘compostáveis’). No primeiro caso, o cliente vai ao mercado com suas sacolas próprias; no segundo, ele as compra no caixa por (aproximadamente) R$ 0,19.

Jundiaí, se conseguir fazer com que a moda pegue, será pioneira nessa ação de responsabilidade ambiental. Algumas cidades na Europa já conseguiram com sucesso tal implementação. Mas e aqui, o que poderemos esperar da população jundiaiense?

Quero sua opinião: o que você pensa sobre isso?

– Brinquedos Estrela e a Diferenciação na Concorrência

A Estrela, marca ícone de brinquedos brasileiros, sempre sofreu com a concorrência chinesa por diversos motivos. Para fazer frente à concorrência, relançará clássicos, como Ferrorama e Banco imobiliário. Mas para garantir o exigente mercado europeu e americano, os fará com bioplásticos!

 

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/765148-para-competir-com-chineses-estrela-vai-relancar-classicos.shtml

 

PARA COMPETIR COM CHINESES, ESTRELA VAI RELANÇAR CLÁSSICOS.

 

Por Carolina Matos

 

Nascida nos anos 1930, a Estrela aproveita uma onda de saudosismo virtual para relançar clássicos. A empresa liderou o mercado interno de brinquedos 100% nacionais até o início do Plano Real e depois viu os seus consumidores serem abocanhados pela concorrência chinesa.

O projeto de relançamentos começou com um mapeamento de redes sociais, como Orkut, que detectou comunidades de fãs do Ferrorama.

São na maioria homens na faixa de 40 anos que, um dia, já se divertiram com o circuito de trilhos onde serpenteava uma locomotiva.

A partir disso, uma campanha publicitária, que levou o brinquedo para percorrer os os 20 quilômetros finais do caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, traz o Ferrorama de volta às lojas em agosto.

Estratégias envolvendo a web foram adotadas para outros produtos considerados “ícones”, como o Autorama (de pista de corrida).

“Com as redes sociais, estamos resgatando o público do passado”, diz Carlos Tlkian, presidente da Estrela. E, para os filhos desses consumidores, há outros clássicos “modernizados”.

No mês que vem, chega às prateleiras a boneca Susi “Ti-ti-ti”, com referência ao mundo da moda. E o Super Banco Imobiliário traz elementos que podem gerar discussão entre pais e educadores.

Com o tabuleiro, vem uma maquininha de cartão de crédito MasterCard para as compras fictícias de produtos de empresas como Vivo, Fiat e Postos Ipiranga. Ostensivo? “São itens que as crianças conhecem”, diz Tilkian.

 

INVESTIMENTOS

 

Só nas novas versões de brinquedos, a Estrela planejou investimento de R$ 5 milhões neste ano. Em 2009, não houve relançamentos.

Em 2010, o orçamento para as áreas de produtos e publicidade foi previsto em R$ 20 milhões. No ano passado, foram R$ 15 milhões.

A Estrela faturou R$ 114 milhões em 2009, 8% mais do que em 2008.

 

CONCORRÊNCIA

 

Segundo Tilkian, a empresa nunca perdeu a liderança relativa entre as companhias nacionais -sendo a única com ações em Bolsa.

Mas, desde a abertura do mercado, nos anos 1990, os grupos brasileiros, que supriam toda a demanda do país, perderam 45% do bolo para os estrangeiros -especialmente os chineses.

A própria Estrela, hoje, para ser mais competitiva internamente, importa itens da China (o que corresponde a 45% do faturamento).

Externamente, a aposta da empresa é levar brinquedos do Brasil, feitos com material sustentável (como bioplástico), para consumidores europeus e americanos. “Diferenciação é a única forma de competir com os chineses”, diz Tilkian.

– Esperança Regional para o Meio Ambiente

Por Reinaldo Oliveira

 

ESPERANÇA REGIONAL PARA O MEIO AMBIENTE

 

O dia 6 de julho de 2010 será sempre lembrado como uma data especial, na região de Jundiaí, quando o assunto for meio ambiente,. Neste dia, teve início a obra de terraplanagem às margens do Rio Jundiaí, na divisa com a cidade de Várzea Paulista/SP, para a implantação do corredor ambiental, composta de uma ciclovia, ligando as cidades de Várzea Paulista, Jundiaí e Itupeva. Claro, será um projeto realizado à longo prazo. Cada acontecimento tem pequenas etapas, que se juntam para formar um todo. Esta obra também tem suas etapas. Contribuo fazendo lembrança de um grupo de jovens e adultos que há 4 anos deu início ao Movimento Voto Consciente. Ele é um Movimento apartidário que tem a sede em São Paulo e está presente em mais de 200 municípios. Em Jundiaí sua primeira atividade foi o acompanhamento do trabalho do Legislativo Jundiaiense. Este trabalho inicialmente foi visto com muita desconfiança. Á época, devido à maioria ser jovem e ter como meta acompanhar todas as sessões da câmara municipal, muitos acreditavam que o trabalho estava fadado ao fracasso. Engano letal. O Movimento pegou firme e em março de 2008, com dados do acompanhamento do trabalho da Câmara durante o ano de 2007, lançou o ranking dos vereadores. O vereador com melhor avaliado no ranking ficou com nota acima de 5 e vírgula qualquer coisa, e o vereador com menor nota foi de 1,97. Deu um blá-blá danado com os vereadores, em várias oportunidades, até ofendendo a dignidade dos participantes do Movimento. Mas o ranking foi um divisor no fortalecimento da credibilidade do Movimento, que passou a promover uma série de atividades como o “Adote um Vereador”, palestras com jornalistas e desembargadores. Neste ano foi um dos apoiadores do Fórum das Cidades, onde através de grande mobilização realizou a plenária municipal que escolheu os representantes para a etapa estadual e nacional. Mobilizou a sociedade jundiaiense, por apenas “um debate sobre o Plano Diretor” e outros eventos de participação popular. Mas com relação ao meio ambiente especificamente, fomentou mobilização para castração e controle de animais de rua, juntamente com o setor de zoonoses, bem como lançou o Cidade Democrática, portal onde o cidadão participa propondo ações a serem realizadas no município. Dentre estas ações, proposta pelos participantes do Bicicletada Jundiaí, grupo de pessoas que defendem o uso da bicicleta como meio de transporte urbano, surgiu a sugestão da construção de ciclovias. Também participante de ações do Movimento, o Conselho Municipal de Meio Ambiente iniciou parceria fortalecendo várias atividades do Movimento, incluíndo no Plano Diretor do município várias intervenções ambientais como a revitalização do Córrego do Mato – no meio da Avenida Nove de Julho, considerado como o único eco-sistema vivo no meio urbano. Também incluiu o referido projeto, iniciado na divisa da cidade de Várzea Paulista/SP, com recuperação das margens do rio, plantação de milhares de árvores nativas numa extensão de 25 km e a ciclovia ligando as cidades de Várzea, Jundiaí e Itupeva. O tema é apaixonante e o descrito acima fica devendo muito do que foi feito, do que está planejado para ser feito, da participação do Movimento Voto Consciente e demais entidades como o Coati, Sindicato dos Engenheiros, Grupo Sol da Cidadania, Grupo Zama, SOS Animais Abandonados e muitas outras. Porém, a certeza e esperança na recuperação ambiental de várias áreas regionais é o que estimula todo um trabalho voluntário, que não tem preço. E o Movimento Voto Consciente, visando um voto com melhor qualidade nas próximas eleições, está promovendo o Projeto Cidadania Ativa, onde fará no dia 14 de julho, sabatina com os candidatos a deputado estadual e no dia 16 com os candidatos a federal, da região de Jundiaí. Do resultado destas sabatinas será editado o jornal Ficha Pública, com tiragem de 20 mil exemplares que serão distribuídos gratuitamente a população.  É isso!!

– O Projeto Polêmico da Pintura de Telhas na Cor Branca em Jundiaí

Leio no Bom Dia Jundiaí (http://bit.ly/c4qgHp) que o bom e respeitado vereador Paulo Sérgio Martins (PV) propõe que todos os telhados da cidade sejam pintados na cor branca, a fim de que se possa reduzir o aquecimento global em 1%. Tal sugestão estaria dentro do projeto que cria o Programa Municipal de Redução do Aquecimento Global de Jundiaí.

É claro que toda medida que visa assegurar a qualidade de vida, preservação do meio ambiente e bem estar da nossa cidade, deve ser elogiada. Até pela filosofia do partido a que pertence, Dr Paulo Sérgio deve ter tido esse incentivo em se preocupar com a nobre causa defendida. Mas a pergunta indispensável: Quem pagará a conta?

Claro, conheceremos os detalhes do projeto em breve, já que entra na pauta na sessão da Câmara nesta terça-feira, 08 de junho. A curiosidade se dá em: como se dará tal fato? Quem assume os custos? Quem pintará? Quem estará dispensado? E a Viabilidade?

A ideia é interessante, o projeto é atual e pertinente, além de que o vereador é uma das pessoas mais sérias da sociedade jundiaiense. Aguardemos que a boa iniciativa não seja levada para o lado folclórico e se torne uma possibilidade, não uma medida utópica.

E você: o que pensa sobre tal iniciativa?

Você pode ler esse post no Blog do Portal Bom Dia:

http://blog.redebomdia.com.br/blog/rafaelporcari 

– A Polêmica do Biodiesel

O Óleo Diesel consumido no Brasil passou por recentes mudanças. Há pouco tempo, diminuiu-se a quantidade de enxofre no Diesel distribuído em algumas regiões (chamou-se de Diesel Metropolitano, menos poluente, incluindo algumas cidades consideradas mais poluídas – e inclui-se a região de Jundiaí). Depois foi a gradativa adição de BioDiesel (Diesel não mineral, vegetal). A quantidade incial de 2% já atingiu 5%. Entretanto, alguns postos estão tendo mais custos para a manutenção de seus equipamentos. O BioDiesel traz consigo bactérias, que acabam se proliferando caso o produto fique parado. Consumidores estão com a pulga atrás da orelha. Donos de Postos estão ressabiados. E os produtores de BioDiesel dizem que nada é provado. Ecologistas dizem ser um custo necessário para o meio-ambiente.

A verdade é que ninguém sabe da real eficácia e se é tão eficiente assim o BioDiesel, ou ainda a sua composição e dosagem na mistura.

Abaixo, extraído da Revista Posto Hoje, de 17/05/2010.

ADIÇÃO DE BIODIESEL PREJUDICA COMBUSTÍVEL

A adição de biodiesel ao diesel de petróleo vem provocando graves problemas de qualidade no produto vendido nos postos brasileiros. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) 5,2% das amostras de diesel coletadas em postos em março estavam fora das especificações, maior índice desde 2004. Segundo representantes dos postos, o problema já foi levado à Justiça por consumidores que tiveram danos em seus veículos.  Segundo o presidente da Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis (Fecombustíveis), Paulo Miranda, o biodiesel provoca alterações na consistência do produto final, com o surgimento de borras e a proliferação de bactérias. Além dos danos a veículos, o problema dá prejuízo aos postos, que tiveram que intensificar a limpeza de tanques e trocas de filtros.

– A Rainha da Floresta e o Mico Gringo

Falar inglês sempre foi importante. Hoje, é condição obrigatória para qualquer pessoa que queira ter repercussão internacional. Aos administradores de empresas, impensável não ser bilingue.

Neste final de semana, celebrou-se o “Dia da Terra”, e nos EUA, um grande evento foi marcado com a presença de ambientalistas e personalidades, destacando-se James Cameron, Sting, Jesse Jackson e outros. Mas alguém muito aguardado pelos ecologistas subiu ao palco para discursar: a senadora Marina Silva, ex-ministra do meio-ambiente e candidata à Presidência da República. Lá, ela foi aclamada como a “Rainha da Floresta” e considerada a mulher que reduziu o desmatamento no Brasil.

Entretanto, a ministra não sabe falar inglês… e no seu pronunciamento, arranjaram um tradutor que não sabia falar… português! Pois bem: o público educado aplaudiu, aplaudiu, e não entendeu uma palavra de Marina Silva.

Gafe dos organizadores. Não direi que é um despreparo da ministra, justamente pelo fato de sabermos sua história de luta e sofrimento durante sua vida. Mas que alguém poderia providenciar um tradutor de verdade, isso não tem dúvidas!

– Audiência Pública na Câmara dos Vereadores de Jundiaí sobre Proteção aos Animais e Meio Ambiente

por Reinaldo Oliveira

Audiência Pública tratou de proteção aos animais e meio ambiente

Uma audiência pública realizada no período noturno na Câmara Municipal de Jundiaí no dia 13 de abril tratou da instalação de uma delegacia especializada em proteção aos animais e crimes contra o meio ambiente em Jundiaí. Mais de cento e quarenta pessoas participaram do evento que foi uma ação do vereador Leandro Palmarini (PV) e teve a participação do deputado estadual Feliciano Filho (PV), que garantiu a instalação desta nova delegacia para os próximos trinta dias: “O projeto desta delegacia especial já está acertado com a Secretaria de Segurança do Estado para ser instalada em um mês e funcionará com pelo menos um delegado e um investigador”, informou o deputado. Ele também informou que faz gestão junto à Secretaria de segurança para que outras delegacias especializadas sejam instaladas em Bragança Paulista, Mogi da Guaçu e outras cidades jurisdicionadas pela Delegacia Seccional de Campinas/SP. Também participaram da audiência os vereadores Silvio Ermani e Paulo Sergio Martins, ambos do PV, e os delegados Dr. José Roberto Ferraz e Dra. Rosana Montari, titular do Setor Especializado na proteção de animais e meio ambiente, instalado no dia 6 de março na cidade de Campinas/SP. Também presentes na audiência publica pessoas de Itupeva, Itatiba, Cabreuva, Várzea Pta, Campo Limpo Paulista, bem como de outras cidades da região.

– Brasil poderá importar Álcool dos EUA

Tão defendido e incentivado, o Álcool Combustível não está vivendo seus melhores dias. O ministro Edson Lobão admitiu: o Brasil poderá importar Etanol dos EUA, para atender a frota de veículos a álcool e bicombustíveis.

Há exatamente 1 ano, prometíamos exportar álcool para o mundo; era o nosso ‘Ouro Verde’. Parece que tal ideia foi deixada de lado. Em nome da PetroSal ou da incompetência administrativa?

Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/lobao-admite-brasil-poder-importar-etanol-eua-528546.shtml

LOBÃO ADMITE: BRASIL PODERÁ IMPORTAR ÁLCOOL DOS EUA

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou nesta segunda-feira que não gosta da ideia de o Brasil importar etanol dos Estados Unidos. No entanto, admitiu que a hipótese já é considerada pela pasta com o objetivo de suprir o mercado doméstico de combustível. As declarações foram feitas nesta tarde, quando Lobão chegou ao Ministério para presidir reunião do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico (CMSE).

“Não gostamos da ideia de importar etanol. Prefiro arrumar uma solução interna. Mas não está descartada a possibilidade”, disse Lobão. Como tentativa de aumentar a oferta de etanol no mercado brasileiro, o governo já autorizou a redução de 25% para 20%, a partir de 1º de fevereiro, da adição de etanol à gasolina.

Para a eventual importação de etanol a partir dos EUA, o governo estuda a redução da alíquota alfandegária do produto, hoje em 20%. O objetivo principal da medida seria garantir o estoque de etanol para enfrentar a entressafra na produção de cana-de-açúcar.

Mesmo com a tarifa atual, economistas consideram que já vale à pena importar etanol dos EUA. O pedido para redução da tarifa de importação é antigo, mas ganhou força nas últimas semanas diante da redução da oferta do combustível.

A situação representa uma mudança no discurso de governo e usineiros adotado nos últimos anos. Ambos tentavam vender ao mundo o álcool de cana-de-açúcar brasileiro como uma das melhores alternativas energéticas do planeta. E também a ideia de que o país poderia suprir o mercado internacional.

Segundo uma fonte do segmento de distribuição de combustíveis, no Brasil só há estoque suficiente para abastecer o mercado até março ou abril. Já nos Estados Unidos, há excedente de oferta. Além disso, o milho, usado como matéria-prima para o etano americano, está com o preço em baixa.

– Um País de Energia Verde

Esses números são interessantes e mostram nossa vanguarda: segundo o economista Joelmir Bertting, durante o jornal Gente da Rádio Bandeirantes em 06/01, a média de produção de energia mundial é de:

88% advinda de fontes não renováveis e 12% de fontes limpas e renováveis.

No Brasil, esse índice é extraordinário:

46% advinda de fontes não renováveis e 54% de fontes limpas e renováveis.

Um país com essas características poderia ter maior linderança mundial e ganhar mais dinheiro com a bioenergia, não?

– Por um Mundo Mais Respirável

A ONG 350PPM realiza hoje uma concentração mundial, cujo propósito é pedir para que as pessoas se conscientizem da necessidade da redução de CO2 no ambiente. Atualmente, os índices de carbono no ar é de 400 partes-por-milhão, e a meta é reduzir para 350 ppm (daí o nome da ONG).

Para tanto, convoca igrejas, sinagogas, mesquitas e quaisquer templos para badalarem seus sinos, em alusão a um alerta mundial, de todos os povos.

Vamos ajudar?

– Responsabilidade Ambiental

Amigos, compartilho interessante material enviado por Joelson Cabral, a respeito de ação de Responsabilidade Ambiental: provedor planta árvores a cada lote de pesquisas!

Extraído de: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/22/buscador-baseado-no-google-planta-arvores-de-acordo-com-numero-de-pesquisas/

Buscador ecológico planta árvores de acordo com número de pesquisas

Criadores do eco4planet plantarão uma muda a cada 50 mil buscas; tela preta do site promete redução de energia em relação ao Google.

A Tecnologia de Informação Verde chegou aos buscadores. Lançado em agosto, o eco4planet é um mecanismo de busca “ecológico”, baseado na Google Custom Search, a ferramenta do portal que permite a personalização da busca.
Os criadores do site prometem plantar uma árvore a cada 50 mil buscas realizadas por meio do eco4planet. A página inicial apresenta um contador das pesquisas, e o blog do buscador mostra fotos de cada muda plantada desde o início da campanha.
Por possuir fundo preto, o buscador também garante economia no gasto de energia e arrisca um cálculo: um monitor utiliza até 20% menos energia para exibir uma tela preta se comparado à branca.
Considerando as mais de 2,55 bilhões de buscas diárias realizadas no Google com tempo médio suposto em 10 segundos por pesquisa e a proporção de monitores por tecnologia utilizada, o buscador de fundo preto representaria uma  economia anual de mais de 7 milhões de Kilowatts por hora.
Uma iniciativa parecida foi lançada pelo Greenpeace em junho deste ano. Um software, chamado
Black Pixel, instala um quadrado preto no canto superior da tela do monitor a fim de reduzir ligeiramente o consumo de energia. A redução só ocorre em monitores de tubo. Telas de LDC não apresentam alterações no consumo em relação às cores apresentadas.
Por meio do perfil do eco4planet no Twitter é possível acompanhar as datas e locais de plantio das árvores.

– Um Ministro Deslocado e Desloucado

É incrível o que o Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc é capaz! Ele foi ao show da banda “Tribo de Jah” e começou a fazer apologia ao Uso da Maconha, em seu discurso! O que é que esse cara faz solto nas ruas. Pior: por que ele ainda é ministro?

Como bem disse o articulista Reinaldo Azevedo, estamos “estatizando os viciados“…

Leia abaixo a incrível e delirante jornada de Minc. Será que ele estava são?

Em: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/minc-um-discurso-chapado-na-chapada-dos-veadeiros/

UM DISCURDO CHAPADO NA CHAPADA DOS VEADEIROS

Houvesse juízes no Brasil em número – e coragem – suficiente, o ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente, seria condenado à pena de um a três anos de cadeia. Se iria em cana ou não, bem, aí dependeria de um conjunto de fatores: eu seria tentado a trocar a punição por trabalho. Isto: Minc seria obrigado à maldição bíblica. Teria de ganhar o pão com o suor do próprio rosto. So pra saber como é.

Cana por quê? Ele tem de ser enquadrado no parágrafo 2º do artigo 33 da Lei 11.343, que trata do combate às drogas. No domingo, no show de um grupo de reggae chamado Tribo de Jah, na cidade de Alto Paraíso, perto da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, o valente subiu ao palco para pregar a descriminação da maconha. Pregou só a descriminação? Ora, vejam o vídeo vocês mesmos. Minc fazendo um discurso daquele na Chapada dos Veadeiros vale por uma celebração metalíngüística.

Algumas pessoas ficam com a voz embargada de emoção. Minc é do tipo que fica com a voz pastosa. Engrolando aquela língua estranha, que rompe com a lógica e vai juntando alhos com bugalhos, o ministro subiu ao palco e deu vivas a Bob Marley, a Chico Mendes, à Paz, à resistência e conclamou: “Não vamos deixar queimar a Amazônia”. Parecia discurso de gente chapada.

E isto, gente! Nada de queimar a Amazônia!

Minc não queima a Amazônia!

De jeito nenhum! A Amazônia, Minc não queima!

E também falou em defesa do cerrado, da caatinga, da Mata Atlântica, pediu que todos fechassem os olhos e abraçassem a amiga, o amigo, beijassem a namorada, o namorado… A droga, que mata milhares de pessoas por ano no Brasil — ou por causa do narcotráfico ou em decorrência dos malefícios advindos do consumo — era tratada ali como o elixir da paz. E os presentes gritavam “Maconha! Maconha!”.

Então o homem resolveu pensar! Transcrevo um trecho. Importante dizer que, enquanto falava, Minc dançava. Metido num daqueles coletinhos eloqüentes, movia o barrigão e o “traseiro gordo” (by Fucker & Sucker) de modo um tanto constrangedor. Peço que atentem para a lógica severa da fala:

Vamos acabar com a impunidade. Daí a importância da música, a consciência da rapaziada. Vamo defender o cerrado, a caatinga, a Amazônia, a Mata Atlântica e o o reggae, o reaggae é a liberdade.

Um maluco gritava:
– A Maconhaaaa!!! E o pré-sal!!! O pré-sal!!!
Voltemos com Minc.

Outro recado. Ontem, a gente meteu três a um na Argentina. Só que tem um outro placar que a gente ta perdendo da Argentina. Os juízes da Argentina descriminalizaram o usuário. O usuário não é criminoso. E esse jogo, a gente está perdendo aqui. Nós vamos virar esse jogo. Nós vamos acabar com a hipocrisia. Consciência! (…) Viva a Tribo de Jah! Viva a consciência ecológica! Viva a natureza! Viva a liberdade!

Espertinho, Minc não pronuncia a palavra “maconha”. Deixa pra galera!

Já expus em outras ocasiões as razões por que as drogas não devem ser descriminadas  — e é preciso falar de todas as drogas, não só da maconha, como se faz habitualmente, num truque vagabundo. A questão, aqui, é outra. No conjunto da obra, a atuação de Minc vai muito além da defesa da descriminação.

Atenção!
Há quem, parece, acredita que a maconha deva ser descriminada porque o dano da liberação seria inferior ao da repressão. Até onde entendo, é a posição de FHC, por exemplo. Está errado! Erradíssimo! Deveria parar de falar no assunto. Pensou mal a questão. Ademais, foi presidente da República por oito anos. Por que não tomou, então, as medidas conseqüentes? Porque um país não faz isso sozinho. Sua opinião está virando coisa de diletante. E vai acabar se misturando com irresponsáveis como Minc.

Este ministro, como nota, não está tratando da descriminação como um mal menor. Nada disso! Ele acredita nos valores positivos da maconha; ele acredita, como se nota, que ela abra os umbrais de uma nova consciência. Qualquer um sabe o que significa um “viva” a Jah e sua tribo!

FHC diga o que quiser, não é problema meu. Se sou de um partido da oposição digno deste nome — e desde que não defenda, claro, a liberação da maconha — pego este vídeo do Coroa do Rio e levo ao ar no horário eleitoral. Os brasileiros precisam saber o que pensa o ministro do Meio Ambiente. Enquanto mães arrastam a sua tragédia nas favelas do Brasil, enterrando seus filhos, perdendo-os para o narcotráfico, Minc brinca de fechar os olhos no placo e dar “vivas” à liberdade. A gente sabe bem o que isso significa.

Política de redução de danos, por mais idiota que seja, é bem-intencionada. A de Minc implicaria um aumento brutal dos danos. Entre outras razões, as pessoas podem passar a discursar como Minc…

Ademais, o Brasil não deve nada à Argentina nesse quesito. A mesma lei que pune a apologia das drogas — e Minc fez apologia — já protege o usuário. Basta ler o Artigo 28. Aliás, ele tem até direito à assistência gratuita do Estado — sim, é uma obrigação pública tratar do drogado. Enquanto ele está dando vivas às drogas, não podemos importuná-lo com questões ou leis porque seria autoritário, reacionário. Quando o filho da mãe está todo estropiado, aí merece a assistência social por conta de um mal que adquiriu por vontade, por escolha, por opção.

A tara de certos brasileiros pelo estado é tal, que a gente estatizou até os viciados.

Ah, só para lembrar. Minc é o ministro que chamou os produtores rurais de “vigaristas”. Honesto é Minc.

SE QUISER ASSISTIR A PERFORMANCE DE MINC, CLIQUE EM: http://www.youtube.com/watch?v=HLWUk4H2BWI&eurl=http%3A%2F%2Fveja%2Eabril%2Ecom%2Ebr%2Fblog%2Freinaldo%2Fgeral%2Fminc%2Dum%2Ddiscurso%2Dchapado%2Dna%2Dchapada%2Ddos%2Dveadeiros%2F&feature=player_embedded

– Carros a Diesel no Brasil? Prós e Contras

O governo estuda, após 30 anos de proibição, liberar a fabricação de carros de passeio movidos a Óleo Diesel. O ponto positivo é a economia; o negativo, a poluição e a insuficiência na produção.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/governo-pode-autorizar-uso-diesel-carros-passeio-497728.shtml

Governo pode autorizar uso de diesel em carros de passeio

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou nesta quinta-feira que o governo estuda a possibilidade de liberar o uso de diesel como combustível para carros de passeio.

Durante audiência pública da Comissão de Infraestrutura do Senado, Lobão disse que o Brasil pode seguir o exemplo da Europa, onde não há restrição para a utilização do combustível, mas ressalvou que isso ainda não tem data para ocorrer.

“Nós teremos que nos preparar para essa possibilidade. Estamos fazendo estudos de viabilidade técnica aqui no Brasil, o que não quer dizer que iremos adotar isso imediatamente”, destacou.

– Empresas que Arriscam com Sucesso: A Energia Solar para a Classe C

A classe C está em alta! E um dos novos ramos de negócios que visa esse cliente é o da Energia Solar.

Veja como organizações do setor estão desenvolvendo estratégias na conquista do consumidor, em especial o Instituto Ideaas.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0950/gestao/missionario-energia-492836.html

O MISSIONÁRIO DA ENERGIA

Até o final de 2008, a vida da família do agente comunitário de saúde Raimundo Alves Assunção não era lá muito iluminada. Moradores da comunidade de Maripá, que fica dentro da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, no Pará, ele, a mulher e os quatro filhos só tinham energia elétrica em casa por cerca de 3 horas, três vezes por semana — graças a dois geradores movidos a diesel que abasteciam parte da comunidade. Em outubro, fez-se a luz para Assunção. Sua casa, às margens do rio Tapajós, passou a contar com um moderno painel solar — e ele agora tem luz o dia todo, a semana inteira. Nos últimos meses, outras 59 moradias do vilarejo aderiram à energia renovável. Com isso, não apenas as famílias mudaram seu estilo de vida — agora podem assistir à televisão à noite — como economizaram dinheiro. Para ter acesso à energia mambembe dos geradores, Assunção gastava cerca de 70 reais por mês. Hoje, desembolsa 38 reais pelo aluguel dos painéis solares. O responsável pela melhoria da qualidade de vida das famílias de Maripá, e de outras centenas de moradores de outras regiões do Brasil, é o gaúcho Fábio Rosa. Aos 49 anos de idade, engenheiro agrônomo de formação, é ele quem criou e dirige o Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas e da Auto Sustentabilidade, (Ideaas), ONG criada em 1997, em Porto Alegre, que se dedica a levar energia limpa — e barata — a famílias da chamada base da pirâmide.

O que Rosa vem fazendo é legitimar a tese de uma das maiores referências mundiais em estratégias para as populações de baixa renda, o americano Stuart L. Hart. Professor da Universidade Cornell, Hart prega que a sustentabilidade do planeta depende da convergência de duas revoluções que a economia mundial viu desabrochar na última década: a das tecnologias limpas e a da base da pirâmide. O raciocínio por trás dessa ideia é que são consumidores como Assunção, que não têm acesso às tecnologias tradicionais e ao conforto que elas oferecem, os que primeiro podem ser convencidos a adotar as tecnologias verdes — e, aos poucos, fazer com que elas ganhem escala. Para tristeza de Hart, porém, ainda são poucos os empreendedores que se arriscam a criar modelos de negócios que se encaixem em sua fórmula. E isso explica por que Rosa, um dos poucos a se aventurar nesse campo, se transformou numa espécie de celebridade. Ele já ganhou uma dezena de prêmios, como o de excelência em empreendedorismo social da Fundação Schwab, uma das mais respeitadas do mundo. Em um livro publicado pela Harvard Business School, o Business Solution for the Global Poor (“Soluções de negócios para combater a pobreza global”, numa tradução livre), Rosa foi apontado como o criador de um dos modelos mais inovadores em energia no mundo. Também deu palestras nas escolas de negócios das universidades Stanford e Yale e, por quatro anos seguidos, para grupos de executivos de empresas de países ricos durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos. “É possível que Rosa seja hoje a pessoa no mundo que mais entende de energia limpa e base da pirâmide”, diz Claudio Sanches, diretor do Itaú Unibanco e conselheiro da Ashoka, ONG que financia empreendedores sociais em diversos países.

– Ativismo PornoEcológico!

Segundo José Paulo de Andrade, durante o Jornal Gente da Rádio Bandeirantes de SP, uma das mais polêmicas entidades de preservação às matas chegou ao Brasil, para junto de Greepeace e WWF lutarem pelo meio-ambiente.

Tudo bem, se não fosse o modo pelo qual esses ativistas protestam: a ONG “Fuck for Forest” ganhou notoriedade no mundo pelo fato de seus integrantes se despirem e em pares e se abraçarem juntos as árvores, em atos que costumam ser reservados para momentos íntimos.

Você entedeu, né?

Pois bem: eles estão atrás de Voluntários Brasileiros para trabalharem pelas causas verdes. Não há requisitos básicos, apenas a disposição para despojamento em prol da Responsabilidade Social.

Caso queira conhecer a ONG, clique em: http://www.fuckforforest.com/. Mas um alerta: o conteúdo é impróprio para crianças, e embora seja um engajamento pela ecologia, o método é controverso. Aliás, o nome da ONG já diz tudo. Vale apenas pelo inusitado em busca da preservação!

– Os Empreendedores Sustentáveis

Ecologicamente engajados, uma nova safra de empreendedores surgem. Preocupados com o meio ambiente, eles tem feito a diferença.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid382362,0.htm

Uma nova safra de empreendedores sustentáveis

Desconfiança de mercado e falta de investimentos não inibem criatividade de empresários com ideias ‘verdes’

Crédito escasso, alta carga tributária, acesso restrito a mercados e burocracia. Não são poucos os desafios que um empreendedor enfrenta para fazer seu negócio caminhar no Brasil. E quem optou por agregar o atributo “sustentabilidade” ao seu produto ou serviço ainda tem outros percalços para transpor, como a desconfiança inicial dos investidores, os custos elevados de uma produção sem escala, o consumidor pouco sensível à causa.

Ainda assim, uma nova safra de empreendedores tenta frutificar. À medida que o conceito de sustentabilidade começa a ser valorizado pelo mercado, algumas dessas barreiras iniciais vão sendo rompidas.

André Carvalho, pesquisador do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ces), está há seis anos no comando do New Ventures, um programa que coloca, vis-à-vis, donos de negócios “verdes”, geralmente empresas emergentes (ou start-ups, como se diz no jargão dos negócios) e possíveis investidores, como fundos de investimentos, empresas e “anjos” – pessoas físicas que aportam recursos em pequenos negócios com potencial promissor.

 

Não há estatísticas sobre a taxa de natalidade e mortalidade dos negócios verdes. Mas a experiência de Carvalho à frente do New Ventures indica que sobram boas ideias e falta quem invista nelas. De 2003 até hoje, os pesquisador da FGV fez contato com mais de 500 empreendedores “verdes”.

Destes, 180 chegaram a construir planos de negócios; 49 foram apresentados a investidores e seis efetivamente receberam aportes de recursos.

“Os empreendedores verdes têm pela frente um cenário ainda mais difícil, pois enfrentam desconfiança por terem um produto ou serviço menos convencional”, diz Carvalho.”Em muitos casos, o mercado está longe de assimilar uma ideia que seja muito inovadora”, avalia.

 EMPRESÁRIO DO AÇÚCAR QUE ABOLIU A QUEIMA DA CANA

Colher a cana-de-açúcar crua soava como uma insanidade em meados da década de 1980 no Brasil. Saiu de Sertãozinho, no coração da indústria canavieira paulista, a vontade de mudar alguns preceitos do ‘modus operandi’ da cultura da cana. Tudo começou como um projeto de reflorestamento de matas ciliares. Eliminar as queimadas nos canaviais foi a segunda providência.

Depois, veio o controle biológico de pragas. Fornecedores de equipamentos tiveram de desenvolver máquinas para colher e processar a cana sem ela ser queimada. Vinte anos depois, as mudanças transformaram o Grupo Balbo, dono da marca Native, no maior produtor de açúcar orgânico do mundo. No ano passado, o grupo gerou 56 mil toneladas do produto, o que representa 20% do total de açúcar orgânico produzido no mundo.

“O que nos motivou a investir nesse projeto em 1986 foi o desejo de manifestar o potencial ecológico da cana-de-açúcar. A cana está entre as cinco culturas mais ecológicas que existem, dependendo do manejo que se dá à produção”, afirma o diretor da Native, Leontino Balbo Júnior. Terceira geração da família Balbo – pioneira no agronegócio de cana na região -, ele abraçou a ideia de que era possível fazer mais pelo ambiente do que recompor as matas ciliares.

“Muita gente achava que essas ideias eram uma loucura e que quebrariam a empresa”, conta Fernando Alonso, diretor comercial e braço direito de Balbo Jr. Na época, o mercado inexistia no País. Causou estranheza quando a Global Organics, grande distribuidora de orgânicos dos EUA, bateu na porta dos Balbo. “A empresa tinha se convertido em um produtor de orgânicos sem se dar conta disso.”

O passo seguinte foi certificar a produção orgânica, que abriria as portas do mercado internacional. Hoje, 85% da produção é exportada.

Além de fornecer açúcar para indústrias de alimentos, a empresa desbrava o mercado com a marca Native, conhecida dos consumidores da Coreia do Sul, Espanha, Portugal e França. A entrada, neste ano, na rede de produtos naturais Whole Foods, dos EUA, deve consolidar a marca no mercado internacional.

As novas frentes de batalha são a produção de álcool orgânico, já em andamento, e de plástico biodegradável, do açúcar. “Sustentabilidade é consequência do trabalho. A grande missão é mudar a maneira das pessoas pensarem”, diz Balbo Jr.

– Implicações do Aumento do Biodiesel no Brasil

Muito se tem falado sobre o Biodiesel. Ecologicamente correto, financeiramente caro! A realidade é essa… Hoje, se tem produzido biodiesel de sementes de Girassol, óleo de Dende, Mamona, Soja, e, pasmem, até da Cana!

Mas aqui no Brasil, grande celeiro para a produção desse combustível, o custo é muito elevado. A cada 1% de Biodiesel adicionado ao Diesel Comum, eleva-se por volta de R$ 0,02. Pela lógica, se o Diesel fosse substituído integralmente pelo Biodiesel (impossível, devida a baixa produtividade), o preço desse combustível seria o dobro.

A partir de amanhã, 1º de Julho, o Diesel Comum brasileiro terá 4% de Biodiesel na sua composição.

Extraído de:  http://www.estadao.com.br/noticias/economia,mistura-de-4-de-biodiesel-comeca-a-valer-amanha,395589,0.htm

MISTURA DE 4% DO BIODIESEL COMEÇA A VALER AMANHÃ

Entra em vigor amanhã o aumento de 3% para 4% (B4) da mistura obrigatória do biodiesel ao óleo diesel mineral. O biodiesel a ser utilizado em maior proporção deve ser produzido de oleaginosas como soja, mamona, palma e girassol. De acordo com nota do Ministério da Agricultura divulgada hoje, a modificação gerará demanda adicional de 420 milhões de litros, aumentando o consumo de biodiesel no País para 1,26 bilhão de litros.
A ampliação gradativa do porcentual, também segundo o Ministério da Agricultura, agregará valor às matérias-primas oleaginosas, permitirá o desenvolvimento da indústria nacional de bens e serviços e estimulará a participação da agricultura familiar. Além disso, contribuirá para substituir o diesel importado, que é um produto fóssil e mais poluente, por combustível nacional, limpo e renovável.
A nota do Ministério afirma ainda que o Brasil vai reforçar a participação da agroenergia na matriz energética com o acréscimo de 200 milhões de litros na produção nacional de biodiesel (B100), ainda em 2009. “A decisão leva em consideração a capacidade ociosa industrial, menor consumo de diesel projetado para este ano e oportunidades de melhorias sociais.”

– A Sustentabilidade Ambiental em Pauta nas Organizações

Trago um belo texto da FEA (Faculdade de Economia e Administração)-USP, a respeito da questão “sustentabilidade estar se tornando cada vez mais um dos tópicos de responsabilidade social discutidos pelas organizações:

Extraído de: http://www.usp.br/feamais2/leitura.php?i=199

Ingresso da sustentabilidade social na pauta das empresas redefine cenário dos negócios

Por Claudia Gasparini

A complexidade dos mecanismos sociais e a dificuldade de se lidar com eles frequentemente entra em conflito com a urgência em articulá-los de forma sustentável. Em outras palavras, apesar de imprescindível para a conquista da sustentabilidade, o vértice social oferece também desafios sem paralelos. No entanto, de acordo com Annelise Vendramini Caridade, doutoranda em Administração pela FEA, professora e consultora de empresas, as decisões corporativas estão submetidas a uma certa lógica do sistema econômico que dá sinais de mudança, ainda que de forma lenta. “Podemos fazer uma analogia entre o sistema econômico global e um transatlântico: é possível mudar a direção de ambos, porém mudanças de rota não acontecem subitamente, são processos demorados”, propõe Annelise, que atua em gestão estratégica para a sustentabilidade e finanças sustentáveis, além de se dedicar à pesquisa do mesmo tema no PROGESA (Programa de Gestão Estratégica Socioambiental), núcleo vinculado à FIA (Fundação Instituto de Administração).

Não obstante a dificuldade de se reprogramar o sistema, especialmente para se incorporarem adequadamente os custos sociais e ambientais das atividades produtivas, os caminhos da sustentabilidade têm sido perseguidos pelas organizações. Annelise destaca o espaço crescente dos Relatórios de Sustentabilidade e a sua padronização pela GRI (Global Reporting Iniciative). Ela vê um sinal muito positivo no fato de que, no Brasil, tem crescido muito o número de empresas que publicam relatórios anuais de acordo com os padrões da GRI. “Embora ainda haja um caminho a percorrer na busca pelo aperfeiçoamento desses relatórios, essa prática é muito interessante porque revela que as empresas estão aplicando o conhecimento adquirido na publicação dos tradicionais relatórios financeiros, os chamados Relatórios Anuais, para a comunicação de suas práticas socioambientais”, afirma.

Annelise acredita que a questão social entra cada vez mais na pauta das empresas, mas muitas vezes como filantropia, algo que não está ligado necessariamente à estratégia da empresa. “No entanto, compreender que toda atuação empresarial tem um impacto relevante nas comunidades e gerir isso de uma forma responsável são posturas importantes para os negócios, ou seja, existe uma relevância estratégica na ação social, mesmo a de caráter assistencialista, que não pode ser ignorada”, comenta.

De acordo com a doutoranda da FEA, as empresas existem porque a sociedade lhes assegura a licença para operar. Porém, de forma mais acentuada desde a década de 1970, as sociedades estão mais críticas em relação à forma de atuação das corporações. “Quando a empresa apresenta uma postura responsável e faz uma boa gestão de stakeholders, ela está zelando para que essa licença concedida pela sociedade permaneça válida no longo prazo”, diz Annelise. Dessa forma, se uma organização não se preocupa, por exemplo, com o bem-estar de uma comunidade que habita o entorno de suas instalações, essa relação conturbada pode em algum momento explodir e gerar vozes contrárias à existência da organização. Por outro lado, relações harmônicas criam um ambiente estável tanto para a organização como para a sociedade. “Reações negativas, que construam uma imagem desfavorável da empresa, tem a longo prazo um impacto forte sobre as operações e sobre o lucro”, explica.

Adaptação

Annelise acredita que várias corporações estão se estruturando para atender a essa nova pressão da sociedade, sobretudo as de grande porte, criando departamentos de Sustentabilidade e investindo em novos projetos na área. “Trata-se de uma forma de tentar transportar esse tipo de preocupação para o âmbito da competitividade”, diz a doutoranda. As empresas menores, com menos recursos de estrutura, têm investido, em filantropia, no intuito de ao menos não ficarem alheias a essa cobrança.

Ela também chama atenção para a existência de muitas empresas cuja preocupação social não transcende o âmbito do discurso. Trata-se de uma demanda recente e difícil de ser atendida, na opinião de Annelise. Assim, as organizações sentem a pressão da sociedade mas nem todas sabem como transformar essas requisições em prática. “Muitas ainda não sabem como fazer isso de forma estratégica e não conseguem alinhar o discurso com a prática”, comenta. O risco de ser pego numa inconsistência ou incoerência ética é muito grande, o que confirma a importância de uma gestão de comunicação transparente.

Os esforços em direção à sustentabilidade ainda estão distantes do ideal. “Ainda há muita divergência sobre o que é o ideal ou como alcançá-lo, e por esse motivo este é um momento de aprendizado para todos”, diz Annelise.

É o mesmo que afirma Monica Bose, coordenadora de projetos e pesquisadora do CEATS (Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor), ligado à FIA. Ela ilustra sua opinião esclarecendo uma frequente confusão conceitual. “Uma visão muito mal lapidada no meio empresarial é a de que o discurso sobre sustentabilidade seria uma evolução natural das discussões anteriores sobre responsabilidade social”, diz. Ela explica que, baseadas nessa suposição, várias organizações mudam o nome sua antiga área de Responsabilidade Social para Sustentabilidade. O equívoco está em achar que ambos os termos correspondem ao mesmo conceito. Segundo Monica, doutoranda e mestre em Administração pela FEA, o conceito de sustentabilidade, do ponto de vista organizacional, diz respeito ao impacto em larga escala do negócio sobre a sociedade e sobre o planeta. Já a responsabilidade social trata do espectro mais próximo da empresa, isto é, o respeito que a organização deve aos públicos que estão em seu entorno.

A adaptação das corporações às demandas de sustentabilidade também enfrenta outro desafio: a balança entre o lucro e a justiça social. “Acho que muitos CEOs estão com essa preocupação na cabeça hoje em dia. É uma questão muito difícil”, diz Monica. A pesquisadora do CEATS defende que a busca cega pelo lucro na forma como existe hoje é insustentável, por implicar a degeneração do meio ambiente e a manutenção de desigualdades. “Tais externalidades são conhecidas e essa busca precisa ser repensada”, afirma. Ela diz que já existem iniciativas de um capitalismo mais “social”, em que algumas empresas abrem mão de parte do seu lucro em prol de uma cadeia de geração de valor mais sustentável. Há muitos casos de organizações assim no Brasil e no exterior. “O problema é que isso teria de ser aplicado em escala planetária e como concretizar essa transformação é um desafio”, assinala Monica.

Definição de papéis

Para Annelise, é válida, para o caso brasileiro, a afirmação de que, algumas vezes, as empresas estão preenchendo uma lacuna deixada pelo Estado quando investem em projetos sociais. “Às vezes o governo não é tão ágil para resolver problemas nos quais as organizações têm a capacidade de interferir”, explica.

Monica, por sua vez, acredita que é o terceiro setor que assume algumas atividades que teoricamente deveriam ser prestadas pelo Estado, cumprindo funções de assistência social e atendendo a demandas da população mais carente que não tem acesso a serviços públicos de qualidade. “Não se comprovou até hoje que o Estado seja um ator suficiente para promover o desenvolvimento social e ambiental sustentável”, diz.

A resposta, para a pesquisadora do CEATS, está nas parcerias intersetoriais. Enquanto o Estado zela por políticas públicas de maior qualidade e eficiência, o terceiro setor traz sensibilidade para o quesito social e ambiental, muitas vezes acirrando discussões sobre esses temas. Já as empresas cumprem seu papel seja pelo apoio ao desenvolvimento de tecnologias de inovação, ou mesmo oferecendo sustentação financeira. “Por meio dessa complementação de competências, é possível produzir frutos interessantes e inovadores no que diz respeito à sustentabilidade”, completa Monica.

– Carrefour, Pão de Açúcar e Wal Mart se Unem Contra Frigoríficos que Desmatam!

Numa inédita ação neste país, as 3 principais redes de supermercados, que acirradamente disputam o mercado, se uniram contra os frigoríficos acusados de desmatamento da Amazônia – e que inclui o Grupo Bertin!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u580142.shtml

Varejo suspende compra de carne de áreas desmatadas na Amazônia

Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart suspenderam a compra de carnes de 11 frigoríficos apontados pelo MPF (Ministério Público Federal) do Pará como comercializadores de gado criado em área de devastação da Amazônia. Segundo reportagem de Cristiane Barbieri na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal), entre os suspeitos estão alguns dos maiores frigoríficos do país, como Bertin e Minerva.

Os supermercados resolveram tomar a atitude em conjunto, após a denúncia do Ministério Público Federal e da ONG Greenpeace. Segundo as redes varejistas, a iniciativa inclui a notificação dos frigoríficos, a suspensão de compras das fazendas denunciadas e exigências de guias de trânsito animal anexadas às notas fiscais dos frigoríficos.

Estão ainda na lista das notificações do MPF processadores de alimentos, como Sadia e Perdigão, e fabricantes de calçados, como a Vulcabras.

No início do mês, a Promotoria ajuizou 21 ações civis públicas pedindo indenização de R$ 2,1 bilhões de pecuaristas e frigoríficos que comercializaram animais criados em fazendas desmatadas ilegalmente. Após isso, foram enviadas notificações a 69 empresas que compram insumos dessas áreas da região amazônica.

– A Função Social da… Motosserra???

Às vezes, pessoas públicas devem ficar caladas, se o argumento não for convincente. Leia a idiotice que o Deputado Federal do DEM-RR, Luciano Pizzatto, a respeito do desmatamento – basicamente, para ele, é importante desmatar para dar oportunidade de plantar (?).

“O que os defensores do meio ambiente devem entender é que o universo é violento e destrutivo. Ao derrubar uma árvore, estamos na verdade dando o direito de outra árvora nascer”.

Acredite, ele é deputado e disse isso mesmo!!!

– O Lixo do Rio Jundiaí

Neste domingo, alunos de uma escola de mergulho realizaram em Jundiaí uma coleta de lixo em um pequeno trecho do Rio Jundiaí, em lembrança do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado na semana passada. E para um infeliz mas esperado desfecho, foram retirados 2 barcos de sujeira! Lixo antigo acumulado no leito do rio, má educação das pessoas ou descaso social?
Um rio morto, um povo mal educado e a não conscientização da sociedade. É assim que cuidamos do meio ambiente…