– Sócrates: apenas mais um Alcoólatra entre muitos…

Claro que todos se compadecem com a triste situação em que vive Sócrates, o craque que hoje sofre de alcoolismo e permanece internado. Mas ele é apenas mais um entre tantos anônimos que sofrem desse vício: 11 mil pessoas morrem de cirrose por ano, num país de 15 milhões de alcoólatras (números da Associação Brasileira de Estudos do Álcool)!

Felizmente Sócrates tem muitos recursos. E os que não tem?

Boa sorte à essas pessoas e aos seus familiares. Triste realidade…

E aí: o alcoolismo, que é uma doença, é desprezado em nosso país ou as devidas atenções são dadas? Deixe seu comentário:

– Carlitos Teves sem Futebol

 

O craque argentino ex-Corinthians declarou:

 

Estaria morto ou drogado, se não fosse o futebol”.

 

Da vila de onde veio, de uma favela argentina, infelizmente seria essa a realidade.

– Drogas & Jota Quest

 

Gosto da banda Jota Quest. Nada de paixão, simplesmente gosto. Mas me desagradou a declaração à IstoÉ de Rogério Flausino, o líder da banda:

 

Sempre administrei bem essa parada, uso drogas de forma recreativa”.

 

Caiu no meu conceito. Uma pena. Drogas? Tô fora. Isso é desserviço social.

 

– O Estado de São Paulo contra o Álcool; mas o Comerciante é quem Pagará o Preço?

 

Álcool é Droga, certo?

 

Pois o Governo do Estado de SP montou uma ofensiva contra o Álcool para menores. O governador Geraldo Alckmin disse no Twitter que:

 

O estabelecimento que vender ou permitir o consumo de álcool por menores de idade receberá multas pesadas e poderá até ser fechado. A nova lei tem como base educação, saúde e fiscalização. Não basta proibir, precisamos conscientizar e garantir a saúde dos nossos jovens.”

 

Ótimo, tudo muito bonito. Mas quem fiscalizará? Como o comerciante será responsabilizado? Ele vai tirar a garrafa da mão do cliente? E se um adulto comprar e entregar ao menor?

 

Prevenir e punir a relação menor & álcool é louvável. Jogar a responsabilidade para o comerciante, não.

 

O que você pensa sobre tal medida? Deixe seu comentário:

 

(Sobre a lei, extraído do site oficial do Governo: http://is.gd/eQjOb5)

– Culpa de Deus? Acidente com o Porsche, Atentado de Oslo e Morte de Amy Winehouse… Destino?

 

Nossa sociedade infelizmente tem a mania e o defeito de não assumir suas responsabilidades prontamente. Procuramos desculpas e culpados por erros que cometemos e que às vezes damos crédito a outros.

 

Muitas vezes, sucumbimos ao subterfúgio do acidente, do acaso ou até mesmo da vontade divina. Digo isso por 3 fatos dessa semana que impressionaram os cidadãos, onde mortes ocorreram e a discussão das causas e conseqüências foi explicitamente explorada.

 

1) 5ª feira: Marcelo Málvio, o dono de um Porsche que transitava a 150km/h, segundo a polícia numa avenida da Capital, e que colidiu com a Tucson de uma estudante que avançou o sinal vermelho, matando-a, creditou o acidente aos desígnios divinos. Disse à jornalista Mônica Bérgamo que “com certeza, essa morte estava no plano de Deus”.

Culpado pelo acidente?

Para ele (e outros tantos): Deus. Se ela não morresse ali, morreria em outro lugar de qualquer jeito. O motorista foi apenas instrumento do plano celeste.

 

2) 6ª feira: a Noruega viu o fanático ultra-direitista Andres Behring Breivik tirar a vida de pessoas inocentes em causa pró-neonazista. O maluco explodiu um prédio público em Oslo, chamou a atenção das autoridades policiais para o centro da capital, e duas horas depois disparava com fuzil em uma ilha norueguesa contra jovens que acampavam. Motivação? Chamar a atenção à necessidade de extirpar judeus e islâmicos na Europa. Insanidade…

Culpado do atentado?

Para muitos: o acaso. Pessoas assim sempre existirão na sociedade e não se pode fazer nada. Assim como um doente mental invadiu uma escola em Realengo (no RJ) há pouco tempo, matando criancinhas e adolescentes, e nada se podia fazer.

 

3) Sábado: Amy Winehouse foi encontrada morta. Seus fãs aos berros choravam o seu falecimento, paparazzis deliravam com as fotos do corpo sendo levado pela polícia, e fóruns e blogs questionavam a morte da cantora: teria sido uma overdose, devido aos vícios da moça com narcóticos?

Culpado da morte?

Segundo os sensacionalistas: o destino. Muito se questionou sobre a ‘maldição dos 27 anos’, já que era mais uma artista que morria com tal idade, somando-se Jimmi Hendrix, Kut Cobain, Jim Morinson, Brian Jones e outros 10 músicos.

 

Ora, sempre achamos um bode expiatório. Que tal sermos realistas, sem perder nossas crenças, e acabar com desculpas falsas e não-convincentes?

 Creditar tudo ao futuro, a Deus, ao destino, é muito fácil.

 

5ª feira: Se o motorista do Porsche estivesse no limite de velocidade e a motorista do Tucson não avançasse o sinal vermelho, não teríamos evitado uma morte? Desrespeitar as leis de trânsito foi uma vontade do Altíssimo ou uma infração humana?

 

6ª feira: Se o norueguês fanático, neonazista, xenofóbico, estivesse monitorado ou preso, as mortes não seriam evitadas? Aqui no Brasil vemos pessoas com as mesmas ideologias, trazendo para nossa realidade os judeus e islâmicos como correlação odiosa aos negros e nordestinos. E agem em plena liberdade! Culpa de Deus ou das autoridades? Ou ainda: da sociedade, de nós mesmos que não os denunciamos ou lutamos para conscientização de uma sociedade igualitária e humana?

 

Sábado: Se a cantora famosa não usasse Drogas, ela não estaria viva ainda? Num mundo onde muitos intelectuais querem descriminalizar os entorpecentes, e que se cultua o consumo das drogas lícitas como instrumentos de prazer e de sucesso, onde está a culpa de Deus? Será que a moça começou direto no crack ou iniciou seu vício ao fazer uso do álcool, maconha e aí por diante? Creditar à combinação astrológica à praga dos 27 anos ou taxar como tragédia é idiotice. A lógica da dependência química infelizmente é essa, e muitos e muitos anônimos morrem tão tragicamente todos os dias como Amy.

 

Por fim: Deus, independente da sua visão católica, protestante, budista, muçulmana, judaica… ou até mesmo na sua ausência a quem muitos dão crédito, é o culpado de tudo isso?

 

De nada aqui existe Destino, mas culpa da irresponsabilidade e dos caminhos escolhidos pelo homem. A única culpa de Deus é a de ser tão bom em dar opção à nós para construirmos o nosso futuro – tragicamente ou não, com a opção de pedirmos seu auxílio ou dispensá-lo.

 

E você, o que pensa sobre isso? Essas tragédias seriam inevitáveis ou não? De quem é a culpa?

– Nossa Senhora do Crack: uma grande interrogação?

 

Uma indagação: “Padroeira dos Viciados” é um termo impróprio ou sensível à Nossa Senhora?

 

Digo isso pois o artista plástico Zarella Neto criou ‘um altar de rua’ na região da chamada “Cracolândia” (rua Apa, Santa Cecília), e lá colocou a imagem de Nossa Senhora Aparecida, toda branca com adornos dourados e a inscrição: “Nossa Senhora do Crack”. Viciados acenderam seus cachimbos ali mesmo, ao pé da santa.

 

Irritados, moradores acharam a “homenagem ofensiva”. Mas o arcebispo de SP, Dom Odilo Scherer pensou diferente:

 

Vi a imagem e fiquei comovido. O drama dos dependentes químicos não pode nos deixar indiferentes. São humanos, são irmãos, são filhos de Deus. Nossa Senhora do Crack, rogai por eles, e por nós também”.

 

E aí, o que acha dessa polêmica? Deixe seu comentário:

– César Cielo e um Péssimo Exemplo

 

O supernadador e campeoníssimo César Cielo foi flagrado no anti-doping (com mais 3 outros atletas).

 

Uma pena.

 

Cielo é simpático e competente, mas pisou na bola. Jogou a culpa na farmácia de manipulação por contaminação da sua fórmula vitamínica. E coincidentemente a contaminação foi de uma substância que mascara drogas proibidas e que aumentam o desempenho?

 

Tomara que suas desculpas sejam verdades, mas parece mais conversa mole.

 

O que mais entristece é que a entidade nacional de desportos aquáticos, ao invés de suspendê-lo (como é praxe), apenas o advertiu. Será que os outros atletas flagrados, se não estivessem acompanhados por Cielo, seriam advertidos ou suspensos duramente?

 

Ainda: será que o fato do Cielo ter sido um dos atletas mais atuantes nas cerimônias de lobby pelas Olimpíadas no RJ teve influência?

 

Hum… Lamentável.

 

Agora, a Federação Internacional de Natação analisará o caso, e, de certo, vai punir. Mas o fato da vista grossa brasileira foi feio…

 

E você, o que achou sobre esse episódio? Deixe seu comentário:

– Vítimas do Crack

 

A Veja dessa semana traz na capa uma matéria sobre o sofrimento das famílias que tem viciados em crack.

 

Meu Deus… Assustador.

 

Que nunca nossos filhos nem pensem em utilizar qualquer tipo de droga. Quem usa Crack começou na Maconha, passou pela Cocaína e lá chegou. Onde terminará, ninguém sabe.

 

E tem gente que ainda defende a liberação… Santa Paciência!

– FHC e a Cocaína: Queimando o Tabu

 

Estreou o documentário “Queimando o tabu”, cuja participação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ousa!

 

Há tempos, ele vem defendendo a liberação da maconha. Agora, quer livre comércio para a cocaína e outras drogas!

 

Sempre admirei sua inteligência. Mas bestiais também tem o seu momento besta.

 

Os defensores da estratégia de que “se liberar, acaba o tráfico”, ganham novos simpatizantes nesse documentário ao assistirem argumentos de que “drogas ilícitas não seriam tão danosas quanto parecem”. Aí se torna apologia. Uma pena.

 

FHC diz até mesmo que sua política anti-drogas fracassou pois não deveria usar a repressão, mas a tolerância. Ora, tolerar o consumo?

 

Respeito opiniões em contrário, mas não queira me fazer acreditar que se liberássemos as drogas, acabaríamos com a violência do tráfico. Novos zumbis apareceriam (vide o centro velho de SP… e as cracolândias da vida).

 

E você, o que pensa sobre o assunto? Deixe seu comentário:

– O Pó do Capeta?

 

Hoje a Folha de São Paulo traz uma edição especial, comemorativa, celebrando a 30.000a edição. E traz algumas manchetes curiosas. Uma delas, de 1927, fala sobre a primeira apreensão de cocaína no Rio de Janeiro:

 

“Encontram-se portando ‘cocaína’, conhecida como a FARINHA DO DIABO”.

 

Não conhecia esse termo. Imagine se o jornalista soubesse do poder destrutivo do Oxi e do 99 na saúde (e na vida) das pessoas…

– Marcha da Maconha: que Insistência!

 

E os manifestantes a favor da legalização da Maconha?

 

Mesmo com a proibição da Justiça, ontem, na Av Paulista, em São Paulo, resolveram fazer apologia à droga.

 

Por que eles não saem às ruas para pedir o fim da corrupção? Para a construção de Hospitais? Para a defesa de valores e da família?

 

Essas pessoas não sabem o que é ter filho, amigo ou parente próximo em clínica de recuperação. Nos discursos vazios viciam a sociedade e contaminam outros. Uma pena!

 

E o pior é que existe muita gente a favor desses caras. Respeitar liberdade de expressão é uma coisa. Mas apologia às drogas ilícitas é crime.

 

Em Jundiaí, promete-se a Marcha da Maconha para esse domingo, na Av União dos Ferroviários. Mesmo assim a Justiça já proibiu!

 

Respeitarão?

– Oxi e 99

 

O Oxi (ócsi) e o 99 (nine-nine, pronuncia de nove-nove em inglês) são as drogas da moda.

 

Perceberam que em certos tempos, há sempre modismos?

 

Em uma época, foi a Heroína. Depois LSD. Aí veio o Êcstasi. Recentemente, o Crack. Agora temos o Oxi (mistura de cocaína, querosene e cal) e o 99 (cocaína em pedras com 99% de concentração).

 

A humanidade está careca de saber que drogas acabam com a vida e a sociedade. Mas insistem!

 

Imagine os rios de dinheiros que esses bandidos faturam viciando as pessoas, e quantas famílias perdem o sentido e a própria vida por esse mal.

 

Infelizmente, há idiotas que ainda defendem a legalização de qualquer tipo de droga… Uma pena.

– “Cheirou” sua fortuna…

 

As Drogas acabam com a família de qualquer um. Acabam com a vida social, financeira…

 

Olha a frase do Steven Tyler, da banda Aerosmith (pai da atriz Liv Taylor):

 

“Acabei com 20 milhões de dólares. Cheirei meu Porsche, meu avião e minha casa”.

 

Brincadeira, né?

– Líder Petista defende Cooperativa de Usuários da Maconha!

 

Dilma defendeu o combate às Drogas durante toda a campanha eleitoral. Mas seu colega de partido, Paulo Teixeira (PT-SP), defende exatamente o contrário e radicalizou: quer legalizar o plantio de maconha, o incentivo à criação de comunidades de plantio e até a organização de cooperativas de usuários!

 

Drogas é um assunto que não discuto. O radical aí sou eu: SOU CONTRA, CONTRA E CONTRA.

 

Leia a proposta abaixo, extraído do Original em: http://is.gd/eE2PUQ

 

LÍDER DO PT DEFENDE PLANTIO DE MACONHA EM COOPERATIVA

 

Na contramão do que prega o governo Dilma Rousseff, o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), defende a liberação do plantio de maconha e a criação de cooperativas formadas por usuários. Num recente debate sobre o assunto, o deputado disse que a política de “cerco” às drogas é “perversa” e gera mais violência. Dilma assumiu o governo incluindo entre suas prioridades o combater “sem tréguas” ao crime organizado e às drogas. Teixeira disse no debate que o governo deveria autorizar a criação de cooperativas para o plantio e a distribuição da maconha. “O melhor modelo é o da Espanha: cooperativas de usuários, onde se produz para o consumo dos próprios usuários, sem fins lucrativos”, afirmou. Informações da Folha.

– Filho de Peixe, Peixinho é…

 

Até na criminalidade este ditado parece ser verdadeiro!

 

Um jovem foi detido com cocaína e maconha. Pai foi na delegacia tentar liberar o filho e… ele era foragido da polícia! Ficou detido também.

 

E foi aqui na nossa Jundiaí (de novo)! Estamos em evidência no cenário nos últimos dias!

 

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/04/14/pai-vai-buscar-filho-na-delegacia-e-acaba-preso-em-jundiai-sp.jhtm

 

PAI VAI BUSCAR FILHO NA DELEGACIA E ACABA PRESO EM JUNDIAÍ

 

Por Maria Fernando Ribeiro

 

O pai de um adolescente de 17 anos, apreendido na manhã de quarta-feira (13) por porte de drogas em Jundiaí (65 km de São Paulo), foi buscar o filho na delegacia e acabou preso por ser considerado foragido da Justiça.


O operário Vlademir Soares Moreira, 51, foi condenado a 12 de prisão em regime fechado pela morte da sua mulher, em 2000. Ele teria matado a mulher a facadas.


Moreira foi identificado pela polícia ao mostrar o documento de identidade para a escrivã do 3º Distrito Policial (DP) de Jundiaí. Ele alegou que não sabia que era considerado foragido.


O pai foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Jundiaí e o filho dele acabou liberado após registro de um ato infracional. A polícia não soube informar se o pai já tem advogado constituído.

 
De acordo com informações do boletim de ocorrência, o adolescente caminhava com um grupo de rapazes quando foi abordado por guardas municipais. Os demais correram ao avistar o carro da Guarda Municipal, mas o filho de Moreira não conseguiu fugir por estar com o pé machucado. Apesar de nada ter sido encontrado com o menor durante a revista, uma bolsa que havia sido jogada com a chegada dos guardas continha porções de cocaína e maconha.

– Maconha arrebenta o Cérebro de Adolescentes

 

E qual é a novidade? Nenhuma.

 

Todos nós sabemos que as drogas acabam com a saúde das pessoas. Compartilho essa matéria do Estadão (18/12/2010, Caderno Vida, pg A15), onde se referenda uma pesquisa em que se prova os malefícios principalmente aos adolescentes.

 

MACONHA PREJUDICA CÉREBRO DE ADOLESCENTE

 

Fumar maconha aos 16 anos causa alterações neurais que atrapalham a capacidade de concentração, de aprendizado e de pensamento abstrato, diz estudo da universidade de Harvard. A descoberta foi feita com base no escaneamento de cérebros e na aplicação de testes das funções cognitivas, nos quais os adolescentes que usam a droga tiveram performance inferior.

– Coisas que Incomodam

1- Para evitar que o seu partido recém-criado (PDB) fosse ironizado (como tem sido: Partido Da Boquinha, por exemplo), Gilberto Kassab já o lança como PSD. Adianta alguma coisa, se ele será extinto em breve, servindo apenas de barriga de aluguel e se aproveitando de uma brecha da lei para a mudança de legendas partidárias?

 

2- O pessoal da “Marcha da Maconha” entrou na Justiça contra a jornalista Izilda Alves, por defender em suas matérias o combate contra as drogas. Ué, a favor pode??? (Felizmente a Justiça não deu atenção à esse pessoal).

 

3- Após a tragédia japonesa e o medo de vazamento nuclear de Fukushima, nada de concreto foi feito na usina atômica de Angra dos Reis. Esperarão acontecer algo aqui?

 

4- Dizem que Adriano Imperador tem 5 propostas de clubes! Botafogo, Grêmio, Atlético Mineiro, Corinthians e Flamengo o querem. Os dirigentes perpetuamente querem problemas… Sem psicólogo e assistente social acompanhando-o 24 horas por dia, não dá para contratá-lo.

– O Xarope Charlie Sheen

 

Como os vaidosos são realmente egoístas, não?

 

Charlie Sheen, astro da comédia “Two and half men”, da Warner Bross (maior audiência da Tv Americana), recebe US$ 2 milhões por episódio. Agora, ele vai à imprensa reclamar porque acha que o salário é pouco. Disse que não dá para viver se não ganhar, no mínimo, 3 milhões de dólares por episódio!

 

O ótimo ator é conhecidamente encrenqueiro e costumeiro conhecido da polícia devido as suas brigas, orgias e consumo de drogas.

 

Veja o que a jornalista Yara Barretta escreveu sobre Charlie Sheen, extraído de: http://blogs.jovempan.uol.com.br/conexaoorlando/celebridades/charlie-sheen-%e2%80%93-obituario-prematuro/

 

CHARLIE SHEEN – OBTUÁRIO PREMATURO

 

“Eu sou especial e jamais serei um de vocês!”, disse o ator em uma entrevista no final de fevereiro, de acordo com a New York Magazine. Mas o que exatamente ele quis dizer com “vocês”? Pessoas que tem que viver todos os dias “com suas esposas feias e seus filhos feios e olhar para suas vidas de perdedores e então eles olham para mim e dizem ‘Não consigo processar’. Bem, não, e jamais conseguirão! Parem de tentar! Relaxem e aproveitem o show!”

Para Mark Harris, autor do texto, quase tudo é perdoável: arrogância, cocaína, estrelas pornô, prisões, supostas overdoses. Mas não chamar seu chefe em  público de “palhaço”, “nazista do AA” e “charlatão”, nem mesmo vindo de uma pessoa que diz possuir “sangue de tigre e DNA de Adonis.”

E já tem gente escrevendo o obituário desse ator-problema, de acordo com a seção da revista (que nome mais apropriado!), Abutre.

Será prematuro? ATMZ diz que Sheen colocou no twitter que hoje à noite vai fazer seu próprio radio show, ao vivo na internet.

– Professores Exemplificando Maus Casos em Aula?

 

O que podemos dizer: Em Santos, um professor usa exemplos em sala de aula utilizando temas do tráfico de drogas e da criminalidade, aplicando exercícios em sala sobre quantidade de carros furtados e outros elementos da bandidagem. Os pais são contra; os alunos, a favor.

 

Sob a alegação de que o método traz a realidade aos alunos, e a contra-argumentação de que tal método é uma apologia ao crime, fica a matéria abaixo para o espírito crítico:

 

Extraído de: Época, Ed 28/02/2011, por Luiz Maklouf Carvalho

 

TRAFICANTES NA AULA DE MATEMÁTICA

 

Zaroio, Chaveta e Pipoco saem da internet e arrumam problemas para um professor de escola pública de Santos

“Vem armado para a escola?”, “A que facção pertence?”. Essas perguntas estão no cabeçalho de uma prova de matemática ficcional que circula na internet pelo menos desde 2007. É uma sátira bem-humorada – humor negro, bem entendido – tanto à criminalidade do Rio de Janeiro como à política que aboliu a reprovação, o que em tese obrigaria os professores a ser mais criativos, para chamar a atenção dos alunos. Em suas dez perguntas, a prova aborda tráfico e consumo de drogas, prostituição, assassinato por encomenda e roubo de veículos. Exemplo: “Zaroio tem um fuzil AK-47 com carregador de 80 balas. Em cada rajada ele gasta 13 balas. Quantas rajadas poderá disparar?”.

No dia 14, uma segunda-feira, Dara, uma garota santista de 14 anos, viu essas e outras perguntas ser desenhadas na lousa de sua classe pelo tranquilo e circunspecto professor de matemática Lívio Celso Pini. Ele tem 55 anos, três filhos já formados, quatro cursos universitários. “Ele disse que era uma prova para resolver durante a aula e escreveu as perguntas no quadro, sem outra explicação”, disse Samuel Evangelista de Campos Oliveira, de 16 anos, um dos 40 alunos que assistiam à aula. Oliveira contou que as perguntas não lhe provocaram reação maior. “Tudo isso é da nossa realidade, está na internet, no rap, nos videogames. Eu tratei foi de resolver os exercícios.” Achou mais difícil, matematicamente falando, a quinta questão: “Chaveta recebe R$ 500,00 por BMW roubado, R$ 125,00 por carro japonês e R$ 250,00 por 4×4. Como já puxou dois BMW e três 4×4, quantos carros japoneses terá que roubar para receber R$ 2.000?”.

Dara não conseguiu resolver todas as questões. Foi a única da classe a levar o teste para casa. “Esse professor está ficando louco”, disse a mãe da garota, a manicure Fabiana Aparecida de Albuquerque, quando a filha lhe pediu ajuda para responder aos problemas. “Louco e irresponsável”, afirmou seu marido, Jaibe da Silva, padrasto de Dara. Silva é eletricista de carros. Eles moram, com uma pequenina de 5 anos, numa casa simples no bairro de Vila Progresso, um dos mais altos de Santos.

No dia seguinte, Jaibe e Fabiana foram à escola. Reclamaram com a diretora, Madalena Serralva. Ela chamou o professor Pini e pediu que se explicasse. “Ele só disse que não tinha a intenção de criar problema”, diz Fabiana. Não satisfeitos, os dois levaram o caso, e a folha do caderno de Dara, à Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise). Quando o caso veio a público, Pini pediu licença médica da escola. A Secretaria Estadual de Educação, que não quer falar sobre o assunto, o afastou por 120 dias.

Na quarta-feira passada, uma semana depois de tomar o susto, Fabiana ainda estava aborrecida com o professor. “O que ele fez é muito negativo, muito errado”, disse, na porta de sua casa. “Ela vai a uma escola pública para aprender, e recebe uma aula de crime. Tem absurdo maior? Ele faria isso se fosse uma escola particular?”

“O tráfico faz parte da realidade dos alunos. É o método do Paulo Freire”
LUCIANO CASTELÃO, professor de geografia da escola

O titular da Dise é o sisudo delegado Francisco Garrido Fernandes, “uma mistura de índio com espanhol”, como ele próprio se define. Tem 52 anos e 33 de polícia. No ano passado, sua Dise apreendeu, na Baixada Santista, 1,7 tonelada de maconha, 15 quilos de cocaína e 4 quilos de crack. Parte dessa droga foi apreendida nos morros de Santos, inclusive no São Bento, onde fica a escola do professor Pini. “Estou averiguando se o caso se enquadra no Artigo 287 do Código Penal, apologia ao crime”, disse o delegado.

“O tráfico faz parte da realidade dos alunos”, afirmou o professor de geografia Luciano Silva Castelão, da mesma escola. Ele contou que há dois casos recentes de alunos detidos por envolvimento com drogas. “O Lívio só quis trazer para a escola uma discussão crítica sobre a realidade que os alunos já vivem”, disse Castelão. “É o método do Paulo Freire.” Castelão usaria aquelas perguntas para dar uma aula? “Talvez. Mas elas caíram como uma luva na disciplina geografia do crime, que faz parte da grade da Secretaria Estadual de Educação.” Pini conversou a respeito, antes do teste, com ele, com a diretoria ou com qualquer outro docente? “Não”, afirma. “Ninguém sabia que ele ia fazer isso. E nem ele próprio imaginou o tamanho da encrenca. Ficou todo vermelho, com hipertensão, no dia em que os pais da menina vieram aqui. E se desculpou com a turma pelo transtorno.”

Dara depôs na terça-feira. Na quarta-feira, foi a vez do professor Pini. Ele chegou com o advogado Thiago Serralva Huber, de 24 anos, parente da diretora da escola (não quis declarar em que grau). Não quis dar entrevista nem ser fotografado. “Ele tem medo de que esse episódio manche toda uma longa carreira no magistério”, diz o advogado. Pini afirmou ao delegado que passou aquele teste, copiado da internet, com o objetivo de “despertar os alunos para a questão da criminalidade”. Falou, ainda, para a cara impassível do delegado que aquele teste era apenas o início de “uma semana de debates sobre aquelas questões”. A diretora Madalena Serralva, a primeira a depor, disse que em nenhum momento o professor expôs a ela suas intenções pedagógicas. Joyce Silva, de 15 anos, outra colega de Dara, disse que ele não falou sobre debate quando passou as questões no quadro-negro.

Das dez perguntas que estão na internet – o que também não informou aos alunos –, Pini emprestou seis, com pontuais modificações. “Teorias educacionais modernas dizem que se deve aproximar dos alunos o conteúdo da realidade – e isso vale, inclusive, para a matemática”, diz a professora Ângela Soligo, da Universidade de Campinas (Unicamp), doutora em psicologia da educação. “Mas é preciso tomar cuidado, porque os conteúdos não são neutros. Nesse caso, pode ter havido o risco de tornar natural, para os alunos, a realidade criminosa que as perguntas contêm, como se ela fosse válida e aceitável.” Questões dessa complexidade, segundo a professora Soligo, devem passar, antes, por uma discussão na coordenação pedagógica, na direção da escola e até entre os pais. Mas não houve crime, na opinião dela, porque a formulação das perguntas não implica apologia.

No final da manhã da quarta-feira passada, mesmo dia em que o professor Pini iria depor, cerca de 100 alunos da escola alvoroçaram a pracinha em frente, no Morro São Bento, com uma manifestação favorável à volta do professor. Ela foi convocada pelo Twitter do aluno Davidson Welber Rocha, de 17 anos, do 2º ano do ensino médio, e teve apoio da diretora e dos professores. Nas contas do advogado de defesa, “400 alunos” participaram da manifestação. Um dos cartazes dizia: “O professor Lívio nos trouxe a realidade… E a realidade é que perdemos um ótimo professor”. Em outro: “Não se jogam no lixo anos de trabalho por uma aula mal interpretada”. A única a discursar, apelando para não haver tumulto, foi a mãe de um aluno de Pini, Sandra Cristina Ferreira. “Ele é um excelente professor e tem de voltar”, disse.

Dara estava na escola naquele dia, mas voltou para casa antes da manifestação. Sua mãe disse que ela está sendo hostilizada. “Metade da escola não está nem falando com ela.”

– Somente Cante, Lady Gaga

 

Não sou muito do ramo musical, mas sempre ouço e leio sobre as maluquices dessa tal de Lady Gaga. Dizem que ela é excepcional cantora! Mas, quando abre a boca… Vejam que idiotice ela disse nessa última semana:

 

“Fumo muita maconha enquanto escrevo música”

 

Acho que ela deveria apenas cantar. Numa sociedade vítima das drogas, quer promover a maconha por quê? Aliás, apologia às drogas é crime no Brasil. Nos EUA não?

– Números das Drogas e seus Preços

 

Impressionante a força do tráfico de drogas e seu comércio. A Revista Veja (ed 2195 na Coluna Panorama) divulgou os preços e quantidade de produtos. Abaixo:

 

– 39 toneladas de maconha, 314 quilos de cocaína e 54 de crack foram aprendidos no Complexo do Alemão.

 

– R$ 5,00 custa a embalagem de 3 gramas de maconha.

– R$ 10,00 custa cada grama de crack.

– R$ 20,00 custa cada grama de cocaína.

 

Quer dizer, que, para existir o vendedor, tem que ter comprador. E muitos idiotas financiam os bandidos… Lamentável!

– De novo, Jobson?

Que cabecinha fraca o tal de Jobson, não? Quase banido do esporte por causa de drogas, teve uma segunda chance. Continuou na gandaia. Nova chance. No último domingo, após provocações da torcida, respondeu aos mesmos mostrando o pênis.

Fineza e educação são desconhecidos ao atleta. O talento que já mostrou (mas também tem faltado agora) não combinam com o desequilíbrio social do rapaz.

Uma pena. Mais um artista do futebol que se perde no mundo da bola; não por ela, mas das benesses dela… (fama, dinheiro, status…)

– Califórnia votará pela Maconha?

Já imaginaram um setor de atividade que movimente 14 bilhões de dólares por ano? Essa quantia é  o valor que a indústria da maconha movimenta somente no estado da Califórnia.


Pois bem: na próxima Terça-Feira, os californianos votarão em um plebiscito que decidirá se esse estado americano aceitará a droga como produto de venda livre para entretenimento (ela já é permitida para fins terapêuticos). Claro que o assunto é polêmico; defensores e contrários à causa já estão se movimentando a todo vapor.

 

Particularmente, sou contra. Liberar a maconha é incentivar o uso de drogas e a dependência. Pergunte às famílias que possuem pessoas viciadas o que elas pensam de tal projeto.

 

E você, o que pensa sobre o assunto? Libera-se a droga ou não? Deixe seu comentário:

– Cédulas de Dinheiro com Dificuldades de Descontaminação

Já imaginaram quantas pessoas põe a mão no dinheiro, do trajeto da Casa da Moeda até as nossas mãos? E do nosso bolso pelo comércio afora, quantas e que tipos de pessoas as pegam? E em que ambiente elas passam? E como se contaminam?

 

Pois bem: Universidade comprova que 80% das cédulas de Real que circulam no Brasil contém resíduos de COCAÍNA. Nas notas de dólar, nos EUA (especificamente Washington), o número atinge impressionantes 95%.

Assustador, não? Mas acalme-se: a quantidade é insignificante para trazer danos graves à saúde, segundo o mesmo estudo.

 

Abaixo, a matéria extraída da Folha de São Paulo, 08/06/2010, Caderno cotidiano, pg 1

 

NOTAS DE REAL TEM TRAÇOS DA DROGA, DIZ ESTUDO

 

Um estudo realizado pela Universidade de Massachusetts em 2009 em mais de 30 cidades de cinco países concluiu que 80% das cédulas de dinheiro que circulam no Brasil têm traços de cocaína.
Foram avaliadas dez notas no país. O Brasil foi superado apenas por Canadá, que, de acordo com o teste, tem 85% das notas contaminadas, e Estados Unidos.

A pesquisa diz que cerca de 95% das notas de dólar que circulam em Washington têm vestígios de cocaína. Em Boston, Baltimore e Detroit, os índices são de 80%.
Ainda de acordo com dados da pesquisa, a China e o Japão foram os países que apresentaram o menor nível de cocaína no dinheiro em circulação.
De acordo com os cientistas, as cédulas conservam restos da droga quando são usadas como “canudo” para inalação. Essas notas podem acabar contaminado outras que não serviram para consumir cocaína.
Segundo Yuegang Zuo, o autor da pesquisa, de maneira geral aumentou o número de cédulas com vestígios da droga nos últimos anos.
“Não sabemos com certeza por que houve esse aparente aumento, mas ele pode estar relacionado à crise econômica mundial, que fez com que mais pessoas estressadas recorressem à cocaína”, disse.

– Metade dos Universitários Já Experimentou Drogas!

Leio que a Secretaria Nacional de Política sobre Drogas divulgou um número arrepiante! Em sua última pesquisa, anunciou que 48,7% dos estudantes de ensino superior já usaram drogas ilícitas (pesquisa que envolveu 18.000 universitários em 27 capitais). Destes, 20% correm risco de dependência.

Sou professor universitário na Área de Administração. E é inimaginável entrar na sala de aula e crer que metade dos meus alunos já experimentou drogas ilícitas… Talvez os números da pesquisa, se feitos no interior, tenham outro resultado. Não creio que cidades como Jundiaí, Itu, Salto e outras da nossa região tenham esse indicador.

O problema é a facilidade de acesso às drogas. No meu tempo de estudante, nunca víamos drogas com freqüência. Felizmente, nunca tive o desprazer nem a vontade de experimentá-las.

A banalização do problema faz com que os jovens vejam as drogas com mais naturalidade, o que é ruim. Os universitários são o futuro da nação, pois eles têm o privilégio de freqüentar os bancos acadêmicos e pertencerem a uma minoria populacional de padrão intelectual mais elevado. É uma pena que isso ocorra entre eles.

 

E você, universitário? Acredita que esse número seja alto na sua faculdade?

– Consciência Eleitoral com Inconsciência Criminal

Triste e desolador ver nos noticiários a história do “Poderosinho”. Para quem não leu, esse apelido é de um garoto de 10 anos, chefe do tráfico de drogas em São Manuel/SP.

É, você entendeu certo: só 10 anos. Estamos vivendo tempos do mundo-cão! Cada vez mais observamos as drogas entrando na vida dos adolescentes e das crianças, mas é descabido imaginar que uma criança possa chefiar uma quadrilha.

Mas será que é exclusividade de São Manuel um caso como esse, ou poderíamos crer que aqui mesmo em Jundiaí e em diversas localidades do Brasil existam casos semelhantes? Talvez não de liderança criminal-infantil, mas de dependência precoce das drogas?

O problema é que não existe uma solução plausível e simplória: se o menino é dependente, interne-o. Mas e no caso do “Poderosinho”? Cadeia? Fundação Casa?

O que assusta mais ainda é que ele é apenas uma criança. O que alguém de 10 anos sabe sobre a vida? Sabe discernir o que é certo ou errado? Deve ter noções, mas 10 anos é muito mais infantilidade do que racionalidade.

E vamos incorrer em outra questão tão séria quanto: o limite da maioridade penal. Quando a pessoa se torna realmente responsável em seus atos, na prática? Sabemos da lei dizer que é 18 anos. Mas vejam por aí jovens de 15 anos de bigode e barba fazendo cada coisa e depois dizem “sou de menor!”

O problema é profundo. Se um jovem de 16 anos pode escolher o Presidente da República, por que alguém de 17 anos não pode responder por seus crimes?

É claro que o menino de 10 anos não pode se encaixar nesse caso. O vício e certamente a não-educação o levaram a isso. É uma criança. Mas insisto na questão: o que fazer com esse garoto?

 

– A Doideira do Homem do Couro de Lobisomem

O cantor Ney Matogrosso é uma figura ímpar. Polêmico, como a música que o consagrou logo após a saída dos “Secos e Molhados” que dizia “Menina eu sou é homem, e como sou!” o artista declarou a pouco tempo que já provou todos os sexos, e que se tivesse um terceiro, também provaria (!?). Agora, na última edição da Revista Rolling Stone, falou sobre drogas, e disse que sempre usei drogas para abrir minha percepção. Quando tenho uma dúvida, uso maconha como terapia. E aí aflora, porque a resposta está dentro de mim”.

Quanta bobagem…

– Coca-Colla com 2 “elles” lançada por Evo Morales

Evo Moralles, presidente boliviano, provoca! Vai comprar briga com a Coca-Cola, lançando a Coca-Colla (com 2 letras l), legítimo refrigerante boliviano, sabor… folha de coca!

Incrível, não?

Extraído de: IG –Último Segundo

BOLÍVIA ANUNCIA LANÇAMENTO DE NOVO REFRIGERANTE

Evo Morales, o primeiro presidente indígena boliviano a mascar folhas de coca em reuniões da ONU, resolveu encontrar uma nova função para a planta. Na semana passada, seu governo anunciou o lançamento de um novo refrigerante: a Coca-Colla.

Com a ideia, Evo acerta dois alvos com um tiro só. Primeiro, dá uma rasteira na americana Coca-Cola, considerada um dos símbolos do capitalismo. Por fim, a decisão dá uma mãozinha para os cocaleiros de Chapare, berço político do presidente boliviano, onde ele se tornou conhecido como líder sindical dos plantadores de folha de coca da região.O nome do novo refrigerante foi proposto pelos próprios cocaleiros e faz bastante sentido. “Colla” é uma alusão aos habitantes que vivem na parte andina do país, em contraste com os “cambas”, moradores das terras baixas.

Segundo a Secretaria de Coca e Desenvolvimento Integral, o projeto já está em andamento e o refrigerante pode chegar ao mercado em quatro meses. O governo, contudo, ainda não definiu se o empreendimento será totalmente estatal ou se tentará atrair capital privado especula-se que possa haver uma joint venture do Estado com uma cooperativa de cocaleiros.

De acordo com funcionários do governo, o que já se sabe é que a Coca-Colla também será uma bebida preta vendida com um rótulo vermelho, uma provocação nada discreta à insígnia da original americana.

A Bolívia tem a terceira maior produção de folha de coca do mundo apenas Colômbia e Peru produzem mais. O país é constantemente pressionado a reduzir o cultivo, o que põe Evo em uma posição difícil: conciliar a pressão internacional, que tenta desestimular a produção da matéria-prima da cocaína, e a pressão interna dos cocaleiros, que não querem deixar de cultivar uma planta que há 3 mil anos faz parte da identidade boliviana.

Desde que foi eleito pela primeira vez, em 2005, Evo tem prometido aumentar a área para cultivo legal da coca. Para isso, seu governo se esforça para encontrar utilidades para a planta. A Bolívia já produz chá, farinha, pasta de dentes e bebidas alcoólicas à base da folha de coca.

A iniciativa de Evo, porém, será outro ponto de atrito com os EUA. A relação entre os dois países anda estremecida desde que o governo boliviano expulsou do país a DEA, agência antidrogas dos EUA, e declarou o embaixador americano persona non grata, em 2008.

– 50 Strippers e 1/2 kg de droga…

Sempre gostei da atuação e dos tipos do ator Robbin Williams (de Uma Babá Quase Perfeita, Patch AdamsO Homem Bicentenário). Mas sua última piada pode ser considerada de mau gosto. Entrevistado no David Letterman Show, famoso Talk Show americano, o ator declarou que Chicago perdeu as Olimpíadas porque Obama enviou Oprah e sua mulher Michelle Obama para o lobby. Já o Rio de Janeiro mandou 50 strippers e 1/2 kg de pó.

Podia ter brincado de outro jeito… Drogas, tô fora!

Veja o vídeo em: http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1168155-7822-ROBIN+WILLIAMS+IMITA+TOM+CRUISE+NO+SOFA+DE+DAVID+LETTERMAN,00.html

– A Perigosa Brincadeira do Pó de Giz

Numa pequena cidade gaúcha, os pais têm-se queixado de uma brincadeira perigosa: crianças de 10 anos brincam de “cheirar cocaína” na escola, usando o giz moído para tal travessura.

O teor da brincadeira é assustador. Tremo, só de pensar num filho ousando brincar assim. E com a notícia, outras crianças se encorajaram a imitar os gauchinhos pelo Brasil afora.

Isso é perigoso? Como professor e pai, digo sem titubear: CLARO QUE É!

Mas talvez os pais atentos pensem assim e sejam rotulados de caretas e chatos por muitos! Me estarreceu a ponderação de Rubem Alves, na Folha de São Paulo da última terça-feira, pg 02:

Brincadeira com pó de giz não é um prenúncio de crime

por Rubem Alves

Pais, professores e autoridades ficaram apavorados com uma brincadeira nova: as crianças fazem de conta que pó de giz é cocaína.

O barulho que os adultos estão fazendo é mais nocivo que o pó de giz. Digo isso a partir da minha experiência de menino que brincava com revólver que dava estalo. Mas minha arma de brinquedo não era a profecia de um futuro criminoso.

Argumento a lamentar. Respeito-o, mas discordo. Uma brincadeira desse tipo, por parte de uma criança de 10 anos, é preocupante demais!

– Operação Saturação em Jundiaí contra as Drogas

Excepcional a ação da Polícia em Jundiaí. Cerca de 500 policiais cercaram o Jardim São Camilo, e no esquema “ninguém-entra e ninguém-sai”, fizeram uma faxina naquela região. É cerco de cercar, fechar, fichar e capturar!

Parabéns. Mas a pergunta: os bandidos que estavam fora do morro e não entraram, foram para onde? Onde eles habitam agora???

Olha só o que foi encontrado lá:

(Extraído de: http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=91692)

Rota apreende mais drogas e armamentos no 2º dia de ocupação

Quatro viaturas das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (ROTA) apreenderam por volta das 15h desta quinta-feira (24) mais uma grande quantidade de drogas e armamentos no Jardim São Camilo, em continuidade à megaoperação de combate ao tráfico iniciada ontem pela Polícia Militar e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público. 

O balanço parcial do segundo dia da Operação Saturação – que pretende acabar com a tesouraria do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Estado, segundo o Gaeco com sede no Jardim São Camilo – as viaturas da ROTA recolheram dois tijolos de maconha, 360 porções de maconha, cinco radiocomunicadores e um carregador, duas metralhadoras mais um simulacro (imitação), um colete à prova de balas e dois revólveres. Também foram presas mais duas pessoas. Ontem a operação deteve 10 pessoas, apreendeu mais de 100 quilos de drogas e R$ 30 mil em dinheiro.

A equipe do Comandos e Operações Especiais (COE), apreendeu – além de grande quantidade de maconha e cocaína – cinco balanças de precisão, cheques de clientes do tráfico, coletes à prova de bala e munição para fuzil.  A Tropa de Choque, que vem recebendo denúncias através do número 181, deve fazer mais um balanço da Operação Saturação nesta sexta-feira (25) às 6 horas da manhã, segundo informou a corporação.

Notícias relacionadas:

– Mendigos e Drogados Expulsos da Cracolândia

Só pelo fato de deixar chamar um trecho da região central paulistana de Cracolândia, é motivo de vergonha! Para quem circula nesses arredores, sabe que há consumo de crack a céu aberto, e que as autoridades fazem vista grossa. O que os moradores pensam disso? E os comerciantes honestos? É constrangedor, chato, anti-higiênico, perigoso e doentio.

A sujeira, os bandidos e a violência no entorno são redundantes. E para fugir dessa desagradável situação, conforme noticiado ontem no Jornal Nacional, comerciantes estão fazendo uma engenhoca, colocada no alto dos telhados, com canos furados, provocando o efeito de chuva. Ou seja, se o cara for se deitar na sua calçada para se drogar, água nele!

Dali eles saem, e vão para outro canto. É um paliativo. Ao menos eles têm que se mexer. O certo é que autoridades responsáveis os retirassem da rua, e que se for considerado “problema de saúde”, tratá-los!

Entretanto, me assusta a fala do secretário municipal Andrea Matarazzo, que defendeu publicamente o direito dos viciados ali estarem. Ora, deveria ele se preocupar em defender aqueles que fogem do vício, não dos que sustentam-o.

Mas compartilho uma outra opinião, mesmo um pouco diferente (extraído de: http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2009/06/24/como-expulsar-drogados-mendigos-e-outros-estorvos)

COMO EXPULSAR DROGADOS, MENDIGOS E OUTROS ESTORVOS

POR LEONARDO SAKAMOTO

Um edifício em obras na região central de São Paulo instalou gotejadores de água em sua marquise para gerar uma chuva artificial e espantar usuários de drogas que frequentavam a fachada.

A administração municipal, consultada em reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo, disse que molhar os “pedestres” era inaceitável e que medidas seriam tomadas. Vizinhos do prédio pinga-pinga afirmaram terem gostado da idéia e pensam em copiá-la para garantir mais “higiene e segurança”.

Já escrevi aqui que São Paulo está se aprimorando na arquitetura da exclusão. Retomo o que havia dito antes.

O tema não é exatamente novo e ocupou espaço na mídia quando o então prefeito José Serra resolveu implantar no complexo viário da avenida Paulista, a mais conhecida e importante da cidade, as chamadas rampas antimendigo – grandes blocos de concreto que impedem o povo de rua de montar sua casinha imaginária para se proteger do tempo e do mundo. E proteger, dessa forma, a “gente de bem” que estaria sendo assaltada durante as longas pausas dos congestionamentos.

Há muitos anos, o vão formado pela rua Teodoro Sampaio sobre a rua Mateus Grou, no bairro de Pinheiros, era residência de sem-teto. A associação de amigos da rua construiu rampas para enxotá-los de lá. Tempos atrás, vi que o mesmo aconteceu na rua João Moura, no trecho sob a avenida Paulo VI/Sumaré. Implantaram canteiros de flores para mandar as pessoas para longe de lá. Se as flores plantadas lá soubessem o que custou sua chegada murchariam de vergonha. O interessante é que alguém, que provavelmente morava ali ou se indignou com isso, pixou o muro em frente com um lembrete incômodo: “Aqui morava gente”.

Reformas já foram feitas no Centro de São Paulo para tirar ou vazar a marquise de prédios. Ganha um doce se alguém advinhar para quê…

Já que não se encontra solução para um problema, encobre-se. É mais fácil que implantar políticas de moradia eficazes – como uma reforma urbana que pegue as centenas de milhares de imóveis fechados para especulação e destine a quem não tem nada. Ou repensar a política pública para usuários de drogas, hoje baseada em um tripé de punição, preconceito e exclusão e, portanto, ineficaz. Muitos vêem os dependentes químicos como lixo da sociedade e estorvo ao invés de entender que lá há um problema de saúde pública.

As obras que estão revitalizando (sic) a região chamada de Cracolândia, têm expulsado os moradores da região. Para onde vão? E isso importa?! Contanto que fiquem longe dos concertos da Sala São Paulo, do acervo do Museu da Língua Portuguesa e das exposições Estação Pinacoteca ótimo. No caso do prédio-que-chove os usuários de drogas não foram muito longe: mudaram-se para o outro lado da rua.

Melhor tirar da vista do que aceitar que, se há pessoas que querem viver no espaço público por algum motivo, elas têm direito a isso. A cidade também é deles, por mais que doa ao senso estético ou moral de alguém. Ou crie pânico para quem acha que isso é uma afronta à segurança pública e aos bons costumes. Em vez disso, são enxotados ou mortos a pauladas para limpar a urbe para os cidadãos de bem.

Logo após a fundação da vila de São Paulo de Piratininga, José de Anchieta, com a ajuda de índios catequizados, ergueu um muro de taipa e estacas para ajudar a mantê-la “segura de todo o embate”, como descreveu o próprio jesuíta. Os indesejados eram índios carijós e tupis, entre outros, que não haviam se convertido à fé cristã e, por diversas vezes, tentaram tomar o arraial, como na fracassada invasão de 10 de julho de 1562. Ao longo dos anos, a vila se expandiu para além da cerca de barro, que caiu de velha. Vieram os bandeirantes – hoje considerados heróis paulistas -, que caçaram, mataram e escravizaram milhares de índios sertão adentro. Da África foram trazidos negros, que tiveram de suportar árduos trabalhos nas fazendas do interior ou o açoite de comerciantes e artesãos na capital. No início do século 19, a cidade tornou-se reduto de estudantes de direito, que fizeram poemas sobre a morte e discursos pela liberdade. Depois cheirou a café torrado e a fumaça de chaminé, odores misturados ao suor de imigrantes, camponeses e operários. Mas, apesar da frenética transformação do pequeno burgo quinhentista em uma das maiores e mais populosas metrópoles do mundo, centro financeiro e comercial da América do Sul, o muro ainda existe, agora invisível. E, 455 anos após a fundação de São Paulo, esse muro impede o acesso dos excluídos à cidadania.

Ou, às vezes, nem tão invisível assim.

Na última vez que tratei deste assunto, alguns leitores destilaram a mais fina filosofia com pérolas como “tá com dó leva para casa”. É incrível a incapacidade de algumas pessoas de olhar além dos seus próprios narizes e discutir soluções reais para ampliar o acesso à cidadania. Esquecem que a cidade será para todos. Ou não será para ninguém.

– Minc Compara a Maconha ao Cigarro

Caros amigos, é inadmissível que o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, abertamente nesta terça-feira, tenha comparado os malefícios do cigarro (que são grandes) com os da Maconha! Justificar a legalização da droga com analogia a outra é o fim do mundo!

E o incrível é que este ministro, que participou da “Marcha da Maconha” recentemente, no Rio de Janeiro, não será punido e se manterá no cargo.

Àqueles que são vítimas da violência e do sofrimento causados por dependentes de drogas (seja maconha, fumo ou álcool), sabem do tormento que isso leva. Só o Ministro acha que não…

Extraído de: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1197028-5602,00-MINC+DEFENDE+LEGALIZACAO+DE+MACONHA+E+NEGA+APOLOGIA+AS+DROGAS.html

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, reafirmou hoje sua posição de defesa da legalização da maconha, mas negou ter cometido o crime de apologia às drogas ao participar de uma manifestação sobre o tema.

Em nenhum momento eu disse que é preciso desobedecer a lei e consumir a droga. O que disse era que não estava de acordo com a legislação vigente. Entendo que apologia é incentivar o consumo e afirmar que faz bem à saúde”, afirmou Minc diante da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados.

Na semana passada, a comissão pediu o comparecimento do ministro para que explicasse sua participação na Marcha da Maconha, organizada no dia 9 de maio no Rio de Janeiro e, de forma simultânea, em outras 250 cidades de todo o mundo.

Minc reiterou que compareceu à passeata em caráter “pessoal” e não na qualidade de ministro. Além disso, lembrou que sua postura também é defendida por personalidades como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

“É necessário tratar a dependência como uma questão de saúde pública e não de política. Tratar o usuário como um delinquente dificulta seu acesso ao tratamento”, acrescentou o ministro.

O deputado Laerte Bessa (PMDB-DF), que solicitou o comparecimento de Minc, voltou a acusar ao ministro de cometer apologia às drogas.

O senhor cometeu o delito de apologia, porque estava na manifestação com cartazes incentivando o uso da maconha, com várias camisetas com a folha da maconha, e isso por si só é apologia“, disse o parlamentar.

As marchas a favor da legalização da droga foram organizadas pela internet por diversos coletivos articulados por meio de organizações vinculadas ao Fórum Social Mundial.

Em várias cidades brasileiras, as manifestações foram suspensas pela Justiça com o argumento de que podiam constituir o crime de apologia às drogas. EFE

– Rita Lee e Bono Vox

Alguns artistas e celebridades de ponta têm desempenhado trabalhos respeitáveis em relação à defesa de causas nobres. Por terem consciência da sua importância perante a sociedade e sua influência sobre os admiradores, se policiam nas atitudes e brigam por causas politicamente corretas. Destes, destaco Bono Vox, vocalista da banda U2 e incontestável exemplo de responsabilidade social.

Pois não é que a Rita Lee (grande roqueira brasileira e com um histórico de drogas e confusões tão extenso quanto sua obra) criticou publicamente Bono Vox, alegando que “Esse negócio de misturar música e política é errado. Veja como é chato o Bono”.

Opinião respeitada, mas não admitida. O que fez Rita Lee por um mundo melhor até agora?

– A Marcha Paulistana da Maconha

Enquanto o governo gasta milhões para recuperar viciados, ao mesmo tempo que a sociedade lamenta e chora os mortos pelo tráfico de drogas e que cada vez mais vemos a destruição do ambiente familiar por parte dos narcóticos, em São Paulo um grupo de manifestantes insiste em fazer passeata pró-maconha.

Originalmente marcada para o começo do mês e suspensa pelas autoridades, os apologistas da Cannabis irão, mesmo contra a lei, se reunirem no Ibirapuera, no mesmo horário que a Maratona de São Paulo passar pelo local. Unicamente para ganhar visibilidade.

Lamentável…

Olha a notícia vencida em: http://www.jusbrasil.com.br/noticias/1034394/tj-sp-suspende-marcha-da-maconha-marcada-para-domingo-no-ibirapuera

TJ-SP suspende Marcha da Maconha marcada para domingo, no Ibirapuera

O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu a Marcha da Maconha, marcada para este domingo (3/5), no parque do Ibirapuera, em São Paulo. O desembargador Di Rissio Barbosa, da 11ª Câmara Criminal, aceitou o pedido de liminar em Mandado de Segurança apresentado pelo Ministério Público Federal. A decisão é desta quinta-feira (30/4).

Para o desembargador, não se pode organizar um movimento como este em área pública de lazer, em dia de encontro familiar (domingo), permitindo-se, em tese, efeitos deletérios até mesmo em crianças, muitas hoje infelizmente já vitimadas pelo excesso de liberdade.

Barbosa entende que não se pode dar oportunidade a especulações de poucas virtudes, ainda que aparentemente sob o manto de liberdade democráticas, com consequências somente negativas e irremediáveis.

O Ministério Público, representado pelo promotor Marcelo Barone, sustentou que o movimento é, na verdade, uma apologia ao uso da erva e está sendo patrocinado por entidade clandestina localizada fora do país. Ele não citou o nome da entidade.

Na terça-feira (28/4), a juíza Maria Fernanda Delli do DIPO (Departamento de Inquéritos Policiais e Polícia Juduciária) negou o pedido de liminar. Por isso, o MP recorreu ao Tribunal de Justiça.

Na Paraíba, a Marcha da Maconha também foi suspensa. Estava marcada para domingo, às 14h, na Praça Antenor Navarro. A juíza da 8ª Vara Criminal de João Pessoa, Michelini Dantas Jatobá, proibiu o movimento, também por pedido do Ministério Público.

Conforme o MP, os organizadores do movimento pretendem, na verdade, estimular o consumo de drogas, tipificando, desta forma, o crime previsto no artigo 33, parágrafo 2º, da Lei de Tóxicos. Segundo a juíza, o propósito do movimento não se limita a fazer com que as pessoas possam articular e dialogar sobre o assunto ou mesmo estimular reformas nas leis de políticas públicas sobre a maconha e seus diversos usos.

Calendário

A Marcha da Maconha está marcada para acontecer no sábado (2/5) em Goiânia, às 14h, na Praça Universitária. No domingo, até que haja uma decisão judicial contra, o movimento acontecerá em Florianópolis, Fortaleza, Recife e Salvador.