– Michael Phelps, Jobson, as Drogas e os Esportistas

 O megacampeão da natação Michael Phelps foi flagrado recentemente fumando maconha. Para piorar, perdeu a Carteira de habilitação por dirigir bêbado. Agora, se internou numa clínica de recuperação.

Ao menos, tomou medidas necessárias e percebeu o grande prejuízo que estava ocorrendo em sua carreira. E não só nela, mas na sua vida pessoal!

Veja no campo futebolístico: Mário Jardel perdeu tudo após as drogas; Jobson, atacante, de inúmeras oportunidades, também.

Vemos que o vício é um problema social que atinge todas as camadas. E o mais difícil ainda é quando pessoas sem suporte psicossocial estão fragilizadas e são levadas a essas tentações.

Imagine quantos garotos que enriquecem repentinamente e, de uma hora para outro, estão rodeados por mulheres, carrões, fama e… aproveitadores!

Será que os clubes de futebol estão preparados para evitar o surgimento de novos Jardéis e Jobsons? Promovem estrutura para prevenção?

O certo é: em qualquer ramo, devemos ensinar nossas crianças a fugirem das drogas lícitas e ilícitas. E sem vacilar!
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– Prevenção de Drogas não está no Debate Eleitoral?

Vejo muita gente falando sobre a liberação ou não da Maconha. Na campanha política, ela aprece timidamente. Mas o que me deixa profundamente triste é que não há um presidenciável sequer que alardeou para campanhas de prevenção contra o uso de drogas.

Falar para pessoa que usar drogas faz mal para saúde é perder voto? Existe interesse por trás disso ou é puro descuido e esquecimento do plano de governo?

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– Itália crescerá economicamente com prostituição e drogas!

Que triste, querida Itália!

O Governo de lá anunciou que acrescentará no cálculo do PIB o dinheiro gerado na Economia do país com a Prestação de Serviços Sexuais e Venda de Entorpecentes!

Mesmo a prostituição e o comércio de drogas sendo ilegais, a medida será usada para alavancar o cálculo do Produto Interno Bruto, já que se gera renda no país.

Apelação…

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– Triste: as Meninas no Tráfico!

Veja só: o Estado de São Paulo trouxe uma impressionante matéria sobre como os traficantes se utilizam de jovens meninas para o tráfico de drogas. Maria Isabel Melo, diretora de uma das “Fundação Casa” – antiga FEBEM – diz que elas “são tão pequenas que ainda fazem xixi na cama”.

Assustador e triste…

Extraído de: http://www.jornalalobrasilia.com.br/ultimas/?tipo=NOT&Desc=Nacional&IdNoticia=25946

TRÁFICO USA CADA VEZ MAIS MENINAS EM SP, DIZ FUNDAÇÃO

O recrutamento de meninas com menos de 14 anos para atuar no tráfico de drogas aumentou, segundo estatísticas da Fundação Casa. A parcela feminina menor de 14 anos respondia, em 2005, por 9,8% das internações do sexo feminino e 19,3% delas eram internadas por tráfico, infração que perdia no ranking da criminalidade para o roubo. No primeiro semestre de 2009, o índice de pequenas infratoras subiu para 12,1%, conforme números levantados a pedido do Estado, e 35% delas são privadas de liberdade por comércio de tóxicos, o líder absoluto em delitos.

O tráfico tem recrutado as chamadas “garotas-propaganda” para ampliar as vendas, uma estratégia usada até nas áreas mais devastadas pelo uso de entorpecentes, como a cracolândia, no centro de São Paulo. As meninas viram fonte de renda para organizações criminosas e ficam responsáveis por administrar pequena quantidade de crack e cocaína. Muitas vendem para ganhar o que abastece o próprio vício.

Walter Varanda, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que há duas décadas trabalha com a ligação entre drogas e pessoas em situação de rua, observou a chegada das meninas ao crack no último ano. “O que ainda precisamos descobrir é de onde essas garotas estão vindo, se são situações de ruptura familiar, de violência doméstica… Elas encontram na droga sensações de engrandecimento que não conseguem em outros contextos.”

A utilização de meninas menores como “isca” de usuários acontece na cracolândia, que recebeu na semana passada uma ofensiva de 20 órgãos públicos para tentar coibir o uso de crack ao ar livre, que se registra há 20 anos. Entre os dependentes crônicos, enrolados em cobertores, que se espalham pelas calçadas da região central da capital paulista, garotas de aparência inferior a 16 anos, arrumadas, banho tomado e porte sedutor, se destacam por serem polos flutuantes de comércio de pequena quantidade de crack. E elas também são usuárias, em substituição ao “escambo” que sempre marcou o local.

Prostituição

Para as meninas, o mesmo ofício deixa ainda mais próximo outro destruidor da infância: a prostituição. “Existe um consórcio entre o mercado do sexo e o de drogas”, afirma a socióloga Graça Gadelha, consultora na área de combate da exploração sexual de crianças. “A associação se dá por dois fatores. Ou porque a menina precisa da droga para conseguir conviver com a situação de múltiplas relações sexuais ou porque a droga é moeda de pagamento da dívida pelo vício, o que coloca mais obstáculos para a menina sair dessa situação”, completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Paco, a Droga da Morte

As ruas de Buenos Aires estão repletas de doentes: usuários de paco, a nova droga que domina os viciados argentinos!

Uma porção de Paco custa R$ 2,75, e por isso é chamada de “Droga dos Pobres”.

O detalhe é: a substância é mais viciante e mais letal do que o crack, contendo ácido sulfúrico e querosene!

O que dizer? Há coitados (e alguns idiotas) que acabam experimentando e não saem mais dessa.

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– De Novo a Marcha da Maconha?

Novamente a cidade de São Paulo verá as manifestações a favor da Marcha da Maconha. E cresce o número de políticos e artistas presentes em defesa da liberação da droga.

Só mesmo quem nunca teve problemas na família com dependentes para tal defesa. É sábido o mal que a Cannabis provoca, mas o prazer e o dinheiro falam mais alto para muitos.

Que lobby essa potencial indústria tem! Triste.

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– Sindicato dos Boleiros quer liberar a Maconha. O que você pensa sobre isso?

E o Sindicato Internacional dos Jogadores de Futebol quer que a Maconha não seja mais considerada dopping no esporte. A justificativa é que ela não ajuda a aumentar o desempenho do atleta como outras drogas.

Eu sou contra! Aliás, não me venha com o papo de que é uma droga social. Droga é droga e ponto final, e, no caso do futebol, vai contra o espírito esportivo, que é o de promover a saúde do corpo e o congraçamento dos praticantes.

Alguns alegam que a maconha já está incluída no convívio das pessoas. Para mim, argumento vazio.

Nos EUA, o movimento é muito forte. Mas pense bem: combina a imagem do esportista saudável e de qualquer tipo de droga? Claro que não.

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Extraído de: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2014/04/03/jogadores-querem-liberar-maconha-no-futebol.htm

JOGADORES QUEREM LIBERAR A MACONHA NO FUTEBOL

O sindicato internacional de jogadores de futebol tenta há anos que a maconha deixe de ser considerada doping. Agora que a erva tem sido liberada em várias partes do mundo, os jogadores acreditam que a proibição esteja com os dias contados.

“Quando você vê que outras sociedades não penalizam o uso dessa substância sem nenhum efeito ruim no padrão de vida dessas sociedades, é sábio reconsiderar [a proibição]”, afirmou o advogado holandês Wil van Megen, diretor do departamento legal do sindicato, que atende pela sigla FIFPro.

O principal argumento é que a maconha não deveria ser considerada doping porque ela não melhora a performance esportiva do atleta.

Apesar de não incentivarem o uso de maconha ou outras drogas recreativas por esportistas, os sindicalistas defendem que é contraproducente combater uma substância que faz parte da vida de muitos jovens.

“Em muitas sociedades”, continua van Megen, “ela [a maconha] é usada por gente jovem e jogadores de futebol pertencem a essa parte da sociedade. Os regulamentos antidoping estão aí para um esporte justo e não para [fazer] julgamentos morais.”

O sindicato, com sede na Holanda e fundado em 1965, diz congregar a voz de mais de 65 mil jogadores de futebol espalhados pelo mundo.

E foi da Holanda, um dos países mais liberais no que se refere ao consumo de drogas, que eles receberam um importante apoio institucional quando a autoridade antidoping nacional escreveu também pela liberação da erva.

A campanha ganhou força em 2009 quando um jogador georgiano tomou um gancho de dois anos por ter sido pego com maconha no sangue.

A entidade calcula (baseada em relatórios de dopagem da Uefa) que mais da metade dos casos de doping são relacionados ao THC, substância presente na Cannabis sativa, o que foi descrito por van Megen como uma “inundação no sistema”.

“Uma revisão poderia colocar o uso de Cannabis em outra perspectiva e pode, certamente, removê-la da lista da Wada.”

Por sua vez, a Wada (agência mundial antidoping) já começou a afrouxar o cerco à erva.

150 NANOGRAMAS

No meio do ano passado, a agência aumentou o limite tolerável de THC para 150 nanogramas (um nanograma é um bilionésimo de grama, ou seja 0,000000001g) por mililitro de sangue, o que na prática impede que um atleta fume maconha no dia da competição, mas não antes dela.

O limite tolerável foi aumentado em dez vezes, e a agência, que diz estar sempre monitorando novas descobertas sobre substâncias proibidas, não descartou esticá-lo ainda mais. Uma revisão na lista deve ser feita no ano que vem.

Um dos principais argumentos contra a liberação mora na ideia de que o uso de drogas recreativas iria contra o “espírito do esporte”, o que em ouvidos mais modernos soa como uma resistência muito mais moral do que técnica.

Essa resistência parece sofrer sérios golpes quando países como Holanda, EUA e Uruguai começam a produzir legislações mais liberais em relação ao consumo de maconha e figuras importantes do esporte passam a tratar o assunto com mais naturalidade.

Causou rebuliço na imprensa americana a recente declaração do jogador Ryan Clark, do Pittsburgh Steelers, que disse ser um hábito comum na liga de futebol americano o uso de maconha “por várias razões”, incluindo o alívio de stress.

Sua entrevista ao canal de televisão ESPN deve ser vista em um contexto em que o futebol americano se tornou uma das principais arenas de debate sobre a liberação da erva, desde que o último SuperBowl envolveu equipes do Colorado e de Washington, os dois estados que legalizaram a maconha para uso recreativo.

“Maconha: mais segura que o álcool… e o futebol americano”, dizia um outdoor no SuperBowl ao lado da imagem de um homem estatelado no chão segurando uma cerveja e um jogador se contorcendo de dor.

– SOS Jundiaí pede socorro a eles e a seus vizinhos

quem mora no Anhangabaú sabe como está difícil viver por lá… No bairro existem diversas casas assistenciais, e dentre elas, o SOS Jundiaí. A entidade abriga e assiste moradores de rua, a maior parte deles, mendigos que se viciaram em drogas.

Você já passou na frente do SOS Jundiaí às 7h da manhã?

Que tristeza vê-los… gente se mostrando na pior condição humana; alguns claramente bêbados logo cedo, outros sob efeitos de narcóticos, demonstrando nenhuma esperança ou desejo de mudança.

O problema é: muitos deles mexem com as pessoas que circulam por lá, assaltam moradores para ter dinheiro a fim de comprar drogas e assustam a redondeza.

Mas, apesar de tudo isso, são gente! Muitos miscigenando a desgraça, com a pobreza e a bandidagem. E como resolver? Não dá para fazê-los sumirem nem transferi-los para outro bairro. E trata-los ali também não se pode mais!

Um abacaxi para as autoridades resolverem. O certo é que do jeito que está, não dá para ficar.

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– PM no São Camilo

Dois dias de ação policial com 820 oficiais! É assim que agiu a Polícia Militar na Favela do São Camilo, em Jundiaí.

Já pensou que inferno deve ser morar por lá com os traficantes atazanando a população? No meio de tanta gente trabalhadora, humilde e de sonhos mil, bandidos se misturam e mudam a vida da comunidade.

Ah se o mundo fosse mais pacífico… e se o grande mal do século – as drogas – não existissem!

Utopia.

Extraído do Jornal Bom Dia, 15/03/14, pg 02-03
OPERAÇÃO DIAMANTE
por Karol Rabello

No segundo dia da Operação Diamante, no São Camilo, a paz e tranquilidade nas ruas ainda eram sensíveis. Alguns moradores, acostumados com o barulho de carros e motos e toda a movimentação do tráfico, que começa logo cedo, dizem não querer voltar à rotina antiga do medo. “Todo dia tem som alto, gente gritando no meio da rua e muito carro subindo o morro para buscar droga. Acho que está melhor assim”, comentou Idalina, 55 anos, que não teve sua casa revistada pelos policiais militares.

Graças a presença dos  PMs – agora os 820 policiais trabalham em turnos -, adolescentes e crianças andavam pelas ruas tranquilamente ontem.

Mas para alguns, apesar da calmaria, o primeiro dia de operação foi “horrível”. Ana Carolina,  19 anos, sai às 7h para trabalhar em uma fábrica todos os dias. Só que anteontem foi diferente. “Logo que eu saí de casa vi um monte de viatura na rua, policiais armados. Fiquei com medo e voltei”, contou. “A gente sabe da importância deles [policiais] aqui, mas assusta a forma com que eles andam pelas vielas, com armas em punho”. A casa de Ana Carolina foi revistada pelos policiais, mas sobre a abordagem, nada a reclamar. “Eles pediram para entrar, explicaram o objetivo da ação e acompanhamos tudo de perto, na boa”, disse a jovem que mora com a avó.
Um casal de aposentados que mora no bairro há décadas, teve sua casa revistada pela PM, que encontrou porções de drogas ali,  pertencentes ao  filho deles. “Não sabíamos que ele estava envolvido, mas aqui acho que quase todo mundo é”, disse a mulher. Seu filho não foi detido nem os aposentados.
No segundo dia, policiais localizam desmanche de carro
A primeira noite da ocupação dos policiais foi tranquila e nenhuma ocorrência foi registrada durante a madrugada. Mas ontem à tarde, além de maconha e crack apreendidos, os policiais encontraram um desmanche de veículos roubados na rua Bahia. Segundo a comunicação da PM, uma moto, que era produto de roubo, foi achada inteira, bem como motores e outras peças, todas provenientes de crimes.
Seis pessoas foram detidas para averiguação. Em uma casa, localizada por intermédio  de denúncia anônima, os policiais encontraram 29 munições de arma 762, de uso restrito e exclusivo das forças armadas. Uma espingarda e uma balança de precisão também foram achadas, mas ninguém foi detido com os equipamentos e munições.
MAIS
60 kg apreendidos e 18 presos em dois dias
O balança da Operação Dinamite já resultou na prisão de 18 pessoas, sendo quatro menores, apreensão de mais de 60 quilos de entorpecentes, além de diversos pontos de fabricação e distribuição das drogas fechados.
Não existe data para a desocupação, segundo o tenente-coronel Henrique Neto, comandante da operação.
181 é o telefone do Disque-denúncia.

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– Drogas? Tô fora!

Tenho visto alguns outdoors com a seguinte mensagem:

Drogas deviam se chamar Tristeza. Desista Já!

Não sei de quem é a campanha, mas foi excepcionalmente bem bolada. Se fosse bom, o entorpecente não se chamava “droga”. Vide quantas famílias acabadas por esse mal.

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– “Zezé Bieber” bebeu o quê?

Não conheço nenhuma música do Justin Bieber, mas sei que ele existe por ter pichado muros no RJ e feito arruaça por aí. E, claro, pelas inúmeras manchetes nos sites e jornais (até os mais respeitados).

Dias atrás, foi preso tirando racha estando bêbado e drogado. Na delegacia, confessou ter usado maconha, tomado cerveja e ingerido remédios. Pagou a fiança e posou de bad boy, subindo no capô do carro e mandando beijinhos às inúmeras fãs. Aliás… adolescentes esperando criminoso para aplaudir é demais pra mim!

E não é que o cantor sertanejo Zezé di Camargo sentiu compaixão dele e declarou:

Como perturbam esse menino. O sucesso incomoda muita gente!

Cacilda! O cara se droga por culpa da imprensa? Tira racha por se sentir importunado por jornalistas?

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– Não, Obama…

Há certas declarações que poderiam ser ditas de uma forma mais inteligente. Barack Obama, presidente dos EUA, disse nessa semana:

Fumei Maconha na Juventude e não a acho mais perigosa que o Álcool“.

Tal frase pode dar a impressão de que a coisa é leve. Mas a entonação correta deveria ser:

O Álcool pode ser tão perigoso quanto a Maconha, pois já a fumei na Juventude“.

Mesma afirmação e de um jeito mais responsável…

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– O Lastimável reclama que a ação da Polícia é Lamentável?

E a pendenga criada entre prefeito paulista e governador paulista frente a Cracolândia?

Lugar de zumbis humanos, a região central de São Paulo é horrorosa por culpa de pessoas que ficam à toa drogados, consumindo todo tipo de entorpecente e mostrando aos olhos do povo a degradação causada pelo vício.

Eis que o prefeito Fernando Haddad criou o “Projeto Braços Abertos”, chamado também ironicamente de “Bolsa Crack”. O propósito é: tirar o viciado da rua, dar hospedagem e R$ 15,00 em dinheiro vivo por dia.

Eu não concordo com tal iniciativa. Cadê o trabalho e a ocupação? Dar dinheiro a eles só fará com que o consumo seja mais confortável a eles…

Eis que o Denarc, nessa semana, resolveu prender 4 traficantes na região e investigar um possível Policial Civil envolvido com a distribuição de drogas. Ao prender um dos bandidos, os viciados se revoltaram e destruíram viaturas; claro, o traficante é alguém adorado por eles, pois sem o distribuidor, não há drogas. A Polícia soltou bombas de efeito moral e saiu dali.

Mas não é que o Prefeito classificou como “Lamentável” a ação da PM em agir sem avisar que estaria por lá? E condenou que ela vá à Cracolândia prender traficante, pois pode revoltar o pessoal.

É ou não o fim do mundo?

Para mim, declaração infeliz e lastimável. Feliz foi o Governador ao dizer que “se não tirar o traficante o tráfico não acaba”.

Aliás, o que você acha desse “Braços Abertos”? Deixe seu comentário:

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– Rolezinho da Maconha?

Está no Jornal Regional de Jundiaí, do Ivan Marcos Machado:

Rolezinho da erva …
Uma amiga conta que, enquanto a Polícia estava voltada para o rolezinho no Maxi, um grupo fez convocação para rolezinho da maconha na região do Nature, no Eloy Chaves.

Meu Deus. Estamos chegando ao fundo do poço, não?

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– Feliz Aniversário a Elvis Presley

Claro, sou daqueles que acreditam que “Elvis não morreu“!

Se vivo fosse, hoje o Rei do Rock completaria 79 anos. Que pena que um gênio da música se deixou levar para o mundo das drogas…

E isso porque elas eram proibidas e difíceis de serem encontradas. Imagine hoje, onde elas são achadas em qualquer esquina apesar da ilicititude?

Como Elvis Presley estaria se não fossem elas, não?

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– A Maconha Liberada no Uruguai

O Uruguai liberou a maconha para combater o tráfico. Mas traficantes não vendem também cocaína, heroína, crack, LSD, êcstasi e outras tantas porcarias por aí afora?

Enquanto a Holanda revê a permissão do uso da erva (e se mostra arrependida de um dia ter liberado), nosso país vizinho dá um passo atrás.

Considerando a luta por uma vida saudável perdida, resolve liberar, já que o dinheiro gasto para prevenção não funcionou (segundo as autoridades). Assim, vai gastar o mesmo tanto para recuperar os viciados.

Coitadas das famílias uruguaias… Pergunte a mãe de um viciado o inferno que é a vida nesse lar e o sofrimento para recuperá-lo ao dia-a-dia lúcido.

Que essa moda não pegue aqui. Certamente há grande grupos financeiros fazendo lobby para a liberação no Brasil também.

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– Neymar, a fama e os mais citados do Facebook

Manifestação, Carnaval e Neymar. O que essas 3 palavras têm em comum?

Elas são a primeira, segunda e terceira palavras, respectivamente, mais digitadas pelos usuários do Facebook em 2013 (até 01 de dezembro).

Manifestação se deve aos movimentos de protesto na rua; Carnaval, pela tradicional festa popular, e Neymar, por ser a principal citação do esporte neste ano, a frente de outras como Campeonato Brasileiro, Copa das Confederações e Copa do Mundo.

De fato, Neymar se tornou o principal nome esportivo brasileiro no mundo. E sua popularidade está levando a ações das mais variadas formas. Por exemplo, na cidade de São Vicente, um traficante de drogas foi preso portando entorpecentes embalados, sendo que elas continham a foto de Neymar. Indagado, o criminoso explicou:

É que cada jogador da embalagem representa a qualidade da droga”.

Você deve ter ficado curioso como eu: se Neymar é “a de ‘primeira qualidade’, qual seria a ‘de segunda qualidade’ ou mais fraca”?

Lembrando sempre: droga é droga e faz mal de qualquer jeito.

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– E essa história dos Perrellas e a Cocaína?

Caramba… e esse problemaço envolvendo a família Perrella? Helicóptero abastecido às custas da Assembléia Legislativa? Cocaína a bordo? Várias versões sobre o ocorrido?

Hum… de onde vinha e para onde iria as drogas? Ninguém sabe responder?

Que caso esquisito e, cá entre nós, difícil de se provar a honestidade. Moralmente, uma vergonha!

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– A Turma do 4:20

Tenho visto alguns bonés com os números 4:20, e confesso ser ignorante sobre a simbologia.

Agora, vejo que a PM apreendeu farto material com esses dizeres em uma cidade mineira, e que ele é uma dupla alusão ao consumo da Maconha. Na década de 70, nos EUA, os viciados marcavam o horário das 4:20 pm para se drogarem, e por isso, o numeral 04/20 virou “April/20”, considerado “Dia Mundial da Maconha”.

Não era muito melhor que esses jovens desocupados usassem palavras como “Paz”, “Tolerância”, “Amor”, “Solidariedade” ou qualquer outra coisa boa, ao invés dessas porcarias?

Abaixo, extraído de: http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2013/11/alegando-apologia-drogas-pm-apreende-materiais-com-420-em-mg.html

POLÍCIA APREENDE PRODUTOS COM INSCRIÇÃO 4:20

Uma atitude da Polícia Militar de São Tiago (MG) tem gerado polêmica na cidade. A corporação está apreendendo bonés e camisetas com símbolos que fariam referência ao uso de drogas. Segundo os militares, símbolos como a expressão “4:20” fazem apologia às drogas e não podem ser usados.

A expressão 4:20 foi utilizada na década de 1970 nos Estados Unidos e representava o horário que os estudantes marcavam para usar drogas. O número também faz referência ao dia 20 de abril, Dia Mundial da Maconha. A PM de São Tiago já apreendeu oito bonés, dois deles no comércio, e duas motonetas que tinham um adesivo com o símbolo.

Há menos de um mês, um aluno de 14 anos foi flagrado com duas pedras de crack na Escola Estadual Afonso Pena Júnior. A partir daí, a PM começou a realizar palestras para orientar os adolescentes sobre o trabalho feito na cidade. Segundo a vice diretora, Daniela de Fátima Barbosa do Vale, a ideia de recolher os objetos que fazem apologia às drogas partiu também da escola.

“Tentamos ensinar para eles que isso é apologia. Alguns alunos sabem o que é, mas outros usam esses materiais apenas por modismo. Se eles quiserem usar na rua, eles vão ter que responder à polícia. Agora aqui na escola a obrigação de manter a ordem é nossa”, afirma.

Para o advogado criminalista Luis Henrique Fernandes, a atitude da polícia é incoerente e inconstitucional. “Eu creio que em tese há um crime de abuso de autoridade em recolher os materiais, já que a constituição federal garante a livre expressão. Coagindo os jovens não é uma maneira saudável de mostrar os malefícios da droga”, diz.

No entanto, para a PM, a ação não fere a liberdade de expressão. “Essa liberdade não é só do jovem. Usando esses materiais, ele induz a população a compactar com o erro, que é a apologia. O menor que for encontrado na rua com esse tipo de material é apreendido e levado para a delegacia para a confecção do inquérito”, explica o comandante da PM Ricardo Campos.

Para apreender os bonés, camisetas e outros assessórios, a PM se baseia no código penal brasileiro, no artigo 287, que diz que apologia ao crime é o ato de “fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime”. A pena pode variar de três a seis meses de detenção ou pagamento de multa.

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– Justin Bieber & Miley Cirus segundo o Padre Zezinho

Admiro pessoas sábias, e independente da religião de cada um, não dá para negar a sabedoria do estudioso, cantor, filósofo, professor e teólogo Padre Zezinho, SCJ.

Ele postou via Twitter suas impressões sobre as duas celebridades que tem chamado a atenção da mídia nos últimos dias pelas suas extravagâncias e atitudes não-exemplares e apelativas, ligadas a transgressão, rebeldia e uso de drogas:

O comportamento debochado de Miley Cirus e Justin Bieber mostra os riscos da fama numa cabeça imatura! Quem os promove tb tem culpa! (…) Miley e Justin saíram do barco da adolescência e ao baldear para o barco da juventude perderam o pé! Precisam de ajuda urgente.

E quantas pessoas mundo afora estão pulando para fora do barco da sensatez… Uma pena!

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– A Irresponsabilidade do Drogado

Um artista tem que ter sensibilidade de que, por ser pessoa pública, pode influenciar pessoas.

O humorista Welder Rodrigues (Jajá, do Zorra Total), disse no programa “A Máquina” da TV Gazeta:

Todo mundo tem o direito de se entorpecer. O discurso tem que mudar urgentemente. Não é ruim, é ótimo se drogar

Disse ainda:

Eu sofro de labirintite crônica, por conta de umas ‘paradas’ que tomei quando era adolescente“.

Que bobagem… se eu não o conhecia, agora que não faço questão alguma!

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– Burrice ou Ignorância sobre as Drogas?

A modelo Andressa Urach foi entrevistada por Thaís Botelho na Revista Veja dessa semana. A moça aparece de calcinha, com um terço na boca e com expressão de sedução. Além disso, veste uma camiseta com um sujeito cheirando cocaína e com o nome da droga explícito na roupa!

Perguntada sobre a camisa pela jornalista, Andressa simplesmente respondeu quem “nem sabia o que a pessoa da estampa estava fazendo”.

A moça é cara-de-pau ou é muito burra, pois até textualmente está escrito!

Apelação em busca da fama?

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– Mais uma vítima das Drogas…

Champignon, músico da banda Charlie Brown Jr, se matou com um tiro na boca.

As primeiras informações dão conta de que ele era consumidor voraz de cocaína, assim como seu colega Chorão (falecido vítima de overdose há 6 meses), e que após uma crise emocional se suicidou, provavelmente por discutir com a esposa grávida de 5 meses, que não queria que ele usasse mais drogas.

E há gente que defende a liberação…

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– 24 anos sem o Maluco Beleza?

Puxa, passou meio que batido: dia 21 passado fez 24 anos que Raul Seixas morreu!

Um gênio, poeta e doido. Se as drogas não tivessem acabado com ele…

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– 36 anos sem Elvis!

Hoje faz 36 anos que o Rei do Rock’n Roll Elvis Presley se foi!

Se não fossem as malditas drogas…

A minha preferida: Suspicious Mind! (http://www.youtube.com/watch?v=SBmAPYkPeYU)

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– A Praga das Drogas Sintéticas em Jundiaí

Nesta semana, a Polícia aprendeu DOB em Jundiaí, uma droga conhecida como “cápsula do vento”, proveniente da Holanda. Por ser cara, e pela região de Jundiaí e Campinas ter um alto poder aquisitivo, seria distribuído nas casas noturnas locais.

Inédito no Brasil, esse poderoso alucinógeno dura de  30 a 40 horas de efeito, 10 vezes mais letal do que LSD. São em forma de selos entorpecentes, custando R$ 200,00 cada.

Se já não bastasse a praga dos narcóticos mais populares, como maconha, cocaína e crack, que destroem as famílias, mais invenções do mal como o DOB.

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– Os Doppings Jamaicanos

E o sem-número de atletas de elite da Jamaica pegos no exame antidopping?

Caramba… o uso de drogas tem sido determinante para fabricar campeões. E cada vez mais a indústria dos anabolizantes descobre novas formas de ludibriar.

Enfim… parafraseio o jornalista Ricardo Capriotti:

Gay e Powell pegos no antidoping… A química continua sendo o caminho mais fácil para se construir falsos campeões.”

Concordo! E lamento pelos falsos ídolos, como Lance Armstrong, no ciclismo.

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– O Bolsa-Crack vem aí. Uma boa ou não?

O Governo do Estado de São Paulo criou mais uma bolsa-assistencial: o bolsa-recomeço, chamado por muitos de bolsa-crack, visando ajudar os familiares que tem parentes internados em clínicas de recuperação do vício das drogas. O valor será de R$ 1.350,00.

Confesso não saber se é uma boa ou uma péssima iniciativa. Explico: ao mesmo tempo que gastamos dinheiro para tratar os usuários, vemos muitos políticos e artistas defendendo publicamente a liberação das drogas.

Ora, deixa o cara se viciar e depois o manda tratar? E paga com o meu, o seu, o nosso dinheiro dos impostos?

Eu preferiria que o Governo combatesse o uso de entorpecentes. E você, o que pensa sobre isso?

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– Os Ídolos e as Drogas

O cantor Chorão faleceu nesta semana. Bom profissional naquilo que fazia, mas sofria depressão e tinha vários problemas particulares, sendo o principal… a dependência de Cocaína!

A própria esposa declarou à Folha de São Paulo: “perdi meu marido para as drogas“.

O que será que os defensores da liberação de narcóticos devem estar dizendo sobre isso, não? Infelizmente, os apologistas das drogas não levam em conta esses casos.

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– A Decepção com Lance Armstrong

Pelos títulos, carisma, luta contra o câncer e assistencialismo praticado, eu ainda tinha esperanças de que fosse engodo de seus críticos, mas ele próprio confirmou…

Falo do dopping do mega campeão de ciclismo Lance Armstrong, onde de fato seus títulos foram conquistados ilegalmente.

Como ele conseguiu enganar tanta gente por tanto tempo?

Sozinho?

Duvido que não tenha cúmplices e outros figurões importantes envolvidos.

Agora, a sociedade ligada ao esporte deve questionar se é só no ciclismo que existe isso. Como o tênis, o futebol, o vôlei, a natação e outros tantos esporte estão cuidando do uso de substâncias proibidas? Há rigor e controle minucioso, ou apenas exames protocolares para se dizer que existe fiscalização.

O que mais dói é que Lance mobilizou o planeta com sua Fundação de Combate ao Câncer, conseguindo importantes doações e ajudando muita gente. Uma pena que, certamente, a filantropia diminuirá sensivelmente.

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– Freemind 2013 contra as Drogas!

Em 2013, haverá o Freemind, maior congresso antidrogas do mundo, aqui no Brasil (19 e 20 de janeiro). Um dos participantes será o Padre Haroldo, símbolo da luta contra os narcóticos.

Segundo ele, 85% das pessoas que experimentaram drogas se tornaram dependentes!

Assustador… mais observações no link: http://t.co/9MLvo32m

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– O Tremendão, Drogas e Motel

Li tempos atrás uma curiosa entrevista de Erasmo Carlos, o “Tremendão”. Falou sobre juventude, música, lembranças e drogas.

Sobre esse último assunto, disse que Roberto Carlos, Wanderléia, entre outros ídolos da Jovem Guarda, nunca usaram drogas ilícitas e não abusavam das lícitas. Entretanto, ele próprio, Erasmo, era a exceção. E delas, testemunhou que:

Quando vi que era ruim, parei”.

Parou na hora. Pois àquele que acha que experimentar não vicia, corre risco se não tiver forte opinião.

Por fim, algo impagável: reclamou que quando chegava ao motel, não suportava ligar o rádio e ouvir o “Rei. Pudera…

– Internação Involuntária de Dependentes de Drogas e a Apologia à Liberação

É extremamente contraditório; mais parece ser uma brincadeira, de tanto mau gosto. Mas é a pura verdade…

O governador Geraldo Alckmin assinou leis que facilitam a internação involuntária de dependentes narcóticos. Ao perder a noção do tamanho do vício, e sem condições de se livrar das drogas, o Governo do Estado pode internar o usuário sem o seu consentimento, pois, na prática, ele perdeu a noção da realidade.

Ótima iniciativa de custo caro. Mas o curioso é que ao mesmo tempo que o governador tucano toma louvável iniciativa, o representante mais expoente do seu partido (PSDB), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, continua fazendo apologia à liberação do uso da Maconha e descriminalização.

Quer dizer que se se defende o uso, depois se gasta para recuperar o cidadão? Permite adoecer para depois ter o trabalho de curar, ao invés de prevenir?

Bobagem falar que a maconha deveria ser liberada pois é mais fraca, ou que o tráfico diminuiria. Se já vemos pessoas acabadas e desnorteadas pelo vício (e quem usa insiste em dizer que não faz mal!), imagine se fosse permitida a comercialização? A violência do tráfico seria substituída pela violência dos que, nas crises de abstinência, furtariam para comprar drogas. Além da maior destruição das famílias.

Pergunte à família de um usuário de maconha o que ela pensa sobre isso. Lares falidos e mais gente dominada pelo maldito vício…

O que mais impressiona é que muitos fazem apologia e depois não se preocupam com o tratamento de recuperação. Ora, quanto dinheiro, profissionais, espaços físicos e tempo são necessários para ajudar a desintoxicar um viciado?

Gozado: incentiva-se o uso, vicia-se, e depois faz campanha para recuperar. Não está tudo errado?

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– Papos sobre LSD

Impressionante a história do cientista Timothy Leary, professor de Harvard e ativista do uso de LSD para fins medicinais e recreativos. Na década de 60, ele foi chamado por Richard Nixxon de “o homem mais perigoso da América”, por suas pesquisas e carisma (influência).

Seus trabalhos se resumiam em explorar o potencial do LSD 25 (25ª variação do dietilamida do ácido lisérgico). Lembrando que o LSD é uma droga sintética, criada pelo cientista Albert Hoffman, em 1938.

Para aumentar o leque dos pesquisadores da droga, o laboratório Sandoz, portador da patente, distribuiu amostras mundo afora. A pesquisa, inicialmente para o tratamento de esquizofrenia, mostrou que existiam vários outros efeitos pelo uso indiscriminado: usuários normalmente relatavam a visão de turbilhões de cores, caleidoscópios de arco-iris e outras visões coloridas. Devido ao uso como entorpecente, surgiram viciados, pessoas que pulavam de prédios, desenvolviam psicose e ficavam alienadas por completo.

O certo é que hoje, uma nova frente em busca científica faz barulho: há cientistas que ainda desejam investir em pesquisas com o LSD, a fim de tratar alcoolismo e depressão. Porém, o limite para o uso medicinal e a perda de controle é extremamente perigoso.

E fica novamente a observação: se o LSD é perigoso para uso medicinal, caso todos os cuidados não sejam tomados, imagine para uso “recreativo”?

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– Neil Young & Drogas

O músico canadense Neil Young falou às páginas amarelas de Veja (Ed 26/10/2011, à Eurípedes Alcântara), e foi enfático sobre as drogas.

Se quiserem ouvir um conselho meu, lá vai: sem drogas tudo é melhor. Melhor e mais barato”.

E ele fala com propriedade…

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