
En la lista de hoy voy a enumerar varias manías lectoras que tengo: 📖 Prefiero leer en digital 📖 Leo siempre varios libros a la vez 📖 Me cuesta …
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Que interessante! Um mestre cervejeiro especializado em história, ou um arqueólogo especializado em bebidas?
Conheça o homem que recriou os sabores das cervejas bebidas pelos egípcios, chineses de 7000a.C., turcos e até pelo rei Midas!
Extraído de: http://is.gd/ZJrLAI
BEBENDO HISTÓRIA
Depois de passar décadas rastreando bebidas ancestrais, arqueólogo recria cervejas milenares.
Por Juliana Sayuri
O arqueólogo Patrick McGovern passou duas décadas rodando o mundo em busca de cálices sagrados — e encontrou. Em recipientes usados por civilizações antigas para guardar suas cervejas, ele recuperou receitas de até 9 mil anos. Desde 1999, esse Indiana Jones cervejeiro passou a usar o que aprendeu analisando os vestígios das bebidas ancestrais para reconstituí-las com tecnologia moderna — mas ingredientes e fermentação à moda antiga. Dos dados que colheu em escavações surgiram edições limitadas de 5 cervejas fabricadas por civilizações antigas (veja abaixo).
Como diretor científico do Laboratório Arqueológico Biomolecular do Museu da Universidade da Pensilvânia, Patrick firmou um acordo com a cervejaria Dogfish para criar a linha Ancient Ales, só de cervejas milenares. Entre uma descoberta e outra, ele experimenta as receitas diversas vezes até encontrar a fórmula mais fiel às tradições. “Cada bebida é diferente. É preciso experimentar e fazer muitos ajustes, especialmente naquelas com muitos ingredientes distintos. E degustar nunca é demais”, diz McGovern. Copos do ofício.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
The biggest-ever FIFA Women’s World Cup is on!!! Featuring – for the first time ever – 32 teams in a new expanded format, this year’s FIFA Women’s …
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Leio que Fernanda Lima, modelo e atriz da Rede Globo, levou tempos atrás os seus filhos para passearem nos EUA. Ao contrário do que possa ser uma viagem de lazer familiar, o motivo era outro, segundo a moça:
“Eu queria mostrar para as crianças uma realidade sem medo, para que elas vissem que existem lugares onde há regras e as pessoas se respeitam”.
Não podemos criticá-la. Afinal, por mais que sejamos patriotas, é inegável que a violência é alta (lembrando que estamos falando de assaltos e outros crimes).
Imagem: reprodução Web
Que bacana: o fundo do mar em material reciclável!
Bem simples, mas bem bonito.

🐟📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#cultura #exposição #natureza #peixe #recicláveis
Se você também se revolta com dados sobre analfabetismo no Brasil, que não levam em conta os analfabetos funcionais, o artigo abaixo é de muita valia.
Vivemos numa sociedade onde, infelizmente, credita-se o valor de alfabetizado àquele que sabe assinar o próprio nome. Mas não temos um sem-número de pessoas que não conseguem interpretar textos?
PARA ROMPER COM O ANALFABETISMO FUNCIONAL
por Priscila Cruz* (Estadão, 25/06/2017, pg 2)
A recente divulgação dos dados da oitava edição do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), pesquisa realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, com apoio do Ibope, oferece um painel extenso e consistente dos níveis de alfabetismo de jovens e adultos brasileiros nos últimos dez anos.
Diferentemente das estatísticas fornecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que se baseiam em dados autodeclarados, o Inaf é realizado por meio de uma entrevista e um teste, avaliando efetivamente as habilidades de leitura, escrita e Matemática de brasileiros entre 15 e 64 anos de idade, classificando-os em quatro níveis de alfabetização: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar – estes dois considerados como analfabetos funcionais -, alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno – considerados juntos como alfabetizados funcionalmente. É este último nível, o pleno, que precisamos universalizar, pois é a condição necessária para a inserção digna e autônoma na atual sociedade, crescentemente complexa.
Os dados revelam que o Brasil parece ainda não se ter dado conta da urgência e da gravidade dos problemas que enfrenta no campo da educação.
Ainda que se tenha reduzido a proporção de analfabetos funcionais e aumentado os que estão no nível básico, é preciso mais, bem mais. Nossas atenções devem estar voltadas para o nível pleno de alfabetismo – e aqui houve retrocessos preocupantes. Entre 2001 e 2011, o domínio pleno da leitura caiu de 22% para 15% entre os que concluíram o Ensino Fundamental II, e de 49% para 35% entre os que fizeram o ensino médio. Com ensino superior, 38% não chegam ao nível pleno.
Como referência, no nível pleno estão as pessoas que conseguem ler e compreender um artigo de jornal, comparar suas informações com as de outros textos e fazer uma síntese dele. Em Matemática, as que resolvem problemas envolvendo porcentuais e proporção, além de fazerem a interpretação de tabelas e gráficos simples.
Não conseguimos avançar do básico para o pleno, nível estagnado há dez anos. Mesmo que o Inaf não seja um indicador escolar, pesquisando até mesmo pessoas que nunca tiveram acesso à escola, podemos atribuir parte desses resultados, justamente, à falta de acesso e à insuficiente aprendizagem dos alunos ao longo da educação básica. Ainda hoje não conseguimos garantir que todas as crianças e todos os jovens estejam na escola e adquiram as habilidades esperadas em cada série em disciplinas básicas como Português e Matemática.
Tal situação evidencia a urgência de um investimento eficiente, consistente e focado nos anos iniciais. É neles que todo o problema começa, mas também é neles que a solução deve nascer.
Portanto, como sociedade, precisamos exigir que todas as crianças estejam plenamente alfabetizadas até os 8 anos de idade. Sem se perder em discussões ideológicas estéreis, sem concessões de espécie alguma. É um direito de nossas crianças, que precisa ser assegurado.
Esse é o primeiro passo, e ainda estamos muito longe de considerá-lo um patamar vencido. A Prova ABC – a primeira avaliação externa da alfabetização das crianças de 8 anos realizada em 2011 pelo movimento Todos Pela Educação, pelo Instituto Paulo Montenegro/Ibope, pela Fundação Cesgranrio e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – mostrou que pouco mais de metade das crianças avaliadas apresentara aprendizado adequado em leitura e escrita no final do terceiro ano do ensino fundamental, e essa proporção cai para pouco mais de 40% em Matemática. As que não conseguem alfabetizar-se nessa etapa passam a acumular lacunas cada vez maiores, o que dificulta ou até mesmo impossibilita a sua aprendizagem nas etapas posteriores.
Dessa maneira, os dados revelados pelo Inaf 2012, somados aos indicadores produzidos pela Prova ABC, expõem o grande desafio educacional deste início do século 21: garantir a todos a alfabetização plena, pré-requisito para a garantia do aprendizado ao longo de toda a vida escolar de crianças e jovens.
Para mudar esse cenário é fundamental avançarmos rapidamente na agenda que deveria ter sido cumprida no século passado e romper com o descaso histórico com a qualidade da educação, direcionando muito mais esforços para assegurar que todos os alunos atinjam a competência em leitura, escrita e Matemática. E para isso é necessário começar pela base, desde a Educação Infantil.
O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) – a avaliação bianual realizada pelo Inep para monitorar a aprendizagem no final de cada ciclo – comprova essa tese. A pontuação média em Língua Portuguesa dos alunos do terceiro ano do ensino fundamental que não cursaram a Educação Infantil é de 169, enquanto a dos que a cursaram é de 187. Se a Educação Infantil tivesse uma qualidade muito boa no Brasil, esse impacto seria ainda maior.
Todas as evidências científicas apontam para a qualidade dos professores como fator determinante. Um bom professor é um ótimo começo. Assim, é preciso atrair os melhores professores para essa etapa do ensino, os mais experientes e mais bem preparados para trabalhar com as crianças que cursam os anos iniciais. As faculdades de Educação precisam ser reformuladas, colocando o foco na aprendizagem dos futuros alunos de seus alunos.
É vergonhoso que o país que tem o sexto produto interno bruto (PIB) do mundo esteja entre os piores em educação. Não obstante o Brasil conseguir acumular riquezas, não consegue distribuí-las de forma justa, e a má distribuição de renda é reflexo da educação de baixa qualidade.
Mais do que garantir escola para todos, é preciso universalizar a aprendizagem.
* DIRETORA EXECUTIVA DO MOVIMENTO TODOS PELA EDUCAÇÃO

Festa Julina, Festa de Santo, Festa Caipira. Nós de Smartphone, Leds, Nada de Fogo. Caipiras alinhados, Moda rasgada. Retalhos, Pedaços, Das Certezas…
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Imagem extraída de: https://loja.olimarmetais.com.br/as-festas-juninas-no-brasil/
Ele chegou. Seis pras noves, Inverno, De junho. Um frio de fresco, Sol, Mi, Ré lá, Cavalete, Estandarte, Linhas no fio. Encantar. Aquele miado, no …
Continua no link em: E o Cavalete, se alinhou!

A dificuldade de aprendizado é um grande problema para muitas pessoas. E para você?
Talvez a questão seja simples: apenas mudar o hábito!
Compartilho ótimo texto, extraído de Época Negócios, ed Janeiro, pg 90
TENHA O HÁBITO DE ROMPER HÁBITOS
O cérebro precisa de situações variadas para entender e lembrar
por Márcio Ferrari
Seguir horários fixos, fazer os mesmos itinerários, ter uma mesa de trabalho, comer nas horas certas e curtir os amigos de sempre pode dar conforto. Mas, segundo Benedict Carey, reporter de ciência do The New York Times e autor do recém-lançado “Como Aprendemos”, a rotina limita a habilidade cerebral de desenvolver conhecimentos e habilidades.
Como é impraticável jogar tudo para o alto e viver cada dia de um modo diferente, Carey sugere que estejamos atentos para variar hábitos – como mudar o caminho de casa para o trabalho de quando em quando – e para isso, três regras:
1) Dividir o tempo de aprendizado em dois – Em vez de estudar duas horas hoje, melhor estudar uma hora hoje e uma amanhã – a capacidade de lembrar das informações dobra, diz. A ideia por trás disso é que o cérebro só retém o que parece útil. Se voltarmos ao tema de ontem, é sinal de que não queremos que aquele conhecimento fique “trancado” na mente.
2) Mudar o ambiente de trabalho – Levar o material de leitura ou estudo para a mesa de um café, por exemplo, fará o cérebro “acordar” de novo para o aprendizado
3) Distrair-se quando houver um bloqueio de entendimento – Em geral, o bloqueio acontece porque o cérebro está insistindo na tecla errada. É melhor parar e começar de novo mais tarde.

Imagem extraída da Web

Hoje eu vou abrir espaço aqui para falar de memória, arte e, por fim uma dica de passeio em Salvador. Para isso vou começar comentando sobre essa …
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Lançamento do livro “A imagem da nuvem”, do amigo Flávio Prado. Desde já, um sucesso!
Vale a pena a leitura 📕.

Celebra-se hoje o dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Motivo? São dois:
1) É o dia de falecimento do poeta Luís de Camões, que propagou mundo afora a língua que falamos.
2) Também é dia do Santo Anjo da Guarda de Portugal, protetor da nação lusitana.
Sendo assim, dia 10 de Junho é feriado na nossa Pátria-Mãe. E o mais curioso é: quando Portugal viveu a ditadura, era o Feriado do “Dia da Raça”. Em tempos politicamente corretos, tal título não seria adequado…
Ainda: com tantos assassinatos à língua portuguesa, como a criação de demagogos verbetes e termos (“Presidenta” me dói…), vale um dos poemas de Camões:
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Qualidade indiscutível!


Publicado originalmente em Barbara Crane Navarro: ilustración de «?La Magia de la Amazonia- Las aventuras de Meromi, una niña Yanomami?» «?El segundo…
Continua em: ¡Un viaje verdaderamente mágico! – « La Magia de la Amazonia Las aventuras de Meromi, una niña Yanomami » – ¡Para evades de 8 a 12 a 100 años! – …
Uma indicação de leitura infantil que tem muito a ensinar até mesmo aos adultos
Continua no link em: Albert, o pequeno morador de Plutão — Olívia Couto Borges

»-. En janvier ou en février de cette année -là, Constantin m’invita chez lui pour le débarrasser des livres de sa bibliothèque. Cette décision me …
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Aos cofres públicos, o funeral da Rainha Elizabeth II custou R$ 1 bilhão de reais. Depois, houve a conta da Coroação do novo Rei, Charles III.
Estando em 2023, eu não consigo deixar de defender que tenhamos repúblicas democráticas, pois custa caro manter castelos, reis e rainhas. Mas respeito quem possa pensar o contrário.
Há quem diga que os gastos com a Família Real são revertidos em outras entradas financeiras, como o Turismo. Mas… será que a conta fecha? Vale o custo-benefício?
Sobre esses gastos, em: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2023/05/funeral-da-rainha-elizabeth-ii-custou-quase-r-1-bilhao-aos-cofres-britanicos.ghtml
Andy Commins / AFP
… o que aconteceria ao mundo?
Olhe só que curioso: uma reportagem de como seria provavelmente nossa sociedade se não tivesse sido criada a Camisa de Vênus?
Ops: para os mais jovens, é o nome da “camisinha”.
Extraído de: https://super.abril.com.br/comportamento/e-se-todo-mundo-parasse-de-usar-camisinha/
E SE…TODO MUNDO PARASSE DE USAR CAMISINHA?
Por Ana Carolina Leonardi
Você chega ao pronto-socorro e encontra um conhecido. “Essa onda de gripe me pegou”, você puxa papo. “Vim só tratar uma clamidiazinha”, ele responde. Nenhum dos dois pisca. O papo segue normalmente. O diálogo parece de outro mundo – e é.
Vem de uma realidade paralela em que a população inteira abandonou a camisinha. Olhando para o mundo real, nem é difícil imaginar o motivo. A verdade é que desde que a camisinha surgiu, há 3 mil anos, com os egípcios enrolando suas partes íntimas com retalhos de linho, muito pouco mudou no “design” do preservativo. A camisinha ficou, sim, mais fina. Mais higiênica. Mais barata. Mais eficiente. E nem assim pegou como deveria. Apenas 5% dos homens no mundo usam preservativos com uma mínima regularidade. Os solteiros são mais assíduos, porém igualmente inclinados a abandoná-los ao primeiro sinal de compromisso. Só um em cada dez casais, diz a ONU, se interessam por eles. E o medo das doenças sexualmente transmissíveis, diferentemente do que se pensa, não é um grande motivador: mesmo com tanta oferta de camisinha a preço de banana, 100 milhões de pessoas por dia são diagnosticadas com DSTs. Muito por isso, a dimensão imaginária na qual a camisinha foi ostracizada é bem menos hipócrita que a nossa. Um mundo sem camisinha teria mais gente, claro. 15% das mulheres dependem só dela para evitar a gravidez. Isso significa 275 milhões de mulheres em idade fértil. A probabilidade de engravidar em um ano de sexo completamente desprotegido é de 85%. Seriam 233 milhões de pessoas a mais no mundo (…). O inusitado é que já existem tecnologias sendo testadas para tornar a camisinha obsoleta. Uma delas é um spray, em desenvolvimento pela Universidade de Oregon (EUA): você aplica sobre o pênis com algumas horas de antecedência. Ele se transforma só na hora H em um preservativo 100% sob medida. E 0% inconveniente. Enquanto nada disso fica disponível na farmácia, por favor, não pare de usar camisinha.

Imagem extraída de: https://www.mulheresempreendedoraspi.com.br/site/vida-saudavel/vacina-que-cura-hiv-tem-resultado-positivo-em-teste-humano/
Folhear ou rolar a tela?
Sobre o benefício de ler (figura abaixo):

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Uma nova onda de alimentos nutritivos está surgindo: a dos insetos!
Desde a qualidade proteica dos mesmos até às questões ecológicas, o consumo de grilos, por exemplo, pode ser uma tendência em breve no Brasil.
Compartilho, extraído de: https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/04/07/insetos-comestiveis/
INSETOS COMESTÍVEIS
Por Suzel Tunes
Um novo ramo do setor agropecuário está se instalando em Piracicaba. Na cidade paulista que é considerada o vale do agronegócio brasileiro por concentrar cerca de 40% das startups do setor está sendo montada uma biofábrica para a criação de grilos. O projeto de um sistema semiautomatizado para a produção em larga escala de Gryllus assimilis foi criado pela startup Hakkuna. O objetivo da empresa é obter matéria-prima em escala industrial para a produção de barras proteicas à base de farinha de grilo, produzidas de forma artesanal pela Hakkuna desde 2015. “A criação de insetos no Brasil ainda é muito artesanal. Nosso projeto busca reduzir o trabalho humano e padronizar a produção”, conta o sócio-fundador da startup, o engenheiro de materiais Luiz Filipe Carvalho.
A bióloga e doutora em entomologia Patrícia Milano, do Departamento de Entomologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), também se prepara para disputar o mercado de insetos comestíveis. Em 2016 ela criou a Ecological Food, cujo negócio é a venda de insetos para fabricação de ração animal. Com suporte do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresa (Pipe), da FAPESP, e da incubadora EsalqTec, pertencente à Esalq-USP, Milano desenvolveu uma dieta específica para grilos e baratas.
“Os resultados foram excelentes. As melhorias no sistema de produção de insetos resultaram em organismos com maior valor nutricional, sem encarecer a produção”, afirma. Agora, Milano pretende dar continuidade ao projeto, aperfeiçoando a metodologia de criação de algumas espécies com vistas à alimentação humana. A Ecological Food fica em Limeira (SP), a cerca de 40 quilômetros de Piracicaba.
Luiz Filipe Carvalho e Patrícia Milano seguem uma tendência mundial. É crescente o interesse pelos insetos como alternativa alimentar. Segundo o holandês Arnold van Huis, um dos principais pesquisadores no campo da entomofagia (o uso de insetos como alimento por seres humanos), a base internacional de dados Web of Science revela um crescimento exponencial no número de artigos acadêmicos publicados sobre o tema, sobretudo a partir de 2015. Van Huis é professor da Universidade de Wageningen, localizada na cidade holandesa de mesmo nome, e editor da publicação científica Journal of Insects as Food and Feed.
Aumenta também o faturamento das empresas que apostam nos insetos como ingredientes para alimentação animal ou humana. A consultoria Meticulous Research avaliou em US$ 406,3 milhões o valor do mercado de insetos comestíveis em 2018 e prevê que ele deva triplicar até 2023. Um dos negócios mais bem-sucedidos é o da holandesa Protix, que recebeu aportes de investidores de US$ 50 milhões em 2017 para investir na criação de insetos destinados à produção de alimento humano e ração animal.
Insetos integram o cardápio humano há muito tempo. Estima-se que cerca de 2 bilhões de pessoas se alimentem desses animais no mundo
No Brasil, a Hakkuna e a Ecological Food pretendem surfar nessa onda. O projeto da Hakkuna para produção em larga escala de Gryllus assimilis iniciou sua primeira fase em março e visa desenvolver controles automáticos das condições ambientais da criação dos insetos, como níveis de temperatura e umidade. O contêiner que a empresa está estabelecendo em Piracicaba também irá dispor de sensores para controle de um alimentador automático – inicialmente, com ração de aves, até que a empresa desenvolva uma alimentação específica.
A Hakkuna, explica Carvalho, nasceu de um interesse pessoal por alimentação esportiva. “Sempre pratiquei esporte e sentia a necessidade de ter no cardápio opções de proteínas mais naturais e saudáveis. Em meados de 2015 comecei a pesquisar o que era feito no exterior e encontrei uma startup norte-americana, a Exoprotein, fabricando barras de proteína com farinha de grilo. Achei a ideia interessante e fui pesquisar quem fazia isso no Brasil. Não encontrei ninguém”, conta. “Então, comprei um curso on-line de criação de insetos, 100 gramas de grilos vivos e passei a testar produtos e o mercado. Assim começou a Hakkuna.”
Desidratados e transformados em farinha, os grilos apresentam-se como alternativa a alimentos e suplementos, como o whey protein, a proteína de soro do leite, bastante consumida por praticantes de atividades físicas. Segundo Carvalho, que tem como sócio no negócio o engenheiro-agrônomo Marcelo Romano Teixeira, os insetos saem ganhando na comparação: além dos mesmos aminoácidos essenciais, a farinha feita a partir deles ainda contém fibras e ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, inexistentes no whey protein. Além da farinha proteica e das barrinhas, o empresário pretende comercializar snacks. Assim como a Ecological Food, a Hakkuna conta com suporte do Pipe e da EsalqTec, além do apoio da aceleradora GrowBio.
Apesar da crescente tendência recente, insetos estão no cardápio dos seres humanos há muito tempo. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), pelo menos 2 bilhões de pessoas ao redor do mundo alimentam-se de insetos. Mais de 1.900 espécies – destacando-se besouros, lagartas, vespas, formigas, gafanhotos e grilos – fazem parte da dieta tradicional de habitantes da Ásia, África e de comunidades indígenas na América Latina. Alguns estudos apontam que o hábito vem desde tempos pré-históricos.
A novidade é que eles começaram a chegar a restaurantes e prateleiras dos supermercados de grandes centros urbanos na Europa, Estados Unidos e, mais recentemente, no Brasil. A francesa Jimini´s foi uma das pioneiras. Criada em 2012, ela produz barras de cereais, massas e granolas à base de farinha de insetos, além de petiscos feitos com insetos desidratados e temperados, como larvas de tenébrio – uma espécie de besouro – com alho e ervas finas. Esses alimentos eram vendidos inicialmente pelo site da empresa. No começo de 2018, após a União Europeia aprovar e regulamentar o consumo de insetos, a Jimini´s passou a vender seus produtos na rede de supermercados Carrefour na Espanha, a preços que variam de € 2 a € 7. Os insetos são criados em fazendas europeias. Já a norte-americana Chirps importa matéria-prima para farinha, snacks e biscoitos da Tailândia, onde se calcula que existam 20 mil “fazendas de grilo” – o país é um dos líderes globais na área.
Com elevados teores de proteína, ferro e cálcio, os insetos apresentam vantagens nutricionais aliadas a um menor impacto ao meio ambiente
Na Alemanha, a BugFoundation vende hambúrgueres que levam 45% de uma mistura proteica feita à base de soja e larvas do besouro Alphitobius diaperinus, conhecido no Brasil como cascudinho. De acordo com os fabricantes, o sabor lembra sementes de girassol ou amendoim. Os animais são criados na Holanda, um dos primeiros países ocidentais a permitir a comercialização e o consumo de produtos alimentícios contendo insetos.
O veterinário alemão Nils Grabowski, chefe do Departamento de Higiene e Tecnologia de Insetos Produtivos da Universidade de Medicina Veterinária de Hannover, no norte do país, atesta que o mercado de insetos comestíveis na Alemanha é pequeno, mas aparentemente está crescendo. “A Alemanha é um país sem tradição real de entomofagia. Comer inseto era considerado um hábito curioso praticado por alguns povos extraeuropeus sem acesso à comida ‘real’ ou que precisam desse tipo de alimento para matar a fome. É claro que isso está longe da realidade. As pessoas não comem insetos porque precisam, mas porque querem”, declarou Grabowski a Pesquisa FAPESP.
Uma pesquisa na Tailândia, segundo ele, mostrou que a maioria das pessoas busca esses animais por causa do paladar. “Os tailandeses adoram comer insetos fritos com cerveja gelada”, conta. E as iguarias podem ser caras. “No México, certas pupas de formigas do gênero Liometopum, também conhecidas como ‘caviar asteca’, custam mais de US$ 50 [R$ 250] a porção de 30 gramas”, diz o veterinário. “Já um percevejo aquático gigante muito popular entre os tailandeses, Lethocerus indicus, é vendido pelo equivalente a € 0,20 [R$ 1,10] a peça. A demanda é tão alta que a Tailândia o importa de nações vizinhas.”
Grabowski coordena o projeto IFNext, em parceria com pesquisadores na Tailândia e no Camboja, cuja finalidade é desenvolver kits para a criação de grilos das espécies Gryllus bimaculatus e Teleogryllus mitratus e bichos-da-seda (Bombyx mori), além de novos produtos com essas matérias-primas.
Em nível mundial, os insetos inteiros ainda representam a maior parcela do mercado, sobretudo devido à maior disponibilidade e ao menor custo em comparação aos processados. No entanto, estima-se que o mercado das farinhas, barras e shakes de proteína de insetos terá maior taxa de crescimento nos próximos anos – o que se atribui à tendência das novas gerações de valorizar um estilo de vida saudável baseado em cardápios balanceados.
Para a FAO, a importância dos insetos é ainda maior. Fundamentais para a existência humana por atuarem como decompositores na cadeia alimentar, reciclando matéria orgânica, e como polinizadores, garantindo a reprodução de plantas, eles começam a ser vistos como uma solução sustentável para a crescente demanda por alimentos no planeta.
O aumento populacional e a escassez de recursos naturais justificam essa percepção. Segundo o documento Edible insects – Future prospects for food and feed security (Insetos comestíveis – Perspectivas futuras para alimentos e segurança alimentar), elaborado pela FAO, o mundo terá em 2050 cerca de 9 bilhões de pessoas e para alimentá-las a produção de alimentos precisará dobrar. Estima-se que a demanda por produtos agropecuários atinja 465 milhões de toneladas em 2050, diante de 229 milhões de toneladas em 2000. O relatório aponta que “alimentar as populações futuras vai exigir o desenvolvimento de fontes alternativas de proteína, como carne cultivada em laboratório, algas, feijões, fungos e insetos”.
Como opção proteica, os insetos apresentam vantagens nutricionais associadas a um menor impacto ambiental. “Eles têm teores de ferro, cálcio e proteínas acima dos valores encontrados em aves, bovinos e suínos. Sua produção requer menos água, emite pouca quantidade de gases de efeito estufa e pode ser realizada em prédios, evitando o desmatamento de grandes áreas”, enumera a entomologista Patrícia Milano. A pesquisadora já incorporou insetos ao cardápio e, sempre que pode, os oferece para degustação, fritos ou banhados no chocolate, a amigos, parentes, alunos e ouvintes das palestras que têm proferido em universidades, congressos e eventos de divulgação científica.
O documento da FAO aponta, ainda, que os insetos têm alta taxa de conversão alimentar, ou seja, conseguem transformar a ração consumida em massa corporal com muito mais eficiência. Gafanhotos convertem 2 quilos (kg) de alimento em um 1 kg de massa corporal, enquanto bois fazem essa mesma conversão na proporção de 10 para um.
Outra vantagem dos insetos na comparação com mamíferos e aves é o baixo risco de transmissão de zoonoses, contrariando o senso comum que os associa a doenças. De maneira geral, eles são seguros, desde que criados em condições controladas e processados corretamente. Foi o que constatou o veterinário Nils Grabowski, que fez uma análise microbiológica desses animais. O pesquisador alemão analisou 38 amostras de insetos em diferentes formas de preparação e concluiu que os secos apresentam maior número de bactérias do que os cozidos ou fritos.
Especialistas dizem que o Brasil pode se tornar um dos grandes produtores globais de insetos, com foco no mercado externo
Todas as amostras foram negativas para patógenos como salmonelas, Listeria monocytogenes, Escherichia coli e Staphylococcus aureus, segundo Grabowski, mas insetos secos e em pó continham alguns patógenos de origem alimentar, como bactérias e fungos. “O aquecimento e a secagem matam muitos tipos de microrganismos do inseto, mas alguns suportam esses tratamentos, especialmente bactérias de formação de esporos. Por isso a importância de um tratamento térmico eficiente para eliminar também os microrganismos que sobrevivem a ambientes quentes e secos”, aconselha o pesquisador.
Precaução extra deve ter quem for alérgico a frutos do mar. Os insetos, tal como os crustáceos – ambos integrantes do filo dos artrópodes –, têm um exoesqueleto à base de quitina, capaz de provocar reações em consumidores sensíveis. Mas quem pode comer, sem susto, camarão ou lagosta não deverá ter problemas ao ingerir gafanhotos ou lagartas – e até achar leve semelhança na textura.

Alimentos convencionais e grilos desidratados (segundo pote a partir da esquerda): inseto é matéria-prima para nutrição humana

Movimiento político e ideológico, posterior a la Segunda Guerra Mundial, que reivindica las doctrinas y prácticas del nazismo. (RAE) “El neonazismo, …
continua em: NEONAZISMO (American history X)
Que livro incrível me deixaram: “Meu pai foi ferroviário”, de Eusébio Pereira dos Santos.
A história de Jundiaí se confunde com a história das ferrovias… grandes tempos passados!

Friends, Today is International Dance Day, which is celebrated every year on April 29 to promote the art of dance and its cultural diversity. India. …
Continua em: # Folk Dance of India #
Ontem, pela oitava vez na temporada do Campeonato Espanhol, Vinicius Jr foi alvo de insultos racistas (agora, na partida contra o Girona, na Catalunha).
Em 16 de março, Gianni Infantino tomou posse oficialmente em seu novo mandato como presidente da FIFA, e em meio a seu discurso, relembrou que era inadmissível o que estava acontecendo com o brasileiro (logo após o 7º caso de racismo), e cobrou que os árbitros espanhóis aplicassem o Protocolo FIFA contra a Discriminação (declaração aqui: https://onefootball.com/pt-br/noticias/infantino-advierte-que-arbitros-no-cumplen-protocolo-con-vinicius-jr-36988547).
Mas como funciona o Protocolo?
Em 3 etapas para coibir racismo, homofobia, sexismo, manifestações políticas e outros casos (explicado abaixo), as medidas vão de advertência pelo sistema de som do estádio, paralisação temporária do jogo e, na insistência, encerramento da partida.
A Conmebol, na oportunidade, foi CONTRA, alegando que existiam raízes culturais e que seria impossível evitar xingamentos como “puto”, por exemplo.
Sua utilização aconteceu na França pela primeira vez por cantos homofóbicos; no Brasil, utilizou-se em Vasco 2×0 São Paulo pelo Brasileirão.
Compartilho, extraído de: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/
OS 3 PASSOS PARA O PROTOCOLO FIFA CONTRA A DISCRIMINAÇÃO:
Desde 15 de julho de 2019, a FIFA ampliou como norma mundial um procedimento em 3 etapas que adotou como “Protocolo contra a Discriminação”. Entenda isso com os exemplos de: Imitar Macaco / Jogar Banana (Racismo), Gritar “Bicha” / “Puto” no Tiro de Meta (Homofobia), Fazer gestos sexistas (ironizar uma atleta / oficial de arbitragem por ser mulher), cantar música que possa fazer alusão a jingles políticos ou gestos (cantos neonazistas) e ou manifestação religiosa preconceituosa (atos anti-semitas).
Se isso acontecer, 3 passos a serem providenciados pela arbitragem:
Claro que tudo isso depende de qual ato e como tem sido feito. Mas é uma forma de advertir em 3 momentos uma torcida que não se comporta bem para o clube não perder os pontos do jogo por conta da conduta discriminatória dos seus aficcionados.
Reforçando: isso já valia para jogos FIFA desde 2017, mas desde o dia 15/07/19 passou a valer mundialmente em qualquer tipo de jogo, de Copa do Mundo até à 4a divisão regional.
Na imagem abaixo, o quadro que relata os 61 casos de discriminação oficialmente contabilizados no futebol brasileiro em 2017:
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Sobre o primeiro uso, na França: https://professorrafaelporcari.com/2019/08/17/por-homofobia-pela-1a-vez-partida-e-interrompida-na-franca-pelo-protocolo-fifa/
NA FRANÇA, ÁRBITRO INTERROMPE JOGO DIANTE DE CANTOS HOMOFÓBICOS
Por Jamil Chade
O jogo da segunda divisão do campeonato francês, entre os modestos Nancy e Le Mans, entrou na sexta-feira para a história do futebol do atual campeão do mundo. Trata-se da primeira vez que, por conta de um comportamento homofóbico por parte da torcida, um árbitro decide suspender o jogo, ainda que por apenas alguns minuto. Os torcedores do Nancy devem ser punidos e o clube pagará uma multa. Mas foi o gesto do árbitro Mehdi Mokhtari que se transformou numa referência e abriu um amplo debate. A ministra dos Esportes, Roxana Maracineanu, foi a primeira a comemorar a decisão, tomada depois de uma pressão de governos para que a Uefa modificasse suas leis para permitir que uma partida pudesse ser alvo de uma interrupção, em caso de incitação ao ódio ou homofobia.
Em abril, o jogo entre Dijon e Amiens já havia sido suspenso por alguns minutos, desta vez por conta de ataques racistas. A decisão, naquele momento, foi dos jogadores. Agora, aos 27 minutos, foi a vez do árbitro assumir a decisão.
Jean-Michel Roussier, o presidente do Nancy, admitiu que a regra deve ser aplicada e afirmou ter ido encontrar, ainda durante a partida, com os representantes das torcida organizadas para alertar sobre a situação. Na França, a lei permite que um clube proíba a entrada de um torcedor que tenha sido identificado como autor de uma provocação homofóbica, racista ou que promova o ódio e violência.
Se na França a nova lei começa a ser aplicada, na Fifa o assunto já foi alvo de um acalorado debate. Com as seleções sul-americanas acumulando multas milionárias aplicadas pela Fifa, em diversos jogos das Eliminatórias, a Conmebol tentou explicar à entidade máxima do futebol que os cantos homofóbicos eram “culturais”. A Fifa se recusou a aceitar a explicação e continuou a multar as federações.

Quando ele foi acionado mais à frente: https://professorrafaelporcari.com/2019/10/15/o-protocolo-fifa-foi-acionado-duas-vezes-em-bulgaria-0x6-inglaterra-mas-a-resposta/
NA EUROCOPA, CANTOS NEONAZISTAS E O PROTOCOLO FIFA:
m Sofia, capital da Bulgária, uma noite para envergonhar a humanidade. Durante o jogo válido pelas Eliminatórias da Eurocopa, torcedores búlgaros entoaram cantos racistas e nazistas aos jogadores negros ingleses, fazendo com que o Protocolo FIFA contra a discriminação (que engloba qualquer tipo de situação, incluindo homofobia, sexismo ou religião) fosse adotado por duas vezes.
Ao anúncio que no terceiro passo do Protocolo a partida seria encerrada, houve uma grande vaia na arquibancada ao invés de conscientização. Uma tristeza à espécie humana, dita “racional”…
Dentro de campo, a resposta foi boa: Bulgária 0x6 Inglaterra. Uma vitória não de uma equipe, mas a derrota dos preconceituosos.
Sobre o Protocolo FIFA citado, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/
A capa do jornal britânico foi perfeita. Abaixo:

No Brasil, a primera vez, em: https://professorrafaelporcari.com/2019/08/26/o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-foi-usado-pela-1a-vez-no-brasil-mas-a-conmebol-nao-queria/
1- O árbitro Anderson Daronco não parou o jogo por ordem da CBF, mas sim por determinação do Protocolo FIFA de 3 etapas, visando o combate a qualquer tipo de discriminação(sexista, racista, política, entre outras tantas coisas).
Sobre o Protocolo FIFA, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/
2- Independente do Protocolo FIFA (que na etapa 3 das 3 existentes determina automaticamente que o jogo seja encerrado e o time cuja torcida praticar a discriminação tenha oficializada a derrota na partida), o TJD determinou que aqui no Brasil punirá conforme a intensidade da discriminação os clubes(independente do protocolo), podendo até sugerir que se percam os pontos do jogo apenas com os gritos, sem outras manifestações. Há de se aguardar!
3- A Conmebol quis que a FIFA não colocasse esse protocolo em vigor no dia 15/07/2019, justificando que em nosso continente existiam práticas culturais enraizadas e que não deveriam ser punidas. É mole?
É esperar se existirá uma punição para o Vasco por parte da CBF. Pela FIFA, não haverá!
Toda e qualquer forma de discriminação é um atentado contra a humanidade. E os árbitros são agentes importantes contra isso.
Imagem extraída de: https://unitau.br/noticias/detalhes/4870/discriminacao-racial-origem-e-consequencias-do-preconceito/
No dia 23 de abril de 1897 nascia Pixinguinha, o pai de um dos ritmos mais prazerosos de se ouvir: o Chorinho! Por isso, hoje se celebra o Dia do Chorinho!
“Carinhoso“ é o carro-chefe das suas obras-primas. Mas sabia que a letra da canção só veio anos mais tarde, com o compositor João de Barro?
Ouça essa maravilha: http://www.youtube.com/watch?v=EGWg4YpS1ls
Eu não consigo me adaptar a e-books, prefiro livros impressos! Virar páginas e viajar na imaginação é muito bom…
Hoje é Dia de Mundial do Livro. Qual a melhor publicação que você já leu?
Um que me marcou quando tinha 6 anos (na verdade, o “1o livro de verdade” que li sozinho) foi: “No Reino Perdido do Beleléu”! Ganhei da Dora e do Carlão… inesquecível!.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para crédito.
Alguém disse:
“A Cultura Organizacional acontece de verdade quando ocorre a ausência do chefe”.
Um pouco irônica, mas real afirmação: se a cultura for forte, mesmo sem o líder, a empresa permanece firme nos seus propósitos e os funcionários não debandam em vaidades.
Imagem extraída de: https://crmservices.com.br/blog/cultura-organizacional-continua-ou-estatica/
Hoje o Rei Roberto Carlos faz 82 anos de idade.
Das suas inúmeras maravilhosas músicas, é difícil escolher uma só. “Além do Horizonte” ou “Detalhes”?
Preferi “Eu te amo, te amo, te amo”. Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=7ATkpAnB3JQ

É tão difícil É tão difícil agradar É tão difícil entender É tão difícil se podar Para caber em um lugar Que nem seu é pra ser. E para falar a …
Continua em: É tão difícil

As crianças bem faceiras passeiam cantando Passeiam cantando livres nos verdes campos Pelos verdes campos, elas sorriem e correm Elas sorriem e …
Continua em: Crianças borboleteando

l’amore si sposta come le nuvole e il vento.
continua em: l’amore non muore