I think I’m mostly repeating myself. But hopefully the quotes are not.
Continua em: Books Quote By E.a. Bucchianeri: “While art thrives…”

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Ready for more quotes? Keep reading and I’m sure you’ll find one that makes your day better.
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We all have our paths in life. Can you name one quote that keeps guiding yours?
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Aqui no Sul do Brasil, passa despercebida a magnífica festa dos nossos irmãos paraenses: a Festa do Círio em louvor a Nossa Senhora de Nazaré, celebrada em 10 de Outubro.
Você sabia que ela é a maior manifestação religiosa do Brasil?
Abaixo, extraído de Wikipédia (com adaptações):
FESTA DO CÍRIO DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ
O Círio de Nazaré, em devoção a Nossa Senhora de Nazaré, é a maior manifestação religiosa Católica do Brasil e um dos maiores eventos religiosos do mundo, reunindo cerca de dois milhões de pessoas em todos os cultos e procissões. Em Portugal é celebrada no dia 8 de Setembro na vila da Nazaré e é celebrada, desde 1793, na cidade de Belém do Pará, anualmente.
A introdução da devoção à Senhora da Nazaré, no Pará, foi feita pelos padres jesuítas, no século XVII. Embora o culto tenha se iniciado na povoação da Vigia, a tradição mais conhecida relata que, em 1700, Plácido, um caboclo, descendente de portugueses e de índios, andava pelas imediações do igarapé Murutucu (área correspondente, hoje, aos fundos da Basílica) quando encontrou uma pequena estátua de Nossa Senhora da Nazaré. Essa imagem, réplica de outra que se encontra em Portugal, entalhada em madeira com aproximadamente 28 cm de altura, encontrava-se entre pedras lodosas e bastante deteriorada pelo tempo e pelos elementos.
Plácido levou a imagem consigo para casa, onde, tendo-a limpado, improvisou um altar. De acordo com a tradição local, a imagem retornou inexplicavelmente ao lugar do achado por diversas ocasiões até que, interpretando o fato como um sinal divino, o caboclo decidiu erguer às próprias custas uma pequena ermida no local, como sinal de devoção. A divulgação do milagre da imagem santa atraiu a atenção dos habitantes da região, que passaram a acorrer à capela, para render-lhe homenagem. A atenção do então governador da Capitania, Francisco da Silva Coutinho, também foi atraída à época, tendo este determinado a remoção da imagem para a Capela do Palácio da Cidade, em Belém. Não obstante ser mantida sob a guarda do Palácio, a imagem novamente desapareceu, para ressurgir em seu nicho na capela. Desse modo, a devoção adquiriu caráter oficial, erguendo-se atualmente, no lugar da primitiva ermida, uma capela, hoje a suntuosa Basílica de Nossa Senhora de Nazaré.
Em 1773 o bispo do Pará, Dom João Evangelista, colocou a cidade de Belém sob a proteção de Nossa Senhora de Nazaré. No início do ano seguinte (1774), a imagem foi enviada a Portugal, onde foi submetida a uma completa restauração. O seu retorno ocorreu em outubro desse mesmo ano, tendo a imagem sido transportada, do porto até ao santuário, pelos fiéis em romaria, acompanhada pelo Governador, pelo Bispo e pelas demais autoridades, civis e eclesiásticas, escoltadas pela tropa. Este foi considerado o primeiro Círio. Desde então, o Círio de Nazaré começou a ser realizado anualmente, no segundo domingo do mês de outubro.
Entre os milagres mais expressivos atribuídos à imagem de Belém, encontra-se o que envolveu os passageiros do brigue português “São João Batista”. Partindo de Belém rumo a Lisboa, no dia 11 de Julho de 1846, a embarcação de dois mastros à vela veio a naufragar decorridos poucos dias da partida, sendo os passageiros salvos por um bote que os conduziu de volta a Belém. Este brigue seria a mesma embarcação que, anos antes (1774), havia transportado a imagem de Nossa Senhora de Nazaré a Lisboa, para ser restaurada; o bote que salvou os náufragos também seria o mesmo que tinha levado a imagem até ao brigue ancorado no porto de Belém. O bote passou a acompanhar a procissão a partir do ano de 1885.
ROMARIAS OFICIAIS
Atualmente as manifestações de devoção religiosas estendem-se por quinze dias, durante a chamada quadra Nazarena. Entre os pontos altos dessa manifestação, destacam-se:
TRASLADO
Assim chamada, porque marca o percurso da imagem de Nossa Senhora de Nazaré, da Basílica de Nazaré, pelas ruas da cidade, até a igreja matriz, no município de Ananindeua, município vizinho a Belém. Percurso este que é feito em carro aberto, e onde Nossa Senhora recebe inúmeras homenagens. A imagem da Santa, passa a noite neste município, onde o povo fica durante toda à noite em vigília. Essa Romaria acontece de sexta para sábado, que antecede o domingo do círio. Esta romaria normalmente sai às 9:00 da Basílica de Nazaré, e segue pela Avenida Nazaré, Almirante Barroso, BR-316, Ananindeua, Marituba e volta para Ananindeua até a Igreja Matriz.
ROMARIA RODOVIÁRIA
Depois de uma noite em Ananindeua, e uma missa pela manhã, a imagem parte, de madrugada, em mais uma procissão, agora em uma nova direção, a Vila de Icoaraci, distrito de Belém. Mesmo sendo de madrugada, os fiéis aguardam a passagem da Santa, rendendo-lhe inúmeras homenagens. A procissão é acompanhada pelos carros da diretoria do círio, carros de polícia, bombeiros, ambulâncias, carros oficiais e civis. Daí a origem do nome da romaria.
ROMARIA FLUVIAL
Nesta romaria, a imagem da Santa é levada de barco, pela Baia do Guajará, baia esta que cerca a cidade de Belém, e é seguida por inúmeros outros, enfeitados de acordo com as condições do próprio dono. Aqui se vêem barcos, iates e simples canoas de ribeirinhos que seguem a procissão. O percurso Icoaraci-Belém pode levar até 5 horas. Ao chegar no cais do porto da cidade, é recebida por uma multidão e outras homenagens se seguem. A romaria foi introduzida em 1985, como uma forma de homenagear a todos os que vivem e dependem dos rios da região, como a população ribeirinha, que, devido às suas condições, não pode se dirigir a Belém, e com isso, pode fazer suas homenagens.
MOTO-ROMARIA
Por volta das 11 horas da manhã de sábado, a imagem da Santa chega ao cais de Belém. Dali a imagem segue em carro aberto, agora seguida por motoqueiros que buzinam incessantemente, anunciando a passagem da Santa. O povo pára nas ruas seus afazeres, sai de suas casas, e saúda a Virgem, com as mãos levantadas, como a pedir a bênção. A Romaria se estende pelas ruas da cidade até o Colégio Gentil Bittencourt, onde uma outra multidão de fiéis espera a Imagem. E à noite, logo após a missa, ocorrerá o início da Trasladação.
TRASLADAÇÃO
A trasladação da imagem ocorre uma noite antes do Círio, em uma procissão à luz de velas. Simbolicamente visa recordar a lenda do descobrimento da imagem e o retorno ao local de seu primeiro achado. Nesta cerimonia somente a Berlinda (carro onde é levada a imagem de Nossa Senhora) é utilizada, num trajeto em sentido inverso ao do Círio
PROCISSÃO DO CÍRIO
Que atualmente reúne centenas de milhares de fiéis (mais de 2 milhões e 300 mil), em um cortejo que, em épocas recentes, chegou a durar cerca de nove horas, e que hoje, devido a uma melhor organização e planejamento por parte da diretoria da festa, demora bem menos, percorrendo uma distância de cerca de cinco quilômetros entre a Catedral Metropolitana e a Basílica de Nazaré. Esta celebração é dividida em três momentos: o Círio propriamente dito – o evento é iniciado às seis horas da manhã com a celebração de uma missa, após a qual os fiéis se postam nas ruas ao longo do trajeto. Às sete horas, o Arcebispo conduz a imagem de Nossa Senhora até a Berlinda, para dar início ao Círio. Antigamente e até o início dos anos 2000, chegava no destino por volta das duas horas da tarde. Hoje, isso acontece antes mesmo do meio-dia. A imagem chega à Basílica de Nazaré, sendo retirada da Berlinda para a celebração litúrgica.
CICLO-ROMARIA
É a mais nova das procissões. Foi criada em 2004 a pedido da Federação dos Ciclistas do Pará e da Associação dos Ciclistas de Icoaraci. É realizada no sábado posterior ao Círio, com saída da Praça Santuário e percorre aproximadamente 9 km e a cada ano é definido um novo trajeto.
ROMARIA DA JUVENTUDE
É considerada a mais animada de todas as 11 romarias oficiais da chamada “quadra nazarena”. A procissão acontece desde 2001. Nela, comunidades juvenis de várias paróquias se reúnem para louvar a Rainha da Amazônia. É um modo de mostrar a integração das paróquias e a alegria da juventude católica. Em 2012, além da berlinda com a imagem da santa, foram levados, na procissão, os símbolos da Jornada Mundial da Juventude, a cruz missionária e o ícone de Nossa Senhora.
ROMARIA DAS CRIANÇAS
No primeiro domingo após o Círio de Nazaré, é a vez das crianças irem às ruas prestar suas homenagens a Nossa Senhora. A Romaria, criada com o objetivo de construir e fortalecer a devoção mariana entre os pequenos, começa às 8 horas da manhã, saindo da Praça Santuário e percorrendo várias ruas do bairro de Nazaré, em Belém. O crescimento da participação popular na Romaria das Crianças, principalmente nos últimos 8 anos, é consequência de pelo menos dois fatores: o crescimento da quantidade de crianças acompanhadas de seus pais na procissão e o aumento de idosos, devido as crescentes dificuldades no acompanhamento da Trasladação e do Círio. Além da Berlinda que conduz a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, durante a Romaria das Crianças há ainda o carro dos milagres e os carros dos anjos.
ROMARIA DOS CORREDORES
Em 2014, mais uma romaria oficial entrou para o calendário da grande festa do Círio de Nazaré: a Romaria dos Corredores. Totalizando 12 romarias oficiais, a mais nova procissão será realizada no dia 25 de Outubro.
A procissão ocorrerá em forma de trote (corrida de pouca velocidade) com aproximadamente 8 a 9 km/h para que os corredores devotos possam acompanhar a Imagem Peregrina de perto. O evento não terá caráter competitivo, portanto não haverá cronometragem, nem premiação.
O trajeto da procissão terá aproximadamente 8 km com início no CAN – Centro Arquitetônico de Nazaré – passando pelas ruas principais e adjacentes da procissão do Círio: Av. Nazaré, 14 de março, Av. Governador José Malcher, Av. Assis de Vasconcelos, Rua Oswaldo Cruz, Rua Riachuelo, Tv. Padre Eutíquio, Rua João Diogo, Palácio da Cabanagem, Praça da Sé, Av. Almirante Tamandaré e Av. Nazaré retornado ao CAN. Na chegada haverá o rito da bênção com a Imagem Peregrina.
PROCISSÃO DA FESTA
A Procissão da Festa é o penúltimo evento das Romarias Nazarenas do Círio e a terceira romaria mais antiga, depois do Círio e da Trasladação. O percurso é diferente a cada ano e possui cerca de 2,8 Km, com previsão de 2h de duração. A procissão é acompanhada pela Diretoria da Festa de Nazaré e as comunidades que fazem parte da Basílica Santuário. É a romaria realizada na manhã do segundo domingo após o Círio, saindo às 8 horas da Praça Santuário, depois da celebração de uma missa. A Procissão da Festa é organizada pelas próprias comunidades ligadas à Basílica e percorre as ruas do Bairro de Nazaré, num trajeto de 2,8 km. Todo ano, uma das comunidades é prestigiada pela procissão. O percurso é definido pelo pároco da Basílica e de acordo com a localidade da comunidade contemplada. Histórico – Não se sabe precisamente quando a primeira procissão da Festa foi realizada, mas em 1881 já se tem notícia, 24 anos antes dos Barnabitas assumirem a Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré do Desterro, em 1905. Era realizada à tarde, até que uma chuvarada em 1953 passou-a para a parte da manhã, o que veio a mudar em 1954. Antigamente, a procissão costumava sair de dentro da Basílica, enquanto não existia a Praça Santuário. Em 2000, no dia 22 de outubro, a procissão coincidiu com o Jubileu de ordenação de Arcebispo Metropolitano de Belém na época, Dom Vicente Zico, e por esse motivo a Procissão saiu da Praça Santuário para a Catedral, onde foi celebrada uma Missa solene no tablado armado em frente à Igreja. A Imagem da Santa foi levada no mesmo carro utilizado no Traslado para Ananindeua (PRF). Em 2001, passou por todas as comunidades que fazem parte da Paróquia de Nazaré, sendo o percurso considerado muito longo, um total de 4,3 km.
RECÍRIO
Duas semanas após o Círio, acontece o Recírio, uma procissão de despedida.
O Recírio é o momento que encerra toda a Festividade Nazarena. É quando os paraenses se despedem da Rainha da Amazônia. A procissão do Recírio acontece 15 dias após a grande procissão de domingo, numa segunda-feira. A procissão começa após uma missa campal, realizada na Praça Santuário às 6h. Ao final da missa, a imagem original de Nossa Senhora de Nazaré retorna ao Glória, sobre o altar-mor da Basílica Santuário. É emocionante! Os h2hares de fiéis, ali reunidos, vêem o arcebispo de Belém caminhar até o nicho, retirar a pequena imagem e erguê-la para os abençoar. Ela é reconduzida então à sua redoma de cristal, lá permanecendo entre os anjos esculpidos que lhe fazem companhia até o próximo Círio. Às 07h, a imagem da Virgem de Nazaré é conduzida num percurso de 250 metros, em direção à Capela do Colégio Gentil Bittencourt. Durante o trajeto, a procissão faz o contorno na Praça Santuário, segue pelas avenidas Generalíssimo Deodoro, Nazaré e Magalhães Barata até chegar ao Colégio Gentil. Enquanto passa, a imagem de Nossa Senhora de Nazaré é saudada e aclamada pelos paraenses que acompanham a caminhada ou a assistem pelas janelas de suas casas. A despedida é sempre emocionante. Entre muitas orações e canções, os fiéis prestam suas últimas homenagens à Santinha. Em grande estilo, o Recírio encerra o Círio de Nazaré marcado por muita fé, fogos de artifício e pela espera da Festa no próximo ano. Incineração das Súplicas – Durante a missa que antecede a procissão do Recírio, os Diretores da Festa de Nazaré reúnem-se para recolher todos os pedidos depositados no Altar Monumento da Praça Santuário e no Nicho, onde a Imagem Original de Nossa Senhora de Nazaré ficou durante os 15 dias da Festividade. Tradição que acontece desde 1994, neste momento, em oração, numa cerimônia singela, na Praça Santuário, a Diretoria procede à queima desses pedidos: é a Incineração das Súplicas. As primeiras queimas eram realizadas na lateral da Basílica em frente à Sala dos Milagres.
OS SÍMBOLOS
O Círio tem vários objetos simbólicos que podem ser apreciados durante o seu trajeto. Os principais são:
A berlinda, que leva a imagem da Santa;
A corda, que sustenta a fé na padroeira dos paraenses, possui a média de 400 metros de comprimento e pesa aproximadamente 700 quilos, de puro sisal torcido, que requer maior sacrifício físico e emocional. Incorporada à celebração em 1868, originalmente substituía a junta de bois que até então puxava a berlinda da imagem; posteriormente passou a ser utilizada para separar a berlinda e o carro dos milagres juntamente com os políticos e signatários, da multidão que a acompanha e assim conservar um equilíbrio perfeito característico da fé aliada a obediência. No ano de 2005 a direção do Círio, modificou o formato da corda, que ao invés de contornar a berlinda como normalmente era feito, a corda ainda do mesmo tamanho, veio na forma de um rosário, na tentativa de que não ocorressem atrasos no traslado, como já havia ocorrido anos antes.
O manto é mais um dos símbolos da Festa de Nazaré. A cada procissão, há sempre um novo manto envolvendo a figura de Nossa Senhora. O manto tem sempre uma conotação mística, relatando partes do evangelho. Confeccionado com material caro e importado. O trabalho da confecção do manto iniciou-se pelas filhas de Maria. Anos depois, assumindo a confecção do mesmo, a irmã Alexandra, da Congregação das Filhas de Sant’Ana. Com a sua morte, a confecção do manto ficou por conta de uma ex-aluna interna do Colégio Gentil Bittencourt, Srta. Esther Paes França, que por 19 anos o teceu, e de suas mãos saíram os mais belos mantos. A confecção do manto é toda envolvida em clima de mistério, feitas com a ajuda de doações, quase sempre anônimas.
As velas, ou círios, são feitas de cera, em vários formatos, retratando partes do corpo humano, ou ainda, uma vara de cera da mesma altura do pagador da promessa. As velas, são um símbolo da fé dos promesseiros, que através delas, ‘pagam’ a uma graça alcançada.
Os carros de promessas ou dos milagres, que recolhem os ex-votos ilustrativos das graças alcançadas pelos fiéis;
As crianças, tradicionalmente vestidas de anjos;
As homenagens de fogos de artifício, queimados durante a passagem da imagem pelas ruas do centro histórico de Belém.
Outros símbolos também integram a tradição:
As novenas, ciclos de orações realizadas durante as semanas que antecedem a festividade, por devotos que realizam pequenas romarias pelas casas de vizinhos.
Os cartazes oficiais anunciando a festividade.
O almoço com a família, realizado no domingo da procissão, como um ato de comunhão. Tradicionalmente é composto de:
Pato no tucupi, tradicional prato da culinária paraense, acompanhado de arroz branco.
Maniçoba, também tradicional item da culinária da região.
O arraial no largo de Nazaré, em frente à Basílica.
Imagem extraída de: https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/uma-explosao-de-pessoas-na-procissao-do-cirio-de-nazare/, por Cesar Duarte/TYBA/
Hello there! Welcome back! I have a new great Books quote for you!
Original em: Books Quote By Alberto Manguel: “I don’t remember…”

Original em:
Poetry Quote By Hafiz: “Good poetry makes…”

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Philosophy Quote By Mencius: “A man must…”

Original em:
Poetry Quote By Roberto Bolaño: “There is a…”

Original em:
Books Quote By Jo Linsdell: “Publication is a…”

Quando eu era um garotinho, dia 21 de setembro sempre era um dia importante: o Dia da Árvore!
No primário, em todos os anos tínhamos aulas especiais e plantávamos alguma mudinha de qualquer coisa que fosse. Mas hoje, confesso que não li nem ouvi ninguém falando nada…
Está tudo virando concreto?
Imagem extraída da Web, de “Mimos em Carinhos pra você”.
Ah, que pena. Faleceu o maior artista de Jundiaí: Inos Corradin!
Que descanse em paz.
Hoje é comemorado o Dia da Independência do Brasil. Mas algo curioso sobre nosso libertador: Descobriu-se em 2013 que a Hispanic Society of America, em Nova York, possuía algumas cartas do imperador brasileiro Dom Pedro I. E eram inéditas!
Tais cartas foram divulgadas. E não é que as cartas eram para a amante do imperador, a Marquesa de Santos? E nosso libertador usava nomes como “Demonão” ou “Fogo foguinho”, chamando a amante de “Titília”.
A Imperatriz Leopoldina, sua esposa, deve se revirar ao túmulo ao saber de tais relatos. Leiam o que Dom Pedro escrevia:
“Ontem mesmo fiz amor de matrimônio para que hoje, se mecê estiver melhor e com disposição, fazer o nosso amor de devoção. Aceite, meu benzinho, meu amor, meu encanto e meu tudo, o coração constante. Deste seu fiel amante, o Demonão.”
Desde aquele tempo não dá para confiar em político, não? O imperador dizia a amante que fez sexo só por compromisso com a esposa e que o fogo estaria com a amante! Cara-de-pau o Dom Pedro!

Imagem extraída de: https://www.gestaoeducacional.com.br/dom-pedro-i-quem-foi-biografia-e-feitos/
Vivemos anos em que “a obrigação de viver o mundo woke” virou moda. Quem era contra, ganhava adjetivos pejorativos. Tudo o que essa patota falava, deveria ser cumprido.
(Sobre woke, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZUn)
Eis que a Jaguar viveu o cansaço e o radicalismo da cultura woke, com uma campanha fracassada comercialmente (aqui: https://wp.me/p4RTuC-18rV) e a discussão sobre o exagero woke veio à tona.
Agora, empresas não estão mais na pauta woke em suas campanhas – mas os defensores, barulhentos, tentam lacrar. Veja o caso abaixo da polêmica envolvendo a atriz Sydney Sweeney, que tentaram “cancelar” sua reputação sobre seus genes. Com o trocadilho Jeans / Genes, o mundo da lacração alegou que, quando a atriz mostrava na sua peça publicitária que seus genes eram bons, e alguém corrigia por jeans (em inglês, a sonoridade das palavras é próxima), ela cometia crime social. Foi acusada por “ser branca, loira e rica”, e que isso seria mostra de supremacia racial e, pasmem, de eugenia. A contratante bancou a contratada e “micou-se” o protesto woke.
QUANDO A POLÊMICA VIRA MOEDA DE MARKETING
Por Felix Polo
A campanha da American Eagle com Sydney Sweeney “Sydney Sweeney Has Great Jeans” mostra como o marketing atual opera no limite entre atrair atenção e provocar rejeição.
O trocadilho entre “jeans” e “genes” parecia um copy “inocente”, mas foi suficiente para acender discussões sobre:
Eugenia e representatividade → traços eurocêntricos exaltados.
Sex appeal calculado → closes de câmera que remetem ao olhar masculino.
Polarização política → até Donald Trump entrou no debate, transformando a atriz em símbolo cultural.
Resultado? Ações da marca oscilaram em +23% no auge da controvérsia. Ou seja: a indignação gerou capital de atenção.
No marketing contemporâneo, não basta vender produto. É preciso vender narrativa.
E narrativas fortes invariavelmente mexem com valores sociais e políticos.
A pergunta que fica: isso já não tá ultrapassado?
Homem bater (literalmente) em mulher?
– Crime, cadeia e o alerta da falta de vergonha na cara!
Neste tempo do anúncio da foto (abaixo), não tinha Lei Maria da Penha! Como deveria ser difícil para as pobres senhoras mais indefesas…
Cada coisa que a humanidade já viu, não? Ao ler essa propaganda, me traz uma pontinha de curiosidade: o que as pessoas justificavam quando questionadas se “bater em mulher” era algo comum (e até aceito!)?
Imagem extraída da web, autoria desconhecida.
(Continua)
Original em: Books Quote By Amos Bronson Alcott: “Good books, like…”

Neste dia 22, a rica história de “causos e contos” do nosso país está em festa: é Dia do Folclore, de brindarmos nossas manifestações culturais populares.
No imaginário, as lendas e tradições são inúmeras! E, por termos um território tão vasto, se multiplicam conforme a região.Qual seria seu personagem do Folclore Brasileiro mais significativo?

Ler?
Ler faz bem.
Na imagem, os benefícios:

📚 #leitura #livros #educação #cultura
Pai que é pai tem que participar!
Viemos no teatrinho dos personagens de Frozen (eu, minha Tetéia e os amiguinhos). Parecem empolgados ou não?
Como é bom ser criança…

❄️ #teatro
Continua em:
Books Quote By Larry Niven: “Spray a book…”


O Dia Internacional dos Povos Indígenas é comemorado anualmente em 9 de agosto. O principal propósito desta data é conscientizar sobre a inclusão dos…
Continua em: Dia Internacional dos Povos Indígenas
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Original em: Books Quote By Stephen King: “Good books don’t…”

Acho sensacional essas iniciativas de Bibliotecas comunitárias e/ou itinerantes.
Disseminar a cultura e o conhecimento são fundamentais para qualquer sociedade.

Don’t forget to share it! Maybe someone somewhere needs to read this today!
Continua em: Books Quote By Lawrence Clark Powell: “Unless their use…”

A língua é o chicote da alma. O deboche é a marca indelével da inveja. A mentira a arma preferida do medíocre. Eis tu: Tão previsível, Tão soberbo, …
Continua no original em: À sombra
Não sei como alguém pode aplaudir tal ideia: a Conmebol anunciou que isolará a cabine do VAR em suas competições, colocando-a do lado oposto do banco de reservas.
A medida tem como objetivo dar maior tranquilidade ao árbitro, quando ele for ao monitor. A área de Revisão estará solitária, longe dos substitutos, das comissões técnicas e também do quarto-árbitro.
E por que é um absurdo?
É como marido traído “tirar o sofá da sala”, como no folclore popular se ironiza. Ou proibir torcida de futebol em estádio para não ter briga. É assumir a incompetência em cumprir as regras do futebol, e explico: é bem claro o texto das leis do jogo que diz: “qualquer jogador que acompanhar o árbitro junto ao monitor (durante o trajeto ou em sua estadia) deverá receber o cartão amarelo”. Isso vale para quem quer que seja que ficar atrapalhando.
Na Copa do Mundo de Clubes, vimos alguém na cabine, atrapalhando o juizão? Os causadores de confusões (nos poucos momentos ocorridos) foram os atletas sulamericanos. Em certos momentos, árbitros europeus se surpreenderam com tal prática e advertiram primeiro verbalmente, e depois com o Amarelo.
Enrique Cáceres, o ex-árbitro que hoje presidente a Comissão de Arbitragem da Conmebol, garante que isso resolverá o problema, na alegre entrevista que deu, ao anunciar a novidade (como se fosse boa, e não vergonhosa). Não irá resolver… Os jogadores continuarão correndo atrás dos árbitros, com o detalhe que não terá o quarto-árbitro por perto para ajudá-lo (e em alguns jogos mais importantes, o quinto-árbitro). Ou ela pretende criar o “sexto-árbitro” para ficar de sentinela por lá?
Lamentável… a entidade simplesmente privilegia uma cultura nefasta, ao invés de mudá-la.
Não sei como alguém pode aplaudir tal ideia: a Conmebol anunciou que isolará a cabine do VAR em suas competições, colocando-a do lado oposto do banco de reservas.
A medida tem como objetivo dar maior tranquilidade ao árbitro, quando ele for ao monitor. A área de Revisão estará solitária, longe dos substitutos, das comissões técnicas e também do quarto-árbitro.
E por que é um absurdo?
É como marido traído “tirar o sofá da sala”, como no folclore popular se ironiza. Ou proibir torcida de futebol em estádio para não ter briga. É assumir a incompetência em cumprir as regras do futebol, e explico: é bem claro o texto das leis do jogo que diz: “qualquer jogador que acompanhar o árbitro junto ao monitor (durante o trajeto ou em sua estadia) deverá receber o cartão amarelo”. Isso vale para quem quer que seja que ficar atrapalhando.
Na Copa do Mundo de Clubes, vimos alguém na cabine, atrapalhando o juizão? Os causadores de confusões (nos poucos momentos ocorridos) foram os atletas sulamericanos. Em certos momentos, árbitros europeus se surpreenderam com tal prática e advertiram primeiro verbalmente, e depois com o Amarelo.
Enrique Cáceres, o ex-árbitro que hoje presidente a Comissão de Arbitragem da Conmebol, garante que isso resolverá o problema, na alegre entrevista que deu, ao anunciar a novidade (como se fosse boa, e não vergonhosa). Não irá resolver… Os jogadores continuarão correndo atrás dos árbitros, com o detalhe que não terá o quarto-árbitro por perto para ajudá-lo (e em alguns jogos mais importantes, o quinto-árbitro). Ou ela pretende criar o “sexto-árbitro” para ficar de sentinela por lá?
Lamentável… a entidade simplesmente privilegia uma cultura nefasta, ao invés de mudá-la.
Está acontecendo em Jarinu a Festa do Morango!
É no Campo dos Aleixos, com gente boa e preços convidativos. E muitos morangos, lógico…
Semana que vem, quem sabe, dou um puro lá!
Have a good one!
Original em: Books Quote By Evelyn Skye: “Unless a convention…”
