Muitas pessoas pensam que o cotidiano é feito apenas das tentações visíveis e mundanas e esquecem-se das artimanhas espirituais do diabo.
Precisamos estar fortalecidos em Cristo! E aqui, um ótimo lembrete:
Maio é dedicado às mães, e por isso, é mês da Mãe de Jesus, a Virgem Maria de Nazaré!
Como vivê-lo adequadamente aos preceitos do Catolicismo nesta época?
Algumas sugestões, extraídas de: https://www.acidigital.com/noticias/8-dicas-para-viver-o-mes-de-maria-40318
8 DICAS PARA VIVER O MÊS MARIANO
“Grande coisa é o que agrada a Nosso Senhor qualquer serviço que se faça à sua Mãe”, dizia Santa Teresa de Jesus. Por isso, em maio, mês de Maria, selecionamos algumas dicas que poderão te ajudar a viver mais intensamente estes dias marianos.
1. Ambientar um lugar
O primeiro é ambientar a casa, o escritório ou o lugar onde esteja. Há lares ou locais de trabalho católicos que costumam montar um altar, em um lugar especial, com uma imagem ou quadro da Virgem, adornado de flores e tecidos.
No escritório, é possível colocar uma imagem de Nossa Senhora ao lado do teclado ou como fundo de tela do computador e também do celular.
2. Leitura sobre a Virgem
Para se aprofundar mais nas maravilhas que Deus realizou e segue realizando na Virgem, é recomendável ler algumas passagens bíblicas como a Anunciação, o Nascimento de Jesus, a apresentação do menino no templo e Maria aos pés da cruz.
Por outro lado, um fato que também contém muitas mensagens para o mundo e vem dos lábios da própria Mãe de Deus é a aparição da Virgem de Fátima aos três pastorinhos, cuja festa é celebrado no próximo 13 de maio, quando será comemorado o centenário das aparições.
3. Rezar o Rosário
Como se sabe, a oração do Santo Rosário é uma das prediletas da Igreja que a própria Santíssima Virgem ensinou São Domingos de Gusmão a rezar.
Dentro das promessas da Rainha do Rosário tiradas dos escritos do Beato Alano della Rupe estão: prometo minha especialíssima proteção e grandes benefícios aos que devotamente rezem meu Rosário; a alma que se encomende a mim pelo Rosário não perecerá.
4. Participar de procissões
Um costume que ainda se vive em alguns povos é a oração da aurora, na qual um grupo de fiéis sai em procissão pelas ruas nas primeiras horas com uma imagem da Virgem e invocando o auxílio de Maria com o Rosário, orações marianas e cantos.
5. Receber os sacramentos
Do mesmo modo, não pode haver verdadeira devoção à Virgem se não participar dos sacramentos, especialmente da Reconciliação e da Eucaristia, onde Jesus espera seus irmãos com os braços abertos.
6. Realizar obras de Misericórdia
Convencidos do amor de Maria pela humanidade e fortalecidos com as graças sacramentais de nosso Senhor Jesus Cristo, é tempo de sair em ação ajudando, por exemplo, alguma mãe grávida em necessidade ou visitando o asilo de idosos, nos quais sempre há alguma mulher mais velha que se sente sozinha e incompreendida.
7. Realizar apostolado
É importante transmitir esta fé às futuras gerações. Faz muito bem às crianças, adolescentes e jovens falar com eles sobre como a Virgem os ama muito e ensiná-los a rezar à Mãe de Deus.
8. Dar de presente objetos abençoados
Também se recomenda dar de presente uma Medalha Milagrosa ou o Escapulário da Virgem do Carmo, abençoados por algum sacerdote, para que sempre que virem a imagem, lembrem-se da proximidade da Mãe de Deus e do muito que os estimava quem a deu de presente.

SANTO ATANÁSIO, Bispo, Confessor e Doutor Festa de 3ª Classe – Missa própria Grande defensor da fé contra o arianismo, passou este Santo, dos 46 anos…
Continua em: Liturgia Diária – 02/05/2025

Que maravilha! Hoje, sexta-feira, é dia de Rosário da Madrugada com Frei Gilson!
Rezemos em: https://http://www.youtube.com/live/ChsK4zj9KuM?si=hpms-xJJ_V0yKlq_
Hoje é dia de São José Operário, padroeiro dos trabalhadores. Outra data comemorativa de São José é dia 19 de março, no qual é venerado sob o título de “Patrono das famílias”, pois foi esposo da Virgem Maria e padrasto de Jesus.
Abaixo, história de São José:
SÃO JOSÉ
O nome “José” significa “Deus acrescenta um filho” ou “Deus cumula de bens”, em hebraico. É um nome muito conhecido. Existem muitos santos com o nome de José: José de Anchieta, José Benedito Cottolengo, José Cafasso, José de Calasanz, José de Copertino, José Marello, José Moscati, José Oriol e outros.
Celebramos a festa daquele José que serviu de modelo para todos os outros: José, o carpinteiro, patrono da Igreja Católica. Ele recebeu de Deus uma missão sem igual: foi escolhido para ser o esposo de Maria e o pai adotivo de Jesus. (Mt 1,18-25). Por ter sido educador de Jesus quando menino, adolescente e jovem, José teve grande importância na história da salvação. São José é visto como o homem do silêncio, escondimento e humilde. É também o homem do trabalho para sustentar sua família; é o homem justo, isto é, reto, obediente, de fé profunda, totalmente disponível à vontade de Deus.
José tinha a profissão de carpinteiro. Era um artesão simples e modesto. E foi esta profissão que ele ensinou a Jesus.
Não sabemos quando José morreu. Provavelmente foi pouco antes de Jesus começar sua pregação pública.
O Papa Pio IX declarou São José como protetor de toda a Igreja Católica e o Papa Pio XII o propôs como modelo para os trabalhadores.
Muitos santos foram devotos de São José: São Francisco de Sales, Santa Terezinha do Menino Jesus, São Tomás de Aquino; São José Marello e muitos outros…

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Hoje é quinta-feira, dia de adorar Jesus Eucarístico, como pede a Igreja Católica.
Que tal uma prece ao Senhor, que está presente na Hóstia Sagrada?
ORAÇÃO AO CRISTO SACRAMENTADO
Meu Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, eis-me aqui em companhia da Santíssima Virgem, dos Anjos, dos Santos do Céu e dos justos da Terra, para visitar-Vos e adorar-Vos nesta Hóstia Consagrada. Creio firmemente que estais tão presente, poderoso e glorioso como estais no Céu; e pelos Vossos méritos, espero alcançar a glória eterna, seguindo em tudo Vossas divinas inspirações; e em agradecimento de Vosso divino amor, quero amar-Vos com todo o meu coração e minha alma, potências e sentidos.
Suplico-Vos, Salvador de minha alma, pelo Sangue precioso que derramastes em Vossa circuncisão e em Vossa Santíssima Paixão, que exerciteis comigo este ofício de Salvador, dando-me, pela intercessão de Vossa Santíssima Mãe, os dons da oração juntamente com a perseverança, para que, quando deixar esta vida, me guieis à glória eterna que gozais no Céu.
Capela do Santíssimo Sacramento da Igreja Nossa Senhora do Rosário, no Centro, em Bragança Paulista – SP. Arquivo pessoal.
Festa de 1ª Classe- Missa Própria No ano litúrgico, há dois dias consagrados a São José. O primeiro comemora a 19 de março a entrada triunfante no …
Continua em: Liturgia Diária- Festa de São José Artesão

Faça uma prece:

Muitas vezes, o materialismo mundano domina nosso mundo e nos faz perder a espiritualidade.
Crer no futuro, que há algo depois da vida (independente da crença), nos faz mais humanos e mais respeitosos com o próximo.
Há muitos anos, o arcebispo norte-americano Fulton Sheen (falecido na década de 70), disse:
“A grande tragédia do homem moderno é que ele não acredita que tem uma alma a salvar”.
Serve perfeitamente para hoje. O imediatismo, a descrença e a desesperança proporcionam isso.

foto: Lina Trochez/Unsplash, extraída de: https://www.semprefamilia.com.br/comportamento/como-a-esperanca-e-a-perseveranca-podem-mante-lo-mais-saudavel-e-feliz
Hoje o Catolicismo celebra Santa Catarina, nascida em Sena, na Itália, que no século XIV ajudou a conciliar o Clero em um período difícil de cisão.
Repleta de espírito solidário, sempre pensando no próximo e voltada à uma vida de oração e penitência, tornou-se Doutora da Igreja.
Algumas de suas frases marcantes:
“É obrigação de todos edificar os demais com uma vida boa, santa e honesta.”
“Pelo amor, o homem se torna um outro Cristo. É pelo amor que o homem se une a Deus.”
“Toda virtude se realiza em relação ao próximo, bem como todo pecado.”
“A amizade cuja fonte é Deus, nunca se esgota.”
REZEMOS: – Santa Catarina de Sena, rogai por nós. Amém.

A beleza de um pontificado dedicado contrasta com o nojo das apostas financeiras desenfreadas: assim tem sido os últimos dias sobre o assunto “Vaticano”. Explico:
Nesse tempo em que todos se tornam “vaticanistas“ e “especialistas em conclaves” pelas Redes Sociais, esquece-se que o Papado, acima de tudo, deve ser inspiração e vocação demonstradas pelo Espírito Santo.
Vide: servir como Papa é consumir-se até o último dia da sua vida, como fizeram João Paulo II e Francisco. Isso é magnífico! É definhar-se até o último suspiro, em nome do Evangelho. Entretanto, leio o quanto as casas de apostas colocam nomes em evidência, como se fosse jogo de futebol. E sobre os “papáveis”, citamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-16Cn.
Hoje, sabe-se que depois da morte de João Paulo I, o bispo brasileiro Dom Aloísio Lorscheider obteve ⅔ dos votos no conclave, mas não quis assumir o trono de Pedro alegando que “seria ruim para a Igreja perder dois papas em pouco tempo, pois temo pelos meus problemas de saúde”. Foi uma confidência publicada por Frei Beto, após a sua morte (já que não se pode divulgar o que ocorre num Conclave, com risco de ex-comunhão). E surgiu o nome inesperado de Karol Wojytila. Aliás, a morte de Lorscheider, curiosamente, ocorreu dois anos após o falecimento de João Paulo II!
Com exceção de Ratzinger (Bento XVI), igualmente ocorreu com Francisco. Ninguém apostava em Bergoglio, que nunca manifestou desejo ou foi indicado. E com ele me recordo: “O Espírito Santo sopra onde e quando quer”.
Por conta do sucesso do filme Conclave, parece que é a escolha de um líder político e não religioso, em um ambiente sombrio. Não! A Igreja de hoje se preocupa demais para que os caminhos sejam traçados pelo próprio Deus, e clama o Espírito Santo para que não exista o que ocorreu no passado: Papas corruptos ou inapropriados. Até porque, não nos esqueçamos: qualquer homem batizado vivo pode ser eleito Papa, mesmo não estando lá na votação (obviamente isso não aconteceria hoje).
Entristeço-me quando vejo a discussão do futuro novo Papa ser baseada em Conservador ou Progressista, como se fosse eleição americana ou brasileira: Direita ou Esquerda, Republicanos ou Democratas, Capitalismo ou Comunista, PL ou PT. Nada disso! Não pode existir dualidade, nem ideologia. Até porque muitas dessas características não combinam com a fé cristã.
Que o Espírito Santo ilumine e que o novo Pontífice (sem importar se é branco, negro, amarelo; europeu, asiático ou africano), possa conduzir os rumos da Igreja à vontade de Deus.
SÃO PEDRO DE VERONA, Mártir Festa de 3ª Classe – Missa “Protexisti”, com orações e Epístola próprias. Nasceu em Verona e entrou na Ordem de S. …
Continua em: Liturgia Diária – 29/04/2025

Hoje é dia de uma mártire da causa contra o Aborto: celebra-se a festa da italiana Santa Gianna Beretta Molla, canonizada há pouco tempo. Abaixo, sua história e oração:
SANTA GIANNA BERETTA MOLLA (1922-1962)
Gianna Beretta Molla, o décimo segundo filho do casal Alberto Bereta e Maria de Micheli, ambos da Ordem Terceira Franciscana, nasceu em Magenta (Milão,Itália), no dia 4 de outubro de 1922, dia de São Francisco. Desde sua primeira juventude, acolhe plenamente o dom da fé e a educação cristã, recebidas de seus ótimos pais. Esta formação religiosa ensina-lhe a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança na Providência e a estimar a necessidade e a eficácia da oração.
No dia 4 de abril de 1928, com cinco anos e meio, fez a Primeira Comunhão. Desde esse dia, mesmo muito pequena, todos os dias acompanhava sua mãe à Santa Missa. Foi Crismada dois anos depois na Catedral de Bérgamo.
Durante os anos de estudos e na Universidade, enquanto se dedicava diligentemente aos seus deveres, vincula sua fé com um compromisso generoso de apostolado entre os jovens da Ação Católica e de caridade para com os idosos e os necessitados nas Conferências de São Vicente. Formou-se com louvor em medicina e cirurgia em 30 de novembro de 1949 pela Universidade de Pavia (Itália), em 1950 abre seu consultório médico em Mêsero (nos arredores de Milão). Entre seus clientes, demonstra especial cuidado para as mães, crianças, idosos e pobres.
Especializou-se em Pediatria na Universidade de Milão em 1952, mas freqüentou a Clínica Obstétrica Mangiagalli, pois por seu grande amor às crianças e às mães pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão engenheiro, Francesco, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. A Beata Gianna, por sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi em vir ao Brasil.
Enquanto exercia sua profissão médica, que a considerava como uma «missão», aumenta seu generoso compromisso para com a Ação Católica, e consagra-se intensivamente em ajudar as adolescentes. Através do alpinismo e do esqui, manifesta sua grande alegria de viver e de gozar os encantos da natureza. Através da oração pessoal e da dos outros, questiona-se sobre sua vocação, considerando-a como dom de Deus. Opta pela vocação matrimonial, que a abraça com entusiasmo, assumindo total doação «para formar uma família realmente cristã».
Em 1954 conheceu o engenheiro Pietro Molla. Noivaram em 11 de abril de 1955. Prepara-se ao matrimônio com expansiva alegria e sorriso. Ao Senhor tudo agradece, e ora. Na basílica de São Martinho, em Magenta, casa aos 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão Padre Giuseppe. Transforma-se em mulher totalmente feliz. Em novembro de 1956, já é a radiosa mãe de Pedro Luís (Pierluigi); em dezembro de 1957 de Mariolina (Maria Zita) e, em julho de 1959, de Laura. Com simplicidade e equilíbrio, harmoniza os deveres de mãe, de esposa, de médica e da grande alegria de viver.
Na quarta gravidez, aos 39 anos em setembro de 1961 no final do segundo mês de gravidez, vê-se atingida pelo sofrimento e pela dor. Aparece um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião “Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!” , então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Submeteu-se à cirurgia no dia 6 de setembro de 1961. Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça.
Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a”. Deu entrada, para o parto, no hospital de Monza, na sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela (Gianna Emanuela). Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus eu te amo, eu te amo” morre santamente. Tinha 39 anos. Seus funerais transformaram-se em grande manifestação popular de profunda comoção, de fé e de oração. A Serva de Deus repousa no cemitério de Mêsero, distante 4 quilômetros de Magenta, nos arredores de Milão (Itália).
“Meditata immolazione” (imolação meditada), assim Paulo VI definiu o gesto da Beata Gianna recordando, no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, “uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria”. É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.
O milagre da beatificação aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, naquele hospital onde queria ser missionária, onde foi beneficiada uma jovem protestante que tinha dado à luz.
Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994 no Ano Internacional da Família, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.
Oração à Santa Gianna Beretta Molla
– Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Deus Pai, que nos deste a Santa GIANNA como exemplo de esposa amorosa, que cercou de amor a sua família construindo uma verdadeira “Igreja Doméstica”, faz-me assimilar esse mesmo amor incondicional, consagrando minha vida ao Teu serviço junto aos que me cercam.
PAI NOSSO… ,AVE MARIA…,GLÓRIA AO PAI…
Jesus, Redentor da humanidade, que chamaste à Santa GIANNA à missão de médica do corpo e da alma, vendo o Teu sofrimento no irmão doente, fazei que, seguindo o exemplo da Tua serva, possa eu entender a minha dor e a do meu irmão, participando do sacrifício da Tua Santa Cruz.
PAI NOSSO… ,AVE MARIA…, GLÓRIA AO PAI…
Espírito Santo, fonte de todo o Amor, que infundiu no coração de Mãe da Santa GIANNA a coragem dos mártires, de testemunhar com a própria vida o amor à criança que trazia no seu ventre, colaborando de maneira extraordinária no Teu plano de criação, e, que durante toda a sua vida foi um exemplo de cristã de fé, esperança e caridade, faz-me torná-la com o exemplo para um autêntico caminho rumo à santidade.
PAI NOSSO… , AVE MARIA.., GLÓRIA AO PAI…
Ó Deus, Amante da Vida, que doaste à Santa GIANNA BERETTA MOLLA responder com plena generosidade à vocação cristã de esposa e mãe, concede também a mim (pessoa para quem quer obter a Graça), por sua intercessão (… FAZER O PEDIDO…) e também seguir fielmente os Teus Desígnios, para que resplandeça sempre nas nossas famílias a Graça que consagra o amor eterno e à vida humana. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Teu Filho, que é Deus, e vive e reina Contigo na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. AMÉM.
Rezemos, também, pela intercessão da Santa GIANNA.
Oração com Aprovação Eclesiástica
DOM DIÓGENES SILVA MATTHES
BISPO DIOCESANO DE FRANCA-SP
Patrona Diocesana da Pastoral Familiar Franca-SP

Imagem extraída de ADC Digital.
S. PAULO DA CRUZ, Confessor Festa de 3ª Classe – Missa própria Nascido em Piemonte, fundou a Congregação dos Passionistas, que tem por fim particular…
Original em: Liturgia Diária – 28/04/2025

Domingo de 2ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Pancrácio. Os cinco domingos que se seguem, celebram o Salvador ressuscitado. Mostram seu amor …
Continua em: Liturgia Diária – 27/04/2025 – Domingo in Albis

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?
Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/
A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO
por Aloísio Parreiras
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

Imagem da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Bragança Paulista / SP (autoria pessoal).
Neste sábado, ocorre o sepultamento do Papa Francisco. Alegre e carismático, ele foi flagrado em diversos momentos importantes com a maior variedade possível de pessoas.
Das fotografias dele, a minha preferida é essa abaixo, onde ele está com uma felicidade espontânea e a pomba parece ter feito pose.
Qual a foto mais marcante do pontífice que você se lembra?
SÁBADO IN ALBIS Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. João do Latrão. No sábado anterior os neófitos receberam as túnicas alvas. No dia …
Continua em: Liturgia Diária – 26/04/2025

Lamento que, em meio as exéquias do Papa Francisco, exista até jogatina em “Casas de Apostas” para saber quem será o novo Papa.
Ora, o conclave deve ser conduzido pelo Espírito Santo, que nos surpreende: quem imaginava Karol Wojtila? Ou Bergóglio?
Agora, o assunto é tratado como uma questão política, o que se torna complicado. Surgem vários nomes a “futuros Papas”: Dom Luís Antonio Gokim Tagle (de Filipinas), Dom Pierbatista Pizzaballa e Dom Pietro Parolin (ambos da Itália) e até Dom Sérgio da Rocha (de Salvador-BA, Brasil).
Porém, numa avalanche de publicações nas Redes Sociais, surge o nome do Arcebispo Dom Robert Sarah, o Cardeal Sarah, de 79 anos, natural de Guiné. Seria ele o primeiro Papa negro?
Aliás, confesso que a etnia é o que menos importa, totalmente irrelevante. Negro, branco, amarelo, indígena ou até mesmo extraterrestre: afinal, Deus é Deus de todo o universo.
Mas a curiosidade é que Sarah, prefeito-emérito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos do Vaticano, é considerado intelectual ao extremo. Uma espécie de Ratzinger da África (o saudoso Papa Bento XVI, apelidado intramuros de “Pitbull de Deus”, foi uma inspiração).
Seu nome se tornou muito conhecido no Brasil graças a Quaresma do Frei Gilson, que levou mais de 1 milhão de pessoas, todos os dias, a rezarem o Santo Rosário. E durante as preces, o Frei meditava no livro “O Silêncio de Deus”, um best-seller católico, escrito por Sarah. A propósito, uma obra maravilhosa, de profunda espiritualidade.
Sobre o Cardeal africano: ele é considerado conservador, e tem frases impactantes:
“A Igreja não é uma estrutura política, nem um sindicato. É o Corpo de Cristo! Ela deve falar de Deus, não de ideologias“.
Sobre a vida:
“O aborto é a maior tragédia do nosso tempo. E a causa pró-vida faz parte da batalha final entre Deus e Satanás“.
A respeito da Evangelização:
“A Igreja está morrendo porque seus pastores têm medo de falar com toda a verdade e clareza. Temos medo da mídia, medo da opinião pública, medo de nossos próprios irmãos! O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas.“
Em relação à figura do Papa:
“A verdade é que a igreja é representada na terra pelo vigário de Cristo, ou seja, pelo papa. E quem é contra o Papa está, ipso facto, fora da Igreja.”
Hoje é dia de São Marcos Evangelista (lembrando que o mais antigo dos Evangelhos é o dele), amigo de São Pedro e servo de Jesus. Segundo o Papa Francisco, o santo “é quem melhor conseguiu escrever com um estilo de muita simplicidade a vida do Senhor.”
Sua história em: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-e-celebrado-sao-marcos-evangelista-o-leao-alado-67688
SÃO MARCOS
Neste dia 25 de abril, a Igreja Católica celebra a festa de São Marcos Evangelista, discípulo de São Pedro e autor do segundo evangelho do Novo Testamento. Seu símbolo é o leão alado por sua relação com o Apocalipse e São João Batista.
São Marcos era judeu de origem e de uma família tão cristã que sempre acolheu os primeiros cristãos em sua casa.
Acompanhou Paulo e Barnabé, seu primo, à Antioquia na primeira viagem missionária. Também foi com Pedro a Roma.
São Marcos se separou deles em Perga e retornou para sua casa. Mais tarde, Paulo se recusou a aceitar Marcos. Barnabé rompeu a associação missionária com São Paulo e foi para Chipre com seu primo. Anos depois, São Marcos e São Paulo se juntariam em outra viagem missionária.
Sobre seu Evangelho, São Marcos o escreveu em grego, aparentemente, para um público cristão. A data em que ele escreveu é debatida, mas talvez tenha sido na década de 60 a 70 depois de Cristo.
O evangelista foi a Roma com São Pedro, apóstolo que se dirigiria a São Marcos como “meu filho”. Marcos estabeleceu a Igreja em Alexandria, onde fundou sua famosa escola cristã.
Foi martirizado aproximadamente em 25 abril de 68 em Alexandria. Suas relíquias descansam na Catedral de Veneza.
São Marcos é retratado como um leão alado em relação a um dos quatro seres viventes do Apocalipse. Alguns consideram que isso é porque o Evangelho de Marcos começa com João Batista clamando no deserto, como um leão que ruge.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
SEXTA-FEIRA DE PÁSCOA Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Maria dos Mártires Há oito dias encontramos a Mãe, de Deus ao pé da Cruz, …
Continua em: Liturgia Diária – 25/04/2025

Que benção: toda sexta-feira, tem Rosário com o Frei Gilson.
Agora, ao vivo, nessa madrugada, em: https://www.youtube.com/live/ftdCEiKh28g?si=QxgaLNzGorl-AVpB
Rezemos o Prólogo Meditado e a Oração da Manhã, em: https://youtu.be/PDb24dbtWoI?si=B4jjlvI_CnNoQg76
REPOST – Em tempos de tribulações como o que vivemos, toda força espiritual é necessária. E estamos no Tempo Pascal (a Páscoa de Cristo foi no Domingo, mas a liturgia católica se avança pelos dias – é Oitava de Páscoa hoje).
Assim, mantenhamo-nos no mesmo intuito festivo, esperançoso, de fé e alegria (pois a “Alegria do Senhor é a nossa Força”).
Dizia Santo Agostinho: “quem canta, reza duas vezes”. Então cantemos, exultemos, como a tradicional canção da ressurrreição:
“Porque Ele vive, eu posso crer no amanhã. Porque Ele vive, temor não há. Mas, eu bem sei, que o meu futuro está nas mãos do meu Jesus que vivo está!”
Mais do que isso: tenhamos sempre a certeza que nossa vida tem sentido, e Deus nos ajuda a caminhar (independente do humor / ânimo que estejamos). Prova disso, por exemplo, o que a Carta de São Pedro nos diz:
“Fostes resgatados da vida fútil herdada de vossos pais, não por meio de coisas perecíveis, como a prata ou o ouro, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha nem defeito. Antes da criação do mundo, ele foi destinado para isso”. 1 Pe 1,18-20.
Portanto… Ânimo, Coragem e Vida para todos nós!

Quinta-feira é dia reservado pela Igreja Católica à Adoração ao Santíssimo Sacramento. Sendo assim, rezemos:
ORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO por Santo Afonso de Ligório.
Senhor meu Jesus Cristo, que pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-Vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar.
Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tem feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim neste sacramento; por me terdes concedido como advogada vossa Mãe Santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.
Eu vos saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração, e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de graças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adorar-Vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental está menos reverenciada e em maior abandono.
Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade.
Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro.
E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a Vós e renuncio toda a própria vontade.
Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria.
Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.
Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atender. Amém.

Foto do interior da Capela do Santíssimo Sacramento do Hospital São Camilo (Bairro da Pompéia, São Paulo/ SP). Arquivo Pessoal.
QUINTA-FEIRA DE PÁSCOA Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação na basílica dos Doze Apóstolos Na igreja estacional de hoje encontra-se a …
Continua em: Liturgia Diária – 24/04/2025

Neste sábado, ocorre o sepultamento do Papa Francisco. Alegre e carismático, ele foi flagrado em diversos momentos importantes com a maior variedade possível de pessoas.
Das fotografias dele, a minha preferida é essa abaixo, onde ele está com uma felicidade espontânea e a pomba parece ter feito pose.
Qual a foto mais marcante do pontífice que você se lembra?
A liderança é um dom! Ela pode ser treinada, estudada, mas a pessoa ser vocacionada a ser líder se torna preponderante para o sucesso em qualquer empresa.
Dito isso, compartilho esse fantástico texto de um judeu que mostrou doze pontos comparativos da liderança do Papa Francisco frente ao Catolicismo, levando seus atos ao Mundo Corporativo.
Uma publicação bem bacana que extrapola a diferença entre religiões e vai até a gestão administrativa.
Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/2017/03/13/12-licoes-de-lideranca-do-papa-francisco/
12 LIÇÕES DE LIDERANÇAS DO PAPA FRANCISCO
por Jaime Septién
Com a comemoração de mais um aniversário de pontificado do Papa Francisco, o mundo editorial colocou em circulação alguns textos que falam do Santo Padre, de suas fontes de inspiração, dos problemas que tem enfrentado na renovação da Cúria Romana, dos problemas das finanças no Vaticano, etc. Mas poucos têm sido tão especiais como fez, em 2014, Jeffrey A. Kermes, um especialista em questões de liderança.
Kermes é filho do Holocausto, ainda que tenha nascido em Chicago. Seus pais se conheceram nos Estados Unidos, mas ambos – de ascendência judia – fugiam de Hitler. A área de trabalho de Kermes é o estudo da forma como os líderes das grandes corporações industriais, comerciais e de serviços, assim como líderes políticos e militares exercem suas influências.
Nada mais distante de um Papa da Igreja Católica. Mas Francisco mudou tudo. Inclusive a visão de liderança de um pesquisador judeu, acostumado a remexer no interior das empresas e dar conselhos a seus donos sobre como dirigi-las melhor.
Kermes teve que estudar o Catolicismo, aproximou-se da Igreja e – diante do reconhecimento da humildade de Bergoglio – mudou sua ideia de liderança. “Minha visão sobre Francisco difere, por exemplo, da de um membro praticante da Igreja Católica ou da de um teólogo; eu o vejo através de uma lente laica, e é através desta lente que posso discernir os princípios de liderança que emergem do discurso ou das ações deste Papa”, disse o autor.
A partir disso, Kermes escreveu um livro interessantíssimo: “Liderar com humildade. 12 lições de liderança do Papa Francisco”.
Eis aqui a lista das lições que podem muito bem servir a um pai ou a uma mãe de família, a empresários, professores, padres…

E hoje é dia de São Jorge! Na tradição católica, esteve quase “suspenso” por questão dogmática. Mas nos dias atuais Jorge tem sua santidade aceita pelo Vaticano.
Conheça sua história (extraído de: “Santo do Dia”, em cancaonova.com):
SÃO JORGE
Lembrado como ‘o grande mártir’, foi martirizado no ano 303. Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o Santo Evangelho.
São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado. Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão: “Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, venceu-o com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres.” Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Isto é o essencial. Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor. São Jorge, rogai por nós!
Imagem, abaixo, extraída de: https://cleofas.com.br/sao-jorge-e-santo-mesmo/
QUARTA-FEIRA DE PÁSCOA Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Lourenço extra muros Para, exprimir a sua gratidão, os neófitos se reuniam…
Continua em: Liturgia Diária – 23/04/2025

Do saudoso Papa Francisco, via Twitter, há 3 anos (mas extremamente atual):
“Se o mal é contagioso, o bem também é. Deixemo-nos contagiar pelo bem e contagiemos o próximo com o mesmo bem.”
Você contagia as pessoas com o quê?

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.
O Papa Francisco, que nos deixou nessa segunda-feira, se notabilizou por coisas maravilhosas. Tentou rejuvenescer a Igreja, buscou o Ecumenismo e imitou o que Jesus Cristo fez: sentou-se à mesa com os marginalizados.
O Pontífice ainda escreveu sobre a Eucaristia para divorciados, permitindo em situações muito específicas, com párocos testemunhando os casos, de receberem a Hóstia Sagrada. E, mais ousadamente, por três oportunidades, defendeu o acolhimento aos homossexuais, lembrando que todos somos Filhos de Deus.
Aqui, as falas das citações acima: https://www.instagram.com/reel/DItZSPyxHmm/?igsh=OWFvOHoydmNob2sw.
Com pesar, vejo algumas pessoas radicais, que não devem estar em Comunhão com a Santa Mãe Igreja, festejando o falecimento, pois “morreu o papa comunista”. Ora, Jesus não era capitalista ou comunista, Ele mesmo disse: “a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.
Pior: outros vieram com as bobagens de que o anti-Cristo “seria o Papa que veio do fim do mundo”, lembrando o fato de Francisco vir da Argentina. O que se dirá se o seu sucessor for negro?
Certamente, Franciscus (como estará na sua lápide) será lembrado por aquele que tentou trazer paz ao mundo, independente da própria crença. E por nós, católicos praticantes e que não se deixaram contaminar pelas ideologias mundanas, por quem tentou imitar o seu próprio inspirador em pobreza (São Francisco de Assis), buscando cumprir a vontade do Cristo Salvador, que vivo e ressuscitado está!
Em breve (e penso ser uma Graça Divina), teremos Bergóglio canonizado, intercedendo por nós, pois na Jerusalém Celeste já está. E certamente, de lá, intercederá pelo perdão de Deus por aqueles que nesse mundo o ofenderam.
TERÇA-FEIRA DE PÁSCOA Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Paulo Também o Apóstolo das gentes reúne os Cristãos e os instrui sobre as …
Continua em: Liturgia Diária – 22/04/2025
