– Cuidado com o Bisfenol (BPA). Ele está entre nós…

Você já ouviu falar do Bisfenol (conhecido como BPA)?

Ele é usado principalmente em mamadeiras e copos infantis. Nos EUA, há uma campanha muito grande para se evitar o uso desse produto químico, sob suspeita de causar câncer. Lá, os produtos estão com a inscrição: FREE BPA, a fim de identificar que o produto está ‘limpo’.

Aqui no Brasil, ninguém falou ainda sobre o assunto. Mas em uma Universidade do Missouri, mais um motivo: o BPA contaminaria hormônios sexuais! Entenda bem a descoberta, abaixo:

Extraído de Úlitmo Segundo / IG, em http://is.gd/IuFsuG

BPA BISFENOL USADO EM MAMADEIRA É O RESPONSÁVEL POR FEMINILIZAÇÃO DE RATOS

O bisfenol A (BPA), substância controversa usada, entre outras coisas, no revestimento interno de garrafas de plástico e mamadeiras, está associado à feminilização de ratos, segundo estudo publicado esta segunda-feira (27).

A pesquisa, feita por cientistas da Universidade do Missouri, mostram que os ratos machos , expostos enquanto fetos à BPA, se comportam mais como fêmeas, especialmente em suas capacidades para se orientar em seu entorno.

Esta observação leva os cientistas a concluir que no homem este componente químico poderia ter efeitos nefastos no desenvolvimento e nos traços cognitivos próprios de cada sexo, que são importantes para a reprodução.

“Os ratos da experiência expostos ao BPA – guardadas as proporções, em quantidades equivalentes absorvidas pelo homem – parecem normais, mas no entanto são claramente diferentes”, explicou Cheryl Rosenfeld, professora adjunta de ciências biomédicas da escola de medicina veterinária da Universidade do Missouri e principal autora do estudo.

“As ratas não querem acasalar com os machos expostos ao BPA e estes últimos têm dificuldades maiores em navegar espacialmente para encontrar parceiras sexuais”, destacou.

Segundo os autores, este estudo deve estabelecer as bases para futuras pesquisas sobre como o BPA pode afetar diferentemente os comportamentos de meninos com relação ao das meninas.

A pesquisa foi publicada nos Anais da Academia americana de Ciências com data de 7 de junho a 1º de julho.

Enquanto a Agência Americana de Alimentos e Medicamentos notou “inquietações” com relação aos efeitos do BPA e que o Canadá foi o primeiro país do mundo a classificar este produto como tóxico, a falta de acordo entre os cientistas quanto aos seus efeitos em animais e seres humanos persistem.

IMPORTANTE:

Foi com extrema preocupação que a Plastivida tomou conhecimento da matéria: – Cuidado com o Bisfenol (BPA). Ele está entre nós…”, publicada em 23 de março. A matéria contém uma série de incorreções sobre os plásticos e seus componentes, trazendo desinformação ao leitor e expondo, assim, a sociedade a informações infundadas e alarmistas.

A Plastivida esclarece que o Bisfenol-A (BPA) não é uma substância presente em todos plásticos, mas está presente apenas no Policarbonato. Assim, não tem qualquer relação com os diversos produtos fabricados com outros tipos de plásticos usados em utensílios para bebês, garrafas, embalagens de alimentos, utensílios de cozinha, pratos, talheres plásticos, copos, filmes plásticos, potes de freezer e microondas (“tupperwares” e similares), entre outros.

A matéria causa grande confusão na relação do BPA com produtos plásticos, que são atóxicos, inertes e seguros. Ela termina por levar desinformação quanto ao tema o que gera preocupação desnecessária à população, que se vê envolta de dúvidas que sequer deveriam existir. Do ponto de vista da indústria gera extremo desconforto, pois termina por denegrir a imagem de um produto tão fundamental na vida das pessoas como os plásticos, ou seja, é um desserviço ao consumidor.

Existem inúmeros estudos científicos que esclarecem que o BPA é uma substância segura. Nos Estados Unidos, as embalagens de plásticos que entram em contato com alimentos são rigidamente regulamentadas pela Food and Drug Administration (FDA). No Brasil, a mesma preocupação de se garantir produtos seguros aos consumidores se dá por meio de regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que aprova o uso de embalagens plásticas para diversas aplicações, conforme a Resolução RDC 105, de maio de 1999, que diz: “Regulamenta as embalagens e equipamentos, inclusive revestimentos e acessórios, destinados a entrar em contato com alimentos, matérias-primas para alimentos, águas minerais e de mesa, assim como as embalagens e equipamentos de uso doméstico, elaborados ou revestidos com material plástico”. Esse processo se repete em diversos países.

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– A Crise da Takata com os Airbags

Imagine o prejuízo que a japonesa Takata, do ramo automotivo, está tendo com os problemas que envolvem os airbags fabricados por ela. Ocorrerá o maior recall da história da indústria dos automóveis por conta disso. Uma empresa chinesa pode estar comprando suas ações.

Veja, extraído de: https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2017/03/02/takata-assume-culpa-no-caso-dos-airbags-fatais-maior-recall-da-historia.htm?cmpid=tw-uolnot

TAKATA ASSUME CULPA NO CASO DOS AIRBAGS FATAIS, MAIOR RECALL DA HISTÓRIA

Admissão de culpa tem como objetivo amenizar sanções judiciais

A fornecedora de autopeças Takata se declarou culpada, perante o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, em ação criminal sobre a produção de milhares de airbags defeituosos da companhia, que causaram pelo menos 17 mortes e motivaram o maior recall de automóveis da história.

Só no Brasil, mais de 2,5 milhões de veículos estão afetados pelo problema, mas apenas 16% foram reparados desde 2013.

A admissão de culpa acontece cerca de um mês após a empresa fechar um acordo de US$ 1 bilhão em compensações, incluindo o repasse de US$ 850 milhões para as montadoras afetadas procederem com os reparos necessários, US$ 125 milhões para um fundo de amparo às vítimas e outros US$ 25 milhões em multas.

Os airbags defeituosos afetaram milhões de automóveis de diferentes marcas em vários países. As bolsas infláveis, que deveriam proteger os ocupantes em caso de colisão, apresentam uma falha no insuflador, que pode se romper e projetar fragmentos metálicos na cabine contra os ocupantes, o que pode causar lesões fatais.

Só nos EUA, a Takata enfrenta centenas de ações judiciais e muitos advogados que representam supostas vítimas estão contestando o acordo judicial — de acordo com o “Detroit News”, os defensores temem que as montadoras saiam livre de penalidades, mesmo havendo evidências de que elas sabiam do defeito e mesmo assim continuaram instalando o equipamento.

Segundo o “Automotive News”, há pelo menos uma ação correndo contra Honda, Toyota, Nissan, Ford e BMW por conta disso. Ela foi aberta em Miami, Flórida (EUA), onde há mais de 130 ações judiciais contra a Takata.

Enquanto isso, a japonesa enfrenta sérios problemas financeiros, com bilhões de dólares em perdas fiscais, e pode ser adquirida pela chinesa Key Safety Systems.

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– A queda de preços real do Diesel e parcial da Gasolina. Mas e o aumento da CPFL?

A Petrobrás anunciou a redução de preços dos combustíveis na última sexta-feira, dia 24. E desta vez, algo surpreendente: a Gasolina caiu 2,3% (o que poderia refletir de R$ 0,08 a R$ 0,10), mas não foi sentida na totalidade tal redução nas bombas. Entretanto, o Óleo Diesel teve queda de 3% (queda de R$ 0,09 aproximadamente), sendo que a redução chegou à totalidade ao consumidor.

A má notícia é: se os combustíveis estão em queda, a energia elétrica vai aumentar sensivelmente de preços…

Nunca o cidadão escapa ileso das tarifas públicas.

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– As 3 divisões do Paulistão e os circos dos mandos de jogo

Sabiam que os clubes do Campeonato Paulista das 3 divisões estão rodando o Estado por diversos motivos?

O Monte Azul está jogando em Bebedouro por conta de falta de saídas da arquibancada da sua arena;

O Atibaia joga em Indaiatuba por falta de apoio da Prefeitura local.

O Red Bull (que joga em Campinas mas sua base é em Jarinu) joga no Pacaembu contra o Santos para “fazer renda”.

O Mogi Mirim já mandou jogos em Limeira e no Nicolau Alayon.

O Audax Osasco jogou em Barueri também para conseguir melhor rendimento financeiro.

A Catanduvense está mandando os jogos em Rio Preto.

Enfim: o que você pensa em mandos de jogos em outras praças? É um campeonato estadual itinerante: e isso é bom ou ruim?

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– Foi Black Friday ou Black Fraude?

Eu consegui comprar algumas coisas que precisava com um pouco de desconto nessas promoções de Black Friday. Entretanto, me surpreendo com algumas empresas que agem de má fé.

Uma loja de tênis esportivos (e várias outras fazem a mesma coisa) estava vendendo o tênis Asics Kinsey 6 por R$ 699,00 dias atrás (provavelmente, esse tênis – que custava quase R$ 1.000,00 no começo do ano – está para ser descontinuado para o lançamento do modelo 7 e há mais de um mês teve o preço reduzido). Não é que tiveram a cara de pau de colocar o anúncio: Black Friday – de R$ 999,00 para R$ 699,99?

Picaretagem total!

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– Cartões Amex de Viagem pelo Itau: um golpe complicado!

Pensei que era uma vigarice de outrem, mas foi de uma instituição respeitável.

O meu pai recebeu duas correspondências: a primeira que ele teria que pagar 5 dólares mensais por um cartão American Express Global Travel e outra de 5 euros por um outro cartão.

Tudo seria aceitável se ele tivesse algum cartão destes. Acontece que ele NUNCA solicitou ou recebeu tais cartões.

Após 45 minutos (sim, tudo isso) em uma ligação de espera, fui atendido pelo Amex que me disse o seguinte:

Gerentes do Banco Itau precisam cumprir metas mensais. E como esses cartões não tinham cobrança de anuidade ou mensalidade, os gerentes o emitiam aos seus clientes que nem recebiam”.

É mole? Que golpe mais bem bolado. E agora os correntistas do Itau que receberam a cobrança estão aos montes ligando (assim como meu pai fez) pedindo o cancelamento destes cartões que nunca receberam e nem ciência tiveram!

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– Etanol: bomba baixa e preço alto

Os consumidores se assustaram com a alta dos preços dos combustíveis. E já havíamos dito que a queda de R$ 0,03 aproximadamente na Gasolina, anunciada pela Petrobras, não se faria sentir no bolso, devido a alta do Etanol.

Em 22 dias do mês de Outubro, o preço do Álcool Etílico subiu R$ 0,30 aproximadamente, e como a Gasolina é composta de 27,5% de Álcool Anidro (a fonte é a mesma: a cana), seria impossível não sentir os reflexos da alta dos combustíveis.

É claro que abastecer Etanol deixou de ser vantajoso, e apesar do anúncio da “queda da gasolina”, o motorista já percebeu que dentro dessa lógica o preço subiu e não baixou.

Em tempo: o Governo do Estado de São Paulo, a ANP e o Inmetro fiscalizaram mais de 4000 postos de combustíveis nos últimos dias, e 13% estavam com as bombas irregulares (1 litro tinha menos de 1.000 ml…).

Coitado do cliente!

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– Os bancos quase não precisam mais de bancários

A Greve dos Bancários continua, embora, nesses dias tão digitais, há várias opções para driblar as agências fechadas. Afinal, se faz de tudo pela Internet.

A verdade é que a categoria de trabalhadores em bancos se tornou quase, de fato, dispensável pelos banqueiros. Prova disso? Viram as propagandas do Itau em que o correntista abre a conta pelo celular, escaneia seus dados e nem precisa de mais nada? É através do App “Itau abrecontas”.

Aliás, quanto custam os infinitos anúncios feitos em folha dupla nos jornais e revistas de grande circulação?

Tudo isso ajuda o cliente, pois é mais prático. Mas há outro fator: o cliente acaba, em muitos casos, trabalhando para o banco, pois com as tarifas que pagamos… tudo vira self service!

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– Clientes Ocultos na Moda!

Cada vez mais as empresas adotam a prática de contratação de empresas especializadas para serem consumidores dos seus próprios produtos/ serviços. A idéia é de que anonimamente, os consumidores contratados dêem um retorno adequado e testem o atendimento e a compra efetuada.

Em muitos casos, a ação beira a espionagem. Compartilho a boa reportagem de uma edição antiga da Revista Veja (Ed 07/12/2012, pg 110-111) sobre esse tema. Abaixo:

CLIENTES OU ESPIÕES

por Renata Betti

Em: http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Veja_montagem.jpg

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– É carga de Impostos ou simplesmente Exploração? Diferenças do Brasil e dos EUA.

Meu computador pessoal é um Macbook Pro, e a fonte de energia (o Carregador dele) é um artigo complicado de se encontrar. Ele está com problemas, e ao fazer uma vasta pesquisa, me assustei.

Numa loja Apple da minha cidade, custa R$ 649,00 (quase 200.00 dólares). Praticamente o mesmo preço em outras lojas de Campinas e São Paulo.

Se você arriscar um “Xing Ling”, pode achar até por R$ 225,00. Mas sabe quanto custa o produto original nos Estados Unidos? Entre US$ 20.00 a US$ 25.00!

Como justificar tamanha diferença?

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– Dicas para proprietários de veículos bicombustíveis

Invariavelmente vemos carros que aceitam gasolina e etanol que não se adaptam à mudança de combustível.

Caro motorista, saiba que o seu veículo tem um chip que precisa entender o que você está abastecendo.

Se você roda com gasolina e quer mudar para etanol, deve deixar o tanque se esvaziar até o limite da reserva, e aí completar o tanque com o outro produto. Caso contrário (se você anda com meio-a-meio), o módulo pode entender que você está utilizando combustível adulterado.

Algo importante e que passa desapercebido: quando você muda o combustível, precisa rodar alguns quilômetros para que seu carro entenda o que aconteceu. Se você trocar o combustível e estacionar o carro na garagem, fatalmente, quando você der a partida, o carro pode não funcionar.

Um cuidado a mais: alguns carros podem viciar com determinado combustível, e se você não muda com frequência, pode ser que seu carro não renda o que deva e até falhe por muitos tanques abastecidos.

Ademais, último conselho: não se esqueça de abastecer o reservatório da injeção eletrônica, caso esteja usando a opção etanol.

Tais dicas ajudam os motoristas a terem tranquilidade quando abastecerem seus carros.

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– Propaganda do Banco Itaú é bonita, mas o serviço…

Ultimamente, trabalhar com o Banco Itau tem sido um inferno!

Tarifas caras, desconta-se tudo e nunca se leva uma vantagem sequer.

Há 1 ano tenho uma pendenga com o Consórcio Itau, onde fui ‘afanado” e não consigo reaver meu prejuízo.

O que irrita é que as propagandas são maravilhosas. Quem não conhece, acha que o banco é seu amigo íntimo e lhe ajuda de graça.

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– Mitsubishi manipulando testes de combustíveis?

Tetsuro Aikawa, presidente da Mitsubishi Motors, teve que se curvar e pedir desculpas aos clientes proprietários de carros da Mitsubishi e da Nissan, sua parceira. Motivo: assim como a Volkswagen, a companhia fraudou os testes de emissão de gases poluentes.

Abaixo, extraído de: https://t.co/uGJhdoC429

MITSUBISHI ADMITE MANIPULAÇÕES EM TESTES DE CONSUMO DE COMBUSTÍVEL

A montadora japonesa Mitsubishi Motors admitiu nesta quarta-feira (20) ter “manipulado testes de emissões para apresentar rendimentos de energia melhores”, uma fraude que envolve pelo menos a 625 mil veículos de pequeno porte, alguns construídos pela também nipônica Nissan.

O anúncio foi feito no momento em que a indústria automobilística passa por controles mais rígidos, depois que a alemã Volkswagen admitiu ter instalado um software para manipular os resultados de emissões em milhões de veículos.

A ação da Mitsubishi Motors despencou 15% nesta quarta-feira na Bolsa de Tóquio. O título perdeu 15,16% no fechamento, a 733 ienes.

“Pedimos desculpas a todos os nosso clientes e às demais partes afetadas”, afirmou o presidente do grupo, Tetsuro Aikawa, durante uma entrevista coletiva no ministério dos Transportes.

“Nosso cliente Nissan descobriu divergências entre os números divulgados e os constatados, e solicitou uma revisão”, anunciou a empresa em um comunicado.

Decidimos interromper a produção e as vendas dos modelos envolvidos”, explicou a empresa. A Nissan adotou a mesma medida.

A Mitsubishi Motors, conhecida pelos modelos 4×4 Outlander e Pajero, vende quase um milhão de carros por ano.

Para o ano fiscal encerrado em março de 2016, o grupo espera um volume de negócios equivalente a 18 bilhões de euros (US$ 20,3 bilhões). Os resultados serão divulgados em 27 de abril.

O caso recorda o escândalo da Volkswagen, revelado há alguns meses. O grupo alemão, proprietário de 12 marcas e com quase 200 bilhões de euros de volume de negócios, admitiu em setembro que manipulou os motores a diesel de 11 milhões de veículos em todo o mundo para que parecessem menos poluentes do que eram na realidade.

O grupo Volkswagen registrará em 2015 perdas de bilhões de euros, provocadas pelas provisões que a empresa deve constituir para enfrentar os custos e indenizações, ainda não determinados, vinculados ao “desengate”.

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– Os Consumistas são pessoas Esperançosas?

Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:

O Consumo é um ato de esperança!”

Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?

É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?

E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?

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– As Lojas de Amostras Grátis

No Japão, lojas que dão amostras grátis de seus produtos se tornaram um modismo. E esse mesmo modismo está chegando no Brasil, com algumas redes abrindo suas filiais aqui.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/67674_PODE+VIR+QUE+E+DE+GRACA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

PODE VIR QUE É DE GRAÇA

por João Loes

Chegam ao Brasil as lojas de amostras grátis, de onde é possível levar, sem pagar, produtos de até R$ 100

Imagine entrar em uma loja com os últimos lançamentos de marcas consagradas de todos os setores, escolher o equivalente a R$ 500 em compras e sair sem pagar nada – nem ser preso por roubo. Isso será possível no mês que vem, com a inauguração da primeira loja de amostras grátis do País, na cidade de São Paulo. Nela, consumidores associados poderão escolher até cinco produtos para levar para casa, com a condição de que respondam a um questionário virtual de avaliação. E para se associar basta desembolsar uma anuidade simbólica que não passa dos R$ 15. Este modelo de negócios, batizado de tryvertising – uma fusão das palavras try (experimentar) e advertising (propaganda) –, desembarca no Brasil depois de quatro anos de sucesso no Japão, na Espanha e nos Estados Unidos. “Corri para me cadastrar”, conta a socióloga paulistana Cristiane Donini, 40 anos. “Como posso levar sem pagar, acho que vou me sentir mais livre para experimentar produtos que eu não levaria se tivesse que pagar.”

Dar diferentes opções de amostras grátis para o consumidor é a novidade dessas lojas. Embora sejam usadas pela indústria da propaganda, as amostras, de maneira geral, chegam ao comprador em potencial sem muito critério, como um sachê de xampu em uma revista, bebidas em um bar ou produtos em supermercados. O produto pode até acabar nas mãos de quem interessa, mas o risco de que a amostra seja esquecida ou descartada é enorme. No tryvertising um importante filtro entra em ação logo de início: o da escolha do comprador, pois ele quer o produto. “Com isso, a avaliação que recebemos é mais relevante”, explica João Pedro Borges Badue, publicitário e sócio da Sample Central!, uma rede internacional de lojas de amostras grátis que abre sua filial brasileira em junho, também em São Paulo. “Culturalmente, o brasileiro é curioso e aberto ao que é novo”, lembra Badue, que investiu R$ 4 milhões na empreitada com sócios como a agência Bullet e a empresa de pesquisas Ibope. No primeiro ano, eles esperam recuperar o investimento faturando R$ 7 milhões.

A pioneira no Brasil será o Clube Amostra Grátis, que abre as portas em 11 de maio num espaço de 400 m2. “Como não temos vínculos fortes com agências de publicidade, podemos aumentar a variedade de amostras grátis em nossas gôndolas”, diz Luis Gaetta, publicitário e fundador do clube. Ter uma carteira variada de clientes expondo é fundamental, pois parte do faturamento das lojas decorre da venda dos espaços nas gôndolas às empresas que querem exibir seus produtos. Somadas, as expectativas de cadastro de clientes no primeiro ano das duas lojas chega a 60 mil pessoas. Parece que dar opinião finalmente virou um negócio lucrativo para todos.

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– E os Correios?

Sou do tempo em que, quando se falava de CORREIOS, se lembrava de uma estatal que era orgulho nacional!

E hoje?

Eu, particularmente, não recebo uma carta sequer em dia! Contas? Esqueça, se depender do serviço de postagem, ficarão sem ser pagas. E dá-lhe tirar segundas vias de tudo…

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– Um dia de expectativa frustrada no Thermas Water Park

Sabe quando você planeja um passeio e ele não é realmente aquilo que você esperava?

Não sei se dei azar, se foi uma excepcionalidade, se tudo deu errado para os organizadores do empreendimento ou se frequentemente se trabalha daquele jeito; mas sei que foi decepcionante e estressante nosso desejado dia de descanso em São Pedro, no Thermas Water Park.

Eu conheço o excepcional Thermas dos Laranjais em Olímpia-SP e também o Beach Park em Fortaleza-CE. Resolvi passear com minha família no Water Park para conhecer e por ser perto.

Fui no Domingo de Carnaval. No site, havia a opção de compra antecipada e a tabela de preços – dias normais, domingos, feriados e dias especiais. Apesar do domingo não ser um feriado, constava a tarifa mais cara: ou seja, um dia especial, mostrando que o Parque estava preparado para grande movimento.

Nosso martírio começou para entrar no estacionamento: na estrada de acesso, uma fila de carros onde esperamos por 20 minude tos. Não sabíamos do que se tratava, e ao ver que era simplesmente o movimento de entrada, assustamos.

Chegando na portaria, vimos que nossos ingressos comprados na Internet eram vouchers a serem trocados na bilheteria. Portanto: se você comprar pela Internet para evitar filas, esqueça o propósito! Uma fila imensa na qual entramos as 11h00 e desistimos as 11h30; afinal, andamos pouquíssimos metros. Resolvemos então almoçar para depois voltar a encarar a fila que, naturalmente, pelo horário, se reduziria.

No restaurante externo, também tivemos que esperar até 12h00, pois não servia almoço antes desse horário. O garçom (sim, só havia 1) não sabia explicar se criança pagava meia ou não no self-service, e a fila de espera aumentava. E não é que, para pagar o almoço, não aceitavam cartão de débito ou crédito pois as maquininhas estavam fora do ar? Assim, leve dinheiro para tais eventualidades.

Voltamos à fila da entrada: mais meia hora de espera e soubemos que não havia armários para locação a fim de guardar nosso pertences. Como poderíamos andar nas piscinas e por todo o parque com sacolas, carteiras e outros apetrechos na mão? Nos foi sugerido um guarda-volume, sem sucesso pela lotação. A moça dos armários nos disse que realmente eram poucos que se tinham disponíveis (nenhum para aquele momento) e que muitos estavam abertos pois as pessoas levavam as chaves e não dava para fazer manutenção. E o tempo passava, a paciência se esgotava e ninguém nada resolvia. Vimos uma hiper lotação nas piscinas e filas imensas por todos os lados. Resolvemos desistir e quando nossa filhinha percebeu que iríamos embora… imagine o choro de uma criança diante de uma piscina com o calor que fazia!

Fomos conversar com a gerente, Sra Ivani, que foi muito gentil e ouviu pacientemente nossas justas queixas. Ela nos ofertou a devolução do dinheiro ou que guardássemos nossas coisas no armário pessoal dela. Topamos a segunda alternativa, a fim da nossa pequeninha não ficar tão sentida e curtir o passeio.

O Water Park é bonito, piscinas bacanas, mas a infraestrutura ficou muito a desejar. Para comprar um sorvete, entre fila de pedido e retirada, pelo menos perda de meia hora. Comer lá dentro é caro e as filas desestimulantes. O principal ponto negativo e que me traz admiração é: se foi cobrado dia especial, é sabido que haveria movimento. Não há limite de ingressos a venda?

Ora, é claro que na hora que atinge um certo limite de vendas pela Web, deveria-se parar as vendas para aquele dia. E isso não acontece, sendo vendidas entradas na bilheteria física, mesmo com a quantidade absurda de gente que já estava lá dentro. Sem contar ainda que o Thermas está dentro de um condomínio, sendo também um clube para os condôminos que acessam as suas dependências.

Confesso a decepção total do que passamos naquele dia, salvo parcialmente graças ao esforço e atenção da gerente. Ficarei na curiosidade: em um domingo normal, lá é muito diferente? E nos domingos de movimento, sempre é aquele pandemônio?

Enfim: por quê se vende mais bilhetes do que o parque suporta? E isso não se discute, pois quem esteve lá no domingo 07/02/2016, não precisa ser especialista para observar a irresponsável superlotação.

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– Sky e o desrespeito aos seus consumidores

Por contenção de despesas, mudei meu pacote da TV por assinatura. E tive a terrível experiência de contar com a “atenção” do atendimento Sky por telefone (pois, pela Internet, o site não terminava as operações e dava erro…)

Dia 01: 5 ligações de 6 minutos cada, sem completar, para tentar fazer uma opção por plano mais barato. Desisti.

Dia 02: 3 ligações tentando e… finalmente consegui conversar com alguém para mudar meu plano. Quando a modificação seria efetivada, caiu a ligação!

Dia 03: Finalmente mudei meu plano.

Ainda no dia 03: Quase todos os canais foram apagados, os exclusivos do plano antigo e os do novo plano. O atendimento automático disse que tudo estava resolvido, após os procedimentos realizados, e que eu deveria esperar 2 horas para os canais voltarem pois “excepcionalmente” estavam com lentidão.

Dia 04, 08h. Os canais que deveriam estar liberados continuam fora do ar. Ligo novamente, diz que o procedimento foi corrigido e que eu deveria esperar 2 horas pois “excepcionalmente” estavam com lentidão (acho que você já leu isso…).

Dia 04, 12h. Idem.

Dia 04, 20h. Idem.

Dia 05, 10h. Idem.

Vão me descontar esses dias pagos sem o serviço?

Aliás, devo ser trouxa em continuar com o péssimo serviço de uma empresa que “faz de conta” personalizar o atendimento eletrônico com uma atendente virtual debochada e que repete as mesmas situações.

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– Apagão da Vivo!

Usuários da Vivo sofrem hoje… os celulares da empresa no estado de SP estão sem sinal. A promessa é que a linha volte (acredite) ainda hoje!

Vivo, Claro, Tim, Oi… todas sempre maltratam o consumidor.

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– Obrigado por nada, Banco Itaú!

Poucas vezes vou ao banco, estrutura física. O que posso fazer, utilizo pela Internet.

Mas não é que à tarde toda as agências do banco Itaú ficaram sem receber, pagar, depositar, sacar, ou qualquer outra coisa que possa fazer?

Nem pelo atendimento humano, tampouco pelos caixas eletrônicos?

E se meu saldo ficou descoberto porque o banco não permitiu que eu depositasse: o Itaú irá me abonar de juros?

Idem para quem não conseguiu pagar suas contas em suas próprias agências…

Com o lucro bilionário que têm (R$ 5 BI NO ÚLTIMO TRIMESTRE), os bancos não podem permitir tais graves falhas.

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– Como justificar os aumentos dos Planos de Saúde?

Possuo um plano de saúde corporativo da Unimed. Para minha família, pago hoje R$ 504,30 e sou pessimamente atendido.

Marcar ortopedista? Um sacrifício! Eles escolhem um dia específico para agendar consultas e impõe limites de pacientes a serem atendidos.

Parto? Esquece, os médicos cobram a parte.

Eis que mudaram a administradora de cobrança da Unimed, sem prévio aviso, e reajustaram para R$ 646,02. Ou seja, 28,1% de aumento!

Se a inflação desse país é de (oficialmente) 6,41% como justificar um aumento de quase 30%?

Eles próprios não sabem explicar…
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Que a saúde pública no país é uma vergonha, sabemos. Mas que a saúde privada está a desejar, não tenha dúvida.

– Bombom Lacta, “bigato” e o Controle de Qualidade.

Junto com minha filha, comprei uma caixa de bombom da marca “Variedades”, da Lacta (Mondeléz), semana passada, no Supermercado Boa do Maxi Shopping (Jundiaí/SP). Eis que me chamou a atenção que a caixa trazia uma novidade: não é mais lacrada por um filme plástico, e vem com uma propaganda exaltando tal medida: “MENOS PLÁSTICO / MENOS DESPERDÍCIO”.

Pois é… deixei ela em cima da mesa para fazer uma surpresa para minha esposa, junto com um bilhetinho bem carinhoso escrito pela filhota. Quando minha mulher abriu… uma larva dentro da caixa! Aqui no interior chamamos de “bigato”. Que chato, horrível, nojento e estraga prazeres.

O lote impresso na caixa é o CC05515253, validade até 25/09/2015.

As fotos estão abaixo:

Enfim, quero crer que a redução de custos da retirada do plástico me fez tornar um “felizardo” (ou melhor, “infelizardo”) que foi sorteado com tal exceção. Ou será que essa economia tem trazido mais infortúnios a outros clientes também?

Fico no aguardo da resposta da Lacta, o qual entrei em contato com a queixa pelo 0800.7041940 e prometeu averiguar. Espero a troca do produto (já agendada) e, principalmente, uma manifestação do que pode ter acontecido (no aguardo em 45 dias).

Destaco: fui muito bem atendido durante a reclamação!

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– Itau sumiu da Web e o cliente…

Valeu, Itau!

O banco ficou fora do ar na tarde de quinta, “ajudando os clientes” em dia de pagamento… Nenhuma transação no Banking, nem os cartões de débito funcionando, “nadica de nada”.

Já perceberam que neste mundo eletrônico e de dinheiro virtual, somos reféns da tecnologia e não conseguimos mais viver sem ela?

Acostumamo-nos com um conforto que não abrimos mais mão…

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– O Recall da Spin. Abra o olho, dona Chevrolet

A GMB (General Motors do Brasil) pensa estar tratando o cliente do Brasil como americano. Mas, na prática, o faz só em tese

Veja essa situação: proprietários da minivan Spin (e de alguns modelos do Ônix e Cobalt) foram chamados para um recall a fim de substituir uma porca do tanque de combustível ou eventual substituição do próprio tanque!

Ok. Tentei agendar numa concessionária de Jundiaí, mas não havia previsão da chegada da peça. Tentei outra. Idem. Tentei em São Paulo. Idem. Tentei em Campinas. Idem, idem e idem.

Ora, empresa que faz recall pode ser interpretada de duas formas:

1) Se preocupa com o consumidor;

2) Faz mal feito e depois tem que consertar.

Pior de tudo é chamar para o recall e há MESES nenhuma agência ter as peças…

Que feio.

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– Empresas que realmente atendem bem o cliente!

Empresa séria não enrola o cliente que está com problema: ela simplesmente resolve!

Quer uma relação delas?

A Revista Época (17/11/2014) trouxe uma edição em conjunto com a ONG “Reclame Aqui” sobre boas e exemplares práticas na relançar entre consumidores e fornecedores. Compartilho:

Não basta atender bem

Algumas empresas não medem esforços para ter consumidores satisfeitos e superam suas expectativas

CINTIA MARCUCCI
01/12/2014 14h44 – Atualizado em 01/12/2014 15h06
Mara  Galiani (Foto: Letícia Moreira/ÉPOCA)(Foto: Letícia Moreira/ÉPOCA)
MARA GALIANI – 52 ANOS
O que comprou?
Detergente CIF
O produto manchou a pia da cozinha de seu filho. O problema era a impermeabilização do granito, mas a Unilever pagou o polimento da pedra assim mesmo

Em junho deste ano, a comerciante Mara Galiani, de São Carlos, no interior de São Paulo, comprou um produto de limpeza da marca Cif, da Unilever. Aplicou o líquido para limpar o granito da pia da cozinha da casa de seu filho. Depois de algumas horas, surgiram manchas esverdeadas na superfície. “Fiquei desesperada”, diz ela. “Liguei para o SAC para reclamar, e o pessoal foi muito atencioso. Eles vieram avaliar o problema, levaram o produto para análise e informaram que não havia nada errado.” A recomendação da Unilever foi que Mara falasse com o fornecedor da pedra sobre a impermeabilização, provável causa do problema. Mais uma vez, nenhuma falha foi encontrada. Mesmo tendo comprovado em laboratório que as manchas não foram provocadas pelo seu produto, a Unilever pagou pelo serviço de polimento da pedra. “Não esperava que bancassem essa despesa”, afirma Mara. “Estou muito satisfeita com a postura deles.”

>> As 72 campeãs de 2014

A Unilever assumiu a despesa por uma razão simples: valia mais a pena resolver o problema e ver o consumidor satisfeito do que simplesmente lavar as mãos. “Nossa missão é manter o foco no bem-estar do consumidor”, diz Betânia Gattai, gerente do serviço de atendimento da Unilever. “Consideramos essa decisão de assumir a despesa do polimento como geração de valor para a marca e para a Unilever. Nosso consumidor sabe que, se for possível, o ajudaremos de alguma maneira.”

>> O consumidor é quem manda

O SAC da Unilever recebe com frequência casos que não representam exatamente um problema provocado pela empresa. Betânia conta que uma consumidora entrou recentemente em contato e informou que gostaria de casar usando o vestido de casamento da mãe. Na hora de lavá-lo, as manchas amareladas provocadas pelo tempo não saíram com o sabão em pó Omo. A Unilever retirou o vestido na casa da cliente, analisou o tecido em laboratório, desenvolveu uma solução específica para o caso, e o tecido voltou à cor normal.
Consumidores atendidos com esse grau de atenção desenvolvem uma relação de fidelidade com a marca. Uma pesquisa da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, feita com 70 mil consumidores, mostrou que, se alguém tem um problema com uma empresa e é bem atendido, tem 28% de chances de continuar preferindo aquela marca. “É por isso que avaliamos quantos consumidores dizem que voltariam a fazer negócio com a empresa que reclama”, diz Maurício Vargas, presidente do ReclameAqui.

Bruna  Gomes (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)(Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
BRUNA GOMES – 28 ANOS
O que comprou?
Vestido da HERING
A empresa mobilizou a equipe para disponibilizar em seu site um vestido exclusivamente para ela

A publicitária Bruna Gomes, de São Paulo, também viveu momentos de expectativa por causa de um vestido. No verão passado, ela se encantou com um modelo da Hering, mas não encontrou o produto com seu manequim. Assim que Bruna explicou a situação a um atendente do SAC, a Hering agiu. “Havia só uma peça no interior de Santa Catarina”, diz Bruna. “Eles me orientaram a entrar no site e forneceram o vestido durante meu acesso, para que eu comprasse sem correr o risco de outro consumidor passar na minha frente. Nunca recebi um atendimento como esse.” Ela diz que voltaria a comprar da Hering. Para Ronaldo Loos, diretor comercial da Hering, a ação contribui para a boa imagem da marca.

>> A reconquista do cliente

Para as Lojas Americanas, ir além daquilo que o cliente espera é uma das razões para a empresa ter chegado aos seus 85 anos com clientes fiéis. O diretor de relações com investidores, Murilo Correa, lembra um caso que mobilizou parte da equipe em plena véspera de Natal, a data mais concorrida do ano. Um casal de Belém, no Pará, queria comprar uma boneca específica. Já vasculhara todas as prateleiras da loja. Faltavam dez minutos para o fim do expediente. A gerente ligou para outras lojas até encontrar a boneca. Enquanto o produto não chegava, os funcionários ficaram de prontidão. “A gerente poderia simplesmente informar que o produto havia acabado e encerrado a conversa”, diz Correa. “Nossa filosofia é fazer com que o cliente saia sempre feliz.”

Juliana Ferri (Foto: Milton Dória/Época )(Foto: Milton Dória/Época )
JULIANA FERRI – 35 ANOS
O que comprou?
Sabonete líquido
A Johnson & Johnson aceitou sua sugestão de mudar a embalagem do produto para facilitar o banho do bebê

A relação dos consumidores com o SAC das empresas pode se transformar também numa oportunidade para aprender. Clientes satisfeitos podem dar boas sugestões. Foi o que aconteceu com Juliana Ferri, professora de informática de Cornélio Procópio, no interior do Paraná. Ela dava banho em seu bebê com o sabonete líquido Johnson’s Baby e percebeu um problema. “Não conseguia segurar meu filho na banheira e abrir a embalagem ao mesmo tempo”, diz. “Como moro sozinha e não tenho ninguém para ajudar, comprei um porta-sabão com válvulas de apertar. Funcionou.”  Juliana escreveu para a Johnson & Johnson.  Dias depois, ela recebeu uma mensagem de agradecimento. A surpresa mesmo veio quando viu na TV um comercial que falava sobre a troca de embalagem para facilitar o banho dos bebês. Juliana entrou em contato mais uma vez, para elogiar a mudança e dizer que estava feliz por ter contribuído para a melhora do produto. “É grande o número de pessoas que procuram nossa área de atendimento para dar sugestões de melhorias”, diz Sílvia Alvarez, gerente de relacionamento com o consumidor da Johnson’s. “A recente linha Johnson’s Baby Cheirinho Prolongado, exclusiva do Brasil, foi criada justamente para atender o desejo das mães que diziam querer que o bebê ficasse com cheiro de banho o dia inteiro.”

Quando alguém entra num hospital para cuidar da saúde, não é chamado de consumidor, e sim de paciente. A relação é a mesma: trata-se de alguém que foi ao mercado em busca de um prestador de serviço de qualidade, para atender a uma necessidade específica. Um paciente com dor não gosta de esperar. Quer ser atendido rapidamente e colocar um ponto final em seu sofrimento. “Sabemos que nem sempre corresponderemos à expectativa, em especial quando se trata de cura de doenças”, diz Ivana Lucia Siqueira, superintendente de operações de atendimento do Hospital Sírio-Libanês. “Nossa estratégia é demonstrar calor humano no atendimento e procurar compreender todas as necessidades do paciente, algo muito mais amplo que apenas a doença dele naquele momento.”

>> Passei um dia no SAC das sandálias Havaianas

Ivana lembra uma paciente que não tinha familiares. Sua única companhia era um cachorro. Como era caso para internação, surgiu o dilema: quem cuidaria do animal durante a ausência da dona? A saída foi encontrar alguém para cuidar do cachorro durante a permanência da mulher no hospital. Deu tudo certo. “Já ajudamos até mesmo a reorganizar viagens, reuniões e assinaturas de documentos dos pacientes”, diz Ivana. Outro caso curioso foi um paciente que precisava passar por uma cirurgia. Um ano antes, sua mulher morrera no hospital, e ele associava o lugar a esse momento ruim. Para deixar o ambiente mais leve, a equipe do Sírio decorou o quarto dele com balões coloridos e imagens dos personagens infantis preferidos de suas filhas. Ele disse depois que a iniciativa o ajudou a se recuperar mais rapidamente.

– Clientes Ocultos na Moda!

Cada vez mais as empresas adotam a prática de contratação de empresas especializadas para serem consumidores dos seus próprios produtos/ serviços. A idéia é de que anonimamente, os consumidores contratados dêem um retorno adequado e testem o atendimento e a compra efetuada.

Em muitos casos, a ação beira a espionagem. Compartilho a boa reportagem de uma edição antiga da Revista Veja (Ed 07/12/2012, pg 110-111) sobre esse tema. Abaixo:

CLIENTES OU ESPIÕES

por Renata Betti

Em: http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Veja_montagem.jpg

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– Provedor Terra desrespeita o cliente!

Não recomendo o TERRA a ninguém. Para se ter acesso à Internet, utilize UOL, IG, Globo.com, R7 ou qualquer outro. E digo isso com dor no coração, pois (ainda) sou cliente (desde o tempo em que existia o ZAZ.com.br) e me sinto feito de trouxa!

Digo isso devido ao péssimo atendimento do suporte. Pura enganação. Veja o meu caso abaixo e diga: não é revoltante?

Abaixo, ao Terra:

Amigos, após inúmeras e cansativas tentativas de ser atendido pelo Terra, entro em contato pela 21a (vigésima primeira) vez meu problema. Por gentileza, leiam com carinho pois estou frustrado e cansado com tanta falta de consideração pelo atendimento de vocês.
Abaixo:
Possuo dois blogs no serviço Terrablog.
Um é o “Pergunte Ao Árbitro” (pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br).
O outro, é o Blog do Professor Rafael Porcari (professorrafaelporcari.blog.terra.com.br).
Porém, nos últimos dias o Terra divulgou na sua página de blogs (blog.terra.com.br) que o serviço iria deixar de existir em 30 de setembro de 2014. Assim, os proprietários de blogs deveriam exportar seus dados a fim de que não os perdessem.
Imediatamente ao comunicado, 15 dias antes, fiz os procedimentos recomendados ao Blog Pergunte ao Árbitro – na parte da Administração do Blog fui em Gerenciar, em seguida Exportar e salvei meus dados (já inseridos em um outro Blog, novo, criado para a migração). Eram aproximadamente 430 posts redigidos em artigos didáticos por 4 anos.
Entretanto, os mesmos procedimentos para o “Blog do Professor Rafael Porcari – Discutindo Contemporaneidades” não resultaram em êxito, realizando os mesmos procedimentos. A lógica aparente era que por ser um arquivo maior a ser gerado (afinal, eram 8400 posts publicados e aproximadamente 150 agendados, ao longo de 6 anos), existiria uma dificuldade maior.
Usei outra conexão mais potente e não deu certo também. O arquivo não se concluía e a página parava, travava, ficava estática. Tentei pelo Safari, Internet Explorer e Google Chrome por máquinas diferentes. Também em vão.
Liguei ao telefone de suporte, e fui atendido por uma pessoa que não sabia da existência do serviço TerraBlog, sendo que minhas lamentações foram em vão. Liguei uma segunda vez e, após repetir a mesma história, fui informado que o serviço seria descontinuado e não poderia fazer nada, numa resposta “padronizada”. Liguei uma terceira vez e aí fui melhor atendido. A pessoa ouviu pacientemente o histórico relatado e aconselhou falar com o Terra Empresas, pois o pessoal de lá daria suporte. Como tenho conta no Terra tanto como pessoa jurídica e pessoa física, não houve problema. Liguei pela 4a vez e o atendente acompanhou em sua máquina os procedimentos, e verificou que realmente havia um problema pelo tamanho e que o Terra precisava dar uma solução, mas que ele não poderia fazer muita coisa pois os Blogs Gratuitos (mesmo o serviço Terra sendo pago) era problema do atendimento Residencial. Reclamei que estava sendo direcionado de um para o outro, e me aconselhou a entrar em contato por email, pois pessoas mais especializadas me atenderiam.
Através do suporte via email, no endereço clienteterra@terra.com.br, fui informado que deveria limpar o histórico e outras coisas básicas (que eu já tinha feito e que refiz). Nada. Redigi novamente todos os meus problemas novamente (portanto, foi o 6o contato) e recebi uma resposta padronizada de que o procedimento correto era aquele. Nesse momento, tive a impressão de que tudo o que eu houvera escrito não foi lido e nem dado a atenção.
Reclamei e fiquei sem resposta. Então, liguei (7o contato) ao atendimento residencial pedindo para reclamar do não solucionamento do meu problema, e ao contar o histórico, a atendente desligou no meio das minhas queixas. Fiz nova ligação (8a) e pedi um supervisor, que com muito custo me atendeu, insisitindo que não havia pessoal técnico para isso e que o suporte era só por email. Foi gerado um protocolo de número 2933555.
O tempo passava e eu, em todas as ligações, reclamava de que no dia 30 o blog sairia do ar e nada eu poderia fazer! Sempre alertando os atendentes: tenho 8400 artigos e 6 anos de trabalho nele, não poderia perder tudo isso.
Escrevi de novo ao suporte por email (9contato) citando o protocolo e não obtive resposta inteligente, a não ser que eu deveria fazer o download pois o serviço seria expirado.
Tentei o suporte via chat (10o contato), sem sucesso. Ao citar que era a respeito do Terra Blog e começar a contar a história, a atendente fugiu da conversa e a conexão “caiu”.
No 11o contato, agora pelo Terra Empresas, registrei o protocolo 2933814, e ali sim fui bem atendido. Mas, infelizmente, não conseguimos uma solução pois a idéia era fracionar o envio do arquivo, assim aliviaria o tamanho dos 8400 posts e tal ferramenta não estava disponível a ele. 
Assim, 12o contato com o suporte no clienteterra@terra.com.br e a atendente Greice (ufa, felizmente ela) não só discutiu alternativas comigo, como ligou para fazermos testes! No nosso 13o contato, ela observou que eu, como cliente, não conseguiria fazer a exportação dos dados pelas ferramentas disponibilizadas pelo Terra, e que a solução seria que o departamento de tecnologia tentaria dividir em 10 lotes de arquivos para que eu pudesse recebê-los, já que a própria Greice testemunhou o problema.
No dia 29 de Setembro, véspera do término do serviço, recebi a seguinte mensagem (14o contato) assinada por Cristiane Rodrigues:
“Prezado  Rafael,
Em análise aos registros de atendimentos, verificamos que a questão apresentada em sua mensagem está em tratamento pela equipe de (Apoio à Ouvidoria, Diretoria, Relacionamento com o Cliente, Cobrança) através de contato direto com a Gestão (Setor Técnico), a fim de viabilizar a solução da questão.”
Reiterei que estava preocupado pois o dia 30 estava próximo e ainda não estava resolvida a pendenga, que tinha medo de perder todo o meu trabalho. Tive a palavra que nada perderia!
No dia 30 de setembro, as 18h30, após o desligamento do serviço, escrevi novamente ao clienteterra@terra.com.br, (15o contato) aos cuidados das atendentes Greice e Cristiane, aguardando uma resolução do meu caso. Eis que recebo a seguinte mensagem no dia 03, assinada por Lisiane Cidade (16o contato):
Prezado Rafael,
“O produto Terra Blog foi desligado e não está mais disponível.
Depois da referida data de 30 de setembro de 2014, os conteúdos ficaram indisponíveis, não sendo possível sua recuperação.”
Ora, imediatamente retornei a mensagem (17o contato) explicando detalhadamente todo o caso e queixoso de que as respostas estavam sendo automáticas, além, do desprezo ao meu caso, reclamando que as respostas eram padronizadas! Assim, no dia 07 recebi a seguinte mensagem (18o contato):
“Prezado Rafael,
Reiteramos , que o  produto Terra Blog foi desligado e não está mais disponível.
Depois da referida data de 30 de setembro de 2014, os conteúdos ficaram indisponíveis, não sendo possível sua recuperação.”
Imediatamente, fiz o 19o contato, agora ao atendimento residencial, relatando toda essa cansativa história. E apenas tive como resposta: “nada posso fazer“. O 20o contato foi ao Terra Empresas, que orientou a pacientemente tentar novamente o suporte do clienteterra@terra.com.br, tentando ter um atendimento melhor pela insistência.
Caros amigos, imaginem o tempo perdido nas cansativas ligações; na redação de e-mails e horas dispensadas a isso!
Estou tentando amigavelmente resolver essa situação, em todos os canais disponíveis do Terra, aguardando uma ligação telefônica de qualquer departamento competente. É impossível que não exista alguém que resolva uma coisa tão simples: dividir em 10 lotes os 8600 posts aproximadamente e enviá-los a mim!
O problema não me parece de competência técnica, mas de atendimento, infelizmente.

Insisto que tenho 6 anos redigidos ali, com material de suma importância pessoal e profissional, e que não posso perdê-los simplesmente por mal atendimento.
Tenho hoje duas opções:
1- aguardar o Terra resolver o problema; ou
2- entrar na Justiça pedindo indenização pelos danos morais do material “perdido” (ou melhor, não disponibilizado), além da indenização pelos transtornos ocasionados nos últimos dias e o constrangimento em ser horrivelmente atendido. Tenho tudo arquivado e meu advogado garante que a causa é boa! Aliás, meus alunos da área de Administração de Empresas já aguardam um belo estudo de caso nas disciplinas de Marketing, Comportamento do Consumidor e outras afins que leciono, exemplificando como “não tratar bem um cliente”
Espero sinceramente a resolução da queixa. Estou procurando de todas as formas ter meu problema solucionado numa boa, com o mínimo de respeito que seja dispensado pelo Terra, coisa que não está acontecendo…
Atenciosamente,
Rafael Porcari

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– O Purgatório de ser cliente Terra

Os blogs do serviço “Terra Blog” deixarão de existir. Por isso, tenho feito a migração para esse bom serviço da base WordPress.

Entretanto, para baixar os arquivos via importação do de lá para cá, tem sido um martírio. Ninguém se entende por lá, o cliente sofre para resolver o problema e só se pede para enviar email.

Lamentável…

Aos poucos, vou atualizando o blog.
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– CPFL não respeita ninguém!

Depois de 3 tentativas para pedir a troca de uma simples lâmpada queimada na rua, e nas 3 vezes (com protocolo na mão) a atendente da CPFL dizer que o prazo era de 48h para a troca, e de todas as ligações já se terem passado rigorosamente 1 semana de cada e nenhum reparo ter sido feito, o que fazer?

Quase 1 mês implorando para uma simples troca de lâmpada na minha rua, num local escuro, e “neca de pitibiriba”. Estou pensando seriamente em emprestar alguma escada alta e comprar uma lâmpada para iluminar o trecho.

Que vergonha, CPFL! Nos tempos em que existia as estatais CESP e Eletropaulo, a gente achava que o serviço era péssimo. Lêdo engano… a CPFL parece ser ainda pior!

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– É mesmo Dia dos Namorados?

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.
Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japonês!!!!!

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– A Polêmica do McDonald’s Arroz e Feijão no Brasil

Há um mês, o Portal Bloomberg descobriu que há 4 anos o McDonald’s possui um “cardápio secreto” em 10% das suas lojas. Nele, há arroz e feijão e outros pratos executivos. Seus funcionários já sabiam e consumiam os produtos, mas nunca sugeriram aos fregueses.

O detalhe é que o cardápio não é divulgado propositalmente! Só é oferecido ao cliente se este solicitar, e fica escondido embaixo do balcão.

Loucura?

Não. Marketing!

Veja só, extraído de: http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2014/05/repercussao-e-fantastica-diz-mcdonalds-sobre-arroz-e-feijao.html

O CARDÁPIO SECRETO DO MCDONALD’’S

O McDonald’s do Brasil avalia como “fantástica” a repercussão da “revelação” para o público de que é possível comer arroz e feijão nas lojas da rede e reafirmou que o “item secreto” do cardápio está disponível aos clientes desde 2010 “por uma questão de transparência”.

“A explosão da repercussão foi fantástica para mostrar que servimos comida de qualidade para nossos funcionários e para, mais uma vez, ver a força incrível que tem a marca McDonald’s”, afirmou ao G1 o diretor de comunicação da empresa, Hélio Muniz, em entrevista por e-mail.

O “item secreto” do cardápio foi confirmado pelo McDonald’s nesta semana após reportagem da “Bloomberg” revelar que a rede possui uma lista de pratos executivos com arroz e feijão que fica escondida embaixo do balcão somente para os clientes que a solicitarem.

Questionado pelo G1 se desde 2010 o prato tem, de fato, sido comercializado nas lojas e não apenas oferecido aos funcionários, uma vez que a empresa nunca divulgou que tem arroz e feijão no cardápio, a Arcos Dorados, controladora da rede no Brasil, reafirmou que a opção está disponível, sim, há 4 anos, mas que “não houve e nem haverá” campanha de marketing com esse tema.

“Começamos a servir essa refeição a nossos funcionários em 2010 e decidimos disponibilizá-la aos clientes por uma questão de transparência. Não pensamos em fazer promoções, campanhas de marketing ou qualquer tipo de ofertas envolvendo o prato. Ele realmente é dos nossos funcionários e os clientes têm todo o direito de conhecê-lo e prová-lo, claro”, disse Muniz.

Ele esclareceu, entretanto, que o prato com arroz e feijão está disponível somente nas lojas próprias das rede, que correspondem a 83 dos 816 restaurantes da marca no país. Segundo o diretor, os franqueados também podem vender o prato, mas não é algo obrigatório. “É uma decisão de cada franqueado”, explicou.

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– E quem paga a conta, dona NET?

Ao ver as propagandas da NET, fico revoltado! Ontem, sexta-feira, dia de muito trabalho, boa parte do comércio de Jundiaí ficou sem acesso a Internet por culpa da prestadora.

Ora, Internet não é luxo, é necessidade nos dias atuais. E como fazer se no trabalho você precisa dela?

É irritante saber que as operadoras não têm equipamentos reservas para situações de emergência. Tive prejuízos significativos. E como fica? Nenhuma satisfação? Simplesmente caiu a internet da NET e o cliente que arque com as consequências?

Esses caras ganham muito dinheiro com serviço de péssima qualidade. E cadê as autoridades para fiscalizarem a contento?

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– Consumo Responsável em Alta?

Olha que interessante essa matéria: empresas que sugerem o consumo moderado de seus produtos. O marketing pelo pseudo antimarketing?

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/359718_NAO+COMPRE+MEUS+PRODUTOS+

“NÃO COMPRE MEUS PRODUTOS”

A grife americana Patagonia faz sucesso recomendando a seus clientes que não consumam em excesso – inclusive artigos da própria marca

Por Luisa Purchio

Algumas empresas se tornam ícones de seu tempo graças ao estrondoso sucesso financeiro. Outras por criar marcas que ajudam a transformar o mundo. Há um terceiro e raro grupo que faz história porque realiza as duas coisas ao mesmo tempo. Nesta categoria está a grife de roupas californiana Patagonia (sem acento mesmo), identificada como uma das corporações mais inovadoras do mundo. A Patagonia faz sucesso sugerindo para seus clientes que comprem pouco – inclusive produtos da própria marca. Afinal, pregam seus executivos, o consumo excessivo faz mal ao planeta. Se faz mal ao planeta, é ruim para a companhia também. A Patagonia é o símbolo máximo do chamado “capitalismo consciente”, conceito baseado na ideia de que a contribuição das empresas para a sociedade deve ir além do lucro. Para reconhecer companhias que, a exemplo da Patagonia, buscam um mundo melhor, a ISTOÉ criou o prêmio “As Empresas Mais Conscientes do Brasil”

O jeito Patagonia de ser é obra de seu fundador, o alpinista, surfista, ambientalista e, por acaso, empresário, Yvon Chouinard. Adepto de esportes radicais, Yvon começou a praticar alpinismo em 1953, aos 14 anos. Em 1972, ao viajar com amigos para escalar, ele percebeu que os pitões (ferramenta pregada na montanha para dar suporte à escalada) da época eram de ferro e precisavam ser deixados na rocha, o que resultava numa agressão à natureza. A criação de um pitão de alumínio foi o ponto de partida para que desenvolvesse uma série de equipamentos amigos do meio ambiente e que deram origem à grife. Os produtos logo começaram a ser cobiçados por aventureiros e, mais tarde, por pessoas sem vocação esportiva, mas engajadas no respeito ao planeta. O discurso e a prática de Yvon o fizeram bilionário. Hoje uma empresa global, a Patagonia fatura R$ 1,5 bilhão por ano.

“O sucesso da Patagonia se dá pela coerência do processo”, diz Ismael Rocha, especialista em responsabilidade social da ESPM. “Não é só discurso.” Há dois anos, a empresa realizou uma ação ousada; em plena Black Friday – dia em que os americanos vão às compras de forma compulsiva –, colocou no “The New York Times” o anúncio “Don’t buy this jacket” (“não compre esta jaqueta”). Detalhe: a jaqueta era da marca Patagonia. O objetivo era convidar os americanos a refletir sobre o consumo desen­freado. Para aumentar a vida útil de seus produtos, a empresa repara os danos causados pelo cliente, sempre a preços camaradas. O modelo de negócios tem se mostrado tão eficiente que a Patagonia pretende investir em áreas distintas de sua vocação original, como a de alimentos. A empresa já produz salmão e agora pretende lançar uma linha de sopas. “Existe uma legião de pessoas com dinheiro para gastar e que se preo­cupa com os danos do seu consumo”, diz Luciana Stein, diretora da Trendwatching, uma das maiores empresas mundiais de pesquisa de tendências de consumo. São pessoas assim que a Patagonia fisgou – e que deverá continuar seduzindo por um longo tempo.

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– E a China está falsificando Ovos de Galinha!

Você tem dúvida sobre a qualidade e procedência de alguns produtos chineses? Já viu similares pirateados de eletrônicos ou falsificações grosseiras?

Pasme: agora, os chineses estão fazendo cópias de… Ovos!

Cuidado, pois eles fazem mal à saúde.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/vasto-mundo/so-faltava-essa-fabricantes-piratas-inventam-ovo-artificial-e-mortifero-na-china/

OVO MADE IN CHINA

Elas já falsificaram quase tudo, de eletrônicos a remédios. Mas agora fábricas chinesas piratas apresentam sua nova invenção: o ovo que não é ovo.

Você está andando na rua, passa por um vendedor e vê a oferta: ovos pela metade do preço. Compra uma dúzia, leva para casa e põe na geladeira.

A surpresa acontece quando vai prepará-los. Não são ovos de verdade. São ovos falsificados: uma mistura de gelatina, resina, parafina, gesso, corantes e outras substâncias, que engana o olhar, mas não o paladar – ao colocar o ovo na panela, surge um odor de produto químico sugerindo que aquilo não é comestível.

Se mesmo assim alguém comer o ovo, corre risco de saúde – pois ele contém um ingrediente perigoso, óxido de alumínio. “Ele pode causar retardamento mental”, afirma a nutricionista Viviam Ragasso. A Universidade do Sul da China também estudou os ovos falsos e constatou que seu consumo pode gerar danos neurológicos.

A venda de ovos químicos é um golpe típico do sul da China – tão lucrativa que existem até DVDs piratas ensinando a fazer o produto. Só na primeira metade do ano passado, foram registrados 15 mil casos de violação das leis de segurança alimentar no país, que vive uma epidemia de comida falsa ou adulterada. Tudo porque, na China, o trabalho humano é incrivelmente barato – mais barato até que o das galinhas.

A trapaça alimentar vai além dos ovos químicos. Nos últimos anos, uma fórmula de leite em pó adulterada com melamina (uma espécie de plástico) matou pelo menos seis bebês na China e deixou centenas hospitalizados.

Também houve um caso em que melancias começaram a explodir. Motivo: para produzir – e ganhar – mais, agricultores chineses estavam usando florclorfenurão, um produto químico que acelera o crescimento do vegetal.

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– Os Truques dos Supermercados para você gastar mais!

Layout, prateleiras estratégicas e disposição de produtos de “emboscada”: veja como os supermercados conseguem fazer você gastar mais, com artimanhas de marketing bem sucedidas (e você nem percebe).

Está nesse vídeo bem animado e curto: http://is.gd/Espertos