– A empatia em gestos simples.

Leio no Ecoa (em matéria reproduzida pelo UOL, conforme citação na figura abaixo) que na Holanda um supermercado criou caixas para ficarem conversando com idosos. Sensacional!

Um dos males que maltratam os “nossos velhinhos” é a solidão. A necessidade de conversar é perceptível, e tal simpática iniciativa merece todos os aplausos.

E quem / quando se fará algo igual aqui no Brasil?

– Espaços Pet na Praça de Alimentação?

Puxa, algo raríssimo: ambiente “pet friendly” na praça de alimentação do Maxi Shopping Jundiaí.

Ousado! Normalmente, esses espaços são bem mais restritos. Tomara que dê certo…

– E as embalagens encolheram…

Não se deve fazer isso! Reduzir o tamanho das embalagens e não reduzir proporcionalmente o preço, é uma das formas mais sacanas que se pode utilizar para ludibriar o consumidor.

Neste quadro da Revista Isto É (link em: https://istoe.com.br/as-embalagens-encolheram/), dá para se ter uma noção prefeita dessa atitude:

– Lastimável, Habib’s de Bragança Paulista.

Diversas vezes fui ao Habibs em Bragança Paulista, e fiquei decepcionado por faltar produtos.

Nesta segunda-feira, queria comer a pizza de marguerita, e não tinha. Minha sogra queria esfiha de brócolis, espinafre e queijo – e estava em falta. Minha filha queria 5 esfihas de calabresa… e não havia.

Motivo: “costuma” faltar produtos na 2a feira, devido ao movimento de domingo, disse a garçonete.

Pior: quando fui fazer pedido pelo aplicativo, a atendente informou que: “olha, costuma não funcionar muito bem o aplicativo aqui; se não aparecer o desconto, a loja não se responsabiliza”.

Como assim? Que ridículo! Vá dormir…

Lamentável. Se ninguém reclamar, ficará sempre desse jeito!

– McDonalds e as promoções que não são universais às lojas.

Quer coisa mais irritante do que ver as promoções do McDonalds, ir à lanchonete, e a loja não participar?

Em Bragança Paulista, por exemplo, a unidade do Taboão não aceita cupons, não faz promoção com a rede e olha lá se tiver os brindes do McLanche feliz. E como atendem mal!

Aff… cansa.

– Whooper Costela Fake.

Dias atrás, tratamos o caso do McPicanha “sem picanha” (admitido pelo McDonalds depois de perturbado pelo Procon) de “McFake”.

Agora, é a vez da Rede Burger King admitir que o BK Whooper Costela não tem carne de costela, mas “aroma de costela”…

Fazem o cliente de bobo, não?

Em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/05/02/burger-king-e-acusado-de-vender-whooper-de-costela-sem-costela.htm

– McPicanha sem Picanha? Seria o… McFake?

Quer dizer que o McDonalds vende um sanduíche de picanha, sem carne de picanha?

E ao PROCON, admitiu isso e lamentou que o consumidor “tenha se confundido” com os anúncios do lanche?

Pô…

Matéria em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/04/28/procon-sp-vai-notificar-mcdonalds-por-mcpicanha-sem-picanha.htm

Crédito da imagem no link acima. 

– Popeyes ou KFC?

Minha primeira experiência com o Popeyes, e confesso: achava que era mais gostoso…
Não é ruim, mas, não sei porquê, é sem graça.Quase igual (mas não tão diferente) que o KFC.

Bom mesmo é o bom e costumeiro frango de quermesse… incomparável!

 

– Kinder Ovo Proibido? Calma, amigos, os do Brasil estão ok!

Muita confusão por informação “dada errada”, a respeito do Kinder Ovo, e às vésperas da Páscoa.

Na semana passada, um lote de Kinder Surprise fabricado na Bélgica e distribuído no Reino Unido apresentou contaminação por Salmonela. A empresa Ferrero recolheu o lote problemático, e as autoridades sanitárias europeias proibiram a comercialização daquele específico lote.

A ANVISA, ontem, a fim de garantir a segurança dos consumidores, notificou a Ferrero proibindo a comercialização daquele produto belga, que já está recolhido, e pedindo esclarecimento.

Portanto, não assustemos as nossas crianças: os Ovos de Páscoa e os demais chocolates brasileiros NÃO ESTÃO CONTAMINADOS.

Kinder Ovo: Após salmonela na Europa, Brasil notifica Ferrero

Imagem: reprodução, extraída de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/04/13/apos-recall-na-europa-governo-pede-explicacoes-sobre-kinder-ovo-no-brasil.htm

– Pare de me ligar, telemarketing da Claro.

Os números: 11 2107 3841, final 3842, 43, 44 e até 50, são da Claro. Todo dia eu recebo 4 ligações desses caras, querendo oferecer produtos e serviços. Eu não quero, e IMPLORO para que parem de me ligar e tirem meu número da lista de telemarketing deles. Também 0303 720 1234 é um outro número da Claro.

Já bloqueei eles, mas aí mudam com número desconhecido. Que pé no saco! Isso é ser chato com o cliente…

Pin em Brunovisk

Imagem: Divulgação.

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Dicas para proprietários de carros bicombustíveis

Invariavelmente vemos carros que aceitam gasolina e etanol que não se adaptam à mudança de combustível.

Caro motorista, saiba que o seu veículo tem um chip que precisa entender o que você está abastecendo.

Se você roda com gasolina e quer mudar para etanol, deve deixar o tanque se esvaziar até o limite da reserva, e aí completar o tanque com o outro produto. Caso contrário (se você anda com meio-a-meio), o módulo pode entender que você está utilizando combustível adulterado.

Algo importante e que passa despercebido: quando você muda o combustível, precisa rodar alguns quilômetros para que seu carro entenda o que aconteceu. Se você trocar o combustível e estacionar o carro na garagem, fatalmente, quando você der a partida, o carro pode não funcionar.

Um cuidado a mais: alguns carros podem viciar com determinado combustível, e se você não muda com frequência, pode ser que seu carro não renda o que deva e até falhe por muitos tanques abastecidos.

Ademais, último conselho: não se esqueça de abastecer o reservatório da injeção eletrônica, caso esteja usando a opção etanol.

Tais dicas ajudam os motoristas a terem tranquilidade quando abastecerem seus carros.

Veja dicas para economizar combustível no Guia Prático do G1 | Vídeos |  autoesporte

Foto: Fábio Junior/EPTV, extraído de: Auto Esporte, em: https://autoesporte.globo.com/videos/noticia/2020/01/veja-dicas-para-economizar-combustivel-no-guia-pratico-do-g1.ghtml

– Há 2 anos, quem acertou? A grande diferença de respeito às pessoas do Restaurante Madero e das Lojas Cem!

Há 2 anos, tivemos no início da pandemia um comportamento de extremos de duas empresas significativas: Madero e Lojas Cem. Vale a pena relembrar a visão de ambas:

Está repercutindo em todo o Brasil a fala arrogante, egoísta e equivocada do Chef Junior Durski, proprietário da rede gastronômica Madero, a respeito da pandemia e o resguardo necessário para precaver-se. Disse em seu Instagram:

“Oi, pessoal, estou passando aqui para dizer que sou totalmente contrário a esse lockdown (bloqueio, em inglês) que estamos tendo no Brasil. O Brasil não pode parar dessa maneira, o Brasil não aguenta. Tem que ter trabalho, as pessoas têm que produzir, têm que trabalhar. O Brasil não tem essa condição de ficar parado assim. As consequências econômicas que teremos no futuro serão muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o coronavírus. Sei que temos de chorar e vamos chorar por cada uma das pessoas que vão morrer com o coronavírus. Vamos cuidar, vamos isolar os idosos, as pessoas que tenham algum problema de saúde, como diabetes, vamos! É nossa obrigação fazer isso. Mas não podemos, por conta de cinco ou sete mil pessoas que vão morrer… Sei que isso é grave, sei que é um problema, mas muito mais grave é o que já acontece no Brasil. Em 2018, morreram mais de 57 mil pessoas assassinadas no Brasil. Mais de 6 mil pessoas por desnutrição… isso anotado na certidão de óbito. Quantas morreram que não foi anotado que eram desnutrição e inanição?”.

O empresário, como se percebe, relativizou demais a crise e seus efeitos humanos. Entretanto, a frase marcante de que “não podemos parar por conta de cinco ou sete mil que vão morrer” é péssima, dentro ou fora de qualquer contexto. Parece cego ao real perigo e alheio que somente na Itália, país bem menor do que o nosso, morreram 800 anteontem (num único dia), e que com a má vontade latente de recolhimento aqui no Brasil, os mortos serão em número muito maior (e, se seguirem a lógica de continuidade de rotina com certos cuidados proposta por Durski, morrerão ainda mais)!

Do outro lado, a favor da prudência e do respeito humano, vejo a atitude correta, ética, simpática e responsável das Lojas Cem, um grande varejista sediado em Salto-SP, de propriedade da tradicional família Dalla Vecchia, que fechou todas as suas 278 lojas, não trabalhando nem com e-commerce e, por receber seus boletos na própria loja com os tradicionais carnês, anunciando que o cliente só vai pagar quando tudo voltar ao normal! Veja o comunicado:

Fica então a percepção: quem é o empreendedor mais responsável e que, quando tudo estiver normalizado, merece o respeito do consumidor?

Aqui, notoriamente, são os dois extremos do capitalismo!

Atualização, 18h41: Junior Durski pediu desculpas pelo video, mas criticou novamente o isolamento, em: https://istoe.com.br/dono-do-madero-se-desculpa-e-volta-a-criticar-isolamento-e-bom-para-os-ricos/

– Haja paciência, Unimed Jundiaí…

Realizar um simples Hemograma na Unimed Jundiaí é “sensacional”…

Você fica 20 minutos na triagem de documentos, só para entrar no prédio. Aí você fica 45 min para a recepcionista digitar o pedido e mandar para coleta.

Quanto tempo depois dessa 1 hora e 05 minutos serei atendido “de verdade”?

Plano de saúde caro e que te obriga a realizar exames em seu exclusivo laboratório. É mole?

– O melhor negócio do mundo é…

… ter um banco!

Um exemplo bem claro: nós colocamos nosso suado dinheirinho no banco e depois de um mês ele nos devolve o valor com 0,6% de rendimento. Mas durante esse período, ele usou o nosso dinheiro, emprestou para quem precisava pagar contas e estava na pindura, cobrando de 8 a 12% de juros.

Na prática, demos R$ 100,00 para o banco e ele nos acrescentou, no máximo, R$ 0,60. Mas pegou essa mesma grana e fez um crédito pessoal ganhando, sozinho, R$ 12,00.

Digo isso por um simples motivo: segundo a Economatica (empresa de pesquisas econômicas bem conceitudas), o lucro líquido do banco Itaú em 2018, divulgado nessa semana, foi o maior da história: R$ 24,977 bilhões!

Não é lucro bruto, nem faturamento. É lucro líquido, cash, $ real!

E o banco querendo cobrar tarifa de R$ 66,10 da minha conta corrente e eu sou obrigado a implorar que revejam… É por isso que estou indo com tudo para o Sicredi, uma cooperativa que respeita o cidadão. E esse aqui não é post pago, é um elogio por me tratarem bem mesmo sem ter dinheiro. Quem quiser bom atendimento, procure o Alexandre Bento ou a Jane na Agência Jundiaí (Avenida Jundiaí).

itaú

Imagem extraída de: https://www.milionarioz.com.br/itau-a-historia-do-banco/

– Colgate idêntica, mas de tamanho diferente.

Repare nestas pastas de dente: o preço e o produto são os mesmos, embora o tamanho das embalagens não sejam. 

Quando você vê ítens assim, como estes, na prateleira e vai comprar um nessas circunstâncias, por qual você opta?

A diferença aqui é: ambos no Carrefour dividem espaço, mas perceba que um é mexicano e outro é brasileiro.

Fica a recomendação: por quê não esperar um lote acabar?

– Agilize seu sistema, Sabesp!

Sabesp, seus canais de comunicação são ruins! Tentei site, twitter e outros meios. Insucesso total… quem sabe por aqui vocês resolvem.

Você está me cobrando de uma conta paga. Aliás, paga antecipadamente!

Mesmo enviando comprovantes, você insiste na cobrança.

Os dados:
Número da Solicitação: 221110339

Anexo o comprovante… (Desagradável, já mandei mensagem por todos os canais e continuam me cobrando. Conta que venceria dia 23/12/2021, paguei dia 15, e fico recebendo cobranças de atraso).

Dêem baixa, está chata essa situação.

– Quem te influencia mais na hora de comprar?

Será que você sofre o mesmo grau de influência do que a Geração Z na hora de decidir o que comprar?

Veja essa pesquisa bem interessante:

 

– Quem orienta certos funcionários bitolados?

Fui fazer uma rápida revisão no meu carro e trocar o óleo. Cheguei em uma famosa oficina automotiva, e aí eu vi cada absurdo no atendimento…

1- O atendente queria meu CPF, o meu celular e o meu e-mail para começar o orçamento. Pô, eu não quero passar meus dados, fazer cadastro ou coisa que o valha onde nem sei se vou fazer o serviço. É pra mala direta, na cara dura?

2- Só para calcular a troca de óleo, quase 5 minutos na tela do computador, sem diálogo, sem interação, mudo comigo. É tão difícil fazer um cálculo simples? Cadê o “conquistar o cliente”?

3- Estando eu irritado com a demora e o péssimo atendimento, fui arrumar minha máscara de proteção pois ela estava incomodando. Eu já estava a mais de 1 metro de distância (garantidamente, quase 2). E ainda dei “um ré” para tirar a máscara e ajeitá-la. Eis que o sujeito olha para mim e diz: “se o senhor não colocar a máscara, não posso continuar seu atendimento”!

Ué, não tirei a máscara para ficar sem ela. Eu estava a dois metros de distância e me distanciei mais ainda para ajeitá-la e proteger com mais conforto. Além disso, estávamos num ambiente aberto e SEM NENHUM OUTRO CLIENTE… Risco zero de contágio de qualquer coisa por perdigoto (não só de COVID).

Taí, talvez, o motivo da loja estar vazia: a forma excessivamente burocrática de um atendimento “sem noção” do que é protocolo, cuidados necessários e/ou procedimentos excessivos. E olhe que eu vou a todo lugar com máscaras, sou vacinado com as duas doses e defendo o distanciamento social.

Em tempo: aqui não tem nada relacionado com política, negacionismo ou fanatismo. Simplesmente é falta de treinamento ou senso de segurança e comportamento.

Fui embora e fiz o serviço em outra loja, onde fui muito bem atendido (na Rei do Óleo em Bragança Paulista). A que me atendeu mal? Não vale dizer nem no Dia de Natal, nem no de época de Tempo Pascoal.

Imagem extraída de: https://blogdomenon.blogosfera.uol.com.br/2013/12/16/trofeu-sorvete-na-testa-1-trapalhoes-de-2013/

– Ostentação de… Panetone?

Panetones fazem parte da cultura do final de ano. Sua versão “pascoalina”, as colombas pascais, também foram introduzidas e se tornaram comuns às mesas festivas.

O problema é: o preço! Repararam o quanto estão diversificados e caros? Dos tradicionais de frutas aos modificados de chocolate, surgiram os Havana e Kopenhagen – deliciosos, mas que viraram “pães-ostentação.

Do jeito que está, vou no mais econômico (como o abaixo):

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– Black Friday virou Black Weekend.

E aí? Valeu a pena alguma oportunidade na Black Friday?

Aproveitou alguma oferta?

O noticiário diz que o volume de vendas ficou aquém do esperado. Assim, muitas empresas prolongaram as ofertas para o sábado e o domingo.

E falando em “ofertas”… quantas de “mentirinha”, não? Anuncia-se desconto irrisório, aumenta-se o preço e depois dá o desconto?

Enfim: que não tenha sido, como jocosamente muitos falam, uma “black-fraude”.

Ops: para não dizer que não comprei nada, comprei Leite! Paguei 3 latas e levei 4 (foi realmente 1 grátis, sem estar o preço embutido nas demais)


Imagem extraída de: https://www.terra.com.br/amp/economia/black-friday-brasil-vira-meme-tudo-pela-metade-do-dobro,6e67ce399a3a2410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

– O Argumentador Honesto

Muitas vezes, vemos anúncios exagerados de certos produtos. Na preocupação de supervalorizar algo, cai-se no erro da mentira.

Um livro novo, “O Argumentador Honesto” propõe esse debate: vale a pena mentir nos anúncios? Você percebe a mentira em certas propagandas?

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI262972-16366,00-ANUNCIO+BOM+E+ANUNCIO+HONESTO.html

ANÚNCIO BOM É ASSUNTO HONESTO

Por Márcio Ferrari

A idéia não é assim tão nova, mas é raramente seguida pela publicidade. Tanto que o homem que a propõe é visto como um herege na área. O britânico John Bunyard, famoso e aposentado publicitário, argumenta em seu livro recente, The honest persuader (“O argumentador honesto”), que não adianta exagerar as qualidades de um produto ou impor marcas ao consumidor, porque, se os benefícios não forem comprovados, a propaganda funciona ao revés. Ele baseia suas afirmações em conhecimentos da neurolinguística – e tem recebido críticas favoráveis. Para Bunyard, a melhor estratégia é complementar a campanha publicitária imediatamente com testes de consumo no varejo para confirmar o que foi anunciado. Segundo ele, estudos neurológicos mostram que, quando nossas expectativas são confirmadas, o cérebro libera uma descarga de dopamina, substância química que dá sensação de prazer. Por isso, também não adianta confiar no que os consumidores dizem em pesquisas: o hábito de compras é orientado essencialmente por processos inconscientes. Mais que ouvi-lo, o anunciante precisa estudar o comportamento do consumidor.

– Uma experiência na Arquibancada na volta do futebol pós-pandemia.

Meu espaço num campo de futebol sempre se resumiu basicamente em dois ambientes: dentro do campo de jogo (no gramado ou à beira dele, enquanto árbitro) e nas cabines ou em frente ao “tubo” (enquanto comentarista). Na torcida, muito nas cativas do Estádio Jayme Cintra enquanto criança e, quando adulto, assistindo algumas poucas partidas pelo Interior e na Capital.

Confesso: nos últimos anos, estar em uma arquibancada foi um fato raríssimo (gosto de futebol, independente dos times, mas estar in loco não é uma praxe usual), e ontem revivi esse momento na experiência de expectador. Com meu pai, fui assistir Red Bull Bragantino x São Paulo no Estádio Nabi Abi Cheddid, junto a 3 queridos amigos.

Horário do apito inicial: 18h15. Compramos os ingressos pela Internet: uma facilidade o uso dos aplicativos voltados a isso; porém, em cada compra tem que se usar 1 CPF e 1 usuário diferente. Ou seja: você tem que fazer várias contas (portanto: vários logoffs e loggins) se quiser ir com a família e comprar de um único celular (isso é desagradável). Chegamos por volta das 16h15, e fomos direcionados ao ponto de aferição da documentação: se estávamos com os e-tickets de entrada, comprovantes de vacinação em ordem e aferição de temperatura. Feito isso, é fornecido uma pulseirinha do jogo, a fim de que na entrada do estádio possa se ter certeza de que a pessoa não esteja furando o protocolo sanitário.

Um adendo: os preços não são absurdos, olhe aí a tabela:

Passo seguinte: a fila para entrar. Não vi ninguém com “ingresso de papel” (nem sei se houve a oferta). Mas em todas as catracas, somente leitura de QR Code dos celulares (lembrando: se você for com a família, tem que estar cada um com um celular logado em sua conta, ou fazer os inúmeros logins e logoffs do mesmo aparelho). Ali, nova aferição de temperatura e um pouco de cansaço (pela demora; afinal, nem todos conseguem que a leitura do ingresso eletrônico seja perfeita – depende da luminosidade da tela, do modo em que o fiscal da catraca passa seu aparelho, etc).

Às 17h estávamos sentados na arquibancada branca, atrás de um dos gols. Imagino que quem chegou em cima da hora, sofreu e perdeu o começo da partida. Vimos as equipes chegarem com seus belíssimos ônibus e, naturalmente, os aplausos e vaias da descida dos atletas.

Apesar da garoa e do vento frio, penso que todos os ingressos foram vendidos. As arquibancadas vermelhas abarrotadas, muita gente nas cativas cobertas e nos ingressos populares, também muito público. A todo instante o pedido para uso de máscaras pelas “Stuarts(sim, somente moças como seguranças em nossa arquibancada, que na verdade também eram orientadoras), além dos avisos pelo sistema de som. Tudo bem organizado, ressalte-se isso. Na torcida, grupos de conhecidos / familiares se aglomerando, tentando se distanciar de grupos vizinhos (algo natural nessa retomada). Nas organizadas, naturalmente isso não aconteceu – mas todos estavam usando máscaras.

A minha dúvida: próximo do começo do jogo, as Torcidas Organizadas do São Paulo entraram em bloco e lotaram o espaço destinado a elas. Me custa crer que eles fizeram os mesmos procedimentos necessários que nós, simples mortais, que levamos 45 minutos para fazer devido ao movimento.

Vi um número elevado de famílias em campo (talvez pela cultura da cidade), e muita, muita gente jovem mesmo (meninos e meninas). Alguns torcedores com camisas antigas do Bragantino, mas a maior parte com as camisas da nova roupagem: as pretas, vermelhas, brancas e até azul marinho – incluindo não só as com a logo do Red Bull Bragantino, mas as de fórmula 1 da equipe Red Bull Racing. As faixas de torcedores organizados com os escudos antigos modificados (com suas agremiações de torcedores), algo que não muda pela lógica do futebol: não se coloca o clube em destaque, mas a logo da torcida organizada – essas, sabidamente, não mudam de nome).

O desconforto: nas arquibancadas mais baratas, as pessoas se acostumaram a assistir o jogo em pé. Faz parte do hábito de um local. Assim, mesmo podendo sentar, se você quiser assistir a partida a contento, deve ficar em pé os dois tempos de 45 minutos, sentando apenas no intervalo. Não faz muito sentido isso pra mim… você pode assistir sentado sem problemas. Talvez, insisto, pelo costume, esse desconforto seja aceito normalmente.

Não vi nenhuma briga entre torcedores; vi torcedores do São Paulo junto com outros do Red Bull Bragantino próximos a mim. Isso foi extremamente positivo – até porquê existia bastante harmonia nas arquibancadas. Nos bares da redondeza, por exemplo, testemunhei muita gente com camisa dos dois times se confraternizando.

Sobre o jogo: é impressionante como o São Paulo FC não demonstrou interesse na partida! O Red Bull Bragantino se impôs, fez valer o mando e tomava as iniciativas. O Tricolor não se lançava ao gol adversário, esperava o contra-ataque, e nos momentos em que o Massa Bruta ampliava o domínio, com muita malícia o time esfriava o jogo, caindo, pedindo atendimento médico ou fazendo cera. Mas não houve lance violento ou algo parecido – aliás, uma partida fácil para se apitar, onde o árbitro Felipe Fernandes de Lima (falamos sobre ele na análise pré-jogo desse blog e do “Pergunte ao Árbitro”) irritou bastante. Explico: 

  • Um excesso de conversa desnecessário. Ele apita “narrando o jogo”, e parece ter uma necessidade de justificar os lances aos atletas. Não é a situação do jogador procurar o árbitro, mas do árbitro querer aparecer buscando o jogador. Assim como fizemos críticas construtivas quando ele esnobou a série B no lamentável episódio do jogo do Vasco (citado anteriormente em outra postagem), alguém precisa dar um toque a ele sobre isso. Aliás, não posso deixar de fazer a observação dele teatralizar demais a aplicação dos cartões com trejeitos excessivos (em alguns momentos, deixou de ser discreto e começou a agir espalhafatosamente, quase imitando o árbitro Ricardo Marques Ribeiro, seu companheiro de Federação Mineira).
  • Felipe tem potencial, mas não pode deixar os jogadores fazerem tanta cera sem punição, ou a cada falta chamar atendimento médico dentro de campo. Retardou demais o jogo com isso, além da espera absurda de 2’01” para verificar o gol anulado do Red Bull Bragantino num simples lance de impedimento.

Como experiência, valeu a tarde/noite. Foi um lazer que não custou caro (embora com alguns desconfortos naturais e esperados de quem se propõe a ir a um jogo de futebol). Mas o ambiente amistoso, o número de mulheres e jovens no estádio, o ótimo policiamento nas redondezas, foram pontos positivos.

Ops: e o gol perdido pelo Pablo? Esse amigo que fizemos no bate-papo da arquibancada é são-paulino, e ele veio da cidade de Monte Sião para assistir a partida. Naquele momento de incredulidade pelo gol perdido, foi impossível não registrar essa foto:

Por fim, a imagem do campo lotado:

– E se essa pesquisa (a de desinteresse do futebol pelos jovens) fosse realizada no Brasil?

O futebol tem sido um esporte atrativo para os jovens?

Aparentemente, não. E o interesse dele tem caído muito mundo afora! Veja essa pesquisa do ano passado, extraída de: https://pressfut.com/post/diminui-o-interesse-dos-jovens-por-futebol/

DIMINUI O INTERESSE DOS JOVENS PELO FUTEBOL

Dados da ECA e do Datafolha apontam uma crescente perda de adeptos no mundo. Até mesmo o Brasil, conhecido como “país do futebol”, sofre com esse dilema. O interesse dos jovens pelo futebol vai dando lugar a novas tendências.

A Associação dos Clubes Europeus (ECA), mostrou recentemente, que 13% dos jovens entre 16 e 24 anos declararam “odiar o futebol”, enquanto 27% não tem “nenhum interesse” nesse esporte. Vale lembrar que o estudo foi feito na Europa, onde se pratica futebol no mais alto nível. A conclusão para esse desinteresse está ligada a esses quatro principais aspectos:

1. Preferência por outros esportes (e-esportes, principalmente);
2. Partidas muito longas (o tempo é cada vez mais escasso e é preciso despertar o interesse das pessoas em segundos);
3. Falta de emoção nos jogos;
4. Falta de um ambiente que favoreça a inclusão e a diversidade no mundo do futebol.

Isso liga um alerta para todos os stakeholders do futebol. Essa faixa etária analisada no estudo é extremamente importante no impacto dos negócios. Isso porque, ela é a faixa etária que está ingressando no mercado e destina boa parte de sua renda ao entretenimento. Ou seja, o futebol está perdendo espaço para outros entretenimentos. Por isso, é preciso mudar alguns conceitos e criar novas ofertas de valor para esses clientes. Como listado anteriormente, o mundo cada vez mais dinâmico, precisa chamar atenção de forma rápida. Como no futebol tem faltado emoção, uma hora e meia de jogo se torna tedioso.

– O McDonald’s sem caixa humano: uma desagradável experiência.

Estive com minha filha de 4 anos no Shopping Parque das Bandeiras, em Campinas. Lá, existe uma restaurante no McDonald’s com 3 caixas físicos e 2 totens de auto-atendimento. Porém, na sexta-feira não havia uma só pessoa para o atendimento humano.

Estando com uma criança e sacolas na mão, por conforto, eu queria ser atendido por uma pessoa, não me “auto-atender” por uma máquina. E a fila era longa…

Perguntei à moça da loja (que ali estava fazendo faxina) se não tinha ninguém para atender, e ela, roboticamente, disse: “só no Totem”.

O Totem de auto-atendimento é legal para quem quer esse serviço. Eu não queria. Fui obrigado (mas não irei mais). E sabe a ironia? Como eu pagaria em dinheiro, tive que fazer o pedido pela máquina e esperar alguém aparecer para… cobrar!

É mole?

Custa ter uma pessoa para atender, desde o início? Essa “forçação de barra” irrita.

– E acontece muito no Comércio…

Sabe aquela situação na qual o comerciante frequentemente “chora” quando o consumidor consome um produto e na hora de passar o cartão, não dá certo?

Alguma vezes pode ser saldo; outras, problema da maquininha do estabelecimento; ainda, a situação de algum imprevisto eletrônico ou de senha.

Mas essa “tirada humorística” do José Simão em seu Twitter é gozada. Sob o título “o Brasileiro é cordial”, ele mostra quando ocorre o fato de alguns comerciantes que não podem reter o produto comprado (no caso, um cliente de restaurante), costumam, digamos, “alertar” os cuidados.

Abaixo:

– Um desagradável apagão da Claro.

Quem tem Internet fixa da Claro aqui na Região de Bragança Paulista, deve estar, assim como eu, irritado com a queda do sinal nesta 5a feira (já há algum tempo sem o serviço).

Trabalhar roteando o sinal do telefone celular para o computador é “chatinho”, hein?

Volte ligo com o serviço, dona Claro!

– Uma diferença boba, mas que aguça a curiosidade do consumidor: a Colgate do Mercado!

Repare nestas pastas de dente: o preço e o produto são os mesmos, embora o tamanho das embalagens não sejam. 

Quando você vê ítens assim, como estes, na prateleira e vai comprar um nessas circunstâncias, por qual você opta?

A diferença aqui é: ambos no Carrefour dividem espaço, mas perceba que um é mexicano e outro é brasileiro.

Fica a recomendação: por quê não esperar um lote acabar?

– O Annete do Boticário para a saudosa mãe é um exemplo de Sensibilidade Corporativa

Nesta última semana, um exemplo maravilhoso de respeito ao consumidor, humanidade e “sensibilidade corporativa”: o Boticário produziu frascos com um perfume, o “Annete”, que estava descontinuado há algum tempo, para consolar uma mãe que chorava a morte de seu filho.

A fragrância do perfume era a recordação de dona Wanda, uma senhora de 76 anos (veja no link abaixo a história dela).

Fica a reflexão: é tão sacrificante para algumas organizações humanizar o relacionamento? Quantas empresas não se dedicam exclusivamente a métodos fechados, automatizados, frios e burocráticos de relacionamento com seus consumidores?

Sobre o caso, aqui: https://revistapegn-globo-com.cdn.ampproject.org/c/s/revistapegn.globo.com/amp/Franquias/noticia/2021/04/o-boticario-volta-fabricar-perfume-fora-de-linha-para-que-mae-guarde-cheiro-que-lembra-filho-falecido.html

O Boticário relança perfume 'Annete' para mãe que perdeu filho com Covid-19  - GKPB - Geek Publicitário

– Os Golpes nas Bombas de Combustíveis

Meses atrás, o Fantástico da Rede Globo trouxe uma matéria sobre a Máfia dos Combustíveis no Rio Grande do Norte. Mas os golpes contra o consumidor são muito mais complexos e frequentes, infelizmente.

Veja essa matéria de 2012 explicando os mecanismos que provocam fraude e enganam o motorista. E vale o lembrete: abasteça no posto em que você confia!

Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=z3rMkNgdYlw

– Há 1 ano, quem acertou? A grande diferença de respeito às pessoas do Restaurante Madero e das Lojas Cem!

Há 1 ano, tivemos no início da pandemia um comportamento de extremos de duas empresas significativas: Madero e Lojas Cem. Vale a pena relembrar a visão de ambas:

Está repercutindo em todo o Brasil a fala arrogante, egoísta e equivocada do Chef Junior Durski, proprietário da rede gastronômica Madero, a respeito da pandemia e o resguardo necessário para precaver-se. Disse em seu Instagram:

“Oi, pessoal, estou passando aqui para dizer que sou totalmente contrário a esse lockdown (bloqueio, em inglês) que estamos tendo no Brasil. O Brasil não pode parar dessa maneira, o Brasil não aguenta. Tem que ter trabalho, as pessoas têm que produzir, têm que trabalhar. O Brasil não tem essa condição de ficar parado assim. As consequências econômicas que teremos no futuro serão muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o coronavírus. Sei que temos de chorar e vamos chorar por cada uma das pessoas que vão morrer com o coronavírus. Vamos cuidar, vamos isolar os idosos, as pessoas que tenham algum problema de saúde, como diabetes, vamos! É nossa obrigação fazer isso. Mas não podemos, por conta de cinco ou sete mil pessoas que vão morrer… Sei que isso é grave, sei que é um problema, mas muito mais grave é o que já acontece no Brasil. Em 2018, morreram mais de 57 mil pessoas assassinadas no Brasil. Mais de 6 mil pessoas por desnutrição… isso anotado na certidão de óbito. Quantas morreram que não foi anotado que eram desnutrição e inanição?”.

O empresário, como se percebe, relativizou demais a crise e seus efeitos humanos. Entretanto, a frase marcante de que “não podemos parar por conta de cinco ou sete mil que vão morrer” é péssima, dentro ou fora de qualquer contexto. Parece cego ao real perigo e alheio que somente na Itália, país bem menor do que o nosso, morreram 800 anteontem (num único dia), e que com a má vontade latente de recolhimento aqui no Brasil, os mortos serão em número muito maior (e, se seguirem a lógica de continuidade de rotina com certos cuidados proposta por Durski, morrerão ainda mais)!

Do outro lado, a favor da prudência e do respeito humano, vejo a atitude correta, ética, simpática e responsável das Lojas Cem, um grande varejista sediado em Salto-SP, de propriedade da tradicional família Dalla Vecchia, que fechou todas as suas 278 lojas, não trabalhando nem com e-commerce e, por receber seus boletos na própria loja com os tradicionais carnês, anunciando que o cliente só vai pagar quando tudo voltar ao normal! Veja o comunicado:

Fica então a percepção: quem é o empreendedor mais responsável e que, quando tudo estiver normalizado, merece o respeito do consumidor?

Aqui, notoriamente, são os dois extremos do capitalismo!

Atualização, 18h41: Junior Durski pediu desculpas pelo video, mas criticou novamente o isolamento, em: https://istoe.com.br/dono-do-madero-se-desculpa-e-volta-a-criticar-isolamento-e-bom-para-os-ricos/

– A Sony deixa o Brasil. Mas como resolver os problemas dos clientes agora?

A Sony vai embora do Brasil, em comunicado oficialmente anunciado pela empresa (a partir de agora, só venderá por revendedores o PlayStation). Uma pena, pois a icônica marca japonesa tem ótimos produtos e respeito muito grande.

Porém…

Tenho um Sony Headphone WI-SP500, um excelente fone de ouvido esportivo bluetooth, que comprei logo após seu lançamento. Há anos corro diariamente com ele, e nunca me deu problema. Mas num típico exemplo da Lei de Murphy… no dia seguinte da divulgação da saída da Sony, ele parou de carregar!

Esgotou a bateria e não aceita carga, nem as luzes indicadoras funcionam. A grosso modo, me parece ser a bateria interna que precisa ser trocada.

Entretanto, procurando a assistência técnica, o que ouço é (da primeira oficina): “Com a pandemia, não tem peça. E agora que a Sony vai embora, esqueça.”. Ou (da segunda oficina): “Pode jogar fora, mesmo que dê conserto, fica caro e não vale à pena.”. Por fim, ouvi ainda (da terceira assistência): “Nós cobramos R$ 100,00 para a avaliação, que descontamos se o senhor aceitar o orçamento. Mas se não tiver conserto, infelizmente não podemos devolver o dinheiro”.

Puxa, dona Sony, o aparelho que eu tenho é ótimo, sou divulgador dos benefícios da sua marca e, mesmo sabendo que são produtos caros, continuo sendo consumidor. Não pode ser tão difícil resolver meu problema, apesar da má vontade das assistências técnicas que estão abandonando o respeito por você.

O que fazer?

– Simpatia ou Amolação das Empresas nas Redes Sociais? O diálogo com o cliente!

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, certa vez escreveu sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

– E que agrado!

E quando você é surpreendido na pizzaria com um agrado desse?

Por conta da nossa Estelinha, após a pizza, ganhamos essa sobremesa: “menininha de massa com chocolate preto e branco”.

Parabéns, Arcos di Luna (Bragança Paulista)! Além da deliciosa experiência das pizzas que comemos e do ótimo atendimento, ficamos encantados com o mimo.

– Os campeões per capita de…

… vários índices curiosos!

Vejam só: a Revista Superinteressante da edição de Dez/2016 trouxe uma matéria sobre os países recordistas de “alguma coisa” em relação ao contingente populacional. Ou seja, os “campeões per capita” de algo. O Brasil, por exemplo, no mundo, é campeão per capita de número de cesáreas (57% dos bebês brasileiros nascem de partos cesarianos).

Alguns outros campeões per capita:

Consumo de Chocolate: Suíça

Consumo de Cerveja: República Tcheca

Número de Castelos: Eslováquia

Número de Fumantes: Sérvia

Pessoas com Depressão: Chile

Produção de Lítio: Bolívia

Queda de Raios: Colômbia

Candidatas à Misses: Venezuela

Formação de Médicos: Cuba

Compradores de Carros: EUA

Prática de Abortos: Groelândia (incríveis 50%)

Bibliotecas: Estônia

Suicídios: Lituânia

Leis de Defesa às Mulheres: Islândia

Mortes no Trânsito: Líbia

Risco de Morte: Síria

Consumo de Carne: Austrália

Formação de Psicólogos: Argentina

Números de Homens Nascidos: Irã

Ateus: China (47% não acreditam em nada)

Alfabetizados: Coréia do Sul

Militares: Coréia do Norte

Idosos: Japão

Vítimas de Alcoolismo: Belarus

Consumo de Café: Finlândia

Consumo de Refrigerantes: México

Gatos como Bicho de Estimação: Rússia

Portadores do Vírus HIV: Suazilândia

Alguns dados não tão relevantes. Mas que dizem algo, ô se dizem.