– Facebook já é o Site de Maior Audiência no Brasil

No último sábado, o Facebook se tornou o site mais acessado do país. Segundo uma pesquisa divulgada hoje (perdoem-me a falta de citação), a rede social Facebook foi visitada por 10,86% dos internautas, contra 10,85% do site buscador Google.

Enquanto isso, o Orkut definha e o Google+ engatinha. Sou usuário também do Google+, e é nítido que estão trabalhando ferozmente na ferramenta social. Mas, para popularizá-lo, levará muito tempo ainda…

– Portal IG é Vendido ao Ongoing

Os portugueses do grupo de comunicação Ongoing estão com tudo no Brasil. Primeiro, compraram o “O DIA”. Depois, lançaram o jornal “Brasil Econômico” (um diário de economia na cor rosa). Agora, compraram o IG.

Dessa forma, o mercado de audiência nos Portais da Internet ficou da seguinte forma (em número de acessos):

1-UOL

2-GLOBO

3-TERRA

4-R7

5-IG

Será que a entrada do grupo mudará esse posicionamento?

– Os Sabonetes que Enganam os Consumidores

Protex, Lifebuoy e Dettol: os 3 sabonetes que prometem acabar com bactérias, realmente as eliminam?

Pois é… A Proteste (aquela instituição que sempre testa os produtos ao extremo) fez a prova com 10 marcas. O resultado? Que poucos eliminam bactérias. O Protex, por exemplo, é líder de vendas e não eliminou nenhuma!

Extraído de: http://is.gd/FRoz5t

PROTEX E OUTROS SABONETES NÃO PROTEGEM CONTRA BACTÉRIAS, DIZ PROTESTE

Sabonetes bactericidas prometem acabar com as bactérias e germes presentes no corpo, mas, segundo teste da Proteste, nem todos eles cumprem a promessa. Protex (em barra e líquido) e Lifebuoy líquido não eliminaram nenhuma das quatro bactérias testadas, apesar de se autointitularem bactericidas. O Dove hidratante também não eliminou bactérias.

Foram analisados dez produtos bactericidas, sendo três líquidos e sete na versão em barra, entre eles dois sabonetes hidratantes – Dove e Granado Tradicional – eleitos o melhor do teste e a escolha certa pela Proteste no ano passado.

Os três produtos mais bem avaliados são em barra. E esses produtos devem ser usados com frequência apenas nas mãos.

Oito sabonetes eliminaram a bactéria Escherichia coli, presente no intestino grosso e nas fezes humanas. “A constatação mais surpreendente foi quanto ao Protex. O sabonete, líder nesse segmento, garante acabar com 99,9% das bactérias presentes na pele. Porém, não eliminou, nem sequer reduziu, qualquer micro-organismo usado no teste”, diz a publicação do instituto de proteção ao consumidor.

Dos cinco sabonetes que anunciavam proteger a pele contra o S. aures, somente o Dettol em barra confirmou sua ação. Protex e Lifebuoy, nas versões sólidas, ainda garantem eliminar a S. marcescens, o que só o Lifebuoy conseguiu. Vale ressaltar que Granado Antisséptico, Ypê, Racco e Protex não indicam em seus rótulos para quais bactérias devem agir. No entanto, fora o Protex, esses produtos demonstraram ação bactericida.

Para fazer o teste de eficácia bactericida, utilizamos uma solução padrão, composta de sujeira “criada em laboratório” e quatro bactérias específicas. A solução foi colocada em diferentes placas e, em cada uma delas, foi aplicada uma quantidade de sabonete. Foram bem avaliados aqueles produtos que conseguiram eliminar, em um período de cinco minutos, a 20oC, a maior quantidade de bactérias.

Outro lado

A Colgate, companhia da linha Protex informa que ainda não tem um posicionamento sobre os resultados do teste da Proteste. A Unilever, detentora da marca Lifebuoy, esclarece que o produto fabricado pela empresa atende todas as normas vigentes no Brasil, tanto com relação aos processos de fabricação, quanto aos ingredientes presentes. “A empresa não recebeu da Pro Teste o laudo de análise do produto citado, portanto desconhece os critérios e metodologias utilizadas para se posicionar sobre tais resultados”. Já sobre o Dove, a assessoria da marca afirma que o produto não divulga ter propriedades bactericidas.

 

RESPOSTA DA COLGATE-PALMOLIVE

COMUNICADO DA COLGATE-PALMOLIVE À IMPRENSA

Líder no segmento de sabonetes antibacterianos, a marca Protex® cuida da saúde das famílias, ajudando a eliminar as bactérias da pele além de criar uma barreira protetora de longa duração.

Protex® é clinicamente comprovado para eliminar 99,9% das bactérias. Mundialmente, os benefícios de Protex® são comprovados por diversos estudos científicos que seguem reconhecidos padrões internacionais.  Estes estudos são realizados com pessoas usando o sabonete Protex® e água. A prova da eficácia de Protex® foi analisada e aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Recentemente, uma revista ao consumidor analisou a eficácia antibacteriana de várias marcas de sabonete, incluindo Protex®. Os detalhes da metodologia, que não envolvem pessoas usando os sabonetes, não foram disponibilizados e por isso não podemos comentar sobre o seu mérito científico.

A marca Protex® tem eficácia comprovada com suporte de vários estudos científicos e respeita muito a confiança das famílias brasileiras adquirida ao longo de mais de 25 anos.

– Lenovo quer adquirir a CCE

Um grande negócio a vista: A chinesa Lenovo (que é dona da americana IBM), quer comprar a CCE do Brasil e reposicionar a marca. O negócio é especulado em 1 bilhão de reais, e seria mais um canal de entrada da marca no Brasil, já que ela tentou comprar a paranaense Positivo e não conseguiu.

A meta não é popularizar a Lenovo, mas melhorar a CCE para incomodar os líderes de notebooks: HP e Positivo.

Vingará a proposta? Os chineses desta empresa costumam ser agressivos nas negociações.

– Inovação para Sobrevida do Laboratório EMS

Ou a empresa entra nessa nova onda dos remédios biológicos e diversifica, ou desaparece daqui a 5 ou 10 anos

Carlos Sanchez, do laboratório EMS.

Abaixo, matéria interessante da Época Negócios (Ed Março 2013, pg 114-117, por André Vieira) sobre as estratégias de inovação para a sobrevivência da EMS. Lições que empresas de qualquer ramo deveriam utilizar:

EXISTE VIDA ALÉM DOS GENÉRICOS?

Santo remédio, os genéricos. Graças a eles, a família Sanchez transformou um laboratório modesto – nascido de uma pequena farmácia – num bilionário grupo farmacêutico. Emiliano Sanchez começou a saga, há meio século, e emprestou suas iniciais à empresa: EMS. Seu filho, Carlos, deu continuidade ao empreendimento. Mas foi o governo quem providenciou o salto, ao criar, no início dos anos 2000, uma política de saúde que incentivava a produção de cópias de medicamentos de marca. Aí foi só o EMS farejar os remédios de grande apelo comercial, copiá-los, colocá-los no mercado antes dos rivais e dirigir uma força de vendas capaz de atingir uma quantidade enorme de farmácias. De um faturamento de R$ 300 milhões em 2000, o laboratório fechou 2011 com quase R$ 2,1 bilhões em receitas. “Dobramos de tamanho nos últimos três anos”, diz Carlos Sanchez. “E vamos dobrar novamente nos próximos quatro, pode apostar.” O desafio agora é que o santo remédio para o crescimento da EMS terá de ser outro: os biossimilares, que reproduzem resultados semelhantes aos dos medicamentos biológicos – um tipo de droga que mudou a forma como são combatidas doenças crônicas como hepatite A e B, artrite, psoríase e diversos tipos de câncer.

Diferentemente dos medicamentos tradicionais, que se espalham pelo corpo para combater o mal, os biológicos atacam um alvo específico, a célula doente. São como anticorpos de laboratório, obtidos a partir de proteínas extraídas do cultivo de células vivas. Produzir uma versão idêntica à de um medicamento biológico não é possível com a tecnologia de hoje. Mas é perfeitamente viável chegar a resultados similares ao da droga de referência seguindo processos semelhantes de desenvolvimento e estudando seus efeitos. Trata-se de um mercado altamente promissor. Nos próximos cinco anos, poderosas drogas biológicas como Herceptin, Enbrel, Mabthera, Remicade (usadas no combate ao câncer, diabetes e artrite reumatoide) vão perder patentes. Na versão biossimilar, elas terão custos de 10% a 20% menores do que os originais. Dados da consultoria IMS Health indicam que as vendas mundiais de biossimilares vão variar entre US$ 1,9 bilhão e US$ 2,6 bilhões em 2015, um valor infinitamente maior do que os US$ 378 milhões alcançados nos últimos 12 meses encerrados em junho de 2011. Em 2016, espera-se que oito dos dez medicamentos mais vendidos no mundo sejam biológicos.

O plano B: Sanchez reestrutura seu grupo e investe em outros setores

A partir deste mês, o grupo fará mudanças em sua estrutura, criando uma holding controladora de suas quatro empresas farmacêuticas – EMS, Germed, Legrand e Nova Química. Com essa reorganização, Sanchez planeja manter a empresa EMS na sua mão. Ele admite, porém, a possibilidade de abrir o capital das demais empresas.

No ano passado, Sanchez desembarcou em Porto Alegre para buscar dicas valiosas do empresário Jorge Gerdau sobre governança corporativa. Ele não queria conselhos de banqueiros nem de gente do próprio setor. “Gerdau tem experiência no assunto”, afirma Sanchez, que também costuma conversar com Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza. Outra iniciativa do empresário é ampliar seus negócios fora da área farmacêutica – a empresa já tem uma construtora, a ACS Incorporadora. Sua meta: faturar R$ 8 bilhões em quatro anos, em todos os seus negócios.

Parcerias estrangeiras

O EMS já submeteu quatro biossimilares à avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Também faz parte de um pool de empresas nacionais que negocia com o BNDES a formação de um fundo para investir neste tipo de medicamento – Aché, União Química e Hypermarcas são algumas das companhias interessadas em participar do consórcio. No front externo, o laboratório costura parcerias com empresas estrangeiras. A primeira ocorreu no final de 2009 com a chinesa Biomabs, de Xangai. Prevê o fornecimento de seis medicamentos biológicos, além da transferência de tecnologia para produção no Brasil. A segunda aliança foi firmada em 2011 com a sul-coreana Isu Abxis. A fabricante irá fornecer ao EMS a imiglucerase, uma terapia para reposição de enzimas em pacientes portadores da doença de Gaucher, enfermidade genética que afeta cerca de 600 pessoas no Brasil. Hoje, o Ministério da Saúde paga cerca de R$ 200 milhões pela droga do laboratório Genzyme, controlado pela Sanofi-Aventis, para tratar esses pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A Isu também desenvolve na Coreia a cópia do Herceptin, que perderá patente até 2015 e que rendeu US$ 5,6 bilhões em vendas à suíça Roche no ano passado. Recentemente, Sanchez esteve em Cuba, durante a visita da presidente Dilma Rousseff ao país, e aproveitou para engatar novas parcerias. Segundo o empresário, a expectativa é que os primeiros medicamentos registrados pela empresa na Anvisa cheguem ao mercado até o fim do ano.

Falta apenas combinar com os técnicos da agência. Desde o início da década, o Brasil já teve três leis para biofármacos, a nomenclatura utilizada para avaliação dos biossimilares. A primeira era tão restritiva que apenas os grandes laboratórios, capazes de elaborar os caros estudos clínicos, conseguiam cumprir todos os requisitos. Em 2005, o governo flexibilizou a norma. A “cópia” poderia ser registrada se o laboratório conseguisse provar que o produto não era inferior ao original. A mais recente modificação, de 2010, previu uma nova interpretação: os biológicos são tão diferentes uns dos outros que é preciso que os técnicos analisem os protocolos caso a caso. “A Anvisa, agora, tem de analisar cada estudo clínico, mas o processo de aprovação é muito lento”, diz Sanchez. “A presidente Dilma mostrou-se receptiva a uma maior flexibilização, mas vamos ver como isso se traduz na agenda de governo, Anvisa e Ministério da Saúde.” Vale lembrar que o grande comprador dos medicamentos biológicos, hoje, é o governo. Apenas em 2011, o Ministério da Saúde gastou mais de R$ 2 bilhões na compra de seis medicamentos biológicos (veja no quadro) – as autoridades não escondem o interesse de produzi-los nacionalmente para reduzir os gastos.

Limites para o crescimento

Mais do que dobrar as receitas do EMS, os biossimilares surgem como promissora alternativa de negócios para um grupo extremamente dependente da produção de genéricos. “Ou a empresa diversifica ou daqui a cinco ou dez anos desaparece”, diz Sanchez. A preocupação do empresário recai sobre a diminuição da margem de lucro dos genéricos. Embora este segmento continue crescendo no país, a tendência, em médio prazo, é que haja um achatamento dos ganhos. Hoje, a EMS tem 13% de participação de mercado, em unidades vendidas. “No Brasil, não dá para ter mais do que 15% de participação de mercado. A competição é extremamente acirrada”, afirma o empresário. Além disso, haverá cada vez menos patentes de medicamentos de base química vencendo nos próximos anos (leia o quadro). Por isso, diz Sanchez, é preciso entrar no mercado de biológicos.

Isto não significa que o laboratório irá abandonar sua atual mina de ouro. Ao contrário. Para fazer frente aos desafios do mercado de biossimilares (e forrar o caixa para os novos projetos), o EMS vai esgotar “até onde pode” sua capacidade de vender drogas genéricas. A empresa está investindo R$ 600 milhões em quatro fábricas para elevar em quase 60% sua produção: passará de 45 milhões de unidades para 70 milhões de unidades por mês – algo próximo a um terço da demanda total brasileira por medicamentos. “Nossa unidade de Manaus, que terá incentivos para a importação de equipamentos, será a terceira maior fábrica em capacidade de produção de comprimidos sólidos do mundo”, afirma o dono do EMS. Mas faz sentido aplicar mais de meio bilhão de reais em fábricas destinadas a um tipo de remédio que, segundo o próprio Sanchez, terá vida curta na empresa? Nada impede que algumas das novas unidades sejam adaptadas para a produção dos biossimilares num futuro próximo.

Novo modelo de negócios

A fórmula de Sanchez de trocar a cópia química pela biológica parece acertada – ao menos na teoria. Na prática, essa migração envolve quase que uma reinvenção da companhia. Um estudo sobre os biossimilares publicado no início do ano pelo IMS Health elencou quatro grandes desafios para os laboratórios dispostos a entrar neste mercado:

1. O custo para o desenvolvimento de um biossimilar varia entre US$ 100 milhões e US$ 250 milhões – incluindo nessa conta a instalação da fábrica. É uma fábula perto do que se gasta para desenvolver um medicamento genérico, entre US$ 1 milhão e US$ 4 milhões.

2. Na maioria dos países fora da Europa, o quadro regulatório é novo. Em alguns casos, ele nem existe. Isso significa um risco tremendo para uma empresa que queira fazer um investimento global.

3. As barreiras para entrada não são proibitivas, mas envolvem tecnologias e processos bem mais sofisticados do que a produção de um genérico. Os biológicos possuem estruturas infinitamente mais complexas do que drogas sintetizadas quimicamente – o peso molecular de um biológico, por exemplo, é quase 800 vezes maior do que o do ácido acetilsalicílico, o princípio ativo da popular Aspirina.

4. Para ganhar a confiança do mercado e dos acionistas, a empresa “similar” deverá ter habilidade, recursos e mentalidade de uma farmacêutica “de inovação”. Isso embute riscos porque muda o modelo comercial de uma produtora de genéricos.

“Se o EMS conseguir vencer esses obstáculos e ainda contar com o apoio do governo brasileiro, terá condições de não apenas suprir o mercado doméstico, mas também conquistar espaço na América Latina, África e alguns países da Ásia, onde haverá forte demanda por este tipo de medicamento”, diz um ex-executivo de uma multinacional farmacêutica. Sanchez sabe disso. A segunda fase de seu plano de reinvenção do EMS passa exatamente pela prospecção de mercados internacionais – e pela ousada tentativa de ir além da produção de cópias ou similares. O empresário está montando um comitê de notáveis, formado por cientistas e dois vencedores de Prêmio Nobel (cujos nomes ainda são mantidos em sigilo), para ajudá-lo a explorar o filão das descobertas radicais. A ideia é beber direto da fonte dos grandes laboratórios. “A crise das empresas americanas fez com que muitos centros independentes de pesquisa nos Estados Unidos sofressem com a escassez de recursos para desenvolver medicamentos biológicos.” É aí que o EMS entra, como patrocinador destes pequenos tesouros. “São medicamentos de nicho que não exigem mais do que 200 vendedores para que suas vendas atinjam US$ 1 bilhão. Se acertarmos em um ou dois casos, a gente passa a ser uma das grandes do setor.” Na teoria, perfeito.

– Propaganda enganosa do Novo Ipad?

E agora? Nós ainda não temos a tecnologia 4g no Brasil, mas consumidores descobriram que seus iPads 4g não funcionam fora dos EUA!

Confesso não saber, mas será que a Apple avisou claramente esse detalhe?

– Quando a Amazon vencerá a guerra contra a Saraiva? Ou não ganhará?

A Amazon, gigante mundial em livros, quer vir ao Brasil a todo o custo. Já namorou o Submarino e não conseguiu. Tentou outras estratégias e só atrasou seu planejamento. Agora, o impasse é a briga com o mais feroz dos seus concorrentes: a Saraiva.

Abaixo, nota de: http://is.gd/uymkUp

SARAIVA EMPATA A VINDA DA AMAZON

A negociação entre as editoras brasileiras e a Amazon, que está interessada em trazer sua loja de ebooks para o Brasil, não vai bem, empacou na semana passada e não tem ido para frente. O pivô do impasse é a Saraiva, maior rede de varejo de livros do país, que tem 30% de desconto na venda de ebooks e que não acha justo conceder aos americanos o benefício de um desconto maior que o dela (seria de 35%). Em contrapartida, as negociações com o Google e com a Apple seguem sem maiores problemas.

– Ipad Nova Geração: esgotado…

Ora, ora… dia 16 de março os novos IPads serão colocados à venda nos EUA e em mais 9 países (aqui no Brasil, não se tem data prevista). E já se esgotaram!

Naqueles países, quem quiser o Ipad da 3ª geração pode entrar numa fila de espera e solicitar, no máximo, 2 aparelhos!

A Apple é uma máquina de ganhar dinheiro ou não? Claro, gasta uma fortuna em P&D, e o retorno compensa!

– O Péssimo Atendimento de Alguns Supermercados Jundiaienses

Conhecer a cultura local é importante para o sucesso de qualquer negócio. Contratar funcionários da região, idem.

Digo isso pelo atendimento de algumas redes de supermercados de Jundiaí. NUNCA consigo ser bem atendido no Carrefour ou no Extra. Porém, os concorrentes da cidade – Russi, Boa, Coopercica e MonteSerrat (Itupeva) – sempre me proporcionam experiências melhores!

Nas duas redes nacionais, os caixas sempre estão de cara amarrada. Custa um sorriso? Ninguém orienta a isso? Além dos poucos caixas abertos e a falta de empacotadores…

Diferente das redes locais, onde se vê a simpatia e sempre um jovem e/ou idoso pronto para ajudar no empacotamento.

É por isso que levo a ferro-e-fogo a decisão de evitar esses grandes hipermercados e privilegiar gente/comércio daqui que atende bem!

E você, o que pensa do seu mercado de preferência?

– General Motors entra na PSA Peugeot-Citroen com força total

Depois de quase ter quebrado, e se salvado com a ajuda do governo dos EUA (por interferência de Barack Obama, que disse que a empresa era patrimônio americano), a GM entra com tudo na participação acionária da francesa PSA Peugeot Citroen: US$ 1 bilhão inicialmente!

Além de se tornar acionista da empresa, a sinergia que a GM busca com tal investimento procura uma redução de operações em até 2 bilhões de dólares, valor estimado pela redução de despesas pela aliança operacional.

– Ônibus Intermunicipal: Um Cartel Rodoviário?

Há quanto tempo somente a Viação Cometa faz a linha rodoviária Jundiaí – São Paulo, sem concorrência? Ela é permissionária exclusiva desta e de várias linhas.

Mas não é a única a gozar desse privilégio. A Revista Época desta semana  (27/02/2012, pg 38-40, por Leopoldo Mateus) traz uma matéria interessante sobre o preço alto das viagens de ônibus no Brasil, custando quase o dobro do que o mesmo percurso se comparado nos EUA. Abaixo:

VÁ DE ÔNIBUS E PAGUE CARO

As viagens no Brasil custam muito na comparação com o exterior – e a agência reguladora descumpre ordem de fazer licitações para linhas interestaduais

O passageiro que quiser ir de ônibus do Rio de Janeiro para São Paulo, ou vice-versa, e chegar à Rodoviária Novo Rio ou à do Tietê, em São Paulo, pode optar entre os serviços de quatro empresas: Expresso do Sul, Expresso Brasileiro, Autoviação 1001 e Itapemirim. Em tese, essa concorrência deveria resultar em variações de preço para o consumidor. Mas não é isso que ocorre. Os preços cobrados para uma passagem num ônibus convencional são os mesmos em todas as empresas – e todas seguem o teto fixado para a tarifa pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o órgão criado em 2001 para regular e fiscalizar o setor de transportes. A prática de preços idênticos em todas as empresas também acontece em outras linhas de ônibus interestaduais lucrativas do país, como São Paulo-Belo Horizonte ou Rio de Janeiro-Belo Horizonte. Na comparação com os Estados Unidos, um país de dimensões continentais semelhantes às do Brasil, o passageiro paga aqui até 150% a mais por quilômetro(leia a tabela abaixo).

As principais linhas interestaduais de ônibus no Brasil são divididas por grandes empresas, como a Itapemirim (faturamento de R$ 680 milhões em 2010) e o Grupo JCA, que reúne a Autoviação 1001, a Expresso do Sul, a Viação Cometa e a Autoviação Catarinense (faturamento de R$ 1,2 bilhão, em 2011). Das empresas procuradas por ÉPOCA, apenas a Itapemirim comentou a coincidência de preços. A empresa disse que, na alta temporada, cobra as tarifas mais altas permitidas, mas já fez várias promoções em períodos de baixa. No entanto, se um passageiro tenta comprar hoje uma passagem para junho (um mês de baixa temporada), o preço é exatamente o mesmo. Será que existe no mercado brasileiro de viagens interestaduais de ônibus um cartel, a prática de as empresas dividirem o mercado entre si de modo a limitar a concorrência e definir os preços? Para o professor Bruno Lewicki, coordenador do curso de Direito do IBMEC-Rio, os preços uniformes em todas as empresas são um forte indício de que sim. “Na extensão que foi verificada, esse paralelismo merece uma atenção maior das autoridades de defesa da concorrência. Justifica uma investigação”, diz Lewicki.

Na ANTT, existe uma Gerência de Defesa do Usuário e da Concorrência para fiscalizar as empresas e inibir os comportamentos oligopolistas. Mas, 11 anos depois de sua criação, é a própria ANTT que parece necessitar de uma fiscalização. Desde 2008, a agência descumpriu uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), inúmeras recomendações do Ministério Público Federal (MPF) e várias decisões do Tribunal de Contas da União (TCU) para fazer algo que poderia abrir o mercado das viagens de ônibus para mais concorrência: lançar o edital de licitação das linhas interestaduais. 98,5% das concessões das linhas interestaduais nunca foram licitadas. Várias são da década de 1950. Três empresas que fazem a linha Rio-São Paulo têm as mesmas concessões desde 1951, sem nunca ter participado de um processo licitatório. A linha Belo Horizonte-Rio de Janeiro está com a Viação Cometa e a Útil desde 1956.

Em 1998, o então presidente Fernando Henrique Cardoso baixou um decreto com o objetivo de dar fim a essas licenças infinitas. O decreto determinou que as concessões teriam um prazo improrrogável de 15 anos, contados a partir de 1993, e que as licitações teriam obrigatoriamente de ser realizadas em 2008. Antes mesmo de o prazo expirar, o então presidente do STF, Gilmar Mendes, numa decisão de setembro de 2008, deixou claro: “Se a União e a ANTT não adotarem as providências necessárias para a abertura do procedimento licitatório até a data de 6 de outubro, ocorrerá, de fato, lesão à ordem pública”. Apesar disso, a ANTT vem protelando as licitações, não atende às exigências dos órgãos fiscalizadores e lança cronogramas com prazos para os editais, nunca cumpridos.

Num primeiro momento, a desculpa para tal procrastinação era a necessidade de um levantamento minucioso do mercado. Em novembro de 2009, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) foi contratada e realizou uma enorme pesquisa encerrada em abril de 2010. Naquele mesmo ano, a ANTT enviou ao MPF um programa em que garantia que os editais de licitação sairiam até novembro de 2010. Não saíram. Por pressão do MPF, a ANTT lançou outro cronograma, no qual se comprometia a publicá-los até julho de 2011. Nada aconteceu. Uma nova promessa para janeiro de 2012. Idem. Agora, a ANTT diz que lançará a concorrência em abril. “Depois de tantas promessas descumpridas, só vamos acreditar depois dos editais lançados. Para o MP o tempo está esgotado”, diz o procurador da República Thiago Lacerda, do Grupo de Transportes do MPF.

Esse ceticismo tem uma razão: a ANTT vem recorrendo a artifícios para prorrogar as concessões das empresas, sem fazer as licitações. Desde 2008, elas operam via Autorizações Especiais. É uma forma de dar continuidade ao transporte, enquanto as licitações não são feitas. Para os órgãos fiscalizadores, as autorizações e suas renovações consecutivas apenas denunciam o desinteresse da ANTT em abrir o mercado. Em 2009, um acórdão do TCU proibiu a ANTT de prorrogar as autorizações para além de dezembro de 2011. No ano passado, porém, a ANTT autorizou seis empresas a operar suas linhas sem licitação até dezembro de 2012. Num caso específico, foi concedido à empresa Planalto Transporte o direito de explorar uma linha entre Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e Palmas, no Tocantins, até dezembro de 2013.

O homem com a atribuição de promover as licitações, Bernardo Figueiredo, diretor-geral da ANTT desde 2008, está à espera apenas de uma chancela do Senado para ser reconduzido a mais um mandato à frente da agência. Até agora, o único obstáculo à recondução de Figueiredo é o senador Roberto Requião (PMDB-PR). Ele acusa Figueiredo de envolvimento numa tentativa de superfaturamento de R$ 320 milhões numa obra da América Latina Logística (ALL), empresa que detém 40% da malha ferroviária nacional. Figueiredo passou pela sabatina da Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado – e a votação deve acontecer em plenário nesta semana. Se Figueiredo for reconduzido pelos senadores (e ao que tudo indica isso ocorrerá), ele terá mais dois anos para entregar o que até agora não foi capaz de fazer.

– Concorrência dessa forma não existe!

O Governo Federal quer comprar Tablets. Na licitação, copiou as especificações do iPad2 e fez a concorrência. Ou seja, nenhum concorrente pode concorrer!

Coisas do Brasil… É ou não favorecimento descarado à Apple?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1052202-licitacoes-de-orgaos-do-governo-favorecem-produto-da-apple.shtml

LICITAÇÕES DE ÓRGÃOS DO GOVERNO FAVORECE IPAD

Órgãos do governo federal têm montado editais de licitação para a compra de tablets copiando do site oficial da Apple especificações técnicas exclusivas do iPad 2, produzido pela empresa, informa reportagem de Breno Costa, publicada na Folha desta quarta-feira (a íntegra está disponívelassinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

A atitude, cuja legalidade é questionada por especialistas, acarreta na exclusão automática de tablets produzidos por outros fabricantes. Hoje existem mais de dez fabricantes dos aparelhos com atuação no Brasil.

O exemplo mais claro de favorecimento vem do Planalto. Numa licitação realizada em outubro para a compra de 42 tablets para serem distribuídos entre autoridades e assessores palacianos, a Presidência fez praticamente um “copiar e colar” do site da Apple.

OUTRO LADO

A Presidência da República nega irregularidades e afirma que as especificações representam a sua necessidade.

Argumenta ainda que, apesar de apontar para um fabricante específico, o edital não elimina a competição, já que há vários fornecedores de um mesmo produto.

– Google “parasita” no Safari?

Olha só que situação absurda, mas entendível nos dias atuais (se referindo a ações ousadas e discutíveis comercialmente): o Google é acusado de ter rastreado os sites e comportamentos dos usuários do navegador Safari, instalado nos iPhones e iMacs da Apple.

A ideia é: conhecendo as preferências dos usuários, oferecer produtos e serviços dos quais existam afinidade.

Cá entre nós: alguma novidade? Os sites de venda já fazem isso há um bom tempo…

– Desconfie do Posto de Combustível Picareta!

Tenho um posto de combustível, e a concorrência no nosso ramo é árdua. A mais difícil é a concorrência desleal, onde você vende produtos que tem origem da Petroibrás e concorre com outros similares: gasolina batizada, formulada, com galonagem modificada na bomba, etc.

Acabamos de atender um cliente cujo veículo abasteceu num posto com o preço R$ 0,15 mais barato que a média. Seu carro, que ficou falhando, travou aqui na entrada. Nosso frentista esgotou o tanque, e o combustível era uma mistura de gasolina, nafta e algumas coisitas mais. Lamentável…

Independente de onde for o seu posto, dê sempre preferência à qualidade. Esqueça o preço, pois pode sair mais caro uma diferença de alguns centavos. Vá sempre naquele que você está acostumado, onde a fama é boa e você conhece as pessoas que lá trabalham. Essa é a maior garantia.

– Reputação Corporativa como Vantagem Competitiva na Administração de Empresas

Você sabe dizer como está a reputação da sua empresa frente os consumidores?

Cada vez mais a importância da imagem é trabalhada pelas empresas. Recentemente, a Revista Exame encomendou ao Reputation Institute um estudo sobre o assunto, que avaliou as grandes organizações no Brasil.  

Segundo a pesquisa, as 10 empresas com melhor reputação, são (Exame, Ed 982, pg 193):

1) NESTLÉ

2) MERCEDES-BENZ

3) JOHNSON & JOHNSON

4) SADIA

5) NATURA

6) PHILIPS

7) AVON

8) GAROTO

9) PIRELLI

10) HONDA

E para você? Aparentemente os nomes são justos? Deixe seu comentário:

– Magazine Luiza revelando os Segredos

A Intuição e o Empreendedorismo: Estas são as palavras-chave de Luiza Trajano, a presidente do Magazine Luiza, em entrevista ao Blog “Por dentro das empresas”, de Cristiane Correa.

Numa matéria muito interessante, a executiva fala sobre o “luto” que ficou por não comprar o Ponto Frio, os planos A e B da empresa e muitas outras situações. Em vídeo, pela TV Exame. Clique em:  

http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20090813_listar_dia.shtml?permalink=188606

– Speedy? Internet Explorer? Argh!!!

Veja que combinação explosiva: hoje, o Itaú ficou com problemas em seu site durante boa parte do dia. De diversos computadores e em diversos horários o site fechava antes de entrar com os dados da conta corrente. Se você é correntista do Itaú Unibanco, saiba que o problema era com o navegador Internet Explorer! Pelo Chrome, entrou bem.

Já o Speedy…

Sabe o prejuízo que dá para um comércio sem ficar a Internet? Aqui, fiquei sem o Speedy por 2 horas, sendo que 45 minutos pendurado no 0800 deles. Só de cadastro, CPF, pedir para fazer teste, blablablá quase meia hora!

E qual a alternativa? A Net começou a funcionar na minha rua, comprei um pacote há 15 dias e a empresa bateu asas e voou! Pra fechar negócio, uma beleza. Para funcionar…

– Fox Sports compra BandSports

Segundo o Meio & Mensagem, na matéria de Sérgio Damasceno, a Fox Sports comprou a BandSport. Antes, ela iniciaria suas transmissões esportivas no lugar do canal Speed, que é do grupo.

No meu pacote Sky, o Speed é aberto e o BandNews fechado. Onde assistirei o Fox Sports?

Aguardaremos (lembrando que a Fox tirou a Libertadores da América da Sportv).

Extraído de: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2012/01/20/Fox-Sports-compra-canal-BandSports.html

FOX SPORTS COMPRA CANAL BANDSPORTS

Novo canal ocupará o espaço da emissora esportiva do Grupo Bandeirantes, que está disponível no cardápio de praticamente todas as programadoras

As barreiras para a entrada do canal Fox Sports na TV por assinatura do Brasil parecem ter sido definitivamente derrubadas. O novo canal esportivo fechou a compra do BandSports e irá ocupar o espaço com a sua programação, que entra oficialmente no ar no próximo dia 5 de fevereiro. A negociação deverá ser oficializada na coletiva de imprensa que a Fox Sports promoverá em São Paulo na próxima segunda-feira, 23.

A emissora esportiva do Grupo Bandeirantes já havia sido sondada há algum tempo pela Fox, mas somente nos últimos dias a proposta foi reavaliada e concretizada. Pelo acordo, a marca BandSports, que possui direitos de transmissão de eventos como as Olímpíadas de Londres e a Fórmula Indy (veja lista completa no final desse texto) deve deixar de existir.

A real entrada do canal esportivo da Fox no Brasil ainda era incerta, uma vez que as negociações com a Net, a programadora com maior número de assinantes, e com a Sky pareciam não fluir muito bem. Embora tenha montado uma grande estrutura no Rio de Janeiro, com um grande leque de profissionais experientes no cenário esportivo e com a promessa de transmissões em HD, a Fox, que exibirá com exclusividade a Copa Santander Libertadores na TV paga, poderia ter problemas para encontrar uma ‘janela’ para a inserção de seu canal.

Até o momento, o que foi divulgado oficialmente é que o sinal da Fox Sports ocupará o lugar do Speed, um canal de aventuras que também faz parte do universo da Fox. De acordo com algumas informações que circulavam na imprensa, as programadoras não estavam concordando em trocar o sinal de um canal por outro, alegando que isso infringiria os acordos de serviços prestados aos assinantes. 

Oficialmente, a assessoria de imprensa do canal BandSports nega a venda. A Fox Sports também não confirma a informação e apenas diz que existiram conversas sobre o possível fornecimento de conteúdo do canal da Band para a Fox Sports. O BandSports está disponível no cardápio das operadoras Net, TVA, Via Embratel, GVT, Oi TV, Sky, Telefonica, CTBC TV e também via parabólica. 

Veja a lista completa dos direitos de transmissão da BandSports:

Olimpíada – Londres 2012
Automobilismo: Fórmula Indy, DTTM (campeonato alemão de carros de turismo), FIA GT1, Fórmula Renault, V8 Supercars, F-3 Europeia
Motociclismo: Mundial de Superbike, Mundial de Motocross, Mundial de Supermoto
Futebol: Campeonato Alemão, Campeonato Português, Pré-Olímpico Asiático de Futebol, Copa São Paulo de Futebol Júnior
Lutas: M1 Global (MMA), It’s Show Time Kickboxing, Mundial e Europeus de Karatê, WGP Kickboxing (Circuito Brasileiro), Grand Prix de Judô
Basquete: Liga ACB, NCAA Basketball
Atletismo: Diamond League
Tenis: ATP 250 Tênis, WTA Tênis
Iatismo: Volvo Ocean Race
Rugby: Rugby Sevens World Series
Handebol: Campeonato Europeu de Handebol
Vôlei: Champions League de Vôlei
Hipismo: Global Champions Tour
Natação: Grand Prix de Natação (Circuito Americano e Europeu – Mare Nostrum)

– A Atriz e o Empacotador

Sempre ajudo, mas empacotar toda a compra do mês é f…

A atriz Nívea Stelmann, via Twitter, reclamou que é um desrespeito ao consumidor os supermercados não fornecerem empacotadores. E eu concordo em partes!

Particularmente, evito mercados que não tenham empacotadores. Dou preferência aos que tem, e, em muitos mercados, vejo de jovens aprendizes até trabalhadores da 3ª idade.

Cá entre nós: normalmente, quem fornece empacotadores são médios mercados. As grandes redes nunca têm. E, pior: as caixas passam as compras pela leitora e muitas vezes ficam paradas, com a fila no aguardo, olhando o cliente empacotar. Meras espectadoras… Em outras redes, as caixas ajudam.

Sinceramente, se eu puder evitar Carrefour, WalMart, Pão de Açúcar, Extra… com prazer!

Em Jundiaí, as redes Coopercica, Boa e Russi costumam fornecer empacotadores, e esse é o diferencial que levo em conta na tomada de decisão na hora de escolher um mercado.

– Guerra faz Franquias de Alimentação acirrarem Concorrência

Você gosta de comer no Pizza Hut? Ou no Vivenda do Camarão?

A Revista Exame (citação abaixo) traz uma matéria bacana para empreendedores e administradores que desejam ter uma franquia: novos modelos e novas promoções, visando a conquista de mais consumidores e procurando dar mais opções aos franqueados.

Extraído de Exame.com (citação completa em: http://is.gd/MdKXze)

GUERRA DE FRANQUIAS AVANÇA NAS PRAÇAS DE ALIMENTAÇÃO

Domino’s, Pizza Hut, Parmê e Vivenda do Camarão investem na adaptação de seus produtos e dos pontos de venda para modelos que atendam as necessidades dos clientes

A disputa pelo consumidor na praça de alimentação tem sido o desafio encarado por franquias do setor que mantêm unidades em shopping centers. Empresas como Pizza Hut, Domino’s, Vivenda do Camarão, Spoleto e Parmê investem em ações específicas para o local e adaptam os mix de produtos e formatos dos pontos de venda para atender às demandas dos clientes.

A guerra entra as companhias é justificada pela expansão das franquias de alimentação. No Brasil, segundo um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), no período entre 2001 e 2010, houve um crescimento de 201% no número de lojas do setor. Ao entrar neste espaço, uma das primeiras medidas adotadas pelas empresas é conhecer o perfil do consumidor que frequenta as praças de alimentação para criar ofertas que sejam relevantes e façam o cliente retornar ao ponto de venda.

Recentemente, a Domino’s resolveu apostar no potencial das praças de alimentação. A companhia criou o formato Domino’s Express, que estreou no mês de dezembro de 2011, com a inauguração da loja no Shopping Interlagos, em São Paulo. Além de colaborar para a expansão da empresa no Brasil, aproveitando a capilaridade dos centros comerciais, a iniciativa pretende fortalecer a marca no país. A meta é chegar a 2016 com 150 unidades em território brasileiro.

PORÇÕES INDIVIDUAIS

O formato Domino’s Express foi desenvolvido a partir de pesquisas da empresa junto aos consumidores. “Após o recolhimento dos resultados, percebemos uma lacuna no mercado para a venda de pizzas em fatias e essa foi a oportunidade que vislumbramos para criar o modelo voltado para a praça de alimentação”, explica Adriana Copello, gerente de marketing da Domino’s no Brasil.

Além das pizzas em fatias, também é possível encontrar petiscos, como as Batatas Smiles e portões de calabresa acebolada. Outras novidades estão em desenvolvimento para serem comercializadas nas lojas Domino’s Express, como a sobremesa Petit Gateau e as Chicken Wings, asas de frango fritas que têm um bom desempenho nos mercados internacionais da marca.

Em um mês de funcionamento, o novo modelo já apresentou uma média de 250 clientes por dia. Para divulgar o ponto de venda, a empresa apostou em degustações durante a inauguração e este mês realiza uma promoção compre e ganhe que premia os consumidores com copos exclusivos da rede.

A Pizza Hut adota uma estratégia semelhante. Das 19 unidades da empresa no Brasil, 11 estão presentes em praças de alimentação. A companhia também criou porções menores de seus produtos, como uma fatia de pizza que equivale a 1/4 do prato na versão gigante. Além da opção de porções individuais, a empresa também criou produtos para serem consumidos em grupos, que são vendidos a preços promocionais entre quinta e sexta-feira.

DIFERENCIANDO DA CONCORRÊNCIA

Uma das maneiras encontradas pela Pizza Hut para se destacar ao lado de seus concorrentes foi a aquisição de espaços próprios nas praças de alimentação e atendimento nas mesas. “A Pizza Hut foi uma das primeiras empresas a adotar esta medida como diferencial, com a proposta de tornar o atendimento semelhante ao mesmo encontrado em restaurantes”, afirma Anna Carolina Salles, gerente de comunicação da Pizza Hut

Outra ação utilizada pela empresa para atrair os consumidores é a entrega dos cartões de fidelidade Club Pizza Hut, válidos por três meses e que concedem 12 descontos de 40% no consumo de produtos nos pontos de venda. A rede também já realizou promoções com foco em estudantes portadores da Carteira Mundial do Estudante da International Student Identity Card (ISIC), oferecendo produtos para este público pela metade do preço.

Já a forma encontrada pela rede de franquias carioca Parmê para as suas lojas nos shopping centers foi a realização de promoções a partir da internet. “Realizamos ações pontuais nos perfis da marca no Twitter e no Facebook enviando vouchers com descontos válidos paras os pontos de venda instalados nas praças de alimentação, como forma de trazer os consumidores para as nossas lojas. Além de oferecer os combos promocionais, os clientes têm ainda a possibilidade de customizá-los ao seu gosto”, diz Luiz Antônio Jaeger, gerente de operações do grupo Parmê.

– Próteses de Silicone Impróprias: o Escândalo Mundial

Durante toda a semana, as emissoras de rádio e TV noticiaram o alerta da ANVISA sobre as Próteses de Silicone da marca francesa PIP (Poly Implants Prothèses).

Acontece o seguinte: nos anos 90, o uso de próteses de silicone era comum em mulheres que retiravam os seios após intervenções cirúrgicas para a extração de Câncer de Mama. No Brasil, havia pouquíssimas opções (nenhuma nacional), e uma das marcas pioneiras era a PIP, pois foi a primeira a desenvolver (parece incrível por ser um conceito tão básico) próteses que diferenciavam a mama esquerda da direita.

Nos anos 2000, o uso de silicone se popularizou em questões estéticas, onde mulheres aumentavam os seios para melhorar a beleza e aumentar muitas vezes a auto-estima de um corpo bonito.

Porém, a francesa PIP faliu (a líder, hoje, é uma marca da Johnson & Johnson). E lá na França, especialistas descobriram que ao invés do silicone com a formulação correta para próteses, a empresa utilizava silicone industrial (para a construção civil). O caso veio à tona depois que uma mulher de 53 anos morreu após serem encontrados traços de silicone no pulmão e no esôfago. Outras mulheres francesas que há tempos usavam tal marca de silicone contraíram câncer.

No Brasil, estima-se que 25.000 próteses da PIP foram comercializadas. O risco observado é o de vazamento da prótese, contaminando o corpo.

Fico pensando: imagine o trauma de uma mulher que sofreu com o câncer, implantou essas próteses e teve rompimento delas? Sem contar as que implantaram com finalidade estética.

O fundador da empresa, preso, alegou que isso foi feito (o uso de silicone inadequado para fins médicos, que forçam a ruptura das próteses) para aredução de custos e maior competitividade”.

Assustador a ganância comercial, não?

– Apple terá que abrir mão do iPad na China

E é por essas e outras que não dá para confiar nos chineses, na hora de fazer negócios. Uma empresa chinesa registrou o nome de iPad por lá, e se a Apple quiser comercializar o famoso tablet na China com o seu nome verdadeiro, deverá pagar ‘apenas’ 1,6 bilhão de dólares para o uso da sua própria marca!

Ou seja: ou dá uns trocados (e que trocados) para os chineses, ou terá que vender o seu próprio iPad com outro nome.

Eu sou do tempo em que dizer “negócio da China” se referia a ter bons resultados…

– Barbie: de Homenagem à Filha, passando pela Sexualidade, Culminando no Sucesso de Vendas

A Boneca Barbie é um excepcional exemplo de negócio bem sucedido. Produto modelo para qualquer administrador de empresas realizar um estudo de caso, claro empreendedorismo dos criadores, o “negócio Barbie” é cheio de curiosidades: surgida em homenagem à filha, inspirada em designer de garota de programa, a boneca mais famosa do mundo vende 2 peças a cada segundo!

Abaixo, extraído da Revista Superinteressante, Edição Dezembro/2011, pg 54.

BARBIE: VEM BRINCAR COMIGO

Glamur, polêmicas familiares, dinheiro e até sacanagem envolvem o mundo cor-de-rosa da verdadeira bonequinha de luxo

Por Marcella Chartier

1. Filhinha da Mamãe

Barbie é o apelido de Barbara Millicent Roberts, filha da criadora da boneca. Os irmãos de Barbara também são famosos: Ken virou o namorado (sim, na vida real Ken e Barbie são irmãos) e Skkiper é irmão de Barbie também no mundo dos brinquedos. O verdadeiro Ken era homossexual, apesar de ter constituído família com uma mulher. Ele morreu de AIDS em 1994.

2. Brinquedo de Adulto

O design da Barbie foi inspirado em uma personagem de quadrinhos pornô alemã, chamada Bild Lilli, e isso ninguém esconde. Mas os detalhes não são oficiais: de acordo com o jornalista americano Jerry Oppenheimer, o designer que fez a boneca era viciado em sexo e criou as medidas dela de acordo com gostos pessoais.

3. Que (falta de) saúde!

Se a Barbie fosse uma mulher de 1,68 metro, ela teria 50 centímetros de cintura, 69 de busto e 73 de quadril. Uma mulher tão magra deixaria de menstruar normalmente, segundo uma pesquisa da Universidade de Helsinque. Ainda assim, a britânica Sarah Burge achou boa idéia gastar 500 mil libras em cirugias plásticas para ficar igual à boneca. Por ano, ela paga cerca de 22 mil para manter tudo no lugar.

4. Perua

Mais de 70 estilistas de alta-costura já criaram roupas para ela, incluindo Gucci, Versace e Armani. Para a confecção das roupas já foram usados mais de 95 milhões de metros de tecido. E os altos números estão também nos acessórios: a Barbie já teve mais de 1 bilhão de pares de sapatos e jóias de diamantes avaliadas em US$ 600 mil, do joalheiro australiano Stefano Canturi.

5. Bonequinha de Luxo

Foi depois de criar a Barbie, em 1959, que a Mattel entrou no ranking das 500 maiores empresas dos EUA. Demorou 3 anos para que eles conseguissem atender à demanda dos consumidores, de tanta procura pela boneca. Hoje, são vendidas 172.800 Brabies por dia no mundo, ou seja, 2 por segundo.

Se você quiser saber sobre a crise de imagem que a boneca sofreu durante as festividades dos 50 anos de seu lançamento, clique no link: http://is.gd/mctyHL

BONECA BARBIE: A CRISE DE UM ÍCONE NA INDÚSTRIA DE BRINQUEDOS

 

 

 

– União da Sadia e Perdigão terá que se Desfazer da Doriana

A Seara (grupo Marfrig) será a dona de diversas marcas antes pertencentes à Sadia e Perdigão. Com a fusão das empresas criando a BR Foods, Sadia e Perdigão foram obrigadas pelo CADE a se desfazerem de marcas importantes, a fim de evitar a concorrência nociva. Assim, as marcas Doriana, Rezende, Wilson, Texas, Tekitos, Patitas, Fiesta, entre outras tantas, saíram do grupo. O novo proprietário é o principal concorrente: a Seara.

Portanto: nesse Natal, você não vai mais comer “Fiesta da Sadia”, mas “Fiesta da Seara”.

Abaixo, extraído de: http://www.radiorural.com.br/noticias.php?nId=leitura&idnot=13231

MARFRIG FICARÁ COM PARTE DA BR FOODS

A Brasil Foods fechou acordo com a Marfrig, dona da marca Seara, para ceder à empresa os ativos de que teria que se desfazer por determinação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para concluir a fusão entre Sadia e Perdigão. 

Segundo fato relevante divulgado nesta quinta-feira pela empresa, haverá permuta entre marcas e instalações das duas companhias.

Para aprovar a fusão entre Sadia e Perdigão, o Cade obrigou a Brasil Foods a vender, a um só grupo, 10 fábricas, 4 abatedouros, 12 granjas, 4 fábricas da ração, 2 incubatórios de aves e 8 centros de distribuição.

Além disso, também passarão para a Marfrig as marcas Rezende, Wilson, Texas, Tekitos, Patitas, Fiesta, Escolha Saudável, Light Ellegance, Freski, Confiança, Doriana e Delicata.

Em troca do que será cedido pela BRFoods, a Marfrig cederá parte dos ativos da marca Paty na Argentina, líder no mercado de hambúrguer no país, as marcas das linhas de processados Paty, Barny e Estancia Sur, granjas de suínos e propriedade rural no Mato Grosso, operações comerciais da Paty no Uruguai e no Chile, além de pagar R$ 200 milhões adicionais.

O acordo está sujeito à aprovação do Cade. A Folha apurou que as duas empresas vão se reunir com o conselho nesta tarde para discutir o acordo.

No comunicado, a companhia afirma que “as administrações da BRF e da Marfrig entendem que os ativos permutados têm valores equivalentes.” 

“A BRF, a Sadia e a Marfrig discutirão, de boa fé, a forma e o conjunto de atos a serem praticados, a fim de definir a melhor estrutura para a implementação da transação prevista no documento”, diz o texto. (Folhaonline.com.br)

– O Cofre da Coca-Cola com o seu Maior Segredo será Exposto

Todos já ouviram falar da fórmula secreta da Coca-Cola. Pois bem: comemorando os 125 anos da empresa, a fórmula escrita (diz-se que hoje ela é transmitida oralmente, para não vazar) está sendo mostrada ao público. Depois de 86 anos trancafiado num banco, o cofre com a fórmula saiu para ver o sol!

Extraído de Exame (citação em: http://is.gd/BFxkQV)

FÓRMULA SECRETA DA COCA-COLA VOLTA PARA CASA APÓS 86 ANOS

Cofre com a “receita” do refrigerante mais famoso do mundo é transferido para a sede da Coca-Cola

A fórmula secreta da Coca-Cola é algo compartilhado por poucos dentro da companhia, e uma das maiores curiosidades do mundo dos negócios. Agora, os consumidores poderão chegar um pouco mais perto dela. Para ser exato: do cofre que a guarda.

Como parte das comemorações pelos 125 anos da empresa, a Coca-Cola transferiu, nesta quinta-feira, o cofre contendo seu maior segredo do SunTrust Bank, no centro de Atlanta, para a sede da companhia, na mesma cidade. É a primeira vez que o cofre vê a luz do dia em 86 anos.

Agora, a caixa blindada ficará à mostra na sede da Coca-Cola, em uma exposição permanente batizada de “O cofre secreto da fórmula”, também inaugurada hoje. “Com isso, vamos celebrar a rica história do começo da marca”, afirmou Muhtar Kent, presidente do conselho de administração da Coca-Cola e seu executivo-chefe.

A “receita” da Coca-Cola foi inventada em 1886 por John S. Pemberton. Desde então, ela é conhecida apenas por um grupo restrito de pessoas, e nunca transmitida por escrito. A fórmula no cofre que será exposto foi escrita em 1919, quando Ernest Woodruff e um grupo de investidores comprou a companhia.

Para financiar a aquisição, Woodruff ofereceu, como garantia, a fórmula escrita da Coca-Cola. O documento foi guardado em um cofre no Guaranty Bank, em Nova York, até que o empréstimo fosse quitado, em 1925. Depois, Woodruff resgatou a fórmula e a guardou no antigo Trust Company Bank – de onde só saiu hoje.

Muhtar Kent, da Coca-Cola

– Sílvio Santos: o Garoto Devassa

Depois da surpreendente Sandy, da socialyte e extravagante Paris Hilton, a Cerveja Devassa quer para o Carnaval Sílvio Santos como garoto propaganda da sua marca!

Nunca vi Sílvio Santos fazendo publicidade de produtos que não fossem da sua empresa. Duvido que aceite, mas que a idéia é genial, não há dúvida.

Assim como a Devassa fez uma auê grande com a comportadíssima Sandy e a depravada Paris, Sílvio seria algo novo e impactante.

E aí, o que você pensa da idéia? Deixe seu comentário.

– A Kodak tem Prejuízos há 4 anos! E a Culpa é de quem?

Um ícone americano, a Kodac, tão tradicional em câmeras e filmes fotográficos, está em grande crise. E o que fazer?

Extraído da Exame (http://is.gd/MYcA9H)

A KODAK ESTÁ MUITO MAL NA FOTO

Os números apresentados na mais recente conferência para os investidores da Kodak, no início de novembro, não chegaram a surpreender. No terceiro trimestre, a companhia registrou prejuízo de 222 milhões de dólares e queda no faturamento nos primeiros nove meses do ano de 17% em relação ao mesmo período de 2010.

A agonia enfrentada por uma das empresas mais tradicionais dos Estados Unidos já se arrasta há mais de uma década. Desde o fim dos anos 90, a Kodak vem encolhendo e sangrando.

No ano passado, as perdas chegaram a 687 milhões de dólares e, de acordo com as previsões de mercado, neste ano a empresa, que não ganha dinheiro desde 2007, deve fechar com mais prejuízos de cerca de 420 milhões de dólares. 

Em seu pronunciamento na última divulgação de resultados, o presidente mundial da Kodak, o espanhol Antonio Pérez, abriu o jogo — embora isso fosse desnecessário: a situação é dramática.

A companhia precisa levantar recursos urgentemente para continuar a operar em 2012 e isso vai depender do sucesso da venda de cerca de 1 100 patentes depositadas nos Estados Unidos e relacionadas à tecnologia de imagens digitais. Incapaz de explorar as inovações que desenvolveu, a Kodak decidiu abrir mão delas.

As patentes, que poderiam interessar a empresas como Apple, Microsoft, além de fabricantes de equipamentos fotográficos e software, são avaliadas pelo mercado em pouco mais de 2 bilhões de dólares — quantia suficiente para manter a Kodak viva mais alguns anos.

Em outubro, a Imax, empresa especializada na exibição de filmes 3D, anunciou ter assinado um acordo para usar tecnologias para cinema digital desenvolvidas pela Kodak — o valor não foi divulgado. A expectativa é que a Imax consiga, já em 2013, aumentar a qualidade e a nitidez da imagem nas supertelas, com pretos mais intensos, cores mais vibrantes e contrastes mais definidos. 

Intensificar esse tipo de acordo é a única opção com que a Kodak conta no momento para refazer seu caixa. “Sou obrigado a informá-los sobre a situação, que pode parecer alarmante, mas quero ressaltar que estamos muito confiantes e otimistas sobre o sucesso da construção da nova Kodak”, disse Pérez durante a conferência.

– Chrome, do Google, desbanca o Internet Explorer, da Microsoft

E o Google conseguiu uma expressiva marca: com o navegador Chrome, desbancou o Internet Explorer (da Microsoft) no Brasil e deixou o FireFox (da Mozilla) para trás. A briga está em: 39,81% para o Chrome, 34,43% para o Internet Explorer e 23,83% para o FireFox. Outros: o Safari (Apple) está em 1,9% e o Opera com 0,5%.

Porém, hoje, o Internet Explorer ainda lidera no mundo com cerca de 40%, contra 25% do Chrome.

Há 5 anos, uma notícia como essa é inimaginável…

Extraído de OESP, pg E4, Ed 02/12/2011

NAVEGADOR CHROME, DO GOOGLE, ASSUME A LIDERANÇA NO BRASIL

Por Filipe Serrano

O browser do Google, o Chrome, tornou-se o programa mais usado para navegar na internet no Brasil no mês passado, desbancando o longo reinado do Internet Explorer, da Microsoft, de acordo com os dados da empresa de análise de dados StatCounter. A companhia também divulgou ontem que, mundialmente, o Chrome se tornou o segundo browser mais usado, ultrapassando o Firefox pela primeira vez.

Em novembro, o Chrome foi usado em 39,81% dos acessos registrados pela StatCounter no Brasil, enquanto o Internet Explorer foi escolhido por 34,43% dos internautas brasileiros – a estatística leva em consideração todas as versões disponíveis do navegador.

O Firefox, da fundação Mozilla, teve uma pequena recuperação na queda de uso que vinha sofrendo no Brasil desde fevereiro de 2010, quando conseguiu somar 34,7% do mercado nacional. Em novembro, o programa foi usado em 23,83% dos acessos, de acordo com a StatCounter, o que representa um aumento de quase 1 ponto porcentual em relação ao mês anterior.

A comparação dos resultados de novembro com os dados do mesmo mês do ano passado mostra que o Internet Explorer teve uma queda de 23,3% em 12 meses, enquanto o Chrome teve um aumento de 48,7%. O Firefox, que antes disputava a vice-liderança com o navegador do Google, teve uma queda menor, porém contínua, embora mostre uma leve recuperação no último mês. O Safari, da Apple, teve participação de 1,9% em novembro, enquanto o Opera somou fatia de 0,5%.

Desde que foi lançado, em setembro de 2008, o Chrome teve um rápido crescimento no Brasil. No mesmo período, o uso do Internet Explorer entre os internautas brasileiros caiu para menos da metade. O programa tinha 71,28% da preferência dos usuários em outubro de 2008; hoje, sua fatia foi reduzida para 34,43% do mercado.

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A chegada do Chrome à primeira posição no Brasil coincide com uma recente campanha de televisão que o Google fez para promover o seu navegador, veiculada na TV aberta desde setembro. Nesse período, o Chrome ganhou quase 10 pontos porcentuais de participação no País.

Não é a primeira vez que o Chrome se torna o navegador mais popular de um país. Além do Brasil, ele é o mais usado em outras 28 nações, entre as 228 analisados pelo StatCounter.

Na América do Sul, o navegador da empresa de buscas lidera na Argentina, Paraguai, Uruguai, Colômbia e Chile. O Chrome também é o mais popular em países asiáticos como Índia e Paquistão. O primeiro país em que o programa conquistou a primeira posição no mercado foi a Albânia, em setembro de 2010.

Mundo
Entre as regiões analisadas pelo StatCounter (África, América do Norte, América do Sul, Antártica, Ásia, Europa, Oceania), a América do Sul é a única em que o Chrome é o navegador mais usado.

Na soma de todas as regiões, o Chrome é o segundo navegador mais popular, atrás do Internet Explorer, mas já um pouco acima do Firefox. O navegador da Microsoft segue líder, com seus 40,6%, mas com uma queda acentuada em relação aos 48,1% de um ano atrás. O Chrome praticamente dobrou sua fatia, passando de 13,3%, em 2010, para os atuais 25,7%.

O Firefox perdeu menos terreno que o Internet Explorer, mas mesmo assim saiu de 31,1% para 25,2%, na mesma base de comparação. Os “lanternas” do mercado de buscas são o Safari, com 5,9% de participação, e o Opera, com 1,8%. / COLABOROU MURILO RONCOLATO

– A Concordata da American Airlines

A gigante da aviação American Airlines pediu concordata ontem. Assim, todas as grandes americanas (United, Continental, Delta) terão o histórico da grave dificuldade em pagar suas contas. Sem contar as históricas tradicionais que faliram: PanAm e TWA.

Não sobrou uma empresa aérea em boa situação nos EUA! Enquanto isso, Gol, Azul e TAM sorriem no Brasil, principalmente nos vôos domésticos.

As ações da empresa despencaram em 80%. A dívida? Cerca de US$ 30 bilhões…

– Assunto Dominante, Falta de Criatividade ou Coincidência?

Os cadernos Tec (Folha de SP) e Link (Estadão) trazem a mesma matéria de capa nesta segunda-feira: TVs Digitais que aceitam conexão com a Internet.

Ué, o tema é tão popular e incessante nos fóruns de discussão; um copiou a idéia do outro; ou mera coincidência de quem faz as pautas?

Curioso…

– Supermercado Brasileiro Copiará Estratégia Comercial do “Black Friday” dos EUA

O Grupo Pão de Açúcar usará o Extra Hipermercados para realizar uma ação comercial das mais bem sucedidas nos EUA: a sexta-feira preta!

A estratégia é a seguinte: na última sexta-feira de Novembro, promove-se uma mega-liquidação para conseguir os consumidores que querem se antecipar às compras de final de ano, antes de se endividarem no Natal. Tal promoção costuma ser tradicional na terra do tio Sam e um marco no comércio americano.

A idéia vai pegar? Segundo especialistas, o Extra fará isso pois tinha informações de que a rede americana Walmart poderia promover tal ação.

Extraído de Ig Empresas (Clique aqui para a citação)

EXTRA LANÇA ‘BLACK FRIDAY’

Rede de hipermercados Extra antecipa-se ao rival Walmart e é a primeira a realizar megaliquidação em lojas físicas no Brasil

Por Cláudia Facchini

A ‘Black Friday’, sexta-feira preta em inglês, tradicional megaliquidação realizada pelos varejistas nos Estados Unidos sempre na última sexta-feira de novembro, ganhou força no Brasil este ano. O hipermercado Extra, do grupo Pão de Açúcar, antecipou-se ao seu concorrente americano, o Walmart, e será a primeira grande rede de lojas físicas do País a aderir ao evento de marketing.

Com promessas de descontos de até 70%, a ‘Black Friday’ costuma levar uma multidão às lojas nos Estados Unidos, onde já houve até mesmo casos de morte por aglomeração.

Todas as lojas do Extra vão abrir na sexta-feira, dia 25 de novembro, às 4 horas da manhã e fecharão à meia noite. “A Black Friday deve se consolidar no Brasil nos próximos anos e queremos que os consumidores associem a marca Extra à liquidação”, afirmou Geraldo Monteiro, diretor de operações de São Paulo do Grupo Pão de Açúcar, que prevê um aumento de 70% nas vendas em relação a igual sexta-feira de 2010, quando a rede não realizou a promoção.

O objetivo da ‘Black Friday’ é antecipar as vendas de Natal e capturar o consumidor antes que ele gaste – e se endivide – com os concorrentes.

O Extra fará um forte investimento em mídia a partir de quarta-feira à noite, com comerciais de um minuto no horário nobre da televisão. Além disso, a rede dará condições agressivas de crédito, como o primeiro pagamento em fevereiro e a ampliação do limite nos cartões Extra, que pode chegar até a 100%.

– Lojas Americanas, Submarino e Shoptime ficarão fora do ar!

A B2W, maior vendedora pela Internet do Brasil, é a dona do site número 1 em vendas: Lojas Americanas.

É dona também do site número 2 em vendas: Submarino.

Claro, proprietária do número 3: Shoptime.

Por inúmeros atrasos na entrega de produtos vendidos, o Procon determinou que por 72 horas a empresa não poderá vender nada, como punição ao péssimo serviço.

Claro, isso não é exclusividade da B2W; mas as empresas que praticam o e-commerce, se nesses dias já estão com esse panorama, farão o que no período natalino, onde as vendas disparam?

Extraído do Blog do Estadão, em: http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/procon-pune-americanas-submarino-e-shoptime/

PROCON PUNE AMERICANAS, SUBMARINO E SHOPTIME

A colunista do jornal O Estado de S. Paulo Sônia Racy informa que o Procon-SP determinou que os sites de comércio online de Americanas, Submarino e Shoptime será obigadas a ficar fora do ar por 72 horas.

Segundo apuração da colunista, as empresas ainda terão de pagar juntas quase R$ 2 milhões de multa por não entregar produtos vendidos aos consumidores.

A coluna ‘Direto da Fonte’ informa que a colunista determinação consta da edição de hoje do Diário Oficial. Cabe recurso.

– O Cartel do Cimento, agora Escancarado

Quem trabalha no ramo de Material de Construção, sabe bem disso: boa parte das marcas brasileiras de cimento estão nas mãos de duas ou três empresas, onde não existe concorrência saudável mas combinação de preços e estratégias para a maximização do lucro, feito às vistas do governo, que nada faz.

Agora, Lorenna Rodrigies, da Folha de São Paulo (citação abaixo), traz a informação: o Ministério da Justiça quer a condenação da Votorantim e da Camargo Corrêa por formação de cartel na venda de cimento no Brasil.

Alguém acredita que a punição acontecerá e o panorama mudará?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1004584-governo-pede-condenacao-de-votorantim-e-camargo-correa-por-cartel.shtml

GOVERNO PEDE CONDENAÇÃO DE VOTORANTIM E CAMARGO CORRÊA POR CARTEL

A SDE (Secretaria de Direito Econômico), do Ministério da Justiça, publicou hoje parecer pedindo a condenação de seis empresas e três associações por formação de cartel no setor de cimentos. As empresas acusadas são Votorantim, Camargo Corrêa, Cimpor, Holcim, Itabira e Companhia de Cimento Itambé.

A expectativa é que, se condenadas, as empresas tenham que pagar multa bilionária que pode chegar a 30% do faturamento. O parecer segue para o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que julgará o caso, ainda sem data prevista.

Juntas, essas empresas têm mais de 90% do mercado de cimento e concreto no país. Segundo a secretaria, o cartel pode ter causado prejuízos de mais de R$ 1 bilhão por ano à economia brasileira, já que o preço dos insumos foi aumentado em pelo menos 10%.

Foi pedida a condenação também da Abesc (Associação Brasileira das Empresas de Serviço de Concretagem), ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland) e do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento), além de seis diretores das empresas.

A investigação começou em 2006, após denúncia de um ex-funcionário da Votorantim. No ano seguinte, a SDE fez uma operação de busca nas empresas e associações e apreendeu documentos e 820 mil arquivos eletrônicos que mostram como funcionava o esquema.

Segundo a secretaria, as empresas combinavam os preços, dividiam os mercados em que cada uma atuaria e combinava até a compra de concorrentes para evitar que novas empresas entrassem no mercado.

– Volkswagen desbanca Toyota

Após investimentos de longo prazo, a Volks alcança o topo das vendas mundiais, segundo as estimativas de 2011. A líder Toyota cai para a 4ª posição.

Fatores? Competência da marca alemã e dificuldades de outros fabricantes.

Extraído da Revista Veja, pg 82-83, Ed 02/11/2011

A VOLKS ACELERA

Por Érica Oyama

A fabricante alemã assume a liderança mundial nas vendas de veículos, graças a um plano de longo prazo bem traçado – e também aos problemas da concorrência

O seleto clube das montadoras campeãs mundiais em vendas está prestes a ganhar um novo sócio – apenas o quarto desde que Henry Ford lançou o modelo T, há 103 anos. Ao fim de 2011, ninguém terá vendido mais carros do que a alemã Volkswagen (7,8 milhões de unidades), à frente da japonesa Toyota, que liderava desde 2007, e da americana General Motors (GM). A ascensão premia o grupo que melhor resistiu à crise econômica, principalmente por sua estratégia certeira de investir no mercado chinês há mais de 25 anos. A fabricante controla ao todo nove marcas, de carros de luxo (Audi e Bentley) a ultraesportivos (Lamborghini) e caminhões (Scania). Uma lista que deve incluir em breve a legendária Porsche. A liderança antecipa em sete anos um plano ambicioso, revelado em 2008, para tornar a Volks uma referência em qualidade e satisfação do consumidor até 2018.

A conquista foi antecipada com a crise de 2008 e 2009. Enquanto a GM e Toyota sofreram com a recessão na economia americana, a Volks colheu frutos de seus investimentos nos emergentes (neste ano, pela primeira vez, a venda de carros nesses mercados vai superar o total comercializado nos países desenvolvidos, segundo a consultoria PwC). Na China, que se tornou o maior mercado automotivo do mundo, as vendas da alemão dobraram, entre 2008 e 2010, para 2 milhões de veículos. Ao mesmo tempo, a empresa voltou a investir nos Estados Unidos, abrindo uma fábrica no país depois de duas décadas fora. A escolha do estado do Tennessee não se deu por acaso. Sem ter de negociar com sindicatos fortes, ela pode operar com um custo de mão de obra que equivale a 65% do que é gasto por Ford, GM e Toyota em suas fábricas no país. O episódio ajuda a entender por que a montadora obteve o maior lucro do setor  no ano passado. “Na Volks, modelos diferentes podem ser montados em plataformas comuns, como Audi A3 e o Golf. Isso proporciona economia de escala.”, diz Fábio Takaki, da consultoria Booz & Company.

Enquanto isso, as principais concorrentes lutam para se reestruturar. A Toyota, que busca recuperar parte da credibilidade perdida com a série de falhas mecânicas reveladas nos últimos anos, teve de reduzir a produção após o terremoto e o tsunami que atingiram o Japão em março. Já a GM ainda se ajusta para se tornar mais competitiva depois de sair da concordata – ela só evitou a quebra em 2009 graças ao socorro do governo. Em setembro, a montadora acertou com o principal sindicato americano um novo contrato trabalhista, que lhe permitirá aumentar em apenas 1% ao ano suas despesas com salários e benefícios até 2013. As duas são seguidas cada vez mais de perto pela franco-nipônica Renault-Nissan e também pela sul-coreana Hyundai, cujas as vendas mundiais aumentaram 38% em cinco anos.

No Brasil, a Volks disputa a liderança do mercado com a italiana Fiat. Para atender ao aumento da demanda, o grupo alemão estuda a construção de mais uma fábrica no país – existem cinco atualmente. Especula-se que a nova unidade produzirá o seu futuro modelo Up!, aposta mundial da montadora no segmento de compactos. Uma espécie de sucessor do Fusca, carro popular que projetou a marca alemã mundialmente.

– Google+ X Facebook: Novo Episódio, agora com Guaraná, Gol, Unilever e Walmart

Desde ontem, a rede social Google+, empreendimento do Google contra o Facebook (em paulatina substituição ao Orkut, em questão de investimentos), abriu suas portas para o mundo corporativo. Guaraná Antártica, Gol Linhas Aéreas, Unilever e Walmar são as pioneiras do Brasil a entrar na rede.

Quanto gastaram para a estréia de seus perfis?

Ninguém sabe… mas a guerra parece que vai começar. Claro que o Facebook está anos-luz à frente, mas não se esqueça: o concorrente tem a grife “Google”