
No ano de 1887 o médico polonês chamado Lázaro Luís Zamenhof (1859-1917) lançou uma “língua planejada”, com o objetivo de facilitar a comunicação …
Continua no link em: O FRACASSO DO ESPERANTO

No ano de 1887 o médico polonês chamado Lázaro Luís Zamenhof (1859-1917) lançou uma “língua planejada”, com o objetivo de facilitar a comunicação …
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Re-post:
Nesta próxima semana, Sílvio Santos comemorará 39 anos da conquista da TVS por concessão do Governo (antes, ele era da Globo e arrendava horário na Record). E ouvi certa vez no antigo programa “Rádio Atividade” da Rádio Jovem Pan seu discurso naquela ocasião.
Preocupado com a carga de atividades, no meio da sua fala, disse à sua mulher:
“Íris, fique tranquila, sou eu quem comanda o meu trabalho, não ele quem me rege“.
Fantástico. Gostei e, confesso, desejaria sempre colocar isso em prática (sabemos que muitas vezes não é possível). Aliás, quem não gostaria?

Veja que interessante: li sobre Claire Wardle, a diretora de uma ONG chamada First Draft, que combate a informação falsa. Disse ela a respeito da proliferação de Fake News no nosso cotidiano:
“Podemos culpar as redes sociais, a nossa mãe e os Governos pela desinformação. Queremos uma solução fácil, que é culpar o Facebook. Mas todos somos responsáveis pela crise da informação”.
E não é verdade? Quantas vemos ingenuamente damos crédito a notícias falsas? Ou perdemos tempo em ler mentiras, fatos inverídicos e tantas bobagens’?
Já ouvi um amigo dizendo que “a culpa é da tia do What’sApp”, mostrando a figura daquela senhora simples, pura, e que replica fake news com a melhor das boas intenções sem saber! E isso é uma realidade indiscutível: quantos não são enganados e enganam os outros involuntariamente?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Há pessoas que se apavoram com diversas situações da vida: sejam com as contas a pagar, dificuldades no trabalho, problemas conjugais ou qualquer outra coisa que possa despertar o pânico.
Alguns reagem muito bem frente esses temores; outros, não. É necessário relaxar, respirar e… se possível, enfrentá-los. Caso contrário, distrair-se para não enlouquecer com eles.
Eu prefiro curtir alguns hobbies: jardinagem, corrida, esportes e… ESCREVER! Estar com a família e rezar é fundamental também.
Vou parafrasear o poeta: “Quem ‘escreve’ seus males espanta”, já que não sei cantar…
Cada um tem a sua válvula de escape. Qual é a sua?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

En la lista de hoy voy a enumerar varias manías lectoras que tengo: 📖 Prefiero leer en digital 📖 Leo siempre varios libros a la vez 📖 Me cuesta …
Continua no link em: Manías lectoras
Ôpa! Obrigado, WordPress, pela parceria com o blog. São quase 1,8 milhões de acessos.
👏🏻👏🏻👏🏻

Repost:
Quem disse que “estar por dentro das notícias” faz, necessariamente, o indivíduo ser mais culto?
O excesso de informação não faz a pessoa ser mais inteligente. Ao contrário, pode confundir alguém que seja despreparado, pois o sujeito não consegue assimilar todo o conhecimento. Sem falar do cansaço mental…
Nos dias atuais, temos muito acesso a notícias / informações / descobertas e opiniões. “Entopem” nossa mente de muita coisa! E como administrar tudo isso?
Precisamos de uma boa gestão emocional para não poluir nossa mente. Sim: evitar POLUIÇÃO MENTAL, que é um dos grandes problemas dos dias atuais!
Pensa-se (ou se tenta pensar) sobre tantas coisas, com má formação de ideias pela impossibilidade de interpretar corretamente textos, filtrar dados ou confiar na qualidade daquilo que se oferece, que tudo fica misturado e obscuro. Há narrativas diversas sobre o mesmo assunto e, quem não tiver equilíbrio mental / intelectual, “vira o fio”.
Como é isso nas empresas? Sabemos filtrar o que é necessário e correto no nosso trabalho?
E no nosso dia-a-dia?
Há aqueles que tem uma carência muito grande de saber de tudo, provocando um stress muito grande na mente ao passar a raciocinar de maneira mais pressionada, rápida e saturada. Isso se chama SPA – Síndrome do Pensamento Acelerado. Cuidado com isso!
Sobre SPA, saiba mais em: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/
Ou em: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

Imagem extraída de: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html
Who said that “being up to date with the news” necessarily makes an individual more educated?
Too much information does not make a person more intelligent. On the contrary, it can confuse someone who is unprepared, as the person is unable to assimilate all the knowledge. Not to mention mental fatigue…
Nowadays, we have a lot of access to news/information/discoveries and opinions. They “clog” our minds with so many things! And how do we manage all of this?
We need good emotional management so as not to pollute our minds. Yes: avoid MENTAL POLLUTION, which is one of the biggest problems of today!
We think (or try to think) about so many things, with poor formation of ideas due to the impossibility of correctly interpreting texts, filtering data or trusting the quality of what is offered, that everything becomes mixed up and unclear. There are different narratives about the same subject and, those who do not have mental/intellectual balance, “get lost”.
What does this look like in companies? Do we know how to filter what is necessary and correct in our work?
And in our daily lives?
There are those who have a great need to know everything, causing great stress in the mind as they start to think in a more pressured, fast and saturated way. This is called SPA – Accelerated Thought Syndrome. Be careful with this!
Learn more about SPA at: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/
Or at: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html
As diferenças linguísticas do português falado no dia-a-dia podem trazer mudanças significativas ao longo do tempo. Estaria surgindo, apesar do acordo recente da padronização da língua portuguesa, uma nova língua brasileira?
Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI134039-15220,00-MENAS+POR+FAVOR.html
‘MENAS, POR FAVOR”
por Mariana Shirai
A gente vamos falar errado menas vezes. Por mais estranheza que provoque hoje, essa frase poderá ser considerada uma maneira culta de usar a língua… no ano de 2210. Nem estaremos nos comunicando em português, mas sim em língua brasileira. Essas são algumas projeções feitas pelo linguista Ataliba Teixeira de Castilho, professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e estudioso da área há mais de cinco décadas. “Acho que em 200 anos teremos uma língua brasileira, totalmente diferente do português europeu e do africano”, diz ele. “Só não posso garantir, porque a linguística não é uma ciência do futuro, mas do presente e do passado.”
Castilho é autor de uma das duas gramáticas do português do Brasil que acabam de chegar às livrarias. Os livros, somados a uma exposição em São Paulo sobre as diferentes maneiras de falar do brasileiro, são uma tentativa de valorizar os desvios da norma culta praticados no país. Eles questionam a ideia de que haja uma maneira certa e outra errada de falar.
O futuro imaginado por Castilho pode parecer nada “haver”, mas se baseia em teorias fundamentadas. O professor esteve entre os acadêmicos que iniciaram o estudo da linguística (ciência que trata da linguagem verbal humana) no Brasil, na década de 70. De lá para cá, participou da criação de relevantes trabalhos da área, como a Gramática do português falado, primeiro estudo do gênero entre as línguas romanas, Para a história do português brasileiro e A linguagem falada culta na cidade de São Paulo. Ele se apoiou no conhecimento acumulado para escrever a recém-lançada Nova gramática do português brasileiro (Contexto, 768 páginas, R$ 69,90).
A obra não é o tipo de gramática com a qual estamos acostumados. “Não estou preocupado com o certo ou o errado”, afirma Castilho (leia a entrevista). “Fiz um retrato da língua como ela é falada no Brasil, com suas variedades.” Isso quer dizer que o livro não deve ser usado como uma referência de como falar ou escrever dentro da norma culta – o conjunto de regras usadas pelos falantes cultos, descritas em gramáticas tradicionais. Ele mapeia os diferentes jeitos de usar a língua, incluindo aí formas que seriam consideradas erros pelos mais conservadores. Castilho analisa expressões como “ni mim”, “tafalano no telefone” e “quem que chegou?” a partir da constatação de que são fenômenos da língua, deixando as regras de lado.
Também na trilha de identificar uma língua brasileira, o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Mario Alberto Perini acaba de lançar Gramática do português brasileiro (Parábola Editorial, 368 páginas, R$ 50). Mais concisa, a obra é a adaptação de outra gramática dele, a Modern portuguese: a reference grammar, escrita com o intuito de ensinar estrangeiros a falar o português brasileiro. “O português do Brasil (e não o europeu) é usado por 190 milhões de pessoas, é a oitava língua mais falada no mundo”, diz. “O fato de ele nunca ter sido organizado em forma de gramática é uma situação anômala, que mexe com nossos brios.”
Castilho concorda. “O futuro da língua portuguesa repousa no Brasil.” O lançamento das duas gramáticas é também relevante para o momento atual do país. “Tudo na linguagem é uma questão política. O país está numa fase interessantíssima.” Tentativas de unificar a língua, como o recente Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, podem ser vistas como um movimento oposto ao natural distanciamento e dominância do português falado no Brasil em relação às variantes europeias e africanas.
As iniciativas que valorizam o falar brasileiro não estão apenas nos livros. Em São Paulo, o Museu da Língua Portuguesa apresenta, até 27 de junho, a exposição Menas: o certo do errado, o errado do certo, com curadoria de Castilho e do professor de cursinho Eduardo Calbucci. É a primeira exposição do museu – um dos mais visitados do país – que trata da língua portuguesa. As outras mostras abordaram a obra de escritores, como Guimarães Rosa e Clarice Lispector.
Os 420 metros quadrados do 1o andar da instituição foram cobertos por instalações multimídias, jogos interativos e vídeos que tratam exatamente dos desvios da norma padrão praticados pelo brasileiro na fala, na escrita cotidiana, na literatura e na música. “Queremos mostrar que o bom falante é aquele que sabe escolher a variedade linguística de acordo com a situação”, afirma Calbucci.
A exposição aborda com sucesso a ideia de que não há maneira errada de usar a língua. Logo no início, o visitante depara com frases como “Se alguém usou uma palavra, ela existe” e “A língua varia no tempo e no espaço”. Visitada principalmente por grupos de crianças em fase escolar, a exposição pode ser um problema, caso não haja orientação correta. Mesmo que sem intenção, ela valoriza os desvios em detrimento da norma culta. “Não é uma boa iniciativa”, diz o professor Evanildo Bechara, o mais importante gramático do Brasil. “É como dizer: ‘Se todo mundo está usando o crack, por que eu não vou usar?’. Se o aluno aprende a língua que ele já sabe, ou a escola está errada, ou o aluno não precisa da escola.”
O mérito da exposição e das gramáticas de Ataliba e de Perini está em divulgar uma ideia simples e ainda pouco compreendida: a língua está em constante mutação. Por isso, não deve ser avaliada apenas a partir da norma culta. O que hoje é visto como erro pode ser abraçado pelo padrão amanhã.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre “inimigos da produtividade”, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:
1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.
2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.
3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.
4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.
5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.
6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.
7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.
E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?

Imagem extraída de: https://pluga.co/blog/ideias-melhorar-produtividade-empresa/
O grande jornalista Wanderley Nogueira foi convidado por Danilo Gentili ao Programa The Noite, do SBT. E numa prazerosa entrevista onde contou histórias bacanas sobre sua carreira, deixou uma frase marcante:
“Gratidão não pode ter memória curta”.
Serve para todos as atividades profissionais e pessoal, pois a ingratidão é um dos males da sociedade…
Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=XKhxFxXrcoM&feature=youtu.be
Sobre a trágica morte da torcedora palmeirense: paralelo ao triste fato, que “bola fora” do Leifert…
Ainda bem que foi humilde e se desculpou.

Print de tela / Reprodução.
Ôpa! Ao ver a notícia abaixo, bateu um saudosismo dos anos 80…
Eu me lembro da TV Manchete do Grupo Bloch, e das Revistas Manchete e Manchete Saúde.
Adoro rabiscar em papéis. Ando sempre com várias canetas e boas lapiseiras. Caprichar na caligrafia (quando posso) é muito bom! Claro que meus textos costumeiramente (como a maior parte da população hoje) são digitados em equipamentos eletrônicos. Mas se puder encher a minha agenda de lembretes escritos ao invés dos marcadores eletrônicos, melhor!
Leio um bacana texto do Marcelo Tas, em seu blog no Terra. Ele aborda justamente isso: escrever a mão deixará de existir?
Sabe qual a motivação dele para escrever o artigo? O fato de que na Inglaterra, uma pesquisa acusou que as pessoas (em média) ficam 45 dias sem pegar uma caneta!
Uau. Em: http://blogdotas.terra.com.br/2012/07/17/escrever-a-mao/
ESCREVER À MÃO: PRÁTICA EM EXTINÇÃO?
Qual a última vez que você escreveu usando um lápis ou caneta? Estudo recente, realizado a pedido da Docmail– empresa que imprime e envia correspondência via web da Inglaterra- diz que as pessoas tem pego na caneta uma vez a cada 45 dias!
Das duas mil pessoas que participaram da pesquisa, dois terços declararam que pegam na caneta quando precisa fazer anotações em papelzinhos colantes. Mais da metade confessam que sua caligrafia tem piorado de forma acelerada. Uma em cada sete pessoas sente vergonha dos erros de ortografia. E 40% sistematicamente abreviam as palavras na hora de escrever ou preferem a comunicação falada.
Recentemente tive a alegria de recuperar mais de uma dezena de caderninhos onde anoto e desenho coisas desde quando iniciei minha vida profissional. Estou chocado com a quantidade de coisas que já escrevi à mão e usei nos trabalhos que realizei por aí. Tenho me esforçado para manter esse caderninho como companhia. Mas percebo, com uma certa preocupação, que a minha produção de escrita à mão tem diminuido de forma acelerada, como sugere a pesquisa.
Segundo uma outra pesquisa, que eu mesmo faço no Google, há dezenas de cursos de caligrafia prometendo o milagre de fazer a escrita melhorar em 15 dias.
A escrita à mão está com os dias contados? Vai nos fazer falta?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Para quem só conhece o Cleber Machado “da Globo”, veja que cara bacana (e quanta história antes da Venus Platinada) ele compartilhou no Podcast “Inteligência Ltda”.
O cara é bom (e gente boa)! E trouxe histórias apaixonantes do rádio… (em especial, da final de 86 entre São Paulo x Guarani).
É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!
Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!
Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0
Essa reportagem tem quase 10 anos, e, ao mesmo tempo, é atual! Leia,
Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI104579-15224,00-O+FACEBOOKICIDIO.html
O FACEBOOKCIDIO
5 razões para cair fora da rede, por Andres Vera
Quando o Orkut estourou como ferramenta de relacionamento social, muitos expuseram demais a privacidade e tardaram a notar os riscos. Acreditava-se que no Facebook, de certa forma “sucessor” do Orkut, os excessos seriam evitados. Engano. Seja por razões parecidas com as do Orkut, seja por outras específicas do Facebook, já existem na internet páginas inteiras dedicadas a orientar o “Facebookicídio”. ÉPOCA listou cinco bons motivos para apagar para sempre seu perfil.
1. As amizades indesejadas. Em abril, uma coluna de fofocas disse que o cantor Roberto Carlos queria ter 1 milhão de amigos no Facebook (uma alusão à letra do antigo sucesso “Eu quero apenas”). Hoje, ele tem perfis falsos até no Chile. Assim como no Orkut e no MySpace, quem coleciona centenas de nomes na lista de amizades no Facebook costuma não se lembrar de onde veio boa parte daquele álbum de figurinhas. Estranhos o importunam a todo instante pedindo “amizade”. “Todas essas ferramentas tecnológicas nos fazem perder tempo, se não tomarmos cuidado”, afirmou – logo quem – o cofundador da Microsoft, Bill Gates. Em julho, ele desistiu do Facebook porque notou “10 mil pessoas” disputando sua amizade virtual.
2. A invasão de privacidade. No Facebook, sua vida é bisbilhotada enquanto você descobre inutilidades sobre a vida do vizinho. Um tenente da Marinha americana contou ao jornal espanhol El País que, antes de se alistar, em 2008, mantinha uma vida agitada na rede social. Suas fotos, vídeos e mensagens deixavam claro: ele era gay. Para não ter problemas com os colegas de caserna, o militar gay passou a recusar os convites de amizade que vinham de militares. Isso pode ter protegido sua preferência sexual, mas muitos soldados passaram a considerá-lo esnobe.
3. O cutucão. Quem criou o Facebook deve ter achado graça numa ferramenta que consiste em “cutucar” os amigos. Para que os “amigos” não fiquem indiferentes, ela envia uma provocação. É a versão on-line do bullying – termo criado nos Estados Unidos para descrever intimidação e humilhação entre adolescentes. Em outubro, uma mulher foi presa nos EUA por “cutucar” outra pessoa no Facebook. Shannon Jackson, de 36 anos, violou uma ordem de proteção que a impedia de tentar qualquer comunicação com uma mulher que a havia denunciado por assédio virtual. Jackson foi condenada a um ano de prisão e a pagar uma multa de US$ 2.500. Ela cutucou a pessoa errada.
4. O rastreamento 24 horas. Com novas ferramentas para descobrir o gosto do usuário e vender publicidade, as redes sociais se transformaram no verdadeiro Big Brother do século XXI. Não são poucas as reclamações de quem se sentiu monitorado de perto pelo Facebook. Em agosto de 2008, uma ação coletiva acusou a rede social de violação de privacidade. O Facebook teria coletado informações pessoais de milhares de usuários e repassado os dados à empresa sem o consentimento desses usuários.
5. O risco de demissão. Quem entra no Facebook na tentativa de expandir seus contatos profissionais pode acabar demitido. Nos Estados Unidos, quase um terço das empresas usa o Facebook para descobrir se um candidato é apto ou não a uma vaga. Ninguém quer contratar um sujeito que exibe comportamento questionável nas fotos ou mensagens. Uma pesquisa da consultoria Proofpoint revelou que 8% das empresas americanas já despediram alguém pela divulgação de informações privadas comprometedoras pela internet. “Saí do Facebook ao conseguir uma boa lista de e-mails de profissionais de minha área”, diz o cineasta Gregório Graziosi, que mantinha no Facebook contatos com colegas de profissão no Brasil e no exterior. Há quem acredite que num futuro próximo as redes sociais se tornarão cemitérios de perfis abandonados. Antes de ser cutucado ou demitido, pondere a opção de deletar sua conta.

Imagem extraída de:https://www.pngdownload.id/png-2nq7tj/
O vídeo é da cia telefônica MTS, e é muito engraçado. Não parece ser verdade mesmo?
Já tira selfie e participa das redes sociais!
Abaixo, extraído de: http://www.labcriativo.com.br/imperdivel-o-bebe-nasce-e-ja-busca-internet/
IMPERDÍVEL, O BEBÊ NASCE E JÁ BUSCA INTERNET
Mega criativo, é um anúncio da empresa de telefonia e internet 3g indiana MTS e sugere, com o filme Nascido para a internet, que os bebês hoje em dia são fixados na web desde a barriga da mãe.
Sensacional, o vídeo de forma bem humorada, nos apresenta o momento que nasce um bebê da geração Z.
O bebê já sai da barriga da mãe já busca de um iPad, pega um celular e faz um “selfie”, arma um canal de livestreaming no YouTube e, para surpresa de todos, médico, enfermeiros e pais, sai do quarto da maternidade usando a navegação de um GPS.
A parte que mais gostei foi do nenem procurando no Google como se corta o cordão umbilical. Muito bom…rs
Misturando filme com animação, o filme mostra o trabalho de parto e o nascimento desse bebê super antenado.
Assista o vídeo, mega recomendo, em: http://www.youtube.com/watch?v=rg37kafMsWk
Achei sensacional o que a editora da revista inglesa Hello!, Emily Nash, publicou sobre a “qualidade e os motivos” das coisas que são publicadas nas redes sociais.
O comentário da publisher surgiu quando ela ficou inconformada com o “bate-boca virtual” entre as admiradoras das esposas dos príncipes Willian e Harry, respectivamente as princesas Kate Middleton e Meghan Markle, vítimas de fãs que as querem rivais a todo custo.
Disse Emily:
“Não é admissível pôr uma contra a outra, postar comentários abusivos, ameaçadores, racistas e sexistas, e atacar aqueles que discordam. Antes de digitar, pare para pensar: isso é útil?”
E tudo isso, trazido para a nossa realidade longe da realeza britânica, não é proveitoso? Pense: nossas postagens são úteis, agregadoras, valem a pena ou… são simplesmente uma grande perda de tempo?
Antes de digitar, reforçando o que Emily Nash escreveu, pense: isso é necessário? Ou inteligente?
Pense nessa situação!

Imagem extraída de: https://www.assespro-mg.org.br/um-belo-e-acessivel-horizonte-de-acesso-a-internet/
Se podemos evitar estrangeirismos, qual o motivo para abrimos mão da língua-pátria?
Essa imagem de termos da Administração de Empresas cotidianamente usados é muito bom. Sabidamente, alguns usam por modismo ou por costume. Mas há os que usam, pasmem, para “impressionar”. Abaixo:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Eu sempre gostei da lucidez e da simpatia do competente Maurício Noriega. E agora, fora do grupo Globo, pode dar entrevistas em outras emissoras.
Veja que legal esse bate-papo no The Noite (e mais do que isso: ele citou o jundiaiense Anelso Paixão num interessante episódio)!
Em: https://youtu.be/3MTdyJYH7Hk
Em 2008, o articulista do Los Angeles Time, Lee Siegel, discutiu sobre “o que há de inteligente na Web”.
Seus comentários foram pesados! Por exemplo: disse que na China há milhões de blogs, mas que quase ninguém os lê. E que lá se escreve de tudo, desde verdades até as mentiras, e, principalmente, muita bobagem. Questionou sobre a serventia de blogs sem leitura e a quem os posts interessam.
Literalmente, disse ainda que “os blogs são como o espelho de Narciso na tela do PC. As pessoas vêem o reflexo da própria perdição (…) Se pudesse, proibiria as pessoas de escreverem sobre pseudônimos”. Quanto ao Google, disse que “Ele é assustador, pois compra a alma das pessoas e as vende para as empresas. Seu negócio é virá-las pelo avesso, e dominar a cultura da busca”.
Ousado esse Lee, não? Mas será que muitas das suas afirmações não são realmente verdadeiras? Há realmente muita bobagem na Web e captura de dados?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Puxa, não sei onde li ou escutei, só sei que: logo após o telefone ser inventado por Graham Bell, criou-se uma regra de, ao atendê-lo, para a pessoa saber que você estava na linha, dizer: “você está aí” ou “tem alguém do outro lado”?
E sabe como surgiu o alô?
Com o pai da lâmpada elétrica, Thomas Edson! Ele se habitou a dizer “Hello“, e a moda pegou. O “Hello” virou “Alô” e até hoje é usado.

Se a informação é incerta, ruim e inútil, por quê passá-la à frente?
Essa tirinha (de “instirinhass” no Instagram) é perfeita:

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!
Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?
Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274
VELHINHOS CONECTADOS
Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil
Por Juliana Tiraboschi
Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.
Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.
Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.
Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.
A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.
A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”
A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.
Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

Imagem extraída de: https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/os-idosos-e-os-avancos-tecnologicos/ (matéria de Nélio Borrozino).
Você gosta de escrever na Internet? Tem assunto para compartilhar? É “blogueiro”?
Saiba: ser “criador de conteúdo” pode ser um bom negócio!
DICAS DE CRIADORES DE CONTEÚDO PRA FATURAR NA INTERNET
O brasileiro vive grudado no celular, e a pandemia força todos a usar os negócios online. Com essa mudança, quem ganha destaque na internet é o criador de conteúdo. Ele é o profissional que usa as plataformas digitais para publicar vídeos, textos e fotos e atrair o público.
O criador de conteúdo é a profissão do momento e se equipara ao sonho de ser jogador de futebol de anos atrás. E a previsão do faturamento mundial para este ano da economia dos criadores é de R$ 84 bilhões.
Edson Castro virou criador de conteúdo em 2012, com um blog voltado para o público masculino. Com o passar dos anos, ele partiu para outras plataformas: vídeo, podcasts e redes sociais. Hoje, com a divulgação, fatura R$ 50 mil por mês.
Bia Granja tem uma consultoria de influência. Ela explica que a explosão digital de 2014, quando o brasileiro passou a usar a internet com mais frequência, chamou a atenção das grandes empresas para vender com esse trabalho.
“As marcas começaram a olhar para isso e a usar a potência dessa comunicação de uma forma direta para vender seus produtos e serviços”, explica.
Para Castro, a profissão é o futuro, e os criadores de conteúdo já começam a vender inteligência para as empresas.
“Então a gente consegue ver isso no Brasil, como ser um criador de conteúdo se tornou uma chance de as pessoas ascenderem. E isso é uma coisa que a internet traz pra gente, ela empodera as pessoas. Então quanto mais você entende todos os mecanismos ao redor daquilo, mais poder você tem”, aponta Castro.
Os criadores nas plataformas digitais precisam pesquisar, escrever, gravar e postar. E, para se dar bem na internet, é preciso pensar na atividade como uma empresa desde o começo.
“Meu trabalho não é um hobby, eu não sou um menino no quarto com uma câmera, eu sou uma empresa. Eu tenho sete funcionários e tenho uma responsabilidade com meus funcionários e para a família dos meus funcionários”, diz Castro.
Bia Granja indica pensar nas revistas na hora de criar os conteúdos. “Se você fosse uma revista, sobre o que você falaria, como você falaria, com quem você vai falar, frequência e qual sua visão sobre esse assunto. A partir daí, você começa a entender como ganhar dinheiro a partir desse conteúdo que você cria.”
Além dos anúncios e de conteúdo pago por empresas (publieditorial), o criador pode fazer programas de afiliados, em que recebe uma porcentagem para indicar produtos de um parceiro. Pode ainda fazer assinaturas com conteúdo exclusivo ou uma loja virtual com seus próprios produtos.
“Eu acho que tem que toda uma grande nova área aqui de monetização que é o criador vendendo a expertise dele na criação do conteúdo”, diz Bia.
É preciso ainda abusar da ligação com o público: saber bem os gostos e criar soluções para esta comunidade.
Segundo Castro, para não ser vítima da barra de rolagem e passar despercebido da tela do público, é necessário deixar bem claro quem você é na comunicação. “E aí eu expresso nesse conteúdo a minha personalidade, a minha identidade”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.
Para os mais ingênuos, é a televisão a principal fonte de conhecimento, pois ela separa o que uma pessoa menos intelectualizada quer saber e dá a informação pronta, sem a necessidade do telespectador decifrá-la ou investigá-la. Já os mais inteligentes buscam na Internet, mas as filtram.
Calma, essa opinião é de Umberto Eco, grande pensador italiano, falecido recentemente. Ele disse que:
“A Internet ainda é um mundo selvagem e perigoso. A imensa quantidade de coisas que circula é pior que a falta de informação (…) [Se você] é rico em conhecimento, pode aproveitar melhor a Internet do que aquele pobre senhor que está comprando salame aí na feira. Nesse sentido, a televisão é útil para o ignorante, porque seleciona a informação de que ele poderia precisar, ainda que ele seja um idiota. A Internet é perigosa para os ignorantes (…)”
Você concorda com o ponto de vista dele?
(entrevista concedida a Luís Antonio Giron, Revista Época, 02/01/2012, pg 46-47).

Imagem extraída de: https://www.tecmundo.com.br/televisao/4354-televisao-versus-internet.htm
Eu sou contra o Projeto de Lei que supostamente combateria as Fake News (já falamos sobre isso anteriormente). É algo enviesado, com censura, parecendo coisa do tempo dos militares.
Pois bem: Guilherme Boulos e Tomé Abduch (representantes dos extremos políticos) estiveram debatendo sobre o assunto. Para quem ainda tem dúvida, vale perceber a na fala de ambos o quão complicado é tudo isso.
Em: https://youtu.be/oInCTXbASS8
As redes sociais como Facebook e Twitter acabam deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas. Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.
Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?
ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA
Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.
Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.
A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.
Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.
O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.
O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.
“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

Imagem extraído de: https://br.pinterest.com/pin/625367098239481064/
Eu não tinha estudado à fundo esse Projeto de Lei que quer regular Fake News. O negócio é amplo demais, parece coisa da Ditadura.
Por exemplo: se você colocar uma frase bíblica que possa ter conotação como discurso de ódio (sem entender o contexto da época), pode ser classificado como errado e você ter a sua publicação retirada. Mais ainda: se você colocar a sua opinião e ela for confundida como informação, pela falta de clareza, será irregular.
A liberdade de expressão, em suma, vai ser observada. Parece discurso dos militares, na época da censura no Brasil!
Eu sou contra, parece algo como regular a mídia e, por tabela, “segurar críticas que possam existir” a alguém ou algo.
Agora, leio que o juiz Alexandre de Moraes estará querendo satisfação de Google, Facebook e Spotify por QUESTIONAREM o projeto. Caramba!
Voltamos aos anos de chumbo? Pessoas democráticas não podem ser a favor dessa loucura…
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Imagem extraída do link acima.
E o Telegram, proibido no Brasil?
Por mais que se tentou que ele fizesse frente ao WhatsApp, não conseguiu. E agora, essa pendenga com a Justiça.
Mas quando ele voltará?
Outras perguntas e respostas, em: https://canaltech.com.br/apps/quando-o-telegram-vai-voltar-5-perguntas-para-entender-o-bloqueio-do-app-248136/
Montagem: Caio Carvalho/Canaltech
O que você quer de uma Rede Social?
Eu quero ter o direito de opinar o que penso – mas devo respeitar, logicamente, o que os outros pensam. Afinal, não é um ambiente particular de publicação, é uma rede na sociedade (e precisamos ter boa educação, evidentemente).
Dentro dessa ideia, me custa crer que as pessoas, quando não concordam com alguém, resolvem não debater, mas ir à página alheia ofender! Não existe diálogo social na Rede Social?
Discutir é importante, sobrepor opinião ou desqualificar a sua… não vale.
Aliás, quem inventou essa história de que “amigo” de Rede Social necessariamente é seu amigo? Pode ser um hater! Essa história de amigo virtual faz com que repensemos quem faz parte da nossa rede e que seja amigo, conhecido, interessado ou apenas curioso.
Se percebemos a toxidade de uma Rede Social (ou seja: que ela não faz bem), vale pensar: vale a pena estar nela? Ou melhor: vale a pena estar com quem, dentro dela?
O que seria entretenimento, informação e diversão, não pode nunca ser fardo.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Na Sala de Professores, “dias desses”, ouvi um colega falando: “preciso fazer uma ‘call’”.
Minha filha, dias desses, disse: “fiz uma ‘call’ para mãe, pai”.
No rádio (fiquei pasmo), ouvi um jornalista informando que “o presidente fez uma ‘call’ (…).”
Pô, eu estou fora de moda ou a palavra “call” substituiu “chamada”, “ligação”, “telefonema” no Aurélio? Ou está proibido falar determinadas palavras da língua portuguesa?
No dia-a-dia, “call” virou reunião, contato e afins. Mas está amplo demais o termo para o Brasil, não?
Imagem extraída de: https://pt.wikihow.com/Fazer-Uma-Liga%C3%A7%C3%A3o-a-3?amp=1