Olá amigos! Quem gosta do trabalho do grande Wanderley Nogueira, ícone do jornalismo esportivo, sabe que ele possui o Podcast “Nossa Conversa”, sempre apresentando ótimos convidados e pertinentes assuntos.
Pois bem: ele está concorrendo ao prêmio iBest na referida categoria de podcasts. Vamos votar nele?
Existem certas leituras que não valem a pena perder tempo. Neste mundo de Fake News e de confusão com “liberdade de expressão e libertinagem”, se vê de tudo – e que podem fazer mal às pessoas, prejudicando sua sanidade mental / comportamental.
Há aqueles que querem falar algo nas entrelinhas e nada dizem.
Outros que se passam por jornalistas sem nunca ter entendido “ética jornalística”.
Também existem os que escrevem em sites como se fossem blogs (e vice-versa), não entendo o que é um e o que é outro.
Por fim, há aqueles “informes de outrem“, interessados em algum benefício próprio e que, “a lá” o modismo de hoje e o nefasto dinheiro que pode lhe interessar (dependendo a qual “santo se reza”, pois se vende para tantos), age com boçalidade nas palavras escritas, faladas ou digitadas, desqualificando outras pessoasapenas para querer reforçar sua matéria paga ou favor trocado. Falam, mas dizem o que os “chefes” querem dizer.
Resumidamente: neste mundo tão odioso, é triste ver tal situação. Me refiro claramente nessas considerações acima aos sites ligados à Extrema Esquerda e Extrema Direita do país, que tanto criam factoides para atacar pessoas de bem, de pensamento contrário e até mesmo na neutralidade. E isso se vê diariamente no Facebook, no WhatsApp e em outras redes sociais.
Isso precisa mudar urgentemente, pois em muitos momentos a pessoa mais humilde vai crer em uma fantasia criadaou em uma desculpa esfarrapada somente pelo fato de que “está na internet“, sem saber a credibilidade real, o passado e o presente de quem postou.
É por isso que o Brasil rachou, discutindo se “é Bolsonaro ou Lula”, tirando o espaço das pessoas sensatas e de muitos intelectuais verdadeiros, exaltando apenas os Olavos e as Chauís.
Objetivamente: tal fato intoxica, contamina e deturpa não só a Política, mas a sociedade em geral – na cultura, no esporte, nos relacionamentos… Afinal, quem procede assim (como bajulador, interesseiro, puxa-saco ou militante inescrupuloso) só pode querer ganhar cargos, dinheiro ou benesses. Sem respeito, “faz o serviço” (publica coisas com vieses) para quem está pagando mais. Ou os “blogueiros” de Dilma, Bolsonaro, ou tantos outros não conseguiram uma “boquinha” quando estiveram juntos com aqueles aos quais “babavam ovo”?
Que sejamos agentes de modificação de tudo isso! Afinal, não se faz nova política com velhos nomes – de Direita ou de Esquerda.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Leio que dois “desafios” pela Internet estão em alta: o “respirar pó branco” para simular cocaína (inspirado na série “Euphoria”) e a volta daquele nefasto “Baleia Azul”. Fiquemos atentos!
Sobre esse último, abaixo, extraído de: O Globo.com (20/04/2017, 19h29). Abaixo:
O QUE SE SABE ATÉ AGORA SOBRE O JOGO DA “BALEIA AZUL”
Série de 50 desafios que estimulam o suicídio de jovens é investigada em diversos estados do Brasil
RIO — O jogo da “baleia azul”, série de 50 desafios cujo objetivo final do jogador é acabar com a própria vida, está movimentando as redes sociais, principalmente desde o início desta semana, quando a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio divulgou que está fazendo um rastreamento das redes sociais para reunir informações sobre o jogo. Um inquérito foi instaurado depois que a mãe de um menino de 12 anos denunciou que o garoto foi convidado a participar da série de desafios.
Entenda o jogo
O jogo consiste em uma série de 50 desafios diários, enviados à vítima por um “curador”. Há desde tarefas simples como desenhar uma baleia azul numa folha de papel até outras muito mais mórbidas, como cortar os lábios ou furar a palma da mão diversas vezes. Em outra tarefa, o participante deve “desenhar” uma baleia azul em seu antebraço com uma lâmina. Como desafio final, o jogador deve se matar.
O “curador” é quem envia ao participante do jogo os 50 desafios que ele deve cumprir diariamente até chegar ao suicídio. Se condenado, ele pode ficar preso por mais de 40 anos. (3 anos por associação criminosa, 8 anos por lesão grave, 6 meses por ameaça e 30 anos por homicídio).
O GLOBO teve acesso à mensagem recebida por um carioca de 22 anos convidando-o para entrar no jogo na última quinta-feira. No texto, há uma ameaça: “Caso nos bloqueie ou nos ignore, mandaremos seu número a nosso chefe. Ele pegará seus dados e descobrirá seu nome”.
A mensagem recebida por um jovem – Reprodução
O conjunto de tarefas se tornou preocupação para autoridades de diferentes países. A origem do jogo que incentiva o suicídio não é conhecida, mas os primeiros relatos surgiram na Rússia. Em fevereiro, duas adolescentes se jogaram do alto de um prédio de 14 andares em Irkutsk, na região da Sibéria. Segundo investigações, Yulia Konstantinova, de 15 anos, e Veronika Volkova, de 16, se suicidaram depois de percorrer as 50 tarefas enviadas. Em sua página no Facebook, Yulia tinha compartilhado a imagem de uma baleia azul.
O perfil das vítimas
A delegada Fernanda Fernandes, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio, está traçando o perfil dos participantes da ‘Baleia Azul’. Segundo ela, os convidados a entrar no jogo são adolescentes que têm, em média, de 12 a 14 anos, e com tendência à depressão. A maioria resiste em sair do jogo por temer ameaças dos administradores.
Há notícias de casos de suicídio relacionados ao jogo da baleia azul em diversos estados. No Rio de Janeiro, a delegada Fernanda, da (DRCI), disse, na última quarta-feira, que os “curadores” do desafio podem ser indiciados até por homicídio.
De acordo com Fernanda, um inquérito foi instaurado para investigar os crimes de associação criminosa, ameaça, lesão corporal (em relação às automutilações praticadas pelos participantes) e homicídio tentado ou consumado. A delegada informou, ainda, que notificará as secretarias municipal e estadual de Saúde para que casos de mutilações graves em adolescentes e jovens sejam comunicados diretamente à DRCI.
Policiais Civis do Paraná estão investigando as circunstâncias de sete tentativas de suicídio de adolescentes, todas ocorridas nesta terça-feira na capital do estado, Curitiba. A Secretaria municipal de Saúde avalia que pode haver uma relação entre esses casos e o “jogo da baleia azul”. De acordo com autoridades, os jovens tinham sinais de automutilação e de ingestão de remédios.
Em Minas Gerais, a polícia investiga o caso de um garoto de 19 anos, encontrado morto no último dia 12, em Pará de Minas, no centro-oeste do estado. O celular do jovem já foi periciado e as autoridades aguardam o resultado do laudo.
Um inquérito foi instaurado no Mato Grosso para apurar as circunstâncias da morte de uma adolescente de 16 anos, encontrada numa represa de Vila Rica. De acordo com as autoridades, a mãe da jovem teria identificado cortes nos braços da vítima há cerca de dois meses. Ela também entregou à polícia duas cartas escritas a mão pela filha. Os investigadores aguardam ainda o resultado da perícia no celular da jovem.
Repercussão Nacional
A Câmara dos Deputados aprovou a realização de uma audiência pública para discutir o “jogo da baleia azul”. A reunião, ainda sem data marcada, será promovida pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Casa. Os organizadores da audiência convidarão um representante da Unicef Brasil e o youtuber Felipe Neto, que gravou um depoimento em seu canal no site de vídeos para alertar as famílias sobre o jogo e sobre a necessidade de atenção à saúde mental dos adolescentes.
Na audiência, representantes do Facebook e do WhatsApp, meios em que os jovens são geralmente cooptados para o jogos, deverão explicar o que as empresas têm feito para combater a propagação do jogo na web. O senador Magno Malta (PR-ES) também pediu, nesta quarta, urgência para a leitura do requerimento de instalação da CPI dos Maus Tratos Infantis, com o objetivo de investigar diversos tipos de violência contra crianças. Um dos argumentos foi o jogo da Baleia Azul.
A deputada Eliziane Gama (PPS-MA) solicitou à Polícia Federal, nesta quarta-feira, que investigue o desafio “baleia azul”, que incentiva a automutilação e o suicídio entre jovens e adolescentes. O ofício foi endereçado ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello, e pede a abertura de inquérito para se chegar aos responsáveis pela propagação do jogo, praticado em grupos fechados nas redes sociais.
Repercussão nas redes
O youtuber Felipe Neto divulgou um desabafo que considerou o vídeo mais importante que já fez. Ele revelou que foi diagnosticado com depressão, mas disse que leva uma vida normal, já que faz tratamento para a doença. O youtuber acredita que o “desafio da baleia azul” é um problema porque atrai as pessoas que sofrem com distúrbios de saúde mental, como a depressão.
“Vocês acham que o jogo da Baleia Azul é o responsável pela morte desses jovens? Eu não gostaria de acreditar que alguém saudável, estável psicologicamente jogue um jogo desse e termine se matando. Então eu acho que o problema aqui não é o jogo. Eu vejo muita gente falando ‘porque o jogo matou…cuidado com o seu filho jogando o jogo’. Sim, óbvio, cuidado com o seu filho, óbvio. Mas, cuidado com o seu filho”, salientou o youtuber.
Na contramão dos desafios macabros propostos pelo jogo da “baleia azul”, alguns “concorrentes” do bem começaram a surgir na internet. O Baleia Verde dá aos participantes 35 tarefas que estimulam a autoconfiança e autoestima dos jogadores. A página no Facebook leva uma mensagem de apoio àqueles já tiveram ou têm ideias suicidas
Já o “Baleia rosa” conta com mais de 200 mil seguidores. O jogo propõe desafios como “escreva na pele de alguém o quanto você a ama”, “poste uma foto usando a roupa que te faz sentir bem” e “faça carinho em alguém”. Os administradores contaram ao GLOBO tem recebido muitas mensagens de crianças pedindo ajuda e entraram em contato com uma psicóloga para ajudar a responder os casos mais sérios.
Uma das fotos compartilhadas no site da Baleia rosa – Reprodução Baleia Rosa
Os boatos que estão surgindoUma mensagem que circula pelo Whatsapp ameaçando estudantes de uma escola da cidade de Ipanema, em Minas Gerais, gerou pânico entre os pais dos alunos. O texto diz que um dos desafios propostos pelo infame “jogo da baleia azul” é envenenar 30 crianças e que a Escola Estadual Nilo Morais Pinheiro seria o alvo escolhido. A Polícia Militar está investigando o caso para chegar ao autor da mensagem e a suposta ligação com o jogo.
Ameaça de envenenamento alarma direção de escola e pais de alunos – WhatsApp/Reprodução
Um homem de 24 anos foi detido no município de Novo Mundo, no Mato Grosso, por propagar a mesma mensagem pelo WhastApp. Segundo a Polícia Militar, o jovem que mandou a mensagem considerava tudo uma brincadeira e afirmou, em depoimento, que não está envolvido no jogo. Acionada pelo número de emergência, a PM também apreendeu o telefone do suspeito, que foi posteriormente encaminhado à delegacia local.
Robson Silvério dos Anjos, de 24 anos, foi preso por ter enviado ameaça a crianças da cidade de Novo Mundo, no Mato Grosso – WhatsApp/Reprodução
Como identificar e ajudar seu filho a não se envolver no jogo
Os pais precisam ficar de olho se a criança ou adolescente apresentou alguma mudança brusca de comportamento. Segundo Elizabeth dos Reis Sanada, doutora em psicologia escolar e docente no Instituto Singularidades (SP), isso pode ser sinal de que a criança ou adolescente esteja sofrendo com algo que não pode lidar. Os pais também devem demonstrar interesse por sua rotina para entender se o jovem está com problemas.
Os filhos também devem se sentir acolhidos e, por isso, Elizabeth reforça que os pais revertam suas expectativas em relação a eles. Os jovens precisam buscar pessoas em quem confiam para compartilhar seus anseios, seja na escola ou na família.
“É preciso que o adolescente fique à vontade para falar de suas frustrações e se sinta apoiado. Se ele tiver um espaço para dividir suas angústias e for escutado, tem um fator de proteção”, dsse.
Para Angela Bley, psicóloga coordenadora do Instituto de Psicologia do Hospital Paqueno Príncipe (PR), o adolescente muitas vezes não tem capacidade de discernir sobre todo o conteúdo ao qual é exposto e, por isso, é importante o diálogo franco.
Iniciativas da escola
As escolas podem ajudar a identificar situações de risco entre os alunos. “Não é qualquer criança que vai responder ao chamado de um jogo como esse, são os que têm situações de vulnerabilidade. A escola ajuda a construir laços e tem papel fundamental de perceber como os alunos se desenvolvem”, afirma Elizabeth. Alguns colégios, já cientes da viralização do jogo, começaram a pensar em alternativa para aumentar a conscientização sobre a importância de cuidar da vida.
O jogo da Baleia Azul teria surgido na Rússia – Reprodução do Facebook
Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.
Claro que em alguns ambientes,elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.
“Ninguém atira pedra em árvore seca, somente naquela que produz frutos para derrubá-los. Se estão te enchendo a paciência, é porque algo com sustância / conteúdo você tem! À toa, não é. E se for, a ignorância da pessoa ultrapassou o limite da idiotice.”
Disse isso certa vez a um amigo, a fim de acalmá-lo sobre uma situação desagradável com haters. Mas quem são eles?
Em grupo o cara é valentão. Se acha o dono da razão. Fala e escreve com ódio e, concomitantemente, se isola e destila veneno escondido no computador.
Quer mostrar-se abnegado, mas nega-se a ajudar de verdade. Grita e esperneia, e acha que isso ajuda o mundo a “se libertar” e ter voz.
Defende o que pensa ser correto, mas muitas vezes festeja entre as drogas lícitas e ilícitas. Abandona a família pois seu vício (que diz ser hobby) é mais forte. E acha isso legal!
Aliás, quer dar a impressão que sabe tudo e joga todos os seus defeitos nos outros, justamente numa inversão de valores e virtudes. Tenta dizer que é humilde, mas não passa de um arrogante.
Funciona como marionete e não percebe. Deixa a emoção tomar a razão, ainda que já seja desde sempre irracional. Não cresceu. Nem tem idade. Ou nem amadurecerá. Um eterno moleque.
Paciência. A Internet deu voz a todos, inclusive aos imbecis.
Detestei a mudança do WhatsApp Web. Ela já tinha sido oferecida anteriormente (conectar vários telefones / computador), mas você poderia utilizar a anterior, que sincronizava o computador e o celular perfeitamente.
Agora, quem usa o computador, percebe que quando você apaga a mensagem do celular, ela permanece em sua máquina. Para você ter somente as mensagens do seu celular no seu computador, ou você apaga manualmente ou escaneia o QR Code novamente.
Se era bom e funcionava antes, por quê mudar?Não deveria permitir aos usuários que utilizassem a versão “mais inteligente”?
Ok, a praticidade é que você não precisa ter mais o celular por perto. Mas ainda assim… entendeu, Dona Meta?
Vários amigos que eu tenho, quando os consulto, me respondem conforme suas convicções. Mas a essa pergunta não tem resposta sem viés de muitos e/ou opinião fechada. Confira:
Se você perguntar a um eleitor de Jair Bolsonaro o que ele acha da Rede Globo, dirá que a emissora é Globolixo, esquerdista, petista e outros adjetivos.
Se você perguntar a um eleitor de Lula a mesma coisa, dirá que a emissora do Plim-Plim échapa-branca, golpista e outras qualificações.
Ambos curiosamente, darão inúmeros argumentos (reais ou não). Parece torcida de futebol:todo mundo reclama que o juiz só erra contra o seu time, nunca se vê reclamação de erro a favor…
E para você? O que pensa sobre as críticas (inúmeras e de todos os lados) feitas contra a Rede Globo (especialmente pelo pessoal mais fanatizado)?
Muito legal! O português Bernardo Silva e o o brasileiro Gabriel Jesus, jogadores do Manchester City, brincando com as expressões populares da língua portuguesa e seus países.
Resenha muito engraçada entre Bernardo Silva e Gabriel Jesus usando termos de Portugal e do Brasil. Nem parece a mesma língua. pic.twitter.com/lxYUfAbWhY
Quando falamos em “Dar Opiniões no Mundo Virtual“ sabemos das várias formas (a maioria agressiva) de como discordar de quem pensa diferente de você.
Elenquei as 5 mais comuns que percebo:
A) A pessoa pode não ter entendido o que você escreveu e reclama veementemente (mesmo sendo ignorante);
B) Faz de conta que não entendeu (e quer te minimizar disfarçadamente);
C) Entendeu seu ponto de vista e expõe educadamente o seu entendimento (concordando, sendo alternativo ou discordando), sempre respeitando-o;
D) Apesar de ter observado atentamente suas colocações, discorda prontamente e quer que você concorde com ela “na marra” (pois só ela é “dona da verdade”);
E) Nem lê, mas se é contra o que ela pensa, já te xinga (as opiniões desses radicais devem sobrepujar a de todos outros, dispensando qualquer conhecimento).
No mundo ideal, a alternativaC, infelizmente, está em baixa… não só no tripé dito popularmente difícil de discutir (religião, política e futebol), mas na sociedade em geral… Vivemos um mundo de pouca tolerância e de muita ignorância. Somente a Educação há de mudar isso (começando pela dada pelos pais – se é que ela ainda é a correta de muitos, afinal, há muitos pais que “deseducam” hoje em dia e incentivam a discórdia desrespeitosa).
Para mais textos, visite meu blog de Assuntos Contemporâneos Gerais, o Discutindo Contemporaneidades, em: https://ProfessorRafaelPorcari.com
Sensacional para quemgosta de futebol: oMestre Telê no Programa Roda Viva, nas edições totalmente disponibilizadas na íntegra pela TV Cultura, sob o título de “Roda Viva Retrô”.
Nela, há aquela famosa afirmação do mítico treinador de que o São Paulo foi rebaixado para a 2a divisão do Campeonato Paulista. Mas isso nem importa, importa é reviver um dos defensores do futebol-arte e mentor da lendária Seleção Brasileira de 1982. Aproveite para rever o Luís Volpe, além do saudoso Roberto Avallone e o brilhante Osmar Santos.
Nem todas as pessoas têm facilidade com as palavras. E em se tratando de jogadores de futebol, que em sua maioria não estão preparados para algumas entrevistas (por culpa da carreira, da falta de estudo e de outras nuances), a coisa pode ser trágica.
O zagueiro Robson Bambu foi apresentado no Corinthians, e após sua declaração, foi criticado. Entenda:
Questionado a respeito de voltar do Nice, da França, para jogar em nosso país, declarou:
“Sobre voltar ao Brasil, estou perto da minha família. Sempre tive o sonho de jogar na Europa, sonho meu e de tantos outros jovens. Passam muitas coisas na cabeça, se é um passo atrás, mas estou tranquilo e feliz com minha decisão.”
A expressão “se é um passo atrás”, mal dita como foi, tornou-se maldita no sentido de ruim. Ele quis dizer (e o contexto mostra isso) que fica a dúvida de que, estando vivendo na Europa e voltando a jogar em território nacional, não seria um retrocesso ao seu sonho, que é tornar-se estrela por lá. Mas da forma como foi expressada (e no papel, piora a coisa), parece que sair do pequeno Nice e jogar no Corinthians é regredir.
Por fim, disse ele, perguntado se seria o maior desafio na sua carreira estar no Timão:
“Sim, com certeza. Principalmente, por eu estar retornando agora e o Corinthians estar de volta a grandes competições. Vou procurar preparar minha cabeça para isso”.
Uma vírgula, uma palavra ou uma forma de se expressar com entonação mais precisa ou não, pode mudar tudo!…
O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web:as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.
Porém, há aqueles que fazemo mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viuobrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, pensador italiano, disse recentemente:
“Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”
Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!
Imagem recebida pela Web, de autoria desconhecida. Quem puder ajudar a descobrir a autoria, informar para os créditos.
É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!
Aqui, temos um caso clássico de como as pessoasestão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento,você não já pensou em sair da Web!
Se temos liberdade de expressão e democracia, nos é dado o direito de nos comunicarmos pelas Redes Sociais – e o dever de arcarmos com as consequências.
Digo isso pois dias atrás a contra do empresário Luciano Hang, dono da Havan, foi suspensa pelo Twitter. Ele compartilhou um vídeo do Dr José Augusto Nasser onde o médico dizia a barbaridade de que a vacina da Pfizer contra a Covid poderia desenvolver “câncer para as crianças“.
Lógico, pais ficaram com medo. Mas é a opinião de um antivax, que despreza a Ciência e a maioria absoluta de outros médicos e estudos. O twitter considerou fake news e retirou a conta do ar.
Ora, eu penso que isso é censura! Se escreveu uma idiotice, as pessoas sensatas devem respirar fundo, avaliar a bobagem e desprezá-la. Mas a Rede Social chegar a esse ponto?
Eu sei que o twitter é privado e que isso é uma infração às suas regras. Ou seja: não gostou, não participa dela. Mas imagino que ao invés de apagar, deveria colocar um alerta de que há uma impressão de notícia sensacionalista, ou algo que o valha.
A verdade é: nestes tempos polêmicos, as pessoas se tornam irresponsáveis na divulgação de algumas coisas (e obviamente não deveriam). Mas me preocupa quem avalia “o que pode e o que não pode”, pois radicalismos ocorrem por vários lados.
“Já sabemos há tempos que, depois da TV Globo (que é sintonizada por uma em cada 3 TVs no país 24 horas por dia), o maior consumo do brasileiro é dos serviços de streaming.
São quase 2 em cada 10 TVs ligadas 24 horas por dia, ou 18,3% de “share” que ficam devorando seriados e filmes (esses são dados consolidados da Kantar Ibope, que a coluna teve acesso por terceiros porque a Kantar não pode divulgá-los à imprensa).
Em terceiro lugar no ranking de consumo audiovisual no país estão TODOS os canais da TV paga. Em quarto lugar, a Record. Em quinto, o SBT. Em sexto, a Band.“
Caramba, que potência é a Globo, não? E há quem ouse afirmar que ela esteja em crise…
Gosto muito doBlog da Adriana Ribasmayer(Blog da Drica Ribas), e compartilho um assunto interessante que ela abordou: sobreJornalismo e Redes Sociais, algo tão discutido nos dias atuais! Vale a pena acompanhar!
Em outro artigo eu falei sobre os 10 mandamentos do escritor e o 9° mandamento era não guardar suas criações para si mesmo, nele eu falei que você …(continua no link em: Onde publicar seus textos)
Repararam que muitas pessoas não querem se “informar de verdade”, ou melhor, conhecer um determinado assunto com profundidade, mas somente se sentir informadas(e um único veículo de comunicação, para elas, basta).
Isso é um perigo! O conhecimento superficial, muitas vezes enviesado, pode ainda contar com um outro problema: o de ouvir “o que lhe convém”!
Dessa situação decorre outra, ainda mais terrível: a de maldizer quem pensa diferente ou analisa por algum ângulo que seja discordante. Daí, nasce a intolerância…
Leia tudo, filtre o que é bom, perceba as linhas editoriais, seja humilde para aprender e tire suas conclusões – é o melhor a fazer.
Nesses tempos cansativos dehaters e terroristas das Redes Sociais, muita gente distorce sua palavra ese acha no direito de “encher o saco” por pensar diferente, comcomentários odiosos e ataques gratuitos.
Vi essa frase noTwitter do jornalista Antero Greccoe ela retrata essa situação com perfeição. Eu gostei:
“Sou responsável pelo que escrevo ou falo, não por aquilo que você entende“.
É isso aí! Muitos interpretam “o que querem”, não o que é a verdade.
Não sou muito afeito aos grupos de Messenger e WhatsApp. Confesso: eles tiram o tempo e nos atrapalham na hora de consultar o que é sério e o que é bobagem.Vem tudo junto e misturado!
Essas boas ferramentas vêm acompanhadas de muitas idiotices. Por exemplo: correntes de “envie para X pessoas se não blábláblá”. Ora, isso é coisa de supersticioso!
A coisa mais chata atual é o tal de “enviei a 1a guirlanda”. Todo dia recebo uma meia dúzia!Que irritante, a pessoa manda mala-direta, não é algo personalizado e acha que está sendo bacana. É simplesmente mandar por achar que “é legal”.
Por favor, se você é meu amigo nessas duas redes (lembrando que no Twitter e Instagram felizmente isso não acontece), NÃO ENVIE essas coisas. Não curto correntes religiosas (isso é para quem tem fé fraca), não gosto de “30 bom-dias” da mesma pessoa em cada postagem (parece que há uma necessidade de se fazer aparecer), tampouco aprecio que entupam meu celular de fakenews (quanta gente compartilhando factoides inventados pela direita e pela esquerda –e muitos acreditam inocentemente).
Por isso, desculpem-me a franqueza: cansa receber guirlanda, corrente e mentiras. Isso atrapalha o dia-a-dia, Ok?
Não quero ser antipático, mas para o bom ritmo de atividade virtual, isso é necessário.
A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.
Duvida?
Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90
UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS
Por Theo Ruprecht
Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.
“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.
Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:
1- Você gasta muito tempo pensando no Facebook?
2- Sente anseio de visitá-lo?
3- Utiliza-o com o objetivo de esquecer seus problemas pessoais?
4- Tentou, sem sucesso, controlar o uso do Facebook?
5- Fica agitado ou preocupado se não consegue acessá-lo?
6- Usa tanto que isso impacta no trabalho ou nos estudos?
Que coisa… Fernando Vannuccifaleceu nesta 3a feira. As gerações mais novas, infelizmente, não sabem da grandeza desse jornalista, mas talvez tenham na memória as gafes e contratempos recentes do irreverente profissional.
Há certos discursos que, ao ouvi-los, você fica constrangido de tão vergonhosos que são.
Exemplos?
Na semana passada, durante o Jornal da Manhã da Rádio Jovem Pan, a comentarista Cristina Graeml veio com uma narrativa anti-vacina assustadora! Os jornalistas Amanda Klein e Thiago Uberreich, que ali formavam a bancada, se seguravam para não perderem a compostura (aliás, deveriam ganhar adicional de periculosidade por ouvirem opiniões tão controversas…).
Na última sexta-feira, foi a vez de Alexandre Garcia, em sua estreia na JP News. Novamente questionando vacinas e dando uma “aula de incredulidade” na Ciência.
Ainda bem que vemos alguns contrapontos na emissora (mas não são na mesma quantidade de radicais): Fábio Piperno, Paulo Mathias, Joel Pinheiro e os já citados Uberreich e Amanda, que ajudam na existência de pontos de equilíbrio na programação.
O histórico edifício da Rádio Globo na Rua das Palmeiras começou a ser demolido. Uma pena…
Abaixo, uma observação pertinente:
(Texto: Jornalista Anderson Cheni, extraído de seu Facebook e YouTube)
A Rádio Globo acabou há 2 anos e o histórico prédio da rua das Palmeiras vai literalmente “enterrar” um dos maiores prefixos do rádio brasileiro. O prédio histórico que teve nos microfones Silvio Santos, Hélio Ribeiro, Osmar Santos, Juarez Soares, Chico Pinheiro, Chacrinha, Faustão, Maurício Kubrusly, Eli Corrêa, Gil Gomes, Paulo Lopes, Paulo Barbosa, Herodoto Barbeiro, Miguel Dias, Deva Pascovith, Afanasio Jazadji, Padre Marcelo Rossi e tantos outros Comunicadores e funcionários do microfone ou de outras funções tão importante quanto, muita dedicação e sucesso, que poderia ser tombado pelo patrimônio histórico pelo Ministério das Comunicação e virar um museu vai para o chão.
No mundo do marketing, sabe-se da existência de um dito: “O ovo da galinha não é o mais nutritivo e nem o maior do reino das aves. Mas é o mais popular porque a galinha cacareja para divulgar seu ovo“.
Sendo assim, uma ação desinteligente de muitos clubes de futebol: brigar com a imprensa, estrangulando os horários e as oportunidades de se divulgar os atletas e o seu próprio time.
Qual patrocinador vai querer se divulgar em quem se esconde e não sabe se mostrar?
Clubes da Série A do Campeonato Brasileiro tem uma exposição natural pelo torneio que disputam. Mas ainda assim, fecham os treinos à cobertura da imprensa e permitem apenas as imagens oficiais das suas próprias TVs, limitando-se. Logicamente: menor exposição, menor valor de mercado e menor receita.
Imaginem os times do Interior, sem série alguma no torneio nacional e com os meios locais cobrindo? Os jornais, os portais e as rádios das cidades deles são a fonte de divulgação! Permitir o relacionamento harmonioso entre time e imprensa (o que não significa transformar o veículo de comunicação em “chapa-branca”) é fundamental para que patrocinadores busquem vincular suas marcas nas agremiações. Afinal, quanto maior o acesso dos jornalistas, mais se falará e se mostrará a equipe.
Tudo o que se fazer diferente disso, é “tiro no pé”. A não ser que um clube queira se esconder por não gostar de críticas (e o não-aceite disso significa arrogância e burrice) ou porque tem algo a esconder.
Se eu sou presidente de time, venderia a imagem da minha agremiação a todo instante, bateria na porta das rádios e TVs e desejaria muito repórter no dia-a-dia. Afinal, quem não “cacareja, não divulga seu ovo”.
Uma reportagem muito interessante que compartilho: o poder da nossa imagem no mundo da Internet é algo, hoje, tão poderoso (ou mais ainda) do que nosso conjunto de ações registradas em um papel.
O seu legado está impresso para uma empresa ou divulgado on-line para o mundo?
SUA IMAGEM DIGITAL PODE SER MAIS IMPORTANTE QUE O SEU CURRÍCULO
Por Mauro Segura
Se você não tem atividade nas mídias sociais, ou tem uma atitude de mero espectador, precisa mudar rapidamente.
E aí? Caprichou no currículo? Agora imprime ele, coloca numa moldura e pendura na parede. E pode escrever assim: “vai deixar saudades”.
Vejo muitas pessoas excessivamente preocupadas com o currículo. Gastam um tempo enorme com o formato e com palavras bonitas. O currículo ainda cumpre um papel na atividade da busca de emprego, mas o fato é que ele vem perdendo relevância para quem deseja mostrar as suas competências e experiências para um futuro empregador. Acredito que, em breve, as empresas talvez nem olhem mais para o currículo das pessoas.
Pense em você como consumidor. O que você faz se deseja conhecer e pesquisar sobre determinado produto ou serviço? Você acredita puramente na propaganda ou você pesquisa arduamente na web e nas redes sociais para saber mais a respeito do que as pessoas falam sobre aquilo?
Num ponto de vista extremo, o currículo nada mais é do que uma peça de propaganda sobre você mesmo. O seu “ser real”, porém, é formado pelas experiências, pelas realizações e pelas redes de relacionamento que você constrói ao longo do caminho. Isso vale para o mundo físico e o mundo online, especialmente das redes sociais.
Cada vez mais o mundo online registra o nosso comportamento, desejos, conhecimento, interesses, preferências, estilos, sonhos e aspirações. Cada frase, texto, foto, vídeo e voz que publicamos na web, transformam-se em nossos rastros digitais, acumulando pequenos e sucessivos registros da nossa personalidade. São pequenos fragmentos que, juntos, montam um arcabouço riquíssimo sobre determinada pessoa, denunciando os seus valores, crenças, atitudes e habilidades. É um acúmulo sem precedentes de informação individual. Isso diz respeito direto à sua reputação e reconhecimento público, como pessoa e profissional.
Através do mundo online é possível saber sobre suas conexões, se você tem relacionamentos saudáveis e se contribui positivamente para essas relações. Também é possível saber se você é um indivíduo aberto e expansivo, se é bom cidadão, se compartilha conhecimento e tem pontos de vistas e opiniões relevantes sobre temas da sociedade. Por outro, pode denunciar se você é uma pessoa mais fechada e contemplativa, mais reativa e rancorosa. Além disso, permite colecionar evidências se você é uma pessoa apaixonada pela sua profissão, se é positiva, se tem interesse por outro tipo de trabalho e como se relaciona com colegas dos empregos anteriores.
Você pode até não apreciar essa realidade, mas o mundo digital captura os nossos rastros digitais ininterruptamente. Portanto, é muito mais crível saber sobre você analisando os seus rastros na web do que olhando unicamente o seu currículo contido num pedaço de papel.
Se você não tem atividade nas mídias sociais, ou tem uma atitude de ser mero espectador do que rola no mundo online, então encare esse meu conselho com serenidade: “desculpe, mas acho que você precisa mudar rapidamente o seu comportamento, porque você está ausente de uma grande transformação em curso. Tem algo grande acontecendo e você está fora”. O mundo de hoje já é digital. Não dá mais para sermos cidadãos sem estarmos conectados. Como consumidor, você terá novas experiências, benefícios e serviços se estiver online. As novas tecnologias permitem mais interações e compartilhamentos com sua família, amigos e colegas de profissão. E, como profissional, as empresas procuram indivíduos atualizados que possam contribuir com novos conhecimentos, relacionamentos e que ajudem na transformação digital das organizações. Ou seja, nos dias de hoje, ser digital é condição para um novo ser humano cidadão, consumidor, trabalhador e empreendedor.
Estar fora do mundo online e das redes sociais não é uma boa mensagem para as empresas. Pode dar a entender que existe uma certa negligência ou resistência de sua parte ao que é “novo”. O que você acha que uma empresa vai escolher ao se deparar com dois candidatos muito semelhantes em termos de formação e experiência: um candidato com um currículo impresso num papel ou um candidato que tem um monte de bom conteúdo e conexões registradas no mundo online? Os seus rastros digitais podem endossar ou jogar por terra tudo que você tentou “vender” eu seu currículo. A conclusão é: o que está registrado no mundo online a respeito de você é a real percepção que o recrutador de uma empresa vai ter de você, no aspecto pessoal e profissional. O comportamento que você denuncia nas redes sociais será naturalmente transferido à imaginação de sua personalidade no lado profissional.
Você pode alavancar a sua carreira se criar um blog para escrever algo sobre o que gosta. Se publicar conteúdo sobre a sua área profissional poderá ser melhor ainda. Seja positivo e escreva conteúdos de valor nas mídias sociais. Entre no LinkedIn, escreva um resumo de sua experiência profissional, se conecte com pessoas legais e até participe de comunidades de sua área de interesse. Seja ativo. Se você participa de atividades de responsabilidade social, então deixe algumas coisas publicadas nas redes, mesmo que sejam de posts curtos no Facebook ou Twitter. Publique fotos legais no Instagram. Enfim, comece a montar um legado positivo a seu respeito no mundo online e nas redes sociais. O seu próximo emprego pode depender disso e você nem sabe.