– Telê Santana no Roda Viva.

Sensacional para quem gosta de futebol: o Mestre Telê no Programa Roda Viva, nas edições totalmente disponibilizadas na íntegra pela TV Cultura, sob o título de “Roda Viva Retrô”.

Nela, há aquela famosa afirmação do mítico treinador de que o São Paulo foi rebaixado para a 2a divisão do Campeonato Paulista. Mas isso nem importa, importa é reviver um dos defensores do futebol-arte e mentor da lendária Seleção Brasileira de 1982. Aproveite para rever o Luís Volpe, além do saudoso Roberto Avallone e o brilhante Osmar Santos.

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=yxlt_jZceQI

– Quais os 3 Grandes Problemas da Comunicação?

Sabe quais são os 3 grandes problemas que não só os comunicadores enfrentam, mas também as pessoas comuns?

Segundo o grande J. B. Oliveira:

Os 3 grandes problemas para a comunicação são: COMEÇO, MEIO E FIM“.

Não sou eu que discordarei…

11. CARTAZ DICAS COMEÇO MEIO E FIM DA PRODUÇÃO TEXTUAL - Baixar pdf de  Docero.com.br

Imagem extraída de: https://docero.com.br/doc/nx0n5cx

– O que o zagueiro Bambu, do Corinthians, quis dizer – e o que ficou entendido…

Nem todas as pessoas têm facilidade com as palavras. E em se tratando de jogadores de futebol, que em sua maioria não estão preparados para algumas entrevistas (por culpa da carreira, da falta de estudo e de outras nuances), a coisa pode ser trágica.

O zagueiro Robson Bambu foi apresentado no Corinthians, e após sua declaração, foi criticado. Entenda:

Questionado a respeito de voltar do Nice, da França, para jogar em nosso país, declarou:

“Sobre voltar ao Brasil, estou perto da minha família. Sempre tive o sonho de jogar na Europa, sonho meu e de tantos outros jovens. Passam muitas coisas na cabeça, se é um passo atrás, mas estou tranquilo e feliz com minha decisão.”

A expressão “se é um passo atrás”, mal dita como foi, tornou-se maldita no sentido de ruim. Ele quis dizer (e o contexto mostra isso) que fica a dúvida de que, estando vivendo na Europa e voltando a jogar em território nacional, não seria um retrocesso ao seu sonho, que é tornar-se estrela por lá. Mas da forma como foi expressada (e no papel, piora a coisa), parece que sair do pequeno Nice e jogar no Corinthians é regredir.

Por fim, disse ele, perguntado se seria o maior desafio na sua carreira estar no Timão:

“Sim, com certeza. Principalmente, por eu estar retornando agora e o Corinthians estar de volta a grandes competições. Vou procurar preparar minha cabeça para isso”.

Uma vírgula, uma palavra ou uma forma de se expressar com entonação mais precisa ou não, pode mudar tudo!…

Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians - Robson Bambu cometeu pequeno deslize em apresentação no Timão sobre 'passo atrás' na carreira

Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians.

– Nativos e Imigrantes digitais, mais os mal-educados que se apropriam da Web.

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!
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Imagem recebida pela Web, de autoria desconhecida. Quem puder ajudar a descobrir a autoria, informar para os créditos.

– E não ter uma Rede Social…

É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!

Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!

Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0

– O vai e vem da conta e Luciano Hang no Twitter.

Se temos liberdade de expressão e democracia, nos é dado o direito de nos comunicarmos pelas Redes Sociais – e o dever de arcarmos com as consequências.

Digo isso pois dias atrás a contra do empresário Luciano Hang, dono da Havan, foi suspensa pelo Twitter. Ele compartilhou um vídeo do Dr José Augusto Nasser onde o médico dizia a barbaridade de que a vacina da Pfizer contra a Covid poderia desenvolver “câncer para as crianças.

Lógico, pais ficaram com medo. Mas é a opinião de um antivax, que despreza a Ciência e a maioria absoluta de outros médicos e estudos. O twitter considerou fake news e retirou a conta do ar.

Ora, eu penso que isso é censura! Se escreveu uma idiotice, as pessoas sensatas devem respirar fundo, avaliar a bobagem e desprezá-la. Mas a Rede Social chegar a esse ponto?

Eu sei que o twitter é privado e que isso é uma infração às suas regras. Ou seja: não gostou, não participa dela. Mas imagino que ao invés de apagar, deveria colocar um alerta de que há uma impressão de notícia sensacionalista, ou algo que o valha.

A verdade é: nestes tempos polêmicos, as pessoas se tornam irresponsáveis na divulgação de algumas coisas (e obviamente não deveriam). Mas me preocupa quem avalia “o que pode e o que não pode”, pois radicalismos ocorrem por vários lados.

Twitter suspende conta de Luciano Hang, dono da Havan | VEJA

Crédito da Imagem: Alan Santos/PR, extraído de: https://veja.abril.com.br/coluna/radar/twitter-suspende-conta-de-luciano-hang-dono-da-havan/

– E quando não tínhamos a Internet no nosso dia-a-dia?

WEB – E quando não existia a Internet em nossas vidas?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=O18gL9kMITo

– Hoje estaremos juntos!

Acompanhe esse decisivo jogo da Copa SP conosco, na Rádio Difusora!

Abaixo:

– As maiores audiências de TV pertence à… (veja o ranking).

Li na coluna do jornalista Ricardo Feltrin (em: https://www.uol.com.br/splash/noticias/ooops/2021/12/07/kantar-vai-divulgar-ibope-do-streaming-no-brasil-ate-abril.htm):

“Já sabemos há tempos que, depois da TV Globo (que é sintonizada por uma em cada 3 TVs no país 24 horas por dia), o maior consumo do brasileiro é dos serviços de streaming.

São quase 2 em cada 10 TVs ligadas 24 horas por dia, ou 18,3% de “share” que ficam devorando seriados e filmes (esses são dados consolidados da Kantar Ibope, que a coluna teve acesso por terceiros porque a Kantar não pode divulgá-los à imprensa).

Em terceiro lugar no ranking de consumo audiovisual no país estão TODOS os canais da TV paga. Em quarto lugar, a Record. Em quinto, o SBT. Em sexto, a Band.

Caramba, que potência é a Globo, não? E há quem ouse afirmar que ela esteja em crise…

TV Globo anuncia nova identidade visual durante o “Jornal Nacional”

Imagem: divulgação Globo.

– Jornalismo e Redes Sociais.

Gosto muito do Blog da  (Blog da Drica Ribas), e compartilho um assunto interessante que ela abordou: sobre Jornalismo e Redes Sociais, algo tão discutido nos dias atuais! Vale a pena acompanhar!

Está em: https://www.youtube.com/watch?v=NnObT_LkEf8&t=356s

 

– Onde publicar seus textos.

Por Monique Bispo.

Em outro artigo eu falei sobre os 10 mandamentos do escritor e o 9° mandamento era não guardar suas criações para si mesmo, nele eu falei que você … (continua no link em: Onde publicar seus textos)

– O perigo da informação rasa e enviesada.

Repararam que muitas pessoas não querem se “informar de verdade”, ou melhor, conhecer um determinado assunto com profundidade, mas somente se sentir informadas (e um único veículo de comunicação, para elas, basta).

Isso é um perigo! O conhecimento superficial, muitas vezes enviesado, pode ainda contar com um outro problema: o de ouvir “o que lhe convém”!

Dessa situação decorre outra, ainda mais terrível: a de maldizer quem pensa diferente ou analisa por algum ângulo que seja discordante. Daí, nasce a intolerância…

Leia tudo, filtre o que é bom, perceba as linhas editoriais, seja humilde para aprender e tire suas conclusões – é o melhor a fazer.

As fontes de informação e sua avaliação – Comunicar. Escola de Autores

Imagem extraída de: https://www.revistacomunicar.com/wp/escola-de-autores/as-fontes-de-informacao-e-sua-avaliacao/

– Digo, mas não preciso ficar te obrigando a entender!

Nesses tempos cansativos de haters e terroristas das Redes Sociais, muita gente distorce sua palavra e se acha no direito de “encher o saco” por pensar diferente, com comentários odiosos e ataques gratuitos.

Vi essa frase no Twitter do jornalista Antero Grecco e ela retrata essa situação com perfeição. Eu gostei:

Sou responsável pelo que escrevo ou falo, não por aquilo que você entende“.

É isso aí! Muitos interpretam “o que querem”, não o que é a verdade.

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Imagem extraída de: https://br.toluna.com/opinions/3752622/Sabem-o-que-s%C3%A3o-Haters-e-Trolls-J%C3%A1-foram-v%C3%ADtimas-de-algum

– Fuja da bolha virtual!

INTERNET E FANATISMO – Uma bolha? Um mecanismo de bipolarização?

No que as Redes Sociais estão atrapalhando a sociedade?

Entenda: https://www.youtube.com/watch?v=5xXOYlJufYI

– Os cansativos usuários do Messenger e do WhatsApp com a… guirlanda de Natal!

Não sou muito afeito aos grupos de Messenger e WhatsApp. Confesso: eles tiram o tempo e nos atrapalham na hora de consultar o que é sério e o que é bobagem. Vem tudo junto e misturado!

Essas boas ferramentas vêm acompanhadas de muitas idiotices. Por exemplo: correntes de “envie para X pessoas se não blábláblá”. Ora, isso é coisa de supersticioso!

A coisa mais chata atual é o tal de “enviei a 1a guirlanda”. Todo dia recebo uma meia dúzia! Que irritante, a pessoa manda mala-direta, não é algo personalizado e acha que está sendo bacana. É simplesmente mandar por achar que “é legal”.

Por favor, se você é meu amigo nessas duas redes (lembrando que no Twitter e Instagram felizmente isso não acontece), NÃO ENVIE essas coisas. Não curto correntes religiosas (isso é para quem tem fé fraca), não gosto de “30 bom-dias” da mesma pessoa em cada postagem (parece que há uma necessidade de se fazer aparecer), tampouco aprecio que entupam meu celular de fakenews (quanta gente compartilhando factoides inventados pela direita e pela esquerda – e muitos acreditam inocentemente).

Por isso, desculpem-me a franqueza: cansa receber guirlanda, corrente e mentiras. Isso atrapalha o dia-a-dia, Ok?

Não quero ser antipático, mas para o bom ritmo de atividade virtual, isso é necessário.

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– Viciados por Redes Sociais?

A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.

Duvida?

Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90

UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS

Por Theo Ruprecht

Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.

“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.

Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:

  • 1- Você gasta muito tempo pensando no Facebook?
  • 2- Sente anseio de visitá-lo?
  • 3- Utiliza-o com o objetivo de esquecer seus problemas pessoais?
  • 4- Tentou, sem sucesso, controlar o uso do Facebook?
  • 5- Fica agitado ou preocupado se não consegue acessá-lo?
  • 6- Usa tanto que isso impacta no trabalho ou nos estudos?

Viciados em internet - Como saber se nossos filhos são?

Imagem extraída de: https://www.obrasileirinho.com.br/viciados-em-internet/

– 1 ano sem Fernando Vannucci.

Há 1 ano… (já?).

Que coisa… Fernando Vannucci faleceu nesta 3a feira. As gerações mais novas, infelizmente, não sabem da grandeza desse jornalista, mas talvez tenham na memória as gafes e contratempos recentes do irreverente profissional.

Sobre a história dele, compartilho em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2020/11/24/morre-fernando-vanucci.htm

Descanse em Paz!

Apresentador Fernando Vanucci morre aos 69 anos em SP

Crédito: Reprodução TV Globo. Extraído de: https://catracalivre.com.br/mais/apresentador-fernando-vanucci-morre-aos-69-anos-em-sp/

– Constrangimento que não acaba…

certos discursos que, ao ouvi-los, você fica constrangido de tão vergonhosos que são. 

Exemplos?

Na semana passada, durante o Jornal da Manhã da Rádio Jovem Pan, a comentarista Cristina Graeml veio com uma narrativa anti-vacina assustadora! Os jornalistas Amanda Klein e Thiago Uberreich, que ali formavam a bancada, se seguravam para não perderem a compostura (aliás, deveriam ganhar adicional de periculosidade por ouvirem opiniões tão controversas…).

Na última sexta-feira, foi a vez de Alexandre Garcia, em sua estreia na JP News. Novamente questionando vacinas e dando uma “aula de incredulidade” na Ciência. 

Ainda bem que vemos alguns contrapontos na emissora (mas não são na mesma quantidade de radicais): Fábio Piperno, Paulo Mathias, Joel Pinheiro e os já citados Uberreich e Amanda, que ajudam na existência de pontos de equilíbrio na programação.

Vacinas contra a covid-19: quais são, eficácia, efeitos e calendário | Exame

(Foto: SeongJoon Cho/Bloomberg). Extraído de: https://exame.com/brasil/vacina-contra-covid-19-tudo-sobre/

– Adeus, Edifício da Rádio Globo na Rua das Palmeiras.

O histórico edifício da Rádio Globo na Rua das Palmeiras começou a ser demolido. Uma pena…

Abaixo, uma observação pertinente:

(Texto: Jornalista Anderson Cheni, extraído de seu Facebook e YouTube)

A Rádio Globo acabou há 2 anos e o histórico prédio da rua das Palmeiras vai literalmente “enterrar” um dos maiores prefixos do rádio brasileiro. O prédio histórico que teve nos microfones Silvio Santos, Hélio Ribeiro, Osmar Santos, Juarez Soares, Chico Pinheiro, Chacrinha, Faustão, Maurício Kubrusly, Eli Corrêa, Gil Gomes, Paulo Lopes, Paulo Barbosa, Herodoto Barbeiro, Miguel Dias, Deva Pascovith, Afanasio Jazadji, Padre Marcelo Rossi e tantos outros Comunicadores e funcionários do microfone ou de outras funções tão importante quanto, muita dedicação e sucesso, que poderia ser tombado pelo patrimônio histórico pelo Ministério das Comunicação e virar um museu vai para o chão.

Em: https://www.youtube.com/shorts/FN0lzIr0SkE

– 9 anos sem o JT…

Já faz 9 anos que acabou o JT!

Que saudade do Jornal da Tarde… Criativo, prático e direto! Nenhum conseguiu o substituir…

Foto: Valor Econômico, em: https://valor.globo.com/eu-e/noticia/2020/04/24/jornal-da-tarde-deixou-marca-de-ousadia-na-imprensa.ghtml. Crédito: Arquivo Estadão, Capa do JT.

– O “gol-contra” dos clubes: cercear os jornalistas e brigar com a imprensa.

No mundo do marketing, sabe-se da existência de um dito: “O ovo da galinha não é o mais nutritivo e nem o maior do reino das aves. Mas é o mais popular porque a galinha cacareja para divulgar seu ovo“.

Sendo assim, uma ação desinteligente de muitos clubes de futebol: brigar com a imprensa, estrangulando os horários e as oportunidades de se divulgar os atletas e o seu próprio time.

  • Qual patrocinador vai querer se divulgar em quem se esconde e não sabe se mostrar?

Clubes da Série A do Campeonato Brasileiro tem uma exposição natural pelo torneio que disputam. Mas ainda assim, fecham os treinos à cobertura da imprensa e permitem apenas as imagens oficiais das suas próprias TVs, limitando-se. Logicamente: menor exposição, menor valor de mercado e menor receita.

Imaginem os times do Interior, sem série alguma no torneio nacional e com os meios locais cobrindo? Os jornais, os portais e as rádios das cidades deles são a fonte de divulgação! Permitir o relacionamento harmonioso entre time e imprensa (o que não significa transformar o veículo de comunicação em “chapa-branca”) é fundamental para que patrocinadores busquem vincular suas marcas nas agremiações. Afinal, quanto maior o acesso dos jornalistas, mais se falará e se mostrará a equipe.

Tudo o que se fazer diferente disso, é “tiro no pé”. A não ser que um clube queira se esconder por não gostar de críticas (e o não-aceite disso significa arrogância e burrice) ou porque tem algo a esconder.

Se eu sou presidente de time, venderia a imagem da minha agremiação a todo instante, bateria na porta das rádios e TVs e desejaria muito repórter no dia-a-dia. Afinal, quem não “cacareja, não divulga seu ovo”.

Microfone Mudo Desenho Para Colorir - Ultra Coloring Pages

Imagem extraída de: https://prints.ultracoloringpages.com/

– Quem te vê nas Redes Sociais, pode realmente te conhecer como você é?

Todo mundo que você adiciona no seu mundo virtual, de fato, pode ver como você realmente é?

Sobre chefes, parentes e outros no Facebook ou Twitter,

Em: https://www.youtube.com/watch?v=8oAM-SAhkbU

– Sua imagem no papel é mais importante do que a das Redes Sociais?

Uma reportagem muito interessante que compartilho: o poder da nossa imagem no mundo da Internet é algo, hoje, tão poderoso (ou mais ainda) do que nosso conjunto de ações registradas em um papel.

O seu legado está impresso para uma empresa ou divulgado on-line para o mundo?

Extraído de: http://www.meioemensagem.com.br/home/opiniao/2017/09/14/sua-imagem-digital-pode-ser-mais-importante-que-o-seu-curriculo.html

SUA IMAGEM DIGITAL PODE SER MAIS IMPORTANTE QUE O SEU CURRÍCULO

Por Mauro Segura

Se você não tem atividade nas mídias sociais, ou tem uma atitude de mero espectador, precisa mudar rapidamente.

E aí? Caprichou no currículo? Agora imprime ele, coloca numa moldura e pendura na parede. E pode escrever assim: “vai deixar saudades”.

Vejo muitas pessoas excessivamente preocupadas com o currículo. Gastam um tempo enorme com o formato e com palavras bonitas. O currículo ainda cumpre um papel na atividade da busca de emprego, mas o fato é que ele vem perdendo relevância para quem deseja mostrar as suas competências e experiências para um futuro empregador. Acredito que, em breve, as empresas talvez nem olhem mais para o currículo das pessoas.

Pense em você como consumidor. O que você faz se deseja conhecer e pesquisar sobre determinado produto ou serviço? Você acredita puramente na propaganda ou você pesquisa arduamente na web e nas redes sociais para saber mais a respeito do que as pessoas falam sobre aquilo?

Num ponto de vista extremo, o currículo nada mais é do que uma peça de propaganda sobre você mesmo. O seu “ser real”, porém, é formado pelas experiências, pelas realizações e pelas redes de relacionamento que você constrói ao longo do caminho. Isso vale para o mundo físico e o mundo online, especialmente das redes sociais.

Cada vez mais o mundo online registra o nosso comportamento, desejos, conhecimento, interesses, preferências, estilos, sonhos e aspirações. Cada frase, texto, foto, vídeo e voz que publicamos na web, transformam-se em nossos rastros digitais, acumulando pequenos e sucessivos registros da nossa personalidade. São pequenos fragmentos que, juntos, montam um arcabouço riquíssimo sobre determinada pessoa, denunciando os seus valores, crenças, atitudes e habilidades. É um acúmulo sem precedentes de informação individual. Isso diz respeito direto à sua reputação e reconhecimento público, como pessoa e profissional.

Através do mundo online é possível saber sobre suas conexões, se você tem relacionamentos saudáveis e se contribui positivamente para essas relações. Também é possível saber se você é um indivíduo aberto e expansivo, se é bom cidadão, se compartilha conhecimento e tem pontos de vistas e opiniões relevantes sobre temas da sociedade. Por outro, pode denunciar se você é uma pessoa mais fechada e contemplativa, mais reativa e rancorosa. Além disso, permite colecionar evidências se você é uma pessoa apaixonada pela sua profissão, se é positiva, se tem interesse por outro tipo de trabalho e como se relaciona com colegas dos empregos anteriores.

Você pode até não apreciar essa realidade, mas o mundo digital captura os nossos rastros digitais ininterruptamente. Portanto, é muito mais crível saber sobre você analisando os seus rastros na web do que olhando unicamente o seu currículo contido num pedaço de papel.

Se você não tem atividade nas mídias sociais, ou tem uma atitude de ser mero espectador do que rola no mundo online, então encare esse meu conselho com serenidade: “desculpe, mas acho que você precisa mudar rapidamente o seu comportamento, porque você está ausente de uma grande transformação em curso. Tem algo grande acontecendo e você está fora”. O mundo de hoje já é digital. Não dá mais para sermos cidadãos sem estarmos conectados. Como consumidor, você terá novas experiências, benefícios e serviços se estiver online. As novas tecnologias permitem mais interações e compartilhamentos com sua família, amigos e colegas de profissão. E, como profissional, as empresas procuram indivíduos atualizados que possam contribuir com novos conhecimentos, relacionamentos e que ajudem na transformação digital das organizações. Ou seja, nos dias de hoje, ser digital é condição para um novo ser humano cidadão, consumidor, trabalhador e empreendedor.

Estar fora do mundo online e das redes sociais não é uma boa mensagem para as empresas. Pode dar a entender que existe uma certa negligência ou resistência de sua parte ao que é “novo”. O que você acha que uma empresa vai escolher ao se deparar com dois candidatos muito semelhantes em termos de formação e experiência: um candidato com um currículo impresso num papel ou um candidato que tem um monte de bom conteúdo e conexões registradas no mundo online? Os seus rastros digitais podem endossar ou jogar por terra tudo que você tentou “vender” eu seu currículo. A conclusão é: o que está registrado no mundo online a respeito de você é a real percepção que o recrutador de uma empresa vai ter de você, no aspecto pessoal e profissional. O comportamento que você denuncia nas redes sociais será naturalmente transferido à imaginação de sua personalidade no lado profissional.

Você pode alavancar a sua carreira se criar um blog para escrever algo sobre o que gosta. Se publicar conteúdo sobre a sua área profissional poderá ser melhor ainda. Seja positivo e escreva conteúdos de valor nas mídias sociais. Entre no LinkedIn, escreva um resumo de sua experiência profissional, se conecte com pessoas legais e até participe de comunidades de sua área de interesse. Seja ativo. Se você participa de atividades de responsabilidade social, então deixe algumas coisas publicadas nas redes, mesmo que sejam de posts curtos no Facebook ou Twitter. Publique fotos legais no Instagram. Enfim, comece a montar um legado positivo a seu respeito no mundo online e nas redes sociais. O seu próximo emprego pode depender disso e você nem sabe.

– Quem disse que em Rede Social “Pode Tudo”?

Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.

Claro que em alguns ambientes, elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.

Convido a leitura desta postagem sobre Reputação Digital, em: https://professorrafaelporcari.com/2018/11/23/como-anda-a-sua-reputacao-digital/

Se preferir, ao invés da leitura, compartilho em vídeo, uma rápida abordagem do tema, em: https://www.youtube.com/watch?v=1ihS4XUC9XA

– Smartphone ontem e hoje.

Celular AINDA é algo relativamente novo à minha geração, que não pode se acomodar nem deixar de se atualizar tecnologicamente.

Para a minha filha pequena, celular é algo que sempre existiu e faz parte do dia-a-dia. Aliás: celular não, mas sim SMARTPHONE.

Sou do tempo antigo BIP, o precursor do “teletrim”. Mas eis que vejo algo curioso: uma propaganda da Nokia sobre, acredite, fazer envio de mensagem de texto!

Parece coisa de séculos atrás, mas deve ter no máximo uns 15 anos. Abaixo:

– Os Tipos de Comentaristas na Internet

Existe muita gente bacana comentando posts na Internet, não? Há os chatos, há os fanáticos e os malucos também.

Abaixo, uma classificação bem verdadeira:

(Extraído da Superinteressante, Ed Outubro/2014, pg 89).

COMO IDENTIFICAR OS BICHOS DIGITAIS

– Povo da Zoeira:

Posta conteúdos engraçados em discussões alheias, muitas vezes mudando o rumo da conversa para coisas anárquicas.

– Extremista Político:

De direita ou de esquerda, uns defendem o nazismo ou chamam de nazista quem discorda deles. Radicais.

– Sabichão:

Sommelier de qualquer coisa, tem opinião formada sobre tudo. Gosta de insultar a suposta ignorância ao seu redor.

– Ista:

Sonistas (fãs da Sony) e nintendistas (da Nintendo). Defendem suas marcas de games como torcidas organizadas. Ocorre também com Apple x Google x Windows.

– Conspirador:

Culpa tudo na conta do Governo. Ou duvida de tudo o que a grande mídia diz.

– Monossilábico:

Limita a participação como “legal” ou somente “lixo”.

– Troll de raiz:

Usa o anonimato para assediar outros usuários, sutil ou agressivamente.

– Fofo:

Traz sempre novas informações as discussões e responde pacientemente a todos.

– Confuso:

Xinga, mas é difícil dizer o quê e por quê. Dispara um repertório de clichês e preconceitos, mas não dá para entender o que defende.

E aí, que tipo de comentarista você é na Internet?

– Em que acreditar? Talvez em nada! Cuidado com propaganda política mentirosa disfarçada de notícia

O mundo virtual permite coisas assustadoras. Abro o Facebook e leio: “Bolsonaro é eleito o melhor presidente da história”. Rolo a linha do tempo e vejo: “Lula pode ser indicado ao Prêmio Nobel da Paz”. Mais um pouco e me aparece: “Bolsonaro é o líder mundial mais desprezado pelos presidentes”. E, por fim: “Bolsonaro é o líder mundial mais aclamado pelo G20”.

Pô, quanta bobagem, não? O que tem de matéria sensacionalista, fake news, coisa direcionada e outras que não existem (são produzidas apenas para propaganda política) que assustam demais a pessoa sensata! E se contradizem em menos de segundos de atenção nas timelines.

– Infoxicação: já sofreu disso?

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”
Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto.

– Ser esquecido na Internet é um direito!

Cada vez mais ouço notícias de pessoas que querem sumir da Web”. Seja qual for o motivo – se por crimes no passado e penas já cumpridas, se por motivos tristes ou constrangedores, ou simplesmente para manter a privacidade.

Para isso, entram na Justiça contra o Google ou sei lá contra quem for necessário! O fato é que enquanto alguns querem aparecer, outros (por motivos particulares e justos) querem desaparecer.

O que você pensa sobre isso? Eu, pessoalmente, não tenho problemas em aparecer em links de buscas por nada me desabonar. Mas confesso: a idéia em sair da Internet é interessante (mas talvez um pouco burocrática), caso por algum motivo eu queira.

– Descansem em Paz, Roberto Petri e Luis Gustavo.

Que domingo triste. O jornalista Roberto Petri (um ícone do jornalismo esportivo) faleceu no começo da tarde. Minutos depois, a notícia do icônico e talentoso ator Luís Gustavo (de tantos trabalhos cômicos, como o Vavá do “Sai de Baixo”).

Sobre Roberto Petri, aqui: https://www.uol.com.br/esporte/colunas/milton-neves/2021/09/19/milton-morre-roberto-petri-marcante-nome-da-cronica-esportiva-brasileira.amp.htm

Sobre Luís Gustavo, em: https://revistaquem.globo.com/amp/QUEM-News/noticia/2021/09/luis-gustavo-morre-aos-87-anos.html

– Sorrisos no Vocabulário Global da Web

Achei curiosa essa matéria da última edição da Revista Superinteressante. Ela aborda como se escrevem os “risos” em diversos outros países.

No Brasil, um modismo é escrever “kkkk”.

Sabia que na Grécia os internautas usam “Xaxaxaaxa”?

Na Inglaterra é “Lol”; na Coréia do Sul é “Kekekkeke”; em francês há duas formas: “MDR” (morrendo de rir) e “PDR” (peidando de rir).

Já em japonês são várias letras w: “wwwwwwwww”; na Dinamarca é “GGGG”; por fim, na Tailândia, o mais esquisito: “555555”.

Coisas de um mundo globalizado mas que guarda as suas coisas regionais. É por isso que gosto dos escritos da minha sogra na Internet. A Zabezinha, minha segunda mãe, escreve docemente: “ki ki ki”.

– Discutidores: mantenham a calma.

Quantas vezes as pessoas perdem a cabeça e começam com brigas desnecessárias?

Pior: perdem o controle emocional e aí seus melhores argumentos se tornam meros gritos…

Um rápido lembrete, abaixo:

– Cuidado “como”, “de que jeito” e “o que” você fala.

Essa imagem, abaixo, nos permite várias interpretações sobre o que levou às consequências ruins (o “custar caro”): falar demais faz mal; ser chato ao falar; ser inconveniente; falar e não medir as consequências; exaltar-se no volume da fala; e, por fim, falar e magoar.

O uso da fala está atrelado com a educação e o equilíbrio emocional dos interlocutores. A forma como você trata as pessoas e usa as palavras pode, se feito de maneira turva ou bruta, entristecer a todos.

Palavras ou gestos precisam ser expressados com respeito – para o convívio sadio da sociedade, em qualquer seara dela.

– De novo, Lula fala em “regular a mídia”. Isso não incomoda?

Me admiro em ver tanta gente acomodada, quieta, sem levantar um “A” sobre a enésima fala de Lula sobre “regular a mídia”.

Ora, que negócio é esse de controlar a imprensa? Com todos os “defeitos que tem” e “as groselhas que fala”, Bolsonaro não fala tal barbaridade. Ele ofende lamentavelmente os profissionais, ameaça tirar a concessão da Globo mas… já imaginaram se é ele quem diz tal idiotice?

E o que é regular a imprensa? É dizer o que o Governo quer, no melhor estilo chinês, norte-coreano ou cubano?

Isso é censura, e deve-se alertar desse risco e cobrar Lula de tais bobagens. Aliás, repararam que até as denúncias do Petrolão, Lula não falava disso. Quando a Revista Veja conseguiu mostrar os constantes desvios de dinheiro, veio o “lenga-lenga”. Com o impeachment de Dilma, os petistas começaram a chamar a Globo de “Globolixo” (igual ao que fazem os bolsonaristas quando as manchetes mostram erros do Governo atual).

Não deixe essa ideia macabra – de regular a mídia – prosperar. A não ser se você quiser uma ditadura de esquerda na imprensa

– Visite meu canal no YouTube!

DISCUTINDO CONTEMPORANEIDADES, de Rafael Porcari, em vídeo?

Meu tradicional blog, numa simples versão em vlog. Conheça-o! É bem informal, feito sem muitos recursos, mas com muita coisa legal.

Ficarei grato com sua inscrição no canal e possível divulgação. 

Em: 

https://www.youtube.com/channel/UCRT3Ds8ExBZppf6iTwFTsuA