As situações que não podemos controlar no dia-a-dia (e está tudo bem mesmo assim)!
Em: https://youtu.be/5emfcAKm–I?si=JFfctnyh9K7_7xWd
As situações que não podemos controlar no dia-a-dia (e está tudo bem mesmo assim)!
Em: https://youtu.be/5emfcAKm–I?si=JFfctnyh9K7_7xWd
Para muitos, tal importante tema ainda é uma bobagem. Nada disso, que se leve muito a sério: cresce demais os casos casos de suicídios entre jovens e adolescentes.
Por quê acontece, como detectar e o que fazer para evitar?
Abaixo, extraído de: Isto é, ed 2523, pg 44-46
UMA PRESSÃO MAIOR QUE A VIDA
Casos de suicídios em escolas de São Paulo disparam um alerta na sociedade quanto à opressão em que vivem os adolescentes hoje, mostram a vulnerabilidade em relação ao sofrimento psicológico e impulsionam ações de conscientização para a prevenção desse mal que aflige o mundo todo
A infelicidade extrema, a falta de esperança e a frustração com as vicissitudes inerentes à vida têm produzido um quadro alarmante na última década no Brasil: em média, 11 mil pessoas se matam por ano, um a cada 48 minutos, 30 por dia. Jovens com imensurável potencial para se destacar em inúmeras atividades estão decidindo por fim à própria vida bruscamente por não saber lidar com as opressões do mundo atual. Em vez de acalentar projetos, muitos interrompem seus sonhos com frequência inaceitável. Na semana passada, o tema ganhou visibilidade novamente no tradicional Colégio Bandeirantes, na zona Sul de São Paulo. A escola, cuja qualidade do ensino a coloca entre as mais conceituadas da Capital, comunicou a ocorrência de dois suicídios entre seus alunos, um de 16 e outro de 17 anos, em um intervalo de dez dias. No mesmo período houve um terceiro caso no Colégio Agostiniano São José, na zona Leste da cidade. A notícia causou comoção nas redes sociais e, ao mesmo tempo, abriu um debate franco – e oportuno – sobre o assunto.
De forma quase silenciosa, o suicídio é, hoje, a quarta maior causa de mortes entre pessoas de 15 a 29 anos no País. É a terceira entre homens. Embora com uma ligeira queda em 2016, as ocorrências vêm apresentando uma incômoda tendência de alta nesta década. Mundialmente, o suicídio é a segunda maior causa de morte na mesma faixa etária. Uma das principais causas dessa onda nefasta é a epidemia de depressão e de outras doenças psiquiátricas que assola a sociedade e afeta uma grande população jovem. Os que se matam sofrem, em geral, com alguma dessas doenças e enfrentam grande solidão e tristeza. “É bastante difícil para todos nós lidar com essa situação. É como um tsunami”, afirma a coordenadora do Bandeirantes, Estela Zanini. “Essas duas tragédias afetaram muito a escola, geraram grande ansiedade entre professores, pais e alunos e nos levaram a intensificar várias ações preventivas e de apoio”.
SENTIMENTOS OCULTOS
Nenhum dos dois estudantes era alvo de bullying, um dos fatores que costumam desencadear processos suicidas. Os dois tinham amigos, seus pais eram presentes e ambos tiravam notas altas, acima da média. Não foram influenciados por jogos ou séries de TV ou um pelo outro, segundo a escola. Os dois não se conheciam. Eram de turmas diferentes: um do segundo ano do ensino médio e outro do terceiro. O colégio tem 2750 alunos. De acordo com Estela, os dois conseguiam enfrentar o altíssimo nível de exigência e de competitividade do Bandeirantes com relativa facilidade. Estavam, porém, enfrentando dificuldades pessoais e pressões sociais que mesmo as pessoas mais próximas desconheciam. O primeiro, S.C.R. que cometeu um ato mais planejado, sofria com sintomas de uma depressão e recebia acompanhamento médico. Suicidou-se um dia antes da semana de provas. Não deixou nenhum bilhete nem qualquer pistas sobre o que foi o estopim da decisão de se matar. Desolado, seu pai o descreveu com ternura no Facebook: “Amado, doce, sensível, inteligente, aplicado, exigente, articulado, carinhoso, protetor, amigo, fiel, engajado, questionador e com um olhar para as questões do nosso mundo que não tenho palavras para explicar.” O segundo, que tinha um irmão gêmeo, foi mais impulsivo e não dava sinais preocupantes de que poderia se matar. Tudo aconteceu de repente, depois de uma festa, na madrugada de sábado para domingo, 22. O deflagrador do suicídio foi uma desilusão amorosa, depois de ter visto a namorada com outro garoto. Ele chegou em casa e, sem dar nenhuma pista do que faria a seguir, saltou do oitavo andar. Diferentemente do primeiro caso, os pais não se manifestaram publicamente.
A direção da escola tomou a decisão sensata de abordar o assunto de forma direta e está acolhendo seus alunos mais vulneráveis psicologicamente, além de ter planejado diversas ações preventivas depois que os casos aconteceram. Professores e funcionários receberam treinamento e foram estabelecidos espaços de diálogo para todas as turmas. Para as classes de terceiro ano do ensino médio, as aulas foram suspensas no dia 23 e no dia 24 foram organizados encontros para conversa e reflexão, além de ações de acolhimento. A escola diz que está preparada para ajudar os alunos no enfrentamento do luto. Com 74 anos de existência, o Bandeirantes tinha registrado, até então, dois casos de suicídio, um há 15 anos e outro há 30 anos.
“A gente está recolhendo os escombros, a escola está realmente afetada e nosso trabalho de acolhimento agora é como um atendimento de emergência”, explica a psicóloga Karina Okajima Fukumitsu, responsável pelo programa de prevenção pós-suicídio no Bandeirantes. A escola tinha chamado Karina para lidar com o luto do primeiro aluno, morto no dia 10 de abril, e quando ia implantar seu programa aconteceu o segundo caso. Houve um grande número de pais pedindo mais informações. “O suicídio é um ato de comunicação. O mais importante é não negar o fato, a negação do sofrimento é a causa maior de perturbação”, diz Karina. “O que provoca mais problemas são as elucubrações e as coisas que são faladas.
A dura realidade é que as pessoas ficam sem chão. Como a escola vai lidar com a ausência desses alunos que de uma hora para outra se tornaram muito presentes? Toda a escola, a direção, os professores, os alunos têm tentado digerir o que é muito indigesto.” Segundo ela, muitas escolas enfrentam o problema com seus alunos, mas evitam qualquer divulgação. Desde que começou a trabalhar com o Bandeirantes, ela já foi procurada por oito escolas interessadas em seus serviços – em palestras de esclarecimento para pais e em treinamento de grupos de apoio. Uma das recomendações da OMS é não divulgar detalhes sobre os métodos de realização do suicídio para não influenciar pessoas mais vulneráveis.
Quem teve a dolorosa experiência de perder uma filha dessa forma foi a dona de casa Terezinha Máximo, de 45 anos. Sua caçula Marina se suicidou em março do ano passado, aos 19 anos. A jovem, que estudava filosofia na Universidade Federal do ABC, estava em tratamento contra depressão, mas mesmo com esse apoio psicológico e com a ajuda da família e dos amigos sucumbiu ao sofrimento. “A gente fica com uma série de perguntas, uma série de porquês e fica pensando no que pode ter feito de errado”, afirma Terezinha. Marina era uma menina alegre que passou por uma intensa mudança de humor a partir dos 17 anos. “No começo achávamos que fosse TPM, problemas de adolescente que ficariam para trás, mas a situação se agravou”, lembra Terezinha. A garota passou a fazer tratamento psiquiátrico e a tomar medicação, mas isso não impediu que ela passasse a se automutilar, um sinal de alerta em muitos processos suicidas (leia quadro). Em certo momento, começou a dizer que não queria continuar daquela forma. “A pior parte de tudo isso é reaprender a viver sem a pessoa”, afirma Terezinha. Ela e o marido Joseval, que têm outro filho de 27 anos, montaram um blog e coordenam hoje um grupo de apoio para ajudar pessoas a se recuperar do luto do suicídio. “Se eu tivesse a chance de voltar no tempo para valorizar mais os sinais que ela estava dando — não era só o problema da idade, mas um sofrimento real, eu voltaria”.
Sensação parecida é a do oficial de Justiça aposentado Ivo Oliveira Faria, de 59 anos. Sua filha Ariele, de 18 anos, se suicidou em março de 2014. “Naquele dia, a gente almoçou normalmente num restaurante e a única coisa que ela fez de diferente foi pedir um suco de manga em vez de laranja”, lembra. “Ela não dava nenhum sinal de que pretendia tirar a própria vida, estava normal, tinha terminado o ensino médio e estava prestando vestibular para Direito”. Ariele era uma menina calada, mas muito afetuosa e maternal. Demonstrava grande voracidade de leitura e na escola tinha desempenho mediano.
Três meses antes de se suicidar ela comunicou o pai de que pararia de frequentar a Igreja Gnóstica Cristã, o que fazia desde a infância com a família. “Disse para ela que não haveria problema, que eu lhe daria todo o apoio”, afirma Faria. Antes do último ato, Ariele deixou um bilhete em que dizia que não aguentava mais, que sua decisão não tinha culpas e que gente morta não decepciona ninguém. “Entrei em parafuso depois da sua morte. Me falaram de um grupo de apoio aos sobreviventes do suicídio, o Vita Alere, e fui numa primeira reunião ainda em 2014”, diz. “Frequento o grupo desde então para lidar com meu luto.” Criar um grupo para lidar com o luto foi o que fez o geógrafo cearense Tadeu Dote Sá, que perdeu a filha Bia, de 13 anos, em 2008. Tadeu criou o Instituto Bia Dote de Amor e Paz, onde são promovidas reuniões, palestras, rodas de conversas e muitas outras ações que ajudam na prevenção do suicídio. “Investimos no instituto como se fosse uma faculdade ou um carro que a gente daria para a Bia”, diz Tadeu.
A decisão de se matar sofre influências biológicas, psicológicas, sociais e culturais. A adolescência é um período de especial vulnerabilidade porque envolve mudanças hormonais, definições de personalidade, cobranças de desempenho, obrigando meninos e meninas a enfrentar um mundo em transformação. “O jovem está mais doente psiquicamente de um modo geral”, diz a psicóloga Karin Scavacini, que está à frente do Instituto Vita Alere de prevenção e reação pós-suicídio. “Há uma dificuldade de aceitar a experiência da solidão e do sofrimento, baixa tolerância à frustração e uma obrigação de parecer de bem com a vida.” A ansiedade em relação ao desenvolvimento escolar e profissional tem afetado mais as novas gerações, sobretudo a partir do ensino médio e durante a universidade. No ano passado, houve pelo menos seis tentativas de suicídio entre alunos do quarto ano da Faculdade de Medicina da USP. “Em 90% dos casos de suicídio, a pessoa tinha uma doença psiquiátrica que pode ou não ter sido diagnosticada antes da morte”, afirma o psiquiatra Celso Lopes de Souza. “A coisa é mais complexa do que achar culpados únicos, causas únicas.” Para o psiquiatra, na maioria dos casos, a pessoa que se mata não quer morrer. Ela apenas quer renascer de uma situação difícil que está vivendo e que acha que nunca vai acabar. O psicólogo americano Edwin Shneidman, considerado o pai da suicidologia moderna, diz que o suicídio é um ato definitivo para um problema que tende a ser temporário.
De acordo com a psicanalista Débora Damasceno, diretora da Escola de Psicanálise de São Paulo, os suicidas têm algo em comum: falta de perspectiva para o futuro. “O que os adultos precisam fazer é responsabilizar o jovem pela própria saúde mental. Isso acaba com a pressão de que ele não pode falar. Mas o adulto tem que estar disposto a ouvir”, afirma. Segundo ela, os adultos têm uma conduta protecionista com os jovens, o que faz com que a autonomia deles seja tirada. “A pergunta que o jovem tem que fazer é: ‘Eu estou conseguindo lidar com os meus sentimentos’? O impulso do suicídio não é do nada, é algo que vem acontecendo gradativamente”, explica. Débora também afirma que quando o adolescente não quer falar sobre suas questões é preciso observar sinais. “Se eles são bem comportados demais, não têm um comportamento de questionar a própria realidade e não pensam no futuro, essa não é uma conduta comum de um adolescente”, diz.
Uma das consequências mais dramáticas dos suicídios é o desconsolo e a desolação daqueles que ficam, principalmente os mais próximos. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que um suicídio afeta diretamente entre seis e dez pessoas. Algumas são contagiadas a ponto de também cometerem um ato final. Os sentimentos de quem conviveu intimamente com o suicida envolve culpa (“eu poderia ter feito alguma coisa”), vergonha (a ideia de que suicídio é um fracasso, uma covardia, e não se deve falar do assunto), impotência (por não ter conseguido fazer nada para evitá-lo) e falta de conhecimento (as profundas razões que levam alguém a se matar são um mistério). Acima de tudo, há uma grande dificuldade de respeitar o sentido da vida do outro e aceitar sua decisão.
A IMPORTÂNCIA EM FALAR
Um dos trabalhos mais consistentes de prevenção ao suicídio no Brasil é realizado pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), fundado em 1962, que, nos últimos anos, tem aberto novos canais gratuitos de comunicação e ampliado sua capacidade de atendimento para todas as classes sociais, o que tem causado um grande aumento da demanda por seus serviços. Em 2017, o número de chamadas para o CVV duplicou, saltando de um milhão, em 2016, para dois milhões. Dois eventos no ano passado — a série do Netflix “13 Reasons Why” e o jogo Baleia Azul —, justificam parte desse aumento, diz o porta-voz do CVV, Carlos Correia. Durante a exibição da série, as escolas entraram em pânico e se falou muito em bullying e suicídio. Mais adolescentes e jovens entraram em contato. “Os relatos que recebemos demonstram uma solidão muito grande e muita dificuldade da pessoa compartilhar o que está sentindo”, afirma Correia. “Além de não julgarmos as pessoas pelo sofrimento, damos a oportunidade para ela fazer uma reflexão sobre a própria vida em um ambiente receptivo e amistoso”. Citando projeções da OMS, Correia diz que 90% dos casos de suicídio poderiam ser evitados com um esforço de prevenção adequado. A meta do Ministério da Saúde é diminuir em 10% os casos de suicídio no Brasil até 2020 — objetivo alinhado com o da Organização Mundial de Saúde. Ainda que a redução seja alcançada, o número permanecerá alto. Mudar esse quadro definitivamente depende de uma atenção maior às situações que fragilizam os jovens e tornam o sentimento de opressão maior que a vontade de viver.

Imagem extraída de: https://servidores.blumenau.ufsc.br/2019/09/20/setembro-amarelo-prevencao-ao-suicidio/

🤷♀️ Now! These are neutral! Distractions are neutral events that just happen. You just pick what you want to do and get on with it in tyhe midst of…
Continua em: Distractions
Aprenda:
A Internet pode ser um canal maravilhoso de aprendizagem! Basta entrar em bons conteúdos de Educação, Informação e Desenvolvimento. Também há interessantes locais de Entretenimento. Porém, há muita futilidade, igualmente…
Hoje, muitas pessoas se perdem em meio aos horários e são “abduzidos” pelas telas. E o nome dado ao fenômeno de consumir bobagens e não conseguir sair do aparelho eletrônico é: Formação de “Brain rot” (ou: construindo um “cérebro podre”). Isso ocorre principalmente pelo uso do celular, quando as pessoas ficam rolando as telas (scroll infinito) e não conseguem parar, como um vício.
Cuidado com pessoas queridas que possam estar sofrendo disso, ou… nós mesmos!
Extraído da Revista Exame, em: https://www.linkedin.com/posts/exame-com_exame-activity-7323345524042952705–Q15/?
A ERA DO BRAIN ROT
Por Gláucia Montanha
“Brain rot”: a palavra que escancara um problema crescente nas redes sociais
A expressão “brain rot” (ou “podridão cerebral”, em português) foi eleita a palavra do ano de 2024 pelo Dicionário Oxford. Mesmo em 2025, o termo continua altamente relevante — especialmente à luz dos dos dados mais recentes do Relatório Global de Visão Geral Digital 2025, publicado por We Are Social em parceria com a Meltwater, que mostram:
– O usuário médio passa 6h40 por dia na internet
– 2h30 diárias são dedicadas às redes sociais
– Vídeos curtos dominam o consumo de conteúdo digital
”Brain rot” é um termo que descreve a deterioração cognitiva causada pelo consumo excessivo de conteúdos superficiais e pouco estimulantes. Esse fenômeno está associado ao uso compulsivo das redes sociais, especialmente ao hábito do infinite scrolling (rolagem infinita) em feeds digitais.
Quantas vezes nos vemos imersos em navegações sem propósito pelas plataformas sociais, consumindo passivamente vídeos curtos, memes e outros conteúdos de baixa complexidade? Esse padrão de comportamento tem afetado nossa capacidade de concentração, enfraquecido o pensamento crítico e, em casos mais extremos, comprometido a saúde mental como um todo.
Não fale mal dos outros.
Não crie narrativas mentirosas.
Não induza ao erro.
Não iluda os inocentes.
Não tire a pureza dos pequenos.

Se dá para ser educado, por que ser antipático ou grosseiro?
Em: https://www.youtube.com/watch?si&v=V9Eex3gxaLU&feature=youtu.be
Não confunda as coisas: ótimo lembrete nessa imagem!
Ser legal não quer dizer ser empático…


Comumente depositamos no consumo a esperança de preencher um vazio interior. Uma falta, no passado, de amor, afeto e dinheiro. E isso nos faz …
Continua em: Carências afetivas ou financeiras não se preenchem comprando coisas. Controlando o consumismo.
Nós, homens, deveríamos sempre pensar e agir assim:

Em uma matéria da Revista Superinteressante (ed Dez/2013, por Karin Hueck e Rafael Quick), há a definição de Felicidade pelo psicólogo (e vencedor de um Prêmio Nobel de Economia) Dr Daniel Kahneman. Segundo ele:
“Felicidade não é só um estado de espírito, é também a soma das nossas memórias (…) ser feliz na vida durante cada momento é diferente de ser feliz com a vida”.
A idéia do estudioso é que quando estamos em uma maré de boa sorte, alguns eventos difíceis não derrubam a felicidade das nossas memórias, apenas a felicidade das nossas experiências. Ao final, quando olhamos para os últimos acontecimentos, as lembranças e as experiências caminham juntas, porque são as experiências mais recentes que definem a nossa felicidade.
E aí, concorda com ele ou não?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer, informar para crédito na postagem.
A liderança é um dom! Ela pode ser treinada, estudada, mas a pessoa ser vocacionada a ser líder se torna preponderante para o sucesso em qualquer empresa.
Dito isso, compartilho esse fantástico texto de um judeu que mostrou doze pontos comparativos da liderança do Papa Francisco frente ao Catolicismo, levando seus atos ao Mundo Corporativo.
Uma publicação bem bacana que extrapola a diferença entre religiões e vai até a gestão administrativa.
Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/2017/03/13/12-licoes-de-lideranca-do-papa-francisco/
12 LIÇÕES DE LIDERANÇAS DO PAPA FRANCISCO
por Jaime Septién
Com a comemoração de mais um aniversário de pontificado do Papa Francisco, o mundo editorial colocou em circulação alguns textos que falam do Santo Padre, de suas fontes de inspiração, dos problemas que tem enfrentado na renovação da Cúria Romana, dos problemas das finanças no Vaticano, etc. Mas poucos têm sido tão especiais como fez, em 2014, Jeffrey A. Kermes, um especialista em questões de liderança.
Kermes é filho do Holocausto, ainda que tenha nascido em Chicago. Seus pais se conheceram nos Estados Unidos, mas ambos – de ascendência judia – fugiam de Hitler. A área de trabalho de Kermes é o estudo da forma como os líderes das grandes corporações industriais, comerciais e de serviços, assim como líderes políticos e militares exercem suas influências.
Nada mais distante de um Papa da Igreja Católica. Mas Francisco mudou tudo. Inclusive a visão de liderança de um pesquisador judeu, acostumado a remexer no interior das empresas e dar conselhos a seus donos sobre como dirigi-las melhor.
Kermes teve que estudar o Catolicismo, aproximou-se da Igreja e – diante do reconhecimento da humildade de Bergoglio – mudou sua ideia de liderança. “Minha visão sobre Francisco difere, por exemplo, da de um membro praticante da Igreja Católica ou da de um teólogo; eu o vejo através de uma lente laica, e é através desta lente que posso discernir os princípios de liderança que emergem do discurso ou das ações deste Papa”, disse o autor.
A partir disso, Kermes escreveu um livro interessantíssimo: “Liderar com humildade. 12 lições de liderança do Papa Francisco”.
Eis aqui a lista das lições que podem muito bem servir a um pai ou a uma mãe de família, a empresários, professores, padres…

Ótima reflexão:
“A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida olhando-se para a frente.“
Autor desconhecido

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Algumas boas práticas para se recuperar o ânimo, que devemos nos atentar (abaixo): não custa caro e são fáceis de se praticar.
Nesse mundo corrido, onde vivemos constante e diariamente com as mudanças nas carreiras profissionais, além das incertezas da própria vida pessoal, podemos fraquejar em nosso comportamento. E o que fazer?
Aceitar que o trabalho ou as demandas caseiras estão no sufocando, pode ser um bom primeiro passo. Segue:
A Inteligência Artificial está cada vez mais presente em nossas vidas, trazendo avanços e facilitando tarefas do cotidiano. No entanto, seu uso exige…
Continua no link em: Os cuidados essenciais com a Inteligência Artificial: Caminhando com consciência na era digital

Em nossa vida, precisamos ser gentis, educados e propositivos no acolhimento.
Nestes tempos tão difíceis, ofereça a bondade do seu coração!
Abaixo, uma imagem simplória, mas necessária de se praticar:
Imagem extraída da internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para crédito.
Não entendo pessoas que criticam o seu próximo gratuitamente.
Normal, não é.
É triste ver gente ofendendo o trabalho alheio apenas pelo bel-prazer de fazê-lo. É assustador ver gente igualmente fazendo troça da competência de amigos, perdendo tempo, pasmem, em fazer campanha pelo boicote do profissional!
Já imaginou colocar postagens nas Redes Sociais pedindo para não prestigiar a labuta do seu semelhante, por nada, apenas pela sua índole odiosa de “causar”?
O que o bobão ganha com isso?
E ainda dá Ibope ao outro… cômico!
Pobre cidadão de espírito pequeno… o que pessoas assim levam de benefício? E o pior: não percebem o mal que fazem a si próprio.
Enfim: sujeito assim é um doente que não se ajuda, pois sua enfermidade o cega.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Veja que interessante: o Conselho Brasileiro de Superdotação dá algumas dicas para observar se uma criança é superdotada de inteligência ou não.
Você sabia que o Brasil perde talentos por não identificar tais crianças?
QUEM É ELE?
A identificação do superdotado requer diferentes avaliações. Ele pode se destacar em uma ou várias áreas:
1) Acadêmica – Tira boas notas em algumas matérias na escola (não necessariamente em todas), tem facilidade com as abstrações, compreensão rápida, facilidade em memorizar.
2) Criativa – É curioso, imaginativo, gosta de brincar com ideia, tem resposta bem-humoradas e diferentes do usual.
3) Liderança – É cooperativo, gosta de liderar os que estão a seu redor, é sociável e prefere não estar só.
4) Artística – É habilidoso em expressar sentimentos, pensamentos e humores através da arte, dança, teatro e música.
5) Psicomotora – É talentoso em esportes e atividades que requeiram o uso do corpo ou parte dele. Tem boa coordenação psicomotora.
6) Motivação – Torna-se totalmente envolvido pela atividade do seu interesse, resiste à interrupção, facilmente se chateia com atividades de rotina, se esforça para atingir a perfeição e necessita de pequena motivação externa para completar um trabalho percebido como estimulante.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito (https://catracalivre.com.br/educacao/se-uma-crianca-e-inteligente-nao-elogie-sua-inteligencia/)
Não precisa concordar, mas precisa respeitar!
Com essa introdução sobre “apedeuta“, uma história de aprendizado.
APEDEUTAS, AS PESSOAS QUE TÊM DIFICULDADE EM RESPEITAR OPINIÕES CONTRÁRIAS
por José Renato Sátiro Santiago
Costumo acatar, como importantes premissas para minha vida, os valores transmitidos pelos meus pais, bem como as lições aprendidas ao longo dos meus mais de meio século de vida. Minha avó Noelzinda, uma mulher que fez história na cidade de Fortaleza, em meados do século XX, em um tempo quando a presença masculina era quase unânime, sempre pautou aos seus netos para que jamais devêssemos deixar de darmos nossos pontos de vista em quaisquer situações. Para ela, ser ouvida era muito importante. No entanto, havia algo ainda mais valioso, segundo o entendimento dela, ouvir. Mais que isso, considerar o que você ouviu. Professora austera, ela costumava afirmar que a maneira mais eficiente de aprender era ouvindo o que as pessoas se dispunham a falar. Fosse o que fosse, para ela, “as pessoas nos presenteiam com conhecimentos quando compartilham suas opiniões, sobretudo quando elas se diferem das nossas”. Acredito muito nisso. Ainda assim, algumas questões a respeito disso, sempre passeiam em minha mente, ainda mais no que diz respeito a retrucar aquilo que nos fere os ouvidos. Às vezes, até a nossa alma.
Seo Demétrio trabalhava na casa dos meus avós desde adolescente. Analfabeto, fez questão que todos os seus filhos estudassem. “Quero para eles, o melhor que não tive, o estudo”, costumava dizer. Diariamente, bem cedo, quando ainda estava escuro, se encontrava com meu avô, junto à janela do seu quarto, para definir as atividades que faria ao longo do dia. Conversavam por volta de uma hora. Já com o sol acordado, partia para o trabalho. Sempre foi incansável. Após certo tempo, passou a levar um dos filhos, Joaquim, para trabalhar com ele na parte da tarde, depois de sair das aulas. Quando questionado por meu avô se aquela rotina intensa de trabalho não era demais para o menino, ele respondeu “Seo Felipe, na escola ele aprende ‘as matemáticas e os portugueses da vida’, aqui ele vai aprender a viver”. Talvez alguns exageros em sua afirmação. Mas caberia ao tempo pautar isso.
Certa vez testemunhei um diálogo entre Seo Demétrio e Joaquim. “Meu filho, já ouvi sua sugestão sobre como pegar sapoti, mas acredite, não há como subirmos na árvore, sem corrermos o risco de cairmos, uma vez que os galhos são muito fracos. Considere que devemos colocar um saquinho junto a um pedaço de pau para que possamos retirá-los inteiro e sem risco.” Joaquim retrucou afirmando que a forma sugerida por seu pai permitiria retirar apenas um sapoti por vez enquanto a dele propiciaria a coleta de uma quantidade muito maior. Seo Demétrio ouviu pacientemente os argumentos. Ao final, aguardou uma pausa maior de seu filho e relatou: “Quinho, entendi seu ponto de vista, podemos fazer algo de forma segura e coletar menos ou pegar muito mais sapotis e corrermos o risco de machucarmos.” Mal acabou de ouvir seu pai, Joaquim devolveu: “Pai, você está por fora, vá por mim, estou certo”. Desta vez Seo Demétrio foi mais incisivo: “Primeiro pense no que as pessoas falam antes de ter a audácia de julgar não apenas as palavras dela, mas elas também. Deixe de ser apedeuta”. E lá se seguiu a discussão que resultou, ao fim do dia, em um cesto cheio de sapotis inteiros maduros e pai e filho inteiros partindo para casa. Ao que parece, uma solução compartilhada, certamente, foi tomada.
Antes deles irem embora, no entanto, corri em direção ao Seo Demétrio e perguntei: “O que é apedeuta?” Seo Demétrio pareceu surpreso com a pergunta, tirou seu chapéu de palha da cabeça e falou: “Apedeuta é quem joga fora a chance de aprender com os outros”. Ressabiado com a resposta, antes até mesmo de eu compreendê-lo, ele seguiu: “Junior (assim que ele me chamava), tudo o que vale nesta vida é respeito. Ouvir e considerar o que os outros dizem é respeito. Você não precisa concordar. Mas aprendemos tanto ao respeitar. Além de ser a única forma para que possamos ser respeitados. Os apedeutas estão bem longe disso tudo. Eles não se calam diante o que não concordam, eles querem que tudo seja do jeito deles.” Pois é, Seo Demétrio era um analfabeto nas carteiras escolares, mas um doutor honoris causa na vida.
História que vivi e que sempre marcou minha vida. Muito tempo depois, fui ler mais sobre isso. Certos entendimentos me alimentaram com um pouco mais de aprendizado. Os apedeutas são pessoas que não conseguem respeitar a opinião dos outros. Eles se consideram donos da razão e têm a arrogância como a única justificativa sobre sua total incapacidade em aceitar o legítimo direito daqueles que pensam diferente deles. Possuem o cerne do autoritarismo impregnado em sua alma e por serem tão ardilosos costumam usar discursos libertários como estratégia vil para impor seus pontos de vista bem como desqualificar àqueles que não comunguem de seus pontos de vista. Pouco confiáveis, são volúveis e rasos em suas opiniões, o que as tornam de pequeno prazo de validade. Seres que jamais irão evoluir como humanos. Fugir deles não nos cabe, talvez apenas viver com eles e não permitir, jamais, que eles sejam elementos que nos mudem, afinal eles são apedeutas, não nós. Obrigado Seo Demétrio.

Qualquer vício ou hobby excessivo, tende a tirar a razão, transformando a pessoa num fanático. E aí perde-se a noção do correto, agrupa-se com outros fanáticos como ele e criam mundos à parte, cheio de teorias conspiratórias e inimigos em comum. Beira-se, muitas vezes, a esquizofrenia.
É por isso que fica o alerta: se você só posta um único assunto na sua rede social, se seu mundo gira somente em torno daquilo – de louvação a alguém ou ataque a outrem – especialmente na política, no futebol e na religião, cuidado! Você se tornou um fanático e nem percebeu (mas as pessoas racionais já sacaram)!
Fica a dica! Abaixo outra:

Há idade para Maior ou Menor Inteligência?
Sim, há. Eis aqui!
Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/411251_AS+IDADES+DA+INTELIGENCIA
AS IDADES DA INTELIGÊNCIA
Trabalho revela quando habilidades como a memória e a rapidez de raciocínio alcançam seu auge ao longo da vida
Por Cilene Pereira
Uma investigação realizada por cientistas do Massachusetts Institute of Technology deixa claro que não há uma idade única na qual a inteligência se manifeste em sua plenitude. Ao longo da vida, as diferentes capacidades cognitivas que a compõem se apresentam com maior ou menor intensidade, segundo a faixa etária. “Em qualquer idade, você está indo melhor em algumas habilidades, pior em outras e está experimentando o pico em determinadas capacidades”, disse o pesquisador Joshua Hartshorne, um dos coordenadores do trabalho.
As conclusões são resultado de um estudo extenso que se baseou em dois bancos de dados: um formado a partir da comparação do desempenho de mais de três milhões de pessoas em jogos eletrônicos formatados pelos cientistas e, outro, composto pela análise mais detalhada de um grupo de 50 mil pessoas submetidas a testes de aferição de habilidades específicas. Entre os achados, estão o de que o auge da memória de curto prazo – usada para registrar informações que serão usadas imediatamente a seguir – se dá entre os 25 e 30 anos, enquanto a sensibilidade de perceber as emoções alheias está mais aguçada entre os 40 e 50 anos.
Um dos desafios agora é entender os mecanismos que explicam essas diferenças. Acredita-se que por trás delas estejam mudanças genéticas e transformações na estrutura cerebral ocorridas com o passar do tempo. Na opinião da pesquisadora Laura Germine, co-autora do trabalho, uma das principais lições do trabalho é a de que focar a atenção em apenas um aspecto do funcionamento cognitivo – memória ou raciocínio, por exemplo – é um erro. “Você perde o quadro todo”, disse à ISTOÉ. “Mesmo que não nos consideremos tão rápidos em alguma coisa como éramos aos 18 anos, outras funções podem estar mais afiadas. As pessoas devem pensar menos no envelhecimento cerebral e mais no modo como nosso cérebro e a forma como experimentamos o mundo mudam. Não para pior, apenas de maneira diferente.”

Imagem extraída de: https://www.psicologoeterapia.com.br/blog/inteligencia-emocional-o-que-e-e-sua-relacao-com-autoconhecimento/
Leio interessante artigo do psicoterapeuta George Vittorio Szenészi, em entrevista à Cilene Pereira na Revista IstoÉ, Ed 2173, pg7-9. Ele fala sobre a importância de “ser inteligente num mundo corporativo onde administrar as relações humanas é cada vez mais fundamental”.
E, na preocupação em administrar sentimentos, vem uma colocação interessante:
“Inteligência sem emoção não funciona”.
Taí. Essa afirmação serve como reflexão para muitos gestores espertalhões que têm o coração duro. Administrar sentimentos pode ser tão importante quanto números em empresas.

Seja ousado:
É claro que nesses momentos tão difíceis que a sociedade vive, precisamos ter disposição em encarar as coisas sob uma ótica mais positiva. O famoso “fazer uma limonada dos limões”.
Vale refletir nessa ilustração, abaixo: ter otimismo é importante, mas lembre: manter-se com os pés no chão é fundamental!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Citação acima de @jardim_consciente