– Disciplina não convencional?

Gostei desse quadro, abaixo, sobre comportamentos durante a vida.

Vale para pensar na vida pessoal e profissional:

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– Controle somente o que é possível!

Leve a vida com mais leveza!

Não queira controlar tudo.

A boa dica, na imagem:

 

– Liderança e Caráter, pelo exemplo de… Judas!

Essa imagem diz muito: sobre caráter, relacionamentos e influência.

A propósito da conduta de Judas Iscariotes e a reflexão:

Imagem extraída da Web, autoria anônima.

– Understanding Maslow’s Hierarchy of Needs.

Abraham Maslow was a psychologist in the twentieth century who pioneered the humanistic approach to psychology. He is best known for his hierarchy of…

Continua em: Understanding Maslow’s Hierarchy of Needs

– Fuja da toxidade!

Há momentos que você, por preservação, deve evitar situações / pessoas / momentos (gatilhos em geral)

Uma mensagem:

– 7 coisas que você precisa saber antes de começar a fazer terapia

1. EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE PSICOTERAPIA, que utilizam métodos e teorias distintos. Eu, por exemplo, trabalho com a psicoterapia de orientação …

Continua em: 7 coisas que você precisa saber antes de começar a fazer terapia

– REPOST: Saúde Mental no Futebol.

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. E nessa última semana, Klopp anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. Mano Menezes, do Corinthians, jogo a jogo vem demonstrando sinais de estafa com as derrotas do seu time e com as trapalhadas da sua diretoria.

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

Copa do Mundo: como a saúde mental influencia o desempenho dos jogadores em campo - BBC News Brasil

Imagem extraída de Getty Images, em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63512442

– Você sabe o que é Puberdade Precoce?

Uma interessante matéria sobre uma situação que deixa todo papai e toda mamãe preocupados: as crianças que crescem “antes da hora”.

Calma, compartilho esse esclarecedor material sobre como perceber a Puberdade Precoce nos pequenos (sintomas, causas, comportamento, entre outras coisas).

Em: http://formacao.cancaonova.com/familia/pais-e-filhos/o-que-e-a-puberdade-precoce/

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Imagem extraída de CançãoNova.com

– Janeiro Seco pela prevenção contra o álcool.

#JaneiroSeco de abstinência do #álcool –

Veja os benefícios dessa prática na imagem:

– Vida pessoal e vida profissional:

Irretocável mensagem:

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– Dica da Noite 2:

Não espere aplausos:

– Tente sempre manter o foco! Evite as distrações:

Nas empresas, em casa, ou na escola, um problema é latente: a distração!

E como evitá-la?

Abaixo, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/distracoes-estao-roubando-seu-foco-veja-como-recuperar-a-atencao/?utm_source=social&utm_medium=twitter&utm_campaign=saude

DISTRAÇÕES ESTÃO ROUBANDO SEU FOCO. VEJA COMO RECUPERAR A ATENÇÃO:

Com celulares, notificações e excesso de tarefas, nosso foco encolhe. Entenda o impacto no cérebro e descubra caminhos simples e eficazes para voltar a se concentrar.

Vivemos em uma era de hiperestimulação constante. Smartphones, redes sociais, notificações e múltiplas tarefas disputam nossa atenção a cada minuto. O resultado é uma epidemia de distração: muitas pessoas relatam dificuldade em manter o foco por longos períodos e em concluir atividades sem se dispersar. Essa dificuldade de concentração não é mero capricho; trata-se de um fenômeno real observado pela ciência cognitiva e traz consequências como queda de produtividade, aumento do estresse e a frustração de ver tarefas e projetos ficarem inacabados.

O impacto de notificações, multitarefa e excesso de estímulos na mente

Nunca estivemos tão rodeados de estímulos digitais. Uma estatística popular alega que hoje nosso tempo de atenção dura apenas 8 segundos, menor que o de um peixinho dourado, mas esse dado originou-se de uma fonte duvidosa. Pesquisas mais sólidas, contudo, confirmam que o tempo de foco está encolhendo.

A psicóloga Gloria Mark mostrou que o tempo médio de concentração em uma tela caiu de cerca de 2 minutos e meio em 2004 para apenas 47 segundos atualmente. Além disso, quando algo nos interrompe, nosso cérebro pode levar, em média, 25 minutos para retomar a tarefa original com pleno foco. Ou seja, cada notificação ou distração tem um custo cognitivo significativo.

Parte desse problema vem da sobrecarga de informações e notificações no dia a dia. Estudos indicam que um profissional típico verifica seu e-mail dezenas de vezes; um estudo observou, em média, 77 checagens de e-mail por dia, e recebe em torno de 46 notificações push no smartphone diariamente. Cada alerta sonoro ou visual no dispositivo é uma tentação para desviar a atenção. Mesmo sem usar ativamente o celular, sua mera presença por perto pode reduzir a capacidade cognitiva disponível, competindo com a tarefa em foco.

Em paralelo, consumimos uma quantidade enorme de conteúdo fragmentado— mensagens, posts, vídeos curtos — que condiciona a mente a buscar constantes trocas de estímulo. Esse excesso de estímulos mantém o cérebro em estado de alerta contínuo, podendo levar à fadiga mental, ao estresse e à ansiedade.

Outra armadilha comum é a crença na multitarefa. Muitas pessoas tentam realizar várias coisas ao mesmo tempo, como responder mensagens enquanto participam de uma reunião virtual, achando que assim serão mais eficientes. Porém, do ponto de vista neurológico, não conseguimos prestar atenção plena em duas tarefas simultaneamente. O cérebro, na verdade, alterna rapidamente o foco de uma para outra, o que gera custos de alternância, pequenos déficits de desempenho a cada mudança. Essas trocas frequentes prejudicam o rendimento e aumentam a chance de erros.

Pesquisas apontam que tentar fazer multitarefa pode reduzir em até 40% a produtividade de uma pessoa. Não surpreende, então, que, após um dia de interrupções constantes, a mente acabe exausta. A longo prazo, hábitos de multitarefa estão associados a impactos negativos na memória e ao aumento da impulsividade, especialmente em jovens. Em suma, a multitarefa e o bombardeio de notificações fragmentam nossa atenção e minam nossa capacidade de manter o foco por tempo prolongado.

A frustração de não conseguir concluir tarefas ou projetos

Um efeito visível da distração crônica é a dificuldade de concluir tarefas cotidianas do início ao fim. Com a atenção oscilando a todo momento, acabamos pulando de uma atividade para outra e acumulando afazeres inacabados. Estudos já relacionam os curtos períodos de atenção à incapacidade de finalizar tarefas diárias.

Do ponto de vista psicológico, deixar muitas tarefas pendentes gera uma sensação de inquietação mental. Nosso cérebro mantém as tarefas incompletas em aberto na memória de curto prazo, sinalizando que há algo pendente a resolver. O resultado? Tendemos a sentir dificuldade de concentração em outras atividades, ansiedade e sobrecarga mental. Esse estado de alerta contínuo — várias abas abertas na mente — frequentemente dá a impressão de que estamos sempre ocupados e, ao mesmo tempo, que nada progride de fato.

Ver vários projetos iniciados, porém nenhum finalizado, pode ser desanimador. Psicólogos descrevem que um acúmulo de tarefas em aberto ocupa espaço mental, gera distrações e atrapalha o foco no que realmente precisa ser feito. Além disso, a falta de conclusões concretas traz queda na motivação: quando parece que nada anda, instala-se a frustração e o sentimento de incapacidade. Essa frustração pode virar um ciclo vicioso: estressados pela lista de tarefas inacabadas, temos ainda mais dificuldade de manter o foco para concluir alguma, prolongando o problema.

Estratégias clínicas e cognitivas para reconstruir atenção e presença

A boa notícia é que é possível retreinar o foco e recuperar a presença mental com mudanças de hábito e intervenções adequadas. Tanto abordagens cognitivas, que podemos aplicar no dia a dia, quanto estratégias clínicas podem ajudar a reconstruir nossa capacidade de atenção. Abaixo, listamos algumas estratégias apoiadas pela ciência:

Pratique atenção plena (mindfulness): Técnicas de meditação e atenção plena ajudam o cérebro a permanecer no momento presente e a resistir a distrações. Diversos estudos mostram que a prática regular melhora a concentração e prolonga o tempo de atenção sustentada. Uma pesquisa da Universidade de Harvard revelou, por exemplo, que exercícios de mindfulness podem elevar a capacidade de foco em até 50%. Além disso, a meditação reduz o estresse e a ansiedade, fatores que muitas vezes alimentam a distração.

Concentre-se em uma tarefa por vez e faça pausas programadas: Em vez de tentar fazer tudo ao mesmo tempo, experimente a monotarefa. Dedique blocos de tempo exclusivos para cada atividade, eliminando distrações durante aquele período. Métodos como a técnica Pomodoro, em que se trabalha cerca de 25 minutos focado em uma tarefa, seguidos de um breve intervalo, têm eficácia comprovada para manter a mente alerta e produtiva. Paradoxalmente, pausas curtas durante o trabalho ajudam a manter o foco; ao retornar do intervalo, o cérebro reativa a atenção e retoma a tarefa com energia renovada. Lembre-se de respeitar esses momentos de descanso mental e evite se dispersar com outras atividades nesse meio-tempo.

Gerencie as distrações digitais: Adote uma higiene digital saudável. Isso inclui desligar notificações não essenciais no celular e no computador, definir horários específicos para ler e-mails e mensagens, em vez de checá-los a todo instante, e, sempre que possível, manter o smartphone fora do campo de visão durante atividades que exigem concentração. Se achar difícil, você pode usar aplicativos de foco ou o modo Não Perturbe para bloquear interrupções enquanto trabalha ou estuda. Reduza também o hábito de navegar sem propósito por redes sociais quando estiver realizando alguma tarefa importante. Essas escapadas roubam minutos preciosos e quebram seu ritmo de pensamento.

Cuide do sono, da alimentação e do exercício físico: Aspectos da sua saúde têm impacto direto na atenção. Dormir bem é fundamental; mesmo uma única noite mal dormida prejudica significativamente a capacidade de concentração no dia seguinte. Da mesma forma, manter uma alimentação equilibrada, evitando excesso de açúcar e estimulantes, e estar hidratado favorece o funcionamento cerebral ótimo. Exercícios físicos regulares também melhoram o foco: a atividade aeróbica aumenta neurotransmissores ligados à atenção e proporciona janelas de 2 a 3 horas de maior clareza mental após cada sessão. Pessoas fisicamente ativas tendem a apresentar melhor desempenho em tarefas cognitivas do que aquelas sedentárias. Ou seja, corpo saudável, mente afiada.

Organize suas tarefas e estabeleça metas realistas: Para combater o acúmulo de pendências, utilize técnicas de organização pessoal. Por exemplo, divida tarefas grandes em etapas menores e concretas; assim, você consegue finalizar partes do projeto aos poucos, gerando uma sensação de progresso. Estabeleça metas diárias ou semanais factíveis, priorizando as atividades mais importantes primeiro. Ao visualizar um plano de ação claro, com prazos realistas, fica mais fácil evitar dispersões. Cada pequena tarefa concluída fornece um feedback positivo ao cérebro, aliviando a sensação de pendência interminável e liberando energia mental para o próximo passo. Ferramentas como listas de afazeres ou quadros estilo Kanban podem auxiliar a acompanhar o andamento e fechar ciclos, reduzindo a ansiedade de ter algo em aberto.

Busque ajuda profissional se necessário: Por fim, lembre-se de que nem toda dificuldade de atenção se resume a hábitos modernos; em alguns casos, pode haver condições clínicas envolvidas. Se você percebe um déficit de foco acentuado e persistente que afeta sua vida — no trabalho, estudos ou relações —, considere procurar uma avaliação médica ou psicológica. Transtornos como o TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), distúrbios de ansiedade ou depressão podem reduzir a capacidade de concentração e requerem abordagens específicas.

Profissionais de saúde podem recomendar terapia cognitivo-comportamental, treinamento de gerenciamento do tempo ou, em certos casos, medicações apropriadas. O importante é saber que a atenção pode ser treinada e melhorada em qualquer fase da vida, seja com mudança de hábitos ou com suporte clínico, permitindo reconquistar a produtividade e a presença mental neste mundo cheio de distrações.

*Texto escrito pelo médico-gestor Pedro Julien Salvarani Borges (CRM-DF 31216), residente em medicina preventiva e social e professor no Medgrupo e na UniRV

Foto: Matt Cardy/Getty Images

– Ajude sem lembrar. Agradeça sem esquecer.

Ajudar o próximo deve ser sempre algo sem propósito de recompensa. De coração, não compensativo.

Ao contrário, quando for ajudado, sempre demonstre e pratique gratidão!

Uma ótima mensagem:

– Seja sempre caprichoso!

Eu vi essa imagem no LinkedIn e gostei: coisas simples que estão precisando de arrumação, vale a pena fazer a nossa parte!

Bobinho, mas preciso:

Imagem

– Contar Histórias: Compartilhe suas experiências e as lições aprendidas. Inspire pessoas ao seu redor.

Histórias pessoais têm o poder de conectar as pessoas em um nível emocional e humano. Elas mostram a jornada de uma pessoa, com todos os desafios, …

Continua no link em: Contar Histórias: Compartilhe suas experiências e as lições aprendidas. Inspire pessoas ao seu redor.

– E os Stalkers?

Stalkers?

Eles podem até não ser seus amigos nas Redes Sociais, mas adoram te seguir… e fofocam, invejam e levantam hipóteses absurdas da sua vida.

A pergunta é: pra quê?

Não gostam e seguem?

Vai entender…

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– O que você faria com o Prêmio da Mega-Sena da Virada?

Fico pensando... tanta gente querendo ganhar o prêmio da “Mega-Sena da Virada”, que deverá passar de 1 bilhão, e, de repente, se um sortudo sozinho conseguir, o que fará?

Já pensou seriamente se você ganhasse essa bolada? Como seria a sua noite seguinte a descoberta? A expectativa de ir para a Caixa Econômica Federal seria uma tortura? O que mudaria na sua vida e em que prazos?

É por isso que não ganho na loteria. Não devo estar preparado… Apesar de que não jogo também… rsrsrs

E você, o que faria com a dinheirama da Mega-Sena? Deixe seu comentário:

(foto: Autoria Pessoal).

– Os Transgêneros na Sociedade Contemporânea.

É claro que todo e qualquer debate que envolva gênero (ou, especificamente, mudança de gênero), leva à contestação de muitos agentes de discussão. Alguns termos ainda sofrem resistência, como “mulher cisgênero” e “mulher trans” (idem a homem nas mesmas condições). Também a outros questionamentos, sobre quem seriam os assexuados, não binários, andróginos e demais denominações da expressão LGBTQIA+ (e eu sei que faltaram algumas letrinhas aqui).

Por fim: é inegável que pessoas homens e mulheres não-heterossexuais povoam a sociedade. Normal. É inegável também que nem todos ainda estão acostumados com os comportamentos de uma sociedade em transformação, e aqui vai o cerne: que a sexualidade das pessoas não seja nenhum ponto de vantagem ou desvantagem, nem se faça apologia ou discriminação.

Neste nosso mundo de tantas causas mais urgentes (a fome, o desemprego, a desigualdade social, a falta de saneamento, as doenças, os marginalizados), reduzir o debate à questão do sexo, seja opção ou condição, é pensar muito pequeno!

Óbvio que o assunto deve ser discutido em questões de prevenção contra a homofobia, mas quando ele sai dessa esfera, passa a ser por motivos particulares, que interessa ao próprio indivíduo e não ao seu próximo.

Cada um na sua, tentando ser feliz do jeito que é, sem polêmicas. Caráter, virtudes e honestidade estão acima do que isso. E sem imposição: linguagem do ili-nili, todxs, não dá – é deturpar a língua portuguesa (e aqui não tem nada de lgbtfobia).

Pessoas não binárias: o que é genderqueer e mais informações

Imagem extraída de: https://bichadajustica.com/blog/pessoas-nao-binarias-nome-e-genero/

– Exame de Consciência no Final de Ano!

Um puxão de orelha necessário! É isso que penso ao ler esse texto escrito pelo Papa Bento XVI, em sua última homilia de Natal antes da renúncia, falando sobre o que mudar para o Ano Novo:

“Estamos completamente repletos de nós mesmos, sem tempo e espaço suficientes para Deus, para as crianças e para os pobres”.

Tem ou não razão? Ótimo para refletirmos nesse final de ano…

Imagem extraída de: https://arautosfortaleza.com/exame-de-consciencia-em-anexo-segue-opcao-de-exame-de-consciencia-em-pdf/

– Para 2026, deseje algumas pessoas ao seu lado:

Não tenha dúvidas quanto a esta verdade: no próximo ano, busque se aproximar do convívio das seguintes pessoas abaixo:

– Cigarro Continental, a Preferência Nacional… dos Boleiros?

Coisas raras e hoje equivocadas: vejo uma antiga edição da Revista Placar, de 1982, falando sobre a Seleção de Zico, Falcão, Sócrates… e , ao lado, a propaganda do “Cigarro Continental, a Preferência Nacional”, um dos patrocinadores do escrete canarinho.

Hoje, nem pensar em cigarro patrocinar futebol. Aliás, o Continental era o famoso “Arrebenta Pulmão”. Chega a ser bizarro pensar na associação esporte X fumo.

Porém, leio no blog do jornalista Lelé Arantes (citação abaixo) um texto pertinente sobre o assunto: condenamos o cigarro + esporte, mas aceitamos cerveja + futebol?

Extraído de: http://bdnovo.lecom.com.br/blog/detalhe/966/Sobre+cigarros+e+cervejas

SOBRE CIGARROS E CERVEJAS

Na Copa de 1970 eu estava completando dez anos. Duas horas antes do primeiro jogo do Brasil, contra a Tchecoslováquia, do temível goleiro Viktor, eu queimei o pé direito numa montanha de casca de arroz que havia pegado fogo nos fundos da máquina do Hermínio Féboli. Mas na hora do jogo, com o pé empastado de pomada, lá estava eu sentado no chão da loja do Edgard Matiel com os olhos grudados no aparelho de tevê.

Naquela copa aprendi que fumar Continental king size filtro era uma preferência nacional para quem quisesse torcer pela vitória do Brasil, animado pela musiquinha de Miguel Gustavo dos “90 milhões em ação/Pra frente Brasil/Do meu coração”.

Vinha a música e com ela o maço azul de cigarros. O tempo correu, o Brasil foi tri, tetra, penta e hoje aprendemos que bom mesmo é ser brameiro porque todos os nossos heróis do futebol são tomadores de cerveja Brahma. E mais, tomar cerveja é sinônimo de vencedor, de batalhador, de sucesso conquistado a duras penas.

Não sou moralista, longe de mim. Eu gosto de uma cervejinha estupidamente gelada e de um bom chope, seja ele Brahma, Antárctica, Sol, Heineken, Germânia ou da Riopretana, que é tão bom quanto o Batuta, de Manaus. Agora, vincular os jogadores da seleção brasileira ao consumo de cerveja é nocivo para as nossas crianças e nossos jovens. E depois não adianta a imprensa criticar os jogadores baladeiros!

Além do mais, é uma tremenda mentira que beber cerveja significa sucesso e todos nós sabemos disso.

Eu fumei por longos 17 anos e confesso que sofri influência da propaganda que vinculava o cigarro Continental à conquista do tricampeonato. Tanto que meu primeiro maço foi um Continental. Mais tarde eu mudei para Albany, Shelton, Chanceller, Galaxy até jogar fora meu último Free quando passei a fumar 40 cigarros por dia.

Os mais liberais dirão que a propaganda não influencia. A verdade é: se não influenciasse as empresas não gastariam milhões de reais para patrocinar o futebol, as festas de rodeio e todos os eventos que arrastam multidões. Passou da hora de o Congresso Nacional banir a propaganda de bebidas alcoólicas. Por mais que a indústria cervejeira se esforce para dizer o contrário, a cerveja é bebida alcoólica e vicia. Ponto final. Portanto, ela é tão nociva à sociedade quando o crack, a maconha, a cocaína, o cigarro e outras drogas.

A propaganda de cigarro foi banida e hoje é proibido fumar em lugares públicos. O tabaco virou o vilão social. Mas eu pergunto: você já viu alguém provocar acidente ou matar alguém porque fumou demais? Há algo de muito errado em tudo isso. Cigarro não embriaga nem faz a pessoa perder a noção das coisas.

Do outro lado, a bebida alcoólica está ligada direta e indiretamente à maioria dos crimes contra vida dentro e fora dos lares. Mas a bebida não está banida, ao contrário, ela é apresentada como sinônimo de sucesso, de gente que se dá bem. Beba isso e ganhe essa morenaça ou saia com essa loiraça…! Beber cerveja é chique, é delicioso, é a senha para ser aceito no grupo.

Estou com saudade do velho cigarro Continental. Com certeza era menos maléfico e não tão vergonhoso quanto os “brameiros” da nossa seleção. Convenhamos, é bastante sugestivo aquele gesto do goleiro Julio Cesar e o grito de guerra dos jogadores no vestiário; só faltou cada um beber uma lata de Brahma antes de entrar em campo.

Gerson ficou estigmatizado por causa do cigarro Vila Rica. Dunga e seus jogadores ficarão estigmatizados como bêbados? Ave, acho que estou ficando velho!

Lelé Arantes, jornalista e escritor,   escreve aos domingos / e-mail lele@prp.org.br

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Você sofreu de “Dezembrite”? Sobre a Síndrome do Fim-de-ano:

Li no Linkedin da Faculdade Exame: em Dezembro, muita gente se entristeceu / entristece- e isso é normal.

A essa Síndrome de “Final de Ano” (e que alguns de nós pode ter sentido), se dá o nome de Dezembrite!

Abaixo:

DEZEMBRITE

É provável que você tenha visto esse termo curioso circulando pela internet nos últimos dias. O neologismo se refere, na verdade, a um conjunto de emoções e sintomas de ansiedade e depressão. Uma “síndrome de fim de ano”, que, infelizmente, não é rara.

Prova disso é o estudo do International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) que mostra que o estresse em dezembro, se comparado aos outros meses do ano, aumenta em média 75%. Também cresce a ansiedade (70%) e os problemas para dormir (38%)

Além de confraternização, de troca de presentes e de festividade, o fim de ano também pode simbolizar angústia, ansiedade e tristeza. Isso porque o fim de um ciclo gera uma espécie de inquietação em muitas pessoas.

É quando elas pensam sobre o cumprimento das suas resoluções e metas, suas conquistas, suas derrotas e suas perdas. E, com essa introspecção e reflexão, pode ser que venha junto uma carga emocional pesada. Afinal, há quem olhe para trás e sinta apenas frustração diante do ciclo que se encerra.

 

– Qual o tipo de liderança que você exerce?

Um bom líder não pressiona para ser seguido; ele consegue isso de maneira voluntária da sua equipe!

Uma mensagem, abaixo:

– Reputação Pessoal e os Personagens de Nós Mesmos!

Dias atrás falamos sobre um assunto pertinente e atual: a Reputação Digital e sua importância.

Sobre esse assunto, clique na postagem em: https://professorrafaelporcari.com/2021/11/12/como-anda-a-sua-reputacao-digital/

Pois bem: vejo que muitas pessoas se dão conta disso ultimamente, mas aí nós temos algo irônico que muitas vezes corre paralelamente: a Reputação Real!

– Pense: quem você é nas Redes Sociais?

– Pense mais: quem você é na Vida Real?

– Pense além disso: quem você é no seu Íntimo?

Será que somos meros personagens, representando papéis no trabalho, na escola, na família e, por dentro, temos “outro eu”?

Vale refletir…

– As suas tarefas ficam para depois? Cuidado…

Na linguagem popular, a expressão “embromation” significa “postergar, procrastinar, deixar para depois”…

E não é mais ou menos assim que funciona? Veja a imagem abaixo:

 

– 5 virtudes que precisamos ter:

Indiscutivelmente, precisamos dos valores inseridos nessa imagem.

Confira:

– Somos Livres para as Nossas Escolhas?

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no Banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro “Who’s in charge”?, onde ele diz que:

“A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

O conceito de “Responsabilidade” surge mais ou menos no ano 1700 a.C., com a lei de Talião: Olho por olho, dente por dente! A punição a um crime seria com a mesma forma da infração.

Porém, o conceito começa a mudar com a Lei de Aquilia, Século III), onde surge o conceito de culpa e o direito romano. A preocupação é responsabilizar em respeito à necessidade de se restituir danos a um prejudicado.

Por volta do ano 400, Santo Agostinho defendeu a idéia que: Deus nos deu autonomia, e nós somos responsáveis pelos atos que nós tomamos. Temos livre arbítrio, e não podemos jogar a culpa em outras coisas / pessoas.

A novidade vem em 1843, com a Regra M’Naghten: insanos mentais não podiam receber responsabilidades, pois, afinal, são pessoas perturbadas.

Agora, o dr Gazzaniga diz que muitas vezes podemos ser também inocentes de erros cometidos, pois somos forçados a praticar coisas por força da sociedade.

O que você pensa sobre isso: tal argumento pode nos tornarmos livre de responsabilidades pessoais, ou é um grande exagero? Deixe seu comentário:

Números em revisão : Revista Pesquisa Fapesp

Imagem extraída de: https://revistapesquisa.fapesp.br/n%C3%BAmeros-em-revis%C3%A3o/

– Por que não vivemos sem a Mentira?

Sou da seguinte opinião: uma mentirinha ou uma mentirona é mentira em qualquer lugar!

Uma pesquisa americana revela: a cada 10 minutos contamos 3 mentiras.

Será?

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152159-1.htm

MENTIRA: POR QUE NÃO VIVEMOS SEM ELA

por Maíra Magro

“Detesto mentira!” Qual foi a última vez que você disse essa frase ou ouviu alguém dizer? Seja como for, quem disse… mentiu. Podemos até falar que odiamos a mentira, mas lançamos mão desse recurso quase sem perceber.

O professor de psicologia Robert Feldman, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, filmou a interação entre mais de 50 pares de pessoas que acabavam de se conhecer e constatou que elas mentiam em média três vezes numa conversa de dez minutos.

Feldman, uma autoridade mundial sobre o tema e autor do livro recém-lançado no Brasil “Quem É O Mentiroso da Sua Vida? Por Que As Pessoas Mentem e Como Isso Reflete no Nosso Dia a Dia”, constata que recorrer a desvios da verdade, além de ser quase uma questão cultural, é um recurso de sobrevivência social inescapável. “Em geral, mentimos para tornar as interações sociais mais fáceis e agradáveis, dizendo o que os outros querem ouvir, ou para parecermos melhores do que realmente somos”, disse à ISTOÉ.

O problema, ressalta, é que meros desvios dos fatos podem crescer e virar uma bola de neve, gerando relacionamentos baseados no engano. “Devemos ser mais verdadeiros e demandar a honestidade”, conclama Feldman. Na maioria das vezes, a realidade é deturpada sem malícia. São as mentiras brancas, que funcionam, nas palavras do especialista, como “lubrificantes sociais”. Isso não acontece apenas nas conversas entre estranhos, permeia também os relacionamentos mais íntimos.

A dermatologista carioca Jocilene Oliveira, 55 anos, admite praticar um clássico feminino: “Se comprei um vestido e meu marido me pergunta quanto custou, digo que foi uma bagatela, mesmo que não tenha sido”, conta ela, para quem essa mentirinha de vez em quando serve para “evitar stress” no casamento. Há poucas chances de o marido de Jocilene descobrir a verdade. Segundo a psicóloga carioca Mônica Portella, é como se jogássemos uma moeda para cima cada vez que tentássemos descobrir se alguém está falando a verdade.

Ela estudou sinais não verbais da comunicação, como movimentos dos olhos e gestos das mãos, para ver se é possível detectar os momentos em que uma pessoa diz inverdades. “A taxa de acerto de um leigo é de 50%”, revela. Outro artifício muito usado é mascarar os fatos para fazer o interlocutor sentir-se bem, como dizer que um corte de cabelo duvidoso ficou “diferente” e não horrível. A lista de situações em que exageramos ou modificamos a realidade não tem fim.

Quem nunca inventou uma desculpa esfarrapada para justificar um atraso? Segundo especialistas, as técnicas de dissimulação são aprendidas pelas crianças desde cedo – e não por meio de colegas malandros, mas com os próprios pais. “O processo educacional inibe a franqueza”, aponta Teresa Creusa Negreiros, professora de psicologia social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

Uma menina que ganha uma roupa será vista como mal-educada se disser, de cara, que achou o modelo feio. O paradoxo é que, embora a sociedade condene a mentira, quem falar a verdade nua e crua o tempo todo será considerado grosseiro e desagradável. “Mentir por educação é diferente de ter um mau caráter”, pondera Teresa. Mas, para Feldman, mesmo as mentiras inofensivas devem ser evitadas, com jeitinho. “Nossos filhos não precisam ser rudes e dizer que detestaram um presente”, afirma. “Mas podemos ensiná-los a ressaltar algum aspecto positivo dele, em vez de dizer que gostaram.”

As inverdades repetidas no cotidiano mascaram os parâmetros que temos para avaliar nossas atitudes e a dos companheiros, gerando todo tipo de desentendimento. Quando estamos diante de alguém que fala muita lorota, não sabemos com quem estamos lidando.

“É muito difícil categorizar mentiras e dizer que umas são aceitáveis e outras não”, afirma Feldman. Em alguns casos, os efeitos são irreversíveis. Preocupado em saber se a ex-namorada gostava realmente dele, o estudante paulistano Rogério Yamada, 22 anos, decidiu testar o ciúme dela inventando que a havia traído.

“Ela acabou terminando comigo”, lembra. “Hoje me arrependo.” Quem é enganado também sofre, com mágoa e desconfiança – segundo especialistas, a dor é mais forte quando afeta os sentimentos ou o bolso.

A psicanalista Ruth Helena Cohen, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), oferece um consolo a quem se sentiu ludibriado: a mentira tem muito mais a ver com a psicologia de quem a conta do que com seu alvo – como no caso de Rogério, que no fundo queria saber se era amado. “É uma forma de defesa, que revela uma verdade sobre quem a diz”, afirma Ruth.

É claro que, além das mentirinhas brancas, há aquelas contadas com dolo: são trapaças e traições para beneficiar quem conta ou prejudicar o outro, como ganhar uma confiança não merecida ou cometer uma fraude financeira. Em casos mais raros, a mania de inventar e alterar os acontecimentos pode revelar uma patologia.

É a chamada “mitomania”, ou compulsão por mentir, que demanda tratamento psicológico. Uma das razões pelas quais contamos tanta mentira é que raramente nos damos mal por isso. O mentiroso tem duas vantagens: a maioria das conversas está baseada na presunção da verdade e é praticamente impossível identificar uma inverdade no ato.

Resultado de imagem para Pinóquio

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O que fazer durante um conflito?

Cinco dicas que devemos nos lembrar quando conflitamos com alguém:

(Serve para a vida pessoal e profissional).

Abaixo:

– Capacidade profissional versus capacidade de relacionamento:

De que adianta a capacidade profissional, se a de relacionamento humano é ruim?

Para refletir:

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– Os Viciados por Telefone Celular: a dependência pode ser a mesma de Narcóticos?

Uma das matérias que mais chamou a atenção na Revista Veja de dias atrás foi a respeito das consequências dos dependentes de Celular.

Sabia que os sintomas da nomofobia são gravíssimos?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/

VICIADOS POR TELA

Cientistas atestam que a dependência de smartphones afeta a química do cérebro, levando ao desenvolvimento de transtornos como déficit de atenção

Por André Lopes

Se você não estiver lendo esta reportagem no celular, uma pergunta: onde está ele agora? A questão fez com que o procurasse? Se respondeu “sim”, é provável que, nos próximos minutos, você não consiga se concentrar neste texto. Quando o aparelho fica fora de alcance, um sentimento de ansiedade costuma tomar conta do usuário, bastando porém tê-­lo em mãos para o alívio ressurgir. Se isso é comum no seu dia a dia, deve-se acender o sinal amarelo. De acordo com um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Seul, na Coreia do Sul, divulgado no último dia 30, a dependência de smartphones já pode ser, sim, chamada de vício. Isso porque seu uso excessivo produz alterações químicas no cérebro, com reações e síndrome de abstinência em moldes semelhantes ao que acontece com dependentes de drogas.

No trabalho sul-coreano, os cientistas usaram um tipo particular de ressonância magnética que analisa a composição química do cérebro para observar hábitos de dezenove adolescentes clinicamente diagnosticados como viciados em celular. Depois, compararam os resultados com os de grupos de jovens que usam o dispositivo mas não eram tidos como dependentes. No estudo também se levou em conta quanto o convívio com a tecnologia afetava o contato com familiares, a produtividade e a forma de lidar com emoções. Num resultado previsível, os adictos apresentaram maiores níveis de depressão, ansiedade, insônia e impulsividade. Mas novidade maior, mesmo, foi a descoberta de como a nomofobia — eis o termo que descreve a dependência de smartphones — afeta a química cerebral.

Os jovens dependentes apresentaram oscilações na presença dos ácidos gama-aminobutírico, glutamato e glutamina, todos ligados a dois neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento da atividade cerebral. Quanto maior o nível de alteração deles, mais grave era o quadro de dependência. Pode-se ter uma sólida dimensão do problema quando se considera que, em países desenvolvidos, 92% dos adolescentes acessam a internet todos os dias, em geral por meio de telefones móveis. Um típico usuário costuma tocar mais de 2 600 vezes na tela do celular por dia.

Esse dispositivo pode dominar a atenção de jovens e crianças mesmo diante das maiores maravilhas do mundo real — a exemplo de obr­as-primas como A Ronda Noturna, que o holandês Rembrandt (1606-1669) pintou em homenagem aos civis que fiscalizavam as ruas de Amsterdã. Entre 2015 e 2016, viralizou na internet um meme no qual um grupo de estudantes virou as costas para o quadro clássico e ficou fascinado com outra tela — a do próprio celular. Depois que a imagem se espalhou, descobriu-se que o grupo, na verdade, realizava pesquisas ligadas a um trabalho escolar. Mas a cena acabou ficando como o emblema de uma realidade: a capacidade quase infinita dos smartphones de atrair a atenção juvenil mesmo quando os adolescentes estão diante de outras maravilhas do engenho humano.

O uso constante do aparelho prejudica especialmente os jovens, membros de uma geração que nasceu conectada, cuja mente e hábitos ainda estão em formação — podendo influir nos processos de aprendizagem. Adolescentes que usam o aparelho em excesso apresentam tendências maiores a desenvolver déficit de atenção, fobia social, depressão e compulsão para acessar redes sociais. No ano passado, pesquisadores da Universidade de Kaohsiung, em Taiwan, publicaram um trabalho no qual relacionaram a dependência com transtornos mentais. Pela análise do comportamento de 2 300 adolescentes, concluiu-se que 10% deles possuíam algum tipo de alteração cognitiva ligada à nomofobia.

Estudos como esse procuram confirmar uma suspeita deste século: será que a ascensão das redes sociais e dos smartphones tem relação direta com o aumento dos casos de depressão e ansiedade entre jovens? Ao longo da última década, o número de crianças e adolescentes americanos internados em hospitais por suspeita de quadros depressivos mais do que dobrou. Em paralelo, a taxa de suicídio entre os indivíduos da mesma geração também cresceu com igual intensidade. Suspeita-se que o isolamento proporcionado pelas novas tecnologias tenha influência no aumento dos índices. Nos Estados Unidos, o tempo médio que os jovens dedicam diariamente ao celular passou de uma hora e meia, em 2012, para duas horas e meia, no ano passado. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, órgão ligado à ONU, considera que a Inglaterra apresenta o cenário mais grave: um em cada três adolescentes já pode ser considerado viciado por ficar on-line mais de seis horas diariamente.

Como saber se um filho ultrapassou os limites? Uma das diferenças entre o uso saudável e a dependência está no nível de inquietação quando o dispositivo não está por perto. “Para os viciados, as manifestações emocionais decorrentes de não poder acessar o aparelho, como quando acaba a bateria, são semelhantes às apresentadas durante casos de abstinência de drogas como álcool. O indivíduo costuma exibir alterações como sudorese, ansiedade, irritabilidade e comportamento agressivo”, explica a psicóloga Sylvia van Enck, pesquisadora do Grupo de Dependências Tecnológicas da Universidade de São Paulo.

Um caso extremo, e hoje referência para estudos, ocorreu em 2012. O inglês Danny Bowman, então com 16 anos, tentou se matar, segundo ele próprio, por não ter conseguido tirar uma “selfie perfeita”. O rapaz dedicava, à época, dez horas de seu dia em busca das melhores fotos de seu rosto. Durante esse período, ele abandonou a escola, perdeu peso e desfez amizades. A cura só veio com a abstinência forçada: Bowman passou por um duro tratamento que consistia em de­ixá-lo longe do smartphone.

No Brasil, existem clínicas, como o Instituto Delete, no Rio de Janeiro, que promovem esse tipo de tratamento. A iniciativa segue os passos de países como Estados Unidos, Inglaterra, Japão e China, as principais referências nesse campo de trabalho e onde a nomofobia é tratada como um problema de saúde pública. Na Califórnia, as clínicas especializadas no tratamento contra a nomofobia são cada vez mais populares. No Japão, o Ministério da Educação lançou um projeto nas escolas para oferecer psicoterapia a jovens que se sentem dependentes do celular. Um aviso, contudo, deve ser feito para todas as idades: é difícil ter noção, sozinho, de quando se está dependente dessas novas tecnologias. Os especialistas indicam uma forma de acender o alerta: note se o uso demasiado do smartphone está interferindo em sua produtividade no trabalho ou no tempo dedicado à família e aos amigos. Se isso estiver acontecendo, é um sinal de que, talvez, as coisas não estejam indo de modo satisfatório. Como em tudo na vida, também para o celular vale o conselho de ouro: use com moderação.

Rembrandt? – Estudantes parecem preferir a tecnologia à clássica pintura Gijsbert van der Wal/Reprodução, extraída de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/

– Aparências?

O conteúdo e a aparência: não se referem apenas à casca da banana, por melhor que esteja decorada!

Como temos sido nós? Que conteúdo temos e contagiamos?

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– Como explicar a depressão para… idiotas!

Li no Blog “Reset a Vida” e concordo com o que ele testemunha: muitas pessoas só entenderão o que é a depressão após tê-la sofrido!

Veja que artigo precioso, abaixo, extraído de: https://reseteavida.wordpress.com/2020/11/23/como-explicar-a-depressao-para-os-idiotas/

COMO EXPLICAR A DEPRESSÃO PARA OS IDIOTAS

por Rodrigo Rosa

Por toda a vida eu fui um completo idiota quando o assunto era depressão. Nunca questionei as mensagens que recebia sobre a doença, de modo que por um lado eu era ignorante, por outro, perpetuava conceitos que não correspondem à verdade. Em plena era digital da informação, eu me prestava ao papel de disseminador de desconhecimento.

Escrevo este artigo para que você, que já passou pela depressão, explique a doença para pessoas semelhantes ao meu eu antigo.

Pra começo de conversa, é preciso perdoar incondicionalmente o idiota. É difícil, mas é necessário. Você sabe o quanto é humilhante que os idiotas o julguem uma pessoa fraca. Sabe como irrita quando os idiotas menosprezam sua dor. Sabe como irrita ver idiotas na rua usando camisetas com frases do tipo “Não tenho depressão porque tenho Jesus no coração”. Sabe a besteira que os idiotas estão falando quando afirmam que são imunes à depressão porque levantam da cama todo dia irradiando felicidade.

Como se o sentimento de felicidade fosse o bastante para estar imune a doenças.

Perdoe os idiotas que insistem na ideia de que depressão é falta de vontade, preguiça, desvio de caráter, doença de rico. Seja melhor que eles. Recorra à empatia para perdoá-los. Eles não conhecem a sua realidade e são incapazes de sentir empatia por uma pessoa deprimida. A fraqueza não é sua. É deles. Perdoe.

Para explicar a depressão para idiotas é preciso ser direto e dizer que ela é uma doença, não uma escolha. Assim como ninguém escolhe ter gripe, sarampo ou diabetes, ninguém escolhe ter depressão. Por mais apática e indiferente à vida uma pessoa seja, ela jamais vai fazer a escolha de ficar doente. Ninguém escolhe isso. Ninguém escolhe ter depressão e se isolar, ficar de cama ou se matar. Esses acontecimentos são consequências, não escolhas.

Explique aos idiotas que nós, depressivos, temos um pequeno defeito cerebral. Esse defeito é um provável fator genético. Assim como não escolhemos nossa altura ou cor dos olhos, não escolhemos esse defeito. Mas é possível também que a gente tenha nascido com o cérebro perfeitinho, e o meio em que vivemos tenha gerado esse defeito. Não se sabe. O que sabemos é que não é culpa nossa.

Esclareça esse defeitinho aos idiotas. Diga que o cérebro humano tem bilhões de neurônios, e entre um neurônio e outro há um espaço ocupado por substâncias químicas, os neurotransmissores. Explique que a baixa quantidade de neurotransmissores é, em termos gerais, a depressão. Ou seja. Se nascemos com predisposição a ter menos neurotransmissores que o normal, poderemos desenvolver depressão. Ou, se nosso organismo reage ao meio em que vivemos produzindo menos neurotransmissores, poderemos desenvolver depressão.

Quando os idiotas querem dizer que alguém não bate bem das ideias, diz que “o fulano é tarja preta”. Medicamentos tarja preta são prescritos aos doentes mentais, entre esses, os deprimidos. Diga aos idiotas que está tudo bem usar remédio tarja preta. O que não cai bem é se referir a doentes mentais e seus tratamentos de forma tão pejorativa.

Para completar, a respeito do medicamento tarja preta, ensine o mecanismo de ação dos antidepressivos: eles impedem que os neurônios reabsorvam os neurotransmissores que já estão ali em seu espacinho fazendo seu vigoroso trabalho de proporcionar sinapses – que é a comunicação entre neurônios. Dessa forma, o nível de neurotransmissores não cai.

Resumidamente, isso é tudo o que os idiotas precisam saber sobre a metade bioquímica da depressão. A outra metade é a psicológica.

Faça com que o idiota entenda isto: depressão não é tristeza, melancolia, desmotivação, baixa autoestima e amargura, embora tudo isso e mais um pouco seja consequência da depressão. Quando não causada apenas pelo fator bioquímico, a depressão é causada por traumas psicológicos ou emocionais, ou pela combinação de tudo isso. Depressão é uma doença complexa e sem respostas prontas. Alterações hormonais, pressões psicológicas, frustrações emocionais, traumas na infância, perdas, ataques, meio ambiente, condições de vida degradantes: tudo isso pode ocasionar a depressão. É por isso que nós, os deprimidos, precisamos de remédios e psicoterapia quando a doença ataca. E tempo. Muito tempo. Nosso tratamento é demorado, custoso e cheio de indas e vindas. Ao contrário do que eles, idiotas, pensam, nosso tratamento exige dedicação, disciplina e uma força de vontade acima da média, em um nível que talvez eles mesmos não tenham. É cansativo pra caramba, mas a gente persiste. Por isso, não precisamos de reprimendas e julgamentos. Precisamos de aplausos.

Não deixe de mencionar aos idiotas que depressão não tem cura, apenas tratamento e controle. Uma vez que uma pessoa tenha passado por ela, a chance de que retorne é de cinquenta por cento. Quando alguém passa por dois episódios de depressão, as chances de vivenciar o terceiro aumenta para setenta por cento. Algumas pessoas têm depressão severa e podem precisar de tratamento contínuo pelo resto da vida. Definitivamente, isso não é fraqueza pessoal ou acomodação.

Avise aos idiotas que, durante um episódio de depressão ou durante o tratamento, é provável que nós, os deprimidos, fiquemos introspectivos. Deixaremos de comparecer a aniversários, não conversaremos muito, talvez a gente evite manter contato por um tempo. Peça aos idiotas que, ao perceberem esses sinais, em vez de pensarem que não estamos nos importando com eles, tomem a iniciativa de nos visitarem, de nos procurarem. Será uma ajuda e tanto. Faça-os pensarem o seguinte: quando estão com dengue, conjuntivite, gripe ou qualquer uma dessas doenças de grande ocorrência, tudo o que menos querem é ir a um churrasco com bebedeira. Pois é assim que nos sentimos quando estamos com depressão. No entanto, a depender do estado do doente, talvez seja legal receber uma visita, bater um papo, se distrair um pouco, tirar o foco da doença.

Falando em ocorrência, informe aos idiotas que mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo estão com depressão. No Brasil, quase 12 milhões. Fora as pessoas que não têm acesso a tratamentos e não entram nas estatísticas ou que, apesar de doentes, optam por não se tratarem.

É muito comum que nós, os deprimidos, mudemos nossa visão do mundo após passar pela depressão. Comigo foi assim e, se é seu caso, compartilhe suas novas ideias, práticas e perspectivas. Conte para os idiotas que, após a depressão, passamos a nos interessar mais por saúde e bem-estar. Começamos novas atividades esportivas, mudamos nossos hábitos, deixamos de consumir drogas – inclusive a mais consumida, o álcool –, alteramos nossa cultura alimentar e nos conectamos melhor conosco e com o mundo. Às vezes os idiotas criticam, dizem que mudamos muito, que não queremos saber mais disso ou daquilo. Peça a eles que sejam só um pouquinho menos idiotas e guardem suas críticas para si.

Agora, se depois de todas as explicações acerca da depressão, os idiotas continuarem corroendo o mundo com suas idiotices, exclua-os da sua vida. Ninguém precisa ter esse tipo de gente intoxicando a nova realidade de quem passou por um episódio de depressão e venceu o desafio. Nossa vida está cheia de idiotas, inclusive entre amigos e familiares bem próximos. Se você está deprimido, em tratamento ou passou por uma crise de depressão e se recuperou, não se sinta culpado por manter a distância segura e necessária dessas pessoas, a fim de valorizar e promover o seu bem-estar. Continue em seu caminho de aprendizado, criação e amadurecimento, ciente de que fez o seu melhor para livrar o mundo de, ao menos, uma porção da idiotice.

Foto: Bigstock (https://www.thetruthaboutguns.com/city-officials-can-only-preach-more-gun-control-to-do-something-about-soaring-violent-crime/)

– Meditação sobre o Futebol:

Por Paulo Delgado, esse belo texto sobre o futebol “das antigas” versus o futebol “moderno” nos leva a pensar: para onde vai o esporte que tanto amamos, e o quanto ele já mudou?

Texto do Estadão (10/04/2024).

MEDITAÇÃO SOBRE O FUTEBOL

Sem ter mais identidade autêntica, a espiral de decadência do esporte está bem próxima da depressão clínica a que chegou o futebol. Só o tempo dirá para onde estamos indo.

Desdenhar das ilusões, do devotamento e do entusiasmo do torce-dor; não entender o papel dos jogos como educador coletivo de multidões apaixonadas; e estimular a desconsideração pela história de profissionalismo dos autênticos campeões mundiais é como entorpecer o cavalo para mantê-lo nas rédeas de modo mais fácil. Na história do futebol atual, a atrofia da imaginação que o cerca, reduzindo tudo ao prazer e risco do negócio, nega sua tradição, sua civilida-de, seus rituais e interação social e, alienado em relação ao seu passado, pode significar outra coisa, menos esporte.

O torcedor dos clubes talvez seja aquele que, por sua bondade e sua lealdade, se torne o mais facilmente explorado, pela facilidade com que pode ser usado. Sem carecer de nenhum defeito, sem amenizar nenhuma diferença entre eles, a maioria dos clubes parece singularmente hábil na arte do embus-te, sem se vincular ao dever de ver o esporte como deveria ser.

A arrecadação compensa a falta de virtude não cobrando nada dela, a faz mesmo um des-perdício. O sentimento de sua maior vantagem é encontrar cada vez mais formas de engajamento das torcidas, sem nenhuma penalidade por descaracterizar todos os símbolos de sua história de torcedor. Avança sobre tudo, cada vez mais retrocede em princípios. As mudanças em voga no mundo do futebol transbordam em deslizes. Por trás da sua força, a falta de graça é ter o torcedor como vasilha humana receptiva.

Sem a passividade do torcedor, o poder dos clubes não cumpriria seu destino. Há clube que esta à frente de seu tem-po, mas não está no caminho certo; há outro que pode estar no caminho certo, mas não é o clube certo para enfrentar o desafio do caminho. Rendidos aos patrocinadores, vendidos aos compradores de marcas que lambuzam de manteiga todos os lados do pão que com-praram, não existem mais técni-co, time, história ou uniforme.

Insolentes na facilidade, os clubes de donos de marcas ensinam seus torcedores a se emocionar com clichês, mudando o nome do clube para o nome da marca de salsicha ou remédio para fixar a amnésia.

Os clubes de futebol são hoje outra coisa, sem sabedoria diante da pressão para fazer dinheiro quelhes cobra o compromisso com o salário de tanto jogador ruim-milionário, butique sem cultura, morrendo de vontade de ser amado, admirado.

Todo o glamour do jogador medíocre díocre-bilionário vem, no campo, dos disparates que despeja sobre a bola e, fora dele, da autópsia que revela seu caráter.

Sua celebridade é perceber que é mais fácil e agradável fracassar como atleta e tratar de fritar sua alma no inferno do ouro de tolo onde os petro-reis compram seu séquito. Jogadores cobiçosos, tortos de bobos, que estragaram toda uma geração para o futebol, são como pessoas ambiciosas que entram na cadeia alimentar uns dos outros agrupadas em torno do transe de seus apetites.

(Continua na imagem abaixo):

– Responsabilize-se!

A responsabilidade de resolução dos nossos problemas não é do Estado ou do nosso próximo. É nossa!

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