– Dia “de Mim”?

As Lojas Cem têm uma propaganda curiosa. Criaram o “Dia de Mim”, onde o consumidor é levado a refletir sobre fazer agrados a si próprio (consumindo na própria rede, é claro).

Mas sabe que essa idéia é interessante?

Sinceramente, penso que muitas vezes é bom fazer umas concessões, se auto-mimar. Creio que seja necessário para espairecer.

Agora, verdade seja dita: carece de dinheiro para essas coisas…

– Dia do Sexo. E do Sexo Cristão?

Ih… hoje é dia do meu aniversário de casamento, e, ao mesmo tempo, DIA DO SEXO!

Coincidências? Hum…

Brincadeiras à parte, mas que tal uma outra visão do sexo, do ponto de vista cristão?

O Sexo nos planos de Deus: O jovem casto exercita o autodomínio para ser fiel no casamento. Link em: http://goo.gl/t07wt

 #ValeaPenaEsperar

– Parquímetro para…?

Em Jundiaí, os parquímetros arrecadam bem e fazem sucesso (ou polêmica) nas ruas de Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes. Alguns motoristas entendem a lógica de estacionamento rotativo e outros acabam por detestar a iniciativa que já perdura por alguns anos.

Bonn, cidade que foi a capital da antiga Alemanha Ocidental, inovou: adaptou seus parquímetros para cobrar a taxa de permanência não de veículos, mas de pessoas. E de um grupo específico: das prostitutas.

Lá, durante à noite, as moças que exercem a dita “profissão mais antiga do mundo” estarão liberadas para exercer sua atividade nas calçadas, e  pagarão à Prefeitura Local uma taxa de permanência (encare como ISS ou outra contribuição qualquer), usando os parquímetros para isso.

Assim como os carros estacionados têm que mostrar o ticket de permanência nos vidros, as moças deverão mostrar os comprovantes às autoridades fiscalizadoras.

E aí, o que acha disso: imposto sobre trabalho ou a Prefeitura age como uma espécie de cafetina pública? Deixe seu comentário:

Quanto se arrecadaria nas cidades brasileiras com tais medidas…

– Dia do Solteiro? Vantagem ou Não?

 

Alguém me disse que hoje é o Dia do Solteiro.

 

Caramba: temos dias para todos os gostos. Mas o que se pode comemorar na solterice?

 

Quem não tem uma boa companheira não sabe como é bom ser casado!

 

(Fiz uma média legal com a Patroa, não? – Mas falei de coração).

 

Mas não se esqueça: às vezes, antes só do que mal acompanhado também é uma grande verdade…

– Comércio de Jundiaí sofre Arrastão de Meninas

 

Primeiro, foram as meninas paulistanas que fizeram arrastões na Vila Madalena e geraram polêmica. Infelizmente, a versão local desta triste situação aconteceu aqui em Jundiaí também: Cacau Show, Hot Point, Dani Cosméticos e Caedu sofreram um arrastão de meninas com 12, 14 e 15 anos no Centro da cidade! Todas eram de Francisco Morato, e confessaram que vieram exclusivamente para praticar furtos aqui.

 

O que se pode falar sobre isso? De quem é a culpa desse absurdo? Dos pais, da sociedade, do Governo… de quem? Além disso, o que fazer com elas? Fundação Casa resolve?

 

Deixe seu comentário (extraído do Bom Dia Jundiaí, em: http://is.gd/96pHoN)

– Madames-Chuteiras X Marias-Chuteiras

 

No futebol, é recorrente o termo “Maria-Chuteira” à moça que luta de todas as formas para arranjar um jogador de futebol como namorado. O título se popularizou pelo fato da maioria, às vezes, nem se importar com a pessoa ou o comportamento do atleta, mas sim pelo status (há várias situações assim na sociedade: Maria-breteira, Maria-gasolina…).

 

Mas a Revista Época desta semana, Ed 690 (pg 90-91), trouxe um novo perfil nesse meio: as madames-chuteiras, que teriam mais classe do que as primeiras.

 

Tenho certeza que as moças citadas na matéria abaixo não se sentiram lisonjeadas com o título de madame…

 

MADAME CHUTEIRA

 

Finas, educadas e donas de prestígio e traquejo social, beldades como Bia Antoni e Deborah Seco representam o novo perfil da mulher de craque.

 

Por Bruno Segadilha

 

É um roteiro manjado. Mulher bonita e sensual se insinua para um jogador famoso em meio a uma balada qualquer. Eles ficam, fazem farra, saem em todas as capas de revista. Se não conseguir engatar um namoro, a bela, normalmente nascida em berço popular, aproveita os 15 minutos de fama para emplacar algum ensaio sensual e faturar uns trocados. Caso emplaque um romance ou engravide, o Olimpo: dinheiro, mordomia, fama. Ricas e alçadas à condição de celebridades, aproveitam para desfilar na imprensa a cabeleira loira e alisada, calças de cintura baixíssima e tops justos.

Esse foi o caminho da ascensão social seguido por muitos anos pelas “marias chuteiras”, apelido das garotas que fazem de tudo para descolar um polpudo casamento com os atletas dos campos. Mas, a julgar pelo comportamento de consortes como Bia Antoni, senhora Ronaldo Fenômeno, e Deborah Secco, senhora Roger Flores, o perfil das antigas marias chuteiras mudou. Finas, bem-educadas e donas de sua própria posição social, elas têm seguido um caminho iniciado pela ex-spice girl Victoria Beckham. Em vez de pegarem carona na fama do marido, são elas que, de certa forma, emprestam seu prestígio a atletas que costumam ter fama de inconsequentes. “Elas são fundamentais na construção da imagem pública de seus maridos, seja pelo traquejo social que esbanjam ou simplesmente pelo talento para se manter longe de confusões”, diz o pesquisador esportivo Celso Unzelte. “Essa fluência social é essencial para os jogadores, porque hoje em dia eles não vivem só do futebol, mas de contratos publicitários.”

Descolada e dona de uma agenda privilegiada, Bia é uma figura festejada na alta sociedade paulistana e carioca. Formada em engenharia e com pós-graduação na França, ela costuma causar alvoroço com seus eventos, como o almoço organizado por ela, em fevereiro, em homenagem ao badalado Yehuda Berg, mestre de Madonna na cabala. Os convidados dividiram a mesa com Ashton Kutcher e Demi Moore, que estavam de passagem por aqui por causa da São Paulo Fashion Week. Ao contrário das marias chuteiras, Bia tem a capacidade essencial de manter a fleuma diante do vexame. O melhor exemplo aconteceu em 2008, quando Ronaldo foi flagrado com travestis em um motel do Rio de Janeiro. Ela arrumou as malas e saiu de casa. Mas não soltou uma só palavra. No ano passado, deu nova demonstração de nobreza ao apoiar que o marido assumisse a paternidade de Alex, filho concebido durante a Copa do Mundo do Japão, em 2002.

Caroline Celico, de 24 anos, também vive em sintonia com o marido, Kaká. Mãe e dona de casa por vocação, como ela costuma dizer, Caroline só deixa a rotina de cuidados com os filhos Luca, de 3 anos, e Isabella, de 3 meses, pelos estúdios musicais. Há um mês, Caroline lançou um DVD só com músicas religiosas. Shows e turnês, nem pensar. A prioridade são os filhos e a família, como sempre pregou o comportado Kaká, craque que afirma ter casado virgem. Filha de Rosângela Lyra, diretora da grife Dior no Brasil, e do empresário Celso Celico, Caroline vem de uma família de posses. “Os jogadores estão mais espertos em relação à fortuna deles e são bem assessorados pelos seus empresários”, diz o comentarista esportivo Mauro Betting. Casar com uma mulher bem-nascida diminui substancialmente as chances de golpe do baú. Roger Flores, atualmente no Cruzeiro, que o diga. Antes de conhecer a atriz Deborah Secco, com quem está casado desde 2009, o jogador namorou por dois anos a apresentadora Adriane Galisteu. Tanto Deborah quanto Adriane são exemplos de mulheres independentes e bem-sucedidas. Galisteu teria declarado, inclusive, que Roger seria sovina.

Casar com jogador famoso já foi sinônimo de vergonha no Brasil. Nas décadas de 1950 e 1960, os atletas eram associados à boemia. Estavam na mesma categoria dos sambistas. Iniciar um romance com um tipo desses era motivo de desespero para a família, como foi para a de Rachel Izar Neves. Filha de libaneses ricos, Rachel conheceu o ex-goleiro Gylmar dos Santos Neves em 1958, quando ele era o titular da Seleção. Ela se apaixonou, mas esbarrou na resistência do pai, que deixou a filha trancada em casa por seis meses. A solução – fugir – custou-lhe a exclusão do testamento do pai e um exílio familiar de dez anos. “Era muito difícil um pai aceitar que a filha casasse com um jogador”, diz o empresário Marcelo Izar Neves, filho do casal. “Hoje em dia, talvez a história fosse diferente.”

Hoje, o que era vergonha se transformou em orgulho. O exemplo mais notório é Barbara Berlusconi. Filha do primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, ela (aparentemente) não teve problemas em casa por assumir seu romance com Alexandre Pato, atacante do Milan, o time do pai. O político tem mandado recado pelos filhos de que Pato “já é da família”. Pelo visto, em breve veremos um casamento com um pacto pré-nupcial daqueles. Difícil saber quem vai se proteger mais.

– As Normas de Condutas Empresarias quanto as Roupas!

Compartilho interessante material da Folha de São Paulo sobre as exigências de vestimentas aos seus funcionários. Curioso!

 

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/765257-empresas-adotam-codigos-de-vestimenta-severos-a-funcionarios.shtml

 

EMPRESAS ADOTAM CÓDIGOS DE VESTIMENTAS A SEUS FUNCIONÁRIOS

 

Muitas empresas, ainda que a contragosto dos funcionários, entraram na moda do “dress code” –código de vestimenta que diz o que é permitido usar no trabalho.

As regras vão de uso de uniformes a proibição de determinadas cores e formatos. Para quem desrespeita o manual, que visa reforçar a imagem da empresa, há penalidades como advertências.

Ao ser contratado, Luiz Monaro, 25, ex-analista de treinamento da Libbs –do ramo farmacêutico–, recebeu o “dress code” em formato de livro, que deveria permanecer sobre sua mesa.

“Os homens não podiam dobrar a manga da camisa, e o relógio tinha limite para o tamanho da caixa”, lembra.

Segundo Monaro, os funcionários tinham três meses para se adaptarem. Logo no início, sua chefe o informou de que deveria trocar os óculos de grau, pois a armação era “muito esportiva”.

O consultor Ricardo Rabello, da Fellipelli, critica o exagero em regras –que não implica o crescimento do profissional. “São bizarrices.”

Em novembro de 2009, Juliana Aparecida Carvalho, 23, ex-funcionária da Multicobra (“call center”), foi parada na porta da firma “por usar roupa inadequada”.

“A encarregada de segurança me barrou”, recorda Carvalho, que no dia estava de calça jeans, blusa regata e sapatos de salto alto.

“As pessoas se mostravam indignadas com aquela situação porque eu não estava malvestida”, comenta.
Na mesma semana, registrou boletim de ocorrência e entrou com pedido de rescisão de contrato na Justiça.

“Não tinha conhecimento de nenhum manual de vestimenta na empresa”, diz. “A empresa não se manifestou, não me deu apoio e até hoje não tive nenhuma explicação do que aconteceu. Isso foi o que me intrigou mais.”

Em contraponto, o advogado André Goda, que representa a Multicobra, salienta que há um manual de integração que “orienta os funcionários a se vestirem de maneira adequada”.

“Caso a responsável pela portaria avalie que o funcionário não está de acordo com as regras, ela vai chamar o seu supervisor para autorizar a entrada”, declara Goda.

Segundo ele, o uso de roupas ousadas não é permitido. “Até hoje, nenhum funcionário deixou de trabalhar ou foi impedido de entrar na empresa sem uma avaliação.”

– Enésima Expulsão de Felipão…

 

Várias vezes abordamos o tema: “Felipão e seu relacionamento com os outros setores do futebol”, em especial à jornalistas e arbitragem.

 

Ontem, mais uma expulsão de Luiz Felipe Scolari. E ele certamente tem seus motivos para justificar a “injustiça cometida por mais um árbitro”. Sim, pois já que ele está acima do bem e do mal, achando que pode apitar a partida do banco de reservas e pressionar acima de qualquer limite a arbitragem, sempre o culpado é o árbitro (seria por não ceder às suas queixas?)

 

Me lembro da primeira oportunidade em que vi Luiz Felipe Scolari. Estava iniciando a carreira como árbitro e trabalhava numa partida Sub15 do Campeonato Paulista da categoria, onde o Palmeiras jogava num dos campos da Academia de Futebol. Salvo engano, o árbitro da partida seguinte (Sub17) era Robério Pereira Pires. Deve ter sido em 97 ou 98. O treino da equipe profissional havia se encerrado, e num jogo de garotos apitado por um trio também de “garotos”, lá estava Felipão, à beira do gramado, gritando, esbravejando e xingando. Numa partida comum, sem nenhuma polêmica. Será que era para “educar” os garotos do Sub15 e sub 17?

 

Minha segunda vez: em 1999 ou 2000, bem mais experiente, apitei uma preliminar de Palmeiras X União Barbarense. Equipe profissional se aquecia ao fundo do gol e o jogo entre Aspirantes transcorria normalmente. Depois de um lance duvidoso… não é que o professor Felipão, atrás de uma placa publicitária, xingando? (quantas vezes você vê treinador acompanhando aquecimento?).

 

Fico com a pergunta: Para quê tanta antipatia? Scolari é competente, não precisa disso…

– O que você quer do Brasil?

 

Um material intitulado: “O retrato que o país quer ser”, da Revista Época de 01 de novembro de 2010, pg 60-63, traz os seguintes desejos da sociedade:

 

PAZ

 

JUSTIÇA

 

REDUÇÃO DA POBREZA

 

MORADIA CONFORTÁVEL

 

CUIDADO COM OS IDOSOS

 

OPORTUNIDADE DE EMPREGO

 

CUIDADO COM A SAÚDE

 

RESPEITO

 

QUALIDADE DE VIDA

 

JUSTIÇA SOCIAL

 

HONESTIDADE

 

SOLIDARIEDADE

 

Esses são os anseios da sociedade. E os seus desejos, estão nessa mesma ordem de importância? O que você acrescentaria nessa lista? Deixe seu cometário:

– Xenofobia, Intolerância e Mente Perturbada

 

Triste, mas real. Veja o seguinte texto de um doente mental sobre o modelo social brasileiro:

 

Um país que tem culturas competindo vai se despedaçar ou terminará como um país permanentemente disfuncional como o Brasil ou outros países. Corrupção e alto nível de criminalidade são resultados naturais (…)A alternativa é o modelo de ‘bastardização’, muito similar ao modelo brasileiro, onde tem sido estabelecida (devido à revolução marxista brasileira) uma mistura de europeus, asiáticos e africanos. Essas políticas se provaram uma catástrofe para o Brasil e outros países que institucionalizaram e facilitaram uma livre mistura de raças. O Brasil se estabeleceu como um país de segundo mundo com um grau de coesão social muito baixo. Os resultados são óbvios e se manifestam por meio de um alto grau de corrupção, baixa produtividade e eterno conflito entre as diferentes culturas (…).

 

Sabem que escreveu isso? Anders Behring Breivik, o matador norueguês, em seu manifesto: 2083 – a Independência Européia.

 

Uma das virtudes do nosso país é a miscigenação de raças e cultura diversa. Infelizmente, há loucos e loucos como ele por aí a solta…

 

E você, o que acha desse artigo? Deixe seu comentário:

– Árbitro de Futebol pode tecer comentários sobre atletas como um simples mortal?

 

Claro que não.

 

Infelizmente, a cultura futebolística não permite que o árbitro possa agir como qualquer cidadão. Se ele criticar a postura de Neymar ou Kleber Gladiador, torcedores mais exaltados dirão que os árbitros perseguem esses atletas. E se elogiar a conduta de qualquer jogador, alegarão favorecimento.

 

É triste, mas é assim que funciona.

 

Bem diferente do tênis. Por exemplo: o árbitro brasileiro Carlos Bernardes foi escalado para a final do torneio de Wimbledon, dias atrás (compare com a Copa do Mundo de futebol). Além de ter competência, Carlos Bernardes esbanja simpatia. Lá, ele falou sobre a conduta dos atletas sem nenhum constrangimento ou problema. E com esse jeito, conquistou tenistas, conviveu com eles e é aplaudido e respeitado por onde passa por torcedores!

 

Aqui, se o árbitro erra um lance, no outro dia não pode sair à rua…

 

Compartilho bela matéria do OESP sobre a vida do árbitro de tênis Carlos Bernardes, bem diferente da dos árbitros de futebol. Abaixo, extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,o-juizo-da-final,742894,0.htm

 

O JUÍZO DA FINAL

 

Da cadeira de 2 metros de altura, Carlos Bernardes foi o árbitro da decisão de Wimbledon entre Nadal e Djokovic

 

Por Flávia Tavares

 

A 9.530 quilômetros da quadra onde Björn Borg e John McEnroe disputavam a final – que ganhou a fama de ter sido a melhor de todos os tempos – do torneio de Wimbledon, em 5 de julho de 1980, Carlinhos assistia ao espetáculo embasbacado. Ali, na nem tão glamourosa São Caetano do Sul, o rapazote, filho de pai bombeiro e mãe nutricionista, se encantava irremediavelmente com o tênis. Mas hoje é incapaz de lembrar quem era o árbitro da partida.

Pois quase exatos 31 anos mais tarde, o juiz da final de Wimbledon, em seu uniforme de R$ 6 mil, imponente em sua cadeira a dois metros de altura, era Carlinhos, agora Carlos Bernardes. No domingo passado ele arbitrou a decisão entre Rafael Nadal e Novak Djokovic, com vitória do sérvio por 3 sets a 1. Recebeu uma moeda comemorativa, foi convidado para o baile de gala pós-jogo e, desde então, não para de dar autógrafos, acomodar os tapinhas nas costas e sorrir.

Foi longo, mas até natural, o caminho até a grama inglesa. Ainda nos anos 80, um vizinho tinha umas raquetes encostadas e os dois decidiram aprender por conta a técnica dos voleios, saques, backhands, forehands, etc. Pulavam o muro do que hoje é o ginásio Milton Feijão para treinar e acabaram convidados a jogar de fato. Com a morte do pai, um dos heróis do incêndio do Joelma, num ataque cardíaco fulminante, Carlinhos teve de se tornar Carlos Alberto Bernardes Júnior e, aos 15 anos, passou a dar aulas. “Eu era muito quieto, tímido. O tênis mudou isso e minha vida”, diz, serenamente, na sala do departamento de tênis do São Caetano Esporte Clube.

Num torneio internacional no Clube Pinheiros, em 1985 ou 1986, não se lembra bem, foi convocado a atuar como juiz de linha e recebeu um treinamento vapt-vupt para isso. Aos poucos, deixou a raquete e passou a arbitrar cada vez mais, até chegar ao posto de juiz de cadeira, o senhor das regras nas quadras de tênis. O fato de ser negro num ambiente predominantemente branco nunca atrapalhou. E hoje ele é um dos 12 golden badge da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), mais alto posto da categoria, com um salário que pode variar de US$ 50 mil a US$ 100 mil – sem direito a “bicho” por chegar à final.

Entre suas atribuições está o controle da plateia, que não pode se exceder para não desconcentrar os jogadores. Aquela voz que pede silêncio com um “thank you” durante a disputa é dele. “Uma vez tive de dar um pito no Maradona, num jogo entre Potito Starace e David Nalbandian, na Argentina, porque ele torcia como se estivesse num estádio de futebol”, conta Bernardes. “Depois da partida, ficamos amigos.” Ele também fez amizade, por outros motivos, com personalidades como o golfista Tiger Woods.

Mas o que torna um juiz de cadeira realmente bom é a capacidade de aplicar as regras sem tirar os tenistas do sério. Quando aquela bola esbarra na linha por milímetros e o jogador recorre ao desafio (um replay do lance no telão) e está errado, é comum que se frustre. “Há estatísticas que provam que o árbitro está certo em 70% dos casos de desafio”, garante. “Minha tarefa é conversar com o jogador de forma que ele se conforme e consiga voltar sem que isso afete o resultado final da partida.” Por isso, muitas vezes a comunicação se restringe a um aceno com a cabeça, para conter os ânimos. Bernardes não se incomoda com o recurso tecnológico que pode desmentir suas decisões. Apenas acha injusto que ele não esteja disponível para todos. Em Wimbledon, das 19 quadras, apenas 4 dispunham do recurso. “É como se os demais jogadores participassem de outra competição na prática.”

Nem só de contestações se compõem as relações entre o juiz e os tenistas. Depois de uma jogada espetacular, é comum que ele troque um olhar de espanto e admiração com um deles ou com os juízes de linha, discreto o suficiente para que não seja captado pelas câmeras de TV. A partida mais sensacional que “apitou” não foi a primeira final de um juiz um sul-americano no US Open, de 2006, mas o jogo entre Andre Agassi e James Blake naquele mesmo ano. “Era noite e foi um jogo inesquecível, muito bem jogado.”

Bernardes se sente confortável para contar que gosta de arbitrar jogos do suíço Roger Federer. “Ele é pura técnica, impecável. Nadal é mais força. E Djokovic vem numa evolução surpreendente.” A final do último domingo foi tranquila, sem grandes pressões: apenas dois desafios e uma correção, que é quando o juiz tem de rever uma decisão de um juiz de linha. Na definição do brasileiro, “um jogo bonito”.

O que o abalou mesmo foram as manifestações de carinho que recebeu depois que seu nome foi selecionado para ser o primeiro brasileiro a comandar uma final do tradicional torneio, em sua 125ª edição. Como a do tenista sueco Jonas Björkman, que gritou “Brasil! Brasil!” nos corredores entre as quadras de Wimbledon. Ou da namorada Francesca, também juíza, com quem mora em Bérgamo, na Itália. Ou da filha Anna Luiza, de 12 anos, diretamente de São Caetano. “Não esperava repercussão tão grande. Recebi e-mails de pessoas que não via há anos.” Na salinha de tênis do São Caetano Esporte Clube, autografou bolinhas felpudas como se fosse o campeão. E quem dirá que não é?

– Gênios do Bem e Gênios do Mal

 

Sou grande admirador de Stephen Kanitz (@stephenkanitz). Para quem ousa não conhecê-lo (siga-o no Twitter, você não se arrependerá), ele é professor, consultor, administrador e portador de demais títulos.

 

Há 8 anos, ele escreveu um artigo na Revista Veja onde dissertou sobre pessoas inteligentíssimas e que usam esse dom para o bem ou para o mal. Nele, falou das grandes possibilidades dos terroristas nos dias atuais. O ‘poder tecnológico’ que permite aumentar o ‘poder de fogo’ de terroristas, por exemplo, é assustador.

 

Contrastando com os “gênios do bem”, que usam sua inteligência para um mundo melhor, os “gênios do mal” se dividem em duas perigosíssimas categorias: os que buscam vingança e os que buscam poder e dinheiro.

 

Compartilho o brilhante artigo, de antemão aviso: Não se assustem com o poder de destruição dos gênios do mal; afinal, embora realístico seja o perigo, ainda (felizmente) existam gênios do bem.

 

Extraído de: http://blog.kanitz.com.br/2011/05/o-pr%C3%B3ximo-bin-laden-ser%C3%A1-pior-e-agora-.html

 

O PRÓXIMO BIN LADEN SERÁ PIOR. E AGORA?

 

Da mesma forma que temos gênios do bem, o mundo gera gênios do mal. 

 

Para cada 1.000 pessoas inteligentes haverá uma pessoa maluca, um “6 Sigma”*.

E entre cada 1.000 dessas haverá uma supermaluca ainda, gente a quem vou chamar de “7 Sigma”.

Pessoas inteligentíssimas e competentes, mas que estão longe do padrão normal.

Na Idade Média, um desses malucos de mal com a vida e o mundo poderia sair matando uns vinte inocentes no mercado principal, até que os cavaleiros do rei lhe cortassem a cabeça.

 

Nos anos 80, um terrorista matava 200 com uma bomba numa estação de trem.

Hoje, graças ao avanço da tecnologia, um maluco pode sequestrar um avião e matar 2.000 pessoas.

Daqui a alguns anos, correremos o enorme risco de um “7 Sigma” modificar um vírus da gripe e misturá-lo com o vírus da Aids, e então veremos 80% da população mundial e brasileira ser dizimada.

Este é o novo problema que nos assola.

Teremos mais Bin Ladens, cada vez mais perigosos. 

 

A luta contra esse terror não é exclusivamente americana, como muitos estão comodamente achando. Um vírus aéreo da Aids lançado em Nova York em dois meses estaria sendo respirado em Brasília.

 

Como identificar um “7 Sigma” antes que ele faça um estrago grave é um problema sério que o mundo poderá enfrentar nos próximos cinquenta anos.

É um problema policial-sociológico-jurídico-político absolutamente novo e exigirá soluções muito impopulares.

Por exemplo, como identificar essa gente maluca com nossos valores de privacidade, sigilo e liberdade?

Como identificar os “7 Sigma”, sem impor um Estado policial, numa cultura que abomina o “dedo-duro”?

Como prendê-los sem muitas provas de suas malucas futuras intenções?

Como condená-los à prisão se ainda não cometeram o monstruoso crime?

Depois do 11 de setembro, esse perigo ficou mais claro para o mundo, mas o governo americano mudou de enfoque e demarcou países como o Iraque e a Coréia como perigosos, e não os futuros “7 Sigma” espalhados por aí.

Em minha modesta opinião, isso é um erro. Saddam e seus filhos queriam poder e dinheiro.

 

Quem quer dinheiro e poder avalia seus limites. 

Bin Laden e seus suicidas queriam vingança, e isso sim é um perigo assustador.

 

Vingança a qualquer preço, para si e para os outros, e quem está disposto ao suicídio já ultrapassou qualquer limite de razoabilidade.

Como também queria vingança o criador do vírus Sobig.F, que chegou a contaminar um em cada dezesseis e-mails, e preparava um enorme ataque ao site da Microsoft, destruindo e-mails de médicos a seus pacientes, pedidos de remédios e chats de apoio psicológico, entre outras coisas.

Um segundo erro da doutrina Bush é que ela quer implantar democracias liberais no resto do mundo como solução.

Mas democracias liberais são justamente aquelas que não acreditam em um Estado que controle a população, e sim numa população que controle um Estado.

Justamente o contrário do que precisamos para proteger a nação de um “7 Sigma”.

Os Estados Unidos já implantaram redes neurais que supervisionam movimentos de pessoas, de cheques e sinais estranhos na população. Mas quem vai supervisionar o mundo?

Os americanos, a ONU, cada país por si ou a polícia montada canadense? É uma bela encrenca a ser resolvida.

No fundo, o que ocorre é que o mundo está avançando em termos de tecnologia muito mais rapidamente do que em termos de psicologia, sociologia e política.

Um único indivíduo instruído com um bom laboratório nos fins de semana tem acesso a tecnologia de destruição capaz de dizimar o mundo.

Talvez o risco dos “7 Sigma” não seja tão grande quanto estou supondo, e vão me criticar por alarmismo.

Eu também prefiro achar que não vai acontecer nada, mas e se der zebra e não estivermos preparados?

Vão dizer que o ser humano no fundo é bonzinho e não faria mal a ninguém.

Esquecem que todo dia hospitais, indústrias de remédios, médicos e dentistas perdem arquivos valiosos para nós pacientes por causa de 7.000 vírus eletrônicos que andam rodando por aí, plantados no sistema por alguém, sem alvo definido, sem medir consequências.

Eu sinceramente preferiria discutir um pouco mais essa questão em vez de ignorá-la como estamos fazendo.

 

* Sigma é uma medida estatística de desvio da normalidade. Quanto mais Sigma, mais anormal. Estima-se que existam mais de 650.000 pessoas “6 Sigma” no mundo e 1.650 pessoas “7 Sigma”. O drama é que não se sabe quem são.

– O Cotidiano na Coréia do Norte

Estamos verdadeiramente em outro planeta, se compararmos a nossa vida com a dos norte-coreanos.

 

Leio na Superinteressante (Revista Superinteressante, Ed Outubro/2010, pg 42-43, por Alexandre Rodrigues, João Guitton, Samuel Rodrigues e Vanessa Reyes), um infográfico sobre como é o dia-a-dia na Coréia do Norte, que talvez seja a maior e mais fechada ditadura comunista do mundo, controlada ao extremo pelo PC local e pelo seu governo totalitário.

 

Ter celular dá cadeia; o figurino das ruas é sempre o mesmo e o Governo controla até o seu sono. Veja se você se habituaria a um lugar como esse:

 

DESPERTADOR COLETIVO – às 7h da manhã, alto-falantes despertam a nação. Em cada domicílio e escritório, uma caixa de som na parede toca a rádio estatal.

 

KIM FILHO – A cara do presidente Kim Il-Jung, herdeiro de Il-Sung, está em todas as ruas, casas, escolas, fábricas, repartições. Lojas têm fotos de Il-Jung fazendo compras ali.

 

COLETIVO – Os poucos carros vão para os funcionários públicos mais graduados. O comum é ir trabalhar a pé, de bicicleta, em ônibus elétricos e, principalmente, de metrô.

 

SEM SINAL – Não há semáforos, e nem fazem falta, pois há poucos carros. Policiais conhecidas como “damas do tráfego” direcionam o trânsito.

 

SUL MARAVILHA – Vindos da Coréia do Sul, balões com pacotes caem do céu. Eles trazem dinheiro, camisetas e panfletos contra a Coréia do Norte.

 

NOITE FRACA – Às 21h, todos já estão em casa. Não há vida noturna nem na capital, exceto uma boate e um cassino para estarngeiros.

 

VERSÃO OFICIAL – A mídia admite problemas no país, mas é tudo ‘culpa do imperialismo americano e seus lacaios sul-coreanos’. Ninguém tem acesso à internet para checar os fatos.

 

LOOK BÁSICO – A maioria das roupas são dadas pelo Estado. Homens ganham conjuntos estilo Mao, azuis ou pretos. Mulheres, blusas brancas e beges, saias pretas e azuis. Crianças, o uniforme escolar.

 

RAÇÃO – A comida é racionada, e é preciso ir buscá-la todos os dias em lojas do governo. Cigarros, bebidas e congelados são contrabandeados da China.

 

CIRCO SEM PÃO – Estádios lotam com os participantes da ‘diversão coletiva’. São espetáculos coreografados, parecidos coma abertura dos Jogos Olímpicos – só que sem os jogos.

 

SE TRUMBICA – Na rua, não se vê celulares – até pouco tempo atrás, quem tivesse um podia pegar pena de morte. Há poucos orelhões, pouco usados. Ligar para quem, se ninguém tem telefone?

– A Intolerância e a Idiotice sem Limites

 

E o triste caso no interior paulista, nesta semana, onde um pai saudoso do filho o abraçou e foi confundido com gay? (nem coloco citação pois foi um caso que repercutiu em toda a mídia)

 

Idiotas, ao verem o pai abraçando o filho que não via há tempos, pensaram que era namoro homossexual e os agrediram.

 

E se fosse?

 

Não faço apologia à causa gay, mas como cidadão e cristão, temos que respeitar o homossexual. Intolerância e ignorância, somadas, dão nesse absurdo caso… Violência e insociabilidade!

 

Deixo aqui a frase do pai, na delegacia, após sair do hospital:

 

Agora, nem saudade do filho pode se ter”.

 

Triste, não?

– Comunidades Cibernéticas e Comunidades Reais!

 

Dom Odilo Scherer tuitou.

 

Pois é, o cardeal arcebispo metropolitano da capital paulista está usando a ferramenta microblogueira para evangelizar, e alertou sabiamente:

 

Contatos e comunidades cibernéticas não podem tomar o lugar das relações humanas e comunitárias reais, nem substituí-las.”

 

Concordo. Nada substitui o contato físico, emocional, pessoal… Não há link que possa ser melhor do que um abraço fraterno, um olhar sincero ou um singelo aperto de mão. Sem desprezar os meios interativos de comunicação, tão necessários no dia de hoje.

 

E você, o que pensa disso? Há possibilidade de muitos jovens serem ótimos sócios-virtualmente e péssimos no contato sócio-real? Deixe seu comentário:

– Sexo de Baixa Qualidade e em Muita Quantidade!

 

O filósofo Luiz Felipe Pondé falou sobre como vulgarizou-se o ato sexual nos dias de hoje. E ele é polêmico: diz que hoje se faz muito mais sexo do que antes. Porém, como é tão fácil fazer sexo, a coisa ficou vulgar e de péssima qualidade!

 

Costumo provocar dizendo que há 100 anos se fazia sexo melhor. Tinha mais culpa e pecado, o que deve dar uma excitação tremenda. Hoje, todo mundo diz que tem um desempenho maravilhoso, e que vive uma relação de troca plena com seu parceiro ou parceira. Eu considero a revolução sexual um dos maiores engodos da história recente. Criou uma dimensão de indústria, no sentido de quantidade, das relações sexuais – mas na maioria elas são muito ruins”.

 

E aí? Concorda ou discorda? Deixe seu comentário:

 

(Extraído de Revista Veja, Páginas Amarelas, 13 de julho de 2011, pg 18-21)

– Bullying no Trabalho: a Falta de Atenção ao Problema

Dias atrás falamos sobre um sério problema nas escolas: o Bullying (ato de ironizar alguém e constrangê-la com apelidos pejorativos, por exemplo). Falamos também sobre alguns tratamentos para esse problema e sobre o fato de muitas famílias ignorá-lo. Se quiser ler o texto, clique acima do link: BULLYING NAS ESCOLAS

Agora, o tema é outro: o bullying no trabalho.

Extraído de: http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI4329630-EI1377,00-Bullying+no+trabalho+e+comum+mas+vitima+nem+sempre%20+percebe.html

BULLYING NO TRABALHO É COMUM, MAS VÍTIMA NEM PERCEBE

por Michelle Achkar

Pedir projetos ou relatórios em prazos impossíveis, remarcar reuniões em cima da hora e não avisar funcionário com papel fundamental nela, pedir tarefas triviais para pessoas que ocupam cargos de responsabilidade, deixar de pedir tarefas, espalhar fofocas, excluir pessoas do grupo, não dividir informações, pedir trabalhos que obriguem funcionário a aumentar em muitas horas sua jornada de trabalho, fazer críticas constantes, não reconhecer esforços e desmerecer resultados.

Situações comuns em muitas empresas atribuídas ao mercado de trabalho competitivo, ao estresse da vida cotidiana e a questões de personalidade ou problemas psicológicos, como distúrbio bipolar, caracterizam na verdade cenas do nebuloso terreno do assédio moral no trabalho, também chamado de bullying ou mobbing. 

Nebuloso, pois as próprias vítimas muitas vezes não reconhecem a agressão e encaram as cenas como desafios a serem superados na busca da manutenção de sua empregabilidade no mercado e das metas de produtividade das empresas.

O tema começou a ganhar mais espaço com os estudos da psiquiatra francesa Marie-France Hirigoyen, uma das primeiras a se preocupar com o assédio moral no trabalho, assunto de livros como Mal-Estar no Trabalho, de 2002. Mas ainda está longe de ser reconhecido como problema pelas empresas e as discussões não encontram melhores cenários em todo o mundo. 

A filial do Japão da grife italiana Prada, por exemplo, foi acusada recentemente de demitir 15 funcionários por serem “gordos”, “feios” e “velhos”. Rina Bovrisse, funcionária da grife, deu entrada ao processo há duas semanas. Segundo ela, as ordens foram para remover para outlets ou lojas não tão bem localizadas cerca de 30 pessoas, a maioria mulheres na faixa dos 40 anos. Ela ainda conta que o gerente de RH da marca pediu que ela emagrecesse e mudasse a cor do cabelo. Em comunicado, a empresa afirmou que “o tribunal competente japonês rejeitou todas as acusações do empregado e determinou que a rescisão de seu contrato de trabalho era perfeitamente legítimo”. 

Nas Filipinas, uma ex-comissária de bordo, que foi demitida por estar acima do peso, perdeu uma ação que durou duas décadas de processos numa sentença que considerou que o peso dos funcionários era questão de segurança aérea. 

Produção
Idade é o primeiro fator de discriminação que leva ao bullying, segundo a ginecologista e médica do trabalho, Margarida Barreto, uma das coordenadoras do site assediomoral.org.br e pesquisadora do tema há 15 anos. Entre seus trabalhos está a dissertação de mestrado “Uma Jornada de Humilhações”, feita a partir de 2.072 entrevistas de homens e mulheres de 97 empresas industriais paulistas, e a tese de doutorado Assédio Moral no Trabalho. A violência sutil, baseada em mais de 10 mil questionários respondidos por trabalhadores de todo Brasil. “Está inserido nas relações de trabalho, na forma da organização e na cultura que banaliza certos comportamentos. E 90% das empresas não encaram o problema e fazem de conta que é algo banal. Normalmente só tomam atitude quando há prejuízo na produção”, disse. 

As mulheres são as principais vítimas com estatísticas em todo o mundo apontando para 70% dos casos. E a maioria deles envolve a questão da gravidez. “Para maior parte das empresas ainda isso é problema”, afirmou Margarida. O repertório de frases de humilhação relatado por vítimas é extenso, como “Teu filho vai colocar comida em sua casa? Não pode sair! Escolha: ou trabalho ou toma conta do filho!” (veja mais exemplos de agressões no link acima). 

Assédio sexual
Doze por cento dos casos derivam de situações de assédio sexual. Como foi o caso de Elisabeth Pittman, 51, costureira que viveu sob ameaças de uma chefe durante dois anos. Depois de assediá-la sexualmente, passou a humilhá-la desfazendo todo o trabalho de um dia, obrigando-a a longuíssimas jornadas de trabalho para refazer costuras de mochilas. Ela então procurou entidade de apoio a vítimas de assédio moral e o caso chegou ao Ministério Público do Trabalho. 

Mas a trajetória não foi fácil. Elisabeth ficou seis anos afastada e encarou um quadro de depressão profunda e duas tentativas de suicídio, uma delas que a deixou internada durante 20 dias numa unidade de tratamento intensivo (UTI). Reintegrada à empresa, foi acompanhada por um diretor e conseguiu mudar o status de vítima de assédio à presidente da CIPA e líder respeitada. A ex-chefe foi demitida. 

Segundo Margarida, casos como o de Elisabeth ainda são exceção e a dificuldade começa pelo próprio empregado reconhecer que foi vítima de abuso. O principal desafio na opinião da estudiosa ainda é a visibilidade. “É preciso ter a convicção de que não pode ser banalizado, não está previsto no contrato de trabalho que se pode ser humilhado de nenhum jeito”, afirmou. “Se foi um aborrecimento pontual, falo que aquilo me incomodou e espero que a pessoa reconheça, se desculpe e procure não repetir o ato. Mas se é repetido ao longo da jornada é porque não foi causado por um destempero”, disse. 

Sarcasmo
“A maior dificuldade é saber quando acontece de fato e quando não é algo que decorre do trabalho. É a sutileza que torna o assédio moral ainda mais perverso. Pois o trabalhador não é assediado de forma clara, na frente de outros, mas muitas vezes na forma de brincadeiras cheias de sarcasmo”, afirmou Paulo Eduardo Vieira De Oliveira, juiz do trabalho em São Paulo e professor da Universidade de São Paulo. 

Margarida afirma que a principal queixa dos funcionários não é a pressão em si, mas como ela é feita, “de maneira a desqualificar, humilhar, com atos que parecem sutis, mas não são como brincadeiras e fofocas.” 

Segundo Oliveira, do ponto de vista jurídico, o tema é novo e chegou aos tribunais de forma recente. “Há cinco anos não existiam casos e hoje já há alguns nos quais se pleiteiam indenizações. Mas não existem grandes cases no direito brasileiro”, disse. Entre os casos estudados pelo juiz está o de vendedores que, obrigados a bater metas, solicitam empréstimos bancários para comprar os produtos que vendem. 

“Há várias decisões em primeira instância, algumas com somas bastante altas”, afirmou, lembrando do caso da funcionária de uma farmácia que era obrigada a arrumar diversas vezes as prateleiras de produtos, após seu gerente jogar tudo no chão, o que resultou numa indenização alta.

A imprensa internacional noticiou recentemente que a advogada inglesa Gillian Switalski, 53, aceitou acordo de indenização fora dos tribunais da empresa que ela processava com acusações de perseguição por ser mulher, intimidação e discriminação durante 18 meses, o que a deixou mentalmente abalada e incapaz para o trabalho. 

Entre os fatos alegados por Gillian está que à colega de trabalho que tinha filho deficiente foi permitido a trabalhar de casa, enquanto ela cujo um dos filhos também sofre de paralisia cerebral precisava se justificar sobre ausências e tinha seus horários de trabalho controlados. 

Em 2006, quando sua mãe morreu, a empresa chegou a exigir receber uma cópia do atestado de óbito para aceitar que não ela cancelasse uma viagem a trabalho. Segundo Oliveira, a prova usada nesses casos é sempre a testemunhal. 

Demissão
O objetivo do agressor é forçar o funcionário a desistir do emprego, coro que a pessoa logo encontra na família, parceiro e amigos caso decida contar pelo que vem passando durante a jornada de trabalho. Mas o conselho de deixar o trabalho, além de não ser motivado pelas condições gerais do mercado, ainda encontra uma barreira mais resistente, a psicológica. “A pessoa fica o tempo todo querendo provar que ela não é aquilo que falam ou pensam dela”, disse Margarida.

– Relacionamento Estável? Veja que Conselho Polêmico!

 

Toni Garrido, na cerimônia do prêmio “Rio sem Preconceito”, dias atrás, defendeu a família e relacionamentos estáveis.

 

Mas foi diferente do que esperado e convencional. Abaixo:

 

Se você quer um relacionamento estável, seja homossexual”.

 

Ué, qual o problema em ser hetero? Será que Toni foi sincero ou fez média com o público ali presente, na sua maioria homossexuais? Deixe seu comentário:

– Afeganistão Controlará Festas de Casamento?

 

Parece loucura, mas não é.

 

Devido ao começo da estabilidade econômica e melhoras de renda da população, o governo afegão poderá controlar as festas de casamento por lá! (segundo a Revista Superinteressante, Julho/2011, pg 19). O motivo é que há um modismo dos supercasamentos, onde os noivos, empolgados com a nova realidade financeira, extrapolam nas festas convidando muita gente e durando altas horas.

 

Parece bobagem à nós, mas para eles, não. Aqui há o fator cultural e econômico. Cada nação com os seus problemas. Melhor do que se preocupar com os terroristas que por lá existiam (e ainda existem, em proporção menor).

– Mulheres Proibidas de Amamentarem em Público!

 

Uma polêmica criada em grandes cidades: as mulheres estão sendo proibidas de amamentarem seus bebês em público, pelo fato do seio ficar aparente!

 

Incrível que as mesmas cidades que permitem prostituição a céu aberto, com mulheres e travestis mostrando seus atributos semi-nús, querem dar uma lição de moral em cima das mães, que carinhosamente cuidam de seus bebês!

 

Ridículo!

 

E você, o que pensa sobre isso? Leia abaixo a matéria da Revista IstoÉ, Ed 22/06/2011, que tratou do assunto, e deixe seu comentário:

 

A POLÊMICA DA AMAMENTAÇÃO

 

Mães tem sido punidas por amamentar seus filhos em público. Por que esse ato gera controvérsia e incomoda tanto?

 

Por Paulo Rocha

 

Um “mamaço” nacional percorreu o País. Dezenas de mulheres com bebês no colo se reuniram em parques e praças de capitais como Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belém para exigir o direito de amamentar em público. O protesto, ocorrido no primeiro domingo de junho, foi organizado após vários episódios de discriminação contra mães que amamentavam seus filhos em locais de grande circulação. Na Espanha, uma jovem marroquina de 22 anos perdeu a guarda de sua filha, de 1 ano e 3 meses, sob a acusação de amamentá-la demais (leia quadro). Aqui no Brasil, uma mãe foi proibida de amamentar seu bebê enquanto visitava uma exposição no Instituto Itaú Cultural, na capital paulista. Na Inglaterra, outra mulher foi convidada a se retirar de um pub só porque estava dando de mamar para o filho. Mas, se o aleitamento materno é uma característica natural da humanidade, por que esse tema gera tanta polêmica atualmente?


Segundo a historiadora Mirtes de Moraes, coordenadora do grupo de estudos de gênero, raça e etnia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, e autora do doutorado “Tramas de um Destino: Maternidade e Aleitamento”, a relação da sociedade com a amamentação vem se transformando ao longo dos tempos. Enquanto na França do século XVIII e no Brasil do século XIX quem alimentava os bebês eram as amas de leite, no século XX a figura materna voltou a ser a mais indicada para a função. “Essa situação mudou novamente na década de 1960, quando a mulher chegou ao mercado de trabalho”, diz Mirtes. “Naquela época, as pessoas, incluindo os médicos, acreditavam que o leite industrializado servido na mamadeira era mais benéfico ao bebê do que o materno.” Na opinião da historiadora, porém, um conceito resistiu incólume à passagem do tempo. “O ato de amamentar sempre está ligado a algo sagrado e, portanto, deve ser reservado e preservado. Por isso tanta gente se incomoda ao ver uma mãe amamentando em público”, diz.


A assessora de imprensa Patrícia Boudakian, 29 anos, conhece essa sensação. Mãe da pequena Alice, de três meses de idade, ela conta que não sente vergonha de amamentar a filha em público, mas percebe muitas pessoas constrangidas com a situação. “Algumas mulheres olham com reprovação e os homens, ao contrário, evitam se aproximar e até mesmo olhar”, diz. Tal comportamento é comum em sociedades machistas, na opinião de Ari Rehfeld, psicoterapeuta e professor da Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Para o homem, olhar seria reconhecer seu desejo”, afirma Rehfeld. “Com a maior exposição atual do corpo feminino, o seio passou a ter mais apelo erótico do que alimentar.” O que as mamães mais desejam é reverter essa situação. “Se todas amamentassem seus bebês em público, esse ato seria mais aceito”, defende Patrícia. Dá-lhe mamaços. 

– Racismo no Futebol: Lugares onde o Brasil acha “Normal”

 

Todas as pessoas de bem ficaram revoltadas com o triste episódio de racismo contra o lateral-esquerdo Roberto Carlos, ocorrido na semana passada. Infelizmente, é mais um episódio visto comumente na Europa.

 

Entretanto, ao mesmo tempo em que a Sociedade condena, contraditoriamente, permite bolsões de intolerância racial.

 

Por exemplo: Sérgio Xavier, na edição da Placar de Julho/2011, pg 55 a 57, trouxe na matéria “Ah, eu sou macaco” um interessante levantamento de como as torcidas de Grêmio e Internacional, em seus jogos caseiros, aceitam passivamente a ofensa de “macaco”!

 

Sem qualquer constrangimento, segundo Xavier, os gremistas chamam os colorados de macacos; e estes entendem que se referir à parcela negra da sua própria torcida com esse substantivo (ou adjetivo, dependendo da intenção) é algo normal!

 

O atacante colorado Zé Roberto, negro, quando ouviu o primeiro xingamento de macaco se assustou e se revoltou, mas foi demovido da idéia de protestar porque tal ofensa seria, segundo seus companheiros, algo cultural entre os torcedores locais.

 

Lamentável. Tempos atrás, o Internacional, querendo ser politicamente correto, tirou o Saci do posto de mascote, por causa do… cachimbo (fazendo alusão, segundo a diretoria, ao uso do crack, que é ingerido por queima de pedras em cachimbos). Monteiro Lobato, que tanto popularizou o Saci Pererê, deve estar chateado. Meu amigo João Batista, um dos criadores do grupo da “Associação Nacional dos Criadores de Saci”, localizada em Boituva”, garante que isso é uma grande bobagem.

 

Na troca, o substituto do Saci ficou sendo um macaquinho chamado de Escurinho (em homenagem ao jogador dos anos 70, escolhido em votação popular).

 

Sendo assim, fica o incômodo: o que fazer àqueles que se sentem perturbados com a ofensa de “macaco”, sendo que coincidentemente (ou não) o novo mascote do Internacional é o próprio, além de uma passiva aceitação das torcidas? Deixe seu comentário:

– A Lei Anti-Fumo Suspensa

Os noivos pediram e o juiz concordou. Em São Paulo, para as celebrações de um matrimônio, um casal pediu que para as suas bodas não valesse a lei anti-fumo. Alegação: o Buffet era alugado, local privado, e, sendo assim, consideravam ser uma extensão de propriedade do inquilino.

 

Sou antitabagista, detesto cigarro, mas tenho que concordar com o juiz. Se o cara aluga uma chácara para festa, ele não está no direito de ali gozar dos momentos que lazer, incluindo o fumo (que condeno)?

 

Foi bem o juizão. Mas tenha certeza que outros casos surgirão com esse precedente (para a infelicidade de nós, não-fumantes). Mas a Justiça deve prevalecer.

 

E você, o que acha disso? Quem aluga um espaço pode ter o direito de fumar? Deixe o seu comentário:

– Presos Tentando Reintegração Social: Desafio Inglório?

 

O respeitadíssimo Prof Dr José Pastore está lançando o livro: “O trabalho dos ex-infratores”. Nele, há números que impressionam sobre a reintegração dos presos à sociedade.

 

Por exemplo: Para cada 10 presos libertos, 7 voltam para a cadeia.

Empregos honestos? Não passariam de dezenas de pessoas, se levados em conta que 30.000 presos são soltos anualmente.

 

Assustador, né?

 

Em Jundiaí temos o novo Cadeião à beira da Rodovia dos Bandeirantes. Será que o universo de lá é muito diferente? Melhor ou Pior?

 

Infelizmente, a questão carcerária ainda é um problema sério. O cara fica ocioso na cadeia, só pensando em bobagem. Ao invés de ser meramente punitiva, deveria ser recuperativa! Fazer o detento trabalhar, estudar e aprender valores morais. Claro que é um desafio…

 

O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Notas que desagradam um pai: Chimpanzés versus Crianças!

Primeiro vou reproduzir a nota, depois comento:

 

“Num estudo feito pela Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, 46 chimpanzés órfãos foram criados por biólogos – de quem recebiam atenção constantemente. Aos 9 meses de vida, os primatas tinham se tornado cognitivamente mais avançados do que os bebês humanos da mesma idade, com maior nível de atenção e memória e mais facilidade para reconhecer objetos e resolver testes.” – Revista Superinteressante, Ed Outubro/2010, pg 25.

 

Sinceramente, um pai coruja como eu DISCORDA PLENAMENTE desse estudo. Se bobear, minha filha com 9 meses já era mais inteligente do que eu! rsrs.

– (1+1) é > ou < que 2?

 

Sabe aquela história de que “muitas cabeças pensam melhor do que uma”, ou “há gente que produz mais individualmente trabalhando do que em grupo”?

 

Pois é: Pesquisa realizada no importantíssimo MIT conclui: “A soma da inteligência de várias pessoas inteligentes é menor do que a inteligência somada de pessoas inteligentes em grupo”.

 

Trocando em miúdos: Pessoas inteligentes em grupo tem QI somado maior do que se trabalhassem em separado, por mais que gostem de assim produzir.

 

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI230003-16366,00-QUANDO+A+SOMA+PODE+DAR+MAIS+QUE.html

 

QUANDO A SOMA 1 + 1 PODE DAR MAIS QUE 2

 

Por Robson Viturino com Lelivaldo Marques Filho

 

Sabe aquele gerente circunspecto que sempre dá um jeito de concluir seus projetos sozinho, se possível num cubículo bem longe dos colegas? Pois então, a não ser que ele tenha o gênio criativo de um Picasso ou o QI de um Einstein, é melhor atraí-lo para mais perto do seu time. Uma pesquisa conduzida por professores das universidades americanas MIT, Carnegie Mellon e Union College concluiu que a inteligência coletiva pode ser maior do que a soma simples das partes – o que afeta diretamente as empresas. Eles verificaram que os grupos, como os indivíduos, têm níveis característicos de inteligência que podem ser medidos e usados para prever a performance de um time. “Nossa hipótese foi confirmada”, diz Thomas W. Malone, professor do MIT que é coautor do estudo e é conhecido por livros de administração como O Futuro dos Empregos. “Há uma inteligência coletiva que aparece no desempenho da equipe em várias situações.”

A pesquisa também mostrou que a atuação das equipes em que havia uma pessoa dominando os trabalhos era menos inteligente do que a produção dos grupos que atuavam de forma mais democrática. Pelos cálculos dos pesquisadores, houve uma variação de até 40% no resultado das tarefas por causa da inteligência coletiva. Os testes envolveram 699 pessoas, organizadas em grupos de dois a cinco indivíduos. Eles solucionaram quebra-cabeças visuais, fizeram brainstorming e negociações.

O sucesso da inteligência coletiva, segundo os pesquisadores, depende da qualidade da interação entre os membros de um time. Por exemplo: nos grupos formados por integrantes com um nível elevado de “sensibilidade social”, geralmente foram obtidos bons resultados no trabalho conjunto. “A sensibilidade social tem a ver com a percepção que os membros do grupo têm das emoções do outro”, diz Christopher Chabris, coautor do estudo.

Outro fato revelador diz respeito à atuação das mulheres nas atividades coletivas. Segundo a pesquisa, a sensibilidade social mostrou-se maior nas turmas formadas principalmente por figuras femininas. Em consequência disso, essas equipes apresentaram melhor desempenho em relação aos times em que os homens preponderavam – o que pode ser mais um indício de que, de fato, este será o século delas. “Não desenhamos o estudo com foco no efeito de gênero. Foi uma surpresa para nós”, diz Malone.

E para quem ainda acredita que o fator determinante para o bom desempenho pode ser aquele indivíduo brilhante, mas isolado do grupo, os pesquisadores dão uma última má notícia: os dados de inteligência média ou máxima dos membros não permitiram prever o resultado da equipe.

 

– Clube das Esposas Obedientes! Quem Gostou da Idéia?

 

Amigos, as diferenças culturais entre ocidente e oriente são grandes; isso é lógico. Mas algo que deixa isso bem explícito é um clube fundado por esposas, onde querem levar à todas as muçulmanas a necessidade de serem submissas aos seus maridos e satisfazerem sexualmente os mesmos.

 

Para elas, se as mulheres se tornassem “prostitutas conjugais” (como a própria fundadora salienta) evitariam divórcios e infidelidade.

 

Polêmico! Leia o texto abaixo e diga: o que você acha dessa visão cultural?

 

Extraído de Folha de São Paulo, pg E3, 07/06/2011, por Eillen NG

 

MUÇULMANAS FUNDAM “CLUBE DAS ESPOSAS OBEDIENTES” NA MALÁSIA

 

Ummu Atirah tem 22 anos, é recém-casada e acredita que conhece o segredo de um casamento feliz: obedecer a seu marido e assefurar a satisfação sexual dele.

Ummu  cerca de 800 outras muçulmanas na Malásia fazem parte do “Clube das Esposas Obedientes”, que gera controvérsia em um dos países de maioria muçulmana mais modernos e progressistas, onde muitas muçulmanas ocupam cargos altos no governo e em empresas.

 

Lançado no sábado, o clube diz que pode sanar males como a prostituição e o divórcio, ensinando as mulheres a ser submissas e manter seus maridos felizes na cama. O índice de divórcios na Malásia dobrou de 2002 a 2009 e é mais alto entre muçulmanos.

 

(…) Rohaya Mohamad, uma das fundadoras do clube, rebate: “o sexo é tabu na sociedade asiática. Nós o temos ignorado em nossos casamentos, mas tudo depende do sexo. Uma boa esposa é uma boa trabalhadora sexual”. O que há errado em ser uma prostituta para seu marido?”

– Marcha das Vagabundas

 

Nos EUA, uma mulher foi xingada, há anos, por um policial devido às suas vestimentas, sendo ironizada como uma vagabunda.

 

E não é que as mulheres de lá resolveram protestar anualmente pelo direito de como se vestir? Tanto que o movimento chegou ao Brasil.

 

Atenção: depois da Marcha da Maconha, a Avenida Paulista sediará, no próximo sábado dia 04, a Marcha das Vagabundas, cobrando o direito de vestir o que quiser. Já confirmaram presença pelo Facebook 4000 mulheres.

 

E você, o que pensa sobre isso: há muitas “marchas” na praça ultimamente? Deixe seu comentário:

– Roberto Requião e Paloma Amado: o Relato da Prepotência e Discriminação Social


Dias atrás, o senador Roberto Requião foi indagado sobre o acúmulo de aposentadorias governamentais que recebe e sobre as denúncias de corrupção que ligavam o seu nome ao seu irmão. Ao invés de respondê-las, simplesmente arrancou o gravador da mão do jornalista da Rádio Bandeirantes – depois ele disse que ele era vitima de bulling, por isso não respondeu… Cara de pau, não?


Mas vejam esse relato de Paloma Amado: a moça, nordestina (filha dos escritores Jorge Amado e Zélia Gattai) morava em Paris. E relatou em seu Facebook a experiência negativa que sofreu com o Senador e sua esposa, dentro de um aeroporto, por julgarem a aparência da moça humilde demais… Revoltante: (texto original escrito por Paloma, abaixo)


“EU ODEIO PREPOTÊNCIA


Era 1998, estavamos em Paris, papai já bem doente, participara da Feira do Livro de Paris e recebera o doutoramento na Sorbonne, o que o deixou muito feliz. De repente, uma imensa crise de saude se abateu sobre ele, foram muitas noites sem dormir, só mamãe e eu com ele. Uma pequena melhora e fomos tomar o aviao da Varig (que saudades) para Salvador.


Mamãe juntou tudo que mais gostavam no apartamento onde não mais voltaria e colocou em malas. Empurrando a cadeira de rodas de papai, ela o levou para uma sala reservada. E eu, com dois carrinhos, somando mais de 10 malas, entrava na fila da primeira classe. Em seguida chegou um casal que eu logo reconheci, era um politico do Sul (nao lembro se na época era senador ou governador, já foi tantas vezes os dois, que fica dificil lembrar). A mulher parecia uma arvore de Natal, cheia de saltos, cordões de ouros e berloques (Calá, com sua graça, diria: o jegue da festa do Bonfim). É claro que eu estava de jeans e tênis, absolutamente exausta. De repente, a senhora bate no meu ombro e diz: Moça, esta fila é da primeira classe, a de turistas é aquela ao fundo. Me armei de paciência e respondi: Sim, senhora, eu sei. Queria ter dito que eu pagara minha passagem enquanto a dela o povo pagara, mas nao disse. Ficou por isso. De repente, o senhor disse à mulher, bem alto para que eu escutasse: até parece que vai de mudança, como os retirantes nordestinos. Eu só sorri. Terminei o check in e fui encontrar meus pais.
Pouco depois bateram à porta, era o casal querendo cumprimentar o escritor. Não mandei a putaquepariu, apesar de desejar fazê-lo, educadamente disse não. Hoje, quando vi na tv o Senador dizendo que foi agredido por um repórter, por isso tomou seu gravador, apagou seu chip, eteceteraetal, fiquei muito retada, me deu uma crise de mariasampaismo e resolvi contar este triste episódio pelo qual passei. Só eu e o gerente da Varig fomos testemunhas deste episódio, meus pais nunca souberam de nada…”

 

(Paloma Jorge Amado é psicóloga).

– Crime contra as Mulheres: Prisão por… Dirigir!

 

Há certas hipocrisias no mundo que entristecem qualquer cidadão.

 

Muito se fala sobre os Direitos Humanos. Mas muitas entidades só os defendem até onde houver interesse.

 

Na Arábia Saudita, ninguém contesta essa barbárie: mulheres são proibidas de dirigir.

 

Uma saudita, revoltada com a criminalização das mulheres no trânsito, levantou a bandeira da permissão de Carteira de Habilitação feminina naquele país. De posse da sua carteira internacional, saiu às ruas ao volante e… cana nela!

 

Extraído de: http://is.gd/6hbAUy

 

MULHER É PRESA POR DIRIGIR

 

Por Caio Blinder

 

Em meio aos grandes eventos históricos que estão ocorrendo no mundo árabe nos últimos meses, como a revolução no Egito, a guerra civil na Líbia ou a sangrenta rebelião na Síria, um gesto de uma mulher na Arábia Saudita pode não chamar a atenção. Mas, às vezes, são pequenos gestos que guiam a história.


Manal al-Sherif, de 32 anos, foi detida acusada pelo crime de dirigir o carro. Exatamente. Na Arábia Saudita, é o único lugar do mundo em que é ilegal que as mulheres estejam no comando do veículo.


Quer saber mais? Clique no áudio e confira com o comentarista e correspondente da Jovem Pan em Nova York, Caio Blinder: clique em http://jovempan.uol.com.br/noticias/mundo/2011/05/mulher-e-presa-por-dirigir-na-arabia-saudita.html

– Ipad2 e as filas no Brasil! E os de Jundiaí?

 

Ouço agora de madrugada pelo rádio: Há brasileiros nas filas de lojas de eletro-eletrônicos para comprarem o Ipad2.

 

Como são burrinhos… ou melhor, ansiosos! Estamos prestes a produzir o equipamento em Jundiaí e haverá antes do final do ano uma redução drástica de impostos dos tablets (que poderão custar menos da metade do preço), e ainda assim as pessoas se sacrificam por tal aparelho.

 

Hoje, ao abrir minha caixa de entrada, há emails de mala direta com diversas empresas oferecendo o Ipad2 por volta de R$ 1700,00.

E você, o que pensa disso: vale a pena esperar o Ipad2 jundiaiense por metade do preço ou a ansiedade pela novidade não tem preço? Deixe seu comentário:

– O Exemplo que vem do Tennessee: Sexualidade, Homofobia e Crianças

 

O Tennessee (EUA) aprovou uma lei estadual curiosa e interessante: lá, fica proibido a discussão de temas sobre homossexualidade até o ensino médio.

Motivo- temas relacionados a sexualidade devem ser explorados pelos pais, e somente quando forem mais crescidos, abordados nas escolas.

 

A justificativa da lei é que muitas vezes está se despertando a precoce sexualidade das crianças, confundindo a cabeça deles antes mesmo de estarem preparados para entender questões sexuais.

 

Concordo!

 

Aqui o MEC divulga cartilhas infantis abordando homofobia, mas beirando a pedofilia (lamentavelmente). Confundem respeito aos gays com demagogia aos mesmos. Pior: constrangem a sociedade…

 

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Elitização do Futebol: um Conceito Polêmico

 

Amigos, revirando a blogosfera, deparei-me com um artigo interessante de Marcos Alvito. Para quem não o conhece, ele é membro da Associação Nacional dos Torcedores. Calma, não tem nada de torcida organizada na história, ele é um legítimo representante dos torcedores-consumidores, o público de bem dos estádios. Professor de Antropologia da UFF, escreveu sobre o desejo das entidades em elitizar o acesso ao futebol.

 

A idéia é a seguinte: cobrando mais caro, o torcedor terá mais benefícios no estádio e os mais pobres se afastarão. Ora, o problema do futebol é a condição financeira ou a educação?

 

Lembro-me de Marcelo Campo Pinto, da Globoesporte, que em uma palestra que tive a oportunidade de participar, disse mais ou menos assim:

 

“ir a um estádio de futebol deve ser um evento singular; às vezes, o cidadão irá uma única vez e isso deve ser marcante”.

 

A clara idéia é: o futebol deve ser acessado pelas mídias, não presenciado nas arquibancadas…

 

Abaixo, publicado originalmente no OESP, Caderno Esporte, B2, 12/12/2010

 

AOS RICOS, O FUTEBOL

 

Por Marcos Alvito

 

Os sinais estão por toda parte. Em 2005 o Maracanã fechou a geral, talvez o setor popular mais famoso do mundo, onde durante meio século floresceu uma cultura torcedora lúdica e carnavalesca. Em seu lugar foram colocadas cadeiras de plástico com preço seis vezes maior. O Maracanã, antes “o maior de todos”, vai virar um estádio para 76 mil pessoas. Esse encolhimento – que ocorrerá também nas dimensões do gramado – custará aos cidadãos “apenas” R$ 1,2 bilhão. Com a reabertura do estádio, calcula-se que os ingressos custarão pelo menos o dobro do que custam atualmente.


Recentemente realizou-se no Rio a Soccerex, feira internacional centrada no futebol-negócio. Nela, “especialistas” afirmaram que doravante o futebol brasileiro terá a classe A como clientela alvo, deixando de lado as classes B e C. Porque as D e E há muito não sentam em uma arquibancada. É claro que o evento foi financiado com dinheiro público. Em Santa Catarina, o Avaí aumentou em 50% o preço dos ingressos neste ano, passando de R$ 40 para R$ 60. No Paraná, o recém-promovido Coritiba já anunciou que aqueles que não aderirem a seu plano de sócio torcedor terão que desembolsar R$ 100 pelo ingresso avulso. Não é de se admirar que a média de público do campeonato brasileiro em 2010 tenha sido ridiculamente baixa: 14.839 pagantes. Isso é menos que a média do campeonato alemão da segunda divisão!


Não é o preço do ingresso o único fator para o afastamento do público. Hoje os estádios viraram estúdios para um show televisivo chamado futebol. No estádio-estúdio do Engenhão, que custou aos cofres públicos três vezes mais do que previa o orçamento, placas de publicidade impedem a visão de boa parte da linha de fundo, inclusive da linha do gol. Ingressos para esse setor “pagando pra não ver” custam, em jogo normal, R$ 30. A tabela do campeonato é alterada de uma semana para outra, modificando dias e horários sem respeito pelo torcedor. A rede de TV que monopoliza as transmissões há décadas transformou o futebol em sobremesa da novela, com jogos no meio da semana terminando por volta de meia-noite. Essa mesma rede é dona do pay-per-view, que a cada dia dá mais lucro. Ou seja: ela praticamente obriga os torcedores a se transformarem em telespectadores dos canais pagos.


Esse processo de expulsão dos torcedores mais pobres (ou menos ricos) é algo planejado e consciente. Ainda em 2004, o então presidente do Atlético Paranaense já afirmava que “o clube não precisa mais de torcedores, e sim de apreciadores do espetáculo”. Dentro dessa filosofia, proibiu a entrada de torcedores com bandeiras, tambores, faixas e camisas de torcidas organizadas. Por baixo de uma “nuvem midiática” vendendo a ideia de que estaria ocorrendo uma modernização do futebol brasileiro, o dinheiro do cidadão pobre financia, via impostos, sua própria expulsão. É um processo de Robin Hood ao contrário…


Chamar o futebol brasileiro contemporâneo de moderno, aliás, é piada de mau gosto. Por um lado temos uma estrutura política feudal mantida há décadas nos clubes, nas federações estaduais e na CBF. Por outro, o capitalismo selvagem na hora de extorquir os torcedores. A junção do atraso com a falsa modernidade é desastrosa.


Existe algo mais arcaico e tradicional que a venda de ingressos? Como vão sempre parar na mão dos cambistas? Será que as rendas reais são mesmo aquelas? Será que as gratuidades são mesmo aquelas? É um sistema obscuro que beneficia sempre os mesmos: empresas que fabricam os ingressos (e fazem adiantamentos aos clubes, presos a elas do mesmo modo que à televisão) e, mais uma vez, cartolas corruptos.


Por falar em polícia, qual é o principal instrumento de policiamento dos estádios? Investigação? Inteligência? Aparelhos sofisticados de filmagem? Acertou quem respondeu o cassetete, usado desde o Paleolítico. Em vez de prender e processar a minoria ínfima de torcedores que vai ao jogo para brigar, a polícia prefere bater. Desde quando o bom e velho porrete é sinônimo de modernidade?


A parte menos moderna, todavia, é o sistema de formação de jogadores. Milhões de jovens brasileiros sonham ser jogador de futebol. Poucos vão se tornar profissionais e, entre estes, pouquíssimos vão ganhar os altos salários que povoam o imaginário das classes populares. A formação de um jogador profissional demora em torno de 5 mil horas de treinamento em dez anos. Os clubes exploram essa mão de obra infantil sem nenhuma responsabilidade. Se o garoto de 11 ou 12 anos se machucar ou se não “servir” mais, o que ocorre? É simplesmente abandonado. Para onde vai? O Estado zela por ele? Regulação por parte do Estado, proteção aos jovens, preparação para a vida futura com ensino profissionalizante, nada disso ocorre.


Debaixo da bruma marqueteira que exalta a pseudomodernização assistimos a um processo de elitização perversa do futebol brasileiro. Perversa porque financiada com dinheiro do povo. Uma arte e cultura popular criada e mantida por gerações de brasileiros é saqueada em benefício de poucos. É o primeiro mandamento do futebol-mercadoria: dai aos ricos o futebol.

– Idiotices de Filosofias de Vida

 

Nesta sexta, foi condenado um skinhead que obrigou punks a pularem de um trem. Um morto e outro com o braço decepado (há 7 anos atrás).

 

Apesar da condenação, ele possui um mandato que o impede de ser preso até a última instância, em Brasília.

 

Motivos para o assassinato? Gravíssimos e sérios: um é skinhead e o outro era punk…

 

Como a vida não vale nada para imbecis que rotulam o próximo!

– Amor e Sexo, segundo Zezé di Camargo

 

Tido como grande compositor e de obra reconhecida pela crítica, o sertanejo Zezé di Camargo deu uma longa entrevista à Revista Isto É (edição de 18/05/2011, pg 08-12, por Patricia Digue). E me chamou a atenção um conceito dele sobre relacionamentos:

“Você pode ter um relacionamento sem amor, mas não um relacionamento sem sexo”.

Discordo plenamente. Relacionamento a base de sexo é carnal e passageiro; tende a durar pouco. É tara, vicio.

 

Penso que o Verdadeiro Relacionamento seja a base de carinho, compreensão e amizade; ele perdura, é justo e independe de sexo (que vira complemento na relação).


Pela lógica do compositor, se simplesmente um casal ficar impossibilitado de transar (por acidente ou acontecimento qualquer) acabou o amor? Então o “amor” não era AMOR…

E olha que o primeiro grande sucesso dele foi “É o amor”…


E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– A Boneca que é Amamentada pela Criança!

 

Há 2 anos, na Espanha, foi lançada uma boneca chamada “Glotón”, cuja característica principal é que ela mamava de verdade!

 

Agora, nos EUA, uma bonequinha similar faz sucesso. A criança coloca um sutiã postiço em que vai leite e “dá de mamá à sua filhinha”.

 

Adivinha se não deu confusão?

 

A polêmica gira em torno de: brincar de amamentar é sadio ou não?

 

Os americanos estão divididos: uns alegam que despertar o instinto da maternidade é bom e aflora os princípios da família; outros, rebatem que é um incentivo á sexualidade precoce.

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário: