– São Paulo, a cidade que vai parar!

O trânsito da capital paulista é infernal, isso é sabido. Mas veja esse dado da CET (a Cia de Engenharia de Tráfego): existem 7 milhões de carros rodando. Nos 17 mil quilômetros de vias, se colocássemos todos os veículos enfileirados, sobrariam apenas… 3 mil km livres!

Daqui há um tempo, se todos os carros fossem colocados na rua um na frente do outro, simplesmente não haveriam espaços disponíveis.

Enquanto isso, o transporte público…

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– Insensibilidade do Funcionário Público do Posto de Saúde

Em Rio Verde (GO), um funcionário abusou do bom senso: colocou um aviso onde dizia que “crianças que choram na fila de espera serão atendidas por ‘últimos’.”

Além de insensível, é burrrrro. Matou a língua portuguesa!

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– O Silêncio do Ocidente contra as Moças Sequestradas na Nigéria

Cerca de 200 moças foram seqüestradas na Nigéria enquanto estavam na escola, por um grupo radical islâmico, há quase 1 mês!

Como os fanáticos religiosos proíbem mulheres de estudarem, as fizeram de mercadoria e ameaçam vendê-las por US$ 15.00.

E o mundo se cala?

As jovens pobres da África não tem o mesmo valor? E se fossem americanas, brasileiras ou europeias?

Da BBC: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/05/140505_meninas_sequestradas_nigeria_mv.shtml

QUEM SÃO AS CENTENAS DE JOVENS SEQUESTRADAS NA NIGÉRIA?

Na noite do dia 14 de abril, homens armados – integrantes do grupo radical islâmico Boko Haram – invadiram um internato em Chibok, pequena cidade interiorana no Estado de Borno, no noroeste da Nigéria.

“Não se preocupem, não vai acontecer nada com vocês”, os invasores disseram às jovens estudantes que encontraram. Depois de se apoderar de alimentos e outros produtos encontrados no local, os homens colocaram fogo no prédio e partiram, levando-as.

Duas semanas após o sequestro, quase nada se sabe sobre o destino das mais de 200 jovens, a maioria entre 16 e 18 anos, que se preparavam para fazer seus exames finais.

Uma das hipóteses é a de que elas teriam sido levadas para Sambisa, um frondoso bosque cortado por riachos e habitado por antílopes e elefantes onde, antes da insurgência, moradores da região caçavam e pescavam.

Também há relatos de que algumas teriam sido vistas em caminhões na direção do Chade ou da República dos Camarões, onde seriam vendidas por US$ 15. Também na semana passada, surgiu a informação de que elas teriam sido forçadas a casar com sequestradores, que teriam pago US$ 12 por uma noiva.

Em um vídeo, o líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, confirmou que as jovens seriam vendidas. “Deus me orientou a vendê-las, elas são propriedades Dele e eu vou fazer o que ele me pediu”, disse.

Há mais de uma década, os militantes do Boko Haram estão empenhados em uma campanha violenta com o objetivo de derrubar o governo e estabelecer um Estado islâmico na região. O grupo se opõe ao que qualifica de “educação ocidental” de mulheres e quer a adoção da Lei Sharia (Lei Islâmica) no país.

Não há informações sobre as medidas tomadas pelo governo para resgatá-las – o que, segundo as autoridades, se deve à necessidade de não revelar detalhes por razões de segurança – e tão pouco sobre o número exato de estudantes sequestradas.

Inicialmente, falava-se em 230. Depois, houve relatos de que 40 teriam conseguido escapar. Posteriormente, o número se elevou para 276. E a cifra mais recente, fornecida à BBC pelo chefe de polícia nigeriano Tanko Lawan, é de que 223 meninas teriam sido sequestradas.

Em desespero, nigerianos saíram às ruas no dia 1º de maio para protestar e exigir que o governo faça mais para resgatar as jovens.

Quem seriam, no entanto, essas jovens que venceram o medo e apostaram na educação, um caminho arriscado em um Estado cuja capital é o berço do grupo Boko Haram?

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– Sou Branco, Sou Humano e Também sou Macaco!

#SomosTodosMacacos

Daniel Alves, jogador do Barcelona, foi hostilizado por racistas membros da torcida do Villareal (time cujo um dos ídolos foi o negro Marcos Senna). Jogaram uma banana para ele. O atleta pegou a fruta e a comeu, ironizando a atitude maldosa daqueles xenófobos.

Se negros, brancos, pardos, indígenas, amarelos são todos filhos de Deus, significa que existe só uma raça: a Raça Humana.

Somos todos um só. Somos todos “gente”. Somos todos humanos. Se os negros merecem bananas, também somos todos macacos.

Ótimo. DÊ UMA BANANA AO RACISMO!

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– Felicidade traz Depressão?

Jonathan Rottenberg é um renomado psicopatologista! E ele tem uma tese interessante: crê que o mundo “vive uma epidemia de depressão porque as pessoas querem se satisfazer a qualquer preço”.

Sabe aquela criança mimada que quer tudo e quando não tem fica emburrada? Assim também os adultos fazem, só que se deprimindo.

Ele alega que as pessoas têm a necessidade de buscar a felicidade pois foram condicionadas a isso, e tal situação faz mal a elas.

Aceitar a infelicidade é, portanto, saudável.

Profundo ou frustrante tal pensamento? Concorda ou discorda?

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– De Novo a Marcha da Maconha?

Novamente a cidade de São Paulo verá as manifestações a favor da Marcha da Maconha. E cresce o número de políticos e artistas presentes em defesa da liberação da droga.

Só mesmo quem nunca teve problemas na família com dependentes para tal defesa. É sábido o mal que a Cannabis provoca, mas o prazer e o dinheiro falam mais alto para muitos.

Que lobby essa potencial indústria tem! Triste.

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– Mitos que você acredita?

Paranóia total! E os caras que se deixam levar pelos “mitos” da Internet?

Quantas vezes já não mataram no Facebook o Bolaños, ator de Cháves?

E as correntes que comprovam o grande golpe das Copas do Mundo: a venda da Copa de 98 pela Nike à Adidas, tirando o título do Brasil e entregando de mão beijada à França?

Antigamente (e muitos crêem piamente nisso): Elvis Presley não morreu!

Pior: e os que atribuem o atentado de 11 de setembro promovido pelos próprios americanos?

São teorias das conspirações criadas e espalhadas na Web. No futebol, todo mundo tem alguma sobre seu time. Aliás, dos 20 clubes do Brasileirão, o torcedor fanático de cada uma das equipes credita perseguição à sua agremiação nas redes sociais.

Agora a onda é dizer que o avião malaio foi sequestrado e está em algum lugar aguardando o resgate aos terroristas!

Conhece mais alguma dessas maluquices?

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– Como Nasce uma Favela!

A velocidade impressiona: o que dizer da Comunidade Nelson Mandela, uma favela à beira do Rodoanel que inexistia há 3 meses e, de repente, surgiram 7000 barracos?

Lá ainda não tem energia elétrica, mas bares e drogas… E, claro, participação do MST e até um “dono / prefeito / líder da comunidade”.

Abaixo, extraído de:

http://m.estadao.com.br/noticias/cidades,favela-com-7-mil-barracos-se-forma-as-margens-do-rodoanel,1155638,0.htm

FAVELA COM 7 MIL CASAS SE FORMA ÀS MARGENS DO RODOANEL

Por Felipe Resk

OSASCO – A imagem é estarrecedora. Pela fotografia aérea, se vê uma enorme área verde, às margens do Rodoanel Mário Covas, em Osasco, apinhada de pontinhos brancos por todos os lados do morro. Na foto não dá para perceber direito, mas cada pontinho daquele corresponde a um barraco de madeira. Mesmo os motoristas que atravessam à toda a rodovia se espantam. Três meses atrás, não havia nada ali. Como uma favela apareceu, assim, do dia para noite? O que muitos não sabem é que os moradores anônimos “daquela invasão lá do Rodoanel” já têm adjetivo pátrio e tudo. São mandelenses: da Comunidade Nelson Mandela.

O terreno, uma propriedade privada de dimensão desconhecida, começou a ser ocupado em 14 de janeiro, exatos 29 dias após o enterro do líder sul-africano Nelson Mandela em Qunu, vilarejo onde cresceu. Até então, os novos moradores eram poucos, vindos de periferias de Osasco e de cidades vizinhas, principalmente Barueri e Carapicuíba, todas da Grande São Paulo. Capinaram o mato alto, improvisaram umas cercas e, em dois ou três dias, os barracos estavam prontos. As toras de madeira encontravam-se fincadas no chão duro, as folhas de madeirite bem pregadas nas toras e havia qualquer coisa por cima de tudo, sejam lonas pretas ou telhas de zinco. Estágio da construção que na comunidade é classificado como “só falta entrar”. Porque mandelense não mora, mandelense entra.

Duas semanas depois, o número saltou para 500 casinhas de madeira, tão precárias quanto as primeiras, construídas em lotes que seguem, bem mais ou menos, um padrão de 60 metros quadrados. Hoje, os moradores falam em 7 mil habitações, espalhadas de cima a baixo do morro, boa parte delas ainda sem energia elétrica, o que impossibilita a ocupação imediata. Se em cada barraco morar apenas uma pessoa, para considerar a possibilidade mínima, a população da Comunidade Nelson Mandela já seria superior a de 30% dos municípios de São Paulo. Há também bares e vendas no local. A cada instante, um caminhão carregado de material de construção pena para passar por ruas de terra, estreitas e acidentadas, obrigando quem está a pé a tapar o nariz com a camisa para não ter de engolir poeira.

A história da comunidade não é muito diferente de outras favelas e ocupações irregulares do Brasil. “A causa é primordialmente a pobreza”, diz o professor Antônio Cláudio Moreira, do Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo (USP), que pesquisa o assunto desde 1958. Na visão do professor, a ocupação é resultado da soma do déficit habitacional com um terreno desocupado. No caso específico, um morro na altura do quilômetro 11 do Rodoanel, então destinado à expansão de um aterro sanitário, que fica atrás do terreno. A região pertence à zona norte de Osasco, mas numa área de divisa com Barueri. Tão divisa que, quando questionada, nem mesmo a prefeitura de Barueri soube dar certeza se parte da comunidade pertencia ao seu território, sendo necessário verificação para confirmar ou desmentir qualquer palpite. Isso no final de março, quase dois meses depois do início da ocupação.

A Secretaria de Habitação de Osasco não confirma o número de habitantes na Comunidade Nelson Mandela. “Por ser área privada, a prefeitura não tem informações oficiais”, explica. Em nota, ainda afirma: “Ao que consta, os proprietários (do terreno) ingressaram com ação de reintegração de posse, em análise pela Justiça, sem sentença”. No entanto, o advogado Rafael Alves dos Santos, que presta consultoria jurídica aos atuais ocupantes, garante ter feito pesquisas no Fórum e na prefeitura de Osasco. “Até agora, não encontramos nada sobre reintegração de posse”, conta. O Ministério Público também diz não existir nenhuma ação referente ao caso em sua alçada.

Donos- Outra ponta solta da história são os proprietários daquela área toda. Na Comunidade Nelson Mandela, ninguém sabe quem são. A prefeitura de Osasco diz que, por atribuições legais, não pode informar a titularidade do terreno, apenas frisa ser particular, assim como o governo de São Paulo. “A comunidade está fora da faixa de domínio” é a justificativa da concessionária CCR, responsável por administrar o Rodoanel e que há dois meses monitora a situação por meio do setor jurídico da empresa junto às prefeituras de Osasco e Barueri. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) também não tem informações.

A prefeitura de Osasco informa que não foi procurada pela comissão de representantes da ocupação. Também afirma não se tratar, aparentemente, de uma região “indicada ao uso habitacional”, o que inviabiliza a consolidação da Comunidade Nelson Mandela naquele espaço. Para isso, aponta três motivos. O primeiro deles, porque é “de amplo conhecimento o risco existente de deslizamentos”, preocupação compartilhada pela concessionária CCR. O segundo é a existência do aterro sanitário, cuja expansão, diz, fica seriamente comprometida. E por último, por se tratar de uma área “não edificável ao longo do Rodoanel”.

“O terreno não exercia a função social da terra, ia virar um lixão”, contrapõe Santos. O advogado ainda planeja protocolar uma carta ao governador Geraldo Alckmin e outra ao prefeito de Osasco, Jorge Lapas, com o pedido de apropriação do local em favor dos mandelenses. Por enquanto, diálogos com a prefeitura e a Câmara Municipal de Osasco foram apenas informais. Ele também admite não ter sido feita qualquer análise técnica para avaliar as áreas de riscos da ocupação. “O terreno é antigo e forte, mesmo assim já estamos providenciando um engenheiro para fazer o laudo oficial”, diz.

Comércio-  Rafael Alves dos Santos tem certeza de que a Comunidade Nelson Mandela faz bem à região. “Eles movimentam o comércio local. Olhe só quanto não compraram de madeira.” Em uma conta rápida, cada barraco usa pelo menos 15 folhas de madeirite, vendidos a uma média de R$ 22 a unidade. Dessa forma, só as paredes das 7 mil moradias já teriam rendido mais de R$ 2,3 milhões aos armazéns locais. Os moradores também afirmam que, antes da ocupação, o terreno era deserto e mal iluminado, palco de assaltos e desovas de carro roubados recorrentes. “Era um espaço do medo, hoje é moradia”, diz Dariel José de Araújo, mais conhecido por Pernambuco, que vive há mais de 25 anos em periferias da zona norte de Osasco e agora é o titular da matrícula número 55 da Comunidade Nelson Mandela.

Entre trancos e barracos. Não há qualquer sinal de tristeza na voz ao responder por que foi para a comunidade. “É precisão”, diz simplesmente. Pernambuco estava entre os primeiros que chegaram ao terreno no dia 14 de janeiro e, hoje, divide um lote de pouco mais de 50 metros quadrados com a mulher e dois filhos. O barraco sequer tem janela ou água encanada. Mede, arrisca dizer, uns 30 metros. Os móveis se resumem a dois aparelhos de som pifados, resultado da instabilidade da corrente elétrica na ocupação, e uma cama de solteiro, onde descansa o filho mais velho. Mas vocês não são quatro? “Não tem problema, a gente forra o chão e dorme”, conta.

Pernambuco é um sujeito baixinho e desconfiado, talvez porque tenha vivido o suficiente para ser. “Os policiais já queimaram meu barraco três vezes”, fala com naturalidade. Na cerca ao redor do seu terreno é possível contar meia dúzia de madeiras com marcas de fogo. “Um me chamou de bandido. Eu respondi que não era, só não ia mais morar de aluguel.” Armador na construção civil, tem renda média de R$ 700, dos quais R$ 600 destinava mensalmente ao aluguel da antiga casa.

Críticas- Os moradores da Comunidade Nelson Mandela sabem que a ocupação não é bem vista por muita gente e que o mandado de despejo é uma possibilidade real. Para se organizar, convocaram o líder comunitário Carlos Eduardo Ventura, presidente da Frente Popular de Favelas de Carapicuíba, que logo articulou uma aproximação com o Movimento Sem-Teto do Ipiranga. Apesar de morar em Carapicuíba, a liderança – que cita artigos do Código Penal, anda com a camisa sempre ensacada e o celular pendurado no pescoço – tem passado a maior parte do tempo na ocupação às margens do Rodoanel para resolver questões internas.

“Aqui, todas as decisões são coletivas”, garante Ventura. As primeira medidas foram definir as ruas e numerar os barracos, passando a ser a matrícula de cada família. Na pauta: construir duas igrejas, uma escola e finalizar o cadastro interno dos ocupantes. A ideia de homenagear o líder da luta contra o apartheid foi dele. Lá, ninguém entra sem a sua autorização.

No início de fevereiro, a Guarda Municipal de Osasco investiu contra a Comunidade Nelson Mandela, segundo os moradores sem qualquer aviso prévio. Acabou expulsa a pedradas. “Chegaram atirando, mano, foi tiro de tudo, de borracha, de calibre 12, de 38”, conta um dos mandelenses que tem no celular o vídeo do momento em que o contingente bate em retirada pelo Portal D’Oeste II, o bairro vizinho. “Ó, é bala demais”, mostra. Ao menos dois ocupantes ficaram feridos. “Agora eles vão ter que responder na corregedoria por tentativa de homicídio qualificado e abuso de poder”, diz Carlos Eduardo Ventura.

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– Os Pegadores e as Vagabundas

Na minha juventude, homens que saíam com muitas garotas eram invejados e chamados de ‘garanhões’. Mulheres que saíssem com muitos homens tinham outros nomes pejorativos e eram detestadas, rotuladas de prostitutas!

Ruth de Aquino, importante colunista, escreveu há dias uma importante coluna sobre esse comportamento machista e sobre o número de parceiros (as) sexuais dos dias atuais.

Interessante, extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI127931-15230,00-OS+PEGADORES+E+AS+VAGABUNDAS.html

OS PEGADORES E AS VAGABUNDAS

por Ruth de Aquino

Jovens mulheres têm três vezes mais parceiros sexuais do que tinham suas avós na mesma idade, segundo uma pesquisa com 3 mil moças de até 24 anos na Inglaterra. A pesquisa revelou que elas já tinham feito sexo com, em média, 5,65 homens. Uma em cada dez entrevistadas disse ter ido para a cama com mais de dez parceiros. Assim que os dados foram divulgados no blog Sexpedia, da jornalista Fernanda Colavitti, em epoca.com.br, uma espécie de ódio machista se abateu contra aquelas que muitos chamavam de “vagabundas”. Os comentários raivosos refletem a reação sincera de muitos homens ao encontrar uma mulher livre para exercer seu desejo. No Ocidente, até os anos 70 a virgindade era o tabu. Era vergonhoso para um homem casar com defloradas. O hímen era exibido como troféu. Felizmente, esse tempo passou.

Agora, é como se os machistas usassem a quantidade de parceiros para rotular uma mulher como “direita” ou “fácil”. “Posso ser machista e antiquado, mas mulher que teve mais de cinco parceiros não merece respeito”, diz o comentário do internauta Juliano ao post no Sexpedia. “Não sou preconceituoso, mas me incomodaria casar com uma mulher que muita gente já provou”, afirma Ricardo. “Saudades de quando havia uma distinção entre mulheres corretas e vagabundas”, diz Evandro. “Não quero pegar resto dos outros”, escreve Renato.

É sintomático como essa atitude muda completamente quando entra em jogo o número de parceiras sexuais do homem. Aí, o “garanhão” de antigamente hoje se chama “pegador”. Bom de cama, contribui como macho para a reprodução da espécie, faz pose de experiente e conquista um indisfarçável respeito de seus pares masculinos. Mas a mulher que transa com muitos é logo tachada de “vagabunda”. Qual seria o número mágico de parceiros sexuais que transforma uma jovem normal em promíscua aos olhos machistas? Três, cinco, dez, 20? “O número não importa tanto”, diz o psicanalista Francisco Daudt. “O que mais apavora um homem nessa hora é o fantasma de, sem saber, criar um filho que não seja dele.”

Os homens mais agressivos com as mulheres livres sentem dificuldade de lidar com a ideia de que elas têm desejo sexual próprio. “É como se a virilidade deles fosse transferida para elas”, afirma o psicanalista Contardo Calligaris. São homens capazes de agredir uma mulher por estar de saia curta. A vida sexual deles costuma ser frustrante, limitada e triste.

O antigo “garanhão” virou “pegador”. Mas mulher com vários parceiros é tachada de “vagabunda”. É ridículo

“Quando eles chamam a mulher de rodada, como um carro de terceira mão, isso não tem a ver com o uso de seu corpo, mas com o medo que ela desperta”, diz Calligaris. “O rapaz pensa: ela sabe fazer sexo melhor que eu. Meu desempenho será comparado ao de outros, mais experientes.” De acordo com a sexóloga Carmita Abdo, “vagabunda é aquela mulher que você quer, mas não te quer”. Aquela que transou com vários não estaria interessada em estabilidade. “Será que eu vou dar conta?”, pensa ele. Como se pudesse controlar a futura dor de uma rejeição ou troca.

Ninguém está sugerindo que é mais feliz quem faz sexo com muita gente, seja homem ou mulher. Mas as moças têm o direito de, caso queiram, experimentar o sexo com responsabilidade e sem culpa. Às vezes, elas próprias mentem. Em epoca.com.br, Luiza fez o seguinte comentário: “Tive de 20 a 25 parceiros e tenho 27 anos. Como sei que a maioria dos homens é machista, sempre digo que tive dois parceiros, o ex e o atual! Muitos homens são bobos. Outros não colocam o número de parceiros como fator determinante do caráter de uma mulher. Esses merecem respeito”.

Os machistas são exceção? Ou a maioria dos adolescentes e adultos de hoje pensa como eles? “Nos últimos anos, os adolescentes se tornaram muito mais caretas”, diz Calligaris. “Essa história de beijar dez ou 20 numa balada parecia ser uma continuação da liberação sexual. Nada disso. É superfície.” Para que insistir em saber quantos parceiros alguém teve no passado? Como diz Daudt, “se soubéssemos em detalhe a vida sexual que cada um leva, e as fantasias de cada um, ninguém ficaria com ninguém”.

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– Dia da Mentira

E hoje é dia de contar lorota!

Eu não gosto de mentiras. Sempre ouvi que uma mentirinha é a mesma coisa que uma mentirona; portanto, ambas são mentiras. Também aprendi que “mentir vicia” e que o “Diabo é o pai da mentira”.

Tudo isso é correto. Mas é inegável que hoje é um dia divertido, de se brincar de mentir.

Já fez sua gozação a alguém? Tomara que de maneira saudável, sem bulinar ninguém, ok?

Extraído de: http://www.calendarr.com/brasil/dia-da-mentira/

DIA DA MENTIRA E DIA DOS BOBOS

O Dia da Mentira, também conhecido como Dia dos Bobos, é celebrado no dia 1º de abril e é uma data onde as pessoas contam mentiras e pregam peças em seus conhecidos por pura diversão.

Ele é comemorado por crianças e adultos, e existem brincadeiras que persistem por vários anos, alguns chegam a ser de humor negro, que são aquelas que ridicularizam e humilham as pessoas, mas em geral, são brincadeiras saudáveis.

Origem do Dia da Mentira

Há muitas explicações para o dia 1º de abril, uma delas diz que a brincadeira surgiu na França, pois no século XVI, o Ano Novo era comemorado dia 25 de março, as festas duravam uma semana e iam até dia 1º de abril.

No ano de 1564, o Rei Carlos IX adotou oficialmente o calendário gregoriano, passando o Ano Novo para o dia 1º de janeiro, porém muitos franceses resistiram a mudança e continuaram seguindo o calendário antigo. As pessoas começaram a fazer brincadeiras e ridicularizar essas pessoas, que eram conhecidos como bobos por seguirem algo que não era verdade.

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– A Distorção dos Brasileiros Mal Educados quanto ao Estupro!

Pesquisa do Ipea divulgada ontem aponta: 65% dos brasileiros concordam que mulheres que usam roupas indecentes “merecem ser atacadas”. Segundo eles, elas acabam provocando os homens e são culpadas pelos casos de estupro “porque provocam” (texto de “O Globo” de hoje…).

Não vi a metodologia, tampouco o universo pesquisado. Mas o número é muito alto dos que pensam assim.

Nessas horas, fico tentando entender: é somente uma questão educacional ou a índole é essa mesma, animalesca?

vergonha de ser brasileiro nessas horas…

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– Os valores para as ofensas a seres humanos!

Real Garcilasso foi multado em 20 mil dólares pelas ofensas racistas ao jogador Tinga. Uma multidão nas arquibancadas o ironizou.

Mogi-Mirim foi multado em 50 mil reais pelas ofensas ao jogador Arouca. Alguns poucos torcedores o ofenderam na saída do campo.

As penas são proporcionais ou justas?

Acho que não. Os racistas estão nas ruas e por cinquentão o assunto foi resolvido para as entidades. Aliás, tanto Conmebol e FPF acabaram faturando com essa história, não? Afinal, o dinheiro não vai para nenhum dos ofendidos, tampouco para obras assistenciais (e pago pelos clubes).images.jpg

– As Empresas nas Mídias Sociais trazem Simpatia ou Amolação?

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, escreveu dias atrás em sua coluna mensal na Revista Época Negócios (Maio/2010) sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

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– Pesadelos Noturnos: Como Controlar os Sonhos Ruins?

Você já tentou criar um roteiro para seus sonhos? Já percebeu, no meio de uma aventura ruim, que aquilo não era real mas sim um pesadelo?

Olha que legal: dicas de “como controlar seus sonhos”, manipulando-os para seu interesse!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/224849_COMO+CONTROLAR+OS+PESADELOS

COMO CONTROLAR SEUS PESADELOS

Novos tratamentos conseguem impedir que os sonhos ruins aconteçam ou até mudar seu conteúdo

por Rachel Costa

Por quase toda a vida, a promotora de Justiça Ana Marta Orlando, 66 anos, teve suas noites assombradas por um inimigo silencioso e assustador: os pesadelos. O mais recorrente a transportava, em um momento da noite, para um imenso deserto. Solitária, ela começava a caminhar sem rumo e, a cada passo, sentia os pés afundar na areia fofa. Não bastando o desespero de se sentir engolida pelo chão, em determinado momento, ao olhar para trás, percebia a presença de um beduíno montado sobre um imenso camelo a cortar o ar com espadas. Desesperada, tentava apressar a caminhada, mas as pernas se afundavam cada vez mais na areia até que o perseguidor a alcançava e ela acordava sobressaltada. “Suando frio e com o coração aos pulos”, relembra Ana Marta, que, assim como outros milhões de brasileiros, tinha pesadelos crônicos, problema que dificilmente rompe as paredes do quarto de dormir para chegar ao consultório médico. “Ter pesadelo esporadicamente é normal. Quando isso começa a se tornar repetitivo, porém, se torna doença”, alerta a neurologista Márcia Pradella-Hallinan, da unidade de medicina do sono do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. A prevalência gira em torno de 2% e 6% da população mundial, com maior incidência sobre as crianças. Mesmo assim, é comum quem tem pesadelo manter sigilo sobre o problema. Os próprios cientistas relegaram, por muito tempo, os sonhos ruins a um segundo plano. Para o bem de quem sofre com o problema, isso mudou nos últimos anos com a injeção de recursos para pesquisa após a constatação de que pesadelos eram recorrentes em veteranos de guerra americanos.

Durante décadas, os sonhos ruins estiveram sob a égide da psicanálise. Os últimos estudos científicos, porém, mostram que não apenas fatores psicológicos explicam sua existência. Freud não morreu para a medicina do sono, mas agora divide espaço com conhecimentos sobre o funcionamento do cérebro e do aparelho respiratório. Com isso, o divã ganhou aliados como pílulas, eletrodos e máscaras de ar. “Vários pacientes veem seus pesadelos desaparecer após o tratamento para apneia”, disse à ISTOÉ o cientista Barry Krakow, referência mundial em medicina do sono, hoje à frente de um centro particular para o tratamento de pesadelos nos Estados Unidos. A razão, acredita-se, é que nesses casos as imagens aterradoras não passam de uma estratégia do organismo para nos despertar, cessando a interrupção no envio de oxigênio para o cérebro – principal característica da apneia. Quando o problema respiratório é tratado, junto com ele se vão os pesadelos.

A guinada que deu condições para essas mudanças foi dada pelo psiquiatra Allan Hobson, na década de 70, que mostrou que o cérebro está ativo e consciente enquanto dormimos. Hobson inspirou a busca de outros métodos para entender os pesadelos. Uma consequência da mudança foi a criação de técnicas focadas no controle direto desses sonhos. A principal foi a terapia de ensaio da imagem, descrita em 2001 por Krakow e uma equipe de outros 15 cientistas. Durante seis meses, eles acompanharam 114 voluntários que haviam desenvolvido estresse pós-traumático em decorrência de violência sexual e, consequentemente, pesadelos. Foi proposto à metade dos participantes que, antes de dormir ou durante o dia, imaginassem o que gostariam de sonhar à noite. O conteúdo não deveria ser necessariamente feliz, mas obrigatoriamente distinto das imagens aterrorizantes de seus pesadelos. Quem fez o exercício reduziu os sonhos ruins no período em mais da metade. “Dez anos depois, esse ainda é o principal tratamento para pesadelos”, opina o criador do método. A pesquisadora Anne Germain, da Universidade de Pittsburgh e integrante da equipe de Krakow em 2001, concorda com o antigo tutor, mas acrescenta uma opção à lista. “Existe um fármaco, a prazosina, que não pode ser descartado”, disse à ISTOÉ.

O remédio foi parar na lista de terapias para o sono por acaso. Quando começaram as pesquisas, o objetivo era buscar uma nova droga contra hipertensão. Durante os testes, viu-se que as pessoas medicadas dormiam melhor e seus sonhos negativos se tornaram raros. Daí os cientistas tiveram a ideia de testar a droga em pacientes com transtorno do estresse pós-traumático. “O pesadelo é um dos sintomas do transtorno e é raro um paciente não sofrer com ele”, diz a psiquiatra Adriana Moz­zambane, do Programa de Atendimento a Vítimas de Violência da Unifesp.

Recentemente, em Praga, na República Tcheca, foi divulgada uma revisão das pesquisas sobre o assunto confirmando os resultados positivos. “Há evidência da eficácia da prazosina para tratar o pesadelo nos casos de estresse pós-traumático”, disse à ISTOÉ Simon Kung, da Clínica Mayo e líder do estudo. “Supomos que o remédio aja sobre os receptores de noradrenalina, superestimulados durante os pesadelos.” Mas há critérios para sua indicação. “O remédio só é receitado quando o sonho ruim é recorrente e a pessoa vivencia situações muito desagradáveis durante ele”, afirma o neurologista Shigueo Yonekura.

Outro desejo antigo de quem sofre de pesadelos é mudar seus enredos apavorantes. “Na última semana, sonhei várias vezes na mesma noite com a mesma coisa”, diz o compositor Cauê Procópio, 39 anos. “Quando começava de novo, já sabia o que aconteceria, mas não conseguia sair do sonho.” Foi o mesmo problema que fez o fotógrafo Lilo Faria, 30 anos, descobrir os estudos do cientista Stephen LaBerge, criador da teoria dos sonhos lúcidos. LaBerge gastou os últimos anos pesquisando técnicas para tornar possível mudar o enredo onírico. O resultado foram três livros – o último, “Sonhos Lúcidos: Um Guia para Acordar em seus Sonhos e em sua Vida” (2004) – e uma engenhoca formada por uma máscara para dormir e um sistema de luzes, chamado NovaDream.

O aparelho detecta a fase REM do sono – a mais profunda e quando ocorrem os sonhos – e começa a emitir sinais luminosos. Esses impulsos são incorporados às imagens oníricas. O sonhador pode, por exemplo, transformar a luz em uma ambulância ou em um semáforo. O importante é reconhecer a fase REM e tentar interferir em seu conteúdo. É o mesmo que Faria faz, só que sem a máscara. Quando se percebe em um pesadelo, ele faz uma espécie de teste para saber se está dormindo. “Um dos exercícios é olhar para as minhas mãos e tentar contar os dedos. Quando dormimos, não conseguimos fazer isso”, explica. Se percebe que está adormecido, ele começa a brincar com a realidade onírica. “Não tem problema se machucar, por exemplo, se é sonho.”

Mas nem só de teorias mirabolantes e novos tratamentos vive a medicina do sono. Os velhos conselhos das avós – dormir cedo e não comer muito à noite – seguem válidos para evitar a desagradável surpresa de ser surpreendido na madrugada. “Hábitos de sono e alimentares não são a causa dos pesadelos, mas ajudam a perpetuá-los”, fala o neurologista Leonardo Goulart, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

O gerente de contas Rogério Barbacena, 33 anos, sabe disso. Vítima dos pesadelos, ele costumava perder duas ou três noites por semana. Exausto, buscou ajuda. Primeiro, foi a uma nutricionista, que montou um cardápio noturno mais leve e o proibiu de exagerar na dose de comida antes de ir para a cama. “Só com isso melhorou em 80%”, afirma. O segundo passo, em andamento, é marcar o exame de polissonografia para descobrir se existe alguma doença causando os pesadelos. Outro hábito incorreto, ele já sabe que tem: dorme tarde e pouco.

Hábitos noturnos, de acordo com estudo realizado com 3.978 pessoas no Canadá, são combustível para os sonhos ruins. “Notívagos geralmente são mais ansiosos, depressivos, fumam mais e possuem uma espécie de ‘jetlag’ social quando dormem em horários não usuais do ciclo circadiano”, disse à ISTOÉ o líder do estudo, o psiquiatra Tore Nielsen, da Universidade de Montreal. O ciclo circadiano corresponde aos horários biológicos do corpo. Quando há uma discrepância entre o horário em que se deveria dormir e o momento em que ocorre o sono REM, acredita Nielsen, fica-se mais suscetível ao pesadelo.

Além da causa, alterações no sono podem ser consequência do sonho ruim. “Teve um período em que comecei a trocar o dia pela noite para tentar fugir dos pesadelos. Passava a noite vendo televisão ou no computador, com receio de dormir”, conta a diretora de marketing Daniela Junqueira, 23 anos. Receosa, ela só cochilava tranquila quando ia dormir ao lado da mãe, a psicoterapeuta Eliete Matielo. O que tanto assustava a jovem: sentimentos de ansiedade e angústia que a faziam acordar durante a noite. Os pesadelos se prolongaram por quase todo o último ano. Na terapia, descobriu serem resultado de um relacionamento atribulado.

Por ser tão incômodo, é difícil crer na utilidade dos sonhos negativos, mas, para muitos cientistas, quando ocasionais, eles podem fazer bem. Um dos nomes mais conhecidos é o psicólogo finlandês Antti Revonsuo, autor da teoria dos sonhos simulatórios, segundo a qual, do mesmo modo como os jogos de realidade virtual, sonhos e pesadelos serviriam para nos preparar para situações que podem acontecer no mundo real. O temor à morte de alguém querido, por exemplo, quando vivido com muita intensidade, é um sentimento paralisador. Sonhar com isso não deixa de ser desagradável, mas é útil. “Funcionaria como um elemento de simulação das consequências de algo que a princípio é impensável, mas que pode ocorrer”, defende o neurocientista Sidarta Ribeiro, um dos expoentes nos estudos dos sonhos no Brasil. Não ter mais pesadelos, compara Sidarta, seria como perder o radar para coisas perigosas.

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– Moralidade Total Flex

Pesquisa americana mostra: tendemos a ser mais honestos quando somos lembrados que deve existir honestidade; que existe o vírus da desonestidade e que ele é contagioso; e que nossos princípios mudam conforme o cenário.

Será que você concorda com esses resultados e outros mais polêmicos ainda?

A matéria sobre esse assunto intitulado “Moralidade Total Flex” está aqui: bit.ly/OFvJC5

– Vergonhosos casos de Racismo que nunca dão em nada

Mais dois casos tristes de racismo: após ter apitado o jogo Veranópolis x Esportivo de Bento Gonçalves, o árbitro gaúcho Márcio Chagas deparou-se com o seu carro atingido por… bananas! Até no escapamento enfiaram uma fruta.

Imagine como o cara recebe tal mensagem simbólica de desprezo à figura humana…

Em Mogi Mirim, no jogo do time da casa contra o Santos, Arouca saia de campo e um pobre de espírito o chamou insistentemente de macaco.

Pense como o cidadão deve se sentir…

Cá entre nós: tudo isso é um problema educacional, de pessoas que não conseguem viver em sociedade. Gente da pior estirpe e que deveria estar na cadeia. Sim, prisão, pois aquele que despreza de tal modo o seu semelhante tem dificuldade de convívio social.

Mas há os oportunistas de plantão. A Federação Paulista de Futebol interditou o estádio Romildo Correia por culpa do acontecimento de Mogi. Ora, a culpa é do clube? Foi o estádio quem xingou o atleta? O concreto é preconceituoso? Pior: Rivaldo, o presidente do time, por acaso é polaco, alemão ou sueco?

Por fim: interditar vai resolver o quê? Punam o torcedor exemplarmente e eduquem o povo.

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– Selfie ou Braggie?

Muitos gostam de se autofotografar e colocar nas redes sociais seus rostos. A isso se dá o nome de Selfie. É um modismo. Mas sabia que ele também está saindo de moda?

Agora está em voga o Braggie, que é um “Selfie de Ostentação”.

Está comendo um belo camarão na praia? O cara fotografa e coloca na rede social. Praia com os amigos? Faça os outros morrerem de inveja. E por aí vai.

Comportamento social de emergente – é nisso que se resume o Braggie!

Sobre o tema, abaixo, extraído do Portal Jovem Pan:

BRAGGIE

Viagens, restaurantes, carrões, jatinhos. Depois da onda do “selfie” (tipo de fotografia em que a pessoa clica ela mesma e posta o resultado nas redes sociais), os famosos resolveram investir no “braggie”, imagem feita unicamente para mostrar que estão bem de vida – e deixar os amigos morrendo de inveja. Confira alguns na galeria a seguir!

Clique em: http://jovempan.uol.com.br/entretenimento/famosos/braggie-nas-redes-sociais-moda-agora-e-fazer-inveja-aos-amigos.html

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– PM Ninja contra a Violência?

A Polícia Militar resolveu abandonar as armas e colocou para enfrentar os truculentos Black Blocs oficiais treinados em artes marciais.

Mas e as bombas, os bandidos, rojões, facas e estiletes? Serão desarmados com as mãos?

Quer dizer que os “anjinhos mascarados” – e que comprovadamente são financiados para promoverem arruaça em protesto pago – não podem se machucar. Mas os policiais, pais de família trabalhadores, podem?

Bola fora do comando…

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– Trabalho e Remuneração mundo afora

Você sabia que o brasileiro é um dos trabalhadores cuja remuneração tem menos poder de compra comparando-se com a carga horária entre países desenvolvidos?

Observe a sequência abaixo:

País – Jornada de Trabalho – Salário Mínimo Mensal em Dólares

Coréia do Sul – 55h – 904

EUA – 40h – 1257

Alemanha – 38h – Não há

França – 35h – 1855

Brasil – 44h – 306

(Extraído de Superinteressante, Ed 289-A, Verdades Inconvenientes, Março/2011, pg 57).

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– Para evitar a Cocaína, comece evitando o… Cigarro!

É isso mesmo. Para chegar até a Cocaína, há elementos que contribuem, e a Nicotina, segundo comprovação científica, é um deles. Abaixo, extraído da Science Translational Medicine.

Em: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5450641-EI8147,00-Nicotina+pode+abrir+a+porta+para+consumo+de+cocaina+diz+estudo.html

NICOTINA PODE ABRIR A PORTA PARA CONSUMO DE COCAÍNA, DIZ ESTUDO

A nicotina provoca mudanças no cérebro que podem abrir a porta para o consumo de cocaína, revela um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Science Translational Medicine.

Estudos anteriores relacionaram o consumo de álcool e tabaco com o uso progressivo de outras drogas, como a maconha, mas agora o professor Amir Levine, da Universidade de Colúmbia, analisou a base biológica deste efeito e descobriu em um estudo com ratos que a nicotina aumentou a resposta à cocaína.

A resposta do animal foi mais positiva para cocaína quando os ratos que foram “pré-tratados” com nicotina depois receberam doses de nicotina e cocaína ao mesmo tempo.

Os pesquisadores sugerem que a nicotina aumenta a habilidade da cocaína para aceder e aumentar a expressão do gene FosB, que codifica uma proteína que é um fator de transcrição, ou seja, que regula muitos outros genes por sua vez envolvidos na resposta conductual perante a cocaína, explicou à Agência Efe Ruben Baler, do Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos Estados Unidos.

Baler apresenta também junto com a diretora deste Instituto, Nora Volkow, um estudo em perspectiva relacionado com o de Lavine, centrado nas mudanças epigenéticas (processos genéticos que não envolvem mudanças na sequência de DNA do animal) da nicotina.

Baler indicou que o tema geral tem a ver com a teoria de que as drogas são usadas em sequência, “primeiro as pessoas começam a usar uma droga que seja mais leve e pouco a pouco tendem a usar drogas mais pesadas, mais perigosas”.

Segundo o pesquisador, porém, “não está claro por que há uma sequência, se acontece por uma mudança morfológica que vai ocorrendo no cérebro e torna a pessoa ser mais vulnerável ao uso de drogas mais pesadas, ou se simplesmente a pessoa usa o que é mais acessível no início e depois usa outra coisa mais pesada”.

Para Baler, “possivelmente é uma combinação de ambos os fatores”, já que há evidências de que ocorrem mudanças estruturais funcionais em vários níveis no cérebro, de modo que o animal é mais sensível à cocaína.

“O que este estudo mostra de maneira bastante contundente em um modelo animal é que o uso crônico da nicotina durante sete dias de exposição muda basicamente parâmetros muito importantes no cérebro, o que faz com que o animal seja mais vulnerável e sensível aos efeitos da cocaína”.

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– O Depressivo Boa Vida?

Ele foi afastado do serviço por depressão. É juiz federal, se chama Marcelo Antonio Cesca, recebe R$ 23.997,00 integralmente e postou no Facebook e no Instagram:

Eu agradeço ao Conselho Nacional de Justiça por estar há 2 anos e 3 meses recebendo salário integral sem trabalhar, por ter 106 dias de férias mais 60 dias pra tirar a partir de 23/03/14, e por comemorar e bebemorar tudo isso numa quinta-feira à tarde do lado de minha amada gata de 19 anos!

Parece brincadeira, né? E o cara ainda diz que está com depressão?

Olha a foto do cara-de-pau:

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– Ufa, está acabando o Horário de Verão!

Ainda bem… Na virada deste sábado para domingo terminará o Horário de Verão. Respeito quem gosta dele, mas eu detesto!!!

Acordar com o dia bem escuro, ir embora ainda com calor e clarão… Muito cansativo!

E nas salas de aula? Não há professor que aguente as “primeiras aulas” ainda com sol.

O horário de verão é ótimo para quem pode curtir a tarde/noite numa caminhada, tomando um chopp ou algum outro programa. Para quem ainda está no trabalho, é horrível.

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– São Valentim: Dia dos Namorados no Mundo; Dia da Amizade no Brasil

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE.

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperadorCláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

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– O Custo do Seguro em Veículos em Jundiaí

Todos nós sabemos que, se em uma cidade a violência é maior, o preço do seguro do carro subirá proporcionalmente. E dependendo das características do dono do veículo e da “atração” que o modelo tem à bandagem, o valor explode!

O Bom Dia dessa segunda-feira (matéria de Danilo Sanches, pg 2-3) trouxe uma matéria curiosa: quanto custa um Gol 2013 para motorista masculino de 30 anos. Assustei!

Em São José do Rio Preto, o seguro sai por R$ 1.683,39.

Em Sorocaba, nas mesmas condições, R$ 2.447,39.

Em Campinas, R$ 2.711,30.

Em Jundiaí… o mais caro da região: R$ 2.749,33.

Pior é o preço nas cidades da Grande São Paulo: no ABCD, não sai por menos de R$ 3.000,00 (Diadema R$ 3.522,20).

Cá entre nós: é muito dinheiro gasto por culpa da insegurança.

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– O Lastimável reclama que a ação da Polícia é Lamentável?

E a pendenga criada entre prefeito paulista e governador paulista frente a Cracolândia?

Lugar de zumbis humanos, a região central de São Paulo é horrorosa por culpa de pessoas que ficam à toa drogados, consumindo todo tipo de entorpecente e mostrando aos olhos do povo a degradação causada pelo vício.

Eis que o prefeito Fernando Haddad criou o “Projeto Braços Abertos”, chamado também ironicamente de “Bolsa Crack”. O propósito é: tirar o viciado da rua, dar hospedagem e R$ 15,00 em dinheiro vivo por dia.

Eu não concordo com tal iniciativa. Cadê o trabalho e a ocupação? Dar dinheiro a eles só fará com que o consumo seja mais confortável a eles…

Eis que o Denarc, nessa semana, resolveu prender 4 traficantes na região e investigar um possível Policial Civil envolvido com a distribuição de drogas. Ao prender um dos bandidos, os viciados se revoltaram e destruíram viaturas; claro, o traficante é alguém adorado por eles, pois sem o distribuidor, não há drogas. A Polícia soltou bombas de efeito moral e saiu dali.

Mas não é que o Prefeito classificou como “Lamentável” a ação da PM em agir sem avisar que estaria por lá? E condenou que ela vá à Cracolândia prender traficante, pois pode revoltar o pessoal.

É ou não o fim do mundo?

Para mim, declaração infeliz e lastimável. Feliz foi o Governador ao dizer que “se não tirar o traficante o tráfico não acaba”.

Aliás, o que você acha desse “Braços Abertos”? Deixe seu comentário:

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– Parabéns ao Falecido ou Sobrevivente Orkut?

No atual estágio da civilização, modernidades nascem e morrem rapidamente. É o clico de vida dos produtos. Vejam o caso do videocassete: me lembro quando meu pai entrou num CONSÓRCIO para comprar um… era algo de outro mundo mesmo!

E o Fax? Loucura, né? Passar um papel e o cara receber a cópia dele em qualquer lugar do planeta.

Hoje, o Orkut faz 10 anos. Quando surgiu, uma febre. Mas… será que já morreu de verdade?

O Estadão trouxe motivos para não abandonar essa rede social que parece ser “tão antiga”.

Abaixo, em:

http://blogs.estadao.com.br/link/10-motivos-para-sentir-saudade-do-orkut/

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– Rolezinho da Maconha?

Está no Jornal Regional de Jundiaí, do Ivan Marcos Machado:

Rolezinho da erva …
Uma amiga conta que, enquanto a Polícia estava voltada para o rolezinho no Maxi, um grupo fez convocação para rolezinho da maconha na região do Nature, no Eloy Chaves.

Meu Deus. Estamos chegando ao fundo do poço, não?

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– E o tal do “Rolezinho”?

Se você tem por volta de 40 anos, sabe que o termo “rolê” significa para nós “dar uma volta descompromissadamente”, “distrair por aí” ou algo que o valha. Hoje, surgiu o tal de “rolezinho no shopping”, que está dando o que falar!

Jovens da periferia se organizam para em grande grupo de pessoas “passear” nos centros de compra. E, como em qualquer grande aglomeração, sempre poderá dar confusão.

Há registros de furtos a clientes e tumultos. Alguns dizem que não é culpa da turma do rolezinho, mas sim algo independente disso.

Não sejamos hipócritas: um pai estaria a vontade passeando com suas crianças pequenas se uma multidão agitada adentrasse de repente num shopping? Claro que não. Alguns dizem que os críticos são burgueses que não querem os pobres por lá. Ora, que bobagem, o tumulto independe da condição financeira, mas sim da educacional, já que a aglomeração se torna incontrolável.

Os shoppings estão entrando na Justiça para proibir tais passeios, e isso gerou mais críticas. Sendo lugares privados, teriam ou não o direito?

O que não se pode é defender o rolezinho como válvula de escape àqueles que não tem diversão. Ou vai querer me convencer que são 600 ou 700 amigos que se conhecem e juntos irão apenas se distraírem?

E você, o que acha do “rolezinho” nos shoppings?

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– O Segredo da Sedução dos Políticos?

Não sei. Mas já repararam quanto deputado septuagenário tem namoradinha de 18 anos?

Paul Flynn, parlamentar da Inglaterra, certo dia tentou explicar esse segredo:

Por razões inexplicáveis, parlamentares – mesmo os feios, burros e apagados – exercem atração sobre o sexo oposto.”

Hum… seria atração financeira, do poder ou outra qualquer? Deixe seu comentário:

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– Correios não Entregarão Cartas em Lugares de Violência. Principalmente em… Jundiaí!

Os Correios não entregarão mais cartas em alguns pontos de diversas cidades por culpa da: violência!

É o cúmulo, mas é a realidade. Não dá para aceitar isso. O que as autoridades estão fazendo DE VERDADE para acabar com a criminalidade da nossa sociedade?

Em Jundiaí, bairros como São Camilo, Jardim Tarumã, Jundiaí-MIrim, Novo Horizonte e até o Caxambú estão na lista.

Eu fico envergonhado ao ler isso. Nossa sociedade aceita isso numa boa? A solução será escolta armada!!!

Para aqueles que não receberem suas correspondências, terão que buscá-las na Agência Central do Correio em Jundiaí. A que ponto chegamos…

Involução.

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– Gestão de Carreira e Equilíbrio Emocional dos Jogadores

Depois do julgamento da Portuguesa no STJD que rebaixou a equipe do Canindé, o inconformismo ainda assola muita gente. Mas sejamos justos: houve um erro, é fato, e o que se busca é como puni-lo. Deste erro surgiu o benefício ao Fluminense de permanecer na série A. Se a pena foi rigorosa ou o cumprimento da lei tinha outro interesse por trás, não importa mais discutir. Mas o que se deve questionar – e muito – é: de onde surgiu o problema? Foi do advogado Sestário ou dos dirigentes lusos? De nenhum deles!

Surgiu de uma grande bobagem: Héverton, depois da partida encerrada contra o Bahia, foi reclamar e ofender o árbitro. Entrou no final do segundo tempo, e após o árbitro Ricardo Marques Ribeiro encerrar a disputa, correu em direção a ele e disse:

P…, c…, você é um m…, está com medo dos da casa? Só isso de acréscimo, c…?”

Infelizmente, há jogadores que pensam que quando se apita o fim de jogo, o campo vira uma terra sem lei. Esquecem-se que o comportamento deve ser o mesmo dos 90 minutos, e que o árbitro pode expulsar ou amarelar qualquer jogador até deixar o gramado. Não teria que ser Héverton advertido pelo seu clube por receber um cartão vermelho depois do encerramento da partida e ter prejudicado sua equipe? Aliás, será que os atletas se preocupam como foi o julgamento deles? Buscam melhorar a conduta?

De um ato reprovável do atleta surgiu o imbróglio que rebaixou a Lusa. Mas isso mostra que os atletas não estão tão preparados para jogos importantes ou até mesmo para uma carreira de sucesso. Há de se ter boa conduta, preparo e equilíbrio emocional. E quando não se tem, “contrata-se” tudo isso.

Como?

Com um gestor de carreiras, um orientador ou em alguns casos, um assistente social. Muitas vezes, esse profissional funciona quase como uma babá, encobrindo polêmicas e outros desencontros. Vide o lateral do Fluminense Wellington Silva, flagrado em uma festa da comemoração do título do rival Flamengo com seu amigo Vágner Love. Ninguém orientou o rapaz que tal festejo poderia ser ruim para o desenvolvimento da sua relação de trabalho nas Laranjeiras?

Rildo, da Ponte Preta, é outro que merece atenção: bom jogador, mas tem como histórico uma covarde agressão pelo Vitória (cenas que rodaram o mundo pela brutalidade, como briga de rua), discussão com seu treinador Jorginho, causando afastamento de jogos e declarações de que gosta de atuar no estilo Várzea. Ora, não era melhor para a carreira dele se comportar como profissional, melhorar sua imagem e valorizar seu potencial?

Jogadores e clubes têm muita culpa nisso: atletas desconhecem regras do jogo, menosprezam aprendizado e aconselhamento psicológico, fazem vista grossa a orientadores educacionais e gestores de carreira. Isso, enquanto estão na ativa. E quando param? Estão preparados para a aposentadoria ainda jovem? Os clubes demonstram ajudar?

Enfim, fica a questão: os clubes devem ou não avaliar o comportamento dos atletas antes de contratar jogadores?

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– Comportamento Ideal na Prática?

Gostei muito de um aconselhamento do Papa Francisco, dias atrás, via Twitter:

Se nos comportarmos como filhos de Deus, sentindo-nos amados por Ele, a nossa vida será nova, cheia de serenidade e de alegria.”

Será que temos nos comportado como filhos de Deus? Vale a reflexão.

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– A Maldita Praga da Pedofilia

Em Marília, um vereador acusado de Pedofilia, indiciado pela Polícia, renuncia ao cargo para não ter o mandato cassado. É mais um péssimo exemplo de comportamento…

LEGISLATIVO EM XEQUE

Por Reinaldo Oliveira e Comissões e organismos da Marcha da Cidadania

Estamos apreensivos e respirando as últimas reservas de esperança em ver o Poder Legislativo de Marília andar na direção que lhe deveria ser própria e natural, ou seja, legislar e representar a municipalidade, fazendo-se voz e vez da população, praticando a verdade e fomentando a justiça.

Podemos dizer que o legislativo está em xeque, sob a vista atenta e olhar participativo da população, das entidades e organismos que militam em favor dos direitos humanos defendendo a dignidade de toda a pessoa, que não pode ser violentada e nem constrangida com práticas abusivas de exploração, por força das muitas situações de vulnerabilidade em que se encontram, entre as quais destacamos a marginalização, a miséria, falta de oportunidades, falta de estrutura familiar e ausências de espaços e instituições que favoreçam a promoção humana.

Desse modo, nessa quinta-feira, dia 5 de dezembro às 14h, em sessão extraordinária, na câmara municipal, os vereadores terão a significativa tarefa de votar a permanência ou não do vereador João Paulo Salles, conhecido como palhaço Choquito, que fora acusado de sexo com menores, inclusive gravando esses encontros, enquadrando-se na prática de pedofilia. Dessa votação dependerá o crédito dos vereadores, qualquer decisão contrária ao bom senso compromete todo o legislativo, que já anda em baixa, segundo a opinião pública.

Caberá aos nobres vereadores votar sobre essa situação indecorosa e repugnante, de um representante do povo, que de modo notório, por suas práticas, já não tem mais condições de exercer tal representação popular que exige ilibada conduta e grande retidão, sobretudo, porque a opinião pública rechaça e repudia tal prática, particularmente quando está ligada diretamente a um homem público.

Portanto, a sociedade espera, as famílias esperam, as igrejas esperam, a moralidade espera toda Marília espera um fim às impunidades e desmandos, tão constantes nessa nossa cidade; que esta não seja mais uma oportunidade para se finalizar em pizzas; e vós nobres vereadores, aos que esperamos uma vossa resposta, em favor da justiça e da dignidade das pessoas, que respondereis, de que lado ficareis?

IMPORTANTE: Como dito acima, o vereador “fugiu” da cassação…

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– A Tristeza do Itaquerão

E agora, o que dizer da tragédia do Estádio do Corinthians?

Falha humana, erro técnico, acaso…

É difícil dizer algo. O certo é que a obra deve ser interdita e estará fora da Copa do Mundo. Ou alguém espera fazer festa ali? Vide os prazos, recuperação dos equipamentos danificados, perícias diversas e outras tantas coisas que envolvem um problema desse.

Pense ainda no prejuízo do Corinthians: às vésperas de assinar o tão esperado empréstimo de 400 milhões de reais, querendo vender os naming rights, precisando fazer dinheiro com o estádio, e acima de tudo, passando vexame pelo ocorrido.

Claro, tudo isso citado acima não é pior do que o ápice do acidente: a morte das pessoas inocentes que ali estavam. Não há tristeza maior do que a baixa de vidas…

Agora, um comentário final: há pessoas que fazem piada com isso, com o time do Corinthians, com o próprio acidente… que gente pequena!

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– O meu preconceito da palavra MAS

Muitas vezes somos sistemáticos com certas coisas. Uma das minhas birras é o tal do “MAS“.

Sabe quando você é elogiado, e logo depois do elogio ele aparece?

Putz, acaba com o dia. Não é uma autosuficiência, mas um perfeccionismo bobo.

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