– As Punições Descriteriosas no Futebol Brasileiro

Há muito vemos punições injustas dentro do esporte nacional. Em alguns casos, os auditores do Superior Tribunal de Justiça Desportiva se mostram totalmente alheios à defesa ou acusação dos envolvidos e tomam decisões passionais.

Claro: se o envolvido for um time grande do eixo RJ-SP, a tendência é a de que as penas sejam mais brandas.

Mas veja só: neste final de semana, jogaram Tombense/MG x Operário/MT pela série D do Campeonato Brasileiro. O goleiro mato-grossense Igor (que é negro) reclamou que durante o aquecimento foi chamado de “macaco”. Aos 36 minutos de jogo, quando ele estava para cobrar um tiro de meta, resolveu se virar para a arquibancada e dar um bico na bola contra os torcedores, alegando que a torcida mineira cantava em coro: “Aranha, Aranha”.

E aí, alguém será punido? O Grêmio/RS foi excluído da Copa do Brasil. O Tombense será excluído da série D, ou como a repercussão foi nula ou quase inexistente, nada acontecerá?

Aliás, mantenho a curiosidade: se Grêmio x Santos fosse pela série A do Brasileirão, o clube gaúcho seria excluído? Eliminar uma equipe que já perdeu em casa por 2 x 0 em um torneio mata-mata é fácil…

Outra dúvida: se racismo é crime por preconceito racial, homofobia também é. Nunca vi um jogo ser paralisado por discriminação sexual! E é fato comum que jogadores sejam ofendidos em campo com palavras pejorativas. Ou vai dizer que nunca se ouviu o coro contra o atleta Richarlysson e tantos outros? Como ele nunca se queixou, a questão morre por aí mesmo. Mas se um jogador se assumir homossexual e ouvir “bicha” das arquibancadas, se parará a partida e o clube será excluído pelo STJD? Estou pagando para ver!

Fico com dó dos árbitros: a eles são atribuídos os adjetivos de ladrão, gaveteiro, viado, corno, fdp e tantos outros xingamentos. Mas aí é outra história: eles não têm torcida para reclamar a favor deles e tais reclamações fazem parte da cultura do futebol.

Pior é a punição (ou falta de) aos clubes e dirigentes que não cumprem as obrigações financeiras. Já viu algum time brasileiro perder ponto ou ser excluído de competição por não pagamento de obrigações trabalhistas ou simplesmente pelo calote nos salários?

O Grêmio Barueri vive uma situação vexatória com jogadores fazendo greve por falta de recebimento. O tradicionalíssimo Guarani de Campinas viu a renúncia do seu 3o presidente após o não pagamento dos salários de Junho na última 5a feira (estamos em Setembro…). Sem falar de Vasco da Gama e Botafogo, com dívidas milionárias mas que se mantém ilesos de qualquer pena.

Não deveríamos ter um Tribunal de Penas onde as condenações fossem aplicadas automaticamente ao invés de julgadas por senhores passionais? Tudo pré-determinado: atrasou pagamento e os jogadores se queixaram, pena X. Houve preconceito de torcida, pena Y. E por aí em diante…

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Dom Pedro, o Imperador Amante!

Hoje é comemorado o Dia da Independência do Brasil. Mas algo curioso sobre nosso libertador: Descobriu-se que a Hispanic Society of America, em Nova York, possuía algumas cartas do imperador brasileiro Dom Pedro I. E eram inéditas!

Tais cartas agora são divulgadas. E não é que as cartas eram para a amante do imperador, a Marquesa de Santos? E nosso libertador usava nomes como “Demonão” ou “Fogo foguinho”, chamando a amante de “Titília”.

A Imperatriz Leopoldina, sua esposa, deve se revirar ao túmulo ao saber de tais relatos. Leiam o que Dom Pedro escrevia:

“Ontem mesmo fiz amor de matrimônio para que hoje, se mecê estiver melhor e com disposição, fazer o nosso amor de devoção. Aceite, meu benzinho, meu amor, meu encanto e meu tudo, o coração constante. Deste seu fiel amante, o Demonão.”

Desde aquele tempo não dá para confiar em político, não? O imperador dizia a amante que fez sexo só por compromisso com a esposa e que o fogo estaria com a amante! Cara-de-pau o Dom Pedro!

– Racismo, de novo? E até quando?

– Há muito tempo, se discute o a prática do racismo nos estádios e não se vê eficácia alguma nas atitudes tomadas para evitá-lo.

– Há pouco tempo tivemos Daniel Alves sendo atingido por chuvas de banana, em mais um episódio de racismo.

– Há menos tempo ainda, Arouca foi ofendido por ato racista em Mogi Mirim.

– Há algumas horas, Aranha, goleiro do Santos, foi chamado de macaco na partida Grêmio x Santos.

– Imaginaram o jogador que está em campo trabalhando e sendo chamado de animal única e exclusivamente pela cor da pele?

– Imaginaram o tipo de educação que esses agressores verbais e morais tiveram para quererem gratuitamente inferiorizarem um ser humano?

– Imaginaram que tipo de prazer essas pessoas devem sentir em ofenderem alguém e sorrirem por tal conduta, com manifestação de vanglória?

– Imaginaram o sentimento da filha, da esposa, do pai ou da mãe do ofendido?

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Amigos, nessa quinta-feira novamente vimos o quão baixo e horroroso pode agir o ser humano a um irmão seu. Se ali em Porto Alegre a maioria é de pele branca, que raio de manifestação de supremacia racial foi inserida na mente desses idiotas para acreditarem que são superiores a quem tem pele de outra cor?

Estamos no século XXI. O homem chegou a Lua, criou a Internet e reduziu as distâncias de comunicação, inventou maravilhas que nos trazem comodidade, clonou animais e às vezes quer brincar de Deus. E, nesse mesmo mundo de tamanha inteligência, convive-se com aqueles que não conseguem entender que só existe uma única raça: a raça humana, de pela branca, negra, vermelha ou amarela.

E como resolver isso?

Se os jogadores não tomarem uma providência, a acomodada CBF vai permanecer demagoga alegando ser um problema social e mundial. Defendo uma greve de protesto! Paralisação da próxima rodada para chamar a atenção (e que se jogue o problema de datas prejudicadas por culpa de calendário aos cartolas). Mais: punição severa ao Grêmio! O que de efetivo foi feito quando macabramente louvaram o trágico acidente que vitimou o ex-jogador Fernandão?

Infelizmente, o discurso é de que quem faz isso é a minoria. Mas não é a maioria que defende o estádio de futebol um lugar permitido para extravasar, xingar, onde tudo pode?

De tantos idiotas racistas, as câmeras flagraram uma moça jovem, loira, desinibidamente chamado o jogador de macaco. Nas redes sociais já a identificaram com precedentes de intolerância. Sobrará apenas para essa menina, bonitinha e ordinária?

Mas e os demais?

Ninguém prendará uma gangue de torcedores. Provavelmente nem mesmo a jovem identificada (lembre-se: racismo é crime). E veremos o mesmo filme já visto após tais constrangimentos: clima de comoção, muito discurso e pouca ação duradoura que resolva o problema de verdade.

Por fim, vale a pena ler a declaração do goleiro pós-jogo:

“A outra vez que viemos aqui jogar a Copa do Brasil tinha campanha contra racismo, não é à toa. Xingar, pegar no pé é normal. Agora me chamaram de ‘preto fedido, seu preto, cambada de preto’… Estava me segurando. Quando começou o corinho com sons de macaco eu até pedi para o câmera filmar, eu fiquei p… .Quem joga aqui sabe, sermpre tem racista no meio deles. Está dado o recado, agora é ficar esperto para a próxima. Tem leis, mas no futebol sabemos que o torcedor usa de várias maneiras para desestabilizar. Não vou deixar de jogar o meu futebol por manifestação de torcedor. Dói, mas tenho que jogar.”

Sem comentários… simplesmente, disse tudo!

O link dos xingamentos está em: http://www.youtube.com/watch?v=XSBlzf_5EfA

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– As Maldades dos Terroristas Religiosos do EI

Até quando o mundo suportará a maldade de fanáticos?

O Estado Islâmico do Levante Sírio-Iraquiano (EI) é um território tomado por radicais muçulmanos, e está aterrorizando o Oriente Médio. Invadiram o Norte da Síria e do Iraque, criando ali um califado. Não negociam, apenas mandam e matam. E justamente ali reside uma minoria religiosa da crença Yazidi, um povo de fé pré-islâmica.

Os yazidis estão sendo exterminados pelos fanáticos do EI. Segundo a ONU, aproximadamente 40 mil refugiados foram emboscados e isolados próximos da montanha Sinjar, sem água nem comida. Destes, mais de 500 foram mortos cruelmente por não se converterem ao Islamismo, além de 300 mulheres se tornaram escravas sexuais.

Por lá vivem ainda 100 mil cristãos, que fugiram ao Curdistão, mais ao norte da região, para se protegerem dos ataques sanguinários.

O Estado Islâmico congrega um exército fundamentalista de 50 mil pessoas, disposta a morrer pela sua causa – a de um radical território de Alá!

Na última 4a feira, assustaram o mundo divulgando um vídeo onde um jihadista (extremista que luta por uma “suposta guerra santa”) decapita o jornalista americano James Foley, simplesmente por ele “representar o Ocidente:”!

(É claro que o link não está a disposição aqui por motivos óbvios).

Dá para imaginar que tal tipo de radicalismo ainda existe em pleno século XXI? E que tal intolerância se deve única e exclusivamente à religião?

Os islâmicos sérios devem estar em oração por aqueles que supostamente dizem seguir a Alá.

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– O que os Filhos de Roger Abdelmassih pensarão?

O cirurgião Roger Abdelmassih, foragido da Polícia, foi preso no Paraguai. Ele tem pena de quase 300 anos de prisão por abusar sexualmente de mais de 60 pacientes em sua clínica de fertilização. O caso escandalizou o Brasil na época, e o renomado médico se viu em maus lençóis.

Depois de condenado, ele se casou com uma Procuradora de Justiça 35 anos mais nova do que ele, com quem tem gêmeos (ainda bebês). Fico pensando: o que os filhos das vítimas que foram estupradas pensam dele hoje (já que a maioria deve estar na adolescência e juventude)? E os da relação consentida com sua nova mulher, terão que visão do pai?

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– O App para Celular mais desejado pelos pais!

Sabe aquela situação que você liga, liga, liga… e ninguém atende?

Imagine seu filho(a) na “balada” e você aguardando o retorno?

Pois é: já existe um aplicativo que bloqueia o celular até que ele(a) retorne a ligação para o pai ciumento. E viva a tecnologia!

Em: http://blogs.estadao.com.br/link/app-bloqueia-celular-de-filhos-ate-que-eles-retornem-ligacao-dos-pais/

APP BLOQUEIA CELULAR DE FILHOS ATÉ QUE ELES RETORNEM LIGAÇÃO DOS PAIS

IgnoreNoMore, disponível para Android, força crianças e adolescentes a ligarem de volta para seus pais; caso contrário, tela do celular fica ‘preta’

Por Bruno Capelas

Quem é pai sabe o quanto é irritante ligar para os filhos para saber se eles estão bem e eles não atenderem nem darem um mísero sinal de vida. A americana Sharon Standifird, do Texas, se cansou disso e resolveu criar uma solução para ter respostas dos filhos: ela é a mente por trás do IgnoreNoMore, um aplicativo que bloqueia todas as funções do celular da criança ou do jovem até ela ligar de volta para seus pais.

Sim, é isso mesmo que você leu: se o pai ligar, você não atender e não ligar de volta, nada de jogos, nem de curtir o post dos amigos no Facebook ou até mesmo mandar um WhatsApp para a galera, deixando a tela do celular toda preta. A única exceção para a tela preta é que o filho pode fazer chamadas de emergência.

O aplicativo tem só um pequeno problema: é preciso que os pais instalem e ativem o IgnoreNoMore no celular dos filhos — algo que não acontece com tanta frequência assim, não é mesmo? Depois de ativado, entretanto, o app só pode ser removido com autorização dos pais.

Por enquanto, o IgnoreNoMore está disponível apenas para Android, e custa US$ 1,99 por cada celular ‘bloqueável’. Uma versão para iOS está sendo desenvolvida em breve.

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– A Morte de Eduardo Campos e as Tristes Chacotas nas Redes Sociais

Não se tem muito o que falar da morte de Eduardo Campos do que não se tenha dito ainda. Um lamentável e trágico acidente.

Mas o que deixa uma má impressão é o comportamento de muitas pessoas no Facebook, Google Plus e Twitter. Há piadas, teorias da conspiração, anedotas e um verdadeiro lixo de bobagens que envergonham a espécie humana.

Cadê o respeito às pessoas mortas e familiares?

Nestas horas, dá vontade de excluir o perfil de cada uma delas. Compartilhar com idiotas não dá!

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– Comemos coisas Saudáveis?

Leio a Revista Época (Ed 884, pg 88) intitulada “Prato à Mesa” e assustei!

Veja o aumento de consumo de “algumas coisas não tão boas” se consumidas em excesso, nos últimos 40 anos:

-Biscoitos: 207%

-Refrigerantes: 46%

-Embutidos: 189%

-Açúcar: 91%

-Leite: 100%

-Iogurte: 700%

Sem comentários…

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– Sem Teto novamente!

Já ouviu falar em Guilherme Boulos?

Ele é o líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), pessoal paralelo ao MST, que se classifica como “sem terra”.

Nas últimas duas semanas, o MTST vem protestando contra tudo! Invadiu propriedades particulares e, acreditem, manifestaram-se até contra a falta de antenas de telefonia!

O curioso foi: num dos acampamentos, onde se pregava o assentamento, havia 4000 barracas no Morumbi! Mas elas eram de… mentirinha! Foram montadas barraquinhas em espaço diminuto para apenas ocupar espaço!

Segundo a Folha de São Paulo, a maioria dos manifestantes do movimento TEM TETO e não ocupavam os assentamentos.

Abaixo, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/07/1488391-sem-teto-inflam-invasao-na-zona-oeste-de-sao-paulo-com-barracas-vazias.shtml

SEM-TETO INFLAM INVASÃO NA ZONA OESTE DE SÃO PAULO COM BARRACAS VAZIAS

Por fora, o que se vê é um mar de barracas de lona cobrindo um terreno equivalente a oito campos de futebol. Dentro, o que não se vê é sinal de gente na maioria delas.

Nos 60 mil metros quadrados do Portal do Povo, área invadida no Morumbi (zona oeste), 4.000 famílias estão instaladas há quase um mês para reivindicar casa própria, segundo divulga a coordenação do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

A Folha esteve por dois dias seguidos no local, em horários diversos, e verificou que a maioria das barracas só serve para demarcar território –e tentar vaga futura no cadastro da casa própria.

O movimento era pequeno tanto de dia como à noite, semelhante ao de algumas invasões de sem-terra no interior do país décadas atrás.

Com cerca de dois metros quadrados cada, as barracas estão fincadas na parte plana do terreno e também em uma encosta íngreme. Abertas nas laterais, a maioria tem os nomes dos “ocupantes” pintados com tinta branca.

Nas barracas, porém, não há espaço para a permanência de uma pessoa adulta ou mesmo de uma família. O que se vê dentro é apenas mato.

O comando do movimento alegou, após ser questionado, que as 4.000 famílias “ocupam” a área, mas que há um revezamento durante a noite.

“O fato de não dormirem 4.000 famílias lá não significa que não precisem de moradia. São pessoas que vivem no entorno em situação precária”, disse Natalia Szermeta, coordenadora do MTST.

Por volta das 19h, uma assembleia do MTST chegou a reunir cerca de 400 pessoas no Portal do Povo. Duas horas e meia depois, ele começou a ser esvaziado de novo.

Após assinar a lista de presença no final da assembleia, a maioria foi embora, formando fila no ponto de ônibus.

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– Trabalhar demais pode render divórcio!

Cuidado se você se dedica demais para a empresa e pouco ao parceiro. Veja a gigante  ALL: foi condenada a pagar indenização por indiretamente provocar um divórcio!

Exigia tanto empenho da sua funcionária que o marido dela a abandonou…

Entenda, em: http://www.correioforense.com.br/direito-trabalhista/trabalhadora-que-teve-o-casamento-prejudicado-por-exigencia-de-jornadas-muito-extensas-deve-ser-indenizada-por-dano-existencial/#.U9ZcLlaZPLc

EMPRESA É CONDENADA A PAGAR INDENIZAÇÃO POR PROVOCAR DIVÓRCIO CAUSADO POR JORNADA EXCESSIVA DE TRABALHO

Uma empregada da América Latina Logística (ALL) deve ser indenizada em R$ 20 mil por danos causados aos seus projetos pessoais, devido à exigência patronal de jornadas extensas. Ela trabalhou por quase cinco anos das 8h às 20h, entre segundas e sextas-feiras, nos sábados das 8h às 16h e, em dois domingos por mês, das 8h às 13h, com uma hora diária de intervalo. Para os desembargadores da 4ª Turma do TRT da 4ª Região (RS), a carga horária, bastante superior ao limite fixado pela Constituição Federal, gerou dano existencial à trabalhadora, já que acarretou no fim do seu casamento por causa de desentendimentos gerados pela sua ausência. O dano existencial ocorre quando uma exigência ou permissão patronal prejudica a realização de projetos de vida do empregado, ao violar o direito à convivência familiar e social, bem como ao descanso e ao lazer.

Em primeira instância, o juiz Max Carrion Brueckner, da 6ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, arbitrou o valor da indenização em R$ 67,8 mil. Os desembargadores da 4ª Turma do TRT-RS, apesar de confirmarem o entendimento do magistrado de origem, decidiram diminuir o montante para R$ 20 mil. As partes ainda podem recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

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– Violência contra crianças com imagens chocantes da Disney

Saint Hoax é artista plástico, e preocupado em colaborar contra a violência infantil, resolveu criar imagens das Princesas da Disney em situações difíceis. Em algumas, Ariel e Jasmine sendo molestadas pelos seus pais. Em outras, espancadas!

É chocante, e esse foi o propósito. Mas será que houve exagero ou não?

Vale para chamar a atenção da causa… embora, concorde com muitos: as imagens podem chamar a atenção mais das crianças inocentes do que com os adultos!

As menos fortes são essas:

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– Ataques Boko Haram contra Igrejas e Esportistas se intensificam na Nigéria

Enquanto as atenções do mundo estão voltadas para o futebol na Copa do Mundo, terroristas nigerianos assustam o seu país!

Os radicais do Boko Haram, grupo que sequestrou dezenas de meninas forçando-as à conversão islâmica e as proibindo de estudar, pois, segundo eles, a Educação pelo modelo ocidental fere os preceitos de Alá, atacaram na semana passada torcedores em bares e locais públicos, distraídos com o jogo da Seleção da Nigéria. No último domingo, atacaram 4 igrejas durante as Missas.

A idéia desses fanáticos é separar o norte do país, criando um estado muçulmano e radical. Para isso, matam inocentes!

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– Viver na Coréia do Norte

Há anos, morreu o ditador Kim Jung-il, o líder da Coréia do Norte que tornou aquele país um alvo mal visto do ocidente, devido a dura imposição do regime comunista, totalitário, e gastos absurdos com militarização e programa nuclear. Mas depois da posse de seu filho, Kim Jong-Um, nada mudou.

Hoje a paupérrima República Norte-Coreana proíbe uso de aparelhos celulares; só há TV estatal; carros apenas para executivos do partido comunista; todos devem se recolher para suas casas até as 21h;inexiste internet; roupas e comida são controladas pelo governo.

Abaixo, o relato detalhado:

O COTIDIANO NA CORÉIA DO NORTE

Estamos verdadeiramente em outro planeta, se compararmos a nossa vida com a dos norte-coreanos.

Leio na Superinteressante (Revista Superinteressante, Ed Outubro/2010, pg 42-43, por Alexandre Rodrigues, João Guitton, Samuel Rodrigues e Vanessa Reyes), um infográfico sobre como é o dia-a-dia na Coréia do Norte, que talvez seja a maior e mais fechada ditadura comunista do mundo, controlada ao extremo pelo PC local e pelo seu governo totalitário.

Ter celular dá cadeia; o figurino das ruas é sempre o mesmo e o Governo controla até o seu sono. Veja se você se habituaria a um lugar como esse:

DESPERTADOR COLETIVO – às 7h da manhã, alto-falantes despertam a nação. Em cada domicílio e escritório, uma caixa de som na parede toca a rádio estatal.

KIM FILHO – A cara do presidente Kim Il-Jung, herdeiro de Il-Sung, está em todas as ruas, casas, escolas, fábricas, repartições. Lojas têm fotos de Il-Jung fazendo compras ali.

COLETIVO – Os poucos carros vão para os funcionários públicos mais graduados. O comum é ir trabalhar a pé, de bicicleta, em ônibus elétricos e, principalmente, de metrô.

SEM SINAL – Não há semáforos, e nem fazem falta, pois há poucos carros. Policiais conhecidas como “damas do tráfego” direcionam o trânsito.

SUL MARAVILHA – Vindos da Coréia do Sul, balões com pacotes caem do céu. Eles trazem dinheiro, camisetas e panfletos contra a Coréia do Norte.

NOITE FRACA – Às 21h, todos já estão em casa. Não há vida noturna nem na capital, exceto uma boate e um cassino para estrangeiros.

VERSÃO OFICIAL – A mídia admite problemas no país, mas é tudo ‘culpa do imperialismo americano e seus lacaios sul-coreanos’. Ninguém tem acesso à internet para checar os fatos.

LOOK BÁSICO – A maioria das roupas são dadas pelo Estado. Homens ganham conjuntos estilo Mao, azuis ou pretos. Mulheres, blusas brancas e beges, saias pretas e azuis. Crianças, o uniforme escolar.

RAÇÃO – A comida é racionada, e é preciso ir buscá-la todos os dias em lojas do governo. Cigarros, bebidas e congelados são contrabandeados da China.

CIRCO SEM PÃO – Estádios lotam com os participantes da ‘diversão coletiva’. São espetáculos coreografados, parecidos coma abertura dos Jogos Olímpicos – só que sem os jogos.

SE TRUMBICA – Na rua, não se vê celulares – até pouco tempo atrás, quem tivesse um podia pegar pena de morte. Há poucos orelhões, pouco usados. Ligar para quem, se ninguém tem telefone?

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– Triste: as Meninas no Tráfico!

Veja só: o Estado de São Paulo trouxe uma impressionante matéria sobre como os traficantes se utilizam de jovens meninas para o tráfico de drogas. Maria Isabel Melo, diretora de uma das “Fundação Casa” – antiga FEBEM – diz que elas “são tão pequenas que ainda fazem xixi na cama”.

Assustador e triste…

Extraído de: http://www.jornalalobrasilia.com.br/ultimas/?tipo=NOT&Desc=Nacional&IdNoticia=25946

TRÁFICO USA CADA VEZ MAIS MENINAS EM SP, DIZ FUNDAÇÃO

O recrutamento de meninas com menos de 14 anos para atuar no tráfico de drogas aumentou, segundo estatísticas da Fundação Casa. A parcela feminina menor de 14 anos respondia, em 2005, por 9,8% das internações do sexo feminino e 19,3% delas eram internadas por tráfico, infração que perdia no ranking da criminalidade para o roubo. No primeiro semestre de 2009, o índice de pequenas infratoras subiu para 12,1%, conforme números levantados a pedido do Estado, e 35% delas são privadas de liberdade por comércio de tóxicos, o líder absoluto em delitos.

O tráfico tem recrutado as chamadas “garotas-propaganda” para ampliar as vendas, uma estratégia usada até nas áreas mais devastadas pelo uso de entorpecentes, como a cracolândia, no centro de São Paulo. As meninas viram fonte de renda para organizações criminosas e ficam responsáveis por administrar pequena quantidade de crack e cocaína. Muitas vendem para ganhar o que abastece o próprio vício.

Walter Varanda, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que há duas décadas trabalha com a ligação entre drogas e pessoas em situação de rua, observou a chegada das meninas ao crack no último ano. “O que ainda precisamos descobrir é de onde essas garotas estão vindo, se são situações de ruptura familiar, de violência doméstica… Elas encontram na droga sensações de engrandecimento que não conseguem em outros contextos.”

A utilização de meninas menores como “isca” de usuários acontece na cracolândia, que recebeu na semana passada uma ofensiva de 20 órgãos públicos para tentar coibir o uso de crack ao ar livre, que se registra há 20 anos. Entre os dependentes crônicos, enrolados em cobertores, que se espalham pelas calçadas da região central da capital paulista, garotas de aparência inferior a 16 anos, arrumadas, banho tomado e porte sedutor, se destacam por serem polos flutuantes de comércio de pequena quantidade de crack. E elas também são usuárias, em substituição ao “escambo” que sempre marcou o local.

Prostituição

Para as meninas, o mesmo ofício deixa ainda mais próximo outro destruidor da infância: a prostituição. “Existe um consórcio entre o mercado do sexo e o de drogas”, afirma a socióloga Graça Gadelha, consultora na área de combate da exploração sexual de crianças. “A associação se dá por dois fatores. Ou porque a menina precisa da droga para conseguir conviver com a situação de múltiplas relações sexuais ou porque a droga é moeda de pagamento da dívida pelo vício, o que coloca mais obstáculos para a menina sair dessa situação”, completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Vovolescentes da Internet

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

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– Paco, a Droga da Morte

As ruas de Buenos Aires estão repletas de doentes: usuários de paco, a nova droga que domina os viciados argentinos!

Uma porção de Paco custa R$ 2,75, e por isso é chamada de “Droga dos Pobres”.

O detalhe é: a substância é mais viciante e mais letal do que o crack, contendo ácido sulfúrico e querosene!

O que dizer? Há coitados (e alguns idiotas) que acabam experimentando e não saem mais dessa.

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– Dicas dos EUA para americanos que virão à Copa

Ora essa! O Governo dos Estados Unidos divulgou uma série de dicas/aconselhamentos ao cidadão que virá ao Brasil assistir a Copa do Mundo.

Veja só se algumas delas são válidas ou não:

  1. “Carreguem camisinhas compradas em seu país natal, pois, ao comemorar gols, as pessoas podem incentivar viajantes a fazer sexo sem proteção, especialmente se álcool e drogas estiverem envolvidos”
  2. “Opte por acomodações entre o 2º e o 6º andares nos hotéis. Um quarto no 1º andar de um hotel pode oferecer acesso mais fácil para criminosos. Quartos no 7º andar e acima podem dificultar a fuga em caso de um incêndio”.
  3. “É recomendável tomar injeções contra sarampo, rubéola, caxumba, difteria, tétano, coqueluche, catapora, poliomielite e gripe. Se possível, também para hepatite A e B, febre amarela e raiva.”
  4. “Não nadar em rios e lagos.”
  5. “Cuidado com sequestros-relâmpago, crimes de rua e furtos em lugares públicos, como aeroportos, recepção de hotéis e estações de ônibus, pois a taxa de homicídios é quatro vezes maior que a dos EUA e a de outros crimes é tão alta quanto“.
  6. “A polícia costuma usar gás lacrimogênio e unidades montadas para dispersar manifestantes políticos, tenha cuidado”.
  7. “Se souber de protestos nas proximidades, permaneça dentro de um local com portas e janelas fechadas”.

E aí, preocupações pertinentes ou não? Aliás, se você fosse americano e recebesse esse guia, como reagiria?

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– Gay e Bambi na mira do STJD ou não?

O procurador Paulo Schmidt adora causar. Veja:

– Lucio supostamente chamou Emerson Sheik de gay, e Paulo promete investigar e indiciá-lo.
– O Atlético Paranaense chamou em seu site os jogadores do São Paulo de bambis. Paulo disse que não entra em discussões e provocações entre times.

Entre jogadores não pode. Mas entre clubes está liberado?

Pirei.!?!

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– Qual a sua versão?

Gosto desse pensamento:

“Procure ser a melhor versão de si mesmo“

Será que somos bipolares? Tripolares? Poli, multipolares?

Como agimos? Mudamos de opinião e humor facilmente? E, de fato, o que (ou quem) somos?

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– Hobby Desestressante!

Gosto de correr, de mexer com jardinagem, de curtir  natureza e de assistir um bom filme. Gosto mais é de passar o dia com a família!

Entretanto, nos últimos dias tenho curtido um novo hobby: fotos! Já escrevi que nunca gostei de ser fotografado, tampouco de fotografar. Mas, talvez pelas correrias da semana, comecei a pegar gosto!

Neste último final de semana, deixei os temas sobre administração, futebol ou política um pouco de lado. É para o sábado e domingo não ser tão sisudo…

Uma amostra?

– São Paulo, a cidade que vai parar!

O trânsito da capital paulista é infernal, isso é sabido. Mas veja esse dado da CET (a Cia de Engenharia de Tráfego): existem 7 milhões de carros rodando. Nos 17 mil quilômetros de vias, se colocássemos todos os veículos enfileirados, sobrariam apenas… 3 mil km livres!

Daqui há um tempo, se todos os carros fossem colocados na rua um na frente do outro, simplesmente não haveriam espaços disponíveis.

Enquanto isso, o transporte público…

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– Insensibilidade do Funcionário Público do Posto de Saúde

Em Rio Verde (GO), um funcionário abusou do bom senso: colocou um aviso onde dizia que “crianças que choram na fila de espera serão atendidas por ‘últimos’.”

Além de insensível, é burrrrro. Matou a língua portuguesa!

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– O Silêncio do Ocidente contra as Moças Sequestradas na Nigéria

Cerca de 200 moças foram seqüestradas na Nigéria enquanto estavam na escola, por um grupo radical islâmico, há quase 1 mês!

Como os fanáticos religiosos proíbem mulheres de estudarem, as fizeram de mercadoria e ameaçam vendê-las por US$ 15.00.

E o mundo se cala?

As jovens pobres da África não tem o mesmo valor? E se fossem americanas, brasileiras ou europeias?

Da BBC: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/05/140505_meninas_sequestradas_nigeria_mv.shtml

QUEM SÃO AS CENTENAS DE JOVENS SEQUESTRADAS NA NIGÉRIA?

Na noite do dia 14 de abril, homens armados – integrantes do grupo radical islâmico Boko Haram – invadiram um internato em Chibok, pequena cidade interiorana no Estado de Borno, no noroeste da Nigéria.

“Não se preocupem, não vai acontecer nada com vocês”, os invasores disseram às jovens estudantes que encontraram. Depois de se apoderar de alimentos e outros produtos encontrados no local, os homens colocaram fogo no prédio e partiram, levando-as.

Duas semanas após o sequestro, quase nada se sabe sobre o destino das mais de 200 jovens, a maioria entre 16 e 18 anos, que se preparavam para fazer seus exames finais.

Uma das hipóteses é a de que elas teriam sido levadas para Sambisa, um frondoso bosque cortado por riachos e habitado por antílopes e elefantes onde, antes da insurgência, moradores da região caçavam e pescavam.

Também há relatos de que algumas teriam sido vistas em caminhões na direção do Chade ou da República dos Camarões, onde seriam vendidas por US$ 15. Também na semana passada, surgiu a informação de que elas teriam sido forçadas a casar com sequestradores, que teriam pago US$ 12 por uma noiva.

Em um vídeo, o líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, confirmou que as jovens seriam vendidas. “Deus me orientou a vendê-las, elas são propriedades Dele e eu vou fazer o que ele me pediu”, disse.

Há mais de uma década, os militantes do Boko Haram estão empenhados em uma campanha violenta com o objetivo de derrubar o governo e estabelecer um Estado islâmico na região. O grupo se opõe ao que qualifica de “educação ocidental” de mulheres e quer a adoção da Lei Sharia (Lei Islâmica) no país.

Não há informações sobre as medidas tomadas pelo governo para resgatá-las – o que, segundo as autoridades, se deve à necessidade de não revelar detalhes por razões de segurança – e tão pouco sobre o número exato de estudantes sequestradas.

Inicialmente, falava-se em 230. Depois, houve relatos de que 40 teriam conseguido escapar. Posteriormente, o número se elevou para 276. E a cifra mais recente, fornecida à BBC pelo chefe de polícia nigeriano Tanko Lawan, é de que 223 meninas teriam sido sequestradas.

Em desespero, nigerianos saíram às ruas no dia 1º de maio para protestar e exigir que o governo faça mais para resgatar as jovens.

Quem seriam, no entanto, essas jovens que venceram o medo e apostaram na educação, um caminho arriscado em um Estado cuja capital é o berço do grupo Boko Haram?

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– Sou Branco, Sou Humano e Também sou Macaco!

#SomosTodosMacacos

Daniel Alves, jogador do Barcelona, foi hostilizado por racistas membros da torcida do Villareal (time cujo um dos ídolos foi o negro Marcos Senna). Jogaram uma banana para ele. O atleta pegou a fruta e a comeu, ironizando a atitude maldosa daqueles xenófobos.

Se negros, brancos, pardos, indígenas, amarelos são todos filhos de Deus, significa que existe só uma raça: a Raça Humana.

Somos todos um só. Somos todos “gente”. Somos todos humanos. Se os negros merecem bananas, também somos todos macacos.

Ótimo. DÊ UMA BANANA AO RACISMO!

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– Felicidade traz Depressão?

Jonathan Rottenberg é um renomado psicopatologista! E ele tem uma tese interessante: crê que o mundo “vive uma epidemia de depressão porque as pessoas querem se satisfazer a qualquer preço”.

Sabe aquela criança mimada que quer tudo e quando não tem fica emburrada? Assim também os adultos fazem, só que se deprimindo.

Ele alega que as pessoas têm a necessidade de buscar a felicidade pois foram condicionadas a isso, e tal situação faz mal a elas.

Aceitar a infelicidade é, portanto, saudável.

Profundo ou frustrante tal pensamento? Concorda ou discorda?

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– De Novo a Marcha da Maconha?

Novamente a cidade de São Paulo verá as manifestações a favor da Marcha da Maconha. E cresce o número de políticos e artistas presentes em defesa da liberação da droga.

Só mesmo quem nunca teve problemas na família com dependentes para tal defesa. É sábido o mal que a Cannabis provoca, mas o prazer e o dinheiro falam mais alto para muitos.

Que lobby essa potencial indústria tem! Triste.

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– Mitos que você acredita?

Paranóia total! E os caras que se deixam levar pelos “mitos” da Internet?

Quantas vezes já não mataram no Facebook o Bolaños, ator de Cháves?

E as correntes que comprovam o grande golpe das Copas do Mundo: a venda da Copa de 98 pela Nike à Adidas, tirando o título do Brasil e entregando de mão beijada à França?

Antigamente (e muitos crêem piamente nisso): Elvis Presley não morreu!

Pior: e os que atribuem o atentado de 11 de setembro promovido pelos próprios americanos?

São teorias das conspirações criadas e espalhadas na Web. No futebol, todo mundo tem alguma sobre seu time. Aliás, dos 20 clubes do Brasileirão, o torcedor fanático de cada uma das equipes credita perseguição à sua agremiação nas redes sociais.

Agora a onda é dizer que o avião malaio foi sequestrado e está em algum lugar aguardando o resgate aos terroristas!

Conhece mais alguma dessas maluquices?

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– Como Nasce uma Favela!

A velocidade impressiona: o que dizer da Comunidade Nelson Mandela, uma favela à beira do Rodoanel que inexistia há 3 meses e, de repente, surgiram 7000 barracos?

Lá ainda não tem energia elétrica, mas bares e drogas… E, claro, participação do MST e até um “dono / prefeito / líder da comunidade”.

Abaixo, extraído de:

http://m.estadao.com.br/noticias/cidades,favela-com-7-mil-barracos-se-forma-as-margens-do-rodoanel,1155638,0.htm

FAVELA COM 7 MIL CASAS SE FORMA ÀS MARGENS DO RODOANEL

Por Felipe Resk

OSASCO – A imagem é estarrecedora. Pela fotografia aérea, se vê uma enorme área verde, às margens do Rodoanel Mário Covas, em Osasco, apinhada de pontinhos brancos por todos os lados do morro. Na foto não dá para perceber direito, mas cada pontinho daquele corresponde a um barraco de madeira. Mesmo os motoristas que atravessam à toda a rodovia se espantam. Três meses atrás, não havia nada ali. Como uma favela apareceu, assim, do dia para noite? O que muitos não sabem é que os moradores anônimos “daquela invasão lá do Rodoanel” já têm adjetivo pátrio e tudo. São mandelenses: da Comunidade Nelson Mandela.

O terreno, uma propriedade privada de dimensão desconhecida, começou a ser ocupado em 14 de janeiro, exatos 29 dias após o enterro do líder sul-africano Nelson Mandela em Qunu, vilarejo onde cresceu. Até então, os novos moradores eram poucos, vindos de periferias de Osasco e de cidades vizinhas, principalmente Barueri e Carapicuíba, todas da Grande São Paulo. Capinaram o mato alto, improvisaram umas cercas e, em dois ou três dias, os barracos estavam prontos. As toras de madeira encontravam-se fincadas no chão duro, as folhas de madeirite bem pregadas nas toras e havia qualquer coisa por cima de tudo, sejam lonas pretas ou telhas de zinco. Estágio da construção que na comunidade é classificado como “só falta entrar”. Porque mandelense não mora, mandelense entra.

Duas semanas depois, o número saltou para 500 casinhas de madeira, tão precárias quanto as primeiras, construídas em lotes que seguem, bem mais ou menos, um padrão de 60 metros quadrados. Hoje, os moradores falam em 7 mil habitações, espalhadas de cima a baixo do morro, boa parte delas ainda sem energia elétrica, o que impossibilita a ocupação imediata. Se em cada barraco morar apenas uma pessoa, para considerar a possibilidade mínima, a população da Comunidade Nelson Mandela já seria superior a de 30% dos municípios de São Paulo. Há também bares e vendas no local. A cada instante, um caminhão carregado de material de construção pena para passar por ruas de terra, estreitas e acidentadas, obrigando quem está a pé a tapar o nariz com a camisa para não ter de engolir poeira.

A história da comunidade não é muito diferente de outras favelas e ocupações irregulares do Brasil. “A causa é primordialmente a pobreza”, diz o professor Antônio Cláudio Moreira, do Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo (USP), que pesquisa o assunto desde 1958. Na visão do professor, a ocupação é resultado da soma do déficit habitacional com um terreno desocupado. No caso específico, um morro na altura do quilômetro 11 do Rodoanel, então destinado à expansão de um aterro sanitário, que fica atrás do terreno. A região pertence à zona norte de Osasco, mas numa área de divisa com Barueri. Tão divisa que, quando questionada, nem mesmo a prefeitura de Barueri soube dar certeza se parte da comunidade pertencia ao seu território, sendo necessário verificação para confirmar ou desmentir qualquer palpite. Isso no final de março, quase dois meses depois do início da ocupação.

A Secretaria de Habitação de Osasco não confirma o número de habitantes na Comunidade Nelson Mandela. “Por ser área privada, a prefeitura não tem informações oficiais”, explica. Em nota, ainda afirma: “Ao que consta, os proprietários (do terreno) ingressaram com ação de reintegração de posse, em análise pela Justiça, sem sentença”. No entanto, o advogado Rafael Alves dos Santos, que presta consultoria jurídica aos atuais ocupantes, garante ter feito pesquisas no Fórum e na prefeitura de Osasco. “Até agora, não encontramos nada sobre reintegração de posse”, conta. O Ministério Público também diz não existir nenhuma ação referente ao caso em sua alçada.

Donos- Outra ponta solta da história são os proprietários daquela área toda. Na Comunidade Nelson Mandela, ninguém sabe quem são. A prefeitura de Osasco diz que, por atribuições legais, não pode informar a titularidade do terreno, apenas frisa ser particular, assim como o governo de São Paulo. “A comunidade está fora da faixa de domínio” é a justificativa da concessionária CCR, responsável por administrar o Rodoanel e que há dois meses monitora a situação por meio do setor jurídico da empresa junto às prefeituras de Osasco e Barueri. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) também não tem informações.

A prefeitura de Osasco informa que não foi procurada pela comissão de representantes da ocupação. Também afirma não se tratar, aparentemente, de uma região “indicada ao uso habitacional”, o que inviabiliza a consolidação da Comunidade Nelson Mandela naquele espaço. Para isso, aponta três motivos. O primeiro deles, porque é “de amplo conhecimento o risco existente de deslizamentos”, preocupação compartilhada pela concessionária CCR. O segundo é a existência do aterro sanitário, cuja expansão, diz, fica seriamente comprometida. E por último, por se tratar de uma área “não edificável ao longo do Rodoanel”.

“O terreno não exercia a função social da terra, ia virar um lixão”, contrapõe Santos. O advogado ainda planeja protocolar uma carta ao governador Geraldo Alckmin e outra ao prefeito de Osasco, Jorge Lapas, com o pedido de apropriação do local em favor dos mandelenses. Por enquanto, diálogos com a prefeitura e a Câmara Municipal de Osasco foram apenas informais. Ele também admite não ter sido feita qualquer análise técnica para avaliar as áreas de riscos da ocupação. “O terreno é antigo e forte, mesmo assim já estamos providenciando um engenheiro para fazer o laudo oficial”, diz.

Comércio-  Rafael Alves dos Santos tem certeza de que a Comunidade Nelson Mandela faz bem à região. “Eles movimentam o comércio local. Olhe só quanto não compraram de madeira.” Em uma conta rápida, cada barraco usa pelo menos 15 folhas de madeirite, vendidos a uma média de R$ 22 a unidade. Dessa forma, só as paredes das 7 mil moradias já teriam rendido mais de R$ 2,3 milhões aos armazéns locais. Os moradores também afirmam que, antes da ocupação, o terreno era deserto e mal iluminado, palco de assaltos e desovas de carro roubados recorrentes. “Era um espaço do medo, hoje é moradia”, diz Dariel José de Araújo, mais conhecido por Pernambuco, que vive há mais de 25 anos em periferias da zona norte de Osasco e agora é o titular da matrícula número 55 da Comunidade Nelson Mandela.

Entre trancos e barracos. Não há qualquer sinal de tristeza na voz ao responder por que foi para a comunidade. “É precisão”, diz simplesmente. Pernambuco estava entre os primeiros que chegaram ao terreno no dia 14 de janeiro e, hoje, divide um lote de pouco mais de 50 metros quadrados com a mulher e dois filhos. O barraco sequer tem janela ou água encanada. Mede, arrisca dizer, uns 30 metros. Os móveis se resumem a dois aparelhos de som pifados, resultado da instabilidade da corrente elétrica na ocupação, e uma cama de solteiro, onde descansa o filho mais velho. Mas vocês não são quatro? “Não tem problema, a gente forra o chão e dorme”, conta.

Pernambuco é um sujeito baixinho e desconfiado, talvez porque tenha vivido o suficiente para ser. “Os policiais já queimaram meu barraco três vezes”, fala com naturalidade. Na cerca ao redor do seu terreno é possível contar meia dúzia de madeiras com marcas de fogo. “Um me chamou de bandido. Eu respondi que não era, só não ia mais morar de aluguel.” Armador na construção civil, tem renda média de R$ 700, dos quais R$ 600 destinava mensalmente ao aluguel da antiga casa.

Críticas- Os moradores da Comunidade Nelson Mandela sabem que a ocupação não é bem vista por muita gente e que o mandado de despejo é uma possibilidade real. Para se organizar, convocaram o líder comunitário Carlos Eduardo Ventura, presidente da Frente Popular de Favelas de Carapicuíba, que logo articulou uma aproximação com o Movimento Sem-Teto do Ipiranga. Apesar de morar em Carapicuíba, a liderança – que cita artigos do Código Penal, anda com a camisa sempre ensacada e o celular pendurado no pescoço – tem passado a maior parte do tempo na ocupação às margens do Rodoanel para resolver questões internas.

“Aqui, todas as decisões são coletivas”, garante Ventura. As primeira medidas foram definir as ruas e numerar os barracos, passando a ser a matrícula de cada família. Na pauta: construir duas igrejas, uma escola e finalizar o cadastro interno dos ocupantes. A ideia de homenagear o líder da luta contra o apartheid foi dele. Lá, ninguém entra sem a sua autorização.

No início de fevereiro, a Guarda Municipal de Osasco investiu contra a Comunidade Nelson Mandela, segundo os moradores sem qualquer aviso prévio. Acabou expulsa a pedradas. “Chegaram atirando, mano, foi tiro de tudo, de borracha, de calibre 12, de 38”, conta um dos mandelenses que tem no celular o vídeo do momento em que o contingente bate em retirada pelo Portal D’Oeste II, o bairro vizinho. “Ó, é bala demais”, mostra. Ao menos dois ocupantes ficaram feridos. “Agora eles vão ter que responder na corregedoria por tentativa de homicídio qualificado e abuso de poder”, diz Carlos Eduardo Ventura.

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– Os Pegadores e as Vagabundas

Na minha juventude, homens que saíam com muitas garotas eram invejados e chamados de ‘garanhões’. Mulheres que saíssem com muitos homens tinham outros nomes pejorativos e eram detestadas, rotuladas de prostitutas!

Ruth de Aquino, importante colunista, escreveu há dias uma importante coluna sobre esse comportamento machista e sobre o número de parceiros (as) sexuais dos dias atuais.

Interessante, extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI127931-15230,00-OS+PEGADORES+E+AS+VAGABUNDAS.html

OS PEGADORES E AS VAGABUNDAS

por Ruth de Aquino

Jovens mulheres têm três vezes mais parceiros sexuais do que tinham suas avós na mesma idade, segundo uma pesquisa com 3 mil moças de até 24 anos na Inglaterra. A pesquisa revelou que elas já tinham feito sexo com, em média, 5,65 homens. Uma em cada dez entrevistadas disse ter ido para a cama com mais de dez parceiros. Assim que os dados foram divulgados no blog Sexpedia, da jornalista Fernanda Colavitti, em epoca.com.br, uma espécie de ódio machista se abateu contra aquelas que muitos chamavam de “vagabundas”. Os comentários raivosos refletem a reação sincera de muitos homens ao encontrar uma mulher livre para exercer seu desejo. No Ocidente, até os anos 70 a virgindade era o tabu. Era vergonhoso para um homem casar com defloradas. O hímen era exibido como troféu. Felizmente, esse tempo passou.

Agora, é como se os machistas usassem a quantidade de parceiros para rotular uma mulher como “direita” ou “fácil”. “Posso ser machista e antiquado, mas mulher que teve mais de cinco parceiros não merece respeito”, diz o comentário do internauta Juliano ao post no Sexpedia. “Não sou preconceituoso, mas me incomodaria casar com uma mulher que muita gente já provou”, afirma Ricardo. “Saudades de quando havia uma distinção entre mulheres corretas e vagabundas”, diz Evandro. “Não quero pegar resto dos outros”, escreve Renato.

É sintomático como essa atitude muda completamente quando entra em jogo o número de parceiras sexuais do homem. Aí, o “garanhão” de antigamente hoje se chama “pegador”. Bom de cama, contribui como macho para a reprodução da espécie, faz pose de experiente e conquista um indisfarçável respeito de seus pares masculinos. Mas a mulher que transa com muitos é logo tachada de “vagabunda”. Qual seria o número mágico de parceiros sexuais que transforma uma jovem normal em promíscua aos olhos machistas? Três, cinco, dez, 20? “O número não importa tanto”, diz o psicanalista Francisco Daudt. “O que mais apavora um homem nessa hora é o fantasma de, sem saber, criar um filho que não seja dele.”

Os homens mais agressivos com as mulheres livres sentem dificuldade de lidar com a ideia de que elas têm desejo sexual próprio. “É como se a virilidade deles fosse transferida para elas”, afirma o psicanalista Contardo Calligaris. São homens capazes de agredir uma mulher por estar de saia curta. A vida sexual deles costuma ser frustrante, limitada e triste.

O antigo “garanhão” virou “pegador”. Mas mulher com vários parceiros é tachada de “vagabunda”. É ridículo

“Quando eles chamam a mulher de rodada, como um carro de terceira mão, isso não tem a ver com o uso de seu corpo, mas com o medo que ela desperta”, diz Calligaris. “O rapaz pensa: ela sabe fazer sexo melhor que eu. Meu desempenho será comparado ao de outros, mais experientes.” De acordo com a sexóloga Carmita Abdo, “vagabunda é aquela mulher que você quer, mas não te quer”. Aquela que transou com vários não estaria interessada em estabilidade. “Será que eu vou dar conta?”, pensa ele. Como se pudesse controlar a futura dor de uma rejeição ou troca.

Ninguém está sugerindo que é mais feliz quem faz sexo com muita gente, seja homem ou mulher. Mas as moças têm o direito de, caso queiram, experimentar o sexo com responsabilidade e sem culpa. Às vezes, elas próprias mentem. Em epoca.com.br, Luiza fez o seguinte comentário: “Tive de 20 a 25 parceiros e tenho 27 anos. Como sei que a maioria dos homens é machista, sempre digo que tive dois parceiros, o ex e o atual! Muitos homens são bobos. Outros não colocam o número de parceiros como fator determinante do caráter de uma mulher. Esses merecem respeito”.

Os machistas são exceção? Ou a maioria dos adolescentes e adultos de hoje pensa como eles? “Nos últimos anos, os adolescentes se tornaram muito mais caretas”, diz Calligaris. “Essa história de beijar dez ou 20 numa balada parecia ser uma continuação da liberação sexual. Nada disso. É superfície.” Para que insistir em saber quantos parceiros alguém teve no passado? Como diz Daudt, “se soubéssemos em detalhe a vida sexual que cada um leva, e as fantasias de cada um, ninguém ficaria com ninguém”.

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– Dia da Mentira

E hoje é dia de contar lorota!

Eu não gosto de mentiras. Sempre ouvi que uma mentirinha é a mesma coisa que uma mentirona; portanto, ambas são mentiras. Também aprendi que “mentir vicia” e que o “Diabo é o pai da mentira”.

Tudo isso é correto. Mas é inegável que hoje é um dia divertido, de se brincar de mentir.

Já fez sua gozação a alguém? Tomara que de maneira saudável, sem bulinar ninguém, ok?

Extraído de: http://www.calendarr.com/brasil/dia-da-mentira/

DIA DA MENTIRA E DIA DOS BOBOS

O Dia da Mentira, também conhecido como Dia dos Bobos, é celebrado no dia 1º de abril e é uma data onde as pessoas contam mentiras e pregam peças em seus conhecidos por pura diversão.

Ele é comemorado por crianças e adultos, e existem brincadeiras que persistem por vários anos, alguns chegam a ser de humor negro, que são aquelas que ridicularizam e humilham as pessoas, mas em geral, são brincadeiras saudáveis.

Origem do Dia da Mentira

Há muitas explicações para o dia 1º de abril, uma delas diz que a brincadeira surgiu na França, pois no século XVI, o Ano Novo era comemorado dia 25 de março, as festas duravam uma semana e iam até dia 1º de abril.

No ano de 1564, o Rei Carlos IX adotou oficialmente o calendário gregoriano, passando o Ano Novo para o dia 1º de janeiro, porém muitos franceses resistiram a mudança e continuaram seguindo o calendário antigo. As pessoas começaram a fazer brincadeiras e ridicularizar essas pessoas, que eram conhecidos como bobos por seguirem algo que não era verdade.

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– A Distorção dos Brasileiros Mal Educados quanto ao Estupro!

Pesquisa do Ipea divulgada ontem aponta: 65% dos brasileiros concordam que mulheres que usam roupas indecentes “merecem ser atacadas”. Segundo eles, elas acabam provocando os homens e são culpadas pelos casos de estupro “porque provocam” (texto de “O Globo” de hoje…).

Não vi a metodologia, tampouco o universo pesquisado. Mas o número é muito alto dos que pensam assim.

Nessas horas, fico tentando entender: é somente uma questão educacional ou a índole é essa mesma, animalesca?

Dá vergonha de ser brasileiro nessas horas…

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– Os valores para as ofensas a seres humanos!

Real Garcilasso foi multado em 20 mil dólares pelas ofensas racistas ao jogador Tinga. Uma multidão nas arquibancadas o ironizou.

Mogi-Mirim foi multado em 50 mil reais pelas ofensas ao jogador Arouca. Alguns poucos torcedores o ofenderam na saída do campo.

As penas são proporcionais ou justas?

Acho que não. Os racistas estão nas ruas e por cinquentão o assunto foi resolvido para as entidades. Aliás, tanto Conmebol e FPF acabaram faturando com essa história, não? Afinal, o dinheiro não vai para nenhum dos ofendidos, tampouco para obras assistenciais (e pago pelos clubes).images.jpg

– As Empresas nas Mídias Sociais trazem Simpatia ou Amolação?

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, escreveu dias atrás em sua coluna mensal na Revista Época Negócios (Maio/2010) sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

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– Pesadelos Noturnos: Como Controlar os Sonhos Ruins?

Você já tentou criar um roteiro para seus sonhos? Já percebeu, no meio de uma aventura ruim, que aquilo não era real mas sim um pesadelo?

Olha que legal: dicas de “como controlar seus sonhos”, manipulando-os para seu interesse!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/224849_COMO+CONTROLAR+OS+PESADELOS

COMO CONTROLAR SEUS PESADELOS

Novos tratamentos conseguem impedir que os sonhos ruins aconteçam ou até mudar seu conteúdo

por Rachel Costa

Por quase toda a vida, a promotora de Justiça Ana Marta Orlando, 66 anos, teve suas noites assombradas por um inimigo silencioso e assustador: os pesadelos. O mais recorrente a transportava, em um momento da noite, para um imenso deserto. Solitária, ela começava a caminhar sem rumo e, a cada passo, sentia os pés afundar na areia fofa. Não bastando o desespero de se sentir engolida pelo chão, em determinado momento, ao olhar para trás, percebia a presença de um beduíno montado sobre um imenso camelo a cortar o ar com espadas. Desesperada, tentava apressar a caminhada, mas as pernas se afundavam cada vez mais na areia até que o perseguidor a alcançava e ela acordava sobressaltada. “Suando frio e com o coração aos pulos”, relembra Ana Marta, que, assim como outros milhões de brasileiros, tinha pesadelos crônicos, problema que dificilmente rompe as paredes do quarto de dormir para chegar ao consultório médico. “Ter pesadelo esporadicamente é normal. Quando isso começa a se tornar repetitivo, porém, se torna doença”, alerta a neurologista Márcia Pradella-Hallinan, da unidade de medicina do sono do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. A prevalência gira em torno de 2% e 6% da população mundial, com maior incidência sobre as crianças. Mesmo assim, é comum quem tem pesadelo manter sigilo sobre o problema. Os próprios cientistas relegaram, por muito tempo, os sonhos ruins a um segundo plano. Para o bem de quem sofre com o problema, isso mudou nos últimos anos com a injeção de recursos para pesquisa após a constatação de que pesadelos eram recorrentes em veteranos de guerra americanos.

Durante décadas, os sonhos ruins estiveram sob a égide da psicanálise. Os últimos estudos científicos, porém, mostram que não apenas fatores psicológicos explicam sua existência. Freud não morreu para a medicina do sono, mas agora divide espaço com conhecimentos sobre o funcionamento do cérebro e do aparelho respiratório. Com isso, o divã ganhou aliados como pílulas, eletrodos e máscaras de ar. “Vários pacientes veem seus pesadelos desaparecer após o tratamento para apneia”, disse à ISTOÉ o cientista Barry Krakow, referência mundial em medicina do sono, hoje à frente de um centro particular para o tratamento de pesadelos nos Estados Unidos. A razão, acredita-se, é que nesses casos as imagens aterradoras não passam de uma estratégia do organismo para nos despertar, cessando a interrupção no envio de oxigênio para o cérebro – principal característica da apneia. Quando o problema respiratório é tratado, junto com ele se vão os pesadelos.

A guinada que deu condições para essas mudanças foi dada pelo psiquiatra Allan Hobson, na década de 70, que mostrou que o cérebro está ativo e consciente enquanto dormimos. Hobson inspirou a busca de outros métodos para entender os pesadelos. Uma consequência da mudança foi a criação de técnicas focadas no controle direto desses sonhos. A principal foi a terapia de ensaio da imagem, descrita em 2001 por Krakow e uma equipe de outros 15 cientistas. Durante seis meses, eles acompanharam 114 voluntários que haviam desenvolvido estresse pós-traumático em decorrência de violência sexual e, consequentemente, pesadelos. Foi proposto à metade dos participantes que, antes de dormir ou durante o dia, imaginassem o que gostariam de sonhar à noite. O conteúdo não deveria ser necessariamente feliz, mas obrigatoriamente distinto das imagens aterrorizantes de seus pesadelos. Quem fez o exercício reduziu os sonhos ruins no período em mais da metade. “Dez anos depois, esse ainda é o principal tratamento para pesadelos”, opina o criador do método. A pesquisadora Anne Germain, da Universidade de Pittsburgh e integrante da equipe de Krakow em 2001, concorda com o antigo tutor, mas acrescenta uma opção à lista. “Existe um fármaco, a prazosina, que não pode ser descartado”, disse à ISTOÉ.

O remédio foi parar na lista de terapias para o sono por acaso. Quando começaram as pesquisas, o objetivo era buscar uma nova droga contra hipertensão. Durante os testes, viu-se que as pessoas medicadas dormiam melhor e seus sonhos negativos se tornaram raros. Daí os cientistas tiveram a ideia de testar a droga em pacientes com transtorno do estresse pós-traumático. “O pesadelo é um dos sintomas do transtorno e é raro um paciente não sofrer com ele”, diz a psiquiatra Adriana Moz­zambane, do Programa de Atendimento a Vítimas de Violência da Unifesp.

Recentemente, em Praga, na República Tcheca, foi divulgada uma revisão das pesquisas sobre o assunto confirmando os resultados positivos. “Há evidência da eficácia da prazosina para tratar o pesadelo nos casos de estresse pós-traumático”, disse à ISTOÉ Simon Kung, da Clínica Mayo e líder do estudo. “Supomos que o remédio aja sobre os receptores de noradrenalina, superestimulados durante os pesadelos.” Mas há critérios para sua indicação. “O remédio só é receitado quando o sonho ruim é recorrente e a pessoa vivencia situações muito desagradáveis durante ele”, afirma o neurologista Shigueo Yonekura.

Outro desejo antigo de quem sofre de pesadelos é mudar seus enredos apavorantes. “Na última semana, sonhei várias vezes na mesma noite com a mesma coisa”, diz o compositor Cauê Procópio, 39 anos. “Quando começava de novo, já sabia o que aconteceria, mas não conseguia sair do sonho.” Foi o mesmo problema que fez o fotógrafo Lilo Faria, 30 anos, descobrir os estudos do cientista Stephen LaBerge, criador da teoria dos sonhos lúcidos. LaBerge gastou os últimos anos pesquisando técnicas para tornar possível mudar o enredo onírico. O resultado foram três livros – o último, “Sonhos Lúcidos: Um Guia para Acordar em seus Sonhos e em sua Vida” (2004) – e uma engenhoca formada por uma máscara para dormir e um sistema de luzes, chamado NovaDream.

O aparelho detecta a fase REM do sono – a mais profunda e quando ocorrem os sonhos – e começa a emitir sinais luminosos. Esses impulsos são incorporados às imagens oníricas. O sonhador pode, por exemplo, transformar a luz em uma ambulância ou em um semáforo. O importante é reconhecer a fase REM e tentar interferir em seu conteúdo. É o mesmo que Faria faz, só que sem a máscara. Quando se percebe em um pesadelo, ele faz uma espécie de teste para saber se está dormindo. “Um dos exercícios é olhar para as minhas mãos e tentar contar os dedos. Quando dormimos, não conseguimos fazer isso”, explica. Se percebe que está adormecido, ele começa a brincar com a realidade onírica. “Não tem problema se machucar, por exemplo, se é sonho.”

Mas nem só de teorias mirabolantes e novos tratamentos vive a medicina do sono. Os velhos conselhos das avós – dormir cedo e não comer muito à noite – seguem válidos para evitar a desagradável surpresa de ser surpreendido na madrugada. “Hábitos de sono e alimentares não são a causa dos pesadelos, mas ajudam a perpetuá-los”, fala o neurologista Leonardo Goulart, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

O gerente de contas Rogério Barbacena, 33 anos, sabe disso. Vítima dos pesadelos, ele costumava perder duas ou três noites por semana. Exausto, buscou ajuda. Primeiro, foi a uma nutricionista, que montou um cardápio noturno mais leve e o proibiu de exagerar na dose de comida antes de ir para a cama. “Só com isso melhorou em 80%”, afirma. O segundo passo, em andamento, é marcar o exame de polissonografia para descobrir se existe alguma doença causando os pesadelos. Outro hábito incorreto, ele já sabe que tem: dorme tarde e pouco.

Hábitos noturnos, de acordo com estudo realizado com 3.978 pessoas no Canadá, são combustível para os sonhos ruins. “Notívagos geralmente são mais ansiosos, depressivos, fumam mais e possuem uma espécie de ‘jetlag’ social quando dormem em horários não usuais do ciclo circadiano”, disse à ISTOÉ o líder do estudo, o psiquiatra Tore Nielsen, da Universidade de Montreal. O ciclo circadiano corresponde aos horários biológicos do corpo. Quando há uma discrepância entre o horário em que se deveria dormir e o momento em que ocorre o sono REM, acredita Nielsen, fica-se mais suscetível ao pesadelo.

Além da causa, alterações no sono podem ser consequência do sonho ruim. “Teve um período em que comecei a trocar o dia pela noite para tentar fugir dos pesadelos. Passava a noite vendo televisão ou no computador, com receio de dormir”, conta a diretora de marketing Daniela Junqueira, 23 anos. Receosa, ela só cochilava tranquila quando ia dormir ao lado da mãe, a psicoterapeuta Eliete Matielo. O que tanto assustava a jovem: sentimentos de ansiedade e angústia que a faziam acordar durante a noite. Os pesadelos se prolongaram por quase todo o último ano. Na terapia, descobriu serem resultado de um relacionamento atribulado.

Por ser tão incômodo, é difícil crer na utilidade dos sonhos negativos, mas, para muitos cientistas, quando ocasionais, eles podem fazer bem. Um dos nomes mais conhecidos é o psicólogo finlandês Antti Revonsuo, autor da teoria dos sonhos simulatórios, segundo a qual, do mesmo modo como os jogos de realidade virtual, sonhos e pesadelos serviriam para nos preparar para situações que podem acontecer no mundo real. O temor à morte de alguém querido, por exemplo, quando vivido com muita intensidade, é um sentimento paralisador. Sonhar com isso não deixa de ser desagradável, mas é útil. “Funcionaria como um elemento de simulação das consequências de algo que a princípio é impensável, mas que pode ocorrer”, defende o neurocientista Sidarta Ribeiro, um dos expoentes nos estudos dos sonhos no Brasil. Não ter mais pesadelos, compara Sidarta, seria como perder o radar para coisas perigosas.

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– Moralidade Total Flex

Pesquisa americana mostra: tendemos a ser mais honestos quando somos lembrados que deve existir honestidade; que existe o vírus da desonestidade e que ele é contagioso; e que nossos princípios mudam conforme o cenário.

Será que você concorda com esses resultados e outros mais polêmicos ainda?

A matéria sobre esse assunto intitulado “Moralidade Total Flex” está aqui: bit.ly/OFvJC5