– A Prática do Bem que se Torna Hábito Saudável

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco).

Compartilho tal reflexão:

Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!

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– Boleiros e comportamentos distintos no final de semana

É lamentável que os jogadores de futebol tenham comportamentos tão distintos e até de certa forma, condenáveis em alguns casos e louváveis em outros.

No sábado, Lúcio arranjou confusão dentro de campo e após o apito final “quase foi para cima” do jornalista da Sportv. No Internacional/RS ele era um bom zagueiro, mas nada de taxá-lo como craque. No Bayern, se destacou pela força física ao dar suas disparadas da defesa ao ataque, chegando assim à Seleção Brasileira. Na Itália, “fez água”… No São Paulo, ficou marcado pelo péssimo comportamento extra-campo e no difícil trato. No último final de semana, pelo Palmeiras, deu mostra de temperamento exacerbado.

Me parece contraditório o atleta ser um dos líderes do pacífico movimento de Atletas de Cristo (e nada contra a prática religiosa) e ter um comportamento incoerente. “Cristão” é ser um “novo Cristo” e imitar os gestos de Jesus. Lúcio parece não o fazê-lo tão dignamente… e dessas atitudes surge a inevitável comparação com Marcelinho Carioca, que pregava algo e praticava coisa diferente.

Na outra ponta, vemos Rogério Ceni em uma brilhante entrevista fazendo um mea culpa do episódio em que se envolveu em uma relação extraconjugal e dela nasceu um filho. O goleiro falou abertamente que se arrepende e condena o ato em si (a traição ao seu casamento), assumindo toda a responsabilidade da paternidade da criança – e, principalmente, em exercê-la como já o faz com suas outras duas filhas (já havíamos falado da coragem do são-paulino em: http://wp.me/p4RTuC-c2Q).

Comportamentos distintos e que nos trazem à reflexão: jogadores de futebol têm um bom suporte psicológico, assistencial ou orientação adequada para as dificuldades extra-campo?

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– Loemy Marques e o exemplo do descuido!

Repercute muito a história de Loemy Marques, uma linda modelo que não tendo conseguido o sucesso que queria na carreira, experimentou crack uma 1a vez e nunca mais largou a droga.

Hoje, com 24 anos, é refém das drogas e representa toda indignidade que uma pessoa pode chegar. Triste. Vítima dessas porcarias que são oferecidas e que muitos, seja por qual motivo for, usam uma única vez e depois não param.

E há quem faça apologia das drogas…

VICIADA EM CRACK, EX MODELO VIVE NAS RUAS DE SP

por Eduardo Anizzelli, FSP, 24/11/2014

Loemy Marques, 24, não para quieta. A abstinência está no auge. Observa duas fotos suas na capa da revista “Veja São Paulo”. Na primeira, aparece linda, nos tempos de modelo. Na segunda, a imagem atual, após dois anos de vício em crack e morando na rua.

“Você precisa decidir qual das duas você quer ser”, diz um amigo, tentando impedi-la de voltar ao fluxo -nome dado à aglomeração de viciados que hoje fica na esquina da rua Helvétia com a alameda Cleveland, na cracolândia, região central de São Paulo.

“Estou confusa, quero fumar”, diz ela.

É tarde de sábado (22). Loemy senta-se e levanta-se várias vezes de uma cadeira de plástico na sede do Recomeço, projeto do governo estadual para tratar dependentes, enquanto é disputada por equipes de programas de TV.

A ex-modelo que virou craqueira ficou “famosa” a partir da divulgação de sua história, naquele mesmo dia.

Ela contou à revista que começou a fumar crack em 15 de setembro de 2012, quando teve dois celulares e R$ 800 roubados por dois bandidos.

Foi então que alguém colocou um cachimbo com a droga na boca dela, e veio uma sensação descrita como “uma tomada para carregar”.

Vítima de abusos do padrasto na infância, voltou a sofrer abuso na cracolândia. Para manter o vício, também chegou a se prostituir.

PROPOSTA

“Não viemos explorar a tragédia dela”, diz um produtor de TV. “O que estamos oferecendo é uma proposta de final feliz, ela vai para um hotel, para uma clínica. Mas queremos exclusividade.”

Enquanto isso, o funcionário de outra emissora se oferece para comprar um maço de cigarros para ela. Para irritação do primeiro, ela sai por alguns minutos com o homem. Quando volta, segura um Marlboro vermelho e um chocolate Diamante Negro.

Uma das equipes oferece que Loemy vá para um hotel.

“Não quero. Não consigo ficar sozinha lá”, diz. “Estou acordada há dois dias. Vou ficar acordada até apagar e depois me interno no Cratod [centro estadual de referência de álcool e outras drogas].”

Da última vez que a preparadora de modelos Debora Souza, 36, viu Loemy, já a encontrou na casa de um amigo em “estado deplorável”. “Mas não sabia que ela tinha ido parar na rua”, afirma.

Loemy passou por cursos na Skin Model, onde Debora trabalha. “Foi em meados de 2012. Ela estava crua ainda”, conta. “Mas tinha todo o potencial do mundo, uma beleza estilo anos 80.”

Debora conta que começou a receber queixas de indisciplina. “Ela ficava muito revoltada de não ser aprovada no casting [seleção] e tinha comportamentos súbitos de gritar com as pessoas”, diz. “Outra vez, gostaram dela, mas no meio da prova de roupa ela saiu para fumar e voltou com a roupa cheirando cigarro.”

Longe das passarelas, Loemy chegou a tentar se internar e voltar para o interior de Mato Grosso, onde vive a família. No fim, sempre acabava voltando à cracolândia.

No domingo (23), Loemy continua no fluxo.

Quando não está fumando crack, anda de um lado para o outro e, às vezes, abaixa-se para procurar algo no chão.

Poucos ali a conhecem, mas muitos se identificam com a história dela.

“Eu era engenheiro mecânico até um ano e meio atrás. Saí com uma prostituta, fumei uma pedra e hoje não consigo sair daqui”, diz um homem de 36 anos, ao ser questionado se a conhecia.

Apesar do 1,79 m de altura, Loemy passa despercebida no meio dos demais viciados.

Com o cachimbo na mão, não quer conversa. Enfia-se entre as dezenas de barracas onde os viciados fumam e desaparece de vista.

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– Julien Blanc é o palestrante mais odiado pelas mulheres!

Já ouviu falar do “conselheiro amoroso” Julien Blanc?

Eu já! Quem não o conhece, pode pensar que ele é um tipo de Hitch, personagem de Will Smith nos cinemas que ajudava aos homens a perderem a timidez e conquistar as mulheres.

Nada disso. Ele, de fato, dá conselhos a homens. Mas para conquistar grosseiramente as mulheres, a lá homem das cavernas! Ele se denomina “artista da pegação”.

Seus métodos condenáveis estão levando a diversas ONGs a pedirem a proibição da sua entrada no Brasil, onde deseja realizar palestras.

Veja como ele orienta, abaixo, extraído da Revista Época, 17/11, pg 18-19:

COMO DESPERTAR O FOGO NAS MULHERES – DE RAIVA

Por Cristina Grillo

Em fotos e vídeos que circulam pela internet, ele até parece bonitinho, com certo charme, do tipo que tem chances de terminar uma noitada bem acompanhado. Mas o que o americano Julien Blanc (foto), de 28 anos, diz em suas “aulas” é grosseria pura. Ele pretende ensinar candidatos a machos alfa a “pegar” mulheres. Sim, é esse o termo que ele usa. Não se trata de “conquistar”.

Blanc merece terminar a noite bebendo cerveja quente ao lado de um bêbado chato. As reações raivosas a seu método ultrapassaram em muito o alcance de sua técnica ruim de conquista. Abaixo-­assinados se espalharam pelo mundo e fizeram com que ele fosse impedido de entrar na Austrália e no Reino Unido e fosse execrado no Canadá e no Japão. Em vídeo, Blanc afirmou que homens brancos poderiam abordar japonesas de qualquer forma que desejassem, sem temer as consequências. Ele planejava vir ao Brasil em janeiro, para dar aulas sobre seu “método”. Um abaixo-assinado no site Avaaz reunira, até a sexta-feira da semana passada, mais de 300 mil assinaturas pedindo ao Ministério das Relações Exteriores e à Polícia Federal que não concedessem visto de entrada ao fanfarrão. Na quinta-feira, o Itamaraty afirmava ter elementos suficientes para negar o ingresso de Blanc no país.

Blanc se define como um “pick up artist” – um artista da pegação, em tradução livre – e mostra em vídeos algumas de suas “técnicas”. Uma consiste em empurrar a cabeça da escolhida até que ela fique próxima de seu pênis. Não deixa de ser uma tática arriscada. Outra é apertar o pescoço da candidata, como se fosse sufocá-la, até conseguir um beijo. Descreve ainda um método que poderia ser chamado de “morde e assopra”. Ensina aos pupilos que eles devem ameaçar a futura conquista com palavras duras, depois aliviar a pressão. Diz que a técnica, de “curto-circuito emocional”, é infalível.

As táticas de Blanc falham. Uma troca de mensagens publicada na internet mostra uma tentativa sua de “pegar” a administradora de um grupo do aplicativo de encontros Tinder. Blanc, sem rodeios, convida a mulher a fazer sexo com ele e pede seu endereço. Ela responde: “Por que motivos eu daria meu endereço a alguém que acabo de conhecer no Tinder?”. Ele sugere, então, que se encontrem num lugar neutro. Ela, mais uma vez, nega. Autoconfiante, ele começa a executar a parte “morde” de sua técnica e xinga a “candidata” com os piores impropérios. Depois, passa à fase “assopra”. Pede desculpas, pergunta se há algo errado com sua aparência, implora por nova chance. Como resposta, recebe um link para uma imagem da bela cantora Adele – fazendo um gesto obsceno com o dedo médio.

A guerra contra Blanc começou na Austrália, onde ele planejava dar um de seus cursos, com ingresso em torno de R$ 2 mil. Um abaixo-assinado com 41 mil nomes, argumentando que ele incita à violência contra as mulheres, levou o governo australiano a negar-lhe o visto de entrada. Em uma semana, a história correu o mundo. Chegou ao Brasil na última terça-feira, com a abertura de um abaixo-assinado pedindo ao governo federal que não permita sua entrada no país.

“Em Tóquio, um homem branco pode fazer o que quiser”, diz Julien Blanc, autodenominado “artista da pegação”, numa lição em vídeo. As bobagens de Blanc passaram a ocupar gente em Brasília. A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República pediu providências ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Em nota, a secretaria se define como favorável à liberdade de expressão, em seguida afirma que “esse senhor” incentiva a violência contra as mulheres, “inclusive o estupro”. E acrescenta: o Anuário brasileiro de segurança pública estima que mais de 143 mil mulheres foram estupradas em 2013 no Brasil, com base nas 50.320 notificações. O Itamaraty passou a consultar outros órgãos do governo federal sobre o assunto.

O presidente da Comissão de Direito Internacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Eduardo Tess Filho, afirma que impedir a entrada de Blanc por causa de um abaixo-assinado pode levar a um “campo minado”. “Uma coisa é (barrar) um terrorista, um agitador, outra coisa é censura. Misturar movimento social feminista com censura é um perigo”, diz. O problema, para Tess, é definir se Blanc acarreta risco para as mulheres ou apenas para o bom gosto.

Um psiquiatra ouvido por ÉPOCA conta o caso de um paciente ainda em tratamento. O jovem afirma ter criado um método infalível para arrumar namoradas. “É só descobrir o que elas esperam de um homem e fazer tudo direitinho, sem questionar”, diz ele, segundo seu médico. O tratamento é para ensinar a ele como funcionam a conquista e a vida afetiva. Talvez, no lugar de protestos e de um abaixo-assinado para a Polícia Federal e o Itamaraty, Julien Blanc precise ser encaminhado para terapia.
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– Corajoso Rogério Ceni e o Filho que Assumiu!

A vida pessoal de cada atleta não deve interessar aos torcedores em geral, embora sabemos que há alguns jogadores que a expõe de tal forma que inevitavelmente a imprensa não tem como não repercutir. Outros conseguem ser reservados.

Porém, ontem, um fato inesperado: Rogério Ceni, sempre discreto, assumiu um filho fora do casamento. E o fez de maneira delicada, singela e respeitosa.

Quantos artistas e boleiros se metem em confusão nos casos de reconhecimento de paternidade e relutam em encarar esse desafio. Rogério o fez sem estardalhaço.

Claro, haverá o constrangimento da sua esposa que, confesso, nunca a vi em fotos ou demais reportagens. Talvez o goleiro tenha que ter feito a maior defesa da sua vida no relacionamento conjugal – E ISSO SÓ INTERESSA AO CASAL.

Parabéns a ele por não fugir da responsabilidade. Veja a mensagem de Ceni:

NOTA OFICIAL DE ROGÉRIO CENI

“Há cerca de dois anos tive a terceira grande felicidade de minha vida, nascia Henrique, meu terceiro filho.

Desde o momento em que soube que seria pai, até o ultimo dia de minha vida, dei e darei a ele todo carinho e acima de tudo o amor que todo pai orgulhoso tem pelos seus filhos, o mesmo amor que sinto e dedico as minhas princesas Beatriz e Clara.

O que pode soar como surpresa para quase todos é uma realidade para mim e para as pessoas próximas envolvidas.

E é por todas elas e, em especial as crianças, que gostaria de pedir a compreensão e a sensibilidade de todos nesse momento.”

Que sirva de exemplo a boleiros que refugam no jogo da vida.

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– Começou o Horário de Verão. Nããão…

Na virada deste sábado para domingo começou o Horário de Verão. Respeito quem goste, mas eu detesto!!!

Acordar com o dia bem escuro, ir embora ainda com calor e clarão… Muito cansativo!

E nas salas de aula? Não há professor que aguente as “primeiras aulas noturnas” ainda com sol.

O novo horário é ótimo para quem pode curtir a tarde/noite numa caminhada, tomando um chopp ou algum outro programa. Para quem ainda está no trabalho, é horrível.

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– Pensar Dói? Procuram-se bons alunos…

Compartilho bacana matéria sobre a carência de estudantes quem segundo o autor, estariam em extinção!

Extraído de: http://www.cartacapital.com.br/revista/794/procuram-se-estudantes-7060.html

PROCURAM-SE ESTUDANTES

Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção

por Thomaz Wood Jr.

Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.

Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.

Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos, a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.

Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.

As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.

Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.

Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo. São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.

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– Incesto não é crime?

Leio que a Alemanha mudará a lei e não criminalizará a prática sexual entre irmãos. Por lá, só o incesto entre pais e filhos continuará a ser crime se o filho for menor idade. Mas toda a forma de sexo consentida estará liberada, desde que sejam eles adultos!

Dentro da lei, o incesto deixa de ser errado. Só que moralmente…

Veja o que o Conselho de Ética do Parlamento Alemão declarou:

O direito à autodeterminação sexual é mais importante que a idéia abstrata de proteção à família e mais importante que os riscos de se gerar crianças portadoras de necessidades especiais.”

Cruz-credo. Quer dizer que se crianças especiais nascerem fruto de incestos, não terão sido menos importantes do que a prática sexual?

Em tempo: no Brasil, incesto não é crime, se realizado por maiores de 14 anos consensualmente. A história registra o Regente Feijó (Padre Diogo Antonio Feijó, que largou a batina para trabalhar a serviço do Império Brasileiro) que vivia maritalmente com sua própria irmã.

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– Michael Phelps, Jobson, as Drogas e os Esportistas

 O megacampeão da natação Michael Phelps foi flagrado recentemente fumando maconha. Para piorar, perdeu a Carteira de habilitação por dirigir bêbado. Agora, se internou numa clínica de recuperação.

Ao menos, tomou medidas necessárias e percebeu o grande prejuízo que estava ocorrendo em sua carreira. E não só nela, mas na sua vida pessoal!

Veja no campo futebolístico: Mário Jardel perdeu tudo após as drogas; Jobson, atacante, de inúmeras oportunidades, também.

Vemos que o vício é um problema social que atinge todas as camadas. E o mais difícil ainda é quando pessoas sem suporte psicossocial estão fragilizadas e são levadas a essas tentações.

Imagine quantos garotos que enriquecem repentinamente e, de uma hora para outro, estão rodeados por mulheres, carrões, fama e… aproveitadores!

Será que os clubes de futebol estão preparados para evitar o surgimento de novos Jardéis e Jobsons? Promovem estrutura para prevenção?

O certo é: em qualquer ramo, devemos ensinar nossas crianças a fugirem das drogas lícitas e ilícitas. E sem vacilar!
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– O Papa e a Comunhão aos casais de Segunda União

Nesta semana está acontecendo um Sínodo Extraordinário sobre as Famílias. Os bispos estão discutindo várias temáticas delicadas dentro desse assunto: controle de natalidade, sexo antes do casamento, família homossexual e, o mais polêmico (devido aos últimos fatos): a Comunhão para Casais em 2a união.

Recentemente, o cardeal alemão Walter Kasper, teólogo preferido do Papa Francisco (segundo ele próprio), defendeu publicamente e escreveu sobre a necessidade da Igreja ser misericordiosa àqueles que fracassaram em um primeiro casamento e acolhê-los em uma segunda união, permitindo-os que permaneçam integralmente na Igreja recebendo normalmente a Eucaristia. O próprio Papa Francisco defendeu uma maior facilidade para anulações de casamento nos processos eclesiásticos, a fim de regularizar os casais em segunda união (que, na prática, se tornaria a primeira união com a não validação do anterior).

Porém, o cardeal americano Raymond Burke se irritou profundamente com essas idéias, e, nos últimos dias, publicou um livro condenando ferozmente a permissão de que os divorciados que se casaram novamente comunguem.

Assim, na abertura do Sínodo, coube a Francisco apaziguar os dois cardeais e puxar a orelha de ambos declarando:

“Um Sínodo não é para se discutir idéias lindas e inteligentes ou ver quem de nós é melhor, é para se deixar abrir à luz do Espírito Santo”.

Que realmente a Força do Alto esteja iluminando os religiosos ali presentes, a fim de que se esclareça conforme a vontade de Deus tal delicada questão.

Sinceramente, penso que os casais em 2a união já deveriam ter tido maior atenção desde outros pontificados! Parabéns ao Papa Francisco por querer resolver essa pendenga, assim como a questão do Batismo a crianças cujos pais não coabitam.

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– Redes Sociais são Estressantes, segundo pesquisa

Ora, ora… o “Parque de Diversões Virtual” que costuma ser o mundo das redes sociais como Facebook e Twitter, acaba deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas.

Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

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– A Corrida para Você Nascer!

Veja que bacana: uma matéria entusiasta sobre como já nascemos vencedores! Cada um é um ser único, que antes de vir ao mundo, já venceu outros 300 milhões de outros concorrentes!

Gostei e compartilho, extraído de: http://is.gd/uivcFd

VOCÊ, O ESPERMATOZÓIDE VENCEDOR

Por Carlos Dias

Parabéns, você é um vencedor. Já nasceu com essa condição. Para ser o que é, ganhou a primeira e a mais importante competição de toda a sua existência, uma disputa mais concorrida do que qualquer vestibular. Você contrariou estatísticas, desafiou regras matemáticas de probabilidade e zombou da sorte. Derrotou outros 300 milhões de concorrentes.

Esse é o número de espermatozóides lançados no canal da vagina durante um ato sexual. Todos sabem qual o caminho a tomar. Nadam freneticamente em direção ao útero, onde – durante apenas dois dias por mês – podem encontrar um óvulo à espera da união capaz de gerar um novo ser humano. Não é fácil. Somente um deles é bem-sucedido nessa corrida de obstáculos. Foi um esperma- tozóide específico, de seu pai, que levou a um óvulo de sua mãe as moléculas de DNA que, misturadas ao DNA dela, deram as instruções genéticas para fabricar você. Imagine se ele tivesse morrido na praia. Você não existiria.

Metade de todos os espermatozóides morre rapidamente no interior da vagina, um ambiente, por incrível que pareça, inóspito para eles. Os sobreviventes que chegam à entrada do útero deparam com um muco que só permite a passagem dos espermatozóides quando a mulher está prestes a ovular. Caso contrário, morrem todos. Com a entrada permitida, eles atravessam todo o útero em direção às tubas uterinas (*), os dois estreitos canais que levam aos ovários. É em uma das tubas que vai ocorrer a fecundação. O final dessa corrida é eletrizante. Os espermatozóides usam sua longa cauda para nadar vigorosamente contra a correnteza de um fluido que traz o óvulo.

Passaram-se, até aqui, apenas cinco minutos. Muitos chegam ao óvulo – uma célula desproporcionalmente grande, a única do organismo humano que pode ser vista a olho nu. Todos lutam desesperadamente para forçar a sua entrada. Quando o vencedor consegue, o óvulo desencadeia imediatamente uma reação bioquímica e altera sua composição externa, fechando definitivamente a passagem para os demais. É o fim da corrida. Mais quatro dias e o óvulo fecundado, chamado ovo, chega ao útero. Nove meses depois, nascerá mais um bebê, o resultado desse irresistível processo biológico que hoje espalha mais de 5 bilhões de vencedores sobre a superfície do planeta Terra.

(*) Pela nova nomenclatura anatômica, este passa a ser o nome das trompas de Falópio

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– Personalidade e Caráter

Hoje, nos nossos encontros da Catequese do Crisma, falaremos sobre #Personalidade e #Caráter!
Nascemos com nossas caraterísticas pessoais, mas o caráter pode ser moldado. O seu é (ou foi) formado por quem ou onde?

A Pureza é uma das suas manifestações!
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– A chance do Grêmio se redimir foi por vaia abaixo!

Eu era contra o clube como instituição ser punido com severidade por culpa de alguns poucos idiotas racistas. Os verdadeiros criminosos eram uma minoria, pensava eu inocentemente.

Depois de ontem, mudei de opinião.

Ao ver que o Grêmio nada preparou de especial para o jogo de ontem contra o Santos e o reencontro do goleiro Aranha (discriminado racialmente e ofendido como pessoa), creio que o clube deve ser responsabilizado pelos atos de sua torcida sim!

Ao invés da diretoria preparar algo reconciliatório, uma forma de se desculpar e mostrar que é contra o Racismo, nada fez. Que tal somente permitir famílias no estádio? Promover uma campanha anti-racista entre as crianças? Aplaudir a entrada de Aranha? Levar negros históricos que por lá jogaram?

Nada. Nada e nada.

A torcida vaiou e xingou Aranha do aquecimento até o fim. Parecia que ele não era vítima, mas vilão! Nas redes sociais, torcedores mais fanáticos alegavam que ele era, pasmem, “culpado pela desmoralização de uma moça trabalhadora e pela eliminação do Tricolor Gaúcho fora das 4 linhas”.

Revoltante. Não são homens de verdade… Triste e sem comentários.

Alguns, mais idiotas do que os idiotas do jogo anterior, xingavam protegendo a boca para não serem flagrados na leitura labial. Aí não dá.

Que se puna ainda mais. Mas como, se nas observações do jogo na súmula da partida, está redigido: “nada houve de anormal”?

Que chance o Grêmio perdeu em dar a volta por cima…

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– O VAR da nossa Vida!

Essa fala em tom de brincadeira, surgida por um amigo ao acaso, abaixo, faz sentido. Leia:

“Uma lição do futebol moderno que eu ouvi: ‘Quero um VAR para rever minha vida e verificar onde eu errei’. Mas, cá com meus botões: eu devo mudar minhas decisões?”

(Anônimo)

E aí: mudar ou não o passado? Faria algo diferente?

Difícil dizer alguma coisa…

 

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– As Punições Descriteriosas no Futebol Brasileiro

Há muito vemos punições injustas dentro do esporte nacional. Em alguns casos, os auditores do Superior Tribunal de Justiça Desportiva se mostram totalmente alheios à defesa ou acusação dos envolvidos e tomam decisões passionais.

Claro: se o envolvido for um time grande do eixo RJ-SP, a tendência é a de que as penas sejam mais brandas.

Mas veja só: neste final de semana, jogaram Tombense/MG x Operário/MT pela série D do Campeonato Brasileiro. O goleiro mato-grossense Igor (que é negro) reclamou que durante o aquecimento foi chamado de “macaco”. Aos 36 minutos de jogo, quando ele estava para cobrar um tiro de meta, resolveu se virar para a arquibancada e dar um bico na bola contra os torcedores, alegando que a torcida mineira cantava em coro: Aranha, Aranha.

E aí, alguém será punido? O Grêmio/RS foi excluído da Copa do Brasil. O Tombense será excluído da série D, ou como a repercussão foi nula ou quase inexistente, nada acontecerá?

Aliás, mantenho a curiosidade: se Grêmio x Santos fosse pela série A do Brasileirão, o clube gaúcho seria excluído? Eliminar uma equipe que já perdeu em casa por 2 x 0 em um torneio mata-mata é fácil…

Outra dúvida: se racismo é crime por preconceito racial, homofobia também é. Nunca vi um jogo ser paralisado por discriminação sexual! E é fato comum que jogadores sejam ofendidos em campo com palavras pejorativas. Ou vai dizer que nunca se ouviu o coro contra o atleta Richarlysson e tantos outros? Como ele nunca se queixou, a questão morre por aí mesmo. Mas se um jogador se assumir homossexual e ouvir “bicha” das arquibancadas, se parará a partida e o clube será excluído pelo STJD? Estou pagando para ver!

Fico com dó dos árbitros: a eles são atribuídos os adjetivos de ladrão, gaveteiro, viado, corno, fdp e tantos outros xingamentos. Mas aí é outra história: eles não têm torcida para reclamar a favor deles e tais reclamações fazem parte da cultura do futebol.

Pior é a punição (ou falta de) aos clubes e dirigentes que não cumprem as obrigações financeiras. Já viu algum time brasileiro perder ponto ou ser excluído de competição por não pagamento de obrigações trabalhistas ou simplesmente pelo calote nos salários?

O Grêmio Barueri vive uma situação vexatória com jogadores fazendo greve por falta de recebimento. O tradicionalíssimo Guarani de Campinas viu a renúncia do seu 3o presidente após o não pagamento dos salários de Junho na última 5a feira (estamos em Setembro…). Sem falar de Vasco da Gama e Botafogo, com dívidas milionárias mas que se mantém ilesos de qualquer pena.

Não deveríamos ter um Tribunal de Penas onde as condenações fossem aplicadas automaticamente ao invés de julgadas por senhores passionais? Tudo pré-determinado: atrasou pagamento e os jogadores se queixaram, pena X. Houve preconceito de torcida, pena Y. E por aí em diante…

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Dom Pedro, o Imperador Amante!

Hoje é comemorado o Dia da Independência do Brasil. Mas algo curioso sobre nosso libertador: Descobriu-se que a Hispanic Society of America, em Nova York, possuía algumas cartas do imperador brasileiro Dom Pedro I. E eram inéditas!

Tais cartas agora são divulgadas. E não é que as cartas eram para a amante do imperador, a Marquesa de Santos? E nosso libertador usava nomes como “Demonão” ou “Fogo foguinho”, chamando a amante de “Titília”.

A Imperatriz Leopoldina, sua esposa, deve se revirar ao túmulo ao saber de tais relatos. Leiam o que Dom Pedro escrevia:

Ontem mesmo fiz amor de matrimônio para que hoje, se mecê estiver melhor e com disposição, fazer o nosso amor de devoção. Aceite, meu benzinho, meu amor, meu encanto e meu tudo, o coração constante. Deste seu fiel amante, o Demonão.”

Desde aquele tempo não dá para confiar em político, não? O imperador dizia a amante que fez sexo só por compromisso com a esposa e que o fogo estaria com a amante! Cara-de-pau o Dom Pedro!

– Racismo, de novo? E até quando?

– Há muito tempo, se discute o a prática do racismo nos estádios e não se vê eficácia alguma nas atitudes tomadas para evitá-lo.

– Há pouco tempo tivemos Daniel Alves sendo atingido por chuvas de banana, em mais um episódio de racismo.

– Há menos tempo ainda, Arouca foi ofendido por ato racista em Mogi Mirim.

– Há algumas horas, Aranha, goleiro do Santos, foi chamado de macaco na partida Grêmio x Santos.

– Imaginaram o jogador que está em campo trabalhando e sendo chamado de animal única e exclusivamente pela cor da pele?

– Imaginaram o tipo de educação que esses agressores verbais e morais tiveram para quererem gratuitamente inferiorizarem um ser humano?

– Imaginaram que tipo de prazer essas pessoas devem sentir em ofenderem alguém e sorrirem por tal conduta, com manifestação de vanglória?

– Imaginaram o sentimento da filha, da esposa, do pai ou da mãe do ofendido?

*********

Amigos, nessa quinta-feira novamente vimos o quão baixo e horroroso pode agir o ser humano a um irmão seu. Se ali em Porto Alegre a maioria é de pele branca, que raio de manifestação de supremacia racial foi inserida na mente desses idiotas para acreditarem que são superiores a quem tem pele de outra cor?

Estamos no século XXI. O homem chegou a Lua, criou a Internet e reduziu as distâncias de comunicação, inventou maravilhas que nos trazem comodidade, clonou animais e às vezes quer brincar de Deus. E, nesse mesmo mundo de tamanha inteligência, convive-se com aqueles que não conseguem entender que só existe uma única raça: a raça humana, de pela branca, negra, vermelha ou amarela.

E como resolver isso?

Se os jogadores não tomarem uma providência, a acomodada CBF vai permanecer demagoga alegando ser um problema social e mundial. Defendo uma greve de protesto! Paralisação da próxima rodada para chamar a atenção (e que se jogue o problema de datas prejudicadas por culpa de calendário aos cartolas). Mais: punição severa ao Grêmio! O que de efetivo foi feito quando macabramente louvaram o trágico acidente que vitimou o ex-jogador Fernandão?

Infelizmente, o discurso é de que quem faz isso é a minoria. Mas não é a maioria que defende o estádio de futebol um lugar permitido para extravasar, xingar, onde tudo pode?

De tantos idiotas racistas, as câmeras flagraram uma moça jovem, loira, desinibidamente chamado o jogador de macaco. Nas redes sociais já a identificaram com precedentes de intolerância. Sobrará apenas para essa menina, bonitinha e ordinária?

Mas e os demais?

Ninguém prendará uma gangue de torcedores. Provavelmente nem mesmo a jovem identificada (lembre-se: racismo é crime). E veremos o mesmo filme já visto após tais constrangimentos: clima de comoção, muito discurso e pouca ação duradoura que resolva o problema de verdade.

Por fim, vale a pena ler a declaração do goleiro pós-jogo:

A outra vez que viemos aqui jogar a Copa do Brasil tinha campanha contra racismo, não é à toa. Xingar, pegar no pé é normal. Agora me chamaram de ‘preto fedido, seu preto, cambada de preto’… Estava me segurando. Quando começou o corinho com sons de macaco eu até pedi para o câmera filmar, eu fiquei p… .Quem joga aqui sabe, sermpre tem racista no meio deles. Está dado o recado, agora é ficar esperto para a próxima. Tem leis, mas no futebol sabemos que o torcedor usa de várias maneiras para desestabilizar. Não vou deixar de jogar o meu futebol por manifestação de torcedor. Dói, mas tenho que jogar.

Sem comentários… simplesmente, disse tudo!

O link dos xingamentos está em: http://www.youtube.com/watch?v=XSBlzf_5EfA

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– As Maldades dos Terroristas Religiosos do EI

Até quando o mundo suportará a maldade de fanáticos?

O Estado Islâmico do Levante Sírio-Iraquiano (EI) é um território tomado por radicais muçulmanos, e está aterrorizando o Oriente Médio. Invadiram o Norte da Síria e do Iraque, criando ali um califado. Não negociam, apenas mandam e matam. E justamente ali reside uma minoria religiosa da crença Yazidi, um povo de fé pré-islâmica.

Os yazidis estão sendo exterminados pelos fanáticos do EI. Segundo a ONU, aproximadamente 40 mil refugiados foram emboscados e isolados próximos da montanha Sinjar, sem água nem comida. Destes, mais de 500 foram mortos cruelmente por não se converterem ao Islamismo, além de 300 mulheres se tornaram escravas sexuais.

Por lá vivem ainda 100 mil cristãos, que fugiram ao Curdistão, mais ao norte da região, para se protegerem dos ataques sanguinários.

O Estado Islâmico congrega um exército fundamentalista de 50 mil pessoas, disposta a morrer pela sua causa – a de um radical território de Alá!

Na última 4a feira, assustaram o mundo divulgando um vídeo onde um jihadista (extremista que luta por uma “suposta guerra santa”) decapita o jornalista americano James Foley, simplesmente por ele “representar o Ocidente:”!

(É claro que o link não está a disposição aqui por motivos óbvios).

Dá para imaginar que tal tipo de radicalismo ainda existe em pleno século XXI? E que tal intolerância se deve única e exclusivamente à religião?

Os islâmicos sérios devem estar em oração por aqueles que supostamente dizem seguir a Alá.

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– O que os Filhos de Roger Abdelmassih pensarão?

O cirurgião Roger Abdelmassih, foragido da Polícia, foi preso no Paraguai. Ele tem pena de quase 300 anos de prisão por abusar sexualmente de mais de 60 pacientes em sua clínica de fertilização. O caso escandalizou o Brasil na época, e o renomado médico se viu em maus lençóis.

Depois de condenado, ele se casou com uma Procuradora de Justiça 35 anos mais nova do que ele, com quem tem gêmeos (ainda bebês). Fico pensando: o que os filhos das vítimas que foram estupradas pensam dele hoje (já que a maioria deve estar na adolescência e juventude)? E os da relação consentida com sua nova mulher, terão que visão do pai?

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– O App para Celular mais desejado pelos pais!

Sabe aquela situação que você liga, liga, liga… e ninguém atende?

Imagine seu filho(a) na “balada” e você aguardando o retorno?

Pois é: já existe um aplicativo que bloqueia o celular até que ele(a) retorne a ligação para o pai ciumento. E viva a tecnologia!

Em: http://blogs.estadao.com.br/link/app-bloqueia-celular-de-filhos-ate-que-eles-retornem-ligacao-dos-pais/

APP BLOQUEIA CELULAR DE FILHOS ATÉ QUE ELES RETORNEM LIGAÇÃO DOS PAIS

IgnoreNoMore, disponível para Android, força crianças e adolescentes a ligarem de volta para seus pais; caso contrário, tela do celular fica ‘preta’

Por Bruno Capelas

Quem é pai sabe o quanto é irritante ligar para os filhos para saber se eles estão bem e eles não atenderem nem darem um mísero sinal de vida. A americana Sharon Standifird, do Texas, se cansou disso e resolveu criar uma solução para ter respostas dos filhos: ela é a mente por trás do IgnoreNoMore, um aplicativo que bloqueia todas as funções do celular da criança ou do jovem até ela ligar de volta para seus pais.

Sim, é isso mesmo que você leu: se o pai ligar, você não atender e não ligar de volta, nada de jogos, nem de curtir o post dos amigos no Facebook ou até mesmo mandar um WhatsApp para a galera, deixando a tela do celular toda preta. A única exceção para a tela preta é que o filho pode fazer chamadas de emergência.

O aplicativo tem só um pequeno problema: é preciso que os pais instalem e ativem o IgnoreNoMore no celular dos filhos — algo que não acontece com tanta frequência assim, não é mesmo? Depois de ativado, entretanto, o app só pode ser removido com autorização dos pais.

Por enquanto, o IgnoreNoMore está disponível apenas para Android, e custa US$ 1,99 por cada celular ‘bloqueável’. Uma versão para iOS está sendo desenvolvida em breve.

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– A Morte de Eduardo Campos e as Tristes Chacotas nas Redes Sociais

Não se tem muito o que falar da morte de Eduardo Campos do que não se tenha dito ainda. Um lamentável e trágico acidente.

Mas o que deixa uma má impressão é o comportamento de muitas pessoas no Facebook, Google Plus e Twitter. Há piadas, teorias da conspiração, anedotas e um verdadeiro lixo de bobagens que envergonham a espécie humana.

Cadê o respeito às pessoas mortas e familiares?

Nestas horas, dá vontade de excluir o perfil de cada uma delas. Compartilhar com idiotas não dá!

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– Comemos coisas Saudáveis?

Leio a Revista Época (Ed 884, pg 88) intitulada “Prato à Mesa” e assustei!

Veja o aumento de consumo de “algumas coisas não tão boas” se consumidas em excesso, nos últimos 40 anos:

-Biscoitos: 207%

-Refrigerantes: 46%

-Embutidos: 189%

-Açúcar: 91%

-Leite: 100%

-Iogurte: 700%

Sem comentários…

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– Sem Teto novamente!

Já ouviu falar em Guilherme Boulos?

Ele é o líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), pessoal paralelo ao MST, que se classifica como “sem terra”.

Nas últimas duas semanas, o MTST vem protestando contra tudo! Invadiu propriedades particulares e, acreditem, manifestaram-se até contra a falta de antenas de telefonia!

O curioso foi: num dos acampamentos, onde se pregava o assentamento, havia 4000 barracas no Morumbi! Mas elas eram de… mentirinha! Foram montadas barraquinhas em espaço diminuto para apenas ocupar espaço!

Segundo a Folha de São Paulo, a maioria dos manifestantes do movimento TEM TETO e não ocupavam os assentamentos.

Abaixo, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/07/1488391-sem-teto-inflam-invasao-na-zona-oeste-de-sao-paulo-com-barracas-vazias.shtml

SEM-TETO INFLAM INVASÃO NA ZONA OESTE DE SÃO PAULO COM BARRACAS VAZIAS

Por fora, o que se vê é um mar de barracas de lona cobrindo um terreno equivalente a oito campos de futebol. Dentro, o que não se vê é sinal de gente na maioria delas.

Nos 60 mil metros quadrados do Portal do Povo, área invadida no Morumbi (zona oeste), 4.000 famílias estão instaladas há quase um mês para reivindicar casa própria, segundo divulga a coordenação do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

A Folha esteve por dois dias seguidos no local, em horários diversos, e verificou que a maioria das barracas só serve para demarcar território –e tentar vaga futura no cadastro da casa própria.

O movimento era pequeno tanto de dia como à noite, semelhante ao de algumas invasões de sem-terra no interior do país décadas atrás.

Com cerca de dois metros quadrados cada, as barracas estão fincadas na parte plana do terreno e também em uma encosta íngreme. Abertas nas laterais, a maioria tem os nomes dos “ocupantes” pintados com tinta branca.

Nas barracas, porém, não há espaço para a permanência de uma pessoa adulta ou mesmo de uma família. O que se vê dentro é apenas mato.

O comando do movimento alegou, após ser questionado, que as 4.000 famílias “ocupam” a área, mas que há um revezamento durante a noite.

“O fato de não dormirem 4.000 famílias lá não significa que não precisem de moradia. São pessoas que vivem no entorno em situação precária”, disse Natalia Szermeta, coordenadora do MTST.

Por volta das 19h, uma assembleia do MTST chegou a reunir cerca de 400 pessoas no Portal do Povo. Duas horas e meia depois, ele começou a ser esvaziado de novo.

Após assinar a lista de presença no final da assembleia, a maioria foi embora, formando fila no ponto de ônibus.

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– Trabalhar demais pode render divórcio!

Cuidado se você se dedica demais para a empresa e pouco ao parceiro. Veja a gigante  ALL: foi condenada a pagar indenização por indiretamente provocar um divórcio!

Exigia tanto empenho da sua funcionária que o marido dela a abandonou…

Entenda, em: http://www.correioforense.com.br/direito-trabalhista/trabalhadora-que-teve-o-casamento-prejudicado-por-exigencia-de-jornadas-muito-extensas-deve-ser-indenizada-por-dano-existencial/#.U9ZcLlaZPLc

EMPRESA É CONDENADA A PAGAR INDENIZAÇÃO POR PROVOCAR DIVÓRCIO CAUSADO POR JORNADA EXCESSIVA DE TRABALHO

Uma empregada da América Latina Logística (ALL) deve ser indenizada em R$ 20 mil por danos causados aos seus projetos pessoais, devido à exigência patronal de jornadas extensas. Ela trabalhou por quase cinco anos das 8h às 20h, entre segundas e sextas-feiras, nos sábados das 8h às 16h e, em dois domingos por mês, das 8h às 13h, com uma hora diária de intervalo. Para os desembargadores da 4ª Turma do TRT da 4ª Região (RS), a carga horária, bastante superior ao limite fixado pela Constituição Federal, gerou dano existencial à trabalhadora, já que acarretou no fim do seu casamento por causa de desentendimentos gerados pela sua ausência. O dano existencial ocorre quando uma exigência ou permissão patronal prejudica a realização de projetos de vida do empregado, ao violar o direito à convivência familiar e social, bem como ao descanso e ao lazer.

Em primeira instância, o juiz Max Carrion Brueckner, da 6ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, arbitrou o valor da indenização em R$ 67,8 mil. Os desembargadores da 4ª Turma do TRT-RS, apesar de confirmarem o entendimento do magistrado de origem, decidiram diminuir o montante para R$ 20 mil. As partes ainda podem recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

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– Violência contra crianças com imagens chocantes da Disney

Saint Hoax é artista plástico, e preocupado em colaborar contra a violência infantil, resolveu criar imagens das Princesas da Disney em situações difíceis. Em algumas, Ariel e Jasmine sendo molestadas pelos seus pais. Em outras, espancadas!

É chocante, e esse foi o propósito. Mas será que houve exagero ou não?

Vale para chamar a atenção da causa… embora, concorde com muitos: as imagens podem chamar a atenção mais das crianças inocentes do que com os adultos!

As menos fortes são essas:

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– Ataques Boko Haram contra Igrejas e Esportistas se intensificam na Nigéria

Enquanto as atenções do mundo estão voltadas para o futebol na Copa do Mundo, terroristas nigerianos assustam o seu país!

Os radicais do Boko Haram, grupo que sequestrou dezenas de meninas forçando-as à conversão islâmica e as proibindo de estudar, pois, segundo eles, a Educação pelo modelo ocidental fere os preceitos de Alá, atacaram na semana passada torcedores em bares e locais públicos, distraídos com o jogo da Seleção da Nigéria. No último domingo, atacaram 4 igrejas durante as Missas.

A idéia desses fanáticos é separar o norte do país, criando um estado muçulmano e radical. Para isso, matam inocentes!

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– Viver na Coréia do Norte

Há anos, morreu o ditador Kim Jung-il, o líder da Coréia do Norte que tornou aquele país um alvo mal visto do ocidente, devido a dura imposição do regime comunista, totalitário, e gastos absurdos com militarização e programa nuclear. Mas depois da posse de seu filho, Kim Jong-Um, nada mudou.

Hoje a paupérrima República Norte-Coreana proíbe uso de aparelhos celularessó há TV estatalcarros apenas para executivos do partido comunistatodos devem se recolher para suas casas até as 21h;inexiste internetroupas e comida são controladas pelo governo.

Abaixo, o relato detalhado:

O COTIDIANO NA CORÉIA DO NORTE

Estamos verdadeiramente em outro planeta, se compararmos a nossa vida com a dos norte-coreanos.

Leio na Superinteressante (Revista Superinteressante, Ed Outubro/2010, pg 42-43, por Alexandre Rodrigues, João Guitton, Samuel Rodrigues e Vanessa Reyes), um infográfico sobre como é o dia-a-dia na Coréia do Norte, que talvez seja a maior e mais fechada ditadura comunista do mundo, controlada ao extremo pelo PC local e pelo seu governo totalitário.

Ter celular dá cadeia; o figurino das ruas é sempre o mesmo e o Governo controla até o seu sono. Veja se você se habituaria a um lugar como esse:

DESPERTADOR COLETIVO – às 7h da manhã, alto-falantes despertam a nação. Em cada domicílio e escritório, uma caixa de som na parede toca a rádio estatal.

KIM FILHO – A cara do presidente Kim Il-Jung, herdeiro de Il-Sung, está em todas as ruas, casas, escolas, fábricas, repartições. Lojas têm fotos de Il-Jung fazendo compras ali.

COLETIVO – Os poucos carros vão para os funcionários públicos mais graduados. O comum é ir trabalhar a pé, de bicicleta, em ônibus elétricos e, principalmente, de metrô.

SEM SINAL – Não há semáforos, e nem fazem falta, pois há poucos carros. Policiais conhecidas como “damas do tráfego” direcionam o trânsito.

SUL MARAVILHA – Vindos da Coréia do Sul, balões com pacotes caem do céu. Eles trazem dinheiro, camisetas e panfletos contra a Coréia do Norte.

NOITE FRACA – Às 21h, todos já estão em casa. Não há vida noturna nem na capital, exceto uma boate e um cassino para estrangeiros.

VERSÃO OFICIAL – A mídia admite problemas no país, mas é tudo ‘culpa do imperialismo americano e seus lacaios sul-coreanos’. Ninguém tem acesso à internet para checar os fatos.

LOOK BÁSICO – A maioria das roupas são dadas pelo Estado. Homens ganham conjuntos estilo Mao, azuis ou pretos. Mulheres, blusas brancas e beges, saias pretas e azuis. Crianças, o uniforme escolar.

RAÇÃO – A comida é racionada, e é preciso ir buscá-la todos os dias em lojas do governo. Cigarros, bebidas e congelados são contrabandeados da China.

CIRCO SEM PÃO – Estádios lotam com os participantes da ‘diversão coletiva’. São espetáculos coreografados, parecidos coma abertura dos Jogos Olímpicos – só que sem os jogos.

SE TRUMBICA – Na rua, não se vê celulares – até pouco tempo atrás, quem tivesse um podia pegar pena de morte. Há poucos orelhões, pouco usados. Ligar para quem, se ninguém tem telefone?

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– Triste: as Meninas no Tráfico!

Veja só: o Estado de São Paulo trouxe uma impressionante matéria sobre como os traficantes se utilizam de jovens meninas para o tráfico de drogas. Maria Isabel Melo, diretora de uma das “Fundação Casa” – antiga FEBEM – diz que elas “são tão pequenas que ainda fazem xixi na cama”.

Assustador e triste…

Extraído de: http://www.jornalalobrasilia.com.br/ultimas/?tipo=NOT&Desc=Nacional&IdNoticia=25946

TRÁFICO USA CADA VEZ MAIS MENINAS EM SP, DIZ FUNDAÇÃO

O recrutamento de meninas com menos de 14 anos para atuar no tráfico de drogas aumentou, segundo estatísticas da Fundação Casa. A parcela feminina menor de 14 anos respondia, em 2005, por 9,8% das internações do sexo feminino e 19,3% delas eram internadas por tráfico, infração que perdia no ranking da criminalidade para o roubo. No primeiro semestre de 2009, o índice de pequenas infratoras subiu para 12,1%, conforme números levantados a pedido do Estado, e 35% delas são privadas de liberdade por comércio de tóxicos, o líder absoluto em delitos.

O tráfico tem recrutado as chamadas “garotas-propaganda” para ampliar as vendas, uma estratégia usada até nas áreas mais devastadas pelo uso de entorpecentes, como a cracolândia, no centro de São Paulo. As meninas viram fonte de renda para organizações criminosas e ficam responsáveis por administrar pequena quantidade de crack e cocaína. Muitas vendem para ganhar o que abastece o próprio vício.

Walter Varanda, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que há duas décadas trabalha com a ligação entre drogas e pessoas em situação de rua, observou a chegada das meninas ao crack no último ano. “O que ainda precisamos descobrir é de onde essas garotas estão vindo, se são situações de ruptura familiar, de violência doméstica… Elas encontram na droga sensações de engrandecimento que não conseguem em outros contextos.”

A utilização de meninas menores como “isca” de usuários acontece na cracolândia, que recebeu na semana passada uma ofensiva de 20 órgãos públicos para tentar coibir o uso de crack ao ar livre, que se registra há 20 anos. Entre os dependentes crônicos, enrolados em cobertores, que se espalham pelas calçadas da região central da capital paulista, garotas de aparência inferior a 16 anos, arrumadas, banho tomado e porte sedutor, se destacam por serem polos flutuantes de comércio de pequena quantidade de crack. E elas também são usuárias, em substituição ao “escambo” que sempre marcou o local.

Prostituição

Para as meninas, o mesmo ofício deixa ainda mais próximo outro destruidor da infância: a prostituição. “Existe um consórcio entre o mercado do sexo e o de drogas”, afirma a socióloga Graça Gadelha, consultora na área de combate da exploração sexual de crianças. “A associação se dá por dois fatores. Ou porque a menina precisa da droga para conseguir conviver com a situação de múltiplas relações sexuais ou porque a droga é moeda de pagamento da dívida pelo vício, o que coloca mais obstáculos para a menina sair dessa situação”, completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Vovolescentes da Internet

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

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– Paco, a Droga da Morte

As ruas de Buenos Aires estão repletas de doentes: usuários de paco, a nova droga que domina os viciados argentinos!

Uma porção de Paco custa R$ 2,75, e por isso é chamada de “Droga dos Pobres”.

O detalhe é: a substância é mais viciante e mais letal do que o crack, contendo ácido sulfúrico e querosene!

O que dizer? Há coitados (e alguns idiotas) que acabam experimentando e não saem mais dessa.

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– Dicas dos EUA para americanos que virão à Copa

Ora essa! O Governo dos Estados Unidos divulgou uma série de dicas/aconselhamentos ao cidadão que virá ao Brasil assistir a Copa do Mundo.

Veja só se algumas delas são válidas ou não:

  1. “Carreguem camisinhas compradas em seu país natal, pois, ao comemorar gols, as pessoas podem incentivar viajantes a fazer sexo sem proteção, especialmente se álcool e drogas estiverem envolvidos
  2. “Opte por acomodações entre o 2º e o 6º andares nos hotéis. Um quarto no 1º andar de um hotel pode oferecer acesso mais fácil para criminosos. Quartos no 7º andar e acima podem dificultar a fuga em caso de um incêndio”.
  3. “É recomendável tomar injeções contra sarampo, rubéola, caxumba, difteria, tétano, coqueluche, catapora, poliomielite e gripe. Se possível, também para hepatite A e B, febre amarela e raiva.”
  4. Não nadar em rios e lagos.”
  5. “Cuidado com sequestros-relâmpago, crimes de rua e furtos em lugares públicos, como aeroportos, recepção de hotéis e estações de ônibus, pois a taxa de homicídios é quatro vezes maior que a dos EUA e a de outros crimes é tão alta quanto“.
  6. “A polícia costuma usar gás lacrimogênio e unidades montadas para dispersar manifestantes políticos, tenha cuidado”.
  7. “Se souber de protestos nas proximidades, permaneça dentro de um local com portas e janelas fechadas”.

E aí, preocupações pertinentes ou não? Aliás, se você fosse americano e recebesse esse guia, como reagiria?

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– Gay e Bambi na mira do STJD ou não?

O procurador Paulo Schmidt adora causar. Veja:

Lucio supostamente chamou Emerson Sheik de gay, e Paulo promete investigar e indiciá-lo.
O Atlético Paranaense chamou em seu site os jogadores do São Paulo de bambis. Paulo disse que não entra em discussões e provocações entre times.

Entre jogadores não pode. Mas entre clubes está liberado?

Pirei.!?!

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– Qual a sua versão?

Gosto desse pensamento:

Procure ser a melhor versão de si mesmo

Será que somos bipolares? Tripolares? Poli, multipolares?

Como agimos? Mudamos de opinião e humor facilmente? E, de fato, o que (ou quem) somos?

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– Hobby Desestressante!

Gosto de correr, de mexer com jardinagem, de curtir  natureza e de assistir um bom filme. Gosto mais é de passar o dia com a família!

Entretanto, nos últimos dias tenho curtido um novo hobby: fotos! Já escrevi que nunca gostei de ser fotografado, tampouco de fotografar. Mas, talvez pelas correrias da semana, comecei a pegar gosto!

Neste último final de semana, deixei os temas sobre administração, futebol ou política um pouco de lado. É para o sábado e domingo não ser tão sisudo…

Uma amostra?