– 7 anos do Suicídio de Robbin Willians.

Há 7 anos… repost deste triste fato:

Robbin Willians morreu, com apenas 63 anos. O ator famoso de tantos filmes (Uma Babá Quase Perfeita, o Homem Bicentenário, Candidato Aloprado, Patch Adams, Gênio Indomável, Sociedade dos Poetas Mortos, entre tantos outros) foi encontrado morto por asfixia. Depressivo, crê-se que tenha cometido suicídio.

Willians foi o melhor amigo do “eterno Superman” Christopher Reeve. Lembro-me que, quando Reeve se acidentou de cavalo e ficou paralítico, Willians esteve sempre presente; e ao falecer, cuidou do seu filho.

Carismático; mas lembro-me de uma “bola fora dele”, ao criticar a escolha do Rio de Janeiro para a sede das Olimpíadas de 2016 (concorrendo com a americana Chicago).

No Programa “Late Show with David Letterman”, fez a seguinte piada infeliz:

“Eu espero que a Oprah não tenha ficado chateada por ter perdido as Olimpíadas, sabe? Chicago mandou a Oprah e a Michelle Obama [aos membros do Comitie Olímpico]. O Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi justo”.

Lembrando ainda: Robbin Willians sofreu e confessou publicamente os problemas em abandonar a dependência de Cocaína na juventude, declarando arrependimento e aconselhando as pessoas a não usarem drogas.

– Se lhe sobrar recursos financeiros…

Você tem muito dinheiro?

Pense:

Se o Senhor lhe deu riquezas, é para fazer em seu nome muitas boas obras para os outros.”

Papa Francisco, em seu twitter.

E isso não é uma verdade?

– O arrogante árbitro de Vasco x Vila Nova.

Assim como um jogador precisa ser preparado para grandes saltos na carreira, faça-se o mesmo ao juiz do futebol. Cuidados para que a sensação de “estrelato”, mesmo ainda não existindo ou que seja pseudo, suba à sua cabeça (crendo que já é um sucesso sem nunca ter sido) são importantes em qualquer seara profissional.

Digo isso pois Felipe Fernandes de Lima (MG), um jovem árbitro que está sendo testado (apitou Flamengo x São Paulo recentemente, que foi sua grande oportunidade dada por Leonardo Gaciba), foi flagrado pela Sportv durante Vasco 1×0 Vila Nova pelo Campeonato Brasileiro da Série B com fala prepotente à divisão que estava apitando.

Segundo a emissora:

A transmissão do Premiere registrou alguns desses momentos. Em um deles, o árbitro, ao falar com os jogadores, ironizou os colegas: ‘Eles estão acostumados com árbitro de Série B’. Em outro momento, Zeca pediu esclarecimento sobre uma marcação, Felipe respondeu: ‘Explicação eu dou para minha esposa’..

O Felipe “quem mesmo?” apitou quantos clássicos nacionais e internacionais para assim “se achar”? E mesmo que se fosse árbitro importante, o respeito e a educação são fundamentais na vida, não só no esporte.

Ele disse que “só dá explicação para a esposa dele”, mas acho que dará à CA-CBF de maneira bem mais humilde…

É por comportamento assim que tanto se vê com rancor a arbitragem de futebol. Ao invés de bons exemplos, só aparecem os ruins, infelizmente. O árbitro em si, que é visado por natureza, precisa ser mais respeitoso como elemento coadjuvante do futebol, não protagonista.

O lance em: https://ge.globo.com/google/amp/futebol/times/vasco/noticia/em-vasco-x-vila-nova-felipe-fernandes-de-lima-diz-a-jogadores-acostumados-com-arbitros-de-serie-b.ghtml

– A vida começa depois dos Cinquenta…

Leio uma matéria bacana que aborda a transformação dos ideais depois de uma certa idade. É sobre como as pessoas mudam de vida depois dos 50 anos. Ou ao menos, querem mudar!

Aqui, um elenco de exemplos sobre quem conseguiu reinventar-se depois dessa idade. Mas vale pensar: precisamos esperar esse aniversário simbólico ou precisa ser em qualquer época tal mudança de propósitos?

O acesso em: https://vejasp.abril.com.br/cidades/reinvencao-apos-os-cinquenta-anos/

Guido Padovano, 63, investiu na carreira de palestrante e instrutor de mindfulness João Bertholini/Veja SP

– O Uso da Neurociência na Publicidade: Como Vender Mais!

Veja que bacana: Martin Lindstrom, especialista em neuromarketing, conta as artimanhas para fazer com que o consumidor sinta atração por determinados produtos. Imperdível!

Você cai nessas jogadas ou resiste?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270130-16642,00-O+MARKETING+ESTA+NU.html

O MARKETING ESTÁ NU

Por que será que grifes como a cobiçada Abercrombie usam imagens de modelos sarados e seminus para vender jeans e roupa de baixo para um público-alvo predominantemente formado por homens heterossexuais? Quem lançou o estilo foi a Calvin Klein, no início dos anos 90. Vinte anos depois, a fórmula está consagrada, mas a maioria dos homens jamais admitiu que essas imagens de teor sexual evidente têm influência em suas decisões de compra. Uma recente pesquisa de neuromarketing lançou mão de exames de ressonância magnética para descobrir como o cérebro masculino é afetado por essa visão.

Dezesseis voluntários, oito héteros e oito gays, assistiram à apresentação de cinco imagens de bonitões fotografados de sunga ou samba-canção. Todos eles tiveram duas áreas relevantes do cérebro afetadas: uma relacionada à excitação provocada visualmente e outra relacionada ao esforço para dissimular ou mentir. A diferença é que esta segunda área foi mais estimulada no caso dos heterossexuais.

A propósito de revelações que as empresas preferem guardar para elas, o metrossexualismo já avançou mais do que se imagina. Segundo um insider da indústria de produtos de consumo, 15% de todos os homens nos Estados Unidos depilam suas “partes privadas” – e a tendência é de crescimento. Não é à toa que já há redes de supermercado criando “áreas masculinas”, onde homens em busca de produtos de beleza podem circular à vontade. “De modo similar, a Procter & Gamble hoje procura garantir que os cosméticos para homens e para mulheres sejam expostos em corredores diferentes, de modo que o comprador masculino independente não se sinta desconfortável ou emasculado ao apanhar um creme facial ou um suavizador de olheiras enquanto a mulher a seu lado escolhe um batom”, escreve Martin Lindstrom, um consultor dinamarquês especializado em gestão de marcas, em seu novo livro, Brandwashed (“Truques que as companhias usam para manipular nossas mentes e nos persuadir a comprar”).

US$ 100 bilhões é o tamanho do mercado de data mining, um negócio global devotado a rastrear e analisar o comportamento do consumidor, de modo a criar possibilidades de persuasão e manipulação

Tops infantis com enchimento –

Depois de explicar o uso da neurociência no mundo da publicidade em Buyology (“A lógica do consumo”, em português sem graça), e entrar na lista da revista Time das 100 pessoas mais influentes do mundo, Lindstrom ressurge com uma nova persona literária. Sai de cena o guru do branding. Entra o marqueteiro arrependido, disposto a apontar um dedo, por exemplo, para fabricantes de produtos que, literalmente, viciam. Doritos e Red Bull, claro. Mas até protetores labiais. “Quantas vezes por dia você aplica essa coisa grudenta? Cinco? Dez? Vinte e cinco?” pergunta Lindstrom. “A menos que viva no Ártico, não é possível que seus lábios estejam tão rachados que você precise reaplicar de hora em hora.” Há pelo menos dois culpados pelo vício. O mentol, “um ingrediente não essencial adicionado a muitas marcas de gloss, [que] embora não seja perigoso por si só, pode ser um formador de hábito”, e o fenol, “um ácido carbólico que pode na verdade ressecar nossos lábios ao interferir na habilidade natural das células da pele de produzir sua própria umidade”. Em outras palavras, “quanto mais protetor labial você usa, mais precisa usar”.

Até chegar à idade de se preocupar com lábios ressecados, o consumidor já foi alvo de muitas outras artimanhas. Possivelmente desde a infância – a palavra reconhecida por mais bebês no mundo todo hoje é McDonald’s. Certamente na pré-adolescência. Meninos e meninas estão alcançando a puberdade, em média, um ano mais cedo que nas décadas passadas. E daí? “Bom, puberdade significa produtos – lâminas e espuma de barbear, gel para acne, desodorante”, afirma Lindstrom. De 2007 para 2009, a porcentagem de garotas de 8 a 12 anos que usavam maquiagem no rosto e nos olhos quase dobrou. A Abercrombie – de novo ela – não resistiu à tentação e andou vendendo tops com enchimento para meninas de 8 anos. Pouco sutil? Não, se comparada a uma rede varejista britânica que criou um kit com uma “dançarina do poste” para mocinhas de 10 anos e ainda escreveu no rótulo: “liberte a gatinha sexy que há dentro de você”.

Quando se preparava para lançar a marca Axe, a Unilever mobilizou seus marqueteiros em diversos países para rastrear homens em modo de sedução. Descobriu, por exemplo, que homens pensam em sexo, em média, 32 vezes por dia. Pesquisadores da companhia acompanharam centenas de marmanjos em noitadas de pegação e, com base na observação, definiram seis perfis masculinos: o predador, o talento natural, o homem para casar, o amigão, o novato inseguro e o novato entusiasmado. Com os dois últimos na mira, os publicitários criaram uma campanha nada sutil, mas bastante precisa. Comerciais de TV em que nerds irrecuperáveis eram literalmente atacados pelas garotas mais quentes da balada transformaram Axe na marca masculina de desodorante número 1 dos Estados Unidos em 2006. “Entretanto, o tiro certeiro inicial logo começou a sair pela culatra”, lembra Lindstrom. Axe passou a ser vista como uma marca para moleques cheios de espinhas desesperados para se dar bem com as meninas.

Pastas de dente com atum –

Em Brandwashed, Lindstrom mergulha no “mundo de US$ 100 bilhões do data mining (…), um enorme e rapidamente crescente negócio global devotado a rastrear e analisar o comportamento do consumidor e então categorizar, resumir e amaciar esses dados, de modo que possam ser usados para nos persuadir e, em algumas ocasiões, nos manipular para que compremos produtos”. Para ter uma ideia da relevância dessa atividade, saiba que o Walmart opera hoje um banco de dados muitas vezes maior que o do governo americano. É graças a ele que a cadeia supermercadista sabe que quem compra uma boneca Barbie tem 60% mais chances de comprar um em três tipos de barra de chocolate. Ou que pastas de dente e latas de atum são frequentemente compradas juntas.

É com esse tipo de dados que se projetam as lojas de maneira a estimular o consumo. Minerando dados de cartões de fidelidade, descobriu-se que consumidores que se movem em sentido anti-horário gastam, em média, dois dólares a mais a cada compra (porque a maioria de nós é destra e tem mais facilidade para apanhar os produtos se a mão direita é que está mais perto das gôndolas enquanto caminhamos). Por isso, a entrada das lojas mais espertas está sempre à direita de quem olha o supermercado de frente.

38% é o quanto crescem as vendas em lojas de
departamento que tocam música romântica

Você talvez já tenha ouvido falar de Muzak, o nome que se dá à popular música de elevador. Pois ela se transformou numa empresa que oferece a varejistas do mundo todo 74 programas musicais renováveis, divididos em dez categorias – o suficiente para criar trilhas sonoras para cerca de 100 milhões de pessoas por dia. Já reparou na preferência dos supermercados por baladas românticas de andamento arrastado? É que consumidores embalados por música lenta compram 17% mais em supermercados e 38% mais em lojas de departamento. Em praças de alimentação, ao contrário, o ritmo é animado. Mais batidas por minuto nos fazem mastigar mais depressa.

Compras virtuais são ainda mais coreografadas. “No ano passado, pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, descobriram que uma proporção significativa dos 50 mil sites mais visitados na web estavam engajados de alguma maneira em rastreamento comportamental – com alguns empregando até mesmo uma análise conhecida como ‘farejamento da história’, que remexe nossa navegação passada para descobrir que sites visitamos nos últimos meses ou mesmo anos”, escreve Lindstrom. Não só a nossa. “Não deveria ser surpresa, dado o tempo que a molecada de hoje gasta online, que os mineradores de dados estejam coletando informações sobre crianças a partir de 4 ou 5 anos de idade.” E eles estão dormindo no ponto. De acordo com a AVG, uma empresa de segurança na internet, 92% das crianças americanas já têm uma “pegada digital” antes de completar 2 anos. “É verdade”, afirma Lindstrom. “Vivemos em uma sociedade pós-privacidade.”

– Rolex no Dia dos Pais?

Caracoles! Por acaso, passei em frente de uma loja na qual nunca imaginei que viria: Rolex, no Shopping Higienópolis.

O relógio da marca mais barato da vitrine custa R$ 94.250,00, e existe uma propaganda para sugestioná-lo como presente para o Dia dos Pais

Confesso, 1: não tenho esse dinheiro, muito menos para comprar relógio desse naipe.

Confesso, 2: se eu comprasse um mimo desse ao meu pai, ele me bateria de “varinha de marmelo” para não gastar com vaidades.

Confesso, 3: meu Cássio funciona muito bem!

– Feliz Aniversário, Internet!

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 30 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

– O Ecstasy Pirateado com anestésico de cavalo!

A Polícia Científica de São Paulo mostrou dias atrás que 55% do ecstasy, a droga sintética das baladas, não é de fato ecstasy puro (sem MDMA, seu princípio ativo).

Mais da metade dessa droga contém anestésico de cavalo, deixando os usuários e dependentes “doidões”…

Se droga já faz mal, imagine de baixa qualidade e adulterada!

– O Relógio como Empecilho da Vida

Christian Barbosa, um importante gestor do tempo, é especialista em palestrar sobre como otimizar as rotinas e o relógio. E ao assisti-lo no Programa Pânico da Rádio Jovem Pan, entrei em êxtase pela comunhão de ideias.

Eu costumo falar aos meus alunos: a coisa mais difícil de se administrar é o… horário! Quando fazer isso? E aquilo? E encaixar tal coisa? São dilemas da vida moderna e corrida…

Pois bem: Christian citou que basicamente adiamos e abrimos mão de 3 coisas: de praticar exercícios físicos, de ler um livro e de cuidar da própria saúde!

E não é verdade? A falta de tempo ou a necessidade de sermos produtivos nos torna reféns de muitas coisas. Agora, imagine: e o cidadão brasileiro que pega 2 ou 3 conduções para ir e voltar ao trabalho, madruga ou dorme no serviço, como faz?

A verdade é que há dias que necessitamos de mais horas do que as 24 dadas pela natureza. Muitas coisas que gostamos são inviabilizadas pelo horário. Outras que desejamos conhecer, proteladas pela mesma condição.

Resta o esforço para nós gerenciarmos com mais sabedoria as prioridades e dentro das lacunas encaixarmos nossas vontades. E isso não é tão simples!

– O último índio da tribo amazônica isolada deve ser apresentado ao resto do mundo ou não?

Eu já tinha lido algo sobre o “Índio do Buraco”, mas não fui a fundo no assunto. E agora pude ler com calma sua história. Viram que incrível?

Um indígena, que vivia numa tribo isolada com outros 6 parentes no meio da Amazônia, há 22 anos perdeu seus companheiros em uma emboscada de fazendeiros. Desde então, mantém-se como último índio que sobrou da sua tribo e continua evitando o contato com o homem civilizado.

E aí: mantê-lo nessa condição ou apresentar a ele o resto do mundo?

Compartilho, extraído da BBC em: https://bbc.in/2A0RMmA

QUEM É O ÍNDIO ISOLADO FILMADO PELA FUNAI NA AMAZÔNIA, ÚLTIMO SOBREVIVENTE DE SUA TRIBO E ‘O HOMEM MAIS SOLITÁRIO DO MUNDO’

Um vídeo extremamente raro mostra imagens do índio isolado que é considerado o “homem mais solitário do mundo”. Chamado de “índio do buraco”, ele tem por volta de 50 anos e vive sozinho na Amazônia brasileira há 22 anos, desde que os últimos membros de sua tribo foram assassinados – ele é o único sobrevivente.

O vídeo foi divulgado pela Funai (Fundação Nacional do Índio) no YouTube, na última quarta-feira. As imagens trêmulas e gravadas à distância mostram o homem cortando uma árvore com um machado.
A Funai evita o contato com grupos isolados e afirma que o índio do buraco já deixou claro que não quer ser perturbado, atirando flechas contra outras pessoas no passado.
“Ele passou por uma experiência muito violenta e vê o mundo como um local muito perigoso”, afirma Fiona Watson, diretora da Survival International, uma organização sem fins lucrativos dedicada aos direitos de povos nativos, que já visitou a área onde vive o índio do buraco.
“Imagine passar 22 anos observando uma só pessoa. Planejando ações de vigilância do território onde vive, garantindo sua proteção contra ameaças externas. Nenhuma palavra trocada. Todo contato consistindo em fornecer alguns objetos que poderiam ser úteis para a sua sobrevivência. É esse o trabalho realizado pela Funai na Terra Indígena Tanaru, onde vive o indígena isolado popularmente conhecido como o índio do buraco”, afirmou a Funai, na publicação no YouTube.
As cenas correram o mundo, mas há mais do que os olhos podem ver.

POR QUE ELE FOI FILMADO

A Funai tem monitorado o índio do buraco desde 1996. É preciso mostrar que ele ainda está vivo para manter a área onde vive sob proteção – em 2015, a interdição da Terra Indígena Tanaru foi prorrogada por mais dez anos, segundo a Funai. Localizado no norte do Estado de Rondônia, com cerca de 8 mil hectares, o local é circundado por fazendas e terras desmatadas.
“(A Funai) precisa provar continuamente que esse homem existe”, afirma Fiona Watson.
“Também há uma motivação política na divulgação do vídeo. O Congresso brasileiro é dominado por representantes do agronegócio. Já a Funai teve o seu orçamento reduzido. Há um grande ataque aos direitos indígenas no Brasil nesse momento.”

O QUE SE SABE SOBRE O ÍNDIO ISOLADO?

Muito pouco. Apesar de já ter sido o foco de diversas pesquisas, reportagens e até de um livro (O último da tribo: a busca épica para salvar um homem solitário na Amazônia, do jornalista americano Monte Reel), o índio do buraco nunca foi contatado por alguém de fora de sua tribo (até onde se sabe).
Acredita-se que ele seja o único sobrevivente do seu grupo, depois que um ataque matou seis membros em 1995. Os responsáveis seriam fazendeiros locais. Segundo a Funai, ninguém foi punido pelo crime.
Sua tribo nunca recebeu um nome, e não se sabe qual é a sua língua. O apelido de “índio do buraco” se deve ao fato de que ele deixa valas profundas na mata – provavelmente são armadilhas para caçar ou locais de esconderijo.
No passado, ele também já abandonou cabanas de palha e instrumentos de uso manual, como tochas de resina e flechas.

POR QUE É UM VÍDEO RARO?

Até agora, havia apenas uma única foto borrada do índio do buraco. Foi tirada por um fotógrafo que acompanhava a Funai em uma viagem de monitoramento e exibida muito rapidamente em um documentário brasileiro de 1998, Corumbiara.
Ativistas se disseram contentes – e surpresos – por ver que o indígena está, aparentemente, em boa saúde. “Ele está muito bem, caçando, mantendo algumas plantações de mamão e milho”, afirmou Altair Algayer, coordenador regional da Funai, em entrevista para o jornal britânico The Guardian.

POR QUE ELE ESTÁ EM PERIGO?

Acredita-se que a maioria dos membros da sua tribo tenham sido dizimados entre as décadas de 1970 e 1980, após a construção de uma estrada perto da área onde viviam, o que aumentou o interesse por terras na região.
Ainda hoje, agricultores e madereiros ilegais cobiçam a área. Por isso, teme-se que o índio seja ameaçado por pistoleiros.
Em 2009, um acampamento temporário montado na região pela Funai foi saqueado por um grupo armado. Dois cartuchos de armas foram deixados para trás, no que pareceu ser uma ameaça.
A Amazônia brasileira abriga a maior parte das tribos indígenas não contatadas do mundo, de acordo com a Survival International. O contato pode trazer riscos de morte até por doenças simples como gripe e sarampo.
“De certa forma, nós não precisamos saber de nada sobre ele. Mas ele é um símbolo do que estamos perdendo: uma grande diversidade humana”, conclui Whatson.

* Com reportagem de Vicky Baker, da BBC News

– O ano começará em Agosto mesmo?

Costumeiramente, você já ouviu falar que o ano começa depois do Carnaval. Ou da Páscoa. Ou em qualquer outra data do 1o semestre. Mas nesses tempos pandêmicos…

Será que 2021 está finalmente começando hoje, dia 02 de agosto, início do 2o semestre letivo e afrouxamento das regras contra a COVID (devido a taxa de vacinação e queda de contágio / letalidade)?

Não sei. Mas uma hora tudo há de voltar, se Deus quiser. Com vacinação na população, uso intenso de máscaras e cuidados preventivos diversos, permitindo a atividade econômica de maneira segura para, aos poucos, a normalidade voltar.

Ufa, que volte logo!

– Simone Biles, saúde mental e… nós! Na vida pessoal e profissional.

Não tive tempo para escrever no dia oportuno, mas quero muito fazê-lo agora: a ginasta mais condecorada dos EUA (25 medalhas em diversos torneios, sendo 19 de ouro), Simone Biles, desistiu de participar dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 em nome da saúde mental.

Ora, se uma esportista tão vencedora passa por essa necessidade (a de ter melhor equilíbrio da mente), é porque a pressão foi extrema – e isso não quer dizer que vencedores, perdedores, famosos ou anônimos estejam blindados dos males da mente, pois a questão emocional independe de riqueza, pobreza, profissão, etnia ou gênero.

Antes de uma abordagem para a nossa realidade, gostaria de pontuar: é triste ver pessoas dizendo que, em meio a pressão, a americana “pipocou”. Ora, com apenas 24 anos, tendo conquistado todas as honrarias citadas acima, possuindo em casa uma mãe dependente química, tendo sido abusada sexualmente na infância por um médico, e em uma das provas vencido com uma crise de pedras nos ruins, como alguém pode dizer que Simone é “fraca mentalmente” ou que “afinou” na competição?

Casos de desequilíbrio mental no esporte (como Adriano Imperador ou Nilmar) são conhecidos no esporte. A pressão diária, os rumos que a vida toma e os percalços particulares podem tirar a pessoa do eixo, por melhor que ela seja ou esteja.

No nosso cotidiano, passamos por situações delicadas também! No trabalho, em casa ou no convívio social,  temos nossos dias ruins e, a nossa diferença quanto aos citados acima, é que não se repercute na mídia tais crises (por motivos óbvios). E nesses momentos, ter uma família estruturada, procurar auxílio na medicina, encontrar-se espiritualmente e procurar arejar a mente com coisas boas, se faz fundamental. Muitas vezes, precisamos até nos ausentarmos do emprego ou de participações em eventos públicos, pois o reequilíbrio emocional não é “do dia para a noite”.

Estudantes, profissionais gabaritados, cidadãos desconhecidos… qualquer um de nós pode sofrer com crises de ansiedade, depressão, pânico ou outros males mentais. Cuidar da saúde nesse aspecto é tão importante quanto qualquer outra enfermidade do corpo. Porém, quando se vê pessoas de sucesso sofrendo disso, se espanta pois as crendices populares taxam os astros e estrelas como “super-humanos”, invioláveis e insofríveis.

Há pouco, a Seleção Feminina de Futebol foi eliminada das Olimpíadas. Meninas guerreiras que vencem diariamente o preconceito e, sem apoio que mereciam, fazem bonito contra tudo e contra todos. Certamente haverá o pobre de espírito que chamará Marta e seus companheiras, infelizmente, de pipoqueiras (como se fosse obrigação no esporte a vitória).

E é isso que o mundo me assusta (especialmente nas redes sociais): a obrigação da vitória! No esporte (e na vida), ganhar ou perder é algo constante e natural. O anormal é ganhar sempre.

Boa sorte a todos que passam por desequilíbrios mentais e estão se reinventando.

– Felicidade: o que é?

O que é “ser feliz”?

Ô pergunta difícil… como definir a felicidade e o que nos apropria dela?

  • “Ter saúde?”
  • “Paz?”
  • “Dinheiro?”
  • “Família?”

Ter saúde é ótimo. Mas somente a saúde, sem ninguém, não dá. Se é ter família, desde que ela seja perfeita, ótimo; mas, como em todas as famílias, sempre há um ou outro problema. Ter paz poderia ser uma boa resposta, mas quando é que estamos em paz de verdade? Dinheiro, sabidamente, não compra a felicidade, e a falta ou o excesso podem trazer complicadores. 

“Não ter preocupação” seria uma boa resposta? Não sei… só sei que para sermos felizes, é necessário entender que nunca a encontraremos se buscarmos a perfeição das coisas!

Ser feliz, simplesmente, pode ser momentâneo, duradouro, ou a compreensão de que você tem pessoas que importam ao seu lado.

Ou não?

– Cachorros e Amizade.

Olha que estudo bacana: cães sabem refutar os que lhes maltratam por análise social.

Veja o estudo extraído de: http://portaldodog.com.br/cachorros/noticias/estudo-revela-os-caes-ignoram-pessoas-nao-gostam-tutores/

ESTUDO REVELA QUE CACHORROS IGNORAM AS PESSOAS QUE NÃO GOSTAM DELES

Um estudo realizado no Japão comprovou mais uma vez que o cão é realmente o melhor amigo do homem, ao descobrir que os cachorros reconhecem e ignoram as pessoas que não gostam de seus tutores.

Durante a pesquisa, os cachorros recusaram comida daqueles que foram maldosos com seus tutores.

Os pesquisadores fizeram testes com 2 grupos de 18 cães que assistiam uma encenação de seus tutores tentando abrir uma caixa, acompanhado por duas pessoas que o cachorro não conhecia.

No primeiro grupo, o tutor pedia o auxílio de uma das pessoas, que se recusava a ajudar.

No segundo, o tutor pedia e recebia ajuda de uma das pessoas.

Sendo que nesses dois grupos, a terceira pessoa ficava neutra, sem ajudar ou recusar auxílio.

Após assistir a cena, o cachorro recebia comida das duas pessoas desconhecidas.

Os cães do primeiro grupo preferiram aceitar o petisco da pessoa neutra do que daquela que havia recusada ajuda ao seu tutor.

Os cachorros do segundo grupo não desmontaram preferência em relação à pessoa neutra ou àquela que ajudou seu tutor.

Kazuo Fujita, professor da Kyoto University e líder do estudo, falou sobre a importância desse resultado:

Pela primeira vez nós descobrimos que os cachorros fazem análises sociais e emocionais das pessoas independentemente de seus interesses diretos. Esta habilidade é um dos fatores determinantes na construção de uma sociedade altamente colaborativa e os cães compartilham essa habilidade com os humanos.

– O que é ter sucesso profissional para os jovens brasileiros?

Dias atrás, divulgou-se uma pesquisa encomendada pelo SPC Brasil, Sebrae e Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, que buscava entender o que os jovens da Geração Z (entre 18 e 24 anos) entendiam por “Sucesso Profissional”. E a resposta foi que, para eles, ser bem sucedido no trabalho é:

1o – Trabalhar com o que gosta (42%);
2o – Equilibrar trabalho e vida pessoal (39%);
3o – Ser reconhecido pelo que faz (32%); e
4o – Ganhar bem (31%).

Na mesma enquete, chegou-se a conclusão que “felicidade na vida adulta” é uma combinação de segurança, estabilidade emocional e realização profissional.

E para você: sucesso profissional e felicidade na vida adulta significam o quê?

(Dados extraído de Valor Econômico, por Júlia Lewgoy, em: https://valorinveste.globo.com/mercados/brasil-e-politica/noticia/2019/07/22/salario-alto-nao-significa-sucesso-profissional-para-geracao-z-mostra-pesquisa.ghtml)

– Homem vítima de preconceito nos tempos de modernos?

COMPORTAMENTO – Na sociedade moderna, homem e mulher combinam as obrigações profissionais e domésticas sem problemas. Mas…

E quando o machismo vitimiza o próprio homem?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=VGCBS1e1lHI

– Como evitar o constrangimento da pornografia na frente da sua casa.

É sabido que em muitas ruas de São Paulo (e do Brasil em geral) existem mulheres e travestis semi-nus fazendo “ponto” e se prostituindo à plena luz do dia. Vide a região do Jockey Club paulistano e outras conhecidas avenidas.

Imaginou sair de casa com as crianças e na frente do seu portão ter lá uma pessoa quase pelada, com as partes íntimas à mostra? E não é exagero tal relato, muito se vê disso por aí (e à noite, nem se diga).

Pois bem: em Higienópolis, os moradores (há 3 anos) começaram a colocar faixas de alertas e a ameaçar os motoristas de divulgação das placas dos carros que parassem e contratassem o serviço de prostituição, a fim de desincentivar tal prática na frente de suas casas (já que o poder público estava omisso). Deu certo, “entre aspas”, pois o “ponto” saiu das residências e foi para outros lugares.

Como resolver tal pendenga, não? Somente com Educação e Emprego, buscando inserir no trabalho digno e formal as pessoas que se prostituem (imagino que nenhum indivíduo cresce com o desejo de se prostituir para ganhar dinheiro, mas sim ter uma profissão melhor).

– Publicações descuidadas nas redes sociais

Cada vez mais as Redes Sociais podem trazer constrangimentos, saias-justas ou problemas diversos de quem não toma cuidado com elas.

Quer exemplos?

Dias atrás, a grande impressa publicou que o INSS cortou o benefício para uma pessoa afastada do trabalho por se sentir depressiva. Peritos entraram no Facebook dela e encontraram fotos de confraternizações, passeios e legendas como “não me agüento de tanta felicidade. Sendo assim, perceberam que a depressão não era mais um problema (ou nunca tinha sido).

Para a contratação de funcionários, além da obviedade do LinkedIn, selecionadores acabam por “fuçar” a vida do candidato em outros canais. Publicações em situações constrangedoras, fotos marcadas com imagens que demonstram bebedeiras, retuítes de mensagens de apologia a causas polêmicasTudo isso é levado em conta na hora da contratação. 

E o que dizer de bate-papos abertos e descuidados? Dias desses presenciei uma pessoa fazendo publicidade de seu negócio e nos comentários a cobrança de alguém: que bom que te encontrei nessa comunidade, você não atende minhas ligações, pague o que me deve pois preciso receber essa dívida“.

Talvez a mais complicada das publicações são as de ostentação! Claro, ninguém tem o direito de criticar o que o outro tem, mas o exibicionismo e a vaidade tornam-se perigosos em dias de tamanha insegurança.

E os desabafos? E as brigas de casais? E as alfinetadas em quem não se gosta?

Instagram, Twitter, Facebook, Google Plus… Tudo isso é muito legal, desde que use com parcimônia e no devido limite de tempo. 

Aliás, perceberam quanto tempo a gente gasta nelas? De maneira produtiva/construtiva, de entretenimento ou desperdiçada?

Vale a reflexão.

– Paternidade faz o Papai Engordar?

Pesquisa da Universidade de Northwestern comprova: ser pai aumenta alguns quilos na barriga!

Posso usar como desculpa pelo excesso de peso?

Extraído de: http://t.co/RZyHpNIt2D

PATERNIDADE FAZ OS HOMENS ENGORDAREM, APONTA PESQUISA

Se é na gravidez que muitas mulheres engordam, com os homens o ganho de peso vem depois que o bebê nasce. Segundo uma pesquisa da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, ser pai engorda. O estudo foi publicado recentemente no Jornal Americano de Saúde Masculina.

O estudo acompanhou por 20 anos o peso de 10 mil homens, da adolescência até a fase adulta, e concluiu que os homens engordam mais quando se tornam pais, comparado aos homens sem filhos.

O peso destes homens foi medido em quatro momentos diferentes da vida deles: no início da adolescência, depois da adolescência, meados dos 20 anos e início dos 30, assim como o IMC (índice de massa corporal).

Os homens foram classificados como: pai, não-pai, pai que mora com o filho e pai que não mora com o filho.

Na média padrão do estudo, um homem de 1,83 m, que vive com o filho, ganhou, em média, dois quilos depois de se tornar pai. Já o homem com a mesma altura, mas que não vive com o filho, engordou, em média, 1,5 quilo depois de ter se tornado pai.

Em termos de IMC (índice de massa corporal), o estudo apontou um aumento de 2,6% no IMC de homens que vivem com os filhos ante um aumento de 2% do IMC entre os homens que não vivem com suas crias.

Já os homens com o mesmo padrão de altura e sem filhos perderam 650 gramas no mesmo período.

Este é um dos primeiros estudos a analisar a forma como a paternidade afeta o IMC, um importante marcador biológico da saúde, que classifica se estamos no peso considerado ideal, acima dele ou obesos.

Além do IMC, outros fatores foram levados em conta: idade, raça, escolaridade, renda, atividade diária e estado civil.

Estudos anteriores já relacionaram o casamento ao ganho de peso em homens, mas na paternidade ele se mostrou mais marcante.

Mais responsabilidade

“A paternidade pode afetar a saúde de homens jovens, efeito já conhecido  no casamento”, disse o principal autor do estudo, o professor de pediatria Craig Garfield, da Universidade de Northwestern.

“Quanto mais peso os pais ganham e quanto maior o IMC, maior é o risco para o desenvolvimento de doenças cardíacas, bem como diabetes e câncer”, completa.

A mudança no estilo de vida e dos hábitos alimentares podem ser a causa do aumento no número do manequim, sugere o pesquisador.

“Você tem novas responsabilidades quando você tem seus filhos e pode não ter tempo para cuidar de si mesmo. A família se torna a prioridade”, afirma Garfield.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Mundo Global, Mas Regional

Em tempos de Globalização, há coisas que ainda impressionam. Povos isolados mundo afora que cada vez mais carecem de interação são exemplo disso.

Digo isso pois leio “Onde Moram os Vampiros”, capítulo do livro “Dignidade”, publicado por 9 escritores baseados nos relatos de “Médicos Sem Fronteiras”. Nele, há o relato de mulheres que convivem com o Barbeiro, vitimadas pela doença de Chagas, num povoado no interior da Bolívia e que não falam castelhano, mas quéchua. Os insetos vivem nas casas como formigas ou pernilongos, infestando o ambiente. O convívio é diário, e a população resiste em se cuidar ou ir à uma cidade próxima se tratar, aceitando passivamente a doença.

Que mundo/ costume é esse, não?

– Pais de meninas entendem essa imagem…

Quem é pai, sabe que o texto abaixo é uma grande verdade

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– #tbt 3: Criança sendo criança.

Nessa época de invasão digital em nossas casas, as antigas e pueris brincadeiras se tornam escassas.

Bolinha de gude? Pião? Boneca de Pano?

Cada vez mais essas diversões são trocadas pelos Tablets e Smartphones, sem praticar exercícios físicos nem relacionamento humano real, ao invés do virtual.

É por isso que subir em árvores, como minha filha Estelinha e meu sobrinho Miguelzinho estão fazendo na foto abaixo, deve ser algo a ser incentivado cada vez mais! Devemos sair do conforto do sofá e nos “sujarmos de terra”, ter contato com a natureza e com os amigos.

– Família estruturada é benção para e Educação dos filhos.

Família é o berço da boa educação. Já diria o poeta: “de um pé de laranja não pode brotar melancia”. Sendo assim, seguir o exemplo dos pais é a primeira coisa que uma criança faz.

Compartilho este texto do psiquiatra Jairo Bouer a respeito de como se faz necessário a família e os bons costumes como modelo para os jovens.

Vale a pena ler! Extraído de Revista Época, ed 04/07/16, pg 79

A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA ESTRUTURADA

Um levantamento do Ministério Público de São Paulo traz um dado revelador: dois terços dos jovens infratores da capital paulista fazem parte de famílias que não têm um pai dentro de casa. Além de não viverem com o pai, 42% não têm contato algum com ele e 37% têm parentes com antecedentes criminais.

Ajudam a engrossar essas estatísticas os garotos Waldik Gabriel, de 11 anos, morto em Cidade Tiradentes, Zona Leste de São Paulo, depois de fugir da Guarda Civil Metropolitana, e Ítalo, de 10 anos, envolvido em três ocorrências de roubo só em 2016, morto pela Polícia Militar no início de junho, depois de furtar um carro na Zona Sul da cidade. O pai de Waldik é caminhoneiro e não vivia com a mãe. O de ítalo está preso por tráfico. A mãe já cumpriu pena por furto e roubo.

É certo que um pai presente e próximo ao filho faz diferença. Mas mais que a figura masculina propriamente dita, faz falta uma família estruturada, independentemente da configuração, que dê atenção, carinho, apoio, noções de continência e limite, elementos que protegem os jovens em fase de desenvolvimento.

A mãe e a avó, nessa família brasileira que cresce cada vez mais matriarcal, desdobram-se para tentar cumprir esses requisitos e preencher as lacunas, mas são “atropeladas” pela rotina dura. Muitas vezes, não têm tempo, energia, dinheiro e voz para lidar com esses garotos e garotas que crescem na rua, longe da escola, em bairros sem equipamentos de esporte e cultura, próximos de amigos e parentes que podem estar envolvidos com o crime.

A criança precisa ter muita autoestima e persistência para buscar nesse horizonte nebuloso um projeto de vida. Sem apoio emocional, sem uma escola que estimule seu potencial, sem ter o que fazer com seu tempo livre, sem enxergar uma luz no fim do túnel, ela fica muito mais perto da droga, do tráfico, do delito, da violência e da gestação na adolescência. É nessa mesma família, sem pai à vista, de baixa renda, longe da sala de aula, nas periferias, que pipocam os quase 15% das jovens que são mães na adolescência, taxa alarmante que resiste a bancar nas regiões mais carentes.

E o que acontece com essa menina que engravida porque enxerga na maternidade um papel social, uma forma de justificar sua existência no mundo? Iludidas com a perspectiva de estabilizar um relacionamento (a família estruturada que não têm?), elas ficam, usualmente, sozinhas, ainda mais distantes da escola e de seu projeto de vida. O pai da criança some no mundo, e são elas que arcam com o ônus do filho, sobrecarregando um lar que já vivia no limite. Segue-se um ciclo que parece não ter fim.

Sem políticas públicas que foquem nessa família mais vulnerável, no apoio emocional e social para esses jovens, em uma escola mais atraente, em projetos de vida, em alternativas de lazer, a realidade diária na vida desses jovens continuará a ser gravidez na adolescência, a violência e a criminalidade.

Mensagens de Família - Mundo das Mensagens

– Buscando espairecer? Respire fundo…

Há dias em que os problemas cotidianos no tiram do equilíbrio. Trabalho (em excesso ou a falta de), neuroses desnecessárias (por diversos motes) ou desgostos sociais (frequentar as Redes Sociais na Internet, por exemplo, pode ser desgastante – há muita pilhagem e discórdia por ignorâncias e fanatismo).

Penso: que tal, vez ou outra, fugir do mundo? De maneira saudável, claro.

Opções? Praticando um hobby, passeando, distraindo ou, algo eficaz, contando até 10 e respirando fundo

Comece?

1, 2, 3, 4, 5, … inspire e expire… 6, 7, 8, 9,… 10.

Acalmou?

S’imbora continuar a vida. Povoe sua mente de coisas e imagens boas e relaxantes. Eu, por exemplo, ficarei com “uma da praia”. Olhe aí:

– Nos EUA, há recorde de pedido de demissões.

Um fenômeno que assusta: o recorde de pedidos de demissão de trabalhadores norte-americanos.

E por que isso acontece?

Compartilho, extraído de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/07/04/por-que-trabalhadores-nos-eua-estao-pedindo-demissao-em-ritmo-recorde.ghtml

POR QUE TRABALHADORES NOS EUA ESTÃO PEDINDO DEMISSÃO EM RITMO RECORDE

No último mês de abril, quase 4 milhões de pessoas deixaram seus trabalhos — o valor mais alto desde que este tipo de dado passou a ser registrado.

O número recorde de pedidos de demissões nos Estados Unidos em abril parece materializar uma tendência que o pesquisador Anthony Klotz, especialista em psicologia organizacional, batizou há alguns anos de “a Grande Renúncia” — um realinhamento no mercado de trabalho em que uma parcela considerável de pessoas, por diversos motivos, estão escolhendo largar seus empregos.

Naquele mês, quase 4 milhões de trabalhadores, o equivalente a 2,7% de toda a força de trabalho do país, deixaram seus empregos. É um recorde desde 2000, quando esse tipo de dado começou a ser registrado.

A pandemia de coronavírus atingiu o emprego nos EUA com força brutal. Em apenas dois meses, entre fevereiro e abril de 2020, o número de desempregados passou de 5.717.000 para 23.109.000. A partir daí, começou uma gradual retomada, à medida que governos, empresas e funcionários encontraram uma forma de se adaptar ao novo cenário.

A onda de demissões compõe um quadro ambíguo: ela ocorre no mesmo país em que há mais de 9,3 milhões de desempregados, segundo dados de maio do Departamento do Trabalho.

Então, por que enquanto milhões de americanos estão procurando empregos, há outros milhões que estão pedindo demissão?

Esgotamento e epifanias

Embora sejam inúmeras as razões individuais pelas quais trabalhadores podem decidir pedir demissão, Anthony Klotz, professor associado de administração na Escola de Negócios Mays, da Universidade Texas A&M, diz que há quatro grandes explicações para a “Grande Renúncia” estar se concretizando agora.

A primeira é que muitos funcionários que já queriam deixar seus empregos em 2020 adiaram essa decisão.

“Entre 2015 e 2019, o número de demissões nos Estados Unidos cresceu ano a ano, mas esse número caiu muito em 2020, o que faz sentido dada a incerteza da pandemia. As pessoas permaneceram nos seus empregos, mesmo que quisessem deixá-los”, explicou Klotz à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC).

Estima-se que em 2020 houve quase 6 milhões de demissões a menos nos EUA do que o esperado.

Com o avanço da vacinação e a melhoria da economia no país, essas pessoas podem ter sentido um cenário mais favorável para concretizar a saída.

“As mais recentes estatísticas do Departamento do Trabalho têm mostrando um recorde histórico de demissões em abril me levam a crer que muitas dessas pessoas já começaram a deixar seus empregos”, diz Klotz.

O segundo fator que pode ter impulsionado esse fenômeno é o “esgotamento do trabalho”.

“Sabemos por diversas pesquisas que, quando as pessoas se sentem esgotadas no trabalho, é mais provável que saiam.”

“Vimos inúmeras histórias de trabalhadores essenciais, mas também de muitas pessoas que trabalharam de casa e tentaram equilibrar o tempo da família e do trabalho, que experimentaram altos níveis de esgotamento (na pandemia). No momento, há mais trabalhadores ‘esgotados’ do que o normal”, aponta o especialista, acrescentando que a “única” cura para esta situação é um bom período de descanso, mas como este nem sempre é possível, a saída se torna inevitável.

Um terceiro fator que pode explicar essa onda de demissões, segundo Klotz, são os momentos de revelação ou epifania.

Eles acontecem quando uma pessoa, que pode estar feliz com seu trabalho, de repente vive uma situação que a faz querer deixar o cargo — como não conseguir a promoção que esperava ou ver algum colega ser demitido.

“Com a pandemia, quase todos nós sofremos um impacto que nos fez reavaliar nossas vidas. Tantas pessoas tiveram essas epifanias! Algumas perceberam que querem ficar mais tempo com sua família; outras agora sentem que seu trabalho não é tão importante quanto pensavam, ou querem abrir seu próprio negócio”, explica.

“Muitas pessoas estão considerando fazer mudanças em suas vidas, e isso muitas vezes significa mudar suas carreiras.”

A ampliação do trabalho remoto

A quarta possível explicação para a “Grande Renúncia” estar se concretizando agora tem a ver com o trabalho remoto, expandido na pandemia. Muitas pessoas se adaptaram a trabalhar de casa e agora não querem voltar ao escritório, embora para Klotz esta parcela de pessoas seja menor.

“Como seres humanos, temos a necessidade fundamental de desfrutar da autonomia. Quando você trabalha à distância, consegue estruturar o dia à sua maneira e tem muito mais flexibilidade do que no escritório. Por isso, muitas pessoas não querem perder essa liberdade. Existem pessoas que estão se demitindo para buscar empregos remotos ou híbridos”, afirma o especialista.

Um estudo internacional encomendado pela Microsoft revelou que 70% dos funcionários querem que as empresas mantenham a opção flexível do trabalho remoto, e 45% dos que trabalham remotamente têm planos de se mudar para um novo local de moradia, já que não precisam mais ir para o escritório.

E cada vez mais empresas estão dispostas a oferecer essa possibilidade a seus funcionários. De acordo com dados fornecidos pelo LinkedIn à BBC News Mundo, anúncios na plataforma oferecendo cargos remotos aumentaram cinco vezes entre maio de 2020 e maio de 2021.

O setor de mídia e comunicação lidera a oferta de empregos remotos (27%), seguido pela indústria de software e tecnologia da informação (22%).

Ao mesmo tempo, quase 25% de todas as inscrições para vagas feitas entre o final de abril e maio foram para empregos remotos.

Oportunidades para carreiras específicas

Analistas apontam ainda uma outra explicação para essa onda de pedidos de demissão nos EUA.

Trabalhadores antes considerados mal pagos, como funcionários de restaurantes e hotéis, estão um pouco mais valorizados no país.

Segundo números do Departamento do Trabalho, entre aqueles que deixaram seus cargos no último mês de abril, mais de 740 mil eram do setor de lazer, hotelaria e restaurantes. Esse número de pessoas que fizeram a transição equivale a 5,3% do total de trabalhadores do setor.

A reabertura abrupta da economia criou uma grande demanda por esses funcionários, o que obrigou as empresas a oferecerem incentivos, inclusive melhores salários, para preencher as vagas.

“Há muita rotatividade em cargos de baixa remuneração, nos quais as pessoas realmente não têm uma progressão na carreira. Se você encontrar um emprego que lhe ofereça um pouco mais, mudar não tem nenhum custo para você”, explicou Julia Pollak, economista da consultoria ZipRecruiter, ao jornal The New York Times.

Nos Estados Unidos, quase 4 milhões de trabalhadores pediram demissão em abril — Foto: GETTY IMAGES via BBC

– Crendices e Memes desnecessários

No Catolicismo, não existe dualidade de forças equitativas entre o bem e o mal. O bem é infinitamente superior ao mal. Deus não se iguala em forças com o Diabo.

Entretanto, gente de fé frágil, simplória e supersticiosa, muitas vezes cria correntes virtuais na Internet. Das mais bobinhas às mais complexas, confundem a cabeça das pessoas.

A criatividade abunda e custa crer que seja inspirada pelo Espírito Santo. O conhecido Padre Zezinho abordou esse tema com tal imagem abaixo e a reflexão:

Certas postagens merecem um estudo. Será que quem postou isso pensou no que disse? Será que o Céu lhe revelou isso?” 

Pois é. Desde quando digitar AMÉM no Facebook virou fórmula mágica? E tem quem acredite…

– A diferença da Tristeza e do Cansaço? Da Depressão e do Stress? Do Burnout e do Pânico?

São coisas diversas, mas caminham próximas: a tristeza, a depressão, a ansiedade e… o Pânico e o Burnout!

Sabe o que é tudo isso?

Vamos por partes: quem “cansa”, muitas vezes se entristece, mas pode enervar-se também ou ainda se desesperar! O sujeito “cansado pela vida”no trabalho ou em casa dificilmente estará feliz!

Digo isso pois fui instigado por mim mesmo a responder à questão da relação entre Depressão e Stress, Síndrome do Pânico e Síndrome de Burnout. Claro que não consegui “me responder”

Para entender tudo isso, vale assistir esse vídeo que minha esposa me indicou e é extremamente pertinente: a jornalista Izabella Camargo e o Padre Fábio de Melo, de maneira leve e didática, debatem e respondem toda essa relação e os males disso nas questões física e espiritual.

Independente da religião ou da atividade profissional, o conteúdo é excepcional para todas as situações, crenças e descrença, ânimos e desânimos.

Destaco uma menção importante nesse vídeo:

Depressão é o excesso de passado, estresse é o excesso de presente, ansiedade é o excesso de futuro ”. (Ana Beatriz Barbosa, psiquiatra).

O vídeo está disponível em: https://youtu.be/F_mzwRbuVGg

– Família nunca será problema.

Há 10 anos, uma declaração polêmica de um mestre do humor. Abaixo: 

E a entrevista do Chico Anysio à Revista Veja desta semana? Criticou todo mundo! Esbravejou sobre a Globo, sobre a sua família, sobre suas ex-mulheres, e sobre outras tantas coisas!

Mas um detalhe me chamou a atenção: o porquê dele se separar das esposas. Disse que:

“O casamento é justificado pelo filho, mas é também o filho que acaba com ele. Não há sexo que resista quando a mulher fala ‘acho que o menino acordou, já volto’. Espera aí, já volto? Acabei vários casamentos por causa desse ‘espera aí, já volto’”.

Caramba, hein?

– Sem sacrifício, tudo é mais difícil…

Por 40 anos, Virginia Rometty foi funcionária da IBM. Muitos deles como a CEO da empresa.

É dela a frase:

“Aprendi a sempre fazer o que nunca tinha tentado antes. Crescimento e conforto não coexistem”.

Taí uma verdade. Precisamos sair da inércia para crescermos, e isso nem sempre é fácil.

Você está disposto a se sacrificar / sair da zona de conforto para crescer?

– Você prática a mudança cotidiana em sua vida?

Ao invés de adiar a resolução dos problemas e fugir do mundo, não é melhor termos atitudes diferentes?

Considerações, em: https://youtu.be/B54kGN_mhGQ

– O que é Cringe?

Na semana passada, o termo da “moda” foi: falar que alguém é Cringe!

E você sabe o que é isso?

Extraído de: https://exame.com/casual/cringe-o-que-e/

CRINGE: O QUE É E POR QUE SÓ SE FALA SOBRE ISSO NOS ÚLTIMOS DIAS

Cafona para uns, descolado para outros. Enquanto gerações millennial e z têm embate sobre gostos, marcas se apropriam do termo cringe para lucrar

Por Julia Storch

“O que é cringe?”, foi a pergunta mais feita no Google nesta semana. O termo utilizado pela geração Z, para definir atitudes cafonas dos millennials, caiu na graça da geração com mais de 25 anos, ao descobrir que tomar café, vestir calça skinny e sapatilhas, gostar de Harry Potter e Friends, é cafona. Usar o termo cafona também é cringe, inclusive.

O termo de língua inglesa, que na verdade é um verbo, virou adjetivo e gíria por aqui, e define o que a geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) pensam dos millennials (nascidos entre 1980 e 1994).

A polêmica sobre as “atitudes cringes” começou no Twitter na semana passada. Na rede social, uma influenciadora millennial questionou o que a geração Z achava vergonhoso sobre a geração acima.

Dentre as mais de 36 mil curtidas e 3 mil respostas, usuários definiram que gostar de café, Sandy & Junior, Harry Potter e Friends, tomar cerveja “litrão”, ir para a Disney, pagar boletos e usar emojis, traz o sentimento de vergonha alheia.

Surpresos ao saber que seus gostos “descolados”, são considerados cafonas, a geração com mais de 25 anos se apropriou do termo, lançando diversos memes nas redes sociais sobre uma geração inteira.

E não foi apenas a busca por “cringe”, que cresceu. “Geração Z” e “Geração Y” também dispararam na semana, com aumento de 700% e 740% no Google.

Enquanto as gerações debatiam nas redes, e os millennials faziam graça da autodepreciação, marcas, como a Reserva, lançaram uma coleção batizada, é claro, de “Cringe”. Uma série de três camisetas em diferentes cores, traz estampas com uma garrafa (fazendo alusão ao litrão), uma mão segurando um boleto e uma xícara de café, e outras mais explícitas, com a frase “camiseta cringe da Reserva” e um emoji.

Dica para deixar o look no maior estilo cringe possível: use a camiseta com uma calça skinny e sapatilhas, e poste nas redes sociais com hashtags e emojis na legenda.

– Ideologia do Gênero: entendendo e discutindo.

Concordo (e muito) com esse vídeo que compartilho abaixo, elucidando o que é a Ideologia do Gênero, tão discutida atualmente. Ele tem apenas 2 minutos e explica muito bem o que se propõe tal causa.

Escola, para mim, é lugar de educação e cultura, não de CRIAÇÃO DE IDENTIDADE SEXUAL.

Menino é menino. Menina é menina. Por quê promover a assexualidade de gênero quando vão para as escolas, e precocemente sexualizá-los?

Gosta da idéia de banheiros com meninas e meninos, ou melhor, adolescentes sem “sexo definido” juntos?

Eu não. São nossos filhos e filhas, e Educação e Valores Sociais, Morais, Religiosos e Sexuais começam, em nossa família, EM CASA. Pai e mãe devem ser os primeiros educadores e catequistas das crianças.

Vale a pena compartilhar (em tempo: aqui, não tem nenhum tom de preconceito ou homofobia, estamos falando da Educação Sexual precoce, perigos de erotização a crianças e outras questões próximas).

Veja, em: http://www.youtube.com/watch?v=j7zbS1RYdpg

 

– Você conhecia a TSū, a Rede Social que remunerava seus membros?

Esse post tem algum tempo, e era uma rede social bem bacana. Abaixo, apenas para rememorar (há outras na Web), a TSū, que “quebrou”. 

Já imaginaram se o Facebook tivesse a mesma lógica que ela? Abaixo:

TSŪ

Uma rede social que remunera os seus participantes. Muito parecida com o Facebook, com uma timeline próxima do Twitter, mas com um jeitão de Google Plus. Essa é a TSū (se pronuncia “SÚE”), uma network nova e que está crescendo por um motivo especial: ela paga pelas boas postagens curtidas!

Pois é: a cada post, se alguém curtir, compartilhar ou ter público para tal, a pessoa ganha décimos de centavos de dólar.

Achei interessante. Quem quiser participar (só é possível por “links convites”) pode clicar no meu perfil lá no TSū, em: https://www.tsu.co/rafaelporcari

Extraído de: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/10/tsu-nova-rede-social-paga-por-conteudo-gerado-e-tempo-gasto-pelo-usuario.html

TSU, NOVA REDE SOCIAL PAGA POR CONTEÚDO GERADO E TEMPO GASTO PELO USUÁRIO

Atualmente, Facebook, Twitter, Tumblr e outras redes sociais movem bilhões de dólares com anúncios por ano e influenciam o mercado de forma assustadora. O Twitter, por exemplo, gera mais de 500 milhões de tuítes por dia e o Facebook já ultrapassou a marca de 700 milhões de usuários que criam, repassam, comentam e trocam informações. Já pensou se você pudesse receber pelo conteúdo que cria nesses sites? Foi com esta proposta que a rede social TSU (pronuncia-se Sue) surgiu.

O site, criado por Sebastian Sobczak, foi inaugurado no dia 21 de outubro e, ao contrário da rede social Ello, sem anúncios, tem como objetivo ganhar dinheiro sim, mas pagar o usuário pelo conteúdo gerado. No TSU, 90% do valor arrecadado por publicidade é dos usuários, os outros 10% ficam com a rede social. O fundador Sebastian Sobczak, define a rede como uma plataforma de monetização social.

“As redes sociais estabelecidas construíram modelos de negócios surpreendentes. São prósperos na monetização total de conteúdo gerado pelo usuário de forma gratuita. Por que alguém deveria se beneficiar comercialmente a partir da imagem, curtidas e trabalhos sem dar retorno financeiro ao proprietário? Os mercados em que participamos são enormes e podem compensar o usuário – estamos simplesmente e unicamente recompensando os usuários que estão fazendo todo esse trabalho. Esta é a forma como o mundo deve funcionar “, acredita Sobczak.

Aparentemente, a rede social funciona como o Facebook: você cria sua página, publica seu conteúdo, agrega seus amigos, curte, comenta e repassa conteúdo. A diferença está no fato de que cada perfil possui uma “conta bancária”. Com um sistema de analytics voltado para o gerenciamento da conta, você pode conferir quanto ganhou, o que gerou mais retorno, débitos, créditos, gráficos e outras informações bem interessantes.

Dentro da rede, o que gera lucro são os views, ou visualizações do conteúdo original, gerado pelo usuário. Mas não é só isso, um sistema de convites cria uma espécie de “árvore” de contatos, em que os convidados que entram para a rede dão lucro para quem os convidou – sistema que lembra o modelo de negócios da pirâmide. Os valores podem ser resgatados após atingirem US$ 100,00.

Porém, para evitar internautas maliciosos, a rede social alerta que publicar um material que não seja de autoria própria renderá penalizações. Portanto, se você pretende ganhar dinheiro com a nova rede social não poderá postar músicas de outros artistas, vídeos, fotografias ou qualquer outro tipo de material protegido por lei. O site segue as especificações da Digital Millennium Copyright Act (DMCA); fique atento com violações de direitos.

Para ingressar na rede é preciso ter o “shortcode”, isto é, um link exclusivo de algum usuário da rede social. A partir dele, você terá acesso a todos os recursos do serviço, que conta com app para Android e iOS (Universal). Dentro do site é possível postar fotos, escrever posts, incluir hashtags, adicionar títulos nas postagens, definir sua privacidade, distribuir seu conteúdo entre outras redes sociais como Facebook e Twitter, além de comentar, curtir, convidar amigos.

Se você ainda não se convenceu de que vale a pena ingressar na nova rede social, saiba que o TSU recebeu um investimento de US$ 7 milhões da Sancus Capital Prive e apoio de artistas como 50 Cent e Luol Deng do Miami Heat, entre outros. Nada mal para quem está começando, não é? Faça um teste.

– Tome cuidado com certos elementos:

Essa imagem, abaixo, é pertinente. Daria para acrescentar outras tantas, não?

Veja só: 

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Extraído do twitter de: https://twitter.com/nestorzignani

– Um povo acolhedor?

BRASIL – Nosso país deixou de ser um país hospitaleiro / pacífico / que ri mesmo com problemas?

A “pilhagem política” mudou tudo isso?

Refletindo em: https://youtu.be/UXoescM82HM