
1. EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE PSICOTERAPIA, que utilizam métodos e teorias distintos. Eu, por exemplo, trabalho com a psicoterapia de orientação …
Continua em: 7 coisas que você precisa saber antes de começar a fazer terapia

1. EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE PSICOTERAPIA, que utilizam métodos e teorias distintos. Eu, por exemplo, trabalho com a psicoterapia de orientação …
Continua em: 7 coisas que você precisa saber antes de começar a fazer terapia
Uma técnica de fixação e ensinamento muito usada por oradores tem sido recomendada por especialistas: é o “contar histórias / parábolas / contos em geral”!
Mais sobre storytelling,
STORYTELLING AJUDA A COMUNICAÇÃO; VEJA COMO CONTAR HISTÓRIAS E EVITAR ERROS
Por Reinaldo Polito
Uma técnica utilizada há milhares de anos virou moda: storytelling, uma forma de transmitir uma mensagem de maneira eficiente por meio de histórias. Com certeza, quem mais soube comunicar o que desejava a partir de histórias foi Jesus Cristo. Passados mais de 2.000 anos, todos os dias, no mundo inteiro, pessoas recorrem às suas parábolas para comunicar a palavra de Deus.
Profissionais de todas as atividades estão aprendendo a contar histórias para criar, promover e até recuperar marcas. Para atingir esses objetivos, eles se valem de todos os meios de que possam lançar mão: desde apresentações com ou sem apoio de recursos visuais até de mídias sociais, vídeos, interpretações teatralizadas etc.
A ESCOLHA CERTA
A escolha dependerá dos meios que estiverem à disposição, mas, principalmente, que sejam os mais adequados às características e anseios dos ouvintes ou leitores. Quanto maior for a conjugação entre os meios utilizados, o público a ser atingido e o contexto da exposição, melhores serão os resultados alcançados.
Você poderá lançar mão de diversos tipos de histórias. Todos podem apresentar ótimos resultados. Tudo dependerá dos objetivos a serem conquistados e das circunstâncias que cercam a apresentação. O mais conhecido e mais utilizado é a “jornada do herói”.
A JORNADA DO HERÓI
Todas as vezes em que se fala em contar histórias, de maneira geral, esse é o tipo que surge em primeiro lugar. Tanto assim que algumas pessoas chegam a pensar que todas as histórias precisariam necessariamente passar pela sequência da “jornada do herói”. Para ilustrar vamos ver quais são suas etapas:
1) A pessoa leva uma vida normal até o momento em que é convocada para uma aventura.
2) A pessoa não deseja ir. Resiste à convocação.
3) Surge, então, alguém que a estimula e a anima a aceitar a missão.
4) A partir desse instante, é obrigada a enfrentar obstáculos, desafios e problemas.
5) Precisa, portanto, se preparar para uma mudança radical.
6) Vence os obstáculos, desafios e problemas.
7) Cumprida a missão, retorna à vida normal e serve de exemplo inspirador para outras pessoas.
Se você nunca teve contato com essa sequência, provavelmente estará surpreso com a quantidade de livros que leu e de filmes a que assistiu seguindo exatamente as etapas que acabamos de descrever. A associação com as histórias que conhece ajuda bastante no entendimento dessa técnica.
Todos os tipos de histórias seguem mais ou menos a mesma linha: as dificuldades que a pessoa enfrenta em determinadas circunstâncias para conquistar a torcida e a solidariedade dos ouvintes ou dos leitores. Em alguns casos o protagonista é um despreparado, mas vence essas dificuldades, revelando a luta para se superar, até servir de exemplo para outras pessoas.
Outro tipo de sequência mostra que a personagem tem adversários comuns com os ouvintes ou leitores. É a luta dela contra esses inimigos identificados. Só que a pessoa é enganada, e, sem saber, age mal. Parece se distanciar daqueles que torciam por ela. No final, fica claro que não estava do outro lado da trincheira, mas que esteve sempre comprometida com a causa de quem desejava desde o início estar ao seu lado.
Se pensarmos bem, as sequências são simples e fáceis de serem apreendidas. A partir do instante em que deixamos apenas de acompanhar as histórias e começamos a observar como foram arquitetadas, passamos a criar um repertório que poderá ser usado nas mais distintas oportunidades.
INGREDIENTES FUNDAMENTAIS DE UMA BOA HISTÓRIA
1) Tem começo, meio e fim. Nada diferente do que aprendemos desde a época dos primeiros anos escolares: uma história precisa ter início, desenvolvimento e conclusão. Parece (e é) tão elementar, mas muitos se esquecem de seguir essa regra.
2) Mostra os momentos em que tudo transcorre normalmente, mas algum fato rompe esse equilíbrio. Surgem os conflitos, os obstáculos, os problemas.
3) Conquista a torcida das pessoas para que os problemas sejam superados. Elas devem se identificar de tal forma com os desafios da personagem que sentem os problemas como se estivessem no seu lugar.
4) Revela como esses desafios são vencidos com lutas, sacrifícios e determinação. Para que a torcida das pessoas seja ainda mais intensa, em certos momentos poderá surgir a dúvida se terá ou não forças para que os grandes obstáculos sejam ultrapassados.
5) Deixa no final uma reflexão para que as pessoas retirem da história algum ensinamento. A vantagem de deixar essa conclusão por conta dos ouvintes ou leitores é que aceitem a mensagem sem terem a impressão de que ela lhes foi imposta.
Estando os ouvintes envolvidos com a história, torna-se mais simples fazer com que façam a associação com a mensagem que você deseja transmitir. Além de ampliar as chances de que aceitem sua proposta, a história tem a virtude de impregnar a mente das pessoas de tal forma que, em alguns casos, nunca mais se esquecem do que acompanharam.
ERROS NA UTILIZAÇÃO DO STORYTELLING
1) História contada só para ser contada: De nada adiantará contar uma história, mesmo que seja excelente, se ficar claro que ela foi narrada apenas como artifício, como se fosse um nariz de cera, usado para se encaixar em qualquer circunstância. Quando isso ocorre, quase sempre, o resultado da apresentação é negativo.
2) História fora de contexto: Esse equívoco guarda certa semelhança com o anterior. Só que nesse caso, a história pode ter um objetivo definido e ser escolhida para atender a essa finalidade, mas fica tão fora de contexto que mais atrapalha que ajuda o entendimento das pessoas. Quem ouve ou lê a história até gosta e se envolve com a narrativa, mas não consegue enxergar sua utilidade no contexto da mensagem.
3) História conhecida e surrada pelo uso excessivo: Principalmente no início, quando as pessoas começam a praticar o storytelling, elas se valem de histórias que ouvem aqui e ali, em particular aquelas contadas reiteradamente nas palestras. Por ser a história sem ineditismo, ao invés de motivar os ouvintes ou leitores, provoca desinteresse. Por isso, cuidado com o uso de histórias, filmes e ilustrações que já não apresentam nenhuma novidade.
4) História longa: Por mais interessante que seja uma história, se for longa, poderá cansar e até aborrecer as pessoas. Nesse caso, além de afastar os ouvintes ou leitores da narrativa em si, os desvia também do objetivo da mensagem. Por isso, desenvolva o hábito de resumir suas histórias. Basta lembrar que um bom anúncio comercial consegue contar histórias atraentes em apenas 30 segundos.
Se o que pretende contar consumir cinco minutos, procure reduzir para dois a três minutos. Se, pelo contexto da apresentação, a história tiver de ser mais longa, por exemplo, acima de dez minutos, pode ter certeza de que, com bom planejamento e ensaios, conseguirá contá-la até na metade do tempo.
5) História que não envolva os ouvintes: A história precisa ir ao encontro da realidade das pessoas. Se os ouvintes ou leitores não se sentirem tocados emocionalmente por ela, ficarão alheios ao que está sendo apresentado. Pergunte sempre: que tipo de adaptação preciso fazer para que essa história vá ao encontro da realidade e do interesse dessas pessoas? Se encontrar a resposta, terá também a solução.
6) História enganosa: Embora a história ficcional possa ser um recuso tão eficiente quanto às narrativas reais, é preciso tomar cuidado para que o ouvinte ou leitor não se sinta enganado. Além de a história inventada precisar ter verossimilhança, isto é, parecer verdadeira, é preciso deixar claro às pessoas que se trata de um exemplo.
Algumas empresas usaram essa “licença poética” ao contar suas histórias e se deram mal. Precisaram explicar aos órgãos que fiscalizam as propagandas porque contaram aquela história falsa. Algumas tiveram de retirar os anúncios de circulação.
VALE A PENA USAR O STORYTELLING
Aí está um dos recursos mais eficientes para você transmitir suas mensagens: contar histórias. A storytelling é uma competência que pode e deve ser conquistada, desenvolvida e aprimorada. Com o tempo, você terá um estoque muito bom de histórias para usar de forma adequada nas mais diferentes situações.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Conhece tal dito popular abaixo?
“Passarinho que anda com morcego, de tanto ser visto com tal companhia, corre o risco de um dia dormir de cabeça para baixo. E mesmo que não durma, um dia dirão que dormiu.”
Pois é. Quando se anda com picaretas, se você não tomar cuidado, se contagiará e poderá agir como um. E mesmo que tenha personalidade e se segure, poderão te confundir pela intimidade com eles. Dessa forma, se perceber que o meio em que está inserido é de péssima credibilidade, mesmo sendo você ético e honesto, procure influenciá-los à mudança. E se a luta for inglória, abandone-os e se junte com gente de bem, como você próprio.
E se o assunto começou com um ditado popular, lembro-me de outro bíblico:
“Diga-me com que tu andas que direi quem tu és”.
Dessa forma, lembre-se: é muito bom andar de cabeça erguida, podendo conversar com todos e sobre tudo, sem se esconder nas esquinas e becos escuros. Tampouco se sentir constrangido quando encontrar com diversos elementos.
Vale a dica. Por experiência de vida, apesar da juventude de idade.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Sinal dos tempos: o que você acha se algumas calçadas fossem exclusivas para “viciados em celular”?
Veja sobre os acidentes de quem anda grudado na tela, dessa postagem que se faz bem atual, no texto extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/
TOMBOS, INDIFERENÇAS E DESIMPORTÂNCIA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS
Brasileiros passam mais tempo olhando seus smartphones do que assistindo à televisão ou usando o computador. O resultado prático disso é que as pessoas olham seus aparelhos o tempo todo, no sofá de casa, no banheiro ou, o que pode ser ainda mais estranho e perigoso, caminhando no meio da rua. Faça o teste e repare, ao longo do dia, quantos minutos (ou segundos) você consegue andar sem olhar o celular.
O impacto disso na vida urbana é enorme. Como ninguém mais olha por onde anda, ninguém mais observa a cidade. A percepção dos espaços é cada vez menor o que, ao longo do tempo, faz minguarem as exigências sobre a qualidade desses locais. Tudo o que está fora da telinha passa a ser indiferente. A experiência de caminhar livremente e praticar o mais antigo esporte humano, olhar as pessoas que passam, parece algo datado. Além disso, uma série de acidentes causados pela falta de atenção entraram para a rotina de pedestres e hospitais.
Nos Estados Unidos, tombos causados porque a pessoa estava absorta vendo o celular em vez de olhar por onde andava já correspondem a 10% dos atendimentos a fraturas em prontos socorros, de acordo com a Universidade Buffalo de Nova York. Em Ohio, foram 1.506 quedas causadas por celular em 2010, o dobro do registrado em 2005. A maior parte das vítimas tinha entre 16 e 25 anos.

Imagem extraída da Internet
Repost de 4 anos:
Esse ótimo texto que compartilho foi redigido dias após a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo Rússia 2018: como um jogo de futebol pode imitar a rotina diária das pessoas no processo de Gestão Emocional.
Extraído de: https://exame.abril.com.br/carreira/o-que-ameaca-vitoria-do-brasil-na-copa-tambem-e-perigo-para-sua-carreira/amp/
O QUE AMEAÇA VITÓRIA DO BRASIL NA COPA TAMBÉM É PERIGO PARA SUA CARREIRA
Será que o hexa vem desta vez? Especialistas falam sobre a habilidade crucial dos profissionais que vencem nos pênaltis
Por Luísa Granato
Após uma estreia morna na Copa do Mundo, o torcedor brasileiro agora se preocupa: será que o hexa vem mesmo? A falta de acertos da seleção no jogo contra a Suíça, segundo o técnico Tite, aconteceu pelo abalo do emocional da equipe, que estava “ansiosa”.
Gestão emocional é um desafio antigo para jogadores. Além do doloroso resultado de 7×1 no jogo contra a Alemanha em 2014, os brasileiros sempre se lembrarão da instabilidade que sua seleção mostrou em campo durante a goleada.
A falta de inteligência emocional da equipe brasileira não é uma ameaça apenas ao sonho do hexa. Assim como os atletas, todo profissional deveria estar atento ao problema se deseja ser bem sucedido.
Segundo livro “Inteligência Emocional 2.0”, dos especialistas Travis Bradberry e Jean Greaves, cofundadores da TalentSmart, sucesso e inteligência emocional andam lado a lado. Em pesquisa, os autores verificaram que 90% dos colaboradores de alto desempenho têm essa inteligência elevada.
Na prática, o diferencial desses profissionais é conseguir dar o seu melhor e também influenciar outros se superarem, mesmo em momentos de estresse, segundo explica Paulo Vieira, master coach e fundador da Febracis. “Isso acontece pela alta capacidade de se conectar consigo mesmo e com as pessoas ao redor”, diz.
Segundo a psicóloga Elaine Di Sarno, a pressão e emoções durante um jogo de futebol são naturais – ainda mais para os brasileiros. No entanto, é preciso trabalhar uma estratégia para se fortalecer e conseguir contornar as dificuldades.
“Aqui entra o autoconhecimento para saber como você lida com a pressão e ter estratégias para não ceder a ela. Você entra em campo sabendo que pode tomar um gol, assim como podem ocorrer contratempos no trabalho”, afirma ela.
O fundador da Febracis lembra que a vitória depende do equilíbrio entre a superioridade das habilidades técnicas e emocionais. “Não vale nada ter um gênio do futebol, mas que briga com todo mundo, desobedece o técnico e não passa a bola”, fala.
Quanto a isso, ele acredita que a seleção desta Copa é superior à da edição de 2014. Vieira vê maior equilíbrio e maturidade dos atletas, que carregam experiências em grandes times europeus e não colocam o ego em jogo, facilitando seu entrosamento.
Mesmo o time próximo à perfeição, o perigo ainda paira pela falta de um elemento chave para guiar as emoções em campo: uma super liderança.
O técnico brasileiro decidiu fazer o rodízio do posto de capitão do time. A tática pode motivar os jogadores ao colocar a responsabilidade sobre o grupo. Porém, para os especialistas, a mudança de liderança impacta diretamente na consistência dos resultados de uma equipe.
“O Tite é um líder extraordinário. Mas, como técnico, ele seria o CEO da empresa. Para que os funcionários deem seu melhor, eles não falam direto com o presidente, mas com o gerente. No momento, falta isso para o time”, diz Vieira.
Sob pressão, o papel do líder é manter o foco na meta final. Uma parte do jogo é marcar pontos, porém é preciso frieza para enxergar a estratégia que leva o time ao principal objetivo: vencer a partida.
“O Brasil precisa de alguém com alta inteligência emocional para a liderança. Além de craques, o time precisa de alguém determinado, rápido nas decisões, sem vaidade e que dê confiança para o resto dos jogadores”, fala o especialista.
A cada jogo só aumenta a pressão. Segundo Vieira, a boa liderança depende do que pede a situação: “os melhores líderes aparecem sob demanda”. Para a Copa, seria bom que ele tomasse o posto logo.
Uma das falhas da seleção é relacionada à competência da inteligência emocional que é vinculada à conexão com o outro. A outra, com o autoconhecimento e a autoestima.
Quanto mais alto o cargo, maior é a demanda por resultados de alta qualidade. No mundo do futebol, a Copa do Mundo é o ápice. O mundo está observando e os torcedores estão de olho em cada erro. Mesmo estando entre os melhores do mundo, uma falta de preparo emocional pode levar à autossabotagem.
“Um termo popular para isso é Síndrome de Impostor, quando o profissional começar a duvidar que merece a posição que ocupa. Sempre existe a chance do erro, mas é necessário trabalhar a confiança em suas capacidades”, explica a psicóloga.
Essa insegurança leva o profissional a cometer erros básicos, que normalmente não aconteceriam. “No final, o que nos move não é nossa razão, mas a emoção”, diz o Master Coach.
Como evitar a crise que pode acometer até os melhores entre os melhores? Os dois especialistas concordam que a chave é estar em sincronia com si próprio.
Se o estresse faz parte do jogo e a emoção faz parte de todos nós, nenhum profissional – ou jogador – pode ignorar o preparo emocional. Esse trabalho deve ser feito com antecedência, usando experiências e erros passados para refletir não apenas em como melhorar tecnicamente, mas no autoconhecimento.
Elaine explica que a vivência da demanda diária da profissão ajuda a crescer nesse aspecto. “Existem técnicas de coaching para trabalhar as fragilidades de cada um, aumentando a confiança e o autocontrole, fundamentos da inteligência emocional. Para isso, a pessoa precisa conhecer onde está e olhar para onde quer chegar”, fala.
Um artigo bacana publicado no Caderno “Inteligência”, na Época Negócios: como se relacionar com gente de personalidade forte, instável ou antissocial. Dicas que extrapolam a Administração de Empresas e vão ao cotidiano da sociedade.
Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2012/06/gente-e-problema.html
GENTE É PROBLEMA
E você tem que saber lidar com os tipos.
O primeiro é o colega “Mel Gibson”, o tipo hostil, que leva tudo para o lado pessoal quando é contrariado; o segundo é o colega “Marilyn Monroe”, suscetível à rejeição, preocupado com a desaprovação alheia, real ou imaginária; o terceiro é o “Woody Allen”, neurótico, que faz uma tempestade diante de qualquer conflito; por fim, há o colega “Paris Hilton”, o egoísta que só enxerga o próprio umbigo. Sim, são estereótipos. Mas cada vez mais encontrados no mundo do trabalho, segundo a revista Psychology Today.
Lidar com eles é uma habilidade necessária. Para fazer isso, mantenha as interações curtas e objetivas. A comunicação deve ser lógica, pois é infrutífero – e perigoso – tentar fazer uma comunicação emocional com o interlocutor emblemático. Outra dica: mantenha o foco na conversa nele, não em você. É a forma mais segura para que, mais tarde, suas palavras não acabem distorcidas. Não tente convencê-los de seu ponto de vista. Também pare de sonhar que algum dia essas pessoas poderão ser tratadas normalmente. Aceite-as como são!
Com um colega difícil, é salutar evitar assuntos espinhosos. Quando isso for necessário, faça-o a portas fechadas (…).

Imagem extraída de: https://www.sebascelis.com/como-tratar-con-gente-dificil-parte-1/
Uma imagem que não dá para discordar: o que devemos deixar lá em 2022, abaixo (ela é atual e serve para esse ano, 2023):
Daria para acrescentar bastante coisa aqui, não?
Não tenha dúvidas quanto a esta verdade: no próximo ano, busque se aproximar do convívio das seguintes pessoas abaixo:

Compartilho um artigo extremamente oportuno de um fenômeno atual: a “Mudança de ‘Humor Organizacional’ das Empresas”, retratado pelo Prof José Renato Sátiro Santiago.
Abaixo, extraído de:
http://jrsantiago.com.br/blog/texto/A_Bipolaridade_no_Mundo_Corporativo_e_seu_uso_indevido
A BIPOLARIDADE NO MUNDO CORPORATIVO E SEU USO INDEVIDO
Distúrbio caracterizado pela repentina mudança de humor de seu paciente, a bipolaridade tem invadido o dia a dia de todos nós.
Diferentemente do que acontecia em um passado remoto, hoje em dia não é tão raro conhecermos alguém que sofra deste mal.
A questão aqui, no entanto, não diz respeito ao efetivo crescimento, mas sim ao seu diagnóstico.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a OMS, há cerca de 340 milhões de pessoas que sofrem de transtornos desta natureza (1 a cada 20).
Sim, sofrer é o termo certo, pois se trata de uma doença com a qual se deve ter um enorme cuidado.
Conforme alguns estudos, o índice de suicídio entre as pessoas bipolares é cerca de 30 vezes maior se comparado com aquelas que não possuem tal distúrbio.
Assustador.
Ainda assim, há um mal maior sofrido por uma pessoa bipolar, o preconceito.
Muitos, talvez por pura ignorância no assunto, costumam associar as características deste mal como sendo “pura frescura” ou “falta de uma boa surra quando criança”.
Como se fosse possível controlar seus efeitos.
No mundo corporativo, por exemplo, não é incomum confundirem a bipolaridade com questões bem diferentes sem qualquer relação de causa e feito.
Isto é péssimo e é o pior que pode ser feito.
Quantos de nós, ao longo de nossa vida profissional, já testemunhamos colegas que mudam radicalmente de postura e comportamento de um momento para o outro.
Tal tipo de situação costuma ser marcada por frases de tal estirpe “…ele (ou ela) só pode ser bipolar…”.
A verdade absoluta é que isto está longe de ser bipolaridade.
O que seria apenas uma estratégia de sobrevivência, mesmo que vil, passa a ser entendido como algo que é feito sem que haja a devida previsibilidade.
A pessoa bipolar age de acordo com o seu humor, e este, o humor, muda de forma muito rápida e extremada.
Trata-se de algo que pode ser controlado com tratamento, inclusive com medicação apropriada.
A mudança de posicionamento repentino, conforme conveniência, não possui qualquer relação com este tipo de transtorno.
O assunto sobre o qual se refere é outro.
Além disso, e justamente por se tratar de uma doença, é uma irresponsabilidade o uso indevido de um assunto tão sério para qualificar alguém.
Uma atitude preconceituosa, pois tende a associar uma doença como sendo uma característica pessoal.
“Ah mais eu não sabia disso”.
Ainda assim, o desconhecimento sobre as características desta, ou de qualquer outra, doença não serve de atenuante ao seu uso indevido.
Aliás, isto deveria servir para tudo, não é mesmo?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida
A vida não pode ser uma eterna competição, ela deve ser colaboração, confraternização e união.
Há espaço para todos serem felizes, não carece um querer ser maior do que outro, mais vitimizado ou menos favorecido. Todos têm suas angústias, percalços, insucessos e fracassos. E todos também têm suas virtudes, dons, alegrias e particularidades.
O congraçamento entre as pessoas é o necessário, seja de qual área estivermos falando.
Gostei dessa mensagem:
Dia cansativo. Precisando, nesse “tarde da noite”, seguir a importante dica, já dita em: https://wp.me/p4RTuC-IZ4.
Tentando agir corretamente no “meu máximo”, cedendo e procurando ter empatia. Fazendo o correto, mesmo sem ser compreendido. Ou não querendo ser. Ou sendo, mas sem entender não ter uma recíproca relação empática.
Não é fácil. Cansa. Machuca. Se segurar no peito, explode. Que estoure, então, por aqui, em palavras escritas.
Novamente, fica a dica do link acima… e que Deus sustente mesmo com a limitação humana.

Pense nas datas festivas de fim de ano. O que você diz para as pessoas? Desejamos felicidade, amor, saúde, paz, prosperidade… Repare que, muito do …
Continua em: O que é essencial para você?
Há 12 anos, uma declaração polêmica de um mestre do humor. Abaixo:
E a entrevista do Chico Anysio à Revista Veja desta semana? Criticou todo mundo! Esbravejou sobre a Globo, sobre a sua família, sobre suas ex-mulheres, e sobre outras tantas coisas!
Mas um detalhe me chamou a atenção: o porquê dele se separar das esposas. Disse que:
“O casamento é justificado pelo filho, mas é também o filho que acaba com ele. Não há sexo que resista quando a mulher fala ‘acho que o menino acordou, já volto’. Espera aí, já volto? Acabei vários casamentos por causa desse ‘espera aí, já volto’”.
Caramba, hein?

Imagem extraída de: https://istoe.com.br/viuva-de-chico-anysio-tem-secrecao-no-pulmao-afirma-ex-marido/
Uma pesquisa curiosa: quanto menor a sociabilidade da pessoa ou quanto mais retirada for a moradia dela, maior é o indicativo de inteligência no trabalho!
Extraído de Época Negócios, Ed 111, Caderno Inteligência, pg 27
NÃO QUERO SER SOCIÁVEL
PARA ALGUÉM DE Q.I. ALTO, INTERAÇÃO COM OS OUTROS É PERDA DE TEMPO
O inferno são os outros, decretou Jean-Paul Sartre em “Entre Quatro Paredes”, peça teatral de 1944. Mais de 70 anos depois, estudo de pesquisadores da London School of Economics e da Singapore Management University, publicado no British Journal of Psychology, parece reforçar a tese do pensador: embora tradicionalmente a socialização de grupos humanos tenha sido fundamental para a sobrevivência da espécie, os autores descobriram que, quanto mais densa a área habitada, menor é o grau de satisfação das pessoas – uma das causas óbvias, por exemplo, seriam as longas
distâncias entre a casa e o trabalho, percorridas em ruas congestionadas ou no transporte público lotado. Esta conclusão confirma estudos anteriores que detectaram o fenômeno do “gradiente de felicidade urbano-rural”: residentes em áreas rurais isoladas são mais felizes que habitantes de pequenas cidades, que por sua vez são mais felizes que os de cidades médias…
Entrevistando 15 mil pessoas entre 18 e 28 anos, a pesquisa revelou um dado interessante: QUANTO MAIOR O NÍVEL DE INTELIGÊNCIA DO ENTREVISTADO, MENOR É SEU GRAU DE INTERAÇÃO SOCIAL. Para essas pessoas, interações com os outros são perda de tempo que apenas as desviam de objetivos maiores, projetos ambiciosos ou estudos profundos, aumentando seu grau de insatisfação. Além disso, os mais inteligentes estariam mais habilitados a enfrentar os desafios impostos pelos novos tempos sociedade humana, como rápidas mudanças no mercado de trabalho ou na tecnologia da informação, dispensando a ajuda de outros.
Mas cuidado com o truque da insociabilidade forçada. Subordinados menos brilhantes muitas vezes se tornam mais frios e calculistas para parecer mais inteligentes do que são. Isso prejudica o ambiente no trabalho.

Ser simpático com as crianças é algo necessário até para as autoridades mais sérias.
Um exemplo?
Esse momento “fofurice” da garotinha que pediu permissão para ter um… unicórnio!
CRIANÇA DE 6 ANOS PEDE EM CARTA PERMISSÃO PARA TER UNICÓRNIO; VEJA RESPOSTA DE AUTORIDADES DOS EUA
Em uma carta manuscrita, ela escreveu: “Caro condado de LA, gostaria de sua aprovação se eu puder ter um unicórnio no meu quintal, se puder encontrar um. Por favor, enviem uma carta em resposta.”
Por Zoe Sottille
O Departamento de Cuidados e Controle Animal do Condado de Los Angeles, nos Estados Unidos, emitiu sua primeira licença que autoriza alguém a ter um unicórnio.
Madeline, uma criança local de 6 anos, escreveu uma carta ao departamento solicitando aprovação oficial para ela possuir um unicórnio – se ela pudesse encontrar um.
Em uma carta manuscrita postada na página do departamento no Facebook, ela escreveu: “Caro condado de LA, gostaria de sua aprovação se eu puder ter um unicórnio no meu quintal, se puder encontrar um. Por favor, enviem uma carta em resposta.”
O departamento elogiou o compromisso de Madeline com a “posse responsável de animais de estimação” em um post no Facebook.
“É sempre gratificante ouvir de jovens que consideram cuidadosamente os requisitos para fornecer um lar amoroso aos animais”, escreveu o departamento, que omitiu o sobrenome de Madeline.
Madeline recebeu uma “licença de unicórnio pré-aprovada”, que também foi anexada ao post do Facebook.
Há condições, claro. A carta de licença especifica que Madeline deve dar a seu unicórnio de estimação “acesso regular à luz do sol, raios de luar e arco-íris”, que deve ser alimentado com melancia uma vez por semana, que seu chifre deve ser polido “pelo menos uma vez por mês com um pano macio” e que “qualquer brilho ou glitter usado no unicórnio deve ser atóxico e biodegradável para garantir a boa saúde do unicórnio”.
E como os unicórnios são notoriamente difíceis de encontrar em Los Angeles, o departamento deu um passo a mais e enviou a Madeline um unicórnio de pelúcia – com uma etiqueta de “licença permanente de unicórnio” na gola.
Uma parte desta imagem foi obscurecida pelo Departamento de Cuidados e Controle de Animais do Condado de Los Angeles para proteger informações pessoais. / Departamento de Cuidados e Controle de Animais do Condado de Los Angeles
Na linguagem popular, a expressão “embromation” significa “postergar, procrastinar, deixar para depois”…
E não é mais ou menos assim que funciona? Veja a imagem abaixo:

Compartilho interessante material sobre a tecnologia e o seu uso no dia-a-dia. E veja que curioso: o texto não é antigo e o assunto é atual, datado de 2012, mas como o propósito é falar das facilidades e transformações do mundo digital, parece que já é de muito mais tempo! O tema nos convida à seguinte reflexão: Somos escravos do computador?=
É claro que falamos da tecnologia moderna. Todos nós nos tornamos dependentes dela, e muitas vezes queremos fugir totalmente dessa servidão ocasionada pelas máquinas. Mas isso é possível? Quanto tempo conseguimos ficar longe dos equipamentos com tecnologia de ponta?
O grau de dependência varia para cada indivíduo. E o seu, qual é?
Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79096-15224,00-ESTAMOS+FICANDO+ESCRAVOS+DAS+MAQUINAS.html
ESTAMOS FICANDO ESCRAVOS DAS MÁQUINAS?
Os aparelhos modernos facilitam tanto nossa vida que rapidamente se tornam indispensáveis. Como o avanço tecnológico está alterando nosso comportamento e nosso modo de raciocinar
A mente humana possui uma capacidade prodigiosa de memorização. Dizia-se que Matteo Ricci, um jesuíta italiano que viveu na China no século XVI, sabia de cor o texto de 150 livros. Dois milênios antes, os bardos gregos se valiam da memória para transmitir de pai a filho os 15.693 versos da Ilíada, poema posto no pergaminho 400 anos após a morte de seu lendário autor, Homero. A educação dos cidadãos incluía o exercício de decorar os textos homéricos. Hoje, isso parece uma capacidade tão prodigiosa quanto inútil. Afinal, os livros estão aí, nas bibliotecas (ou na internet). Basta consultá-los. No mundo atual, prezamos mais o raciocínio que a decoreba – um termo pejorativo que não à toa é aplicado ao processo de memorização.
Transformações similares a essa estão acontecendo agora, no século XXI: a tecnologia, mais uma vez, está mudando nossa forma de pensar. Um exemplo é o GPS, o sistema de localização por satélite. Tóquio, a maior cidade do mundo, tem dezenas de milhares de ruas e avenidas, a maioria delas sem nome. As casas e os edifícios têm numeração, mas ela é aleatória, ou melhor, histórica: a casa mais antiga da rua em geral é a número 1, não importa em que altura esteja. A habilidade de localizar-se na cidade assombra os estrangeiros – e concede status especial a carteiros e taxistas.
Os candidatos a taxista, assim como em Londres, devem passar por um teste dificílimo para provar que sabem de cor o mapa da cidade. Isso exige anos de treinamento e memorização. Há alguns anos, depois do advento do GPS, a prova passou a aferir também se o candidato sabe usar o aparelho. O GPS tornou-se um equipamento-padrão nas frotas de táxi. Mas os motoristas mais velhos pouco o usam. Eles mantêm a malha viária viva na memória.
Os taxistas mais jovens recorrem bem mais ao aparelho. Ainda decoram o mapa da cidade, mas provavelmente começam a esquecê-lo assim que são aprovados no exame. O GPS representa um óbvio avanço para o cotidiano dos japoneses. O curioso é como um sistema inexistente há poucos anos caminha rapidamente para se tornar imprescindível.
Algo parecido aconteceu nos últimos meses em São Paulo. Acostumados às facilidades da internet para pesquisar serviços, trabalhar, conversar com amigos ou informar-se, centenas de milhares de clientes do serviço Speedy de banda larga da Telefônica sentiram-se frustrados com as constantes quedas do sistema. O mesmo tipo de sentimento nos assalta quando um vírus invade o computador, o celular perde a conexão ou o carro quebra.
Os mais afetados pela súbita privação da tecnologia são, em geral, os mais jovens. Eles nasceram imersos num mundo digital – e são mais dependentes dele. Segundo uma pesquisa feita em 2009, em Hong Kong, com 1.800 jovens de 18 a 25 anos, um em cada sete diz não ver sentido na vida sem a internet.
“Angústia, ansiedade e perda de concentração são sintomas da síndrome de abstinência em qualquer dependência. Não é diferente com a tecnologia”, diz a pesquisadora russa Nada Kakabadse, da Faculdade de Administração de Northampton, na Inglaterra, especializada em dependência tecnológica. “A tecnologia deveria ser uma ferramenta. Virou uma sobrecarga,” diz Kakabadse. “É a dependência da tecnologia portátil, que se leva consigo ao cinema, ao teatro, a um jantar e praticamente para a cama.
Há jovens que passam 16 horas por dia no videogame. Eles não se exercitam, comem mal, estão ficando doentes”, afirma. “A cultura do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, também está ligada às novas possibilidades tecnológicas.” Kakabadse acredita que nossa entrega à tecnologia terá consequências. “A capacidade de julgamento é afetada. A tomada de decisões fica comprometida”, diz. “Em 20 anos, haverá leis restringindo o uso abusivo de eletrônicos, como ocorre com o tabaco e as drogas.”
Essa previsão parece exagerada. Mas já há, hoje, gente preocupada com nossa dependência tecnológica. Como sabe qualquer pessoa que tenha celular com agenda eletrônica, a espécie humana está perdendo a capacidade de decorar telefones – até o da própria casa. “Talvez o único meio de evitar os efeitos nocivos da dependência tecnológica seja conservar habilidades que não dependam do computador”, diz o historiador da tecnologia Edward Tenner, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Ele prega o uso do telefone, de vez em quando, no lugar do e-mail, ou fazer cálculos com lápis e papel, em vez de usar a calculadora.
Há gente mais radical. Em Vauban, um subúrbio de Freiburg, na Alemanha, a maioria dos 5.500 moradores largou o automóvel. O subúrbio não tem vagas para estacionar. Os 30% de moradores que têm carros são obrigados a deixá-los numa garagem perto da estação de trem. Cada vaga custa US$ 40 mil. Para fazer viagens, os moradores alugam carros comunitários. O abandono do mundo sobre quatro rodas nem sempre é fácil. “Algumas pessoas se mudam para cá e desistem rápido – sentem falta do carro”, diz Heidrun Walter, uma moradora. Vauban é a experiência mais avançada de um bairro “car free” na Europa. Trata-se de uma medida contra as emissões de poluentes que provocam o efeito estufa.
O mesmo motivo – tentar salvar o planeta do aquecimento global – inspirou um sacrifício ainda maior: desligar a geladeira. Foi o que fez a canadense Rachel Muston, representante de uma parcela ínfima, porém crescente, da população dos países ricos. “Estamos bem sem a geladeira,” disse Rachel ao jornal The New York Times. “Quando estava ligada, comprávamos muita comida pronta.” Hoje, Rachel vai mais ao mercado, compra quantidades menores e cozinha mais. Em outras palavras, gasta mais gasolina e descarta mais embalagens, o que torna discutível sua contribuição para conter o aquecimento global. Mas isso é outra história. O que chama a atenção, em pessoas como Rachel ou em subúrbios como Vauban, é a resistência à tecnologia, a tentativa de voltar a um estágio em que éramos mais “puros”, talvez mais humanos. O mais célebre desses movimentos foi dos luditas, no início do século XIX. Inconformados com o desemprego trazido pelas máquinas da Revolução Industrial, eles pregavam (muitas vezes com uso da violência) a volta ao sistema artesanal.
“Acho que as pessoas antitecnologia subestimam a capacidade do cérebro de se adaptar a novos desafios”, diz o neurocientista suíço Fred Mast, da Universidade de Lausanne. “Estudos mostram que o uso intensivo da tecnologia pode levar à melhora das habilidades cognitivas, pelo processamento de mais informações ao mesmo tempo.” Talvez percamos algumas habilidades, mas ganharemos outras. E, provavelmente, nossa vida ficará mais fácil. A não ser quando houver uma pane na internet.

Imagem extraída de: https://www.madeiramadeira.com.br/mesa-gamer-escrivaninha-cyber-espresso-moveis-564576.html
Li essa mensagem e talvez todos nós, viventes, não tenhamos como discordar, face o momento que a sociedade passa:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Por mais experiências que possamos ter vivido, há momentos que temos dificuldades em tomar decisões. Pior: o medo de que elas não sejam as corretas!
Se a decisão for baseada na orientação de outra pessoa, a segurança (dependendo de quem for o aconselhamento) pode ser maior ou menor. Não é?
Dito isso, compartilho esse interessante texto sobre tomadas de decisões,
AS DIFÍCEIS ESCOLHAS E DECISÕES QUE PRECISAMOS TOMAR
Por José Renato Sátiro Santiago
Quantas escolhas nós já tivemos que fazer ao longo de nossas vidas, não é?
Tanto no campo pessoal, como no profissional, vivemos tomando decisões, algumas mais, outras menos importantes.
Sendo assim, é possível afirmar que somos experientes nisso, certo?
Talvez rs rs.
A repetição com que executamos alguma atividade, tende a nos tornar experientes nela. No entanto, essa correlação não é tão imediata quando o assunto é fazer certas escolhas.
Muito embora a dinâmica para a tomada de decisões ou de escolher alguma alternativa siga certa sequência de ações, isso nem sempre torna a nossa tarefa mais fácil.
Não é incomum que tenhamos muitas dificuldades para resolver o melhor caminho a trilhar, e o que é pior: não há qualquer garantia que ele realmente virá a ser o melhor.
De qualquer forma, é importante, e muitas vezes essencial, que adotemos algumas premissas e que realmente tomemos como referência o histórico das escolhas e decisões feitas anteriormente.
As experiências que vivemos em nossa vida fundamentarão as nossas decisões, sejam em nossos relacionamentos pessoais e principalmente em nossas interações profissionais.
Por mais que não haja qualquer garantia, essa experiência obtida pode potencializar que tenhamos sucesso em nossas decisões.
Precisamos acreditar nisso por mais que, muitas vezes, possamos estar indo por um caminho não desejado e que nos “sufoque” por algum momento.
Isso realmente pode ser doloroso e incompreendido, mas só nós sabemos o que passamos e esse passado deve realmente ser levado em conta, embora cada situação tenha sempre suas particularidades específicas, que a torna única.
Seremos sempre escravos de nossas decisões e escolhas e, por tal motivo, obviamente, responsáveis pelas consequências das mesmas.
Quer uma forma melhor de aprendizado?
Parecer ser inquestionável que quando baseamos nossas ações a partir de um entendimento próprio, nos livramos daquele sentimento, que eventualmente vem, quando fazemos algo a partir de uma decisão de outrem, sem que haja a nossa concordância.
Que possamos ter essa possibilidade, e principalmente que usemos isso como forma de crescermos a cada dia.

Foto extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/as-dif%C3%ADceis-escolhas-e-decisões-que-precisamos-tomar-97c2490d0c6d
Fico impressionado com as pessoas achando que o “mundo acabou” por conta da eliminação da Seleção Brasileira. Pare com isso!
É só futebol, amigos (e eu sou um apaixonado pelo esporte bretão). Vida que segue.
Muito bacana: essa matéria que compartilho abaixo retrata o quanto as mulheres que chegam aos 40 anos podem (e devem) encarar novas conquistas profissionais e pessoais.
Extraído de: http://ow.ly/2PVs30du5pg
AOS 40 ANOS, ELAS SÃO JOVENS E TÊM PIQUE PARA ENCARAR OS DESAFIOS
“O motor é de um fusca 1974, mas a carcaça, de um Santana 1985, quatro portas e com vidros elétricos”. É desta maneira que Liliane Rossi se define. Cheia de bom humor, a jornalista de 42 anos é uma representante das mulheres que adotaram um novo comportamento social e hoje envelhecem com mais saúde, além de aparentarem ter menos idade do que realmente têm.
Lili, como é conhecida, treina muay thai de três a quatro vezes por semana e se preocupa com a alimentação. “Tenho meus cuidados com tudo o que como, principalmente durante a semana, mas sem ser radical (também tomo a minha cervejinha). E tudo isso, inclusive a atividade física, é muito importante para o meu futuro”, declara.
Casada com um homem 13 anos mais novo, Lili considera-se realizada em sua profissão e diz que, inicialmente, encontrou no esporte a solução para emagrecer. “A atividade física traz um prazer tão grande que me fez continuar, mesmo depois de chegar ao peso ideal. Meu objetivo mudou, quero qualidade de vida”, conta Lili, que acredita que o grande segredo para “superar a idade” é aceitar as mudanças.
Raquel Agnello, 40 anos, é casada e tem um casal de filhos. Psicóloga, ela tem uma alimentação moderada pela saúde e é vegetariana por opção. Raquel acha que hoje as mulheres têm escolha de vida. “Conheço mulheres que abrem mão de tudo para cuidar da casa e dos filhos e outras que seguem um caminho diferente. O mais importante, no entanto, é que podemos escolher qual tipo de vida queremos”, afirma Raquel, que quase todos os dias pratica pilates ou dança.
EQUILÍBRIO
O equilíbrio entre exercício físico, dieta e disciplina é a solução para a fisioterapeuta Ana Paula Pieroni suportar sua rotina “com sucesso e alegria”. Aos 41 anos, Ana atribui seu ganho de vigor e disposição a essa combinação. “Com certeza é devido ao meu estilo de vida ponderado, que é uma forma de ter atenção comigo mesma sem deixar de lado a família”, explica Ana que também é mãe de dois filhos. “Sinto-me com muito mais ânimo e mais bonita, se comparada aos meus 20 anos”, analisa.
FALTA DE TEMPO?
“Dá para conciliar tudo, sim. Acho que dizer que não tem tempo é uma desculpa”. É o que afirma Priscila Marchi, 40 anos. A microempresária é casada, tem filho de 20 anos e, desde os 12, pratica atividade física em academias. Com o passar dos anos, Priscila adequou sua alimentação e garante que melhorou em todos os aspectos.
“Academia traz melhorias para o corpo, mente e alma”, declara Priscila, acrescentando que o sono é fator para acordar muito mais disposta. Para ela, manter-se ativa é o caminho para não aparentar e, principalmente, não se sentir com a idade do documento.
“Levo uma vida totalmente diferente da minha mãe”, é o que diz Fernanda Gonçalves, 41 anos. Mãe de dois filhos, Fernanda optou por se cuidar logo depois que se formou como odontologista e teve que se adaptar com o nascimento do primeiro filho.
Segundo ela, é perfeitamente possível trabalhar fora, atualizar-se dentro da profissão (atualmente Fernanda estuda para se especializar, pela segunda vez, em mais um segmento da odontologia), dar atenção a si mesma e ter uma família, apesar de ser uma tarefa “pesada”, já que “as prioridades de momento acabam não deixando com que realize tudo da maneira como gostaria”.
Divorciada há pouco mais que um ano, Fernanda conta que o fato de se cuidar trouxe problemas ao casamento. “Gerava ciúme, sim. Todo homem gosta de ter uma mulher bonita, mas a quer só para si, não quer que os outros olhem etc.”, observa.
A psicóloga Luciana Minelli acredita, de um modo geral, que todos “nós vamos envelhecer com mais saúde e aparência jovial”, pelos avanços da medicina. Mas, para ela, é o acesso à informação que faz com que a mulher, hoje com 40 anos, diferencie-se.
“É dessa forma que as mulheres conseguem buscar qualidade de vida”, diz Luciana. Se, por um lado, a informação facilita, por outro, ela gera competitividade. “Uma mulher de 40, atualmente, está no ápice da carreira profissional e possui um sentimento de conquista, de busca por melhorias de função, e tudo isso gera o estresse, a pressão”, analisa.
A solução, então, pode ser encontrada numa atividade física ou em se valorizar de alguma maneira. Segundo Luciana, essas mulheres precisam, no entanto, adequar valores. “Elas entram em conflito entre o que aprenderam e o que a sociedade contemporânea estabeleceu. Entretanto, essa mulher é muito bem-sucedida em tudo o que se propõe a fazer até porque a idade, mesmo que pequena, traz segurança e um nível de experiência interessante”, finaliza.

Imagem extraída de: https://brasilturis.com.br/lugar-de-mulher-e-onde-ela-quiser/

Imagem extraída do link acima.
Uma imagem real, onde mostra o discurso de que precisamos de mudança – mas que na hora da adesão…
Somos suscetíveis às modificações? Temos medo de fazer diferente?
Abaixo:
Imagem extraída de: https://www.instagram.com/p/_O7jXXQSot/
Há excessos em todos os setores da sociedade (sem exceção). Um exemplo:
Um gato invadiu a entrevista oficial dos jogadores da Seleção Brasileira. Um membro da Comissão Técnica o tirou da mesa e o mandou embora, cuidadosamente. Mas… ativistas dos direitos animais criticaram o cidadão por maus tratos!
Eu tenho gato e cachorro em casa, e não vi nada de errado da cena. Entretanto, precisou-se que o Conselho Regional de Medicina Veterinária se pronunciasse, a fim de que garantisse que não houve violência ao bichano e não se cancelasse o profissional.
Que coisa…

É claro que todo e qualquer debate que envolva gênero (ou, especificamente, mudança de gênero), leva à contestação de muitos agentes de discussão. Alguns termos ainda sofrem resistência, como “mulher cisgênero” e “mulher trans” (idem a homem nas mesmas condições). Também a outros questionamentos, sobre quem seriam os assexuados, não binários, andróginos e demais denominações da expressão LGBTQIA+ (e eu sei que faltaram algumas letrinhas aqui).
Por fim: é inegável que pessoas homens e mulheres não-heterossexuais povoam a sociedade. Normal. É inegável também que nem todos ainda estão acostumados com os comportamentos de uma sociedade em transformação, e aqui vai o cerne: que a sexualidade das pessoas não seja nenhum ponto de vantagem ou desvantagem, nem se faça apologia ou discriminação.
Neste nosso mundo de tantas causas mais urgentes (a fome, o desemprego, a desigualdade social, a falta de saneamento, as doenças, os marginalizados), reduzir o debate à questão do sexo, seja opção ou condição, é pensar muito pequeno!
Óbvio que o assunto deve ser discutido em questões de prevenção contra a homofobia, mas quando ele sai dessa esfera, passa a ser por motivos particulares, que interessa ao próprio indivíduo e não ao seu próximo.
Cada um na sua, tentando ser feliz do jeito que é, sem polêmicas. Caráter, virtudes e honestidade estão acima do que isso. E sem imposição: linguagem do ili-nili, todxs, não dá – é deturpar a língua portuguesa (e aqui não tem nada de lgbtfobia).

Imagem extraída de: https://bichadajustica.com/blog/pessoas-nao-binarias-nome-e-genero/
Dias atrás falamos sobre um assunto pertinente e atual: a Reputação Digital e sua importância.
Sobre esse assunto, clique na postagem em: https://professorrafaelporcari.com/2021/11/12/como-anda-a-sua-reputacao-digital/
Pois bem: vejo que muitas pessoas se dão conta disso ultimamente, mas aí nós temos algo irônico que muitas vezes corre paralelamente: a Reputação Real!
– Pense: quem você é nas Redes Sociais?
– Pense mais: quem você é na Vida Real?
– Pense além disso: quem você é no seu Íntimo?
Será que somos meros personagens, representando papéis no trabalho, na escola, na família e, por dentro, temos “outro eu”?
Vale refletir…
Quem disse que “estar por dentro das notícias” faz, necessariamente, o indivíduo ser mais culto?
O excesso de informação não faz a pessoa ser mais inteligente. Ao contrário, pode confundir alguém que seja despreparado, pois o sujeito não consegue assimilar todo o conhecimento. Sem falar do cansaço mental…
Nos dias atuais, temos muito acesso a notícias / informações / descobertas e opiniões. “Entopem” nossa mente de muita coisa! E como administrar tudo isso?
Precisamos de uma boa gestão emocional para não poluir nossa mente. Sim: evitar POLUIÇÃO MENTAL, que é um dos grandes problemas dos dias atuais!
Pensa-se (ou se tenta pensar) sobre tantas coisas, com má formação de ideias pela impossibilidade de interpretar corretamente textos, filtrar dados ou confiar na qualidade daquilo que se oferece, que tudo fica misturado e obscuro. Há narrativas diversas sobre o mesmo assunto e, quem não tiver equilíbrio mental / intelectual, “vira o fio”.
Como é isso nas empresas? Sabemos filtrar o que é necessário e correto no nosso trabalho?
E no nosso dia-a-dia?
Há aqueles que tem uma carência muito grande de saber de tudo, provocando um stress muito grande na mente ao passar a raciocinar de maneira mais pressionada, rápida e saturada. Isso se chama SPA – Síndrome do Pensamento Acelerado. Cuidado com isso!
Sobre SPA, saiba mais em: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/
Ou em: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

Imagem extraída de: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html
Leio interessante matéria da Revista Runner’s (edição 15, Janeiro/2010, pg 76), sobre os excessivos alimentos que alguns atletas comem.
Na verdade, há um quadro retratando o quanto se deve correr para poder comer algumas guloseimas a mais. Se você quiser tomar 1 garrafa de cerveja, corra mais 16 minutos, por exemplo.
Abaixo, a matéria e as Quantidades/Km:
MELHOR SOMAR MAIS 1 KM
Você precisa de uma dieta balanceada e dos nutrientes e calorias (energia) dos alimentos para render nos treinos de corrida e se recuperar. Mas, ao ingerir mais calorias do que gasta, você pode ganhar peso. Para ter uma ideia de quanto precisa correr para queimar as calorias de certos alimentos, confira a tabela abaixo. Todos os cálculos se baseiam em uma pessoa de 70 kg que corra em ritmo de 7 minutos por quilômetro.
1 banana -> 13 minutos
1/2 xícara de cereal + 1 copo de iogurte desnatado -> 15 minutos
1 cerveja long neck -> 16 minutos
1 bolinho Ana Maria sabor chocolate -> 18 minutos
1 pão francês + geleia -> 20 minutos
1 copo de leite + nescau -> 21 minutos
1 croissant com manteiga -> 28 minutos
1 barra de chocolate Suflair -> 29 minutos
1 wap grill do McDonald’s -> 36 minutos
2 fatias de pizza do Pizza Hut -> 58 minutos
1 cheeseburger com batata frita -> 2 horas

Imagem extraída de: https://pacefit.com.br/blog/rotina-de-corredor/
Estudar demais pode ser bom, mas dependendo da expectativa do estudante sobre a realidade da sua carreira, dá um reverso muito grande. Lembro-me de que há uns 10 anos, um trabalho da PUC apontava que os maiores dependentes de drogas no meio universitário eram os estudantes de Medicina, devido a facilidade de drogas e cobrança no desempenho acadêmico.
Agora, novo estudo confirma isso com um agravante: 80% dos estudantes sofrem de depressão!
Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2070/artigo143897-1.htm
A DEPRESSÃO DOS JOVENS MÉDICOS
O jovem que faz vestibular para medicina sabe que enfrentará muitos anos de estudo. Primeiro, os seis da faculdade; depois de formado, pelo menos mais dois de residência para se tornar especialista. Nesse início do curso, a emoção que prevalece é o orgulho de ter passado na seleção para algumas das vagas mais disputadas do País. Mas o que estudos recentes começam a mostrar é que boa parte dos futuros médicos corre o sério risco de ter depressão e até mesmo de pensar em largar o curso antes de pegar o diploma. Um desses trabalhos, realizado na Universidade de Uberlândia, em Minas Gerais, descobriu que 79% dos 400 alunos do curso de medicina apresentavam sintomas depressivos. Cerca de 20% deles tinham um quadro considerado grave.
A tendência à doença está sendo identificada em mais universidades. Na Faculdade de Medicina do ABC, na cidade paulista de Santo André, pesquisa coordenada pelo Serviço de Orientação Psicológica ao Aluno revelou que 38% dos acadêmicos exibiam queixas características desse tipo de distúrbio psiquiátrico, como tristeza, falta de concentração, desânimo e um profundo cansaço. A pesquisa, divulgada no portal internacional de publicações médicas Biomed Central, serviu para evidenciar ainda mais a necessidade de entender o que leva os jovens médicos a cair em depressão e o que as escolas precisam fazer para ajudá-los a se recuperar
No estudo de Santo André, por exemplo, viu-se que o maior número de casos estava concentrado nos dois últimos anos de faculdade, período conhecido como internato, em que os alunos vivenciam na prática o que aprenderam na teoria. Foi exatamente nessa fase que o estudante Álvaro Faria, 26 anos, sofreu com a doença. “Eu me sentia muito mal. Achei que medicina não era para mim, que não suportaria mais aquele sofrimento”, lembra. Em rodas de amigos, não tinha assunto que não fossem os problemas do hospital. Seu limite de saturação foi a morte de um paciente diabético que precisava fazer uma cirurgia de urgência. O doente morreu antes que a equipe médica conseguisse estabilizar seus níveis de glicose – medida que precisava ser tomada antes da operação. Por muito pouco poderia ter sido salvo. “Não consegui tirar a cena da mente naquela semana. Entrava no hospital me questionando se seria capaz de salvar alguém naquele dia”, lembra. Diagnosticado por um serviço de apoio criado na escola, ele foi tratado com antidepressivos e psicoterapia por cerca de um ano.
Além do choque com a dura realidade do sistema de saúde brasileiro – repleto de deficiências e limitações que vão da falta de leitos à ausência de materiais básicos para o trabalho –, esses jovens ainda enfrentam as exigências do curso. Para Heloísa Calazans, 22 anos, aluna do quinto período de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a pressão pelo bom desempenho acadêmico incomoda mais do que o cotidiano do hospital. E foi o que a levou a procurar ajuda médica. “É um ambiente muito competitivo. Cheguei a faltar às aulas e a deixar de es tudar matérias que sempre gostei por conta do stress com as notas”, diz. Os anos de estudo intenso também fizeram com que momentos de lazer e de convivência familiar de Heloísa se tornassem mais raros. A cura veio por meio de antidepressivos, usados por três meses. “Estou recuperada”, diz.
Na opinião do psiquiatra Sérgio Baldassin, professor da Faculdade do ABC e coordenador da pesquisa sobre a depressão entre os estudantes, a expectativa que recai sobre os novos médicos agrava seu mal-estar. “Espera-se hoje que o médico seja um workhaholic, que conheça todos os artigos científicos recentes, tenha disponibilidade 24 horas por dia e que, se possível, não cobre muito caro”, afirma. “É uma situação de stress extremo vivenciada todos os dias.” Características comuns de personalidade de quem escolhe a profissão de médico também pesam no desencadeamento da doença. “São pessoas exigentes, que passaram por um processo de seleção rigoroso e têm de responder a expectativas próprias e sociais”, afirma Carlos Henrique Alves de Rezende, orientador do curso de Uberlândia.
Em um contexto rígido como esse, é mais difícil para os estudantes admitir que têm alguma dificuldade e procurar ajuda. “Pelo menos uma vez por dia recebo um aluno com sintomas depressivos. Muitos têm medo de ser alvo de preconceito”, conta Regina Granato, coordenadora do curso de medicina da Universidade Federal Fluminense. É um temor justificável. Até hoje, a depressão ainda é vista, muitas vezes, como sinônimo de fraqueza emocional – embora esteja mais do que provado que se trata de uma doença. Em um ambiente competitivo como o da medicina, o equívoco de julgamento pode se tornar um grande problema na vida do profissional. Por isso, é importante que o jovem médico esteja atento a esse aspecto e não caia na armadilha de negligenciar os próprios sintomas.
Oferecer opções de tratamento a esses jovens é essencial. “As faculdades devem prestar apoio psicológico aos profissionais da saúde. Cerca de 80% das que estão sediadas no Sul e no Sudeste já fazem isso”, diz o psiquiatra Baldassin. Além disso, o atendimento precisa ser individualizado. “O que funciona para um caso não se aplicará necessariamente a outro”, explica.
No trabalho feito com os profissionais, um dos objetivos é ajudá-los a enfrentar frustrações como a morte de um doente. “Escolher a medicina é ter poder sobre a morte e a vida, é querer ser onipotente”, afirma Rezende. Mas não é fácil para os jovens ver essa ideia desmistificada. “Também é preciso criar mecanismos para não sofrer junto com o doente”, diz a médica Regina Granato, do Rio de Janeiro. “Continuamos nos compadecendo, mas é necessário criar uma defesa para não absorver a tristeza.” O jovem Álvaro Faria parece ter entendido a lição. “Por melhor que você seja, não conseguirá salvar todos. Mas hoje, depois do que passei, no fim do dia tenho a convicção de que fui bem-sucedido quando dei o meu melhor”.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Você gosta de se vestir bem?
Cientistas comportamentais comprovam: quem usa roupas de grife em entrevistas de emprego consegue melhores ofertas de trabalho!
(original em: http://is.gd/Br79U4)
TODO MUNDO DE OLHO EM VOCÊ
Por Edição Robson Viturino com Lelivaldo Marques Filho
Só pessoas superficiais não julgam pela aparência. Em busca de fundamentos científicos para essa provocação do escritor irlandês Oscar Wilde, dois pesquisadores saíram a campo e (como pouca pretensão é bobagem) concluíram que o poeta irlandês estava no caminho, mas poderia ter sido mais preciso. Na verdade, eles disseram, faltou ao autor de O Retrato de Dorian Gray dizer que o julgamento humano é muito marcado pelos símbolos de status carregados pelas pessoas.
O que poderia ser um desperdício de palavras para Wilde virou o ponto de partida dos cientistas comportamentais Rob M.A. Nelissen e Marijn H.C. Meijers, da Universidade de Tilburg, na Holanda. Para ir mais fundo nessa tese, eles organizaram uma série de experimentos para verificar em que medida a presença de um logotipo à mostra na roupa poderia influenciar as reações das pessoas. Os testes utilizaram modelos vestindo peças que ora ostentavam marcas de luxo, como Lacoste ou Ralph Lauren, ora traziam grifes menos prestigiadas e, por fim, não tinham nenhuma marca à vista.
Em um dos experimentos, voluntários assistiram a vídeos com várias versões da mesma entrevista de emprego. Embora a qualificação do candidato fosse a mesma, aquele que tinha a grife das roupas à mostra foi considerado o mais indicado para a vaga. Em seguida, os cientistas verificaram se essa tendência se mantinha no contato corpo a corpo. Colocaram então pessoas pedindo doações para a Fundação do Coração. “Alguns modelos vestiam uma camiseta polo Lacoste e outros uma camiseta polo sem logotipo. No final da tarde, os de Lacoste arrecadaram quase o dobro em relação aos seus colegas ‘sem marca’”, disse Meijers.
Segundo a hipótese dos cientistas holandeses, as raízes deste comportamento humano vêm de longe. São produto da competição natural, que leva os indivíduos a procurar elementos de diferenciação com o fim de impressionar os potenciais cônjuges.
O exemplo clássico utilizado pela biologia evolucionista para explicar esse mecanismo é a grandiosidade da cauda do pavão. Toda aquela exuberância existiria apenas para informar às fêmeas que o proprietário é, sim, muito saudável, tanto que pode despender tantos recursos em um apêndice sem função prática aparente. Para esses biólogos, a Humanidade usou a mesma estratégia ao longo do processo de seleção natural.
O curioso, dizem os pesquisadores, é que agora os seres humanos estariam aplicando em diversas situações essa técnica de aferição, que foi eficiente no passado para medir a saúde e a qualidade dos genes. Alguns estudiosos acreditam que esse “desvio” explicaria não só a preferência pelas grifes, mas também outros comportamentos baseados na troca de mensagens subliminares.
Oscar Wilde – Escritor irlandês (1854-1900), autor de clássicos como O Retrato de Dorian Gray, foi um dos expoentes da literatura do período vitoriano, no final do século 19. Por ser homossexual, foi preso e humilhado perante a sociedade

Imagem extraída de: https://medium.com/@fabioqueiroz/as-15-regras-para-homens-que-querem-se-vestir-bem-20651342ced8, por Fábio Queiroz.
Olha que bacana: é cada vez maior o número de homens que abrem mão da vida profissional para a dedicação à criação dos filhos. Nesses casos, a mãe vai ao trabalho fora de casa e o pai faz as tarefas do lar, numa inversão social aceitável nos dias atuais (embora, inaceitável anos atrás).
Extraído de: http://is.gd/AqXoa8
PAIS DO LAR
Aos poucos, os parques infantis, as reuniões escolares e os consultórios pediátricos conhecem um novo frequentador: o homem que fica em casa para criar os filhos
por Rachel Costa
Todo dia ele faz tudo igual: prepara o café da manhã, leva e busca na escola a filha Alice, 3 anos, dá banho na menina e, enquanto a mulher, Lúcia Farias, 32 anos, está no trabalho, prepara o jantar. Pilotar fogão, trocar fralda, contar história para a filha dormir, nada disso parece estranho ou incômodo ao fotógrafo gaúcho Ricardo Toscani, 32 anos, que cumpre sem fazer cara feia todas essas atividades, que no passado eram delegadas à mãe. “Não existe barato melhor que buscar seu filho depois da aula”, diz. Na casa dele e da mulher é assim: papai fica em casa enquanto mamãe vai trabalhar. “Quando ele falou: ‘depois dos quatro meses de licença maternidade, eu assumo’, eu fiquei mais tranquila e topei a gravidez”, conta Lúcia, que não pensava em ser mãe.
Configurações como essa ainda são pouco comuns no Brasil e causam certo estranhamento. Expressões como “mas homem não sabe trocar fralda” ou questionamentos como “seu marido não vai trabalhar nunca mais?” não raro são ouvidos pelas famílias onde existe “dono” de casa. Mas não se engane: esses homens são apenas os primeiros de um novo modelo de pai que está em gestação, resultado direto da busca por igualdade entre os sexos. E se aqui ainda são raros, o mesmo não ocorre em outras partes do mundo. Na Suécia, por exemplo, ficar em casa é um direito adquirido pelo pai, que pode dividir, do modo como quiser, os 480 dias de licença dados ao casal – desde que no mínimo 60 dias sejam para o homem.
“Para o meu avô, o mais importante era ganhar dinheiro para sustentar a família”, disse à ISTOÉ o jornalista americano Jeremy Smith, que trocou o emprego pelo filho Liko quando ele tinha um ano de vida. “Dos pais do século XXI, é esperado que eles ajudem com as tarefas domésticas e no cuidado emocional e psicológico dos filhos, não ficando mais só por conta de sustentar financeiramente a casa”, diz. A escolha de Smith lhe rendeu momentos inesquecíveis. “Estava com ele quando aprendeu a andar”, conta o pai, que transformou a experiência no livro “A Jornada do Papai” (tradução livre, Beacon Press, 2009) e no blog Dialética do Papai (daddy-dialectic.blogspot.com). Escolado na arte de cuidar do rebento, Smith garante que, embora não sejam muitos os homens como ele, nunca se sentiu solitário nos Estados Unidos. “É comum encontrar outros pais com seus filhos pelos parquinhos aqui na cidade de São Francisco. Somos uma minoria, mas estamos aí”, declara.
Mesma constatação é feita nas clínicas pediátricas. “Cada vez mais vejo homens sozinhos com a criança no meu consultório”, diz o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo, que garante que os pais são tão bons cuidadores quanto as mães. Defensores dos pais do lar também têm se proliferado entre os cientistas. Um deles, o psiquiatra americano Kyle Pruett, da Universidade de Yale, defende que a tendência masculina de desenvolver brincadeiras físicas com as crianças ajuda em muito no desenvolvimento e a presença paterna na infância forma adolescentes mais seguros sobre sua sexualidade.
Basta, portanto, encarar o desafio de peito aberto para o papai descobrir que é um grande mito aquele papo de que homem não “leva jeito” com criança. “Claro que tem umas coisas que dão muito desespero”, admite o jornalista paulista Ricardo Brandt, 36 anos, pai das bebês gêmeas Beatriz e Helena. Ele não se esquece das primeiras cólicas das filhas e das crises de choro noturnas sem nenhuma razão aparente. “Cansa a gente muito, mas não existe coisa mais gratificante que ver o sorriso delas”, diz o pai, autor do blog O Papai, as Gêmeas e a Mamãe. Quando a mulher, Taís, engravidou, Brandt resolveu entrar de cabeça na experiência paterna. “Voltei para o interior e tirei um ano sabático para ficar com as meninas”, conta ele, que largou o emprego em São Paulo e foi para Araras, interior do Estado. Ter de inventar uma solução para ficar com os filhos, como fizeram Brandt e Toscani, é comum no Brasil, uma vez que a licença-paternidade prevista em lei é de apenas cinco dias. “Ainda estamos bem atrasados, vai demorar para a Constituição absorver essa mudança que já está acontecendo na sociedade”, considera o assessor legislativo da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Júnior. Mas, tudo indica, é uma questão de tempo.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Como você enxerga o mundo?
Qual o seu ponto de vista?
Que tipo de avaliação você faz das coisas?
Essa imagem, abaixo, é bacana, simpática e realista:
Imagem extraída de: https://ataqueaberto.blogspot.com/2018/07/copo-da-filosofia.html