– Festa de São Valentim: o verdadeiro Dia dos Namorados no Mundo.

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados e santo casamenteiro. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE. Aliás, quantos “dias do amigo” temos no Brasil, já perceberam?

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O que é Deboísmo? O que você pensa sobre ele?

Já ouvi de algumas pessoas que elas costumam praticar o “deboísmo”, o estado de espírito em estar “de boa”.

Acha que é brincadeira?

A moda está se popularizando na Internet, tornando-se para muitos uma doutrina!

Extraído de: http://www.significados.com.br/deboismo/

SIGNIFICADO DE DEBOÍSMO

Deboísmo é um neologismo que surgiu na internet como uma corrente filosófica, onde a principal regra é “viver de boa com a vida”.

Os criadores da “religião do Deboísmo”, Carlos Abelardo e Laryssa de Freitas, são um casal de Goiânia (capital do estado brasileiro de Goiás).

Ambos criaram uma página no Facebook e começaram a partilhar mensagens que incentivavam o respeito e a calma nas relações entre os usuários das redes sociais.

Os criadores afirmam que a ideia de fundar o deboísmo surgiu a partir das constantes observações que faziam de brigas e falta de entendimento entre as pessoas no Facebook.

O bicho-preguiça é considerado o mascote do deboísmo, devido ao sentido de calma e serenidade transmitida pelo mamífero.

No entanto, os criadores desta “doutrina” alertam que não se deve confundir os princípios do deboísmo com a preguiça ou o comodismo. O objetivo é enfrentar e debater os problemas ou desafios, mas com respeito, calma e, acima de tudo, paz.

Algumas características do comportamento de uma pessoa deboísta é o bom humor, a descontração, a paciência e o respeito às opiniões alheias.

A página de fãs da “religião do Deboísmo” no Facebook já alcançou milhares de seguidores. Até o Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil decidiu “aderir” ao movimento de pacificação.

DEBOÍSMO E O ESTOICISMO

Imagem extraída de: https://www.saindodamatrix.com.br/deboismo-estoicismo/

– Torça pelo seu próximo!

Eu gosto de gente que se alegra com o sucesso do seu próximo, que é desprovida de vaidade e busca ajudar na realização alheia.

Uma mensagem:

– Os melhores empregos de acordo com sua personalidade.

Já imaginou encontrar um trabalho com sua cara, ou melhor, com o seu jeito?

Seria fantástico. Mas veja que bacana: uma reportagem sobre os diversos tipos de comportamentos e algumas observações.

Compartilho, clique no link em: https://www.weforum.org/agenda/2016/10/the-best-jobs-for-your-personality-type?utm_content=buffer94c84&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

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– Relacionando com pessoas “difíceis”.

Um artigo bacana publicado no Caderno “Inteligência”, na Época Negócios: como se relacionar com gente de personalidade forte, instável ou antissocial. Dicas que extrapolam a Administração de Empresas e vão ao cotidiano da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2012/06/gente-e-problema.html

GENTE É PROBLEMA

E você tem que saber lidar com os tipos.

O primeiro é o colega “Mel Gibson”, o tipo hostil, que leva tudo para o lado pessoal quando é contrariado; o segundo é o colega “Marilyn Monroe”, suscetível à rejeição, preocupado com a desaprovação alheia, real ou imaginária; o terceiro é o “Woody Allen”, neurótico, que faz uma tempestade diante de qualquer conflito; por fim, há o colega “Paris Hilton”, o egoísta que só enxerga o próprio umbigo. Sim, são estereótipos. Mas cada vez mais encontrados no mundo do trabalho, segundo a revista Psychology Today.

Lidar com eles é uma habilidade necessária. Para fazer isso, mantenha as interações curtas e objetivas. A comunicação deve ser lógica, pois é infrutífero – e perigoso – tentar fazer uma comunicação emocional com o interlocutor emblemático. Outra dica: mantenha o foco na conversa nele, não em você. É a forma mais segura para que, mais tarde, suas palavras não acabem distorcidas. Não tente convencê-los de seu ponto de vista. Também pare de sonhar que algum dia essas pessoas poderão ser tratadas normalmente. Aceite-as como são!

Com um colega difícil, é salutar evitar assuntos espinhosos. Quando isso for necessário, faça-o a portas fechadas (…).

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem tiver conhecimento, informar para os créditos.

– Como você trata o próximo?

Li em algum lugar que nem sei onde foi; só sei que é de uma verdade inegável:

“O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”.

Autor desconhecido.

Pois é… tratar bem só quem pode retribuir não vale. O legal é fazer de coração sem esperar nada em troca.
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– Sorriso pelo pastel!

Hora do Pastel na Feira!

Com essa menininha, tudo fica mais gostoso.

O nosso é de linguiça. Quem vai querer?

😋#Gula

– Assim não, Abel Ferreira…

Respeito o trabalho e as conquistas do treinador palmeirense Abel Ferreira, mas algumas coisas precisam ser ditas, após sua entrevista coletiva de sábado (Palmeiras 3×1 Santos).

Muito se repercutiu a fala dele de que: “Não estou aqui para agradar ninguém, estou aqui para ganhar. Não vim para o Brasil para fazer amigos”. Ao mesmo tempo que soa um pouco demagoga, mas que agrada a muitos, ela veio acompanhada de outra coisa que não se debateu:

“Na área técnica é o que for preciso para ganhar.”

Isso me chamou a atenção. Para quem está sendo constantemente advertido com o Cartão Amarelo e recebido Cartões Vermelhos pelo seu exagero, tal frase não é adequada, nem demonstra mudança de comportamento. Não pode ser “o que for preciso”, pois isso implica descumprir as regras, faltar com respeito e atrapalhar a arbitragem,.

Abel tem realmente feito “o que for preciso”?

Sim. Cansa ver a todo jogo suas caras e bocas de braveza, a desaprovação com os erros de arbitragem contrários (e quando a favor, silêncio total) e até o desnecessário chute no microfone. Se Abel Ferreira estivesse na Premier League, DUVIDO que estaria agindo assim. Ou seria expulso toda rodada, ou o seu clube já o tinha chamado a atenção. Como aqui no Brasil ele está vencendo, faz-se vista grossa a ele.

Evidentemente, por tais motivos, surgem aqueles que extrapolam nas críticas, como ocorrido na se semana passada. Não se persiga Abel (árbitros, jornalistas e torcedores), mas não se passe a mão para suas atitudes de arrogância ou exagero.

A frase completa, abaixo:

“Querem ver meus defeitos, tenho alguns. Na área técnica é o que for preciso para ganhar. Sou competitivo de natureza. Uns gostam da minha forma de ser, outros não. Não estou aqui para agradar ninguém, estou aqui para ganhar. Não vim para o Brasil para fazer amigos. Quando estou a competir é para ganhar. Essa é a minha forma de esporte. Eu aqui sou um boneco, mostro o que eu quero. O que realmente me interessa é o que os meus jogadores e minha família pensam… “

Em tempo: a CBF detestou o ocorrido na Supercopa, e o presidente da Comissão de Arbitragem já disse que tais chiliques serão intoleráveis no Brasileirão: https://professorrafaelporcari.com/2023/02/04/seneme-esta-bravo-aumentara-o-rigor-dos-arbitros-mesmo/

Foto: Cesar Greco / Palmeiras

– A balança das emoções.

Sempre ouvi que pessoas viciadas em drogas devem evitar um tripé constituído de: Situações, Lugares e Pessoas, a fim de evitar recaídas do consumo, quando em tratamento.

Na busca da boa qualidade de vida, devemos pensar da mesma forma: evitar pessoas desagradáveis ou que lhe tragam assuntos indesejáveis; lugares que tragam tristes recordações ou incômodos; situações que tragam constrangimento ou desejo de fazer algo que não queira.

A vida é assim. A busca do equilíbrio emocional talvez seja um dos grandes desafios dos tempos modernos.

Desenvolva o seu equilíbrio emocional na vida pessoal e no trabalho

Imagem extraída de: https://www.nardonegroup.org/corsi/corso-intensivo-il-counseling-breve-strategico-in-azione/

– Não faça essa bobagem, cidadão…

É triste demais ver profissionais sendo atacados por outros profissionais por… absolutamente nada!

  • O que leva alguém a entrar numa rede social e criticar o seu semelhante absolutamente por nenhum motivo, a não ser pela mesquinhice?
  • Por quê uma pessoa ataca gratuitamente a qualidade do outro, sendo que ele não vai ganhar e nem perder nada por isso, a fim de tripudiar com seu semelhante?
  • Como explicar que o cidadão invada o local virtual de trabalho de um profissional respeitado, e peça para as pessoas não assistirem a ele, e ainda fique digitando outras idiotices?
  • Mais: como é que o cara manda outro “Calar a boca”, e deixa seu IP revelado, achando que ninguém sabe quem ele é?
  • “Bola não sei onde”, “Informa não sei o quê”, “Jornalista sei lá quem”… criam-se perfis, que conseguem ser bloqueados por todos. O problema são os outros ou a pessoa que faz isso?

O duro é o sujeito não fazer uma auto-reflexão e perceber que deve ir procurar a amizade sincera, fugir da inimizade, parar de criar cizânia… ao menos, tentar ter amigos ou não importunar os parceiros alheios. O cara não se manca que está fazendo tudo errado?

Que prazer doentio é esse de tentar sacanear uma pessoa honesta, pagar mico (e provavelmente não perceber) e achar que está abafando?

Insisto numa tecla: a ajuda psicológica ou psiquiatra é sempre bem vinda. Menos ódio, rapaz.

5 comportamentos que te transformam em um chato | Tudo Para Homens

Imagem extraída de: “Tudo para Homens” .com.br

– Bichos-preguiça, germes e TOC: uma lição de convivência.

Muitas vezes, tomamos tanto cuidado para não nos contaminarmos com as coisas que nos rodeiam… o excesso em lavar as mãos a cada minuto, os transtornos compulsivos de higiene e outras coisas do gênero nos escravizam.

Veja que interessante o comportamento do bicho-preguiça e o exemplo que podemos ter.

Extraído de: https://tatipressuti.wordpress.com/2021/06/11/inspire-se-nos-bichos-preguica-mantenha-as-bacterias-beneficas/

INSPIRE-SE NOS BICHOS-PREGUIÇA: MANTENHA AS BACTÉRIAS BENÉFICAS.

Por AnimaAcao.blog

Os bichos-preguiça são animais de movimentos lentos encontrados em países das Américas. Eles dormem em torno de 15 horas por dia e são vulneráveis a predadores, assim raramente descem das árvores. Preguiça é um animal solitário que aparece somente durante a época de reprodução, e a fêmea tem um único filhote por vez.

Estes animais raramente bebem água, pois obtêm o que necessitam da própria comida. Os bichos-preguiça são nadadores rápidos, e eles fazem o nado de peito facilmente, o que os ajuda a sobreviver durante as enchentes sazonais. A pelagem da preguiça tem coloração marrom-esverdeada devido à presença de micro-organismos que vivem nos pelos. A pelagem da preguiça é o lar de uma grande variedade de insetos.

Segundo os pesquisadores, a existência de algas na pele da preguiça serve como fonte de nutrição para elas. Além disso, as algas fornecem proteção adicional de camuflagem contra predadores. Estudos têm mostrado que algumas espécies de fungos na pele da preguiça podem proteger contra parasitas, cânceres e bactérias, sendo uma grande fonte de antibióticos.

Muitas pessoas têm sido diagnosticadas com transtorno obsessivo compulsivo TOC, o qual é caracterizado pelo medo da contaminação por germes e bactérias, desejo em ter coisas simétricas ou em perfeita ordem, tem sensação de nojo etc. Estes pacientes têm pensamentos angustiantes e comportamentos repetitivos que perturbam a rotina diária. Os rituais de lavar as mãos, tomar banho e checar são mais excessivos e persistentes do que o normal.

O transtorno obsessivo-compulsivo é um transtorno mental comum que leva a pessoa a ter pensamentos recorrentes que causam ansiedade, e na maior parte dos casos, pode ser curado com o uso de medicamentos ou terapia. Uma pessoa com TOC tem maior probabilidade de ficar desempregada e ter problemas nos relacionamentos.

Esse transtorno não afeta apenas a pessoa que tem os sintomas, mas impactada na vida dos familiares que se sentem forçados a participar dos rituais. Os sintomas atrapalham a convivência normal porque a pessoa é incapaz de lidar com a sujeira e a desorganização. A pessoa acaba restringindo o acesso a certos locais da casa, ao uso de camas/sofás e utensílios domésticos. E geralmente, enfrentam barreiras para sair de casa e se envolver em atividades de lazer com a família.

Manter uma boa higiene é fundamental para prevenir infecções, porém o excesso de limpeza pode causar reações alérgicas e doenças inflamatórias. Os micro-organismos ajudam o corpo a criar resistência, sendo assim a exposição a um pouco de sujeira é importante para o sistema imunológico. Certos parasitas e bactérias podem ser bons para a saúde mental trazendo alívio para sintomas de depressão.

Concluindo, o bicho-preguiça nos ensina que a convivência com micro-organismos traz benefícios. E uma boa ajuda para nossa saúde mental é ter um cãozinho de estimação, os animais são tudo de maravilhoso. A convivência com os cães, também, pode ajudar a fortalecer o nosso sistema imunológico!

https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/bichopreguica.htm

Get inspired by sloths: Keep good bacteria.

The sloths are slow-moving animals found in American countries. They sleep around 15 hours per day and are vulnerable to predators, so they rarely come down from the trees. Sloth is a solitary animal that appears only during the breeding season, and the female has only one baby at a time.

These animals drink water very rarely as they get all they need from their food. Sloths are speedy swimmers, and they can do the breaststroke easily which helps them to survive during the seasonal flooding. Sloth fur has greenish brown colour due to the presence of microorganisms living in the hairs. The sloth’s fur is home to a wide range of insects.

According to researchers, the existence of algae in sloth fur serve as a source of nutrition to them. Besides that, the algae gives them additional camouflage protection from predators. Studies have shown that some species of fungi in sloth fur can protect against parasites, cancers, and bacteria, being a great source of antibiotics.

Many people have been diagnosed with obsessive-compulsive disorder OCD – TOC which is characterized by the presence of fear of contamination caused by germs and bacteria, desire to have things symmetrical or in perfect order, have feelings of disgust etc. These patients have distressing thoughts and repetitive behaviours that disrupt daily routine. The rituals of handwashing, showering and checking are more excessive or persistent than usual.

Obsessive-compulsive disorder is a common mental disorder in which a person can have recurring thoughts that cause anxiety, and in most cases, it can be cured with medication or therapy. A person with OCD is more likely to be unemployed and to have relationship problems.

This disorder does not just affect the person with the condition but impacts on family life as everyone is forced to participate in the rituals. Symptoms cause failure of normal interaction because the person is unable to deal with dirt and disorganization. The person restricts access to places in the home, the use of beds/sofas and household items. And generally, experience barriers to engage in family leisure activities.

Maintain good hygiene is important to prevent infections, however, excessive cleaning can cause an allergic reaction and inflammatory diseases. Microorganisms help the body to increase resistance, therefore, exposure to dirty is important to the immune system. Certain parasites and bacteria can be good for mental health alleviating depressive symptoms.

In conclusion, the sloth teaches us that coexistence with microorganisms brings benefits. Having a dog is good for our mental health, the animals are more than wonderful. Living with dogs can even help strengthen our immune system!

https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/

Bicho-preguiça: características, reprodução e curiosidades

Imagem extraída de: https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/

– Quando boatos viram verdades na Internet… Hoax!

É muito comum encontrar trolls (os tumultuadores da Internet) “causando” nas redes sociais, criando polêmicas desmedidas ou incitando a criação de mentiras. Também os haters, que a tudo e a todos odeiam. Só que muitas vezes os internautas não percebem que estão sendo enganados. Dessa forma, surgem os HOAXES – os boatos que se espalham e viram “verdades” nas redes sociais.

Já viram manchetes de que “tal ator morreu” e ele não morreu? Ou que um político “disse algo” que no fundo nunca disse?

Pois é. O texto abaixo é esclarecedor,

Extraído de: http://www.infowester.com/hoax.php

HOAX: OS PERIGOS DOS BOATOS NA INTERNET

Introdução

A internet é um meio de comunicação fantástico: com ela, podemos fazer compras, conhecer pessoas, estudar, entre outros. Mas, sendo tão abrangente, o “mundo on-line” também pode oferecer perigos dos mais variados tipos. Um deles é o hoax, termo usado para designar boatos que se espalham na internet via e-mail ou redes sociais (Facebook, Twitter, Google+, etc) e que alcançam um número elevado de pessoas.

Neste texto, você entenderá melhor o que é hoax, conhecerá os principais riscos deste tipo de mensagem e verá características que ajudam a identificar estes tão problemáticos boatos.

O que é hoax?

Podemos entender o hoax como um tipo de SPAM – em poucas palavras, mensagens não solicitadas enviadas a várias pessoas. O conteúdo de um SPAM pode ter várias finalidades. No caso do hoax, como você já sabe, é o de propagar boatos pela internet de forma que a informação distorcida chegue ao maior número possível de indivíduos.

O boato é uma notícia de teor duvidoso, pois normalmente é baseado em informações incompletas e que possuem pouca ou nenhuma verdade. Uma vez que a sua comprovação é difícil e, não raramente, impossível, opiniões ou argumentos inconsistentes podem ser adicionados à notícia conforme esta se espalha em uma tentativa de validá-la, gerando mais especulação.

Ao contrário das típicas mensagens de SPAM que visam promover produtos, serviços ou golpes, o hoax não ocorre de maneira automatizada: sua propagação inicial até pode ser feita por este meio, mas a propagação só é efetiva quando uma pessoa espalha o boato para outras e estas, por sua vez, repetem o ato.

A ação de espalhar boatos remonta a um passado muito distante. De certa forma, este comportamento é uma das características da espécie humana. Na internet, no entanto, a situação se agrava, já que as ferramentas de comunicação são muito mais rápidas. Uma pessoa pode receber um hoax por e-mail e enviá-lo em poucos segundos para a sua lista de contatos ou divulgá-lo em uma rede social, permitindo que várias pessoas ao mesmo tempo vejam este conteúdo.

Como seres sociáveis que somos, nos sentimos impelidos a compartilhar a mensagem, não só para que as pessoas ao nosso redor sejam informadas de algo que, a princípio, é importante, mas também porque esta é uma maneira de lidarmos com a informação, de buscarmos apoio sobre nossas impressões e sentimentos sobre o assunto em questão.

Quais os assuntos abordados nos hoaxes?

Como as pessoas não compartilham informações que não lhes interessam, os hoaxes precisam de conteúdo fortemente apelativo, primeiro para chamar a atenção, depois para convencer o indivíduo.

Uma “fórmula” bastante utilizada para este fim é a exploração emocional por meio da comoção. Um exemplo persistente disso são mensagens que mostram imagens de crianças, adultos e animais acidentados ou que sofrem de doenças graves. Quem é que já não recebeu conteúdo deste tipo por e-mail ou rede social?

As fotos impressionam e, por causa disso, as pessoas tendem a ler a mensagem que as acompanha para entender o que acontece. A tal explicação, no entanto, é bastante apelativa e pede, por exemplo, para que a pessoa compartilhe a notícia com o maior número de contatos possível, pois uma suposta empresa contará as mensagens enviadas e doará um valor em dinheiro correspondente ao número de leitores.

Em situações como esta, o truque é evidente: como é da natureza humana se comover, muita gente sente piedade ou mesmo culpa. Para não carregar estes sentimentos ou por entender que a única forma de ajudar é encaminhando a mensagem, o indivíduo o faz e, sem querer, acaba expandindo o alcance do boato. Quando o hoax pede compartilhamento com o maior número de pessoas possível, a mensagem pode ser chamada também de corrente.

Mas os hoaxes também podem explorar outras “fraquezas” humanas, como o desejo de possuir determinados bens de maneira fácil ou a curiosidade: não é difícil encontrar mensagens que afirmam que o usuário ganhará prêmios tentadores se divulgar a notícia para seus contatos ou que se clicar em determinado link verá fotos sensuais de uma atriz de destaque. Para convencer o leitor, este tipo de boato costuma envolver indevidamente nome de grandes empresas, de marcas,de personalidades famosas e assim por diante.

É possível encontrar também boatos que tentam causar mobilização pelo efeito da indignação. São mensagens que revelam possíveis teorias conspiratórias ou o envolvimento de personalidades famosas com ações suspeitas. Mensagens do tipo afirmam, por exemplo, que a cura para o câncer foi encontrada há tempos, que determinada celebridade tem pactos demoníacos, que a Amazônia é mostrada como uma área internacional em livros didáticos norte-americanos, enfim.

Características: como identificar um hoax?

Na maioria das vezes, não é difícil identificar um hoax. A principal característica você já sabe: conteúdo apelativo, muitas vezes acompanhado de imagens ou argumentos que tenham validar a mensagem. Mas há outras “pistas”, entre elas:

» Um hoax quase sempre contém um pedido do tipo “espalhe essa mensagem para a sua lista de contatos” ou “compartilhe para o máximo de pessoas possível”. Conteúdo assim, como já informado, corresponde às correntes;

» Algumas mensagens citam nomes de empresas, marcas, organizações não governamentais, pesquisadores renomados, escritores famosos, entre outros, tudo para dar um ar mais verdadeiro ao boato;

» Nenhuma empresa oferece recompensas ou doações extremamente generosas, de forma que mensagens assim são altamente suspeitas. Basta se atentar para o fato de que promoções costumam ter seus regulamentos divulgados em páginas oficiais;

» Nenhuma empresa ou entidade conta a quantidade de pessoas que recebeu uma determinada mensagem e depois faz doações correspondentes a essa quantia;

» Notícias importantes são divulgadas pela imprensa, não por correntes, afinal, a mídia precisa de audiência. Na dúvida, pesquise pelo assunto tratado em mecanismos de busca ou em serviços específicos de pesquisa em notícias, como o Google News;

» A mensagem pode afirmar que você terá azar, ficará solteiro(a) para o resto da vida ou que seus sonhos não se realizarão se determinada ação não for executada, por exemplo. Não há a menor dúvida de que este conteúdo é falso: o hoax tenta te convencer usando argumentos supersticiosos;

» Se a mensagem possuir frases em letra maiúsculas, fonte grande, cor vermelha, excesso de exclamações e afins, é porque ali há uma tentativa desesperada de chamar a sua atenção. Desconfie imediatamente;

» Outro argumento bastante utilizado é justamente o de avisar na própria mensagem que aquele conteúdo não é falso;

» O conteúdo pode conter erros gramaticais ou ortográficos em excesso, argumentos repetitivos e até contradições.

Quais as consequências dos hoaxes?

A princípio, um hoax pode não ter maiores consequências – “se for mentira, logo todo mundo esquece e tudo volta ao normal”. Mas não é bem assim. Dependendo das circunstâncias, um boato na internet pode causar vários problemas, razão pela qual este tipo de conteúdo deve ser combatido. Eis alguns tipos de transtornos que podem ser causados pelos hoaxes:

» O boato pode ofender, denegrir, causar constrangimento ou comprometer a reputação de alguém;

» Da mesma forma, o boato pode causar problemas a empresas e outras organizações que, além de reputação arranhada, poderão ter trabalho extra para desmentir ou amenizar a situação;

» Quem divulga o hoax, mesmo não sendo o autor da mensagem, pode ter sua imagem prejudicada por espalhar informação inconsistente, o que é especialmente ruim no ambiente corporativo;

» A mensagem pode transmitir orientações prejudiciais, como procedimentos incorretos em situações de emergência ou dicas de saúde sem comprovação científica;

» Um hoax também pode induzir o usuário a baixar um arquivo perigoso (malware) ou convencê-lo a informar dados que, na verdade, poderão ser utilizados para ações maliciosas, como uma falsa petição on-line que pede informações confidenciais;

» Mensagens do tipo podem sobrecarregar serviços de e-mail ou gerar incômodos em redes sociais por causa da frequência com a qual são divulgadas;

» Na condição de boato, o hoax pode causar comoção desnecessária, assim como gerar mobilização para situações irreais ou já superadas.

Como um hoax surge?

É possível identificar comportamentos e ações que acabam resultando no surgimento de um hoax, o que não quer dizer, necessariamente, que há como conhecer a origem de todo e qualquer boato que aparece na internet.

Um hoax pode surgir, por exemplo, quando uma pessoa tenta divulgar a sua crença. Na expectativa de se fazer acreditar, ela pode usar argumentos distorcidos ou fantasiosos ou mesmo se basear em afirmações que não foram inteiramente comprovadas.

Há também o hoax que surge por iniciativa de quem deseja explorar a “facilidade” que as pessoas tem de acreditar em tudo o que aparece na internet. Em situações deste tipo, o objetivo pode ser simplesmente o de fazer uma “brincadeira” ou estudar o comportamento humano nas redes sociais, por exemplo.

Mais grave é o hoax que surge como fruto de uma tentativa de prejudicar a imagem de uma pessoa ou de uma organização por motivo de vingança, retaliação, conflito de crenças ou posicionamento político.

Outras razões incluem aplicações de golpes, tentativas de causar desordem ou discussão e interpretação equivocada de fatos.

Finalizando: o que fazer para combater o hoax?

Neste ponto do texto, você já sabe que o hoax é bastante prejudicial, mas que só existe quando as pessoas acreditam nele. Sendo assim, a melhor maneira de lidar com o problema é a boa e velha prevenção.

Neste sentido, ao perceber que um e-mail ou uma mensagem de rede social é um hoax, simplesmente ignore a notícia ou a elimine. Pode ser uma boa ideia alertar a pessoa que lhe enviou a mensagem, mas o faça de maneira gentil e discreta para evitar conflitos.

Para que você mesmo não acabe propagando um hoax sem querer, prefira compartilhar com seus amigos apenas links para notícias de sites reconhecidos, em vez de simplesmente publicar ou enviar o conteúdo na íntegra por e-mail.

Por fim, antes de apertar o botão de enviar ou compartilhar, se questione: será que aquela informação não irá causar transtornos a alguém? Por que tomar como verdade algo que eu vi apenas no e-mail ou no Facebook e não nos noticiários? Eu estou compartilhando este conteúdo por querer ajudar ou porque eu fiquei impressionado?

Lembre-se: o hoax é sempre apelativo. A mensagem usará argumentos ou imagens que tentam causar comoção, indignação ou qualquer sentimento capaz de te fazer agir por impulso. Assim, esqueça desculpas do tipo “na dúvida, é melhor compartilhar”.

No caso de empresas, é uma boa ideia colocar em prática iniciativas preventivas (como guias ou palestras) contra boatos e outros problemas de segurança on-line. No ambiente corporativo, um hoax pode causar desentendimentos entre funcionários ou mesmo chegar inadvertidamente a um cliente.

Como você deve ter percebido, a orientação é sempre o melhor remédio.

Veja outras orientações nestas dicas de segurança na internet.

Escrito por  – Publicado em 14_09_2012 – Atualizado em 14_09_2012

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– Já Fevereiro? Mas você começou a cumprir sua lista de final de ano?

Puxa, estamos no dia 01 de fevereiro. Já foi embora janeiro…

Lembra da sua lista de “planos para o ano novo”? Neste ano atípico de “descontinuidade da pandemia”, você já começou a cumprir seus propósitos?

O que está esperando? Precisa o mundo voltar à normalidade plena (se é que já não voltou) ou, de tudo o que você almeja, nada pode ser feito agora?

Aliás, por quê fazer listas somente no final do ano? Por quê não AGORA, hoje?

A urgência e a pressa de melhorar precisam ser, sem dúvida, nossa mesmo!

Bem-vindo Fevereiro 2018 - We Art

– Mantenha a frieza e a tranquilidade:

Perdida na Web, essa interessante mensagem:

– Avaliação de Caráter

Li em algum lugar que nem sei onde foi; só sei que é de uma verdade inegável:

“O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”.

Autor desconhecido.

Pois é… tratar bem só quem pode retribuir não vale. O legal é fazer de coração sem esperar nada em troca.
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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Pare de… (14 coisas para deixar de fazer)

14 coisas para você abandonar! 

Muito propício aos dias atuais,

(extraído de Meta Consultoria através do prof Luiz Angelo), em: https://plus.google.com/+ProfLuizAngelo/posts/hvdPTS1SrNn

pare

– Sempre tente ser melhor. Pelo menos, tente!

Para ser mais feliz, procure coisas que tragam a felicidade! Afaste-se de coisas ruins ou de pessoas tóxicas. Não desça à baixeza de quem não respeita o próximo. Ame-se (para ter condições de amar a Deus e ao próximo).

Gostei bastante dessa mensagem de inspiração, abaixo:

– O Fértil e Cruel Ditador do Marrocos.

Você já ouviu falar da turística cidade de Meknes?

Eu nunca! Mas leio no Blog “Viajologia” (citação e link abaixo) que é uma cidade marroquina formada por descendentes do cruel sultão Moulay Ismail, ditador que construiu uma muralha com 10.000 cabeças decapitadas, teve 500 mulheres e 888 filhos. Seus feitos estão no Guiness Book!

Não tenho nenhuma vontade de passear por lá…

MEKNES, A CIDADE DO SULTÃO QUE TEVE 888 FILHOS COM MAIS DE 500 MULHERES

Por Haroldo Castro, De Meknes, Marrocos

O Reino do Marrocos possuiu várias capitais imperiais. Além da renomada Marrakech, da cultural Fes e da política Rabat, a pequena Meknes também faz parte desta coleção de cidades onde muros e mosaicos vibram com a História do país que possui milênios de realizações humanas.

Meknes foi capital durante pouco mais de meio século (entre 1672 e 1727), fruto da decisão do temível Moulay Ismail, o mais cruel dos soberanos marroquinos. Para intimidar seus adversários, o segundo Sultão da dinastia Alauíta teria decorado a muralha de Meknes com 10 mil cabeças decapitadas. Mais de 30 mil pessoas foram assassinadas durante os primeiros 20 anos de seu governo. Outras 25 mil trabalharam como escravos para construir Meknes. Seu exército era formado por 150 mil negros trazidos do sul do Saara.

Mas não apenas de sangue viveu Moulay Ismail. Hoje, ele é mais conhecido por seu extenso harém e o alto grau de fertilidade de suas mais de 500 esposas. O sultão teria tido um total de 888 descendentes e é considerado pelo Livro de Recordes Guinness como o ser humano que teve, comprovadamente, o maior número de filhos no mundo – o livro considera a marca de 867 descendentes, a lenda prefere o cabalísitico 888.

Moulay Ismail também era um amante das artes. Contemporâneo do rei Luís XIV da França, o sultão tinha grande admiração pela corte francesa e chegou a pedir a mão da bela Marie Anne, filha bastarda (e mais tarde legalizada) de Luís XIV. Obviamente, ao saber que ela teria de compartilhar o sultão com centenas de mulheres, Marie Anne não aceitou o convite para fazer parte do harém. Mas ambos monarcas trocaram embaixadores e o marroquino inspirou-se nos palácios franceses para construir Meknes, dita como a Versailles do Marrocos.

Uma das mais belas obras arquitetônicas de Meknes é Bab El Mansur, concluída em 1732 (foto acima). Suas proporções majestosas fazem dela uma joia da cidade imperial e é considerada como a porta mais bonita do país.

Em frente, está a Praça Lahdim ou das ruínas, fazendo alusão ao fato que a esplanada foi demolida e redesenhada diversas vezes. Durante a época do sultão, a praça era usada como local de julgamento, onde o soberano pronunciava as sentenças de morte, e também como espaço para receber, com toda pompa, embaixadores e enviados do estrangeiro. Depois da morte de Moulay Ismail, a praça virou um grande mercado a céu aberto. O aspecto atual data de 2007, quando a praça foi demolida e remodelada novamente.

Continua em: http://glo.bo/1bXa2bm

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Imagem extraída do link acima.

– Você “faz acontecer” ou fica só no discurso?

Nossas realizações nos mostram quem somos de fato. Não podemos simplesmente ser algo que não fazemos ou alguém que fica na “mentira proferida”.

O grande Carl Jung cunhou essa verdade, abaixo :

– A Ansiedade no Mundo Corporativo.

Recebi do querido professor e amigo José Renato Santiago Sátiro esse excepcional artigo sobre Ansiedade dentro das Empresas.

Por ser um assunto tão pertinente, compartilho.

Extraído de www.jrsantiago.com.br

SOBRE A ANSIEDADE NO MUNDO CORPORATIVO

Ao conjunto de ações, reações e sentimentos que invadem uma pessoa nos momentos que antecedem certa situação sobre a qual não há ciência prévia dos devidos desdobramentos, chama-se ansiedade. Apenas um conceito pontual, que li em algum lugar. Ainda que genérico permite identificar algumas interessantes questões sobre a mesma. Segundo muitos, a ansiedade já suplantou a depressão na conquista do título de “o mal do século”. Sua onipresença faz dela uma companheira constante em nosso ambiente familiar, entre amigos e até mesmo junto aos colegas de trabalho.

No meio de tantas atribuições que tinha em certa empresa onde atuei durante alguns anos, costumava compartilhar alguns momentos com um querido senhor chamado Galeta. Magro, esguio e com humor muito próprio, maneira que costumo usar para descrever alguém mal humorado, às vezes ele me chamava para ir a sua sala. Os quase trinta anos de empresa fizeram dele uma referência junto aos seus colegas e suas conversas, recheadas de histórias incríveis, eram oportunidades únicas de aprendizado. Confesso que me sentia orgulhoso por seus convites, mas havia uma restrição. Por falar demais (ainda que eu seja também um tagarela), não tinha como entrar em sua sala e ficar por poucos minutos. Ciente disso, ele costumava fechar a porta com chave, quase que trancando seus ‘convidados’. Após dezenas de minutos, meu corpo deixava clara a minha necessidade de ir embora. Galeta não se fazia de rogado e já se antecipava a qualquer pedido de ‘preciso dar uma saidinha’ dizendo: “Olha meu rapaz, tu és novo ainda e tem muito tempo pela frente para fazer tanta coisa aqui que não consigo entender porque você é tão ansioso”. Confesso que, das primeiras vezes, ouvia isso muito de boa sem fazer qualquer análise sobre suas palavras. No entanto, devo confessar que ao longo dos tempos, diante a repetição dessa dinâmica passei a não entender porque ele me chamava de ansioso, uma vez que tudo o que eu queria, após certo tempo de conversa, era ‘apenas’ sair dali para cumprir minhas obrigações. Demorou para que eu, enfim, o retrucasse e, com todo cuidado, devolvesse: “Mas Galeta, por que você me chama de ansioso? Na verdade, ainda que nossos papos sejam ótimos, quando pareço meio impaciente a sua frente é porque às vezes tenho muitas coisas a fazer e você bem sabe como é meu chefe”. Confesso que tão logo falei isso me veio um estranho suor frio que me desceu pelo corpo, por conta de ter dito, ainda que de forma educada, tudo aquilo para aquele senhor tão importante na organização. Pensei comigo: “eita, que agora vou levar um esporro”. Com um sorriso meio sarcástico, ele se dirigiu a mim de forma seca e falou: “… tá vendo como tu és ansioso, tenho certeza que já estás com um monte de coisa passando pela sua cabeça, apenas porque me falou algumas verdades sobre nossas conversas.” A risada foi imediata. Em seguida, ele complementou: “Enxergamos nos outros as nossas características mais marcantes, talvez, justamente, por elas nos incomodarem tanto. Sendo assim, como sou ansioso, consigo identificar um quando vejo”. Ele estava certo.

Não foram poucos os momentos em que aquele certo “bololo” me preencheu e o temor pelo que viria a seguir me voltasse a deixar em estado de ansiedade. Durante algum tempo, ela progrediu em mim. Passei do estado “estar ansioso” para o de “ser ansioso”, quase como se fosse uma característica a mim impregnada. Em pequenos ou grandes momentos de minha vida, a ansiedade continuou a se propagar.

Certa vez na antesala do diretor de uma grande organização, a longa espera em ser chamado para receber uma resposta importante acabou por ativar, de forma explícita, minha ansiedade. Sua secretária, uma charmosa e colorida senhora, chamada Cecília, se levantou de sua mesa, se dirigiu em minha direção com um copo de água e me disse: “Meu querido, tome esta água para você voltar a ser você. Nem sei sobre qual é o assunto de sua reunião, mas seja o seu melhor, por isso, não deixe transparecer a quem quer que seja algo que poderá ir contra você e seus objetivos. Sua ansiedade está desenhada em seu rosto de uma forma não muito boa.” Perplexo, tomei a água, agradeci e antes que respondesse que era apenas impressão dela, pois estava calmíssimo (uma mentira discarada), ela prosseguiu: “Pode entrar, agora é com você.” O bom andamento da reunião fez com que a mesma se prolongasse bem mais que o tempo esperado e quando saí a senhora não mais estava lá. Me restou deixar uma mensagem: “Muito obrigado, a senhora foi um anjo para mim” ao final meu nome e número de celular. Cá entre nós, pensei que ela fosse me ligar. Isto não aconteceu. Se ela não ligou, também não liguei, uma regrinha ‘motorrenda’ que todo ansioso usa para achar que assim não o é. Passaram algumas semanas até que eu voltasse a encontrá-la em um dos corredores da empresa. Surpreendentemente, ela se lembrou de mim afirmando “Olha só quem está aqui se não é o menino ansioso”. Rimos sem trocar muitas outras palavras. Ela estava certa.

Estes momentos de ansiedade continuaram constantes em minha vida e a transformou em uma companheira fiel com a qual sempre passei a contar, sobretudo nas situações mais agudas de minha vida. Ao longo de minha carreira profissional em situações tais como em pedidos de aumento, mudanças de emprego, defesas de projetos importantes, apresentações para certos públicos, envio de propostas comerciais e tantos outros. Por conta disso, quanto a sua presença, confesso, pouca coisa mudou. Não há muito a ser feito e tenho que admitir que ela me presenteia com expectativas que muitas e muitas vezes fazem valer a pena por todo esforço investido. A ansiedade é meu combustível, gosto dela. Talvez um pouco daquela velha teoria de avó: “o melhor da festa são os seus preparativos”. Já quanto a forma como a ansiedade costuma me afetar, progressos consistentes foram conquistados e confesso que um pouco por conta de alguns truques físicos que propiciam bons resultados. Respirar de forma mais profunda, por exemplo, costuma ajudar. Mascar algum chiclete, quando possível, também. Ter firmeza no controle do movimento de suas mãos e pernas é outra maneira. Pedir luz aqueles que seguimos, nem se fala. Mas convenhamos, todas elas são de natureza plenamente reativa. Do ponto de vista preventivo gosto de lembrar o que uma antiga costureira de minha mãe costumava falar: “se algo que precisa ser feito depende de você, não se preocupe, vá e faça acontecer. Caso não dependa de você, não há porque se preocupar, já que não tem coisa alguma que possa fazer”. Ela ainda finalizava: “Ter ansiedade é sofrer por antecipação”.

Ainda assim, o que me faz ter a convicção de sua fortaleza em mim é o fato de enxerga-la tão intensamente nos outros, seguindo os preceito de meus velhos amigos Galeta e Cecília.

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Imagem extraída de: https://www.centrodedesintoxicacion10.com/trabajo/

– De novo, um caso de racismo contra Vinícius Jr.

Corre nas Redes Sociais mais uma imagem de manifestação racista contra Vinícius Jr. Agora, um boneco amarrado numa ponte com o jogador brasileiro (promovido por ultras do Atlético de Madrid).

Comumente chamado de macaco e outros adjetivos ofensivos, ele tem suportado tudo sem devolver agressões, apenas cobrando a La Liga, que solta manifestos e nada faz.

  • Mas o que fez Vini Jr por despertar tal ira?

Nada. Ou melhor, fez: é um negro correto, vencedor na sua profissão, cidadão exemplar que mantém atividades solidárias, simpático aos torcedores do seu time e alegre menino-homem. E esse bom comportamento é insuportável para racistas invejosos…

Que alguém faça algo DE VERDADE para punir esses bandidos travestidos de “humanos”. São racistas, como os da KKK em pleno século 21.

(imagem extraída da Web).

– A 1a Fake News do mundo foi contada num Livro da Bíblia!

A serpente que enganou Adão e Eva com o fruto proibido, numa linguagem romântica da entrada do pecado no mundo, foi a primeira propagadora das notícias falsas e que prejudicam as pessoas, as chamadas “Fake News”, tão comuns e preocupantes em nossos dias (para entender melhor sobre essas “Falsas Notícias”, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-lyJ).

Quando questionado sobre esse péssimo fenômeno na sociedade, disse o atual Pontífice, o Papa Francisco, algo bem interessante:

“A estratégia usada pela engenhosa serpente no Livro do Gênesis, quem no alvorecer da humanidade criou a primeira Fake News, que se tornou a trágica história do pecado humano”.

Perfeito! Quanta bobagem, mentira, calúnia e outras coisas ruins propagadas por fofocas e manchetes tendenciosas que o mundo virtual tem nos proporcionado, infelizmente, graças às Fake News. Cizânias e brigas a todo instante exclusivamente por falsidades.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– E não ter uma Rede Social…

É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!

Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!

Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0

– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?

Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?

Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/

AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING

Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos

Por Fabíola Perez

A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de  numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.

“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”

Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.

Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.

Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”

Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.

A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.

DESCONTROLE

Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.

Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.

A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente  na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.

Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.

DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR

Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

Stop Bullying

Imagem extraída de: https://eduardo21habib.jusbrasil.com.br/artigos/365270718/stop-bullying

– Trabalhar mata?

E um dos culpados pode ser o WhatsApp e outros meios de comunicação.

Compartilho, extraído de: http://istoe.com.br/trabalhar-demais-mata/

TRABALHAR DEMAIS MATA

Suicídios por excesso de trabalho alertam para os perigos do estresse profissional. Na Europa, já se discute a diminuição da jornada e a proibição do envio de mensagens por WhatsApp fora do expediente

Matsuri Takahashi tinha 24 anos e havia acabado de se formar na renomada Universidade de Tóquio. Trabalhava há sete meses na Dentsu, a maior empresa de publicidade do Japão, onde cumpria jornadas de até 20 horas diárias sem ter tido uma folga sequer durante esse período. Para a família e os amigos, Matsuri era exemplo do que se espera de uma jovem japonesa de vinte e poucos anos: ela tinha sucesso, dinheiro e trabalhava duro. Para a garota, a realidade mostrava-se bem diferente: frustração, cansaço, estresse, sentimento de incapacidade. Matsuri queria morrer. “Estou física e mentalmente destroçada”, publicou nas redes sociais pouco antes de se jogar da janela do prédio em que vivia. Após longa investigação, o Ministério do Trabalho japonês chegou a um veredicto: a culpa era da empresa. Descobriu-se que, mesmo depois da tragédia, alguns funcionários faziam 80 horas extras por mês – Matsuri chegava a trabalhar 105 horas a mais mensalmente. O caso fez com que o primeiro-ministro Shinzo Abe e a Federação de Negócios do Japão promovessem uma campanha para evitar mais mortes. A partir de fevereiro, será obrigatório que os funcionários deixem os escritórios mais cedo. “Saúde é o equilíbrio entre as diversas dimensões do ser humano: biológica, psíquica e social”, diz o especialista em medicina comportamental da Unifesp, Ricardo Monezi. “Ao desequilibrar uma dessas dimensões, todas as outras são afetadas”.

Dados oficiais mostram que, no Japão, mais de 2 mil pessoas se suicidam anualmente por causa do estresse laboral. O número pode chegar a 10 mil, considerando as doenças provocadas pela dura rotina corporativa. Na China, o país mais populoso do mundo, 600 mil pessoas morrem todos os anos por motivos relacionados ao trabalho. “A visão de que trabalhar muitas horas significa ganhos de produtividade não condiz com a realidade”, diz Anderson Sant’Anna, coordenador do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas e Liderança da Fundação Dom Cabral. “Na era industrial, o trabalho de massa envolvendo movimentos rápidos, intensos e repetitivos mobilizava o corpo, tinha relação com a intensidade”, diz. “Hoje a natureza do trabalho é mais subjetiva, envolvendo as capacidades do cérebro, o que torna mais importante o tempo lógico do que o cronológico”.

O drama não se restringe aos asiáticos. O problema é tão grave que há denúncias de que empresas do segmento automotivo e grandes lojas de varejo de países como Estados Unidos, Tailândia e Honduras obrigam seus funcionários a usar fraldas geriátricas para que não interrompam o trabalho com idas ao banheiro. “A tecnologia avançou muito, mas o nosso corpo, não”, diz Sant’Anna. “O indivíduo perde a noção de humanidade, toma remédios para disfarçar sintomas de doenças e, quando se dá conta, tem um ataque cardíaco aos 40 anos, no ápice da produtividade”.

O PESO DA TECNOLOGIA
O uso excessivo das tecnologias amplifica o problema ao deixar o trabalhador conectado 24 horas por dia. Para combater a prática, países como Alemanha, Holanda e Suécia discutem a diminuição da jornada para 6 horas diárias. Na França, que estabelece um limite de 35 horas semanais de trabalho, entrou em vigor, em janeiro, uma lei que garante aos funcionários o “direito à desconexão do trabalho”. De acordo com as novas regras, toda empresa com mais de 50 empregados deve negociar com sindicatos o envio de mensagens por aplicativos como Whatsapp fora do horário de expediente. Desligar automaticamente os computadores após 8 horas ou ainda apagar as luzes dos escritórios são outras medidas que poderão ser implantadas. “Reduzir a jornada não significa produzir menos”, diz Benedito Nunes, fundador do Instituto Movimento pela Felicidade. “Pessoas adoecidas, entristecidas e estressadas não são produtivas e geram altos custos às empresas quando afastadas por problemas de saúde”.

Exaustão por excesso de trabalho é assunto sério – Geremed Saúde Ocupacional

Imagem extraída de: https://www.geremed.com.br/blog/exaustao-por-excesso-de-trabalho-e-assunto-serio/

– O perigo de um Cérebro excessivamente Otimista.

Veja que bacana: uma pesquisa reproduzida pela Revista Galileu (abaixo a citação) mostra que um cérebro otimista rejeita pensamentos negativos; logo, está sempre de bem com a vida. Entretanto…

Um otimista ao extremo tem um problema: subestimar riscos!

Nem tudo ao Céu e nem tudo ao inferno…

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/1,,EMI281058-17933,00.html

CÉREBRO DOS OTIMISTAS REJEITA PENSAMENTOS NEGATIVOS

Por Sandra Damiani

Pesquisadores da University College de Londres descobriram que o cérebro das pessoas sempre positivas dá preferência a tudo que reforça uma bela perspectiva do futuro. Em um experimento, os cientistas pediram a voluntários que apontassem a probabilidade de acontecer 80 diferentes situações negativas em suas vidas, como separação e doença grave, enquanto passavam por uma ressonância magnética.

Os cientistas observaram que as pessoas otimistas tinham uma atividade maior no lobo frontal (responsável por nossa capacidade de planejamento e estimativas) ao processarem notícias positivas. Diante das negativas, tiveram menor atividade nesta parte do cérebro, sugerindo que o órgão estaria escolhendo qual evidência levar em conta.

O estudo dá pistas do que leva algumas pessoas a manter uma previsão cor-de-rosa mesmo quando a realidade reforça o inverso. É como acreditar que seu time vai ganhar no próximo jogo mesmo depois de sucessivos fiascos. “O lado ruim de ser sempre positivo é subestimar riscos”, diz Tali Sharot, uma das autoras do estudo. Isso explicaria por que campanhas como as de combate ao fumo ou à Aids são, por vezes, ineficazes, alerta a neurocientista.

Resultado de imagem para otimismo

Imagem extraída de: https://sipnl.com.br/4-atitudes-de-pessoas-otimistas/

– Não dirija usando o celular!

Esse vídeo é ótimo: mostra acidentes leves de pedestres que trombam por usar celular caminhando (parecendo engraçado), mas depois… mostra o que acontece com quem usa o celular dirigindo!

Vale a pena assistir e compartilhar,

em: https://youtu.be/cyGUzjMQj98

 

– Humildade em curta expressão:

E vale o recado para a necessidade da humildade!

Abaixo:

– Daniel Alves preso.

Após depoimento sobre a acusação de Assédio Sexual, Daniel Alves foi preso e levado para a custódia judicial.

Abaixo, o momento em que foi levado (print de tela do G1.com):

A grande questão é: depois de uma carreira de conquistas indiscutíveis, mas recheada de declarações e atitudes polêmicas, culminando com a “auto-convocação à Seleção Brasileira”, Dani Alves parece ter perdido o senso do certo e errado.

Sabe aquela situação em que a pessoa está financeira resolvida e já não se importa mais em satisfação a ninguém, “não dando bola aos críticos”, estando acima do bem e do mal?

É a IMPRESSÃO que tenho (e não é julgamento, não convivo com ele), e temo que a arrogância possa ter deturpado seus princípios.

Que tudo seja esclarecido, e que se culpado, cumpra-se a pena.

– Evitando o uso de “kkk”

Não gosto da linguagem digitada com as “abreviaturas” da Internet, mas a sequência de “k” ou de “rs” é algo impossível de não se usar.

Porém, não usarei mais a expressão “kkk” por ver que, em buscas na Web, sempre cai a lembrança da nefasta Ku Klux Klan (kkk), a entidade que defendia a supremacia branca sobre os negros.

Não custa então escrever kkkk ou Kk para se evitar tal situação, não é? Ou simplesmente usar um Emoji engraçadinho.

Não é ser “excessivamente politicamente extremamente corretíssimo”, mas como já disse que gosto de escrever “você” ao invés de “vc” e não tornar a língua portuguesa um conjunto de códigos (universalizando o entendimento de quem me lê na Internet), posso me dar ao luxo de evitar tal conjunto de 3k!

rss.. hahahahaa kkkkkkkkkkkk hueheuheehueehueuhe rarara | by Rafa Spoladore  Ψ | Medium

Imagem extraída de: https://rafaspol.medium.com/rss-hahahahaa-kkkkkkkkkkkk-hueheuheehueehueuhe-rarara-20b48f23aafd

– “Amigo Virtual” do Facebook ou “Chato Virtual”? Tô fora de bate-boca com fanático…

Repost de 2 anos, mas atual:

Todas as opiniões contrárias às que eu tenho são sempre respeitadas em minhas Redes Sociais – até quando absurdamente existem ofensas. Não respondo da mesma forma, tento mostrar à pessoa a necessidade de não promover discurso odioso, tampouco impositivo.

É esse o problema: impor sua opinião, ao invés de debater ideias. E isso não pode ser seminário, pois, afinal, o ambiente é uma rede social. Ou Rede Antissocial?

Uma réplica, tréplica, resposta e… “Valeu. Nos falamos mais tarde!” Ninguém, no mundo ideal, impõe nada, mas enxerga o lado diferente e todos ficam em paz. Isso é convívio harmônico.

O problema é que muitas vezes você tem Amigos Virtuais que se tornam Inimigos ou Chatos Virtuais. Forçam a barra! Querem te catequizar conforme a crença que eles têm; praticam proselitismo político; sempre se acham “donos da razão” e, o mais comum: jogam nas costas dos outros as coisas que praticam equivocadamente e não enxergam.

Um exemplo? 

Alguns:

  • Te chama de radical, mesmo você sendo sensato e pedindo à pessoa ponderação.
  • Demonstra fanatismo, e ousa dizer que você está fanatizado por conta do assunto que você abordou.
  • Fala da dualidade política entre Esquerda e Direita, Lula e Bolsonaro, em todos os temas que forem postados (mesmo sem ter relação).
  • Não se aguentam e nem tem trabalho de ler seu texto, postando odiosamente contra você pela leitura simples do título.
  • A cada 10 palavras escreve as hashtags: #GloboLixo, #Bolsonaro2022, #LulaLivre ou coisas assim.
  • Faz questão de, quando lê crítica ao Bolsonaro, te chamar de Comunista; quando lê crítica a Lula, de Facista. Quando mostra moderação, de Isentão.

Enfim: “tá um pé no saco!”

Um desses caras insuportáveis me escreveu em particular que precisava “abrir minha mente, pois por trabalhar em meio universitário fui dominado pela ‘Esquerdopatia LuloPetista’ e estava confuso”. Pode?

O que faz o fanatismo… cega as pessoas e vê todo mundo como errado – seja o fanático de Direita ou de Esquerda. E eu pensava que o grande mal do Brasil seria a falta de Educação de boa qualidade. Agora, percebo que é isso, aliada à carência de ídolos! Isso explica tanto radicalismo nas Redes Sociais (além, obviamente, dos algoritmos que forçam a visualização de tais temas e interesses).

Aliás, será que esses senhores: Jair Bolsonaro, Luís Inácio, João Dória, Ciro Gomes, Guilherme Boulos, quando usam suas técnicas teatrais em palanques, não querem no fundo justamente isso? Ou seja: uma legião de adoradores, que os defendam mesmo nos equívocos?

Não dá para defender a política equivocada de prevenção contra a Covid adotada por Bolsonaro (ou não adotada, pelo desprezo da máscara e aglomeração não evitada); não dá para passar pano à falta de segurança financeira aos comerciantes adotada por Dória (que determina uma coisa e pratica outra); tampouco esquecer que Lula foi o grande pai do Mensalão e do Petrolão, escândalos que sucumbiram os cofres públicos (mesmo com gente mais jovem – e que nem viveu isso – crendo que o lobo em pele de cordeiro foi “vítima de injustiça”, como se nada tivesse existido nas compras de votos e desfalques bilionários na Petrobrás).

Se você chegou até essa última linha e não me xingou, ufa! Mantenha-me no seu círculo de ajuizado…

Ops: não sou adorador de político algum, nem me rotulo de Esquerda, Direita, Centro, Norte ou Sul.

– Confira se seu filho fica muito tempo no celular:

Li no Estadão (Caderno 2, Página H1, 04/7/20), um teste para ver se nossas crianças abusam das telas (celulares, notebook e semelhantes).

Vale a pena usá-lo. Abaixo:

VEJA SE SEU FILHO ABUSA DE TECNOLOGIAS

por Camila Tuchlinski

O livro “A criança digital: Ensinando seu filho a encontrar equilíbrio no mundo virtual” contém ainda uma ferramenta útil para ajudar os pais a avaliar se o tempo diante das telas está prejudicando ou não a saúde dos filhos.

Basta preencher as dez questões a seguir com os números 0 (nunca ou raramente), 1 (de vez em quando), 2 (geralmente) ou 3 (sempre), e então somá-los. Se a pontuação atingida for menor que 10, isso significa que seu filho não parece passar muito tempo diante das telas e é capaz de atuar dentro de limites saudáveis.

Com uma pontuação de 11 a 20, a criança pode estar muito dependente das telas, e será preciso monitorar esse tempo com mais cuidado. Agora, se a pontuação ultrapassa 21 pontos, talvez seja hora de recorrer a orientação e ajuda profissional.

( ) Seu filho se irrita quando você pede que ele saia da frente da tela para jantar ou realizar outra atividade.

( ) Seu filho pede que você compre um aparelho digital, como um tablet, mesmo depois de você ter dito não.

( ) Seu filho tem dificuldade de terminar o dever de casa porque está ocupado vendo televisão ou jogando vídeo game

( ) Seu filho recusa-se a ajudar nas tarefas domésticas porque prefere brincar com aparelhos eletrônicos.

( ) Seu filho insiste para jogar vídeo game ou brincar com outra atividade diante das telas mesmo depois de você ter negado.

( ) Seu filho não pratica atividades físicas por ao menos uma hora ao dia.

( ) Seu filho não faz contatos visuais frequentes com outras pessoas da família.

( ) Seu filho prefere jogar vídeo game a brincar ao ar livre com os amigos.

( ) Seu filho não gosta de nada que não inclua aparelhos eletrônicos.

( ) Quando você proíbe o uso de aparelhos eletrônicos por um dia, seu filho fica irritado e manhoso.

A tecnologia é um bem que precisa ser bem usado. “No mundo virtual, tudo funciona com base em recompensas imediatas. Na vida real, porém, temos de exercer a paciência, saber dialogar e abrir mão de prazeres instantâneos em prol daquilo que é mais duradouro”, conclui o editor da Mundo Cristão, Daniel Faria.

EXCESSO DE TELA MODIFICA CÉREBRO DAS CRIANÇAS (Foto: Getty Images)

Foto: Getty Imagens, extraída de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/noticia/2020/02/excesso-de-tela-modifica-o-cerebro-das-criancas.html

– Alimentos que viciam!

Já percebeu que muitas vezes ficamos “viciados” por alguns alimentos? E é vício mesmo, como o de uma dependência.

Uma pesquisa com 35 ítens alimentícios mostrou que os mais viciantes pela ordem são: chocolate, sorvete, batata frita, pizza, biscoito, salgadinhos e bolo.

E os menos?

Feijão sem molho, brócolis e pepino!

Extraído de: https://oglobo.globo.com/saude/chocolate-pizza-batata-frita-viciam-como-alcool-nicotina-15535092

CHOCOLATE, PIZZA E BATATA FRITA VICIAM COMO ÁLCOOL E NICOTINA

por Carol Knoploch

Gosta de pizza, chocolate ou batata frita? E nunca percebeu por que é tão difícil resistir a eles? Então não se sinta culpado. O consumo exagerado pode estar ligado à dependência. Isso porque pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, defendem que este tipo de alimento, altamente processado e rico em gordura e açúcar, causa efeito semelhante às drogas.

O estudo, publicado recentemente pela revista “PlosOne”, sugere que itens com doses concentradas de substâncias potencialmente aditivas, e que são rapidamente absorvidas pelo corpo, viciam mesmo. E quanto mais concentradas essas doses, mais viciante.

Segundo Ashley Gearhardt, professora-assistente de Psicologia do Food and Addiction Science and Treatment (FAST), da Universidade de Michigan, a pesquisa indica que esses alimentos podem ter efeitos no cérebro que são semelhantes aos do álcool e da nicotina. Isso porque o “sistema de recompensa no cérebro”, ativado por essas drogas, pode ser desencadeado com o consumo desse tipo de alimento.

A opinião é compartilhada por Amélio Godoy, do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione, da Universidade Federal do Rio de Janeiro:

— Tanto o cigarro como a junk food ou o chocolate ativam áreas específicas do cérebro, e o prazer é imediato. Por isso o consumidor quer mais — explicou o endocrinologista, que defende campanhas de conscientização em relação aos alimentos altamente processados em âmbito mundial. — Como já aconteceu com o tabaco, igualmente viciante.

O chocolate lidera esse ranking, seguido por sorvete, batata frita, pizza, biscoito, salgadinhos e bolo. Da lista total, com 35 itens, os 15 mais viciantes são processados.

Feijão sem molho ficou em último, atrás de brócolis, pepino, água, arroz integral, cenoura, banana e salmão, nessa ordem.

Da lista total, 18 alimentos eram altamente processados, gordurosos, com farinha branca e açúcar refinado. E os outros 17, itens naturais como banana, cenoura e nozes.

O grupo recrutou 120 estudantes universitários e pediu para que preenchessem uma versão da Yale Food Addiction Scale, uma escala que mede os “comportamentos alimentares viciantes”. Eles tiveram de escolher aquelas comidas que estavam mais associadas a comportamentos aditivos. Numa segunda etapa, on-line, os cientistas decidiram confrontar voluntários, cerca de 400 participantes. E novamente os processados venceram.

— Como a absorção é rápida, o corpo precisa jogar muita insulina no sangue para dar conta do açúcar. Depois desse pico do hormônio, quando o sangue registra a queda brusca do açúcar, a pessoa fica com vontade de comer de novo e criar aquela mesma situação — explicou Thaianna Velasco, nutricionista funcional e membro do Conselho Regional de Nutricionistas RJ/ES.

Thaianna comentou que até pessoas saudáveis, que não costumam exagerar nas frituras, podem ter momentos viciantes. E, muitas delas, desconhecem o efeito dessa “bomba”.

— A nutrição é assunto recente. A população precisa de mais informação sobre os processados. E acho fundamental que se comece uma ofensiva a indústrias e grandes marcas para que comecem a produzir alimentos mais saudáveis — declarou, ao lembrar que há vários alimentos com açúcar oculto.

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou novas diretrizes em relação ao consumo de açúcar pela população (até 10% da ração diária, o equivalente a um quarto de xícara). E alertou justamente para a ingestão de açúcares ocultos, em pães, molhos e bebidas com gás, por exemplo.

CHOCOLATE É O QUE MAIS VICIA

O psiquiatra Arthur Kaufman, docente no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, responsável por uma pesquisa com um grupo de voluntários com compulsão por chocolate, afirmou que o vício no doce — líder da lista de Michigan — vai além do açúcar e do carboidrato refinado.

— O chocolate tem tiamina, uma das vitaminas do complexo B que é importante na produção de energia, e feniletilamina, um neuromodulador de sinapses do cérebro similar à anfetamina. Além disso, suas características sensoriais, como textura, aroma, cor, sabor e o fato de derreter na boca, além da sua composição de nutrientes (gordura e açúcar), leva ao craving (desejo) — detalhou Kaufman.

Erica Schulte, doutoranda em Psicologia Química da Universidade de Michigan, uma das coautoras da pesquisa, lembrou que o chocolate, apesar que conter várias outras substâncias que dão prazer, se encaixa no grupo dos processados que, segundo ela, “são feitos exatamente para causar essa compulsão”.

— Não temos certeza como a cafeína ou outras substâncias podem ter contribuído para o chocolate estar associado a um comportamento alimentar viciante. Mas é altamente processado, assim como outros itens que causam dependência — explicou Erica, por e-mail, ao GLOBO. — Ao mesmo tempo, os participantes desse estudo não informaram consumo viciante de itens não transformados. Na natureza, não há alimentos com níveis elevados de açúcar e gordura. Ou são ricos em gordura (o pistache, por exemplo) ou açúcar (caso das bananas). Nunca juntos. Isso ressalta que o chocolate, a batata frita e seus semelhantes podem ser transformados exatamente com esse objetivo.

Dia do Chocolate (Foto: Pexel)

Foto: Pexel, extraída de: https://revistamarieclaire.globo.com/Lifestyle/Comida/noticia/2022/07/dia-mundial-do-chocolate-5-receitas-deliciosas-de-chefs-para-comemorar.html

– 5 comportamentos que não podem ser confundidos:

Não confunda certas atitudes. Abaixo:

– O estresse que faz você engordar!

Sempre se discutiu sobre os malefícios de uma rotina estressante. Na vida profissional e pessoal, diante de tantos percalços e preocupações, é natural que tudo isso traga como resultado da fadiga o mau humor e a necessidade de descanso.

O que se sabe agora é: o estresse não só traz complicações de relacionamento mas resulta também no acúmulo de peso!

Quem sabe umas boas férias não fará a gente emagrecer, né?

Extraído de: https://istoe.com.br/95126_COMO+O+ESTRESSE+FAZ+VOCE+ENGORDAR+PARTE+1/

COMO O ESTRESSE FAZ VOCÊ ENGORDAR

A ciência descobre que as mudanças no organismo causadas pela tensão diária levam ao ganho de peso

Por mais de uma década pairou sobre o estresse a suspeita de influenciar diretamente o ganho de peso. Ela estava basea­da principalmente na observação cotidiana de especialistas como o endocrinologista paulista Alfredo Halpern, chefe do Serviço de Obesidade do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC/SP)e um dos mais experientes da área. “Sempre percebi que ele é um fator muito importante para a maioria dos pacientes que atendo”, diz. Mas não havia provas científicas disso. Agora há. Elas emergem de diversos estudos mundiais financiados por entidades como o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), um dos mais importantes do planeta em matéria de pesquisas e desenvolvimento de políticas de prevenção de doenças. Só no ano passado, o NIH destinou US$ 37 milhões para as investigações sobre comportamentos associados ao aumento de peso com a finalidade de encontrar intervenções efetivas contra a epidemia de obesidade – um problema que atinge, atualmente, cerca de 400 milhões de pessoas no mundo. A estimativa é ainda mais preocupante se forem contabilizados os indivíduos com sobrepeso. “O número sobe para cerca de 1,5 bilhão”, diz o endocrinologista Walmir Coutinho, recém-eleito presidente da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade (Iaso).

Nos trabalhos, o estresse tem surgido como um dos mais fortes responsáveis pela subida dos ponteiros da balança. Um exemplo é o estudo realizado por Diana Fernandez, da área de medicina preventiva da Universidade de Rochester, nos EUA. Ela observou 2.782 empregados de uma fábrica de Nova York e constatou que o estresse vivenciado em uma fase de demissões aumentou muito a procura por comidas ricas em gorduras e calorias – elas desapareciam rapidamente das máquinas onde eram vendidas. Mas as complicações causadas pelo estresse foram além. Os trabalhadores disseram não ter tempo para comer bem ou fazer atividade física na hora do almoço porque tinham medo de sair de suas mesas de trabalho por muito tempo. Cansados física e emocionalmente, à noite a maioria se dedicava a ver televisão. “Os que assistiram a quatro horas por dia ou mais tiveram 150% mais chances de se tornar obesos”, disse a especialista à ISTOÉ.

O mesmo fenômeno foi verificado em outro experimento, desta vez feito com animais. O cientista Mark Wilson, da Universidade Emory (EUA), queria também saber se viver em ambiente estressante levava ao consumo de comidas ricas em calorias. Para isso, ele observou o comportamento alimentar de fêmeas do macaco rhesus. Entre esses animais, algumas dominam as outras. As que são submetidas geralmente acabam vítimas de agressão constante, o que as deixa em situação de estresse crônico. Após o experimento, Wilson constatou que a tensão fez com que os animais engordassem. “As fêmeas subordinadas comeram maiores quantidades e várias vezes por dia. Também preferiram os alimentos mais calóricos. Por isso, ganharam peso em ritmo acelerado”, disse Wilson à ISTOÉ.

Por causa de achados como esses, muitos especialistas começam a defender mudanças nos relacionamentos pessoais e profissionais – visando à diminuição do estresse – também com o objetivo de conter o avanço da obesidade. “Os resultados devem ser levados em conta na formulação de estratégias contra o problema”, diz Carol Shively, da Wake Forest Baptist Medical Center. Uma das propostas é que os programas de bem-estar no trabalho examinem a estrutura organizacional e forneçam meios práticos para minimizar o estresse. Além disso, é necessário dar condições para romper o sedentarismo. Uma delas, praticada por poucas empresas no Brasil, é ter uma área equipada para as pessoas se exercitarem antes, durante ou depois do expediente.

Comprovada a conexão estresse-obe­sidade, a pergunta que surge é: por quais mecanismos ele resulta em ganho de peso? À luz das recentes descobertas, é possível depreender que ele modifica as respostas do corpo à comida de uma forma extremamente intensa. “Está ficando claro que o estresse crônico altera as respostas do organismo e leva à obesidade”, afirma a endocrinologista Maria Fernanda Barca, do Grupo de Tireoide do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Os estudos estão mostrando que as transformações impostas pelo estresse e que resultarão nos quilos a mais ocorrem em diversas frentes. A mais importante, com repercussões bastante amplas, está relacionada aos níveis de cortisol. O hormônio está associado ao estado de prontidão do organismo. Seus níveis sobem algumas horas antes de acordarmos por ordem do hipotálamo, uma estrutura localizada na base do cérebro que recebe informações do corpo e regula as nossas reações. Ele instrui, por exemplo, as glândulas suprarrenais a liberar o cortisol para que, nesse momento, ele atue como uma espécie de despertador.

De ação prolongada, sua quantidade no sangue cai gradativamente ao longo do dia, chegando a taxas mínimas no final da tarde, numa preparação para o relaxamento da noite. Ou pelo menos deveria ser assim. “Condições como a insônia, a depressão e o estresse crônico mantêm o cortisol alto o dia todo, induzindo o corpo ao alerta constante”, diz a psicóloga Ana Maria Rossi, de Porto Alegre, presidente da Isma-br, entidade internacional voltada para o estudo do gerenciamento do estresse. Um dos resultados dessa exposição sem descanso é que indivíduos em estresse prolongado produzem duas a três vezes mais cortisol do que o normal.

No que se refere aos mecanismos de controle ou ganho de peso, isso é um desastre. O cortisol excessivo representa um sinal de perigo que o corpo traduz como uma ordem para poupar energia diante de uma iminente situação de emergência. Para que a operação seja executada, desencadeia-se uma série de fenômenos. Um deles foi revelado por cientistas do Garvan Institute of Medical Research, da Austrália. Em trabalho com cobaias, eles constataram que, sob estresse crônico, o corpo libera a molécula Y (também chamada de neuropeptídeo NPY). Ela desbloqueia alguns receptores – uma espécie de fechadura química – das células de gordura. O que acontece depois? Como se tivessem recebido uma dose de fermento, as células crescem em tamanho e número.

Mas os pesquisadores verificaram ainda algo tão ruim quanto esse mecanismo. Os animais estressados não só criaram mais gordura corporal como apresentaram diferenças significativas na forma como ela foi armazenada: a maior concentração foi na barriga. “O cortisol favorece o acúmulo de gordura na região abdominal”, explicou Herbert Herzog, coordenador do trabalho. É justamente esse tipo de obesidade que mais preocupa os médicos. É sabido que ela torna os indivíduos mais suscetíveis ao depósito de placas de gordura nas artérias, à doença cardíaca e à diabetes. Existem algumas teorias que explicariam a razão do acúmulo no abdome em situação de estresse. “Estudos mostram que o tecido gorduroso na região da barriga tem receptores para o cortisol”, diz o médico Coutinho, da Iaso.

A ciência descobriu que as alterações hormonais agem também sobre outro mecanismo do corpo: o sistema endocanabinoide, com receptores nervosos no cérebro, fígado, nos músculos e na gordura. Ele desempenha um papel importante no controle do gasto e do acúmulo energético e no metabolismo de gorduras e açúcares. “Uma vez ligado, determina que o corpo guarde mais reservas. E é exatamente isso o que acontece na presença do estresse”, diz o endocrinologista Halpern.

Para piorar, este mesmo sistema está vinculado ao processamento da compensação, quando o corpo, de alguma maneira, procura algo que lhe dê prazer para compensar algum sofrimento. Dessa maneira, submetido a uma tensão diária, ele vai trabalhar de forma a forçar o indivíduo a achar algo que o alivie. Uma das saídas mais efetivas disso, pelo menos do ponto de vista cerebral, é aumentar o consumo de comidas saborosas, ricas em gorduras e açúcares. E lá vão pacotes de biscoitos, barras de chocolates e pães. Isso ocorre porque esses alimentos, indiretamente, provocam o aumento da produção da serotonina, conhecida como o hormônio do bem-estar. Ela relaxa, alivia as sensações dolorosas e até induz ao sono. Portanto, inconscientemente, ingerimos guloseimas quando estamos estressados para responder a um pedido do corpo por mais bem-estar. O problema – e a grande armadilha – é que os alimentos desta categoria são os mais engordativos.

Passa pelo mesmo sistema outro processo recentemente revelado vinculado ao ciclo estresse-obesidade. Cientistas do Scripps Research Institute, na Califórnia, descobriram que, se o organismo for privado subitamente de um alimento que lhe dava conforto – em geral os fatídicos doces e massas –, responde da pior maneira possível. “Ocorre um estresse cerebral e o desencadeamento de uma reação exagerada”, explica Eric Zorrila, coordenador da pesquisa. Na verdade, a pessoa torna-se vítima de uma crise de abstinência, semelhante à que acontece em casos de dependência de drogas. “O cérebro procura voltar ao seu padrão, ao vício de comer alimentos saborosos”, diz Zorrila. Sua conclusão baseia-se em estudo que fez usando ratos. Ele observou que o mecanismo registrado nos animais que tiveram sua dieta alterada segue um roteiro igual, no que se refere à ativação de vias moleculares, ao que é deflagrado na dependência química de álcool e drogas. Em ambos os casos, está envolvida a amígdala, uma estrutura do cérebro relacionada às emoções. “Acreditamos ter revelado uma das bases neuroquímicas que podem resultar no efeito ioiô. Vimos que mudar radicamente de dieta, tirando de uma hora para outra os alimentos a que se está acostumado não é uma boa estratégia”, diz Zorrilla.

Esses novos conceitos vão ao encontro do raciocínio da psicóloga Ana Rossi, de Porto Alegre. Ela trata seus pacientes estressados e obesos com uma técnica que reforça as atitudes positivas em vez de simplesmente enchê-los de restrições. “O cérebro não consegue converter ordens negativas em positivas e mudar comportamentos. Por isso, em vez de privar, é melhor dar instruções positivas”, diz ela. Como seria isso? “É mais eficiente para mudar um hábito eu me imaginar saciada com salada e apenas um pedaço de filé do que tentar colocar na mente que não posso comer carnes gordurosas”, explica a psicóloga.

Mais uma frente que começa a ser decifrada são as relações e as consequências da dobradinha estresse e ansiedade. Algumas respostas começam a vir à superfície. Um estudo realizado pela Universidade de Yale (EUA) acaba de revelar, por exemplo, que a insônia – sintoma evidente da presença das duas condições – contribui de forma expressiva para o ganho de peso. De acordo com o trabalho, ela hiperestimula neurônios do hipotálamo. “Essas células nervosas são muito sensíveis ao estresse. Se forem excessivamente ativadas, podem levar a reações exageradas, como comer demais”, diz o pesquisador Tamas Horvarth, um dos autores do trabalho.

A informação já está servindo para nortear o trabalho dos especialistas. “Peço às pessoas com problemas de peso e sono para adotarem medidas para regularizar as duas coisas, em vez de tratar apenas um ou outro”, diz a nutricionista Noádia Lobão, de Niterói, no Rio de Janeiro. Nas suas consultas, a especialista faz um levantamento aprofundado da qualidade do sono antes de estabelecer uma dieta e costuma indicar chás de camomila ou erva cidreira e doses de fitoterápicos à base de maracujá para ajudar os pacientes a relaxar na hora de ir para a cama. No consultório do cirurgião plástico Rodrigo Federico, de São Paulo, pacientes nitidamente ansiosos também recebem orientação específica. “Oriento para que façam sessões de terapia antes de operar. O estresse pode dar um efeito rebote e levar a pessoa a recuperar o que perdeu”, diz ele.

Embora os pesquisadores saibam que ainda há muito a entender sobre a questão estresse e ganho de peso, a maioria já está feliz com as descobertas realizadas até agora. “Conseguimos identificar uma parte do caminho, da cadeia de eventos moleculares que liga a obesidade e o estresse crônico”, diz o pesquisador Herbert Herzog, da Austrália. Portanto, a partir de agora, se o médico sentar-se à sua frente na próxima consulta e disser simplesmente que o problema é que você come mais calorias do que gasta, desconfie. Ele não está errado, é verdade. Mas, antes de iniciar o tratamento, é preciso saber exatamente o que está levando você a cair nesse ciclo. Pode ser o estresse. E ele deve ser tratado também.

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