– Não ter e fazer?

Nas empresas – e também em nosso dia-a-dia pessoal, o grande desafio é: o que fazer na carência e/ou carestia?

Continuar e tentar, é a resposta! 

Uma reflexão, abaixo:

– Quer Gelo mas não “enche a Forminha”? Tenha atitude!

Uma verdade nesta imagem abaixo: como as pessoas querem ganhar as coisas, mas não se esforçam para tal? Muitos vivem à espera do assistencialismo, da ajuda e não do suor.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Metas para buscar prosperidade.

Sem trabalho, planejamento e oportunidade, dificilmente conseguiremos fazer alguma coisa.

Nada de acaso! “Sorte” é algo muito relativo.

Gostei desta dica, abaixo:

– As opções e riscos das decisões.

Das coisas que você opta na vida, elas têm tido um custo aceitável ou você tem sacrificado uma quantidade razoável de bem estar (e que não recuperará)?

Pense nas trocas e nas benessespois isso é necessário diariamente.

bomba.jpg

– O “VAR” da nossa Vida: já fez uma auto-reflexão?

Essa fala em tom de brincadeira, surgida por um amigo ao acaso, abaixo, faz sentido. Leia:

“Uma lição do futebol moderno que eu ouvi: ‘Quero um VAR para rever minha vida e verificar onde eu errei’. Mas, cá com meus botões: eu devo mudar minhas decisões?”

(Anônimo)

E aí: mudar ou não o passado? Faria algo diferente?

Difícil dizer alguma coisa…

Resultado de imagem para Vida

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

IN ENGLISH –

This comment, said in jest and which came from a random friend, makes sense. Read:

“A lesson from modern football that I heard: ‘I want a VAR to review my life and check where I went wrong.’ But, to myself: should I change my decisions?”

(Anonymous)

So: change the past or not? Would you do something different?

It’s hard to say…

– Homo sapiens lepidopterus (oldies!!).

Homo sapiens lepidopterus quel che succederà in un viaggio è sempre imprevedibile, come per un nuovo amore che si affaccia pieno di promesse …. …

Continua em: Homo sapiens lepidopterus (oldies!!)

– Resiliência, a virtude dos nossos dias?

Ter resiliência é a virtude dos dias atuais?

RESILIÊNCIA, A PALAVRA DA MODA

Por Walcyr Carrasco

De tempos em tempos uma palavra ou expressão entra em moda. Todo mundo fala sem saber exatamente o que é. Quando eu tinha meus 20 anos e estudava História na Universidade de São Paulo, a expressão de ordem era “má consciência”. Significava genericamente a consciência pesada do burguês diante de seus lucros, por explorar o proletariado. Estendia-se a todos que, de alguma maneira, não se alinhassem com a crítica esquerdista a qualquer coisa neste mundo. Demorei um pouco para perceber que os ricos não tinham má consciência, a não ser alguns herdeiros desajustados. A maior parte prefere desfrutar os lucros em iates, casas de praia luxuosas, restaurantes, roupas, carros a refletir sobre a exploração do proletariado. A expressão deixou de ser usada. Nas últimas décadas, termos psicológicos entraram para o cotidiano. As pessoas usam a psicologia sem a menor noção do que estão falando. Você certamente já ouviu alguém dizer:

– Ele fez isso por ser traumatizado com o pai.

Pobre Freud, deve se retorcer na cova! Peça para explicar o que é traumatizado. Gagueira total. Mas a palavra trauma entrou para o vocabulário como quem fala de alface, abóbora, cenoura. Há menos tempo, a palavra foi psicótico. Leigos não sabem bem o que é psicopatia. Mas ouviram falar que, em cada dez, um ser humano é psicopata. Seu vizinho, talvez. Mais: ouviram também que nem todos os psicopatas são assassinos, mas têm uma lacuna na emoção. São capazes de usar sua generosidade para se aproveitar de você. Tornou-se comum dizer:

– Acho que ele é meio psicopata.

Meio?

A palavra da moda é resiliência. Primeiro pensei que era xingamento. Depois, que talvez fosse algo bom. Enfim, fui ao Google. Na Wikipédia, resiliência é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas, sem entrar em surtos psicológicos (no sentido primário, é a capacidade de um material se deformar sob pressão e depois voltar à forma original, em vez de ficar deformado, quebrar-se ou romper-se). Ou seja, é algo bom. Descobri que sou o próprio exemplo da resiliência. Em situações de estresse, desligo a reação emocional. Fico calmo, calmíssimo. Certa vez, um amigo desmaiou no corredor de um hotel na Turquia, tarde da noite. Tranquilo, fui pegar a chave do meu quarto, aberto, para poder voltar. Depois achei a chave dele em seu bolso. Abri a porta de seu quarto. Consegui, não sei ainda como (resiliência muscular?), levá-lo até a cama. Havia se cortado no supercílio. Lavei seu rosto. Ao acordá-lo, conversei. Faltava um dia para voltar. Seria melhor um hospital turco ou esperar a volta ao Brasil? Ele explicou: era uma doença não diagnosticada. Ele desmaia, de repente. Esperamos a volta. A doença não foi diagnosticada até hoje, mas ele está bem. Em nenhum momento senti a menor tensão. Isso é resiliência! Ainda bem, porque antes me achava psicopata. Uma palavra pode aliviar a vida de alguém!

A origem da palavra é latina. Vem do verbo resilire, que significa ricochetear, pular de volta. Em inglês, acrescenta-se o significado de “capacidade de recuperação após um golpe”. Tornou-se o diamante das novas técnicas motivacionais e psicológicas (o diamante é duro, e não resiliente, porque não se deforma, ou seja, não “aprende” com o golpe). Tornar alguém mais resiliente é fazê-lo mais apto às dificuldades da vida. Os conceitos já faziam parte do cotidiano da terapia. A palavra resiliência foi traduzida apressadamente. Antes bombou nos países de língua inglesa. Lá, era um termo comum. Aqui, tornou-se novidade.

E a última é agregar algo. Um amigo psicólogo disse:

Não quero trabalhar só a resiliência. Ao superar a situação, a pessoa avança. Aquilo que poderia ser uma experiência desagradável torna-se um fator positivo de crescimento.

Seria uma espécie de resiliência plus?

Escrevi este texto porque queria saber o que é resiliência.  Descobri que é uma espécie de guarda-chuva para vários conceitos. Resiliência pessoal, empresarial… tornou-se uma panaceia no campo da superação (outra palavra na moda).

Talvez a palavra “resiliência” ainda não tenha chegado ao seu cotidiano. Chegará. Moda é moda. Mas não faça questão de tornar-se um expert. As pessoas gostam de usar palavras inteligentes, mesmo sem saber bem o que é. Tranquilo. Palavras e expressões supostamente sábias são como cor de esmalte. Saem de moda. Depois vem outra.

Resiliência: 10 dicas se tornar uma pessoa mais resiliente | Vittude

– As brincadeiras aceitáveis dos torcedores de futebol.

A graça do futebol é o torcedor comum brincar com seu amigo, sem a pilhagem ou ódio que se vê por aí.

O meu espirituoso amigo são-paulino Daniel faz isso… olhe ele sacaneando os palmeirenses:

– Mudando seus comportamentos.

Gostei dessa imagem sobre novos e melhores costumes.

Avalie se não são realmente necessários:

– Autoconfiança: como anda a sua?

Compartilho interessante matéria sobre a autoconfiança: como alguns esportistas a afloraram e usaram os benefícios em suas conquistas – a inteligência motivacional / emocional!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/247219_DE+ONDE+VEM+TANTA+AUTOCONFIANCA+

DE ONDE VEM TANTA AUTOCONFIANÇA?

Como a inteligência emocional – além de golpes certeiros – ajuda o campeão Anderson Silva a nocautear adversaries

Por Rodrigo Cardoso

Psicopata Americano. O apelido dá a dimensão do quão durão pode ser o lutador americano Stephan Bonnar, 35 anos, quando solto dentro do octógono do Ultimate Fighting Championship (UFC), maior evento de MMA do planeta. No sábado 13, para o seu azar, ele teve de dividir o espaço no UFC Rio 3 com o maior atleta da história da modalidade, o brasileiro Anderson Silva. Aos 37 anos, invicto no torneio desde 2006, Anderson foi escalado às pressas e teve pouco mais de um mês para se preparar. Mesmo assim, ganhou a luta no primeiro round, depois de derrubar o americano com uma joelhada no tronco e nocauteá-lo com uma sequência de socos. Não foi, porém, a sua explosão muscular que surpreendeu quem assistia à luta. O brasileiro deu um show de autoconfiança, uma competência emocional própria de quem é dotado de autoconhecimento e pleno domínio do campo no qual atua. 

Isso ficou claro quando, antes de ele liquidar o oponente, baixou a guarda, encostou o corpo na grade e pediu que Bonnar o golpeasse. Entre uma esquiva e outra, Anderson levou socos no rosto, mas seguiu com a mesma tática. Com o Psicopata Americano a um braço de distância, encontrou brecha, ainda, para, no meio da luta, dizer “calma, calma” ao seu treinador, que, desesperado, gritava para ele não agir daquela maneira. O campeão, porém, não estava se exibindo ou caçoando do oponente. O que se viu ali foi uma demonstração de sabedoria. “Se fosse uma atitude egoica, Anderson iria se dar mal. Mas ele sabia o que estava fazendo. E a autoconfiança surgiu – como sempre ocorre – em um contexto que o sujeito domina”, afirma a professora de neurologia Denise Menezes, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), uma especialista em neurologia e medicina mente-corpo.

Essa habilidade mental não foi construída com socos em saco de areia ou levantamento de peso. A autoconfiança é uma condição que as pessoas desenvolvem ao longo da sua história. A avaliação das experiências vividas e de metas factíveis traçadas em um plano são o ponto de partida. “Na medida em que uma pessoa passa a ter vitórias na vida, mesmo que modestas, ela se sente reforçada a buscar algo maior”, explica a psicóloga do esporte Katia Rubio, da Universidade de São Paulo (USP). “Foi nesse processo que Anderson se tornou cada vez mais confiante a ponto de sua postura ser tida, inclusive, como uma pré-vitória sobre adversários suscetíveis a uma imagem predeterminada.” 

A vida de Anderson não foi fácil. Aos 4 anos, deixou São Paulo e foi morar com os tios, em Curitiba, porque seus pais não tinham condições de criá-lo. Lá, treinava boxe tailandês sem deixar de cumprir suas obrigações como atendente de uma rede de fast-food, onde trabalhou por sete anos. Do seu tio, um ex-policial, não se esquece do jeito como ele o encarava. É um exemplo clássico de alguém que aprendeu com a vida. Esse processo, segundo a professora Henriette Tognetti Morato, do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, Desenvolvimento e Personalidade da USP, potencializa a possibilidade de a autoconfiança surgir. Hoje, Anderson diz perceber no olhar do adversário quando esse titubeia. “Sempre falo para ele: ‘Se não sabe de onde veio e onde está, não sabe para onde está indo’”, conta Ramon Lemos, treinador de Anderson. Apesar de ser uma condição psíquica, a autoconfiança pode produzir respostas fisiológicas que deixam o indivíduo ainda mais seguro e hábil, de acordo com o psicobiólogo Ricardo Monezi, pesquisador do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. Anderson tem sua própria avaliação, que pode servir de bússola para os outros. “Acredito que a autoconfiança vem de você acreditar em si mesmo acima de tudo”, disse o lutador à ISTOÉ. “E de muito treino.”

– Respeitem o Vidal, sem criticá-lo!

Morreu o pai do jogador Vidal, chileno que atua no Flamengo.

O clube carioca joga a final da Copa do Brasil contra o Corinthians, e se especula (e se critica) se o jogador vai no funeral ou no estádio.

Pôxa, é problema dele. Provavelmente ele jogue, pois se noticia que o pai dele havia o abandonado e só se reaproximou depois da fama, sendo que não há vínculo afetivo.

Independente disso, a decisão do que fazer é do atleta – sem críticas!

– A mente e suas fraquezas: cuidado com a solidão!

Tenho sempre muito cuidado para que a mente esteja sã, pois ela pode nos trair involuntariamente.

Vi, por acaso, esse pensamento abaixo. E não é que ele tem razão?

Quem nos conhece melhor do que os outros, se não nós mesmos?

Na figura:

– A Arrogância de uma Juventude Mal Educada versus o Despojamento dos Jovens de Bem!

Quando somos mais novos, os hormônios estão a flor da pele. Isso faz com que a verdadeira instrução que recebemos em nosso lar floresça. E a partir daí você pode observar, em nossa sociedade, vários comportamentos, permitindo diferenciar os jovens por “bem ou mal” educados; respeitosos ou folgados; inteligentes ou burros; de boa formação familiar ou delinquentes. 

Me pesa ver alguns membros da juventude do país desprezando a experiência dos mais velhos, achando que sabem tudo e que o “mundo começou com eles”, desprezando o passado! Acham-se donos da verdade, acima de qualquer julgamento e pior: em muitos momentos, mesmo com comportamento agressivo, praticam o “mi-mi-mi” quando interessam a si próprios!

Tudo isso pode ser chamado de: mania de perseguição (pensam que tudo se refere a eles e que são vítimas sociais), falta de regramento social (não aprenderam a ter limites) e ausência de comprometimento com as causas alheias (só pensam no interesse do grupo a que pertencem). Uma pena!

Felizmente, por outro lado, há aqueles que pensam no coletivo, no respeito ao próximo e no aprendizado contínuo. Têm a força da juventude e o desejo de mudar, somada à sanha incansável de aproveitar os conhecimentos dos mais experientes. Respeitosos, esses jovens tornam-se uma parcela diminuta mas solidária; responsável e comprometida por um mundo melhor e mais civilizado. 

Difícil falar em cidadania com aqueles que tem o adversário como inimigo; no contraponto, é fácil falar em sociabilidade quando o espírito de bandidagem e arruaça não existe dentro da pessoa!

Lutemos pela educação dos nossos jovens. Urgente!

Imagem relacionada

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Por que esperar até o Ano Novo para Novos Hábitos?

No final do ano, as pessoas costumam fazer planos, pensar em coisas melhores, enchem-se de esperança para o novo período. Alguns fazem listas de metas e objetivos; outros, ao contrário, se deprimem.

Mas se o assunto é mudar de vida, por quê precisa-se esperar a nova data?

Precisamos ter desejo de mudar (para melhor) sempre!

Se quer emagrecer, comece hoje!

Vai mudar de hábitos? Mude-os agora.

Durante minhas madrugadas de insônia, costumo conversar com Deus. E o ambiente de silêncio é excepcional para se ouvir bem a voz dEle. E nesses bate-papos, sempre fica o convite da mudança, ou melhor, da conversão diária. E ela consiste em: ser mais paciente; reclamar menos, envergonhar-se nunca, agir e nunca se omitir, sorrir mesmo quando dói, entusiasmar o próximo, ser amigo e solidário e… viver!

Difícil?

Quando vivemos cansados, reclamando, indispostos e rabugentos, isso se torna algo crônico em nós. Mas é preciso coragem, disposição e fé.

Que tal começar hoje o que você (e eu me incluo aqui) planeja fazer em 01 de janeiro?

images.jpg

Imagem extraída de: https://patricinhaesperta.com.br/sem-categoria/saia-da-zona-de-conforto

– Diretora de Faculdade Mostra Cidadania com Simples Suportes de Papel Higiênico.

Um suporte de papel higiênico (aquele rolinho que você coloca dentro do rolo de papel) é algo barato, não?

Através da luta contra assaltos a “rolinhos de papel higiênico”, uma diretora de faculdade da Bahia mostrou como é importante o respeito ao espaço público e como a luta contra a bandidagem começa pelas pequenas coisas.

Este texto é do Prof Dr Paulo Costa Lima, da UFBA, e o original pode ser acessado CLICANDO AQUI.

FACULDADE ELIMINOU ROUBOS REPONDO OBJETO FURTADO 241 VEZES

Ela decidiu peitar a bandidagem…

Minha amiga era vice-diretora da faculdade de arquitetura e o pessoal da limpeza vivia atazanando seu gabinete… Todo dia sumiam aqueles rolinhos, como é o nome daquilo..?

Aquele negócio redondinho que antigamente era de madeira e tinha uma mola por dentro, hoje é de plástico…

Entra nos dois furos da parede e segura o rolo de papel higiênico.

Ela chegava todo dia e era o mesmo caso. Roubaram os rolinhos. Não tem onde botar o papel. Os banheiros sujos. Os rolos de papel no chão, ou pior, desenrolados na cesta de lixo. Privada entupida… Pode um negócio desses?

Pensou, pensou, e acabou achando uma solução completamente original. Mandou comprar 480 rolinhos e decidiu entrar na briga. Roubavam um rolinho, ela repunha imediatamente. Roubavam 2, 3, 20 rolinhos e lá estava o substituto, novinho em folha, na cara (e nos fundilhos) dos contraventores.

Ficou com uma sensação muito boa de que com ela ninguém podia. Nem a bandidagem. Onde já se viu? Roubar os rolinhos do suporte, na intimidade do alívio de cada dia…

Não podia botar câmeras. Isso foi no início dos 90. E mesmo não ia dar certo. A universidade pública. Iam pensar que a diretoria estava filmando as pessoas nuas sabe-se lá pra quê…

Preocupava-se com o aspecto de contravenção do seu próprio ato administrativo. O que diria ao Reitor sobre esse gasto excessivo com rolinhos de suporte para papel higiênico?

Não sabia onde a coisa iria parar. Até quando iria ter que comprar pacotes de 480 acessórios? O que diria a Divisão de Material?

Mas o espírito da luta, e a nobreza da causa acabaram falando mais alto. E também pensava na economia com o gasto de papel. Afinal, teria alguns argumentos. Continuou repondo e repondo…

Quando chegou em 241 os roubos pararam. Educação completa. Ela havia vencido a guerra e não apenas uma batalha. O ladrão deve der ficado absolutamente decepcionado. Imagine que a casa dele já não devia ter lugar onde botar essas tralhas desses rolinhos…

Acho que a minha amiga realizou um experimento inusitado de enfrentamento da contravenção.

Flexionando o espaço-tempo da propriedade gerou uma abundância artificial que eliminou o sentido do roubo.

Já pensou se esse pequeno modelo se espalha? Teria que dar dinheiro para todos os ladrões e todos os corruptos até que eles não quisessem mais… seria o fim da bandidagem e do capitalismo… (rsrsrs)… o fim da pena de morte por corrupção na China?

E tem mais. Ela demonstrou até onde deve ir essa história de tolerância zero. A violência começa nos banheiros, no desrespeito ao outro…

Leituras e associações:

1. a noção (ou falta de noção) do espaço público entre nós;

2. falha estrutural do contrato social: levar vantagem;

3. também acontece com livros nas bibliotecas públicas, muitas vezes levados por gente tida como acima de qualquer suspeita;

4. não é um problema dos pobres, que muitas vezes são bem mais decentes que médios e ricos;

5. o banheiro público aciona espaços discursivos aparentemente caóticos, típicos dessa situação – o palavrão, a obscenidade, a infâmia, o humor rasgado -, marcas culturais dos “sem contrato”;

6. os comentários da internet (inclusive no Terra) retomam muitas vezes esse ambiente, que alia franqueza bruta e falta de limite quase perversa com relação ao ‘outro’; existe o outro?

7. violência e pertencimento (ou falta de pertencimento) se interpenetram o tempo todo;

8. esse é um grande tema para a campanha presidencial.

9. na contramão de tudo isso: um projeto maravilhoso de caixas de livros nos pontos de ônibus; o sujeito leva o que quiser pra casa (depois traz de volta, lido); está acontecendo na cidade de Vitória da Conquista, interior da Bahia.

images.jpg

Imagem extraída da Web.

– Sinergia ou Entropia?

Mente aberta (buscando sinergia) ou mente fechada (promovendo entropia)?

É você quem decide o rumo da sua vida.

Refletindo em: https://youtu.be/J1_edvD9QLk

 

– Os Tipos de Comentaristas na Internet

Existe muita gente bacana comentando posts na Internet, não? Há os chatos, há os fanáticos e os malucos também.

Abaixo, uma classificação bem verdadeira:

(Extraído da Superinteressante, Ed Outubro/2014, pg 89).

COMO IDENTIFICAR OS BICHOS DIGITAIS

– Povo da Zoeira:

Posta conteúdos engraçados em discussões alheias, muitas vezes mudando o rumo da conversa para coisas anárquicas.

– Extremista Político:

De direita ou de esquerda, uns defendem o nazismo ou chamam de nazista quem discorda deles. Radicais.

– Sabichão:

Sommelier de qualquer coisa, tem opinião formada sobre tudo. Gosta de insultar a suposta ignorância ao seu redor.

– Ista:

Sonistas (fãs da Sony) e nintendistas (da Nintendo). Defendem suas marcas de games como torcidas organizadas. Ocorre também com Apple x Google x Windows.

– Conspirador:

Culpa tudo na conta do Governo. Ou duvida de tudo o que a grande mídia diz.

– Monossilábico:

Limita a participação como “legal” ou somente “lixo”.

– Troll de raiz:

Usa o anonimato para assediar outros usuários, sutil ou agressivamente.

– Fofo:

Traz sempre novas informações as discussões e responde pacientemente a todos.

– Confuso:

Xinga, mas é difícil dizer o quê e por quê. Dispara um repertório de clichês e preconceitos, mas não dá para entender o que defende.

E aí, que tipo de comentarista você é na Internet?

bomba.jpg

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Pare de Reclamar!

Uma imagem que diz tudo:

Imagem

Imagem extraída do Link de: https://www.linkedin.com/posts/aline-bravo-coach_carreirafeliz-paz-sucesso-activity-6982783766050017280-ukUN?utm_source=share&utm_medium=member_desktop

– Dê o melhor de si!

Cortella é um dos grandes nomes da filosofia “popular” brasileira. E esse conselho é perfeito: seja o melhor que puder com as coisas que você tem! Se tiver mais, esforce-se ainda mais.

Veja só:

– O trabalho humano.

Não adianta apenas estudar as ferramentas relativas à sua área de atuação no trabalho. Há de se capacitar com virtudes pertinentes aos nossos dias!

Aqui, um rol de necessidades:

– Misturando Drogas: Ecstasy, Cocaína e Remédios. A Imprudência e a Idiotice de Jovens desloucados!

Abomino qualquer defesa sobre o uso de drogas. Nem comentarei nada neste post. Convido apenas aos amigos a lerem tais absurdos:

Extraído de: http://veja.abril.com.br/211009/musica-sexo-loucura-p-134.shtml

MÚSICA, SEXO E LOUCURAS

Para potencializarem o efeito de drogas como o ecstasy e a cocaína, jovens as misturam a anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids

por Kalleo Coura

Fazem parte da natureza dos jovens a imprudência e o desejo de experimentar novas sensações. Resultado frequente da combinação desses fatores, o uso de drogas, sobretudo nas baladas ou “nights”, tornou-se prática tão comum que a maioria das casas noturnas faz vista grossa para elas. Só que agora a imprudência e a vontade de experimentar sensações desconhecidas vêm conduzindo os frequentadores de clubes e raves a um comportamento de duplo risco: além de usarem nas pistas substâncias ilegais de todo tipo, muitos passaram a misturá-las com um coquetel de drogas farmacêuticas de acesso fácil e efeitos, algumas vezes, devastadores. Anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids ingressam facilmente nos clubes para ser consumidos com cocaína e comprimidos de ecstasy. “Muitos usuários acreditam que, por se tratar de substâncias legais e manipuladas em laboratórios farmacêuticos, elas são mais seguras”, diz o americano Thomas McLellan, diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. Nada mais falso – em especial, quando combinadas a outras.

Nos Estados Unidos, o uso “recreativo” de analgésicos – ingeridos sozinhos ou misturados a outras drogas – já é a causa de 40% das 22 400 mortes anuais provocadas por overdose. “Alguns desses analgésicos têm toxicidade superior à da heroína vendida nas ruas”, diz McLellan. No Brasil, vem se popularizando nos clubes noturnos o coquetel conhecido por “bomba”. Vendido a 200 reais, ele inclui uma cápsula de ecstasy, uma pílula para impotência e dois comprimidos de antirretrovirais. A lógica distorcida por trás do uso da combinação é que o remédio contra a impotência evita o efeito vasoconstritor do ecstasy e possibilita a ereção, enquanto o antirretroviral “protege” contra o vírus HIV em uma eventual relação sexual sem camisinha. “O uso conjunto dessas drogas é um desvario”, diz o infectologista Juvencio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. No Brasil, médicos de fato prescrevem antirretrovirais para quem não tem o vírus HIV e foi, ou pensa ter sido, exposto a ele – caso de mulheres que sofreram abuso sexual ou de profissionais de saúde que foram vítimas de acidentes durante uma cirurgia, por exemplo. Para evitarem o contágio, eles usam um coquetel de três antirretrovirais – mas ao longo de um mês, e não por uma noite. “Não há nenhuma comprovação de que uma única dose de antirretroviral antes de uma noite de sexo sem proteção produza efeito”, diz o infectologista Artur Timerman.

Se como salvo-conduto para o sexo sem camisinha o coquetel é uma fraude, como estimulador do sexo ele atende às expectativas dos usuários – ainda que à custa de efeitos colaterais diversos. O fato de antirretrovirais como o Norvir inibirem o metabolismo de algumas das substâncias presentes no Viagra e no ecstasy faz com que os efeitos das duas substâncias perdurem no organismo – no caso do Viagra, a ponto de possibilitar ereções por até 48 horas. O infectologista Juvencio Furtado afirma que, entre os jovens que frequentam o seu consultório mensalmente, de dois a três relatam ter feito uso da “bomba”.

Comprar drogas nunca foi tão fácil. Sintéticas ou ditas “naturais”, elas estão disponíveis na internet à velocidade de um clique. Numa busca rápida, a reportagem de VEJA localizou dez traficantes que ofereciam ecstasy e LSD em comunidades ligadas a raves. De acordo com o delegado do Departamento de Investigações sobre Narcóticos da Polícia Civil de São Paulo, Reinaldo Corrêa, quase 80% dos traficantes de drogas sintéticas presos pela polícia do estado nos últimos meses têm curso superior ou estão fazendo faculdade. Isso quer dizer que, ao contrário do que ocorria até há pouco tempo, não é preciso subir morros ou aventurar-se em favelas para comprar drogas – o traficante está logo ali, ao alcance do usuário: é seu colega de classe ou de balada.

Imprudência, curiosidade e, agora, fartura: diante da facilidade com que adquirem drogas, jovens transformam a si próprios em cobaias. O ecstasy, por exemplo, a mais popular das drogas sintéticas nos clubes noturnos, raramente é ingerido sozinho. Uma pesquisa feita em 2005, com 1 140 usuários brasileiros da substância, mostrou que – antes, durante ou depois de consumi-la – 97% dos entrevistados usaram uma outra substância, legal ou ilegal, com o objetivo de potencializar o efeito do comprimido ou anular sensações indesejadas causadas por ele. É o caso do empresário paulistano Rodrigo (os nomes nesta reportagem são fictícios), de 30 anos. Depois de ingerir ecstasy, ele costuma aspirar ketamina, um anestésico de uso veterinário indicado principalmente no tratamento de cavalos. “O efeito da bala (gíria que designa o ecstasy) vem mais rápido e dura mais tempo”, diz ele. A alquimia não para por aí. Quando a festa chega perto do fim, Rodrigo toma uma dose de GHB (ácido gama-hidroxibutírico, usado no tratamento de narcolepsia e consumido como anabolizante nas academias). “É para dar um último fôlego e me ajudar a aguentar até as 7 da manhã”, diz.

A ketamina, também disponível na internet, é um líquido, mas pode ser aquecida num forno elétrico até virar pó, de maneira a ser aspirada pelos usuários como se fosse cocaína. Nos clubes noturnos, cada saquinho da substância, igualmente chamada de K (com a pronúncia inglesa da letra: “quei”), é vendido a 30 reais. Seu consumo pode provocar delírios, amnésia e a sensação de deixar o próprio corpo. “Alguns dos relatos de quem usa essa droga são similares às experiências de pacientes que quase morreram”, diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo. Para driblarem a segurança da entrada das casas noturnas (quando há segurança de fato), usuários do GHB levam a substância, líquida, disfarçada em recipientes de colírio ou perfume. Ecstasy e LSD passam facilmente despercebidos dentro das carteiras, quase nunca checadas pelos seguranças.

Muitas vezes, os jovens optam por consumir as drogas antes de chegar à balada, nos chamados encontros de “esquenta” ou “chill-in”, na casa de amigos. Foi numa dessas reuniões pré-balada que a vendedora Letícia, de 20 anos, chegou a misturar quatro tipos de droga, além do álcool: “Cheirei cocaína, fumei maconha, tomei ácido e ecstasy, tudo de uma vez”. O resultado foi uma “bad trip” da qual ela não gosta nem de se lembrar. “Agora, só misturo cocaína com álcool – e para poder cheirar mais”, diz.

São 3h15 da manhã num dos mais conhecidos clubes de música eletrônica em São Paulo. Para a maioria dos presentes, a noite mal começou. Para outros – como as duas garotas na faixa dos 20 anos que cambaleiam pela pista, despejando vodca em quem quer que passe à sua frente –, ela já está prestes a acabar. “Usamos bala (ecstasy) e tomamos três copos de vodca”, diz Júlia, uma das meninas. “O problema é que não jantamos antes de sair de casa por causa da dieta”, justifica-se. Depois de ver a amiga tateando o ar e cair mais de sete vezes no chão, ela decide pagar a comanda e partir num táxi, a salvo – pelo menos até a próxima festa.

drogas_to_fora.jpg

Imagem extraída da Web

O perigo é ser disponível

O psicólogo americano Thomas McLellan, um dos mais respeitados pesquisadores do mundo no tratamento de dependentes químicos, assumiu neste ano o cargo de diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. De Washington, ele falou a VEJA sobre os riscos do uso “recreativo” de remédios misturado ao de drogas ilegais. Para McLellan, não há uma droga que seja uma “porta de entrada” para o vício. “Os adolescentes usam o que está mais disponível.”

As drogas sintéticas podem viciar?
Todas as drogas sintéticas podem viciar, mas nem todas têm o mesmo potencial nesse sentido. Embora as razões não estejam claras, a maior parte das pessoas não se vicia em alucinógenos como ecstasy e LSD, por exemplo.

O número de mortes por overdose nos Estados Unidos é cinco vezes maior hoje do que na década de 70. Por quê?
Os opiáceos usados como analgésicos são hoje a droga mais prescrita no país. Se você for ao médico e disser que sofre de uma dor crônica, ele será quase obrigado a lhe prescrever um. A disponibilidade fez crescer o uso dessa droga, que é extremamente perigosa, sobretudo se misturada com álcool ou ansiolíticos. Outro fator é que os jovens, o grupo que mais morre de overdose, têm a falsa percepção de que essas drogas são mais seguras porque são feitas por empresas. Isso é mentira. O (analgésico) Vicodin é muito mais tóxico que a heroína vendida nas ruas. Em dezesseis estados americanos, o número de mortes por overdose já supera o de acidentes de trânsito. É uma situação alarmante.

Por que os Estados Unidos são o maior mercado consumidor de anfetaminas no mundo?
Nossa secretária de Estado, Hillary Clinton, disse que temos uma demanda insaciável por drogas. O que se sabe é que, nos países mais desenvolvidos, há um consumo maior de drogas. Aparentemente, ser viciado é um luxo. Quanto mais desenvolvido o país, mais problemas relacionados a vícios ele terá.

Por que o consumo de ecstasy tem crescido entre os adolescentes americanos, enquanto o de maconha diminuiu desde os anos 90?
Costumava-se pensar que a maconha fosse a porta de entrada para todas as outras drogas. Então, por muito tempo, buscou-se reprimir o uso da maconha para que o consumo de ecstasy e heroína fosse afetado. Não foi bem isso que aconteceu. Os adolescentes usam o que estiver disponível. Muitos garotos roubam drogas prescritas de suas avós para misturar com álcool. Isso nos leva a crer que não há algo como “droga de entrada”. Tudo depende da disponibilidade. Combinadas com álcool, essas drogas podem ser letais. Meu filho morreu assim.

Como isso ocorreu?
Há dezesseis meses, meu filho, de 30 anos, saiu para comemorar a formatura na universidade. Misturou álcool com ansiolíticos e remédios para dormir e teve uma overdose. Perder um filho é uma sensação devastadora. Fiquei terrivelmente perturbado. Trabalhei por 35 anos em pesquisas relacionadas a tratamento de dependentes e meu filho morreu dessa maneira. Pensava: o que é que estive fazendo nesses anos todos? Quando fui convidado para trabalhar no governo, pensei que pudesse ajudar outras famílias a evitar a tragédia que se abateu sobre a minha.

Ecstasy e anestésico para cavalos

Fernando Cavalcanti

“Comecei a consumir drogas neste ano. Já na primeira vez, usei bala (ecstasy) e GHB. Gosto de misturá-los com a ketamina, um anestésico de cavalos, para explorar as sensações dessas drogas em conjunto. Uma vez passei muito mal e tive de ficar na enfermaria. Via figuras geométricas e meu corpo não me obedecia mais – meus braços se mexiam sozinhos. Diminuí a dose de ketamina.”
César, 28 anos, produtor de documentários

Vale tudo

“Hoje, não faço nem metade do que fazia. Em doze horas de festa, tomava três comprimidos de ecstasy, dois ácidos, fumava uns oito cigarros de haxixe e bebia seis copos de vodca. Diminuí o ritmo porque ficava introspectivo e não tinha paciência para conversar. Mesmo assim, não dispenso essa combinação. Quando algum amigo tem anfetamina e efedrina, também ponho junto.”
Antônio, 23 anos, economista

“O mais ‘louca’ possível”

“Antes de sair, costumo comprar alguma coisa: quase sempre ecstasy e LSD. Quando não faço isso, sempre há um amigo de um amigo na balada que tem.
Já cheguei a gastar 400 reais em drogas e bebidas numa noite. Elas me deixam mais sociável. Uso ecstasy faz sete anos e sempre o misturo com álcool, cocaína e LSD. Gosto de ficar o mais ‘louca’ possível.”
Marina, 31 anos, dona de loja de roupas

Alucinógeno.co

No Brasil, drogas alucinógenas não só são legalmente adquiríveis pela internet como ainda podem ser pagas em suaves prestações. Sites como Natureza Divina, Jardim Mágico e Divinorum oferecem ervas como a Salvia divinorum e a Argyreia nervosa – ambas com propriedades alucinógenas – em seis pagamentos parcelados no cartão de crédito. Anunciadas como “ferramentas para praticantes de meditação e ioga, místicos, esotéricos, filósofos e artistas”, elas são, na verdade, versões legais de drogas ilegais como o LSD – e tão ou mais potentes do que ele, como provam os diversos filmes no YouTube que mostram os efeitos das plantas sobre os usuários. “Compro em sites quase todos os meses”, diz um deles, João, um corretor de imóveis de 23 anos, de Londrina (PR). “Mas, como moro com meus pais, as encomendas chegam à república de uns amigos”, afirma. A Salvia divinorum, originária do México, costuma ser desidratada e fumada. O fato de ser legal no Brasil não significa que seja inofensiva. Em 2006, após consumi-la, o estudante americano Brett Chidester, de 17 anos, suicidou-se e deixou o seguinte bilhete: “Como posso continuar vivendo depois de ter descoberto os segredos da vida? Não posso escrevê-los aqui porque esse tipo de informação pode causar o caos”. Liberada no Brasil, a erva já foi proibida em vários estados dos EUA e em pelo menos outros doze países, incluindo Alemanha, Itália e Japão.

– Comungar-se com as Coisas que se Convive.

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco). Há de se ter muita resiliência para não se influenciar.

Compartilho tal reflexão:

Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!

bomba.jpg

Imagem extraída de: https://portalcafebrasil.com.br/iscas-intelectuais/metamorfose-ambulante/

– Os espaços de relaxamento (ou de descompressão) das empresas funcionam mesmo?

Está na moda criar ambientes descontraídos para os empregados tirarem o stress. Mas eles dão resultado realmente?

Ótimo conteúdo para reflexão, extraído de Folha de São Paulo, Caderno Sobre Tudo, 18/09/2016, D4.

PUFE E SINUCA AJUDAM MESMO A RELAXAR?

Por Anna Rangel

Espaços de relaxamento com pufe colorido, mesa de sinuca e videogame começaram a aparecer nos escritórios de empresas de tecnologia nos anos 1990, nos Estados Unidos. Hoje estão por todos os lados, de companhias do setor de inovação, como start-ups, a segmentos mais tradicionais, que seguem o horário comercial.

A ideia por trás da iniciativa é criar um ambiente descontraído, no qual o número de horas trabalhadas contaria menos do que os resultados entregues, explica Tania Casado, doutora em administração e chefe do escritório de desenvolvimento de carreiras da FEA (Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis da USP).

Falta consenso, no entanto, quanto à efetividade das ações -afinal, dá para desestressar no meio do expediente, dentro do trabalho?

“É algo considerado ‘cool’, mas em áreas rígidas, como a tesouraria de uma companhia que depende do horário comercial, a iniciativa pode não dar certo”, diz Casado.

Em setores criativos, o expediente flexível e as distrações são propositais, segundo Marcelo Nakagawa, doutor em empreendedorismo tecnológico pela USP e professor do Insper. “Faz sentido porque incentiva o profissional a pensar em soluções diferentes”, afirma.

Em empresas mais tradicionais -escritórios de advocacia ou de contabilidade, por exemplo-, no lugar de salas de jogos são oferecidas palestras sobre bem-estar e serviços gratuitos de massagem e manicure para relaxar.

Mas nem sempre a moda pega entre os funcionários. A gerente de estratégia digital Ana Lucia Conti, 50, teve dificuldade para começar a usar os serviços e espaços de descompressão da empresa de benefícios Sodexo, que incluem café da manhã, quiropraxia e manicure.

“Para mim, é difícil parar durante o expediente, porque venho de uma geração que separa o trabalho e o lazer e sente até culpa quando tira tempo para descansar”, diz.

A contadora Aline Andrade, 31, do portal de imóveis VivaReal, também não se acostumou com a estrutura de lazer da empresa, que inclui espaços com jogos e jardim no piso térreo.

“Venho de outra cultura corporativa, menos descontraída. Profissionais do marketing aceitam mais essa liberdade do que os de contábeis”, afirma. Como forma de desestressar, ela usa o horário de almoço para fazer academia perto do trabalho.

A vice-presidente de RH do VivaReal (visite o site da empresa: http://www.vivareal.com.br/), Renata Lorenz, diz que há alta adesão dos funcionários ao espaço de descompressão da sede, inaugurada em 2015. “A pessoa tem direito de fazer pausas. Os gestores só se incomodam quando o profissional não entrega o que é pedido.”

NOVA CULTURA

Para especialistas, a efetividade das práticas de relaxamento no trabalho depende de uma mudança de cultura e não apenas da instalação de pufes ou jogos.

“O gestor deve entender o valor desse momento e não cobrar que seus funcionários compensem cada minuto longe da mesa”, afirma Casado.

O assistente de operações do Mercado Livre Vinícius Santos, 20, diz que o tempo que passa no salão de jogos da nova sede da empresa em Osasco (na Grande São Paulo) não é descontado de sua carga de trabalho.

“Não sou cobrado a repor esse tempo, mas acabo compensando, porque, às vezes, preciso ficar a mais para trabalhar em algo urgente.”

Para Elisa Kozasa, neurocientista do Hospital Israelita Albert Einstein, o espaço deve estar aliado a uma filosofia interna de não sobrecarregar os colaboradores.

“Não basta abrir uma sala com almofadas se o dia a dia da empresa é massacrante, porque isso só traz um alívio momentâneo, não um benefício a longo prazo.”

É importante ainda que os funcionários saibam aproveitar com moderação. “O excesso de descontração pode atrapalhar o andamento do trabalho”, afirma Nakagawa.

SEM SAIR DA MESA

Exercícios antiestresse para fazer no trabalho

  1. Respire profundamente pelo nariz, expandindo o estômago. Repita esse processo lentamente por três vezes, até que a respiração se estabilize
  2. Estique as pernas e coloque os pés em forma de garras. Inspire e tensione os dedos dos pés. Prenda o ar por cinco segundos e solte
  3. Repita duas vezes para cada grupo muscular: pernas e panturrilha, abdome, ombros e braços e pescoço
  4. Gire a cabeça várias vezes, lentamente, para os dois lados. Tente tocar o ombro com a orelha esquerda
  5. Jogue a cabeça para trás, olhando para o teto, e repita o movimento do lado direito. Gire para a frente até que o queixo toque o peito. Faça isso três vezes de cada lado
  6. Repita o movimento de contrair e relaxar os músculos do passo 2, mas agora com o rosto. Comece pela boca, depois pálpebras e testa. Franza bem o rosto antes de relaxá-lo

Fonte: Jouce de Almeida, enfermeira e responsável por técnicas de relaxamento no trabalho no IPq (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas)

bomba.jpg

Crédito: Fábio Braga / Folhapress, Imagem extraída de: https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2016/09/1814149-espacos-de-descompressao-viram-moda-mas-podem-ter-pouco-efeito.shtml

– Como a Depressão pode ser detectada pelo Instagram.

Uma grande curiosidade: através das postagens realizadas no Instagram, é possível detectar os sintomas de depressão.

Abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/o-instagram-sabe-da-sua-depressao/?platform=hootsuite

O INSTAGRAM SABE DA SUA DEPRESSÃO

Programa que analisa imagens postadas na rede social é capaz de detectar a doença com 70% de precisão, índice superior ao dos clínicos gerais nos EUA

As fotos postadas na rede social de compartilhamento de imagens Instagram revelam mais do que supõem seus 500 milhões de usuários mundiais. Por meio de análise dessas imagens, um software criado por pesquisadores das Universidades Harvard e de Vermont, nos Estados Unidos, conseguiu detectar a depressão de quem as postou com 70% de precisão. Isso quer dizer que, no teste, de cada 10 usuários com depressão que postaram fotos no Instagram, sete foram identificados pelo programa. Trata-se de um índice de acerto superior ao dos clínicos gerais nos EUA, frequentemente os primeiros a serem procurados quando há suspeita da doença.

Para chegar ao diagnóstico, o software analisa e pesa uma série de características das fotos compartilhadas na rede social. Variações de tema, filtro, cor, brilho e saturação são levadas em conta, além do horário, frequência e localização das postagens. Descobriu-se, por exemplo, que imagens com cores que puxam para o cinza ou o azul, com menos curtidas e comentários, e postadas na madrugada estão mais associadas a perfis de depressivos. A ausência de pessoas nas fotos também é indicador da doença, além da escolha do filtro “Inkwell”, que transforma imagens coloridas em preto e branco.

Não é de hoje que softwares são programados para procurar sinais de depressão no conteúdo postado em redes sociais (leia quadro). Até agora, porém, as experiências se limitavam a fazer análises de conteúdo em formato de texto. Nos poucos casos em que fotos eram levadas em conta, os programas se limitavam a contar sorrisos, um indicador genérico demais para um diagnóstico tão complexo.

CONTATO HUMANO

Para os criadores da novidade, a ideia não é que o programa substitua profissionais de saúde, mas que ele os auxilie em seus trabalhos. “A meu ver, esses programas podem ajudar no sentido de indicar probabilidades ou hipóteses de diagnóstico”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP. “Mas nada substitui o contato humano.”

A DOR DA ALMA NAS REDES SOCIAIS

Softwares já detectam sinais da depressão em usuários do Facebook e do Twitter

Facebook

Programa criado pelo Royal Melbourne Institute of Technology (RMIT) prevê crises em quem sofre de distúrbio maníaco-depressivo pelo horário e frequência das postagens. Já o EmotionDiary monitora geolocalização e likes em posts para detectar depressão.

Twitter

Programa da Microsoft analisa horário, linguagem e engajamento em tweets e acerta diagnóstico de depressão em 70% dos casos. Já software da Universidade de New South Wales detecta tendência suicida por estrutura de texto e palavras-chave.

Instagram: ferramenta 'escondida' ajuda pessoas com depressão e ansiedade

Imagem extraída de: Reprodução/Twitter – @wtfjered, em: https://www.almanaquesos.com/instagram-ferramenta-escondida-ajuda-pessoas-com-depressao-e-ansiedade/

– Pelo X, descobre-se o comportamento…

Esse meme hilário, sejamos sinceros, tem sua lógica!

Veja só:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Tente sempre. Recomece!

Achei muito sensível e propício esse texto tão belo sobre RECOMEÇO. Quantas vezes temos medo de começar de novo?

Em forma poética, mas sensata e encorajadora, abaixo essa importante reflexão sobre a vida e a necessidade de enfrentar nossos desafios.

Extraído de: VEM comigo! Pensamentos, frases e citações, em: https://pensamentos.me/2020/02/11/recomecar-2/

RECOMEÇAR

[Re]começar significa que por algum motivo o percurso da sua história sofreu, um corte, um desvio, uma interrupção, ou seja, o que fazia parte de um processo contínuo, foi dilacerado. E você, acreditando na vida e em toda sua força de se recompor novamente, decidiu não parar, mas continuar a partir do que lhe foi permitido.

Olhando assim, para o contexto de nossas histórias, é possível descrevê-las até com um pouco de poesia

” recomece, reinicie, refaça o que for possível, mas não pare…”

.Não pare! Confie na vida

.Respire fundo

.Tenha coragem de seguir

A vida é uma ordem no imperativo: vá!

Vá de cabeça erguida, com o melhor sorriso que couber no rosto. É como diz a canção da Flávia Wenceslau, vá com um: ” coração de menino cheio de esperança…”

É esse coração de menino que precisa bater forte novamente para que a estrada mostre o colorido da vida no seu mais belo tom!…

Não é isso que a canção sugere? As vezes temos que olhar para a situação que estamos vivendo e, apesar dos desconfortos da vida, acreditar que o fim, não é o fim porque acaba algo, mas a oportunidade de fazer uma nova história só que agora, muito mais completa. Elaborada de uma maneira mais suave.

Quando a vida nos coloca diante de uma situação difícil, na verdade o que ela quer é que sejamos capazes passar por tudo aquilo com resiliência. Com coragem de seguir adiante, apesar de todos os arranhões, é claro.

Viver é duro como disse Guimarães Rosa. Mas, tudo depende de quanto estamos dispostos a suportar, a negociar com vida.

Acredite em você. Acredite na sua capacidade de se refazer todas as vezes que for necessário.

Ria, a vida ficar melhor com um sorriso no rosto. Acredite, você pode!..

Imagem pública

Texto: Marii Freire Pereira

Santarém, Pá 11 de fevereiro de 2020

Imagem extraída da web, autoria desconhecida.

– Quem disse que em Rede Social “Pode Tudo”?

Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.

Claro que em alguns ambientes, elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.

Convido a leitura desta postagem sobre Reputação Digital, em: https://wp.me/p4RTuC-mxT

Se preferir, ao invés da leitura, compartilho em vídeo, uma rápida abordagem do tema, em: https://www.youtube.com/watch?v=1ihS4XUC9XA

– O bem mais valioso nos dias atuais é…

Na verdade, não é, mas, são: os DADOS!

Veja só que artigo interessante, Extraído de PEGN, pg 34-37, Set/2019

O BEM MAIS VALIOSO

por Facundo Guerra

Pela primeira vez na história o bem mais valioso do mundo não é mais objetivo, mas subjetivo. Até recentemente o combustível de nossa economia era o petróleo. Hoje, são os dados, extraídos como o óleo de nosso comportamento online e que são metabolizados por máquinas, refinados, e retornam para nós em forma de anúncios, que por sua vez chegam com o timing certo e nos fazem consumir de maneira irrefletida: compramos coisas desnecessárias para preenchermos o vazio existencial que o excesso de conexão e estímulo via redes sociais acabam por criar, em detrimento de conexões reais com outros humanos. É a cilada perfeita: nos exprimimos, consumimos a expressão alheia, nos sentimos vazios, consumimos, nos exprimimos, em looping. Afinal, comparamos nosso nível de felicidade e sucesso com as outras pessoas de nossa rede, e é impossível não se sentir fracassado diante dos humanos perfeitos que performam perante nossos olhos no Instagram, esse aparato de propaganda montada com a engenharia reversa de uma máquina de caça-níqueis.

Esta máquina não surgiu do nada: é a resposta ao imperativo da auto-expressão e criatividade que surgiu nos anos 1990, por sua vez uma resposta à emergência das mega-celebridades e do culto à personalidade dos 1980. Uma geração inteira foi incentivada a se expressar, a se achar especial e merecedora de uma audiência, como se todos obrigatoriamente fossem se importar com o que eles tinham a dizer. Então, de repente, todos queriam ser artistas, encontrar seu público, seguir seu sonho. Uma geração de gente arrogante (da qual faço parte), que se achava a mais especial entre os humanos que já caminharam sobre a Terra e que eram merecedoras de notoriedade e fama.

As redes sociais são apenas a resposta do mercado ao imperativo de todos precisarmos sermos criativos, inovadores, pensarmos fora da caixa e artistas: as empresas de tecnología nos deram um pequeno palco só nosso, onde nos apresentamos para outras pessoas que também têm seu próprio palco, ad infinitum, dentro de uma sala de espelhos, como num asilo de alienados, cada qual em sua própria realidade.

Deu nisso: nos expressamos para ninguém, porque a verdade é que ninguém se importa, mais além de um like ou coração. Vivemos com raiva, nos revoltamos diariamente, nos fechamos em nossas próprias bolhas ilusórias, reagimos por espasmos, temos medo, expressamos nosso desagravo, consumimos porque o consumo virou escapismo e construção identitária, performarmos para nossa audiência, ela em si também formada por “artistas”, “influenciadores”, “celebridades”, público e performers vibrando na mesma frequência, todos exaustos de tanto sentir raiva por não terem 1000 seguidores, 10000 seguidores, 100000 seguidores, porque são incompreendidos, afinal, eram originais e merecedores de atenção, quando na verdade não passavam de uma cópia da cópia da cópia da cópia, todos colocando pra fora o que sentem e tendo seu comportamento tabulado, uma nuvem de pontos de expressão que através de inteligência artificial foi capaz de criar um simulacro de cada um de nós em um servidor, tão simplório e eficiente em identificar nosso comportamento de consumo porque nós mesmos nos tornamos simplórios em nossas opiniões polarizadas e senhores de nossa razão, gritando diante de um espelho, desconectados do agora e da realidade.

Como a gestão de dados impacta o controle de estoque? - Portal ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– 7 perfis de motoristas.

Vejam que bacana: um estudo detectou 7 tipos de motoristas e muitas considerações sobre o que passa na cabeça das pessoas quando dirigem.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/rodas/2016/09/1814159-estudos-definem-perfis-de-motoristas-estressados-correm-mais-riscos.shtml

OS SETE PERFIS DE MOTORISTAS

PROFESSOR

Conhecedor das regras do trânsito, faz questão de apontar o que outros motoristas fizeram de errado (trocar de faixa sem dar seta, por exemplo) e espera ter seu “esforço” reconhecido

JUSTICEIRO

Quer punir outros motoristas que, segunda sua opinião, se comportam mal; vai atrás de quem fechou seu carro, discute no trânsito e só sossega após transmitir uma lição de moral

CONCORRENTE

Precisa chegar à frente de todos os outros motoristas e se irrita com a “lerdeza” dos outros. É o motorista que costura no trânsito e não tem pudores ao furar a fila no pedágio

ESCAPISTA

Seu carro é o refúgio onde ouve música alta com os vidros fechados. Evita qualquer tipo de relação com o estresse do trânsito que o cerca, e a distração pode colocá-lo em situação de risco

CUCA FRESCA

Se maus motoristas estão fazendo barbeiragens ao redor, ele tenta ignorar e segue adiante, ou apenas libera passagem para se livrar de possíveis problemas no trânsito

FILÓSOFO

Aceita os erros de outros condutores sem perder a calma, tentando explicar racionalmente o porquê das atitudes imprudentes. Consegue controlar as emoções enquanto dirige

SABE-TUDO

Ninguém dirige melhor do que ele, todos os outros condutores são incompetentes. É o mal-humorado que grita ordens como “fica na tua faixa!”, geralmente seguida de um palavrão

ESTUDOS DEFINEM PERFIS DE MOTORISTAS; ESTRESSADOS CORREM MAIS RISCOS

Por Eduardo Sodré

“Era de propósito, ele me ultrapassava e freava bruscamente. Depois da terceira vez que fez isso, consegui fechá-lo e desci do carro”, conta a advogada Léa Carta, 38. Ela foi até o outro veículo, bateu no vidro até o motorista baixar o vidro e o puxou pelo colarinho.

O episódio, motivado por uma briga por espaço no trânsito, ocorreu há sete anos. Carta, que tem 1,58 m de altura, buzinou quando o veículo invadiu sua faixa. O outro condutor devolveu a “ofensa” com a sequência de fechadas. Depois de insultos de ambos os lados, seguiram seus caminhos.

Naquele momento, a advogada agiu como justiceira. Esse é um dos sete perfis de motoristas definidos em 2015 pela LSE (London School of Economics and Political Science). O estudo teve o apoio a Goodyear.

Quem age de forma intempestiva no trânsito se expõe a riscos maiores do que um bate-boca no meio da rua.

“Um estudo feito em 2011 pela AAA Foundation [instituição norte-americana] mostrou que cerca de 1.200 acidentes ocorrem anualmente nos EUA devido à fúria sobre rodas, considerada um distúrbio mental pela psicologia. Desses, 300 deixaram mortos ou feridos em estado grave”, diz Idaura Lobo Dias, especialista em trânsito da Perkons. A empresa atua na fiscalização eletrônica de vias.

Desde o episódio de sete anos atrás, Carta vem tentando mudar. “Ainda fico muito irritada com a falta de educação de alguns motoristas, mas tento me controlar. Preciso internalizar algumas coisas para sobreviver”, diz a advogada.

Seu modo de encarar o trânsito é oposto ao de motoristas “filósofos”, como o consultor de empresas Wagner Bacha, 45.

“Não vale a pena se aborrecer, só atrasa mais a viagem. Não considero que uma fechada seja uma ofensa, o outro motorista nem me conhece. Se tenta mostrar força, só me passa insegurança”, diz o consultor.

Bacha afirma ser calmo e buscar transmitir seu modo de vida para o trânsito. Porém, é comum que pessoas mudem de comportamento ao assumir a direção.

“A maioria dos indivíduos agressivos no trânsito é portador de transtorno explosivo intermitente [TEI]. O ambiente encontrado no tráfego é desencadeador desse comportamento”, diz Idaura Lobo Dias, da Perkons.

De acordo com Chris Tennant, responsável pelo estudo da LSE, “criamos personalidades ao volante das quais não gostamos, tipos de motoristas que representam as diferentes formas como lidamos com frustrações e sentimentos fortes”.

O especialista afirma ainda que existe a possibilidade de um mesmo condutor manifestar diferentes características de personalidade enquanto dirige.

Para Fábio de Cristo, doutor em psicologia do trânsito, mudanças na forma como se aprende a dirigir ajudariam a melhorar o convívio nas ruas.

“O desafio da educação para o trânsito na formação do condutor nos próximos anos é centrar-se nas consequências e nos riscos advindos do não cumprimento das normas em vez de focar apenas sua memorização”, diz o especialista, que é também administrador do Portal de Psicologia do Trânsito (portalpsitran.com.br).

CALMA NO TRÂNSITO

Nos anos 1970, ter um rádio toca-fitas no carro era um dos maiores luxos. Hoje, mais de 90% dos veículos que saem das lojas trazem ao menos ar-condicionado e direção hidráulica. São itens fundamentais para reduzir o estresse a bordo, mas há detalhes que nem sempre são percebidos.

“A função das fabricantes é fazer com o que o cliente sinta aconchego ao estar dentro do automóvel, sensação que traz tranquilidade. Temos modelos com luz ambiente pensada para diminuir o estresse, em tons de azul”, diz Adília Afonso, supervisora de design da Ford para América do Sul.

Carros de luxo podem ser equipados com massageadores nos bancos. No Volkswagen Passat (a partir de R$ 158,2 mil), o item é vendido em um pacote de opcionais que custa R$ 5.160.

Para quem fica preso no tráfego, um dos melhores antídotos para o estresse é o câmbio automático. Ao evitar o movimento de acionar a embreagem e o câmbio, o motorista se cansa –e se irrita– menos.

Entretanto, nada conseguirá controlar o estresse caso o motorista não saiba o que está fazendo.

“Muitos aprendem a dirigir de forma precária. O aprendizado deve ser realizado por etapas. O aluno tem que se desenvolver por meio de exercícios individuais, treinar técnicas de curvas, adquirir noção de espaço e saber controlar pedais”, diz Sérgio Carlos dos Santos, diretor do Centro de Formação de Condutores e da empresa Dirigindo Bem.

bomba.jpg

– Quando as Redes Sociais cansam!

Já reparou como tem gente que escreve de maneira violenta, arrogante ou odiosa nas redes sociais? Ou que publica uma vida inexistente de beleza e felicidade?

Pra quê?

Muitos ofendem o próximo com palavrões via Twitter, coisa que pessoalmente não fariam. Outros usam do Facebook para destilar veneno por X ou Y (na política isso acontece demais). No Instagram, um mundo de belas paisagens, sorrisos e outras coisas que encantam – quando, vez ou outra, surge um idiota ameaçando você de qualquer coisa que nunca se imaginou!

Novamente: pra quê?

Parece que nesse âmbito, as Redes Sociais tornaram-se a arquibancada do século XXI, onde se permite e se pode tudo! Pensa-se que é terra de ninguém, maltrata-se por qualquer coisa, se difama por bobagem e desrespeita-se a opinião alheia.

Uma derradeira vez: pra quê?

Por muitas vezes, as Redes Sociais se tornam Antissociais, nos levando a pensar: por quê estamos inseridos nelas?

E você: por quê está? Precisa mesmo delas?

Conheço muita gente que está fora e não sente necessidade de estar. Muitas vezes, penso: vale a pena abandoná-las… mas aí você repensa sobre os contatos que tem, as atividades profissionais que possam ser exercidas através delas e pela comodidade / diversão de estar nesse mundo virtual. E desiste de sair!

Enfim: use com moderação, sem deixar que se torne um vício. Não as faça como algo obrigatório, desconfie das publicações que ali existam e cuidado com suas postagens, pois, afinal, dependendo do teor, haters podem surgir. E aí você se cansará delas.

Resultado de imagem para Redes Antissociais

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Como buscar a felicidade?

Roberto Shinyashiki, em entrevista (perdoem-me por não achar a correta citação, mas vale a mensagem) foi questionado:

“Qual o jeito certo para se fazer as coisas em busca da felicidade?”

Respondeu ele:

“Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.”

E aí: concorda com ele ou não?

Análise da redação para a proposta sobre felicidade | Guia do Estudante

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Onde crianças com Síndrome de Down são abortadas com naturalidade!

Eu sou defensor do Direito à Vida! E, por preceito religioso, convicção moral e luta social, sou contra o aborto.

Imaginem só um lugar onde o aborto de crianças portadoras da Síndrome de Down é considerado um ato de “amor” para se evitar o sofrimento?

Infelizmente, ele existe!

Extraído de: http://www.semprefamilia.com.br/horror-islandia-aborta-100-de-todos-os-bebes-diagnosticados-com-sindrome-down/?utm_source=twitter&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo

HORROR: ISLÂNDIA ABORTA 100% DOS BEBÊS DIAGNOSTICADOS COM SÍNDROME DOWN

Estranhamente, pais se despedem do corpo do bebê abortado com orações e cerimônia de despedida.

Um por ano. Talvez dois. Essa é a taxa de nascimento de pessoas com síndrome de Down na Islândia. Mas o que o país está fazendo não é a erradicação da síndrome de Down, e sim a erradicação das pessoas com síndrome de Down: 100% dos bebês diagnosticados com a condição ainda no útero são abortados no país. Os poucos sortudos que continuam nascendo não tiveram a condição detectada no exame pré-natal.

O país escandinavo, de apenas 330 mil habitantes, é o primeiro a levar ao limite uma tendência que já se verifica em outros países. Na Dinamarca, o aborto vitima 98% dos bebês diagnosticados com síndrome de Down. No Reino Unido, a porcentagem chega a 90%. Na França são 77% e nos Estados Unidos 67%.

Na Islândia, a lei permite que o bebê seja abortado mesmo depois de 16 semanas de gestação, em casos de deformidade do feto, o que, segundo a compreensão da lei islandesa, inclui a síndrome de Down, mesmo diante do fato de que a condição permite que seus portadores vivam normalmente, com uma expectativa de vida média de 60 anos, na grande maioria das vezes.

Os exames pré-natais que detectam más-formações e outras características do feto não são obrigatórios na Islândia, mas por volta de 80% a 85% das gestantes optam por realizá-los.

No Hospital Universitário de Landspitali, onde nascem cerca de 70% dos bebês islandeses, Helga Sol Olafsdottir é a funcionária responsável por aconselhar as gestantes que detectaram alguma anomalia cromossômica em seus bebês. “Esta é a sua vida – você tem o direito de escolher como quer que ela seja”, é o que ela diz às mulheres, segundo contou à CBS.

“NÃO VEMOS O ABORTO COMO ASSASSINATO”

As mães que optam pelo aborto tratam o fato com uma estranha normalidade. Chamam o bebê de “meu filho” e, depois do procedimento, fazem uma visita ao corpo do bebê, lhe dizem adeus e chamam pastores para uma pequena cerimônia religiosa. É comum fazer cartõezinhos com o nome do bebê, uma oração e a impressão dos seus pezinhos.

“Não vemos o aborto como assassinato”, explicou Olafsdottir. “Nós damos fim a uma possível vida que poderia ter tido uma complicação enorme… Prevenimos o sofrimento para essa criança e para a família”.

Agnes Sigurðardóttir, bispa da Islândia e líder da Igreja Evangélica Luterana da Islândia, diz que a sua igreja não é nem a favor nem contra o aborto. “Na Islândia existe apenas um pequeno grupo de pessoas que são contra o aborto. Bem pequeno, bem invisível”.

A fotógrafa Sigga Ella tem uma tia com a condição. Para combater o preconceito e a eugenia de que os portadores da síndrome têm sido alvos, Ella clicou 21 portadores de síndrome de Down com idades entre 9 meses e 60 anos e produziu uma série de retratos chamada First and foremost I am – “Antes de tudo e mais do que tudo, eu sou”.

Já Thordis Ingadottir é ativista pelo direito das pessoas com síndrome de Down desde 2009, quando a sua filha Agusta nasceu com a condição. Na época, os exames mostraram que o seu bebê tinha 1 em 1,6 mil chances de ter a síndrome.

Espero que, quando crescer, Agusta esteja plenamente integrada a esta sociedade com as suas próprias condições. Este é o meu sonho”, disse Ingadottir à rede CBS. “Em que tipo de sociedade você quer viver?”

Com informações da CBS.

Imagem ilustrativa: Bigstock| Foto extraída de: https://www.semprefamilia.com.br/defesa-da-vida/horror-islandia-aborta-100-de-todos-os-bebes-diagnosticados-com-sindrome-down/
Copyright © 2022, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

– Despertar a Criatividade por Conviver com Gente Diferente!

Compartilho sensacional texto de Howard Schultz – o presidente da Starbucks– sobre Inovação e Criatividade. Ele defende que conversemos com pessoas que não tenha nada a ver com a gente para aprender com as diferenças e inovar. Concordo!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270128-16284,00-UM+GOLE+DO+DESCONHECIDO.html

UM GOLE DO DESCONHECIDO

Que tal explorar novos segmentos, mudar o hábito de leitura ou conversar com gente que nada tem a ver com você? Isso pode fazer um grande bem ao seu negócio

Inspiração e ideias novas podem vir dos lugares mais inesperados. O segredo está na curiosidade de explorar o desconhecido. Muita gente esquece disso. Prefere fincar o pé no que já conhece porque se sente mais segura. Acontece que esse apego ao que é mais cômodo costuma ser perigoso para os negócios, principalmente porque aquilo que hoje funciona pode, facilmente, não funcionar mais amanhã. Há sempre algo a aprender, sobretudo numa época em que o comportamento do consumidor muda com a velocidade da luz, estimulado, em parte, pelas tecnologias em constante desenvolvimento.

Exatamente por isso entrei recentemente para a diretoria do Groupon, o site de compras coletivas. Aos 58 anos, acho que posso absorver muita coisa de uma geração mais jovem de empreendedores de internet, principalmente no que diz respeito às mudanças avassaladoras nos hábitos do consumidor.

Não é fácil sair de um segmento que você domina. É preciso se expor e estar disposto a admitir que existem coisas que você não sabe. Há algumas maneiras bem tranquilas de fazer isso. Ler artigos sobre empresas – ou biografias – que não fazem a sua cabeça é um bom exercício. Num jantar ou reunião, sente-se perto de um desconhecido e comece a conversar. Procure ouvir mais do que falar. Preste atenção nas ruas por onde você passa todos os dias e, ao viajar, não fique dentro do hotel. Saia. Mas, principalmente, esteja aberto ao inesperado.

Sempre procuro fazer esse tipo de coisa. Hoje, quando visito alguma cidade do mundo, deixo livre parte da minha agenda para conhecer os estabelecimentos que servem café, mas também as lojas de segmentos completamente diferentes.

Faz alguns anos, visitei uma lojinha despretensiosa em uma das ruas mais badaladas de Milão. A Coltelleria G.Lorenzi tinha um estoque espetacular de facas, navalhas e talheres artesanais. Na hora em que entrei, percebi que não era uma loja qualquer. Lembrava um museu. Um mostruário solene com iluminação suave exibia tesouras de todos os tipos, grande parte delas feita de aço forjado.

Milhares de itens dispostos meticulosamente atrás de uma lâmina de vidro chamaram minha atenção. Seria impossível a alguém que entrasse ali não perceber a paixão do proprietário por aqueles itens e seu desejo de compartilhá-los. A loja havia transformado ferramentas práticas de corte em obras de arte. Visitá-la foi uma experiência emocional semelhante à que se tem no teatro.

Eu precisava conhecer o homem por trás daquela façanha sutil. Um amigo me informou que a loja pertencia ao senhor Aldo Lorenzi. Demorou um pouco para que eu conseguisse marcar um encontro. Por fim, o sr. Lorenzi concordou em me receber. Quando voltei à loja (acompanhado de um amigo italiano que me serviu de intérprete), um senhor alto e elegante, de terno e gravata impecáveis, nos cumprimentou e, silenciosamente, nos conduziu ao escritório do dono. Agradeci ao sr. Lorenzi aqueles momentos que ele havia me concedido do seu tempo. Ele nunca tinha ouvido falar da Starbucks, e não era minha intenção tocar no assunto. Estava ali para ouvir a sua história. Os minutos transformaram-se em horas à medida que o senhor Lorenzi contava, com toda a humildade, a história da sua família, da sua arte, do comércio que o pai havia fundado em 1929, e o que significava para ele ser comerciante. Eu anotava tudo numa caderneta.

No final da visita, ele me deu um livro de capa cinza em que narrava a história da loja e sua filosofia de trabalho. Comecei a lê-lo no voo de volta para os Estados Unidos e fiquei encantado. Não parecia um livro de negócios, mas o diário de um amigo.

Em quase todos os capítulos, assim como durante o tempo em que conversamos, havia algo a aprender: um pensamento inspirador, uma lição que me levava a reconsiderar meus pressupostos pessoais, ou até mesmo a repensar como a Starbucks poderia continuar a melhorar. O mais importante de tudo, porém, foi que a paixão de Aldo Lorenzi ajudou a reacender em mim a chama da empolgação pelo meu trabalho.

A parte principal dessa história não foi o que o senhor Lorenzi me ensinou. O mais importante foi que eu estava aberto para ouvir o que ele tinha a dizer. Mentores não deveriam ser apenas pessoas iguais a você – ou indivíduos a quem você deseja imitar. Pode-se aprender muita coisa com gente de outras áreas, bem como com pessoas de culturas e gerações diferentes. Antes, porém, você precisa convidá-las a fazer parte da sua vida.

Aldo Lorenzi é dono de uma loja. A Starbucks tem milhares de lojas. Ele se especializou em instrumentos cortantes. Eu entendo de café. Somos de épocas diferentes e não falamos o mesmo idioma. Contudo, ele tinha um monte de coisas a me ensinar. Sempre há algo a aprender, desde que estejamos dispostos a ouvir.

Howard Schultz é fundador, presidente e executivo-chefe da Starbucks. Ele é autor do livro Onward: How Starbucks Fought For Its Life Without Losing Its Soul (Na tradução brasileira, Dedique-se de Coração – Starbucks Coffee)

Imagem extraída do link acima.

– Quando eu devo fazer “as coisas acontecerem”?

Li, gostei e compartilho:

“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito: ontem e amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para fazer as coisas acontecerem!”

Autor Desconhecido.

E não é por aí?

Quadro Digital Ontem, Hoje, Amanhã no Elo7 | Mavidares Design (98FCB1)

– Em família, esqueça o celular.

Estando com as pessoas que você ama, NÃO USE o celular.

Dispense o aparelho. Aproveite o tempo para viver a vida real com sua família, não a virtual. Faça essa experiência.

Aqui em casa, estamos tentando reduzir ao máximo o uso dele, curtindo-nos mutuamente e evitando a dispersão que ele traz (sem falar na chance de vício).