Esse meme hilário, sejamos sinceros, tem sua lógica!
Veja só:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Achei muito sensível e propício esse texto tão belo sobre RECOMEÇO. Quantas vezes temos medo de começar de novo?
Em forma poética, mas sensata e encorajadora, abaixo essa importante reflexão sobre a vida e a necessidade de enfrentar nossos desafios.
Extraído de: VEM comigo! Pensamentos, frases e citações, em: https://pensamentos.me/2020/02/11/recomecar-2/
RECOMEÇAR
[Re]começar significa que por algum motivo o percurso da sua história sofreu, um corte, um desvio, uma interrupção, ou seja, o que fazia parte de um processo contínuo, foi dilacerado. E você, acreditando na vida e em toda sua força de se recompor novamente, decidiu não parar, mas continuar a partir do que lhe foi permitido.
Olhando assim, para o contexto de nossas histórias, é possível descrevê-las até com um pouco de poesia
” recomece, reinicie, refaça o que for possível, mas não pare…”
.Não pare! Confie na vida
.Respire fundo
.Tenha coragem de seguir
A vida é uma ordem no imperativo: vá!
Vá de cabeça erguida, com o melhor sorriso que couber no rosto. É como diz a canção da Flávia Wenceslau, vá com um: ” coração de menino cheio de esperança…”
É esse coração de menino que precisa bater forte novamente para que a estrada mostre o colorido da vida no seu mais belo tom!…
Não é isso que a canção sugere? As vezes temos que olhar para a situação que estamos vivendo e, apesar dos desconfortos da vida, acreditar que o fim, não é o fim porque acaba algo, mas a oportunidade de fazer uma nova história só que agora, muito mais completa. Elaborada de uma maneira mais suave.
Quando a vida nos coloca diante de uma situação difícil, na verdade o que ela quer é que sejamos capazes passar por tudo aquilo com resiliência. Com coragem de seguir adiante, apesar de todos os arranhões, é claro.
Viver é duro como disse Guimarães Rosa. Mas, tudo depende de quanto estamos dispostos a suportar, a negociar com vida.
Acredite em você. Acredite na sua capacidade de se refazer todas as vezes que for necessário.
Ria, a vida ficar melhor com um sorriso no rosto. Acredite, você pode!..
Imagem pública
Texto: Marii Freire Pereira
Santarém, Pá 11 de fevereiro de 2020

Imagem extraída da web, autoria desconhecida.
Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.
Claro que em alguns ambientes, elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.
Convido a leitura desta postagem sobre Reputação Digital, em: https://wp.me/p4RTuC-mxT
Se preferir, ao invés da leitura, compartilho em vídeo, uma rápida abordagem do tema, em: https://www.youtube.com/watch?v=1ihS4XUC9XA
Na verdade, não é, mas, são: os DADOS!
Veja só que artigo interessante, Extraído de PEGN, pg 34-37, Set/2019
O BEM MAIS VALIOSO
por Facundo Guerra
Pela primeira vez na história o bem mais valioso do mundo não é mais objetivo, mas subjetivo. Até recentemente o combustível de nossa economia era o petróleo. Hoje, são os dados, extraídos como o óleo de nosso comportamento online e que são metabolizados por máquinas, refinados, e retornam para nós em forma de anúncios, que por sua vez chegam com o timing certo e nos fazem consumir de maneira irrefletida: compramos coisas desnecessárias para preenchermos o vazio existencial que o excesso de conexão e estímulo via redes sociais acabam por criar, em detrimento de conexões reais com outros humanos. É a cilada perfeita: nos exprimimos, consumimos a expressão alheia, nos sentimos vazios, consumimos, nos exprimimos, em looping. Afinal, comparamos nosso nível de felicidade e sucesso com as outras pessoas de nossa rede, e é impossível não se sentir fracassado diante dos humanos perfeitos que performam perante nossos olhos no Instagram, esse aparato de propaganda montada com a engenharia reversa de uma máquina de caça-níqueis.
Esta máquina não surgiu do nada: é a resposta ao imperativo da auto-expressão e criatividade que surgiu nos anos 1990, por sua vez uma resposta à emergência das mega-celebridades e do culto à personalidade dos 1980. Uma geração inteira foi incentivada a se expressar, a se achar especial e merecedora de uma audiência, como se todos obrigatoriamente fossem se importar com o que eles tinham a dizer. Então, de repente, todos queriam ser artistas, encontrar seu público, seguir seu sonho. Uma geração de gente arrogante (da qual faço parte), que se achava a mais especial entre os humanos que já caminharam sobre a Terra e que eram merecedoras de notoriedade e fama.
As redes sociais são apenas a resposta do mercado ao imperativo de todos precisarmos sermos criativos, inovadores, pensarmos fora da caixa e artistas: as empresas de tecnología nos deram um pequeno palco só nosso, onde nos apresentamos para outras pessoas que também têm seu próprio palco, ad infinitum, dentro de uma sala de espelhos, como num asilo de alienados, cada qual em sua própria realidade.
Deu nisso: nos expressamos para ninguém, porque a verdade é que ninguém se importa, mais além de um like ou coração. Vivemos com raiva, nos revoltamos diariamente, nos fechamos em nossas próprias bolhas ilusórias, reagimos por espasmos, temos medo, expressamos nosso desagravo, consumimos porque o consumo virou escapismo e construção identitária, performarmos para nossa audiência, ela em si também formada por “artistas”, “influenciadores”, “celebridades”, público e performers vibrando na mesma frequência, todos exaustos de tanto sentir raiva por não terem 1000 seguidores, 10000 seguidores, 100000 seguidores, porque são incompreendidos, afinal, eram originais e merecedores de atenção, quando na verdade não passavam de uma cópia da cópia da cópia da cópia, todos colocando pra fora o que sentem e tendo seu comportamento tabulado, uma nuvem de pontos de expressão que através de inteligência artificial foi capaz de criar um simulacro de cada um de nós em um servidor, tão simplório e eficiente em identificar nosso comportamento de consumo porque nós mesmos nos tornamos simplórios em nossas opiniões polarizadas e senhores de nossa razão, gritando diante de um espelho, desconectados do agora e da realidade.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Vejam que bacana: um estudo detectou 7 tipos de motoristas e muitas considerações sobre o que passa na cabeça das pessoas quando dirigem.
OS SETE PERFIS DE MOTORISTAS
PROFESSOR
Conhecedor das regras do trânsito, faz questão de apontar o que outros motoristas fizeram de errado (trocar de faixa sem dar seta, por exemplo) e espera ter seu “esforço” reconhecido
JUSTICEIRO
Quer punir outros motoristas que, segunda sua opinião, se comportam mal; vai atrás de quem fechou seu carro, discute no trânsito e só sossega após transmitir uma lição de moral
CONCORRENTE
Precisa chegar à frente de todos os outros motoristas e se irrita com a “lerdeza” dos outros. É o motorista que costura no trânsito e não tem pudores ao furar a fila no pedágio
ESCAPISTA
Seu carro é o refúgio onde ouve música alta com os vidros fechados. Evita qualquer tipo de relação com o estresse do trânsito que o cerca, e a distração pode colocá-lo em situação de risco
CUCA FRESCA
Se maus motoristas estão fazendo barbeiragens ao redor, ele tenta ignorar e segue adiante, ou apenas libera passagem para se livrar de possíveis problemas no trânsito
FILÓSOFO
Aceita os erros de outros condutores sem perder a calma, tentando explicar racionalmente o porquê das atitudes imprudentes. Consegue controlar as emoções enquanto dirige
SABE-TUDO
Ninguém dirige melhor do que ele, todos os outros condutores são incompetentes. É o mal-humorado que grita ordens como “fica na tua faixa!”, geralmente seguida de um palavrão
ESTUDOS DEFINEM PERFIS DE MOTORISTAS; ESTRESSADOS CORREM MAIS RISCOS
Por Eduardo Sodré
“Era de propósito, ele me ultrapassava e freava bruscamente. Depois da terceira vez que fez isso, consegui fechá-lo e desci do carro”, conta a advogada Léa Carta, 38. Ela foi até o outro veículo, bateu no vidro até o motorista baixar o vidro e o puxou pelo colarinho.
O episódio, motivado por uma briga por espaço no trânsito, ocorreu há sete anos. Carta, que tem 1,58 m de altura, buzinou quando o veículo invadiu sua faixa. O outro condutor devolveu a “ofensa” com a sequência de fechadas. Depois de insultos de ambos os lados, seguiram seus caminhos.
Naquele momento, a advogada agiu como justiceira. Esse é um dos sete perfis de motoristas definidos em 2015 pela LSE (London School of Economics and Political Science). O estudo teve o apoio a Goodyear.
Quem age de forma intempestiva no trânsito se expõe a riscos maiores do que um bate-boca no meio da rua.
“Um estudo feito em 2011 pela AAA Foundation [instituição norte-americana] mostrou que cerca de 1.200 acidentes ocorrem anualmente nos EUA devido à fúria sobre rodas, considerada um distúrbio mental pela psicologia. Desses, 300 deixaram mortos ou feridos em estado grave”, diz Idaura Lobo Dias, especialista em trânsito da Perkons. A empresa atua na fiscalização eletrônica de vias.
Desde o episódio de sete anos atrás, Carta vem tentando mudar. “Ainda fico muito irritada com a falta de educação de alguns motoristas, mas tento me controlar. Preciso internalizar algumas coisas para sobreviver”, diz a advogada.
Seu modo de encarar o trânsito é oposto ao de motoristas “filósofos”, como o consultor de empresas Wagner Bacha, 45.
“Não vale a pena se aborrecer, só atrasa mais a viagem. Não considero que uma fechada seja uma ofensa, o outro motorista nem me conhece. Se tenta mostrar força, só me passa insegurança”, diz o consultor.
Bacha afirma ser calmo e buscar transmitir seu modo de vida para o trânsito. Porém, é comum que pessoas mudem de comportamento ao assumir a direção.
“A maioria dos indivíduos agressivos no trânsito é portador de transtorno explosivo intermitente [TEI]. O ambiente encontrado no tráfego é desencadeador desse comportamento”, diz Idaura Lobo Dias, da Perkons.
De acordo com Chris Tennant, responsável pelo estudo da LSE, “criamos personalidades ao volante das quais não gostamos, tipos de motoristas que representam as diferentes formas como lidamos com frustrações e sentimentos fortes”.
O especialista afirma ainda que existe a possibilidade de um mesmo condutor manifestar diferentes características de personalidade enquanto dirige.
Para Fábio de Cristo, doutor em psicologia do trânsito, mudanças na forma como se aprende a dirigir ajudariam a melhorar o convívio nas ruas.
“O desafio da educação para o trânsito na formação do condutor nos próximos anos é centrar-se nas consequências e nos riscos advindos do não cumprimento das normas em vez de focar apenas sua memorização”, diz o especialista, que é também administrador do Portal de Psicologia do Trânsito (portalpsitran.com.br).
CALMA NO TRÂNSITO
Nos anos 1970, ter um rádio toca-fitas no carro era um dos maiores luxos. Hoje, mais de 90% dos veículos que saem das lojas trazem ao menos ar-condicionado e direção hidráulica. São itens fundamentais para reduzir o estresse a bordo, mas há detalhes que nem sempre são percebidos.
“A função das fabricantes é fazer com o que o cliente sinta aconchego ao estar dentro do automóvel, sensação que traz tranquilidade. Temos modelos com luz ambiente pensada para diminuir o estresse, em tons de azul”, diz Adília Afonso, supervisora de design da Ford para América do Sul.
Carros de luxo podem ser equipados com massageadores nos bancos. No Volkswagen Passat (a partir de R$ 158,2 mil), o item é vendido em um pacote de opcionais que custa R$ 5.160.
Para quem fica preso no tráfego, um dos melhores antídotos para o estresse é o câmbio automático. Ao evitar o movimento de acionar a embreagem e o câmbio, o motorista se cansa –e se irrita– menos.
Entretanto, nada conseguirá controlar o estresse caso o motorista não saiba o que está fazendo.
“Muitos aprendem a dirigir de forma precária. O aprendizado deve ser realizado por etapas. O aluno tem que se desenvolver por meio de exercícios individuais, treinar técnicas de curvas, adquirir noção de espaço e saber controlar pedais”, diz Sérgio Carlos dos Santos, diretor do Centro de Formação de Condutores e da empresa Dirigindo Bem.

Já reparou como tem gente que escreve de maneira violenta, arrogante ou odiosa nas redes sociais? Ou que publica uma vida inexistente de beleza e felicidade?
Pra quê?
Muitos ofendem o próximo com palavrões via Twitter, coisa que pessoalmente não fariam. Outros usam do Facebook para destilar veneno por X ou Y (na política isso acontece demais). No Instagram, um mundo de belas paisagens, sorrisos e outras coisas que encantam – quando, vez ou outra, surge um idiota ameaçando você de qualquer coisa que nunca se imaginou!
Novamente: pra quê?
Parece que nesse âmbito, as Redes Sociais tornaram-se a arquibancada do século XXI, onde se permite e se pode tudo! Pensa-se que é terra de ninguém, maltrata-se por qualquer coisa, se difama por bobagem e desrespeita-se a opinião alheia.
Uma derradeira vez: pra quê?
Por muitas vezes, as Redes Sociais se tornam Antissociais, nos levando a pensar: por quê estamos inseridos nelas?
E você: por quê está? Precisa mesmo delas?
Conheço muita gente que está fora e não sente necessidade de estar. Muitas vezes, penso: vale a pena abandoná-las… mas aí você repensa sobre os contatos que tem, as atividades profissionais que possam ser exercidas através delas e pela comodidade / diversão de estar nesse mundo virtual. E desiste de sair!
Enfim: use com moderação, sem deixar que se torne um vício. Não as faça como algo obrigatório, desconfie das publicações que ali existam e cuidado com suas postagens, pois, afinal, dependendo do teor, haters podem surgir. E aí você se cansará delas.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Roberto Shinyashiki, em entrevista (perdoem-me por não achar a correta citação, mas vale a mensagem) foi questionado:
“Qual o jeito certo para se fazer as coisas em busca da felicidade?”
Respondeu ele:
“Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.”
E aí: concorda com ele ou não?

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Eu sou defensor do Direito à Vida! E, por preceito religioso, convicção moral e luta social, sou contra o aborto.
Imaginem só um lugar onde o aborto de crianças portadoras da Síndrome de Down é considerado um ato de “amor” para se evitar o sofrimento?
Infelizmente, ele existe!
HORROR: ISLÂNDIA ABORTA 100% DOS BEBÊS DIAGNOSTICADOS COM SÍNDROME DOWN
Estranhamente, pais se despedem do corpo do bebê abortado com orações e cerimônia de despedida.
Um por ano. Talvez dois. Essa é a taxa de nascimento de pessoas com síndrome de Down na Islândia. Mas o que o país está fazendo não é a erradicação da síndrome de Down, e sim a erradicação das pessoas com síndrome de Down: 100% dos bebês diagnosticados com a condição ainda no útero são abortados no país. Os poucos sortudos que continuam nascendo não tiveram a condição detectada no exame pré-natal.
O país escandinavo, de apenas 330 mil habitantes, é o primeiro a levar ao limite uma tendência que já se verifica em outros países. Na Dinamarca, o aborto vitima 98% dos bebês diagnosticados com síndrome de Down. No Reino Unido, a porcentagem chega a 90%. Na França são 77% e nos Estados Unidos 67%.
Na Islândia, a lei permite que o bebê seja abortado mesmo depois de 16 semanas de gestação, em casos de deformidade do feto, o que, segundo a compreensão da lei islandesa, inclui a síndrome de Down, mesmo diante do fato de que a condição permite que seus portadores vivam normalmente, com uma expectativa de vida média de 60 anos, na grande maioria das vezes.
Os exames pré-natais que detectam más-formações e outras características do feto não são obrigatórios na Islândia, mas por volta de 80% a 85% das gestantes optam por realizá-los.
No Hospital Universitário de Landspitali, onde nascem cerca de 70% dos bebês islandeses, Helga Sol Olafsdottir é a funcionária responsável por aconselhar as gestantes que detectaram alguma anomalia cromossômica em seus bebês. “Esta é a sua vida – você tem o direito de escolher como quer que ela seja”, é o que ela diz às mulheres, segundo contou à CBS.
“NÃO VEMOS O ABORTO COMO ASSASSINATO”
As mães que optam pelo aborto tratam o fato com uma estranha normalidade. Chamam o bebê de “meu filho” e, depois do procedimento, fazem uma visita ao corpo do bebê, lhe dizem adeus e chamam pastores para uma pequena cerimônia religiosa. É comum fazer cartõezinhos com o nome do bebê, uma oração e a impressão dos seus pezinhos.
“Não vemos o aborto como assassinato”, explicou Olafsdottir. “Nós damos fim a uma possível vida que poderia ter tido uma complicação enorme… Prevenimos o sofrimento para essa criança e para a família”.
Agnes Sigurðardóttir, bispa da Islândia e líder da Igreja Evangélica Luterana da Islândia, diz que a sua igreja não é nem a favor nem contra o aborto. “Na Islândia existe apenas um pequeno grupo de pessoas que são contra o aborto. Bem pequeno, bem invisível”.
A fotógrafa Sigga Ella tem uma tia com a condição. Para combater o preconceito e a eugenia de que os portadores da síndrome têm sido alvos, Ella clicou 21 portadores de síndrome de Down com idades entre 9 meses e 60 anos e produziu uma série de retratos chamada First and foremost I am – “Antes de tudo e mais do que tudo, eu sou”.
Já Thordis Ingadottir é ativista pelo direito das pessoas com síndrome de Down desde 2009, quando a sua filha Agusta nasceu com a condição. Na época, os exames mostraram que o seu bebê tinha 1 em 1,6 mil chances de ter a síndrome.
“Espero que, quando crescer, Agusta esteja plenamente integrada a esta sociedade com as suas próprias condições. Este é o meu sonho”, disse Ingadottir à rede CBS. “Em que tipo de sociedade você quer viver?”
Com informações da CBS.
Imagem ilustrativa: Bigstock| Foto extraída de: https://www.semprefamilia.com.br/defesa-da-vida/horror-islandia-aborta-100-de-todos-os-bebes-diagnosticados-com-sindrome-down/
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Compartilho sensacional texto de Howard Schultz – o presidente da Starbucks– sobre Inovação e Criatividade. Ele defende que conversemos com pessoas que não tenha nada a ver com a gente para aprender com as diferenças e inovar. Concordo!
Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270128-16284,00-UM+GOLE+DO+DESCONHECIDO.html
UM GOLE DO DESCONHECIDO
Que tal explorar novos segmentos, mudar o hábito de leitura ou conversar com gente que nada tem a ver com você? Isso pode fazer um grande bem ao seu negócio
Inspiração e ideias novas podem vir dos lugares mais inesperados. O segredo está na curiosidade de explorar o desconhecido. Muita gente esquece disso. Prefere fincar o pé no que já conhece porque se sente mais segura. Acontece que esse apego ao que é mais cômodo costuma ser perigoso para os negócios, principalmente porque aquilo que hoje funciona pode, facilmente, não funcionar mais amanhã. Há sempre algo a aprender, sobretudo numa época em que o comportamento do consumidor muda com a velocidade da luz, estimulado, em parte, pelas tecnologias em constante desenvolvimento.
Exatamente por isso entrei recentemente para a diretoria do Groupon, o site de compras coletivas. Aos 58 anos, acho que posso absorver muita coisa de uma geração mais jovem de empreendedores de internet, principalmente no que diz respeito às mudanças avassaladoras nos hábitos do consumidor.
Não é fácil sair de um segmento que você domina. É preciso se expor e estar disposto a admitir que existem coisas que você não sabe. Há algumas maneiras bem tranquilas de fazer isso. Ler artigos sobre empresas – ou biografias – que não fazem a sua cabeça é um bom exercício. Num jantar ou reunião, sente-se perto de um desconhecido e comece a conversar. Procure ouvir mais do que falar. Preste atenção nas ruas por onde você passa todos os dias e, ao viajar, não fique dentro do hotel. Saia. Mas, principalmente, esteja aberto ao inesperado.
Sempre procuro fazer esse tipo de coisa. Hoje, quando visito alguma cidade do mundo, deixo livre parte da minha agenda para conhecer os estabelecimentos que servem café, mas também as lojas de segmentos completamente diferentes.
Faz alguns anos, visitei uma lojinha despretensiosa em uma das ruas mais badaladas de Milão. A Coltelleria G.Lorenzi tinha um estoque espetacular de facas, navalhas e talheres artesanais. Na hora em que entrei, percebi que não era uma loja qualquer. Lembrava um museu. Um mostruário solene com iluminação suave exibia tesouras de todos os tipos, grande parte delas feita de aço forjado.
Milhares de itens dispostos meticulosamente atrás de uma lâmina de vidro chamaram minha atenção. Seria impossível a alguém que entrasse ali não perceber a paixão do proprietário por aqueles itens e seu desejo de compartilhá-los. A loja havia transformado ferramentas práticas de corte em obras de arte. Visitá-la foi uma experiência emocional semelhante à que se tem no teatro.
Eu precisava conhecer o homem por trás daquela façanha sutil. Um amigo me informou que a loja pertencia ao senhor Aldo Lorenzi. Demorou um pouco para que eu conseguisse marcar um encontro. Por fim, o sr. Lorenzi concordou em me receber. Quando voltei à loja (acompanhado de um amigo italiano que me serviu de intérprete), um senhor alto e elegante, de terno e gravata impecáveis, nos cumprimentou e, silenciosamente, nos conduziu ao escritório do dono. Agradeci ao sr. Lorenzi aqueles momentos que ele havia me concedido do seu tempo. Ele nunca tinha ouvido falar da Starbucks, e não era minha intenção tocar no assunto. Estava ali para ouvir a sua história. Os minutos transformaram-se em horas à medida que o senhor Lorenzi contava, com toda a humildade, a história da sua família, da sua arte, do comércio que o pai havia fundado em 1929, e o que significava para ele ser comerciante. Eu anotava tudo numa caderneta.
No final da visita, ele me deu um livro de capa cinza em que narrava a história da loja e sua filosofia de trabalho. Comecei a lê-lo no voo de volta para os Estados Unidos e fiquei encantado. Não parecia um livro de negócios, mas o diário de um amigo.
Em quase todos os capítulos, assim como durante o tempo em que conversamos, havia algo a aprender: um pensamento inspirador, uma lição que me levava a reconsiderar meus pressupostos pessoais, ou até mesmo a repensar como a Starbucks poderia continuar a melhorar. O mais importante de tudo, porém, foi que a paixão de Aldo Lorenzi ajudou a reacender em mim a chama da empolgação pelo meu trabalho.
A parte principal dessa história não foi o que o senhor Lorenzi me ensinou. O mais importante foi que eu estava aberto para ouvir o que ele tinha a dizer. Mentores não deveriam ser apenas pessoas iguais a você – ou indivíduos a quem você deseja imitar. Pode-se aprender muita coisa com gente de outras áreas, bem como com pessoas de culturas e gerações diferentes. Antes, porém, você precisa convidá-las a fazer parte da sua vida.
Aldo Lorenzi é dono de uma loja. A Starbucks tem milhares de lojas. Ele se especializou em instrumentos cortantes. Eu entendo de café. Somos de épocas diferentes e não falamos o mesmo idioma. Contudo, ele tinha um monte de coisas a me ensinar. Sempre há algo a aprender, desde que estejamos dispostos a ouvir.
Howard Schultz é fundador, presidente e executivo-chefe da Starbucks. Ele é autor do livro Onward: How Starbucks Fought For Its Life Without Losing Its Soul (Na tradução brasileira, Dedique-se de Coração – Starbucks Coffee)
Imagem extraída do link acima.
Li, gostei e compartilho:
“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito: ontem e amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para fazer as coisas acontecerem!”
Autor Desconhecido.
E não é por aí?

Estando com as pessoas que você ama, NÃO USE o celular.
Dispense o aparelho. Aproveite o tempo para viver a vida real com sua família, não a virtual. Faça essa experiência.
Aqui em casa, estamos tentando reduzir ao máximo o uso dele, curtindo-nos mutuamente e evitando a dispersão que ele traz (sem falar na chance de vício).
GESTÃO E VIDA – O grande desafio da administração (e de nossas vidas) é regular o… tempo!
Considerações em: https://www.youtube.com/watch?v=dl8uWsEO984
Ouvi dias atrás e compartilho:
“Discutir com quem não vale a pena nas Redes Sociais é como o cara latir para o cachorro que late para você. Não adianta.”
Flávio Prado
Perfeito. Não dá para “conversar com fanático” que quer causar. O prejuízo é todo seu.

Imagem extraída de: https://cachorrosincriveis.com.br/cachorro-latindo/
Há certas situações nas quais você deve tomar cuidado para não fazer bobagem.
Respirar fundo, contar até 3 ou simplesmente se desconectar para não magoar profundamente alguém num momento em que você está tomado pela forte emoção (especialmemte se ela for negativa), é importante. A ausência de um diálogo, vez ou outra, é melhor do que uma discussão aflorada pelo nervosismo.
Digo isso por este meme, abaixo, da “Bia”. Veja e responda: já teve vontade de imitá-la?
Aqui:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Uma pesquisa sobre confiabilidade global mostra: professores e cientistas são os grupos mais confiáveis para os brasileiros. Na parte de baixo da lista… os políticos!
Abaixo, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/professores-e-cientistas-sao-os-mais-confiaveis-para-brasileiros-diz-pesquisa-veja-lista/
PROFESSORES E CIENTISTAS SÃO OS MAIS CONFIÁVEIS PARA BRASILEIROS, DIZ PESQUISA.
Considerando todos os países da pesquisa, instituto Ipsos aponta que “políticos em geral” integram grupo dos menos confiáveis em ranking de confiabilidade – Por Léo Lopes e Bárbara Brambilada, da CNN
Os três grupos que os brasileiros mais confiam são, respectivamente, professores, cientistas, e médicos, segundo o ranking de “Confiabilidade Global”, divulgado nesta terça-feira (9) pela Ipsos, uma das maiores empresas de pesquisa do mundo.
O pódio brasileiro praticamente coincide com o ranking geral, com a única diferença de que o primeiro e o terceiro lugar se invertem.
Na descrição da metodologia, os pesquisadores apontam que as amostras colhidas no Brasil reproduzem o perfil da população mais urbana, com maior nível de instrução e renda maior do que outros cidadãos.
“Os resultados da pesquisa devem ser vistos como refletindo as visões do segmento mais “conectado” de sua população”, apontou a Ipsos.
Para a pesquisa, foram ouvidos virtualmente 21.515 participantes, de idades que variam de 16 a 84 anos, entre os dias 27 de maio de 10 de junho deste ano.
Além do Brasil, estão incluídos África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hungria, Índia, Itália, Japão, Malásia, México, Peru, Polônia, Reino Unido, Suécia e Turquia.
Menos confiáveis no ranking mundial
Considerando todos os países da pesquisa, a Ipsos apontou que “políticos em geral”, “ministros de governo” e “executivos de publicidade” são os grupos menos confiáveis no ranking de confiabilidade.
Eles angariaram 12%, 16% e 18%, respectivamente, da confiança de todos os participantes do levantamento.
“À medida que saímos do período de pandemia, o estado de confiança nas profissões parece praticamente inalterado”, afirmou o pesquisador da Ipsos, Mike Clemence, em comunicado.
“O quadro é semelhante com as profissões em que o mundo menos confia: como nos anos anteriores, são políticos e publicitários. No geral, pouco mais de um em cada dez acha que os políticos são confiáveis, e esse número é ainda menor em grande parte da América Latina, bem como na Hungria, Polônia e Espanha”, acrescentou.
Confiança nas Forças Armadas
A pesquisa também apontou que o Brasil está entre os países com menor nível de confiança nas Forças Armadas.
O ranking indicou que 30% dos brasileiros confiam nas Forças Armadas – um dos menores índices entre os 28 países analisados.
O índice do Brasil empata com a Polônia e fica à frente de Colômbia (29%), África do Sul (28%) e Coreia do Sul (25%).
O resultado brasileiro contrasta com o ranking geral, que considera todos os países da pesquisa, no qual as Forças Armadas são consideradas o 4º grupo mais confiável.
Confira o ranking de confiabilidade do Brasil:
Professores – 64%
Cientistas – 61%
Médicos – 59%
Pesquisadores – 37%
Homens/Mulheres comuns – 36%
Jornalistas – 34%
Membros do clero/sacerdotes – 30%
Membros das Forças Armadas – 30%
Polícia – 29%
Apresentadores de notícias da TV – 28%
Juízes – 28%
Funcionários públicos – 24%
Advogados – 20%
Líderes de negócios – 20%
Executivos de publicidade – 18%
Banqueiros – 14%
Ministros de governo -13%
Políticos em geral – 9%

Imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil
Um problema dos tempos pandêmicos: a falta de contato real com as pessoas, a menor interação social no trabalho, na escola ou na comunidade, traz a menor criatividade.
Uma abordagem, extraída de: https://exame.com/bussola/o-trabalho-remoto-nos-deixa-menos-criativos-o-motivo-falta-de-interacao/
O TRABALHO REMOTO NOS DEIXA MENOS CRIATIVO
Usando as flores como exemplo, algumas pessoas “murcham” ao trabalharem sozinhas.
Por Flavia Rezende*
Tenho ouvido de muitos colaboradores com quem trabalho a reclamação sobre a dificuldade de criar. O desafio é colocado vez ou outra em conversas e feedbacks, com a constatação de que o bloqueio criativo se deve ao home office. Outros fatores normalmente mencionados são o excesso de tarefas, a comunicação excessiva por aplicativos de mensagens e videoconferências longas e maçantes, que não permitem que o profissional dedique tempo para cultivar novas ideias.
Essa percepção não está totalmente errada. As conexões pessoais são fundamentais para estimular a inventividade. A polinização cruzada é uma metáfora usada por alguns profissionais para tratar do assunto. No processo que ocorre na natureza, o pólen é levado de uma flor para a outra, gerando frutos e sementes.
O mesmo acontece no trabalho, por meio da troca de ideias. Nesse ambiente de aprendizado contínuo, muitas vezes, a criatividade surge espontaneamente, em reuniões, almoços e cafezinhos. Usando ainda as flores como exemplo, algumas pessoas “murcham” ao trabalharem sozinhas, o que também impacta na capacidade de criar e na satisfação com a profissão.
Mesmo depois de quase um ano e meio em casa, derrubar algumas barreiras impostas pelo isolamento segue sendo um desafio. Uma forma de superar a distância é manter a rotina de comunicação que existia no ambiente presencial. Propor conversas individuais com seus pares para alinhamentos corriqueiros ou repassar as tarefas do dia logo pela manhã e ao final do expediente com seu gestor.
Usar o telefone para manter a proximidade com sua equipe também pode ser uma solução para evitar a solidão – e quem sabe uma forma das gerações Y e Z perderem o medo de atender ligações. Essas conversas servem tanto para expandir ideias e compartilhar desafios, quanto para solucionar problemas. Mensagens de texto e e-mails soam mais formais e podem atrasar a resolução da questão. Uma ligação de cinco minutos será mais eficiente.
Para os gestores, vale considerar a realização de reuniões semanais com toda a equipe para descompressão e conversas mais “soltas”. Alguns times apostam ainda no happy hour virtual após o horário de trabalho. Nesse caso, é importante permitir que a participação seja opcional.
Cultivar esses hábitos é fundamental para manter relacionamentos, mas também para ter visibilidade do que está acontecendo e permitir que os outros saibam sobre o andamento dos seus projetos. Uma comunicação eficiente auxilia não só no despertar da criatividade, mas também na percepção que os demais têm sobre o seu trabalho, um fator sempre importante no ambiente corporativo.
*Flavia Rezende é Sócia-Diretora da Loures Comunicação
Este é um conteúdo da Bússola, parceria entre a FSB Comunicação e a Exame. O texto não reflete necessariamente a opinião da Exame.

Imagem extraída de: https://contabilidadegemeos.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-trabalho-remoto/
IN ENGLISH –
A problem of the pandemic times: the lack of real contact with people, less social interaction at work, at school, or in the community, leads to less creativity.
An approach, extracted from: https://exame.com/bussola/o-trabalho-remoto-nos-deixa-menos-criativos-o-motivo-falta-de-interacao/
Using flowers as an example, some people “wither” when they work alone.
By Flavia Rezende*
I have heard many collaborators I work with complain about the difficulty of being creative. The challenge is brought up every now and then in conversations and feedback, with the observation that creative block is due to working from home. Other factors normally mentioned are an excess of tasks, excessive communication through messaging apps, and long and boring video conferences that do not allow the professional to dedicate time to cultivating new ideas.
This perception is not entirely wrong. Personal connections are fundamental to stimulating inventiveness. Cross-pollination is a metaphor used by some professionals to discuss the topic. In the process that occurs in nature, pollen is carried from one flower to another, generating fruits and seeds.
The same thing happens at work, through the exchange of ideas. In this environment of continuous learning, creativity often arises spontaneously in meetings, lunches, and coffee breaks. Still using flowers as an example, some people “wither” when they work alone, which also impacts their ability to create and their satisfaction with their profession.
Even after almost a year and a half at home, breaking down some barriers imposed by isolation remains a challenge. One way to overcome the distance is to maintain the communication routine that existed in the in-person environment. Propose individual conversations with your peers for routine alignments or review the day’s tasks with your manager in the morning and at the end of the day.
Using the phone to maintain proximity with your team can also be a solution to avoid loneliness—and perhaps a way for generations Y and Z to lose their fear of answering calls. These conversations serve both to expand ideas and share challenges, and to solve problems. Text messages and emails sound more formal and can delay the resolution of the issue. A five-minute call will be more efficient.
For managers, it’s worth considering holding weekly meetings with the entire team for decompression and more “casual” conversations. Some teams also rely on a virtual happy hour after work hours. In this case, it is important to allow participation to be optional.
Cultivating these habits is fundamental not only to maintaining relationships, but also to having visibility of what is happening and allowing others to know about the progress of your projects. Efficient communication helps not only in awakening creativity, but also in the perception that others have of your work, a factor that is always important in the corporate environment.
*Flavia Rezende is Partner-Director at Loures Comunicação
This is content from Bússola (Compass), a partnership between FSB Comunicação and Exame. The text does not necessarily reflect the opinion of Exame.
Ganha repercussão um restaurante paulistano que costuma publicar frases polêmicas na sua fachada. A impressão do “La Borratxeria” é que querem gerar manchetes, justamente para ganhar notoriedade. Porém… ambas são de mau gosto.
Por exemplo: “Quem gosta de criança é creche”; ou: “Não odiamos crianças, só a sua mesmo”.
Mais maluquices?
Abaixo, veja o “espaço kids”, numa foto:
REPRODUÇÃO / INSTAGRAM LA BORRATXERIA.
A reportagem completa está em: https://noticias.r7.com/sao-paulo/restaurante-de-sp-poe-placa-polemica-na-fachada-nao-odiamos-criancas-e-so-a-sua-mesmo-10082022?amp
O céu escuro das 6h de hoje: sem filtros e… sem graça!
Não gosto de dias cinzas. Eles nos trazem tristeza (enquanto os azuis nos motivam). O clima “dark”, borocoxô ou “pra baixo” faz com que eu, particularmente, evite certas atitudes ou comportamentos. Não é superstição, é ciência!
Dias claros e ensolarados nos dão energia e ânimo (até pelas vitaminas naturais que obtemos com eles). Dessa forma, fica a dica: povoe sua mente de coisas boas nesta sexta-feira.

Foto: Autoria Pessoal

Qual é o objeto de ostentação e/ou que leva a pessoas a usarem ele para isso?
Sem dúvida, o celular…
Extraído de: August 10, 2022
Tudo o que acontecer em nossas vidas, que possamos tirar proveito pelo lado positivo. Saibamos extrair da dificuldade um aprendizado ou uma benesse.
O que você tem conseguido aprender como “lição de vida” ou “novo saber“ pela experiência cotidiana, em dias tão difíceis como os que estamos vivendo?
Vale a reflexão da imagem abaixo:


“Pensem nas criançasMudas, telepáticas;Pensem nas meninasCegas, inexatas;Pensem nas mulheresRotas alteradas;Pensem nas feridasComo rosas cálidas.Mas,…
Continua em: HUMANOS OU PSICOPATAS?
Leio uma matéria bacana que aborda a transformação dos ideais depois de uma certa idade. É sobre como as pessoas mudam de vida depois dos 50 anos. Ou ao menos, querem mudar!
Aqui, um elenco de exemplos sobre quem conseguiu reinventar-se depois dessa idade. Mas vale pensar: precisamos esperar esse aniversário simbólico ou precisa ser em qualquer época tal mudança de propósitos?
O acesso em: https://vejasp.abril.com.br/cidades/reinvencao-apos-os-cinquenta-anos/


Celso Loducca, 60, consegue dedicar mais tempo ao seu cachorro Pipoca e à Casa do Saber, seu projeto social (Alexandre Battibugli/Veja SP)
Um abraço é, como diz a figura:
”Um laço dado por fora que desata um nó dado por dentro”.
E não é?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Ainda hoje você encontra aqueles que não creem que a depressão é um dos males mais significativos e preocupantes dos nossos tempos. A eles, compartilho a importante matéria abaixo:
(Extraído do Jornal de Jundiaí, link em: http://www.jj.com.br/noticias-48777-depressao-nao-e-frescura-e-precisa-de-tratamento-serio-)
DEPRESSÃO NÃO É FRESCURA E PRECISA DE TRATAMENTO SÉRIO
Por Gustavo Amorim
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 350 milhões de pessoas tenham depressão no planeta. Segundo a entidade, é a patologia que mais causa problemas e incapacidade no mundo atualmente. “Não é frescura”, ressalta o psiquiatra Ivo Pinfildi Neto. Para a psicóloga clínica Patrícia Galante, “ainda é um tabu”.
Afinal, você sabe o que é a depressão? Como reconhecer os sinais em si ou em familiares e amigos? Como é o tratamento? O psiquiatra Ivo Pinfildi destaca que a pessoa consegue observar em si mudanças comportamentais, mas nem sempre associa o quadro à depressão. “Ela pode demorar muito tempo achando que são coisas da sua cabeça, que a tristeza vai passar, que é algo passageiro. Mas o tratamento é necessário”.
Por isso, é fundamental saber quais são os sinais da depressão. “E são muitos”, acrescenta a psicóloga Patrícia Galante (confira os sintomas no quadro). Além disso, Pinfildi destaca que a pessoa fica acuada e tímida, o que dificulta o diagnóstico.
A empresária S. S. passou pelo estado de depressão e confirma que não teve essa percepção inicial. “Comecei a não ter vontade de nada, chorar por tudo, me esconder das pessoas, não dormir à noite. Ficava angustiada, não queria sair. Achava que era só cansaço”.
Ela revela que só descobriu a depressão quando foi ao médico por conta de palpitações que sentia no coração. “O cardiologista sugeriu um psiquiatra e só aí entendi o que estava acontecendo”, afirma a empresária. Pinfildi destaca que “o adulto depressivo sente que alguma coisa está esquisita dentro de si”.
Fatores
Muitos são os fatores que podem desencadear o estado depressivo. Segundo os profissionais ouvidos pela reportagem, um deles pode ser o próprio ambiente em que a pessoa vive. “O trabalho estressante, o desemprego, uma alimentação não saudável, problemas familiares, falsa sensação de felicidade. Tudo isso pode influenciar, mas não são a causa”, afirma Ivo Pinfildi.
A psicóloga Patrícia Galante também segue essa linha, mas alerta: “Não são as causas, mas os gatilhos que levam a pessoa a entrar em depressão. A pessoa pode já ter uma propensão e qualquer aspecto pode ser a gota que faz o copo transbordar. É importante não criar expectativas”.
Tratamento
Por ser um estado tanto físico quanto biológico e psicológico, a depressão deve ser tratada com várias abordagens. Tanto o psiquiatra Ivo Pinfildi quanto a psicóloga Patrícia Galante concordam que os profissionais têm importância fundamental no tratamento – a psiquiatria com o lado químico/biológico e a psicologia com o entendimento do processo. “Um dos fatores mais importantes, entretanto, é a família. É o carinho, é o cuidado com o ser humano. O familiar não pode começar julgando quem está com depressão. Não ajuda em nada e, inclusive, atrapalha e aprofunda o estado. Não pode falar ‘vai passar’ porque quem está sofrendo sabe que não é tão simples. E também não pode cobrar que suma como se fosse mágica. Se colocar à disposição para ouvir e não transformar o assunto num tabu é primordial”, diz Galante.
O psiquiatra Pinfildi ainda conta que utiliza a medicina antroposófica como parte do processo de tratamento. “A antroposofia usa outros tipos de terapia, corporais, artísticas. A medicina antroposófica amplia a ação da medicina tradicional”, conta.
Para ele, inclusive, “é um grande equívoco de quem se fecha no mundo do seu campo profissional. As pessoas esquecem que cada alçada pode ser complementar à outra”, diz o psiquiatra.
Patrícia Galante destaca a atividade física como outro ponto importante no processo de tratamento. “Faz muita diferença, até pela química que ela gera no corpo. Mas a alimentação saudável e lazer também são fundamentais”, complementa.
Jovens e idosos
Mesmo sem dados, o Centro de Valorização à Vida (CVV) de Jundiaí destaca que jovens e idosos são o público que liga com mais frequência para o serviço de prevenção ao suicídio – que tem como principal causa a depressão. “Tanto o idoso quanto o jovem estão em um momento de mudanças no convívio social”, destaca Mônica Quirino, monitora em saúde emocional e uma das voluntárias do projeto.
Ivo Pinfildi destaca que crianças reagem de forma diferente à patologia. “Ela não vai entender pelo que está passando. Mas vai ficar irritadiça, vai ficar chorosa, apática. Muitas vezes pelo que está acontecendo em casa. Muda muito o comportamento”, relata o psiquiatra.

Imagem extraída de: https://www3.unicentro.br/petfisica/2018/04/02/depressao-nao-e-frescura/
Repararam que às vezes tratamos pessoas importantes respeitosamente de “doutor”, sem que tenham feito um curso de Doutorado?
De onde vem esse costume?
A resposta achei num recorte da Revista Superinteressante de Abril.
Abaixo:
“Doutor” vem do latim doctor, que significa “mestre, o que ensina”. Até meados do século 11, designava quem dominava uma área do conhecimento, como professores e teólogos. Com a fundação das primeiras universidades na Europa, no fim do século 11, passou a distinguir quem tinha um título acadêmico e estava habilitado a ensinar. Chamar médico e advogado de “dotô” é coisa do Brasil Colonial, quando filhos de ricos iam estudar fora do país. Em 1827, um decreto de D. Pedro 1°, criando cursos de Ciências Jurídicas e Sociais no Brasil, dizia que os formados na área deveriam ser tratados como “doutores”. Já em Portugal, qualquer um com curso superior pode ser chamado de doutor.
COMPETÊNCIA – Nossas habilidades, diversas entre as pessoas e de dimensões sociais variadas, sempre serão necessárias para o nosso mundo.
Compartilho a reflexão em: https://www.youtube.com/watch?v=GwKkKHzHsvY
Por Vitor Martins, extraído do seu LinkedIn (um texto sobre o racismo sofrido pelos filhos negros do casal de artistas da Globo, que foram ofendidos por uma turista branca em um restaurante em Portugal):
Todas as pessoas negras são alvo do racismo, sem exceção.
Seja no trabalho;
Seja no hospital;
Seja na escola;
Seja no culto religioso;
Seja durante as férias;
Em qualquer lugar, a qualquer momento, independente da sua condição financeira e de vida, da sua formação educacional, pessoas negras estão sempre sujeitas ao racismo.
Titi e Bless são apenas duas crianças, mas são duas crianças negras. E mesmo sendo apenas crianças, o racismo não os escapa, não os poupa.
Eles possuem a mesma condição financeira, os mesmos pais que Zyan – o irmão branco mais novo deles dois. A diferença é que Zyan nasceu com a cor do privilégio social, nasceu branco, e Titi e Bless nasceram com o estigma daqueles que tem sua humanidade negada. E, embora nem Zyan, nem Titi e Bless tenham pedido pra nascer onde nasceram ou qualquer culpa, independente de quais fossem suas vontades, o racismo irá sempre oferecer realidades extremamente opostas.
Era só mais um dia de férias, mas ele infelizmente ele precisou ser interrompido pela “programação normal”, o racismo.
Espero que Gio, Bruno e Zyan estejam bem. E, principalmente Titi e Bless, que são apenas crianças negras buscando viver o melhor da vida e suas respectivas infâncias.
O que difere um bandido pobre de um rico, se ambos cometem crimes?
Talvez, apenas a sua condição econômica.
Dias atrás, ouvi uma autoridade policial (na Rádio Bandeirantes, mas não consegui ouvir seu nome e patente) falando sobre os menores delinquentes, provindos de periferia. Sobre eles, ponderou que:
“Há uma geração de adolescentes e jovens criados com valores de bandidos. Eram crianças que se acostumaram a frequentar cadeia, vendo os parentes detidos lá e que viam no ato do banditismo um caminho a ser herói. Ser ladrão se tornou sonho para alguns! Onde estariam os valores morais que deveriam ser ensinados em casa?“
Pois é: muitas vezes, quem deveria ensinar os bons valores talvez não esteja por lá, sendo que se torna preocupante o futuro dos filhos de pais e mães bandidos.
Entretanto, como justificar o aumento de criminosos na classe média? Alguns, erroneamente creditam a criminalidade a um fator econômico ao invés de educacional. Porém, vê-se em destaque as chamadas “gangues de playboys”: adolescentes e jovens que cresceram com boas condições financeiras, e que enveredam para o crime a fim de se sustentarem com prazeres e vaidades: dinheiro para ostentação de carros, participação em baladas e consumo de drogas.
Estes mais abastados financeiramente caíram em desgraça por qual motivo?
Fica nítido que o problema é educacional. Não adianta caros colégios se a primeira educação, a básica, formadora e influenciadora – a do lar – possui falhas gravíssimas ou inexiste. E que tantos batedores de carteira, playboys ou políticos corruptos cometem o mesmo crime: o de desrespeitar a dignidade humana.
Do mesmo jeito que um criminoso atira gratuitamente simplesmente pelo medo de reação da vítima, criminosos do colarinho branco sugam as verbas de hospitais carentes e já capengas. A estes, a vida do cidadão de bem nada vale.
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Imagem extraída de https://professorheldernogueira.com.br/dificuldades-dos-professores-no-brasil-exigem-mudancas-urgentes-na-educacao/
Você segue o brilhante consultor em Administração Stephen Kanitz pelo Twitter?
Veja um de seus aconselhamentos:
“O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados”.
Fantástico, não?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

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De vez em quando, você ouve alguém falar que Fulano precisa “ter personalidade”! Mas o que é isso?
Ué, é um “vício de linguagem”, pois todos nós temos as nossas características como “persona”. E as particularidades delas é que nos fazem ser únicos.
Lembrei-me da mensagem abaixo, que vai de encontro a isso:
Uma matéria interessante da Isto É: cai o consumo de bebidas dos jovens entre 18 e 24 anos, que estão mais comportados e pensando em coisas mais importantes!
Em: https://istoe.com.br/uma-juventude-mais-comportada/
UMA JUVENTUDE MAIS COMPORTADA
Pesquisa revela que os jovens estão consumindo menos álcool. As causas são relativas à Covid, mas não só. Eles estão preocupados com os estudos e com o futuro profissional
Na letra da música Como nossos pais de Antonio Belchior (1946-2017), há um trecho no qual se afirma que “Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”. No que diz respeito ao contexto político talvez a afirmação seja verdadeira, acontece, no entanto, que existe uma importante mudança na sociedade quando o assunto é o consumo de bebidas alcoólicas. Uma recente pesquisa do Ministério da Saúde mostrou que o consumo de álcool pela primeira vez foi reduzido entre os jovens na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade. A pesquisa chamada Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), índica que o consumo abusivo de álcool caiu de 25% para 19,3% da população de homens e mulheres. Há sete anos o percentual não ficava abaixo de 20%. Nesse caso tratam-se de pessoas que declaram ingerir sessenta gramas ou mais de álcool, o equivalente a pelo menos quatro doses, em uma única ocasião, ou ao menos uma vez por mês.
A constatação de que a juventude tem deixado o álcool de lado foi realizada no período da pandemia. A situação retratada é positiva dado que a droga é lícita, mas causadora de diversos problemas de saúde, além de alterações comportamentais. O dado do estudo insere o Brasil numa tendência mundial de queda do consumo de bebidas alcoólicas que começou no inicio dos anos 2000. Isso foi observado na Austrália, Reino Unido e em países nórdicos, principalmente. “É uma boa notícia, mas é necessário ter mais medições que confirmem a tendência”, afirma Arthur Guerra, psiquiatra e presidente executivo do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA). Os motivos para a queda da ingestão de bebidas alcoólicas são diversos. Além da pandemia, quando a curtição em festas teve que ser contida e fez aumentar o convívio familiar e a vigilância dos pais, houve, por parte dos jovens, a preocupação com os estudos e com o futuro profissional. “É nesse balanço que ocorreu a redução do consumo etílico”, diz o médico.
É o caso Victor Dako, de 20 anos de idade, paulista de Guaratinguetá. Ele conta que bebia cachaça e vodca de três a quatro vezes por semana, no período em que cursou o ensino médio, entre os anos de 2016 e 2018. “Quando veio a Covid reduzi drasticamente a ingestão de bebidas”, conta. Dako explica que decidiu trocar o álcool pelos estudos. Ele alcançou o objetivo, conseguiu passar no vestibular e está cursando psicologia. Espera-se agora, que as próximas pesquisas confirmem que a queda do consumo de álcool é uma tendência.

Publicado originalmente em Pitacos e Achados: O inverno chegou e com ele vem aquela vontade de ficar em casa debaixo das cobertas e comer todas as …
Continua em: 12 dicas para manter o corpo em forma no inverno