Comportamento
– A cultura do “Loser”.
Que mania nossa sociedade tem em desmerecer quem não tem o sucesso absoluto: como um dia disse Nelson Piquet, “o 2o colocado é o 1o perdedor”, para muitos.
Por quê isso?
Não ser o primeiro colocado em qualquer situação – no esporte, na política ou no trabalho – não quer dizer ser um perdedor. Quer ser “o primeiro melhor, depois de quem venceu”!
É triste saber que o desmerecimento acontece de maneira injusta por muitas partes, e nós temos a obrigação de aguentar cobranças de que “tem que ser o número um” em todos os aspectos.
Faz parte. Não se pode (e nem se deve imputar principalmente às novas gerações) a cultura de quem não é o melhor, é um perdedor.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para o crédito.
– Relacionamentos são para…
O brasileiro é espirituoso… mas cá entre nós: há um pouco de verdade nessa frase sarcástica, não?
Amar é suportar, tolerar, rir e sofrer juntos. Além de muitas outras coisas (mas neca de dobrar lençol Kk)

– Today’s Quote: Relacione-se.
“A snowball in the face is surely the perfect beginning to a lasting friendship.” ― Markus ZusakThe post Today’s Quote first appeared on Chateau …
Continua em: Today’s Quote

– Jogo (não) consensual.

“Este é um lugar destinado para homens, onde eles podem fazer o que quiserem e, não importa o que aconteça, devem proteger uns aos outros”. Essa …
Continua em: Jogo (não) consensual
– Coisas boas (ou não) da vida.
Compartilho uma antiga (mas belíssima) crônica de Luís Fernando Veríssimo sobre verdadeiros prazeres da vida, em coisas comuns e corriqueiras.
Extraído de: http://www.canastradaemilia.blogger.com.br/2004_06_01_archive.html, postado por Luciana Macedo.
PRAZERES
Por Luis Fernando Verissimo
Cada semana, uma novidade. A última foi que pizza previne câncer do esôfago.Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí, não exagere. Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde:
* Prazer faz muito bem.
* Dormir me deixa 0 km.
* Ler um bom livro me faz me sentir novo em folha.
* Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.
* Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.
* Brigar me provoca arritmia cardíaca.
* Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
* Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
* E telejornais, os médicos deveriam proibir – como doem!
* Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar.
* Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
* Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.
* E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.
* Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
* Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor que pipoca.
* Conversa é melhor do que piada.
* Beijar é melhor do que fumar.
* Exercício é melhor do que cirurgia.
* Humor é melhor do que rancor.
* Amigos são melhores do que gente influente.
* Economia é melhor do que dívida.
* Pergunta é melhor do que dúvida.
Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode levar a uma idade avançada.
Sonhar é melhor do que nada.

– A Individualidade versus o Individualismo.
E cada vez mais vemos na sociedade o individualismo sobrepor o coletivismo, o egoísmo suplantar a solidariedade, ou, se preferir, a competição vencer a colaboração.
Não parece que as pessoas estão pensando cada vez mais em si próprias, e não nos outros? Nem na própria família… quiçá na sociedade.
Vejo também uma certa confusão: as pessoas dizem que querem ser felizes (e precisam pensar nelas mesmo), mas… com quais atitudes?
Todos devemos galgar a felicidade, mas não podemos confundir a individualidade (as características de cada um, seus defeitos e virtudes – um conjunto único de cada pessoa) com o individualismo (o de pensar somente nela e o resto que “se exploda” – permitindo muitas vezes que atos até mesmo contestáveis sejam cometidos).
Sejamos mais sábios em nosso comportamento e tenhamos Inteligência Emocional, porque tudo isso gera coisas perigosas: vaidade, egoísmo e futuras auto-frustrações.

Imagem: Sasha Freemind/Unsplash
– É bom ou é ruim chupar chupeta?
O tema é interessante para nós, papais e mamães: a chupeta!
Alguns dizem que nunca se deve dar a chupeta antes dos 14 dias de vida para não atrapalhar na amamentação. Ao mesmo tempo, outros dizem que a chupeta é indispensável, pois o bebê que não se acostuma com ela começa a chupar o dedo e acaba se tornando um vício ruim.
Algumas coisas interessantes que você deve saber sobre a chupeta,
Extraído da Revista Crescer: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI305314-15046,00-COISAS+SOBRE+A+CHUPETA+QUE+VOCE+PRECISA+SABER.html
7 COISAS SOBRE A CHUPETA QUE VOCÊ PRECISA SABER
Novo estudo sugere que ela ajuda no aleitamento e reacende a polêmica sobre seu uso
O assunto é sempre polêmico. A maioria dos pediatras condena o uso da chupeta, mas algumas mães alegam que o acessório tem lá suas vantagens, desde que usada com moderação. O mais recente estudo, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, diz que ela pode (quem diria!) até mesmo estimular a amamentação. Os pesquisadores americanos analisaram os dados de 2.249 crianças nascidas entre junho de 2010 e agosto de 2011. Os resultados mostraram que a taxa de aleitamento natural diminuiu de 79% para 68% após a abolição das chupetas. O que os autores do estudo ainda não descobriram é o que estaria por trás dessa estatística.
Contradições à parte, antes de você (com a orientação do pediatra) decidir se o seu filho vai ou não usá-la, melhor ficar por dentro do assunto. A seguir, sete coisas que toda mãe tem de saber.
1 – Atrapalha a amamentação?
Apesar da pesquisa norte-americana citada acima, Luciano Borges, presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Mineira de Pediatria, discorda. Ele diz que inúmeros estudos anteriores mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno. Segundo Luciano, o fato acabou sendo decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) optassem como recomendação oficial não utilizar bicos e chupetas desde o nascimento. Essa orientação é compartilhada pelo Ministério da Saúde do Brasil. “Tenho um caso de paciente que ofereceu chupeta à sua filha quando ela tinha 1 mês e meio. Na mesma época, a criança largou o peito e começou a perder peso. Bastou a mãe tirar a chupeta para a amamentação voltar ao normal”, conta o pediatra. A explicação para isso é que a musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança. A pediatra Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, também faz um alerta: “Vale lembrar que a chupeta só deve ser oferecida ao bebê quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança”, reforça a pediatra Tania Shimoda.
2 – Prejudica a dentição?
Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. “Um hábito oral pode gerar outro. Por exemplo, o uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração (pode predominar a respiração pela boca), na postura corporal, na fala e na mastigação”, diz Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp.
3 – Até que idade meu filho pode usá-la?
Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito.
4 – O que é pior, chupeta ou dedo?
O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo.
5 – A chupeta alivia a cólica do bebê?
Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica.
6 – Ela previne a morte súbita?
A Academia Americana de Pediatria afirma que o uso do acessório diminui a incidência de morte súbita. Mas isso não quer dizer que, se o seu filho não gosta ou não usa, você deve forçá-lo.
7 – Que cuidados devo tomar com a higiene?
A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente.

– Qual o estilo de vida que você leva?
Cada vez mais admiro o Papa Francisco. Sobre “materialismo e cotidiano”, disse dias atrás via Twitter:
“Um estilo de vida sóbrio é bom para nós e permite-nos uma melhor partilha com os necessitados”.
Curto e grosso! Para quê queremos coisas tão caras e desnecessárias se há irmãos que nada tem? Aliás, o que é “sobriedade de vida” para você: ter o necessário, lucidez nos atos, pés-no chão ou tudo isso junto?

Imagem: Vatican / AGIF
– 10 características de pessoas com a mentalidade forte!
Ser resiliente e ter mentalidade forte são recursos de sobrevivência nos dias atuais.
Compartilho esse ótimo artigo sobre isso, em: https://blog.convenia.com.br/mentalidade-forte-e-segura/

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para créditos.
– Festa de São Valentim: o verdadeiro Dia dos Namorados no Mundo.
Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados e santo casamenteiro. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.
Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE. Aliás, quantos “dias do amigo” temos no Brasil, já perceberam?
Gostou, ou é muito artificial?
Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):
SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA
São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim. O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
– O que é Deboísmo? O que você pensa sobre ele?
Já ouvi de algumas pessoas que elas costumam praticar o “deboísmo”, o estado de espírito em estar “de boa”.
Acha que é brincadeira?
A moda está se popularizando na Internet, tornando-se para muitos uma doutrina!
Extraído de: http://www.significados.com.br/deboismo/
SIGNIFICADO DE DEBOÍSMO
Deboísmo é um neologismo que surgiu na internet como uma corrente filosófica, onde a principal regra é “viver de boa com a vida”.
Os criadores da “religião do Deboísmo”, Carlos Abelardo e Laryssa de Freitas, são um casal de Goiânia (capital do estado brasileiro de Goiás).
Ambos criaram uma página no Facebook e começaram a partilhar mensagens que incentivavam o respeito e a calma nas relações entre os usuários das redes sociais.
Os criadores afirmam que a ideia de fundar o deboísmo surgiu a partir das constantes observações que faziam de brigas e falta de entendimento entre as pessoas no Facebook.
O bicho-preguiça é considerado o mascote do deboísmo, devido ao sentido de calma e serenidade transmitida pelo mamífero.
No entanto, os criadores desta “doutrina” alertam que não se deve confundir os princípios do deboísmo com a preguiça ou o comodismo. O objetivo é enfrentar e debater os problemas ou desafios, mas com respeito, calma e, acima de tudo, paz.
Algumas características do comportamento de uma pessoa deboísta é o bom humor, a descontração, a paciência e o respeito às opiniões alheias.
A página de fãs da “religião do Deboísmo” no Facebook já alcançou milhares de seguidores. Até o Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil decidiu “aderir” ao movimento de pacificação.

Imagem extraída de: https://www.saindodamatrix.com.br/deboismo-estoicismo/
– Os melhores empregos de acordo com sua personalidade.
Já imaginou encontrar um trabalho com sua cara, ou melhor, com o seu jeito?
Seria fantástico. Mas veja que bacana: uma reportagem sobre os diversos tipos de comportamentos e algumas observações.
Compartilho, clique no link em: https://www.weforum.org/agenda/2016/10/the-best-jobs-for-your-personality-type?utm_content=buffer94c84&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer
– Relacionando com pessoas “difíceis”.
Um artigo bacana publicado no Caderno “Inteligência”, na Época Negócios: como se relacionar com gente de personalidade forte, instável ou antissocial. Dicas que extrapolam a Administração de Empresas e vão ao cotidiano da sociedade.
Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2012/06/gente-e-problema.html
GENTE É PROBLEMA
E você tem que saber lidar com os tipos.
O primeiro é o colega “Mel Gibson”, o tipo hostil, que leva tudo para o lado pessoal quando é contrariado; o segundo é o colega “Marilyn Monroe”, suscetível à rejeição, preocupado com a desaprovação alheia, real ou imaginária; o terceiro é o “Woody Allen”, neurótico, que faz uma tempestade diante de qualquer conflito; por fim, há o colega “Paris Hilton”, o egoísta que só enxerga o próprio umbigo. Sim, são estereótipos. Mas cada vez mais encontrados no mundo do trabalho, segundo a revista Psychology Today.
Lidar com eles é uma habilidade necessária. Para fazer isso, mantenha as interações curtas e objetivas. A comunicação deve ser lógica, pois é infrutífero – e perigoso – tentar fazer uma comunicação emocional com o interlocutor emblemático. Outra dica: mantenha o foco na conversa nele, não em você. É a forma mais segura para que, mais tarde, suas palavras não acabem distorcidas. Não tente convencê-los de seu ponto de vista. Também pare de sonhar que algum dia essas pessoas poderão ser tratadas normalmente. Aceite-as como são!
Com um colega difícil, é salutar evitar assuntos espinhosos. Quando isso for necessário, faça-o a portas fechadas (…).

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem tiver conhecimento, informar para os créditos.
– Como você trata o próximo?
Li em algum lugar que nem sei onde foi; só sei que é de uma verdade inegável:
“O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”.
Autor desconhecido.
Pois é… tratar bem só quem pode retribuir não vale. O legal é fazer de coração sem esperar nada em troca.

– Assim não, Abel Ferreira…
Respeito o trabalho e as conquistas do treinador palmeirense Abel Ferreira, mas algumas coisas precisam ser ditas, após sua entrevista coletiva de sábado (Palmeiras 3×1 Santos).
Muito se repercutiu a fala dele de que: “Não estou aqui para agradar ninguém, estou aqui para ganhar. Não vim para o Brasil para fazer amigos”. Ao mesmo tempo que soa um pouco demagoga, mas que agrada a muitos, ela veio acompanhada de outra coisa que não se debateu:
“Na área técnica é o que for preciso para ganhar.”
Isso me chamou a atenção. Para quem está sendo constantemente advertido com o Cartão Amarelo e recebido Cartões Vermelhos pelo seu exagero, tal frase não é adequada, nem demonstra mudança de comportamento. Não pode ser “o que for preciso”, pois isso implica descumprir as regras, faltar com respeito e atrapalhar a arbitragem,.
Abel tem realmente feito “o que for preciso”?
Sim. Cansa ver a todo jogo suas caras e bocas de braveza, a desaprovação com os erros de arbitragem contrários (e quando a favor, silêncio total) e até o desnecessário chute no microfone. Se Abel Ferreira estivesse na Premier League, DUVIDO que estaria agindo assim. Ou seria expulso toda rodada, ou o seu clube já o tinha chamado a atenção. Como aqui no Brasil ele está vencendo, faz-se vista grossa a ele.
Evidentemente, por tais motivos, surgem aqueles que extrapolam nas críticas, como ocorrido na se semana passada. Não se persiga Abel (árbitros, jornalistas e torcedores), mas não se passe a mão para suas atitudes de arrogância ou exagero.
A frase completa, abaixo:
“Querem ver meus defeitos, tenho alguns. Na área técnica é o que for preciso para ganhar. Sou competitivo de natureza. Uns gostam da minha forma de ser, outros não. Não estou aqui para agradar ninguém, estou aqui para ganhar. Não vim para o Brasil para fazer amigos. Quando estou a competir é para ganhar. Essa é a minha forma de esporte. Eu aqui sou um boneco, mostro o que eu quero. O que realmente me interessa é o que os meus jogadores e minha família pensam… “
Em tempo: a CBF detestou o ocorrido na Supercopa, e o presidente da Comissão de Arbitragem já disse que tais chiliques serão intoleráveis no Brasileirão: https://professorrafaelporcari.com/2023/02/04/seneme-esta-bravo-aumentara-o-rigor-dos-arbitros-mesmo/
Foto: Cesar Greco / Palmeiras
– A balança das emoções.
Sempre ouvi que pessoas viciadas em drogas devem evitar um tripé constituído de: Situações, Lugares e Pessoas, a fim de evitar recaídas do consumo, quando em tratamento.
Na busca da boa qualidade de vida, devemos pensar da mesma forma: evitar pessoas desagradáveis ou que lhe tragam assuntos indesejáveis; lugares que tragam tristes recordações ou incômodos; situações que tragam constrangimento ou desejo de fazer algo que não queira.
A vida é assim. A busca do equilíbrio emocional talvez seja um dos grandes desafios dos tempos modernos.

Imagem extraída de: https://www.nardonegroup.org/corsi/corso-intensivo-il-counseling-breve-strategico-in-azione/
– Não faça essa bobagem, cidadão…
É triste demais ver profissionais sendo atacados por outros profissionais por… absolutamente nada!
- O que leva alguém a entrar numa rede social e criticar o seu semelhante absolutamente por nenhum motivo, a não ser pela mesquinhice?
- Por quê uma pessoa ataca gratuitamente a qualidade do outro, sendo que ele não vai ganhar e nem perder nada por isso, a fim de tripudiar com seu semelhante?
- Como explicar que o cidadão invada o local virtual de trabalho de um profissional respeitado, e peça para as pessoas não assistirem a ele, e ainda fique digitando outras idiotices?
- Mais: como é que o cara manda outro “Calar a boca”, e deixa seu IP revelado, achando que ninguém sabe quem ele é?
- “Bola não sei onde”, “Informa não sei o quê”, “Jornalista sei lá quem”… criam-se perfis, que conseguem ser bloqueados por todos. O problema são os outros ou a pessoa que faz isso?
O duro é o sujeito não fazer uma auto-reflexão e perceber que deve ir procurar a amizade sincera, fugir da inimizade, parar de criar cizânia… ao menos, tentar ter amigos ou não importunar os parceiros alheios. O cara não se manca que está fazendo tudo errado?
Que prazer doentio é esse de tentar sacanear uma pessoa honesta, pagar mico (e provavelmente não perceber) e achar que está abafando?
Insisto numa tecla: a ajuda psicológica ou psiquiatra é sempre bem vinda. Menos ódio, rapaz.

Imagem extraída de: “Tudo para Homens” .com.br
– Bichos-preguiça, germes e TOC: uma lição de convivência.
Muitas vezes, tomamos tanto cuidado para não nos contaminarmos com as coisas que nos rodeiam… o excesso em lavar as mãos a cada minuto, os transtornos compulsivos de higiene e outras coisas do gênero nos escravizam.
Veja que interessante o comportamento do bicho-preguiça e o exemplo que podemos ter.
Extraído de: https://tatipressuti.wordpress.com/2021/06/11/inspire-se-nos-bichos-preguica-mantenha-as-bacterias-beneficas/
INSPIRE-SE NOS BICHOS-PREGUIÇA: MANTENHA AS BACTÉRIAS BENÉFICAS.
Por AnimaAcao.blog
Os bichos-preguiça são animais de movimentos lentos encontrados em países das Américas. Eles dormem em torno de 15 horas por dia e são vulneráveis a predadores, assim raramente descem das árvores. Preguiça é um animal solitário que aparece somente durante a época de reprodução, e a fêmea tem um único filhote por vez.
Estes animais raramente bebem água, pois obtêm o que necessitam da própria comida. Os bichos-preguiça são nadadores rápidos, e eles fazem o nado de peito facilmente, o que os ajuda a sobreviver durante as enchentes sazonais. A pelagem da preguiça tem coloração marrom-esverdeada devido à presença de micro-organismos que vivem nos pelos. A pelagem da preguiça é o lar de uma grande variedade de insetos.
Segundo os pesquisadores, a existência de algas na pele da preguiça serve como fonte de nutrição para elas. Além disso, as algas fornecem proteção adicional de camuflagem contra predadores. Estudos têm mostrado que algumas espécies de fungos na pele da preguiça podem proteger contra parasitas, cânceres e bactérias, sendo uma grande fonte de antibióticos.
Muitas pessoas têm sido diagnosticadas com transtorno obsessivo compulsivo TOC, o qual é caracterizado pelo medo da contaminação por germes e bactérias, desejo em ter coisas simétricas ou em perfeita ordem, tem sensação de nojo etc. Estes pacientes têm pensamentos angustiantes e comportamentos repetitivos que perturbam a rotina diária. Os rituais de lavar as mãos, tomar banho e checar são mais excessivos e persistentes do que o normal.
O transtorno obsessivo-compulsivo é um transtorno mental comum que leva a pessoa a ter pensamentos recorrentes que causam ansiedade, e na maior parte dos casos, pode ser curado com o uso de medicamentos ou terapia. Uma pessoa com TOC tem maior probabilidade de ficar desempregada e ter problemas nos relacionamentos.
Esse transtorno não afeta apenas a pessoa que tem os sintomas, mas impactada na vida dos familiares que se sentem forçados a participar dos rituais. Os sintomas atrapalham a convivência normal porque a pessoa é incapaz de lidar com a sujeira e a desorganização. A pessoa acaba restringindo o acesso a certos locais da casa, ao uso de camas/sofás e utensílios domésticos. E geralmente, enfrentam barreiras para sair de casa e se envolver em atividades de lazer com a família.
Manter uma boa higiene é fundamental para prevenir infecções, porém o excesso de limpeza pode causar reações alérgicas e doenças inflamatórias. Os micro-organismos ajudam o corpo a criar resistência, sendo assim a exposição a um pouco de sujeira é importante para o sistema imunológico. Certos parasitas e bactérias podem ser bons para a saúde mental trazendo alívio para sintomas de depressão.
Concluindo, o bicho-preguiça nos ensina que a convivência com micro-organismos traz benefícios. E uma boa ajuda para nossa saúde mental é ter um cãozinho de estimação, os animais são tudo de maravilhoso. A convivência com os cães, também, pode ajudar a fortalecer o nosso sistema imunológico!
https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/bichopreguica.htm
Get inspired by sloths: Keep good bacteria.
The sloths are slow-moving animals found in American countries. They sleep around 15 hours per day and are vulnerable to predators, so they rarely come down from the trees. Sloth is a solitary animal that appears only during the breeding season, and the female has only one baby at a time.
These animals drink water very rarely as they get all they need from their food. Sloths are speedy swimmers, and they can do the breaststroke easily which helps them to survive during the seasonal flooding. Sloth fur has greenish brown colour due to the presence of microorganisms living in the hairs. The sloth’s fur is home to a wide range of insects.
According to researchers, the existence of algae in sloth fur serve as a source of nutrition to them. Besides that, the algae gives them additional camouflage protection from predators. Studies have shown that some species of fungi in sloth fur can protect against parasites, cancers, and bacteria, being a great source of antibiotics.
Many people have been diagnosed with obsessive-compulsive disorder OCD – TOC which is characterized by the presence of fear of contamination caused by germs and bacteria, desire to have things symmetrical or in perfect order, have feelings of disgust etc. These patients have distressing thoughts and repetitive behaviours that disrupt daily routine. The rituals of handwashing, showering and checking are more excessive or persistent than usual.
Obsessive-compulsive disorder is a common mental disorder in which a person can have recurring thoughts that cause anxiety, and in most cases, it can be cured with medication or therapy. A person with OCD is more likely to be unemployed and to have relationship problems.
This disorder does not just affect the person with the condition but impacts on family life as everyone is forced to participate in the rituals. Symptoms cause failure of normal interaction because the person is unable to deal with dirt and disorganization. The person restricts access to places in the home, the use of beds/sofas and household items. And generally, experience barriers to engage in family leisure activities.
Maintain good hygiene is important to prevent infections, however, excessive cleaning can cause an allergic reaction and inflammatory diseases. Microorganisms help the body to increase resistance, therefore, exposure to dirty is important to the immune system. Certain parasites and bacteria can be good for mental health alleviating depressive symptoms.
In conclusion, the sloth teaches us that coexistence with microorganisms brings benefits. Having a dog is good for our mental health, the animals are more than wonderful. Living with dogs can even help strengthen our immune system!
https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/

Imagem extraída de: https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/
– Quando boatos viram verdades na Internet… Hoax!
É muito comum encontrar trolls (os tumultuadores da Internet) “causando” nas redes sociais, criando polêmicas desmedidas ou incitando a criação de mentiras. Também os haters, que a tudo e a todos odeiam. Só que muitas vezes os internautas não percebem que estão sendo enganados. Dessa forma, surgem os HOAXES – os boatos que se espalham e viram “verdades” nas redes sociais.
Já viram manchetes de que “tal ator morreu” e ele não morreu? Ou que um político “disse algo” que no fundo nunca disse?
Pois é. O texto abaixo é esclarecedor,
Extraído de: http://www.infowester.com/hoax.php
HOAX: OS PERIGOS DOS BOATOS NA INTERNET
A internet é um meio de comunicação fantástico: com ela, podemos fazer compras, conhecer pessoas, estudar, entre outros. Mas, sendo tão abrangente, o “mundo on-line” também pode oferecer perigos dos mais variados tipos. Um deles é o hoax, termo usado para designar boatos que se espalham na internet via e-mail ou redes sociais (Facebook, Twitter, Google+, etc) e que alcançam um número elevado de pessoas.
Neste texto, você entenderá melhor o que é hoax, conhecerá os principais riscos deste tipo de mensagem e verá características que ajudam a identificar estes tão problemáticos boatos.
O que é hoax?
Podemos entender o hoax como um tipo de SPAM – em poucas palavras, mensagens não solicitadas enviadas a várias pessoas. O conteúdo de um SPAM pode ter várias finalidades. No caso do hoax, como você já sabe, é o de propagar boatos pela internet de forma que a informação distorcida chegue ao maior número possível de indivíduos.
O boato é uma notícia de teor duvidoso, pois normalmente é baseado em informações incompletas e que possuem pouca ou nenhuma verdade. Uma vez que a sua comprovação é difícil e, não raramente, impossível, opiniões ou argumentos inconsistentes podem ser adicionados à notícia conforme esta se espalha em uma tentativa de validá-la, gerando mais especulação.
Ao contrário das típicas mensagens de SPAM que visam promover produtos, serviços ou golpes, o hoax não ocorre de maneira automatizada: sua propagação inicial até pode ser feita por este meio, mas a propagação só é efetiva quando uma pessoa espalha o boato para outras e estas, por sua vez, repetem o ato.
A ação de espalhar boatos remonta a um passado muito distante. De certa forma, este comportamento é uma das características da espécie humana. Na internet, no entanto, a situação se agrava, já que as ferramentas de comunicação são muito mais rápidas. Uma pessoa pode receber um hoax por e-mail e enviá-lo em poucos segundos para a sua lista de contatos ou divulgá-lo em uma rede social, permitindo que várias pessoas ao mesmo tempo vejam este conteúdo.
Como seres sociáveis que somos, nos sentimos impelidos a compartilhar a mensagem, não só para que as pessoas ao nosso redor sejam informadas de algo que, a princípio, é importante, mas também porque esta é uma maneira de lidarmos com a informação, de buscarmos apoio sobre nossas impressões e sentimentos sobre o assunto em questão.
Quais os assuntos abordados nos hoaxes?
Como as pessoas não compartilham informações que não lhes interessam, os hoaxes precisam de conteúdo fortemente apelativo, primeiro para chamar a atenção, depois para convencer o indivíduo.
Uma “fórmula” bastante utilizada para este fim é a exploração emocional por meio da comoção. Um exemplo persistente disso são mensagens que mostram imagens de crianças, adultos e animais acidentados ou que sofrem de doenças graves. Quem é que já não recebeu conteúdo deste tipo por e-mail ou rede social?
As fotos impressionam e, por causa disso, as pessoas tendem a ler a mensagem que as acompanha para entender o que acontece. A tal explicação, no entanto, é bastante apelativa e pede, por exemplo, para que a pessoa compartilhe a notícia com o maior número de contatos possível, pois uma suposta empresa contará as mensagens enviadas e doará um valor em dinheiro correspondente ao número de leitores.
Em situações como esta, o truque é evidente: como é da natureza humana se comover, muita gente sente piedade ou mesmo culpa. Para não carregar estes sentimentos ou por entender que a única forma de ajudar é encaminhando a mensagem, o indivíduo o faz e, sem querer, acaba expandindo o alcance do boato. Quando o hoax pede compartilhamento com o maior número de pessoas possível, a mensagem pode ser chamada também de corrente.
Mas os hoaxes também podem explorar outras “fraquezas” humanas, como o desejo de possuir determinados bens de maneira fácil ou a curiosidade: não é difícil encontrar mensagens que afirmam que o usuário ganhará prêmios tentadores se divulgar a notícia para seus contatos ou que se clicar em determinado link verá fotos sensuais de uma atriz de destaque. Para convencer o leitor, este tipo de boato costuma envolver indevidamente nome de grandes empresas, de marcas,de personalidades famosas e assim por diante.
É possível encontrar também boatos que tentam causar mobilização pelo efeito da indignação. São mensagens que revelam possíveis teorias conspiratórias ou o envolvimento de personalidades famosas com ações suspeitas. Mensagens do tipo afirmam, por exemplo, que a cura para o câncer foi encontrada há tempos, que determinada celebridade tem pactos demoníacos, que a Amazônia é mostrada como uma área internacional em livros didáticos norte-americanos, enfim.
Características: como identificar um hoax?
Na maioria das vezes, não é difícil identificar um hoax. A principal característica você já sabe: conteúdo apelativo, muitas vezes acompanhado de imagens ou argumentos que tenham validar a mensagem. Mas há outras “pistas”, entre elas:
» Um hoax quase sempre contém um pedido do tipo “espalhe essa mensagem para a sua lista de contatos” ou “compartilhe para o máximo de pessoas possível”. Conteúdo assim, como já informado, corresponde às correntes;
» Algumas mensagens citam nomes de empresas, marcas, organizações não governamentais, pesquisadores renomados, escritores famosos, entre outros, tudo para dar um ar mais verdadeiro ao boato;
» Nenhuma empresa oferece recompensas ou doações extremamente generosas, de forma que mensagens assim são altamente suspeitas. Basta se atentar para o fato de que promoções costumam ter seus regulamentos divulgados em páginas oficiais;
» Nenhuma empresa ou entidade conta a quantidade de pessoas que recebeu uma determinada mensagem e depois faz doações correspondentes a essa quantia;
» Notícias importantes são divulgadas pela imprensa, não por correntes, afinal, a mídia precisa de audiência. Na dúvida, pesquise pelo assunto tratado em mecanismos de busca ou em serviços específicos de pesquisa em notícias, como o Google News;
» A mensagem pode afirmar que você terá azar, ficará solteiro(a) para o resto da vida ou que seus sonhos não se realizarão se determinada ação não for executada, por exemplo. Não há a menor dúvida de que este conteúdo é falso: o hoax tenta te convencer usando argumentos supersticiosos;
» Se a mensagem possuir frases em letra maiúsculas, fonte grande, cor vermelha, excesso de exclamações e afins, é porque ali há uma tentativa desesperada de chamar a sua atenção. Desconfie imediatamente;
» Outro argumento bastante utilizado é justamente o de avisar na própria mensagem que aquele conteúdo não é falso;
» O conteúdo pode conter erros gramaticais ou ortográficos em excesso, argumentos repetitivos e até contradições.
Quais as consequências dos hoaxes?
A princípio, um hoax pode não ter maiores consequências – “se for mentira, logo todo mundo esquece e tudo volta ao normal”. Mas não é bem assim. Dependendo das circunstâncias, um boato na internet pode causar vários problemas, razão pela qual este tipo de conteúdo deve ser combatido. Eis alguns tipos de transtornos que podem ser causados pelos hoaxes:
» O boato pode ofender, denegrir, causar constrangimento ou comprometer a reputação de alguém;
» Da mesma forma, o boato pode causar problemas a empresas e outras organizações que, além de reputação arranhada, poderão ter trabalho extra para desmentir ou amenizar a situação;
» Quem divulga o hoax, mesmo não sendo o autor da mensagem, pode ter sua imagem prejudicada por espalhar informação inconsistente, o que é especialmente ruim no ambiente corporativo;
» A mensagem pode transmitir orientações prejudiciais, como procedimentos incorretos em situações de emergência ou dicas de saúde sem comprovação científica;
» Um hoax também pode induzir o usuário a baixar um arquivo perigoso (malware) ou convencê-lo a informar dados que, na verdade, poderão ser utilizados para ações maliciosas, como uma falsa petição on-line que pede informações confidenciais;
» Mensagens do tipo podem sobrecarregar serviços de e-mail ou gerar incômodos em redes sociais por causa da frequência com a qual são divulgadas;
» Na condição de boato, o hoax pode causar comoção desnecessária, assim como gerar mobilização para situações irreais ou já superadas.
Como um hoax surge?
É possível identificar comportamentos e ações que acabam resultando no surgimento de um hoax, o que não quer dizer, necessariamente, que há como conhecer a origem de todo e qualquer boato que aparece na internet.
Um hoax pode surgir, por exemplo, quando uma pessoa tenta divulgar a sua crença. Na expectativa de se fazer acreditar, ela pode usar argumentos distorcidos ou fantasiosos ou mesmo se basear em afirmações que não foram inteiramente comprovadas.
Há também o hoax que surge por iniciativa de quem deseja explorar a “facilidade” que as pessoas tem de acreditar em tudo o que aparece na internet. Em situações deste tipo, o objetivo pode ser simplesmente o de fazer uma “brincadeira” ou estudar o comportamento humano nas redes sociais, por exemplo.
Mais grave é o hoax que surge como fruto de uma tentativa de prejudicar a imagem de uma pessoa ou de uma organização por motivo de vingança, retaliação, conflito de crenças ou posicionamento político.
Outras razões incluem aplicações de golpes, tentativas de causar desordem ou discussão e interpretação equivocada de fatos.
Finalizando: o que fazer para combater o hoax?
Neste ponto do texto, você já sabe que o hoax é bastante prejudicial, mas que só existe quando as pessoas acreditam nele. Sendo assim, a melhor maneira de lidar com o problema é a boa e velha prevenção.
Neste sentido, ao perceber que um e-mail ou uma mensagem de rede social é um hoax, simplesmente ignore a notícia ou a elimine. Pode ser uma boa ideia alertar a pessoa que lhe enviou a mensagem, mas o faça de maneira gentil e discreta para evitar conflitos.
Para que você mesmo não acabe propagando um hoax sem querer, prefira compartilhar com seus amigos apenas links para notícias de sites reconhecidos, em vez de simplesmente publicar ou enviar o conteúdo na íntegra por e-mail.
Por fim, antes de apertar o botão de enviar ou compartilhar, se questione: será que aquela informação não irá causar transtornos a alguém? Por que tomar como verdade algo que eu vi apenas no e-mail ou no Facebook e não nos noticiários? Eu estou compartilhando este conteúdo por querer ajudar ou porque eu fiquei impressionado?
Lembre-se: o hoax é sempre apelativo. A mensagem usará argumentos ou imagens que tentam causar comoção, indignação ou qualquer sentimento capaz de te fazer agir por impulso. Assim, esqueça desculpas do tipo “na dúvida, é melhor compartilhar”.
No caso de empresas, é uma boa ideia colocar em prática iniciativas preventivas (como guias ou palestras) contra boatos e outros problemas de segurança on-line. No ambiente corporativo, um hoax pode causar desentendimentos entre funcionários ou mesmo chegar inadvertidamente a um cliente.
Como você deve ter percebido, a orientação é sempre o melhor remédio.
Veja outras orientações nestas dicas de segurança na internet.
Escrito por Emerson Alecrim – Publicado em 14_09_2012 – Atualizado em 14_09_2012

– Já Fevereiro? Mas você começou a cumprir sua lista de final de ano?
Puxa, estamos no dia 01 de fevereiro. Já foi embora janeiro…
Lembra da sua lista de “planos para o ano novo”? Neste ano atípico de “descontinuidade da pandemia”, você já começou a cumprir seus propósitos?
O que está esperando? Precisa o mundo voltar à normalidade plena (se é que já não voltou) ou, de tudo o que você almeja, nada pode ser feito agora?
Aliás, por quê fazer listas somente no final do ano? Por quê não AGORA, hoje?
A urgência e a pressa de melhorar precisam ser, sem dúvida, nossa mesmo!

– Mantenha a frieza e a tranquilidade:
Perdida na Web, essa interessante mensagem:

– Avaliação de Caráter
Li em algum lugar que nem sei onde foi; só sei que é de uma verdade inegável:
“O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”.
Autor desconhecido.
Pois é… tratar bem só quem pode retribuir não vale. O legal é fazer de coração sem esperar nada em troca.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
– Pare de… (14 coisas para deixar de fazer)
14 coisas para você abandonar!
Muito propício aos dias atuais,
(extraído de Meta Consultoria através do prof Luiz Angelo), em: https://plus.google.com/+ProfLuizAngelo/posts/hvdPTS1SrNn

– O Fértil e Cruel Ditador do Marrocos.
Você já ouviu falar da turística cidade de Meknes?
Eu nunca! Mas leio no Blog “Viajologia” (citação e link abaixo) que é uma cidade marroquina formada por descendentes do cruel sultão Moulay Ismail, ditador que construiu uma muralha com 10.000 cabeças decapitadas, teve 500 mulheres e 888 filhos. Seus feitos estão no Guiness Book!
Não tenho nenhuma vontade de passear por lá…
MEKNES, A CIDADE DO SULTÃO QUE TEVE 888 FILHOS COM MAIS DE 500 MULHERES
Por Haroldo Castro, De Meknes, Marrocos
O Reino do Marrocos possuiu várias capitais imperiais. Além da renomada Marrakech, da cultural Fes e da política Rabat, a pequena Meknes também faz parte desta coleção de cidades onde muros e mosaicos vibram com a História do país que possui milênios de realizações humanas.
Meknes foi capital durante pouco mais de meio século (entre 1672 e 1727), fruto da decisão do temível Moulay Ismail, o mais cruel dos soberanos marroquinos. Para intimidar seus adversários, o segundo Sultão da dinastia Alauíta teria decorado a muralha de Meknes com 10 mil cabeças decapitadas. Mais de 30 mil pessoas foram assassinadas durante os primeiros 20 anos de seu governo. Outras 25 mil trabalharam como escravos para construir Meknes. Seu exército era formado por 150 mil negros trazidos do sul do Saara.
Mas não apenas de sangue viveu Moulay Ismail. Hoje, ele é mais conhecido por seu extenso harém e o alto grau de fertilidade de suas mais de 500 esposas. O sultão teria tido um total de 888 descendentes e é considerado pelo Livro de Recordes Guinness como o ser humano que teve, comprovadamente, o maior número de filhos no mundo – o livro considera a marca de 867 descendentes, a lenda prefere o cabalísitico 888.
Moulay Ismail também era um amante das artes. Contemporâneo do rei Luís XIV da França, o sultão tinha grande admiração pela corte francesa e chegou a pedir a mão da bela Marie Anne, filha bastarda (e mais tarde legalizada) de Luís XIV. Obviamente, ao saber que ela teria de compartilhar o sultão com centenas de mulheres, Marie Anne não aceitou o convite para fazer parte do harém. Mas ambos monarcas trocaram embaixadores e o marroquino inspirou-se nos palácios franceses para construir Meknes, dita como a Versailles do Marrocos.
Uma das mais belas obras arquitetônicas de Meknes é Bab El Mansur, concluída em 1732 (foto acima). Suas proporções majestosas fazem dela uma joia da cidade imperial e é considerada como a porta mais bonita do país.
Em frente, está a Praça Lahdim ou das ruínas, fazendo alusão ao fato que a esplanada foi demolida e redesenhada diversas vezes. Durante a época do sultão, a praça era usada como local de julgamento, onde o soberano pronunciava as sentenças de morte, e também como espaço para receber, com toda pompa, embaixadores e enviados do estrangeiro. Depois da morte de Moulay Ismail, a praça virou um grande mercado a céu aberto. O aspecto atual data de 2007, quando a praça foi demolida e remodelada novamente.
Continua em: http://glo.bo/1bXa2bm

Imagem extraída do link acima.
– A Ansiedade no Mundo Corporativo.
Recebi do querido professor e amigo José Renato Santiago Sátiro esse excepcional artigo sobre Ansiedade dentro das Empresas.
Por ser um assunto tão pertinente, compartilho.
Extraído de www.jrsantiago.com.br
SOBRE A ANSIEDADE NO MUNDO CORPORATIVO
Ao conjunto de ações, reações e sentimentos que invadem uma pessoa nos momentos que antecedem certa situação sobre a qual não há ciência prévia dos devidos desdobramentos, chama-se ansiedade. Apenas um conceito pontual, que li em algum lugar. Ainda que genérico permite identificar algumas interessantes questões sobre a mesma. Segundo muitos, a ansiedade já suplantou a depressão na conquista do título de “o mal do século”. Sua onipresença faz dela uma companheira constante em nosso ambiente familiar, entre amigos e até mesmo junto aos colegas de trabalho.
No meio de tantas atribuições que tinha em certa empresa onde atuei durante alguns anos, costumava compartilhar alguns momentos com um querido senhor chamado Galeta. Magro, esguio e com humor muito próprio, maneira que costumo usar para descrever alguém mal humorado, às vezes ele me chamava para ir a sua sala. Os quase trinta anos de empresa fizeram dele uma referência junto aos seus colegas e suas conversas, recheadas de histórias incríveis, eram oportunidades únicas de aprendizado. Confesso que me sentia orgulhoso por seus convites, mas havia uma restrição. Por falar demais (ainda que eu seja também um tagarela), não tinha como entrar em sua sala e ficar por poucos minutos. Ciente disso, ele costumava fechar a porta com chave, quase que trancando seus ‘convidados’. Após dezenas de minutos, meu corpo deixava clara a minha necessidade de ir embora. Galeta não se fazia de rogado e já se antecipava a qualquer pedido de ‘preciso dar uma saidinha’ dizendo: “Olha meu rapaz, tu és novo ainda e tem muito tempo pela frente para fazer tanta coisa aqui que não consigo entender porque você é tão ansioso”. Confesso que, das primeiras vezes, ouvia isso muito de boa sem fazer qualquer análise sobre suas palavras. No entanto, devo confessar que ao longo dos tempos, diante a repetição dessa dinâmica passei a não entender porque ele me chamava de ansioso, uma vez que tudo o que eu queria, após certo tempo de conversa, era ‘apenas’ sair dali para cumprir minhas obrigações. Demorou para que eu, enfim, o retrucasse e, com todo cuidado, devolvesse: “Mas Galeta, por que você me chama de ansioso? Na verdade, ainda que nossos papos sejam ótimos, quando pareço meio impaciente a sua frente é porque às vezes tenho muitas coisas a fazer e você bem sabe como é meu chefe”. Confesso que tão logo falei isso me veio um estranho suor frio que me desceu pelo corpo, por conta de ter dito, ainda que de forma educada, tudo aquilo para aquele senhor tão importante na organização. Pensei comigo: “eita, que agora vou levar um esporro”. Com um sorriso meio sarcástico, ele se dirigiu a mim de forma seca e falou: “… tá vendo como tu és ansioso, tenho certeza que já estás com um monte de coisa passando pela sua cabeça, apenas porque me falou algumas verdades sobre nossas conversas.” A risada foi imediata. Em seguida, ele complementou: “Enxergamos nos outros as nossas características mais marcantes, talvez, justamente, por elas nos incomodarem tanto. Sendo assim, como sou ansioso, consigo identificar um quando vejo”. Ele estava certo.
Não foram poucos os momentos em que aquele certo “bololo” me preencheu e o temor pelo que viria a seguir me voltasse a deixar em estado de ansiedade. Durante algum tempo, ela progrediu em mim. Passei do estado “estar ansioso” para o de “ser ansioso”, quase como se fosse uma característica a mim impregnada. Em pequenos ou grandes momentos de minha vida, a ansiedade continuou a se propagar.
Certa vez na antesala do diretor de uma grande organização, a longa espera em ser chamado para receber uma resposta importante acabou por ativar, de forma explícita, minha ansiedade. Sua secretária, uma charmosa e colorida senhora, chamada Cecília, se levantou de sua mesa, se dirigiu em minha direção com um copo de água e me disse: “Meu querido, tome esta água para você voltar a ser você. Nem sei sobre qual é o assunto de sua reunião, mas seja o seu melhor, por isso, não deixe transparecer a quem quer que seja algo que poderá ir contra você e seus objetivos. Sua ansiedade está desenhada em seu rosto de uma forma não muito boa.” Perplexo, tomei a água, agradeci e antes que respondesse que era apenas impressão dela, pois estava calmíssimo (uma mentira discarada), ela prosseguiu: “Pode entrar, agora é com você.” O bom andamento da reunião fez com que a mesma se prolongasse bem mais que o tempo esperado e quando saí a senhora não mais estava lá. Me restou deixar uma mensagem: “Muito obrigado, a senhora foi um anjo para mim” ao final meu nome e número de celular. Cá entre nós, pensei que ela fosse me ligar. Isto não aconteceu. Se ela não ligou, também não liguei, uma regrinha ‘motorrenda’ que todo ansioso usa para achar que assim não o é. Passaram algumas semanas até que eu voltasse a encontrá-la em um dos corredores da empresa. Surpreendentemente, ela se lembrou de mim afirmando “Olha só quem está aqui se não é o menino ansioso”. Rimos sem trocar muitas outras palavras. Ela estava certa.
Estes momentos de ansiedade continuaram constantes em minha vida e a transformou em uma companheira fiel com a qual sempre passei a contar, sobretudo nas situações mais agudas de minha vida. Ao longo de minha carreira profissional em situações tais como em pedidos de aumento, mudanças de emprego, defesas de projetos importantes, apresentações para certos públicos, envio de propostas comerciais e tantos outros. Por conta disso, quanto a sua presença, confesso, pouca coisa mudou. Não há muito a ser feito e tenho que admitir que ela me presenteia com expectativas que muitas e muitas vezes fazem valer a pena por todo esforço investido. A ansiedade é meu combustível, gosto dela. Talvez um pouco daquela velha teoria de avó: “o melhor da festa são os seus preparativos”. Já quanto a forma como a ansiedade costuma me afetar, progressos consistentes foram conquistados e confesso que um pouco por conta de alguns truques físicos que propiciam bons resultados. Respirar de forma mais profunda, por exemplo, costuma ajudar. Mascar algum chiclete, quando possível, também. Ter firmeza no controle do movimento de suas mãos e pernas é outra maneira. Pedir luz aqueles que seguimos, nem se fala. Mas convenhamos, todas elas são de natureza plenamente reativa. Do ponto de vista preventivo gosto de lembrar o que uma antiga costureira de minha mãe costumava falar: “se algo que precisa ser feito depende de você, não se preocupe, vá e faça acontecer. Caso não dependa de você, não há porque se preocupar, já que não tem coisa alguma que possa fazer”. Ela ainda finalizava: “Ter ansiedade é sofrer por antecipação”.
Ainda assim, o que me faz ter a convicção de sua fortaleza em mim é o fato de enxerga-la tão intensamente nos outros, seguindo os preceito de meus velhos amigos Galeta e Cecília.

Imagem extraída de: https://www.centrodedesintoxicacion10.com/trabajo/
– De novo, um caso de racismo contra Vinícius Jr.
Corre nas Redes Sociais mais uma imagem de manifestação racista contra Vinícius Jr. Agora, um boneco amarrado numa ponte com o jogador brasileiro (promovido por ultras do Atlético de Madrid).
Comumente chamado de macaco e outros adjetivos ofensivos, ele tem suportado tudo sem devolver agressões, apenas cobrando a La Liga, que solta manifestos e nada faz.
- Mas o que fez Vini Jr por despertar tal ira?
Nada. Ou melhor, fez: é um negro correto, vencedor na sua profissão, cidadão exemplar que mantém atividades solidárias, simpático aos torcedores do seu time e alegre menino-homem. E esse bom comportamento é insuportável para racistas invejosos…
Que alguém faça algo DE VERDADE para punir esses bandidos travestidos de “humanos”. São racistas, como os da KKK em pleno século 21.
(imagem extraída da Web).
– A 1a Fake News do mundo foi contada num Livro da Bíblia!
A serpente que enganou Adão e Eva com o fruto proibido, numa linguagem romântica da entrada do pecado no mundo, foi a primeira propagadora das notícias falsas e que prejudicam as pessoas, as chamadas “Fake News”, tão comuns e preocupantes em nossos dias (para entender melhor sobre essas “Falsas Notícias”, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-lyJ).
Quando questionado sobre esse péssimo fenômeno na sociedade, disse o atual Pontífice, o Papa Francisco, algo bem interessante:
“A estratégia usada pela engenhosa serpente no Livro do Gênesis, quem no alvorecer da humanidade criou a primeira Fake News, que se tornou a trágica história do pecado humano”.
Perfeito! Quanta bobagem, mentira, calúnia e outras coisas ruins propagadas por fofocas e manchetes tendenciosas que o mundo virtual tem nos proporcionado, infelizmente, graças às Fake News. Cizânias e brigas a todo instante exclusivamente por falsidades.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
– E não ter uma Rede Social…
É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!
Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!
Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0
– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?
Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?
Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/
AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING
Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos
Por Fabíola Perez
A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.
“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”
Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.
Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.
Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”
Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.
A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.
DESCONTROLE
Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.
Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.
A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.
Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.
DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR
Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.
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Imagem extraída de: https://eduardo21habib.jusbrasil.com.br/artigos/365270718/stop-bullying








