– A falta de assunto… Lavar louça tira a masculinidade?

Tipicamente um “caça-clique“: sem base científica alguma, uma youtuber viralizou na Internet ao afirmar que “homem que lava-louça” perde a virilidade.

Dizer o quê?

Abaixo, extraído de: https://jornaldebrasilia.com.br/entretenimento/katia-flavia/coach-viraliza-apos-dizer-que-homens-nao-devem-lavar-louca-e-limpar-casa-acaba-castrando-o-homem/

COACH VIRALIZA: “ISSO ACABA CASTRANDO O HOMEM”

Por Kátia Flávia

A coach Ingrid Santiago viralizou nas redes sociais após dizer que homens não devem lavar a louça e ajudar nas atividades domésticas da casa. A profissional diz que isso diminuiu a energia masculina dos homens dando lugar à feminina. A coach ainda pede que as mulheres sejam espertas.

“Homem não lava a louça e nem limpa casa. Enquanto as mulheres colocam os homens para lavar louça e limpar a casa, elas aumentam a energia feminina deles e diminui a masculina, ela acaba castrando o homem. Que machista o que vocês já sabem, deixem eles fazerem o dia que eles quiserem. Enquanto você coloca louça para lavar, você nunca terá um homem bem sucedido ao seu lado”.

Ela ainda completa: “Seja sábia o suficiente para edificar o seu lar e dar continuidade em sua vida e com bastante dinheiro”, finalizou.

Reprodução do link acima

– Os problemas da mente nascem no coração?

Numa sociedade tão atormentada, leio essa observação que se faz pertinente:

“Na verdade, os desequilíbrios que atormentam o mundo moderno estão ligados a um desequilíbrio mais profundo, que se enraíza no coração do homem. No íntimo do próprio homem, muitos elementos lutam entre si.”

(Gaudium et Spes – Concílio Vaticano II)

E não é verdade? Há tantos conflitos dentro de nós mesmos… que Deus nos ajude a resolvê-los!

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– Delírios e Sonhos, por Mário Sérgio Cortella.

Dias atrás eu ouvi o badalado filósofo Mário Sérgio Cortella argumentando sobre uma realidade que precisaria ser mais defendida e popularizada: a de diferenciar para as pessoas sobre os delírios e os sonhos.

Disse ele:

“Os sonhos precisam ser separados de delírios, pois sonhos são realizáveis e delírios não”!

E quando acreditamos que os delírios são sonhos e não saímos da ilusão? Ao ouvir a fala de Cortella, imediatamente me lembrei dessa necessidade: a de ter os pés no chão!

Há muita gente delirando, pensando que está sonhando?

Em contrapartida, será que tem gente com medo de tomar atitudes em relações a seus sonhos, e acha que delira?

Como estão os seus sonhos, delírios e… pés?

Fica a reflexão.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Como você trata seu colega de trabalho?

O comportamento e o tratamento de superiores num ambiente de trabalho pode dizer muita coisa. E isso pode nunca mais ser esquecido.

Abaixo, uma verdade:

– Cuidado com o consumismo desenfreado.

Quantas vezes compramos o que não precisamos?

Quantas vezes gastamos desnecessariamente?

Quantas vezes nós nos auto-enganamos?

Sobre gastar sem precisar, abaixo:

– Dominando seus Pesadelos!

Você já tentou criar um roteiro para seus sonhos? Já percebeu, no meio de uma aventura ruim, que aquilo não era real mas sim um pesadelo?

Olha que legal: dicas de “como controlar seus sonhos”, manipulando-os para seu interesse!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/224849_COMO+CONTROLAR+OS+PESADELOS

COMO CONTROLAR SEUS PESADELOS

Novos tratamentos conseguem impedir que os sonhos ruins aconteçam ou até mudar seu conteúdo

por Rachel Costa

Por quase toda a vida, a promotora de Justiça Ana Marta Orlando, 66 anos, teve suas noites assombradas por um inimigo silencioso e assustador: os pesadelos. O mais recorrente a transportava, em um momento da noite, para um imenso deserto. Solitária, ela começava a caminhar sem rumo e, a cada passo, sentia os pés afundar na areia fofa. Não bastando o desespero de se sentir engolida pelo chão, em determinado momento, ao olhar para trás, percebia a presença de um beduíno montado sobre um imenso camelo a cortar o ar com espadas. Desesperada, tentava apressar a caminhada, mas as pernas se afundavam cada vez mais na areia até que o perseguidor a alcançava e ela acordava sobressaltada. “Suando frio e com o coração aos pulos”, relembra Ana Marta, que, assim como outros milhões de brasileiros, tinha pesadelos crônicos, problema que dificilmente rompe as paredes do quarto de dormir para chegar ao consultório médico. “Ter pesadelo esporadicamente é normal. Quando isso começa a se tornar repetitivo, porém, se torna doença”, alerta a neurologista Márcia Pradella-Hallinan, da unidade de medicina do sono do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. A prevalência gira em torno de 2% e 6% da população mundial, com maior incidência sobre as crianças. Mesmo assim, é comum quem tem pesadelo manter sigilo sobre o problema. Os próprios cientistas relegaram, por muito tempo, os sonhos ruins a um segundo plano. Para o bem de quem sofre com o problema, isso mudou nos últimos anos com a injeção de recursos para pesquisa após a constatação de que pesadelos eram recorrentes em veteranos de guerra americanos.

Durante décadas, os sonhos ruins estiveram sob a égide da psicanálise. Os últimos estudos científicos, porém, mostram que não apenas fatores psicológicos explicam sua existência. Freud não morreu para a medicina do sono, mas agora divide espaço com conhecimentos sobre o funcionamento do cérebro e do aparelho respiratório. Com isso, o divã ganhou aliados como pílulas, eletrodos e máscaras de ar. “Vários pacientes veem seus pesadelos desaparecer após o tratamento para apneia”, disse à ISTOÉ o cientista Barry Krakow, referência mundial em medicina do sono, hoje à frente de um centro particular para o tratamento de pesadelos nos Estados Unidos. A razão, acredita-se, é que nesses casos as imagens aterradoras não passam de uma estratégia do organismo para nos despertar, cessando a interrupção no envio de oxigênio para o cérebro – principal característica da apneia. Quando o problema respiratório é tratado, junto com ele se vão os pesadelos.

A guinada que deu condições para essas mudanças foi dada pelo psiquiatra Allan Hobson, na década de 70, que mostrou que o cérebro está ativo e consciente enquanto dormimos. Hobson inspirou a busca de outros métodos para entender os pesadelos. Uma consequência da mudança foi a criação de técnicas focadas no controle direto desses sonhos. A principal foi a terapia de ensaio da imagem, descrita em 2001 por Krakow e uma equipe de outros 15 cientistas. Durante seis meses, eles acompanharam 114 voluntários que haviam desenvolvido estresse pós-traumático em decorrência de violência sexual e, consequentemente, pesadelos. Foi proposto à metade dos participantes que, antes de dormir ou durante o dia, imaginassem o que gostariam de sonhar à noite. O conteúdo não deveria ser necessariamente feliz, mas obrigatoriamente distinto das imagens aterrorizantes de seus pesadelos. Quem fez o exercício reduziu os sonhos ruins no período em mais da metade. “Dez anos depois, esse ainda é o principal tratamento para pesadelos”, opina o criador do método. A pesquisadora Anne Germain, da Universidade de Pittsburgh e integrante da equipe de Krakow em 2001, concorda com o antigo tutor, mas acrescenta uma opção à lista. “Existe um fármaco, a prazosina, que não pode ser descartado”, disse à ISTOÉ.

O remédio foi parar na lista de terapias para o sono por acaso. Quando começaram as pesquisas, o objetivo era buscar uma nova droga contra hipertensão. Durante os testes, viu-se que as pessoas medicadas dormiam melhor e seus sonhos negativos se tornaram raros. Daí os cientistas tiveram a ideia de testar a droga em pacientes com transtorno do estresse pós-traumático. “O pesadelo é um dos sintomas do transtorno e é raro um paciente não sofrer com ele”, diz a psiquiatra Adriana Moz­zambane, do Programa de Atendimento a Vítimas de Violência da Unifesp.

Recentemente, em Praga, na República Tcheca, foi divulgada uma revisão das pesquisas sobre o assunto confirmando os resultados positivos. “Há evidência da eficácia da prazosina para tratar o pesadelo nos casos de estresse pós-traumático”, disse à ISTOÉ Simon Kung, da Clínica Mayo e líder do estudo. “Supomos que o remédio aja sobre os receptores de noradrenalina, superestimulados durante os pesadelos.” Mas há critérios para sua indicação. “O remédio só é receitado quando o sonho ruim é recorrente e a pessoa vivencia situações muito desagradáveis durante ele”, afirma o neurologista Shigueo Yonekura.

Outro desejo antigo de quem sofre de pesadelos é mudar seus enredos apavorantes. “Na última semana, sonhei várias vezes na mesma noite com a mesma coisa”, diz o compositor Cauê Procópio, 39 anos. “Quando começava de novo, já sabia o que aconteceria, mas não conseguia sair do sonho.” Foi o mesmo problema que fez o fotógrafo Lilo Faria, 30 anos, descobrir os estudos do cientista Stephen LaBerge, criador da teoria dos sonhos lúcidos. LaBerge gastou os últimos anos pesquisando técnicas para tornar possível mudar o enredo onírico. O resultado foram três livros – o último, “Sonhos Lúcidos: Um Guia para Acordar em seus Sonhos e em sua Vida” (2004) – e uma engenhoca formada por uma máscara para dormir e um sistema de luzes, chamado NovaDream.

O aparelho detecta a fase REM do sono – a mais profunda e quando ocorrem os sonhos – e começa a emitir sinais luminosos. Esses impulsos são incorporados às imagens oníricas. O sonhador pode, por exemplo, transformar a luz em uma ambulância ou em um semáforo. O importante é reconhecer a fase REM e tentar interferir em seu conteúdo. É o mesmo que Faria faz, só que sem a máscara. Quando se percebe em um pesadelo, ele faz uma espécie de teste para saber se está dormindo. “Um dos exercícios é olhar para as minhas mãos e tentar contar os dedos. Quando dormimos, não conseguimos fazer isso”, explica. Se percebe que está adormecido, ele começa a brincar com a realidade onírica. “Não tem problema se machucar, por exemplo, se é sonho.”

Mas nem só de teorias mirabolantes e novos tratamentos vive a medicina do sono. Os velhos conselhos das avós – dormir cedo e não comer muito à noite – seguem válidos para evitar a desagradável surpresa de ser surpreendido na madrugada. “Hábitos de sono e alimentares não são a causa dos pesadelos, mas ajudam a perpetuá-los”, fala o neurologista Leonardo Goulart, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

O gerente de contas Rogério Barbacena, 33 anos, sabe disso. Vítima dos pesadelos, ele costumava perder duas ou três noites por semana. Exausto, buscou ajuda. Primeiro, foi a uma nutricionista, que montou um cardápio noturno mais leve e o proibiu de exagerar na dose de comida antes de ir para a cama. “Só com isso melhorou em 80%”, afirma. O segundo passo, em andamento, é marcar o exame de polissonografia para descobrir se existe alguma doença causando os pesadelos. Outro hábito incorreto, ele já sabe que tem: dorme tarde e pouco.

Hábitos noturnos, de acordo com estudo realizado com 3.978 pessoas no Canadá, são combustível para os sonhos ruins. “Notívagos geralmente são mais ansiosos, depressivos, fumam mais e possuem uma espécie de ‘jetlag’ social quando dormem em horários não usuais do ciclo circadiano”, disse à ISTOÉ o líder do estudo, o psiquiatra Tore Nielsen, da Universidade de Montreal. O ciclo circadiano corresponde aos horários biológicos do corpo. Quando há uma discrepância entre o horário em que se deveria dormir e o momento em que ocorre o sono REM, acredita Nielsen, fica-se mais suscetível ao pesadelo.

Além da causa, alterações no sono podem ser consequência do sonho ruim. “Teve um período em que comecei a trocar o dia pela noite para tentar fugir dos pesadelos. Passava a noite vendo televisão ou no computador, com receio de dormir”, conta a diretora de marketing Daniela Junqueira, 23 anos. Receosa, ela só cochilava tranquila quando ia dormir ao lado da mãe, a psicoterapeuta Eliete Matielo. O que tanto assustava a jovem: sentimentos de ansiedade e angústia que a faziam acordar durante a noite. Os pesadelos se prolongaram por quase todo o último ano. Na terapia, descobriu serem resultado de um relacionamento atribulado.

Por ser tão incômodo, é difícil crer na utilidade dos sonhos negativos, mas, para muitos cientistas, quando ocasionais, eles podem fazer bem. Um dos nomes mais conhecidos é o psicólogo finlandês Antti Revonsuo, autor da teoria dos sonhos simulatórios, segundo a qual, do mesmo modo como os jogos de realidade virtual, sonhos e pesadelos serviriam para nos preparar para situações que podem acontecer no mundo real. O temor à morte de alguém querido, por exemplo, quando vivido com muita intensidade, é um sentimento paralisador. Sonhar com isso não deixa de ser desagradável, mas é útil. “Funcionaria como um elemento de simulação das consequências de algo que a princípio é impensável, mas que pode ocorrer”, defende o neurocientista Sidarta Ribeiro, um dos expoentes nos estudos dos sonhos no Brasil. Não ter mais pesadelos, compara Sidarta, seria como perder o radar para coisas perigosas.

PESSOAS QUE FALAM DORMINDO (CASOS REAIS) [+10] - YouTube

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para o crédito.

– La importancia de saber escuchar.

«En el futuro habrá posiblemente, una profesión que se llamará oyente. A cambio de pago, el oyente escuchará a otro atendiendo a lo que dice. …

Continua em: La importancia de saber escuchar.

– Comportamentos simples e necessários em um casamento.

E algumas atitudes, que não são difíceis de se praticar no dia-a-dia, acabam, sendo fundamentais num relacionamento.

Abaixo, dicas importantes:

– Palavras que se cruzam com grande Sapiência!

A imagem diz tudo: as coisas que realmente importam e como desfrutá-las, diferenciando o uso e a amabilidade. 

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Há dias que…

Dias de “nem aí”!

Você também já sofreu de momentos em que não deseja se preocupar com nada mais?

Há instantes em que devemos respirar fundo para não sucumbirmos… ficamos desejosos de “nada fazer”, como a cachorrinha na foto.

Paciência, e vamos em frente. Se pararmos, a luta fica mais difícil.

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– Compulsão?

Como explicar a necessidade de comprar lapiseiras e canetas quando se entra numa papelaria (mesmo quando não se precisa)?

Ô consumismo e compulsão por comprar e escrever

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🖊️ ✏️ #escrita

– Contra a Depressão, uma esperança: a Ketamina!

Uma droga usada na Guerra do Vietnã torna-se a grande esperança na luta contra a Depressão. Mudando a “percepção do mundo” do paciente, ela segura o fluxo de pensamentos negativos. Está sendo desenvolvida em versões oral, nasal e subcutânea, embora não se saiba os efeitos dela a longo prazo.

Conheça a ketamina, na matéria extraída da Revista Isto É, edição 2516, 14/03, pg 60, por Cilene Pereira:

REVOLUÇÃO CONTRA A DEPRESSÃO

Usada originalmente como anestésico, a ketamina trata os sintomas mais graves em duas horas. É considerada o maior avanço contra a doença desde o Prozac.

Um anestésico usado desde a década de 1960 é a grande aposta da medicina no tratamento da depressão. Na maior parte dos estudos realizados até agora, a ketamina tirou os pacientes de crises graves com rapidez impressionante. A última das pesquisas, feita sob o comando do Instituto Nacional de Saúde (NIH), dos Estados UNidos, revelou que em apenas duas horas a droga reduz sinais graves, como ideias suicidas, e atinge o pico em 24 horas. As medicações tradicionais demoram em média quinze dias para sutir efeito. Por isso, a Ketamina é considerada a maior revolução contra a enfermidade desde o Prozac, lançado em 1986.

Por enquanto, o remédio, que existe nas versões oral, intravenosa, nasal e subcutânea, não foi liberado para uso como antidepressivo por agências regulatórias, incluindo a brasileira. Essa indicação é considerada off-label (fora da indicação original). No entanto, uma de suas derivações, a esketamina, já recebeu, nos EUA, o status de “breakthrough therapy” para uso em indivíduos com risco iminente de suicídio. A classificação significa que, nesses casos, a droga pode ser oficialmente indicada.”Queremos regulamentar seu uso”, escreveu Carlos Zarate, coordenador do levantamento do NIH. “Ela é uma mudança de paradigma.” Nesse momento, a droga é estudada em centros do mundo todo, como no Warneford Hospital, na Inglaterra, onde mais de 40% dos participantes melhoraram de forma significativa. No Brasil, uma das instituições a pesquisá-la é a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os resultados observados são bem animadores. “É uma grande mudança”, afirma o psiquiatra José Alberto del Porto, professor da Unifesp. “Não tínhamos nada parecido.”

Alguns médicos, tanto aqui quanto em outros países, também estão receitando o remédio mesmo fora dos estudos clínicos. Desde que haja supervisão médica rigorosa, não há problemas nisso. Há, porém, questões a serem esclarecidas. Entre elas, os efeitos da utilização da ketamina a longo prazo e o risco de dependência que isso pode trazer.

Imagem extraída de: https://institutodepsiquiatriapr.com.br/blog/quetamina-da-droga-de-abuso-ao-tratamento-para-depressao/

– A Cultura Ética nas Organizações.

As “regras” de uma empresa quanto ao comportamento ético e sua cultura devem ser didaticamente explicitadas, ou, ao contrário, entendidas no convívio diário?

Mais do que isso: ter atitudes que estejam acima de qualquer discussão comportamental devem ser sempre cuidadosamente praticadas, antes do que correr o risco de ser chamado a atenção?

Um excelente texto a respeito disso, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45

SIM, DÁ PARA IMPOR CULTURA ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

por José Renato Sátiro Santiago

Eram idos de 1997, quando fui chamado para uma entrevista de emprego em uma grande empresa. Pelo fato daquela organização ser muito tradicional, tratei de me vestir de acordo com algumas boas práticas profissionais compartilhadas por meu pai. Também considerei a imagem como esta empresa costumeiramente se apresentava ao mercado. Algo padrão e discreto. Notei que a grande maioria dos colaboradores se vestia de forma tradicional. Os homens com terno e gravata. Já as mulheres usavam roupas discretas com cores sóbrias. Foi um processo seletivo moroso, mas ao final tive a felicidade de ser contratado. Não demorou muito para que passasse a observar uma outra série de pequenas nuancias no ambiente. Uma delas a forma silenciosa como as pessoas trabalhavam, sem muita alteração no tom de voz. As discussões se resumiam as salas fechadas, sobretudo durante reuniões. Também notei a plena ausência de barba entre os homens. Enquanto que as mulheres costumavam evitar perfumes fortes, bem como a maquiagem exagerada. Durante os anos em que lá estive, jamais houve qualquer citação explicita ou tácita sobre a necessidade de atender a estas, ou outras, regras silenciosas. Ainda assim, o ambiente de trabalho sempre me pareceu acolhedor ao mesmo tempo que tínhamos a intensa busca por nossas metas de performance.

Certa vez, um técnico mais desavisado encaminhou para todos os funcionários, um e-mail com uma dessas correntes que vendem ‘facilidades mil’. Um erro considerado como grave. Chamado por seu gestor, acabou sendo demitido.Teve a possibilidade de ir falar com um dos diretores da empresa. Chegando a sua sala, se desculpou pelo ato inconsequente e como defesa afirmou não ter conhecimento sobre a proibição do envio deste tipo de mensagem. O diretor o desculpou e afirmou: “…sou solidário a você, mas há práticas e regras de condutas que não precisam estar explicitadas para que os funcionários saibam que devem adota-las, isto faz parte da nossa cultura”.

Em tempos marcados intensamente pela necessidade de adoção de práticas de compliance, resumidamente, um grupo de regras éticas a serem seguidas pelos colaboradores de uma organização, tendo em vista cumprir normas legais e regulamentares inerentes ao negócio e a instituição, chega a ser estranha a existência de qualquer relação próxima sobre o fato do funcionário ter que saber, tacitamente, que não deve agir sem lisura no dia a dia corporativo, ou se ele deve ser treinado formalmente para atuar de forma ética. Muitas das organizações que acabam por seguir em caminhos, digamos, menos republicanos, assim as fazem por conta da cultura vigente. Difícil acreditar que uma empresa se submeta a cultura do mercado em que atua, se houver uma total incompatibilidade entre os os valores presentes em cada uma delas. Além disso, ainda que não haja qualquer sinalização explicita sobre a cultura, ela costuma ‘entrar na corrente sanguínea dos colaboradores’, o que faz com que eles ajam de forma alinhada com a mesma. Às vezes até os valores são abraçados. Eles estão lá presentes e cabem as funcionários escolherem quais rumos tomar, muita vezes não por foro intimo, mas por total compatibilidade. Os códigos de ética associados as missão e visão apresentadas por boa parte das empresas costumam pregar os melhores valores morais e éticos. Ainda assim não é difícil notar o quanto eles são meio que deixados de lado no dia a dia. O motivo? A cultura está acima de toda e qualquer missão, e ainda que nem sempre esteja formalmente escrita e seja insípida, indolor, inodora, ela está bem presente e no comando, o que dá a missão, um papel, no máximo, de coadjuvante.

Ganha contornos de “faz me rir” acreditar que as organizações passarão a agir de forma ética simplesmente por conta da adoção de práticas de compliance, tão pouco porque estão treinando seus colaboradores a agiram segundo tais regras. Não são procedimentos que fazem com que as coisas aconteçam como deveriam, e quando se fala de ética, tão pouco os treinamentos trarão qualquer efeito, o que os tornam muito mais próximos do “para inglês ver” do que efetivamente como uma intenção verdadeira de mudança. Por um acaso, alguém pode imaginar que após uma série de capacitações as pessoas passarão a agir de maneira ética? Seria pueril se assim o fosse. São os exemplos, as ações do dia a dia, os meios de controle, o olhar enviesado diante alguma prática ‘estranha’, o cheiro do ‘ilícito’, a impressão do estar sendo vigiado que costumam ter muito mais eficácia em todo este processo. A se pensar…

* Em tempo, quanto a barba na empresa em que atuei, após alguns anos, foi contratado um novo presidente para o conselho. Ele tinha uma vistosa barba, era a cultura em movimento…

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45

– Não é contraditório:

Faz tempo que não vejo tão boa mensagem: certos comportamentos são permissíveis e normais, e não deve existir preconceitos ou dúvidas.

Abaixo:

– A cultura do “Loser”.

Que mania nossa sociedade tem em desmerecer quem não tem o sucesso absoluto: como um dia disse Nelson Piquet, “o 2o colocado é o 1o perdedor”, para muitos.

Por quê isso?

Não ser o primeiro colocado em qualquer situação – no esporte, na política ou no trabalho – não quer dizer ser um perdedor. Quer ser “o primeiro melhor, depois de quem venceu”!

É triste saber que o desmerecimento acontece de maneira injusta por muitas partes, e nós temos a obrigação de aguentar cobranças de que “tem que ser o número um” em todos os aspectos.

Faz parte. Não se pode (e nem se deve imputar principalmente às novas gerações) a cultura de quem não é o melhor, é um perdedor.

loser - Inglês com a Fluentics

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para o crédito.

– Relacionamentos são para…

O brasileiro é espirituoso… mas cá entre nós: há um pouco de verdade nessa frase sarcástica, não?

Amar é suportar, tolerar, rir e sofrer juntos. Além de muitas outras coisas (mas neca de dobrar lençol Kk)

– Today’s Quote: Relacione-se.

A snowball in the face is surely the perfect beginning to a lasting friendship.” ― Markus ZusakThe post Today’s Quote first appeared on Chateau …

Continua em: Today’s Quote

– Jogo (não) consensual.

“Este é um lugar destinado para homens, onde eles podem fazer o que quiserem e, não importa o que aconteça, devem proteger uns aos outros”. Essa …

Continua em: Jogo (não) consensual

– Coisas boas (ou não) da vida.

Compartilho uma antiga (mas belíssima) crônica de Luís Fernando Veríssimo sobre verdadeiros prazeres da vida, em coisas comuns e corriqueiras.

Extraído de: http://www.canastradaemilia.blogger.com.br/2004_06_01_archive.html, postado por Luciana Macedo.

PRAZERES

Por Luis Fernando Verissimo

Cada semana, uma novidade. A última foi que pizza previne câncer do esôfago.Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí, não exagere. Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde:

* Prazer faz muito bem.

* Dormir me deixa 0 km.

* Ler um bom livro me faz me sentir novo em folha.

* Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.

* Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.

* Brigar me provoca arritmia cardíaca.

* Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.

* Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.

* E telejornais, os médicos deveriam proibir – como doem!

* Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar.

* Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.

* Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.

* E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.

* Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.

* Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor que pipoca.

* Conversa é melhor do que piada.

* Beijar é melhor do que fumar.

* Exercício é melhor do que cirurgia.

* Humor é melhor do que rancor.

* Amigos são melhores do que gente influente.

* Economia é melhor do que dívida.

* Pergunta é melhor do que dúvida.

Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode levar a uma idade avançada.

Sonhar é melhor do que nada.

Deixar a vida mais leve - Frase para Facebook

– A Individualidade versus o Individualismo.

E cada vez mais vemos na sociedade o individualismo sobrepor o coletivismo, o egoísmo suplantar a solidariedade, ou, se preferir, a competição vencer a colaboração.

Não parece que as pessoas estão pensando cada vez mais em si próprias, e não nos outros? Nem na própria família… quiçá na sociedade.

Vejo também uma certa confusão: as pessoas dizem que querem ser felizes (e precisam pensar nelas mesmo), mas… com quais atitudes?

Todos devemos galgar a felicidade, mas não podemos confundir a individualidade (as características de cada um, seus defeitos e virtudes – um conjunto único de cada pessoa) com o individualismo (o de pensar somente nela e o resto que “se exploda” – permitindo muitas vezes que atos até mesmo contestáveis sejam cometidos).

Sejamos mais sábios em nosso comportamento e tenhamos Inteligência Emocional, porque tudo isso gera coisas perigosas: vaidade, egoísmo e futuras auto-frustrações

  - Sasha Freemind/Unsplash

Imagem: Sasha Freemind/Unsplash

– É bom ou é ruim chupar chupeta?

O tema é interessante para nós, papais e mamães: a chupeta!

Alguns dizem que nunca se deve dar a chupeta antes dos 14 dias de vida para não atrapalhar na amamentação. Ao mesmo tempo, outros dizem que a chupeta é indispensável, pois o bebê que não se acostuma com ela começa a chupar o dedo e acaba se tornando um vício ruim.

Algumas coisas interessantes que você deve saber sobre a chupeta,

Extraído da Revista Crescer: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI305314-15046,00-COISAS+SOBRE+A+CHUPETA+QUE+VOCE+PRECISA+SABER.html

7 COISAS SOBRE A CHUPETA QUE VOCÊ PRECISA SABER

Novo estudo sugere que ela ajuda no aleitamento e reacende a polêmica sobre seu uso

O assunto é sempre polêmico. A maioria dos pediatras condena o uso da chupeta, mas algumas mães alegam que o acessório tem lá suas vantagens, desde que usada com moderação. O mais recente estudo, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, diz que ela pode (quem diria!) até mesmo estimular a amamentação. Os pesquisadores americanos analisaram os dados de 2.249 crianças nascidas entre junho de 2010 e agosto de 2011. Os resultados mostraram que a taxa de aleitamento natural diminuiu de 79% para 68% após a abolição das chupetas. O que os autores do estudo ainda não descobriram é o que estaria por trás dessa estatística.
Contradições à parte, antes de você (com a orientação do pediatra) decidir se o seu filho vai ou não usá-la, melhor ficar por dentro do assunto. A seguir, sete coisas que toda mãe tem de saber.

1 – Atrapalha a amamentação?

Apesar da pesquisa norte-americana citada acima, Luciano Borges, presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Mineira de Pediatria, discorda. Ele diz que inúmeros estudos anteriores mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno. Segundo Luciano, o fato acabou sendo decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) optassem como recomendação oficial não utilizar bicos e chupetas desde o nascimento. Essa orientação é compartilhada pelo Ministério da Saúde do Brasil. “Tenho um caso de paciente que ofereceu chupeta à sua filha quando ela tinha 1 mês e meio. Na mesma época, a criança largou o peito e começou a perder peso. Bastou a mãe tirar a chupeta para a amamentação voltar ao normal”, conta o pediatra. A explicação para isso é que a musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança. A pediatra Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, também faz um alerta: “Vale lembrar que a chupeta só deve ser oferecida ao bebê quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança”, reforça a pediatra Tania Shimoda.

2 – Prejudica a dentição?

Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. “Um hábito oral pode gerar outro. Por exemplo, o uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração (pode predominar a respiração pela boca), na postura corporal, na fala e na mastigação”, diz Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp.

3 – Até que idade meu filho pode usá-la?

Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito.

4 – O que é pior, chupeta ou dedo?

O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo.

5 – A chupeta alivia a cólica do bebê?

Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica.

6 – Ela previne a morte súbita?
A Academia Americana de Pediatria afirma que o uso do acessório diminui a incidência de morte súbita. Mas isso não quer dizer que, se o seu filho não gosta ou não usa, você deve forçá-lo.

7 – Que cuidados devo tomar com a higiene?

A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente.

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– Jovens que não estudam e não trabalho aumentam no Brasil.

Esse gráfico é recente (salvo engano, veio da Folha de São Paulo) e mostra a proporção dos jovens que nem estudam e nem trabalham por estado em nosso país.

Não é assustador? Que retrato triste do Brasil…

– Qual o estilo de vida que você leva?

Cada vez mais admiro o Papa Francisco. Sobre “materialismo e cotidiano”, disse dias atrás via Twitter:

Um estilo de vida sóbrio é bom para nós e permite-nos uma melhor partilha com os necessitados”.

Curto e grosso! Para quê queremos coisas tão caras e desnecessárias se há irmãos que nada tem? Aliás, o que é “sobriedade de vida” para você: ter o necessário, lucidez nos atos, pés-no chão ou tudo isso junto?

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Imagem: Vatican / AGIF

– 10 características de pessoas com a mentalidade forte!

Ser resiliente e ter mentalidade forte são recursos de sobrevivência nos dias atuais.

Compartilho esse ótimo artigo sobre isso, em: https://blog.convenia.com.br/mentalidade-forte-e-segura/

 

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para créditos.

– Festa de São Valentim: o verdadeiro Dia dos Namorados no Mundo.

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados e santo casamenteiro. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE. Aliás, quantos “dias do amigo” temos no Brasil, já perceberam?

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O que é Deboísmo? O que você pensa sobre ele?

Já ouvi de algumas pessoas que elas costumam praticar o “deboísmo”, o estado de espírito em estar “de boa”.

Acha que é brincadeira?

A moda está se popularizando na Internet, tornando-se para muitos uma doutrina!

Extraído de: http://www.significados.com.br/deboismo/

SIGNIFICADO DE DEBOÍSMO

Deboísmo é um neologismo que surgiu na internet como uma corrente filosófica, onde a principal regra é “viver de boa com a vida”.

Os criadores da “religião do Deboísmo”, Carlos Abelardo e Laryssa de Freitas, são um casal de Goiânia (capital do estado brasileiro de Goiás).

Ambos criaram uma página no Facebook e começaram a partilhar mensagens que incentivavam o respeito e a calma nas relações entre os usuários das redes sociais.

Os criadores afirmam que a ideia de fundar o deboísmo surgiu a partir das constantes observações que faziam de brigas e falta de entendimento entre as pessoas no Facebook.

O bicho-preguiça é considerado o mascote do deboísmo, devido ao sentido de calma e serenidade transmitida pelo mamífero.

No entanto, os criadores desta “doutrina” alertam que não se deve confundir os princípios do deboísmo com a preguiça ou o comodismo. O objetivo é enfrentar e debater os problemas ou desafios, mas com respeito, calma e, acima de tudo, paz.

Algumas características do comportamento de uma pessoa deboísta é o bom humor, a descontração, a paciência e o respeito às opiniões alheias.

A página de fãs da “religião do Deboísmo” no Facebook já alcançou milhares de seguidores. Até o Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil decidiu “aderir” ao movimento de pacificação.

DEBOÍSMO E O ESTOICISMO

Imagem extraída de: https://www.saindodamatrix.com.br/deboismo-estoicismo/

– Torça pelo seu próximo!

Eu gosto de gente que se alegra com o sucesso do seu próximo, que é desprovida de vaidade e busca ajudar na realização alheia.

Uma mensagem:

– Os melhores empregos de acordo com sua personalidade.

Já imaginou encontrar um trabalho com sua cara, ou melhor, com o seu jeito?

Seria fantástico. Mas veja que bacana: uma reportagem sobre os diversos tipos de comportamentos e algumas observações.

Compartilho, clique no link em: https://www.weforum.org/agenda/2016/10/the-best-jobs-for-your-personality-type?utm_content=buffer94c84&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

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– Relacionando com pessoas “difíceis”.

Um artigo bacana publicado no Caderno “Inteligência”, na Época Negócios: como se relacionar com gente de personalidade forte, instável ou antissocial. Dicas que extrapolam a Administração de Empresas e vão ao cotidiano da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2012/06/gente-e-problema.html

GENTE É PROBLEMA

E você tem que saber lidar com os tipos.

O primeiro é o colega “Mel Gibson”, o tipo hostil, que leva tudo para o lado pessoal quando é contrariado; o segundo é o colega “Marilyn Monroe”, suscetível à rejeição, preocupado com a desaprovação alheia, real ou imaginária; o terceiro é o “Woody Allen”, neurótico, que faz uma tempestade diante de qualquer conflito; por fim, há o colega “Paris Hilton”, o egoísta que só enxerga o próprio umbigo. Sim, são estereótipos. Mas cada vez mais encontrados no mundo do trabalho, segundo a revista Psychology Today.

Lidar com eles é uma habilidade necessária. Para fazer isso, mantenha as interações curtas e objetivas. A comunicação deve ser lógica, pois é infrutífero – e perigoso – tentar fazer uma comunicação emocional com o interlocutor emblemático. Outra dica: mantenha o foco na conversa nele, não em você. É a forma mais segura para que, mais tarde, suas palavras não acabem distorcidas. Não tente convencê-los de seu ponto de vista. Também pare de sonhar que algum dia essas pessoas poderão ser tratadas normalmente. Aceite-as como são!

Com um colega difícil, é salutar evitar assuntos espinhosos. Quando isso for necessário, faça-o a portas fechadas (…).

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem tiver conhecimento, informar para os créditos.

– Como você trata o próximo?

Li em algum lugar que nem sei onde foi; só sei que é de uma verdade inegável:

O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”.

Autor desconhecido.

Pois é… tratar bem só quem pode retribuir não vale. O legal é fazer de coração sem esperar nada em troca.
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– Sorriso pelo pastel!

Hora do Pastel na Feira!

Com essa menininha, tudo fica mais gostoso.

O nosso é de linguiça. Quem vai querer?

😋#Gula

– Assim não, Abel Ferreira…

Respeito o trabalho e as conquistas do treinador palmeirense Abel Ferreira, mas algumas coisas precisam ser ditas, após sua entrevista coletiva de sábado (Palmeiras 3×1 Santos).

Muito se repercutiu a fala dele de que: “Não estou aqui para agradar ninguém, estou aqui para ganhar. Não vim para o Brasil para fazer amigos”. Ao mesmo tempo que soa um pouco demagoga, mas que agrada a muitos, ela veio acompanhada de outra coisa que não se debateu:

“Na área técnica é o que for preciso para ganhar.”

Isso me chamou a atenção. Para quem está sendo constantemente advertido com o Cartão Amarelo e recebido Cartões Vermelhos pelo seu exagero, tal frase não é adequada, nem demonstra mudança de comportamento. Não pode ser “o que for preciso”, pois isso implica descumprir as regras, faltar com respeito e atrapalhar a arbitragem,.

Abel tem realmente feito “o que for preciso”?

Sim. Cansa ver a todo jogo suas caras e bocas de braveza, a desaprovação com os erros de arbitragem contrários (e quando a favor, silêncio total) e até o desnecessário chute no microfone. Se Abel Ferreira estivesse na Premier League, DUVIDO que estaria agindo assim. Ou seria expulso toda rodada, ou o seu clube já o tinha chamado a atenção. Como aqui no Brasil ele está vencendo, faz-se vista grossa a ele.

Evidentemente, por tais motivos, surgem aqueles que extrapolam nas críticas, como ocorrido na se semana passada. Não se persiga Abel (árbitros, jornalistas e torcedores), mas não se passe a mão para suas atitudes de arrogância ou exagero.

A frase completa, abaixo:

“Querem ver meus defeitos, tenho alguns. Na área técnica é o que for preciso para ganhar. Sou competitivo de natureza. Uns gostam da minha forma de ser, outros não. Não estou aqui para agradar ninguém, estou aqui para ganhar. Não vim para o Brasil para fazer amigos. Quando estou a competir é para ganhar. Essa é a minha forma de esporte. Eu aqui sou um boneco, mostro o que eu quero. O que realmente me interessa é o que os meus jogadores e minha família pensam… “

Em tempo: a CBF detestou o ocorrido na Supercopa, e o presidente da Comissão de Arbitragem já disse que tais chiliques serão intoleráveis no Brasileirão: https://professorrafaelporcari.com/2023/02/04/seneme-esta-bravo-aumentara-o-rigor-dos-arbitros-mesmo/

Foto: Cesar Greco / Palmeiras

– A balança das emoções.

Sempre ouvi que pessoas viciadas em drogas devem evitar um tripé constituído de: Situações, Lugares e Pessoas, a fim de evitar recaídas do consumo, quando em tratamento.

Na busca da boa qualidade de vida, devemos pensar da mesma forma: evitar pessoas desagradáveis ou que lhe tragam assuntos indesejáveis; lugares que tragam tristes recordações ou incômodos; situações que tragam constrangimento ou desejo de fazer algo que não queira.

A vida é assim. A busca do equilíbrio emocional talvez seja um dos grandes desafios dos tempos modernos.

Desenvolva o seu equilíbrio emocional na vida pessoal e no trabalho

Imagem extraída de: https://www.nardonegroup.org/corsi/corso-intensivo-il-counseling-breve-strategico-in-azione/

– Não faça essa bobagem, cidadão…

É triste demais ver profissionais sendo atacados por outros profissionais por… absolutamente nada!

  • O que leva alguém a entrar numa rede social e criticar o seu semelhante absolutamente por nenhum motivo, a não ser pela mesquinhice?
  • Por quê uma pessoa ataca gratuitamente a qualidade do outro, sendo que ele não vai ganhar e nem perder nada por isso, a fim de tripudiar com seu semelhante?
  • Como explicar que o cidadão invada o local virtual de trabalho de um profissional respeitado, e peça para as pessoas não assistirem a ele, e ainda fique digitando outras idiotices?
  • Mais: como é que o cara manda outro “Calar a boca”, e deixa seu IP revelado, achando que ninguém sabe quem ele é?
  • “Bola não sei onde”, “Informa não sei o quê”, “Jornalista sei lá quem”… criam-se perfis, que conseguem ser bloqueados por todos. O problema são os outros ou a pessoa que faz isso?

O duro é o sujeito não fazer uma auto-reflexão e perceber que deve ir procurar a amizade sincera, fugir da inimizade, parar de criar cizânia… ao menos, tentar ter amigos ou não importunar os parceiros alheios. O cara não se manca que está fazendo tudo errado?

Que prazer doentio é esse de tentar sacanear uma pessoa honesta, pagar mico (e provavelmente não perceber) e achar que está abafando?

Insisto numa tecla: a ajuda psicológica ou psiquiatra é sempre bem vinda. Menos ódio, rapaz.

5 comportamentos que te transformam em um chato | Tudo Para Homens

Imagem extraída de: “Tudo para Homens” .com.br

– Bichos-preguiça, germes e TOC: uma lição de convivência.

Muitas vezes, tomamos tanto cuidado para não nos contaminarmos com as coisas que nos rodeiam… o excesso em lavar as mãos a cada minuto, os transtornos compulsivos de higiene e outras coisas do gênero nos escravizam.

Veja que interessante o comportamento do bicho-preguiça e o exemplo que podemos ter.

Extraído de: https://tatipressuti.wordpress.com/2021/06/11/inspire-se-nos-bichos-preguica-mantenha-as-bacterias-beneficas/

INSPIRE-SE NOS BICHOS-PREGUIÇA: MANTENHA AS BACTÉRIAS BENÉFICAS.

Por AnimaAcao.blog

Os bichos-preguiça são animais de movimentos lentos encontrados em países das Américas. Eles dormem em torno de 15 horas por dia e são vulneráveis a predadores, assim raramente descem das árvores. Preguiça é um animal solitário que aparece somente durante a época de reprodução, e a fêmea tem um único filhote por vez.

Estes animais raramente bebem água, pois obtêm o que necessitam da própria comida. Os bichos-preguiça são nadadores rápidos, e eles fazem o nado de peito facilmente, o que os ajuda a sobreviver durante as enchentes sazonais. A pelagem da preguiça tem coloração marrom-esverdeada devido à presença de micro-organismos que vivem nos pelos. A pelagem da preguiça é o lar de uma grande variedade de insetos.

Segundo os pesquisadores, a existência de algas na pele da preguiça serve como fonte de nutrição para elas. Além disso, as algas fornecem proteção adicional de camuflagem contra predadores. Estudos têm mostrado que algumas espécies de fungos na pele da preguiça podem proteger contra parasitas, cânceres e bactérias, sendo uma grande fonte de antibióticos.

Muitas pessoas têm sido diagnosticadas com transtorno obsessivo compulsivo TOC, o qual é caracterizado pelo medo da contaminação por germes e bactérias, desejo em ter coisas simétricas ou em perfeita ordem, tem sensação de nojo etc. Estes pacientes têm pensamentos angustiantes e comportamentos repetitivos que perturbam a rotina diária. Os rituais de lavar as mãos, tomar banho e checar são mais excessivos e persistentes do que o normal.

O transtorno obsessivo-compulsivo é um transtorno mental comum que leva a pessoa a ter pensamentos recorrentes que causam ansiedade, e na maior parte dos casos, pode ser curado com o uso de medicamentos ou terapia. Uma pessoa com TOC tem maior probabilidade de ficar desempregada e ter problemas nos relacionamentos.

Esse transtorno não afeta apenas a pessoa que tem os sintomas, mas impactada na vida dos familiares que se sentem forçados a participar dos rituais. Os sintomas atrapalham a convivência normal porque a pessoa é incapaz de lidar com a sujeira e a desorganização. A pessoa acaba restringindo o acesso a certos locais da casa, ao uso de camas/sofás e utensílios domésticos. E geralmente, enfrentam barreiras para sair de casa e se envolver em atividades de lazer com a família.

Manter uma boa higiene é fundamental para prevenir infecções, porém o excesso de limpeza pode causar reações alérgicas e doenças inflamatórias. Os micro-organismos ajudam o corpo a criar resistência, sendo assim a exposição a um pouco de sujeira é importante para o sistema imunológico. Certos parasitas e bactérias podem ser bons para a saúde mental trazendo alívio para sintomas de depressão.

Concluindo, o bicho-preguiça nos ensina que a convivência com micro-organismos traz benefícios. E uma boa ajuda para nossa saúde mental é ter um cãozinho de estimação, os animais são tudo de maravilhoso. A convivência com os cães, também, pode ajudar a fortalecer o nosso sistema imunológico!

https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/bichopreguica.htm

Get inspired by sloths: Keep good bacteria.

The sloths are slow-moving animals found in American countries. They sleep around 15 hours per day and are vulnerable to predators, so they rarely come down from the trees. Sloth is a solitary animal that appears only during the breeding season, and the female has only one baby at a time.

These animals drink water very rarely as they get all they need from their food. Sloths are speedy swimmers, and they can do the breaststroke easily which helps them to survive during the seasonal flooding. Sloth fur has greenish brown colour due to the presence of microorganisms living in the hairs. The sloth’s fur is home to a wide range of insects.

According to researchers, the existence of algae in sloth fur serve as a source of nutrition to them. Besides that, the algae gives them additional camouflage protection from predators. Studies have shown that some species of fungi in sloth fur can protect against parasites, cancers, and bacteria, being a great source of antibiotics.

Many people have been diagnosed with obsessive-compulsive disorder OCD – TOC which is characterized by the presence of fear of contamination caused by germs and bacteria, desire to have things symmetrical or in perfect order, have feelings of disgust etc. These patients have distressing thoughts and repetitive behaviours that disrupt daily routine. The rituals of handwashing, showering and checking are more excessive or persistent than usual.

Obsessive-compulsive disorder is a common mental disorder in which a person can have recurring thoughts that cause anxiety, and in most cases, it can be cured with medication or therapy. A person with OCD is more likely to be unemployed and to have relationship problems.

This disorder does not just affect the person with the condition but impacts on family life as everyone is forced to participate in the rituals. Symptoms cause failure of normal interaction because the person is unable to deal with dirt and disorganization. The person restricts access to places in the home, the use of beds/sofas and household items. And generally, experience barriers to engage in family leisure activities.

Maintain good hygiene is important to prevent infections, however, excessive cleaning can cause an allergic reaction and inflammatory diseases. Microorganisms help the body to increase resistance, therefore, exposure to dirty is important to the immune system. Certain parasites and bacteria can be good for mental health alleviating depressive symptoms.

In conclusion, the sloth teaches us that coexistence with microorganisms brings benefits. Having a dog is good for our mental health, the animals are more than wonderful. Living with dogs can even help strengthen our immune system!

https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/

Bicho-preguiça: características, reprodução e curiosidades

Imagem extraída de: https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/