– Bombom Lacta, “bigato” e o Controle de Qualidade.

Junto com minha filha, comprei uma caixa de bombom da marca “Variedades”, da Lacta (Mondeléz), semana passada, no Supermercado Boa do Maxi Shopping (Jundiaí/SP). Eis que me chamou a atenção que a caixa trazia uma novidade: não é mais lacrada por um filme plástico, e vem com uma propaganda exaltando tal medida: “MENOS PLÁSTICO / MENOS DESPERDÍCIO”.

Pois é… deixei ela em cima da mesa para fazer uma surpresa para minha esposa, junto com um bilhetinho bem carinhoso escrito pela filhota. Quando minha mulher abriu… uma larva dentro da caixa! Aqui no interior chamamos de “bigato”. Que chato, horrível, nojento e estraga prazeres.

O lote impresso na caixa é o CC05515253, validade até 25/09/2015.

As fotos estão abaixo:

Enfim, quero crer que a redução de custos da retirada do plástico me fez tornar um “felizardo” (ou melhor, “infelizardo”) que foi sorteado com tal exceção. Ou será que essa economia tem trazido mais infortúnios a outros clientes também?

Fico no aguardo da resposta da Lacta, o qual entrei em contato com a queixa pelo 0800.7041940 e prometeu averiguar. Espero a troca do produto (já agendada) e, principalmente, uma manifestação do que pode ter acontecido (no aguardo em 45 dias).

Destaco: fui muito bem atendido durante a reclamação!

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– Russi e os alimentos apreendidos!

Causou alvoroço aqui em Jundiaí: o importante Supermercado Russi teve uma de suas lojas fechadas e mercadorias apreendidas, além da prisão do seu gerente, que está recolhido ao CDP do Tijuco Preto.

Motivo: produtos vencidos e outros sem identificação de procedência e validade.

Xi… será que só em uma loja? Será que só no Russi?

Tomara que o rigor seja igual a todos!
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– A Volta da Perdigão, agora Popular

Depois de ter que “matar” alguns produtos a pedido do CADE para aceitar a fusão entre Perdigão e Sadia, criando a BRFoods, chega ao fim o prazo para que a Perdigão possa retornar alguns produtos à prateleiras, como Lasanhas, Presuntos e Frangos.

Claro, concorrerá com marcas da sua própria dona, como a Sadia. Mas a diferença é: visando aproveitar a crise, lançará alimentos congelados para micro-ondas em porções menores e mais baratas, tentando atingir o consumidor “mais econômico”. E nessa onda estão: os solteiros!

Já percebeu que as marcas estão desenvolvendo produtos cada vez mais baratos e individualizados?

Parece uma tendência…

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– Abílio Diniz como número 1 do Carrefour, mundialmente falando?

Uau!

Leio na Época Negócios (ed Abril 2015, pg 30) que Abílio Diniz, ex-Pão de Açúcar e que após vender o conglomerado ao Casino comprou a operação do Carrefour no Brasil, negocia com o homem mais rico da França, Bernard Arnault, além de entrar em contato com a família Moulin (os maiores acionistas do Carrefour mundo afora), a COMPRA das suas ações para se tornar o maior acionista do planeta!

Imaginar que o Carrefour era seu inimigo número 1 e hoje pode ser seu maior ativo é incrível. Coisas de um empreendedor de sucesso! bomba.jpg

– Trabalhar honestamente vale a pena!

Recebemos, hoje, prazerosamente a visita da Fiscalização sem prévio aviso da ‪‎Ipiranga, vistoriando tanques (Diesel S500 sem acúmulo de água e ‪‎Diesel S10 sem a borra no reservatório), bem como a análise da ‪‎Gasolina e do ‪‎Etanol retirada dos bicos de ‪combustíveis.

‪‎Qualidade 100% aprovada, tudo feito aos olhos dos clientes!

Agradecemos aos amigos pela eterna ‪‎confiança. Nós, do Auto Posto Harmonia, temos o compromisso e a responsabilidade em fazer o melhor aos nossos parceiros.

Att


Rafael / Priscila Porcari
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Panettone Bauducco é mais caro no Brasil do que no Japão!

A Pandurata é a dona da marca Bauducco, e nessa época natalina, os preços dos seus panettones estão em alta.

Eu prefiro o Chocottone, mas gosto dos outros também. Mas o curioso é: o panettone Bauducco é exportado para o Japão atravessando o planeta, pagando impostos de alfândega e…. pasmem: é mais barato lá!

A empresa justifica que os impostos brasileiros para os comerciantes é o grande vilão dos preços. Será?

Abaixo, a comparação do mesmo produto no supermercado brasileiro e no japonês (extraído da Veja.com)!
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– A mentira da publicidade do Sorvete da Dilleto! O Conar não gostou…

Já viram aqueles carrinhos de caríssimos sorvetes italianos da Dilleto, no qual aparece a figura de um velhinho, supostamente o pioneiro na produção de gelatos em sua família e que há quase 100 anos iniciou a produção de sorvetes artesanais, propagada nas embalagens?

Pois é… TUDO MENTIRA.

A empresa – que não tem 10 anos – misturou marketing, história e invenção publicitária. Agora, a mentira está custando caro…

Veja o que eles diziam:

“La felicità è un gelato” – Com essa frase, o Nonno Vittorio Scabin resumia toda a sua dedicação ao Diletto, um sorvete artesanal, feito com frutas frescas e neve. o ano era 1922, e o local era o pequeno vilarejo de Seppada, na região do Vêneta. O cuidado no preparo e na seleção dos ingredientes naturais fazia do Dialetoo um sorvete delicioso e saudável. Mas veio a grande guerra, e Vittorio viu-se obrigado a deixar sua Itália e construir uma nova vida no Brasil. Hoje, quase um século depois, a tradição continua pelas mãos de seus netos, que uniram as evoluções da indústria às sutiliezas do processo artesanal desenvolvido pelo nonno. Diletto: esse é o legado que Vittorio Scabin deixou para seus netos, que mantém a mesma dedicação, perfeccionismo e paixão que são fundamentais para transformar simples picolés em raras e deliciosas porções de felicidade.”

Agora, veja a realidade,

em: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20141212/diletto-tera-admitir-que-vovo-marca-ficticio/216273.shtml

A MENTIRA DO VOVÔ QUE NUNCA EXISTIU

A história fictícia que era contada como verdadeira pelos sócios da empresa de sorvetes Diletto deverá ser mudada, de acordo com decisão divulgada nesta quinta-feira, 11, pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (#Conar).

Na prática, explicaram fontes do mercado publicitário, isso significará que a marca de sorvetes terá de explicitar em toda a sua comunicação – incluindo site institucional, propaganda e embalagens – que o personagem não existe.

Um dos sócios da empresa, Leandro Scabin, contou durante anos a história de que o negócio recriava versões das receitas de seu avô, #VittorioScabin, um italiano que fazia sorvetes no início do século 20.

Além de estar disponível no site da companhia, a trajetória do “#nonno Vittorio” foi reproduzida por vários jornais e revistas. Na verdade, o vovô saiu da imaginação de outro sócio da empresa, Fabio Meneghini, ex-publicitário que por anos trabalhou na WMcCann. O avô de Scabin, na vida real, nunca viveu de produzir sorvetes.

Depois que o fato de a história ser fictícia ter vindo à tona, a Diletto divulgou nota afirmando que a história de Vittorio em nada afetava a #qualidade do produto. A companhia afirma que todo o resto de sua publicidade era real, incluindo o fato de usar limões sicilianos, coco da Malásia e baunilha de Madagascar na fórmula de seus produtos.

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– Empresas que realmente atendem bem o cliente!

Empresa séria não enrola o cliente que está com problema: ela simplesmente resolve!

Quer uma relação delas?

A Revista Época (17/11/2014) trouxe uma edição em conjunto com a ONG “Reclame Aqui” sobre boas e exemplares práticas na relançar entre consumidores e fornecedores. Compartilho:

Não basta atender bem

Algumas empresas não medem esforços para ter consumidores satisfeitos e superam suas expectativas

CINTIA MARCUCCI
01/12/2014 14h44 – Atualizado em 01/12/2014 15h06
Mara  Galiani (Foto: Letícia Moreira/ÉPOCA)(Foto: Letícia Moreira/ÉPOCA)
MARA GALIANI – 52 ANOS
O que comprou?
Detergente CIF
O produto manchou a pia da cozinha de seu filho. O problema era a impermeabilização do granito, mas a Unilever pagou o polimento da pedra assim mesmo

Em junho deste ano, a comerciante Mara Galiani, de São Carlos, no interior de São Paulo, comprou um produto de limpeza da marca Cif, da Unilever. Aplicou o líquido para limpar o granito da pia da cozinha da casa de seu filho. Depois de algumas horas, surgiram manchas esverdeadas na superfície. “Fiquei desesperada”, diz ela. “Liguei para o SAC para reclamar, e o pessoal foi muito atencioso. Eles vieram avaliar o problema, levaram o produto para análise e informaram que não havia nada errado.” A recomendação da Unilever foi que Mara falasse com o fornecedor da pedra sobre a impermeabilização, provável causa do problema. Mais uma vez, nenhuma falha foi encontrada. Mesmo tendo comprovado em laboratório que as manchas não foram provocadas pelo seu produto, a Unilever pagou pelo serviço de polimento da pedra. “Não esperava que bancassem essa despesa”, afirma Mara. “Estou muito satisfeita com a postura deles.”

>> As 72 campeãs de 2014

A Unilever assumiu a despesa por uma razão simples: valia mais a pena resolver o problema e ver o consumidor satisfeito do que simplesmente lavar as mãos. “Nossa missão é manter o foco no bem-estar do consumidor”, diz Betânia Gattai, gerente do serviço de atendimento da Unilever. “Consideramos essa decisão de assumir a despesa do polimento como geração de valor para a marca e para a Unilever. Nosso consumidor sabe que, se for possível, o ajudaremos de alguma maneira.”

>> O consumidor é quem manda

O SAC da Unilever recebe com frequência casos que não representam exatamente um problema provocado pela empresa. Betânia conta que uma consumidora entrou recentemente em contato e informou que gostaria de casar usando o vestido de casamento da mãe. Na hora de lavá-lo, as manchas amareladas provocadas pelo tempo não saíram com o sabão em pó Omo. A Unilever retirou o vestido na casa da cliente, analisou o tecido em laboratório, desenvolveu uma solução específica para o caso, e o tecido voltou à cor normal.
Consumidores atendidos com esse grau de atenção desenvolvem uma relação de fidelidade com a marca. Uma pesquisa da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, feita com 70 mil consumidores, mostrou que, se alguém tem um problema com uma empresa e é bem atendido, tem 28% de chances de continuar preferindo aquela marca. “É por isso que avaliamos quantos consumidores dizem que voltariam a fazer negócio com a empresa que reclama”, diz Maurício Vargas, presidente do ReclameAqui.

Bruna  Gomes (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)(Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
BRUNA GOMES – 28 ANOS
O que comprou?
Vestido da HERING
A empresa mobilizou a equipe para disponibilizar em seu site um vestido exclusivamente para ela

A publicitária Bruna Gomes, de São Paulo, também viveu momentos de expectativa por causa de um vestido. No verão passado, ela se encantou com um modelo da Hering, mas não encontrou o produto com seu manequim. Assim que Bruna explicou a situação a um atendente do SAC, a Hering agiu. “Havia só uma peça no interior de Santa Catarina”, diz Bruna. “Eles me orientaram a entrar no site e forneceram o vestido durante meu acesso, para que eu comprasse sem correr o risco de outro consumidor passar na minha frente. Nunca recebi um atendimento como esse.” Ela diz que voltaria a comprar da Hering. Para Ronaldo Loos, diretor comercial da Hering, a ação contribui para a boa imagem da marca.

>> A reconquista do cliente

Para as Lojas Americanas, ir além daquilo que o cliente espera é uma das razões para a empresa ter chegado aos seus 85 anos com clientes fiéis. O diretor de relações com investidores, Murilo Correa, lembra um caso que mobilizou parte da equipe em plena véspera de Natal, a data mais concorrida do ano. Um casal de Belém, no Pará, queria comprar uma boneca específica. Já vasculhara todas as prateleiras da loja. Faltavam dez minutos para o fim do expediente. A gerente ligou para outras lojas até encontrar a boneca. Enquanto o produto não chegava, os funcionários ficaram de prontidão. “A gerente poderia simplesmente informar que o produto havia acabado e encerrado a conversa”, diz Correa. “Nossa filosofia é fazer com que o cliente saia sempre feliz.”

Juliana Ferri (Foto: Milton Dória/Época )(Foto: Milton Dória/Época )
JULIANA FERRI – 35 ANOS
O que comprou?
Sabonete líquido
A Johnson & Johnson aceitou sua sugestão de mudar a embalagem do produto para facilitar o banho do bebê

A relação dos consumidores com o SAC das empresas pode se transformar também numa oportunidade para aprender. Clientes satisfeitos podem dar boas sugestões. Foi o que aconteceu com Juliana Ferri, professora de informática de Cornélio Procópio, no interior do Paraná. Ela dava banho em seu bebê com o sabonete líquido Johnson’s Baby e percebeu um problema. “Não conseguia segurar meu filho na banheira e abrir a embalagem ao mesmo tempo”, diz. “Como moro sozinha e não tenho ninguém para ajudar, comprei um porta-sabão com válvulas de apertar. Funcionou.”  Juliana escreveu para a Johnson & Johnson.  Dias depois, ela recebeu uma mensagem de agradecimento. A surpresa mesmo veio quando viu na TV um comercial que falava sobre a troca de embalagem para facilitar o banho dos bebês. Juliana entrou em contato mais uma vez, para elogiar a mudança e dizer que estava feliz por ter contribuído para a melhora do produto. “É grande o número de pessoas que procuram nossa área de atendimento para dar sugestões de melhorias”, diz Sílvia Alvarez, gerente de relacionamento com o consumidor da Johnson’s. “A recente linha Johnson’s Baby Cheirinho Prolongado, exclusiva do Brasil, foi criada justamente para atender o desejo das mães que diziam querer que o bebê ficasse com cheiro de banho o dia inteiro.”

Quando alguém entra num hospital para cuidar da saúde, não é chamado de consumidor, e sim de paciente. A relação é a mesma: trata-se de alguém que foi ao mercado em busca de um prestador de serviço de qualidade, para atender a uma necessidade específica. Um paciente com dor não gosta de esperar. Quer ser atendido rapidamente e colocar um ponto final em seu sofrimento. “Sabemos que nem sempre corresponderemos à expectativa, em especial quando se trata de cura de doenças”, diz Ivana Lucia Siqueira, superintendente de operações de atendimento do Hospital Sírio-Libanês. “Nossa estratégia é demonstrar calor humano no atendimento e procurar compreender todas as necessidades do paciente, algo muito mais amplo que apenas a doença dele naquele momento.”

>> Passei um dia no SAC das sandálias Havaianas

Ivana lembra uma paciente que não tinha familiares. Sua única companhia era um cachorro. Como era caso para internação, surgiu o dilema: quem cuidaria do animal durante a ausência da dona? A saída foi encontrar alguém para cuidar do cachorro durante a permanência da mulher no hospital. Deu tudo certo. “Já ajudamos até mesmo a reorganizar viagens, reuniões e assinaturas de documentos dos pacientes”, diz Ivana. Outro caso curioso foi um paciente que precisava passar por uma cirurgia. Um ano antes, sua mulher morrera no hospital, e ele associava o lugar a esse momento ruim. Para deixar o ambiente mais leve, a equipe do Sírio decorou o quarto dele com balões coloridos e imagens dos personagens infantis preferidos de suas filhas. Ele disse depois que a iniciativa o ajudou a se recuperar mais rapidamente.

– Pulseiras de Elástico Atóxicas ou não?

Virou uma febre: as pulseiras elásticas ou de “liguinhas” fazem sucesso entre a criançada.

Brinquedo simples e de necessária habilidade para formar correntes, desenhos, colares e outros tantos formatos, a idéia surgiu nos EUA e contagiou o mundo.

O problema é: são tóxicas? Muitos elásticos de borracha chineses são acusados de conterem substâncias cancerígenas.

Dando uma vasculhada no mundo virtual, encontrei a marca Rainbow Loom, autorizada pelas entidades de saúde norte americanas. Mas e as demais?

Confesso: fico com um pé atrás daquelas baratinhas encontradas em feiras e em algumas lojas populares.

Excesso de preocupação ou não?

No Brasil, só o “Fábrica de Pulseiras”, da Estrela, é aprovado pelo Inmetro e Anvisa.

Veja que assustador uma matéria sobre o assunto, extraído da ONG “Fundação do Câncer”, seção “Câncer em Foco”:

PULSEIRAS DE ELÁSTICO PODEM CONTER SUBSTÂNCIA CANCERÍGENA, ALERTA PROTESTE

Segundo o Inmetro, há apenas um produto deste tipo certificado pelo instituto

RIO – A Proteste – Associação de Consumidores enviou, nesta quarta-feira, um ofício ao Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedindo que os órgãos fiscalizem e recolham do mercado os elásticos usados para fazer as pulseiras e anéis conhecidos como “loom band charms”.

Os acessórios, feitos de pequenos elásticos coloridos trançados, viraram moda entre crianças e adolescentes. Em lojas e até em bancas de jornais, são vendidos pacotes com elásticos, fechos e um gancho que ajuda a tecer as pulseiras. Em alguns estabelecimentos, o kit é completo, incluindo também uma espécie de tear para produzir as pulseiras.

A associação cita uma reportagem da rede britânica de televisão BBC, que mostrou testes do Birmingham Assay Office revelando haver 40% de ftalato no produto, sendo que o máximo permitido pela União Europeia é de 0,1%. A susbtância, usada para dar mais maleabilidade ao material, pode ser cancerígena. E o risco de contaminação se dá porque as crianças podem colocar o elástico na boca, liberando o ftalato.

A denúncia fez com que a rede de brinquedos The Entertainer removesse o produto das prateleiras. Segundo Marion Wilson, responsável pelo teste, o brinquedo é perigoso pois a substância é comumente ingerida por sucção.

— Obviamente, um elástico pendurado em uma pulseira é um alto risco — disse a especialista à BBC.

NO BRASIL, RESPONSABILIDADE É DO INMETRO

O Inmetro informou que todo produto lúdico que se destina ao uso por crianças de até 14 anos é considerado brinquedo e, por isso, para ser comercializado no Brasil, deve apresentar o Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro. O selo é a garantia de que o produto passou por testes e atende aos requisitos mínimos de segurança estabelecido pelo Inmetro e a normas do Mercosul. De acordo com o instituto, há apenas um brinquedo de pulseiras de elástico certificado, o Fábrica de Pulseiras, da Estrela.

A presença de ftalatos em brinquedos é regulada pela portaria Portaria nº 369 de 2007. O texto determina que os ftalatos de di (2-etil-hexila) (DEHP), de dibutila (DBP), e de benzilbutila (BBP) “não devem ser utilizados como substâncias ou componentes de preparações em concentrações superiores a 0,1 % em massa de material plastificado, em todos os tipos de brinquedos de material vinílico”. Os mesmos ftalatos e mais os de di-isononila (DINP), de di-isodecila (DIDP) e de di-noctila (DNOP) “não devem ser utilizados como substâncias ou componentes de preparações em concentrações superiores a 0,1 % em massa de material plastificado, em brinquedos de material vinílico destinados a crianças com idade inferior a 3 anos”.

– Há um risco muito grande quando se compram produtos infantis no chamado comércio ilegal, sobretudo quanto a presença de substância tóxicas em limites acima do permitido. O consumidor só deve adquirir brinquedos que ostentam o selo de identificação da conformidade do Inmetro e que sejam adequados à faixa etária da criança, além de seguir as instruções de uso do produto especificado – disse Alfredo Lobo, diretor de Avaliação da Conformidade do Inmetro.

O Inmetro reforçou a recomendação de não se comprar artigos infantis em lojas de comércio informal, uma vez que não há garantia da origem destes itens. O órgão ressaltou ainda que produtos falsificados ou fabricados clandestinamente podem não cumprir as condições mínimas de segurança, principalmente no tocante à toxicidade. O instituto também lembra a importância de adquirir somente brinquedos que tenham o selo de certificação do Inmetro.

Procurada, a Anvisa disse que a agência “não possui normas relacionadas a brinquedos” e que “as regras e regulamentações são do Inmetro”.

NA INGLATERRA, LOJA RECOLHEU PRODUTOS

De acordo com a BBC, uma loja britânica foi forçada a recolher as pulseiras de suas prateleiras depois da divulgação dos testes que revelaram que os produtos poderiam conter um alto teor de ftalatos (bem além do permitido). Ainda de acordo com a reportagem, as embalagens apresentavam o selo que indica que o produto respeita as normas de segurança da União Europeia.

A loja britânica disse à BBC que, “como medida de precaução”, retirou os produtos “enquanto conduzimos uma investigação completa”.

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– Natura e o #Urbano

A Natura está enfrentando algo inesperado, após o lançamento do seu perfume masculino #Urbano: o sem-número de reclamações de que a fragrância lembra o cheiro de… Maconha!

Devido a quantidade de queixas, principalmente nas Redes Sociais, a empresa se manifestou dizendo que:

Do ponto de vista químico, a crítica não procede. O perfume tem apenas notas que remetem a cheiros como fumaça, fumo e afins”.

Mas uma consideração importante: se o consumidor achar que algo está errado, a Natura se comprometeu a trocar o produto na hora.

Quando se cria um mito sobre determinado produto…

xi…

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– A FIFA quer que jogador pertença ao Clube. E daí?

A FIFA estuda acabar com os fundos de investimentos que são donos de jogadores de futebol. A idéia é que somente os clubes possam ser detentores dos direitos federativos do atleta contratado.

Na prática, isso acabaria com a situação em que determinado jogador tenha hipoteticamente 20% dos seus direitos pertencentes a um empresário, 30% a um investidor, 40% ao clube ou os outros 10% fatiados entre outros “proprietários”.

Mas isso, claro, é paliativo. Aqui no Brasil, onde grande parte dos clubes não tem os jogadores como atletas pertencentes ao elenco, mas sim “colocados para jogarem” por alguém que tenha direito, tornando-se assim a agremiação como uma boa vitrine comercial para os empresários, a coisa ferverá até uma ideal readequação.

E qual será ela?

Simples: a criação de clubes de fachada! É de conhecido público que grandes negociantes como Eduardo Uram, Família Figger e tantos outros compram equipes e lá registram seus jogadores.

A mudança trará algumas implicações, mas no final da conta, os jogadores mudarão de donos que eram fundos para donos que sejam clubes – ATUANTES OU NÃO em campeonatos!

Continuarão como “atletas em prateleiras”, sendo produtos ofertados como já são”.

Fico com a curiosidade: quem terá o maior elenco do Brasil? Tombense, Deportivo Brasil e tantos outros por aí… Aliás, algo assim aconteceu com o camisa 10 Rodrigo Fabri, quando foi vendido da Portuguesa ao Real Madrid via Uruguai.

Teria sido naquela época um “acordo entre cavalheiros”?

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– China: a Maior Vendedora de Bíblias do Brasil!

Assustou com o título deste post? Pois é, o Estadão de hoje traz uma matéria impressionante. A maior parte das Bíblias comercializadas no Brasil são impressas em gráficas na China, a custo muito mais barato.

Tenho o pé atrás com a China. Não gosto de ditaduras. Hoje, projeções indicam que ela será a maior nação do mundo em 2022. Tenho medo de ser dominado por chineses, com pseudo-democracia e práticas abomináveis comercialmente.

Você sabia que só hoje, após pagar 60 milhões de dólares a um gaiato, que a Apple pode chamar seu tablet de iPad na China? A marca já estava registrada…

PAÍS IMPORTA ATÉ BÍBLIA DA CHINA

Por Marcelo Rehder

Índia e Chile também fornecem o livro a preço inferior; gráfica já demitiu e ameaça mais 40

Depois do livro didático, as gráficas brasileiras enfrentam agora forte concorrência das importações de bíblias. A Palavra de Deus está sendo impressa em português em gráficas na China, na Índia e no Chile, entre outros países, a custos considerados imbatíveis pela indústria.

Para driblar o chamado “custo Brasil” e ainda obter alguma vantagem com o câmbio, editoras de publicações católicas e evangélicas aceleraram as encomendas no exterior. A vantagem comparativa em relação ao impresso nacional chega a superar 50%.

“É um negócio estranho”, queixa-se Jair Franco, vice-presidente da Gráfica Imprensa da Fé, uma das grandes do setor, que trabalha com livros religiosos e didáticos. “Para fazer a Bíblia aqui, temos de comprar o papel de fora, a capa especial de fora e a cola de fora, e tudo isso vem com imposto. Aí, o editor vai lá e faz a Bíblia completa e vende aqui dentro sem pagar imposto nenhum. Como é que pode?”, questiona o executivo. De acordo com a Constituição Federal, as importações de livros, jornais, revistas e outras publicações são imunes e não pagam imposto.

O avanço das importações de bíblias e livros didáticos não aparece nas estatísticas oficiais porque não existe posições aduaneiras específicas para as publicações. Mas os efeitos são sentidos.

Só a Imprensa da Fé chegou a imprimir 3 milhões de bíblias por ano, há cerca de dois anos. Hoje, não passa de 1 milhão. A consequência foi que a gráfica demitiu 40 trabalhadores nos últimos seis meses e atualmente emprega 280 pessoas. Mas os cortes não devem parar por aí: “Vamos ter de dispensar mais 40″, admite Franco.

A situação da Imprensa da Fé não é diferente da vivida pelas demais empresas do mercado gráfico editorial. Tanto que as principais empresas do setor, com a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, encabeçam um movimento em defesa da indústria nacional. Amanhã, eles vão se encontrar em Brasília com a senadora Ana Amélia (PT/RS), autora de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estende a imunidade de livros, jornais e periódicos para outros insumos.

A PEC 28/2012 está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania desde 14 de junho, aguardando designação de relator. Nossa bandeira é desonerar o produto brasileiro”, diz Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf.

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– Natal Comercial versus Natal Verdadeiro

Feliz Dia da Ceia da Árvore?

Caramba, há coisas que assustam pelo apetite feroz ao consumismo. E um deles é o comercial que visa “impor” um dia oficial para se montar a árvore de Natal. Esta data, segundo a Sadia, é 01 de Dezembro, o “Dia da Ceia da Árvore“, onde as crianças e seus pais devem comer Peru para comemorar o sucesso da montagem.

Já viu o comercial? Está em: http://www.youtube.com/watch?v=dcdRDtz7jXo#t=18

Puxa, já não basta ter o apelo de comprar presentes (sacrificando até quem não pode) ao invés do sentido espiritual da coisa, agora se gasta para “os festejos de montar a árvore”? Claro que a Sadia quer vender mais peru e tenta criar uma data impactante. No ano que vem, teremos de novo tal mensagem. E isso cansa! O escritor Walcyr Carrasco, dias atrás, disse algo interessante:

Dezembro é o mês da síndrome natalina, aquela obrigação de exalar felicidade. Dá para se libertar dela?

Você que gosta do Natal, me desculpe, mas concordo com o Walcyr. Celebrar e ser feliz deve ser todo dia; reunir os amigos e a família, sempre. E, muitas vezes, escolhemos uma data para nos juntarmos com pessoas que muitas vezes nem mais convivem conosco ou que não temos afinidade. E surgem os sorrisos amarelos e a necessidade de se gastar com presentes.

Ora, temos que presentear o ano inteiro? Aniversário, Dia das Crianças, Natal, Páscoa, dia disso e daquilo…

Sem ser hipócrita: clima natalino é diferente de clima comercial. DETESTO ESSA ÉPOCA COMERCIAL DO ANO, com as ruas lotadas e pessoas histéricas comprando e se estressando.

Natal, pra mim, é tempo de relembrar o nascimento de Cristo, seus motivos de vir ao mundo (para nos salvar) e a necessidade de buscarmos a conversão pessoal (que deve ser diária, não só no final de ano). Papai Noel é só um personagem bem pequeno, e que os mais estudiosos sabem, foi criado pela Coca-Cola para campanhas de marketing no final do ano nos EUA há muito tempo atrás, bem como o tal do “Dia da Ceia da Árvore”.

O tempo do Natal deve ser festa religiosa, não desespero comercial. Nossos bolsos que o digam em janeiro…

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– Já é Natal em Jundiaí?

O comércio parece que endoideceu ou está ávido pelos clientes como nunca. Passeando no Maxi Shopping Jundiaí, assustei com ele todo decorado para o… NATAL!

Gente, estamos há mais de dois meses de 25 de dezembro…

Se deve a concorrência, ou é antecipação depromoção natalina”?

– Carne que não serve lá, serve pra cá?

E o embargo da carne brasileira da Rússia?

Nossos clientes russos resolveram não comprar mais a nossa carne, alegando irregularidades de acordo com a vigilância sanitária de lá. Até os frigoríficos locais suspensos pelas autoridades russas não se enquadrarem nas normas de saúde, não haverá transação comercial.

É claro que não se refere apenas a questões da qualidade, mas deve existir muita coisa por trás: questões políticas, comerciais e demais interesses. Vide o Japão, que é mais exigente que a Rússia e compra a nossa carne.

Fica a dúvida: a carne recusada por eles serve a nós? Está tudo em ordem?

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– O que tem no Cigarro!

Compartilho matéria da SuperInteressante (texto de Fernanda Salla, ed ME Abril 2013, pg 34-35) sobre as 5.315 substâncias que contém no Cigarro. Destas, mais de 4.700 são nocivas!

A mais letal é a Nicotina, responsável pela dependência química. A mais abundante é o Monóxido de Carbono, que se liga às hemácias do sangue de forma permanente. A mais radioativa é o Plutônio, que colabora para o câncer do pulmão. Há também veneno para animais em doses menores, como Cianeto de hidrogênio, que costuma ser usado para combater cupins e baratas. Claro que há os cancerígenos tradicionais, como a Nitrosamina (câncer de língua).

Uma dúvida que as autoridades de saúde têm é: quanto é a dosagem verdadeira de amônia utilizada pela indústria do tabaco, usada para potencializar o efeito da Nicotina?

E aí, tá com vontade de fumar ainda?

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– O Bom Comércio das Motos BMW no Brasil

Essa vem da Revista Época (Ed 11/02/2013, pg 27): a maior revendedora de motos BMW do mundo é brasileira.

Veja esses dados: só a paulistana Caltabiano vende mais do que a segunda colocada mundial (que é a única agência de motos BMW em Roma. A 3a, 4a e 5a colocada também são agências brasileiras.

Está bom o mercado de motos no Brasil, não?

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