– Um Novo Nicho de Mercado a ser Explorado nos EUA!

Nos EUA, o assunto sobre a legalização do casamento homossexual está em pauta. E muitas organizações aproveitam o assunto e se ligam à causa para ganhar clientes e a imagem de “politicamente correta”. Veja:

Extraído de Época, ed 13 de abril, pg 52-54

A NOVA SUSTENTABILIDADE?

Empresas americanas aderem à causa do casamento gay depois que ela se tornou majoritária nos Estados Unidos

Por Margarida Telles

O casamento gay é a nova sustentabilidade? Ou seja, uma causa tão majoritária que os departamentos de marketing das empresas abraçam entusiasticamente? Há indícios de que tal processo possa estar em curso nos Estados Unidos. Lá, marcas como Absolut, Nike, Microsoft e Apple manifestaram apoio à equiparação dos direitos entre os casais homossexuais e heterossexuais. Quando o movimento ganhou como logomarca o símbolo matemático de igualdade, marcas como Budweiser e Smirnoff publicaram as imagens em suas contas no Facebook e Twitter, gerando uma avalanche de curtidas e compartilhamentos. Claro que não dá ainda para comparar o apoio ao casamento gay, que envolve riscos, com a sustentabilidade, que é praticamente uma unanimidade. A rede de cafeterias Starbucks perdeu clientes dos setores conservadores ao defender os direitos dos homossexuais.

O publicitário Hiran Castelo Branco, vice-presidente de operações da ESPM, afirma ser improvável o mesmo tipo de boicote no Brasil. “Aqui, mesmo que a pessoa não seja adepta de uma determinada situação, ela não costuma ser radicalmente contra”, diz. Mesmo assim, marcas ainda relutam em assumir a causa gay. A Bonafont publicou em sua conta no Facebook o símbolo da igualdade, feito com duas garrafas de água. Procurada, limitou-se a dizer: “A Bonafont é uma marca reconhecida por respeitar e valorizar cada um de seus consumidores”. Já o site Decolar, cuja garota-propaganda é Daniela Mercury, assumiu um posicionamento neutro perante a questão. “A Decolar.com considera que assuntos particulares de nossos contratados só dizem respeito a eles próprios. Gostamos de todos e respeitamos suas decisões”, disse a empresa, num comunicado oficial, depois que a cantora assumiu seu relacionamento gay.

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– O Frango que faz mal na Europa faz bem por aqui?

A BRFoods não pode exportar carne de aves para a Comunidade Europeia devido aos altos índices de Salmonela. Assim, a empresa dona da Sadia e da Perdigão está proibida de  vender seus frangos para a Itália, Portugal, Turquia, França, Alemanha… Vejam só que mercado / parcela mundial significativa!

Entretanto, esses mesmos produtos estão permitidos no Brasil.

Ué?

Entendeu?

Segundo a Vigilância Sanitária, o motivo é de que em nosso país não há um rigor tão grande contra a Salmonela.

Quer dizer que lá fora estão errados e aqui dentro estamos certos? Que europeu correrá mais risco quando comê-la do que brasileiro?

Ô louco…

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– Cuidado se você fez os testes do “Gênero Oposto” ou “Com qual Celebridade você se Parece”!

Você entrou na febre desses aplicativos do Facebook chamados “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” ou “Qual Celebridade Você se Parece”?

Cuidado: seus dados estão nas mãos de uma empresa que pode vendê-los (e você não ganhar nada com isso).

Extraído de UOL Tecnologia (em: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/20/fez-o-teste-do-genero-oposto-no-facebook-voce-pode-ter-cometido-um-erro.htm)

FEZ O TESTE DO GÊNERO OPOSTO NO FACEBOOK? VOCÊ PODE TER COMETIDO UM ERRO

O “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” é o teste da vez no Facebook. Se você entrou na onda, saiba que deu seus dados a uma empresa pouco conhecida, e sabe-se lá o que ela fará com eles.

O gancho para atrair usuários é mostrar como a pessoa ficaria se fosse do gênero oposto, com imagens bem reais. Mas, para realizar o teste, a empresa Kueez solicita que você clique em “Conectar-se ao Facebook” para ver o resultado.

Só que, ao fazer isso, você entrega para a empresa as seguintes informações públicas do seu perfil:

  • nome
  • imagem de perfil
  • data de nascimento
  • todas as suas fotos e imagens no Facebook
  • lista de amigos
  • informações de contato
  • e endereço de e-mail usado para logar na rede social

A Kueez não é a primeira nem será a última empresa a criar um aplicativo/jogo/quiz de Facebook para conseguir isso. No ano passado, falamos do “Qual Celebridade Você Se Parece”, um caso bem similar.

E, se achou pouco, a política de privacidade da empresa ainda diz que coleta informações não pessoais de usuários, como o modelo do seu celular ou PC com o qual fez o teste, localização e áreas de interesse (no Facebook), entre várias outras coisinhas.

PARA QUE TUDO ISSO?

O de sempre: transformar esse monte de informações em dinheiro. Ou, nas palavras da empresa, para “melhorar o site com base em suas preferências e experiências”, “oferecer conteúdos promocionais”, “criar dados estatísticos, modelos comportamentais e tendências”, etc.

Como tudo é descrito de forma bastante vaga, esses dados podem ser usados de muitos jeitos. Normalmente, servem para gerar anúncios personalizados –chatinhos, porém inofensivos.

Mas, neste caso aqui, algumas coisas chamam a atenção. A Kueez diz que pode compartilhar seus dados com “terceiros interessados em lhe fornecer determinados conteúdos promocionais” ou que sua foto de perfil pode aparecer “como parte integrante dos serviços que oferecemos (ou seja, sua imagem aparecerá em certos questionários ou jogos, MESMO para pessoas que você não conhece)” –sim, eles colocaram o “MESMO” em caixa alta.

A Kueez pertence ao Yoto Media Group, da Israel. Então, se surgir algum problema jurídico, vai ser complicado de resolver por se tratar de um negócio fora do Brasil.

JÁ FIZ O TESTE, ME FERREI?

Não exatamente. A Kueez disponibiliza uma ferramenta em seu site para você remover todos os seus dados pessoais do banco de dados deles, embora não haja nenhuma garantia de que isso será cumprido.

O melhor é desatrelar seu perfil do app no Facebook. Para isso, vá nas Configurações de Aplicativos do Facebook (por este link), ache o Kueez e delete o app, clicando no “X”.

Novamente: essas informações não serão apagadas do banco de dados da empresa. Mas, se você apaga o app, pelo menos garante que novos dados e arquivos gerados por você a partir de então não sejam mais capturados.

NINGUÉM LÊ COM O QUE CONCORDA

Uma pesquisa da Kaspersky diz que 63% dos entrevistados dizem não ler o contrato de licença antes de instalar um novo aplicativo.

Alguns desses aplicativos podem afetar a privacidade do usuário, instalar outros apps ou mesmo alterar a configuração do sistema operacional de um aparelho celular ou tablet. E o próprio usuário permitiu isso ao clicar em “aceito” durante o processo de instalação.

Para evitar que suas informações sejam usadas e até mesmo compartilhado por empresas, recomenda-se não aceitar todos os convites para jogos e aplicativos que aparecem nas redes sociais. Também leia bem o contrato de termos de uso, verifique frequentemente as configurações de apps de sua conta do Facebook e elimine os que não são mais usados.

VIROU PROBLEMA POLÍTICO

A empresa de dados Cambridge Analytica, contratada pela campanha de Donald Trump à presidência dos EUA e do Brexit para o Reino Unido deixar a União Europeia, é conhecida por usar o Facebook para criar perfis psicológicos de milhões de pessoas. E faz isso semeando a rede social com esses populares quizzes de personalidade. A informação é do “New York Times”.

Segundo uma entrevista do pesquisador Michal Kosinski à revista “Vice”, nossos smartphones são “um vasto questionário psicológico que estamos constantemente preenchendo, conscientemente e inconscientemente”.

Kosinski estuda “big data”, área da computação que lida com imensos e variados bancos de dados gerados por usuários. Ele criou em 2012 o experimento MyPersonality para determinar perfis psicológicos com base nos dados do Facebook, embrião da tecnologia por trás desses quizzes atuais.

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Até a Glória Pires fez o teste!

– Mastercard trocará senhas digitadas por selfies!

A tecnologia de fato espanta. Em alguns países ricos, a validação de uma compra on-line por cartão de crédito Mastercard se dará por… selfie do consumidor!

Abaixo, extraído de: http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/02/23/mastercard-passara-usar-selfies-para-validar-compras-online.htm?cmpid=tw-uolnot

MASTERCARD PASSARÁ USAR SELFIES PARA VALIDAR COMPRAS ONLINE

A empresa de cartão de crédito MasterCard anunciou que vai passar a aceitar selfies e impressões digitais como alternativa às senhas em pagamentos online.

A tecnologia de verificação de identidade deve ser lançada no segundo semestre de 2016 no Reino Unido, EUA, Canadá, Holanda, Bélgica, Espanha, Itália, França, Alemanha, Suíça, Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca. Não há previsão para a chegada da solução no Brasil.

Segundo a MasterCard, 92% das pessoas que testaram a tecnologia preferiram o novo sistema de autenticação. “Senhas são um empecilho”, afirmou Ajay Bhalla, presidente da divisão de Safety and Security da empresa. “Elas são extremamente fáceis de esquecer, desperdiçam nosso tempo e não são realmente seguras. A biometria está transformando as transações online tão seguras e simples quanto compras presenciais”.

O uso do novo recurso estará vinculado a um aplicativo, que deve ser baixado em um PC, tablet ou smartphone.

No ato da compra, os usuários ainda terão de fornecer os dados de cartão de crédito. Mas para a autenticação da transação, será necessário ainda que eles olhem para a câmera ou usem o sensor de impressão digital do dispositivo em vez de digitar a senha, como atualmente é feito.

Se o usuário optar por um selfie, eles terão que piscar para câmera para provar que não estão apenas segurando uma foto.

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– Há 1 ano, a Heineken comprou a Schincariol da Brasil Kirin. Os motivos do prejuízo dos japoneses foram…

A Brasil Kirin comprou a Schincariol em 2011 por R$ 6,7 bi. Em 2017 (nesta mesma data), a vendeu por R$ 2,2 bi para a holandesa Heineken.

Como justificar? A Heineken está feliz?

Entenda como foi a polêmica e discutida negociação e os incentivos, extraído de: http://cdn2.istoedinheiro.com.br/wp-content/uploads/sites/17/2017/02/brasil-kirin.jpg

POR QUE A BRASIL KIRIN, DONA DA SCHIN, FRACASSOU NO MERCADO BRASILEIRO

Quando chegou ao Brasil, em agosto de 2011, os japoneses da Brasil Kirin não mediram esforços e muito menos recursos para conquistar o mercado brasileiro de cerveja.

Eles pagaram quase R$ 4 bilhões aos irmãos Adriano e Alexandre Schincariol para assumir o controle da cervejaria de Itu, no interior de São Paulo, em agosto de 2011.

Três meses depois, tiveram de desembolsar cerca de R$ 2,3 bilhões pela fatia dos irmãos Gilberto, José Augusto e Daniela Schincariol. Com isso, assumiram 100% do controle da companhia.

Quase cinco anos depois, a venda dos ativos brasileiros da Brasil Kirin para a holandesa Heineken mostra o fracasso dos japoneses no mercado brasileiro de cervejas.

O valor pago foi de R$ 2,2 bilhões (664 milhões de euros). Se as dívidas foram incluídas, o preço sobe para R$ 3,3 bilhões. Neste último cenário, os japoneses da Kirin estão recebendo 50% menos do que pagaram pelos ativos da família Schincariol em 2011.

O que fez os ativos da antiga Schincariol se desvalorizarem tanto neste período? Uma série de erros estratégicos contribuiu para a perda de valor da cervejaria.

Quando desembarcou o Brasil, o plano dos japoneses era simples: ser a segunda posição em vendas no mercado brasileiro. Na ocasião, a Schin estava atrás do Grupo Petropólis, dono da marca Itaipava, e da Ambev, que fabrica a Skol, Brahma e Antarctica.

Para atingir a meta dos japoneses da Kirin, a estratégia foi focar no Nordeste, o caminho encontrado para gerar volume e chegar ao almejado segundo lugar. Mas as coisas não saíram conforme o combinado.

A Brasil Kirin não só não conseguiu ganhar mercado no Nordeste, como começou a perder participação no Sudeste, que trabalha com margens mais altas. Conclusão: uma série de prejuízos operacionais, que foram se acumulando ao longo do tempo.

No ano passado, a dona das marcas Schin, Devassa, Baden Baden e Eisenbahn reportou um prejuízo operacional de R$ 260,8 milhões no mercado brasileiro. Mesmo assim, é um resultado melhor do que as perdas de R$ 322,3 milhões de 2015.

A solução para tentar estancar a perda foi cortar custos, demitir e fechar unidades. Em outra ponta, a Brasil Kirin começou a se desfazer de ativos, como uma fábrica na cidade de Cachoeiras do Macacu, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que foi comprada pela Ambev.

A situação econômica brasileira e a redução do consumo de cervejas contribuíram para que a situação se deteriorasse ainda mais. Cansados, o japoneses resolveram que deveriam deixar o Brasil e saíram à busca de um comprador para os seus ativos brasileiros.

Os holandeses da Heineken, com a aquisição, ganham 12 fábricas e uma rede de distribuição própria. Ela também passa a ser a segunda colocada no mercado brasileiro de cervejas, com uma fatia na casa dos 19%, atrás apenas da Ambev. A Heineken, por sua vez, conta com cinco fábricas no Brasil e a distribuição é feita pelas engarrafadoras da Coca-Cola.

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– Vale a pena mentir nos anúncios?

Muitas vezes, vemos anúncios exagerados de certos produtos. Na preocupação de supervalorizar algo, cai-se no erro da mentira.

Um livro novo, “O Argumentador Honesto” propõe esse debate: vale a pena mentir nos anúncios? Você percebe a mentira em certas propagandas?

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI262972-16366,00-ANUNCIO+BOM+E+ANUNCIO+HONESTO.html

ANÚNCIO BOM É ASSUNTO HONESTO

Por Márcio Ferrari

A idéia não é assim tão nova, mas é raramente seguida pela publicidade. Tanto que o homem que a propõe é visto como um herege na área. O britânico John Bunyard, famoso e aposentado publicitário, argumenta em seu livro recente, The honest persuader (“O argumentador honesto”), que não adianta exagerar as qualidades de um produto ou impor marcas ao consumidor, porque, se os benefícios não forem comprovados, a propaganda funciona ao revés. Ele baseia suas afirmações em conhecimentos da neurolinguística – e tem recebido críticas favoráveis. Para Bunyard, a melhor estratégia é complementar a campanha publicitária imediatamente com testes de consumo no varejo para confirmar o que foi anunciado. Segundo ele, estudos neurológicos mostram que, quando nossas expectativas são confirmadas, o cérebro libera uma descarga de dopamina, substância química que dá sensação de prazer. Por isso, também não adianta confiar no que os consumidores dizem em pesquisas: o hábito de compras é orientado essencialmente por processos inconscientes. Mais que ouvi-lo, o anunciante precisa estudar o comportamento do consumidor.

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– Neymar e o jabá inteligente! Sobre chuteira e bandana:

Viram que jogada fantástica de marketing do brasileiro Neymar em conjunto com a Nike (sua patrocinadora pessoal e da sua equipe, o PSG)?

Após marcar um gol na França, nessa semana, tirou sua chuteira (o novo modelo da marca) e a colocou na cabeça. Imagine a exposição mundial que ela teve…

E isso pode?

Ao pé da letra, se você desconfigurar o uniforme, estará praticando uma infração contra a Regra do Jogo e deve ser punido com Cartão Amarelo. Compare: se você é advertido quando tira a camisa comemorando um gol, por quê seria diferente com o calçado?

Não sei se nessa partida Neymar foi advertido (se não foi, deveria ter recebido o Amarelo), mas me recordo de outra ação de marketing dele pela Seleção Brasileira, em partida contra a Argentina – e com uma bandana! Relembre (extraído desse mesmo blog, em 14/11/2015):

A BANDANA PROIBIDA DE NEYMAR

Mais do que um jogador, Neymar, o craque brasileiro, é um outdoor ambulante. Uma espécie de homem-placa, aqueles que carregam cavalete com a inscrição: “vende-se ouro” nos centros das cidades.

Na realidade dele, as praças urbanas são os estádios. Digo isso pela bandana da Nike (sua patrocinadora pessoal) usada no jogo entre Argentina x Brasil.

Aliás, Neymar poderia usar o apetrecho?

NÃO. E explico: O equipamento de um atleta, segundo a Regra, é constituído de: camisa, calção, meias, caneleiras e calçados. Qualquer coisa extra deve ser avaliada.

Exemplos? Claro: shorts térmicos visam melhorar o conforto do jogador; são permitidos desde que da mesma cor dos calções.

Bonés? Somente ao goleiro, se este estiver jogando contra o sol.

Bandanas? A Ronaldinho Gaúcho, David Beckham ou qualquer outro cabeludo, sim, pois é uma forma de segurar o cabelo para jogar mais confortavelmente.

E a bandana de Neymar?

Não é permitida, pois hoje ele usa um corte de cabelo curto, sendo desnecessária a função dela. Tudo que esteja sem função prática e necessária, é proibido. Parece óbvio que é o marketing de emboscada sendo usado, para expor seu patrocinador que está estampado em tamanho grande.

Lembrando: no Campeonato Espanhol e na Liga dos Campeões da Europa, Neymar entrou em campo com ela e teve que retirar o acessório. Já nas Eliminatórias da Copa do Mundo, fez-se vista grossa…

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– Black Friday dos Cartéis?

Pesquisei durante a madrugada uma TV 32″ Samsung de um determinado modelo, durante essa sexta-feira de promoções.

No preço final, tanto no Magazine Luiza, Submarino, Lojas Americanas, Amazon, Ponto Frio, Extra, Ricardo Eletro e Casas Bahia, o mesmo valor: R$ 1.049,99!

Ué, que raio de concorrência é essa? Oito (8) grandes lojas “coincidiram” em seus custos para chegar nesse preço?

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– MOficcer proibida de comercializar no Brasil devido ao trabalho escravo.

Nos últimos dias, muito se tem discutido sobre a legislação pertinente ao “trabalho análogo à escravidão”.

Entretanto, uma empresa bem conhecida nos shoppings está sofrendo sanções…

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,mofficer-e-condenada-por-trabalho-escravo-e-pode-ficar-fora-de-sp-por-10-anos,70002076906

M.OFFICER É CONDENADA POR TRABALHO ESCRAVO E PODE FICAR FORA DE SP POR 10 ANOS

Varejista de roupas foi condenada em 1ª instância e a 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo manteve a decisão que prevê o pagamento de R$ 6 milhões em multas

A M5 Indústria e Comércio, dona da marca M. Officer, condenada em 1ª instância por submeter trabalhadores a condições análogas à de escravidão, pode ficar proibida de comercializar roupas no Estado de São Paulo por até 10 anos.

A decisão da 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) nesta quarta-feira, 8, mantém a condenação em 1ª instância e o pagamento de R$ 6 milhões pela prática de trabalho análogo à escravidão e para o ‘cumprimento de várias obrigações trabalhistas’.

A empresa terá que pagar R$ 4 milhões por danos morais coletivos e mais R$ 2 milhões pelo chamado dumping social, quando uma empresa se beneficia dos custos baixos resultantes da precarização do trabalho para praticar a concorrência desleal.

O cumprimento de mais uma série de obrigações trabalhistas está prevista na condenação da dona da M. Officer, conforme informou o Ministério Público do Trabalho (MPT), em nota.

O coordenador nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do MPT, procurador do Trabalho Muniz Cavalcanti, destacou que a decisão confirma que a M.Officer foi a responsável pelo trabalho escravo. “Com essa decisão, vamos oficiar ao governo de São Paulo para aplicar a lei estadual, que determina a cassação da inscrição no cadastro de contribuintes de ICMS pelo prazo de 10 anos de quem foi condenado por trabalho escravo em segunda instância”.

De fora. A lei prevê que será cassada a inscrição no cadastro de ICMS das empresas “que comercializarem produtos em cuja fabricação tenha havido, em qualquer de suas etapas de industrialização, condutas que configurem redução de pessoa a condição análoga à de escravo”.

Segundo o MPT, a cassação ocorrerá quando a empresa for condenada em decisão colegiada, independente da instância ou do tribunal. A cassação abrangerá os sócios, pessoas físicas ou jurídicas, que ficam impedidos de entrar com pedido de nova inscrição por 10 anos.

Denúncia. A ação contra a dona da M.Officer foi movida em 2014 pelos procuradores do Trabalho, que argumentaram que peças da marca eram produzidas por trabalhadores que realizavam jornadas exaustivas em ambiente degradante, com risco à saúde, à segurança e à vida, além de relacionarem o caso ao tráfico de pessoas.

Para os procuradores, esse tipo de exploração é um “modelo consagrado de produção da ré, como forma de diminuição de custos, através da exploração dos trabalhadores em condições de vulnerabilidade econômica e social”.

Segundo o MPT, a varejista utilizava empresas intermediárias para subcontratar o serviço de costura, realizado em grande parte por imigrantes em oficinas clandestinas submetidos a jornadas excessivas em condições precárias, sem qualquer direito trabalhista.

Em um desses locais, descoberto em diligência conduzida no dia 6 de maio de 2014 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em atuação conjunta com MPT, Defensoria Pública da União (DPU) e Receita Federal, constatou-se que os trabalhadores ganhavam de R$ 3 a R$ 6 por peça produzida e cumpriam jornadas médias de 14 horas, muito acima do limite legal de 8 horas.

Os seis bolivianos resgatados quase não falavam português e viviam com suas famílias no mesmo local de trabalho, costurando em máquinas próximas a fiação exposta, botijões de gás e pilhas de roupas, representando grave risco de incêndio, destacou o MPT.

Alguns trabalhadores resgatados afirmaram ainda estar pagando pela passagem ao Brasil com o “salário” recebido pelas peças costuradas, o que, segundo o MPT, poderia ser indício de tráfico de pessoas para fins de trabalho.

Explicação. Procurada pela reportagem, a empresa informou por meio de nota que “afirma e comprova nunca ter praticado trabalho escravo e irá recorrer da injusta decisão trabalhista. A fiscalização do trabalho é frágil e inconsistente, partindo de premissas equivocadas para tentar vincular a M5 aos produtos encontrados nas oficinas”.

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O cumprimento de mais uma série de obrigações trabalhistas está prevista na condenação da dona da M. Officer Foto: Divulgação

– Habib’s venderá Esfihas e… Gasolina!

E não é que a Rede de Fast Food Habib’s, de Alberto Saraiva, dono também de um sem-número de restaurantes, resolveu abrir a Rede de Postos de Combustíveis H? E promete vender Gasolina, Etanol e Diesel a preços bem abaixo do mercado.

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/10/06/posto-combustivel-habibs-promocao-luzes-piscando.htm

POSTO DO HABIB’S TERÁ LUZES PISCANDO PARA AVISAR QUE O PREÇO DO COMBUSTeIVEL ABAIXOU

Famosa por suas esfihas, a rede de fast-food Habib’s agora quer tentar o sucesso abastecendo o tanque dos carros. O grupo inaugurou nesta sexta-feira (6), no Tatuapé, zona leste de São Paulo, seu primeiro posto de combustíveis, o Posto H’.

A rede promete fazer promoções relâmpagos fora dos horários de pico para atrair clientes. Quando o preço baixar, as luzes no teto do posto e uma faixa de LED no piso vão piscar, e o painel digital que marca o preço será alterado com o valor promocional do combustível. Um cronômetro indicará o tempo de duração da promoção, que pode ser 30 minutos ou uma hora.

No dia da inauguração, por exemplo, o posto vendia gasolina comum a R$ 3,399 o litro, etanol a R$ 2,299 e diesel a R$ 3,799. O combustível é fornecido pela BR Distribuidora, da Petrobras.

“De uma hora para outra, a gasolina [que era vendida a R$ 3,399 o litro] pode cair para R$ 3,29 ou até a R$ 3,09, dependendo do momento”, afirmou o presidente e fundador do grupo Habib’s, Alberto Saraiva. “A ideia é fazer a promoção em horários de menor fluxo, tanto de dia como à noite.”

O posto fica em uma área de 2.400 m², que inclui também um restaurante Ragazzo e uma loja de conveniência do Habib’s (vende as tradicionais comidas da rede) com sistema “drive-thru”. A expectativa do grupo é abrir 30 complexos como este no país até 2020.

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– Teksat ou Tekicel: caia fora dessa armadilha!

Um golpista profissional! A Teksat (Tekicel, de Gerson Clemente) vende seus produtos e não entrega, enrola e embolsa o dinheiro. E se recusa a devolver a grana caso coloque a queixa no Reclame Aqui!

Empresa séria não discute, mas resolve!

Olha que drama, abaixo:

PRODUTO NÃO ENTREGUE. SEM REEMBOLSO

Em 29 de julho de 2017 comprei um receptor Azamérica S1007 Plus acm, no valor de R$ 367,60, a ser entregue em 6 dias via Sedex (valor do frete incluído). Não o recebi, e então mandei mensagens via WhatsApp (que nunca são respondidas). Não há um telefone sequer para contato (o que ele fornece não atende). Via email, após muita insistência e atraso, respondeu que estava com dificuldades de… POSTAGEM! E não conseguiu explicar quais são elas, dando um novo prazo – também não cumprido. Novamente entrei em contato via email, pedi o reembolso e o Gerson Clemente (o proprietário – atendente – vendedor- diretor responsável) só enrolou. Mandei diversas outras mensagens, sem resposta alguma. Hoje é dia 23 de setembro, não entregou o produto, não entra em contato, não houve reembolso. Sumiu, desapareceu, parece picaretagem!
Venho através do Reclame Aqui tentar conseguir meu produto ou o reembolso. Entrarei na Justiça e publicarei uma reportagem nos meus canais de comunicação para que outros não sejam [editado pelo Reclame Aqui] como eu, caso ele não resolva.
Meus dados:
Pedido nº: 84112
Data do pedido: 29/07/2017
Pagamento: Depósito bancário 8% de Desconto
Frete: Sedex – Entrega em até 6 dias úteis
PAGAMENTO VIA TRANSFERÊNCIA PELO BANCO DO BRASIL
AGENCIA – 3257-3
CONTA – 20522-2
GERSON CLEMENTE
CNPJ 26.947.180/0001-07
APÓS PAGAMENTO, COMPROVANTE ENVIADO A VENDAS@TEKSAT.COM.BR PARA CONFIRMAÇÃO.
Confirmou, recebeu, não entregou e não reembolsou.

RESPOSTA DA TEKSAT

Prazos de Envio e Estornos
PRAZO PARA ENVIO DE PEDIDO AOS CORREIOS APOS PAGAMENTO CONFIRMADO
05 A 15 DIAS ÚTEIS APÓS PAGAMENTO CONFIRMADO.
PRAZO PARA CANCELAMENTO E ESTORNO DE PEDIDOS
07 DIAS UTEIS APOS O ENVIO DOS DADOS PARA ESTORNO AO EMAIL VENDAS@TEKSAT.COM.BR
A empresa nao efetua cancelamentos ou estornos com reclamacoes ativas no Reclame aqui.
para que seja cancelado e estornado o pedido o cliente deve desabilitar toda e qualquer reclamacao via reclame aqui e outros sites
enviar os dados bancarios por email vendas@teksat.com.br e aguardar o prazo de ate 7 dias uteis apos solicitado via email.
AO FINALIZAR A COMPRA E PAGAMENTO ESTOU CIENTE QUE A TEKSAT TEM OS PRAZOS ACIMA PARA ENVIO E CANCELAMENTOS

RÉPLICA

Essa resposta é ridícula! Olha quantas reclamações do mesmo teor estão publicadas no Reclame Aqui e o Gerson Clemente, proprietário da TekSat (cujo nome é Tekicel), ousa colocar uma resposta padrão publicada em diversas outras queixas!

1- EU JÁ SOLICITEI O ESTORNO VIA SITE DA TEKSAT, LOGO QUE O PRAZO DE 15 DIAS ESTOUROU, ELE MENTIU QUE ESTAVA COM DIFICULDADE DE POSTAGENS, P[EDIU MAIS 15 DIAS E NÃO ENTREGOU!

2- DEPOIS DE NÃO RECEBER PELA SEGUNDA VEZ, PEDI NOVAMENTE O ESTORNO CONFORME AS ORIENTAÇÕES DA EMPRESA, QUE RECUSA A RESPONDER OS MOTIVOS DA NÃO ENTREGA DO PEDIDO E DE NÃO REEMBOLSAR.

3- É CHANTAGEM DIZER QUE DEVOLVERÁ O DINHEIRO DEPOIS DE RETIRAR A QUEIXA, BEIRA A GOZAÇÃO, está chamando o cliente de trouxa e subestimando o Reclame Aqui!

Se não devolver meu dinheiro, estarei agrupando as outras pessoas que se queixaram e processando por estelionato e outras custas esta empresa. Trate de com urgência responder decentemente e providenciar a resolução do caso. Isso é golpe, crime, estelionato, picaretagem. Os dados da empresa estão aqui, ela está demonstrando ser uma arapuca!

O mais ridÍculo é um cara que não é confiável dizer para tirar as reclamações do site que aí devolve o dinheiro! Como confiar em um malandro!!!

Estou impressionado com a cara de pau!

RESPOSTA DA TEKSAT

A empresa nao efetua cancelamentos ou estornos com reclamacoes ativas no Reclame aqui.
para que seja cancelado e estornado o pedido o cliente deve desabilitar toda e qualquer reclamacao via reclame aqui.
enviar os dados bancarios por email vendas@teksat.com.br e aguardar o prazo de ate 7 dias uteis apos solicitado via email.

AO FINALIZAR A COMPRA E PAGAMENTO ESTOU CIENTE QUE A TEKSAT TEM OS PRAZOS ACIMA PARA ENVIO E CANCELAMENTOS
ACEITO O TERMO AO EFETUAR O PAGAMENTO DO MEU PEDIDO.

RÉPLICA

Nada disso, quando comprei não tinha nada desse termo. Gérson, você está mexendo com coisa complicada. Devolva o dinheiro da minha compra, você será processado caso não o faça. Além disso, esse TERMO que você inventou com respostas automáticas demonstra o quanto o site Teksat é uma arapuca. Você não tem coragem de responder como homem sério? Passe seu telefone que ligo para você agora!

Tem histórico no Reclame Aqui de pessoas que tiraram a reclamação e voltaram a publicar pois você não cumpre o acordo. Vamos lá, mostre que tem vergonha na cara e responda decentemente!

Estou aguardando sua manifestação. Você recebeu no mesmo instante do pedido; não entregou, não honrou nenhuma vez a palavra e ficou jogando a culpa no Correios! DEVOLVA MEU DINHEIRO!!!

RESPOSTA DA TEKSAT

Bom dia Rafael os termos sempre estiveram no site sr tenha o sr lido ou nao, estamos com atraso realmente em seu pedido porem o mesmo sera enviado esta semana caso nao efetue o processo para cancelamento nao estamos lhe obrigando a desabilitar nada o sr so tera de desabilitar se for efetuar o procedimento de cancelamento ok e o cancelamento so sera feito nas condicoes informadas.

RÉPLICA

Nada disso, você prometeu em outras oportunidades entregar e não o fez, já ouvi a resposta que “nesta semana  entregaria”. De acordo com o Código do Consumidor vigente neste país, eu tenho DIREITO da devolução desse dinheiro. Quando cancelei o pedido, lhe mandei o email e enviei também o formulário preenchido no seu site HÁ MUITAS SEMANAS.  Não adianta se fazer de desentendido ou passar por responsável e burocrático cidadão. Você está OBRIGANDO as pessoas a tirarem as reclamações daqui. PRIMEIRO, DEVOLVA O DINHEIRO! Todos os procedimentos de cancelamento foram feitos corretamente, o único que não cumpriu sua parte foi você. Esse lenga-lenga de tirar a queixa do Reclame Aqui é engodo!

Quero meu dinheiro de volta, aguardo sua manifestação!

Não existindo resposta….

Caro Gerson,
Já procurei uma delegacia e me informei. Os registros das nossas conversas somados a todas as reclamações do site reclame aqui são evidências suficientes para abrir um boletim de ocorrência contra você. Você está praticando crime de esterionato, previsto pelo artigo no. 171 do código civil.
Dessa forma, peço PELA ÚLTIMA VEZ, que você devolva o meu dinheiro. Te dou o prazo até essa sexta-feira (dia 29/09). Caso não o faça, o boletim de ocorrência será registrado e a delegacia de Jundiaí ativará a delegacia mais próxima de Piçarras para conduzir a investigação.
O que você está fazendo conosco é crime. Chega de ser enganado.
Valor a ser devolvido: R$ 367,60
Efetuar depósito: Banco do Brasil XXXX
Favorecido: XXXXX
Os demais dados você já possui.
No aguardo.

RESPOSTA DA TEKSAT

Boa tarde pode ficar a vontade Rafael, como falei a empresa so ira cancelar o envio e efetuar o estorno apos desabilitar a reclamacao aqui e apos o prazo de 7 dias uteis 
a pressa e sua em efetuar o procedimento, e momento algum estou lhe negando o estorno apenas temos as normas da empresa e ponto final ok
quero resolver o quanto antes depende de voce
Teksat

RÉPLICA

Como assim? Isso é chantagem, é estelionato, 171! Isso não existe! De acordo com o Código do Consumidor, você tem que devolver o meu dinheiro! Isso é golpe, você vendeu, não entregou, ficou com o dinheiro e inventa essa “norma da empresa”. Nenhuma norma está ACIMA DA LEI!!!

Irei agora mesmo à Delegacia. Você é um bandido!!! Trate de devolver meu dinheiro.

RESPOSTA DA TEKSAT

Nao tem chantagem alguma amigo vamo resolve logo isso ok e so desabilitar a reclamacao e pronto eu faco o estorno e pronto cabo o sr nao precisa mais falar comigo nem em com o sr 
Teksat

RÉPLICA

Não tem essa de eu tirar a reclamação antes de você devolver o dinheiro. É chantagem sua sim. Você não cumpriu nada do que prometeu desde a compra, se eu não reclamo você embolsa o dinheiro e não entra em contato, faz dois meses que está enrolando. VOCÊ não foi confiável até agora, por quê seria dessa vez? Tá achando que seremos trouxa outra vez?

DEVOLVA PRIMEIRO O MEU DINHEIRO. Você receberá a intimidação judicial em breve caso não seja HONESTO e devolva o dinheiro. É LEI, estou respaldado no Código do Consumidor.

RESPOSTA DA TEKSAT

Aguardo a intimação Rafael poderia ser bem mais rapido mas a escolha e sua.

RÉPLICA

Você é folgado. Chantagista, estelionatário. Vendeu, recebeu a vista, não entregou e ainda EXIGE algo que vai contra a lei! Eu não tenho que tirar as reclamações daqui para você enganar outras pessoas. Você não respondeu: se mentiu por dois meses, por que devo confiar agora em você? RESPONDA!!!

Pois é. Picaretagem explícita! O que dizer de um enrolador como esse Gerson?

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– Uma Operação Necessária Contra Postos de Combustíveis.

Escuto que nesta quinta-feira a ANP, Inmetro e Polícia fazem um “pente fino” em Postos de Combustíveis em São Paulo.

Ótimo! Deve-se prender os picaretas que tanto atrapalham os honestos neste difícil meio.

Golpes estão sendo observados, como: 20 Litros que entram no tanque 18,8 L; bico seco (finge que coloca mas não põe), botão remoto de mudança de tanques (combustível bom trocado por “batizado”) e outras tantas barbaridades.

Não se esqueça: abasteça em seu posto de confiança. Desconfie de quem oferece algo muito barato ou que faz “milagre” neste competitivo e difícil mercado.

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– O líder Hindu contra a Brahma: divindade relacionada ou válvula de chopp?

Rajan Zed, importante nome do hinduísmo, critica o nome da Cerveja Brahma ao associá-lo ao Deus da sua crença. Já a cervejaria diz que a homenagem é para o inventor da choppeira!

Extraído de: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/lider-hindu-diz-que-nome-da-cerveja-brahma-e-desrespeitoso-e-pede-mudanca.ghtml

LÍDER HINDU DIZ QUE NOME DA CERVEJA BRAHMA É DESRESPEITOSO E PEDE MUDANÇA

Rajan Zed critica o uso do nome de uma divindade hindu para vender bebida alcoólica.

O líder hindu Rajan Zed divulgou um texto no qual pede que a AB InBev repense o nome da cerveja Brahma porque, segundo o religioso, é “muito desrespeitoso” relacionar o deus Lord Brahma a uma bebida alcoólica.

Essa não foi a primeira reclamação nesse sentido de Zed, que costuma se queixar em suas redes sociais de marcas que utilizam figuras relacionadas à religião hindu em seus produtos, como estampas de roupas.

No comunicado que trata especificamente sobre a cerveja Brahma, Zed diz que “o uso inapropriado de conceitos ou símbolos de divindades hindus para agenda comercial ou outra não é OK na medida em que fere os fiéis”. Segundo o religioso, Lord Brahma é “destinado à adoração em templos ou santuários domésticos, e não para ser usado na venda de cerveja por ganância mercantil”.

Zed também critica os comerciais da Brahma, dizendo que eles não respeitam o caráter sagrado ligado à divindade e citando propagandas que têm a participação de celebridades como Megan Fox e Jennifer Lopez.

RESPOSTA DA EMPRESA

Em nota, a Ambev disse que o nome da Brahma não teria relação com a divindade hindu. “A cerveja Brahma foi lançada há 129 anos por Joseph Villiger. De acordo com alguns registros, o nome é provavelmente uma homenagem ao inventor da válvula de chope, o inglês Joseph Bramah. A marca se confunde com a história da cerveja no país e, ao longo de todo esse tempo, não recebemos qualquer pleito para que mudássemos o nome.”

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– A capacidade dos tanques de combustíveis dos carros é diferente da do manual!

E se você abastecer o seu carro e a quantidade de litros for maior do que o seu manual acusa suportar?

Saiba: há variações, diferença de gargalo e outros fatores relevantes (e, claro, a questão da aferição das bombas do posto que você abastece).

Compartilho um teste com vários veículos abastecidos e que dão diferença.

Segue, extraído de: http://minaspetro.com.br/noticia/estudo-da-fecombustiveis-comprova-capacidade-maxima-dos-tanques-acima-do-manual-do-veiculo/

ESTUDO DA FECOMBUSTÍVEIS COMPROVA CAPACIDADE MÁXIMA DOS TANQUES ACIMA DO MANUAL DO VEÍCULO

Pesquisa da Fecombustíveis, realizada pelo Grupo Falcão Bauer, constata que, na hora do abastecimento,  determinadas marcas e modelos de veículos comportam mais quantidade de combustível no tanque do que o indicado no manual do veículo.

O levantamento, realizado em São Paulo, testou 13 veículos, de 28 de março a 19 de abril deste ano.  Segundo o gestor técnico da pesquisa, Diego Dozorski Conrado, antes de realizar os testes, as bombas dos postos também passaram por testes de aferição.  Os tanques dos veículos foram esvaziados e reabastecidos.

Os resultados demonstraram que  há diferenças expressivas, principalmente em três modelos da Renault, de 35% a 36,5% a mais no tanque do veículo (confira abaixo). O único modelo que não registrou diferença foi a caminhonete S10 Rodeio, da Chevrolet.

Confira o vídeo com os resultados, em: https://www.youtube.com/watch?v=tc9EtkcTQ9w&feature=youtu.be

– Os 7 únicos listados mais ricos do mundo da Forbes

Na semana passada, por algumas horas, Jeff Pezos (O dono da Amazon) tornou-se o homem mais rico do mundo (por algumas horas, acumulando US$ 90 bilhões), superando Bill Gates (Microsoft), que estava há 18 anos consecutivos como número 1 da relação.

Mas você sabia que a lista da Revista Forbes, que há 30 anos faz o ranking, só teve 7 nomes diferentes no topo?

Além de Pezos (por horas) e Gates (por anos), figuraram na lista: Amancio Ortega, dono da rede de lojas Zara, Warren Buffett (investidor financeiro e dono da holding Berkshire Hathaway), Carlos Slim (dono da America Movil, que controla a Claro), Yoshiaki Tsutsumi (Seibu Group, imobiliário) e Taikicho Mori (Tokio, construtora).

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– Natura comprará por € 1 bi a The Body Shop da L’Oréal

A Natura dá um importante passo em busca de se tornar a maior empresa de cosméticos do mundo (já é a maior do Brasil). Na 2a feira, deveria concretizar a compra da gigante britânica The Body Shop, que tem lojas espalhadas no mundo inteiro! Hoje, a empresa pertence à francesa L’Oréal.

Sabe o que é mais curioso? A Natura se tornou essa potência através do porta-a-porta e catálogos, ao contrário da sua aquisição, que tem espaços físicos em pontos estratégicos.

Abaixo, extraído de Valor Econômico, 20/06/2017

NATURA PREVÊ ASSINAR A COMPRA DA BODY SHOP EM 26 DE JUNHO

Empresa brasileira ofereceu € 1 bilhão à L’Oréal pela aquisição da rede britânica.

O conselho de trabalhadores da L’Oréal concluiu de maneira favorável o processo de consulta sobre a aquisição da varejista britânica The Body Shop pela Natura.

Assim, a fabricante de cosméticos brasileira e a multinacional francesa pretendem assinar um acordo de compra e venda das ações de emissão da The Body Shop em 26 de junho de 2017, em Londres.

A informação consta em fato relevante arquivado nesta terça-feira (20) pela Natura na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O fechamento da operação de compra da Body Shop aguarda as aprovações regulatórias de órgãos de controle da concorrência no Brasil e nos Estados Unidos.

A proposta apresentada pela Natura de € 1 bilhão (cerca de R$ 3,6 bilhões) foi anunciada na semana passada. Com o negócio, a maior empresa brasileira de cosméticos mira a internacionalização de seus negócios.

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– Feliz Dia Comercial dos Namorados

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr, atual prefeito de São Paulo), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.
Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

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– Rio Claro Futebol Clube será o primeiro clube brasileiro a defender torcida gay em suas arquibancadas!

O homossexualismo ainda é um tabu na sociedade. No mundo do futebol, mais ainda. Nas arquibancadas, nem se fale!

Contra o preconceito, o time do Rio Claro resolveu convidar a comunidade LGBT da sua cidade para acompanhar o Azulão em seu estádio, fazendo grande divulgação pelas redes sociais. Em suas postagens, os dizeres:

O Rio Claro FC luta pelo fim de uma vez da homofobia nos estádios de futebol. Encorajamos a todos que se identificam com a causa a comparecerem aos jogos no Estádio Dr. Augusto Schmidt Filho. Aqui você não vai ouvir “bixa” (sic) quando o goleiro cobrar tiro de meta em tom de ‘ofensa’, aqui, somos todos iguais, todos irmãos“.

E aí, você acha que tal medida ajudará a diminuir a discriminação contra os gays ou será apenas uma jogada de marketing sem grande sucesso?

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A propósito, o Rio Claro é pioneiro no Brasil, mas o precursor de tais campanhas no futebol profissional foi o Rayo Vallecano da Espanha. Escrevemos em Julho de 2015 neste blog:

AS CAMISAS POLITCAMENTE CORRETAS DO TIME ESPANHOL

O pequeno Rayo Vallecano, que disputa o Campeonato Espanhol, resolveu inovar e se tornar um clube engajado em motes sociais. Está promovendo novos uniformes “politicamente corretos”.

As duas novas camisas são: a 1a, contra os preconceitos racial e homossexual, trazendo o preto e o arco íris; a 2a, grafite e rosa, trazendo como símbolo o combate ao câncer.

O que você acha dessa ação sócio-política: correta (de responsabilidade social), demagoga (querendo apenas repercussão), ou comercial (simplesmente para vender mais camisas)?

Aprovaria se o seu time fizesse algo assim?

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– As novas embalagens da Coca-Cola e o novo sabor da Zero

A partir de fevereiro, novidades na praça: a Coca-Cola virá com nova roupagem e o sabor da Coke Zero mudará (bem como o nome).

Abaixo, em: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/12/27/coca-cola-muda-sabor-da-versao-zero-para-ficar-mais-proximo-da-original.htm?cmpid=tw-uolnot

COCA MUDA O SABOR DA ZERO PARA FICAR MAIS PRÓXIMA DA ORIGINAL

A Coca-Cola anunciou que mudou a fórmula de sua versão Zero, que não tem açúcar, para que o sabor “fique mais próximo ao de Coca-Cola original”.

Henrique Braun, presidente da Coca-Cola Brasil, diz que a mudança foi feita sem adicionar ou alterar qualquer ingrediente. O nome oficial também passa a ser Zero Açúcar, em vez de apenas Zero.

Além da mudança no sabor, as três versões de Coca-Cola serão vendidas em novas embalagens, que devem chegar a todo o país até fevereiro. As novas embalagens têm um disco vermelho ao centro, acompanhado da cor de cada versão (vermelho para a original, preto para Zero Açúcar e verde para Stevia).

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– A Apple está rindo com o bilionário prejuízo da Samsung?

Em reais, a fortuna ultrapassaria os 50 bilhões!

Sabe o que significa esse valor?

O prejuízo com os smartphones Galaxy Note 7 que a Samsung lançou e que começaram a explodir…

Abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/samsung-galaxy-note-7-o-erro-de-us-17-bilhoes/

O ERRO DE US$ 17 BILHÕES

Esse é o prejuízo que a Samsung terá com o fim da produção do Galaxy Note 7, smartphone que foi recolhido depois de uma série de explosões. Agora, o grande desafio da empresa é recuperar a credibilidade

Lançado em agosto, ao som do tema que a Samsung criou para a Olimpíada do Rio, o Galaxy Note 7 foi recebido com entusiasmo pelo mercado e pelos especialistas. Tinha tudo para ser um celular cobiçado: bonito, com câmera boa e bateria que poderia durar longas horas. Um mês depois, quando os primeiros relatos de explosão do aparelho começaram a se espalhar por Coreia do Sul, Estados Unidos e Europa, a empresa foi obrigada a convocar um recall e algo sinalizava que, de uma grande aposta, o Note 7 se transformaria em um tremendo fiasco. Na terça-feira 11, a previsão se confirmou. A empresa anunciou que investigava novos casos de superaquecimento e incêndio de dispositivos substituídos e decidiu interromper permanentemente a produção do celular. O custo estimado do erro de colocar os consumidores em risco? Ao menos, US$ 17 bilhões – ou mais do que as receitais anuais de uma gigante do porte da Ambev.

IMPACTO

Os consumidores que adquiriram o modelo foram aconselhados a trocá-lo e a Samsung se comprometeu a reembolsá-los (O Galaxy Note 7 nunca chegou a ser lançado no Brasil). Apesar de ter reafirmado que a segurança dos clientes está no topo das prioridades, a companhia deverá sofrer ainda mais com o episódio – na quarta-feira 12, ela reduziu a estimativa de lucro no terceiro trimestre em um terço. “Parte do problema com o aparelho é que nem a Samsung parece saber o que ele tem de errado”, disse à ISTOÉ Tuong Huy Nguyen, analista da consultoria Gartner. “Eles achavam que o problema estava na bateria, mas depois do recall, ele continuou, então pode estar em outro componente. Se tivessem que recolher os aparelhos de novo, as pessoas ficariam frustradas.” Para Nguyen, o arranhão na credibilidade poderá ser duradouro porque um consumidor comum provavelmente não se lembrará do exato modelo que ele viu pegando fogo num vídeo que circulou pela internet, mas deverá se lembrar que era da Samsung e evitará a marca.

No Brasil, o impacto deve ser bem menor. “O fato ocorrido num único modelo não deve comprometer a reputação e a penetração da Samsung no mercado brasileiro no curto e no médio prazo”, afirma Diego Silva, analista da IDC Brasil. Ele argumenta ainda que, na linha premium, de aparelhos que custam na faixa de R$ 3 mil, a fabricante sul-coreana tem uma oferta consolidada e que o Galaxy Note nunca teve um movimento de vendas expressivo em unidades.

  • Um vídeo com um Note 7 em chamas numa lanchonete na Coreia do Sul teve mais de 1,8 milhão de visualizações
  • As companhias aéreas proibiram os passageiros de utilizar o aparelho da Samsung durante o voo
  • As ações da empresa sul-coreana caíram 8% na terça-feira 11 após o anúncio do encerramento das vendas do Note 7
  • Analistas estimam que a empresa vai deixar de vender 19 milhões de aparelhos
  • A mancha na reputação da Samsung pode atingir outros aparelhos da linha Galaxy

Fotos: Kim Hong-Ji/AFP; Andrew Zuis/AP

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– Ser chato com o cliente…

… causa muitos problemas!

Já viram a propaganda do “Posto Miranda”? É uma paródia do Posto Ipiranga, mas com exageros de frentistas chatos.

Quando você vai a uma loja de sapatos e o vendedor fica “extremamente gentil” ao seu lado, mesmo quando você quer dar apenas uma olhada, não é desagradável?

Ou se a “mocinha do telemarketing” te liga e não para de oferecer coisas, e o que você deseja realmente não acontece?

Assista esse hilário vídeo, em: https://www.facebook.com/marcelo.borja.35/videos/1424394874256871/

 

– É carga de Impostos ou simplesmente Exploração? Diferenças do Brasil e dos EUA.

Meu computador pessoal é um Macbook Pro, e a fonte de energia (o Carregador dele) é um artigo complicado de se encontrar. Ele está com problemas, e ao fazer uma vasta pesquisa, me assustei.

Numa loja Apple da minha cidade, custa R$ 649,00 (quase 200.00 dólares). Praticamente o mesmo preço em outras lojas de Campinas e São Paulo.

Se você arriscar um “Xing Ling”, pode achar até por R$ 225,00. Mas sabe quanto custa o produto original nos Estados Unidos? Entre US$ 20.00 a US$ 25.00!

Como justificar tamanha diferença?

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– Wendy’s está chegando no Brasil. Será um sucesso?

E a rede de Hambúrgueres Wendy’s, a do hambúrguer quadrado e que concorre ferozmente com o McDonald’s, está chegando ao país.

Extraído de: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,wendys-chega-a-sao-paulo-com-duas-unidades,20000000085,0.htm

WENDY’S CHEGA A SÃO PAULO COM DUAS UNIDADES

Já tem data marcada a inauguração no Brasil da rede de lanchonetes Wendy’s, famosa pelo hambúrguer no formato quadrado e também pela concorrência frente ao McDonald’s no segmento de fastfood. A marca americana anunciou ontem que vai inaugurar dois restaurantes em São Paulo, em meados de julho.

Quem está por trás da operação brasileira é a própria Wendy’s, que vai operar por aqui em joint venture com a Infinity Services e a Starboard, esta última uma das principais franquias da rede nos Estados Unidos.

Nos últimos anos, a Wendy’s ao lado da Sonic têm se firmado como um concorrente importante no segmento de foodservice americano, chegando a incomodar o McDonald’s. Com hambúrguer com carne de Angus servido no prato e porções de batata frita em copos de alumínio, a marca tem hoje aproximadamente 6.500 franquias e restaurantes próprios nos Estados Unidos e em 28 países.

No Brasil, a empresa ainda não divulgou se vai trabalhar no formato de franquias aberta ou se deve fazer como o McDonald’s e até pouco tempo atrás o Burguer King, que operam basicamente com um master franqueado.

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– A Mudança e a Modernização do sexagenário “Dadinho”

Ele resiste ao tempo e já passou por várias gerações: o doce de amendoim Dadinho é exemplo de empreendedorismo.

Abaixo, suas novidades,

extraído de: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/06/28/dadinho-doce-de-62-anos-muda-faz-sucesso-e-abre-vagas-em-plena-crise.htm?cmpid=tw-uolnot#fotoNav=2

DADINHO, DOCE DE 62 ANOS, MUDA, VENDE O DOBRO E ABRE VAGAS EM PLENA CRISE

O Dadinho, tradicional doce de amendoim, já passou dos 60 anos (foi lançado em 1954), mas ainda tem cara de criança e quer parecer mais adulto. Uma pesquisa encomendada pela empresa mostrou que as pessoas têm uma boa memória dele, dos tempos de infância, mas, por serem adultas, não o compram mais.

Para tentar se modernizar e ampliar as vendas, a empresa lançou uma linha com quatro outros produtos em março deste ano. E teve uma surpresa: as vendas atingiram 2 milhões de unidades logo no primeiro mês, mais do que o dobro do previsto (800 mil). Entre os novos produtos, o Bombom!

A distribuição, que estava restrita a São Paulo, foi ampliada para outros Estados, e a fábrica vai até criar um novo turno e contratar mais funcionários para dar conta da produção, bem no meio da crise econômica brasileira.

Segundo Paschoal Del Matto, presidente da Doce Sabor, dona da marca, o resultado foi acima do esperado. “Tínhamos uma previsão de crescer 30% em relação ao ano passado com a chegada dos novos produtos. Aumentamos essa expectativa para 50%, graças ao bom resultado”, declara.

WAFER E CREME DE AMENDOIM EM POTE

Os novos integrantes da família são o Wafer Dadinho Cremoso, Lanchinho Dadinho Cremoso, Bombom Wafer Dadinho e Dadinho Creme, versão cremosa do doce original, vendida em pote.

Os novos produtos usam o mesmo recheio original, de creme de amendoim. “Agora temos opções para todos os gostos“, afirma Del Matto.

A empresa familiar passou por uma profissionalização da gestão, que começou em 2014, com a contratação de uma consultoria. “Foi identificado que tínhamos uma marca muito valiosa, mas que estava escondida e poderia ser mais bem explorada“, diz Del Matto.

A etapa seguinte foi realizar uma pesquisa com os consumidores do Dadinho em São Paulo, região onde o doce tem maior tradição. De acordo com o presidente da empresa, o resultado trouxe informações valiosas.

Descobrimos que nossa marca tem apelo emocional muito forte, lembra as pessoas de sua infância“, diz. Mas, segundo ele, a maioria dos entrevistados dizia ter deixado de consumir o confeito porque o consideram um produto infantil.

EMPRESA CRESCE E VAI NA CONTRAMÃO DA CRISE

Inicialmente, a nova linha de produtos foi distribuída apenas no Estado de São Paulo. Três meses depois, passou a expandir para Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro, em parte, graças à demanda dos consumidores.

Tivemos um grande retorno nas redes sociais, com as pessoas pedindo nossos produtos. Isso tem gerado uma demanda contínua dos fornecedores, novos e antigos“, afirma.

Com o aquecimento nas vendas, a Doce Sabor está investindo na compra de maquinários, vai criar um novo turno e contratar mais 40 funcionários para sua fábrica, em  Ribeirão Preto (SP). Isso significa um aumento de 13% em relação aos 300 funcionários que trabalham hoje.

(Reportagem: Michelle Aisenberg; edição: Armando Pereira Filho)

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– Crise interrompe obras da Havan e da Covabra em Jundiaí!

A situação é realmente triste no cenário econômico. Havan (na 14 de Dezembro) e Covabra (no Eloy Chaves) suspendem suas obras.

Abaixo, extraído do Jornal da Região, em: https://www.facebook.com/jornaldaregiao1/?fref=nf

HAVAN INTERROMPE OBRAS EM JUNDIAÍ

A maior loja de departamentos do Brasil, a Havan, anunciou ao “Jornal da Região” que está interrompendo as obras de construção de sua unidade na avenida 14 de Dezembro, na Vila Rami, em Jundiaí.

A empresa tinha a intenção de iniciar as atividades ainda neste ano e chegou a anunciar pelo “Jornal da Região” a contratação de cerca de 200 pessoas.

De acordo com o diretor de expansão da rede, Nilton Hang, foi necessário reduzir os investimentos neste momento de recessão. “O recuo ocorreu devido a situação econômica do Brasil. Assim que o problema for resolvido, o plano será retomado.”

No mês passado o “JR” também anunciou a desistência do grupo Iguatemi do terreno entre a Marginal Sul da Via Anhanguera e a Estrada da Malota, onde seria construído um shopping da rede em conjunto com o Grupo Oliva.

A Covabra, rede de supermercados, também suspendeu a construção de sua unidade no Parque Eloy Chaves, devido à situação econômica do País.

VENDAS EM QUEDA

As vendas no comércio estão em queda geral, devido às demissões principalmente nas indústrias. Os lojistas registraram queda de 9,5% só no Dia dos Namorados, uma época boa para as lojas.

Nesta quarta-feira, em Itu, presidentes de sindicatos dos lojistas de todo o Estado vão se reunir para criar a Carta de Itu, com pedidos aos governantes para reverter essa situação.

Segundo a Federação do Comércio e Serviços, atualmente o País conta com cerca de 2 milhões de pessoas endividadas. Desse total, 53,8% recebe menos de 10 salários mínimos de rendimento familiar.

Entre as famílias inadimplentes, 49,6% delas afirmaram ter débitos vencidos há mais de 90 dias; 23,3% têm compromissos atrasados entre 30 e 90 dias; e 24,7% estão com dívidas vencidas por até 30 dias. De acordo com a FecomercioSP, a elevação na proporção de famílias com contas em atraso demonstra o quanto a crise econômica atual e o quadro de incerteza ainda vigente está afetando diretamente a capacidade das famílias paulistanas de manter as contas em dia.

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– Honestidade sempre nos dá Tranquilidade

É sempre bom trabalhar corretamente. Não precisa se ter medo de surpresas, fiscalizações não agendadas ou qualquer outro problema.

Aqui no Posto Harmonia é assim: o combustível é fiscalizado e testado aos olhos do cliente, como feito hoje!  Garantia 100% Ipiranga.

AGRADECEMOS A CONFIANÇA.

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– Tênis Original x Falsificado

Você já parou para comparar um tênis falso de outro original?

Os malefícios podem ser muitos: desgasteslesõescalor excessivo, entre outros.

Veja que interessante os testes da fundação Pró-Testes com os modelos mais falsificados de corrida. Abaixo:

(Extraído de: http://boaforma.uol.com.br/noticias/redacao/2012/07/31/tenis-de-corrida-falsificado-pode-colocar-a-saude-em-risco-mostra-analise.htm)

TÊNIS DE MARCA FALSIFICADO PODE PROVOCAR RISCO À SAÚDE

Economizar na hora da compra de um bom produto às vezes pode trazer dor de cabeça no futuro, mas não foi o que a Proteste – Associação de Consumidores constatou no teste com seis marcas de tênis de corrida. A análise apontou que desde que não compre um produto falsificado, dá para gastar pouco e adquirir um excelente tênis.

A associação analisou um modelo falsificado, para verificar quais os danos que o uso desse tipo de produto pode causar à saúde do consumidor e constatou que, além de desconfortável, o modelo lesiona os pés e não é nada resistente. O modelo falsificado pesava 423g, mais de 80g acima do peso máximo recomendado para calçados voltados para a prática de esportes, que é de 360g.

Além de leves, os tênis devem ser confortáveis e permitir entrada e saída de ar, o que aconteceu com o falsificado.  No final do exercício, o produto ficou 5,6°C mais quente que no início da corrida.  A variação máxima da temperatura não deve atingir os 5,5°C.

RUPTURAS NA SOLA

o teste de durabilidade feito pela Proteste, o modelo da Reebok teve desempenho ruim.  Foram observadas rupturas nas solas na análise de flexão, provando que não é resistente em esportes de movimentos repetitivos como a corrida. Pelos problemas  apresentados, ele  não foi indicado para compra e ficou como último colocado do teste , com apenas 36 pontos no ranking final.

O Reebok foi o único modelo reprovado no teste de índice de pronação, que é a rotação interna da parte posterior do pé (calcanhar), e cujo excesso pode resultar em lesões nas articulações do joelho. Mas em segunda análise, feita com novas amostras, o tênis foi considerado aceitável. Procurada, a marca não se manifestou sobre o assunto.

ECONOMIA

Todos os modelos originais testados foram eficientes ao amortecer a pisada e nenhum machucou os pés. O melhor tênis do teste foi o Asics Gel Nimbus 13, com 86 pontos e que pode custar até R$ 636, mas pode ser encontrado por R$ 390.

O segundo melhor foi o Puma Exsis 2, que varia de R$ 129 a R$ 250, e ficou apenas um ponto abaixo do modelo do Asics. Optando pelo modelo da Puma o consumidor adquire um bom produto e ainda economiza cerca de R$ 360.

Foram testados os modelos: Asics Gel-Nimbus 13, Puma Exsis 2 , Mizuno Creation 13, Adidas AdiStar Ride 3 M, Nike Zoom Vomero 6 e Reebok Focus Dmx Power.

Os testes envolveram conforto, qualidade e durabilidade dos produtos. Para verificar a temperatura interna foi medido o calor após andar por 30 minutos na esteira e para avaliar o índice de amortecimento foi simulada uma caminhada sobre uma pista com sensores que identificam o grau de impacto sofrido. E, após os testes, foi verificada a adaptação do tênis ao pé do usuário, observando marcas e lesões.

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– Cauda de Sereia Infantil está na Moda. Mas é perigosa…

Virou febre: as meninas querem ser Ariel ou uma sereia qualquer, e para isso pedem para os pais essas caudas de lycra que estão à venda nas lojas.

Mas sabia que são problemáticas?

Abaixo, extraído de: https://t.co/Pmf8O4DPXV

PERIGOSAS SEREIAS

Transformar em realidade o sonho de ser uma princesa da Disney é uma ideia encantadora para as crianças e até para muitos adultos, ainda mais quando o cenário de fantasia é o fundo do mar. O acessório para natação “Cauda de Sereia”, moda no Canadá e nos Estados Unidos, chegou ao Brasil no final do ano passado e faz qualquer menina se sentir a própria Ariel, protagonista do clássico “A Pequena Sereia”. O problema é que, apesar de convidativa, a fantasia é também perigosa e causa grandes riscos de afogamento. É o que alertam que a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), a ONG Criança Segura e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Essas entidades contra-indicam o uso da nova moda. A nadadeira, inclusive, já foi banida nas cidades canadenses Edmonton e Surrey, onde houve acidentes.

A cauda também tem sido muito utilizada em nados sincronizados e exige uma habilidade aquática complexa. Normalmente feita com lycra/Spandez, prende as duas pernas e impede o movimento básico feito para boiar. “Ao segurar as pernas, a fantasia afeta o equilíbrio corporal”, diz Marislaine Lumena de Mendonça, presidente do Departamento Científico de Segurança do SBP. Se os responsáveis se distraírem por segundos e a menina, usando a cauda, resolver entrar na piscina, há sérios riscos de ocorrer um acidente. “Nadar não é o problema”, diz David Szpilman, diretor-médico do Sobrasa. “O perigo é quando a criança para e tenta se equilibrar, mas fica sem os pés para apoiar.” Segundo o Ministério da Saúde, o afogamento é a segunda causa de morte acidental entre crianças de 1 a 9 anos.

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– As 10 camisas de futebol mais vendidas do mundo

Segundo o jornal inglês Daily Express, as 10 camisas mais vendidas do mundo até o mês passado (novembro) eram:

1o Lionel Messi (Barcelona),

2o Cristiano Ronaldo (Real Madrid),

3o Memphis Depay (Manchester United),

4o Scweinsteiger (Manchester United),

5o Hazard (Chelsea),

6o Wayne Rooney (Manchester United),

7o Neymar (Barcelona),

8o Aguero (Manchester City),

9o Alexis Sanches (Arsenal),

10O Philippe Coutinho (Liverpool).

Repare que só temos dois jogadores brasileiros, nenhuma camisa de Seleção Nacional e predominantemente são equipes da Espanha e Inglaterra.

Motivo: Os campeonatos de lá são os mais assistidos no mundo, e a Inglaterra vende mais pois predomina disparadamente no mercado asiático, sendo a Premier League o torneio mais popular da maioria dos países daquele continente.

E se Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar se transferirem para a Terra da Rainha? Imaginaram o “boom” de vendas?

Aqui no Brasil, não precisa fazer pesquisa para saber: cada vez mais as equipes estrangeiras estão vestindo nossas crianças. Vide a quantidade de camisas do Barcelona, Chelsea e demais que vemos nas ruas…

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– “Black Friday” ou “Black Fraude”?

Na 6a feira houve a promoção anual de descontos no comércio chamada de “Black Friday“. É uma queima de estoques, com preços significativamente reduzidos.

Nos EUA, há filas de consumidores nas portas das lojas. No Brasil, a maior parte das ofertas se dá pela Internet, e com um detalhe: nem sempre são descontos reais!

A grande queixa dos consumidores junto aos órgãos de defesa do consumidor é que as empresas aumentaram os preços dias antes e depois dão descontos para dizer que o preço está mais baixo.

É o velho golpe já conhecido na praça… se impressiona com um número alto como desconto e engana-se o freguês!

Quer um exemplo? No ano retrasado, fiz uma busca nos sites de calçados e busquei “Asics Nimbus 14”. O tênis custava R$ 599,99 (ou melhor, 600,00). Mas como ele já tinha um sucessor (o Asics Nimbus 15), o preço foi reduzido para R$ 399,99 como desconto promocional. Nada disso… é para tirá-lo de circulação logo e colocar o modelo novo nas vitrines (que custa R$ 599,99, “coincidentemente”). Mais: a concorrência é zero, já que Netshoes, Centauro, Dafiti, Procorrer, FastRunner e tantos outros sites vendem o tênis ao mesmo preço, inclusive nos centavos!

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– “Não Vou Pagar o Pato” esteve em Jundiaí

A pertinente campanha “Não Vou Pagar o Pato” passou por Jundiaí na semana passada. Idealizada pela FIESP/CIESP, o mote é de ser um protesto bem elaborado para a conscientização da população do quão nociva é a carga tributária do país. Mais: mostrar que estamos “pagando o rombo” da corrupção através dos impostos e tributos incessantes que o Governo Federal nos obriga.

Perfeita foi a declaração do diretor titular do CIESP em Jundiaí, Mauritius Reisky, ao JJ:

Entendemos que o ajuste fiscal pretendido pelo governo é necessário, uma vez que as contas públicas não fecham mais. Mas eles (o Governo) não podem fazer isso às custas do povo, que já paga impostos altíssimos no Brasil. O ajuste tem de ser feito com corte nas despesas pelo governo e não aumentando a arrecadação”.

Que nos lembremos de tudo isso na urna também! As pessoas esclarecidas entendem tudo isso, mas aqueles que trocam votos por bonés, chaveirinhos e promessas vazias…

#NÃOVOUPAGAROPATO

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– SABMiller resistirá à Anheuser-Busch Inbev?

Então tínhamos a “número 1” versus “a melhor”. Eram Brahma e Antártica. A 1a comprou a 2a e ainda era dona da 3a (a Skol). Virou Ambev.

Aí os belgas da Interbrew se associaram e a empresa virou Inbev. Muitas marcas europeias passaram a pertencer ao grupo. Depois compraram a argentina Quilmes, a Corona do México e outras na América Latina. O golpe fatal foi a compra da mítica Budweiser (se tornando AB Inbev).

Agora, a empresa global (que é dona do Burger King) capitaneada pelos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, ofereceu 100 bilhões de dólares para comprar o principal concorrente: a SABMiller!

Se o negócio for fechado, uma de cada três cervejas do mundo será dessa megacorporação!

Vai “dar samba”?

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– Dilma e sua lojinha de R$ 1,99: da falência à Presidência da República!

Pensei que era alguma pegadinha, mas não é: a “Revista Isto É” trouxe a matéria sobre o último comércio administrado pela presidente Dilma Rousseff: uma loja de artigos de 1,99…

Veja que história curiosa,

extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/436885_COMO+DILMA+QUEBROU+SUA+LOJA+DE+R+1+99+E+UM+PAIS+

COMO DILMA QUEBROU SUA LOJA DE R$ 1,99 E UM PAÍS

Pão & Circo. Com esse nome sugestivo, alusivo à estratégia romana destinada a entreter e ludibriar a massa insatisfeita com os excessos do Império, a presidente Dilma Rousseff abriu em fevereiro de 1995 uma lojinha de bugigangas, nos moldes das populares casas de R$ 1,99. O negócio em gestação cumpriu a liturgia comercial habitual. Ao registro do CNPJ na Junta Comercial seguiu-se o aluguel de um imóvel em Porto Alegre, onde funcionava a matriz. Quatro meses depois, uma filial foi erguida no centro comercial Olaria, também na capital gaúcha. O problema, para Dilma e seus três sócios, é que a presidente cuidou da contabilidade da empresa como lida hoje com as finanças do País – recém-rebaixado pela agência de risco Standard & Poors por falta de confiabilidade. Em apenas 17 meses, a loja quebrou. Em julho de 1996, já não existia mais.

Tocar uma lojinha de quinquilharias baratas deveria ser algo trivial, principalmente para alguém que 15 anos depois se apresentaria aos eleitores como a “gerentona” capaz de manter o Brasil no rumo do desenvolvimento. Mas, ao administrar a Pão & Circo, Dilma cometeu erros banais e em sequência. Qualquer semelhança com a barafunda administrativa do País atual e os equívocos cometidos na área econômica de 2010 para cá, levando ao desequilíbrio completo das contas públicas e à irresponsabilidade fiscal, é mera coincidência. Ou não.

Para começar, a loja foi aberta sem que os donos soubessem bem ao certo o que seria comercializado ali. Às favas o planejamento, primeiro passo para criação de qualquer negócio que se pretenda lucrativo. A empresa foi registrada para vender de tudo um pouco a preços módicos, entre bijuterias, confecções, eletrônicos, tapeçaria, livros, bebidas, tabaco e até flores naturais e artificiais. Mas a loja acabou apostando no comércio de brinquedos para crianças, em especial os do “Cavaleiros do Zodíaco”, série japonesa sucesso entre a meninada dos anos 90. Os artigos revendidos pela Pão & Circo eram importados de um bazar localizado no Panamá, para onde Dilma e uma das sócias, a ex-cunhada Sirlei Araújo, viajaram três vezes para comprar os produtos. As mercadorias eram despachadas de navio até Imbituba (SC) e seguiam de caminhão até a capital gaúcha.

Apesar de os produtos ali vendidos custarem bem pouco, o negócio de Dilma era impopular – como a presidente hoje, que ostenta míseros 7% de aprovação. Os potenciais clientes e até mesmo os comerciantes vizinhos reparavam na apresentação mal-acabada da loja, com divisórias de tábua de madeira. “Não entrava ninguém ali”, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo Ênio da Costa Teixeira, dono de uma pizzaria próxima. Ao abrir a vendinha de importados, a presidente também não levou em conta um ensinamento básico do bom comerciante: “o olho do dono é que engorda o gado”. Segundo relato dos próprios sócios, Dilma aparecia na loja “eventualmente”. Preferia dar ordens e terceirizar as tarefas do dia a dia, situação bem semelhante ao contexto atual, em que delegou a economia ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy e a política ao vice Michel Temer, até este desistir da função dizendo-se boicotado pelo ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil.

Na sociedade da Pão&Circo, o equivalente ao Mercadante era Carlos Araújo, o ex-marido. Era Araújo quem aconselhava Dilma sobre como ela poderia turbinar as vendas. Mas o ex-conjuge se revelou tão inepto quanto o titular da Casa Civil. “Acho que ela não era do ramo”, afirmou o comerciante, André Onofre, dono de um café ao lado. Depois de tantas trapalhadas comerciais, não restou outro destino à lojinha de R$ 1,99 de Dilma senão a bancarrota.

Questionada sobre a mal sucedida experiência no mundo dos negócios, a Dilma comerciante lembrou mais uma vez a Dilma presidente. Há duas semanas, numa espécie de negação da realidade, a presidente rechaçou a “catástrofe” econômica vivida atualmente pelo Brasil. Ao se referir à lojinha, cinco anos atrás, a Dilma comerciante saiu-se com a seguinte pérola: “Quando o dólar está 1 por 1 e passa para 2 ou 3 por 1, o microempresário quebra. É isso que acontece com o microempresário, ele fecha. A minha experiência é essa e de muitos microempresários desse País”. Ou seja, como boa petista, a presidente jogou a culpa em FHC pela malfadada experiência administrativa – que hoje, sabe-se, seria apenas a primeira. Com a agravante que a crise atual, também de sua inteira responsabilidade, atinge milhões de brasileiros. A outra teve alcance bem restrito, afetando somente o seu bolso e as economias de seus sócios. Bem, de todo modo, se Dilma atribui a falência à relação dólar/Real no período em que o negócio esteve em funcionamento, com todo respeito, ela comete um grave erro matemático. Dilma administrou seu comércio de quinquilharias importadas no melhor momento da história do Brasil para se gerir esse tipo de negócio — quando o Real estava valorizado em relação ao dólar. No ano e mês em que a Pão&Circo foi criada – fevereiro de 1995 – o dólar valia R$ 0,8. Quando quebrou, a moeda americana ainda não passava de R$ 1.

O negócio tocado pela então política filiada ao PDT fechou as portas em julho de 1996. Três anos depois ao encerramento da casa de bugigangas em Porto Alegre, Dilma assumiria o cargo de secretária de Minas e Energia na gestão Olívio Dutra (1999-2002). O resto da história, todos sabem.
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– A Briga do S da Seara e da Sadia

Está “divertida” a briga na Justiça entre Seara e Sadia pela propaganda do presunto. Quando eu era garoto, existia o comercial do “S” da Sadia. Também a do garotinho que passava o dedo no presunto e fazia o teste cego, mas sempre com o S em destaque. Hoje, a Sadia é BRFoods, dona da Perdigão e de diversas outras marcas, e reclama do seu concorrente, a Seara, justamente pela propaganda ter… S!

Pois é: quem se lembra dos anos 80 e 90, verá os anúncios da televisão e imaginará que o garotinho do filme dirá “que começa com S de…” e ao invés do esperado Sadia, dirá Seara!

As propagandas, em si, são bem diferentes. Mas o S da lembrança se faz presente em ambas.

Os filmes estão disponíveis em: http://www.youtube.com/watch?v=7QuPal27vD0 e http://www.youtube.com/watch?v=Aj0joNSQJY0

– As Camisas Politicamente Corretas do time espanhol

O pequeno Rayo Vallecano, que disputa o Campeonato Espanhol, resolveu inovar e se tornar um clube engajado em motes sociais. Está promovendo novos uniformes “politicamente corretos”.

As duas novas camisas são: a 1a, contra os preconceitos racial e homossexual, trazendo o preto e o arco íris; a 2a, grafite e rosa, trazendo como símbolo o combate ao câncer.

O que você acha dessa ação sócio-política: correta (de responsabilidade social), demagoga (querendo apenas repercussão), ou comercial (simplesmente para vender mais camisas)?

Aprovaria se o seu time fizesse algo assim?

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