– Ensinar é muito bom!

Hoje estive em Francisco Morato – SP, levando um pouco de conhecimento, saberes e cidadania a um grupo de jovens empreendedoras.

Me orgulho de poder ajudar, pela Educação, a fazer uma sociedade melhor.

– Libras!

Hoje se comemora o Dia Internacional da Linguagem de Sinais, usada principalmente pelos brasileiros. Afinal, a LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais) é coisa nossa!

Minhas crianças sabem usá-la e querem que eu aprenda. Preciso me esforçar e fazer a vontade delas…

– Diretora de Faculdade Mostra Cidadania com Simples Suportes de Papel Higiênico.

Um suporte de papel higiênico (aquele rolinho que você coloca dentro do rolo de papel) é algo barato, não?

Através da luta contra assaltos a “rolinhos de papel higiênico”, uma diretora de faculdade da Bahia mostrou como é importante o respeito ao espaço público e como a luta contra a bandidagem começa pelas pequenas coisas.

Este texto é do Prof Dr Paulo Costa Lima, da UFBA, e o original pode ser acessado CLICANDO AQUI.

FACULDADE ELIMINOU ROUBOS REPONDO OBJETO FURTADO 241 VEZES

Ela decidiu peitar a bandidagem…

Minha amiga era vice-diretora da faculdade de arquitetura e o pessoal da limpeza vivia atazanando seu gabinete… Todo dia sumiam aqueles rolinhos, como é o nome daquilo..?

Aquele negócio redondinho que antigamente era de madeira e tinha uma mola por dentro, hoje é de plástico…

Entra nos dois furos da parede e segura o rolo de papel higiênico.

Ela chegava todo dia e era o mesmo caso. Roubaram os rolinhos. Não tem onde botar o papel. Os banheiros sujos. Os rolos de papel no chão, ou pior, desenrolados na cesta de lixo. Privada entupida… Pode um negócio desses?

Pensou, pensou, e acabou achando uma solução completamente original. Mandou comprar 480 rolinhos e decidiu entrar na briga. Roubavam um rolinho, ela repunha imediatamente. Roubavam 2, 3, 20 rolinhos e lá estava o substituto, novinho em folha, na cara (e nos fundilhos) dos contraventores.

Ficou com uma sensação muito boa de que com ela ninguém podia. Nem a bandidagem. Onde já se viu? Roubar os rolinhos do suporte, na intimidade do alívio de cada dia…

Não podia botar câmeras. Isso foi no início dos 90. E mesmo não ia dar certo. A universidade pública. Iam pensar que a diretoria estava filmando as pessoas nuas sabe-se lá pra quê…

Preocupava-se com o aspecto de contravenção do seu próprio ato administrativo. O que diria ao Reitor sobre esse gasto excessivo com rolinhos de suporte para papel higiênico?

Não sabia onde a coisa iria parar. Até quando iria ter que comprar pacotes de 480 acessórios? O que diria a Divisão de Material?

Mas o espírito da luta, e a nobreza da causa acabaram falando mais alto. E também pensava na economia com o gasto de papel. Afinal, teria alguns argumentos. Continuou repondo e repondo…

Quando chegou em 241 os roubos pararam. Educação completa. Ela havia vencido a guerra e não apenas uma batalha. O ladrão deve der ficado absolutamente decepcionado. Imagine que a casa dele já não devia ter lugar onde botar essas tralhas desses rolinhos…

Acho que a minha amiga realizou um experimento inusitado de enfrentamento da contravenção.

Flexionando o espaço-tempo da propriedade gerou uma abundância artificial que eliminou o sentido do roubo.

Já pensou se esse pequeno modelo se espalha? Teria que dar dinheiro para todos os ladrões e todos os corruptos até que eles não quisessem mais… seria o fim da bandidagem e do capitalismo… (rsrsrs)… o fim da pena de morte por corrupção na China?

E tem mais. Ela demonstrou até onde deve ir essa história de tolerância zero. A violência começa nos banheiros, no desrespeito ao outro…

Leituras e associações:

1. a noção (ou falta de noção) do espaço público entre nós;

2. falha estrutural do contrato social: levar vantagem;

3. também acontece com livros nas bibliotecas públicas, muitas vezes levados por gente tida como acima de qualquer suspeita;

4. não é um problema dos pobres, que muitas vezes são bem mais decentes que médios e ricos;

5. o banheiro público aciona espaços discursivos aparentemente caóticos, típicos dessa situação – o palavrão, a obscenidade, a infâmia, o humor rasgado -, marcas culturais dos “sem contrato”;

6. os comentários da internet (inclusive no Terra) retomam muitas vezes esse ambiente, que alia franqueza bruta e falta de limite quase perversa com relação ao ‘outro’; existe o outro?

7. violência e pertencimento (ou falta de pertencimento) se interpenetram o tempo todo;

8. esse é um grande tema para a campanha presidencial.

9. na contramão de tudo isso: um projeto maravilhoso de caixas de livros nos pontos de ônibus; o sujeito leva o que quiser pra casa (depois traz de volta, lido); está acontecendo na cidade de Vitória da Conquista, interior da Bahia.

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Imagem extraída da Web.

– Inadmissível nos dias atuais.

Homem bater (literalmente) em mulher?

Crime, cadeia e o alerta da falta de vergonha na cara!

Neste tempo do anúncio da foto (abaixo), não tinha Lei Maria da Penha! Como deveria ser difícil para as pobres senhoras mais indefesas…

Cada coisa que a humanidade já viu, não? Ao ler essa propaganda, me traz uma pontinha de curiosidade: o que as pessoas justificavam quando questionadas se “bater em mulher” era algo comum (e até aceito!)?

Imagem extraída da web, autoria desconhecida.

– O desrespeito aos Autistas no Futebol.

O Autismo é uma condição que, para quem não a conhece, torna-se desprezada. E no mundo do futebol, onde algumas alienações são perceptíveis, esse é um problema a resolver.

Leio que o Estádio do Morumbi tem uma sala sensorial para receber os portadores de autismo. Excelente! Alguns clubes e/ou torcidas também fazem campanhas (Corinthians, Red Bull Bragantino, Vasco da Gama, Santos, Flamengo, entre outros, promoveram ou ainda promovem algumas ações). Veja a imagem:

Mas sabemos que há alguma hipocrisia. Colocar uma faixa (por exemplo) somente para fazer menção de que faz alguma coisa, a esmo, sem iniciativas concretas de inclusão, não adianta. Questione: como o autista é tratado? Como reduzir o barulho? E o acolhimento? Só a faixa, para “posar de preocupado” e nada de esforço (como as salas sensoriais, como citadas acima), torna-se vazio.

Há outros poréns: os fogos de artifícios! Não só o incômodo e prejuízo aos autistas, mas aos bichos de estimação. Os animais surtam e os tímpanos não aguentam.

Dias atrás, questionei em uma partida a saraivada de fogos na entrada do time da casa, e alguém alertou: “Não estão ocorrendo dentro do estádio, a bateria de rojões foi colocada na parte externa – e nem é iniciativa do clube, mas da torcida”.

O que muda tal fato? Nada! O barulho é o mesmo. E, pasmem, isso acontece em municípios que elaboraram leis de proibição de fogos com estouros.

Não adianta falar que é bobagem ou que isso é frescura. Eu sei que há defensores ferrenhos dessa farra, mas estamos no século XXI, a sociedade evoluiu e, ter compaixão do próximo, vale a pena (embora, a empatia é algo carente ainda…).

Em tempo: não estou me referindo às luzes, papel picado ou qualquer outra coisa que se possa fazer para festejar, mas ao barulho, simplesmente.

Os autistas (e os familiares deles, que acompanham o sofrimento e a angústia imediata) agradecem.

Acrescento algo pouco discutido no futebol: e os atletas autistas? Será que não subestimamos o rendimento de alguns jogadores, pois muitos deles escondem tal condição? Mais do que isso: se revelando, o clube ajudaria ou o dispensaria?

Por fim: teríamos também árbitros autistas? Aí que não se revelarão mesmo…

——–

Visite meu blog Discutindo Contemporaneidades: https://professorrafaelporcari.com/ ou o blog Pergunte ao Árbitro: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/

Texto em inglês por AI Gemini © by Google:

Autism is a condition that, for those who don’t know it, becomes disregarded. And in the world of football, where some disconnects are noticeable, this is a problem to solve.

I read that the Morumbi Stadium has a sensory room to accommodate people with autism. Excellent! Some clubs and/or fans also hold campaigns (Corinthians, Red Bull Bragantino, Vasco da Gama, Santos, Flamengo, among others, have promoted or still promote some actions). See the image:

But we know there is some hypocrisy. Just putting up a banner (for example) to mention that you’re doing something, aimlessly, without concrete inclusion initiatives, is pointless. Ask yourself: how are autistic people treated? How do you reduce the noise? And what about the welcome? Just the banner, to “pose as concerned” and no effort (like the sensory rooms, as mentioned above), becomes empty.

There are other issues: fireworks! Not just the discomfort and harm to autistic people, but to pets as well. The animals go crazy and their eardrums can’t handle it.

A few days ago, at a match, I questioned the barrage of fireworks at the home team’s entrance, and someone pointed out: “They’re not going off inside the stadium; the cluster of rockets was placed outside—and it’s not even a club initiative, but the fans’.” What does that change? Nothing! The noise is the same. And, believe it or not, this happens in municipalities that have drafted laws prohibiting loud fireworks.

There’s no point in saying it’s foolish or that this is oversensitivity. I know there are fierce defenders of this party, but we are in the 21st century, society has evolved and, having compassion for others, is worthwhile (although, empathy is still something lacking…).

Also: I’m not referring to the lights, confetti, or anything else that can be done to celebrate, but simply to the noise.

Autistic people (and their family members, who witness the immediate suffering and anguish) are thankful.

Also, something rarely discussed in football: what about autistic athletes? Could it be that we underestimate the performance of some players, as many of them hide this condition? More than that: if they were to reveal it, would the club help them or dismiss them?

Finally: would we also have autistic referees? In that case, they definitely wouldn’t reveal themselves…

– O desrespeito aos Autistas no Futebol.

O Autismo é uma condição que, para quem não a conhece, torna-se desprezada. E no mundo do futebol, onde algumas alienações são perceptíveis, esse é um problema a resolver.

Leio que o Estádio do Morumbi tem uma sala sensorial para receber os portadores de autismo. Excelente! Alguns clubes e/ou torcidas também fazem campanhas (Corinthians, Red Bull Bragantino, Vasco da Gama, Santos, Flamengo, entre outros, promoveram ou ainda promovem algumas ações). Veja a imagem:

Mas sabemos que há alguma hipocrisia. Colocar uma faixa (por exemplo) somente para fazer menção de que faz alguma coisa, a esmo, sem iniciativas concretas de inclusão, não adianta. Questione: como o autista é tratado? Como reduzir o barulho? E o acolhimento? Só a faixa, para “posar de preocupado” e nada de esforço (como as salas sensoriais, como citadas acima), torna-se vazio.

Há outros poréns: os fogos de artifícios! Não só o incômodo e prejuízo aos autistas, mas aos bichos de estimação. Os animais surtam e os tímpanos não aguentam.

Dias atrás, questionei em uma partida a saraivada de fogos na entrada do time da casa, e alguém alertou: “Não estão ocorrendo dentro do estádio, a bateria de rojões foi colocada na parte externa – e nem é iniciativa do clube, mas da torcida”.

O que muda tal fato? Nada! O barulho é o mesmo. E, pasmem, isso acontece em municípios que elaboraram leis de proibição de fogos com estouros.

Não adianta falar que é bobagem ou que isso é frescura. Eu sei que há defensores ferrenhos dessa farra, mas estamos no século XXI, a sociedade evoluiu e, ter compaixão do próximo, vale a pena (embora, a empatia é algo carente ainda…).

Em tempo: não estou me referindo às luzes, papel picado ou qualquer outra coisa que se possa fazer para festejar, mas ao barulho, simplesmente.

Os autistas (e os familiares deles, que acompanham o sofrimento e a angústia imediata) agradecem.

Acrescento algo pouco discutido no futebol: e os atletas autistas? Será que não subestimamos o rendimento de alguns jogadores, pois muitos deles escondem tal condição? Mais do que isso: se revelando, o clube ajudaria ou o dispensaria?

Por fim: teríamos também árbitros autistas? Aí que não se revelarão mesmo…

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Visite meu blog Discutindo Contemporaneidades: https://professorrafaelporcari.com/ ou o blog Pergunte ao Árbitro: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/

Texto em inglês por AI Gemini © by Google:

Autism is a condition that, for those who don’t know it, becomes disregarded. And in the world of football, where some disconnects are noticeable, this is a problem to solve.

I read that the Morumbi Stadium has a sensory room to accommodate people with autism. Excellent! Some clubs and/or fans also hold campaigns (Corinthians, Red Bull Bragantino, Vasco da Gama, Santos, Flamengo, among others, have promoted or still promote some actions). See the image:

But we know there is some hypocrisy. Just putting up a banner (for example) to mention that you’re doing something, aimlessly, without concrete inclusion initiatives, is pointless. Ask yourself: how are autistic people treated? How do you reduce the noise? And what about the welcome? Just the banner, to “pose as concerned” and no effort (like the sensory rooms, as mentioned above), becomes empty.

There are other issues: fireworks! Not just the discomfort and harm to autistic people, but to pets as well. The animals go crazy and their eardrums can’t handle it.

A few days ago, at a match, I questioned the barrage of fireworks at the home team’s entrance, and someone pointed out: “They’re not going off inside the stadium; the cluster of rockets was placed outside—and it’s not even a club initiative, but the fans’.” What does that change? Nothing! The noise is the same. And, believe it or not, this happens in municipalities that have drafted laws prohibiting loud fireworks.

There’s no point in saying it’s foolish or that this is oversensitivity. I know there are fierce defenders of this party, but we are in the 21st century, society has evolved and, having compassion for others, is worthwhile (although, empathy is still something lacking…).

Also: I’m not referring to the lights, confetti, or anything else that can be done to celebrate, but simply to the noise.

Autistic people (and their family members, who witness the immediate suffering and anguish) are thankful.

Also, something rarely discussed in football: what about autistic athletes? Could it be that we underestimate the performance of some players, as many of them hide this condition? More than that: if they were to reveal it, would the club help them or dismiss them?

Finally: would we also have autistic referees? In that case, they definitely wouldn’t reveal themselves…

– Ninguém é melhor do que ninguém.

Como explicar a arrogância de algumas pessoas?

Todos somos iguais. Fracos e com algumas virtudes. Limitados e ao mesmo tempo expansivos. Mas igualmente dignos.

Concordo plenamente com esse pensamento:

Imagem extraída de: https://br.linkedin.com/in/leila-simoes-244b2425

– Fala ou Prática: o que te convence mais?

Como convencer alguma pessoa? Ou como servir de exemplo e/ou, ainda, influenciá-la positivamente?

Muitas vezes, a palavra não convence ninguém. Mas o exemplo, a prática, a ação acaba sendo um testemunho fiel…

Gostei desse pensamento:

As pessoas podem duvidar do que você diz, mas elas acreditarão no que você faz”.

Lewis Cass (embaixador americano na França).

Serve para a Política, para a Religião ou para a Sociedade em Geral.

O poder do convencimento

Imagem extraída de: https://administradores.com.br/noticias/artigo-o-poder-do-convencimento

IN ENGLISH – That’s a very insightful thought. You’re right; words can be empty, but actions have power.

The core of your message is that leading by example is the most effective way to convince and positively influence people. This principle applies across all areas of life, from politics and religion to our daily interactions in society.

The quote from Lewis Cass perfectly captures this idea:

“People may doubt what you say, but they will believe what you do.”

It reminds us that true influence comes not from what we preach, but from how we live our lives. Our integrity and our actions are our most credible testimony.

– The 4 Stages of Bullying.

‘Want to know what the 4 stages of bullying are so that you can know to put a stop to it before it gets out of control? Bullying ruins the lives of …

Continua em: The 4 Stages of Bullying

– Bibliotecas comunitárias.

Acho sensacional essas iniciativas de Bibliotecas comunitárias e/ou itinerantes.

Disseminar a cultura e o conhecimento são fundamentais para qualquer sociedade.

– Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) celebraram 50 anos de caminhada de fé, protagonismo laical e resistência:

por Reinaldo Oliveira

As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), neste ano do Jubileu da Esperança, com o tema “Peregrinos da Esperança”, também celebram os 50 anos de caminhada de fé, protagonismo laical e resistência. Por este motivo as coordenações dos Regionais das CEBs, Sul 1, Sul 2, Sul 3 e Sul 4, que reúne os Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, articularam a realização do V SULÂO.

Com o tema “CEBs 50 anos de caminhada intereclesial da Igreja Povo de Deus” e com a inspiração bíblica “Proclamai o ano do Senhor” (Lc 6,19) a celebração jubilar aconteceu de 27 a 29 de junho no Mosteiro de Itaici, na cidade de Indaiatuba/SP. Na chegada na tarde/noite do dia 27, os mais de 200 agentes leigos e leigas das CEBs, dos quatro Estados sulinos, foram acolhidos pelo arcebispo de Campinas/SP, Dom João Inácio Muler.

Todos e todas após a acolhida, boas vindas e jantar, participaram da oração/mística com profunda reflexão pelas necessidades do mundo, que manifesta muitos sinais de morte decorrente das guerras que não poupam a vida de crianças, idosos e enfermos humilhando-os com a falta de comida, água e tirando-lhes a dignidade. Após, fazendo memória da caminhada foi lembrado as edições anteriores do SULÃO: em 2003 na cidade de Registro/SP com o tema “CEBs e Ecologia”, em 2011 em Londrina/PR com o tema “CEBs: justiça e profecia campo e na cidade”, em 2015 na cidade de Fraiburgo/SC, com o tema “CEBs e o Contestado: terra, urbana e resistência”, em 2019 na cidade de Canoas/RS, com o tema “CEBs: igreja na perspectiva do Papa Francisco”.

Também lembrado que o Mosteiro de Itaici tem um histórico de caminhada do povo de Deus. Em 1981 foi realizado o 4º Interclesial , e de 1974 a 2009 acolheu as Assembleias da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), onde foram elaborados diversos documentos eclesiais que marcaram a a história do Brasil.

Feitas as lembranças e reminiscências, todos e todas declararam oficialmente, aberto o V SULÃO das CEBs, num só coro, com as palavras: Nós participantes deste momento histórico eclesial representantes das CEBs dos Regionais Sul 1, Sul 2, Sul 3 e Sul 4da CNBB, declaramos aberto o V SULÃO das Comunidades Eclesiais de Base, que tem como lema “CEBs 50 anos de caminhada intereclesial da Igreja Povo de Deus”.

Presentes no VSULÃO os bispos: Dom João Inácio Muler, arcebispo de Campinas/SP, Dom José Benedito Cardoso, da Diocese de Catanduva/SP, e bispo referencial das CEBs do Regional Sul 1, Dom Joaquim Giovaani Mol, bispo coadjutor da Diocese de Santos/SP e Dom Luiz Gonzaga Fechio, bispo da Diocese de
Amparo/SP, Marilza Schuina, assessora da CNBB nacional para o Setor CEBs, padres, diáconos, religiosos e religiosas.

Na manhã do dia 28, após momento de oração e café, o cristão leigo Renato Simões, Filósofo graduado pela PUC/Campinas, pós graduado em Direito pela USP, ministrou importante Análise de Conjuntura apontando os desafios e perspectivas para as comunidades eclesiais de base e a sociedade face a um mundo em transição com diversidade na fé, polarizações , conflitos e guerras.

Seguindo a cristã leiga Alzira Rocha de Souza, Doutora pela Universite Cathique de Louvin (UCL) Belgica, Biologa com pós-graduada em Ciência da Religião, pela UNICAMP de Pernambuco e membro da Sociedade Internacional de Teologia Prática, discorreu sobre o tema “CEBs 50 anos de caminhada do Povo de Deus”, destacando a caminhada e protagonismo das CEBs no fortalecimento da fé e pela construção de uma igreja sinodal e comprometida.

Na parte da tarde todos e todas participaram de cinco mini plenárias, sob a inspiração das falas/assessorias feitas na parte da manhã, à saber: 1 – Povo de Deus e Sinodalidade, 2 – Juventudes, 3 – Ecologia integral e defesa da Casa Comum, 4 – Profecia e opção pelos pobres e 5 – Protagonismo das mulheres. No encerramento foi momento da noite cultural com danças folclóricas e comidas e bebidas típicas, sob coordenação dos gaúchos s e gaúchas do Sub Regional 4.

No dia 29, encerrando o VSULÃO, após o café, celebração do Jubileu da Esperança e dos Interclesiais das CEBs, cujo participantes são peregrino e peregrinas s da esperança, A celebração teve na abertura uma caminhada pelas áreas externas do Mosteiro, plantio de mudas de arvores, lembranças/memórias agentes cristãos e cristãs leigos que já fizeram a sua Páscoa, seguido de solene celebração eucarística, presidida por Dom José Benedito Cardoso e concelebrada por padres e diáconos, onde na exortação, num primeiro momento o padre Benedito Ferraro e o Cônego Caudioi Menegazzi, fizeram lembranças/ memórias importantes da caminhada das CEBs, seguindo o momento de exortação Dom José Benedito fazendo conexão com o tema dos 50 anos das CEBs, e a luz celebração jubilar a São Pedro e São Paulo, destacou que precisamos lembrar de uma igreja que não pode se acomodar, mas colocar-se em saída, e essa é a cara das CEBs, citando que as portas dos infernos que parece estar abertas com tantas guerras ,bombas atingindo crianças e idosos, mas que nós, peregrinos da esperança, temos e devemos motivar ações concretas de esperança.Terminada a celebração eucarística, novamente formada a mesa para as avaliações finais e a escolha do Estado para a realização do VI SuLÃO, sendo escolhido o Estado do Paraná. Em seguida momento de oração, bênção do envio e despedidas. “CEBS, jeito de ser igreja “em saída” rumo as periferias existenciais”.

(Com colaboração de Pedro Paulo e Andréia Nascimento no texto e fotos do GT de Comunicação das CEBs Sul 1)

– Itupeva realizou a 16ª Conferência Municipal de Saúde.

por Reinaldo Oliveira.

No dia 11 de julho, das 9h às 17h, Itupeva realizou a 16ª Conferência Municipal de Saúde.

Num momento de grave crise no atendimento e serviços de saúde na Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ), na manhã e durante todo o dia 11 de julho, a sociedade civil organizada de Itupeva, esteve presente no Cine Teatro, realizando a 16ª Conferência Municipal de Saúde.

Após as formalidades da formação da mesa e fala das autoridades, com o tema “Desafios para a ampliação, e modernização do acesso a saúde no município de Itupeva”, e à luz inspiradora da palestra “Conquista do Sistema Universal de Saúde – muito prazer SUS”, apresentada pela articuladora da gestão básica da DRS-7 Campinas, Jussara Chavarski, representantes dos usuários, dos trabalhadores da saúde, conselheiros de saúde, prestadores de serviços, técnicos, gestores e demais pessoas, teve início o grande debate.

Para isso foram divididos em grupos, por eixo temático, conforme opção feita na
inscrição, à saber:

– Aprimoramento da atenção primaria saúde para atenção integral e humanizada.

– Cuidado integral e desafios para o acesso a atenção especializada e hospitalar.

– Vigilância em saúde e assistência farmacêutica como ferramenta para o aprimoramento da gestão pública de saúde no âmbito municipal.

– Modernização da gestão SUS: eficiência e inovação do sistema de saúde e valorização do trabalhador.

Durante todo o dia foram momentos de intensa movimentação e articulação dos participantes dos vários segmentos da população, contribuindo para a formatação de política pública de saúde para a população de Itupeva. Foi importante no fim dos trabalhos, após avaliação e acertos finais, ver a construção de um plano, uma estratégia para a saúde municipal.

Fato observado e destoante com relação ao grave momento de atendimento e serviços da saúde, foi a baixa participação do seu Zé, da dona Maria, do seu Dito, enfim, daqueles que, diariamente estão nas filas, utilizando os serviços, e que suas opiniões e contribuições são sempre relevantes e importantes. Mas foi importante este momento de participação popular na construção desta política pública, cabendo daqui para a frente a fiscalização para a sua real aplicação.

Viva o SUS!

– Regional Sul 1 realizou avaliação da Campanha da Fraternidade 2025.

por Reinaldo Oliveira

O Regional Sul 1 da CNBB, realizou do dia 4 ao dia 6 de julho, a avaliação da Campanha da Fraternidade 2025, no Seminário Santo Antônio, em Agudos/SP.

Durante os três dias, representantes de 7 sub-regionais, partilharam e refletiram sobre como foram as atividades, nas paroquias dos sub- regionais, referentes ao tem e o lema da CF 2025 e iniciaram articulações para a CF 2026.

Neste ano no desenvolvimento do tema e do lema da CF, as equipes diocesanas e paroquiais da CF tiveram a parceria da Pastoral da Ecologia. Por conta disso, iniciando a avaliação o professor José Aparecido dos Santos e integrantes da Pastoral da Ecologia expuseram como foi e a importância dessa ação conjunta.

Destaque para proximidade dos eventos a serem realizados em breve, mês de novembro, com o Tempo da Criação e Cúpula do Clima (COP 30), em Belém (PA). A seguir com os relatos das apresentações, importante colaboração da diocese de Santos sobre iniciativas concretas, com apoio do fundo diocesano.

Importantes informações sobre o Fundo Nacional de Solidariedade, a Pré-COP 30, e a nova Missa pelo Cuidado da Criação. Também relatos das dioceses sobre a boa acolhida do tema deste ano com substancial aumento de participação e diversidade das ações promovidas localmente.

O padre Antônio Carlos Frizzo, assessor da CF, apresentou importante reflexão bíblica sobre o lema da CF 2026 “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), muito atual. Ainda sobre a CF 2026 o frei Marcelo Toyansk Guimarães, coordenador executivo nacional da Pastoral da Moradia e Favela, que apresentou ações realizadas e os desafios futuros.

Também feita avaliação dos locais disponíveis para os encontros da CF, definido que a formação para a CF 2026 será realizada, em novembro, no Mosteiro de Itaici/SP. Pela Diocese de Jundiaí participaram os agentes da coordenação diocesana da CF, Dolaine Coimbra, José dos Santos e Reinaldo Oliveira.

– O Etarismo na Educação e nas Corporações.

Uma das formas atuais de discriminação é o Etarismo. No mundo corporativo (e até no educacional), isso precisa ser debatido.

Um texto muito bom sobre o assunto, abaixo:

(Extraído de: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)

ROMPER O ETARISMO PASSA POR OCUPAR ESPAÇO COM A EDUCAÇÃO

66% dos profissionais nascidos entre 1960 até 1979 sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. Mas os 60+ estão cada vez mais produtivos

Por Maria Filomena Brandão

O termo etarismo nunca esteve sendo tão em pauta. Episódios mais recentes vão desde momentos de glória, quando vibramos com a sexagenária Michelle Yeoh ganhadora do Oscar, ao fazer um discurso inspirador antietarista, até momentos de indignação com o preconceito contra uma estudante de 45 anos. E que bom.

Como pedagoga e psicanalista, com profundo respeito pelos meus 62 anos, me esperanço ao ver um tema como esse sendo varrido para fora do tapete. Acredito que tudo que levanta debate gera crescimento, novas oportunidades e leituras para a nossa visão de mundo. Finalmente estamos popularizando um termo que, segundo a Academia Brasileira de Letras, trata da ‘discriminação e preconceito baseados na idade, geralmente das gerações mais novas em relação às mais velhas’.

É claro o etarismo permeia a nossa cultura faz muito tempo. No mercado de trabalho ele aparece com certa frequência. A última versão da Global Learner Survey, pesquisa realizada pela Pearson com a Morning Consult em 2022, mostrou ao ouvir 6 mil mulheres em diferentes países, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, México e índia. Nela, 74% das mulheres afirmaram que a discriminação ainda é um ponto forte na hora de participar de processos seletivos. Já 65% acreditam que o preconceito em relação a idade deve ser combatido.

A pesquisa do site de empregos Infojobs vai ao encontro dessa estatística ao mostrar que 66% dos profissionais da geração X (nascidos entre meados da década de 1960 até 1979) sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. O preconceito baseado na idade está inserido no discurso da maioria dos empregadores, acionando os mais variados tipos de opressão, desrespeito e desvalorização das soft e hard skills do idoso. Acontece em qualquer segmento, biografia e currículo das vítimas. A popstar Madonna acaba de ser vítima do etarismo no Grammy por sua aparência. A influenciadora Sandy já se disse ‘velha pra ser jovem’. E ela só tem 40 anos.

De acordo com o último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos irá duplicar no mundo e triplicar no Brasil. Mas o que, para muitos, pode ser um momento de decadência, eu costumo enxergar como vida, tempo de criar e, mais do que nunca, de aprender! Os 60 estão cada vez mais produtivos e ávidos por conhecimento. E em um mundo em constante transformação, aprender é ao longo de toda a vida mesmo. As possibilidades são infinitas – inclusive de estudar um novo idioma, seja para viajar a passeio, realizar um intercâmbio ou aprender a tão sonhada cultura que ainda não teve chance.

Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), os viajantes com mais de 65 anos representam cerca de 15% das vendas dos pacotes turísticos vendidos no Brasil para destinos nacionais e internacionais. O aumento da expectativa de vida e a estabilidade financeira tardia podem estar entre as razões pelas quais muitos deixem para realizar seus sonhos mais tarde. Estudar outra língua é uma delas.

Acompanho com entusiasmo os mais velhos retornando à sala de aula nas universidades, aos cursos técnicos, aos supletivos, cursos de inglês, sendo autodidatas e quebrando preconceitos. É importante não ter medo de experimentar, de mexer no desconhecido e encarar o novo com naturalidade. A geração 40 foi educada em um tempo em que errar era proibido, sendo que o processo de aprendizagem passa pela tentativa e erro.

Ocupar espaços da educação por alunos da terceira idade é fundamental para combater o etarismo e construir uma sociedade mais justa. Espero, sinceramente, não precisar afirmar o óbvio: que somos plenamente capazes de nos desenvolver em qualquer etapa da vida. O etarismo precisa sim ser discutido e que nossas respostas tragam novas oportunidades para quem se sentia abandonado pela vitalidade e colágeno de outrora. Podemos tudo e queremos mais. Why not?

*É pedagoga, psicanalista, psicóloga e Bacharel em Direito, Mestre em Educação e doutora em Psicologia. Já atuou no Ensino Básico e em universidades e atualmente é Gerente Pedagógica na área de Governo da Pearson.

. - (crédito: Caio Gomez)

Crédito da Arte: Caio Gomez.

IN ENGLISH – One of the current forms of discrimination is ageism. In the corporate world (and even in education), this needs to be discussed.

A very good text on the subject, below:

(Extracted from: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)

BREAKING AGEISM MEANS BY OCCUPYING SPACE WITH EDUCATION

66% of professionals born between 1960 and 1979 feel that younger people doubt their professionalism. But those over 60 are increasingly productive

By Maria Filomena Brandão

The term ageism has never been so much on the agenda. Recent episodes range from moments of glory, when we celebrated the Oscar-winning Michelle Yeoh in her sixties, giving an inspiring anti-ageist speech, to moments of indignation at the prejudice against a 45-year-old student. And that’s a good thing.

As a pedagogue and psychoanalyst, with deep respect for my 62 years, I am hopeful to see a topic like this being swept under the rug. I believe that everything that sparks debate generates growth, new opportunities and readings for our worldview. We are finally popularizing a term that, according to the Brazilian Academy of Letters, refers to ‘discrimination and prejudice based on age, generally of younger generations in relation to older ones’.

Of course, ageism has permeated our culture for a long time. In the job market, it appears quite frequently. The latest version of the Global Learner Survey, a survey conducted by Pearson with Morning Consult in 2022, showed that when interviewed by 6,000 women in different countries, the United States, the United Kingdom, Brazil, Mexico and India. In the survey, 74% of women stated that discrimination is still a strong point when it comes to participating in selection processes. 65% believe that ageism should be combated.

A survey by the employment website Infojobs corroborates this statistic by showing that 66% of Generation X professionals (born between the mid-1960s and 1979) feel that younger people doubt their professionalism. Ageism is part of the discourse of most employers, triggering the most varied types of oppression, disrespect and devaluation of the soft and hard skills of older people. It happens in any segment, biography and resume of the victims. Pop star Madonna has just been a victim of ageism at the Grammys because of her appearance. Influencer Sandy has already said she is ‘too old to be young’. And she is only 40 years old.

According to the latest report released by the World Health Organization (WHO), by 2050 the number of people over 60 will double worldwide and triple in Brazil. But what for many may be a time of decline, I tend to see as life, a time to create and, more than ever, to learn! People in their 60s are increasingly productive and eager for knowledge. And in a world that is constantly changing, learning is a lifelong pursuit. The possibilities are endless – including studying a new language, whether for leisure travel, an exchange program or learning the culture you’ve always dreamed of but haven’t had the chance to.

According to the Brazilian Association of Travel Agencies (Abav), travelers over 65 represent around 15% of sales of tourist packages sold in Brazil for national and international destinations. Increased life expectancy and late financial stability may be among the reasons why many people put off realizing their dreams until later. Studying another language is one of them.

I enthusiastically follow the older generation returning to the classroom at universities, to technical courses, to supplementary courses, to English courses, to be self-taught and to break down prejudices. It is important not to be afraid to experiment, to explore the unknown and to face the new with ease. The 40 generation was educated in a time when mistakes were forbidden, and the learning process involves trial and error.

Occupying educational spaces with senior students is essential to combat ageism and build a fairer society. I sincerely hope that I do not need to state the obvious: that we are fully capable of developing ourselves at any stage of life. Ageism does need to be discussed and that our responses bring new opportunities to those who felt abandoned by the vitality and collagen of the past. We can do anything and we want more. Why not?

*She is a pedagogue, psychoanalyst, psychologist and has a Bachelor’s degree in Law, a Master’s degree in Education and a PhD in Psychology. She has worked in Basic Education and in universities and is currently the Pedagogical Manager in the Government area at Pearson.

– Survivors of Bullying: How It Feels to Overome

‘Want to know about the resilience of survivors of bullying? If you’re one of them, this post should make you feel proud that you not only survived, …

Continua em: Survivors of Bullying: How It Feels to Overome

– Torcedor não é bandido.

Sempre defendi o árduo trabalho da Polícia Militar nos estádios de futebol. Não é fácil.

Mas há maus profissionais que confundem autoridade com autoritarismo e, despreparada e insensivelmente, tratam as pessoas honestas (que vão lá como consumidores de entretenimento) da mesma forma como se tratam bandidos.

Não queria expor essa situação, mas creio que a omissão dos cidadãos que têm voz, acaba por colaborar para que não se mude os casos de abuso.

É dever de todos nós respeitarmos as regras e lutarmos por uma sociedade melhor – mais educada e respeitosa, sem abusos.

Conto a absurda situação da “garrafinha da Barbie” e a intimidação ocorrida no Estádio Jayme Cintra no último sábado. E ela nos convida a refletir: não estamos vivendo dias difíceis?

O vídeo é longo, eu sei, mas especialmente no fim compartilho algumas necessárias observações.

Em: https://youtu.be/lWa4fsZUy8A?si=dZ3GIXLQpjElLmTu

– Causes of Bullying: 7 Proven Factors That Trigger Bullying.

‘Want to know the causes of bullying so that you can feel better about yourself, knowing that it isn’t you who provokes it? As someone who was on the…

Continua em: Causes of Bullying: 7 Proven Factors That Trigger Bullying

– Bullying and the Fight-or-Flight Response.

‘Want to know all about bullying and the fight or flight response? Here’s all the information you need to know. When you suffer bullying, you …

Continua em: Bullying and the Fight-or-Flight Response

– 12ª Caminhada dos Mártires de Jundiaí:

E ocorreu um bonito movimento na Diocese da Jundiaí: a Caminhada dos Mártires!

Abaixo:

– Tearing the Mask off the Bully: 3 Tools That Build Their Facade.

Tearing the mask off the bully isn’t easy. Therefore, do you want to know the real people behind the fake facades bullies put up? Here are all the …

Original em: Tearing the Mask off the Bully: 3 Tools That Build Their Facade

– Ser respeitoso sempre!

Gostei bastante dessa mensagem: alguns valores / gentilezas / comportamentos nunca estão fora de moda (mesmo que o mundo faça você crer que estão em desuso).

De maneira bem clara, uma mensagem em uma imagem:

Imagem

– Punished for Defending Yourself: What You Can Do.

Want to know why you get punished for defending yourself and what you can do? Here are all the details you need to know. Sadly, many victims of …

Continua em: Punished for Defending Yourself: What You Can Do

– When the Bullied Become Bullies.

‘Want to know what happens when the bullied become bullies? Here are all the mechanics of it that you need to know. It’s too easy to become a bully …

Continua em: When the Bullied Become Bullies

– Excuses Schools Make for Bullies: Here are 7 Most Common.

‘Want to know all the excuses schools make for bullies? If you’re the parent of a bullied child, here are all the excuses you need to prepare …

Continua em: Excuses Schools Make for Bullies: Here are 7 Most Common

– Humiliation Bullying: 5 Examples of It and Why It’s So Devastating.

‘Want to know about humiliation bullying? Here’s why bullies try to humiliate you and why humiliation is so dangerous. This type of bullying can be …

Continua em: Humiliation Bullying: 5 Examples of It and Why It’s So Devastating

– Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+.

Sobre a data comemorada hoje, simplesmente RESPEITO. Nada de apologia ou crítica, e é aí que reside a Cidadania entre todos.

Gostei dessa mensagem, da Universidade São Francisco:

– Seja a sua melhor versão!

Estivemos hoje em Francisco Morato, pela parceria Sebrae, IBS-Américas e Prefeitura Municipal, ministrando o curso “Seja a Melhor Versão de Si Mesmo”.

Como é bom lecionar e, ao mesmo tempo, ajudar ao próximo.

✏️ #Educação

– Negative Self-Beliefs: 5 Ways They Effect Victims of Bullying.

‘Want to know about negative self-beliefs and all the ways they can effect you if you’re a victim of bullying? Here are all the details you need to …

Continua em: Negative Self-Beliefs: 5 Ways They Effect Victims of Bullying

– Ajudando com Empreendedorismo e Cidadania.

Estive hoje na Penitenciária Feminina de Franco da Rocha, ministrando o Curso “Seja a Mudança da sua Vida”, em parceria do Sebrae com a Funap.

Ajudar a sociedade através da Educação é um caminho necessário!

🖊️ #Empreendedorismo

– Female Bullies: 7 Reasons They Bully Other Women and Girls.

‘Want to know all about female bullies? Here are all the reasons they like to bully other women and girls. Female bullies are the most vicious of the…

Continua em: Female Bullies: 7 Reasons They Bully Other Women and Girls

– Empreenda!

Estive nessa manhã, em nome do Sebrae, falando sobre Autoconhecimento às meninas da Penitenciária Feminina de Franco da Rocha.

Somente com a Educação conseguiremos mudar positivamente a Sociedade.

✏️ #Cidadania

– Sebrae na Penitenciária Feminina.

Estivemos nessa manhã, em uma parceria Sebrae, IBS-Américas e Funap, falando sobre “Comportamento Empreendedor” às reeducandas da Penitenciária Feminina de Franco da Rocha.

Somente com a Educação é que conseguiremos mudar a sociedade.

🖊️ #Cidadania

– O errado e o certo em discussão? Não…

Faça a coisa certa sempre!

Gostei da imagem abaixo: não é porque muita gente faz coisas erradas, que se deve fazer. Também não é que se ninguém faz as coisas certas, que você deve deixar de fazer.

Imagem recebida via WhatsApp, sem autoria conhecida. Quem souber o autor, por favor enviar para colocar o crédito.

– Why Bullies are Such Good Liars: 9 Ways They Deceive.

’Want to know why bullies are such good liars? Here are all the reasons they make their lies look like the truth and what you can do. As any victim…

Continua em: Why Bullies are Such Good Liars: 9 Ways They Deceive

– Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa.

No dia 15 de junho é celebrado o Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, conforme declarado pela Organização das Nações …

Em: Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa