– Cartão Vermelho para o Trabalho Infantil

E nesta 3a feira começa a campanha “Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil“, em parceria da FIFA com a Organização Mundial do Trabalho.

Ótima iniciativa. Vamos participar, divulgando-a?

Lugar de criança é na escola! E que essas escolas sejam realmente de boa qualidade.

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– Dia Nacional da Juventude no Brasil

Todo último domingo de Outubro a Igreja Católica convida os jovens a se mobilizarem-se por ações cidadãs. É o “Dia Nacional da Juventude“. E nesse ano, o lema foi:

Jovem, levante-se, seja fermento“!

Vale a reflexão: o que você faz para ser agente transformador (fermento) de um mundo melhor?

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– Outubro Rosa

Se você ver monumentos, logomarcas e outras mensagens na cor rosa, significa que aquela marca / pessoa / mensagem apóia a campanha do Combate ao Câncer de Mama, na campanha: “Outubro Rosa”.

Lembre-se: pouco divulgado, o Câncer de Mama Masculino também é tão letal quanto o Feminino, embora os casos sejam em número diminuto.

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– Times da Inglaterra com cadarço contra a homofobia

A ONG Stonewall, que luta pelos direitos dos homossexuais, em conjunto com a casa de apostas Paddy Power, lançaram na semana passada uma campanha anti-homofobia pedindo apoio aos times de futebol da Inglaterra.

A idéia gerou polêmica: a entidade mandou cadarços multicoloridos (as cores do arco-íris representam a causa GLTB), a fim de que os jogadores os usassem em suas chuteiras, divulgando o movimento gay e a luta contra o preconceito homossexual. O material foi doado pela Paddy Power.

Porém, pouquíssimos aderiram: ninguém se disse contra o uso por motivo de discriminação sexual, mas sim por razões comerciais. Clubes alegaram que não poderiam usar os cadarços pois estariam fazendo publicidade gratuita para a casa de apostas; alguns jogadores disseram que os patrocínios pessoais com as empresas de material esportivo os impediriam. E há quem simplesmente recusou a participação sem justificar o motivo. Assim, apenas dois clubes apoiaram a campanha e usaram os cadarços multicoloridos: Arsenal e Everton.

Outros clubes que deixaram a  decisão livre aos seus atletas e não se manifestaram: Chelsea, Aston Villa, Cardiff, Crystal Palace, Hull City, Fulham, Manchester City, Newcastle, Stoke City e West Bromwich.

Times que proibiram expressamente o uso do cadarço: Manchester United, Liverpool, Swansea, Norwich, Southampton, Sunderland, Tottenham e West Ham.

E você, o que pensa sobre isso: ação oportunista (marketing de emboscada) da casa de apostas, má vontade dos clubes ou erro da Stonewall, que escolheu “o esporte errado” para divulgar sua causa?

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– Quilombo Rio dos Macacos revelado pelo povo que sofre!

E se no meio de uma reunião de bispos da CNBB uma mulher do povo invadisse a sala e, de posse (mesmo proibida) do microfone, fizesse importantes denúncias contra opressores de pobres famílias?

Isso aconteceu na semana passada. Abaixo:

MULHER DENUNCIA VIOLÊNCIA CONTRA 67 FAMÍLIAS NA BAHIA

Por Reinaldo Oliveira

Uma mulher, Rose Meire dos Santos Silva, participante do Seminário Nacional da 5ª Semana Social Brasileira, realizado de 02 a 05 de setembro no Centro Cultural de Brasília, durante um ato solene realizado no dia 3, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na sede da entidade, para o lançamento da Coalizão Democrática pela Política e Eleições Limpas, “ocupou” o espaço onde concentrava as autoridades presentes no evento, para denunciar a violência e crueldade praticada pela Marinha de Guerra do Brasil, contra 67 famílias do Quilombo Rio dos Macacos.

De início ela dialogou com o cerimonial para ter direito ao uso da palavra. Como lhe foi negado este pedido, com coragem ela entrou no espaço onde autoridades faziam uso da palavra, e mesmo sendo negado o uso do microfone ela elevou sua voz e denunciou a situação de violações que há anos vem acontecendo na comunidade Quilombo Rio dos Macacos, em Simões Filho – Estado da Bahia, onde moram 67 famílias. As violações são praticadas pelo efetivo da Base Naval de Aratu da Marinha de Guerra do Brasil, instalada em área remanescente do Quilombo.

“Vim pedir para os Bispos e autoridades aqui presente para ajudar a comunidade, pois sei que ela está morrendo. Eu sei que vou morrer, mas não quero que minha filha viva deste jeito” Segundo ela, mais de 70 famílias já foram expulsas da comunidade, desde a década de 70, para dar lugar à construção de casas dos militares. Ela afirma: “A comunidade está na área há mais de 200 anos, mas já destruíram parte do nosso território e da nossa cultura. Somos impedidos de plantar e o que temos plantado, o cultivo de mangas, está morrendo. Somos perseguidos dia e noite, estamos isolados e não é permitido o recebimento de visitas, existe um toque de recolher e quando saímos para alguma atividade fora, se não retornamos dentro do horário previsto, temos que dormir na rua. Nem mesmo representantes de religiões podem entrar”.

Rose explicou que resolveu fazer esta intervenção, mesmo sem permissão do cerimonial, … ‘porque a comunidade não tem nem escola, nem acesso a saúde e outras políticas públicas. Já vi muitos moradores da comunidade morrer, por falta de assistência médica”. Com 34 anos, a quilombola denunciou ainda a ameaça freqüente dos militares contra os moradores, inclusive apontando armas para a cabeça das pessoas, seja criança ou idoso.

A área em questão é composta de 301 hectares e o Quilombo Rio dos Macacos é reconhecido pela Fundação Palmares e, embora o Instituto Nacional de Reforma Agrária (INCRA), tenha feito o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTD), que reconhece o território como remanescente do Quilombo, o documento ainda não foi publicado no Diário Oficial da União. Durante os dias do Seminário da 5ª SSB, em outros momentos Rose ainda falou da violência e crueldade praticada pelo efetivo da Marinha de Guerra do Brasil, bem como exibiu vídeo da invasão e destruição de construção do Quilombo pelos soldados.

“Existe ordens de despejo contra os moradores da comunidade, mas vamos resistindo. Continuamos pedindo a titulação de nossas terras à presidente Dilma”, disse Rose. Para mais informações sobre a violência praticada contra o Quilombo Rio dos Macacos acesse o http://www.google.com.br.

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– Manifestar é Quebrar?

De novo, anarquistas travestidos de cidadãos quebraram as cidades brasileiras, com a desculpa de protestos.

Gente, Democracia não é bagunça. Estão confundindo “direito de protesto” com “vandalismo explícito”!

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– Acomodados, Materialistas ou Despojados?

Independente da sua fé, o Evangelho de hoje trás uma frase de efeito dita por Jesus que mexe com todos:

Portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo.

Vamos refletir sobre ela?

Se você é cristão, entende perfeitamente que a fala é sobre o despojamento, servir a Deus sem se preocupar nas amarras do materialismo.

Às outras pessoas de outras crenças / descrença, o convite é: fazer o bem, lutar pela paz ou buscar a Justiça, independe de condições. Nada de “eu faço isso, desde que aconteça aquilo…”.

E aí, você consegue ser livre para agir ou está difícil renunciar a muitas coisas?

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– E que tal discutir a Redução da Maioridade?

Um pertinente assunto: a maioridade penal no Brasil deve ser reduzida ou não? Valerá a pena? É o caminho?

Abaixo, o convite para hoje sobre a discussão desse importante tema:

ENCONTRO REGIONAL SOBRE REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

A Pastoral Fé e Política da Diocese de Jundiaí e o Fórum das Pastorais Sociais, convidam V.Sª., para participar de um “Encontro Regional Sobre a Redução da Maioridade Penal”, que será realizado no dia 28 de agosto, às 19h30, no salão da Igreja Santo Antonio, em Itupeva.

O motivo deste encontro que tem as importantes parcerias da OAB, CEDECA, Conselhos Tutelares, Pastoral do Menor, SEMADS, Coordenadoria da Juventude, CMDCA e outras entidades parceiras, que desenvolvem trabalhos com menores em situação infracional, é de uma reflexão e esclarecimento de alguns pontos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), bem como refletir esse tema à Luz da Doutrina Social da Igreja.

Num momento em que existem 41 PEC’s – Proposta de Emenda à Constituição em tramitação no Congresso Nacional que tratam dessa matéria, mas que falta informação para grande parcela da população sobre o assunto, a sua participação no encontro é de relevante importância para a discussão do tema..

Como a idéia básica dos defensores da redução da idade penal gira em torno do encarceramento, é importante conhecer alguns dados da situação no Brasil, que segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a população carcerária passou de 514 mil presos em dezembro de 2011, para 550 mil em dezembro de 2012.

Quanto aos adolescentes presos o quadro é bastante preocupante. Em 2011, segundo dados do CNJ, havia cerca de 17.500 adolescentes reclusos em sistema de internato. A maioria deles, em torno de 60%, com idades entre 15 e 17 anos. Como podemos observar, esta amostra conclui, que o Brasil já tem muita gente presa.

Logo a discussão e esclarecimentos sobre a redução da maioridade penal, que pode elevar e muito este índice, se faz necessário onde são importantes idéias colaborativas que atinjam a raiz do problema, como a imediata aplicação de políticas públicas de melhor qualidade, educação e inclusão destes jovens, em estado de infração, na sociedade.

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– Ônibus Sucateado

por Reinaldo Oliveira

A Câmara Municipal de Jundiaí, recebeu na noite do dia 21 de agosto, um grande público para uma Audiência Pública, cujo tema foi o transporte público prestado à população de Jundiaí e cidades da Região.

Neste sentido a Frente Popular Jundiaí, apresentou importante levantamento da planilha de custos do transporte, com muita informação e detalhes de número de pessoas transportadas, gastos com insumos, quilômetros rodados, número de linhas, manutenção dos terminais, enfim, um estudo bem consistente sobre o que influi diretamente no valor da tarifa, e que foi apresentado pelos líderes da FPJ, Athila Gregório e Evandro Kita.

Um fato porém chama a atenção: no levantamento foi constatado que 11 ônibus que servem diversas linhas, inclusive as intermunicipais, os chamados ônibus articulados, pelo tempo de uso, foram considerados como sucata, ou seja, velhos, sujos, barulhentos e oferecendo riscos à população que os utiliza diariamente.

Presente na Audiência Pública e questionado sobre quais providências seriam tomadas sobre estes ônibus em estado de sucata, o secretário de transportes de Jundiaí, Dinei Pasqualilini falou ao público presente que não podia fazer nada, porque no contrato com as concessionárias realizado em 2009, e que inclui clausula para a renovação da frota de ônibus convencionais após um determinado tempo de uso, não contemplava os chamados ônibus articulados.

Diante da resposta que não resolve o problema do usuário do transporte que paga uma tarifa cara e recebe serviço de péssima qualidade, fica a pergunta:

Até quando isso vai acontecer?  E o direito do consumidor que deve receber um serviço de qualidade pelo valor que paga? E se acontecer um grave acidente, devido ao estado de má conservação e manutenção destes ônibus, de quem serão cobradas as responsabilidades?

O povo deve se manifestar, …. mais uma vez.

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– Tortura não surpreende Pastoral do Menor

Extraído de “Jornal O São Paulo, enviado por Reinaldo Oliveira”

No domingo, 18, ao assistir ao programa “Fantástico”, da TV Globo, muitos brasileiros ficaram chocados diante das imagens exibidas em uma reportagem. A matéria relatava um espancamento sofrido por adolescentes infratores, internos na Fundação Casa, do Complexo da Vila Maria, unidade João do Pulo. Para tratar desse assunto, a coordenadora da Pastoral do Menor, Sueli Camargo, se encontrou com o bispo auxiliar da Arquidiocese e responsável pela coordenação da Caridade Justiça e Paz, dom Milton Kenan Júnior, na segunda-feira, 19, em uma reunião na qual participou o bispo emérito da Diocese de Jacarezinho, dom Fernando José Penteado, representante do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDECA), e Ivan Bezerra dos Santos, da Pastoral do Menor. Na ocasião, o bispo auxiliar da Arquidiocese escreveu uma nota – a íntegra pode ser lida no box a baixo – na qual destaca que, ao longo destes anos de existência, não são poucas as denúncias de maus-tratos contra a Fundação e seus agentes. Sueli Camargo apresentou para os bispos uma série de documentos que foram protocolados junto à Fundação Casa, com denúncias de violência contra os adolescentes. Na nota, o Bispo escreve, ainda, que “num momento em que toda a Igreja volta sua atenção para a juventude, é lamentável que fatos como esses, que ocorreram nesta semana aconteçam”. Durante a reunião, a coordenadora da Pastoral do Menor afirmou que “a Pastoral tem há muito tempo denunciado os maus-tratos” e que a diretora da Fundação Casa, Berenice Giannella tem conhecimento dos abusos e violações de direitos que acontecem na Fundação, diferentemente do que afirmou para a TV Globo. “Não podemos nos calar”, afirmou Sueli, que dias atrás realizou uma visita ao Departamento de Execuções da Infância e Juventude (DEIJ), localizado no Brás, centro da capital. Para ela, ali já se dá início uma situação de descaso e humilhação na qual ficam expostos famílias e adolescentes, caracterizando total desrespeito a esta população. O grupo levantou propostas para que o trabalho realizado na Fundação possa ser acompanhado e monitorado mais de perto, tanto pelo Ministério Público, quanto pela sociedade civil. E um dos acompanhamentos, de acordo com a equipe, foi a desvinculação da Ouvidoria da Fundação Casa da direção da entidade, gerando assim um grupo mais autônomo para realizar investigações diante das denúncias apresentadas. As imagens, no entanto, apesar de cruéis, não são surpresa para a equipe da Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo, que há muito tempo tem denunciado as agressões gratuitas que muitos internos têm sofrido na Fundação Casa.  As denúncias chegam de diversas fontes: anônimas; famílias de internos e até de funcionários da Fundação Casa. O jornal O SÃO PAULO, trabalhando ao lado da Pastoral do Menor, apresentou diversas reportagens contendo denúncias de abusos e maus-tratos. Numa delas, “Pastoral defende reeducandos  em SP” (edição 2891, de março de 2012), foram apresentados relatórios, com fotos de jovens agredidos, por um grupo de monitoramento que acompanha os trabalhos na Fundação. Em matéria mais recente, julho deste ano (edição 2960), foram apresentadas denúncias feitas por duas mães de internos do Complexo Raposo Tavares, unidade Ypê. De acordo com as mães, os jovens foram agredidos e, diariamente, são ameaçados e provocados a “virar a casa” – termo usado para designar rebeliões –, pois, dessa forma, as agressões no momento de retomada da unidade, pela Tropa de Choque, se justificariam.


Leia a íntegra da nota de dom Milton Kenan Junior

São Paulo, 19 de agosto de 2013.

A todos os homens e mulheres de boa vontade da cidade de São Paulo

As imagens apresentadas, neste fim de semana, em nível nacional, pela Rede Globo, com cenas de espancamento de adolescentes na Unidade “João do Pulo”, do Complexo Vila Maria, da Fundação Casa, na cidade de São Paulo, causaram-nos perplexidade.

Tais práticas fazem-nos relembrar os períodos sombrios da história da nossa Nação, quando a violação dos direitos humanos e o recurso à tortura foram utilizados como instrumento de punição e intimidação.

É importante ressaltar que, nestes últimos anos, não foram poucas as denúncias de maus-tratos, espancamento e ameaças aos adolescentes em algumas unidades da Fundação Casa, cujos protocolos na própria Fundação Casa, no Ministério Público, no DEIJ comprovam os fatos.

Não podemos negar que, após a publicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), houve considerável evolução no tratamento dispensado à criança e ao adolescente. Entretanto, no que diz respeito ao adolescente em conflito com a Lei, há ainda um longo caminho a ser percorrido.

Diante desses fatos, é nossa esperança de que aqueles que adotam tais práticas sejam punidos com o rigor da Lei.

Um fator que deve ser considerado com particular atenção é o da superlotação das unidades da Fundação Casa, que as torna inadequadas para acolher e atender todos os internados. Não seria oportuno propor a qualificação das medidas socioeducativas em meio aberto?

Além das medidas preventivas, sugerimos a implantação de monitoramento através de câmeras em todas as unidades, devendo ser supervisionadas pelo Ministério Público, objetivando a garantia dos direitos dos funcionários e adolescentes em conflito com a Lei.

Seria também oportuno desvincular a Ouvidoria da Fundação Casa, que já existe, da própria Instituição, permitindo o acompanhamento da sociedade civil e mais transparência dos atos ali investigados.

Num momento em que toda a Igreja volta sua atenção para a juventude, é lamentável que fatos como esses que ocorreram nesta semana aconteçam.

Prevenir, amparar, educar são atitudes que garantem aos adolescentes e aos jovens um futuro melhor! A esperança não nos permite desistir! Anunciamos Jesus Cristo e denunciamos a intolerância e as injustiças, porque acreditamos que somente n’Ele e a partir d’Ele (Cristo) é possível uma cultura de paz. Como São Francisco de Assis, rezamos: “Senhor, fazei-nos instrumentos de vossa paz! Onde houver ódio, que eu leve o amor; onde houver ofensa que eu leve o perdão…”

Uma Nação que não cuida dos seus jovens está fadada a desaparecer.

Dom Milton Kenan Júnior

Bispo responsável pela Coordenação da Caridade,

Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo

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– O Sábio Treinador Italiano sobre o Brasil

Césare Prandelli, treinador da Itália, deu uma longa entrevista ao tradicional periódico italiano “La Gazzetta dello Sport”, falando sobre a Seleção Italiana. E abordou o Brasil, pois, afinal, aqui esteve com a Azzurra na Copa das Confederações.

Disse Prandelli a respeito do nosso país:

“A Copa das Confederações já me deixou a impressão de fortes contrastes entre os novos estádios e a miséria ao seu redor. Em seguida, uma multidão em manifestações nas ruas. Quando há tantos jovens nas ruas, você tem que ouvir. A prioridade não é o futebol. A prioridade são as escolas, os cuidados hospitalares, o trabalho… Eu acredito que o Mundial no Brasil pode coexistir com uma melhor política social. Claro que é impossível jogar bem num estádio que custou R$ 800 milhões e fica a 100 metros de uma favela de 120 mil pessoas, das quais 20% não têm o que comer. Mas nós não pensamos só na América do Sul. Os contrastes estão em expansão na Europa, e neste ritmo, nós também viveremos blindados, teremos nossas favelas.”

Treinador consciente ou não? Pena que nossos políticos e dirigentes esportivos não costumam pensar assim…

Gostou do depoimento de Prandelli? Deixe seu comentário sobre esse assunto:

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– Intolerância Religiosa na JMJ durante a Marcha das Vadias

E os jovens anárquicos pisando sobre artigos e símbolos religiosos, colocando camisinha na cabeça de Nossa Senhora, protestando contra o catolicismo?

Isso é ódio, intolerância pura… Não é da mesma religião ou ateu? Ok, mas respeite por cidadania!

Extraído de: http://extra.globo.com/noticias/rio/marcha-das-vadias-se-mistura-peregrinos-faz-criticas-igreja-9228232.html

MARCHA DA VADIA E PROTESTANTES PISAM EM CRUCIFIXOS E FICAM NUS

Manifestantes que participam da “Marcha das Vadias” na tarde deste sábado quebraram imagens sacras na Praia de Copacabana, onde milhares de peregrinos aguardam o início da vigília da Jornada Mundial de Juventude (JMJ). A ação partiu de um casal que estava pelado, tampando os órgãos sexuais com símbolos religiosos, como um quadro com a pintura de Jesus Cristo. Esculturas de Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Fátima foram destruídas. Em um ponto do protesto, eles juntaram cruzes, jogaram camisinhas em cima e começaram pisar nos artigos religiosos. Um dos manifestantes chegou a botar um preservativo na cabeça de Nossa Senhora.

A Marcha das Vadias seguiu do Posto 5, em Copacabana, para Ipanema. A aproximadamente 2,5 quilômetros da casa do governador Sérgio Cabral, um pequeno grupo tentou convencer manifestantes a caminharem até a residência do governador Sérgio Cabral, no Leblon, mas a passeata acabou voltando para Copacabana. Um grupo chegou a protestar em um local próximo a hospedagem da Comitiva do Vaticano, e seguiu em direção à Avenida Princesa Isabel. Segundo a Polícia Militar, o ato chegou a reunir mil pessoas.

As integrantes do movimento fazem críticas ao Papa Francisco, à Igreja e ao governador do Rio, Sérgio Cabral. Elas gritam frases como “A verdade é dura, Papa Francisco apoiou a ditadura”, “Não é mole não, a igreja apoiou a inquisição”, e “Cabral, chuta que é macumba”. Vestidas de biquini e sutiãs, a maioria das manifestantes utilizavam adornos em forma de diabinhos, enquanto outros usavam máscaras. Quando manifestantes tentaram se aproximar do palco da Jornada Mundial da Juventude, foram impedidos por agentes da Força Nacional, que montaram uma barreira humana nas areias da praia. Os fiéis, do outro lado, respondem, rezam, e alguns até tiram fotos.

— A juventude tem direito de protestar, mas o que está rolando é um desrespeito com o movimento dos outros. Cada um tem seu espaço — reclamou a peregrina Mariana Dutra, de 18 anos, do Mato Grosso.

Pela tarde, ao se deparar com o protesto, peregrinos confrontaram a passeata cantando “Esta é a juventude do Papa”, frase que virou uma espécie de grito de guerra dos jovens. Um grupo de argentinos decidiu passar pelo meio da manifestação. Manifestantes responderam gritando palavras de ordem, como frases a favor da camisinha. Alguns católicos que passavam pelo local criticaram o movimento.

— Acho um desrespeito. Eles poderiam fazer em outro lugar ou em outro momento. A JMJ é um momento nosso — disse Júlia de Moura, de 17 anos.

A passeata deixou o Posto 5, onde estava concentrada, por volta de 15h, com 450 pessoas, que se misturavam aos peregrinos. Bandeiras do movimento LGBT e de partidos políticos podiam ser vistas com o grupo. Algumas manifestantes levavam cartazes com frases como “Meu corpo não pertence à Igreja” e “Sou cristão e apoio a Marcha das Vadias”, enquanto outras exibem os seios nus.

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– Países Ricos e Grandes Laboratórios Químicos Farmacêuticos utilizam Cobaias Pobres do Terceiro Mundo?

Para Vacinas e Medicamentos chegarem às prateleiras, depois de vários testes laboratoriais, etapas de estudo e testes em animais, chega a vez da pesquisa em pessoas, correto?

A Revista Galileu (citação no link abaixo) traz um retrato horrendo: as cobaias são ‘terceirizadas’.

Assustador:

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI269853-17773,00-TERCEIRIZANDO+COBAIAS.html

TERCEIRIZANDO COBAIAS

Farmacêuticas de países ricos usam cada vez mais nações pobres para testar seus remédios — e são acusadas de experimentos antiéticos

por Felipe Pontes

“Eticamente impossível.” Esse é o nome do relatório divulgado em 12 de setembro pela Comissão de Bioética da Presidência dos Estados Unidos sobre testes científicos conduzidos pelo governo do país que infectaram com sífilis e gonorreia 700 pessoas na Guatemala entre 1946 e 1948. Não foram apenas os abusos do passado que preocuparam os especialistas convocados por Barack Obama para investigar o caso. A comissão admite que é necessário mais transparência e melhor regulação para garantir os direitos de pessoas que participam dos testes de medicamentos. Especialmente os voluntários de países pobres, cada vez mais usados como cobaias por empresas das nações mais ricas.

Susan Reverby, a historiadora responsável por descobrir os arquivos que mostram os experimentos nos quais 83 guatemaltecos morreram, alerta que o perigo da “importação” dos voluntários de estudos continua. “É muito preocupante ver a globalização dos testes clínicos. É mais fácil encontrar pessoas que aceitem participar fora dos Estados Unidos porque elas são ingênuas.” Para ela e outros estudiosos de bioética, testes eticamente questionáveis que expõem a população de nações subdesenvolvidas a grandes riscos continuam ocorrendo.

Não faltam denúncias contra esse tipo de prática. Nos últimos 7 anos, um hospital na Índia testou remédios de multinacionais farmacêuticas em pacientes que dizem não ter sido informados que participavam de um experimento, causando pelo menos 10 mortes. Em 2008, 12 crianças morreram na Argentina após participarem de experimentos para a fabricação de uma vacina contra pneumonia, enquanto os pais, analfabetos, diziam não ter sido avisados sobre o teor da pesquisa. No Brasil, comunidades ribeirinhas do Amapá foram deliberadamente picadas com mosquitos infectados pela malária como parte de um estudo de uma universidade dos EUA, em 2006. Em 1996, 11 crianças nigerianas em estado de saúde precário morreram e outras sofreram danos cerebrais após testarem uma droga contra meningite. A principal diferença entre esses casos e os relatos históricos na Guatemala é que, agora, em vez de governos, os acusados pelos abusos são grandes empresas farmacêuticas.

COBAIA IMPORTADA

As denúncias aparecem num contexto de crescimento do uso de estrangeiros em testes de medicamentos nos Estados Unidos e países europeus. Só em 2008 (último ano com dados compilados), 78% dos pacientes que participavam de pesquisas para drogas aprovadas pela agência americana responsável por fiscalizar remédios (FDA) estavam fora dos EUA. Naquele ano, houve 20 vezes mais testes conduzidos em países estrangeiros que em 1990.

Na Europa, entre 2005 e 2009, 61% dos testes clínicos eram de locais fora do continente. “Tanto o FDA quanto a Emea (agência europeia) inspecionam menos de 1% dos lugares onde são feitos os testes clínicos. As autoridades locais podem não ter os recursos e expertise técnica para cuidar dos problemas”, alerta David Ross, professor de medicina da George Washington University que trabalhou durante 10 anos no FDA analisando remédios.

Essa regulação falha pode estar por trás de uma briga judicial de 13 anos entre a Pfizer e o governo da Nigéria. A farmacêutica testou em 1996 um antibiótico contra meningite em crianças nigerianas com a doença em estado avançado. Durante a experiência, 11 morreram e outras desenvolveram problemas cerebrais. A companhia não obteve o consentimento de todos os participantes por escrito, foi acusada em reportagem do jornal Washington Post de ter falsificado documentos para conseguir a aprovação dos estudos e foi processada pelo governo nigeriano. Em 2009, pagou US$ 75 milhões ao país para arquivar a disputa, sem admitir culpa. A empresa afirmou a Galileu que a droga não matou, pelo contrário, salvou vidas e foi mais efetiva que o tratamento existente na época para a doença. Quanto à falta de autorização dos participantes, diz que “por conta das altas taxas de analfabetismo da Nigéria, nem sempre foi possível obter consentimento por escrito”. Os argumentos não convencem David Ross. “É arriscado experimentar em crianças cronicamente doentes que fazem parte de uma população vulnerável. Um teste desses dificilmente seria aprovado nos EUA.”

A falta de consentimento também foi denunciada em testes clínicos realizados de 2004 a 2011 na cidade de Bhopal, na Índia. O local foi vítima de um dos maiores desastres químicos da história, quando 40 toneladas de gases letais vazaram de uma fábrica de agrotóxicos em 1984, matando 8 mil pessoas e deixando 150 mil com doenças crônicas. O Bhopal Memorial Hospital Research Centre, criado especialmente para tratar os afetados pelo desastre, é acusado por pacientes de receber dinheiro de companhias farmacêuticas como a AstraZeneca para testar remédios nos indivíduos debilitados sem que eles tivessem sido avisados. Dos participantes, pelo menos 10 morreram, de acordo com o jornal indiano IBN. Em documentário sobre o tema lançado em julho pela TV Al Jazeera English, um indiano chamado Ramadhar Shrivastav (em foto na pág. anterior) alega que médicos pediram para que assinasse um documento em inglês e depois lhe entregaram duas garrafas de pílulas de remédios desconhecidos para tomar. “Se gastar meu dinheiro processando o hospital não terei como alimentar meus filhos”, disse à Al Jazeera.

LEI DO MELHOR PREÇO

A razão pela qual as farmacêuticas têm aumentado a terceirização de testes em países onde há menor escolaridade e maior concentração de pobres é financeira. Em 2008, Jean-Pierre Garnier, então executivo da GlaxoSmithKline (GSK), escreveu na revista Harvard Business Review que uma companhia que faz uso de 60 mil pacientes em testes clínicos poderia poupar até US$ 600 milhões por ano ao relocar 50% das suas pesquisas para locais como a Índia e a América Latina. Segundo Garnier, um centro médico de altíssima qualidade na Índia cobraria “apenas” US$ 1,5 mil a US$ 2 mil por paciente em cada teste, enquanto o mesmo sairia por US$ 20 mil num lugar de segunda linha nos EUA.

Há outro grande atrativo nos países pobres: uma burocracia menos rígida, que reduz o tempo de uma pesquisa e aumenta a chance de ela ser aprovada. Bioéticos dizem que um exemplo disso são testes feitos com grávidas portadoras do HIV em Uganda durante a década de 1990, com financiamento do governo americano.

Enquanto um grupo recebeu o antiviral AZT, outro recebeu placebo, mesmo já sabendo que o AZT poderia proteger os recém-nascidos. “Onde existe uma terapia médica que funciona comprovadamente, testes controlados com placebo são antiéticos”, afirma Kevin Schulman, diretor do instituto de pesquisas clínicas da Duke University e autor de dois relatórios sobre ética de pesquisas.

“É muito mais fácil convencer pacientes de países pobres a se submeterem a esse tipo de coisa. Para as farmacêuticas, pessoas de outros países são vistas como materiais crus que podem ser garimpados”, complementa David Ross. A questão vai além do consentimento. “Mesmo que uma pessoa entenda os riscos, ela pode não ter escolha. Muitos não têm dinheiro para pagar o tratamento padrão”, afirma o médico Amar Jesani, fundador do Centro para Estudos em Ética e Direitos da Índia. Assim, diz Jesani, viram cobaias para ter acesso a médicos, por mais que seja por um tempo reduzido (de semanas ou meses) ou por dinheiro.

ÀS CLARAS

Os testes clínicos são essenciais para o desenvolvimento de remédios efetivos e devem continuar. “Mas os países capazes de oferecer um bom atendimento de saúde devem tomar a frente. Não lugares como a Índia, que falhou em oferecer o acesso mínimo de educação e saúde ao seu povo”, diz Jesani.

O Brasil tenta evitar esse problema proibindo que voluntários sejam pagos. “As pessoas participam por altruísmo ou por entender que não existem mais recursos para a sua saúde fora do mundo da pesquisa”, afirma Gyselle Saddi Tannous, coordenadora da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Os pesquisadores somente podem pagar as despesas que o voluntário tem nos dias em que ele participa dos testes, como transporte e alimentação.

Mesmo assim, problemas acontecem. Em 2006, foi descoberto que moradores das comunidades ribeirinhas de São Raimundo do Pirativa e São João do Matapim, no Amapá, recebiam até R$ 30 por dia para serem picados por mosquitos com malária em pesquisa elaborada pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos.

O caso foi denunciado no Ministério Público Federal e não houve punição até agora, e o estudo foi interrompido pelo Conep. “E muitos protestaram porque queriam o dinheiro oferecido”, diz Gyselle, sublinhando a importância de leis para proteger candidatos a cobaias em países pobres. Ela afirma haver pressão da indústria internacional para que o Brasil afrouxe suas normas. “É preciso pesar o avanço da ciência, mas não devemos fazer isso à custa de vidas.”

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– Lápis e caneta contra Ditadores!

Malala Yousafzai é a menina paquistanesa que lutou contra o Talebã pois queria… estudar! Ela se destacou pelo engajamento da educação das mulheres árabes frente ao fanatismo religioso. E disse:

Os extremistas tem medo do lápis e da caneta”.

Pra mim, não só os extremistas. Os governantes também!

Olha só que bacana sua história, extraída de: http://is.gd/mp0V4m

MALALA: EDUCAÇÃO EM PRIMEIRO LUGAR

Malala Yousafzai mora em Mingora, Paquistão. Em 2012, na época com 14 anos, a garota levou um tiro na cabeça dentro de um ônibus durante um atentado do Talibã. O caso e a menina ganharam a atenção do mundo.

Depois de várias intervenções cirúrgicas e de um longo período de recuperação, no último dia 12, Malala falou em público pela primeira vez, diante de uma audiência mundial, no plenário da ONU, em Nova York. O discurso é uma preciosidade sobre a importância da Educação.

Era o dia do seu 16º aniversário. O dia 12 de Julho passou a ser chamado de Dia da Malala. Segundo os institutos de ajuda humanitária, o Paquistão ainda é um dos países com o número mais baixo de alfabetização e matrícula de meninas.

Agora, Malala está divulgando uma petição global pedindo ação urgente para garantir às crianças o direito de frequentar a escola em segurança. A petição foi lançada com o apoio do enviado especial das Nações Unidas para Educação, Gordon Brown. Qualquer pessoa pode assinar o documento, disponível na internet.

Ontem, um dos comandantes do Talibã, Adnan Rashid, divulgou uma carta aberta onde demonstra arrependimento pelo ataque que quase tirou a vida de Malala. No entanto, ele não pede descupas nem parece ter mudado um milímetro em suas convicções. Aconselhou a menina, que hoje vive na Inglaterra, a voltar para o Paquistão, matricular-se numa escola de cultura islâmica e se dedicar a divulgar o islamismo.

Pelo jeito, Rashid e o Talibã não souberam ouvir o precioso discurso de Malala. Vale a pena.

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– A Lista de Schindler Original está a venda!

Um dos mais belos e comoventes filmes que assisti é: “A Lista de Schindler“, que conta a história de um piedoso alemão que tentou salvar milhares de vidas do genocídio do Holocausto.

Pois bem: a Lista Original, datilografada em meio a Segunda Guerra Mundial pelo próprio Schindler, está a venda pelo eBay!

Lance inicial: 7 milhões de dólares.

Curioso? Veja ela abaixo:

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– Dinheiro do Bolsa Família para pagar Prostituta e Motel?

Fim da picada… um beneficiário do Bolsa-Família tentou pagar uma garota de programa e o motel com um débito em seu cartão do Bolsa Família!

Para os críticos do excesso de assistencialismo desmedido do Governo, um exemplo clássico. Será que esse cidadão merece mesmo o recurso, advindo dos nossos impostos?

Extraído de: http://oglobo.globo.com/pais/homem-tenta-pagar-prostituta-na-bahia-com-cartao-do-bolsa-familia-9057916#ixzz2ZRAVNL7q

HOMEM TENTA PAGAR PROSTITUTA NA BAHIA COM CARTÃO DO BOLSA FAMÍLIA

Uso do cartão está sendo investigado. Pelas regras do programa, a titular do benefício é, preferencialmente, a mulher da casa

A Delegacia de Polícia de Itapetinga, a 316 km da capital baiana, está investigando um caso de uso incomum do cartão do Bolsa Família. Um homem, identificado apenas pelo pré-nome de “João”, teria tentado pagar os serviços de uma prostituta e o motel em que pretendia realizar o programa sexual com o cartão do principal programa social do governo. A confusão começou quando a prostituta tentou cobrar adiantado os R$ 50 do programa. “João” percebeu que estava sem dinheiro, e perguntou se ela não aceitaria o pagamento através do cartão do Bolsa Família.

A mulher se recusou e, devido à discussão, uma radiopatrulha da PM foi chamada ao local. Para pagar a entrada no quarto do motel, o homem teria deixado o aparelho de som do seu carro. Os policiais militares contaram que “João” se irritou com o escândalo e reclamou da situação nos seguintes termos:

— Itapetinga tá atrasada mesmo, nem as p… aceitam cartão!.

O delegado Roberto Júnior, titular da delegacia de Itapetinga, informou que o caso foi registrado na delegacia como um “termo circustancial” de um cliente que não pagou o motel. Segundo ele, a utilização do cartão do Bolsa Família ainda está sendo investigado.

— O problema é que os policiais não retiveram o cartão, pois aí eu só liberaria na presença da titular — disse.

Pelas regras do programa, a titular do cartão é, preferencialmente, a mulher da casa. O delegado explicou que se ficar comprovado o uso indevido, o cartão pode ser cancelado.

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– O esquecido Henry Sobel. Um erro que apagou diversos acertos?

Quando adolescente, me lembro bem da figura de um rabino que falava engraçado. Era estrangeiro, mas sempre presente em assuntos importantes. Lutava pela paz entre as religiões com espírito ecumênico pleno. Trabalhou contra o fim da ditadura. Sempre inteligente e respeitado. Falo de Henry Sobel, um carismático e importante líder judeu.

Recordo-me também que um dia ele foi inacreditavelmente preso! Havia afanado uma gravata nos EUA! Coisa inimaginável…

E não é que a sua culpa parece ter sido eterna? Nunca mais o vi na mídia, e todos os seus méritos parecem ter sido esquecidos. Agora, leio essa matéria da Isto É em que ele é citado. Veja abaixo:

(Extraído de: http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/311137_PERDOEM+A+NOSSA+FALHA)

PERDOEM A NOSSA FALHA

Uma importante liderança com trânsito livre nas altas rodas sociais e do poder erra num ato moralmente condenável. Nenhuma novidade. Ele assume o erro e pede perdão: fato inédito.

Qualquer pesquisa que seja feita hoje em torno do nome Henry Sobel trará invariavelmente, nas primeiras linhas, um episódio que ganhou enorme projeção em 2007. Uma das mais visíveis e proeminentes lideranças religiosas do País havia sido flagrada furtando uma gravata em uma loja num shopping center na Flórida. Sua participação na luta contra a ditadura militar, no movimento que exigia a volta das eleições diretas, na aproximação entre religiões e povos eternamente em conflito e até mesmo seu gosto pela vida social e pelo trânsito entre famílias abastadas e poderosas, tudo fica reduzido a algumas linhas na parte de baixo da tal pesquisa.

Pouco depois, Sobel chegou a pedir desculpas através das câmeras do “Jornal Nacional” e tratou do assunto em sua biografia lançada em 2008, mencionando inclusive um incidente semelhante que já teria ocorrido bem antes, em 1985. Na época, Sobel e seus advogados falaram em um problema de saúde e no uso de um medicamento para dormir chamado Rohypnol que o teria levado a cometer atos impensados. Hoje, seis anos depois do episódio, com o distanciamento que o tempo proporciona, Sobel escreveu, a convite da Trip, uma carta aberta pedindo perdão por seus erros. Uma atitude que imediatamente faz refletir e que, em boa medida, devolve ao seu autor a dignidade que o erro pode lhe ter retirado. A íntegra da carta é inédita e segue aqui com exclusividade para os leitores da coluna:

“O que há de tão significativo no perdão? Pensemos em nossa própria vida. 
Em primeiro lugar: é bom ser perdoado. Quando eu era menino, ser perdoado era uma necessidade diária. Sempre que eu cometia um erro, eu podia contar com a compreensão, a ternura, o perdão de meus pais. Eu me lembro da sensação… Um grande peso sendo tirado de meu coração; uma gostosa certeza de ser aceito; um laço inquebrável de amor. É bom ser perdoado.

Em segundo lugar: é bom perdoar. Quando cresci, foi a minha vez de conceder perdão aos meus pais pelos seus erros e fraquezas, reais ou imaginários. É um estágio natural no processo de amadurecimento compreender os nossos pais e perdoá-los por serem menos perfeitos do que gostaríamos. Eu me lembro da sensação… A crítica se abrandando, os ressentimentos se dissolvendo, a consciência do afeto libertando a alma. É bom perdoar.

Em terceiro lugar: é bom perdoar a si próprio. Quando me tornei rabino, eu era muito intolerante comigo mesmo. O autojulgamento era severo, e o sentimento de culpa, duradouro… Até que eu me conscientizei de que o rabino também é um ser humano e, portanto, falível. Eu sofri na pele as consequências de um erro cometido, em 2007, nos EUA, que é de conhecimento de todos. Até hoje eu trabalho internamente para compreender e aceitar o meu ato. Eu tento me perdoar; não é fácil.

Perdoar não é esquecer. Se fosse, não haveria mérito algum no perdão. Não: perdoar é reconhecer plenamente a falta cometida, analisar cuidadosamente a situação, e desculpar conscientemente o culpado. Sem penalidades, sem jogar culpa, sem recriminações, sem reviver o passado, sem ares de superioridade. Perdoar é o ato de reconstruir o relacionamento original, uma tentativa de recuperar a inteireza inicial e a determinação de procurar um começo mais bem-sucedido.

É impossível sobreviver se as raças não perdoarem depois de tanta intolerância e preconceito. É impossível sobreviver se as religiões não perdoarem depois de tanto ódio e perseguição. É impossível sobreviver se as nações não perdoarem depois de tantas guerras e derramamento de sangue. Em toda parte, as pessoas têm que dizer umas às outras: Volte, eu te perdoo; eu te amo; vamos tentar novamente; não é tarde demais! Abraços, Henry I. Sobel. Rabino Emérito.”

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– Vagões Seletivos para Mulheres no Metrô Paulistano?

O Metrô de SP estuda colocar vagões exclusivos a mulheres. No Rio de Janeiro, isso já existe nos horários de pico. Em algumas cidades do mundo, idem. A idéia é evitar o assédio sexual.

Caramba… precisamos de uma providência dessas? Que selvageria! Separar homens e mulheres no transporte público é típico de gente má educada, de vândalos e animais, que agem por instinto e não sabem se comportar. Me envergonho de uma sociedade que precisa fazer isso.

Revoltante!

O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Parada Gay tem o Propósito Cumprido?

Neste final de semana, haverá a Parada Gay em SP, e são esperadas 3 milhões de pessoas, sendo que a Prefeitura Municipal distribuirá 1 milhão de preservativos (o que sugere que 1/3 poderão fazer sexo seguro). Mas esta não é a questão levantada. A questão é o respeito a dignidade, que parece ser esquecido.

Há quase 1 ano, neste espaço, fiz uma observação que permanece atual. Vou repeti-la:

PARADA HOMO E PARADA HETERO

Fico pensando sobre toda essa manifestação dos grupos GLTB durante a Parada Gay. E chego a conclusão de que tal evento nada mais é do que um carnaval homossexual, sem atender aos propósitos da causa defendida.

O lema pregou o fim da Homofobia e respeito aos direitos dos homossexuais. Mas como levar a sério, se os manifestantes estão sambando a um volume inaudível, com fantasias diversas e outros praticamente nús?

Ligo a TV e vejo um moreno, em cima de um trio elétrico, apenas de mini-saia. Onde está a defesa da manifestação? Onde estão as faixas defendendo os direitos gays?

No sábado anterior, houve uma caminhada lésbica na Av Paulista, com aproximadamente 200 pessoas, em defesa do direito das homossexuais. Sinceramente, este protesto tem muito mais respeito e dignidade do que os 3 milhões da Avenida Paulista. Elas protestaram, os outros festejaram.

Respeito o homossexual, mas não faço defesa da prática. A opção sexual de cada um deve ser discreta, respeitosa, para que não se torne vulgaridade ou promiscuidade. A Parada Gay se tornou uma festa de apologia, libertinagem e pornografia, aceita pela mídia e pelos grupos empresariais que querem negociar com este público consumidor.

Já imaginaram a repercussão de uma parada de 3 milhões de heteros, fazendo apologia a heterossexualidade? Seria condenada por muitos.

A causa que poderia ser cidadã parece se tornar libertina. Infelizmente.

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– Maluquices e Demagogias dos Vereadores Paulistanos

DESPERDÍCIO DE TRABALHO 1

Quer dizer que 3 vereadores da cidade de São Paulo (Juscelino Gadelha, David Soares e Antonio Goulart) realizaram uma árdua força-tarefa no Legislativo Municipal e criaram o Dia da Independência Corintiana, incluindo-o ainda no Calendário de Festas Oficiais?

Caramba… esses senhores não têm nada mais importante a fazer?

Que demagogia! Não importa o time, mas gastar tempo e esforço para ganhar voto de torcedores fanáticos (e com dinheiro do povo) é ridículo!

A idéia surgiu para comemorar o título da Libertadores da América, em 04 de Julho, fazendo analogia ao dia da Independência dos EUA…

DESPERDÍCIO DE TRABALHO 2

Quer dizer que o vereador Paulo Batista dos Reis deseja presentear o presidente da FIFA Joseph Blatter com o título de cidadão paulistano, pelos ótimos serviços prestados?

O que ele fez de bom para o município? Que intimidade é essa? Desde quando isso tem importância para a Capital?

CONSTATAÇÃO…

São ações de nobres vereadores como esses que engrandecem o trabalho dos legislativos de cada cidade!

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– Encontro da Pastoral Fé e Política discutindo rumos da Região de Jundiaí e abordando a Jornada Mundial da Juventude

Reproduzo convite interessante e importante: A Pastoral Fé e Política de Jundiaí se reunirá com políticos da região para discutir diversos assuntos, entre eles, a Juventude! Abaixo:

5º ENCONTRO DA DIOCESE DE JUNDIAÍ COM OS POLÍTICOS

A Diocese de Jundiaí, através do bispo Dom Vicente Costa e da Pastoral Fé e Política, prosseguindo com os encontros iniciados em 2011, com os políticos das 11 cidades da área da Diocese, promove no dia 20 de maio, das 8h às 11h, na Cúria Diocesana de Jundiaí, o 5º Encontro da Diocese de Jundiaí com os Políticos.

O Encontro tem por objetivo aprofundar a reflexão da relação Fé e Política na vida eclesial e das instituições políticas, possibilitando a partilha de experiências, troca de conhecimentos em políticas administrativas e regional.

Em conexão com o assunto Juventude – que neste ano é pauta de vários eventos, como a Jornada Mundial da Juventude, tema da Campanha da Fraternidade e do Grito dos Excluídos, durante o encontro será ministrada uma palestra: “Juventude e Políticas Públicas”, pelo Doutor em Educação e Mestre em História Social, José Renato Polli. Ele é também escritor e tem livros publicados nas áreas de educação, filosofia, história, crônicas e literatura infantil.

Ainda sobre educação e juventude haverá a exposição de tópicos abordados na Campanha da Fraternidade. Pelo exposto, Vereadores, Vice-Prefeitos, Prefeitos, Secretários Municipais, Deputados Estadual e Federal, as Pastorais Sociais, Conselho Diocesano de Leigos e demais segmentos da sociedade estarão presentes neste importante encontro.

A Cúria Diocesana de Jundiaí está localizada na Rua Engº Roberto Mange, 400 – Bairro do Anhangabaú – Jundiaí.

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– A Muamba em Mãos Militares

O que as Forças Armadas fazem com os produtos de contrabando apreendidos pela Polícia?

Se você tem curiosidade, dê uma lida nessa excepcional matéria da Revista Istoé, Ed de 21/02/2011, por Cláudio Dantas Sequeira.

O FREE SHOP DOS MILITARES

Ministério Público investiga por que quartéis do Exército e da Aeronáutica requisitaram – e receberam – champanhe, uísque, perfumes, videogames e até calcinhas contrabandeados que foram apreendidos pela Receita Federal

A Receita Federal costuma doar às Forças Armadas mercadorias apreendidas em ações de repressão ao contrabando que possam ser usadas na rotina militar, como peças automotivas, equipamentos de informática e ferramentas. Mas os oficiais-generais têm se aproveitado de uma fiscalização frágil para abastecer os quartéis de bebidas alcoólicas, perfumes importados, jogos eletrônicos e outros itens de luxo. Uma investigação da Procuradoria da Justiça Militar em Santa Maria (RS) descobriu que ente 2005 e 2010 esse expediente irregular foi utilizado pela Aeronáutica e pelo Exército. Há vários casos envolvendo organizações subordinadas ao Comando Militar do Sul, que foi chefiado por dois anos pelo general José Elito Carvalho Siqueira, hoje ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). “As mercadorias doadas devem ter relação com a atividade-fim do órgão. Não me parece que seja o caso”, afirma o promotor Soel Arpini, um dos autores da ação.

Em despacho à Procuradoria-Geral da Justiça Militar, Arpini e o promotor Jorge Cesar de Assis pediram a abertura de procedimento investigatório preliminar. Eles calculam que a caserna tenha recebido pelo menos R$ 2 milhões em produtos de contrabando, sendo R$ 117 mil de bebidas importadas no período. Além de questionar a regularidade das doações, os promotores também alertam para a falta de controle das organizações militares sobre essas mercadorias. Elas não foram registradas no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) e o controle de entrada e saída nos quartéis é deficiente. “Toda mercadoria que entra na administração precisa ser contabilizada. Se o controle desses produtos não é feito, isso cria condições para desvios”, explica Arpini. Os promotores se deram conta das doações irregulares quando apuravam, por meio de IPM, o extravio de uma carga de R$ 220 mil com milhares de DVDs, CDs virgens e esteiras para caminhada, que haviam sido doados pela Receita à 3ª Divisão de Exército (DE).

Subordinada ao Comando Militar do Sul, a 3ª Divisão de Exército, em Santa Maria, aparece na investigação do Ministério Público Militar como um dos principais destinos das bebidas apreendidas. Em 2008, segundo os atos de destinação de mercadorias da Receita, obtidos por ISTOÉ, foram parar no almoxarifado da 3ª DE quase mil garrafas de champanhes franceses, como Veuve Clicquot e Moët & Chandon; uísques Chivas Regal e Johnnie Walker (inclusive Gold Label, de 18 anos), além de vinhos, vodcas, licores e energéticos. A unidade militar solicitou até absinto, uma bebida de alto teor alcoólico que chegou a ser proibida no Brasil. Além da 3ª DE, também receberam vários lotes de bebidas alcoólicas o Parque Regional de Manutenção de Santa Maria, o 13º Grupo de Artilharia de Campanha, o Colégio Militar da mesma cidade e o 18º Batalhão de Infantaria Motorizado. De acordo com o regimento militar, todas as atividades desses órgãos são fiscalizadas pelo Comando Militar do Sul. Embora estivesse no comando entre 2007 e 2008, o ministro-chefe do GSI, general José Elito, disse “desconhecer totalmente” o caso.

O Exército, que em nota admitiu as doações, não foi o único a beber na fonte da Receita Federal. A Aeronáutica também solicitou vários lotes por meio da Base Aérea de Santa Maria, do V Comando Aéreo Regional e até do Centro de Comunicação Social, ligado ao gabinete do comandante Juniti Saito. O ato de destinação de mercadorias 083, de junho de 2007, relaciona 434 garrafas de vinho e 142 de uísque, além de outras bebidas, num total de 600 garrafas. Todas para a Base Aérea, que em 2008 pediu mais 660 garrafas variadas, num lote que mais parece a lista de compra de uma festa de arromba, avaliado em R$ 12,5 mil, segundo valores das tabelas de importação da Receita. No mesmo ano, o Comando da FAB em Brasília recebeu, pelo ato 149, de 21 de novembro, 573 garrafas de bebidas importadas, num total de R$ 12 mil. Só da tequila mexicana José Cuervo foram 40 unidades. Os militares alegam que têm autorização para receber essas bebidas e que elas são utilizadas em festividades e eventos comemorativos, como formaturas e aniversários da unidade militar. “As bebidas são controladas. O material doado ao Centro de Comunicação Social foi utilizado ao longo dos anos de 2009 e 2010 em eventos voltados ao público externo”, diz a Força Aérea Brasileira (FAB).

“As Forças Armadas não são o Itamaraty, que tem como rotina a realização de coquetéis e eventos para autoridades estrangeiras”, diz o procurador do Tribunal de Contas da União (TCU), Marinus Marsico. O próprio TCU considerou irregular a realização de despesas com recepções que não tenham vinculação direta e concreta com os objetivos institucionais da entidade. E, se as bebidas são apenas para uso em festas, como se justifica a doação para a Base Aérea de Santa Maria, em 2008, de uisqueiras de bolso em alumínio? Difícil explicar também o lote de perfumes importados de grandes marcas como Dior, Gucci e Lancôme recebido pela 3ª Divisão de Exército. A investigação dos promotores encontrou ainda doações de dezenas de peças íntimas, como calcinhas e sutiãs, para o Colégio Militar de Santa Maria. Além de bolsas femininas, secadores, chapinhas de cabelo, estojos de maquiagem e bronzeadores entregues à FAB.

Para o promotor Soel Arpini, as versões oficiais são de difícil comprovação e pouco razoáveis. Embora a FAB informe que vários home theater apreendidos foram instalados em quartéis como “ferramenta de suporte à instrução de militares”, o promotor vai cobrar justificativas para o recebimento de teclados musicais Yamaha, videogames Playstation II, com cartões de memória e joystick, bem como DVDs e CD players automotivos e até luz néon para “tunar” carros.

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– Campo Limpo Paulista sediou a 2ª Caminhada dos Mártires

por Reinaldo Oliveira*

Promovida pela Pastoral Fé e Política, Campo Limpo Paulista sediou, no dia 17 de março, a 2ª Caminhada dos Mártires da Diocese de Jundiaí. Ela aconteceu na paróquia Santo Antonio – Distrito de Botujuru e teve início às 8h30, com o café servido aos participantes. Às 9h, após a bênção do envio ministrada pelo bispo Dom Vicente Costa, padres Geraldo da Cruz Bicudo, Flavio de Lima, o pároco – padre Edmilson de Abreu Silva e o diácono Francisco Terra Aguirra, os mais de 300 participantes saíram da paróquia e percorreu várias ruas, onde foram apontados vários problemas sociais que afligem os moradores. Foi bonito e importante ver o bispo Dom Vicente, os padres, seminaristas, religiosos, autoridades municipais (vereadores), do Estado – deputado estadual Marcos Martins (PT), líderes dos bairros e pessoas de outras cidades da Diocese, orando, cantando, caminhando e vendo os dramas sociais que o povo sofre. Foram momentos de Fé, demonstração do protagonismo de leigos e leigas, cristãos que a luz do Evangelho, tiveram visibilidade, voz e vez, para denunciar de maneira pacífica, a ausência dos poderes públicos no atendimento básico e essencial para uma vida digna. Denunciar a condição precária de moradia com casas construídas em área de risco, tanto de desabamento, quanto a proximidade de área de manancial e/ou degradada, de um atendimento insatisfatório na saúde, com necessidade de grandes deslocamentos para um atendimento ineficiente, de mobilidade urbana com um transporte público caro para percursos pequenos, insuficiente e desconfortável. Pelas ruas sem calçadas, pelo túnel – importante meio de acesso a vários bairros, mas que possibilita a travessia de apenas um veículo por vez, e onde não há calçadas com segurança para os pedestres, do problema de segurança pública e o extermínio de jovens, enfim, de vários outros problemas que são pontuais e atingem a população com dificuldades que afetam a dignidade humana. De volta à paróquia, teve a solene celebração eucarística, onde no início os caminhantes colocaram no altar de celebração as suas bandeiras, faixas e cartazes e pedidos. Na homília, Dom Vicente exortou, à luz da Palavra de Deus, próprias da celebração, enriqueceu sua fala com os exemplos de dificuldades que o povo vive, vistos durante a Caminhada, lembrando as palavras do Papa Francisco, de que … “é preciso caminhar”, para o cristão não ser passível aos acontecimentos e procurar sempre mudar a realidade, considerando sempre os princípios de justiça e igualdade. No final Dom Vicente agradeceu a todos que trabalharam para a realização da Caminhada, incentivando com palavras e carinho a participação nos eventos promovidos pela Diocese. E no encerramento, um momento e sinal bastante positivo quando o pároco, padre Edmilson, anunciou que breve estará formando a equipe da Pastoral Fé e Política daquela comunidade, contando com a assessoria da equipe da Pastoral Fé e Política Diocesana. (* Agente da Pascom, da Pastoral Fé e Política e da Comissão de Comunicação do CNLB SUL 1)

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– Quando Perdemos a Noção da Civilidade

Ocorreu dias atrás, mas ainda traz indignação: e o ciclista David Santos, que perdeu o braço num acidente na Avenida Paulista?

Vítima de um motorista embriagado que, após o atropelar, ainda foi levar um amigo para casa e depois percebeu que estava com o braço do bicicleteiro enroscado! Observado o detalhe, jogou o membro no Córrego Ipiranga.

Meu Deus… o que a bebida faz, não?

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– Pastor Feliciano resistirá?

Já falamos sobre a estúpida indicação do PSC para a Comissão dos Direitos Humanos para as Minorias – o homofóbico e racista Pastor Feliciano, que disse para seus fiéis que a Raça Negra era amaldiçoada desde Noé!

E agora, o movimento pelas redes sociais quer a cabeça dele. De quem foi a ideia de tal indicação?

Eu acho que ele não resistirá… e você? Aliás, vejam o slogan dele quando eleito: “Marco Feliciano, sonhe e ouse sonhar!

Parece que negros e homossexuais têm pesadelos com esse cara…

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– Contra o Racismo, mas tem que ser pra Valer!

Louvável a iniciativa de Joseph Blatter, presidente da FIFA, em querer criar uma força-tarefa para combater o racismo.  Disse ele:

“Precisamos chutar o racismo para fora”.

Legal. Mas, desde criança ouço a mesma lenga-lenga. Diz que combaterá o preconceito, mas quando teremos ações eficazes para valer?

Só existe uma raça: a raça humana. Sendo assim, o que podemos pensar de um sujeito que chama seu irmão de “macaco” por culpa da cor da pele?

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– Dilma quer dar o peixe, mas nunca a vara…

Detesto demagogia, e a presidente Dilma Rousseff está fazendo isso. Ela prometeu distribuir 2,5 milhões de bolsas-famílias e, com tal ação, acabar com a miséria no Brasil.

Seria maravilhoso dar emprego a todos esses beneficiados. Que raio de Governo é esse que, ao invés de dar educação, saúde e trabalho, fazendo com que as pessoas tenham dignidade, resolve dar dinheiro do meu, seu… enfim: dos nossos impostos!

A gente trabalha como doido e financia o assistencialismo. O cara continua desempregado e recebendo ajuda de custo todo mês. E em Brasília, a farra da corrupção persiste.

Não é para se irritar? Parece que a Eleição Presidencial já começou… Pura campanha!

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– O “Bafômetro de Narcóticos” entra em Cena

Demorou, mas valeu! Começa nesta semana, junto com a fiscalização da Lei Seca, outra tão importante quanto essa: a de consumidores de Maconha e Cocaína.

Se o cara não pode beber pelo teor etílico, logicamente não pode usar drogas ilícitas e sair dirigindo.

Mas uma preocupação: vejo bafômetros nos “points” mais badalados, em lugares ricos e centrais. Nas periferias tem tanto bar / boteco, onde o bebum não consegue parar em pé (mas vai embora dirigindo assim mesmo), e os bafômetros por lá não aparecem!

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– Alvará e Doação de Pele: os Novos Tópicos da Tragédia de Santa Maria

Outras coisas que precisam e devem ser discutidas, além do que tudo já falado sobre o incêndio que vitimou jovens no Sul:

1- Ter o alvará é garantia de que o incidente de Santa Maria não ocorreria na proporção que aconteceu? Infelizmente, parece ser comum obras feitas para conseguir a licença e desfeitas após a obtenção. Se fossem exigidas mais saídas, e posteriormente fechadas para evitar a evasão de pagantes?

2- Uruguai e Argentina estão enviando pele humana para as vítimas. Confesso: nunca imaginei que fosse possível manter o tecido humano tão saudável para utilização posterior.

Avanços tecnológicos indiscutíveis, e ao mesmo tempo, descaso de fiscalização condenável.

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– Aposentados de Itupeva participam de Ato Público da AAPJR em Aparecida/SP

por Reinaldo Oliveira

No dia 27 de janeiro, Aposentados de Itupeva participaram de um Ato Público, promovido pela Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região (AAPJR), em Aparecida/SP, contra o brutal achatamento salarial que Aposentados e Pensionistas, vem sofrendo em todo o Brasil. Antecedendo este evento, para comemorar a passagem dos 90 anos da Lei da Previdência Social, no Dia do Aposentado – 24 de janeiro, foi realizada uma solenidade, na Câmara Municipal de  Jundiaí. A cidade é considerada o berço da Previdência Social, pois em 1923 o Dr. Eloy Chaves escreveu o texto da Lei da Previdência Social, depois de um movimento de protesto dos trabalhadores ferroviários. Ainda em comemoração ao Dia do Aposentado, a Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região (AAPJR), juntamente com Associações de Aposentados de todo o Brasil, reuniu em Aparecida/SP, no dia 27, mais de 4500 Aposentados e Pensionistas para um Ato Público. Ele teve início às 8h, com a celebração da Santa Missa no Santuário Nacional, com transmissão pela TV Cultura, Rede Vida de Televisão e TV Século XXI. Durante a celebração foram citadas várias vezes a situação de dificuldades vivida pelos Aposentados e Pensionistas. Momento marcante foi quando da leitura da Carta de Aparecida, durante a celebração, onde fazendo ligação do Aposentado com o tema da Campanha da Fraternidade deste ano – “Fraternidade e Juventude”, o representante da Confederação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (COBAP), Nelson de Miranda Osório disse: “Queremos e merecemos respeito e dignidade. Juventude e Envelhecimento são os lados e uma mesma moeda. A Nação será muito melhor se os jovens souberem cuidar dos idosos, conscientes de seu futuro. Só assim teremos um Brasil melhor”. Após a celebração teve o Ato Público na Praça de Eventos, com a manifestação de representantes dos diversos Estados contra as graves e grandes perdas salariais que vem sendo imposta aos Aposentados – o famigerado achatamento salarial, seguida de apresentações musicais e culturais.

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– A Seca e o Olhar Sudestino

por Roberto Malvezzi (Gogó)

O pior da seca parece estar terminando, mas não terminou. Ainda haverá sofrimentos em 2013, menos água em muitos lugares, pastagem mais escassa, safra prejudicada. Mas, a tendência é a situação melhorar daqui para frente, voltando a longa estiagem lá pelo ano de 2050, daqui a trinta anos. Não se repetiu a tragédia humana das grandes migrações e do genocídio humano. A lógica da convivência com o semiárido provou ser a mais correta e a tragédia só não se repetiu graças a pouca infraestrutura já implementada, como cisternas e algumas adutoras. É duro ver as reportagens feitas pelos grandes meios de comunicação do sul e sudeste sobre nossa região, particularmente em tempos de longa estiagem. O imaginário preconcebido sempre está presente. Elas têm enfatizado a morte dos animais. De fato, o gado bovino tem sofrido e morrido em quantidade nessa seca. Mas, essa é uma questão superada para o movimento social que defende a convivência com o semiárido, isto é, essa região nunca foi local adequado para se criar bois e vacas. Há uma comparação feita pelos educadores populares nos cursos de formação com uma estatística bem simples: um boi come por sete bodes, bebe por sete bodes, ocupa o espaço de sete bodes. Quando morre um boi, morre o equivalente a sete bodes. De fato, quando se encontrar um bode morto de fome ou sede no sertão, é porque ali já não sobrou uma alma viva. Nessa seca os bois estão morrendo, os bodes estão gordos. O animal é adaptado, suporta as secas, mesmo que sua criação seja contestada por muitos técnicos como sendo um animal daninho e ameaçador da biodiversidade. Mas isso – dizem os técnicos do movimento social – é um problema de manejo, não de adaptação. Alem do mais, os repórteres tem se dirigido exclusivamente ao sertão de Pernambuco, particularmente aos eixos da Transposição. Muitos insinuam: se a obra estivesse concluída, não haveria esse sofrimento. Mentira absurda. Os lugares visitados, como Cabrobó, estão às margens do São Francisco. Água é o que não falta para abastecer o sertão de Pernambuco. O problema continua sendo sua distribuição. Ao seu modo o governo começa fazer as adutoras, tão reivindicadas por nós. A do Algodão em Guanambi; do Pajeú, em Pernambuco; do São Francisco para Aracaju; do Forró no sertão de Curaçá; do Cristal no sertão de Petrolina; as duas de Remanso etc. Portanto, o governo sabe o que é correto fazer. Quanto à Transposição, tudo que prevíamos acontece: impacto nas comunidades, impacto no meio ambiente, prazos alongados, preços duplicados. Um fator não previmos: os projetos mal feitos e agora condenados pelos Tribunal de Contas da União. Se a obra vai chegar ao fim não sabemos. Só lá poderemos confirmar nossas outras previsões, as mais cruéis: a água não é para o povo necessitado; vai impactar o São Francisco – que esse ano já está apenas com 27% em Sobradinho-; finalmente, não vai resolver o problema da seca.  Quem viver verá. O tempo é o pai da verdade. (* É Articulista do Portal EcoDebate, possui formação em Filosofia, Teologia e Estudos Sociais. Atua na Equipe CPP/CPT do São Francisco. Fonte: Revista Missões)

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– A Infelicidade do Propósito da Legalização da Prostituição

Fiquei estarrecido com a proposta do Deputado Jean Willys (PSOL-RJ), sobre questões que envolvem a venda de sexo.

O nobre parlamentar quer legalizar a prostituição, e usou até um argumento condenável: disse que 60% do Congresso Nacional utiliza-se das profissionais do sexo.

Ora, não é muito melhor (e mais correto) combater a exploração sexual, prender os cafetões, e lutar pela dignidade da mulher?

Cada vez mais vejo que ao invés de resolvermos os problemas da sociedade brasileira, queremos contorná-los dando soluções que nada ajudam!

Turismo sexual é crime. Agora passa a ser legalizado?

Devemos lutar pelas oportunidades de trabalho e fim da escravização absurda pela sexualidade. Não é uma questão puritana, religiosa ou conservadora, mas social!

Fico imaginando como o pessoal voluntário da Casa Maria de Magdala, entidade jundiaiense que luta pela dignidade da mulher e realiza muitas e meritórias ações, deve estar recebendo tal indecente proposta…

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– Fim da AIDS em 15 anos. Utopia ou não?

Dias atrás, o Dr Luiz Loures, principal nome da ONU para o combate à AIDS, declarou publicamente que:

A Epidemia de AIDS pode acabar em 15 anos, e o Brasil pode ser o primeiro país a controlar a doença devido aos investimentos e combate a doença.”

Repercutiu bem para alguns, e péssimo para outros. Quem avalizou, diz que estamos na vanguarda. Quem contrariou, alegou que ele desconhece a realidade e que tal declaração seria um incentivo ao descuido da prevenção.

E você, o que achou?

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– Pastoral Fé e Política fez planejamento para as atividades de 2013

por Reinaldo Oliveira

A Pastoral Fé e Política, da Diocese de Jundiaí, iniciou as atividades referentes ao ano de 2013, no dia 12 de janeiro, com a reunião de planejamento de atividades, realizada na paróquia Jesus de Nazaré, no Distrito do Jacaré, em Cabreuva. A Pastoral que teve avanços significativos em sua atuação no ano de 2012, elencou uma série de atividades nas 11 cidades da Diocese, mantendo também eventos já consolidados como; A Caminhada dos Mártires, O Grito dos Excluídos, a Assembléia Popular, o Encontro com Políticos dos 11 municípios da Diocese, a participação no 9º Encontro Nacional de Fé e Política a ser realizado no mês de novembro em Brasília/DF, e se propõe a um desafio maior, que é consolidar as Comissões de Acompanhamento das Câmaras Municipais ( e/ou fazer parcerias com outras entidades para este trabalho voluntário)  dos 11 municípios da Diocese.

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– Aumento da Indignidade Humana: a Oportunidade Negativa da Copa do Mundo

Leio com pesar que uma Associação de Prostitutas de Minas Gerais quer capacitar as profissionais do sexo para que estejam preparadas para a demanda de estrangeiros que virão assistir a Copa do Mundo. Assim, elas terão aulas de ingles para facilitar o seu trabalho.

Sem falso moralismo ou ser piegas, mas… isso não é incentivar o turismo sexual (que é crime) e aumentar a indignidade da mulher explorada?

Sempre imaginei que vender o corpo para sobreviver seria uma das grandes humilhações que alguém poderia passar. Parece que não é bem assim!

Abaixo, extraído de: http://bit.ly/VIIFtT

PROSTITUTAS DE MINAS TERÃO AULAS DE INGLÊS VISANDO A COPA DO MUNDO

A iniciativa é da Associação de Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig) e atende a uma “demanda” das profissionais para melhorar os conhecimentos de vários idiomas estrangeiros, como também de língua portuguesa, explicou a presidente da organização, Cida Vieira.

Segundo ela, as próprias prostitutas manifestavam a vontade de melhorar sua formação linguística e, assim como outros setores da economia, buscam melhorar sua competitividade para a Copa.

“Se todos os setores estão se capacitando para a Copa, por que não nós?”, questionou.

A previsão é que as aulas comecem em fevereiro ou março, com professores voluntários, em uma sala cedida em uma área de prostituição de Belo Horizonte. Um grupo de 20 profissionais já está inscrito no programa, e a previsão é de que o número chegue a 300.

Além disso, a presidente da Aprosmig acrescentou que a associação está tentando fechar acordos para conseguir uma estrutura mais sólida e que não dependa unicamente do voluntariado.

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