– Tablets Apple / Samsung / Nokia de R$ 1.600 VERSUS Xing-ling de R$ 200

Leio uma edição da Revista Superinteressante (Jan/2012, pg 73-75, por Bruno Garattoni), onde o jornalista quis saber o segredo do preço tão barato de certos produtos chineses. Seria em decorrência da mão de obra barata? Impostos subsidiados? Produtos de baixa qualidade?

O que ele fez: comprou um produto chinês, testou e o desmontou. Veja que surpresa…

Por exemplo: um iPad2. Nos EUA, ele custa US$ 500.00 no varejo (nem faço idéia de quanto custa aqui no Brasil). A Apple gasta US$ 307.90 em peças + impostos e US$ 10.00 em mão de obra.

Um similar chinês custa R$ 200,00 (duzentos reais, é isso mesmo – já se encontra a esse preço em SP!). E o que tem de especial para ficar tão barato?

Qualidade. Ou melhor, falta de qualidade. Na matéria, o jornalista percebeu que a tela de touchscreen era dura e ruim. Diferente de um iPhone ou iPad, a tela se passava como touchscreen. Na verdade, ela era resistiva, ou seja, tinha que apertar mesmo!

Para navegar na Internet, o aparelho veio com a versão mais antiga do Android (que os chineses montam em seus aparelhos por não ter custo, é livre). A resolução da tela não era a ofertada, e vídeos do YouTube eram praticamente impossíveis de se assistir. Google Maps? Um desafio acessá-lo…

Havia o Android Market para você baixar aplicativos. Esqueça. O Android Market sempre faz um reconhecimento de compatibilidade para iniciar o funcionamento, e, para variar, não reconheceu o tablet chinês, embora estivesse instalado lá (em produtos da 25 de Março e do Paraguai, frequentemente há esse problema).

No dia seguinte, para a ‘felicidade’ do jornalista, de tanto testá-lo, o aparelho travou por inteiro… Irritado, chegou a desmontar o tablet, e descobriu que a bateria instalada tinha a duração de uma bateria 5 vezes menor que a de um iPad. A cada 50 minutos era necessário recarregar o aparelho.

E aí: você arriscaria um tablet chinês ou escolheria um produto de marca conhecida? Veja que a diferença de preço é enorme, mas a qualidade idem.

A propósito: você confia em produto chinês em geral? Quer comentar? Deixe sua mensagem:

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– Nomeando e dando sentido às Marcas: o desafio das empresas na China

Que tal tomar um ‘sabor divertido’, correr com um ‘passos rápidos’ e escovar os dentes com ‘limpeza superior’?

Tá sentindo falta do nome das marcas?

Na China, a moda agora é encontrar nomes cuja fonética e significado sejam agradáveis aos consumidores. A dependência do uso de ideogramas é o motivador, somado à necessidade de encontrar um resultado adequado para o comércio. Além, claro, do fato de que lá as marcas tem que ser nomeadas.

Por exemplo: em alguns países orientais, os nomes das pessoas se referem as qualidades desejadas. Ninguém se chama “Daniela” ou “Patrícia”, mas “Flor Reluzente” ou “Água Pura”.

Assim, as empresas vivem a febre da sonorização ideal. Lá, a Coca-Cola desenvolveu um ideograma para nomear sua marca cujo som é: Kekoukele, que na tradução seria ‘sabor divertido’. A Rebook: Rui bu (passos rápidos). Colgate: Gao lu jie (limpeza superior). Citibank: Hua qi Yinhang (bamco da bandeira de listras e estrelas). Pentium: Bem teng (galopando).

A Microsoft teve que tomar certos cuidados. O buscador Bing, por exemplo, significava ‘defeito e vírus’. Virou Bi Ying, com o significado ‘responde sem falhas’.

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– Até o Pescado Chinês está invadindo o Mundo!

Ora, ora… se não bastassem os produtos eletrônicos chineses que invadem o nosso país, agora o grande vilão é o Peixe!

Pois é: as importações de pescado chinês (e em específico, um similar da merluza), estão quebrando a indústria da pesca brasileira, argentina e americana!

A coisa tá feia mesmo… O mundo será dominado pelos chineses, como dito num post anterior de hoje?

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– VW do Brasil e o histórico dos ensinamentos à VW da China

Essa vale a pena compartilhar com administradores, líderes e empreendedores! As declarações de Wolgang Sauer à Revista Época (Coluna: “Como eu Fiz”, pg 103, ed 28/01/2013).

Wolfgang foi presidente da Volkswagen nos anos 80, e queria negociar com a China, cujo potencial era inegável, já que suas relações comerciais eram quase todas com a União Soviética.

Dos detalhes que conta, me impressiona como convenceu os chineses a montar uma fábrica da VW, as dificuldades com a cultura e, principalmente, como administrar 1000 funcionários que eram agricultores analfabetos e com pouca higiene na nova fábrica em Pequim.

Abaixo:

ENSINEI A CHINA A FAZER CARROS

por Marcelo Moura

Texto em: http://www.lideres.org.br/portal/noticia.php?id=6024

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– China: o Preço do Crescimento

Vale a pena crescer destruindo a qualidade de vida?

Leio (e não me recordo onde) que a China está poluindo 40 vezes mais do que o índice recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

Cada habitante de Pequim não fumante aspira poluição que equivale a 20 cigarros fumados por dia!

Cá entre nós: as imagens de Shangai, Pequim ou qualquer outra grande cidade nos mostram metrópoles cinzentas, feias e donetes, apesar do crescimento acelerado.

Seria esse o custo de alguns emergentes?

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– Cyberespionagem de Grandes Empresas Chinesas nos EUA

Se você tem algum equipamento da marca ZTE ou Huwaei, conhecidos líderes fabricantes chineses de celulares e demais eletrônicos, saiba que os EUA estão muito bravos com eles!

O motivo é que o serviço de inteligência americano as acusam de trabalharem a mando do Governo Chinês, espionando em seu território.

Verdade ou delírio? Extraído de OESP, 08/10/2012, Mundo, pg 8.

AUTORIDADES SUSPEITAM QUE HUAWEI E ZTE ESTEJAM SENDO USADAS PELO PARTIDO COMUNISTA CHINÊS PARA ESPIONAR OS EUA

por Rodrigo Ghedin

Numa espécie de revival da Guerra Fria, o governo dos Estados Unidos está bastante desconfiado da Huawei e ZTE, empresas que vendem soluções em telecomunicações da China. A situação é bem desconfortável, já envolveu o FBI e a Câmara dos Representantes, espécie de Câmara dos Deputados da terra do tio Sam, e parece estar longe de um desfecho amigável. Dá para confiar nos chineses?

A Huawei foi fundada em 1987 por Ren Zhengfei, ex-engenheiro do Exército de Libertação Popular da China. Seu passado, somado a denúncias de roubo de propriedade intelectual lá no início e suspeitas de subsídio do governo chinês para a expansão internacional da empresa levantaram suspeitas nos EUA. A Huawei é, hoje, a segunda maior em equipamentos de telecomunicações, atrás apenas da sueca Ericsson.

Sua concorrente doméstica, a ZTE, também está sob suspeita por motivos semelhantes e um agravante repulsivo para os norte-americanos: a suspeita de que ela teria revendido equipamentos da Cisco, ex-parceira comercial, para o Irã, país sob embargo comercial desde 1995.

O principal receio das autoridades norte-americanas acerca da dupla é que elas poderiam estar, a mando do Partido Comunista Chinês, espionando ou armando uma rede de espionagem contra os EUA através de seus equipamentos de rede. Usando uma política de preços agressiva característica das fabricantes chinesas, Huawei e ZTE conseguiram prosperar internacionalmente. Segundo a Economist, o faturamento da Huawei se sobressai ao das outras empresas do ramo em praticamente todo o mundo, com exceção da América Latina (por muito pouco) e dos EUA, onde a penetração ainda é baixa, em grande parte, devido a barreiras impostas à entrada desses equipamentos. Espera-se que, dentro de pouco tempo, a Huawei ultrapasse a Ericsson e se torne a maior empresa de telecomunicações do mundo.

Esse temor tem fundamento? Para tentar responder essa pergunta, o comitê de inteligência da Câmara dos Representantes elaborou um relatório não confidencial de 52 páginas que foi liberado hoje. Ele não traz provas incontestáveis das acusações, apenas indícios de “relatos de incidentes estranhos ou alarmantes” em pequenas redes montadas com equipamentos da Huawei nos EUA e outros relativamente fracos para uma acusação tão forte. Ele diz, ainda, que as duas empresas não forneceram informações suficientes para amenizar as preocupações. Um anexo confidencial do relatório traz informações adicionais sobre esses receios. Mike Rogers, chairman do comitê de inteligência, disse que  ”nós simplesmente não podemos confiar sistemas tão vitais a empresas com laços conhecidos com o estado chinês, um país que é o maior perpetrador de ciberespionagem contra os EUA.” Eventos recentes de espionagem partindo da China contra empresas norte-americanas, como aquele do Google, aumentam a desconfiança.

De seu lado, Huawei e ZTE se defendem. Ambas dizem que o governo da China não interfere em suas linhas de produção, embora, no caso da ZTE, membros do Partido sejam acionistas — a Huawei não forneceu essa informação. Outro argumento usado pela dupla é de que muitos equipamentos de empresas ocidentais, como a Alcatel-Lucent e a Nokia Siemens Networks, são montados na China — ou seja, poderiam muito bem conter software espião também. A Huawei, por sinal, sequer fabrica seus equipamentos; ela terceiriza esse trabalho à vizinha Foxconn, na mesma planta onde iPhones e iPads são montados, em Shenzhen. A empresa aposta firmemente em propriedade intelectual e tem 44% dos seus 140 mil funcionários focados em pesquisa e desenvolvimento.

O caminho para as chinesas é serem mais abertas e, no que depender das duas, é isso o que elas farão. A Huawei emitiu um comunicado declarando estar cooperando com o comitê de inteligência da Câmara dos Representantes e estar engajada em outras ações de abertura. Ao mesmo tempo, ela investe em consultores de relações públicas e lobistas nos EUA para ganhar força política no país. Construir confiança é muito difícil, mais ainda quando se está sob suspeita. Infundada ou não, o povo está quase neurótico com isso tudo e, nessa troca de acusações e defesas, é difícil saber em quem acreditar.

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– Prisão Chinesa de Mendigos

Rodou o mundo a imagem de mendigos presos na China. Na verdade, enjaulados!

Como em determinada região chinesa está acontecendo um festival religioso e muitos turistas a visitarão, o governo local resolveu guardar numa cela os mendigos para que eles não aproveitem a ocasião.

É essa mesma China que todos querem negociar e fazem vista grossa aos Direitos Humanos em troca de dinheiro.

– Máscaras na Praia: Cultura ou Ignorância?

Parece bizarro, mas é cultural: na China, a onda é ir à praia de… Máscara!

Pois é: um ditado chinês explica isso: “Pele clara esconde mil falhas”. Eles usam máscaras de nylon para não se queimarem, pois em diversas regiões chinesas, pessoas mais claras são consideradas melhores na sociedade, ricas e educadas. Pessoas com pele mais queimada são pobres, pois vivem no campo e debaixo do sol; são consideradas com menos estudo e não tão civilizadas.

Quanta bobagem, não?

Desde quando a condição social ou cor de pele determina se alguém é bom ou ruim?

– China X Igreja Católica

A China, reconhecida ditadura, nunca é questionada como deveria em relação aos Direitos Humanos. Claro que o poderio financeiro e o desejo de parcerias comerciais das nações com o Dragão Asiático são os fatores preponderantes para tal fato.

Lá, não existe liberdade religiosa, e o chinês tem o “direito” de escolher uma das 5 religiões aceitas pelo Governo. Igreja Católica ou Protestantes inexistem, sendo que o Governo controla uma igreja que equivaleria a elas: a Associação Patriótica Chinesa, que ordena Bispos e celebra rituais sem a benção do Vaticano. Os sacerdotes são observados pelas autoridades políticas e devem fazer ligações entre Cristo e a supremacia da China.

Porém, uma voz se levantou: o bispo de Xangai, Tadeu Ma Daquin, se rebelou contra a autoridade local e exigiu comunhão das igrejas e não subserviência a Pequim. Conclusão: foi preso para desincentivar outros bispos que desejassem união a Roma.

Católicos e Evangélicos costumam celebrar seus cultos à moda dos primeiros cristãos: clandestinamente, as escondidas, longe dos religiosos ligados ao Partido Comunista Chinês.

Aqui, onde há plena liberdade de culto, muitas vezes nos envergonhamos em falar de Cristo em público. Quem dera os chineses reprimidos pudessem ter nossas possibilidades…

– China: a Maior Vendedora de Bíblia do Brasil

Assustou com o título deste post? Pois é, o Estadão de hoje traz uma matéria impressionante. A maior parte das Bíblias comercializadas no Brasil são impressas em gráficas na China, a custo muito mais barato.

Tenho o pé atrás com a China. Não gosto de ditaduras. Hoje, projeções indicam que ela será a maior nação do mundo em 2022. Tenho medo de ser dominado por chineses, com pseudo-democracia e práticas abomináveis comercialmente.

Você sabia que só hoje, após pagar 60 milhões de dólares a um gaiato, que a Apple pode chamar seu tablet de iPad na China? A marca já estava registrada…

PAÍS IMPORTA ATÉ BÍBLIA DA CHINA

Por Marcelo Rehder

Índia e Chile também fornecem o livro a preço inferior; gráfica já demitiu e ameaça mais 40

Depois do livro didático, as gráficas brasileiras enfrentam agora forte concorrência das importações de bíblias. A Palavra de Deus está sendo impressa em português em gráficas na China, na Índia e no Chile, entre outros países, a custos considerados imbatíveis pela indústria.

Para driblar o chamado “custo Brasil” e ainda obter alguma vantagem com o câmbio, editoras de publicações católicas e evangélicas aceleraram as encomendas no exterior. A vantagem comparativa em relação ao impresso nacional chega a superar 50%.

“É um negócio estranho”, queixa-se Jair Franco, vice-presidente da Gráfica Imprensa da Fé, uma das grandes do setor, que trabalha com livros religiosos e didáticos. “Para fazer a Bíblia aqui, temos de comprar o papel de fora, a capa especial de fora e a cola de fora, e tudo isso vem com imposto. Aí, o editor vai lá e faz a Bíblia completa e vende aqui dentro sem pagar imposto nenhum. Como é que pode?”, questiona o executivo. De acordo com a Constituição Federal, as importações de livros, jornais, revistas e outras publicações são imunes e não pagam imposto.

O avanço das importações de bíblias e livros didáticos não aparece nas estatísticas oficiais porque não existe posições aduaneiras específicas para as publicações. Mas os efeitos são sentidos.

Só a Imprensa da Fé chegou a imprimir 3 milhões de bíblias por ano, há cerca de dois anos. Hoje, não passa de 1 milhão. A consequência foi que a gráfica demitiu 40 trabalhadores nos últimos seis meses e atualmente emprega 280 pessoas. Mas os cortes não devem parar por aí: “Vamos ter de dispensar mais 40”, admite Franco.

A situação da Imprensa da Fé não é diferente da vivida pelas demais empresas do mercado gráfico editorial. Tanto que as principais empresas do setor, com a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, encabeçam um movimento em defesa da indústria nacional. Amanhã, eles vão se encontrar em Brasília com a senadora Ana Amélia (PT/RS), autora de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estende a imunidade de livros, jornais e periódicos para outros insumos.

A PEC 28/2012 está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania desde 14 de junho, aguardando designação de relator. Nossa bandeira é desonerar o produto brasileiro”, diz Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf.

– Oásis Chinês para o Futebol?

O famoso treinador Marcelo Lippi está trabalhando no clube 6º colocado do campeonato de futebol chinês. Ganha mais do que José Mourinho!

Conca, argentino do Fluminense, quando se transferiu para lá, aceitou o convite por ser o 3º maior salário do mundo na ocasião.

Drogba tem proposta da China, com valores irreais.

Detalhe: a China já está eliminada nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

Com o número de manchetes de apostas irregulares na China, a corrupção latente dos árbitros de lá e outros escândalos que vazam (e olha que são muitos, mesmo o regime de ditadura evitando a divulgação), alguém acredita que todas essas transações venham de negociações e torneios honestos?

Não tenho provas, é claro. Mas tenho o direito de duvidar. E você?

– Brasil Exportador X Brasil Importador

Tarso Araujo, da Revista Galileu (maio/2012, pg 32-33), trouxe uma matéria bacana sobre as exportações e importações brasileiras. Você sabia que:

O maior comprador do Brasil, hoje, é a China, representando 17,3% das exportações. Na sequência, os EUA compram 10,1% e a Argentina 8,9%. O total das exportações corresponde a US$ 256 bilhões.

Nossos principais produtos vendidos: Minério de Ferro, Petróleo, Material de Transporte, Soja, Produtos Metalúrgicos, Açúcar/álcool, Produtos Químicos, Carnes e Café (entre outros).

O maior vendedor ao Brasil, hoje, são os EUA, representando 15% das importações. Na sequência, a China vende 14,5% e a Argentina 7,5%. O total das importações corresponde a US$ 226 bilhões.

Nossos principais produtos comprados: Combustíveis (isso mesmo, também importamos alguns combustíveis, apesar de exportarmos Petróleo), Máquinas Industriais, Automóveis, Fertilizantes, Plásticos, Farmacêuticos e Instrumentos de Ótica (entre outros).

Portanto, temos 30 bilhões de superávit.

Bom?

Não… apenas razoável. Sem impostos, faríamos muito mais!

– O Chinês Cego, Causa dos Protestos e Aborto

Muitos temos visto sobre o dissidente chinês Chen Guangcheng, um deficiente visual que fugiu da cadeia e se refugiou na Embaixada dos EUA. Repercutiu bastante o fato de, mesmo não enxergando, conseguir escapar das autoridades severas da ditadura chinesa.

Mas o fato relevante não foi abordado: ele estava preso por quê?

Sua reivindicação é o fim da política do filho único. Na China, há a preocupação com o alto índice populacional, e os casais são duramente sobretaxados caso tenham dois filhos. Ele denuncia muitas esterilizações e abortos forçados pelo Governo para segurar o crescimento da população.

Viver na China, a quem está acostumado coma Democracia, deve ser um inferno, não?

– F1 na China? Esqueça o Prazer…

Acho que o pé gelado sou eu. Sentei no sofá para assistir a largada da corrida desta madrugada, e o Galvão Bueno começou “para o Massa, o campeonato começa hoje”. Xiiii.

Felipe Massa, fora as 3 equipes que não saem do 21-26º lugar, é o único piloto que não pontuou até agora. Acho que sua batata está assando.

Saí um pouco, voltei, e o Hamilton passou o Massa. Na sequência, Maldonado passou Senna. Depois, Webber também passou Massa. Ô louco…

Meno-male que Senna acabou em 7º, mas está difícil torcer.

Perez e Maldonado, aliás, são um show a parte. Correm como nunca, mas dão cada trombada!

Detalhe para Shangai: meu cunhado está lá e disse que a névoa que víamos na corrida nada mais é do que… poluição! É mole?

Outro detalhe: perceberam que os pilotos não tuitam de lá? Na China, Twitter e Facebook nem pensar. O Partido comunista não deixa, e olha que o Zuckemberg, depois de comprar o Instagram, passou por lá para passear.

Por fim: parabéns à Mercedes. Ué: ganhou a corrida com sua escuderia, e colocou em 2º e 3º lugares dois carros com seus motores.

– Lenovo quer adquirir a CCE

Um grande negócio a vista: A chinesa Lenovo (que é dona da americana IBM), quer comprar a CCE do Brasil e reposicionar a marca. O negócio é especulado em 1 bilhão de reais, e seria mais um canal de entrada da marca no Brasil, já que ela tentou comprar a paranaense Positivo e não conseguiu.

A meta não é popularizar a Lenovo, mas melhorar a CCE para incomodar os líderes de notebooks: HP e Positivo.

Vingará a proposta? Os chineses desta empresa costumam ser agressivos nas negociações.

– Brasil exporta Carne de Jegue para a China

Parece brincadeira, mas é um grande impulso à pecuária potiguara: chineses querem 300 mil jegues / ano para abate, já que a carne do “bichim” é muito apreciada por lá!

Não conheço ninguém que comeu carne de jegue. E você?

Extraído de: http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/195114_O+JEGUE+E+NOSSO+

O JEGUE É NOSSO

A China quer ter a maior economia do mundo, o maior mercado consumidor, as maiores fábricas e a maior população. Agora quer ter também os nossos jegues: 300 mil por ano para abatê-los na produção de carne e derivados. Isso é o que diz um protocolo de intenções firmado entre a Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Norte e a empresa Shan Dong Dong E.E. Jiao Co. A proposta gerou uma campanha pró-jegue nas redes sociais pedindo o fim das negociações.  

– Quase ¼ é de fora!

Vejam só: dos produtos industrializados consumidos no Brasil, cerca de 23% são importados. Motivos: valor do real frente ao dólar, competitividade estrangeira, acomodação de alguns setores da indústria nacional…

Mas um detalhe: destes, mais da metade é Made in China.

Vou ser sincero: produto chinês… hum… faço vista grossa mesmo.

– Frete na China, Frete no Brasil

Ouvi depoimento de Sérgio Habib, o homem que um dia presidiu a Citroen no Brasil e hoje é o importador da JAC Motors. Foi na Rádio Bandeirantes e o tema era “Custo Brasil”.

Você sabia que:

O m2 de um galpão industrial no Brasil custa R$ 400,00. Na China, 120,00.

O frete de São Paulo a Salvador custa R$ 1.600,00. O equivalente na China, Pequim a Xangai, R$ 160,00.

É difícil ou não concorrer com eles? Deixe seu comentário:

– 10 Bizarrices Chinesas

Nos últimos anos, têm-se dado muita atenção à China devido aos indicadores econômicos e suas particularidades como nação de governo ditatorial. Mas ao mesmo tempo que se admira a pujança econômica, se estarrece devido a algumas características culturais, muitas das quais nos parecem ser bizarras. Abaixo, o ótimo texto sobre elas, extraído de: http://is.gd/YT7PWR

10 BIZARRICES SOBRE A CHINA

Não é que os chineses sejam esquisitos. Apenas migram coletivamente, vendem noivas fantasmas e, quando resolvem virar uma potência, deixam o mundo chocado com seu jeito de pensar. Leia outras 26 bizarrices made in China na edição que está nas bancas.

por Gilberto Scofield Jr.

1. A cada feriado do Ano-Novo chinês, mais de 300 milhões de pessoas viajam pela China para visitar a família é o maior movimento migratório do planeta. Como não conseguem ir ao banheiro nos trens superlotados, muitos viajantes usam fraldas para adultos.

2. Durante décadas vivendo sob regime comunista, os chineses dão muito valor ao que é público e pouco ao privado. Ignoram, por exemplo, o conceito de privacidade. Bisbilhotar ou tomar conta da vida alheia é quase obrigação. Não são raras cenas de pessoas prestando atenção em conversas alheias ao telefone e na tela do computador. E também no trabalho, xeretando o cartão de ponto dos colegas para contar ao chefe quem chegou atrasado.

3. O país tem cerca de 30 mil censores para controlar tudo o que os chineses comentam na internet.

4. Os chineses são muito supersticiosos. Em muitos prédios, não há os andares 4, 14 e 24, porque o ideograma do 4 si lembra sonoramente o ideograma da morte. Um número de celular terminado em 4 ou com muitos 4 é bem mais barato que o resto. (Quem é estrangeiro e não acredita nisso consegue números baratinhos.) Já os números com muitos algarismos 8 cujo ideograma lembra o som da prosperidade valem muito mais. Não é à toa que a Olimpíada vai começar em 8 de agosto de 2008.

5. Desde o ano passado, os lamas tibetanos estão proibidos de ressuscitar sem autorização do governo chinês.

6. No ano passado, a polícia chinesa prendeu 5 homens acusados de matar mulheres jovens para vendê-las como noivas fantasmas. Segundo a tradição de camponeses do norte do país, homens que morrem solteiros têm a linhagem comprometida na próxima vida. Para evitar o mau agouro na eternidade, os familiares dão um jeito: tentam arranjar para o morto um minghun, casamento após a morte, enterrando uma noiva fantasma ao lado do solteirão. Segundo a polícia, o preço dos corpos varia geralmente de acordo com a idade da noiva: as mais novas chegam a ultrapassar US$ 2 mil.

7. O território chinês poderia abranger pelo menos 4 fusos horários, mas… e daí? O governo impõe que a hora oficial de todo o território seja a de Pequim. Com a diferença de longitude, em regiões a leste de Pequim, como Xangai, o sol chega a nascer às 4 h da manhã. E, no oeste, às 9 h.

8. O número de chineses que falam ou estão aprendendo inglês é igual a toda a população dos EUA.

9. Entre os muito ricos, o banquete do Ano-Novo chinês inclui ovos podres cozidos, sopa de ninho de andorinha e, claro, arroz.

10. A especialidade do restaurante Guolizhuang, em Pequim, é pênis. Há pratos com o membro de 9 animais: touro, jumento, cão, cobra, cervo, carneiro, búfalo, foca e cavalo. Como o povo acha que o quitute é afrodisíaco, não faltam clientes.

– Acredite: só agora a China deixa de ser um país rural…

Coisas inimagináveis: Só agora a população urbana da China ultrapassa a do campo. Com todo o poderio que vemos da indústria chinesa, até agora ele era um país agrícola!

Há 30 anos, a população chinesa na zona rural correspondia a 80% do país, contra 20% dos moradores nas cidades. Hoje, zona rural = 49%, zona urbana = 51%.

Imaginaram quando esses números se distanciarem? E aí fica a questão: com 1,5 bi de pessoas, com os agricultores indo para as indústrias, quem alimentará a China? Só aumentar a produtividade da área plantada dará certo?

– Os Celulares de 12 dólares no Brasil

Sabem quanto custam aqueles celulares chineses, normalmente anunciados como os mais baratos nas Lojas de Departamentos?

US$ 12.00.

E a que preço são vendidos?

Mesmo com baixa qualidade e a preço bem mais caro do que deveria ser vendido, os concorrentes reclamam de concorrência desleal.

Extraído de: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5550996-EI15606,00-Brasil+investiga+concorrencia+desleal+de+celulares+chineses.html
BRASIL INVESTIGA CONCORRÊNCIA DESLEAL DE CELULARES CHINESES

O Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior brasileiro investiga denúncias de empresas brasileiras sobre uma possível concorrência desleal dos fabricantes chineses, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Os modelos asiáticos chegariam ao Brasil com custo de importação US$ 12, de acordo com levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, sendo que o mínimo deveria ser US$ 27 – e US$ 38 para a produção em solo verde-amarelo. Os aparelhos importados hoje somam 20% dos celulares no País, e a participação da China na venda de novos dispositivos saltou de 54% em fevereiro para 85% em agosto do ano passado.

Alcatel One Touch, Huawei e ZTE responderiam por 95% desse total, segundo uma fonte do setor, citada por O Estado de São Paulo, e seriam os principais alvos das reclamações da indústria brasileira. Esta última marca teria o menor preço entre os apurados por um levantamento, e teria abocanhado 40% do mercado de modelos com preços entre US$ 12,44 e US$ 16,67. “Estamos estudando medidas para conservar a competitividade da indústria nacional, caso seja averiguado que esses celulares chineses estão entrando no mercado de uma forma nociva”, afirmou o secretário de Inovação do Ministério de Desenvolvimento, Nelson Fujimoto, ao periódico paulistano.

– Os Chineses no Paulistão

Em 2012, teremos novidades no Campeonato Estadual: Corinthians e Paulista de Jundiaí contrataram atletas da China!

Chen Zhi-Zao ou Bing Chang Bao? Quem será o craque do Paulistão-2012?

Em tempos de globalização, os clubes de futebol tomam atitudes ousadas. Muitos duvidaram do sul-coreano Park, quando contratado pelo Manchester United, inicialmente como estratégia para a venda de camisas do clube inglês na Ásia e que depois funcionou efetivamente como reforço ao time. Agora, é o Corinthians quem imita a estratégia, contratando o chinês Zhi-Zao para o seu elenco. Divulgação do clube e vendas de camisas num mercado de mais de quase 2 bilhões de consumidores é o motivo.

E dentro de campo?

Aí é outra história… segundo a imprensa especializada, Chen Zhi-Zao já passou por algumas equipes fora da China e não vingou. Terá sucesso no Coringão?

Outro chinês é Chang Bao, novo reforço do Paulista de Jundiaí. Desde os 15 anos no Brasil e tendo jogado em pequenas equipes, é outra aposta no escuro. Barata, mas incerta.

Será que algum deles será o novo Kazú, japonês que surgiu no XV de Jaú, jogou no Santos e virou ídolo no Japão?

E você, o que acha disso: alguns dos chineses será sucesso no Paulistão? Deixe seu comentário:

– Vírus ataca Aviões Não Tripulados dos EUA

Olha que interessante: dias atrás, um desses espetaculares aviões espiões não tripulados dos EUA (chamados de drones) foi capturado no Irã. Outro dia, outra baixa no Afeganistão. Por fim, a última na China.

Leio agora que a Central de Inteligência e Controle dos Drones, que está em Nevada (EUA), admitiu que as perdas se deram por vírus que conseguiram controlar as aeronaves.

Ora, ora… guerra tecnológica roubando aviões! Parece coisa de ficção científica!

Duas coisas a observar:

1- Quem será que está tentando capturar esses aviões?

2- Existem 7000 aviões drones, e mais da metade estão sobrevoando algum lugar do planeta. Onipresença americana incontestável!

– Apple terá que abrir mão do iPad na China

E é por essas e outras que não dá para confiar nos chineses, na hora de fazer negócios. Uma empresa chinesa registrou o nome de iPad por lá, e se a Apple quiser comercializar o famoso tablet na China com o seu nome verdadeiro, deverá pagar ‘apenas’ 1,6 bilhão de dólares para o uso da sua própria marca!

Ou seja: ou dá uns trocados (e que trocados) para os chineses, ou terá que vender o seu próprio iPad com outro nome.

Eu sou do tempo em que dizer “negócio da China” se referia a ter bons resultados…

– Política de Planejamento relaxada: agora, a China permite 2 filhos!

Parece brincadeira, mas a autoridade pública responsável pela administração da província de Henan, na China, aprovou a permissão para que as famílias tenham até 2 filhos!

Em muitas localidades, existe a política do filho único. Claro, o contingente populacional é gigantesco por lá. E sabe qual a solução alternativa que eles estão buscando? “Exportar cidadãos”.

Assustou?

Pois é: na África, empresas chinesas levam cidadãos chineses pobres e prisioneiros para trabalharem. E incentivam os mesmos a permanecerem por lá.

A China vai dominar o mundo???

Tenebroso. O império americano é contestado por muitos. Mas não seria pior um império chinês?

– Brasil X Gabão; estádios chineses padrão.

Hoje, a Seleção Brasileira joga a simbólica partida 1000 desde a sua primeira convocação. E o histórico marco, desprezado pela CBF, se dá contra o Gabão.

Um fato interessante: a China vem procurando aumentar sua influência na África. O Governo Chinês já construiu mais de 50 estádios de futebol no continente negro, todos com o mesmo formato e custo: 140 milhões de dólares.

E aí vêm os detalhes: são arenas padronizadas para que o custo diminua (de engenharia, de material de construção, etc). Um estádio angolano construído por eles é idêntico ao estádio gabonês de hoje.

E como a mão de obra chinesa é barata, os operários não são africanos, mas… chineses!

Pois é: o material de construção, os engenheiros e os operários são todos importados da China. Os homens, por exemplo, são presos e condenados, trazidos de barco para trabalharem na África.

O que a China leva em troca? Tudo! Faz esses agrados aos ditadores africanos, e abrem portas para comprarem terra e plantarem alimentos para exportarem a custo reduzido a seu país; desafoga a população e gera emprego na indústria de material de construção por lá. Além, é claro, de colonizar a África, desafogando o contingente populacional (altíssimo) em seu próprio território.

Espertos esses chineses, né?

– China censura Kate Parry, Lady Gaga, Britney…

… e qual a novidade?

Todos nós sabemos que não existe democracia na China, e pela força econômica, os Direitos Humanos (infelizmente) são mais comedidos com eles.

Agora, inúmeras canções foram proibidas por lá e até dia 15 de setembro devem ser retiradas da Internet e proibidas de comercializá-las no país. Motivo? Vão contra a “Segurança Cultural”.

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Extraído de: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/musica/china+censura+musicas+de+lady+gaga+katy+perry+e+britney+spears/n1597174581074.html

CHINA PROÍBE MÚSICAS EM NOME DA SEGURANÇA CULTURAL

O Ministério da Cultura da China publicou, pela terceira vez neste ano, uma lista de 100 músicas proibidas para os internautas do país, restringindo nomes do pop internacional como Lady Gaga, Katy Perry, Britney Spears, Backstreet Boys e Take That. As músicas devem ser retiradas da internet chinesa até 15 de setembro.

Entre elas, a lista bane “Judas”, de Lady Gaga, “Last Friday Night”, de Katy Perry, “I Want It That Way”, dos Backstreet Boys, e “Burning Up”, de Britney Spears, além de hits chineses e de Taiwan.

Segundo um comunicado do Ministério em seu site oficial, as músicas não cumprem o regulamento necessário e “prejudicam a segurança cultural do país”, eufemismos com os quais as autoridades chinesas costumam censurar obras cujo conteúdo é considerado erótico demais ou de “mau gosto”.

Em janeiro, as autoridades de Cultura da China já haviam publicado uma lista similar, que naquela ocasião vetou oito obras de Christina Aguilera, quatro de Kylie Minogue, cinco de Eminem e três de Bruno Mars, entre outros artistas. Em março, uma nova lista proibia na rede “Hold My Hand” de Michael Jackson e três músicas de Avril Lavigne (que já fez show na China).

A China é o país com mais internautas do mundo, com quase 500 milhões, mas também é um dos que exerce maior controle sobre os conteúdos na rede. Muitas vezes, no entanto, esta censura tem poucos efeitos práticos, e as músicas “proibidas” continuam sendo ouvidas nas rádios do país ou são baixadas com facilidade em sites nacionais ou estrangeiros.

 

– China pressiona EUA para pagar dívidas! Quem diria…

 

E a China pressionando os EUA para evitar o calote?

 

Quem diria…

 

Um dia a potência mundial foi a Grécia. Hoje ela é uma grande massa falida. Depois Roma, Otomanos, Bizantino… mais recentemente, Portugal, Espanha, Holanda, França, Inglaterra….

 

EUA recebendo cobranças da China! Estamos entrando num novo patamar de soberania mundial?

– Redução do IPI até 2016: Parabéns ao Governo

 

Parabéns à iniciativa do Governo Federal em incentivar a indústria local. Dona Dilma prometeu redução de IPI até Julho/2016 às empresas que utilizarem peças nacionais na fabricação de veículos.

 

Ótimo. Infelizmente, pagamos muito imposto sobre tudo, e tal medida favorece a indústria, consumidores e o próprio Governo, que arrecada mais pelo volume de vendas. Mas… não poderia estender à outros setores da Economia?

 

Dois exemplos:

 

1-Falta botões para a indústria têxtil. Vender uma camisa no Brasil custa caro. Então, exportamos botões bem baratos à China (que usa mão de obra ainda mais barata) e compramos as camisas de lá, gerando emprego aos chineses e onerando o fabricante nacional de camisa, judiando pelos impostos e pela concorrência.

 

2-Falta etanol de cana em estoque no Brasil. As usinas produtoras vendem nosso etanol barato aos americanos, e o Governo é obrigado a comprar etanol de milho dos EUA para não faltar aqui.

 

E você, o que acha dos impostos brasileiros? Deixe seu comentário:

– Relaxar em Amistoso Pode? Guangzhou X Real Madrid: descuidos da arbitragem

 

Claro que o clima competitivo é menor em amistosos. Assisti partes do jogo entre Guangzhou X Real Madrid. Algumas coisas me chamaram a atenção:

 

1) No meio do gramado, inscrição em chinês. Não sei se é propaganda, anúncio, promoção ou saudação (afinal, estava em mandarim). Mas você não pode escrever nada no campo de jogo (e nem usar a desculpa de recortar a grama em formatos de letra). Errou a organização do evento em não deixar o campo limpo, conforme a Regra 1.

 

2) Por 3 vezes, Özil cobrou escanteio “a lá várzea”. Ops, desculpem os amantes do futebol amador… lá isso não ocorreria. A bola foi colocada por 3 vezes fora do quarto de círculo que delimita a área de cobrança permitida para o tiro de canto. E se fez vista grossa! Pôxa, 3 vezes? Numa delas, a bola estava quase a 1 palmo de distância.

 

3) O time se chama Guangzhou, mas o locutor e a geração o chamava de Evergrande. Deve ser mais ou menos como o caso do vôlei. Ao invés de Rexona, se chamava de Osasco…

 

4) Os craques estrangeiros titulares do time chinês: Muriqui, Conca e Paulão (no banco, Renato Cajá). E Kaká no banco merengue, com Higuain, Di Maria e Fábio Coentrão. A propósito, Neymar jogaria no lugar de quem? Do Cristiano Ronaldo?

 

5) Treinador Loo do Guangzhou passou o jogo fumando. Tenha dó… Cigarro deve ser aboido no esporte.

 

Até 5X0 a TV ficou ligada. Que me desculpe a grande torcida chinesa, mas o time deles é muiiiiito ruim.

– O Negócio-Jogador-Pereba da China que o Corinthians Contratou!

 

Luís Paulo Rosemberg declarou, nesta semana, que o Corinthians está contratando um jogador chinês.

 

Será um novo talento no futebol?

 

Não. É apenas um jovem atleta da Seleção Chinesa, contratado para segundo o próprio Rosemberg, entrar com o jogo decidido. O nome? Segundo o dirigente: “Ching, Ling, Ching…” não sabe. E ainda alertou que ele é ruim de bola!

 

Na entrevista em tom de brincadeira, fica o mote financeiro: o jogador realmente tem as qualidades acima, mas a aposta é conquistar torcedores chineses pela simpatia e ganhar dinheiro vendendo camisas no mercado de lá.

 

Alguns clubes asiáticos pagam para seus atletas treinarem em países de futebol desenvolvido e ganharem melhor condição técnica. Também empresários/ governos compram vagas em clubes (na Inglaterra isso tem sido mais comum – na Fórmula 1, idem). Mas, nesse molde, onde o clube é quem busca o atleta, o Corinthians é inovador no Brasil.

E você, o que pensa disso? Dará certo tal investida? Deixe seu comentário:

– Comprou um Carro Chinês?

 

Leio no Estadão. Já li na Folha. Naveguei no mesmo tema no IG. E ouvi dos proprietários que são clientes meus: CARRO CHINÊS É UMA G-E-L-A-D-A! Ao menos, por enquanto.

 

A queixa é de que os carros JAC e EFFA dão muitos problemas de manutenção e não se tem peça de reposição. Claro que tudo se resume em duas coisas: tempo para a popularização das marcas (e as peças serem encontradas nas lojas); e confiabilidade!

 

É a mesma coisa que vimos nos Ladas pós-período da abertura comercial promovida pelo então presidente Fernando Collor de Melo, nos anos 90. No começo, os carros são “tudo de bom”. Depois… uma fria muito grande!

 

Vejamos se as marcas chinesas mudarão o cenário. Mas…

– Disney English for China

A Disney (na China) está ganhando dinheiro na educação por uma via não muito usual: a partir de escolas temáticas, com aulas de inglês para as crianças chinesas e sua turma. O difícil é entender o que o Donald fala com sua voz rouca…

 

Extraído de: Revista Exame, Ed 976 de 22/09/2010, pg 81

 

PROFESSOR MICKEY

 

Na China, a nova função do Mickey Mouse, do Pato Donald e da Pequena Sereia é ir às aulas. Isso porque um dos principais negócios da Disney no país são as escolas de inglês para crianças chinesas entre 1 e 11 anos de idade. Com salas de aula e material didático ilustrados por seus famosos personagens, a primeira unidade da Disney English foi aberta em 2008, mas o negócio até agora operava em fase experimental em apenas 15 escolas. Confirmado o sucesso dos empreendimentos, com unidades lotadas e filas de espera para novas matrículas, a gigante do entretenimento acaba de anunciar que vai expandir para 148 o número de escolas até 2015. O negócio, de acordo com a Disney, é de futuro: um estudo revelou que o mercado de ensino de inglês para crianças na China cresce 12% ao ano e alcançará 3,7 bilhões de dólares até 2012. Aprender com o professor Mickey não é barato para os padrões locais: o valor anual por 2 horas de aula semanais é cerca de 1.800 dólares.

– China Proíbe Internet e Redes Sociais para seus Soldados

 

Twitter e Facebook são bloqueados na China. Vejam só que democracia…

 

Agora, os soldados chineses (a partir de hoje), estão proibidos de escreverem blog ou se comunicarem pela Internet.

 

Cadê os Direitos Humanos? Não existe embargo comercial da ONU (ironia, claro…).

 

E você, o que acha de viver num lugar assim? Deixe seu comentário:

Google versus China – uma briga interessante: Quebra de Senhas do Gmail?

 

Todo mundo paparica a China para fazer negócios e ganhar dinheiro. Mas o que podemos falar da nova briga entre chineses e capitalistas?

 

O Google e o Yahoo já tiveram que suprir expressões como “Democracia” e “Direitos Humanos” em seus buscadores para entrar lá. Agora, o Google diz que o Governo Chinês invade e lê emails do Gmail, através de utilização das senhas dos usuários obtidas ilegalmente.

 

Hum… essa história cheira mal. Os ditadores comunistas – não duvido – fariam isso mesmo?