– Montando um vídeo-curriculum

Cada vez mais as empresas solicitam formas interativas de apresentação dos seus candidatos a trabalho, como, por exemplo, um vídeo-curriculum (uma espécie de selfie-video).

Recentemente fiz o meu para uma universidade. Achei extremamente bacana a iniciativa da instituição! Compartilho tal novidade, a fim de que outros amigos possam ter modelos para se basearem.

No link em: https://youtu.be/lRMKWvuzNOo

– LinkedIn é o canal preferido das Grandes Empresas

No Caderno “Mercado” do último domingo (pg B2, por Maria Cristina Frias), a Folha de São Paulo retratou como as grandes empresas têm contratado seus executivos.

O tal do QI – não o Quociente de Inteligência mas sim o “Quem Indicou” – continua sendo importante. Mas a coleta de informações via a rede social LinkedIn se tornou o principal meio dos recrutadores de grandes organizações.

Confesso que tenho o meu perfil na rede um pouco desatualizado. Talvez o “tanto” de redes sociais existentes nos obriguem a fugir do computador em algumas horas, para que a vida real não se furte à virtual.

E você, têm atualizado seu perfil lá?

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– Síndrome de Burnout agora é doença, oficialmente pela OMS

Conheço muita gente que, pelos relatos, sofre da Síndrome de Burnout, uma doença que é relacionada ao desgaste físico e emocional pela pressão no trabalho.

E o que eu não sabia: somente na semana passada a Organização Mundial da Saúde reconheceu esse mal como “doença de verdade“!

Embora tardia, justa classificação. Saiba mais sobre essa enfermidade em: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout-esgotamento-profissional/

SÍNDROME DE BURNOUT

por Maria Helena Varella Bruna

A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes.

A síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no grupo 24 do CID-11 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde) como um dos fatores que influenciam a saúde ou o contato com serviços de saúde, entre os problemas relacionados ao emprego e desemprego.

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como:

Ausências no trabalho;
Agressividade;
Isolamento;
Mudanças bruscas de humor;
Irritabilidade;
Dificuldade de concentração;
Lapsos de memória;
Ansiedade;
Depressão;
Pessimismo;
Baixa autoestima.
Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.

O diagnóstico é basicamente clínico e leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho. Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.

O tratamento da síndrome de burnout inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também são altamente recomendados para ajudar a controlar os sintomas.

RECOMENDAÇÕES PARA PACIENTES COM BURNOUT

Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou mesmo tratar a síndrome de burnout;
Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;
Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental;
Avalie também a possibilidade de propor uma nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais;
Ouça a opinião de seus familiares, amigos e colegas: Quem tem burnout, muitas vezes não percebe;
Não hesite em procurar ajuda profissional. A saúde mental é tão importante quanto a física.

PERGUNTAS FREQUENTES

  • Tenho receio de relatar meu estado ao RH e sofrer alguma punição. O que fazer?

A principal recomendação é procurar primeiramente atendimento médico ou psicoterápico. Ao relatar esse temor, o profissional poderá conduzir o caso de forma que você não seja prejudicado.

  • Portadores de burnout têm direito a licença médica?

Sim. Pela legislação atual, portadores de burnout têm esse direito e, em casos considerados graves, até à aposentadoria por invalidez.

  • Qual profissional devo procurar?

Um psicoterapeuta ou psiquiatra. Ele pode receitar terapia cognitiva comportamental ou outro tipo de atendimento psicológico. Eventualmente, medicamentos entram em cena, com o uso de antidepressivos.

  • Existe tratamento no SUS?

O tratamento para problemas relacionados a transtornos mentais é oferecido de forma integral e gratuita por meio SUS. Basta procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), responsável pelo primeiro atendimento ao paciente, e o caso será encaminhado aos centros especializados para cada tipo de atendimento.

  • Quando desconfiar que uma pessoa está passando por problemas de esgotamento profissional?

Geralmente conseguimos notar quando uma pessoa está estressada além da conta no trabalho. Repare se há exagero no uso de estimulantes, como café, refrigerante e cigarro para permanecer alerta. O uso de álcool como forma de relaxamento também pode aumentar, e quem convive com o paciente muitas vezes é capaz de perceber a mudança no consumo.

Mulher com roupa social esfregando os olhos demonstrando exaustão (síndrome de burnout).

– Os critérios para escalar árbitros nas divisões menores!

Aqui, um exercício de rememorização bem bacana para falar algumas coisas sobre a arbitragem na última divisão profissional do Estado de São Paulo. Vamos lá:

Ao invés de usar “Segunda Divisão Profissional Sub 23” (que na prática é a 4a divisão), usei ÚLTIMA (sem demérito) no parágrafo acima pois é sempre na última divisão que você pode começar a testar um juiz de futebol. 

Por motivos óbvios, você não testará um árbitro que tem dúvida da sua qualidade logo num jogo de A3 ou A2. Por ser incógnita, tem que testar nos jogos amadores e só depois dar chance na divisão profissional mais baixa. Dessa forma, é natural que erros ocorreram. E aí, quando já se percebe que o árbitro faz o be-a-bá muito bem, escala-se em jogos mais difíceis para se ter a real noção do quão ele reage em meio a pressão.

Um exemplo: quando eu tinha 19 ou 20 anos, já atuando nos jogos amadores da FPF, fui escalado para a minha primeira partida em que apitaria jogadores profissionais, na série B1B (que virou B2 e que na prática era a quinta e última divisão na década de 90). O jogo era Flamengo de Guarulhos x Jacareí (se permitia qualquer jogador independente de idade, e havia uma seleção de veteranos no time homônimo do RJ: Gilmar, ex-goleiro do Palmeiras, era o capitão).

A partida foi tranquilíssima: 10×0 para o time da casa (e com um a menos, pois expulsei o zagueiro flamenguista). A diferença entre os clubes era grande demais, e após o jogo, o “seu Abel” (Abel Barroso Sobrinho, um homem mítico da arbitragem paulista) foi ao vestiário e disse que me escalaram próximo da Capital para me conhecerem melhor.

Dessa forma, a escala seguinte foi um pouquinho mais difícil, aumentando gradativamente. Descíamos para a série B3 (a sexta divisão) para os jogos mais disputados, ou subíamos para a B1 (que é a divisão que o Paulista está hoje) para ganharmos experiência. Daí até se chegar à A3 e A2, revezando escalas como quarto-árbitro na A1.

Isso era “subir degrau-a-degrau”, “passo-a-passo”, sem atropelos na carreira e ganhando maturidade.

Quando o Galo começou a cair da série A1 para a derrocada atual, nós vimos jovens árbitros querendo oportunidade mesclados com árbitros experientes em final de carreira, somente para dizer que “tiveram escalas”. O critério estava mudando pela comissão de árbitros que atuava na época mais recente.

Para que árbitros beirando os 45 anos em jogos da última divisão, que fossem “de meio de tabela”? Não faz sentido, tem que colocar jovens. Me recordo que numa temporada da B1B, tínhamos a final entre o Aparecida x Lousano Valinhos, e quem apitou foi o Alfredo Santos Loebeling, que já era conhecido e que seu propósito era “evitar confusão na final”. Entendo bem: era para dar segurança a um jogo importante, não era oportuno testar. Mas nas demais partidas, os novatos foram escalados.

Na atual Comissão de Árbitros, com o Ednilson Corona (já era assim com o José Henrique de Carvalho, que não está mais na CA-FPF), a coisa “voltou a ser inteligente”. Jovens árbitros estão tendo oportunidade, e o Estádio Jayme Cintra é propício para alguém vir observar in loco, como o acontecido décadas atrás comigo em Guarulhos.

Nas últimas partidas, tivemos árbitros muito inexperientes em jogos do Paulista (e um deles, que não conheço pessoalmente mas que elogiei a excelente atuação foi João Victor Gobbi). Os amigos da CA-FPF, que lêem as análises de jogos que publico, sabem desse bom valor. Outros foram razoáveis e, segundo amigos que estiveram no Vale do Paraíba, uma péssima última atuação do árbitro (eu não estava presente nesta transmissão).

A “amplitude de competência” (das piores às melhores atuações) é grande na 4a divisão. Assim, é aceitável que se teste, mas em jogos em que exista maior necessidade de atenção e experiência, é preciso colocar árbitros mais amadurecidos.

Enfim, acho valido que outros árbitros sejam colocados à prova, mas nem sempre em jogos do Paulista. A questão é que, como o Galo se tornou o “grandão” frente os demais (pela história e pela atual campanha), é natural que se coloquem árbitros com mais dúvida para serem escalados pois a lógica diz que, se perder pontos por erro de arbitragem, o time “sente menos prejuízo” devido ao potencial que tem. 

Uma lógica que discuto, claro. Mas vale a reclamação formal, se realmente foi ruim a atuação (assim como os elogios relatados quando se vai bem).

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– O desrespeito em não se pagar o salário em dia no mundo do futebol!

O futebol não pode ser um mundo a parte na sociedade (embora muitos teimam que seja). As regras de convivência, educação, civilidade e respeito devem ser uníssonas no mundo.

Me pesa ouvir algumas informações como:

  1. “Na arquibancada eu posso xingar o juiz. Isso é normal.
  2. No estádio posso brigar com o adversário porque ele torce para outro time. Isso é normal.
  3. Nas redes sociais escrevo o que eu quiser e contra quem eu quiser sobre futebol. Isso é normal.
  4. No meio da torcida posso chamar de macaco, bicha, viado e filho-da-puta. Isso é normal.
  5. No meio dos negócios do futebol, pagar atrasado é normal. Afinal, futebol é, comparado a alguma empresa, algo anormal!”

Escrevo isso por ler e, com sua autorização, publicar o texto do amigo Gabriel Goto, a respeito de como a Justiça não dá a devida atenção e nem tem equidade com o trabalhador do mundo do futebol em relação ao de uma empresa qualquer. Veja só se é “normal” tal descaso com os pagamentos de salários. Confira:

JUSTIÇA TRABALHISTA NO FUTEBOL ⚽️💸

por Gabriel Goto

É textão de desabafo sim! Leia até o fim, mas sem clubismo por favor!

Alguém está acostumado a trabalhar profissionalmente e não receber? Pois é… No futebol isso é “normal”.

Virou rotina falar que time A ou time B não está pagando salário e mesmo assim continua contratando mais funcionários (entenda-se atletas também).
Na empresa que você trabalha, você aceitaria ficar nessa condição?? De trabalhar por meses, se dedicar, deixar a família nos finais de semana e não ter o salário no fim do mês?

E por que no futebol, muitas vezes o funcionário que entra com processo pedindo SEUS SALÁRIOS ATRASADOS é marginalizado?

Não vejo nenhum veículo de comunicação querendo falar com ex-funcionários para saber como está a vida dele com a falta dos pagamentos… Entendo que falar com funcionário anônimo não dá “clique na matéria” e nem “vende jornal”. Assim, preferem falar com os jogadores.

Posso falar por mim… São 14 meses de salários atrasados + 2 férias + 13º salário… Será que isso afeta a vida financeira da minha família? Como diariamente eu me dedicava por, no mínimo, 14 horas diárias dentro do trabalho (sim, ninguém me forçava, mas era necessário pela demanda de trabalho), era a minha única fonte de renda. “Ah, mas como você aceitou?” Acreditando em falsas promessas, por acreditar em um futuro melhor e caindo no famigerado empréstimo bancário. Além, é claro, pelo vínculo afetivo que criamos ao longo do tempo dentro do clube, nos tornando um torcedor fanático lá dentro.

Além de mim existem outros vários exemplos que recebem um salário até mais baixo e que dependiam única e exclusivamente daquela renda. Como eles estão hoje? Nem queira saber…

Aí vamos falar da Justiça Trabalhista do futebol.

O que esse negócio é enrolado quando se trata de clubes de futebol é uma piada.
Assunto batido eu sei. Muita gente querendo “moralizar”, falando de “fair play financeiro”… Mas na prática, nada efetivo.

Qual a frase mais comum no meio do futebol? “Entrou na justiça contra o clube x. Esquece, não vai receber… Talvez esse dinheiro fique para seu filho ou para seu neto. Nem conte com ele”… Como assim??? 😰

Tenho vários amigos donos de empresa e vários amigos funcionários de empresas onde isso NÃO EXISTE. A empresa vacilou, não pagou, atrasou, não recolheu FGTS… Tá lascada! A resposta mais comum para os donos de empresa é: “Se prepara pra pagar porque na justiça trabalhista o empregado sempre ganha. A empresa sempre tem que pagar”.

E no futebol?? É outro mundo??

Como querem que o futebol seja respeitado e como pregam profissionalismo se na hora de mostrar que o clube é diferente, simplesmente “empurram o processo com a barriga”. E tá tudo bem. Vida que segue e vamos lutar pelo acesso, pelo título, buscar os melhores jogadores etc…

Tem muita coisa errada!

E muito funcionário e ex-funcionário sofrendo por aí, sendo constrangido por cobradores, bancos, escola dos filhos… Tudo por causa da irresponsabilidade de clubes que teimam em gastar mais do que arrecadam…

Meu processo está completando quase 5 anos e não vejo nenhuma expectativa. Nem do clube querer pagar e muito menos da justiça trabalhista agilizar.

Lembrando que atualmente eu presto serviço para um clube de futebol, que nada tem a ver com o clube que me deve.

E você, conhece algum funcionário (atleta também) que tem a receber de um ou mais clubes “profissionais” de futebol?

Com certeza conhece algum caso.

Essa é a vida.

“Ah Gabriel, não escreve isso, você vai sofrer retaliação”. Sim, só sofrerei retaliação de “gestores” com esse pensamento de “devo, mas quando der eu pago” ou de torcedores que sequer consomem produtos oficiais do clube, não pagam sócio-torcedor e só vão aos jogos porque ganham ingresso. Então tá.
Estamos tomando 7 a 1 na justiça trabalhista do futebol também…

Triste realidade.

ISSO PRECISA MUDAR.

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– Opções de empregos de atividades profissionais não tão comuns

Há algumas profissões que você nem imagina, como identificador de sexo de aves, analista sensorial ou cliente oculto.

Saiba mais,

Extraído de: http://economia.estadao.com.br/blogs/radar-do-emprego/2017/04/09/mercado-tem-opcao-de-profissoes-pouco-conhecidas/

MERCADO TEM OPÇÃO DE PROFISSÕES POUCO CONHECIDAS

Enquanto muitos se perguntam quais serão as profissões do futuro, diversas atividades desenvolvidas na atualidade permanecem desconhecidas. Algumas, como analista sensorial, sexador, silvicultor e engenharia de alimentos são exercidas há mais tempo. Outras, como direito da moda e cliente oculto, são mais recentes.

Advogada criminal com expertise em moda de luxo, Regina Ferreira de Souza diz que o direito sempre socorreu todas as indústrias, inclusive a de moda. “Mas com o surgimento do fast fashion – moda produzida rapidamente e vendida por valor baixo –, problemas que já existiam acabaram se potencializando, como cópia e precarização do trabalho”, conta.

Esse quadro fez com que escritórios de advocacia e profissionais do segmento sentissem necessidade de compreender o que é moda e as suas implicações legais. “A moda sempre foi cercada de informalidade. Muitas vezes, o dono de uma confecção pede ao criador que reproduza uma peça e o profissional não sabe se aquilo é inspiração ou cópia.

Neste cenário, a Faculdade Santa Marcelina criou a pós-graduação em direito da moda e convidou Regina para coordenar a montagem do curso.

“A primeira turma, iniciada em março, atraiu tanto graduados em moda quanto em direito. Advogados aprovados no exame da OAB poderão advogar na área. E o pessoal de moda terá bagagem para orientar as atividades das confecções.

Regina afirma que no Brasil não há escritório voltado ao fashion law, mas vários já criaram a área. “Onde trabalho temos uma área de crimes da indústria da moda.”

Segundo ela, apesar de o mercado brasileiro ter problemas arraigados, como o trabalho escravo, desde que a fiscalização se tornou mais rigorosa, as empresas estão mais preocupadas em corrigir distorções de forma preventiva. “No futuro, acho que haverá a função de consultor de direito de moda. Mesmo porque o consumidor está mais exigente e quer saber o que comprou, se foi produzido de forma sustentável etc.”

Na surdina. Para testar a qualidade de produtos e serviços, companhias de diversos segmentos contratam profissional denominado ‘cliente oculto’. A OnYou, de José Worcman, é especializada em treinar e fornecer essa mão de obra.

Segundo ele, qualquer pessoa acima de 18 anos pode ser um cliente oculto em potencial. Basta preencher cadastro dando informações do perfil e características específicas sobre o que gosta de fazer, lugares que frequenta, estilo de roupa etc. Com esses dados desenhamos o perfil do cliente oculto.”

Segundo ele, além de treinamento geral de como se comportar em uma missão, esses profissionais recebem capacitações específicas conforme o tipo de negócio que terão avaliar.

Hotéis, restaurantes, incorporadoras, concessionárias, companhias aéreas e de seguros estão entre as contratantes.

“No Brasil, ainda não temos pessoas que só vivem dessa profissão. Mas nos Estados Unidos e Europa é comum encontrar quem se dedica exclusivamente ao trabalho de cliente oculto”, afirma Worcman.

Engenharia de alimentos pode ser uma atividade mais conhecida, mas poucos sabem exatamente qual função os profissionais da área exercem. Gerente de produção das áreas de baby food, massas alimentícias e planta de legumes da Nestlé, Washington Rueda conta quais são as atribuições.

O engenheiro de alimentos atua nos processos relacionados com a industrialização de alimentos. Pode trabalhar na fase de projeto, pesquisa e desenvolvimento, fabricação, conservação, armazenamento, transporte e comercialização.”

Segundo ele, tudo o que diz respeito ao processo de transformação da matéria-prima em produto acabado é de responsabilidade do engenheiro de alimento. “A profissão tem um grande leque de atuação e grande demanda no mercado.”

Rueda afirma que outro segmento que absorve esse profissional é o de fiscalização. “Eles são contratados por órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Serviço de Inspeção Federal (SIF). Outra área na qual temos grande atuação é na de garantia de qualidade”, conta.

No campo, profissionais que trabalham com manejo de florestas nativas, monitoramento de fauna e flora silvestre, recuperação de áreas degradas, pesquisa de solo, plantio para recuperação de florestas nativas e em centros de pesquisa, são denominados silvicultores.

Gerente de silvicultura da Fibria – produtora de celulose –, Mário Grassi é formado em engenharia florestal. “Mas o mercado oferece cursos técnicos e tecnológicos voltados à formação de silvicultores.”

Outra área de atuação é na produção de madeira para serraria ou para indústrias de celulose, chapas, móveis e carvão para siderurgia. “Pode, ainda, trabalhar com logística florestal no transporte de madeira. Ou com colheita florestal, usando máquinas que colhem as florestas que plantou. É um mercado vasto e temos dificuldade de encontrar profissionais qualificados.”

Industrias de alimentos e de autos buscam analistas sensoriais

Analista sensorial da Nestlé, Thalita Faria exerce uma atividade invejada por muitas pessoas. Ela comanda o time de degustadores da linha de chocolates produzidos pela companhia. “As pessoas precisam conhecer muito bem os produtos antes de participar dos programas de capacitação de avaliadores”, conta.

Formada em engenharia de alimentos, trabalha na empresa há cinco anos e ocupa a função há dois. “Temos aproximadamente 250 trabalhadores da unidade que, além de exercerem outras atividades, foram treinados para serem degustadores.”

Segundo ela, para ser avaliador é preciso passar por exames médicos que se repetem periodicamente. “Mas durante a degustação não é necessário engolir o produto, que pode ser descartado em um copo. A opção foi criada pensando na saúde do trabalhador. Além disso, tem um limite para a pessoa degustar por dia, não podendo ultrapassar 25 gramas”, afirma.

Thalita diz que as degustações ocorrem em todas as linhas de produtos a cada três horas para garantir sempre a mesma qualidade.

Na indústria automobilística também existe a figura do analista sensorial, responsável por avaliar os odores dos materiais usados no acabamento interno dos veículos.

Gerente de materiais de acabamento da Peugeot, Fabien Darche diz que os materiais tem de se encaixar dentro de certa especificação. “Fazemos testes com clientes para identificar descrições sensoriais que permitam qualificar o cheiro.

Segundo ele, esses profissionais são pessoas que têm um sentido olfativo bem desenvolvido, sendo capazes de identificar e qualificar os odores.

“Eles são capazes de nomear e explicitar qual sensação o cheiro ruim ou bom podem proporcionar. Claro que as montadoras não querem oferecer uma experiência sensorial ruim, temos de usar materiais com odores que irão contribuir para uma experiência sensorial positiva. Para ter essa certeza, é preciso contar com a avaliação desses profissionais que são pouco conhecidos”, ressalta.

Darche conta que na Peugeot esse time fica centralizado na França e todas as fábricas da marca, antes de usarem o material em novos modelos, enviam amostras para testes.

“São 12 pessoas que têm de permanecer na empresa para que realizem avaliações a cada três semanas com o objetivo de manter a habilidade ágil e sempre em evolução”, explica.

Olhômetro. Sexador, para quem não sabe, é quem identifica o sexo das aves. Presidente da Associação Brasileira de Sexadores, Takaaki Mifune diz que a identificação ocorre quando a ave tem um dia de vida. “É preciso saber pegar, manusear e observar a cloaca – cavidade onde se abrem o canal intestinal e os aparelhos urinário e genital.”

Segundo ele, a visão precisa ser muito apurada. “A eficiência varia conforme a pessoa, com média de acerto de 95%. No Brasil, temos cerca de 150 profissionais.”

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– O Equilíbrio Profissional, tão necessário a nós!

Recentemente, ouvi no quadro Mundo Corporativo da Rádio CBN, entrevista do jornalista Heródoto Barbeiro com o autor do livro “O sucesso está no equilíbrio”, Robert Wong.

Resumo-a em um adjetivo: Sensacional.

Primeiramente, o autor não pede para ser apresentado como professor, autor, escritor, consultor… Simplesmente, quer ser apresentado como “Ser Humano”. E ao longo, descreve a relação dos profissionais com sua vida pessoal. Especialmente àqueles que sacrificam a saúde pela carreira. Mais: retrata como os excessos prejudicam o dia-a-dia de todos, mesmo dos mais consagrados administradores.

Uma frase batida, mas verdadeira, é ressaltada a todo instante: o administrador deve trabalhar para viver, nunca viver para trabalhar.

Talvez até pelo momento em que me encontrava emocionalmente, ao ouvir a matéria, identifiquei-me com essa necessidade e lembrei-me de muitos que provavelmente pensassem da mesma forma. Talvez queiramos nos tornar excepcionais profissionais, e em alguma seara consigamos, mas a que custo? Se não nos sentimos prejudicados, a quem prejudicamos? Aos nossos familiares? A nós próprios, inconscientemente? Sou eu um workaholic (viciados em trabalho)? Seremos todos nós workaholics, devido as necessidades do trabalho? Lembramo-nos de que somos “Seres Humanos” e também cansamos, nos estressamos, “surtamos” como gostam de dizer alguns?

De fato, o equilíbrio emocional, a sensibilidade, a necessidade de estar não só em dia com os valores profissionais, mas principalmente os emocionais, espirituais e demais, sejam quaisquer esses valores, é fundamental para o bem estar pessoal. E, por tabela, também o será na vida profissional.

Para quem não teve a oportunidade de ouvir, abaixo o link da ótima entrevista da Rádio CBN:
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/editorias/mundocorporativo.asp

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– Sampaoli e os Salários Atrasados. Ah se o Santos escutasse Levir Culpi…

A diretoria do Santos está fazendo de tudo para dar errado o relacionamento com o treinador Jorge Sampaoli, com algo que tudo poderia dar certo.

O Peixe está com os salários dos jogadores atrasados; mediante isso, o técnico argentino devolveu o seu (que estava em dia), como solidariedade. “Ganhou” ainda mais os atletas do grupo, embora tenha exposto a situação enrolada que a agremiação está.

Me recordei, imediatamente, do Fluminense trazendo o caríssimo PH Ganso mesmo com os jogadores deixando de treinar por motivo de greve (falta de pagamento); e a lúcida fala de Levir Culpi, que não quis a contratação com altas cifras de Diego Tardelli em respeito aos demais jogadores do Atlético Mineiro, para não passarem por atraso salarial. Relembre a declaração no link em: https://wp.me/p4RTuC-mPg

Imagino a situação do treinador do Santos tendo a possibilidade de trabalhar em um clube brasileiro com mais estabilidade financeira e estrutura de trabalho, o que ele poderia fazer! Quase sugestionei o São Paulo neste texto, pela base de Cotia e dinheiro “sobrando” (parece estar, pois gasta muito mal com jogadores caros e de futebol mediano). Entretanto, o ambiente político é péssimo pelos lados do Morumbi e, como vimos na época desde Juan Carlos Osório, a chance de dar errado (por culpa dos cartolas) é grave.

Enfim: O que você achou do gesto de Sampaoli: demagogo, solidário ou oportuno?

Deixe seu comentário:

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– Os nômades digitais estão em alta e ocupando o lugar da turma do home office.

Home Office? Trabalhar em casa? Ótimo, dizem muitos.

Mas e se você poder trabalhar onde quiser, e não necessariamente na sua residência?

Veja só que legal a nova tendência,

Extraído de: http://www.jj.com.br/jundiai/nomades-digitais-trocam-os-escritorios-por-mundo-livre/

NÔMADES DIGITAIS TROCAM OS ESCRITÓRIOS POR ‘MUNDO LIVRE’

Por Kátia Appolinário – ksantos@jj.com.br

Trabalhar é preciso, mas ser escravo do espaço corporativo é apenas uma opção. Isso porque as tecnologias digitais permitem ultrapassar os limites do escritório e fazer de qualquer lugar no mundo um ambiente de trabalho. É isso o que fazem os nômades digitais, colaboradores que a partir do trabalho remoto conciliam a arte de viajar com as responsabilidades profissionais.
O que diferencia o nômade digital de um funcionário que faz home office, por exemplo, é justamente a ausência de um endereço fixo e a liberdade de poder colocar o pé na estrada levando o “escritório” em dispositivos portáteis. E essa prática tem se tornado mais frequente do que se imagina.
De acordo com pesquisa feita em 2016 pela SAP Consultoria em RH, verificou-se que 68% das corporações já utilizavam tecnologias digitais para realização do trabalho remoto, sendo que dentre estas, 89% adotam o teletrabalho nômade ou itinerante.
Esse foi o caminho escolhido pelo especialista em marketing digital Victor Hugo Lopes, de 24 anos, que em dez meses conheceu 15 países e mais de 28 cidades da Europa, África e Oriente Médio. “Fui trabalhar na Polônia através da proposta de uma empresa de publicidade online. Como meu trabalho é basicamente por uma plataforma digital, após o término das minhas tarefas, eu ficava livre para viajar desde que eu ficasse com o meu computador logado”, explica o jovem, que por meio do nomadismo, já fez check-in no Marrocos, Letônia, Israel, Itália e Alemanha.
Para o jornalista e analista de mídias internacionais, Márcio Souza, de 37 anos, ainda que o termo “nômade digital” seja novidade, foram várias as vezes em que ele conciliou o exercício profissional com viagens através do benefício do trabalho remoto. “Eu já viajei muito enquanto trabalhava, já fui para o litoral de São Paulo, Cuiabá e para Minas Gerais, por exemplo. Não vejo nenhum ponto negativo”, afirma.
Além de reduzir os custos para a empresa e aumentar a produtividade, o trabalho remoto beneficia também os funcionários e a comunidade.
“O teletrabalho melhora a qualidade de vida; evita o deslocamento e acaba resultando em mais tempo livre para o lazer”, afirma Cléo Carneiro, Presidente da Sociedade Brasileira do Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt) e associado do Grupo de Consultoria em Teletrabalho (GCONTT).
Tradutor, web designer, assessor de imprensa e investidor de ações são algumas das profissões que podem ser exercidas através do trabalho remoto. “Quase todas as áreas da empresa podem adotar o teletrabalho, com exceção das áreas que demandam a presença das pessoas, como por exemplo, as funções de operação manual’’, afirma Cléo Carneiro.
Mas o ingresso à vida profissional nômade exige treino e planejamento. “Sempre me certifico se meu destino oferece uma boa conexão de internet e um ambiente propício para o trabalho. Ter um planejamento financeiro e um seguro de saúde internacional também são cuidados importantes a serem tomados”, instrui Victor, que mesmo tendo passado por momentos de dificuldade no exterior, não troca o trabalho remoto pelo comodismo rotineiro do escritório fixo. “Até das ‘roubadas’ você passa a gostar! Eu acabei desenvolvendo minhas próprias artimanhas”, complementa o jovem, valendo-se de que “a melhor parte da experiência é, literalmente, a experiência”.

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Victor Hugo já conheceu 15 países: “Sempre me certifico se meu destino oferece uma boa conexão de internet”. Foto: Divulgação.

– Delírios e Sonhos, por Mário Sérgio Cortella

Dias atrás eu ouvi o badalado filósofo Mário Sérgio Cortella argumentando sobre uma realidade que precisaria ser mais defendida e popularizada: a de diferenciar para as pessoas sobre os delírios e os sonhos.

Disse ele:

“Os sonhos precisam ser separados de delírios, pois sonhos são realizáveis e delírios não”!

E quando acreditamos que os delírios são sonhos e não saímos da ilusão? Ao ouvir a fala de Cortella, imediatamente me lembrei dessa necessidade: a de ter os pés no chão!

Há muita gente delirando, pensando que está sonhando?

Em contrapartida, será que tem gente com medo de tomar atitudes em relações a seus sonhos, e acha que delira?

Como estão os seus sonhos, delírios e… pés?

Fica a reflexão.

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– Treinador ganha jogo? Não sei. Mas muda carreira de atleta…

É inesquecível a lembrança de que um dia, Eurico Miranda, o presidente do Vasco da Gama disse:

Técnico não ganha jogo, mas técnico ajuda a perder jogo“.

Veja o caso do santista Jean Mota: na sua melhor fase da carreira, marcou 8 gols em 51 jogos (em 2016). Ao final de 2018, estava pronto para ser mandado embora do Santos FC por deficiência técnica. Aí chegou Jorge Sampaoli, o novo treinador, que apostou nele e... em 7 jogos do Campeonato Paulista, 7 gols marcados

De 0,1568 gol por jogo, para a média de 1 gol por partida. Mudou a vida ou não do atleta?

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– Usar o celular no Trabalho pode ocasionar demissão por justa causa!

Cada vez mais somos reféns do telefone móvel e seus aplicativos. Há gente que se vicia principalmente nos comunicadores de mensagens instantâneas (como WhatsApp) e redes sociais (Facebook, Instagram, Snapchat).

Uma situação cada vez mais discutida: o uso do aparelho durante o horário de trabalho!

Abaixo, extraído de Agora SP, ed 19/02/2017, pg B6.

EMPRESAS PODEM PROIBIR USO DE CELULAR NO TRABALHO

Trabalhadores têm o direito de usar o aparelho no almoço e no intervalo. Justiça autoriza a restrição.

Ao chegar ao trabalho, Rafael Rodrigues Meira dá adeus ao celular. O aparelho é guardado em um armário da Padaria Iracema, no Santa Cecília, e o garçom só checa as mensagens durante o intervalo.

Deixar o celular fora do alcance não é uma opção de Meira. “Dá vontade de olhar e se a gente se distrai, não atende o cliente como deve”, diz.

Por enquanto, os patrões permitem aos funcionários que o aparelho fique no bolso, mas a regra é clara e está estampada na parede: “é expressamente proibido funcionário utilizar celular no horário de trabalho”.

“Conheço um lugar que tem uam caixa para os colaboradores deixarem os aparelhos, que só são liberados no horário do almoço, revela Manuel Tarelho, dono da padaria.

Quem pensa que o impedimento por parte do empregador é abusivo se engana. Se a proibição está nas normas da empresa e o trabalhador insiste em usá-lo, pode até demitir por justa causa, perdendo aviso-prévio, férias e 13o, saque do Fundo de Garantia e seguro-desemprego.

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– Você Demonstra as Emoções no Ambiente de Trabalho?

Uma pesquisa interessante mostrou que: chorar, gritar, sorrir – ações comuns do dia-a-dia – devem ser manifestadas no ambiente de trabalho. E que a sinceridade do funcionário aumenta a produtividade!

Isso vai contra o profissionalismo na visão weberiana, onde o profissional é alguém dedicado ao trabalho e impermeável ao sentimentalismo.

Trabalho interessante, extraído da Revista Isto É: (clique aqui para link)

SOLTE SUAS EMOÇÕES NO TRABALHO

Por Débora Rubin

Pesquisa constata que expressar os sentimentos durante o expediente pode aumentar a produtividade – vale até derramar lágrimas.

Pegue a caixinha de lenços: já é permitido chorar no ambiente de trabalho. E você nem precisa sair da mesa para derramar suas lágrimas. De acordo com a escritora americana Anne Kreamer, ex-executiva do canal infantil Nickelodeon, reprimir as emoções no ambiente profissional está ficando démodé. E, mais que isso, pode provocar grandes prejuízos para a saúde do trabalhador e para a produtividade da empresa. Essa é a tese que a americana sustenta em seu livro, “It’s Always Personal” (“É sempre pessoal”, ainda sem tradução para o português). Para entender melhor o que está acontecendo no mundo corporativo, Anne fez uma pesquisa com mais de mil americanos para saber como eles estão administrando seus nervos durante o expediente. A grande maioria ainda guarda para si sentimentos como raiva, mágoa e, a campeã das campeãs, frustração. Ainda assim, a autora pôde sentir que os conceitos estão mudando. Chorar, que sempre foi considerado quase um crime no mundo profissional, já é visto com olhos mais amigáveis: 48% dos homens e 42% das mulheres acham que não é pecado se emocionar na frente do computador.

A gerente financeira Marcela Amaral, 24 anos, é uma chorona assumida. Nem se dá ao trabalho de ir ao banheiro, tática das mais adotadas por funcionários, para colocar para fora suas mágoas. “Só apelo ao carro quando quero gritar”, diz, rindo. Marcela vive uma situação delicada. Seu pai é o dono da empresa onde ela trabalha e ela é chefe da sua tia. Tantas relações pessoais e profissionais misturadas geram estresse duplo. “Não entendo por que as pessoas guardam tanto os sentimentos, faz mal. Eu prefiro chorar a ter gastrite nervosa e problemas do coração.”

Marcela está certa. Como diz a americana Anne, as lágrimas são o botão natural para “reiniciar” a máquina humana. “Quando a gente resolve a questão que está incomodando, tira aquele problema da frente e passa a ser mais produtivo”, diz. Além disso, defende a autora, as emoções são fundamentais para tomar decisões. “A neurociência já mostrou que o sistema límbico, morada dos sentimentos, influencia na escolha das decisões”, complementa a consultora de recursos humanos Vera Martins, autora do livro “Tenha Calma!”, no qual ensina a transformar a raiva em uma poderosa ferramenta de trabalho. Como Anne, Vera acredita que é preciso refletir sobre a mensagem que as emoções estão passando. “A raiva é protetora da nossa individualidade, é o que nos avisa sobre a insatisfação interna e mobiliza para a mudança. Bem conduzida, ela pode libertar tensões e alertar contra ameaças”, exemplifica. Só não vale sair gritando com os outros ou puxando o tapete alheio.

O professor de história Therence Santiago, 32 anos, acredita que seu papel de docente vai muito além de transmitir conteúdo. “Quando passo para os meus alunos a minha emoção, estou ensinando também a importância de ser transparente em relação aos próprios sentimentos”, conta ele, que não se importa em dizer que chora sempre que sente vontade na frente da classe, seja por motivos pessoais ou seja por um tema que o emociona. Foi assim quando seu irmão mais velho morreu de gripe suína, há pouco mais de um ano. “Nunca fui tão abraçado pelos meus alunos”, recorda.

Segundo a pesquisa americana, homens choram menos no trabalho – 9% contra 41%. E, mesmo assim, a ressaca lacrimal ainda é um problema para as mulheres. “A imensa maioria ainda sente culpa depois que chora, é como se tivesse traindo a causa feminista”, afirma Anne. Uma mulher expressando sua raiva tampouco é bem-vista. Ainda prevalece a máxima de que as que choram são fracas e as que gritam são histéricas. Samira Racca, 25 anos, no entanto, não sente culpa alguma. Ela já foi auxiliar de escritório, vendedora em loja – chegou a ser consolada por um cliente – e hoje estuda artes visuais. Quer migrar para o universo artístico justamente por ser mais receptivo às dores humanas. “Sou muito intensa em tudo, para a felicidade e para a tristeza, não sei criar um personagem. Sempre que choro, me alivio”, diz.

Para Antônio Carminhato Jr., CEO do Grupo Soma, especializado em recursos humanos, as empresas brasileiras estão cada vez mais simpáticas às pessoas autênticas e honestas com seus sentimentos. As “competências emotivas”, segundo ele, são levadas em conta na mesma proporção das competências técnicas. “Eu diria que uma pessoa que chora no trabalho não é fraca, mas franca”, acredita. Apesar das boas novas, é bom lembrar que as mudanças em curso no mundo corporativo ainda são muito frescas – nem todos encaram as novidades com naturalidade. Não à toa a pesquisa de Anne Kreamer apresenta algumas contradições. Por exemplo, ao mesmo tempo que 43% das mulheres acham que quem chora é instável, 69% das pessoas ouvidas acham que quem se mostra emotivo diante dos colegas é mais humano. “Expressar as emoções faz parte das novas crenças que estão sendo disseminadas como indispensáveis dentro das empresas”, diz a consultora de RH Vera. “É a mensagem percebida como a ideal, mas ainda não foi totalmente incorporada no mundo profissional”, alerta. “Às vezes uma empresa encara positivamente, mas o colega da baia ao lado, não”, complementa Carminhato Jr. Portanto, pode chorar. Mas com moderação.

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– A Bipolaridade do Mundo Organizacional

Compartilho um artigo extremamente oportuno de um fenômeno atual: a “Mudança de ‘Humor Organizacional’ das Empresas”, retratado pelo Prof José Renato Sátiro Santiago.

Abaixo, extraído de:

http://jrsantiago.com.br/blog/texto/A_Bipolaridade_no_Mundo_Corporativo_e_seu_uso_indevido

A BIPOLARIDADE NO MUNDO CORPORATIVO E SEU USO INDEVIDO

Distúrbio caracterizado pela repentina mudança de humor de seu paciente, a bipolaridade tem invadido o dia a dia de todos nós.

Diferentemente do que acontecia em um passado remoto, hoje em dia não é tão raro conhecermos alguém que sofra deste mal.

A questão aqui, no entanto, não diz respeito ao efetivo crescimento, mas sim ao seu diagnóstico.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a OMS, há cerca de 340 milhões de pessoas que sofrem de transtornos desta natureza (1 a cada 20).

Sim, sofrer é o termo certo, pois se trata de uma doença com a qual se deve ter um enorme cuidado.

Conforme alguns estudos, o índice de suicídio entre as pessoas bipolares é cerca de 30 vezes maior se comparado com aquelas que não possuem tal distúrbio.

Assustador.

Ainda assim, há um mal maior sofrido por uma pessoa bipolar, o preconceito.

Muitos, talvez por pura ignorância no assunto, costumam associar as características deste mal como sendo “pura frescura” ou “falta de uma boa surra quando criança”.

Como se fosse possível controlar seus efeitos.

No mundo corporativo, por exemplo, não é incomum confundirem a bipolaridade com questões bem diferentes sem qualquer relação de causa e feito.

Isto é péssimo e é o pior que pode ser feito.

Quantos de nós, ao longo de nossa vida profissional, já testemunhamos colegas que mudam radicalmente de postura e comportamento de um momento para o outro.

Tal tipo de situação costuma ser marcada por frases de tal estirpe “…ele (ou ela) só pode ser bipolar…”.

A verdade absoluta é que isto está longe de ser bipolaridade.

O que seria apenas uma estratégia de sobrevivência, mesmo que vil, passa a ser entendido como algo que é feito sem que haja a devida previsibilidade.

A pessoa bipolar age de acordo com o seu humor, e este, o humor, muda de forma muito rápida e extremada.

Trata-se de algo que pode ser controlado com tratamento, inclusive com medicação apropriada.

A mudança de posicionamento repentino, conforme conveniência, não possui qualquer relação com este tipo de transtorno.

O assunto sobre o qual se refere é outro.

Além disso, e justamente por se tratar de uma doença, é uma irresponsabilidade o uso indevido de um assunto tão sério para qualificar alguém.

Uma atitude preconceituosa, pois tende a associar uma doença como sendo uma característica pessoal.

“Ah mais eu não sabia disso”.

Ainda assim, o desconhecimento sobre as características desta, ou de qualquer outra, doença não serve de atenuante ao seu uso indevido.

Aliás, isto deveria servir para tudo, não é mesmo?

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– Como um Entrevistador deve se Comportar Frente ao Entrevistado

Não é erro de digitação. Normalmente, nós vemos aconselhamentos sobre como um entrevistado deve se portar na entrevista de emprego. Agora, um artigo bacana do caderno Inteligência da “Época Negócios” traz dicas para quem está do outro lado. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:

Extraído de Revista Época Negócios, edição 234, pg 73

A PERGUNTA QUE VALE UM EMPREGO

Por Álvaro Oppermann

Há muitas dicas para um candidato se dar bem na entrevista. Mas o que dizer do entrevistador?

A cada ano, uma profusão de livros e artigos é publicada sobre a arte da entrevista de emprego: o que dizer, como se portar, o que vestir etc. O foco destas obras costuma ser o entrevistado. Pouca atenção é dedicada ao entrevistador. Isso está mudando. “A habilidade de recrutar é um dos maiores desafios atuais do gerente. Um bom entrevistador é fundamental”, escreveu Rhymer Rigby, jornalista inglês especializado em gestão. Compilamos as principais dicas sobre o tema, de autoria de craques da área, como Paul Falcone, diretor de Recursos Humanos da Time Warner Cable. Boa leitura.

Preparação_Faça o “dever de casa”: estude bem o currículo dos candidatos. “Cuidado com o currículo ‘funcional’, pouco específico, sem detalhamento de funções”, escreveu o professor indiano Mamin Ullah, em artigo recente do International Journal of Business and Management. “Também estabeleça cinco a sete critérios para julgar os candidatos, e não abandone estes critérios”, afirma Moira Benigson, sócia da firma de recrutamento MBS Group.

Recepção do candidato_Muitos entrevistadores têm o prazer quase sádico de “torturar” o entrevistado. É um erro, diz Paul Falcone no livro 96 Great Interview Questions to Ask Before You Hire (“96 ótimas perguntas de entrevista para fazer antes de contratar”). “A filosofia destes entrevistadores é: ‘o candidato precisa suar frio antes de ter a vaga’. Errado”, diz o diretor da Time Warner. Uma das formas sutis da “tortura” é a excessiva formalidade. “Tente criar um ambiente descontraído na entrevista”, completa Falcone.

Estrutura_A entrevista é estruturada em torno das competências e do comportamento do candidato. Porém, existem questões que devem ser evitadas. Por exemplo, não se devem fazer perguntas que induzam a resposta. Jane Clark, sócia da firma de consultoria Nicholson McBride, de Londres, esclarece: “Em vez de formular a questão ‘Você acha que integridade é importante?’, diga, ‘Dê-me exemplos de situações de integridade’”. “Controle o fluxo da entrevista. Quando o entrevistado se estende demais, interrompa-o polidamente”, diz Mamin Ullah.

Combate à incerteza_E o que fazer quando você ainda tem dúvida sobre o candidato? É a hora da pergunta de tom mais pessoal. Ela dá uma chance de ouro ao bom entrevistado. “Eu costumo perguntar ao final da entrevista: ‘O que você faz para brilhar?’”, diz Falcone. “Certa vez, uma recepcionista me disse que ela tivera uma ideia de como poupar US$ 1 para cada fax enviado do escritório. É o tipo de resposta que é bom de ouvir.”

Julgamento_Nunca julgue o candidato antecipadamente. Dê chance para ele se sobressair, diz Mamin Ullah. Um entrevistado pode começar a entrevista com nervosismo, e terminar autoconfiante. Ou o contrário. “Desenvolva a memória, observando o candidato no pré e no pós-entrevista. Isso diz muito sobre ele”, conclui o professor indiano.

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– Proceder Metafórico da Correta Liderança?

O líder não é aquele que manda, mas sim o que convence o subordinado a fazer. Não é o que escraviza seu empregado, mas o que o trata com respeito. Não é aquele quem maltrata, mas educa o colaborador. 

Enfim, a figura abaixo representa muito bem quem é a correta figura do verdadeiro indivíduo que exerce a liderança, diferindo da chefia autocrática: 

– E quem paga a festa de final de ano da empresa?

Moro em uma região de chácaras de eventos, e nessa época, costumeiramente, as grandes empresas alugam os espaços para as costumeiras confraternizações de final de ano.

Imagine que você é o Executivo de uma multinacional e é pressionado pela Matriz por números melhores. A sua administração é calcada no bom ambiente organizacional mas precisa reduzir custos. Demitir, infelizmente, é um dos recursos. Como demitir e depois realizar uma festa?

Claro, isso parece lógico para quem é gestor: evitar qualquer sintoma que dê discussão no corpo efetivo, afinal existiram pessoas insatisfeitas com a atitude antipática de se demitir. Mas há aqueles que entendem que a “simbologia” de um evento com os familiares seja importante mesmo assim.

Sinuca de bico? Tem verba para festejos mas despede empregados?

Pense também na cadeia da indústria do entretenimento: com a crise econômica, imagine quantos espaços de eventos corporativos perderam de dinheiro e de clientes, além do fator “agenda vazia” ter ocasionado até o fechamento das mesmas!

No ano passado vi muitos vizinhos, donos dessas chácaras, chorarem copiosamente. Veremos isso neste ano de novo?

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– Craques realmente não gostam de futebol?

Seria apenas um blábláblá para não serem importunados, ou realmente pensam e agem assim?

Ronaldo Nazário e Ronaldinho Fenômeno já declararam publicamente que não conseguem assistir a uma partida inteira de futebol. A primeira impressão é de que, como ex-atletas, estariam “cansados” do esporte que rendeu-lhes o ganha-pão e, portanto, desligam a TV!

Agora é a vez de Carlitos Tevez declarar algo que, sinceramente, acredito:

“Não gosto de assistir futebol. Se tem um canal passando Barcelona x Real, e em outro golfe, fico com o golfe.”

E que conclusão tiramos?

De que eles devem gostar das “peladas com amigos”: aquele jogo descompromissado, com muita alegria e bagunça. Futebol profissional, provavelmente, deve ser maçante como ofício a eles.

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– Como se menospreza a figura humana na Arbitragem: o caso Dilbert!

Todos nós sabemos que as Federações Estaduais e a CBF transformam a figura do árbitro de futebol (inclua-se aqui os termos populares “juiz, bandeira, AAA” e tudo mais) como PRESTADORES AUTÔNOMOS DE SERVIÇOS AOS CLUBES. Isso ocorre para fugir da caracterização do vínculo empregatício, e as riquíssimas entidades não pagarem 13º salário, FGTS, férias, etc..

Em tese, o árbitro é contratado pelos clubes e de maneira autônoma recebe deles (como se nem existisse cobrança dos testes físicos, escritos e capacitações por CBF e outros).

O problema é que não existe REAL planejamento de carreira. As Comissões de Arbitragem usam o cidadão como objeto, extraindo tudo o que podem e jogando-o no lixo quando não interessa mais.

Já se questionou por quê tanto “nome ruim” surge, não mostra qualidade e perdura (insiste-se em suas escalas) e outros bons somem do nada, dando espaço a esses citados?

Pior: o que fazem os Sindicatos Estaduais e a ANAF, que recebem percentual das escalas e que, confesso, NUNCA VI BATEREM DE FRENTE com os patrões?

Aliás, dirigente sindical que trabalha para aquele que deveria ser o outro lado da relação, é surreal. Será que isso acontece no futebol também?

Digo isso após ler o absurdo caso do experiente e competente Dilbert Pedrosa, jogado as traças sem explicação.

Aliás, o que teria justificado o Cel Marinho para deixá-lo de lado? O que o sindicato da categoria de Dilbert fez pelo mesmo?

Extraído do UOL, em: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2018/09/25/bandeirinha-ex-fifa-vende-colecao-camisas-e-desabafa-a-porta-fechou.htm

EX-FIFA, BANDEIRINHA VENDE COLEÇÃO DE CAMISAS E DESABAFA: “A PORTA FECHOU”

Dibert Pedrosa Moisés trabalha há quase 30 anos com arbitragem. Filiado à Federação Carioca de Futebol, está no quadro de árbitros assistentes da CBF desde 1997 e, por quatro temporadas, entre 2008 e 2012, foi dono de um escudo da Fifa. Ele foi bandeirinha em partidas importantes nos últimos anos, como a semifinal da Libertadores de 2012, entre Santos e Corinthians, e a final da Copa do Brasil de 2008, além de Eliminatórias da Copa do Mundo, Sul-Americana, Brasileirão e Estadual. Uma carreira recheada por grandes momentos que já não acontecem mais.

Em 2018, ele participou de um jogo da Série B do Campeonato Brasileiro e cinco da Série C. Também tem atuado na Liga Municipal de Magé, em partidas de futebol amador. Aos 47 anos de idade, amarga ausências nas escalas da CBF e já não atua há três meses. “Não posso ficar aguardando segunda-feira, terça, quarta, e nunca ser escolhido para trabalhar. Semana passada eu solicitei dispensa até 31 de dezembro, tenho que dar sentido à minha vida”, desabafa, ao UOL Esporte.

Uma das formas de “dar sentido à vida” é equilibrar as contas em seu primeiro ano de pouco destaque na arbitragem. Ele conseguiu com a venda de sua coleção de camisas de futebol. Os itens foram presenteados por clubes ao longo dos últimos anos e vendidos em um grupo de amantes de futebol no Facebook. Dibert se desfez de camisas de times como Vitória, Chapecoense, Sport e Coritiba, além de camisas e agasalhos de arbitragem, com logotipos da CBF e até da Fifa. Os valores variaram entre R$ 70 e R$ 400, e vão ajudar o bandeirinha a ter um fim de ano de menos aperto financeiro.

“Uma das camisas que mais doeu vender foi da seleção da Itália, quando trabalhei em um amistoso Fluminense x Itália pré-Copa do Mundo. Mas não tive o que fazer. Sem solução, sem alternativa, eu tinha que suprir as necessidades da minha família. Vivemos um período de crise financeira e política no país. Eu me encaixo entre as pessoas que precisam de uma fonte de renda dentro de casa. Minha fonte secou”, desabafa o profissional, ainda credenciado pela CBF.

Além do futebol amador, Dibert Pedrosa Moisés espera voltar a trabalhar com futebol no Campeonato Carioca de 2019. Até lá, a renda das camisas e um trabalho freelancer em uma empresa de seguros ajudarão nas despesas.

Árbitros sem segurança financeira

A arbitragem é reconhecida como profissão desde 2013 no Brasil, mas seu regime de atuação não é profissional. Não há um salário fixo, pois federações e CBF não estabelecem vínculos empregatícios. O pagamento é conforme o número de jogos em que se trabalha. Em períodos como a pausa da Copa do Mundo, sem jogos, não há trabalho. Ainda há o problema das escalas, definidas por sorteio. Se você não é sorteado, não trabalha. Em caso de punição por erros, também não há trabalho. Ao UOL, em entrevista recente, o comentarista de arbitragem Sálvio Spinola falou sobre o assunto: “Ter remuneração mensal é ter estrutura.”

Jacqueline Resch, consultora de RH e carreiras, faz ressalvas: “O primeiro ponto é que trata-se de uma carreira em que a pessoa não depende só de talento e investimento para ter retorno. Depende do fator sorte. Mas pensar ‘ó vida, ó azar’ não é uma postura construtiva. É preciso pensar que essa condição caracteriza a profissão. Então, uma atuação alternativa, construir outras possibilidades, é importante. Hoje, as pessoas não têm uma única atuação. A outra alternativa é o grupo (arbitragem) se fortalecer para reivindicar outros critérios que não só o sorteio. Mas é um caminho coletivo. No individual, é preciso o pé na realidade.”

É o que Dibert está fazendo. “Estou tentando me recolocar porque arbitragem toma muito tempo. Qual dono de empresa aceita que seu funcionário saia para ficar dois ou três dias fora do emprego para ter um ganho extra? Quem é esse patrão? Se não tem como ter rotina, o cara fica estagnado”, diz o árbitro. Ele cita uma viagem de 30 dias ao Chile, a trabalho pelo futebol, como razão para poucas oportunidades fora do esporte.

Boa parte dos árbitros trabalha paralelamente. São autônomos, funcionários públicos, donos dos próprios negócios. Jacqueline Resch, coach de carreiras, dá até dicas: “Hoje, há empresas um pouco mais flexíveis. Pode ser que o árbitro encontre uma empresa apaixonada por futebol ou que tenha essa cultura. As pessoas podem achar sua história extremamente curiosa ou podem achá-lo criativo, porque a profissão exige uma série de atributos. Conciliar hoje é possível.”

Dibert começou em outro esporte

O bandeirinha considera ter quase 30 anos de carreira como árbitro porque coloca na soma um período ainda na adolescência. Ele era jogador de vôlei na época de escola, fã da geração de Montanaro, Renan e Bernard. Criou amizade com os responsáveis pela arbitragem de competições esportivas em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Ainda jovem, passou a trabalhar como mesário, cronometrista e anotador em esporte amador – inclusive no futebol. Entrou para os quadros da Federação Carioca em 1993. A estreia na elite estadual foi em 1996, com jogo entre Fluminense e Barreira.

Após mais de 200 partidas na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro e quatro temporadas na elite do futebol sul-americano, como árbitro Fifa, hoje ele se considera “rebaixado”. Deixou o quadro internacional por razões físicas e acha que o esquecimento em grandes torneios nacionais se deve a um erro na partida entre Vitória e Chapecoense, pela 16ª rodada do Brasileirão do ano passado. Ao todo, foram quatro erros considerados pela CBF em 2017. O preço: não trabalhou na Série A no ano seguinte. “Eles me pararam”, critica.

Desempregado na área de vendas, que era sua principal fonte de renda, ele sente pelo momento: “O que me restava era a arbitragem, mas a porta se fechou e não posso ficar criando ilusão de que ainda vou trabalhar.” Segundo Dibert, a remuneração da CBF aos árbitros hoje em dia é boa e está melhorando, com cada vez mais conquistas do setor. “Mas e quando você perde tudo, como faz? E aí?” “Isso é viciante, vira uma cachaça. A arbitragem acaba se tornando uma paixão, e o árbitro, por muitas vezes, também se ilude com o meio, que é fantástico, mas ilusório. Você vai para essa ilusão. Quando você entra em um estádio, uma arena de Copa do Mundo, se não tiver um alicerce você se encanta com tudo, fantasia, vive um sonho. Tem que viver esse sonho, sim, respirar esse sonho. Mas botar o pé no chão e voltar à realidade.”


Agasalho de arbitragem da Fifa foi um dos itens comercializados na Internet

– Sobre Pessoas e Negócios  

Uma postagem da Revista Exame mostrou com perfeição o que penso sobre Relacionamento Social, Produção e Mercado:

A imagem diz tudo. Veja: 

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– Cabeça de Chefe e Cabeça de Empregado estudadas.

Estudos mostram que a cabeça de um chefe pensa diferente da de um subordinado. E até querem “reprogramar” os funcionários!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI110230-15224-2,00-VOCE+TEM+UM+CEREBRO+DE+LIDER.html

VOCÊ TEM UM CÉREBRO DE LÍDER

por Marcos Coronato

Os cientistas descobriram que a mente do bom chefe funciona de jeito diferente. Agora querem “programar” qualquer pessoa para ser assim

Ficou pior do que já era a rotina dos alunos da Academia Militar de West Point, a elite dos aspirantes a oficial do Exército dos Estados Unidos. Eles vêm participando de uma experiência que parece extraída de um filme B de Hollywood. Com fios conectados à cabeça e fones de ouvido, cada jovem militar é confrontado com problemas hipotéticos variados, que envolvem o comando de um grupo de soldados e exigem concentração e capacidade de tomar decisões. Dependendo da resposta, o aspirante pode ouvir pelo fone um desagradável ruído de alerta. O alerta não significa que houve uma resposta “errada”, nem o sistema se preocupa com “erros” e “acertos”. Ele busca detectar algo muito mais profundo – o jeito de o cérebro de cada um começar a avaliar uma questão.

A experiência vem sendo conduzida pelo psicólogo Pierre Balthazard, professor na Universidade do Estado do Arizona. Ele acredita ter encontrado um jeito “certo” de pensar para coordenar bem equipes, fazer boas escolhas e tomar decisões acertadas. O Exército americano aceita que seus jovens estudantes sirvam de cobaia, na esperança de que aprenderão a pensar “certo” antes de liderar grupos em situações de combate. Segundo Balthazard, já há empresas interessadas em participar das experiências com seus funcionários em cargos de chefia.

O método de Balthazard ainda enfrentará um campo minado de dúvidas e saudável ceticismo, por parte de neurologistas, psicólogos e especialistas em treinamento. Ele evoca dúvidas muito comuns, existentes em qualquer organização e que já devem ter passado pela sua cabeça: seu chefe merece o cargo que tem? (Não que essa dúvida passe pela minha, é claro.) A organização em que você trabalha sabe identificar as melhores cabeças? Quais deveriam ser promovidas? Quem é chefe foi treinado devidamente para isso? Mais importante ainda: sua cabeça funciona do jeito certo, para que você possa ser promovido e coordenar outras pessoas com facilidade e eficiência?

O jeito como a cabeça de cada um lida com situações diversas já vinha sendo mapeado desde os anos 80, graças ao advento de métodos como ressonância magnética, eletroencefalografia e tomografia (também chamada PET scan, ou “escaneamento por tomografia por emissão de pósitrons”). Não se trata de ler pensamentos, mas de detectar padrões de atividade elétrica e circulação sanguínea, e perceber quais porções do cérebro atuam mais nessa ou naquela situação. Tornou-se possível enxergar claramente o que acontece no cérebro de uma pessoa quando ela negocia, desconfia, pechincha, se esforça para manter a calma, reage impulsivamente, compara preços, sofre prejuízos ou pensa em si mesma ou nos outros.

Quando os médicos e os neurologistas passaram a ler o que ocorria na cabeça praticamente em tempo real, uma multidão de especialistas de outras áreas os procurou, a fim de aproveitar esse conhecimento. Esse encontro de especialidades, embora promissor, resultou em dois discursos bem diferentes. Enquanto parte dos profissionais (principalmente os neurologistas) trata o funcionamento do cérebro de maneira cerimoniosa e cheia de dúvidas, especialistas de outras áreas – como psicólogos, administradores, economistas, teóricos de marketing e carreira – passaram a falar do tema sem embaraço algum. “Neuroadministração”, “neurocontabilidade”, “neuroempreendedorismo”, “neuromarketing” e “neuroeconomia” são algumas das áreas de estudo nascidas dos novos conhecimentos sobre o cérebro humano – e da vontade de muita gente de faturar com eles.

Enquanto a lista das “neurotendências” aumenta, cresce também o coro dos céticos. Entender o que se passa no cérebro é uma empreitada ambiciosa. Ensiná-lo a funcionar dessa ou daquela forma parece muito mais difícil. “Liderança envolve experiência, aprendizado, é um tema amplo demais. Quem se entusiasma muito com essas ideias pode se decepcionar”, diz o neurologista Armando da Rocha, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que realiza pesquisas em neuroeconomia com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O cientista, que já estudou padrões cerebrais de crianças com dificuldade de aprendizado, vem avaliando como funciona a cabeça de investidores enquanto negociam na Bolsa. Por enquanto, ele só quer entendê-los melhor, e não modificá-los.

O empenho das Forças Armadas americanas tampouco significa que a teoria de reeducar mentes funcione. Os militares nos Estados Unidos são famigerados consumidores de novidades na área da administração, testam muitos métodos ao mesmo tempo, para depois abandonar a maioria. O próprio Balthazard apresenta suas dúvidas. “Ainda é cedo para prever nossa habilidade de usar esse conhecimento para desenvolver líderes melhores”, diz. Ele e outros otimistas se diferenciam da maior parte da comunidade científica, porém, por confiar em obter bons resultados com uma técnica usada no tratamento de hiperatividade, epilepsia e formas brandas de autismo, chamada neurofeedback.

As experiências em andamento na Academia de West Point nasceram de um estudo feito na Escola de Administração W. P. Carey, no Arizona, por Balthazard e pelo psicólogo Jeffrey Fannin. Primeiro, os pesquisadores foram buscar indivíduos que pudessem ser considerados bons líderes, entre empresários, banqueiros, advogados, médicos (e um guia de montanhismo). “Líder”, no caso, é o sujeito que podemos considerar bom chefe ou merecedor do cargo, por conseguir coordenar um grupo e fazê-lo atingir objetivos determinados, deixando os liderados satisfeitos enquanto perseguem uma meta comum. Como parecem existir muitas formas de liderar bem (e muitas mais ainda de liderar mal), os pesquisadores tentaram medir essa habilidade de maneira objetiva, dando notas para os entrevistados. Para isso, aplicaram dois testes (um deles, chamado CAL, ou Liderança Complexa Adaptativa, é usado por militares nos EUA).

Os testes se propunham a “medir” capacidades como adaptabilidade, facilidade para delegar responsabilidades, disciplina mental, otimismo e carisma (subordinados de cada participante também foram entrevistados). Em seguida, os participantes que obtiveram as notas mais altas nos testes de liderança passaram por sessões de eletroencefalografia. Balthazard e Fannin saíram do outro lado dessa aventura intelectual com o que consideram um tesouro: o modelo de funcionamento mental de 55 ótimos líderes. Mais ainda: eles afirmam ter identificado muita coisa em comum no funcionamento desses 55 cérebros privilegiados. Começou aí a parte mais difícil. Seria possível ensinar os cérebros de outras pessoas a se comportar de forma parecida?

Eles acreditam que isso seja possível com o neurofeedback, o método até agora usado somente como terapia. Ele consiste em monitorar a atividade cerebral do indivíduo e induzi-lo a funcionar mais de certa forma – por exemplo, usando mais determinadas áreas. Quando o cérebro funciona da maneira desejada, o paciente tem uma resposta positiva, como a continuidade de um vídeo em exibição ou, o que é mais comum, a repetição de sons agradáveis. Caso o cérebro atue da maneira “errada”, a resposta é negativa, com a interrupção do vídeo ou a repetição de sons incômodos. “É incrível como o cérebro rapidamente aprende o que é necessário! Repetindo o exercício muitas vezes, o cérebro aprende como tem de se comportar”, afirma Balthazard.

Hoje, podem-se tomar estimulantes, tranquilizantes, antidepressivos, ansiolíticos e outros tipos de medicamento, muitos deles agindo diretamente sobre o sistema nervoso central, para provocar mudanças que se considerem úteis no comportamento ou no desempenho. Pesquisadores como a endocrinologista Angela Stanton, da Universidade de Claremont, nos EUA, e do Instituto Max Planck, na Alemanha, acreditam que isso é apenas o começo. “Aprimoramento artificial já é usado em muitas atividades. Pense nos esportes”, diz Angela. “Não é diferente se você pensar em líderes e administradores, embora seja importante lembrar as limitações impostas a cada um pela genética.” A cientista organiza um livro a ser publicado em 2010, chamado Neuroeconomics and the firm (A neuroeconomia e a empresa). Se cientistas como Angela e Balthazard estiverem certos, você poderá mudar o comportamento de seu cérebro com objetivos bem definidos – por exemplo, enfrentar melhor situações complexas, ser mais empático (ou seja, capaz de se colocar no lugar de outras pessoas ao decidir), mais sereno diante de situações estressantes ou mais concentrado –, tudo isso sem perder a agudeza mental. O estudo só ignora um detalhe importante. Quando pensamos ver um grande líder conduzindo um grupo de satisfeitos liderados, podemos estar na verdade diante de um grupo bem-sucedido pelo mérito coletivo de seus integrantes – e não individual do líder. Talvez seja necessária uma nova pesquisa, desta vez ligando os cérebros dos aspirantes de West Point uns aos outros.

– Licença para ser pai torna-se mais abrangente no Brasil!

Lhe traz a simpatia o fato de uma empresa estender seu período de licença-paternidade, para que o novo-pai possa desfrutar mais desse novo momento de alegria e adaptação?

Em alguns países, a Constituição local permite que se somem os dias entre pais e mães para que eles fiquem em casa conforme convier (a mulher “transfere as sobras dos seus dias” ao marido. Por aqui, os dias das mães e dos pais na licença são pré-determinados, mas isso parece estar mudando pela iniciativa privada.

Extraído de: https://istoe.com.br/licenca-para-ser-pai/

LICENÇA PARA SER PAI

Cresce número de empresas no Brasil que oferecem mais de 20 dias de licença-paternidade para seus funcionários, com ganhos de produtividade e engajamento

por Paula Diniz

Houve uma época em que só as mulheres cuidavam dos filhos e isso parecia natural. Os homens ficavam com a responsabilidade do sustento familiar e se contentavam com seu papel de coadjuvante nas questões domésticas. Mas essa situação ficou para trás. Um reflexo desses novos tempos de pais mais participativos é a rápida ampliação do tempo de licença-paternidade pelas empresas e instituições brasileiras. Desde 2006, quando a ex-presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei beneficiando servidores públicos e funcionários de empresas privadas para desfrutarem do benefício, os pífios cinco dias previstos na Constituição de 1988 foram estendidos para 20 dias nas companhias que aderirem ao Programa Empresa Cidadã. O último levantamento da Receita Federal mostra que 20.484 empresas já entraram no programa – o equivalente a mais de 13% das organizações brasileiras aptas a aderir. No último dia 5, houve um claro sinal de mudança em um ambiente tradicionalmente machista. O Senado aprovou um projeto de lei que amplia a licença-paternidade dos militares de 5 para 20 dias.

Divisão de responsabilidades

“Tento dividir todas as tarefas com minha esposa, só não dividimos a amamentação”, diz o gerente de processos da Natura Rafael Bortolotti, 35 anos, que desfruta atualmente da licença paternidade. “O principal benefício da licença estendida é a possibilidade de criar maior vínculo com o bebê. A paternidade está me tornando alguém melhor.” A Natura, seguindo uma tendência cada vez mais forte no País, vai além da lei e oferece 40 dias de licença por conta própria como investimento no colaborador, em sua família e, consequentemente, em si mesma. “Os funcionários retornam da licença com vínculo mais forte, há melhor qualidade de trabalho”, conta Marco Milazzo, diretor de remuneração e reconhecimento da Natura. “A pesquisa de engajamento tem mostrado índices melhores ano a ano desde que a licença-paternidade passou para 40 dias, em 2016”. A licença-paternidade é optativa e não interfere nas férias.

A Johnson & Johnson Brasil é outra empresa que estendeu a licença para 40 dias no ano passado a todos os funcionários, pais adotivos ou biológicos. “É um importante diferencial para o recrutamento da nossa futura força de trabalho”, diz Guilherme Rhinow, diretor de RH. A Reserva, confecção e varejista de moda masculina, dá 45 dias de licença-paternidade para seus funcionários desde que seu CEO, Rony Meisler, passou um mês em casa após o nascimento do seu segundo filho, em 2016. Ele pôde estar perto do bebê em seus primeiros momentos de vida e dar todo suporte à sua esposa. “Sou a prova viva de que a licença paterna nos primeiros dias de vida do filho é fundamental para criar vínculos”, diz Meisler. O Facebook oferece a licença parental de quatro meses em todos os seus escritórios do mundo. É possível tirar o período em diferentes momentos durante o primeiro ano da criança. A licença também é disponível para parceiros do mesmo sexo. O Google oferece 12 semanas também com prazo de até um ano para usar a licença. Cada pai escolhe a solução que mais faz sentido para sua vida. “É uma questão de divisão de responsabilidades. Precisamos permitir que os pais tenham participação mais ativa”, disse a empresa por meio de sua assessoria de imprensa.

“Sou a prova viva de que a licença-paternidade estendida é fundamental para criar vínculos com o recém-nascido” Rony Meisler, CEO da Reserva

Focados no trabalho, os pais delegaram às mães toda tarefa de cuidar, sem um modelo masculino próximo. “É comum o homem ser mandado de volta pela companheira antes de terminar a licença-paternidade por se sentir deslocado na própria casa. Não fomos educados para a paternidade, por isso um curso preparatório é importante”, diz Guilherme Valadares, membro do Comitê Eles por Elas da ONU Mulheres e editor-chefe do portal Papo de Homem, que oferece cursos e consultoria estratégica em masculinidades para empresas e, em breve, lançará um curso online de paternidade ativa também para pessoas físicas. “Como vamos rediscutir o papel dos homens nas famílias se eles ficam só cinco dias em casa? Lutamos para que todas as empresas ofereçam pelo menos 20 dias, mas temos aí uma questão”, comenta Valadares. Para ter a licença estendida pelo Programa Empresa Cidadã, os pais devem participar de atividade de orientação sobre paternidade consciente, oferecida ou recomendada pela empresa.

Crédito: Claudio Gatti

CARINHO Rafael Bortolotti, da Natura: licença de 40 dias para cuidar de Catarina e divisão de tarefas com a esposa (Crédito: Claudio Gatti)

– Onde estão as novidades dos times pequenos?

Sou do tempo que o Interior de São Paulo fomentava o surgimento das revelações no futebol, cujos atletas iam para os times grandes. Um ou outro trazia um veterano como atração; mas, em regra, as equipes “caipiras” abasteciam as da Capital. 

Leio hoje: Kleber Gladiador pode ir para o São Bento, Antônio Carlos Zago estreiou como técnico no Red Bull e Luís Fabiano vai assinar com a Ponte Preta.

Onde estão as revelações? Jogadores e treinadores “mais do mesmo” – e para alguns, também e atualmente “mais ou menos”… 

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– E escrevi a última página deste capítulo (mas o livro segue sendo redigido, com inspiração e criatividade)

Hoje encerro mais um capítulo da minha história profissional (e com o pé direito).

No último dia da minha gestão à frente do Posto Harmonia, fomos fiscalizados pela Ipiranga e reconhecidos como estabelecimento que respeita o consumidor, com 100% de excelência na qualidade dos combustíveis comercializados.

Agradeço a todos os clientes e amigos, funcionários e fornecedores, parceiros e críticos que por tanto tempo mantivemos relacionamento. Especialmente, glorifico a Deus pelos 12 anos dedicados ao trabalho árduo e honesto (em um ramo tão difícil e complicado) e à minha família por tamanha ausência (não é fácil trabalhar domingo a domingo).

De coração, novamente, meu muito obrigado. É ótimo me demitir e dormir com a consciência tranquila da labuta sempre ética e respeitosa. Dinheiro não ganhei; experiência conquistei e novos amigos formei.

O que fazer agora?

Ué, as coisas que sempre fiz e gosto: trabalhar, curtir a família, praticar esportes, lutar por um mundo melhor e, quem sabe, buscar o doutorado (iniciado duas vezes e não terminado). Ah – e cuidar da saúde, pois estou em débito com ela.

Assim, vida que segue! Descansarei dois dias (literalmente) e prepararei meus curricula para enviar às Instituições de Ensino Superior. Afinal, o que vale é que “se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu senti…” – e continuarei sentindo.

Na foto, a nova equipe de gestores do Posto Harmonia, que começam com o pé direito e que se dedicarão a manter e melhorar o bom nome da casa.

– Empresas que controlam as “Idas ao banheiro” aumentam!

Nesses tempos em que a Economia vai muito mal, reduzir despesas e otimizar o trabalho é importante. Mas há certos exageros de empresas e de funcionários: alguns chefes que cobram muito versus empregados que fazem corpo mole.

Dentro das coisas que impressionam, há aquelas que fazem “marcação cerrada em cima dos colaboradores que vão ao banheiro demais”, alegando que poderiam estar matando o tempo de trabalho.

E não é que isso virou caso na Justiça?

Olha só, extraído de: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2015/08/tst-condena-empresa-por-controlar-ida-ao-banheiro-dos-empregados.html

TST CONDENA EMPRESA POR CONTROLAR IDA DOS EMPREGADOS AO BANHEIRO

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou uma agroindústria de Santa Catarina por controlar as idas dos funcionários ao banheiro, a ponto de premiar os que menos utilizavam. Na avaliação dos ministros, houve lesão à dignidade humana por parte da empresa, que pagará R$ 5 mil de danos morais a uma ex-empregada.

A decisão foi unânime. Ela foi publicada em 12 de agosto pelo TST e divulgada pelo Tribunal na segunda-feira (17).

De acordo com a trabalhadora, cada ida ao banheiro precisava ser registrada no cartão de ponto dos trabalhadores. Com o controle em mãos, os dirigentes davam uma “gratificação de descanso” para os que gastavam menos tempo.

Diante do controle excessivo, ela apresentou reclamação trabalhista contra a agroindústria, exigindo indenização por danos morais. Afirmou que, em um primeiro momento, a empresa fixou o horário e o tempo para idas ao banheiro (dois intervalos de 10 minutos por dia, quando o maquinário tinha que ser desligado para manutenção).

Depois de muita reclamação, a empresa liberou o uso de 20 minutos por dia em qualquer momento, desde que cada saída e retorno ao posto de trabalho fossem registrados no ponto.

Na defesa, segundo o TST, a empresa argumentou que o tempo de uso do banheiro não era descontado. “Porém, como existem alguns funcionários que em alguns dias não utilizam esse intervalo ou utilizam menos que o tempo concedido e permanecem trabalhando, a empresa adotou o sistema de registrar os horários e trimestralmente efetua o pagamento desse intervalo ao funcionário que não utilizou”, detalhou a empresa, argumentando ser injusto que o trabalhador que gastasse menos tempo “não fosse remunerado por isso”.

Análise do Tribunal

O juiz de origem rejeitou o pedido da indenização, por não reconhecer violência psicológica no ato da empresa, já que a regra valia para todos. A sentença foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 12º Região, em Santa Catarina.

Ao analisar o recurso da trabalhadora ao TST, o ministro João Oreste Dalazen, relator do processo, ressaltou o “absurdo” de se ter que controlar as necessidades fisiológicas para atender a um horário determinado pelo empregador. Na avaliação dele, ainda pior foi o registro do tempo no banheiro.

O ministro destacou que o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho catarinenses está em desacordo com a jurisprudência do TST. Isso porque a restrição ao uso do banheiro por parte do empregador, em detrimento da satisfação das necessidades fisiológicas dos empregados, acarreta ofensa aos direitos de personalidade. Também pode configurar “constrangimento, lesão à dignidade humana e risco grave de comprometimento da própria saúde”.

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– E se o Luxemburgo acertasse com o Vasco da Gama?

Nesse domingo, mais treinadores foram demitidos e/ou pediram demissão no Campeonato Brasileiro. Mas me chamou a atenção a saída de Jorginho, que praticamente foi contratado já com ressalvas e nunca se firmou.

Já perceberam que, com tantos clubes abrindo vagas ao longo do torneio, nenhum falou (ou melhor: acertou) com Vanderlei Luxemburgo?

De 82 a 86, 90 a 93, Mestre Telê Santana foi o melhor que eu vi. Na sequência, o incrível estrategista Luxemburgo a partir de 90 até os anos 00. E o que aconteceu com ele?

Será que os cartolas estão desprezando o trabalho de Luxa pelas polêmicas extracampo, com declarações contestáveis e em alguns momentos auto-suficientes? Ou é a questão do trabalho dentro de campo mesmo?

Não subestimo a capacidade do treinador, mas será que a falta de foco tem sido o real motivo?

Eu teria muita curiosidade de ver o trabalho dele no Vasco da Gama, pois salvaria o clube ou afundaria de vez! Igual, não creio.

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– Demi Lovato e a Overdose de Heroína

Seguindo o exemplo de atrizes que muito jovens alcançaram o sucesso, foram / são uma febre entre os adolescentes, e se perderam por não terem estrutura e caírem no mundo das drogas, agora é a vez da cantora-atriz Demi Lovato sofrer com tal problema e estar na mídia por quase morrer por overdose de heroína.

Lembro da “Hannah Montana” (Miley Cyrus) fazendo apologia às drogas com o “bolo de maconha”, ou a talentosa e bela Lindsay Lohan se perdendo na vida por uso de entorpecentes.

O que falta: educação, família ou planejamento de carreira?

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– O uso comedido das Redes Sociais: a demissão do diretor da Disney!

James Gunn, o importante diretor de Hollywood e responsável pelos filmes da franquia Guardiões da Galáxia, da Marvel (que hoje é uma empresa do grupo Disney) foi demitido na semana passada por tuítes de cunho racista em 2013!

Segundo a emissora, nenhum tipo de preconceito pode ocorrer por seus colaboradores, já que ela, Disney, tem valores sociais a defender. Gunn, por sua vez, diz que errou, mas que hoje é uma pessoa melhor.

E aí?

Se por um lado, deve-se separar a vida pessoal da profissional, ao mesmo tempo, deve-se entender que o profissional representa a instituição que trabalha. Difícil não associar, né?

O certo é: cuidado com o que você registra na Internet, pois as opiniões podem se perpetualizarem!

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– Os boleiros famosos quando juvenis anônimos

Todo garoto que sonha em ser jogador de futebol tem as suas aspirações. Quando desconhecido, quer fama; se a alcança, modifica-se bastante (do visual ao comportamento).

Alguns, no início da carreira, são magrelos, humildes e tímidos. Mas olha só que transformação física e social de alguns craques.

No vídeo abaixo de “O Clubista”, alguns exemplos muito curiosos de quem “era de um jeito e está de outro”, além de suas frases como simples juvenis:

Rivaldo, na cidade pernambucana de Paulista: “sonho um dia chegar a ser ídolo do Santa Cruz” (em um boteco popular).

Ronaldo, saído do São Cristóvão para o Cruzeiro, após não acertar com o São Paulo: “quero chegar, quem sabe, à Seleção Brasileira (dançando funk na concentração).

Ronaldinho Gaúcho, na concentração: “desejo ser um pouco conhecido mundialmente” (após afirmar que gosta um pouco de saideiras).

Adriano Imperador, na Gávea: “feliz por jogar futebol com os jogadores que assistia na televisão” (com um jeitão bem de criança ainda).

Robinho “de Souza”, ao lado do coordenador da base santista na época, Edson Arantes do Nascimento: “um dia vou ser profissional” (aos 15 anos).

Veja em: https://youtu.be/5C-hZiFX2UA

Ou assista diretamente em:

– CR7 e a Sombra da Bananeira…

Ontem, Cristiano Ronaldo teve que abandonar a Copa do mundo devido a eliminação da Seleção Portuguesa diante do Uruguai.

Muitos criticam o jogador por ser extremamente vaidoso. Não penso assim; vide a reação dele após o gol sofrido por Cavani: raivoso, vibrante, querendo empatar logo (diferente de Messi, parecendo frio demais a cada gol da França sofrido pela Argentina, coincidentemente no mesmo dia de disputa).

Reproduzo uma fala de CR7 no dia 06/07/2009, quando ele saiu do Manchester United e se apresentou ao Real Madrid. Ovacionado pelos 85 mil torcedores que acompanharam sua chegada na época, quando indagado sobre “curtir ou não a noite madrilenha”, respondeu sem titubear:

“Ora, depois do que já ganhei de dinheiro, não posso deixar tudo à sombra da bananeira, há de se viver.”

É isso gajo. É vida que segue, e apesar da eliminação do Mundial da Rússia, lembre-se das 5 bolas de ouro e da grana que, como você mesmo disse, não deve ficar sob os pés de banana.

Aliás, quem tem uma imagem ruim de Cristiano Ronaldo, vale a pena conhecer suas obras e ações sociais, dignas de aplausos, que vão além do mundo do futebol. Dê uma lida nessa postagem, em: https://professorrafaelporcari.com/2018/02/14/um-doador-pouco-anonimo-que-tal-imita-lo/.

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– Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço, caros colegas!

Na reunião sobre a discussão dos rumos do futebol brasileiro, promovida em 2016 pela CBF, ao discutir estabilidade entre os técnicos, o jornalista Rodrigo Mattos (Uol) lembrou muito bem o discurso do ex-lateral e agora treinador Jorginho:

“A gente tem que olhar os dois lados. É muito importante partir de nós, treinadores, seriedade, fidelidade, e buscar estabilidade para nós”.

Jorginho treinou 15 dias o Ceará, na série B, e abandonou o clube cearense para ser técnico do Vasco da Gama na série A.

Ficou somente no blablabá?

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– Estudante, pobre, esforçado e que vai estudar na faculdade EM UMA MACA: um ótimo exemplo!

Enquanto alguns matam aula, gazeteiam, não se importam com a frequência, outros mostram que podem ser a diferença.

Vejam o caso, abaixo, desse universitário piauiense que vai às aulas de maca, para não perder o ano letivo – paraplégico vítima de uma bala alojada na coluna.

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/04/com-ferida-e-bala-alojada-estudante-de-medicina-do-pi-assiste-a-aulas-de-maca.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=twfolha

COM FERIDA E BALA ALOJADA, ESTUDANTE DE MEDICINA DO PI ASSISTE A AULAS DE MACA

Paraplégico após levar 5 tiros ao apartar briga vai de ambulância para a Federal

Por Jairo Marques

​Uma ambulância adentra discreta o campus da Universidade Federal do Piauí, em Teresina. Não irá socorrer ninguém em apuros, para o alívio da tensão que se cria no ar, mas, sim, deixar um estudante de medicina em sala de aula.

Além do veículo especial para conseguir chegar ao centro de formação médica, o jovem Leandro Silva de Sousa, 21, desloca-se em uma maca por laboratórios e auditórios, além de assistir a aulas, por até oito horas, deitado de bruços.

Desde março deste ano, o estudante do segundo período do curso mais concorrido da UFPI enfrenta a pobreza, olhares curiosos, dores posturais e a falta quase completa de acessibilidade na estrutura da universidade para seguir o propósito de ser médico.

“Tenho que lutar todos os dias contra a adversidade, colocar fé e perseverança na cabeça para seguir em frente e nunca deixar de pensar que tudo é possível, que as coisas irão melhorar”, diz.

Leandro ficou paraplégico após levar cinco tiros ao tentar apartar uma briga entre amigos há quatro anos. Um tiro no fígado, um no pulmão, um na barriga, um de raspão na perna e outro na coluna.

Ainda está alojada a bala que provocou a lesão medular, atingindo sua vértebra T11, o que o fez perder os movimentos e parte da sensibilidade tátil da cintura para baixo.

O homem que o baleou à queima-roupa está solto à espera do julgamento —esse alegou que não queria nenhuma intervenção na briga.

Leandro já foi avisado de que é necessária uma cirurgia para a retirada do projétil, pois, da maneira como está, há risco de os desdobramentos da lesão medular se ampliarem. Ele resiste, pois não quer parar o curso agora, não quer deixar a turma, não quer atrasar os estudos. Leandro tem pressa.

“Decidi ser médico vendo o sofrimento das pessoas no hospital, enquanto eu mesmo fiquei internado e passava por dores horríveis emocionais e físicas. Quero fazer algo para melhorar a saúde no Brasil, para diminuir a falta de acesso a cuidados de qualidade.”

Na adolescência, quase virou jogador de futebol. Conseguiu passar em peneiras, aos 14 anos, para jogar na Ponte Preta, no Mogi Mirim e no São Caetano. A família não permitiu que ele se mudasse para São Paulo.

Para realizar o desejo de ser médico, Leandro escreveu uma carta na qual relatava sua situação e pedia uma bolsa ao dono do mais conceituado cursinho preparatório do Piauí. Conseguiu e pôde, inclusive, fazer treinamentos extras como o de redação.

Só desfrutou da bolsa por três meses, pois, por ficar até nove horas sentado numa mesma posição, estudando, abriu-se uma úlcera de pressão no glúteo, ferida que pode comprometer profundamente a parte afetada se não for bem tratada.

Sem acesso à reabilitação adequada e à orientação médica especializada, o estudante se expunha sem ter total noção dos riscos que corria.

Foi proibido pelos médicos de continuar se sentando na cadeira de rodas. Deveria, a partir dali até a cicatrização total da ferida, permanecer deitado, de bruços, para todas as suas atividades.

“Comecei, então, a estudar em casa mesmo. Eu já sabia que tinha de ter método, rotina e tive ajuda e incentivo de uma grande amiga que também queria fazer medicina, mas, infelizmente, ainda não conseguiu passar. Nunca fui estudioso, mas estava determinado a conseguir.”

Três anos de tentativas depois, Leandro foi aprovado em direito, ciência da computação e medicina.

“Minha primeira nota na redação do Enem foi 200, saltei para 600 e, no último, consegui 860. Com preparo a gente consegue chegar lá.”

No primeiro semestre de aulas, em meados de 2017, com a carga horária extensa do curso, de até dez horas de estudo por dia, uma ferida surgiu de novo no glúteo de Leandro.

“Fiquei desesperado, porque ia perder uma grande oportunidade. Foi quando me deram a ideia de vir para a universidade de maca.”

ESTUDANTE MORA EM QUITINETE DE 30 M² E TEM AJUDA DE COLEGAS

O estudante mora em uma quitinete com cerca de 30 m² nas proximidades da UFPI, com a mãe e a cuidadora, Francisca Leite Silva, 44. Mudou-se da casa emprestada em que morava antes para tentar facilitar os deslocamentos.

A residência tem uma geladeira amassada, uma cama de casal, um fogão velho, um colchão inflável, uma televisão e quinquilharias. O ar-condicionado passa longe de ser luxo, pois em Teresina temperaturas acima de 30ºC são rotina.

Leandro toma banho deitado na sala, pois não caberia com maca, ou mesmo cadeira de rodas, no microbanheiro. “Alaga tudo, mas a mãe seca de boa vontade.” O pai, Genildo William de Sousa, 40, é caminhoneiro e sustenta a família com R$ 1.400. Como não cabe no cubículo, fica na casa da filha mais velha e aparece quando não está na estrada.

A família paga R$ 450 de aluguel e gasta mais R$ 1.600 mensais com a ambulância que desloca Leandro até o campus. A conta não fecha.

“O apoio da minha turma de faculdade foi fundamental. Eles fizeram uma campanha para me auxiliar com as despesas e comprar uma cadeira de rodas especial, que fica em pé, que poderá me ajudar.”

A vaquinha, que mobilizou centenas de pessoas, juntou R$ 28 mil, que não devem durar muito tempo. Leandro ainda precisa fazer uma cirurgia para fechar a ferida aberta nas nádegas, o que não tem conseguido realizar pelo SUS.

Caso consiga o procedimento, ele deve ainda ir às aulas na maca por três ou quatro meses. Criou-se até uma maneira para que analise lâminas no microscópio deitado.

“Para não abrir novamente, pretendo, mesmo depois de a ferida estar cicatrizada, assistir às aulas teóricas deitado. Preciso me preservar. Também preciso fazer uma reabilitação boa, não sei nem mexer na cadeira de rodas, fazer o básico com essa minha nova condição de vida.”

Djalma Barros de Brito Filho, 20, é um dos fiéis escudeiros de Leandro em classe. Ele considera a presença do colega em sala, na maca, algo “encantador”, que criou afeto na turma. “Ele gera uma empatia natural nas pessoas. A forma como encara as coisas, de maneira tão positiva, é um aprendizado para nós.”

Não houve nenhuma recusa por parte dos professores em receber o jovem na maca. Alguns se dispuseram, inclusive, a repor aulas por via eletrônica caso ele precise se ausentar da universidade.

A UFPI pretende investir R$ 4,9 milhões em uma obra que amplie as condições gerais de acessibilidade do campus, que já começou. Demandas específicas do aluno, como acessibilidade em banheiros e laboratórios, estão sendo discutidas e devem ser implantadas aos poucos.

“O curso não será mais fácil para o Leandro, mas ele terá o apoio da instituição para todo o necessário para se formar. É nossa função tornar viável a estada dele aqui”, declara Maraisa Lopes, coordenadora-geral de graduação da UFPI.

A universidade pretende assumir o transporte de Leandro e oferecer a ele uma bolsa de assistência de R$ 400.

“Sou motivado a ser uma pessoa feliz. Estou aprendendo a lidar com a minha nova condição. Isso agora é minha história, jamais vou ignorar isso e vou me preparar para ajudar pessoas na mesma condição que a minha.”

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Leandro Silva de Sousa, 21, paraplégico, assiste a aula no curso de medicina da Universidade Federal do Piauí – Adriano Vizoni/Folhapress

– Ditos de George Best

Se vivo fosse, o craque britânico George Best, norte-irlandês que virou ídolo do Manchester United, completaria 71 anos!

Alcoólatra e politicamente incorreto, são dele frases irônicas e marcantes como:

Em 1969 dei um tempo com bebidas e mulheres. Foram os piores 20 minutos da minha vida“.

Gastei muito dinheiro com mulheres, bebidas e carros velozes. O resto eu desperdicei“.

No final da vida, com apenas 58 anos, disse:

Todos viam que eu estava doente. Menos eu. Não morram como eu morri“.

Que pena que uma bela carreira terminou assim…

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– Neymar vai para onde?

Sendo Neymar um sucesso na França (e no mundo), e o PSG dando mostra de reformulação na sua equipe bilionária, seria razoável crer que a contratação de um novo treinador (se isso acontecer) passaria pelo aval do jogador brasileiro.

Tite?

Depois da Copa do Mundo, por quê não? Está sendo respeitado no Exterior, bem quisto por todos, estudado e com o pé no mundo globalizado (quem não o viu assistindo Manchester City x Chelsea, PSG x Real Madrid, entre outros jogos “globais”)?

A questão é: Neymar ficará em Paris? Dinheiro ao catariano que é dono do time não é problema. Competitividade da sua equipe, sinceramente também não (vide Chelsea, que Abramovich e seu dólares da Rússia turbinaram a equipe e que ganhou uma UCL, ou o MCity de Guardiola, encantando o mundo).

Alguns dizem que o destino de Neymar seria o Real Madrid. Será mesmo?

Na última semana, jornais catalães disseram que NJr gostaria de voltar ao Barcelona. Estariam os periódicos “jogando um verde”, ou melhor, testando a repercussão?

O certo é: hoje, até sem jogar, Neymar é noticia. Parado vira página de capa!

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– Desacelerando no Trabalho!

Um movimento ganha corpo no mundo organizacional: o de reduzir o ritmo frenético de trabalho que tanto estressa os profissionais.

Você conseguiria participar da turma do Slow Work?

Extraído de: http://is.gd/t1YoBz

DESACELERE O TRABALHO

Essa é a máxima do movimento slow work: quanto mais flexível for o ambiente profissional, mais produtiva será a equipe.

Natália Martino

Executivo de uma multinacional espanhola, Leonardo Ricciardi, 35 anos, iniciou 2012 como um típico profissional de sucesso. Mas a remuneração alta cobrava seu preço: a diferença de fuso horário com a Espanha fazia seu dia começar às 4h30. Cansado dessa rotina, Ricciardi resolveu trocar de emprego em fevereiro. Hoje gerente de operações de uma empresa de tecnologia no Rio de Janeiro, ele ganha duas vezes menos do que no emprego anterior. Em compensação, trabalha como, quando e onde quer. “Abaixei meu padrão financeiro, mas acompanho o crescimento da minha filha e finalmente vou terminar meu curso de chinês, que adio há seis anos”, diz. Essa flexibilidade é uma das vertentes do slow work, “trabalho lento”. Apesar do nome, especialistas garantem que a estratégia pode aumentar significativamente a produtividade da empresa. “Somos bombardeados com informação o tempo todo e se espera que a resposta seja sempre instantânea, mas a resposta mais rápida nem sempre é a melhor”, disse à ISTOÉ Peter Bacevice, consultor da DEGW, multinacional especializada em melhorias nos ambientes corporativos.

“O conceito de slow work é basicamente facilitar a vida dos empregados”, diz Clara Linhares, professora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral. A satisfação deles, por sua vez, aumenta seu comprometimento com a empresa e sua produtividade. Para gerar esse contentamento vale tudo que favoreça o florescimento de novas ideias e o equilíbrio da vida profissional e pessoal. Mas as mudanças precisam ser feitas com cuidado. “A dica é incorporar as mudanças aos poucos e depois de muito diálogo com os funcionários”, diz Clara Linhares. Sem pressa e com mais eficiência, como o próprio slow work.

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