Carreira
– Mascarando problemas profissionais com a Empatia!
Compartilho ótimo artigo do professor José Renato Sátiro Santiago a respeito dos delicados cuidados com a EMPATIA no mundo organizacional. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:
Extraído de: http://fb.me/2CISbo93z
EMPATIA, TOME CUIDADO! ELA TAMBÉM PODE ESCONDER SÉRIOS PROBLEMAS E DEFEITOS
Quantas vezes – creio que muitas – usamos a palavra empatia para qualificar pessoas que demonstram de uma forma natural algo bom, positivo e até amigo. Pois bem, não há duvida que a empatia é algo positivo.
Muitas vezes, quando não achamos palavras para qualificar alguém, costumamos falar: “Fulano tem uma empatia… fora do comum.”. Algo que, às vezes, procuramos ter também principalmente em nossas primeiras impressões, quer sejam com amigos ou, até mesmo, desconhecidos.
Costumamos gostar, facilmente, de pessoas que têm empatia, mostrar certa proximidade ou até certa dose de alinhamento com as nossas crenças. E normalmente isto ocorre de forma rápida, quase imediata, uma vez que a empatia é algo que “ou o sicrano tem ou não tem…”, isto é, acredita-se que seja algo difícil de desenvolver como se fosse alguma coisa que já viesse naturalmente com a pessoa.
Pois bem, infelizmente esta empatia, muitas vezes, por não ser algo construído sob os fortes alicerces da confiança e dos valores pode esconder sérios problemas, muitos defeitos, até mesmo destrutivos.
Gostamos de pessoas que tem empatia. No entanto, precisamos fundamentar esta empatia em fatos e ações que estas pessoas costumam tomar, em seus valores, nas suas atitudes, nas suas formas de agir.
Ter um pé atrás talvez não seja o termo mais adequado, mas sim, estabelecermos motivos e razões que possam transformar esta empatia em algo muito mais importante: confiança. Esta sim, coisa de grande valor em que podemos suportar e mais, algo com que realmente podemos qualificar uma pessoa. E que ela, certamente, irá apreciar muita mais ser confiável a ter empatia, simplesmente.

Imagem extraída de: https://crono.news/Y:2021/M:03/D:25/h:11/m:00/s:03/be-kind-la-rivoluzione-del-xxi-secolo-e-interessarsi-alla-vita-degli-altri/
– Disciplina não convencional?
Gostei desse quadro, abaixo, sobre comportamentos durante a vida.
Vale para pensar na vida pessoal e profissional:
– Demissões pós-festas acendem alerta emocional nas empresas.
Janeiro revela o impacto da saúde emocional na rotatividade e desafia empresas a agir antes da ruptura. 🧠 O post 🎯 Demissões pós-festas acendem …
Continua em: 🎯 Demissões pós-festas acendem alerta emocional nas empresas 📢🔥

– Mudar de vida e não de rotina?
Certas rotinas são necessárias, pois trazem disciplina. Mas elas não podem ficar presas em pragmatismos!
Gostei dessa imagem, que mostra que há sempre a necessidade de atualização:
(extraído do Linkedin de Richard Heiras, em: https://www.linkedin.com/in/richardheiras/)
– Capacite-se! Mas tenha coragem…
Precisamos sempre ter preparo. Mas arriscar-se também é necessário!
Uma dica, em:
– Como escolher uma carreira profissional?
Um dos grandes desafios aos jovens é “escolher a profissão”. Muitas vezes os testes vocacionais não são suficientes, e para escolher a felicidade profissional, busca-se o auxílio de um coach.
Compartilho interessante matéria, extraído do Jornal de Jundiaí (Modulinho Empregos, página 1, ed 1024, 27 de agosto de 2017, por Simone de Oliveira).
COACH DE CARREIRA COMO OPÇÃO PARA QUEM DESEJA OTIMIZAR A PROCURA DO EMPREGO
Sabemos que a escolha da profissão é um dos momentos mais importantes na vida de um jovem, já que determina os caminhos que serão seguidos por longos anos.
Trata-se de uma decisão extremamente difícil para ser tomada aos 18 anos por alguém que, quase nunca, tem a maturidade necessária para identificar quais são os seus principais talentos e vocações. O resultado deste cenário: muitos optam pela área errada e, futuramente, ficam insatisfeitos no trabalho.
O que nem todos sabem, porém, é que os equívocos na hora de determinar os próximos passos da carreira não ocorrem apenas entre os jovens. Muitos adultos, com vasta experiência no mercado, também erram bastante ao tentar mudar de área ou mesmo ao tentar crescer na profissão. De acordo com a ABRH (Associação Brasileira de RH), quase metade dos brasileiros está infeliz com o que faz da vida – e esses dados não estão apenas relacionados à profissão escolhida, mas também à falta de reconhecimento, ao excesso de tarefas e aos problemas de relacionamento.
No passado, as pessoas costumavam delegar as decisões de suas carreiras para as organizações, que traçavam quais seriam os próximos passos a seguir. Hoje, as companhias oferecem as oportunidades, mas a responsabilidade pelo próprio sucesso está cada vez mais nas mãos dos profissionais. No entanto, entender o seu perfil e identificar os melhores caminhos e estratégias é uma tarefa difícil, que necessita de um plano estruturado e muito bem planejado. Isso pode exigir a ajuda de um profissional especializado, seja para fazer uma transição de carreira, mudar de profissão, desenvolver as competências necessárias ou fazer planos para o futuro.
Neste cenário, o primeiro passo a ser tomado é investir no autoconhecimento. Por se tratar um processo muito complexo, muitas pessoas optam por contratar um profissional de coaching, que pode ajudá-las a refletir, a planejar ações de melhoria e a conhecer os próprios desejos e capacidades, o que é fundamental para identificar onde devem se inserir no mercado. Saber exatamente o que mais gera incômodo no trabalho atual e o motivo de isso ocorrer, certamente, trará mais clareza sobre os passos seguintes.
Antes de tomar decisões, é preciso se questionar: o que é mais importante para mim, ter um bom salário ou trabalhar em um ambiente agradável e sem pressão? Ter uma rotina fixa ou contar com maior liberdade de horário? A felicidade profissional tem muito a ver com o que sabemos de nós mesmos, quais são os nossos principais valores pessoais e como gostaríamos de estar inseridos no mundo.
Neste processo de autoconhecimento e descoberta, com cerca de dez encontros semanais e foco em um objetivo especifico, o profissional de coaching ajuda as pessoas a se entenderem melhor e a descobrirem aonde querem chegar. Ele não trará respostas, mas ajudará o profissional a encontrá-las dentro dele. É preciso, porém, estar disposto a se abrir de uma forma bastante profunda, ter uma atitude ativa e planejar objetivos, já que o processo só funciona quando há muito comprometimento e um plano de ação com metas específicas.
Qualquer pessoa pode procurar a ajuda de um coach, desde que tenha consciência de que a felicidade não depende de mais ninguém além dela mesma.

Imagem extraída de: https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/carreira/o-que-e-plano-de-carreira
– A prática profissional ou a formação acadêmica?
Um dilema cada vez maior em nossos dias: a prática profissional ou a formação acadêmica – O que seria mais importante?
Vale a discussão, abaixo, extraído de FSP, 10/12/2017, Caderno Carreiras, C2.
O QUE VALE MAIS: HABILIDADE OU DIPLOMA?
Declaração de empresário embasa discussão sobre o peso da graduação e de especializações versus experiência e competência
Por Cris Olivette
Enquanto muitos profissionais consideram que ter uma coleção de diplomas garante sucesso na carreira, o dono da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, diz que as habilidades devem ser levadas mais em consideração do que os diplomas, na hora de contratar profissionais.
A afirmação de Musk, segundo o especialista em recuperação de empresas, Flávio Ítavo, é verdadeira quando se refere a necessidade de contratar pessoas experientes para exercer uma tarefa complexa.
“Não é verdadeira quando falamos em profissionais em início de carreira. Para esses, o diploma continua sendo importante. No meu caso, por exemplo, quando sou contratado como consultor, as empresas olham para aquilo que já realizei. Elas não vão se preocupar em olhar em qual faculdade me formei há 30 anos e quais especializações eu tenho”, diz.
Presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil), Elaine Saad concorda com ele. “Para contratar alguém no início de carreira, as companhias usam o diploma como parâmetro de avaliação. Os RHs partem do principio que a pessoa que tem aquele diploma passou por aulas e provas sobre o assunto. Isso não significa que alguém sem nível universitário não tenha o seu valor.”
Segundo ela, as pessoas escolhem as profissões e depois caminham na vida profissional não necessariamente dentro da carreira escolhida, e isso ocorre por dois motivos: ou porque o trabalho a direciona para outro lado, ou porque não encontram oportunidade na área.
Elaine diz que na maioria das vezes, o que se aprende na faculdade vai ficando para trás e passa a prevalecer a atividade que a pessoa faz no dia a dia.
“Para mim, o diploma não deixou de ser importante, porque o estudo na universidade tem duas funções: estimular a capacidade cognitiva e ajudar as pessoas a se manterem atualizadas. Porém, diploma não garante que o profissional permaneça em uma companhia, ou tenha sucesso no que faz. Só estudar não capacita para o sucesso no mundo corporativo.”
Ela considera que os dois aspectos são complementares. “Conforme o momento de carreira, é possível ao RH identificar as habilidades de um candidato por meio de uma série de metodologias, que buscam a evidência do que ele está falando.”
Diretora de RH e Marketing da Manpower Group Brasil, Márcia Almström diz que o mundo está muito mais prático do que teórico. “Hoje, ter um diploma de nível superior não é sinônimo de empregabilidade. Quando pesquisamos o mercado, observamos que as demandas surgem nas áreas muito mais técnicas e especialistas. Essas qualificações têm sido as que têm gerado mais empregos”, conta.
Segundo ela, a experiência prática passou a ser um fator de inserção do jovem no mercado de trabalho. “Participamos de discussões com o MEC e representantes de vários países sobre como inserir o jovem no mercado de trabalho. Nossa contribuição para essa discussão foi a pesquisa que fizemos sobre Escassez de Talento, que aponta que há falta de talento na área técnica. E aonde tem escassez tem oportunidade de trabalho. É um desafio para as empresas, mas uma oportunidade para as pessoas. Por isso, o MEC alterou o currículo do ensino médio para oferecer formação técnica”, conta.
Márcia diz que a pesquisa feita pela Manpower aponta que o terceiro fator de maior dificuldade das empresas em preencher as vagas é a falta de experiência prática. “O que mostra o peso de se ter experiência efetiva. É indiscutível o quanto a experiência prática tem valor no currículo e na competitividade das pessoas.”
Habilidades. Ela afirma que a habilidade significa desenvolver uma expertise, o que é oferecido pelo curso técnico. “Diferentemente do curso superior, que qualifica a pessoa como médico, advogado etc. Mas esse profissional não é especialista, é generalista. Habilidade é o fazer técnico. A formação superior oferece competência.”
Elaine diz que entre as habilidades mais valorizadas pelo mercado estão: capacidade de resolver problemas e transformar uma questão complexa em algo mais simples; facilidade de comunicação e de perceber como se comunica e como o outro compreende de maneira efetiva; iniciativa; ambição – saber aonde quer chegar; capacidade de se conhecer e de entender como funciona e o impacto que causa em outras pessoas; capacidade de compreender o contexto onde está inserido; e percepção dos diferentes perfis de pessoas.
“Tem uma série de habilidades com as quais algumas pessoas já nascem e outras podem ser aprendidas, como a autoestima, que é um atributo bastante importante”, diz Elaine.

Imagem extraída de: https://bropenbadge.com/blog/diploma-digital/
– Buscando a reinserção no mercado de trabalho. Como fazê-la?
Compartilho esse ótimo artigo do Professor e Consultor José Renato Sátiro Santiago, a respeito da reinserção no mercado de trabalho. Como fazê-la?
Abaixo:
AS FORMAS DE SE PROCURAR UM NOVO EMPREGO
Para qualquer momento de rejeição, a primeira coisa a se procurar é o conforto. Minto, talvez seja encontrar uma forma de anular, ou diminuir, a intensidade desse sentimento resultado imediato de contrariedades, negativas que costumam nos confrontar em nossa vida. Ao restringirmos esta análise ao mundo corporativo, é possível afirmar que a perda de emprego costuma ser um dos maiores elementos causadores desse ‘estar’. O descarte de nossas aptidões, seja por qual motivo for nos causa certos impactos materiais inequívocos, o maior deles, obviamente, o fim da fonte provedora dos recursos dos quais somos remunerados por conta das atividades que desenvolvemos.
Seja esperado, ou não, tão logo ouvimos a frase dita como derradeira “por conta da situação da empresa, teremos que dispensá-lo” ou algo parecido, muitos sequer conseguimos processar o passo seguinte a ser dado. Na verdade as empresas não costumam dar as devidas orientações aos seus, agora, “ex-colaboradores”, por um singelo e efetivo motivo: “pouco se importam com eles”. Esta verdade, nua e crua, costuma ser tratada com outros “dedos” pelas organizações, mas a sentença é certeira. Ainda assim, a ‘ficha’ do colaborador vai caindo e quanto antes isto acontecer, melhor.
O primeiro pensamento que passa é contatar os seus colegas de trabalho. Se eles estão na própria empresa, certamente não serão as fontes mais interessantes a serem procuradas. Contar com o acionamento do networking alheio não soa apenas como oportuno assistencialismo, mas uma infantilidade patética. Constrangedor. Eis que neste momento, costumamos lembrar que o currículo, o CV, está plenamente desatualizado, incluindo ainda atividades que sequer recordamos ter feito um dia. A forma como gerimos nossa vida profissional parece mostrar, muitas vezes, uma paissagem obscura, de pouca esperança e quase desoladora. Pensarmos em networking e em CV justamente quando precisamos procurar por uma nova oportunidade profissional mostra muito o que somos e o que fizemos por nossa carreira.
Daí surge a intenção de ligar e/ou mandar mensagens para amigos com os quais não nos relacionamos já faz um bom tempo. O texto costuma ser único, quase um padrão, mudando se apenas a saudação inicial, com a alteração do nome da pessoa, nem sempre com o devido cuidado de corrigir o seu gênero. “Busco por novos desafios” parecer ser uma frase bem legal, apenas isso explica sua presença em quase 100% daqueles que têm a intenção conquistar um novo cargo. Viver por conta de desafios, parece algo tão pontual em nosso mundo corporativo, ainda mais se verificarmos que em boa parte das empresas as atribuições dos colaboradores costumam remete-los a fazer muitos controles, analisar outros tantos indicadores e seguir processos bem azeitados e estruturados ainda nos “tempos do onça”.
Somos muito poucos aqueles que realmente buscam e vivem por desafios, e estes não costumamos procurar emprego de forma convencial através de e-mails recheados por frases de efeito. Mas há sempre o pior. Quantos não costumam ser dramáticos sobre suas situações financeiras, indicando que estão desempregados já faz não sei quantos meses ou anos, como se isso fosse sensibilizar alguém para que esta informação seja utilizada como critério para definir o colaborador que irá ocupar uma eventual nova vaga. A mistura do pessoal com o profissional parece nos ofender apenas quando feita pelos homens públicos de moral suspeita.
Outro caminho que costuma ser utilizado é mandar mensagens para profissionais, que sequer conhecemos, mas que costumam festejar seus milhares de seguidores, quase como se fossem seitas religiosas, muito por conta da exibição de vagas profissionais efêmeras, como se as mesmas estivessem sob sua responsabilidade única, isto quando elas realmente existem. Muitas vezes os pedidos se resumem para que informemos nossos e-mails, uma armadilha vil que tem como intenção única a criação de mailing lists, que acredite, move um mercado bem lucrativo. Fugir destes vendedores de sonhos, na verdade, 171s de marca maior, não é apenas um conselho.
Pois então, qual seria a forma mais efetiva para se procurar emprego? Para os que aqui chegaram com esta expectativa, lamento citar o obvio: não há receita pronta. Mas certamente meios, caminhos e iniciativas que fortalecem nossa trajetória para tal. Talvez a maior delas esteja relacionada com a empatia, o saber se colocar no lugar do outro. Como você gostaria que as pessoas se comportassem contigo, quer seja enquanto desempregado, quer como empregado. A reciprocidade não é uma questão de justiça, mas de verdade. Estamos diariamente fazendo por onde para que tenhamos maior ou menos facilidade na obtenção de nossa próxima oportunidade profissional, que possamos notar isso em nossa volta e ações que tomamos.
Imagem extraída de: https://zenklub.com.br/blog/trabalho/plano-de-carreira-em-y/
– E quando será o seu auge profissional? Ou já foi?
Quando crianças, começamos a pensar no “que vamos ser quando crescermos”.
Sendo jovens, sonhamos alto com nossas carreiras.
Estando nelas na vida adulta, nos questionamos sobre ela.
Depois de uma certa idade, pensamos: “Já atingimos nosso auge? Ele ainda virá? Ou ele já foi?”
Esse é um dilema interessante para refletirmos… e aproveitarmos os momentos, independente como eles sejam (ou quando acontecerem).
Qual (quando) é (ou foi ou será) o seu auge profissional?

Imagem extraída de: https://blog.curriculum.com.br/dicas/estrela-no-auge-da-crise-este-perfil-profissional-esta-em-baixa/
– Reputação Pessoal e os Personagens de Nós Mesmos!
Dias atrás falamos sobre um assunto pertinente e atual: a Reputação Digital e sua importância.
Sobre esse assunto, clique na postagem em: https://professorrafaelporcari.com/2021/11/12/como-anda-a-sua-reputacao-digital/
Pois bem: vejo que muitas pessoas se dão conta disso ultimamente, mas aí nós temos algo irônico que muitas vezes corre paralelamente: a Reputação Real!
– Pense: quem você é nas Redes Sociais?
– Pense mais: quem você é na Vida Real?
– Pense além disso: quem você é no seu Íntimo?
Será que somos meros personagens, representando papéis no trabalho, na escola, na família e, por dentro, temos “outro eu”?
Vale refletir…
– Salário Emocional: uma realidade.
E não é verdade a mensagem abaixo sobre Salário Emocional?
Recebi via WhatsApp, pena que não tenha a autoria. O quanto “pesa” na nossa decisão tais importantes elementos?

– Sempre é possível começar de novo.
Muitas vezes desanimamos no fracasso e desistimos. Mas… quem disse que os erros derradeiros são sempre as últimas oportunidades?
Podemos recomeçar sempre! Basta querer. E, cá entre nós, o recado desta imagem, abaixo, diz tudo:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
– Saúde emocional no centro da gestão: empresas entram na era dos riscos psicossociais.
A saúde emocional virou obrigação legal e estratégica nas empresas brasileiras. #Linkezine 🧠 O post 🎯📢 Saúde emocional no centro da gestão: …
Continua em: 🎯📢 Saúde emocional no centro da gestão: empresas entram na era dos riscos psicossociais 🔥

– #REPOST: As previsões sobre Neymar se concretizaram ou não?
Texto de algum tempo atrás…
Quando apareceu à grande mídia, ainda criança, o garotinho Neymar era uma promessa de sucesso. Na juventude, assombrou o Brasil com sua categoria indiscutível. E as previsões eram que: seria o número 1 do mundo; camisa 10 da Seleção Brasileira; quando maduro não cavaria tantas faltas nem simularia como estava fazendo até então; e, por fim, se tornaria um pop star.
Para os olhos dos árbitros, Neymar piorou em alguns momentos (na questão das faltas), melhorou em outros, mas na Copa de 2018 virou meme da Internet.
E nos outros quesitos?
Poderá vir a ser número 1 do mundo ainda (bola ele tem!); camisa 10 da Seleção ele já é; idem a celebridade e, cá entre nós, falta reconquistar a simpatia que muitos perderam para com ele.
Veja, abaixo, essa capa da Revista Placar, às vésperas de Barcelona x Santos no Japão, prevendo que Neymar rivalizaria com Messi sobre o reinado de melhor do mundo.
Em tempo: há uma matéria de que os príncipes catarianos do PSG estariam de olho na Arena Corinthians, ou como citado na matéria, Itaquerão (o nome mais popular). Veja no canto da capa:

– As qualificações e aprendizados que nós devemos obter e nem as máquinas conseguem!
Não somos robôs feitos com perfeição e precisão indiscutíveis e/ou infalíveis. Somos seres humanos que precisamos aprender a viver com as adversidades inevitáveis na vida pessoal e profissional.
Compartilho esse ótimo artigo a respeito deste assunto:
AS COMPETÊNCIAS QUE OS ROBÔS NÃO TÊM
Por Milton Beck
O avanço da tecnologia não dispensa as habilidades unicamente humanas – e nada melhor do que a vida real para nos preparar para um mundo mais integrado.
Há conversas que, mesmo informais, levam a reflexões sobre temas profundos, urgentes e complexos. Lembro-me de um diálogo descontraído em um almoço com dois amigos alguns anos atrás. Todos tínhamos trabalhado em empresas de tecnologia juntos e comentávamos episódios profissionais, quando um deles falou, orgulhoso:
“Nunca deixei de cumprir um orçamento na vida! Sempre atingi minhas metas.”
O outro amigo, que ocupava um cargo mais alto do que nós dois, nos surpreendeu com sua resposta.
“Que pena. Se tivesse passado pela experiência de não atingir suas metas teria aprendido com isso e, certamente, seria um profissional ainda melhor.”
Na hora, aquilo me fez pensar. Aquele almoço voltou à minha mente, enquanto assistia ao episódio Kintsugi, da série The Man in the High Castle. Eu não conhecia essa palavra japonesa, tampouco seu significado. Trata-se de uma técnica de reparação de peças de cerâmica quebradas, a partir da junção dos pedaços usando um verniz polvilhado com ouro, deixando à mostra as “cicatrizes” do objeto. Depois da reconstituição, muitas peças se tornam mais valiosas do que eram originalmente.
O Kintsugi é também uma filosofia de vida que parte do princípio de que erros e adversidades são inevitáveis. Diante delas, o que podemos fazer é recuperar a ordem interna e aprender a viver com suas marcas. Como diz uma das personagens no episódio: “Imperfeições podem ser belas”.
O que capturou a minha atenção naquelas cenas foi a reflexão sobre a valoração de algo a partir do erro. Da experiência. Em vez de tentarmos apagar os tombos de nosso currículo, o Kintsugi sugere que incorporemos os aprendizados e sigamos em frente melhores do que éramos antes da quebra.
A verdade é que, no ambiente corporativo, não costumamos lidar bem com erros. O orgulho do meu amigo sobre seu bom desempenho é compreensível. Nutrimos a crença de que quanto menos erramos, melhor somos. Mas isso não é a realidade. Cair e levantar pode nos ensinar, na prática, sobre resiliência e nos ajudar a desenvolver empatia pela situação de outras pessoas.
BIG DATA E OLHO NO OLHO
O tema voltou à minha mente pela terceira vez recentemente, quando vi os resultados de uma pesquisa conduzida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (IDB) em parceria com o LinkedIn. O estudo se baseou em pessoas que usam a nossa plataforma em dez países, incluindo o Brasil. O objetivo era identificar as mudanças no universo do trabalho – e como elas estão afetando as competências que se esperam dos profissionais de diferentes áreas. O estudo, que abrangeu 50 mil habilidades, trouxe algumas revelações que corroboram a tese do meu amigo sobre a importância do erro.
As profissões ligadas à tecnologia, como desenvolvedor de software, analista de segurança da informação e webdesign, aparecem como uma forte tendência de crescimento na pesquisa. Isso não significa que os robôs e softwares de inteligência artificial tomarão conta de todos os postos de trabalho – como teme uma parcela significativa dos trabalhadores brasileiros. Falado isso, os empregos serão sim transformados, mas o que deve direcionar essa transformação são as habilidades que só a experiência humana pode desenvolver.
As funções na área de TI que mais devem crescer são aquelas que demandam qualidades tipicamente humanas – entre elas, estão as habilidades transferíveis, isto é, que podem ser adaptadas de um setor para outro. Por exemplo, a capacidade de analisar um cenário complexo, de se adaptar, planejar e gerir uma estratégia de negócio, ainda que não se conheça profundamente a parte técnica do trabalho. As habilidades transferíveis ajudam os profissionais a encontrar soluções criativas para os desafios da empresa, e a identificar oportunidades de carreira fora de seu escopo tradicional.
Cruzar informações de diferentes fontes, fazer associações entre dados de diferentes mercados, ter a sensibilidade para reconhecer talentos e saber gerir grupos multidisciplinares são habilidades chamadas de soft skills (ou habilidades comportamentais). Elas são tão urgentes quanto as de automação de atividades. Não podemos subestimá-las por serem menos objetivas. É justamente sua natureza “fora da caixa” que as torna valiosas.
Isso não significa que as hard skills – habilidades técnicas – deixarão de ser importantes. Elas são (e continuarão sendo) básicas para a maior parte das profissões. Sem entender do negócio é difícil ser um bom profissional. O efeito colateral da supervalorização das soft skills é dar a impressão de que basta saber se relacionar para tomar as melhores decisões. Não é isso.
A tecnologia continuará a avançar pela maior parte das áreas corporativas, substituindo o ser humano em tarefas como pesquisa de dados e identificações de padrões. Mas, com mais informações na mesa, se torna ainda mais necessário ter uma cabeça pensante e um olhar sensível para tomar decisões. E para lapidar essas capacidades unicamente humanas, meu amigo tem razão: poucas coisas ensinam mais do que um tombo no mundo real.
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Imagem extraída de: https://www.techtudo.com.br/noticias/2012/12/universidade-de-toquio-desenvolve-robo-que-se-mexe-como-humano.ghtml (Kenshiro é o robô mais próximo de um ser humano atualmente (Foto: Reprodução/IEEE Spectrum) — Foto: TechTudo)
– Elogio, apenas?
Gostei dessa observação, na imagem abaixo:
– Executivos reduzem o tempo de trabalho para poderem exercer com mais tempo a… Paternidade!
Estou com essa turma e não abro mão: na Alemanha, homens, com importantes cargos profissionais, fazem de tudo para poder conseguir um tempinho a mais com seus filhos. Sacrifício e ao mesmo tempo, prazer recompensador!
Extraído de:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,homem-alemao-troca-cargo-por-familia-,1114810,0.htm
HOMEM ALEMÃO TROCA CARGO POR FAMÍLIA
Executivos em posições de liderança em bancos e em órgãos do governo pedem demissão ou trabalham meio período para cuidar dos filhos
Por Susanne Amann , Simone Salden / Der Spiegel
No passado, as políticas alemãs relativas às famílias dos empregados eram mais voltadas às mulheres, mas a situação vem mudando. Os homens também começam a exigir condições de trabalho mais flexíveis para equilibrar seus deveres de trabalho e com a família – e isso vem forçando grandes mudanças da cultura corporativa.
Há alguns anos, Gerd Göbel provavelmente seria considerado um irracional por muitos diretores de recursos humanos. E possivelmente deixaria também os colegas surpresos. Göbel tem uma carreira bem-sucedida no segundo maior banco da Alemanha, o Commerzbank, onde chefia uma equipe de administração de ativos e portfólio. E trabalha em tempo parcial porque tem uma filha ainda muito pequena.
Quando a menina nasceu, há três anos, o executivo de 47 anos reduziu suas horas de trabalho para 40% do total; depois aumentou para 60% e mais recentemente para 80%. Na sua divisão, que tem 80 funcionários, ele foi o primeiro pai a tirar uma licença paternidade e o primeiro a desistir de uma posição que exige horário integral.
“Na época, claro que me perguntei se seria possível trabalhar em tempo parcial em um cargo de liderança”, diz ele, que chefia uma equipe de cinco pessoas. Mas seu experimento foi bem-sucedido e ele continua a passar um dia útil em casa, embora possa ser encontrado pelo telefone celular.
Göbel ainda é exceção. Mas o fato é que ele é um dos muitos pais que não se satisfazem mais em trabalhar a semana inteira e ver os filhos só nos fins de semana. Quando Jörg Asmussen se demitiu do seu posto de alto nível como membro da diretoria executiva do Banco Central Europeu, em meados de dezembro, ele citou a “família” e os “dois filhos ainda bebês” como o motivo. Considerações familiares também teriam sido fator decisivo para o fim surpreendente da carreira de Roland Pofalla, durante anos um dos homens mais influentes do governo Angela Merkel.
Mudanças. Na Alemanha em geral os homens ainda representam pouco menos de 20% de todos os indivíduos que trabalham em tempo parcial, mas este porcentual cresce rapidamente. A proporção de homens que trabalham meio período mais do que dobrou em dez anos, ao passo que a de mulheres cresceu em torno de 30%.
No pacto de coalizão recentemente concluído pelo governo da Alemanha foi inserido, pela primeira vez na história do país, um capítulo que trata do papel dos “pais ativos” e um apelo no sentido de “melhores condições que permitam que pais e mães compartilhem as obrigações profissionais e familiares de modo equitativo”.
A pressão por mudanças vem crescendo, com as empresas ainda lutando para encontrar e reter bons empregados. Já não basta mais oferecer aos funcionários uma creche na empresa. Pesquisas com os pais mostram que a possibilidade de manter uma carreira compatível com a vida privada aumenta enormemente a motivação para o trabalho e a fidelidade ao patrão.
Gestores de recursos humanos também reconhecem que o fato de estar ativamente envolvido na educação dos filhos também é benéfico para o progresso profissional de um indivíduo, já que pais que trabalham sempre são mais sociáveis e costumam organizar a carga de trabalho de maneira eficiente.
Os homens avaliam as políticas corporativas para famílias de forma mais negativa do que as mulheres. Para 85% deles, as políticas das empresas nesse setor são mais direcionadas às colegas do sexo feminino. Foi o que revelou um estudo feito pela A.T. Kearney que será publicado este mês. “As empresas precisam agir. Necessitamos urgentemente de novos modelos de modo a reformular inteiramente o trabalho”, disse Martin Sonnenschein, diretor da A.T. Kearney para a Europa Central.
Iniciativas. A gigante da engenharia Bosch é uma das que se esforçam para incluir os homens nas políticas de família. A empresa oferece a seus funcionários não só a possibilidade de “tempo de trabalho flexível” ou em meio período, mas os incentiva expressamente a trabalhar a partir de outros locais.
Os executivos têm permissão para organizar seus horários como preferirem, desde que produzam resultados – um projeto inicial pôs cem executivos para trabalhar de casa. Redes internas, como “papas@bosch” (“papais na Bosch”), auxiliam a troca de informações.
Os executivos estão embarcando nas possibilidades oferecidas, mesmo quando estão em cargos considerados chave pelas organizações. Lutz Cauers, de 49 anos, é um bom exemplo dessa tendência. Ele é diretor do departamento de auditoria interna da Deutsche Bahn, empresa ferroviária alemã.
Ele é responsável por mais de 100 empregados e se reporta diretamente ao presidente da companhia. Cauers tem escritório em Berlim e um segundo em Frankfurt. Ele controla também três outras bases na Alemanha e mais quatro na Europa, Ásia e Estados Unidos. Mas centralizou sua vida em Nuremberg, onde vivem a mulher e os três filhos.
Atualmente ele está montando um escritório numa empresa afiliada em Nuremberg e passa pelo menos uma noite da semana com a família. E com frequência pega um avião no início da manhã para Berlim ou o trem para Frankfurt. Se necessário, leva os filhos com ele para o escritório.
“Minha mulher tem uma empresa de médio porte, portanto é claro que ela não consegue cuidar da casa sozinha”, disse ele. “E eu não gostaria disso também. Quero ver meus filhos crescerem.”
Flexibilidade. Um número crescente de homens pretende seguir o caminho escolhido por Cauers e as empresas vêm reagindo a isso. A aérea Lufthansa, há anos, oferece a seus 70 mil funcionários a possibilidade de trabalharem meio período. Mas diz ter percebido que só isso não é mais suficiente.
Bettina Volkens é diretora de recursos humanos do grupo Lufthansa e também mãe de duas crianças. “Contratos de trabalho que não têm flexibilidade não funcionam mais”, diz ela, explicando que a empresa tem de se envolver diretamente com os problemas dos funcionários. A meta de Bettina é tornar a cultura da empresa mais aberta a modelos de contrato de trabalho ainda mais flexíveis.
Parte disso é o projeto piloto chamado “Novo Espaço de Trabalho”, em que 80 empregados da área de recursos humanos compartilham 50 estações de trabalho. Mesmo os executivos sentam em mesas diferentes a cada dia. “Os empregados podem trabalhar às vezes a partir de casa. “A ideia é incentivar isso”, diz Bettina. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

Imagem extraída de: https://4daddy.com.br/homens-estao-passando-mais-tempo-com-seus-filhos-mas-licenca-paternidade-estendida-so-e-realidade-em-12-das-empresas/
– O Bem-estar no trabalho vale tanto quanto o Salário.
Estudo mostra: é cada vez maior o número de pessoas que determinam a saúde do ambiente de trabalho como fator preponderante para a empregabilidade, ou, ao menos, tão importante quanto à questão salarial.
Da Exame, em: https://exame-com.cdn.ampproject.org/c/s/exame.com/bussola/83-dos-funcionarios-valorizam-bem-estar-tanto-quanto-o-salario/amp/
83% DOS FUNCIONÁRIOS VALORIZAM BEM-ESTAR TANTO QUANTO O SALÁRIO
Estudo do Gympass feito com mais de 9 mil pessoas, em nove países, mostra o que pensam os colaboradores sobre a relação entre bem-estar e trabalho
– “Recreio” faz parte da jornada do Professor, ou é descanso?
O Brasil não é fácil… Aliás, ser professor não é!
Abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/drademarsantos_o-tempo-do-apito-a-ma%C3%A7%C3%A3-na-mesa-do-professor-activity-7394503298902396929-A07u?
RECREIO É DESCANSO?
A maçã na mesa do professor sempre foi um símbolo de dedicação e, quem diria, até de ironia, diante da dura realidade de uma profissão que parece não ter hora para terminar.
A discussão que ecoa agora no Supremo Tribunal Federal (STF) é a prova cabal de que a escola não se encerra no limite da lousa.
O cerne da questão é simples, mas seus desdobramentos são complexos: o recreio escolar, aquele breve intervalo entre o conteúdo de uma aula e o desafio da próxima, deve ou não ser computado na jornada de trabalho dos professores?
A Justiça do Trabalho tem um histórico de reconhecer esse período como tempo à disposição do empregador, mas a Associação Brasileira das Mantenedoras de Faculdades (Abrafi) contesta, levando a questão ao STF.
O ponto de vista das escolas particulares, resumido no voto do ministro Gilmar Mendes, é que o recreio se encaixaria, em tese, como um intervalo de descanso, cabendo comprovação em cada caso de que houve trabalho efetivo.
Seria, nas palavras da defesa, um lapso temporal que não integraria a jornada de forma automática.
No entanto, a prática real da docência desmantela essa visão “em tese”.
Quem já esteve em uma escola sabe que o recreio, muito dificilmente, é um período de descanso integral.
O professor, mesmo fora da sala, é a bússola moral e a referência imediata.
Ele está ali para orientar alunos, resolver conflitos, lidar com questões disciplinares, ou, no mínimo, supervisionar um ambiente que, por sua natureza dinâmica e infantil, exige vigilância constante.
Como bem destacou o ministro Edson Fachin, o docente permanece sob a dinâmica institucional, à disposição, e isso não pode ser ignorado.
A ministra Cármen Lúcia reforçou que a escola é um espaço de interação contínua, onde o professor não está livre para o seu descanso, pois está atendendo, mesmo que informalmente, o aluno.
Este debate revela uma falha estrutural na percepção do trabalho do professor.
Tratar o recreio como um “não trabalho” é desconsiderar a carga mental e a responsabilidade ininterrupta que a profissão impõe.
É impor um fardo invisível, pois o tempo em que o educador não está ensinando conteúdo, está ensinando convívio.
O placar atual do julgamento no STF pende para a inclusão do recreio na jornada, reconhecendo a realidade prática da categoria.
O desfecho da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 1058) não será apenas uma decisão jurídica, mas uma declaração sobre o valor e o respeito dedicados àqueles que dedicam suas vidas a formar as próximas gerações.
Afinal, a educação não se faz apenas em 50 minutos de aula, mas em cada olhar, em cada intervenção e em cada momento de atenção, inclusive no breve apito do recreio.
– Seja mais compassivo com o próximo, ao invés de positivo.
Você já ouviu falar que “tentar ser positivo demais com o seu próximo pode ser ruim”?
Claro, se a pessoa está com problemas, discursos motivacionais podem não surtir efeito. E contra essa “positividade tóxica”, o que fazer?
POSITIVIDADE TÓXICA: ANIMAR OS COLEGAS PODE PREJUDICAR SUA SAÚDE MENTAL
Já ouviu falar em positividade tóxica? É quando alguém tenta suprimir as emoções negativas de uma outra pessoa por meio de frases animadas como:
“Seja positivo!”, “Anime-se!” ou “Olhe pelo lado bom!”
“Supere isso” ou “Vá em frente”.
“Tudo vai ficar bem” ou “Tudo vai dar certo.”
“Seja um homem” ou “Resistente”.
“Tudo acontece por uma razão.”
“Poderia ser pior.” ou “Pelo menos não aconteceu tal coisa.”
“Não se preocupe / se estresse / fique chateado com isso.”
“Pare de ser negativo” ou “Anime-se!”
No local de trabalho, a positividade tóxica especialmente prejudicial, já que esse comportamento pode fazer com que as pessoas que estejam passando por situações difíceis se sintam invalidadas e não ouvidas.
Frequentemente, a positividade tóxica vem de alguém que acredita genuinamente que está sendo útil e encorajando alguém em perigo ou em momentos de dor. Mas, na verdade, ao fazer isso, ele desconsidera as emoções verdadeiras e legítimas do colega e, com isso, prejudicar a saúde física e mental de um indivíduo, já que suprimir emoções negativas não é saudável para nosso equilíbrio psicológico. A difusão dessa cultura, na pior das hipóteses, pode diminuir a confiança e afetar o engajamento e a produtividade.
Aqui estão algumas frases mais conscientes para inverter o script sobre positividade tóxica:
“Seus sentimentos fazem sentido. O que posso fazer para apoiá-lo? ”
“É normal se sentir oprimido / cansado / com raiva etc. Ouça a si mesmo e seus sentimentos. Você se conhece melhor. ”
“Eu sei que as coisas estão difíceis para você agora. Sinto muito que esteja passando por isso. “
“Seja gentil com você mesmo.”
“Eu estou aqui por você.”
“Eu te vejo.”
“Eu te escuto.”
“Diga-me.”
“Você quer conversar sobre essa questão?”
“Vamos procurar juntos uma solução que possa te ajudar?”
Adotando uma abordagem mais compassiva e centrada no ser humano, em vez de combater a negatividade com positividade, você pode validar e afirmar em vez de minar a autoconfiança de alguém que está vivendo períodos difíceis.

Foto: Getty Imagens. Esse comportamento pode fazer com que as pessoas em situações difíceis se sintam invalidadas e não ouvidas.
– E não é? Sobre Felicidade no trabalho:
Ser feliz na carreira profissional pode ser tanta coisa…
Leia e reflita essa mensagem:
– 10 atitudes determinantes para o sucesso pessoal e profissional:
Gostei dessa mensagem e compartilho: dicas de valores que deveriam ser tratados diariamente com seriedade.
Abaixo (e destaco – gostei do 10º ítem: “Para todo ‘Game Over’ existe um ‘play again’. O nome disso é VIDA”.)

Imagem da Consultora Sofia Esteves, com texto de Eduardo Zugaib
– A administração do tempo na vida pessoal e profissional.
Há certos momentos em que paramos para refletir o que vale a pena em nossas vidas. A busca do sucesso, de vaidade, dos rótulos…
O que interessa a cada pessoa, de fato, é muito pessoal e subjetivo. Para nós, administradores de empresas, a grande dificuldade é conciliar as atividades profissionais, os compromissos, os interesses pessoais e a família.
Ricardo Diniz, empreendedor, ex-presidente da Associação Comercial de Jundiaí e colunista do agora extinto Jornal Bom Dia, escreveu há 9 anos um texto que resume muito bem tudo isso: o que é urgente, hoje, para nós?
E ele nos lembra: quantas mensagens e emails respondemos por dia? Temos tempo para os entes queridos? Descansamos? É tanta informação num mundo tão dinâmico, que os alunos em qualquer graduação já estão desatualizados na metade do curso! Ou, mais assustador: lendo uma semana de jornal, podemos ter mais informações do que os cidadão do século XVIII tiveram!
Compartilho o excepcional artigo (que se mantém bem atual) e deixando ele próprio como reflexão:
O QUE É URGENTE?
Em cima da mesa, ou mesmo no bolso, como quase sempre está, meu celular, pelo menos 40 vezes ao dia, faz aquele toque uníssono fácil de identificar, mensagem! Normalmente, um convite do facebook, e-mail ou sms.
Nos assuntos, vejo palavras chaves: importante, urgente, aguardo resposta, aprovação…
Quando é e como é que as coisas se tornaram tão imediatas assim?
Até bem pouco tempo atrás, havia tempo para tudo: estudar, trabalhar, ficar com a família, ler, ver TV, ter uma atividade extra, fazer um trabalho voluntário. Como dizia o poeta, Renato Russo, “antes eu sonhava e agora já não durmo”.
E é bem assim que a maioria da população se sente, sempre atrasada, perdendo hora.
A tecnologia, que na teoria foi criada para facilitar o trabalho e diminuir o tempo das tarefas, paradoxalmente, tem acelerado o dia a dia, dando a impressão de que o tempo voa.
Veja só, dia desses vi em um vídeo da internet que em uma semana lendo o The New York Times você obtém mais informação do que em uma vida inteira no século 18. E ainda, que a quantidade de informação técnica está dobrando a cada dois anos, então, para um aluno iniciando um curso de quatro anos, metade do que aprendeu no primeiro ano estará desatualizado no terceiro ano de estudo.
Sem desconsiderar as necessidades materiais que a vida exige, trazendo para nós essa euforia para alcançar o sucesso, e falo isso para mim mesmo, acredito ser necessário estabelecer prioridades que vão além do “ter”.
E você, se tivesse que enumerar suas urgências, sua família estaria entre elas?

Imagem extraída de: iStock
– A Hierarquia das Necessidades de Maslow trabalhada pelos chefes:
Muito bom: um quadro ilustrativo, abaixo, de como os líderes podem usar a Hierarquia das Necessidades de Maslow em prol da motivação dos funcionários.
Tal material deveria ser distribuído para todos os CEOs...
Veja só:
– Quais os benefícios mais desejados pelos funcionários?
Veja que interessante: uma matéria da Isto É Dinheiro trouxe um panorama do que os colaboradores esperam das suas empresas, e o que elas, de fato, oferecem.
Abaixo, extraído de: https://istoedinheiro.com.br/expectativa-x-realidade-veja-os-beneficios-mais-dados-pelas-empresas-e-os-mais-desejados/
EXPECTATIVA X REALIDADE
por Bruno Pavani
Na corrida entre as empresas para atrair talentos em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, os benefícios oferecidos podem ser o fiel da balança. Uma nova pesquisa da Robert Half, especialista em seleção de talenos, revela que a maioria das pessoas entrevistadas (58%) está satisfeita com os auxílios e incentivos que recebe atualmente. Entretanto, 77% gostariam de alterações devido às mudanças no mercado de trabalho.
Como consequência da volatilidade do mercado de trabalho, o ranking de benefícios vem passando por mudanças nos últimos anos. Os resultados do estudo indicam alguns benefícios que não estão presentes na lista das empresas, mas são altamente valorizados por profissionais. A primeira discrepância envolve o bônus acordado. Esse benefício foi citado pelos profissionais como um poderoso instrumento de motivação, pois reconhece e recompensa os esforços de maneira tangível.
Em seguida, ganha relevância a flexibilidade de horários e modelos de trabalho, cada vez mais valorizada no ambiente profissional moderno. A possibilidade de trabalhar remotamente ou escolher horários que melhor se adequem às necessidades individuais tende a aumentar a satisfação da equipe, reduzir o estresse e melhorar a produtividade.
Por fim, o auxílio educacional também está presente apenas na listagem das pessoas. Investir na educação do time serve para incrementar habilidades e conhecimentos, beneficiando a empresa, que passa a contar com uma equipe mais qualificada e preparada para enfrentar os desafios do mercado. Além de demonstrar que a empresa valoriza o crescimento das pessoas, esse auxílio pode fortalecer o compromisso mútuo.
10 benefícios mais oferecidos x 10 benefícios mais desejados
| Posição | Empresas | Profissionais |
| 1 | Vale-refeição | Bônus acordado (anual, trimestral, mensal) |
| 2 | Vale-transporte (público) | Flexibilidade de horário e modelo de trabalho |
| 3 | Plano odontológico | Previdência privada |
| 4 | Seguro de vida | Vale-alimentação |
| 5 | Plano de saúde | Plano de saúde |
| 6 | Auxílio mobilidade | Vale-refeição |
| 7 | Celular da empresa | Plano odontológico |
| 8 | Apoio psicológico | Seguro de vida |
| 9 | Auxílio-combustível | Auxílio educacional |
| 10 | Previdência privada | Estacionamento |
O peso dos benefícios na negociação salarial
Entre as pessoas atualmente empregadas, 57% afirmam que, caso os benefícios que julgam importantes não sejam ofertados, é importante negociar melhor o salário em uma possível movimentação. Entre as desempregadas, 51% levam os auxílios em consideração, mas não como um fator decisivo.
Dados do Panorama de Benefícios Brasil levantado pela Alelo em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) apontam que no segundo trimestre de 2024, os brasileiros que receberam benefícios corporativos (Vale-alimentação e Vale-Refeição, combinados) tiveram um acréscimo equivalente a 32% à renda mensal em junho, acumulando uma soma média de R$ 941,2 à renda média recebida no período (R$ 2.941).
Os dados da Robert Half ainda indicam que profissionais valorizam a possibilidade de escolher benefícios de acordo com suas necessidades individuais (80%). No entanto, apenas 15% das empresas oferecem essa opção.
“Embora o salário seja um aspecto crucial, esses dados demonstram que os benefícios não podem ser negligenciados, pois têm um impacto significativo na atração e retenção de talentos. As empresas, cientes desses aspectos, podem considerar os benefícios como parte da proposta de remuneração total”, orienta Mantovani.
O estudo inclui dados de duas pesquisas: uma realizada em maio de 2024, por meio de questionário online com 1.161 profissionais, divididos em três grupos de 387 pessoas cada – tomadores de decisão nas empresas, profissionais empregados e profissionais desempregados. E a segunda, realizada em julho de 2024, com 1.000 profissionais e 500 executivos.
Crédito: Pexels.
















