John Textor “causou” no Senado e pediu para a CBF retirar Raphael Claus da escala de Flamengo x Botafogo. Nela, estava o árbitro paulista como comandante da equipe de arbitragem, tendo (surpreendentemente) Anderson Daronco como quarto-árbitro e Rodolpho Tóski como VAR.
Pois bem: consultando o site da CBF às 21h50, os demais árbitros da rodada continuam escalados, EXCETO o do clássico carioca.
Claus pediu para não apitar, a CA-CBF cedeu ou alguém palpitou para a mudança da escala e foi ouvido?
Abaixo o print:
Que várzea!
Claus REESCALADO! Quem reclamar mais, convence???
Demos todos os prints. A CBF negou que tinha tirado o árbitro. O Sálvio também conferiu a retirada. Depois a assessoria de imprensa da CBF disse que não sabia o que houve. Aliás, ninguém consegue explicar pq somente esse jogo ficou “sem escalação” de ontem para hoje.
Eu acho uma verdadeira regra tupiniquim. A Regra 8, que fala sobre o início e o reinício do jogo, determina que um sorteio deva decidir quem começará a partida com a posse de bola e/ou escolherá o lado de campo. Dentro do espírito da regra, o árbitro sorteia para os capitães, que são os legítimos representantes de cada equipe.
Seneme, presidente da CA-CBF, já havia pedido em orientação que os árbitros fizessem um bom trabalho preventivo, e agora criou uma novidade: a “Regra 8B”, onde os técnicos devem estar juntos com os capitães para ouvir uma “preleção” do árbitro e acompanhar o sorteio. Não gosto dessa invenção, é dar “poder aos técnicos” e mais liberdade para reclamar posteriormente. Cada um na sua, o árbitro deve sortear conforme a regra e tocar o jogo.
Acontece que…
O protocolo, que deveria ter começado nessa Rodada 03,“não começou como devia”. Quem assistiu os momentos posteriores ao sorteio, reparou que os árbitros foram aos treinadores no banco conversarem com eles. E segundo a Rede Globo, durante Palmeiras x Flamengo, isso só ocorreu pois a CBF ESQUECEU DE AVISAR os treinadores do novo procedimento…
Eu não teria dado pênalti no Maracanã, no lance reclamado pelo Vasco da Gama. Explico:
Vegetti chuta para o gol: Manoel está com o braço esquerdo aberto, em claro movimento antinatural, ampliando o seu espaço. Porém, o braço direito está em movimento natural, próximo ao corpo, sem qualquer intenção de tocar a bola ou não. É nesse braço que a bola atinge (furto do chute forte e a curta distância).
Não dá para Manoel fazer aquele braço desaparecer. Não existe intenção, e nem movimento antinatural. Se o braço fosse o esquerdo, aberto propositalmente de maneira antinatural, aí sim seria pênalti (indiscutivelmente).
Vez ou outra, ouvia-se o debate sobre quem estava sendo a “4ª força” paulista em determinado período. Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo faziam “uma disputa à parte” para não serem chamados por esse nome, pois irritava seus torcedores e dirigentes.
Pois bem: desde o advento “Red Bull”, o Bragantinotem conseguido furar essa lógica de forças e se intrometido no meio. Mais do que isso: tem mantido uma alta regularidade frente aos históricos “grandões”. Veja só:
Em Campeonatos Paulistas(soma de todas as fases), nas duas últimas edições, se manteve à frente de São Paulo e Corinthians:
Paulistão 2024: 1- Palmeiras 2 – Santos 3 – Red Bull Bragantino 4 – São Paulo 10 – Corinthians
Paulistão 2023: 1- Palmeiras 3 – Red Bull Bragantino 4 – São Paulo 6 – Corinthians 12 – Santos
Em Campeonatos Brasileiros, nos últimos 4 anos, todo ano esteve à frente do São Paulo, ou do Corinthians , ou do Santos (ou de ambos) – exceto 2022.
Nesse período, o Palmeiras conquistou 275 pontos no Brasileirão, o Corinthians 223, o São Paulo 221 pontos, o Red Bull Bragantino 215 e o Santos 194 (lembrando que há apenas 5 anos que o clube está na 1a divisão; no atual, é líder provisório do torneio e terminará a rodada 3 como melhor paulista da competição e único invicto).
Brasileirão 2023: 1- Palmeiras 6 – Red Bull Bragantino 11 – São Paulo 13 – Corinthians 17 – Santos
Brasileirão 2022: 1- Palmeiras 4 – Corinthians 9 – São Paulo 12 – Santos 14 – Red Bull Bragantino
Brasileirão 2021: 3- Palmeiras 5 – Corinthians 6 – Red Bull Bragantino 10 – Santos 13 – São Paulo
Brasileirão 2020: 4- São Paulo 7 – Palmeiras 8 – Santos 10 – Red Bull Bragantino 12 – Corinthians
Fica a pergunta: os 4 históricos grandes de São Paulo não conseguem mais se impor, ou estamos vivendo uma nova fase onde os chamados “emergentes” (como Athletico, Red Bull Bragantino e Fortaleza) estão se consolidando como novas forças? Repare, ainda, que de todos os dados, o mais regular, em alta, é o Palmeiras, que nunca ficou atrás do Red Bull Bragantino no Nacional ou no Estadual.
Eu acho uma verdadeira regra tupiniquim. A Regra 8, que fala sobre o início e o reinício do jogo, determina que um sorteio deva decidir quem começará a partida com a posse de bola e/ou escolherá o lado de campo. Dentro do espírito da regra, o árbitro sorteia para os capitães, que são os legítimos representantes de cada equipe.
Seneme, presidente da CA-CBF, já havia pedido em orientação que os árbitros fizessem um bom trabalho preventivo, e agora criou uma novidade: a “Regra 8B”, onde os técnicos devem estar juntos com os capitães para ouvir uma “preleção” do árbitro e acompanhar o sorteio. Não gosto dessa invenção, é dar “poder aos técnicos” e mais liberdade para reclamar posteriormente. Cada um na sua, o árbitro deve sortear conforme a regra e tocar o jogo.
Acontece que…
O protocolo, que deveria ter começado nessa Rodada 03,“não começou como devia”. Quem assistiu os momentos posteriores ao sorteio, reparou que os árbitros foram aos treinadores no banco conversarem com eles. E segundo a Rede Globo, durante Palmeiras x Flamengo, isso só ocorreu pois a CBF ESQUECEU DE AVISAR os treinadores do novo procedimento…
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Timão, a CBF escalou:
Árbitro: Rafael Rodrigo Klein – RS Árbitro Assistente 1: Tiago Augusto Kappes Diel – RS Árbitro Assistente 2: Lúcio Beiersdorf Flor– RS Quarto Árbitro: Kléber Ariel Gonçalves da Silva– PR Assessor de Arbitragem: Simone Xavier de Paula e Silva – RJ VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN AVAR1: Flávio Gomes Barroca– RN AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS Observador de VAR: Giuliano Bozzano – MG
Klein foi uma aposta que deu certo. O gaúcho de Porto Alegre-RS, de 34 anos, entrou recentemente no quadro da FIFA. Em jogos do Massa Bruta, só apitou uma partida no ano passado: Red Bull Bragantino 2×2 América-MG pelo Brasileirão.
Quando surgiu, Rafael Rodrigo Klein parecia ter o “Estilo Vuaden”: deixava o jogo correr, marcava poucas faltas e era sempre bem sereno em campo. Porém, em seus últimos jogos, começou a parar um pouco mais o jogo (ainda assim, permite bastante tempo de bola rolando e um pouco mais de contato físico).
IMPORTANTE – Amigos, a CBF suspendeu os 3 árbitros envolvidos em polêmicas na Rodada 1.
PORÉM, o VAR Wagner Reway, que orientou o árbitro André Luís Skettino Policarpo Bento, a dar pênalti em Bruno Henrique (ACG x FLA), até agora (09h34 dessa 4a feira) está mantido como VAR em Palmeiras x Internacional (que terá um árbitro que nunca apitou Série A: Lucas Toresin).
O árbitro foi suspenso, mas o VAR que o induziu a errar, não foi?
Em tempo: Reway já está escalado TAMBÉM para o clássico Atlético Mineiro x Cruzeiro!
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Gigante da Colina, a CBF escalou:
Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG Árbitro Assistente 2: Fernanda Kruger – MT Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL Assessor de Arbitragem: Claydy Mary dos santos Ribeiro – SC VAR: Charly Wendy Straub Deretti – SC AVAR1: Heltton Nunes – SC AVAR2: Caio Max Augusto Viana – RN Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG
Zanovelli, ainda jovem, recebeu o escudo FIFA na saída de Ricardo Marques Ribeiro do quando internacional de árbitros. Sua escolhe se deu por ser de MG, já que o estado ficaria sem um árbitro FIFA. Mas sentiu o peso do escudo.
Em suma: é um árbitro que exagera nas marcações e nos cartões, e que está sendo trabalhado para melhorar técnica e disciplinarmente suas atuações. Veremos se consegue.
O detalhe da escala: é gente de todo Brasil virá para trabalhar, não? O quarto-árbitro vem de Alagoas para Bragança Paulista-SP. Não tinha outro mais próximo, para reduzir despesas?
Em tempo: a VAR Charly Wendy era árbitra até o ano passado. Está pronta para atuar em nova função na série A?
Parece discussão de botequim! No lance de Bruno Henrique e Maguinho (falamos sobre ele aqui: https://wp.me/p4RTuC-VYY), o árbitro explica ao VAR que entendeu ser lance natural, e grita: “segue, segue, segue“. O VAR, por sua vez, vai no “para, para, para”.
Perceba no áudio abaixo: há uma tentativa de convencimento ao árbitro para mudar de opinião (uma característica exclusiva do árbitro brasileiro: a de ser protagonista).
O VAR é para as situações pontuais do protocolo e erros crassos. Se existir um lance dúbio, que gere maior tempo de discussão, deve-se respeitar a decisão de campo. E é esse o princípio do VAR: não re-apitar o jogo, mas sugerir a correção de possíveis erros claros.
Em um determinado momento, quando o árbitro muda de opinião, ele fala de “jogo brusco grave”. Errou. Se entendeu que foi uma cotovelada deliberada, é “conduta violenta” (Jogo Brusco Grave é um carrinho violento, uma entrada mais dura, para Vermelho Direto em disputa de bola; já a “conduta violenta” é para agressões, como tapas e cotoveladas). E não foi nem uma coisa e nem outra… foi casualidade (acidente de trabalho).
Flamengo e Corinthians, os dois times de maior torcida e que têm maior pressão, jogaram com os novatos André Luíz Skettino Policarpo Bento e Yuri Elino Ferreira da Cruz apitando seus jogos. Foram mal. Mas para a segunda rodada, Fluminense e Palmeiras jogarão com João Gobbi e Lucas Paulo Torezin apitando.
Repararam o critério?Um paulista e um carioca por rodada com novatos da divisão. Mas assim como tivemos os veteranos Flávio Rodrigues de Souza e Bráulio da Silva Machado atuando também, vamos ver Marcelo de Lima Henrique (com 52 anos) e Anderson Daronco apitando na próxima rodada. Aliás, Daronco apitará pela enésima vez um Flamengo x São Paulo no Maracanã (é uma escala que se repete frequentemente).
Gostaria de chamar a atenção para Palmeiras x Internacional: o paranaense Torezin vai estrear na Série A. No ano passado, ele trabalhou como AVAR 2 nessa divisão, e justamente fará seu debute no Allianz Arena (é público e notório como é difícil apitar com Abel Ferreira e seus assistentes pressionando a todo instante), além do que o Internacional tem uma pressão enorme por conta dos últimos tropeços – e Coudet não é fácil de se lidar também. Portanto, quem trabalhar nessa partida, saiba que o pós-jogo será complicado…
Sinto que a Rodada 2 será tão “animada” como a Rodada 1, infelizmente.
Ao menos, a CBF foi criteriosa: colocou dois jovens inexperientes nos jogos dos dois times de mais torcida no Brasil…
Também teve veterano bobeando. Em Vasco x Grêmio, houve uma concussão, e a mudança na regra permite a substituição adicional para esses casos (uma 6ª substituição, falamos aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/04/11/as-novas-mudancas-das-regras-do-jogo-de-futebol-para-2024-2025/). Mas esqueceram disso lá… Flávio Rodrigues de Souza, eleito o melhor do Paulistão, bobeou. Já no Cruzeiro x Botafogo, igualmente houve uma concussão, e felizmente o árbitro lembrou.
Por fim, vimos a volta do Maguielson (aquele mesmo do Ceará x SPFC que deu uma baita confusão em 2022)… teve chance de novo (falamos aqui que era uma escala complicada: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/04/12/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-fluminense-x-red-bull-bragantino-3/) e acabou fazendo vistas grossas à infração cometida por Cano, aos 9m, em cima do goleiro Cleiton (talvez o árbitro não expulsou o jogador do Fluminense pois, atingido na nuca, colocou a mão na testa…)
A arbitragem é péssima. E os jogadores colaboram para o caos…
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Gigante da Colina, a CBF escalou:
Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG Árbitro Assistente 2: Fernanda Kruger – MT Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL Assessor de Arbitragem: Claydy Mary dos santos Ribeiro – SC VAR: Charly Wendy Straub Deretti – SC AVAR1: Heltton Nunes – SC AVAR2: Caio Max Augusto Viana – RN Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG
Zanovelli, ainda jovem, recebeu o escudo FIFA na saída de Ricardo Marques Ribeiro do quando internacional de árbitros. Sua escolhe se deu por ser de MG, já que o estado ficaria sem um árbitro FIFA. Mas sentiu o peso do escudo.
Em suma: é um árbitro que exagera nas marcações e nos cartões, e que está sendo trabalhado para melhorar técnica e disciplinarmente suas atuações. Veremos se consegue.
O detalhe da escala: é gente de todo Brasil virá para trabalhar, não? O quarto-árbitro vem de Alagoas para Bragança Paulista-SP. Não tinha outro mais próximo, para reduzir despesas?
Em tempo: a VAR Charly Wendy era árbitra até o ano passado. Está pronta para atuar em nova função na série A?
Começando pelo final: falamos em 2023 que o jovem árbitro Yuri Elino Ferreira da Cruz. (RJ) era muito irregular, pois em alguns jogos, não dava cartão algum; em outros, dava demais. Pois hoje, no Corinthians x Atlético-MG, aplicou 14 cartões, mas a Fagner, que pela 3ª vez nesse ano merecia vermelho (agora pela entrada em Zaracho), não deu. Aliás, o treinador António Oliveira, percebendo que o lateral estava no lucro, o substituiu para não ser expulso em outra oportunidade.
Em Goiás, talvez o jogo mais polêmico:Atlético 1×2 Flamengo, apitado pelo também jovem André Luiz Skettino Policarpo Bento (que teve atuações igualmente irregulares em 2023, e que nesse ano, parece que teria um “investimento maior” para chegar à FIFA, com a CBF testando melhor o juiz mineiro em escalas mais difíceis). Vamos às situações:
13 minutos: Jair Ventura, técnico do ACG, é expulso por reclamação. Até saber o que fez o treinador, não dá para saber se foi justa ou não a expulsão. Aguardemos a súmula.
43 minutos: Pedro (CRF) está no ataque, indo em direção ao gol, e Alix Vinícius (ACG) o impede com falta. Se não fosse situação clara e iminente de gol, seria lance para Amarelo. Mas como Pedro só teria o goleiro à frente (e o outro zagueiro não teria tempo de alcançá-lo), foi correto o Cartão Vermelho. Acertou o árbitro.
67 minutos: O goleiro Rossi (CRF) tem a posse de bola. Quando vai repô-la, Luiz Felipe (ACG) “faz uma graça”. Na sequência, Léo Pereira (CRF) dá um “chega pra lá” no adversário. É a chamada “Atitude Inconveniente”, e dentro da área, é pênalti. Infantilidade do jogador… Porém, considere: A) Se Luiz Felipe cometeu falta ao impedir a reposição de bola, o árbitro deveria ter marcado a falta ao Flamengo (Tiro Livre Indireto, sem aplicação de cartão). O lance de Léo Pereira não seria pênalti, pois o jogo já estaria parado, e o árbitro deveria aplicar uma advertência verbal ao flamenguista. B) Se Luiz Felipe cometeu a falta, mas o árbitro entendeu que não deveria marcar (pois preferia dar uma vantagem, já que o goleiro estava em pé e continuava com a bola em sua posse, e a continuidade do jogo seria algo melhor do que a marcação da falta – visando a rapidez para armar um contra-ataque, por exemplo), ao ver a atitude de Léo Pereira, ele deveria fazer a marcação atrasada da falta no goleiro, pois não houve vantagem concreta, e advertir verbalmente o zagueiro flamenguista. C) Se Luiz Felipe não atrapalhou o suficiente o goleiro Rossi para que ele pudesse repor, acertou o árbitro. (Aqui, confesso: em um primeiro momento achei falta de Luiz Felipe; mas ao ver uma imagem mais ampla, não marcaria nada no lance com o goleiro e entendi como correto assinalar o bobo pênalti).
74 minutos: O gol anulado de Baralhas (ACG) estava irregular, pois seu companheiro Emiliano Rodríguez, que cabeceia a bola, o faz em impedimento. Acertou o bandeira.
99 minutos:Maguinho (ACG) toma impulso para cabecear uma bola em disputa com Bruno Henrique (CRF). O braço do jogador do Dragão bate involuntariamente (causalidade) no adversário. o VAR Wagner Reway (que não foi à última Copa, embora tenha sido indicado) se equivoca e entende como agressão. O árbitro Policarpo marca pênalti e expulsa Maguinho. Errou.
Pergunto: tivemos o aviso de que o árbitro, sempre que fosse ao VAR, deveria comunicar sua decisão ao público.Em Vasco x Grêmio foi assim. Por quê não aconteceu isso em Goiás?
Para o confronto entre o Tricolor Carioca e o Massa Bruta, a CBF escalou:
Árbitro: Maguielson Lima Barbosa – DF Árbitro Assistente 1:Bruno Raphael Pires – GO Árbitro Assistente 2: Lehi Sousa Silva – DF Quarto Árbitro: Jefferson Ferreira de Moraes – GO Assessor de Arbitragem: Adriano de Carvalho – TO VAR: Gilberto Rodrigues Castro Jr – PE AVAR1: Clóvis Amaral da Silva – PE AVAR2: Vinícius Gomes do Amaral – MG Observador de VAR: Márcio Eustáquio Sousa Santiago – MG
Maguielson, 32 anos, Prof de Educação Física, apitou em 2022 apenas 3 jogos pela série A: Athletico 2×0 Juventude, Ceará 0x2 São Paulo e Internacional 1×0 Cuiabá. Porém, no jogo que envolveu o Ceará vs SPFC, fez uma péssima apresentação! Mostrou-se inseguro, errou tecnica e disciplinarmente e se enrolou com o VAR. Um jogo para se esquecer…
Em 2023, apitou somente 2 jogos da Série A: Red Bull Bragantino 2×1 Bahia e Red Bull Bragantino 0x0 Internacional. Não foi bem e voltou para a série B e C.
Em 2024, logo na primeira rodada, tem novamente uma chance na série A em jogo do Red Bull Bragantino… Será que o Massa Bruta, por ser um time que não pressiona a CBF, serve de laboratório para recuperar árbitro?
Acamisa 10 é míticae sempre foi sinônimo de grande categoria. Orgulha-se quem a veste!
Apenas uma perturbação: qual jogador “camisa 10”(ou “posição de camisa 10”)que está jogando o Campeonato Brasileiro poderia usá-la na Seleção Brasileira?