– A supresa e as decepções do Brasileirão 2025.

Hoje começará mais uma rodada do Campeonato Brasileiro

Pra mim, a grande surpresa é o Mirassol! Que belíssima campanha, na frente de tradicionais clubes paulistas.

Por outro lado, as decepções: os times grandes que estão na (ou próximo da) Zona do Rebaixamento

E pra você: quais são as surpresas positivas e negativas?

– Coisas que não me conformo, no futebol: a diferença dos jogos do Mundial e os do Brasil.

No Mundial de Clubes 2025, os treinadores se comportavam melhor do que no Brasileirão e/ou Copa do Brasil. 

Os jogadores permaneciam em pé! A primeira simulação que assisti ocorreu somente nos mata-matas, praticada por Marcos Leonardo, em Al Hilal x Fluminense.

Os árbitros deixavam o jogo rolar, não perdia a dinâmica.

É tão difícil repetir esse ótimo fair play nos nossos campeonatos domésticos? Eram os mesmos nomes no apito, na área técnica e no campo de jogo.

Será que não falta boa vontade de todos?


IN ENGLISH – At the 2025 Club World Cup, the coaches behaved better than they do in the Brasileirão and/or Copa do Brasil.

The players stayed on their feet! The first simulation I saw only happened in the knockout stages, committed by Marcos Leonardo in the Al Hilal vs. Fluminense match.

The referees let the game flow, and it didn’t lose its dynamism.

Is it really that hard to replicate this excellent fair play in our domestic leagues? The same referees, coaches, and players were there.

Could it be that everyone is simply lacking good will?

– A polêmica sobre Léo Jardim: errou ou acertou o árbitro?

Desde o episódio “pênalti inexistente em Vitor Roque” em um Choque-Rei no Paulistão, quando pegou uma “geladeira”, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza tem se reinventado e tentado mostrar mais qualidade no apito (até para a defesa do seu escudo FIFA).

Muito se comentou sobre ele expulsar Léo Jardim, goleiro do Vasco da Gama, por retardar o reinício do jogo (a tradicional “cera”) contra o Internacional no Estádio Beira-Rio.

A regra foi cumprida. Mas veja os detalhes:

  • Segundo a estatística do GloboEsporte.com, o arqueiro vascaíno é o segundo jogador a mais perder tempo com atendimento médico dentro de campo no Brasileirão 2025.
  • O árbitro não é médico, portanto, não pode avaliar a lesão de um jogador. Mas ele pode avaliar se realmente houve uma lesão, ou, em uma jogada normal, se qualquer atleta simula uma lesão para ganhar tempo, esfriar o time adversário ou simplesmente “matar o tempo de jogo”, a benefício próprio.
  • Ao ser expulso (pelo segundo cartão amarelo), Léo Jardim não sentiu a dor que o impedia em permanecer de pé, e saiu andando normalmente! Ué, o cartão virou remédio?

Muito pessoas têm a seguinte tese: atenda o atleta (mesmo se não estiver lesionado) e dê acréscimos na partida. Mas a Regra não permite isso, ela obriga a punir o retardamento e as simulações, prevendo acréscimos somente para atendimento real e exigindo punição com Cartão Amarelo por cera. E o motivo é claro: dar dinâmica ao jogo, coibir o unfair-play e respeitar o Espírito da Regra (ou seja: um jogo em busca o gol, com correção de comportamento).

Em tempo: que os outros árbitros cumpram a regra, e que outros goleiros tenham um comportamento mais honesto. Todos têm que colaborar para o Fair Play.

IN ENGLISH –


Ever since the “non-existent penalty on Vitor Roque” incident in a “Choque-Rei” (a classic São Paulo derby) during the Paulistão, which put him “in the freezer,” referee Flávio Rodrigues de Souza has been reinventing himself and trying to show more quality in his officiating (also to defend his FIFA badge).

There was a lot of talk about him expelling Léo Jardim, Vasco da Gama’s goalkeeper, for delaying the restart of the game (the traditional “cera” or time-wasting) against Internacional at Beira-Rio Stadium.

The rule was followed. But let’s look at the details:

According to GloboEsporte.com’s statistics, the Vasco goalkeeper is the second player to waste the most time with on-field medical attention in Brasileirão 2025.

The referee is not a doctor, therefore, he cannot evaluate a player’s injury. But he can assess whether an injury genuinely occurred, or if, in a normal play, any athlete simulates an injury to gain time, cool down the opposing team, or simply “kill game time” for their own benefit.

Upon being sent off (for a second yellow card), Léo Jardim didn’t seem to feel the pain that prevented him from standing, and walked off normally! Huh, did the card become medicine?

Many people hold the following thesis: attend to the athlete (even if not injured) and add injury time to the match. But the Rule doesn’t allow this; it mandates punishment for time-wasting and simulations, providing for added time only for genuine medical attention and requiring a Yellow Card punishment for time-wasting. And the reason is clear: to give dynamism to the game, to curb unfair play, and to respect the Spirit of the Game (i.e., a game focused on scoring goals, with correct behavior).

In conclusion: may other referees enforce the rule, and may other goalkeepers behave more honestly.Everyone must cooperate for Fair Play.

– O motivo pelo qual Fausto Vera deveria ser expulso em Flamengo 1×0 Atlético Mineiro:

Ramon Abatti Abel foi cotado para apitar a final da Copa do Mundo de Clubes por uma grande virtude: coragem! Expulsou atletas sem fazer média ou ficar se preocupando se era “ainda primeiro tempo ou já segundo tempo”, acionou o protocolo anti-racismo e outras situações corretas. Não foi escalado, supostamente, por questões políticas: havia um iraniano (muito “bom de apito”, sejamos justos, e alinhado com o Ocidente) para ser escalado na Terra do tio Sam e ser cumprimentando por Donald Trump, desafeto da Pérsia (mas essa é outra história).

No jogo desse domingo, voltamos a ver o Abatti Abel do Brasileirão:

Fausto Vera comete falta em Gonzalo Plata, que poderia ter ficado (popularmente) no “ele, a bola e o gooool” (ou seja: situação clara e iminente de gol).

Apesar do árbitro ter entendido pênalti, o VAR alertou que foi fora da área. E desde algum tempo, a Regra evita a chamada “dupla punição”, que significa: se for falta, Cartão Vermelho; mas se for pênalti, muda-se para Amarelo (goste ou não dessa regra, que eu não curto).

Porém, apesar da falta, o árbitro não expulsou Vera. E por quê?

Provavelmente por não ter entendido como situação clara e iminente de gol. E a FIFA orienta que se considere “os 4 Ds”:

Direção do gol: Gonzalo Plata realmente partia para o gol.

Distância da meta: Estava perto dela, tão perto que se pensou em pênalti inicialmente.

Disputa: Não havia outro adversário de linha, a não ser Fausto Vera, para disputar a bola (penso que isso não se discute).

Domínio: aqui o imbrolho! Existiu o domínio efetivo, pleno, total? A única explicação para o árbitro desconsiderar o Cartão Vermelho é entender que Gonzalo Plata não tinha essa bola totalmente em seu controle (o que eu discordo).

Diferente do que possa ter interpretado Abatti Abel, para mim o jogador foi impedido de ter domínio pleno pela falta cometida pelo adversário. Portanto, seria Cartão Vermelho. Assim, errou o árbitro.

Qual seria o placar, se o Flamengo tivesse jogado o restante da partida contra o Atlético com um jogador a mais por tanto tempo?

– A CBF pede para ser criticada: sobre São Paulo x Fluminense e Fortaleza x Red Bull Bragantino (ambos 3×1):

Veja que situação complicada: a CBF promoveu uma intertemporada dos árbitros, visando melhor a arbitragem, e enfocou na Inteligência Emocional. Deu certo?

Avalie:

Sábado, em Fortaleza x Red Bull Bragantino, o árbitro Wagner Magalhães descumpriu a Regra ao não expulsar por segundo amarelo o defensor que colocou a bola na mão em lance de Isidro Pitta (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-18Xn), além de não marcar um pênalti legítimo ao Massa Bruta. Repare no patético momento entre árbitro e VAR, onde o camisa 17 tem a perna pisada e Wagner insistiu: “simulou, simulou, simulou” (aqui o áudio: https://share.google/JQqAodDXlSofiSryK).

Neste domingo, no Morumbi, o segundo gol são paulino (Bobadilla) foi anulado por uma bola que bateu no ombro do atacante Luciano! Não foi mão, o árbitro acertou e o VAR o fez mudar de opinião. Cadê a personalidade do bom juizão capixaba?

Pior: continuamos com o VAR analógico, e já falamos disso aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/07/17/poderiamos-e-deveriamos-melhorar-as-marcacoes-de-impedimento-no-brasil/. Viram a linha do impedimento do gol do SPFC? Mesmo que tenha sido correta, custa investir na tecnologia que a FIFA usa (citada no link)?

Veja:

IN ENGLISH –


Here’s a complicated situation: the CBF (Brazilian Football Confederation) promoted an off-season training for referees, aiming to improve officiating, with a focus on Emotional Intelligence. Did it work?

Let’s evaluate:

On Saturday, in the Fortaleza vs. Red Bull Bragantino match, referee Wagner Magalhães violated the rules by not issuing a second yellow card to the defender who handled the ball during an Isidro Pista play (see here: https://wp.me/p4RTuC-18Xn). He also failed to award a legitimate penalty to Massa Bruta. Notice the pathetic moment between the referee and VAR, where the number 17 player’s leg is stepped on, and Wagner insisted: “simulated, simulated, simulated” (audio here: https://share.google/JQqAodDXlSofiSryK).

This Sunday, at Morumbi, São Paulo FC’s second goal (by Bobadilla) was disallowed because the ball hit striker Luciano’s shoulder! It wasn’t a handball, the referee initially got it right, but the VAR made him change his mind. Where is the personality of the good referee from Espírito Santo?

Even worse: we continue to use analog VAR, and we’ve already discussed this here: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/07/17/poderiamos-e-deveriamos-melhorar-as-marcacoes-de-impedimento-no-brasil/. Did you see the offside line for São Paulo FC’s goal? Even if it was correct, does it cost too much to invest in the technology FIFA uses (mentioned in the link)?

– E o Fluminense?

Mario Bittencourt não deu sorte com  a profecia ao Fluminense

Que coisa, presidente… perdeu os 4 jogos que falou!

Abaixo:

– Anápolis 2×0 Guarani com 12 em campo? O que fazer?

Em Anápolis/GO pela Série C, o Guarani perdeu para o time da casa por 2×0. Mas o detalhe é: por 3 minutos (quando o placar já era esse), o time goiano jogou com 12 atletas!

Igor Cássio entrou no lugar de João Celeri. É de responsabilidade do árbitro (Marcello Ruda Neves) e do quarto-árbitro (Osimar Moreira da Silva Junior-GO) conferirem se a substituição é concretizada (ou seja: quando sai totalmente de campo um atleta e só aí o substituto pode entrar). Mas alguém bobeou e Celeri ficou em campo! Quando foi percebido o “elemento extra”, o jogador saiu de fininho… e corretamente recebeu o Cartão Amarelo por ingressar / estar indevidamente dentro de campo.

Isso configura Erro de Direito (descumprir a Regra) e a partida pode ser anulada (embora, em tese, nesses 3 minutos o atleta não foi decisivo para fazer um gol ou evitar que sua equipe sofresse um tento).

Mas como o árbitro deve proceder?

Na Regra 3 (Jogadores), é bem claro que:

O treinador e todos os outros inscritos na relação da equipe, à exceção dos jogadores e dos substitutos, são considerados membros da comissão técnica. Qualquer pessoa não inscrita na relação da equipe como jogador, substituto ou membro da comissão técnica será considerada um agente externo.
Se um membro da comissão técnica, um substituto, um jogador substituído ou expulso, ou um agente externo entrar no campo de jogo, o árbitro deverá:
– paralisar o jogo somente se houver interferência;
– ordenar a retirada da pessoa em questão quando o jogo for paralisado;
– tomar as medidas disciplinares adequadas (amarelo ou vermelho, dependendo da ação).
Se o jogo for paralisado e a interferência for causada por:
– um membro da comissão técnica, um substituto ou um jogador expulso ou substituído, o jogo será reiniciado com um tiro livre direto ou um tiro penal;
– um agente externo, o jogo será reiniciado com uma bola ao chão.
Se a bola estiver entrando na meta e a interferência não impedir um jogador defensor de tocar na bola, o gol deverá ser validado se a bola entrar, mesmo que tenha havido contato com ela, a não ser que a interferência tenha sido da equipe atacante.

E se saísse um gol e só depois for percebido?

A regra diz:

Se, após a marcação de um gol e antes de o jogo ser reiniciado, o árbitro perceber que uma pessoa extra se encontrava no campo de jogo quando o gol foi marcado e essa pessoa interferiu no jogo:
– deverá invalidar o gol se a pessoa extra era:
um jogador, um substituto, um jogador substituído ou expulso, ou um membro da comissão técnica da equipe que marcou o gol. O jogo deve ser reiniciado com um tiro livre direto da posição em que se encontrava a pessoa extra;
– um agente externo que interferiu no jogo, a menos que o gol tenha sido marcado de acordo com a situação descrita acima, no item 7 (Pessoas extras no campo de jogo). O jogo deve ser reiniciado com uma bola ao chão.
Deverá validar o gol se a pessoa extra era:
– um jogador, um substituto, um jogador substituído ou expulso, ou um membro da comissão técnica da equipe que sofreu o gol.
– um agente externo que não interferiu no jogo.
Em todos os casos, o árbitro deve ordenar que ela seja retirada do campo de jogo.
Se, após a marcação de um gol e o reinício do jogo, o árbitro perceber que uma pessoa extra se encontrava no campo de jogo quando o gol foi marcado, o gol não poderá ser invalidado. Se a pessoa extra ainda estiver no campo de jogo, o árbitro deverá:
– paralisar o jogo;
– ordenar que a pessoa extra seja retirada;
– reiniciar o jogo com uma bola ao chão ou com um tiro livre, conforme for apropriado.
O árbitro deverá relatar o incidente às autoridades competentes.

Eu acho que o STJD entenderá que, apesar de irregular, não houve interferência e não anulará o jogo (embora, deveria).

– O que está acontecendo com o Red Bull Bragantino?

Perguntar não ofende: de quase líder do Brasileirão, para 3 derrotas seguidas.

O que houve com o Massa Bruta?

Os desfalques na defesa, certamente, podem ser uma das respostas. Mas a instabilidade assusta.

– O motivo pelo qual Fausto Vera deveria ser expulso em Flamengo 1×0 Atlético Mineiro:

Ramon Abatti Abel foi cotado para apitar a final da Copa do Mundo de Clubes por uma grande virtude: coragem! Expulsou atletas sem fazer média ou ficar se preocupando se era “ainda primeiro tempo ou já segundo tempo”, acionou o protocolo anti-racismo e outras situações corretas. Não foi escalado, supostamente, por questões políticas: havia um iraniano (muito “bom de apito”, sejamos justos, e alinhado com o Ocidente) para ser escalado na Terra do tio Sam e ser cumprimentando por Donald Trump, desafeto da Pérsia (mas essa é outra história).

No jogo desse domingo, voltamos a ver o Abatti Abel do Brasileirão:

Fausto Vera comete falta em Gonzalo Plata, que poderia ter ficado (popularmente) no “ele, a bola e o gooool” (ou seja: situação clara e iminente de gol).

Apesar do árbitro ter entendido pênalti, o VAR alertou que foi fora da área. E desde algum tempo, a Regra evita a chamada “dupla punição”, que significa: se for falta, Cartão Vermelho; mas se for pênalti, muda-se para Amarelo (goste ou não dessa regra, que eu não curto).

Porém, apesar da falta, o árbitro não expulsou Vera. E por quê?

Provavelmente por não ter entendido como situação clara e iminente de gol. E a FIFA orienta que se considere “os 4 Ds”:

Direção do gol: Gonzalo Plata realmente partia para o gol.

Distância da meta: Estava perto dela, tão perto que se pensou em pênalti inicialmente.

Disputa: Não havia outro adversário de linha, a não ser Fausto Vera, para disputar a bola (penso que isso não se discute).

Domínio: aqui o imbrolho! Existiu o domínio efetivo, pleno, total? A única explicação para o árbitro desconsiderar o Cartão Vermelho é entender que Gonzalo Plata não tinha essa bola totalmente em seu controle (o que eu discordo).

Diferente do que possa ter interpretado Abatti Abel, para mim o jogador foi impedido de ter domínio pleno pela falta cometida pelo adversário. Portanto, seria Cartão Vermelho. Assim, errou o árbitro.

Qual seria o placar, se o Flamengo tivesse jogado o restante da partida contra o Atlético com um jogador a mais por tanto tempo?

– A CBF pede para ser criticada: sobre São Paulo x Fluminense e Fortaleza x Red Bull Bragantino (ambos 3×1):

Veja que situação complicada: a CBF promoveu uma intertemporada dos árbitros, visando melhor a arbitragem, e enfocou na Inteligência Emocional. Deu certo?

Avalie:

Sábado, em Fortaleza x Red Bull Bragantino, o árbitro Wagner Magalhães descumpriu a Regra ao não expulsar por segundo amarelo o defensor que colocou a bola na mão em lance de Isidro Pitta (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-18Xn), além de não marcar um pênalti legítimo ao Massa Bruta. Repare no patético momento entre árbitro e VAR, onde o camisa 17 tem a perna pisada e Wagner insistiu: “simulou, simulou, simulou” (aqui o áudio: https://share.google/JQqAodDXlSofiSryK).

Neste domingo, no Morumbi, o segundo gol são paulino (Bobadilla) foi anulado por uma bola que bateu no ombro do atacante Luciano! Não foi mão, o árbitro acertou e o VAR o fez mudar de opinião. Cadê a personalidade do bom juizão capixaba?

Pior: continuamos com o VAR analógico, e já falamos disso aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/07/17/poderiamos-e-deveriamos-melhorar-as-marcacoes-de-impedimento-no-brasil/. Viram a linha do impedimento do gol do SPFC? Mesmo que tenha sido correta, custa investir na tecnologia que a FIFA usa (citada no link)?

Veja:

 

– A polêmica sobre Léo Jardim: errou ou acertou o árbitro?

Desde o episódio “pênalti inexistente em Vitor Roque” em um Choque-Rei no Paulistão, quando pegou uma “geladeira”, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza tem se reinventado e tentado mostrar mais qualidade no apito (até para a defesa do seu escudo FIFA).

Muito se comentou sobre ele expulsar Léo Jardim, goleiro do Vasco da Gama, por retardar o reinício do jogo (a tradicional “cera”) contra o Internacional no Estádio Beira-Rio.

A regra foi cumprida. Mas veja os detalhes:

  • Segundo a estatística do GloboEsporte.com, o arqueiro vascaíno é o segundo jogador a mais perder tempo com atendimento médico dentro de campo no Brasileirão 2025.
  • O árbitro não é médico, portanto, não pode avaliar a lesão de um jogador. Mas ele pode avaliar se realmente houve uma lesão, ou, em uma jogada normal, se qualquer atleta simula uma lesão para ganhar tempo, esfriar o time adversário ou simplesmente “matar o tempo de jogo”, a benefício próprio.
  • Ao ser expulso (pelo segundo cartão amarelo), Léo Jardim não sentiu a dor que o impedia em permanecer de pé, e saiu andando normalmente! Ué, o cartão virou remédio?

Muito pessoas têm a seguinte tese: atenda o atleta (mesmo se não estiver lesionado) e dê acréscimos na partida. Mas a Regra não permite isso, ela obriga a punir o retardamento e as simulações, prevendo acréscimos somente para atendimento real e exigindo punição com Cartão Amarelo por cera. E o motivo é claro: dar dinâmica ao jogo, coibir o unfair-play e respeitar o Espírito da Regra (ou seja: um jogo em busca o gol, com correção de comportamento).

Em tempo: que os outros árbitros cumpram a regra, e que outros goleiros tenham um comportamento mais honesto. Todos têm que colaborar para o Fair Play.

IN ENGLISH –


Ever since the “non-existent penalty on Vitor Roque” incident in a “Choque-Rei” (a classic São Paulo derby) during the Paulistão, which put him “in the freezer,” referee Flávio Rodrigues de Souza has been reinventing himself and trying to show more quality in his officiating (also to defend his FIFA badge).

There was a lot of talk about him expelling Léo Jardim, Vasco da Gama’s goalkeeper, for delaying the restart of the game (the traditional “cera” or time-wasting) against Internacional at Beira-Rio Stadium.

The rule was followed. But let’s look at the details:

According to GloboEsporte.com’s statistics, the Vasco goalkeeper is the second player to waste the most time with on-field medical attention in Brasileirão 2025.

The referee is not a doctor, therefore, he cannot evaluate a player’s injury. But he can assess whether an injury genuinely occurred, or if, in a normal play, any athlete simulates an injury to gain time, cool down the opposing team, or simply “kill game time” for their own benefit.

Upon being sent off (for a second yellow card), Léo Jardim didn’t seem to feel the pain that prevented him from standing, and walked off normally! Huh, did the card become medicine?

Many people hold the following thesis: attend to the athlete (even if not injured) and add injury time to the match. But the Rule doesn’t allow this; it mandates punishment for time-wasting and simulations, providing for added time only for genuine medical attention and requiring a Yellow Card punishment for time-wasting. And the reason is clear: to give dynamism to the game, to curb unfair play, and to respect the Spirit of the Game (i.e., a game focused on scoring goals, with correct behavior).

In conclusion: may other referees enforce the rule, and may other goalkeepers behave more honestly.Everyone must cooperate for Fair Play.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Fortaleza x Red Bull Bragantino (Rodada 17 do Campeonato Brasileiro Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fortaleza, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães -RJ
Árbitro Assistente 1: Carlos Henrique Alves de Lima Filho -RJ
Árbitro Assistente 2: Luís Carlos de Franca Costa -RN
Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia -RJ
Assessor: Erich Bartolomeu Antas e Silva Bandeira -PE
VAR: Diego Pombo Lopez -BA
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios -SE
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade -ES
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia -RJ
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro -CBF

Wagner Magalhães não tem dado sorte ao Fortaleza e nem ao Red Bull Bragantino. Contra o time cearense, teve até “pênalti fantasma” no jogo contra o Palmeiras. E em partidas do Massa Bruta… aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/29/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-athletico-paranaense-x-red-bull-bragantino-copa-do-brasil/

O problema é: ele tem apitado de longe, errado tecnicamente e feito má atuações. Tomara que vá bem nesse sábado…

Acompanhe conosco o jogo entre Fortaleza vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, comentários e reportagens de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Comando: Sérgio Loredo. Sábado, 26/07, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O Nervosismo de Neymar é significativo?

Será que o “Projeto Neymar” no Santos FC não está a contento do jogador?

Avalie: na tabela, o Peixe está na parte de baixo, correndo risco de voltar à 2ª Divisão (Santos e Mirassol ascenderam à Série A nesse ano, mas compare as campanhas de ambas equipes: o time novato, inclusive, ganhou de 3×0 do time grande).

Considere ainda: o número de partidas em que Neymar Jr jogou e o de jogos aos quais esteve lesionado.

Perceba: quanta reclamação com a arbitragem, incluindo uma expulsão e até mesmo reclamações com colegas da própria equipe.

Por fim: o bate-boca com um torcedor na última rodada. Ora, sabemos que um jogador profissional deve ser surdo nesses momentos, e ele literalmente chamou o cidadão “para o pau”. Parecia várzea…

Será que bate algum arrependimento em Neymar nessa empreitada, ou, cá entre nós, era a opção mais viável, mediante os problemas físicos e as críticas que recebe?

Uma coisa é provável: Ancelotti talvez não esteja considerando (esse atual) Neymar na Seleção Brasileira em 2026

IN ENGLISH –


Is the “Neymar Project” at Santos FC not meeting the player’s expectations?

Consider this: on the league table, “O Peixe” (The Fish) is at the bottom, at risk of returning to the 2nd Division (Santos and Mirassol both ascended to Série A this year, but compare their campaigns: the newcomer team even beat the big team 3-0).

Also consider: the number of matches Neymar Jr. has played versus the number of games he’s been injured.

Notice: how many complaints about the refereeing, including a red card and even complaints with his own teammates.

Finally: the altercation with a fan in the last round. Now, we know that a professional player should be deaf to such moments, yet he literally challenged the fan “to a fight.” It looked like street soccer…

Could Neymar be feeling some regret about this venture, or, between us, was it the most viable option, given his physical problems and the criticism he receives?

One thing is probable: Ancelotti might not be considering (this current) Neymar for the Brazilian National Team in 2026…

– Anápolis 2×0 Guarani com 12 em campo? O que fazer?

Em Anápolis/GO pela Série C, o Guarani perdeu para o time da casa por 2×0. Mas o detalhe é: por 3 minutos (quando o placar já era esse), o time goiano jogou com 12 atletas!

Igor Cássio entrou no lugar de João Celeri. É de responsabilidade do árbitro (Marcello Ruda Neves) e do quarto-árbitro (Osimar Moreira da Silva Junior-GO) conferirem se a substituição é concretizada (ou seja: quando sai totalmente de campo um atleta e só aí o substituto pode entrar). Mas alguém bobeou e Celeri ficou em campo! Quando foi percebido o “elemento extra”, o jogador saiu de fininho… e corretamente recebeu o Cartão Amarelo por ingressar / estar indevidamente dentro de campo.

Isso configura Erro de Direito (descumprir a Regra) e a partida pode ser anulada (embora, em tese, nesses 3 minutos o atleta não foi decisivo para fazer um gol ou evitar que sua equipe sofresse um tento).

Mas como o árbitro deve proceder?

Na Regra 3 (Jogadores), é bem claro que:

O treinador e todos os outros inscritos na relação da equipe, à exceção dos jogadores e dos substitutos, são considerados membros da comissão técnica. Qualquer pessoa não inscrita na relação da equipe como jogador, substituto ou membro da comissão técnica será considerada um agente externo.
Se um membro da comissão técnica, um substituto, um jogador substituído ou expulso, ou um agente externo entrar no campo de jogo, o árbitro deverá:
– paralisar o jogo somente se houver interferência;
– ordenar a retirada da pessoa em questão quando o jogo for paralisado;
– tomar as medidas disciplinares adequadas (amarelo ou vermelho, dependendo da ação).
Se o jogo for paralisado e a interferência for causada por:
– um membro da comissão técnica, um substituto ou um jogador expulso ou substituído, o jogo será reiniciado com um tiro livre direto ou um tiro penal;
– um agente externo, o jogo será reiniciado com uma bola ao chão.
Se a bola estiver entrando na meta e a interferência não impedir um jogador defensor de tocar na bola, o gol deverá ser validado se a bola entrar, mesmo que tenha havido contato com ela, a não ser que a interferência tenha sido da equipe atacante.

E se saísse um gol e só depois for percebido?

A regra diz:

Se, após a marcação de um gol e antes de o jogo ser reiniciado, o árbitro perceber que uma pessoa extra se encontrava no campo de jogo quando o gol foi marcado e essa pessoa interferiu no jogo:
– deverá invalidar o gol se a pessoa extra era:
um jogador, um substituto, um jogador substituído ou expulso, ou um membro da comissão técnica da equipe que marcou o gol. O jogo deve ser reiniciado com um tiro livre direto da posição em que se encontrava a pessoa extra;
– um agente externo que interferiu no jogo, a menos que o gol tenha sido marcado de acordo com a situação descrita acima, no item 7 (Pessoas extras no campo de jogo). O jogo deve ser reiniciado com uma bola ao chão.
Deverá validar o gol se a pessoa extra era:
– um jogador, um substituto, um jogador substituído ou expulso, ou um membro da comissão técnica da equipe que sofreu o gol.
– um agente externo que não interferiu no jogo.
Em todos os casos, o árbitro deve ordenar que ela seja retirada do campo de jogo.
Se, após a marcação de um gol e o reinício do jogo, o árbitro perceber que uma pessoa extra se encontrava no campo de jogo quando o gol foi marcado, o gol não poderá ser invalidado. Se a pessoa extra ainda estiver no campo de jogo, o árbitro deverá:
– paralisar o jogo;
– ordenar que a pessoa extra seja retirada;
– reiniciar o jogo com uma bola ao chão ou com um tiro livre, conforme for apropriado.
O árbitro deverá relatar o incidente às autoridades competentes.

Eu acho que o STJD entenderá que, apesar de irregular, não houve interferência e não anulará o jogo (embora, deveria).

– Que baita força tem o Mengão!

Houve a crise do vazamento do desejo de se vender Pedro.

Houve a polêmica da declaração de Filipe Luís sobre o atacante, com termos evitáveis.

Houve o cancelamento da contratação do “artilheiro” irlandês e a crise com Boto.

Houve a carta falsa solta ao Pilhado, na Jovem Pan.

Houve, por fim, a polêmica com o Dr Runco e De La Cruz.

E ainda assim o Flamengo está na parte de cima da tabela do Brasileirão, ganhando e jogando bem.

Gostemos ou não, esse Flamengo é muito forte… em elenco e em pressão.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Fortaleza x Red Bull Bragantino (Rodada 17 do Campeonato Brasileiro Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fortaleza, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães -RJ
Árbitro Assistente 1: Carlos Henrique Alves de Lima Filho -RJ
Árbitro Assistente 2: Luís Carlos de Franca Costa -RN
Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia -RJ
Assessor: Erich Bartolomeu Antas e Silva Bandeira -PE
VAR: Diego Pombo Lopez -BA
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios -SE
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade -ES
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia -RJ
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro -CBF

Wagner Magalhães não tem dado sorte ao Fortaleza e nem ao Red Bull Bragantino. Contra o time cearense, teve até “pênalti fantasma” no jogo contra o Palmeiras. E em partidas do Massa Bruta… aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/29/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-athletico-paranaense-x-red-bull-bragantino-copa-do-brasil/

O problema é: ele tem apitado de longe, errado tecnicamente e feito má atuações. Tomara que vá bem nesse sábado…

Acompanhe conosco o jogo entre Fortaleza vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, comentários e reportagens de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Comando: Sérgio Loredo. Sábado, 26/07, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O Nervosismo de Neymar é significativo?

Será que o “Projeto Neymar” no Santos FC não está a contento do jogador?

Avalie: na tabela, o Peixe está na parte de baixo, correndo risco de voltar à 2ª Divisão (Santos e Mirassol ascenderam à Série A nesse ano, mas compare as campanhas de ambas equipes: o time novato, inclusive, ganhou de 3×0 do time grande).

Considere ainda: o número de partidas em que Neymar Jr jogou e o de jogos aos quais esteve lesionado.

Perceba: quanta reclamação com a arbitragem, incluindo uma expulsão e até mesmo reclamações com colegas da própria equipe.

Por fim: o bate-boca com um torcedor na última rodada. Ora, sabemos que um jogador profissional deve ser surdo nesses momentos, e ele literalmente chamou o cidadão “para o pau”. Parecia várzea…

Será que bate algum arrependimento em Neymar nessa empreitada, ou, cá entre nós, era a opção mais viável, mediante os problemas físicos e as críticas que recebe?

Uma coisa é provável: Ancelotti talvez não esteja considerando (esse atual) Neymar na Seleção Brasileira em 2026

IN ENGLISH –


Is the “Neymar Project” at Santos FC not meeting the player’s expectations?

Consider this: on the league table, “O Peixe” (The Fish) is at the bottom, at risk of returning to the 2nd Division (Santos and Mirassol both ascended to Série A this year, but compare their campaigns: the newcomer team even beat the big team 3-0).

Also consider: the number of matches Neymar Jr. has played versus the number of games he’s been injured.

Notice: how many complaints about the refereeing, including a red card and even complaints with his own teammates.

Finally: the altercation with a fan in the last round. Now, we know that a professional player should be deaf to such moments, yet he literally challenged the fan “to a fight.” It looked like street soccer…

Could Neymar be feeling some regret about this venture, or, between us, was it the most viable option, given his physical problems and the criticism he receives?

One thing is probable: Ancelotti might not be considering (this current) Neymar for the Brazilian National Team in 2026…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Flamengo (Rodada 16 do Brasileirão Série A):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Mengão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda -ES
Árbitro Assistente 1: Rafael da Silva Alves -RS
Árbitro Assistente 2: Douglas Pagung -ES
Quarto Árbitro: Afro Rocha de Carvalho Filho -PB
Assessor: Anderson Carlos Goncalves -PR
VAR: Caio Max Augusto Vieira -RN
AVAR: Frederico Soares Vilarinho -MG
AVAR2: Adriano Milczvski -PR
Observador de VAR: Marcos André Gomes da Penha -ES
Quality manager: Walter de Lima Coelho Júnior -SP

Repetindo árbitro, bandeira e VAR da rodada 8 (Grêmio x Red Bull Bragantino ), a CBF escala o aspirante à FIFA Davi de Oliveira Lacerda, que teve atuações razoáveis e ruins no começo da carreira (como Fortaleza x Red Bull Bragantino), mas que evoluiu bastante (por exemplo: Red Bull Bragantino x Bahia). Tanto o capixaba Davi quanto o carioca Alex Stefano estão sendo escalados em jogos de times grandes, pois um deles poderá ser indicado ao quadro internacional.

Com bom desempenho disciplinar (ele aplica bem os cartões), o grande problema de Davi tem sido deixar o jogo correr demais. No ímpeto de dar tempo de jogo e dinâmica a partida, ele não só deixa de apitar as faltas forçadas, mas também algumas faltas reais. Precisa melhorar nesse aspecto.

A dica é: evite-se cavar faltas e esperar a marcação, pois ele costumeiramente não dá.

O detalhe preocupante: o potiguar Caio Max, de novo, como VAR. Não tem sido bom o retrospecto dele em tal função… aliás, definiu-se de vez se ele abandonou a função de árbitro e ficará somente como VAR (pois estava revezando)?

Desejo um bom jogo e uma boa arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Flamengo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 23/07, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Flamengo (Rodada 16 do Brasileirão Série A):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Mengão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda -ES
Árbitro Assistente 1: Rafael da Silva Alves -RS
Árbitro Assistente 2: Douglas Pagung -ES
Quarto Árbitro: Afro Rocha de Carvalho Filho -PB
Assessor: Anderson Carlos Goncalves -PR
VAR: Caio Max Augusto Vieira -RN
AVAR: Frederico Soares Vilarinho -MG
AVAR2: Adriano Milczvski -PR
Observador de VAR: Marcos André Gomes da Penha -ES
Quality manager: Walter de Lima Coelho Júnior -SP

Repetindo árbitro, bandeira e VAR da rodada 8 (Grêmio x Red Bull Bragantino ), a CBF escala o aspirante à FIFA Davi de Oliveira Lacerda, que teve atuações razoáveis e ruins no começo da carreira (como Fortaleza x Red Bull Bragantino), mas que evoluiu bastante (por exemplo: Red Bull Bragantino x Bahia). Tanto o capixaba Davi quanto o carioca Alex Stefano estão sendo escalados em jogos de times grandes, pois um deles poderá ser indicado ao quadro internacional.

Com bom desempenho disciplinar (ele aplica bem os cartões), o grande problema de Davi tem sido deixar o jogo correr demais. No ímpeto de dar tempo de jogo e dinâmica a partida, ele não só deixa de apitar as faltas forçadas, mas também algumas faltas reais. Precisa melhorar nesse aspecto.

A dica é: evite-se cavar faltas e esperar a marcação, pois ele costumeiramente não dá.

O detalhe preocupante: o potiguar Caio Max, de novo, como VAR. Não tem sido bom o retrospecto dele em tal função… aliás, definiu-se de vez se ele abandonou a função de árbitro e ficará somente como VAR (pois estava revezando)?

Desejo um bom jogo e uma boa arbitragem.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Vitória/BA vs Red Bull Bragantino/SP (Rodada 15 do Campeonato Brasileiro 2025 da Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima -PE
Árbitro Assistente 1: Nailton Júnior de Sousa Oliveira -CE
Árbitro Assistente 2: Bruno Cesar Chaves Vieira -PE
Quarto Árbitro: Arthur Gomes Rabelo -ES
Assessor: Sílvio Eduardo Silva e Silva -MA
VAR: Charly Wendy Straub Deretti -SC
AVAR: Helton Nunes -SC
AVAR2: Daniel Victor Costa Silva -MG
Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro -MG
Quality Manager: Maria Victoria Benetti Vargas -CBF

Rodrigo é o FIFA do Nordeste, tão cobrado pelas federações daquela região do país, pois há tempos não tínhamos um árbitro internacional de lá. 

Discreto, desde que assumiu o escudo ele teve altos e baixos nas suas atuações. É bem discreto em campo, quase não aparece, segura o jogo com faltas demasiadas e é comum tecnicamente, acertando e errando bastante. Não tem sido aproveitado a contento pela Conmebol, apesar de ser um dos 10 FIFAs habilitados no Brasil.

Em 2023, teve um ano muito ruim e em 2024 trabalhou menos. Aliás, há dois anos, foi mal em Fluminense x Red Bull Bragantino, vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/27/o-momento-polemico-de-america-2×1-sao-paulo-de-novo-rodrigo-jose/

Torço para um bom jogo e uma boa arbitragem.

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Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. No comando: Sérgio Loredo. Domingo, 20/07, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Vitória/BA vs Red Bull Bragantino/SP (Rodada 15 do Campeonato Brasileiro 2025 da Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima -PE
Árbitro Assistente 1: Nailton Júnior de Sousa Oliveira -CE
Árbitro Assistente 2: Bruno Cesar Chaves Vieira -PE
Quarto Árbitro: Arthur Gomes Rabelo -ES
Assessor: Sílvio Eduardo Silva e Silva -MA
VAR: Charly Wendy Straub Deretti -SC
AVAR: Helton Nunes -SC
AVAR2: Daniel Victor Costa Silva -MG
Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro -MG
Quality Manager: Maria Victoria Benetti Vargas -CBF

Rodrigo é o FIFA do Nordeste, tão cobrado pelas federações daquela região do país, pois há tempos não tínhamos um árbitro internacional de lá. 

Discreto, desde que assumiu o escudo ele teve altos e baixos nas suas atuações. É bem discreto em campo, quase não aparece, segura o jogo com faltas demasiadas e é comum tecnicamente, acertando e errando bastante. Não tem sido aproveitado a contento pela Conmebol, apesar de ser um dos 10 FIFAs habilitados no Brasil.

Em 2023, teve um ano muito ruim e em 2024 trabalhou menos. Aliás, há dois anos, foi mal em Fluminense x Red Bull Bragantino, vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/27/o-momento-polemico-de-america-2×1-sao-paulo-de-novo-rodrigo-jose/

Torço para um bom jogo e uma boa arbitragem.

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Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. No comando: Sérgio Loredo. Domingo, 20/07, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Poderíamos (e deveríamos) melhorar as marcações de impedimento no Brasil?

Ao observar o “Processo de Validação do Gol” de André Silva (o primeiro do São Paulo FC no empate em 2×2 contra o Red Bull Bragantino em Bragança Paulista, pela Rodada 14 do Campeonato Brasileiro), me admirei com o conjunto de situações.

Explico: era um lance ajustado, onde poderia ter um impedimento na construção da jogada. Assim, ao estufar as redes, aconteceu o seguinte:

  • O VAR pediu ao árbitro para esperar o reinício da jogada, para verificar se havia impedimento ou não;
  • Jogadores de ambas equipes foram reclamar ao árbitro (algo sem sentido, pois nenhum atleta tem condição de dizer se estava fora de jogo ou não, mas parece ser um ritual do futebol brasileiro: fazer um bololô e encher a paciência do juiz, mesmo quando ele tenta conversar com o árbitro de vídeo.
  • André Silva se benzeu, ajoelhou em campo e começou uma prece para que fosse gol (uma cena que não é vista na Europa – eu respeito todas as crenças e falaremos em especial sobre religião e futebol numa outra oportunidade).
  • A imprensa ficou angustiada (alguns narradores “gritam novamente gol”, de maneira mais convicta, após a confirmação, algo talvez típico do nosso país).
  • Os torcedores comemoram, e depois meio “sem-graça”, ansiosamente esperam a decisão do VAR.

Pra quê isso? 

Pior ainda: a demora para traçar as linhas, parecendo algo primitivo, com paralelas se encaixando no ombro, no braço, voltando às axilas… além do mais grave: o tempo perdido, quebrando a dinâmica do jogo!

Enquanto a FIFA já evoluiu para uma 3ª versão de tecnologia nas marcações de impedimento, a rica CBF não evoluiu. Do impedimento semi-automático, usado pioneiramente na Copa de 2022 e utilizado por algumas Ligas Européias (que nós nem usamos ainda no Brasileirão), já pulou para o impedimento por Inteligência Artificial, visto no Mundial de Clubes 2025.

Compare: o mesmo gol de André Silva, com demora de validação, se ocorrido em um jogo por torneio FIFA, não se esperaria nada para o reinício da partida. Seria somente o tempo do time bragantino pegar a bola e colocá-la no meio de campo, ou do time paulistano se posicionar em seu campo. Sem bololô de atletas, sem rezas dos jogadores, sem angústia de imprensa e torcedores, e sem polêmica de linhas bem ou mal traçadas.

Nosso VAR é analógico, sem ter passado para o digital e ainda distante da IA, lamentavelmente.

IN ENGLISH –


Observing the “Goal Validation Process” for André Silva’s goal (São Paulo FC’s first in their 2-2 draw against Red Bull Bragantino in Bragança Paulista, during Brasileirão Round 14), I was struck by the combination of situations.

Let me explain: it was a tight call, with a potential offside during the build-up. So, after the ball hit the net, the following happened:

  • The VAR asked the referee to delay the restart of play to check for offside.
  • Players from both teams complained to the referee (which makes no sense, as no athlete is in a position to determine if it was offside or not, but it seems to be a ritual in Brazilian football: create a commotion and annoy the referee, even when he’s trying to communicate with the video assistant referee).
  • André Silva crossed himself, knelt on the field, and began to pray for the goal to be confirmed (a scene not typically seen in Europe – I respect all beliefs, and we’ll talk specifically about religion and football another time).
  • The media was anxious (some commentators “shouted goal again” more confidently after the confirmation, perhaps typical of our country).
  • Fans celebrated, then felt somewhat “awkward,” anxiously awaiting the VAR’s decision.

What’s the point of all this?

Even worse: the delay in drawing the lines, looking primitive, with parallel lines trying to fit on a shoulder, an arm, going back to the armpits… plus the most serious issue: the lost time, breaking the game’s momentum!

While FIFA has already evolved to a 3rd version of offside technology, the wealthy CBF (Brazilian Football Confederation) has not. From semi-automatic offside, pioneered in the 2022 World Cup and used by some European Leagues (which we still don’t use in the Brasileirão), it has already jumped to AI-powered offside, seen in the 2025 Club World Cup.

Compare: André Silva’s same goal, with its validation delay, if it had occurred in a FIFA tournament match, there would be no waiting for the restart of play. It would simply be the time for the Bragantino team to pick up the ball and place it in midfield, or for the São Paulo team to position themselves in their half. No player commotion, no prayers from players, no anxiety from the media and fans, and no controversy over well or poorly drawn lines.

Our VAR is analog, having not even transitioned to digital and still far from AI, regrettably.

– A placa amarela de Palmeiras x Mirassol.

Quem está acompanhando Palmeiras x Mirassol, repare na dificuldade do bandeira 1:

– O Mirassol joga de amarelo, e a placa publicitária “tamanho dobrado” da Alfabet é da mesma cor.

Quando o jogador do Interior corre na lateral daquele lado, ele “some”!

Lá dentro, isso é um perigo.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino vs São Paulo FC (Rodada 14 do Campeonato Brasileiro).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alex Gomes Stéfano -RJ
Árbitro Assistente 1: Carlos Henrique Alves de Lima Filho -RJ
Árbitro Assistente 2: Thiago Rosa de Oliveira Espósito -RJ
Quarto Árbitro: Lucas Canetto Bellote -SP
Assessor: Simone Xavier de Paula e Silva -RJ
VAR: Márcio Henrique de Góis -SP
AVAR: Amanda Matias Masseira -SP
AVAR2: Thiago Luís Scaracati -SP
Observador de VAR: Cleidy Mary dos Santos Nunes Ribeiro -SC
Quality manager: Walter de Lima Coelho Junior -SP

Alex tem tido muitas oportunidades há 2 anos e deve assumir um escudo da FIFA na primeira oportunidade. Ele apitou em 2024 o Red Bull Bragantino contra o Fortaleza e contra o Juventude.

No início da carreira, estava muito tímido e preso em campo. Aprendeu, aos poucos, deixar o jogo correr e se impor mais. Goza de prestígio junto a nova comissão.

Desejo um bom jogo e uma boa arbitragem!

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– Os dois lances polêmicos em Corinthians 1×2 Red Bull Bragantino:

Um pouco atrasado devido a compromissos particulares, mas não poderia deixar de escrever: e o pênalti de Cacá, além do cartão do Depay?

1- Aos 26m, Cacá (SCCP) levanta a perna e a recolhe, quase atingindo Vinicinho (RBB). Bruno Arleu, árbitro FIFA que esteve em intertemporada semana retrasada (onde a CBF cobrou demasiadamente inteligência emocional aos juízes), corretamente mandou seguir o lance nada marcando. Ao ver e rever a jogada, você até poderia interpretar como “jogo perigoso” (o popular “pé alto, onde você marca Tiro Livre Indireto). Mas, confesso, entendo que o defensor não levou risco evitando a tempo o contato.

Eis que o VAR Rafael Traci o chama e tenta convencer que houve infração com contato. Bruno Arleu relata exatamente o que aconteceu ao seu colega, mas cede e equivocadamente marca o pênalti. Errou.

Nesse ano, Arleu já foi suspenso pela má arbitragem em Sport x Palmeiras. Será de novo colocado na “geladeira”?

2- Memphis Depay (SCCP) sofre uma falta comum, o árbitro marca, ele se levanta e começa a empurrar sequencialmente Fabinho (RBB). Desnecessário… a falta foi apitada, não foi um lance temerário e, pela experiência que tem, saberia que levaria o Cartão Amarelo. Curiosamente, estava pendurado com o dois amarelos e agora não jogará a próxima partida contra o Ceará.

Meu amigo Zé Boca de Bagre, que não tem papas na língua, perguntou: “se o salário estivesse em dia e o próximo jogo fosse em casa, o gringo evitaria o cartão?”

Pois é…

Atualizando: a CBF “briga com a imagem”:

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino vs São Paulo FC (Rodada 14 do Campeonato Brasileiro).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alex Gomes Stéfano -RJ
Árbitro Assistente 1: Carlos Henrique Alves de Lima Filho -RJ
Árbitro Assistente 2: Thiago Rosa de Oliveira Espósito -RJ
Quarto Árbitro: Lucas Canetto Bellote -SP
Assessor: Simone Xavier de Paula e Silva -RJ
VAR: Márcio Henrique de Góis -SP
AVAR: Amanda Matias Masseira -SP
AVAR2: Thiago Luís Scaracati -SP
Observador de VAR: Cleidy Mary dos Santos Nunes Ribeiro -SC
Quality manager: Walter de Lima Coelho Junior -SP

Alex tem tido muitas oportunidades há 2 anos e deve assumir um escudo da FIFA na primeira oportunidade. Ele apitou em 2024 o Red Bull Bragantino contra o Fortaleza e contra o Juventude.

No início da carreira, estava muito tímido e preso em campo. Aprendeu, aos poucos, deixar o jogo correr e se impor mais. Goza de prestígio junto a nova comissão.

Desejo um bom jogo e uma boa arbitragem!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Corinthians x Red Bull Bragantino (Rodada 13 do Brasileirão 2025):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Timão na Capital, a CBF escalou:

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo -RJ
Árbitro Assistente 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa -RJ
Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha -RJ
Quarto Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos -SP
Assessor: Luiz Flávio de Oliveira -SP
VAR: Rafael Traci -SC
AVAR: Antonio Adriano de Oliveira -MA
AVAR2: Adriano Barros Carneiro -MA
Observador de VAR: Cláudio José de Oliveira Soares -RJ
Quality manager: Nayara Pereira dos Santos -RJ

Na última semana, a CBF promoveu a intertemporada dos árbitros, e cobrou dos mesmos: Inteligência Emocional para a tomada de decisões. Será que os árbitros voltarão afiados?

Bruno Arleu, da FIFA, é um árbitro com boas e ruins atuações na carreira. Nesse ano, foi suspenso por má arbitragem na Rodada 2 do Brasileirão, em Sport x Palmeiras. Quando ele erra, “erra convicto”…

Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/04/22/vai-suspender-mais-arbitros-cbf-mas-quem-apitara-os-pareceres-da-comissao-internacional/

Se melhor tecnicamente, teria alcançado mais projeção internacional (já que está no quadro da FIFA). Tem boa autoridade, sabe se posicionar em campo, mas é apenas um árbitro regular, dos muitos que nós temos.

Me chama a atenção o fato de novos AVARs serem testados. Nesse jogo, por exemplo, uma dupla do Maranhão. Isso mostra que ainda temos vários problemas com o uso do árbitro de vídeo… Aliás, nem na Copa do Mundo de Seleções e nem na de Clubes tivemos representantes brasileiros.

Que a preparação dos árbitros feita pela CBF durante a Copa do Mundo de Clubes possa ajudar a melhorar a qualidade da arbitragem brasileira.

Acompanhe conosco o jogo entre Corinthians x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 13/07, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Abatti Abel apitará a final do Mundial?

Já sabemos que o árbitro Wilton Sampaio NÃO estará na final do Mundial de Clubes, pois está escalado para Flamengo x São Paulo no sábado.

Todos os demais FIFAs e aspirantes na escala, exceto Ramon Abatti Abel.

Estou apostando nele como árbitro de Chelsea x PSG.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Corinthians x Red Bull Bragantino (Rodada 13 do Brasileirão 2025):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Timão na Capital, a CBF escalou:

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo -RJ
Árbitro Assistente 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa -RJ
Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha -RJ
Quarto Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos -SP
Assessor: Luiz Flávio de Oliveira -SP
VAR: Rafael Traci -SC
AVAR: Antonio Adriano de Oliveira -MA
AVAR2: Adriano Barros Carneiro -MA
Observador de VAR: Cláudio José de Oliveira Soares -RJ
Quality manager: Nayara Pereira dos Santos -RJ

Na última semana, a CBF promoveu a intertemporada dos árbitros, e cobrou dos mesmos: Inteligência Emocional para a tomada de decisões. Será que os árbitros voltarão afiados?

Bruno Arleu, da FIFA, é um árbitro com boas e ruins atuações na carreira. Nesse ano, foi suspenso por má arbitragem na Rodada 2 do Brasileirão, em Sport x Palmeiras. Quando ele erra, “erra convicto”…

Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/04/22/vai-suspender-mais-arbitros-cbf-mas-quem-apitara-os-pareceres-da-comissao-internacional/

Se melhor tecnicamente, teria alcançado mais projeção internacional (já que está no quadro da FIFA). Tem boa autoridade, sabe se posicionar em campo, mas é apenas um árbitro regular, dos muitos que nós temos.

Me chama a atenção o fato de novos AVARs serem testados. Nesse jogo, por exemplo, uma dupla do Maranhão. Isso mostra que ainda temos vários problemas com o uso do árbitro de vídeo… Aliás, nem na Copa do Mundo de Seleções e nem na de Clubes tivemos representantes brasileiros.

Que a preparação dos árbitros feita pela CBF durante a Copa do Mundo de Clubes possa ajudar a melhorar a qualidade da arbitragem brasileira.

Acompanhe conosco o jogo entre Corinthians x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 13/07, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Flu ou Abatti na final do Mundial? A arbitragem brasileira na Copa de Clubes versus a Intertemporada no Brasileirão.

Todo mundo que milita na arbitragem brasileira é unânime: Ramon Abatti Abel está apitando com leveza na Copa do Mundo de Clubes, menos agressivo e bem diferente do que faz no Brasileirão. É favorito para estar na final do torneio (muito mais do que Wilton Pereira Sampaio), caso o Fluminense seja eliminado.

Enquanto isso, ocorreu a Intertemporada dos árbitros ao Campeonato Brasileiro, na semana passada. E o foco foi: inteligência emocional para as decisões. Rodrigo Martins Cintra, chefe dos árbitros, no material promovido pela CBF, enfocou bastante essa questão.

Será que a Saúde Mental (obviamente tão necessária não só ao esporte, mas à sociedade)é o grande problema da arbitragem? Controle e Inteligência Emocional são importantíssimos, mas a raiz das dificuldades da arbitragem não é outra?

Vamos ter um choque de realidade, em breve: estamos assistindo um torneio sem polêmicas com a arbitragem (não há erro crasso memorável no Mundial de Clubes), e voltaremos às duras jornadas do nosso campeonato nacional, onde os árbitros contemporizam e os jogadores não colaboram. É um círculo vicioso de descomprometimento ao futebol…

IN ENGLISH – Everyone involved in Brazilian refereeing agrees: Ramon Abatti Abel is refereeing with ease in the Club World Cup, less aggressive and very different from what he does in the Brazilian Championship. He is the favorite to be in the final of the tournament (much more than Wilton Pereira Sampaio), if Fluminense is eliminated.

In the meantime, the referees’ Interseason for the Brazilian Championship took place last week. And the focus was on: emotional intelligence for decisions. Rodrigo Martins Cintra, head of the referees, focused a lot on this issue in the material promoted by the CBF.

Could it be that Mental Health (obviously so necessary not only for sports, but for society) is the biggest problem in refereeing? Control and Emotional Intelligence are extremely important, but isn’t the root of the difficulties in refereeing something else?

We are going to have a reality check soon: we are watching a tournament without any controversy with the refereeing (there is no memorable blunder in the Club World Cup), and we will return to the tough days of our national championship, where the referees are complacent and the players do not collaborate. It is a vicious cycle of lack of commitment to football…

– Flu ou Abatti na final do Mundial? A arbitragem brasileira na Copa de Clubes versus a Intertemporada no Brasileirão.

Todo mundo que milita na arbitragem brasileira é unânime: Ramon Abatti Abel está apitando com leveza na Copa do Mundo de Clubes, menos agressivo e bem diferente do que faz no Brasileirão. É favorito para estar na final do torneio (muito mais do que Wilton Pereira Sampaio), caso o Fluminense seja eliminado.

Enquanto isso, ocorreu a Intertemporada dos árbitros ao Campeonato Brasileiro, na semana passada. E o foco foi: inteligência emocional para as decisões. Rodrigo Martins Cintra, chefe dos árbitros, no material promovido pela CBF, enfocou bastante essa questão.

Será que a Saúde Mental (obviamente tão necessária não só ao esporte, mas à sociedade)é o grande problema da arbitragem? Controle e Inteligência Emocional são importantíssimos, mas a raiz das dificuldades da arbitragem não é outra?

Vamos ter um choque de realidade, em breve: estamos assistindo um torneio sem polêmicas com a arbitragem (não há erro crasso memorável no Mundial de Clubes), e voltaremos às duras jornadas do nosso campeonato nacional, onde os árbitros contemporizam e os jogadores não colaboram. É um círculo vicioso de descomprometimento ao futebol…

IN ENGLISH – Everyone involved in Brazilian refereeing agrees: Ramon Abatti Abel is refereeing with ease in the Club World Cup, less aggressive and very different from what he does in the Brazilian Championship. He is the favorite to be in the final of the tournament (much more than Wilton Pereira Sampaio), if Fluminense is eliminated.

In the meantime, the referees’ Interseason for the Brazilian Championship took place last week. And the focus was on: emotional intelligence for decisions. Rodrigo Martins Cintra, head of the referees, focused a lot on this issue in the material promoted by the CBF.

Could it be that Mental Health (obviously so necessary not only for sports, but for society) is the biggest problem in refereeing? Control and Emotional Intelligence are extremely important, but isn’t the root of the difficulties in refereeing something else?

We are going to have a reality check soon: we are watching a tournament without any controversy with the refereeing (there is no memorable blunder in the Club World Cup), and we will return to the tough days of our national championship, where the referees are complacent and the players do not collaborate. It is a vicious cycle of lack of commitment to football…

– E quando o Brasileirão recomeçar?

Todos nós estamos acompanhando o emocionante Mundial de Clubes! Essa Copa do Mundo de Clubes “pegou”, está legal e empolgando. Uma “bola dentro” da FIFA.

Pelo momento econômico do futebol brasileiro, representando a Conmebol, 4 brasileiros estão na disputa. Só que…

E quando voltarem ao Campeonato Brasileiro? Enquanto seus adversários descansaram e fizeram uma intertemporada, Botafogo e Flamengo estarão cansados – mas especialmente Fluminense e Palmeiras, que avançaram de fase.

Jogando no calor, em horários inapropriados (embora muito bem remunerados), os clubes que avançam de fase sacrificarão suas equipes no Brasileirão. E tal período, nesse tempo de tanta exigência física no futebol, fará a diferença.

É o ônus do sucesso, sem dúvida. Mas aí eu me recordo do Raphinha, do Barcelona, que disse ser uma loucura sacrificar as férias pelo Mundial. Talvez ele tenha exagerado, mas que a FIFA deverá rever o calendário mundial, não se discute.

Imagine a “alegria” dos europeus, após o término da temporada, nessas condições?

Eu estou curtindo a competição, mas sei que sua incorporação ao calendário regular é uma insanidade, fisicamente falando.

IN ENGLISH – We are all following the exciting Club World Cup! This Club World Cup is “on the up”, it’s cool and exciting. A “goal” by FIFA,

Given the economic situation of Brazilian football, representing Conmebol, 4 Brazilians are in the competition. But…

And when they return to the Brazilian Championship? While their opponents rested and had an off-season, Botafogo and Flamengo will be tired – but especially Fluminense and Palmeiras, who advanced to the next phase.

Playing in the heat, at inappropriate times (although very well paid), the clubs that advance to the next phase will sacrifice their teams in the Brasileirão. And such a period, in this time of so much physical demand in football, will make a difference.

It is the burden of success, without a doubt. But then I remember Raphinha, from Barcelona, ​​who said it was crazy to sacrifice vacation for the World Cup. Maybe he exaggerated, but there is no debate about the fact that FIFA will have to review the world calendar.

Imagine the “joy” of the Europeans after the end of the season, under these conditions?

I am enjoying the competition, but I know that incorporating it into the regular calendar is insane, physically speaking.

– E quando o Brasileirão recomeçar?

Todos nós estamos acompanhando o emocionante Mundial de Clubes! Essa Copa do Mundo de Clubes “pegou”, está legal e empolgando. Uma “bola dentro” da FIFA.

Pelo momento econômico do futebol brasileiro, representando a Conmebol, 4 brasileiros estão na disputa. Só que…

E quando voltarem ao Campeonato Brasileiro? Enquanto seus adversários descansaram e fizeram uma intertemporada, Botafogo e Flamengo estarão cansados – mas especialmente Fluminense e Palmeiras, que avançaram de fase.

Jogando no calor, em horários inapropriados (embora muito bem remunerados), os clubes que avançam de fase sacrificarão suas equipes no Brasileirão. E tal período, nesse tempo de tanta exigência física no futebol, fará a diferença.

É o ônus do sucesso, sem dúvida. Mas aí eu me recordo do Raphinha, do Barcelona, que disse ser uma loucura sacrificar as férias pelo Mundial. Talvez ele tenha exagerado, mas que a FIFA deverá rever o calendário mundial, não se discute.

Imagine a “alegria” dos europeus, após o término da temporada, nessas condições?

Eu estou curtindo a competição, mas sei que sua incorporação ao calendário regular é uma insanidade, fisicamente falando.

IN ENGLISH – We are all following the exciting Club World Cup! This Club World Cup is “on the up”, it’s cool and exciting. A “goal” by FIFA,

Given the economic situation of Brazilian football, representing Conmebol, 4 Brazilians are in the competition. But…

And when they return to the Brazilian Championship? While their opponents rested and had an off-season, Botafogo and Flamengo will be tired – but especially Fluminense and Palmeiras, who advanced to the next phase.

Playing in the heat, at inappropriate times (although very well paid), the clubs that advance to the next phase will sacrifice their teams in the Brasileirão. And such a period, in this time of so much physical demand in football, will make a difference.

It is the burden of success, without a doubt. But then I remember Raphinha, from Barcelona, ​​who said it was crazy to sacrifice vacation for the World Cup. Maybe he exaggerated, but there is no debate about the fact that FIFA will have to review the world calendar.

Imagine the “joy” of the Europeans after the end of the season, under these conditions?

I am enjoying the competition, but I know that incorporating it into the regular calendar is insane, physically speaking.

– Sobre a expulsão de Andrés Hurtado em Red Bull Bragantino 0x3 Bahia: correta ou não?

Falamos em: https://youtu.be/8cCFpFUtF84?si=v92OGO7C5W4glojf

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Bahia (Rodada 12 do Brasileirão).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Baêa, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Árbitro Assistente 1: Victor Hugo Imazu dos Santos – PR
Árbitro Assistente 2: Rafael Trombeta – PR
Quarto Árbitro: Anderson Ribeiro Gonçalves – GO
Assessor: Sérgio Cristiano Nascimento – RJ
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Ivan Carlos Bohn – PR
AVAR2: Antonio Magno Lima Cordeiro – CE
Observador de VAR: Sílvia Regina de Oliveira – SP
Quality manager: Paulo Ricardo Alves de Oliveira – SP

Torezin surgiu no cenário nacional bem veterano, aos 41 anos. Em um momento de crise na CA-CBF, Seneme trouxe diversos nomes alternativos para a A1, e um deles era de Lucas Paulo Torezin, natural de Campo Largo. Por ter experiência na carreira, conseguiu se firmar na A1 e desde então tem tido muitas escalas, apitando inclusive jogos importantes. Sua dificuldade é soltar demais o jogo, e depois tê-lo que amarrar por perder o controle da partida. Precisa dosar mais essa situação.

Em jogos  do Massa Bruta, me recordo de uma atuação ruim do juizão no ano passado, contra o Atlético Mineiro, onde Deyverson ludibriou o árbitro. Compartilho: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/09/22/analise-da-arbitragem-de-atletico-mineiro-3×0-red-bull-bragantino/

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Bahia pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta, 12/06, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!