Recebi esse corte de imagem de um programa da Sportv, mostrando, no começo do ano, o que deveria ser a projeção final dos clubes no Campeonato Brasileiro 2025.
É claro que o futebol é cheio de lógica: todos apontaram Flamengo e Palmeiras como favoritos. Mas também cheio de ilógicas: com o que gastou, como apontar o Internacional na zona do rebaixamento? Ou o Mirassol na Libertadores da América?
Veja esse quadro e avalie: seus palpites eram muito diferentes desses?
O final do Brasileirão 2025 está empolgante: na parte de cima, pela 8ª vaga que poderá (ou não) levar à fase pré-classificatória da Libertadores da América, brigam Red Bull Bragantino e São Paulo.
Já na parte de baixo… muitos times brigando para não cair!
Sem vacilar: acho que junto a Sport e Juventude, se somarão Vitória e Internacional.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães -RJ Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha -RJ Árbitro Assistente 2: Alex dos Santos -SC Quarto Árbitro: Gustavo Ervino Bauermann -SC Quinto Árbitro: Leandro Matos Feitosa -SP Assessor: Ana Karina Marques Valentin-PE VAR: Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira-MG AVAR: Helen Aparecida Gonçalves Silva Araújo-MG AVAR2: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho-RJ Observador de VAR: Vayran da Silva Rosa-SC Quality Manager: Walter de Lima Coelho Jr-SP
Wagner tem somente 4 jogos na Série A como árbitro em 2025, e uma única atuação como AVAR. Estava predominantemente na Série B. Me surpreende tal escalação, pois na maioria dos outros jogos, temos árbitros FIFA atuantes.
O carioca está com 46 anos (estourou a idade para permanência regular no quadro), e das várias vezes que atuou em jogos do Bragantino, demonstrou deficiência técnica (lances de bola na mão viraram pênaltis) e mau desempenho físico.
A pergunta é: ambas equipes têm ambições no campeonato. Por que tal escala com arbitragem de qualidade inferior aos demais jogos da rodada?
Torcerei para um bom jogo e uma arbitragem satisfatória.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Vitória pela Rádio Futebol Total, acessando: YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra, ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com. Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 03/12, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Recebi esse corte de imagem de um programa da Sportv, mostrando, no começo do ano, o que deveria ser a projeção final dos clubes no Campeonato Brasileiro 2025.
É claro que o futebol é cheio de lógica: todos apontaram Flamengo e Palmeiras como favoritos. Mas também cheio de ilógicas: com o que gastou, como apontar o Internacional na zona do rebaixamento? Ou o Mirassol na Libertadores da América?
Veja esse quadro e avalie: seus palpites eram muito diferentes desses?
E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães -RJ Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha -RJ Árbitro Assistente 2: Alex dos Santos -SC Quarto Árbitro: Gustavo Ervino Bauermann -SC Quinto Árbitro: Leandro Matos Feitosa -SP Assessor: Ana Karina Marques Valentin-PE VAR: Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira-MG AVAR: Helen Aparecida Gonçalves Silva Araújo-MG AVAR2: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho-RJ Observador de VAR: Vayran da Silva Rosa-SC Quality Manager: Walter de Lima Coelho Jr-SP
Wagner tem somente 4 jogos na Série A como árbitro em 2025, e uma única atuação como AVAR. Estava predominantemente na Série B. Me surpreende tal escalação, pois na maioria dos outros jogos, temos árbitros FIFA atuantes.
O carioca está com 46 anos (estourou a idade para permanência regular no quadro), e das várias vezes que atuou em jogos do Bragantino, demonstrou deficiência técnica (lances de bola na mão viraram pênaltis) e mau desempenho físico.
A pergunta é: ambas equipes têm ambições no campeonato. Por que tal escala com arbitragem de qualidade inferior aos demais jogos da rodada?
Torcerei para um bom jogo e uma arbitragem satisfatória.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Vitória pela Rádio Futebol Total, acessando: YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra, ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com. Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 03/12, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Leila Pereira, durante o Summit da CBF, foi muito bem: discordou das queixas de Abel Ferreira, falou que essa queda de rendimento do Palmeiras na reta final do Brasileirão tem relação com o desempenho ruim do próprio time, da diretoria e do treinador, em outras palavras.
Excelente! A narrativa de que “tudo é culpa da arbitragem”é um dos discursos mais velhos que se possa ter no futebol brasileiro. Chega a ser vexatório.
O Palmeiras de hoje está na mesma “toada” do Botafogo de 2023?
O Fogão “desidratou-se” na reta final daquele Brasileirão e perdeu o título para o próprio Verdão. Agora, o time de Abel, igualmente no término da competição, conseguiu fazer (com um elenco reforçado em 700 milhões de reais) míseros 2 pontos dos 15 que disputou.
Mas na coletiva pós-jogo da derrota frente ao Grêmio… Abel Ferreira conseguiu novamente “criar um fato”, tentando iludir as pessoasque seu time é prejudicado pela arbitragem, e ousar soltar a história de que ele “sofre com os árbitros pois eles têm medo de serem punidos” e “que se o pênalti contra o SPFC fosse marcado, o goleiro defenderia e o Palmeiras venceria por 3×2”.
Profeta?E não admite que foi favorecido?
Dias atrás, nesse curto vídeo, falamos sobre as narrativas de que não podemos terceirizar a culpa como TORCEDORES fanáticos.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão do Pici, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo-RJ Árbitro Assistente 1: Luiz Cláudio Regazone -RJ Árbitro Assistente 2: Thiago Rosa de Oliveira Espósito-RJ Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia -RJ Assessor: Adriano de Carvalho-TO VAR: Rodrigo Nunes de Sá-RJ AVAR: Lilian da Silva Fernandes Bruno-RJ AVAR2: Yuri Elino Ferreira da Cruz-RJ Observador de VAR: José Alexandre Barbosa Lima-RJ Quality manager: Paulo Ricardo Alves de Oliveira-CBF
Bruno Arleu começou mal o Brasileirão, andou tomando geladeiras e no final do Brasileirão “se aprumou”. É bastante irregular, errando principalmente em lances técnicos. Melhorou nesses últimos jogos e, depois de apitar São Paulo x Red Bull Bragantino, foi apitar a Série B (esteve em Operário x Ferroviária).
Ele precisa ir bem, pois briga para se manter no quadro da FIFA e daqui duas semanas a CBF divulgará a relação dos árbitros internacionais para 2026.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Fortaleza pela Rádio Futebol Total, acessando: YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra, ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com. Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 26/11, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Com a combinação de resultados de Atlético Mineiro x Flamengo e Grêmio x Palmeiras, podemos ver o Mengão levando o título do Campenato Brasileiro hoje.
A pergunta é: isso acontecerá?
Eu acho que ainda não. Mas imagino que será uma noite de 3ª feira emocionante. Aguardemos.
O Palmeiras de hoje está na mesma “toada” do Botafogo de 2023?
O Fogão “desidratou-se” na reta final daquele Brasileirão e perdeu o título para o próprio Verdão. Agora, o time de Abel, igualmente no término da competição, conseguiu fazer (com um elenco reforçado em 700 milhões de reais) míseros 2 pontos dos 15 que disputou.
Mas na coletiva pós-jogo da derrota frente ao Grêmio… Abel Ferreira conseguiu novamente “criar um fato”, tentando iludir as pessoasque seu time é prejudicado pela arbitragem, e ousar soltar a história de que ele “sofre com os árbitros pois eles têm medo de serem punidos” e “que se o pênalti contra o SPFC fosse marcado, o goleiro defenderia e o Palmeiras venceria por 3×2”.
Profeta?E não admite que foi favorecido?
Dias atrás, nesse curto vídeo, falamos sobre as narrativas de que não podemos terceirizar a culpa como TORCEDORES fanáticos.
Me impressiono quando abro e vejo nas Redes Sociais muitos torcedores fanáticos postando “coletâneas” de lances equivocados dos árbitros a favor dos seus adversários (não me refiro aos sensatos, mas, repito, aos fanáticos).
Por exemplo: você verá palmeirenses postando dezenas de situações de supostos favorecimentos ao Flamengo e de erros de arbitragem contra o Palmeiras. Mas NUNCA verá ele admitir os erros a favor do seu próprio time. E isso vale igualmente aos flamenguistas, em relação ao Palmeiras. Ou de gremistas com os colorados e vice-versa. Idem aos cruzeirenses e atleticanos.
Isso é entendível pelo apaixonado e descomprometido torcedor. Mas técnico de futebol… aí vira chororô, demagogia ou covardia.
Será que quem perder o Brasileirão, vai insistir com narrativas como essas de torcedores, ou não assumirá que teve grande orçamento, que treinou mal, que escalou errado… e isso vale para os dois ponteiros da tabela.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão do Pici, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo-RJ Árbitro Assistente 1: Luiz Cláudio Regazone -RJ Árbitro Assistente 2: Thiago Rosa de Oliveira Espósito-RJ Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia -RJ Assessor: Adriano de Carvalho-TO VAR: Rodrigo Nunes de Sá-RJ AVAR: Lilian da Silva Fernandes Bruno-RJ AVAR2: Yuri Elino Ferreira da Cruz-RJ Observador de VAR: José Alexandre Barbosa Lima-RJ Quality manager: Paulo Ricardo Alves de Oliveira-CBF
Bruno Arleu começou mal o Brasileirão, andou tomando geladeiras e no final do Brasileirão “se aprumou”. É bastante irregular, errando principalmente em lances técnicos. Melhorou nesses últimos jogos e, depois de apitar São Paulo x Red Bull Bragantino, foi apitar a Série B (esteve em Operário x Ferroviária).
Ele precisa ir bem, pois briga para se manter no quadro da FIFA e daqui duas semanas a CBF divulgará a relação dos árbitros internacionais para 2026.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Fortaleza pela Rádio Futebol Total, acessando: YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra, ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com. Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 26/11, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
O grande problema da arbitragem brasileira continua sendo a falta de uniformização de critérios:
Domingo, na Vila Belmiro, Formiga (Juventude) pratica Jogo Brusco Grave ao ir com a sola frontalmente contra a perna de Lucca (São Paulo). O árbitro André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG vacila, aplica o Amarelo, e o VAR Paulo Renato Moreira da Silva Coelho o chama, para corrigir com o Vermelho.
Sábado, no Maracanã, Carrascal (Flamengo) igualmente atinge Fabinho, da mesma maneira, e o Árbitro Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho – PA nem Amarelo o árbitro deu, com a concordância do VAR Bráulio da Silva Machado – SC. Erraram ambos.
Chego em casa, ligo a televisão e me aparece São Paulo x Juventude, aos 5m do 2º tempo. Assisti 20 minutos e praticamente o SPFC não passou do meio de campo. Aliás, respeitosamente, que dois times ruins! Nível técnico fraquíssimo, uma única jogada bacana com o 45 Lucca.
Me impressiono quando abro e vejo nas Redes Sociais muitos torcedores fanáticos postando “coletâneas” de lances equivocados dos árbitros a favor dos seus adversários (não me refiro aos sensatos, mas, repito, aos fanáticos).
Por exemplo: você verá palmeirenses postando dezenas de situações de supostos favorecimentos ao Flamengo e de erros de arbitragem contra o Palmeiras. Mas NUNCA verá ele admitir os erros a favor do seu próprio time. E isso vale igualmente aos flamenguistas, em relação ao Palmeiras. Ou de gremistas com os colorados e vice-versa. Idem aos cruzeirenses e atleticanos.
Isso é entendível pelo apaixonado e descomprometido torcedor. Mas técnico de futebol… aí vira chororô, demagogia ou covardia.
Será que quem perder o Brasileirão, vai insistir com narrativas como essas de torcedores, ou não assumirá que teve grande orçamento, que treinou mal, que escalou errado… e isso vale para os dois ponteiros da tabela.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Mengão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho -PA Árbitro Assistente 1: Alessandro Alvaro Rocha de Matos -BA Árbitro Assistente 2: Alex dos Santos-SC Quarto Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior -PR Inspetor: Antonio Pereira da Silva-GO VAR: Bráulio da Silva Machado-SC AVAR: Éder Alexandre-SC AVAR2: Douglas Schwengber da Silva-RS
Fernando é jovem, tem 32 anos e está agarrando as oportunidades em 2025. Estava sendo escalado em toda rodada, onipresente nas séries D, C ou B. Na série A, apitou (e bem) Flamengo x Sport e Vasco x Juventude.
O árbitro paraense deixa o jogo correr, discerne bem os lances mais viris e não cometeu erros relevantes até então. É uma aposta para 2026.
Curiosamente, em Palmeiras x Fluminense, um jogo mais “pesado” (Abel x Zubeldia, que dão muito trabalho à arbitragem, bem diferente de Filipe Luís x Mancini, que se comportam muito bem), apitará Jonathan Benkenstein Pinheiro, que apitou nesse ano na série A apenas Mirassol x Botafogo. Escala equivocada, é um clássico brasileiro e deveria ser apitado por um árbitro de maior peso e experiência. Talvez o estilo do árbitro, que paralisa mais o jogo, seja o motivo de tal escolha da CBF.
Hoje, Fernando é bem mais árbitro que Jonathan. Torcerei para que ambos sejam felizes e apitem bem.
Acompanhe conosco o jogo entre Flamengo x Red Bull Bragantino vs pela Rádio Futebol Total, acessando: YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra, ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com. Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 22/11, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Em suma: se o Ferreirinha ataca o Bidon daquele jeito, ee pênalti. Se o Bidon joga as costas para ser atingido, não. Faltou esperteza do árbitro…
2- Daronco está cumprindo a nova orientação da CA-CBF: quando for ao VAR, “correr devagar” e virar uma caminhada antes de sair de campo, para melhorar a respiração / oxigenação, a fim de uma decisão melhor (sim, isso foi uma orientação oficial…)
Erraram o árbitro Davi de Oliveira Lacerda (ES)e o VAR Wagner Reway no Maracanã. Aliás, Davi tem um estilo de jogo de deixar o jogo correr, mas equivocadamente também deixa de marcar muitas faltas reais (como ocorrido no FlaFlu). Ele deverá estar no quadro da FIFA em 2026, no lugar de Flávio Rodrigues de Souza (SP).
Vamos à polêmica:
Dificilmente você verá alguém que analisa arbitragem (ou até mesmo de qualquer profissional do esporte, sendo jornalista, jogador ou conhecedor de futebol) dizer que não foi pênalti de Thiago Silva em cima de Bruno Henrique. O zagueiro tricolor acerta o flamenguista com um chute certeiro “na batata da perna” (a panturrilha), quando o atacante está procurando proteger a bola. Isso é falta, não se discute, e dentro da área, pênalti.
Não concordo com quem defende que Bruno Henrique procurou o contato pra cavar. Ele sofreu um chute de Thiago Silva que errou o tempo da bola. E lembremo-nos: domínio da bola não quer dizer que você está com ela fisicamente em seu pé, mas que você controla uma situação. Bruno está jogando sem ela, e é atingido. Simples.
Faça a alusão de Allan e Tapia (SPFC x SEP), é o mesmo erro de leitura do lance. O jogador que sofre o chute (naquele caso, um carrinho imprudente) não tem culpa do adversário bobear naquele momento e errar o tempo da bola, escorregar, chutar sem querer ou coisa que o valha. Onde está o erro, unfair-play, “cavada” ou infração de Bruno Henrique? Nenhum. Ele sofreu uma infração e não teve ela marcada.
Igualmente, Davi Lacerda estava bem posicionado como Ramon Abatti Abel estava. De novo, o VAR deixou prevalecer a decisão de campo erroneamente (lembrando: houve um pedido da CBF para que o árbitro de vídeo intervenha menos, e aqui é de “8 a 80”: do exagero à omissão…).
Para mim, o teor do erro permite sim o Flamengo reclamar na mesma intensidade que o São Paulo, por pênaltis não marcados em clássicos igualmente importantes.
A CBF suspenderá o árbitro da mesma forma que fez dias atrás com Abatti Abel e seu VAR? Aguardemos.
Acréscimos:
1- O assédio direto e indireto à arbitragem é enorme, e para quem não tem estrutura, os efeitos são péssimos. Nessa semana, o Flamengo publicou uma nota elogiosa (até em excesso) para a força-tarefa da CBF, capitaneada pelo Presidente da Federação do Amapá, que busca reestruturar a arbitragem brasileira. Nela, se fala de profissionalização e outras coisas (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1bOW), mas, ainda, vem em contraponto às críticas visíveis da arbitragem.
2- Simultaneamente às reclamações do lance no Maracanã, Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, dava uma entrevista pós jogo (Palmeiras x Vitória) em que (sem ficar rubro de vergonha) falava que houve muita pressão em Ramon Abatti Abel no lance do Morumbi de Allan em Tapia, e que foi uma situação que o árbitro havia ACERTADO! Aí foi demais… por isso que não teremos melhora na arbitragem, pois cada um vê apenas o seu umbigo, e aceita descaradamente os erros a favor, maquiando-os como se nada fossem. Mas quando o contrário…
3- Imaginando: para a final da Libertadores da América, a lógica será escalar aquele que é o melhor árbitro da América do Sul: Facundo Tello. Mas, por toda a pressão que pode estar ocorrendo com Flamengo e Palmeiras, imagino (e não gosto da ideia) de que a Conmebol escalará o mais experiente (e complicado) Wilmar Roldan.
4- A Comissão Internacional de Especialistas da CBF, formada por Nestor Pitana, Nicola Rizzolli e Sandro Meira Ricci, desde AGOSTO, não dá um parecer sobre os erros de arbitragem. Ela foi criada para auxiliar Rodrigo Martins Cintra. O que ela anda fazendo? Ou, vamos usar o número “fora de sentido” da CBF, que 99,1% dos lances do Brasileirão (como divulgado) são corretos, e por isso a Comissão não é exigida?Aliás, esses notáveis estão recebendo, ou foram dispensados?
E para o confronto do Massa Bruta contra o Mengão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho -PA Árbitro Assistente 1: Alessandro Alvaro Rocha de Matos -BA Árbitro Assistente 2: Alex dos Santos-SC Quarto Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior -PR Inspetor: Antonio Pereira da Silva-GO VAR: Bráulio da Silva Machado-SC AVAR: Éder Alexandre-SC AVAR2: Douglas Schwengber da Silva-RS
Fernando é jovem, tem 32 anos e está agarrando as oportunidades em 2025. Estava sendo escalado em toda rodada, onipresente nas séries D, C ou B. Na série A, apitou (e bem) Flamengo x Sport e Vasco x Juventude.
O árbitro paraense deixa o jogo correr, discerne bem os lances mais viris e não cometeu erros relevantes até então. É uma aposta para 2026.
Curiosamente, em Palmeiras x Fluminense, um jogo mais “pesado” (Abel x Zubeldia, que dão muito trabalho à arbitragem, bem diferente de Filipe Luís x Mancini, que se comportam muito bem), apitará Jonathan Benkenstein Pinheiro, que apitou nesse ano na série A apenas Mirassol x Botafogo. Escala equivocada, é um clássico brasileiro e deveria ser apitado por um árbitro de maior peso e experiência. Talvez o estilo do árbitro, que paralisa mais o jogo, seja o motivo de tal escolha da CBF.
Hoje, Fernando é bem mais árbitro que Jonathan. Torcerei para que ambos sejam felizes e apitem bem.
Acompanhe conosco o jogo entre Flamengo x Red Bull Bragantino vs pela Rádio Futebol Total, acessando: YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra, ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com. Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 22/11, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Erraram o árbitro Davi de Oliveira Lacerda (ES)e o VAR Wagner Reway no Maracanã. Aliás, Davi tem um estilo de jogo de deixar o jogo correr, mas equivocadamente também deixa de marcar muitas faltas reais (como ocorrido no FlaFlu). Ele deverá estar no quadro da FIFA em 2026, no lugar de Flávio Rodrigues de Souza (SP).
Vamos à polêmica:
Dificilmente você verá alguém que analisa arbitragem (ou até mesmo de qualquer profissional do esporte, sendo jornalista, jogador ou conhecedor de futebol) dizer que não foi pênalti de Thiago Silva em cima de Bruno Henrique. O zagueiro tricolor acerta o flamenguista com um chute certeiro “na batata da perna” (a panturrilha), quando o atacante está procurando proteger a bola. Isso é falta, não se discute, e dentro da área, pênalti.
Não concordo com quem defende que Bruno Henrique procurou o contato pra cavar. Ele sofreu um chute de Thiago Silva que errou o tempo da bola. E lembremo-nos: domínio da bola não quer dizer que você está com ela fisicamente em seu pé, mas que você controla uma situação. Bruno está jogando sem ela, e é atingido. Simples.
Faça a alusão de Allan e Tapia (SPFC x SEP), é o mesmo erro de leitura do lance. O jogador que sofre o chute (naquele caso, um carrinho imprudente) não tem culpa do adversário bobear naquele momento e errar o tempo da bola, escorregar, chutar sem querer ou coisa que o valha. Onde está o erro, unfair-play, “cavada” ou infração de Bruno Henrique? Nenhum. Ele sofreu uma infração e não teve ela marcada.
Igualmente, Davi Lacerda estava bem posicionado como Ramon Abatti Abel estava. De novo, o VAR deixou prevalecer a decisão de campo erroneamente (lembrando: houve um pedido da CBF para que o árbitro de vídeo intervenha menos, e aqui é de “8 a 80”: do exagero à omissão…).
Para mim, o teor do erro permite sim o Flamengo reclamar na mesma intensidade que o São Paulo, por pênaltis não marcados em clássicos igualmente importantes.
A CBF suspenderá o árbitro da mesma forma que fez dias atrás com Abatti Abel e seu VAR? Aguardemos.
Acréscimos:
1- O assédio direto e indireto à arbitragem é enorme, e para quem não tem estrutura, os efeitos são péssimos. Nessa semana, o Flamengo publicou uma nota elogiosa (até em excesso) para a força-tarefa da CBF, capitaneada pelo Presidente da Federação do Amapá, que busca reestruturar a arbitragem brasileira. Nela, se fala de profissionalização e outras coisas (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1bOW), mas, ainda, vem em contraponto às críticas visíveis da arbitragem.
2- Simultaneamente às reclamações do lance no Maracanã, Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, dava uma entrevista pós jogo (Palmeiras x Vitória) em que (sem ficar rubro de vergonha) falava que houve muita pressão em Ramon Abatti Abel no lance do Morumbi de Allan em Tapia, e que foi uma situação que o árbitro havia ACERTADO! Aí foi demais… por isso que não teremos melhora na arbitragem, pois cada um vê apenas o seu umbigo, e aceita descaradamente os erros a favor, maquiando-os como se nada fossem. Mas quando o contrário…
3- Imaginando: para a final da Libertadores da América, a lógica será escalar aquele que é o melhor árbitro da América do Sul: Facundo Tello. Mas, por toda a pressão que pode estar ocorrendo com Flamengo e Palmeiras, imagino (e não gosto da ideia) de que a Conmebol escalará o mais experiente (e complicado) Wilmar Roldan.
4- A Comissão Internacional de Especialistas da CBF, formada por Nestor Pitana, Nicola Rizzolli e Sandro Meira Ricci, desde AGOSTO, não dá um parecer sobre os erros de arbitragem. Ela foi criada para auxiliar Rodrigo Martins Cintra. O que ela anda fazendo? Ou, vamos usar o número “fora de sentido” da CBF, que 99,1% dos lances do Brasileirão (como divulgado) são corretos, e por isso a Comissão não é exigida?Aliás, esses notáveis estão recebendo, ou foram dispensados?
Eu não me lembro de um Campeonato Brasileiro tão disputado como esse aqui, de 2025 (inclusive para as vagas da Libertadores).
Quanto ao título, creio que somente na última rodada saberemos se Flamengo ou Palmeiras festejarão ou não. De fato, é um campeonato emocionante, rodada a rodada.
Eu não me lembro de um Campeonato Brasileiro tão disputado como esse aqui, de 2025 (inclusive para as vagas da Libertadores).
Quanto ao título, creio que somente na última rodada saberemos se Flamengo ou Palmeiras festejarão ou não. De fato, é um campeonato emocionante, rodada a rodada.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Galo Mineiro, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – CE Árbitro Assistente 1: Victor Hugo Imazu dos Santos – PR Árbitro Assistente 2: Renan Aguiar da Costa – CE Quarto Árbitro: Dênis da Silva Ribeiro Serafim – AL Assessor: Kléber Lúcio Gil – SC VAR: Caio Max Augusto Vieira – GO AVAR: Diogo Carvalho Silva – RJ AVAR2: Diego Pombo Lopez – BA Observador de VAR: Ednilson Corona – SP Inspetor: Erich Bartolomeu Antas e Silva Bandeira – PE
Meritocracia ou critério geográfico? São 10 oficiais de 9 estados diferentes na escalado Massa Bruta contra o Galo. Não vai entrosar nenhuma equipe de arbitragem desse jeito…
Marcelo de Lima Henrique, veteraníssimo, anunciou que penduraria o apito nesse ano, mas continuou a apitar. Foram 3 jogos dos Red Bull Bragantino que ele trabalhou em 2025 (com nenhuma vitória): apitou a derrota por 2×1 contra o Palmeiras, foi AVAR no empate de 2×2 contra o Santos e perdeu do Bahia por 2×1.
Caio Max, que passou oficialmente de Árbitro para VAR, o auxiliará.
Imagino que a escala de um experiente árbitro como ele (54 anos) se deve por atletas que reclamam e simulam demais (como Hulk e Deyverson).
Torço para um bom jogo e uma grande arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Atlético Mineiro pela Rádio Futebol Total, acessando: YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra, ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com. Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 16/11, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Nos últimos dias, vimos algumas situações inusitadas e, até certo ponto, bizarras no futebol brasileiro.
Foram 5 momentos ”nonsense”:
1) A discussão sem sentido de Emerson Leão e Oswaldo de Oliveira, no encontro da Federação dos Treinadores Brasileiros, demonstrando xenofobia ao atual técnico da Seleção Brasileira, o italiano Carlo Ancelotti, falando na cara dele que não gostam de estrangeiros em nosso país. Ora, os próprios treinadores que defenderam “reserva de mercado” aos brasileiros, trabalharam diversas vezes no Exterior. E cá entre nós: Ancelotti, campeão por onde passou, não está agregando ao país? Lembremo-nos: Béla Guttmann, o húngaro que fugiu da opressão russa, treinou o São Paulo FC e influenciou o futebol do nosso país. Se a pessoa é competente, por que o preconceito?
2) A CBF anunciou o impedimento semiautomático para o Campeonato Brasileiro 2026.Ótimo, a tecnologia precisa nos ajudar, já que o VAR, AVARs e demais membros da cabine de vídeo não ajudam. Mas ao mesmo tempo, Cintra, o chefe dos Árbitros, disse que a tão necessária Uniformização de Critérios da Arbitragem é utopia. Ora bolas, nos anos 2000, a FPF fez uma cartilha de uniformização e deu certo. Na Inglaterra, na Alemanha ou na Itália, idem. Por que não daria aqui? Falta treinamento e boa vontade da Comissão de Arbitragem para resolver esse problema.
3) Apresentou-se um primeiro modelo de Fair Play Financeiro ao nosso futebol. Excelente iniciativa! Entretanto, há pessoas desinformadas, alegando que isso vai impedir Palmeiras e Flamengo de “espanholizarem” o Brasil (se referindo a Espanha, onde Real Madrid e Barcelona, mais ricos, reinam). É exatamente o contrário: Fair Play Financeiro não é teto de gastos aos clubes, mas limite de despesas para quem não pode pagar as contas. Tanto o Verdão com o Mengão arrecadam muito e poderão gastar muito. Corinthians ou Santos, que têm elencos milionários mas suas receitas não são suficientes para pagar as contas (e atrasam salários), estariam em sérios problemas com isso. Na França, o Lyon quase foi rebaixado para a Segunda Divisão por suas dívidas. O clube precisou vender o seu Departamento de Futebol Feminino a uma empresa interessada e repassar o Masculino a outro grupo econômico, saindo das mãos de… John Textor! Só assim, com dinheiro em caixa, pode permanecer na Primeira Divisão.
4) E o Neymar? Após brigar com o árbitro, brigar com seu companheiro de time, brigar com o técnico por não querer ser substituído no Maracanã, teve seu nome ligado a uma manchete que dizia: “Neymar liga para Vojvoda e pede desculpas a todos”. Quando li, pensei: “Muito bom, voltou à razão”. Só que não… Neymar publicou na Rede Social que isso era mentira de um “jornalista de m…” Não é uma maluquice? O correto era o pedido de desculpas, e ele não só deixou de fazê-lo, como ainda ofendeu o jornalista. Que oportunidade ele perdeu!
5) Por fim: a discussão dos julgamentos de Alan, Bruno Henrique e Vitor Roque, todos por motivos diferentes, mas turbinados pelas discussões promovidas pelos cartolas de Palmeiras e Flamengo. A propósito: no futebol profissional, jogador e seus parentes são proibidos de apostar em sites de apostas. Ninguém deu um toque ao Bruno Henrique? E o mesmo puxão de orelha deve ser dado a Vitor Roque, que publicou uma ilustração com sentido homofóbico velado, em tempos que isso não cabe mais (e que nunca deveria ter ocorrido), especialmente partindo de um jogador cujo empresário alega valer US$ 50 milhões…
De fato, o futebol brasileiro não é para amadores.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Galo Mineiro, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – CE Árbitro Assistente 1: Victor Hugo Imazu dos Santos – PR Árbitro Assistente 2: Renan Aguiar da Costa – CE Quarto Árbitro: Dênis da Silva Ribeiro Serafim – AL Assessor: Kléber Lúcio Gil – SC VAR: Caio Max Augusto Vieira – GO AVAR: Diogo Carvalho Silva – RJ AVAR2: Diego Pombo Lopez – BA Observador de VAR: Ednilson Corona – SP Inspetor: Erich Bartolomeu Antas e Silva Bandeira – PE
Meritocracia ou critério geográfico? São 10 oficiais de 9 estados diferentes na escalado Massa Bruta contra o Galo. Não vai entrosar nenhuma equipe de arbitragem desse jeito…
Marcelo de Lima Henrique, veteraníssimo, anunciou que penduraria o apito nesse ano, mas continuou a apitar. Foram 3 jogos dos Red Bull Bragantino que ele trabalhou em 2025 (com nenhuma vitória): apitou a derrota por 2×1 contra o Palmeiras, foi AVAR no empate de 2×2 contra o Santos e perdeu do Bahia por 2×1.
Caio Max, que passou oficialmente de Árbitro para VAR, o auxiliará.
Imagino que a escala de um experiente árbitro como ele (54 anos) se deve por atletas que reclamam e simulam demais (como Hulk e Deyverson).
Torço para um bom jogo e uma grande arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Atlético Mineiro pela Rádio Futebol Total, acessando: YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra, ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com. Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 16/11, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Nesta pausa do Brasileirão para as datas-FIFA, os assuntos são:
Leila Pereira reclamando de “campeonato a ser decidido fora de campo“.
Flamengo pedindo que não se jogue em gramado de plástico.
Os julgamentos de Bruno Henrique e Vitor Roque.
Arbitragem(pra variar).
Neymar(ô, assunto enfadonho).
E alguma coisa de Seleção Brasileira…
Perceberam que, o que movimenta o Campeonato Brasileiro, o futebol dentro de campo, o jogo-jogado, real, com esquemas táticos e dribles, não se tem falado?
Nos últimos dias, vimos algumas situações inusitadas e, até certo ponto, bizarras no futebol brasileiro.
Foram 5 momentos ”nonsense”:
1) A discussão sem sentido de Emerson Leão e Oswaldo de Oliveira, no encontro da Federação dos Treinadores Brasileiros, demonstrando xenofobia ao atual técnico da Seleção Brasileira, o italiano Carlo Ancelotti, falando na cara dele que não gostam de estrangeiros em nosso país. Ora, os próprios treinadores que defenderam “reserva de mercado” aos brasileiros, trabalharam diversas vezes no Exterior. E cá entre nós: Ancelotti, campeão por onde passou, não está agregando ao país? Lembremo-nos: Béla Guttmann, o húngaro que fugiu da opressão russa, treinou o São Paulo FC e influenciou o futebol do nosso país. Se a pessoa é competente, por que o preconceito?
2) A CBF anunciou o impedimento semiautomático para o Campeonato Brasileiro 2026.Ótimo, a tecnologia precisa nos ajudar, já que o VAR, AVARs e demais membros da cabine de vídeo não ajudam. Mas ao mesmo tempo, Cintra, o chefe dos Árbitros, disse que a tão necessária Uniformização de Critérios da Arbitragem é utopia. Ora bolas, nos anos 2000, a FPF fez uma cartilha de uniformização e deu certo. Na Inglaterra, na Alemanha ou na Itália, idem. Por que não daria aqui? Falta treinamento e boa vontade da Comissão de Arbitragem para resolver esse problema.
3) Apresentou-se um primeiro modelo de Fair Play Financeiro ao nosso futebol. Excelente iniciativa! Entretanto, há pessoas desinformadas, alegando que isso vai impedir Palmeiras e Flamengo de “espanholizarem” o Brasil (se referindo a Espanha, onde Real Madrid e Barcelona, mais ricos, reinam). É exatamente o contrário: Fair Play Financeiro não é teto de gastos aos clubes, mas limite de despesas para quem não pode pagar as contas. Tanto o Verdão com o Mengão arrecadam muito e poderão gastar muito. Corinthians ou Santos, que têm elencos milionários mas suas receitas não são suficientes para pagar as contas (e atrasam salários), estariam em sérios problemas com isso. Na França, o Lyon quase foi rebaixado para a Segunda Divisão por suas dívidas. O clube precisou vender o seu Departamento de Futebol Feminino a uma empresa interessada e repassar o Masculino a outro grupo econômico, saindo das mãos de… John Textor! Só assim, com dinheiro em caixa, pode permanecer na Primeira Divisão.
4) E o Neymar? Após brigar com o árbitro, brigar com seu companheiro de time, brigar com o técnico por não querer ser substituído no Maracanã, teve seu nome ligado a uma manchete que dizia: “Neymar liga para Vojvoda e pede desculpas a todos”. Quando li, pensei: “Muito bom, voltou à razão”. Só que não… Neymar publicou na Rede Social que isso era mentira de um “jornalista de m…” Não é uma maluquice? O correto era o pedido de desculpas, e ele não só deixou de fazê-lo, como ainda ofendeu o jornalista. Que oportunidade ele perdeu!
5) Por fim: a discussão dos julgamentos de Alan, Bruno Henrique e Vitor Roque, todos por motivos diferentes, mas turbinados pelas discussões promovidas pelos cartolas de Palmeiras e Flamengo. A propósito: no futebol profissional, jogador e seus parentes são proibidos de apostar em sites de apostas. Ninguém deu um toque ao Bruno Henrique? E o mesmo puxão de orelha deve ser dado a Vitor Roque, que publicou uma ilustração com sentido homofóbico velado, em tempos que isso não cabe mais (e que nunca deveria ter ocorrido), especialmente partindo de um jogador cujo empresário alega valer US$ 50 milhões…
De fato, o futebol brasileiro não é para amadores.