– A Cinquentona Amada e Odiada

Hoje Brasília faz 50 anos. Ao mesmo tempo em que é sinônimo de arrojo e exemplo em questões urbanísticas, ou ainda símbolo da esperança, pujança e do empreendedorismo dos anos 60, a capital federal também leva a pejorativa analogia de lugar onde a corrupção e os desmandos imperam.

De qualquer forma, parabéns Brasília.

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BRASÍLIA FAZ 50 ANOS COMO SÍMBOLO DE CONTRASTES DO BRASIL

A cidade de Brasília completa 50 anos nesta quarta-feira como o principal símbolo do imaginário político brasileiro na atualidade, avaliam especialistas ouvidos pela BBC Brasil. O sucesso da transferência da administração do Rio de Janeiro para o interior do País, que à época chegou a ser visto com descrédito, hoje já não é mais contestado.

“Sob esse ponto de vista, podemos dizer que Brasília deu certo, sem sombra de dúvidas”, diz o sociólogo Brasilmar Nunes Ferreira, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), que durante mais de 35 anos fez da cidade sua moradia e seu objeto de estudo.

Segundo ele, Brasília não apenas se transformou em uma capital política – “na prática e no imaginário” – como também “cumpriu” o papel de contribuir para o desenvolvimento do interior do País. “Pode-se dizer que esse objetivo maior foi cumprido. Ou seja, do ponto de vista político, Brasília correspondeu às expectativas”, diz Ferreira.

Projeto
Já do ponto de vista urbanístico, Brasília desperta as mais variadas avaliações entre os especialistas. Os grandes espaços vazios, os prédios padronizados e as quadras numeradas são apenas algumas das características do projeto de Lúcio Costa que costumam colocar urbanistas em lados opostos.

Os mais críticos argumentam, por exemplo, que o projeto foi “ingênuo” por não ter previsto o crescimento populacional e urbano com base em uma expansão que já vinha ocorrendo em outras grandes cidades do mundo. Para o arquiteto José Galbinski, da Universidade de Brasília (UnB), Brasília deve ser analisada no “contexto histórico” em que foi criada, e não com as informações de que dispomos hoje.

“Quando Lúcio Costa apresentou seu plano, os automóveis eram importados e pouquíssimas pessoas tinham um. Não é à toa que as quadras têm poucos estacionamentos”, diz.

O desafio, na avaliação de Galbinski, é respeitar Brasília como um projeto histórico, mas ao mesmo tempo criar mecanismos que atenuem os problemas da vida moderna.

“Desenvolver as cidades satélites, investir em transporte público e permitir prédios mais altos em regiões como Sudoeste e Noroeste seriam algumas saídas”, diz.

Desigualdade
A Brasília que se popularizou como centro dos acontecimentos políticos e principal exemplo de planejamento urbano do País muitas vezes acaba por esconder outras faces. Uma delas é a da riqueza. Na média, o morador do Distrito Federal é o mais rico do país, na comparação com outros Estados da federação. Seu salário é o dobro da média nacional (R$ 2,6 mil), segundo dados do IBGE referentes a 2007.

O Produto Interno Bruto per capita da região – número próximo ao conceito de renda – também é o maior do País: em 2007, esse valor era de R$ 40 mil, o triplo do restante do Brasil e quase o dobro do registrado no Estado de São Paulo.

Essa renda, porém, é extremamente mal distribuída. De acordo com o IBGE, o Distrito Federal é a unidade da federação mais desigual do País. Galbinski diz que o próprio desenho da capital – segundo ele, “uma ilha cercada por satélites” – resultou em um alto índice de segregação.

“A segregação em Brasília é integral. Ela ocorre no espaço físico, na questão cultural, na saúde”, diz o arquiteto. Segundo ele, o resultado é um “pequeno pedaço” muito rico, representado pelo Plano Piloto, e o restante da região, “geralmente segregado e esquecido”.

“Muita gente chega a pensar que Brasília é só o Plano Piloto. Na verdade, Brasília é todo esse conjunto, enquanto o Plano é uma pequeníssima fração”, diz.

– Arnaldo Jabor e sua Firme Posição Antilulista

Arnaldo Jabor é polêmico. Bestial para alguns, besta para outros. Entretanto, em sua coluna que circula por diversos jornais no Brasil, ele reproduziu um texto interessante sobre “o narcisismo de Lula, vivente de um reality show estrelado por ele próprio”. Se você é pró-Lula, certamente odiará este artigo. Aos antilulistas, ele é a mais pura expressão da verdade.

Independente da sua posição partidária ou política, algo é inegável: a qualidade de redação e alguns ditos sobre os cuidados que se tem que ter com o sucesso.

Extraído de: http://www.otempo.com.br/otempo/colunas/?IdEdicao=1629&IdColunaEdicao=11373

O PERIGO DA GRANDE MARCHA… A RÉ

por Arnaldo Jabor

Lula é um “reality show” permanente. Lula está em “fremente lua de mel consigo mesmo”, como dizia Nelson Rodrigues.

Mas, em sua viagem narcisista começam a aparecer os sintomas do erro. A sensatez do velho sindicalista virou deslumbramento. Um dia, abraça o Collor , no outro está com o Hamas e o Irã.

Freud (não o Freud Godoy dos “aloprados”…) tem um trabalho clássico, “O Fracasso Após o Triunfo”, no qual mostra que há indivíduos que lutam e vencem, e, depois da vitória, se destroem, porque muitos carregam no inconsciente complexos inibidores do pleno sucesso. Quanto mais medíocre é o dirigente, mais ele despreza a inteligência e a cultura e se transforma numa ilha cercada de medíocres.

Será que foi por isso que Lula escolheu uma senhora sem tempero, uma “gaffeuse” sem prática e com “olhos de vingança”, como me disse um taxista? Parece um sintoma.

A grande ironia é que Lula foi re-eleito por FHC. Sem o Plano Real, o governo Lula seria o pior desastre de nossa história. E, ajudado também pela economia mundial em bonança compradora, ele hoje diz que é responsável pelos bons índices econômicos que o governo anterior organizou. E não cai um raio do céu em cima…

Afinal, o que fez o governo Lula, além de se aproveitar do que chamava de “herança maldita”, além do Bolsa Família expandido e dos shows de TV? Os primeiros dois anos foram gastos no “assembleísmo” vacilante dos “conselhos” que ele nunca ouviu. Depois, a briga com a gangue dos quatro do PT, expulsos. Depois, a aventura da quadrilha de corruptos “revolucionários” que Roberto Jefferson desbaratou – para a sua e nossa sorte -, livrando-o do Dirceu e de seus comunas mais ativos. Aí, Lula pôde voltar a seu populismo personalista.

Lula continua o símbolo do “povo” que chegou ao poder, mascote dos desvalidos e símbolo sexual da Academia. Lula descobriu que a economia anda sozinha, que basta imitar o Jânio Quadros, o inventor da “política do espetáculo”, e propagar aos berros o tal PAC, esse plano virtual dos palanques. Lula tem a aura sagrada, “cristã”, do mito de operário ignorante e, por isso, intocável. Poucos têm coragem de desmentir esse dogma, como a virgindade de Nossa Senhora…

Por isso, vivemos um importante momento histórico, que pode marcar o Brasil por muitos anos. Agora, com as eleições, vai explodir a guerra com o sindicalismo enquistado no Estado: 200 mil contratados com a voracidade militante de uma porcada magra que não quer largar o batatal. Para isso, topam tudo: calúnias, números mentirosos, alianças com a direita mais maléfica. Tudo para manter o terrível “patrimonialismo de Estado”. Não esqueçamos que o PT combateu o Plano Real até no STF, como fez com a Lei de Responsabilidade Fiscal, assim como não assinou a Constituição de 88. Esse é o PT que quer ficar na era pós-Lula. Seu lema parece ser: “em vez de burgueses reacionários mamando na viúva, nós, do povo, nela mamaremos”.

Os “companheiros” trabalham sincronizados como um formigueiro. O sujeito pode até bater na mãe, que continua “companheiro”. Só deixa de sê-lo se criticar o partido, como o Paulo Venceslau, que ousou denunciar roubos nas prefeituras, depois confirmados na tragédia de Celso Daniel.

FHC resumiu bem: se continuar o “lulismo” com sua tarefeira Dilma, “sobrará um subperonismo contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão”.

Ou seja, o velho Brasil volta a seu pior formato tradicional, renascendo como rabo de lagarto. O país tem um movimento “regressista” natural, uma vocação populista automática. Será o início da Grande Marcha a ré …

Com a eventual vitória do programa do PT, teremos a re-estatização da economia, o inchamento maior ainda da máquina pública, a destruição das agências reguladoras e da Lei de Responsabilidade Fiscal; em busca de um getulismo tardio, uma visão do Estado como centro de tudo, com desprezo pelas reformas, horror pela administração e amor aos mecanismos de “controle” da sociedade – essa “massa atrasada” inferior aos “revolucionários”. A esquerda psicótica continua fixada na ideia de “unidade”, de “centro”, de Estado-pai, de apagamento de diferenças, ignorando a intrincada sociedade com bilhões de desejos e contradições.

A tarefa principal da campanha de Serra será explicar qual é o “pensamento tucano”. Como ensinar a população ignorante que só um choque democrático e empresarial pode enxugar a máquina podre das oligarquias enquistadas no Estado? Como explicar um programa de “mudanças possíveis” na infraestrutura e na educação, contraposto a esse marketing salvacionista de Lula?

Esse é o desafio da campanha do PSDB. Aécio Neves fez bem em se indignar com a demagogia de Dilma no túmulo de Tancredo – ele nos lembrou que o PT não apenas não apoiou Tancredo em 85, como expulsou seus três deputados que votaram nas eleições pela democracia.

A maior “realização” desse governo foi a desmontagem da razão. Podemos decifrar, analisar, comprovar crimes ou roubos, mas nada acontece. Ninguém tem palavras para exprimir indignação, ou melhor, ninguém tem mais indignação para exprimir em palavras.

Aécio Neves devia ir além e ser vice, sim. Seria um gesto histórico que lhe daria riquíssimos frutos, para além do interesse pessoal de uma política imediata. Aécio ganharia uma rara grandeza na história do país. Seu avô aprovaria.

Só uma alternância de poder, fundamental na democracia, pode desfazer a sinistra política que topa-tudo pelo poder e que planeja, com descaso, transformar-se numa espécie do PRI mexicano, que ficou 70 anos no poder. Durante o poder do PRI, as eleições eram uma simulação de aparente democracia, incluindo repressão e violência contra os eleitores. Em 1990, o escritor peruano Mario Vargas Llosa chamou o governo mexicano, sob o PRI, de uma “ditadura perfeita”. Será que isso nos espera?

– O Descaso e Impunidade na Tragédia de Luziânia

Ainda não me conformo com o desfecho do episódio onde 6 jovens foram mortos em Luziânia (GO) pelo pedreiro Admar de Jesus. Ele era um presidiário com problemas psicológicos, que ao sair da cadeia alertou “eu tenho vontade de matar, não me deixem sair que eu vou matar“.

Não é motivo para responsabilizar também quem o soltou?

O cara é doente, avisou que iria assassinar mesmo (inclusive pediu tratamento e ajuda) e ficou soltou na rua? Aliás, confesso não ler nenhuma notícia de presos que cumpram integralmente sua pena. Isso é preocupante. Os crimes são lembrados na hora, depois que perdem repercussão, esquecem-se e a impunidade impera.

– Bipolarização da Campanha Eleitoral

O PT já decidiu: a campanha para a Presidência da República comparará os 8 anos de FHC com os de Lula.

O PSDB já se decidiu também: comparará a experiência política de Serra com a de Dilma.

A eleição promete ser uma guerra de nervos, de propaganda e promoção enganosa. E o Zé Povinho vai se iludir novamente. Com tudo e com todos.

– Incoerência, Demagogia ou Trapalhada?

E aí? O presidente Lula declarou ontem que “ninguém gosta mais dos aposentados do que eu“, e falou, falou, falou… Entretanto, disse sem muito destaque: “quando os deputados e senadores votarem por aumento para os aposentados, quero ver de onde eles vão tirar dinheiro“.

Quer dizer que no discurso “ama muito“, mas na hora do aumento joga a responsabilidade para os outros?

É só cortar a gastança desenfreada e acabar com a corrupção, que sobra muito!

– Pobreza X Delinquência, Olimpíadas e Nação Olímpica

Sabem aqueles emails que normalmente chegam por correntes, contendo lições de moral ou casos que impressionam? O texto abaixo poderia ser mais um desses, de autoria as vezes anônima e criado por fatos fictícios.

Entretanto, não só o autor é muito conhecido, mas também o assunto é atual, verídico e escrito com maestria e propriedade. Uma aula sobre noção de sociedade e separação do que é demagogia e realidade nas políticas sociais, principalmente às voltadas para o ramo educacional e esportivo.

Vale a pena dar uma conferida, e refletir: somos ou não um “país de faz de conta”?

Extraído de: http://blogs.jovempan.uol.com.br/fernandosampaio/geral/brasil-e-o-pais-do-faz-de-conta/

BRASIL É O PAÍS DO FAZ DE CONTA

por Fernando Sampaio

Enquanto Duke enfrentava Butler na final do basquete universitário, diante de 70 mil pessoas, a Unilever do técnico Bernardinho, o melhor do mundo, enxugava a quadra do Maracanãzinho. Ontem, estudantes da Carolina do Norte comemoraram o quarto título do NCAA em Indianápolis e atuais campeãs da Superliga dormiram no ginásio alagado.

Sorte que era um treino. Não havia público. Já imaginou o pânico que seria?

Não adianta ter Olimpíada. Antes, é preciso ter uma nação olímpica.

A primeira semifinal Solly’s x Pinheiros, em Osasco, também teve problema com a chuva. A final será no Ibirapuera, um ginásio com problemas estruturais, inclusive goteira. É incrível. São Paulo, a maior cidade da América Latina, não tem um ginásio decente. E não tem porque não existe mercado. É simples.

O Brasil é um país sem cultura esportiva.

Estudei no Santo Américo, colégio de padres húngaros que valoriza o esporte. Fui federado no basquete, fui chamado para treinar handball no Banespa, competia no salto em altura e joguei futebol no juvenil do São Paulo. Passava o dia, muitas noites e finais de semana, estudando, treinando e competindo.

Estudar e praticar esporte é um privilégio.

Ganhei bolsa na Universidade de Berkeley para jogar futebol. Não pude ficar, mas meu coração ficou. Recomendo para os juvenis brasileiros o caminho do tênis universitário. Henrique Cunha e Alan Michel estão em Duke. Pedro Zerbini está arrebentando em Berkeley. Nos Estados Unidos, as Universidades da Divisão I têm estrutura olímpica.

É a Disneylânida dos esportes universitários e profissionais.

Ontem, numa escola carioca, a diretora foi separar uma briga entre alunos. Apanhou. Os pais, revoltados, voltaram e depredaram a escola. Não estamos falando de um psicopata que entra atirando, um ato isolado que acontecer num cinema em São Paulo. Estamos falando de uma coletividade que destrói a escola dos filhos. É uma vergonha.

Pobreza não é explicação para a delinquência. O problema é educação. Nossos adolescentes estão desamparados. O Brasil precisa fazer urgentemente um mutirão pela educação. A verdadeira Olimpíada não está nos ginásios, mas sim nas escolas.

O Brasil é o país do faz-de-conta.

– Tragédia Carioca

Como choveu no Rio de Janeiro, não? Estou espantado com a força das águas e com o despreparo para uma situação como essa. Mas dá para eleger 3 culpados tranquilamente:

1) São Pedro o culpado-mor (claro, para àqueles que não querem se responsabilizar pela falta de estrutura), devido a quantidade absurda de chuvas.

2) Governos Municipal e Estadual, já que não estão nem um pouco preocupados em realocar moradores em área de riscos. Eles fazem apologia à favela, pregam urbanização e estruturação… mas na hora de arregaçar as mangas, ficam no discurso.

3) Os próprios moradores de encostas e lugares inseguros. O cara sabe que pode acontecer uma tragédia, mas insiste em ficar, alegando que não tem para onde ir. Mas justo ali?

Me impressionou a sinceridade do prefeito Eduardo Paes: “a cidade do RJ é incompetente para lidar com situações como essa”. Ora, e o que ela tem feito para adquirir competência?

É a Cidade Maravilhosa, agora Cidade Olímpica, perdendo mais de 100 vidas devido as chuvas…

– A Visão sobre a Imprensa, na Análise de Thomas Jefferson e Lenin

Incrível como volta e meia a censura oficial ameaça a liberdade de imprensa. A imprensa é essencial para a democracia! Não me venha com a história de que a irresponsabilidade de alguns jornalistas é ruim; em todas as atividades há os bons e maus, e um enganador não dura muito tempo.

Digo isso pois leio uma matéria de alguns dias atrás, da Revista Veja, 27/01/2010, ed 2149, por Fabio Portela, com o título “A Obsessão Totalitária“. Nela se compara duas frases emblemáticas de dois grandes líderes. Apenas reproduzo, pois ela se auto-explica:

UM TEMA, DUAS VISÕES

No século XVIII, o futuro presidente americano Thomas Jefferson já enxergava a liberdade de imprensa como um dos pilares da democracia. No século XX, o bolchevique Lenin inaugurou a doutrina esquerdista que vê no jornalismo independente uma ameaça a ser combatida.

“Se eu tivesse de decidir entre ter um governo sem jornais e ter jornais sem um governo, eu não hesitaria nem por um momento antes de escolher a segunda opção” – Thomas Jefferson, em 1787

“Dar à burguesia a arma da liberdade de imprensa é facilitar e ajudar a causa do inimigo. Nós não desejamos um fim suicida, então não a daremos” – Vladimir Lenin, em 1912

De fato, deve-se parabenizar o jornalista Fabio Portela por tal matéria, que mostra como uma verdadeira democracia tende a ganhar com a liberdade de imprensa, como defendida por Thomas Jefferson. Àqueles que têm algo a esconder e querem impedir o necessário trabalho da imprensa, e que se alinham perfeitamente ao pensamento lenista que desejam transformar Brasília em uma Nova Caracas, meus pêsames. Essa mesma imprensa e a população estão alertas, em nome do país.

– Manifestações ou Farra no RJ?

Ontem foi “meio feriado” no Rio de Janeiro. Motivada pelas autoridades locais, a população foi incentivada a protestar contra a emenda Ibsen, que visa a redistribuição do dinheiro do petróleo (leia explicações no post sobre este assunto na última terça-feira – Clique Aqui).
Detalhe: o carioca não foi às ruas para protestar, mas sim para curtir os shows contratados para animar o protesto, como Xuxa e Neguinho da Beija Flor. É mole? Protestinho cheio de farra… Como fica o dinheiro público?

– Salam Fayad, Brasileiro da Gema

“O Brasil goza de prestígio universal e afeição imediata. É um atributo único (….) O peso do Brasil não pode ser ignorado”

Tal discurso ufanista é de Salam Fayad, premiê palestino, buscando a simpatia do Brasil em defender a criação do Estado da Palestina.

E não é que ele tem razão na fala acima, onde coloca o Brasil como importante mediador para a paz?

– A Emenda Ibsen

Como o dinheiro do Pré-Sal causa alvoroço, não? Nem foi explorado, e já há briga de foice por ele!

Há uma emenda no Senado (formulada por Ibsen Pinheiro), que muda a distribuição dos royalties da exploração do Petróleo. A ideia é de que o Petróleo não tenha a maior parte dos dividendos para os Estados, mas sim para a União. Assim, o conteúdo achado em reservas do RJ e ES não seria em grande parte revertido em dinheiro para eles, mas sim para o país (colocando como mote o fato de ser uma riqueza nacional)

Os Estados estão bravos… No Rio de Janeiro, ameaçam até cancelar as Olimpíadas. O COB entrou na parada com chantagem psicológica. Que auê!

– Madalena, Madalena… O Bem-Querer na Academia Brasileira de Letras

A Academia Brasileira de Letras está com uma cadeira disponível, após o recente falecimento de José Mindlin. E os candidatos são “diferentes” do que os habituais. A cadeira que um dia foi ocupada por Machado de Assis poderá ser ocupada por Fernando Henrique Cardoso ou pelo sambista Martinho da Vila.

O trocadilho é inevitável: “Letra por letra”, prtefiro as do sambas de Martinho. A Vila Isabel agrdecerá!

Extraído de: IG – Último Segundo (clique aqui para citação)

SEIS NOMES LANÇAM CANDIDATURA PARA OCUPAR CADEIRA DE JOSÉ MINDLIN

Agora é oficial: declarada vaga, nesta quinta-feira, a cadeira 29 da Academia Brasileira de Letras (ABL), ocupada até o último domingo pelo bibliófilo e empresário José Mindlin, seis nomes se candidataram a substituí-lo. Conforme o iG antecipou, Ziraldo, Martinho da Vila, Eros Grau, Geraldo Holanda Cavalcanti, Muniz Sodré e Marco Lucchesi enviaram ao presidente da Academia, Marcos Vilaça, a inscrição de candidato.

Pela liturgia da Casa, as candidaturas são abertas após a chamada “sessão da saudade”, que ocorre tradicionalmente no Salão Nobre do imponente Petit Trianon, no centro do Rio, na primeira quinta-feira após a morte de um membro da ABL. A sessão homenageou Mindlin no fim da tarde desta quinta-feira e abriu oficialmente a corrida eleitoral.

O número de candidatos, porém, não deve se resumir aos seis citados. As inscrições ficarão abertas durante 30 dias. Mas a campanha começou logo depois de anunciada a morte do bibliófilo. Pelo menos um deles não esperou sequer 24 horas da morte de Mindlin para começar a trabalhar na campanha. Outros enviaram aos acadêmicos um “telegrama de intenções”.

O nome do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também era cogitado para entrar na disputa. Na quarta-feira, no entanto, ele ligou para o presidente da ABL, Marcos Vilaça, avisando que não entraria na corrida. Não agora. “Desejo ser acadêmico, mas não serei candidato agora. Ainda não”, disse-lhe FHC.

Conforme um observador avaliou ao iG, o ex-presidente só entrará numa disputa para uma vaga na ABL se vislumbrar no horizonte uma aclamação por unanimidade. A eleição presidencial deste ano também adia a candidatura de FHC.

 

– Futilidade em Utilidade

Detesto programas como Big Brother Brasil. Mas confesso que uma futil discussão (comentei isso a amigos na última segunda-feira) está tomando um rumo interessante.

Um dos participantes desse programa, Marcelo Dourado, foi acusado de ser homofóbico. Ao mesmo tempo, ele reclama ser vítima de heterofobia.

E não é que isso é algo a ser discutido? Fazer apologia ao homossexualismo não é crime; mas à heterossexualidade é (para alguns) ?

Ser heterossexual não é ser contra o homossexual. São coisas diferentes. E, infelizmente, para alguns, prevalece a “competição da opção sexual”. Que bobagem… Defender a opção heterossexual não implica em desrespeitar os que não a tem; e vice-versa. O problema é um só: INTOLERÂNCIA. E das duas partes!

– Quanto Custa Mesmo???

Nota de Mônica Bérgamo, na Folha de São Paulo de hoje, pg E2:

Um dirigente partidário já calcula que um candidato a deputado federal deverá gastar entre R$ 3 milhões e R$ 4 milhões, em SP, só para COMEÇAR a campanha.

De onde vem esse dinheiro? Quanto custará a campanha toda, já que esse valor é para o início? Como se recupera o investimento?

Sinceramente, é difícil acreditar em honestidade de políticos que gastam esse dinheiro em campanha…

– Banco do Brasil registra o maior Lucro da História!

O BB divulgou seu lucro: mais de R$ 10 bilhões, o maior de todos os tempos na história do Brasil.

Para ler a notícia por inteira, compartilho a coluna de Guilherme Barros, economista e colunista do IG. Para isso, Clique AQUI.

– Brasil importa Gasolina… Cadê a Autosuficiência?

Anunciou-se a autosuficiência em gasolina no Brasil. Na oportunidade, muita festa, ôba-ôba e tudo o mais. Desejamos até entrar para a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróelo). Entretanto, sem o mesmo alarde, na última semana a Petrobras anunciou que voltaremos a importar gasolina…

Em: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/02/17/e17027366.asp

PETROBRAS IMPORTA GASOLINA PARA SUPRIR ETANOL

por Adriana Diniz , Jornal do Brasil

RIO – A Petrobras vai importar gasolina para garantir o fornecimento do combustível no país, depois de três décadas de autossuficiência. A empresa apontou o aumento da demanda por combustível e a diminuição do percentual do álcool na gasolina (de 25% para 20%) como as causas da importação. Para especialistas, faltou planejamento, já que a Petrobras vinha exportando gasolina e, por isso, deveria ter produção excedente.

– A economia ficou praticamente parada no ano passado e, mesmo com aumento de carros flex e maior procura por gasolina, houve incompetência. Alguém não olhou para frente – criticou o professor de economia internacional da UFRJ, Reinaldo Gonçalves.

A diminuição da porcentagem de álcool na gasolina – que passou de 25% para 20% em primeiro de fevereiro – foi uma medida adotada pelo governo para diminuir os efeitos da crise do etanol. Além da chuva, que interrompeu a colheita e piorou os efeitos da entressafra, produtores desviaram parte da cana para a produção de açúcar, que teve alta e contou com excelente cotação no mercado internacional.

A queda na produção do etanol fez com que a oferta não fosse suficiente para atender à demanda interna, gerando alta de preços e falta de combustível nos postos de abastecimento. Para Gonçalves, o problema poderia ter sido resolvido com a taxação da exportação do açúcar. As consequências da importação de gasolina, segundo ele, são negativas para a economia do país.

– Importar significa dar mais despesas em dólares para o país, e isso fragiliza nossa balança comercial – ressaltou.

A Petrobras informou que comprou o equivalente a cerca de 2 milhões de barris, que já foram embarcados na Venezuela e devem chegar ao Brasil ainda este mês. A estatal admitiu em nota que poderia aumentar a produção de gasolina em detrimento da de diesel, cuja importação é mais cara.

Para o ex-presidente da Agência Nacional de Petróleo (ANP), David Zylberstajn, a importação será temporária. “Vai depender da entressafra do álcool e do preço internacional do açúcar”, destacou.

A expectativa é que o mercado só comece a se normalizar com o início da safra, que em algumas usinas será antecipada de abril para o fim de fevereiro.

– Remédios nas Prateleiras: a Bola Cantada

Há 6 meses, publicamos um post sobre a lei que proibiria a venda de remédios expostos nas prateleiras, com acesso de auto-serviço ao consumidor. O questionamento iria acontecer, não haveria dúvida. A lei funcionaria?

Enfim, a lei entrou em vigor. Algumas redes se disseram despreparadas e outras nem sabiam. O certo é que muitas farmácias estão ignorando a medida, e algumas prisões ocorrendo. Uma liminar que garantia uma série de drogarias, foi cassada.

Para entender, reproduzo o material:

– Remédios só na Prateleira

O Ministério da Saúde está implantando uma nova medida contra a automedicação: a proibição de remédios expostos ao alcance dos clientes. Na prática, qualquer medicamento só poderá ser vendido após solicitado pelos clientes ao balconistas, que fornecerão o pedido. Acabarão as prateleiras de self-service. A medida entra em vigor daqui a 180 dias.

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI89129-15223,00-REMEDIOS+FICARAO+FORA+DO+ALCANCE+DOS+CLIENTES.html

REMÉDIOS FICARÃO FORA DO ALCANCE DOS CLIENTES

Para conter a automedicação, Anvisa baixou uma resolução que, entre outras coisas, tira os remédios das gôndolas das farmácias. Mesmo que dê certo, resta combater a pirataria

por Francine Lima

Os brasileiros estão acostumados a correr para a farmácia ao primeiro sinal de enjoo ou dor de cabeça – e a levar para casa um estoque de comprimidos e xaropes que acreditam ser “tiro e queda”. Muitos nem sequer leem a bula, tomando doses inócuas ou exageradas. Para o Ministério da Saúde, esse costume é endossado pela forma como os medicamentos ficam à disposição nas farmácias. Por isso, o velho hábito vai ter de mudar. Na semana passada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baixou uma resolução que obriga as farmácias e drogarias a colocar todo e qualquer medicamento atrás do balcão.

Daqui a seis meses, quando a resolução entrar em vigor, quem tiver uma simples dorzinha de cabeça vai ter de explicar ao farmacêutico por que deseja comprar aquele remédio e responder a algumas perguntas sobre sua saúde antes de concluir a compra. A Anvisa também estabelece uma lista de produtos que podem ser vendidos em farmácias e drogarias. Com isso, ficam fora itens como chinelos, inseticidas, alimentos congelados, pilhas e lâmpadas. Os alimentos para necessidades especiais, suplementos nutricionais e cosméticos podem continuar sendo vendidos normalmente nas gôndolas.

“A farmácia é um comércio especial, porque é dedicado à saúde”, diz Dirceu Raposo de Mello, diretor-presidente da Anvisa. Ele afirma que o objetivo da reorganização dos balcões de farmácia é promover o uso racional de medicamentos, uma vez que comprar remédios sem a devida orientação põe em risco a saúde, em vez de preservá-la. Na visão de Raposo, o atual modelo das drogarias é muito parecido com o dos supermercados. “O que vemos hoje é um incentivo ao consumo”, afirma.

As vendas pela internet também serão controladas. Drogarias
virtuais não poderão vender remédios

Raposo pretende implementar por aqui o modelo que conheceu em visitas à Suíça, a Portugal e à Dinamarca. Para a Anvisa, não só o farmacêutico deverá ter um papel mais ativo, como o consumidor deverá entender a obrigação de fazer uma compra mais cautelosa. Isso inclui consultar a bula mesmo dos medicamentos sem prescrição. As farmácias teriam um “bulário” disponível para consulta, como o que a Anvisa mantém na internet. Caberia a quem usa um medicamento relatar ao farmacêutico eventuais sintomas adversos. E se certificar da origem dos produtos, sobretudo no caso de compra por telefone ou pela internet. As vendas pela internet também vão mudar. A resolução publicada na semana passada proíbe a venda de medicamentos por meio de sites de empresas de fora do país. Só será permitido vender remédios em sites com domínio “.com.br” e que pertençam a drogarias com lojas no mundo real.

Tanta mudança desagradou a quem vende remédio. “A adequação do conceito de drogaria é uma questão ideológica da Anvisa”, afirma Sergio Menna Barreto, presidente executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Segundo Menna Barreto, a legislação federal dá aos Estados o poder de decidir que tipo de produto uma drogaria pode vender, o que tornaria a resolução da Anvisa inconstitucional. “A Anvisa não tem poder de fazer lei.”

Enquanto aguarda uma possível batalha judicial, a Anvisa prepara um ataque em outra trincheira: a dos remédios piratas. No início do ano que vem passará a funcionar um sistema de rastreamento destinado a coibir fraudes, roubos e falsificações no ramo farmacêutico. Como ele vai funcionar ainda não foi definido. O que se sabe é que cada embalagem de remédio será identificada com um código único, como os gravados nos chassis dos carros, e que esse código será registrado pelos laboratórios num banco de dados central junto com dados usados atualmente, como número do lote e data de validade. Uma campanha de conscientização que está sendo preparada pelo governo e por órgãos de combate à pirataria deverá encorajar o consumidor a consultar esse banco de dados cada vez que comprar um medicamento, seja por meio de um leitor ótico na drogaria ou em casa, pela internet. O banco de dados mostrará o caminho que o remédio deveria seguir desde o laboratório, incluindo a marca, a localização da fábrica, o nome da empresa distribuidora, a cidade e a rede de farmácias em que aquela caixa deveria estar sendo vendida. Se, por exemplo, um produto destinado ao Ceará for comprado no Rio de Janeiro, o consumidor deverá informar o incidente ao laboratório ou até à polícia.

Muitos consumidores não conhecem a “raspadinha”, selo usado
para garantir a procedência dos remédios

O combate à falsificação e ao contrabando também será feito por um convênio entre a Polícia Federal, a Anvisa e a indústria farmacêutica. O objetivo é aumentar a fiscalização para reduzir a entrada de produtos ilegais pela fronteira com o Paraguai, vendidos em drogarias de diversas regiões do país. Segundo as investigações dos últimos anos, o contrabando de medicamentos pela fronteira paraguaia reflete um problema mundial, pois boa parte da matéria-prima vem da China. É cotidiana a passagem de “mulas” e sacoleiros com comprimidos e ampolas dentro da roupa por Foz do Iguaçu e Guaíra, na região do Lago de Itaipu. Em 2008, a Receita Federal apreendeu 1 milhão de comprimidos falsificados em Foz do Iguaçu, a maioria imitações de remédios contra disfunção erétil, principalmente Viagra e Cialis. “O prejuízo estimado à indústria farmacêutica por causa desses crimes é de pelo menos R$ 5 bilhões”, afirma André Franco Montoro Filho, do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco). Segundo ele, o valor equivale a 27% do que a indústria fatura no Brasil.

A alternativa que os laboratórios têm, por enquanto, é alterar suas embalagens de tempos em tempos, usando recursos gráficos caros, para dificultar a falsificação. A “raspadinha”, aquele retângulo branco na caixa do remédio que, se friccionado com um objeto metálico, revela a logomarca do fabricante, é um recurso caro, obrigatório nas embalagens de todos os medicamentos no Brasil já faz alguns anos. Foi criada justamente com essa finalidade. Funciona muito bem, já que ninguém até hoje conseguiu falsificá-la com qualidade. Mas boa parte dos consumidores não sabe que ela existe ou não faz questão de usá-la para verificar a autenticidade do produto.

Embora as ações do convênio antipirataria envolvam fiscalização nas fronteiras, capacitação das polícias e um intercâmbio de inteligência entre o setor público e o privado, a atenção do consumidor parece ser decisiva. Segundo o coronel Paulo Roberto de Souza, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo, quem compra cargas roubadas são os mesmos participantes da cadeia legal do comércio. “O receptador é um comerciante do ramo legalmente estabelecido. Ele compra o roubado porque paga por ele no máximo 40% do valor que paga por um produto legal. É a ganância pelo lucro que move essa cadeia”, afirma. A checagem de cada produto num sistema digital de rastreamento pode não ser o jeito mais confortável de estabelecer uma relação de confiança entre o consumidor e a drogaria. Mas pode ser um incentivo poderoso à formação de cidadãos mais interessados em saber o que realmente está sendo feito de sua saúde.

– Fevereiro Vermelho

Enquanto o Brasil pula Carnaval, o Movimento dos Sem-Terras (MST) faz a festa nas propriedades alheias. Intitulado de Fevereiro Vermelho, estão invadindo propriedades no momento em que o noticiário da TV não destaca tais ações.

Pior: a nova Lei dos Direitos Humanos (que não tem nada de Direitos Humanos na prática), prevê que em caso de invasões, antes de se pedir na Justiça a retirada dos invasores, deve-se negociar com eles.

Incrível, não?

Nem tanto. Essa é mais uma das absurdas propostas dentro desse conjunto de leis que legaliza o aborto, prevê censura à imprensa e outras coisitas mais… Tomara que não seja aprovada, pelo bem dos verdadeiros Direitos Humanos.

– Efeito Carnavalesco

Acabo de ouvir um comentarista de desfile de Escola de Samba soltar uma pérola: “Tô cansado da mesma mesmice no carnaval (…) Tá que nem fórmula 1: todo ano é Schumacher ou Hamilton“.

Ué, apesar de “mesmas mesmices”, há mesmices diferentes: Schumacher já parou, aposentou e prepara o seu revival. E quantos títulos Hamilton ganhou?

É o que dá ficar acordado até tarde…

– Brasil quebra Recorde de Consumo de Energia Elétrica

Passou batido: na última semana, nosso país quebrou, dia-a-dia, seguidamente, recordes de consumo de energia elétrica.

As Usinas Termoelétricas foram ligadas, para auxiliar as Hidroelétricas.

Em: http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/consumo-energia-brasil-bate-recorde-531143.html

Estamos preparados para esse novo momento?

– Santa Ignorância encobre a Sabedoria Popular

Um dito antigo remete as soluções simplórias mas certeiras como manifestação da “Sabedoria Popular”. Mas tudo isso fica encoberto pela alienação deste mesmo povo. Veja só: o Instituto Sensus divulgou nova pesquisa de intenção de votos à presidência, encomendada pela CNT – Confederação Nacional dos Transportes (aliás, por que a CNT sempre encomenda essas pesquisas? No que interfere em seu trabalho? Por que outras entidades mais relevantes não o fazem?), onde os números são os seguintes:

Lula – 18,7%

Dilma – 9,5%

Serra – 9,3%

Não sabem – 53,1%.

A pergunta foi: em quem você votaria para presidente? As respostas eram espontâneas.

Incrível. Em ano eleitoral, não sabem que o presidente Lula é impossibilitado de concorrer a um 3o. mandato pela Constituição. Isso seria desinformação ou alienação?

Bom, acho que tudo isso é redundante…

– Brasil poderá importar Álcool dos EUA

Tão defendido e incentivado, o Álcool Combustível não está vivendo seus melhores dias. O ministro Edson Lobão admitiu: o Brasil poderá importar Etanol dos EUA, para atender a frota de veículos a álcool e bicombustíveis.

Há exatamente 1 ano, prometíamos exportar álcool para o mundo; era o nosso ‘Ouro Verde’. Parece que tal ideia foi deixada de lado. Em nome da PetroSal ou da incompetência administrativa?

Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/lobao-admite-brasil-poder-importar-etanol-eua-528546.shtml

LOBÃO ADMITE: BRASIL PODERÁ IMPORTAR ÁLCOOL DOS EUA

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou nesta segunda-feira que não gosta da ideia de o Brasil importar etanol dos Estados Unidos. No entanto, admitiu que a hipótese já é considerada pela pasta com o objetivo de suprir o mercado doméstico de combustível. As declarações foram feitas nesta tarde, quando Lobão chegou ao Ministério para presidir reunião do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico (CMSE).

“Não gostamos da ideia de importar etanol. Prefiro arrumar uma solução interna. Mas não está descartada a possibilidade”, disse Lobão. Como tentativa de aumentar a oferta de etanol no mercado brasileiro, o governo já autorizou a redução de 25% para 20%, a partir de 1º de fevereiro, da adição de etanol à gasolina.

Para a eventual importação de etanol a partir dos EUA, o governo estuda a redução da alíquota alfandegária do produto, hoje em 20%. O objetivo principal da medida seria garantir o estoque de etanol para enfrentar a entressafra na produção de cana-de-açúcar.

Mesmo com a tarifa atual, economistas consideram que já vale à pena importar etanol dos EUA. O pedido para redução da tarifa de importação é antigo, mas ganhou força nas últimas semanas diante da redução da oferta do combustível.

A situação representa uma mudança no discurso de governo e usineiros adotado nos últimos anos. Ambos tentavam vender ao mundo o álcool de cana-de-açúcar brasileiro como uma das melhores alternativas energéticas do planeta. E também a ideia de que o país poderia suprir o mercado internacional.

Segundo uma fonte do segmento de distribuição de combustíveis, no Brasil só há estoque suficiente para abastecer o mercado até março ou abril. Já nos Estados Unidos, há excedente de oferta. Além disso, o milho, usado como matéria-prima para o etano americano, está com o preço em baixa.

– O Descontrole do Preço do Álcool

Nós, comerciantes da área de combustíveis, sabemos como tem sido difícil lidar com o etanol. A previsão é de que o preço se mantenha em alta até março, apesar das novas medidas de mudança na formulação da gasolina, visando aumentar a oferta de álcool.

Na capital paulista, já se chega aos absurdos R$ 2,10 por litro. Compartilho uma análise interessante das vendas do setor e das previsões futuras:

Extraído de: http://www.deputadoaleluia.com.br/website/?a=11&cod=26837

ÁLCOOL CARO FAZ VENDA DE GASOLINA SUBIR

Volume do combustível que Petrobras deixou de exportar para atender ao mercado interno equivale a 25% da produção.  Sindicato dos distribuidores prevê que o preço do álcool terá forte pressão até março, o que manterá em alta o consumo da gasolina.

A disparada do preço do álcool nos últimos meses provocou crescimento entre 3% e 4% nas vendas mensais de gasolina, o que obrigou a Petrobras a suspender as exportações do derivado de petróleo a fim de evitar um eventual desabastecimento do país.

“Já em novembro, mandei suspender todas as exportações de gasolina para colocar o produto no mercado interno”, disse à Folha o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
Até então, a estatal exportava de 80 mil a 100 mil barris de gasolina por dia -o equivalente a cerca de 25% da produção do combustível.

Costa afirmou que a decisão de vetar as exportações também já previa a redução da mistura de álcool à gasolina de 25% para 20% -anunciada nesta semana pelo governo.

Com o avanço dos preços do álcool, diz Costa, as vendas de gasolina nas refinarias da estatal começaram a crescer em outubro de 2009 e já sobem atualmente na faixa de 4%.

Segundo o Sindicom, entidade que representa as distribuidoras de combustíveis, as vendas aos postos subiram mais claramente a partir de novembro. Naquele mês, avançaram 3%. Em dezembro, o movimento de migração para a gasolina ganhou força e as vendas cresceram ainda mais: 6%.

De janeiro a dezembro de 2009, porém, acumularam queda de 1% -que seria mais intensa não fosse a expansão do consumo de gasolina.

Os dados do Sindicom se referem apenas às empresas associadas -as maiores do país, que representam quase 80% do mercado de distribuição.

Segundo Alísio Vaz, vice-presidente do Sindicom, há “uma clara tendência de substituição do álcool pela gasolina”, já que o biocombustível subiu muito de preço e deixou de ser competitivo em muitos Estados.

Para ser vantajoso abastecer com álcool veículos flex, o combustível, como é menos eficiente -roda menos quilômetros por litro-, deve custar até 70% do preço da gasolina.

Vaz diz que, até setembro, as vendas de gasolina registravam forte queda -de 5% naquele mês. A reversão dessa tendência veio em outubro, quando o álcool disparou (alta de 11,15% no mês, segundo o IPC-FGV) e o consumo de gasolina começou a avançar -foi de 0,3%.

Para o executivo do Sindicom, a tendência é de novos aumentos no preço do álcool, apesar da redução da adição do produto à gasolina.

Alta até março

“Até março, os preços ficarão muito pressionados e o consumo de gasolina vai crescer. Os estoques estão muito baixos. Se os preços caírem e as pessoas voltarem a consumir, vai faltar produto no mercado”, diz Vaz.

Por isso, afirma, os preços do álcool só voltarão a cair em março, quando entrará “produto novo no mercado”, originário da safra de cana que tem início naquele mês.

Apesar do avanço das vendas de gasolina, as distribuidoras ligadas ao Sindicom também comercializaram mais álcool nos meses finais de 2009. Em novembro, o volume vendido subiu 16% -já num ritmo menor, porém, do que os 26% de alta do acumulado anual.

Vaz afirma que os dados do Sindicom estão “inflados” pelo movimento de queda das vendas de álcool “clandestino” -de distribuidoras que sonegam e pirateiam o produto.

Uma ação mais rígida da Fazenda paulista trouxe “para a legalidade” um volume expressivo de álcool e impulsionou as vendas das distribuidoras do Sindicom, segundo Vaz.

Álcool acima de R$ 2,00

O álcool rompeu a barreira dos R$ 2 por litro em São Paulo e chegou a ser negociado a R$ 2,10 em alguns postos da capital paulista nesta semana, conforme pesquisa da Folha.Com isso, o álcool perde ainda mais competitividade em relação à gasolina, levando os consumidores mais atentos aos custos a optar pelo derivado do petróleo. O valor médio do álcool nos postos da capital paulista foi de R$ 1,849 por litro, com alta de 2,4%.

Enquanto os preços mantêm o mesmo ritmo de alta das últimas semanas nas bombas, perdem força nas usinas. A pesquisa de ontem do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) da Esalq/USP indicou R$ 1,1892 por litro de álcool hidratado, com alta de 1,87% sobre a semana anterior.

Ao romper a barreira de R$ 2 por litro neste início de entressafra, o álcool mostra a grande disparidade de preços que registrou durante a safra.

Nos momentos de maior oferta pelas usinas, o produto chegou a ser negociado a R$ 1,09 nas bombas, segundo Plinio Nastari, presidente da Datagro, prestadora de serviços aos setores de açúcar e de biocombustíveis.

Crise e clima foram os responsáveis por tamanha disparidade. Sem crédito, e pressionadas pelas contas que venciam, as usinas foram obrigadas a colocar excesso de álcool no mercado para fazer caixa.

Com isso, o álcool hidratado chegou a ser negociado a R$ 0,581 na porta das empresas em junho do ano passado, 51% menos do que o registrado pelo Cepea nesta semana.

Diferentemente do que ocorreu em 2009, as variações de preços do álcool hidratado serão menores na safra que começa nos próximos meses, e o consumidor terá no preço do combustível um piso maior.

Sem as fortes pressões de caixa de 2009, porque haverá aumento das margens obtidas na comercialização, principalmente com vendas de açúcar, as usinas farão vendas mais controladas do produto.

Na avaliação de Nastari, esse aumento de margens permitirá às indústrias não colocar o combustível no mercado com preços inferiores aos custos de produção, como em parte do ano passado. Atualmente, os custos de produção estão em R$ 0,72 por litro.

Em vez do R$ 1,09 que o consumidor pagou pelo álcool na bomba em junho de 2009, deverá pagar cerca de R$ 1,40 no mesmo mês deste ano.

“Será uma situação mais saudável”, diz Nastari. O consumidor não fica iludido que R$ 1,09 na bomba seja um preço sustentável e, por outro lado, ficará menos chocado com as variações menores de preço.

O presidente da Datagro alerta que a situação de abastecimento nesta entressafra é mais confortável do que a de 2009. O setor chegará ao início de maio com estoques efetivos de 1,35 bilhão de litros, suficientes para 18 dias de consumo -no ano passado, os estoques eram de apenas dez dias.

Nastari alerta, ainda, que o mercado de álcool e de açúcar passou a ser livre e que uma das poucas interferências que restam ao governo é a redução da mistura do álcool à gasolina.

Sobre essa última redução, de 25% para 20%, o presidente da Datagro discorda das análises que apontam para alta nos preços da gasolina. O litro do anidro custa R$ 1,26 nas usinas, e o da gasolina, R$ 1,06 na refinaria. Esses valores não contêm impostos.

– Diga NÃO ao aborto!

Dentro dessa nova lei em referência aos direitos humanos, há um capítulo descriminalizando o aborto.

Ora, pai e mãe terão o direito de decidir sobre o aborto. E a criança indefesa no ventre não tem direito à nada? Que direito humano mais desumano é este?

Sou totalmente contrário ao aborto, qualquer que tenha sido a concepção. Com VIDA, não se brinca.

– A Perda Insubstituível de uma Santa: D. Zilda Arns é Vítima do Terremoto do Haiti

Se o Prêmio Nobel da Paz fosse verdadeiramente meritório, sem argumentações e armações políticas, dona Zilda Arns já haveria levado a honraria diversas vezes.

D. Zilda é a mulher que reduziu drasticamnente a mortalidade infantil através da Pastoral da Criança; lutou sempre sem dinheiro por causas nobres. Mulher de fé, levava multidões ao serviço voluntário e fraterno. Mesmo idosa, resolveu expandir sua ação solidária aos irmão haitianos. Faleceu vítima do terremoto de ontem no Haiti.

Perdemos uma santa! Fará falta aqui nesta terra.

– Governo Anuncia Redução do Álcool na Gasolina

Para reduzir a alta do álcool, aumentando a oferta, a ANP mudou a exigência de álcool anidro na formulação da Gasolina: de 25% para 20%, a partir de 01/02/2010.

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001111932_RTR_1263237983nN11165091

GOVERNO ANUNCIA REDUÇÃO DA MISTURA DE ÁLCOOL NA GASOLINA

O governo anunciou nesta segunda-feira a redução da mistura do etanol anidro na gasolina, de 25% para 20%, para tentar evitar uma crise de abastecimento e amenizar a disparada de preços. A nova mistura, que terá validade de 90 dias, começa a valer em 1º de fevereiro.

A portaria que aprova a medida foi assinada pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, e os ministros de Minas e Energia, Edison Lobão; interino da Fazenda, Nelson Machado; e interino do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Ivan Ramalho.

A decisão foi tomada depois de os preços registrarem uma escalada no mercado interno, em um momento de entresssafra de cana-de-açúcar, após o consumo do biocombustível ter crescido fortemente no ano passado, em meio a problemas climáticos no centro-sul brasileiro, que resultaram uma safra menor do que a esperada.

Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP, o preço do etanol anidro em São Paulo atingiu R$ 1,2591 por litro (a retirar na usina e desconsiderando impostos), na semana passada. Esse é o maior valor (em termos reais, considerando a inflação) desde abril de 2006.

Na comparação com o início da última safra, em abril de 2009, o preço do etanol anidro quase dobrou, segundo o Cepea, que apontou também que os preços baixos do produto na maior parte da safra, incluindo o do etanol hidratado (usado em carros flex) acabaram impulsionando o consumo, reduzindo a disponibilidade na entressafra.

O crescimento da frota de carros no Brasil que rodam com gasolina e/ou etanol é o fator principal que elevou o consumo nacional no ano passado. A decisão do governo foi tomada apesar de a indústria avaliar que o impacto da medida seria pequeno.

A redução de cinco pontos percentuais na mistura resultará uma oferta adicional de etanol hidratado de 100 milhões de litros por mês, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

» Álcool subirá até onde consumidor aceitar
» Redução na gasolina não aliviará escassez
» Álcool é vantajoso em 7 Estados

– Jatinho para o Nobre Parlamentar

A farra com o dinheiro público prevalece. O deputado Ernandes Amorim, da Rondônia, quer que o governo compre aos deputados um Jato Legacy para facilitar suas viagens, de US$ 30 MILHÕES. Além do despropósito da ideia, alegou que “deputado não é trabalhador comum ou doméstico, tem que pensar mais alto”…

Culpa é de quem vota num cidadão como esse. É da estirpe que acha que deputado é “otoridade’, não empregado do povo.

Extraído de: http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=1&idnot=14333

DEPUTADO QUER JATO PARA PARLAMENTARES

Com ciúme dos privilégios do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem à sua disposição o Aerolula para transportá-lo em todas as suas viagens, o deputado Ernandes Amorim (PTB-RO) encaminhou à Mesa Diretora da Câmara no fim de dezembro requerimento solicitando a compra de um avião oficial com os recursos economizados do que foi descontado da folha de pagamento de parlamentares faltosos.

O requerimento 6075 está sob análise pela Mesa. O deputado sugere que a Câmara use as “sobras” do orçamento da Casa para comprar “uma aeronave tipo ou similar ao Legacy”, jato estimado em R$ 50 milhões.

Em seu argumento, Amorim afirma que os deputados que moram em Estados muito distantes de Brasília têm o trabalho prejudicado, porque não conseguem transporte aéreo para transitar entre suas bases eleitorais e o Congresso.

– A grande maioria das comissões não conclui seus trabalhos nos objetivos almejados por falta absoluta de condições para os deslocamentos dos parlamentares, principalmente para as unidades da federação mais distantes da capital federal, o que esvazia a ação parlamentar e os seus deveres constitucionais deixam de ser executados pela falta de transporte aéreo para os municípios que demandam essas visitas.

A ideia do parlamentar de Rondônia é utilizar os descontos nos salários dos deputados que faltam a sessões para custear parte do avião, que já recebeu o apelido de “aeroparlamentar”.

Ele argumenta que o avião diminuiria os custos com passagens aéreas, pois o Congresso só bancaria o combustível. Parlamentares já brincam com a possibilidade de o avião se tornar uma espécie de “lotação parador”, pois o jato não conseguiria transportar os 513 deputados de 26 diferentes Estados e teria que fazer escala de aeroporto em aeroporto para deixar os passageiros.

O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) considera um “desrespeito ao dinheiro público” a ideia de comprar um avião oficial para o Congresso.

– Não faz nenhum sentido. O Executivo tem um chefe de Estado, nós somos um colegiado com 513 titulares de mandato. Podemos aplicar o dinheiro público em causas melhores.

– Um País de Energia Verde

Esses números são interessantes e mostram nossa vanguarda: segundo o economista Joelmir Bertting, durante o jornal Gente da Rádio Bandeirantes em 06/01, a média de produção de energia mundial é de:

88% advinda de fontes não renováveis e 12% de fontes limpas e renováveis.

No Brasil, esse índice é extraordinário:

46% advinda de fontes não renováveis e 54% de fontes limpas e renováveis.

Um país com essas características poderia ter maior linderança mundial e ganhar mais dinheiro com a bioenergia, não?

– Feliz Dia do Amigo

Não sei quem inventou essa data, mas vamos lá: Feliz dia dos Amigos!

Amigo é pra se guardar do lado direito do peito…

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