Eu vi esse mapa sobre os varejistas mais buscados no Google por cada estado brasileiro.
Penso: ser o mais buscado na Internet, por tabela, o torna o maior daquele lugar? O que vende mais? O que lucra mais?
Confira e tire suas conclusões:
Agente duplo?
O senador Marcos do Val denunciou que teria acordado com Bolsonaro e Daniel Silveira para tentar “grampear” Alexandre de Moraes, o gravando em conversa informal e tentando fazer ele dizer coisas condenáveis. Está sendo chamada jocosamente de “Operação Tabajara”.
Depois, negou o envolvimento de Bolsonaro e agora sugeriu até abrir mão do seu mandato.
Como em político não se deve acreditar piamente… não acredito, mas não duvido!

Imagem extraída de: Marcos Oliveira/Agência Senado
Descanse em Paz, Glória Maria.
Sobre seu falecimento, em: https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/gloria-maria/
Será que se os Yanomanis não estivessem no meio da floresta, mas em alguma reserva ou lugar próximo de alguma capital do Sudeste, teriam dado mais atenção à eles?
Ou se os índios tivessem presença e influência maciça nas Eleições, teriam sido esquecidos?
A pergunta é: esquecemo-nos que esse país é feito por brancos, negros, imigrantes, índios nativos e outras pessoas?
Que tragédia absurda, encoberta que estava a nós no Sul, que está acontecendo com eles… A manchete abaixo se refere a DESNUTRIÇÃO:
Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?
Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/
AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING
Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos
Por Fabíola Perez
A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.
“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”
Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.
Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.
Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”
Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.
A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.
DESCONTROLE
Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.
Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.
A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.
Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.
DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR
Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.
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Imagem extraída de: https://eduardo21habib.jusbrasil.com.br/artigos/365270718/stop-bullying
Uma pérola da televisão brasileira: o Dr Enéas Carneiro (ele mesmo, do bordão “meu nome é Enééééaaaas”) sendo revivido pela TV Cultura no YouTube, no “Roda Viva Retrô”.
Sensacional! De 1994 (ele era candidato a Presidente do Brasil), logo após a URV ser implementada e virando Real, falando de vários assuntos dos dias passados e que são atuais. Comparou os dois candidatos à época, FHC e Lula, e sugeriu um concurso de inteligência para escolher o mais preparado Presidente da República, ao invés de Eleições.
Impressiona, chega a ser folclórico em alguns momentos mas é importante para se entender aquele momento histórico do país.
Em: https://youtu.be/l3EU9bsFkAE
Ontem falamos sobre o escândalo contábil que “não viu” 20 bilhões de reais em contas a pagar aos bancos pelas Lojas Americanas.
Caso não tenha visto, está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/01/12/os-20-bilhoes-das-lojas-americanas-o-que-aconteceu/
Pois bem: as ações da empresa despencaram 80%! OITENTA…
É muita coisa, não? O importante, para quem é acionista, é esperar acalmar o medo (e o mercado), pois certamente elas voltarão a subir (não como no patamar anterior, mas para amenizar o prejuízo).

Imagem: divulgação
Lula, sabidamente, se envolveu com Mensalão, Petrolão e outros podres. Ainda assim, é o Presidente eleito.
Bolsonaro, dito por alguns o “exemplo de honestidade”. Ao abrir o cartão corporativo dele que estava sob sigilo…
Veja se é possível isso – e aproveito para reafirmar: não entendo paixões políticas!
No Brasil, o crime de injúria racial se caracteriza quando você ofende um cidadão de “macaco”, por exemplo. Racismo, por sua vez, é quando você atinge um grupo de pessoas, generalizando e ampliando a ofensa coletivamente.
Ontem, o presidente Lula sancionou a Lei que equipara os crimes e aumenta as penas. Excelente! Agora, precisamos avançar mais: além da punição severa, precisamos acabar com a mentalidade racista, mostrando que todos somos iguais e que existe apenas uma raça: a humana, independente da cor de pele, crença, gênero, entre outras situações.
No futebol, está bem claro o que deverá ser feito. Abaixo, extraído do G1: https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/01/11/lula-sanciona-lei-que-equipara-o-crime-de-injuria-racial-ao-de-racismo.ghtml
LULA SANCIONA LEI QUE EQUIPARA O CRIME DE INJURIA RACIAL AO RACISMO
Por Elisa Clavery, Pedro Henrique Gomes, Kellen Barreto e Vinícius Cassela, TV Globo e g1
O crime de injúria racial é caracterizado quando a honra de uma pessoa específica é ofendida por conta de raça, cor, etnia, religião ou origem.
Já o de racismo ocorre quando o agressor atinge um grupo ou coletivo de pessoas, discriminando uma raça de forma geral.
Antes da lei, a pena para injúria racial era de reclusão de um a três anos e multa. Com sanção da nova lei, a punição passa a ser prisão de dois a cinco anos. A pena será dobrada se o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
Ainda, o crime de racismo realizado dentro dos estádios terá também pena de dois a cinco anos. Isso valerá no contexto de atividades esportivas, religiosas, artísticas ou culturais.
O texto proíbe ainda a pessoa que cometer o crime em estádios ou teatros, por exemplo, de frequentar por três anos este tipo de local.

Imagem extraída de: Anita Diana, em: https://br.freepik.com/vetores-premium/nenhum-design-de-cartaz-de-racismo_8819713.htm
De novo, atearam fogo em lixeira do BRT no RJ. De novo, tudo foi filmado. De novo, ninguém preso.
Dias atrás foi numa estação de metrô, e em outra oportunidade no trem suburbano. Virou moda?
O que idiotas como esses, que incendeiam lixeiras pelo bel-prazer, desejam com esse vandalismo?
Lamentável…
Perceberam que a cada dia que passa, aumenta-se o furor de radicais que reclamam que os golpistas presos em Brasília estão sendo cerceados de seus direitos?
O problema é: a demora.
Prenda-se quem realmente cometeu crimes, e libere os que “entraram de gaito”, na onda do fanatismo. Isso é fomentar os críticos.
CUIDADO!
Recebi um telefonema do número 11 – 98145.1411, de uma moça bem educada se dizendo assessora da TIM, oferecendo uma oferta “irrecusável” de telefonia, justamente por que há um programa especial da empresa com quem é MEI (Micro Empreendedor Individual).
Perguntei a ela como sabia que eu era MEI e como tinha meu CNPJ, e a atendente respondeu que (vejam que loucura) a RECEITA FEDERAL tem parceria com a empresa para proporcionar ofertas aos empreendedores, e que queria confirmar meus documentos.
Obviamente não passei. Que raio de golpe é esse? Desde quando a Receita Federal libera dados para empresa de telefonia?
Ou… libera?
Fiquem atentos, MEIs!


A democracia requer: 1. diálogo, e não violência; 2. liberdade de pensamento e expressão, e não censura; 3. igualdade de tratamento para tod@s os …
Continua em: Política e Ética
Nossa! Assisti a entrevista do escritor do livro “Flordelis, pastora do diabo”, Ulisses Campbell. Que loucura!
Ela, já eleita deputada federal, mandou matar o marido, mas tudo por conta de ambição e poder. Na obra, é mostrado os rituais macabros, os relacionamentos sexuais entre os filhos adotados com a pastora, o trabalho para enganar as pessoas indo a programas de TV se entitulando “Mãe do Brasil”, por ter adotado 50 filhos (muitos viraram namorados e iam em swings com Flordelis e o marido morto, o Pastor Anderson). Além disso, o projeto de poder político e a sanha da vaidade assustam.
Está em 1’30”00 deste vídeo, em: https://youtu.be/mUODZDoja-Y
Quando alguém escrever: “Sou contra os atos violentos do protesto de domingo, ‘APESAR DE’ que…”, desconfie. Não existe “apesar” nesse episódio.
Brasileiro sensato que tenha votado em Bolsonaro, Lula, Padre Kelmon, Marronzinho ou quem quer que seja, deve sempre ir contra a violência.
Para que não paire dúvidas, abordei aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/01/09/todo-radicalismo-e-toda-violencia-deve-ser-criticada-seja-de-quem-for
Imagem extraída do UOL.com.br (print de tela).
Poucos sabem, mas fiz teologia católica e ajudei muito em catequese. E ao ver golpistas que invadiram o Congresso rezando “Ave Maria” e “Pai Nosso”, me pergunto: se for por arrependimento, ok. Mas como “mantra de guerra”, é heresia!
Que maluquice virou o país…
Não podemos ter memória curta, nem cair no “canto da sereia dos políticos”. Sendo assim, vamos discutir sobre as “manifestações antidemocráticas” travestidas de “atos pela democracia”?
Para que não se iluda achando que “um lado ideológico é bonzinho” e “outro é malvadinho”: os radicais de ambos são vândalos, baderneiros e cegos pelo fanatismo.
IMPORTANTE: aqui, não estou me referindo ao cidadão comum, eleitor de Bolsonaro ou de Lula. Estou falando de radicais de Bolsonaro e de Lula. Se você se considera uma pessoa sensata e equilibrada, entenderá tudo:
Sao dois momentos distintos:
1) Em 2017, black blocs esquerdistas invadiram a Esplanada dos Ministérios e causaram um enorme prejuízo em Brasília. Fomentados pelas Centrais Sindicais, esses supostos guardiões dos direitos trabalhistas foram protestar contra Michel Temer e causaram prejuízos milionários, quebrando equipamentos do Governo, incendiando bens públicos, vandalizando prédios, pichando símbolos comunistas e ditos como “morte à burguesia“. Houve grande repercussão na época, pois pedia-se a renúncia de Michel Temer, que era vice da Dilma Rousseff, que sofreu impeachment.
Você pode acessar uma das matérias aqui: https://veja.abril.com.br/brasil/esplanada-tem-prejuizo-milionario-com-depredacao-e-ate-furto/ . Veja a foto daquela oportunidade:
Foto: WILTON JUNIOR/Estadão Conteúdo
2) Em 2023, extremistas direitistas invadiram a Praça dos Três Poderes, e fizeram algo parecido: vandalizaram o Congresso, destruiram bens públicos, pediram intervenção militar e praticaram outros atos condenáveis. Não reconheceram a vitória de Lula e, nos mesmos moldes dos “contrapontos de 2017”, acham-se os paladinos da Justiça e do Brasil, com o auto-título de “patriotas”.
Uma matéria sobre isso aqui: https://g1.globo.com/df/noticia/2023/01/08/vandalos-radicais-invadem-congresso-stf-e-planalto-em-brasilia-fotos.ghtml
Foto: UESLEI MARCELINO/Reuters
Sabe qual a verossimilhança dos dois episódios? Ambos os grupos acham que estavam certos; ambos alegam defender a Democracia (mesmo não a praticando); ambos alegam que foram infiltrados que produziram baderna (puxa, haja infiltrados…); e, por fim, ambos acabaram punidos: meia dúzia de presos + multas para os manifestantes de 2017, e prisão para os de 2023.
Sabe qual a diferença dos dois episódios? Em 2017, representavam a Esquerda e usavam o Vermelho. Ontem, representavam a Direita e usavam Verde e Amarelo.
Alguém perguntará: “ei, mas repercutiu muito mais agora!“.
Pois é: temos a popularização dos celulares e das Redes Sociais, além de Intenet de melhor qualidade. E por esses instrumentos tecnológicos, vândalos publicavam on-line a quebradeira na Web e se orgulhavam disso. Decerto, se assim fosse em 2017, também assistiríamos ao show de horrores.
Não se consegue justificar nenhum dos episódios, por mais que alguém tente. Alguém também me disse: “a culpa é do STE e suas urnas eletrônicas“. Ué, mas algo foi provado nos últimos 4 anos? NÃO! O próprio pessoal das Forças Armadas não conseguiu comprovar fraude, oficialmente falando. Alguém ainda me disse: “mas os juízes estão se achando deuses!” Pode ser, mas a esse reclamante, fica o lembrete: os senadores podem pedir o impeachment de um juiz do Supremo… e por quê não o fazem? Se o seu Senador de Direita (ou de Esquerda) acha que os juízes são injustos, por quê não agem? Se nada devem, é permitido usar os instrumentos democráticos.
Eu estou muito a vontade para escrever: eu gostaria de um presidente honesto, competente, democrático e que transmita credibilidade – e não encontro um sequer! Portanto, respeitemos as leis, gostando ou não delas, e usemos dos instrumentos disponíveis para protestar PACIFICAMENTE.
Em tempo: esses caras, que se dizem contra o Lula, foram tão burros, que deram um fato relevante ao atual presidente para usar contra Bolsonaro, a partir do momento que usaram de violência e pediram intervenção militar. Era tudo o que Lula queria, e foi entregue de bandeja… o que não faz o fanatismo, não?
Ops: Não vale dizer que foi um movimento pacífico – não foi, e a quebradeira foi registrada. Não vale dizer também que foram infiltrados, pois dos identificados, há gente que militou em campanha, e que fez questão de se fotografar / filmar. Aliás, as redes sociais são boas para isso: https://tecnoblog.net/noticias/2023/01/09/redes-sociais-ajudam-a-identificar-terroristas-de-brasilia-mas-e-preciso-cuidado/
Pobre Brasil… um país dividido por dois extremos que têm políticos de estimação. E aqui reitero: as pessoas equilibradas (mesmo as que votaram em Bolsonaro e Lula) não têm nada a ver com essa balbúrdia…
🇺🇸 The great bell of the National Basilica of the Sanctuary of Aparecida (Brazil). One click for those who like mobgraphy!
🇧🇷 O grande sino da Basílica Nacional do Santuário de Aparecida (Brasil). Um clique para quem gosta de mobgrafia!

🔔📸🙏🏻 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
Foi em um dia 09 de janeiro que Dom Pedro Rafael Gabriel (e mais vários nomes) de Orleans e Bragança disse que ficava no Brasil e não voltaria para Portugal, onde se tornaria Dom Pedro IV. Em 1822! E virou “Dia do Fico”.
E se Dom Pedro não quisesse ficar? Quando teria sido nossa independência?
Seríamos um só Brasil ou da colônia surgiriam outros países?
Economia: como estaríamos?
Não existe achismo, mas… o que você acha?
Ah se pudéssemos criar realidades alternativas, só por curiosidade…
15h30 – Radicais de Extrema Direita (Direitistas e Esquerdistas – ou isentos – respeitam as leis, mas fanáticos não) invadem o Congresso Nacional. Tentarão o Palácio do Planalto?
Lamentável…
Curiosidade: há dois anos, algo semelhante acontecia com Trumpistas no Congresso dos EUA. Coincidência?
Imagem extraída do UOL.com.br (print de tela).
Crimes que não serão solucionados, pelo histórico e natureza:
– Quem matou Marielle?
– Quem mandou matar Celso Daniel?
– Quem financiou os celulares, a viagem e os advogados de Adélio Bispo?
E por aí o Brasil vai…
Goste ou não, Sérgio Moro cutucou uma ferida real:
“Vocês ouviram Lula falar em combater a corrupção nos seus discursos?”
E não citou nada mesmo… E se citasse, teríamos dúvidas também.
(antes que alguém cornete: ninguém está falando sobre Bolsonaro aqui… (tampouco o defendendo) todos são “farinha do mesmo saco”, com seus pecados próprios).

Imagem extraída de: https://istoe.com.br/moro-x-lula/
Fui dono de Posto de Combustível e sei o que estou escrevendo: o ramo é difícil e a honestidade rareia nessa seara.
Dia 31, abasteci gasolina em Bragança Paulista a R$ 4,79. Dia 01, estava a R$ 5,79! Não subiu o preço oficialmente (ainda) e não há nada que justifique o aumento tão substancial do dono do posto – a não ser a ganância. E o frentista teve a cara-de-pau em afirmar: subiu na semana passada… Mentiroso!
É por essas e outras que o país não vai pra frente! Cadê a fiscalização de abuso econômico?
Em tempo: o aumento ocorrerá devido ao Pis e Confins. Mas repassar antes, é sacanagem…
Respeito todas as ideologias políticas e seus eleitores, mas não me obrigue a aplaudir demagogo populista, seja de direita ou de esquerda.
“Torcida”, como no futebol? Piorou!
A corrupção de Lula fez com que Bolsonaro se elegesse. A inabilidade de Bolsonaro trouxe Lula de volta.
Pobre país. De novo, não temos um Chefe de Estado honesto, competente e que traga credibilidade.
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito.
Quando a expressão “saltaram os olhos” faz sentido…
Sidney, um brasileiro folclórico, entrou para o livro dos recordes por fazer o globo ocular pular quase 2 cm para fora!
BRASILEIRO ENTRA PARA O GUINESS COM RECORDE DE OLHOS MAIS ESBUGALHADOS DO MUNDO
Sidney de Carvalho Mesquita, conhecido como Tio Chico Brasil, faz parte da edição de 2023 do Livro dos Recordes por conseguir projetar seu globo ocular 18,2 milímetros para frente
Por Fernanda Pinotti.
O brasileiro Sidney de Carvalho Mesquita, mais conhecido como Tio Chico Brasil, é o novo detentor do recorde de olhos mais esbugalhados do mundo, segundo o Guiness World Records.
Ele entrou para a edição do Livro dos Recordes de 2023 por conseguir projetar seu globo ocular 18,2 milímetros para fora da órbita ocular. A recordista anterior era a norte-americana Kim Goodman, que consegue projetar seu globo ocular 12 milímetros para fora.
Tio Chico contou ao Guiness que descobriu seu talento aos nove anos de idade. Ele gostava de fazer caretas na frente do espelho e percebeu que seus olhos saltavam mais que os de qualquer outra pessoa. Ele consegue projetar os olhos para fora durante 20 a 30 segundos, e explicou que o truque não dói, mas que sente o ressecamento do globo ocular.

Fotos extraídas do próprio Guiness / divulgação.

🇺🇸 It’s summer here in Brazil. A good suggestion to refresh yourself is to eat açaí, this local fruit, accompanied by a banana. / 🇧🇷 Estamos no verão brasileiro. E uma boa sugestão p/ se refrescar é comer açaí, essa fruta local, acompanhada de banana.
(Comprei esse, da foto abaixo, no Guarujá).

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
Putz… estão usando meu perfil das Redes Sociais pedindo dinheiro. Não sou eu!
O número do estelionatário é (11) 9.7297.1633.

Flávio Dino para o Ministério da Justiça?
Fernando Haddad para o da Economia?
Mercadante para o BNDES?
Nenhum nome técnico, somente de amigos políticos. Não direi que Lula me decepciona, pois já era esperado…
Se Bolsonaro tivesse sido menos birrento e mais competente, não teríamos esse pavoroso cenário para o futuro. A negociação de nomes por indicação política, e não por competência, está a todo vapor.
Um nome bom, como o de Pedro Wongtschowski, presidente da Ipiranga, foi convidado para ser Ministro das Indústrias, e recusou. Teremos outro nome político?

Imagem extraída de: https://www.istoedinheiro.com.br/executivo-do-grupo-ultra-recusa-convite-para-assumir-pasta-da-industria/
Dr José Renato Nalini abordou um tema deveras importante: a necessidade de promover a inclusão digital como Política de Estado, devido às várias urgências! Foi escrito em meio a pandemia, mas é atualíssimo.
Confira que visão importante, extraída de: https://renatonalini.wordpress.com/2020/12/28/era-da-inclusao-digital/
ERA DA INCLUSÃO DIGITAL
O mundo pós-pandemia será cada vez mais digital. A luta contra o coronavírus obrigou à tomada de providências drásticas, dentre as quais o confinamento da maioria das pessoas. Verdadeiro pânico se estabeleceu e nos primeiros meses observou-se o distanciamento social e um severo capítulo de medidas de higiene.
Aos poucos, o Brasil vai se acostumando com as seiscentas mortes diárias e mais de vinte mil novas contaminações. Isso significa que a epidemia continua e que teremos de conviver com ela nos próximos anos. Sem prejuízo da vinda de outras novas, associadas ao maltrato da natureza e à extinção da biodiversidade em todo o planeta.
Tal cenário impõe a absorção plena da cultura digital. Ela mostrou-se capaz de minorar os males decorrentes da peste. As aulas continuaram e a transmissão de conteúdo mostrou-se a tábua de salvação para milhões de estudantes. O contato virtual com familiares foi uma constante. As lives mostraram-se instrumento eficiente e idôneo de comunicação grupal. Ouvi de amigos conferencistas que nunca tiveram tanto auditório como nesses tempos.
Bancas para a arguição de dissertações e teses puderam funcionar. As compras online já eram exitosas e mostraram-se cada vez mais eficazes, assim como a movimentação financeira pelos bancos e demais instituições.
Isso evidencia a urgência de políticas sérias de inclusão digital de todos os brasileiros. Os millenials já dominam com desenvoltura as modernas tecnologias e descobrem funcionalidades de forma espontânea, desnecessária qualquer formação técnica específica. Eles podem ser de imensa serventia para treinar os adultos e aqueles da geração analógica, às vezes perdidos na parafernália dos mobiles.
Levar a inclusão digital a sério, como política de Estado, mas não condicionada a iniciativas de governo, é missão que se atribui a todo brasileiro lúcido e capaz de enxergar com acuidade a situação em que a Terra se encontra.
Todas as maiores empresas globais integram esse universo das tecnologias da comunicação e informação. O capital intangível da informação mostrou-se hábil a satisfazer a ânsia capitalista por amealhar fortunas e por dominar uma sociedade mundial cosmopolita, que aspira ter acesso ao que é mais atual e mais contemporâneo em termos de mercado.
Uma nação com desenvolvimento assimétrico, na verdade periférica em grande parte e emergente – talvez a mais atrasada dentre as BRICs – precisa imergir nessa cruzada de treinamento da cidadania, com empenho, garra e audácia.
A Quarta Revolução Industrial mudou profundamente a sociedade e os países que ficarem na rabeira dificilmente alcançarão aquelas que tomaram a dianteira. Não há progresso per saltum, o que significa a necessidade de percorrer todas as etapas do processo, mas em ritmo bastante acelerado.
Os municípios, entidades da Federação brasileira, precisam ser inteligentes e tentar suprir a ausência de planejamento que caracterizou o desordenado crescimento e a insensata conurbação que caracteriza grande parte do território brasileiro. As escolas não podem se resignar a transmitir conhecimento convencional, mas têm de entrar para valer no mundo digital. Ensinar os alunos a extrair consequências úteis para o uso híbrido de múltiplas tecnologias. Aprender programação. Criar aplicativos para a resolução de problemas aparentemente insolúveis.
Com a desenvoltura que os millenials têm, eles poderão se converter em tutores dos adultos. Nunca mais se poderá dispensar esse uso benéfico da internet, que multiplicou a produtividade de um setor emperrado e constantemente acusado de lentidão, que é o Judiciário. Os bancos e instituições financeiras já não dependem de comparecimento de seus clientes a sedes que serão drasticamente reduzidas e o PIX está aí, para facilitar ainda mais as coisas.
Tudo pode ser feito pelas redes sociais, que precisam ser instrumentos civilizatórios e abandonar esse desvio nefasto da produção de fake News e de disseminação de discórdia, ira, ódio e violência verbal.
Não se espere que governo seja o condutor de um processo que deve inspirar empresários e empresas, ONGs, Universidade, educadores e escolas, organizações, clubes, associações, entidades e pessoas físicas providas de empenho em transformar – para melhor – este sofrido Brasil.
Talvez chegue um dia em que até a vetusta Justiça venha a se comover e promova eleições pela internet, poupando recursos escassos, tempo e a obrigação de trabalho escravo requisitado à cidadania, assim como o uso de dependências privadas, numa grande e perigosa aglomeração de pessoas em plena crise da Covid19.
Já possuímos toda a estrutura para colher a manifestação da cidadania pelos seus mobiles. Com grande ganho em eficiência e rapidez, sem a invocação falaciosa de que uma eleição digital é mais perigosa do que a eleição convencional.
Inclusão digital movimenta a economia e habilita as pessoas ao exercício pleno de uma cidadania que foi prometida, mas que não virá como dádiva estatal, senão como conquista de quem quer participar dos destinos de sua Pátria e não ser massa de manobra para interesses nem sempre claros, nem sempre os mais legítimos.
_ José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2020-2021.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Li, me impressionei e compartilho: na Matéria “Longevidade Latino Americana”, da revista Fapesp (edição 303, pg 80-82, por Christina Queiroz), vi dados interessantes sobre a Expectativa de Vida do brasileiro.
Hoje, a média diz que o cidadão tem uma esperança de viver 76,8 anos. Para os homens, é de 73,2. Para as mulheres 80,3 anos.
A cidade em que os homens têm menor expectativa é em Itabuna-BA, com 66,3 anos. A maior, é Bento Gonçalves-RS, com 75,1 anos.
A cidade em que as mulheres têm menor expectativa é em Guarapuava, com 75 anos. A maior, é igualmente Bento Gonçalves-RS, com 82 anos.
Qualidade de vida, alimentação, cultura local, violência, condições econômicas… tudo isso influencia. Mas pense: em 1940, a expectativa de vida do brasileiro era de apenas 45,5 anos!
Quantos anos nossos filhos viverão? E nossos netos?

Imagem extraída do print de: https://www.youtube.com/watch?v=UJkZxV-9hYU
Obs: Dados do IBGE.