– Marçal aprendeu a reclamar com quem?

Na 5ª feira, Abel Ferreira disse que foi roubado e já se adiantou que ele não seria punido.

Na 6ª feira, Marçal (que equivocadamente levou Amarelo e o VAR ajudou corrigir para Vermelho) foi expulso e reclamou que era “um roubo”.

A culpa é da impunidade? A CBF concorda com eles, ao não tomar providências?

– O Brasil é o 12º país do mundo em acréscimos no futebol.

Segundo um estudo do Observatório do Futebol CIES (clique abaixo), de 70 campeonatos nacionais de futebol estudados, o Brasil é o 12º em tempo de acréscimos, com 6’24” em média por tempo (ou 12’48” por jogo). Repare que em 84,8% dos jogos, tivemos mais de 100 minutos oficiais de jogo.

A Arábia Saudita tem o maior tempo oficial  (na 1ª e 2ª divisões, com quase 107 minutos cada partida). Depois temos o Catar e os Emirados Árabes. A Premiere League está em 16º lugar, a La Liga em 9º e a Primeira Liga Portuguesa em 6º.

E qual a interpretação de tudo isso?

A única que racionalmente posso fazer é: os países árabes não poupam em acréscimos.

O original em: https://football-observatory.com/WeeklyPost431

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para São Paulo x Flamengo (jogo de volta da Copa do Brasil).

Para a finalíssima da Copa do Brasil 2023, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Bráulio da Silva Machado – SC
Bandeira 1: Bruno Raphael Pires – GO
Bandeira 2: Bruno Boschilia – PR
Quarto-árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva – MG
Quinta-árbitra: Fabrini Bevilaqua Costa – SP
Assessor de Árbitros: José Mocellin – RS
VAR: Wagner Reway – PB
AVAR 1: Cleriston Clay Barretos Rios – SE
AVAR 2: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro– RN
Observador de VAR: Péricles Bassols Pegado Cortez – RJ

Vejam só:

1- Foram escaladas 10 pessoas nessa final, e as 10 de um estado diferente do Brasil. Afinal, o critério deve ter sido “integração nacional“! Repare: não repete ninguém. De tal forma, todas as federações se sentem “politicamente felizes”.

2- O VAR e o AVAR são os mesmos que fizeram o árbitro Marcelo de Lima Henrique marcar o pênalti absurdo ao América/MG contra o Red Bull Bragantino, na última 3ª feira. O árbitro corretamente não havia dado, mas a dupla de vídeo, boa de convencimento, o fez mudar de opinião. Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-3lx

3- Se o árbitro se contundir, o substituirá Paulo Zanovelli (o mesmo que apitou Bahia 2×3 Flamengo e que lhe custou um afastamento grande das escalas – no jogo de infinitos cartões e não expulsão de Gabigol). Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-3g8 . Em tempo: Paulo está escalado no Corinthians x Botafogo, na 6ª feira.

4- Sobre Bráulio da Silva Machado: desde que apitou Flamengo 1×0 Grêmio (o jogo da volta da Copa do Brasil, vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3kj), ele ficou “escondido” de jogos de maior apelo popular, com o claro motivo de ser preservado. Afinal, se errasse em alguma partida, corria o risco de suspensão (como ocorreu com Wilton Pereira Sampaio).

Dias atrás, comentamos como o árbitro catarinense (que é Professor de Educação Física, tem 44 anos e é natural de Tubarão) era irregular (aqui: https://wp.me/p55Mu0-3ki). Pois bem: assim como pode atuar com correção, como foi na própria Copa do Brasil na Arena Neo Química (Corinthians 0x0 Flamengo, onde acertadamente não deu um pênalti de queimada de Leo Pereira, reveja aqui: https://wp.me/p55Mu0-36M), pode ser desastroso como no São Paulo 2×0 Internacional (onde mudou o critério e marcou pênalti de queimada, aqui: https://wp.me/p55Mu0-3fM).

Torço para que Bráulio acorde com o pé direito e tenha uma boa jornada. Lembrando ainda: Bráulio será o árbitro que terá percorrido a Copa do Brasil do começo ao fim: na Rodada 01 apitou Sergipe x Botafogo (onde foi agredido, escrevemos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3cM) e agora estará na Última Rodada, que é a decisão.

Em tempo: aproximadamente, o árbitro receberá R$ 20.000,00 e bandeiras e VAR próximo a R$ 12.000,00 (taxas recordes no Brasil).

Aliás, o borderô do Maracanã, no jogo de ida, impressionou (está aqui, acesse a página 2: https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2023/424121b.pdf):

Taxas dos árbitros: R$ 93.880,00

INSS dos árbitros: R$ 18.776,00.

Passagens aéreas dos árbitros: R$ 42.807,83.

Imposto de Renda sobre a arbitragem: R$ 14.188,84.

(além de taxas de assessores dos árbitros e seus recolhimentos fiscais, em torno de R$ 10.000,00 somados).

Imagem: Total Acesso.com

 

– Vai abrir o microfone dos árbitros?

Repost de 1 ano, mas é tão atual…

Há muito se discute que os microfones dos árbitros fossem abertos e as conversas com assistentes e VAR ouvidas pelo público. Algo difícil de se acontecer…

Acontece que à Folha de São Paulo, para Alex Sabino, (vide o link aqui: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2022/09/seneme-defende-arbitragem-do-brasil-e-pretende-torna-la-mais-transparente.shtml), Wilson Seneme se disse favorável à medida, e que se a FIFA autorizar, o Brasil será pioneiro nisso.

Tudo bem! É legal isso, mas…

  • Não seríamos nós os pioneiros a ter o VAR em nossos campeonatos? E não fomos….
  • Não seríamos os primeiros a divulgar áudios do VAR depois da partida? E não fomos…
  • Não seríamos os vanguardistas na formação de árbitros exclusivamente para o quadro do VAR? Demoramos tanto e fizemos tão mal, que nem árbitro de vídeo irá para a Copa do Mundo…
  • Não seremos pioneiros a ter a tecnologia de impedimento semi-automático no Brasileirão, e, por todo o histórico, não seremos também escolhidos para abrir o microfone nos jogos (por todo o histórico).

E você, o que acha da ideia? Deixe seu comentário:

Meme extraído de: https://esporte.ig.com.br/futebol/2019-05-23/var-em-acao-confira-os-melhores-memes-sobre-arbitro-de-video-na-web.html

– O pênalti inexistente em América 0x2 Red Bull Bragantino: até veterano fazendo cáca?

Na última coletiva do novo CEO do Red Bull Bragantino, Diego Cerri, o jornalista Sérgio Loredo transmitiu para ele a minha pergunta pela Rádio Futebol Total, a respeito dos “erros de arbitragem observados no Brasileirão, em destaque, aos jovens árbitros marcando pênaltis equivocados por movimento antinatural (que na verdade, eram lances normais por movimento natural)”.

A justificativa foi: por não ir à CBF visitar a Comissão de Arbitragem e reclamar dos erros, pela filosofia empresarial, em jogos do Massa Bruta a entidade tem escalado os novatos (faça uma busca: a média de idade dos árbitros escalados é disparada a mais baixa). E até citamos: Skettino, Yuri Elino e outros ilustres desconhecidos estreiam em jogos do clube do Interior, erram, e tudo fica por isso mesmo (já é a geração de juízes que nasceu junto com o advento do VAR).

Pois bem: o veterano Marcelo de Lima Henrique, 52 anos e há décadas (literalmente) na série A do Brasileirão (o elogiamos nesse link: https://wp.me/p55Mu0-3lp) apitou América x Red Bull Bragantino. E apesar da vitória por 2×0, houve mais um absurdo “pênalti de queimada” marcado (e defendido pelo goleiro Cleiton).

O detalhe é: um experiente como Marcelo que conhece a Regra, não pode errar assim. Ele vê o chute do atacante do Coelho “à queima-roupa” bater na perna de Matheus Fernandes e, pela pouca distância e força do tiro, desviar e bater involuntariamente no braço do atleta (que estava à meia altura, em movimento natural).

Repare no print de tela abaixo que Marcelo de Lima Henrique está com a visão totalmente aberta e bem posicionado. Ele sabe todas as nuances da Regra do Jogo que justificam a não-marcação de um tiro penal nesse caso, e corretamente não marca.

Porém, o VAR Wagner Reway o chama! Após demora, “aparentando constrangimento” (vide o vídeo desse momento durante a transmissão) ele reconsidera o lance e marca pênalti, após ver no monitor.

Ele não deu em campo, ele conhece a regra, ele viu o desvio na perna e ele viu a posição natural do braço. Por quê mudou de ideia?

Seria pelo fato de que a pressão psicológica (mesmo em um cinquentão como Marcelo, que é ótimo árbitro) falou mais alto e abriu mão da sua convicção? Afinal, há uma cabine cheia de pessoas na sede da CBF chamando indevidamente ele para reconsiderar

– Estive em “Os Betings”.

Que legal! Tive a honra de participar do Podcast “Os Betings“, do Mauro Beting e do Eric Beting.

Muito feliz pelo convite (onde falamos sobre os lances polêmicos da arbitragem).

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=pxagJ66DtTk.

 

– O pênalti não marcado em Corinthians 4×4 Grêmio: foi “compensação involuntária” ao jogo do Bahia?

Sobre o lance de Ferreira e Yuri Alberto no final do jogo, na Arena Neo Química: não é questão de avaliar se houve “reflexo para ter tempo de tirar o braço”, mas sim de “ir com o braço em movimento antinatural para disputar a bola”. Esse é o típico lance que a FIFA queria acabar quando colocou em vigor a orientação (tão polêmica no Brasil, onde se marca em qualquer lance equivocadamente a infração, mas que dessa vez se pecou).

Repare: o corintiano já está com o braço direito levantado, ampliando o espaço na hora do chute gremista. Não é natural o movimento de correr com os braços ao alto, é antinatural.

Não precisaria de VAR para marcar, o árbitro Wilton Pereira Sampaio é experiente o suficiente para estar bem posicionado e assinalar. Mas o VAR Emerson de Almeida Ferreira teria que chamar para revisão de possível penal e não o fez. Estava distraído?

Será que tantos dias de Intertemporada da Arbitragem no Rio de Janeiro não adiantaram? Talvez Seneme deva estar frustrado, afinal, a propaganda dos trabalhos foi grande.

Lembrando: Wilton apitou Grêmio x Bahia, e marcou um pênalti bizarro em lance de movimento natural por antinatural (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-O3O). Agora, fez exatamente o contrário: não marcou o antinatural entendo ser natural.

Ao final das contas: favoreceu o Grêmio contra o Bahia e prejudicou contra o Corinthians. Portanto, o Grêmio tem dois motivos para reclamar dele: de um erro a favor e de outro contrário (se é para melhorar a arbitragem, o faça assim).

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para América/MG x Red Bull Bragantino/SP.

Para o confronto entre o Coelho e o Massa Bruta, arbitrarão a partida:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – RJ
Bandeira 1: Alessandro Álvaro de Rocha Matos – BA
Bandeira 2: Paulo de Tarso Bregalda Gussen – BA
Quarto-árbitro: Hieger Túlio Cardoso – MG
Assessora de Árbitros: Ana Karina Marques Valentim – PE
VAR: Wagner Reway – MT
AVAR 1: Cleriston Clay Barretos Rios – SE
AVAR 2: Douglas Schwinger da Silva – RS
Observador de VAR: Emerson Augusto de Carvalho – SP

Apesar dos seus 52 anos de idade (está há 21 anos na Série A do Brasileirão), o militar Marcelo de Lima Henrique (carioca, mas que está apitando pelo Ceará) continua muito bem fisicamente e apitando em alto nível. Até pela necessidade de renovação no quadro, ele não tem apitado a mesma quantidade de jogos na Primeira Divisão do que outrora, mas nos jogos decisivos das outras divisões, ele se tornou uma atração. Mantém ainda o bom nível técnico de antes.

O seu bandeira 1 é outro veterano: o investigador de polícia Alessandro Matos (47 anos de idade)  já tem 27 anos atuando pela CBF! E continua firme nas escalas. Nenhuma preocupação. Ao contrário, o bandeira 2 Paulo de Tarso, com 41 anos, irá estrear na Série A do Brasileirão.

Eu imagino o maior motivo dessa escala: Marcelo e Alessandro, respeitados e experientes, terão que “cuidar” de Fabián Bustos, o treinador do América, que deixou péssima impressão quanto ao seu comportamento enquanto treinador do Santos FC. Ele é folgado, reclama o jogo inteiro e não permite tranquilidade para a arbitragem durante os 90 minutos. 

Desejo uma boa partida e uma ótima atuação.

Acompanhe conosco o jogo do América vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça, 19/09, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Não confunda os “recortes do texto da regra” para explicar o lance de Diego Costa em Atlético x Botafogo.

Já falamos bastante sobre o gol anulado de Diego Costa em Minas Gerais (você pode ler aqui: https://professorrafaelporcari.wordpress.com/2023/09/17/foi-bem-ou-mal-anulado-o-gol-de-diego-costa-em-atletico-mineiro-x-botafogo/).

Entretanto, há circulando um recorte do texto da Regra na Internet, para falar sobre “novo momento” de lance e domínio de bola, que é para justificar a anulação. Porém, esse recorte não é o correto, ele se refere a novo momento e domínio para que o VAR inicie um novo App de revisão.

O texto correto, da Regra do Impedimento, em que mostra claramente que desvio tira impedimento e não precisa ter o domínio da bola, é esse aqui, abaixo:

O recorte acima fala do lance de Diego Costa, é sobre a situação em campo para decidir se houve impedimento ou não. O que viralizou na Web é diferente, pois é uma diretriz que fala a partir de qual momento o VAR pode abrir um App – e não tem relação com o lance do jogo que estamos discutindo.

Em vídeo, falamos sobre isso: https://youtu.be/UUCM46QPeDY?si=Hdb59R6UQrCdehnQ

– Foi bem ou mal anulado o gol de Diego Costa em Atlético Mineiro x Botafogo?

Não confunda a situação de “estar em posição de impedimento e sair dela” com a questão de “estar em posição de impedimento e ser habilitado por um toque deliberado do adversário“.

Em Minas Gerais, no final da partida entre o Galo e o Fogão, Diego Costa (BFR) está em posição de impedimento, sozinho na área, e enquanto seu time está no ataque, ele demonstra abdicar de jogar, não procura recebê-la e nem interfere contra um adversário (ou seja: impedimento passivo). Vai saindo da posição quando a bola é lançada por Luís Henrique (BFR) e passa por ele. No instante em que Maurício Lemos (CAM) a toca, Diego já não está mais em posição de impedimento (pois há entre a bola e a linha de fundo dois atletas – o defensor e o goleiro).

Assim, não foi o fato do toque ser deliberado ou não do atleticano que o habilitou, (Maurício participa da jogada criando um novo momento com esse toque voluntário ou não ao Diego, pois buscou a bola), mas sim a própria posição legal de jogo (quando ocorreu o toque do adversário, só existiria a preocupação do mesmo ser “deliberado ou não” se ele ainda estivesse em posição de impedimento – mas ele já não estava).

Assim: gol legal.

Imagem extraída de Terra.com.br, por Jogada 10.

DA REGRA 11 (2023 / 2024), mostrando que domínio pleno é só para App e VAR, e que disputar e tocar a bola tira o impedimento:

– E hoje começa a decisão da Copa do Brasil!

Sobre a arbitragem para Flamengo x Sao Paulo, em texto, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/09/15/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-flamengo-x-sao-paulo-jogo-de-ida-da-decisao-da-copa-do-brasil/

E em vídeo: https://youtu.be/iSLXZ-GUrg4

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Flamengo x São Paulo (jogo de ida da decisão da Copa do Brasil).

Já falamos das elevadíssimas taxas que os árbitros receberão para a final da Copa do Brasil 2023 (clique aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/09/06/que-grana-cbf/).

Pois bem: o que esperar da arbitragem de Anderson Daronco no Maracanã?

Algumas obviedades: pouco tempo de bola rolando e alto número de faltas marcadas (pelo estilo de apitar do gaúcho). Também devemos prever que não tenhamos expulsões, pois normalmente, no primeiro jogo, os árbitros poupam o Cartão Vermelho para evitar que se reclame que “deixou alguém de fora da finalíssima” (e isso é péssimo, pois o árbitro tem que cumprir a regra independente de quem seja o atleta ou qual o momento do jogo). Considere ainda: Daronco evitou cartões no Fla-Flu e no Derby Paulista, e só expulsou após o VAR sugerir erro crasso (portanto, para alguém ser expulso no primeiro jogo, deve “caprichar demais).

A CBF só deixa em seu histórico os 3 últimos anos de escalas. Mas se você fizer um pente fino nos jogos arbitrados por Daronco na Série A do Brasileirão, verá que ele é um nome sempre presente em partidas envolvendo Flamengo x São Paulo.

Palpite?

Difícil previsão. Mas se fosse jogar na Loteca e fazer uma observação, seria: jogo truncado com 0x0.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Grêmio.

Para o importante jogo entre o Massa Bruta e o Tricolor Gaúcho, apitará:

Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Bandeira 1: Guilherme Dias Camilo – MG (FIFA)
Bandeira 2: Antonio Adriano de Oliveira – MA
4º Árbitro: Thiago Luís Scarascati – SP
Assessor de Arbitragem: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Rodrigo D’Alonso – SC
AVAR: Eder Alexandre – SC
AVAR 2: Lucas Paulo Torezin – PR
Observadora de VAR: Giuliano Bozzano – SC

André tem 29 anos, é de Sabará/MG, e no ano passado apitou Série D e Série C. Nesse ano, pulou para a Série B e Série A. Apitou seus primeiros jogos mostrando um grande defeito: se tornou refém do VAR. E essa insegurança faz parte da “nova geração”: os jovens árbitros mudam a opinião conforme a sugestão o árbitro de vídeo, fazendo até mesmo com que decisões corretas se tornem equivocadas.

Recentemente, André apitou Fortaleza 0x3 Red Bull Bragantino, e foi bem (apesar do começo vacilante). Nossa análise está em: https://wp.me/p55Mu0-3jj. Porém, dias depois fez uma tremenda lambança em Santos x Athletico Paranaense… vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3jP.

É torcer para que o árbitro esteja numa boa noite.

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x Grêmio pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo e comentários de Lucas Salema. Quinta, 14/09, 21h30. Mas desde as 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A UEFA contra o Unfair-play e contra os pênaltis de queimada.

Reclamar da arbitragem? Tem que ser punido.

Simular falta ou agressão? Idem.

Marcar pênalti em toque involuntário da bola na mão? Absurdo.

Vejam as duras palavras do ex-árbitro italiano Roberto Rosetti, chefe da arbitragem da UEFA (e analise: precisamos disso aqui no Brasil). Abaixo, extraído de: https://www.abola.pt/futebol/noticias/uefa-avisa-jogadores-e-treinadores-nao-podem-manter-os-comportamentos-2023090317423043080

UEFA AVISA JOGADORES E TREINADORES: NÃO PODEM MANTER OS COMPORTAMENTOS.

Roberto Rosetti, diretor de arbitragem da UEFA, deixou esta quarta-feira claro aviso a treinadores e jogadores: o comportamento incorreto perante os árbitros é para ser punido com cartão amarelo e, em casos mais graves, vermelho. Com tolerância zero.

Essa é, aliás, a principal instrução que vai passar no seminário para árbitros de elite e de primeira categoria na próxima semana, na Suíça, revelou em conversa com vários órgãos de comunicação social, entre os quais A BOLA, no Mónaco. Nas várias diretrizes que todos os anos são distribuídas para aplicação das leis de jogo, e que indicam as preocupações da UEFA, acima de todas as outras está a que se refere ao comportamento antidesportivo. A principal preocupação, assumiu o italiano, é proteger a imagem do jogo e das competições.

«Os jogadores e os treinadores são os heróis dos jovens e não podem manter os comportamentos que têm tido. É tempo de agir, já!»

As diretrizes da UEFA vão ser reforçadas no seminário da próxima semana, mas já foram distribuídas pelas 55 federações – incluindo a russa, apesar de suspensa. Foram definidas depois de várias conversas com os líderes da arbitragem dos principais campeonatos europeus, entre os quais o português José Fontelas Gomes, confirmou Rosetti.

No que diz respeito ao comportamento de jogadores, as instruções da UEFA são claras: «protestos verbais, desacordo por gestos, correr em direção ao árbitro, rodeá-lo ou mostrar falta de respeito» são infrações puníveis com cartão amarelo, tal como «tentar enganar o árbitro», simulando faltas ou lesões, exagerando ou atrasando o reinício do jogo. «Atitudes abusivas, insultuosas ou ofensivas» para com os juízes devem ser punidas com cartão vermelho.

Em relação aos treinadores, a UEFA também quer ver punida com expulsão a linguagem ofensiva para com o árbitro mas também «as ações provocatórias», ou seja, o «comportamento inflamatório». A saída da zona técnica e/ou a entrada em campo, mesmo no intervalo e no final do jogo, para «confrontar o árbitro de forma agressiva ou mostrar falta de respeito» exigem também ações disciplinares.

Questionado sobre se teria falado com alguns dos treinadores cujo comportamento tem sido menos controlado nos últimos tempos – foram dados os exemplos de Jurgen Klopp, do Liverpool, e José Mourinho, da Roma -, Rosetti garantiu que não. «Estou a falar convosco [jornalistas] e vocês espalham. E vou falar com os árbitros para agirem. Os treinadores sabem bem como devem comportar-se.» Já quanto à ineficácia dos castigos, não quis pronunciar-se: «Em relação a quantos jogos de suspensão recebem, ou a se podem ficar do lado da bancada a dar instruções, não é o meu papel…»

A outra indicação que vai ser passada aos árbitros diz respeito à mão na bola – para lembrar que nem todos os toques são faltas e que «é preciso ter atenção à mecânica do corpo». Fora das indicações estão referências ao tempo útil de jogo – e Zvonimir Boban, diretor de desenvolvimento técnico da UEFA, que acompanhava a conferência, não teve problemas em admitir que considera o aumento das compensações como um exagero. «Com os aumentos que estão a ser feitos, há jogadores que vão fazer mais 500 minutos por época, na prática dá mais 6 ou 7 jogos», alertou. «A Liga dos Campeões teve tempo útil de 60 minutos na época passada. O que queremos é o que tivemos aí, mais intensidade. O que pedimos aos árbitros é para acelerarem os recomeços», confirmou Rosetti, cuja conversa com os jornalistas aconteceu no âmbito do lançamento de uma campanha da UEFA para captar jovens e menos jovens para a arbitragem – entre os alvos estão antigos jogadores, como possibilidade de prosseguirem uma carreira no futebol.

Imagem: Divulgação UEFA.

– Fernando Rapallini no Peru x Brasil. Que diferença…

Juiz que estava deixado de lado, com pouca autoridade e fraco tecnicamente: esse foi o árbitro paraguaio Benítez, que apitou a Seleção Brasileira em casa contra a Bolívia (e falamos dele aqui: https://wp.me/p4RTuC-Pxg).

Para o próximo jogo, fora de casa contra o Peru, teremos o argentino Fernando Rapallini, com experiência em Copa do Mundo, bom tecnicamente e que apitou recentemente Palmeiras x Atlético Mineiro pela Libertadores.

A arbitragem dos sonhos que a CBF queria, não?

Imagem do artigo:Fernando Rapallini será el juez principal para Vélez-Unión

Imagem extraída de: https://onefootball.com/pt-br/noticias/fernando-rapallini-sera-el-juez-principal-para-velez-union-37874573

– Que grana, CBF!

Anderson Daronco e Bráulio Machado apitarão os jogos finais da Copa do Brasil.

Os valores exatos ainda não foram divulgados, mas aproximadamente, NO MÍNIMO, a remuneração (já é sabido) será recorde.

O árbitro (fora as estadias e demais acréscimos) receberá R$ 20.000,00.

Cada bandeira (são 2) receberá R$ 12.000,00.

Idem ao VAR: R$ 12.000,00.

O quarto-árbitro: R$ 5.000,00.

Lembrando que tem AVAR 1, AVAR 2, gerente do VAR, assessor de arbitragem e outros, totalizando 18 pessoas.

Eu sempre aprendi que: quanto maior a remuneração, maior a cobrança.

Será que Daronco, nas expulsões claras de Felipe Melo e Maycon (Fla-Flu e Derby Paulista), onde primeiramente só havia dado Amarelo e precisou ser corrigido pelo VAR, está apto a tal jogo?

Ou Bráulio, que chegou a ser agredido em Sergipe no início da competição e deu um pênalti de queimada no São Paulo x Internacional, reaprendeu?

Boa sorte aos escalados.

Continuar lendo

– A enxurrada de siglas para reclamar do lance polêmico de Botafogo 1×2 Flamengo.

Está cansando ouvir gente explicando regra de jogo como se o futebol fosse escrito em bula. É VAR, AVAR, AR, VOR e, agora, APP! E surgem explicações cabeludas para tentar anular “pós-jogo” (não sei por qual motivo) o gol de Bruno Henrique no Botafogo 1×2 Flamengo, baseando-se nesses termos.

“APP” é a sigla para definir o momento em que a equipe está com posse de bola no ataque, acontece algo e o VAR pode revisar. Se ela perder a bola e a recupera, é um novo app.

O lance para a discussão é: Wesley vai roubar a bola de Tchê Tchê, e o faz com tranco legal ou carga nas costas / empurrão. O que houve e o que fazer?

Raphael Claus não marcou (é um lance interpretativo, eu marcaria por ter entendido que houve um empurrão, mas respeito decisão diferente). O lance seguiu e houve possibilidade de roubar a bola até chegar ao gol. Alguns estão justificando a necessidade de anulação do gol porque o VAR deveria perceber que era “um mesmo app”. Mas seria devido?

Não acho que foi um mesmo App (veja a quantidade de passes, não foi uma roubada de bola com um chutão para frente, num lance único). Teve tempo e toques para todos os lados – se tornando um outro momento de ataque. Aliás, me irrita ter que escrever usando o termo “app”, que virou modismo de uns dias para cá (desde Palmeiras x Vasco).

De maneira didática: cansamos de escrever o princípio que a FIFA e a IFAB massificaram: “O VAR não é uma oportunidade para re-apitar um jogo, mas sim de corrigir os erros crassos”.

Lembrando que textualmente, o protocolo do VAR fala que ele deve intervir quando “uma infração cometida pela equipe atacante na jogada do gol ou ao marcá-lo (toque de mão na bola, falta, impedimento etc.)”. Isso remete a IMEDIATISMO do lance, não a necessidade de “rebobinar uma jogada”. E mais: o primeiro item do Manual do VAR lembra que: “O árbitro assistente de vídeo (VAR) é um membro da equipe de arbitragem que tem acesso independente às imagens do jogo e pode auxiliar o árbitro somente na eventualidade de um ‘erro claro e manifesto’ ou de um ‘incidente grave despercebido‘ “. Claus percebeu o lance de um erro relativo (pois é interpretativo).

Eu me recordei de uma situação parecida em 2021, na final do Paulistão, e fuçando minhas postagens, a achei no último parágrafo, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/04/03/nao-foi-penalti-no-lance-de-eder-em-palmeiras-x-sao-paulo/

Portanto, o gol não deveria ser anulado pela interferência do VAR, por ser decisão de campo e a questão de ser uma falta vencida.

John Textor faria a postagem abaixo, se estivesse na Premiere League?

– Não está valendo a Intertemporada?

Uma grande propaganda da CBF sobre a intertemporada com 150 árbitros. E um árbitro FIFA como o Daronco, que apitou Corinthians 0x0 Palmeiras, não expulsa diretamente Maycon em Endrick pelo carrinho?

O que dizer? Fez a mesma coisa que Wagner Magalhães em Belo Horizonte, no Cruzeiro x Red Bull Bragantino: “administrou a partida”, sem querer se comprometer (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-PtH).

Quem é FIFA tem que ter coragem, não pode ter amarras com veto, cara feia ou se preocupar em “estar no finalzinho do jogo”. Tem que apitar, não mediar. 

Fiquei decepcionado com o Amarelo, e contente pela correção do VAR. Mas lamento: será que é isso que a CBF está orientando?

Lembrando: os árbitros da FIFA cariocas e paulistas não poderão apitar Flamengo x São Paulo pela final a Copa do Brasil (ida e volta), e as 3 opções seriam, pela ordem: Wilton Sampaio, Anderson Daronco e Bráulio Machado.

Esse Daronco será um dos dois?

Esse, não dá… Fez a mesma coisa no Fla-Flu, deixando de expulsar Felipe Melo e precisando do VAR igualmente.

Imagem: Print de tela do twitter do jornalista Pedro Marques.

 

– Análise da Arbitragem de Cruzeiro 0x0 Red Bull Bragantino.

Na rodada que marca a semana de treinos dos árbitros que estão na intertemporada da CBF, me decepcionei. Já falei de Corinthians x Palmeiras aqui: https://wp.me/p55Mu0-3kZ, e no jogo entre a Raposa x Massa Bruta, vi a mesma coisa: árbitro com medo de expulsar, parando o jogo, cansado e com erros para ambas equipes.

Wagner Magalhães parecia juiz de Campeonato de Veteranos. O jogo não fluiu! Desagradou ambas equipes. “Pipocou” em não dar o 2º cartão amarelo a Papagaio aos 15m do segundo tempo (e consequentemente expulsar), além de outros erros citados mais abaixo nessa postagem.

No final da partida, uma lambança: Juninho Capixaba cruza, Alerrandro tenta participar da jogada e não consegue (estava em impedimento passivo) e na sequência Wesley comete um pênalti com movimento antinatural. Mas ao invés da marcação do tiro penal, o árbitro é chamado ao VAR e fica 4 minutos com a tela mostrando a linha de impedimento sendo traçada (sim, quatro minutos). E ao invés de pênalti, resolveu-se transformar um impedimento passivo em ativo. Errou. 

Houve tempo para ver Felipe Machado tentar agredir Juninho Capixaba, que o encarou. Felipe não tomou amarelo, Capixaba levou.

A imagem do jogo foi: ao final do jogo, Magalhães caminhando em campo, cansado, torcendo para o relógio acelerar…

E sobre os erros, abaixo:

Aos 6m, Jadsom (RBB) cometeu uma falta um pouco mais forte e foi corretamente advertido verbalmente. Aos 9m, de novo Jadsom comete outra falta, abandonando a disputa de bola e dando um tranco ilegal em Mateus Vital (CRU). Era para cartão amarelo, e o árbitro não deu.

Aos 14m, Thiago Borbas (RBB) disputa uma bola no alto com seu adversário, comete uma falta corriqueira de jogo, e recebe Cartão Amarelo. Errou o árbitro, pareceu-me que “compensou o não-cartão anterior”.

Aos 34m, Bruno Rodrigues (CRU) cava uma falta em cima de Vitinho (RBB) e pede amarelo. O árbitro erra em anotá-la, e aplica Cartão Amarelo a Bruno por pedir cartão. Tudo errado.

1m do segundo tempo: Papagaio (CRU) tomou amarelo corretamente. Aos 15 minutos, Papagaio atinge Leo Ortiz de maneira temerária e não recebe o segundo cartão amarelo (consequentemente, o Vermelho). A pergunta é: por quê?

Cruzeiro x Red Bull Bragantino: prováveis escalações, arbitragem,  ondeassistir, retrospecto e palpites

Imagem: Terra.com

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Cruzeiro x Red Bull Bragantino.

Para o confronto entre a Raposa e o Massa Bruta, apitará:

Árbitro: Wagner dos Santos Magalhães – RJ
Bandeira 1: Luanderson Lima dos Santos – BA
Bandeira 2: Luiz Cláudio Regazzone – RJ
4º Árbitro: Murilo Francisco Misson Jr – MG
Assessor de Arbitragem: Anderson Carlos Gonçalves – PR
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Cleriston Clay Barretos Rios – SE
AVAR 2: Antônio Magno Lima Cordeiro – CE
Observador de VAR: Hilton Moutinho Rodrigues – RJ.

Wagner Magalhães apitou vários jogos do Red Bull Bragantino no ano passado, sempre deixando o jogo correr bastante e não marcando faltinhas leves. Nesse ano, andou mudando o seu estilo, parando bastante as partidas. Foi mal em jogos do Brasileirão como Goiás x Palmeiras (lance da injusta expulsão de Halter) ou Palmeiras x Fortaleza (pênalti fantasma para Rony). Apitou também a eliminação do Massa bruta diante do Ypiranga-RS (mas teve boa atuação, embora demonstrou cansaço).

Torçamos para uma boa arbitragem e um ótimo jogo!

Acompanhe conosco o jogo entre Cruzeiro x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo 03/09, 18h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Alexis Herrera no SPFC x LDU?

Com todo respeito, o juizão venezuelano que apitará no Morumbi essa noite é sofrível...

No ano passado, quando o SPFC foi prejudicado por uma péssima arbitragem no Chile, ao reclamar na Conmebol, teve a escala de Herrera na volta, e falamos do conjunto de erros dele: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/06/os-lances-reclamados-de-bolivar-3×1-palmeiras/.

Nesse ano, o Bolivar ganhou do Palmeiras pela Libertadores, com muita reclamação de Abel, que disse: “jogamos contra a altitude e contra o árbitro” (aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/06/os-lances-reclamados-de-bolivar-3×1-palmeiras/).

É o estilo dele. Mandante, em tese, se dá bem com ele no apito.

– As finalizações no Brasileirão, por clubes:

Olhe que número impressionante para Corinthians e Santos (por DataFut | Brazilian Stats @DataFutebol, via Canal do Loredo – @loredotv)

*Times com mais Finalizações no Brasileirão até a atual rodada (via @Soccerment_Blog)*

1. Bragantino (343)

2. Palmeiras (325)

3. São Paulo (311)

4. Fortaleza (307)

5. Atlético Mineiro (297)

6. Cruzeiro (295)

7. Fluminense (293)

8. Bahia (292)

9. América Mineiro (287)

10. Athletico (287)

11. Botafogo (283)

12. Goiás (278)

13. Flamengo (276)

14. Grêmio (275)

15. Cuiabá (260)

16. Vasco (258)

17. Internacional (252)

18. Coritiba (251)

19. Corinthians (241)

20. Santos (225)

Imagem extraída da Web.

– Wilmar Roldán no Estudiantes x Corinthians? Xi…

Quando terminou o jogo Corinthians x Estudiantes (onde existiu a polêmica de um pênalti não marcado), eu publiquei: “abra o olho Coringão, nada de Wilmar Roldán no jogo da Argentina” (e os motivos, vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/23/o-penalti-nao-marcado-ao-timao-em-corinthians-1×0-estudiantes/).

E não é que a Conmebol escalou Wilmar Roldán?

Sobre o histórico dele com brasileiros é complicado. Dificilmente os times de nosso país vencem fora de casa com ele apitando.

Vide aqui sobre como está o atual Roldán: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/09/wilmar-roldan-no-olimpia-x-flamengo-o-que-esperar/

Estudiantes x Corinthians palpite – Copa Sul-Americana 2023 – 29/08/2023

Arte: Notícias do Timão.

 

– Sobre o gol anulado de Paulinho em Palmeiras 1×0 Vasco: era para anular ou não?

O Vasco reclama do gol anulado de Paulinho. Mas precisamos entender os motivos que levaram a isso:

Quando Piton cruzou a bola, Vegetti estava ligeiramente impedido (se fosse em um lance de Copa do Mundo, o impedimento semi-automático por IA iria alertar e o assunto morreria aí). É um lance em que a Orientação da Regra manda, em caso de dúvida, seguir para a posterior conferência (o bandeira permite a sequência para o VAR anular ou não).

No lance, há o chamado impedimento ativo (e duplo): além de participar da jogada cabeceando para o gol, ele mobiliza dois atletas adversários: Murilo e Weverton (que acho até que falhou, mas em tese, o jogo deveria ter sido paralisado).

Mesmo Richard Ríos conscientemente tirando a bola (muitos colegas comentaristas entendem que “nasceu uma nova jogada” e o VAR não deveria revisar), ele não a domina plenamente e a joga influenciado pelo efeito do lance anterior. Ele quer tirar ela do bololô a todo custo. Ato contínuo saiu o gol vascaíno.

O protocolo manda revisar todo gol, e esse gol saiu de uma bola rechaçada que foi fruto de um lance irregular.

Não houve nenhuma paralisação do lance irregular ao chute para o gol, tudo ocorre rapidamente. Não há nenhum erro da arbitragem em fazer essa revisão.

Pense em um lance de “vantagem em pênalti” (muitos crêem equivocadamente que não existe vantagem em pênalti, mas ela existe e é rara em se dar): se um atleta sofre uma falta dentro de área, seu companheiro a vê sobrando na sua frente, a chuta para o gol e caprichosamente ela sai, o que era para se ter feito? Marcado o pênalti, pois nem sempre posse de bola é uma vantagem (o jogador pode estar desequilibrado, ansioso, ou ser o pior finalizador do time). Igualmente, nesse lance de domingo à noite: não se pode entender que Richard Ríos teve uma vantagem do impedimento não marcado e saiu “jogando numa boa”. A vantagem, no primeiro exemplo, seria marcar o pênalti; no de ontem, marcar o impedimento.

Eu insisto: na Copa do Mundo de 2022, tivemos o exemplo do gol do Equador contra o Catar, anulado pela IA. O gol sai, todo mundo comemora, e sem muita gente entender, é anulado por conta de outro jogador, num lance anterior, estar milimetricamente impedido. Comparando-os, é a mesma situação.

Acertou dessa vez a arbitragem.

Imagem extraída de Estadão.com

– O momento polêmico de América 2×1 São Paulo: de novo Rodrigo José?

O árbitro Rodrigo José Pereira de Lima – PE, desde o começo do ano, deu toda a pinta de que era o escolhido por Wilson Luís Seneme para ser o “árbitro do Nordeste”, a fim de ser turbinado em escalas. Afinal, não se tem um árbitro “de nome” nessa região do país e a CBF precisa fortalecer alguém de lá.

Ele teve várias oportunidades, sempre de maneira bem irregular: Por exemplo, deu um Cartão Amarelo para Pavón pelo mesmo chutar a bandeirinha (atendendo a orientação da CBF, equivocada, e não a Regra da FIFA). Foi muito mal em Fluminense x Bragantino e protagonizou a revolta de Felipe Melo em Grêmio x Fluminense, dias atrás.

Em MG, titubeou no meio do segundo tempo, na expulsão de Mastriani (AME) no lance envolvendo Wellington (SPFC): ali, o jogador do Coelho puxa as costas do adversário e não chega a aplicar um carrinho por trás. Na minha interpretação, era lance para Amarelo (mas se o leitor entender que houve o carrinho por trás, Vermelho – aqui é lance interpretativo).

Ao invés de imediatamente aplicar o Cartão (independente de qual cor fosse), ele estava de frente ao banco do São Paulo que protestava veementemente. Após um tempinho, mostrou o Vermelho (deu para perceber que a gritaria o pressionou). Na sequência, com a pressão do América-MG, quis “compensar” a expulsão (isso não pode ocorrer) escolhendo Arboleda, que estava no banco. Nitidamente, puniu alguém do banco aleatoriamente (porém, com isso, mostrou o aceite de pressão – só que expulsar um reserva não é a mesma coisa que um titular).

Como alguns árbitros têm um carinho a mais da CA-CBF, não?

Imagem extraída de: Terra.com.br

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cuiabá.

E para o confronto entre o Massa Bruta e o Dourado, apitará (de novo):

Árbitro: Bruno Mota Correia – RJ
Bandeira 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa – RJ
Bandeira 2: Thiago Neto Correa Farinha – RJ
4º Árbitro: Gustavo Holanda de Souza – SP
Assessor de Arbitragem: Sérgio Cristiano Nascimento – RJ
VAR: Gilberto Rodrigues Castro – PE
AVAR: Clovis Amaral da Silva – PE
AVAR 2: Wagner Reway – PB
Observadora de VAR: Regildênia Buarque de Holanda – SP

Bruno Mota Correia, jovem árbitro carioca de 33 anos, é o mesmo que apitou Red Bull Bragantino x Goiás. Dos novatos da CBF, é o que parece ter agrado mais a Comissão de Árbitros, deixando o jogo fluir um pouco mais. Terá experiência para lidar com jogadores velhacos, como Deyverson?

Repare: árbitro e bandeiras, todos Correia e Correa. Coincidência ou escalados propositalmente?

Repare, parte 2: O 4º árbitro é sobrinho da Observadora: Coincidência ou, também escalados propositalmente?

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– A Regra Brasileira, contraditória:

No último programa da CBF sobre regras do jogo, quem conseguiu assistir inteiro (ufa, é difícil ir até o fim), viu um show de contradições.

Wilson Seneme (chefe dos árbitros) e Péricles Bassols (chefe do VAR), fazem um bate-bola sobre a orientação de dar cartão amarelo para comemoração de gol chutando a bandeira.

Resumidamente, a história é: a Comissão de Arbitragem entende que a Regra não permite dar amarelo, mas criou-se uma brecha interpretativa e vai ter que dar Amarelo.

Leia abaixo a fala confusa:

“Passamos a instrução dia 11 de agosto para que não se comemore chutando a bandeira, pois você inflama torcida adversária e jogadores adversários, e isso deve ser coibido (…). Ninguém quer proibir comemoração de gol, temos que entender a liberdade de comemorar o gol (…) Ninguém é autoritário aqui, mas deve existir o bom senso de que pode gerar violência, por isso o cartão amarelo. (…) Não podemos definir que chutar a bandeirinha é igual a cartão amarelo, pois a Regra não nos permite. Mas tem que ter bom senso (…) O próprio Raphael Veiga, que recebeu o Cartão Amarelo, talvez não devesse ter recebido, mas o árbitro entendeu que foi uma manifestação de incentivar a violência, e é isso que a gente precisa entender”.

Eu ainda continuo entendendo: estamos criando regras paralelas ao futebol, infelizmente. Respeito todas as pessoas envolvidas e citadas, sei que são honestas e querem o melhor para o futebol, mas vejo tudo isso como um grande equívoco.

– O erro de Wilton e Reway no Boca Jrs 0x0 Racing pela Libertadores.

E no Boca Juniros 0x0 Racing, uma pipocada feia do árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio: Marcos Rojo (BJR) dá uma cotovelada certeira em Romero (RAC), aos 20m. Sampaio está bem posicionado, visão aberta, e vê o golpe. Era para expulsar, sem qualquer contestação. 

Entretanto, ao aplicar o Cartão Amarelo, deveria ter sido chamado pelo VAR Wagner Reway. Não é um lance interpretativo de disputa de bola, pois se entende cotovelada como agressão (ou seja, abdicou de disputar a bola e a quis o domínio com uma conduta violenta).

Duas considerações: 

  • Wilton ficou afastado por considerações políticas das escalas nacionais. Assim como um jogador precisa de ritmo de jogo, um árbitro precisa também (falamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3kg). Voltou na série B do Brasileirão no último final de semana. E estar parado tanto tempo, faz com que você tenha a necessidade de voltar a ter “tempo de bola”, e só vai ter, com ritmo de jogo em grandes partidas. A CBF tem um pouco de culpa nisso.
  • Wagner Reway era o VAR que iria para a Copa do Mundo 2022, e a FIFA não quis levar ninguém do Brasil devido a condição técnica. Há 1 ano, ele se omitiu na horrível arbitragem de Flamengo x Atlético Paranaense e foi afastado com o árbitro Luiz Flávio (em: https://wp.me/p4RTuC-Fp4). Na Argentina, de novo se omitiu.

Exportamos nossos erros agora. Só dá para entender o erro do Wilton partindo do princípio de que ele foi com o “pré-conceito” de que jogador argentino é “milongueiro” e simula. Se fez isso, esse pré-conceito de arbitragem virou um preconceito, que o traiu em campo.

Vide o lance aqui e considere: só de tempo legal, o Racing jogaria 70 minutos (no mínimo) com 1 jogador a mais.

– O pênalti não marcado ao Timão em Corinthians 1×0 Estudiantes

Todo mundo sabe que, para a Conmebol, é muito ruim esse predomínio brasileiro nas fases decisivas das suas competições. O ideal, não só aqui mas também pela UEFA, é (comercialmente falando) a diversidade de países (a fim de maior audiência, interesse e dinheiro).

Sendo assim: dois brasileiros em uma final de Libertadores (de novo) ou em uma Sulamericana, é algo não tão desejável. É como na Champions League: se você tiver uma final entre ingleses, por melhor que seja o nível técnico, não é a mesma coisa que uma final entre Inglês vs Italiano.

Digo isso para alertar: abra o olho, Coringão! Nada de Wilmar Roldán ou nome desse naipe no jogo de volta, na Argentina.

O Estudiantes de La Plata é muito forte também politicamente (historicamente, sabe-se disso). Digo isso pois na fase de grupos, o Red Bull Bragantino estava se consolidando em primeiro da sua chave isoladamente, quando vencia os Pinchas em seu estádio. Eis que o árbitro peruano Kevin Ortega e o VAR equatoriano Bryan Loayza “inventaram” um pênalti, expulsando um atleta brasileiro e dando sobrevida aos argentinos na competição (classificaram em segundo, jogando o play-off contra o 3º time da Libertadores). Vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3hu (a bola despretensiosamente bateu em Juninho Capixaba, à queima-roupa, em movimento natural, e virou pênalti com expulsão, a favor do Estudiantes).

Nesta 3ª feira, na Neo Química Arena, o Corinthians poderia ter tido sorte melhor se o placar fosse mais amplo, devido a um pênalti não marcado. Dois a zero na Argentina como vantagem, cá entre nós, é bem melhor do que apenas um gol de vantagem.

Aos 21m do 1º tempo, estando COR 1×0 EST, Maycon chuta a bola para o gol, que bate na mão do defensor 26 Luciano Lollo. Repare que não é a discussão de movimento natural ou antinatural, pois foi intencional (portanto, fácil de marcar). Ele leva a mão para tocar a bola e desviá-la, não tem muito o que discutir. Porém, repare que o árbitro venezuelano Jesús Valenzuela (que sempre mostra deficiência técnica, vide Argentina x Bolívia, Grêmio x Lanús, e tantos outros erros…) e o VAR chileno Ángelo Hermosilla (que não é “primeira linha” do continente) ficam atentos à sequência do lance, pois a bola passa muito próxima ao braço direito do atleta (em movimento natural, rápida – e que não foi infracional pois não há toque).

Portanto, numa mesma situação: pênalti (por movimento intencional da mão), que o árbitro equivocadamente não marcou e que aparentemente o VAR não se atentou, e na sequência, não-pênalti pela bola que não bateu no braço (e se tocasse, não teria que marcar também, pois não era movimento antinatural) – e foi justamente essa imagem repetida à exaustão.

As queixas dos corintianos são justas.

Corinthians x Estudiantes: retrospecto, escalações, arbitragem e onde assistir

Imagem extraída de Terra.com.br

– Os príncipes sauditas conseguirão colocar um time árabe na UCL? E sobre os árbitros na Saudi Pro League:

Segundo o Jornal Corriere Dello Sport (vide aqui: https://is.gd/EzJ2js), os dirigentes da Liga de Futebol da Arábia Saudita (Saudi Pro Liga) querem fazer um acordo com a UEFA para que o campeão local participe das fases iniciais da UEFA Champions League.

Os argumentos?

Visibilidade, dinheiro / patrocínio e importância dos jogadores.

Lembrando que já existem acordos entre a Federação Local, UEFA e Conmebol (como o envio de árbitros* para a Arábia Saudita – o brasileiro Ramon Abel Abatti, por exemplo, apitará o jogo do novo time de Neymar: Al-Hilal vs Al-Ettifaq, dia 28/08, segunda-feira, 15h).

Que não tenhamos “pênaltis de queimada” por lá… talvez os príncipes não gostem deles, se ocorrerem.

MAGOADO

De acordo com o twitter de “Cabine Desportiva”, o atacante Anderson Talisca “ficou de fora dos playoffs de acesso à Champions asiática por decisão de Luís Castro (…) O regulamento do torneio permite apenas cinco jogadores nascidos fora da Ásia e mais um jogador de um país membro da Confederação asiática, e Luís Castro optou por incluir: Cristiano Ronaldo, Sadio Mané, Seko Fofana, Marcelo Brozovic e Alex Telles.

* Nos bastidores, dá-se conta de que a taxa de arbitragem circula em torno de 38.000 riyals sauditas (um pouco mais de R$ 50.000,00 – pagos em dólares para árbitros da Conmebol e em euros para os da UEFA). Quando o Catar tinha um acordo parecido, o valor era menor: 18.000 riyals cataris, equivalente a R$ 25.000,00). Em Santa Catarina (terra de Ramon Abel Abatti), um árbitro recebe R$ 4.000,00 / jogo. No Brasileirão, R$ 6.500,00. Na Libertadores (pelo câmbio atual) R$ 6.200,00. Para a final da Copa do Brasil, um recorde: R$ 20.000,00. Na Premiere League (onde é profissionalizada a arbitragem), o topo é de Michael Oliver, com 100.000,00 reais mensais mais adicional de R$ 8.000,00 por escala.

Imagem: Saudi Pro League, Divulgação.

– Análise da Arbitragem para Bahia 4×0 Red Bull Bragantino.

Uma tarde que nada deu certo para o Red Bull Bragantino: jogadores lesionados desfalcando o time, morte da mãe do Lucas Evangelista, atletas numa tarde ruim, e, lógico, um dia de mau futebol coletivo.

Algo positivo na partida: a boa arbitragem de Arthur Gomes Rabelo, do ES. Correu bastante, se posicionou muito bem, foi discreto e deu a sorte de não existirem lances polêmicos. Apesar de uma partida faltosa e com muitos amarelos (2×5), não foi violenta.

Com 31 anos, tendo pulado da Série C no ano passado para o seu segundo jogo na Série A, aproveitou a oportunidade.

Que a CBF saiba trabalhar esse jovem árbitro, e que tenha boa cabeça na carreira.

Abaixo, alguns dos comentários da partida:

Após dar com correção uma vantagem aos 11m, o árbitro aplicou cartão amarelo a Kanu por deixar o braço em Luan Cândido. É o be-a-bá da orientação em tais lances, e cumpriu com perfeição.

Aos 15m, Aderlan para o ataque baiano fazendo um paredão em Ademir.

30m: até agora, o árbitro está muito bem. Deixa o jogo correr, é discreto e não fica falando com os jogadores. O jogo não é difícil, mas ele vai aproveitando a oportunidade.

31m: Taciano entra forte em Jadson, pegando bola e atleta. O árbitro não marca a falta e depois tem que paralisar para atendimento médico. Primeiro erro do árbitro.

42m: Luan Patrick agarra adversário e leva amarelo. Acertou o árbitro.

Cartão Amarelo a Jadsom: correto também.

49m: Andrés Hurtado mereceu o Amarelo pela entrada perigosa.

53m: Gustavinho beirou o cartão amarelo na entrada mais viril, acertou o árbitro na advertência verbal.

55m: Rezende mata a bola na canela e quando tenta dominar, comete falta em Jadsom. Corretamente recebe amarelo.

73m: Matheus Gonçalves, que entrou há pouco, já tomou amarelo.

Bahia x Bragantino: onde assistir ao vivo, horário e escalações |  brasileirão série a | ge

Imagem extraído de GE.com

– O chute na bandeira e o Cisma da CBF com as Leis do Jogo.

Meu amigo Zé Boca de Bagre me ligou, fulo da vida por conta do cartão amarelo recebido por Raphael Veiga, contra o Cruzeiro, pela comemoração do gol:

Disse a mim: “Ô Porcari, tem que ser uma regra só pra chutar a bandeira. Na Libertadores o Veiga não tomou, no Brasileirão tomou. Desde que fizeram uma reunião na CBF para punir com Amarelo, virou essa bagunça”.

Surpreso, perguntei: “Mas a regra fala em comemoração exagerada, debochada, que possa incitar violência. Na Europa, chutar a bandeira é normal. Por quê ninguém soube dessa reunião?”.

E a resposta, óbvia: “Ué, se estivesse na Regra, não precisava fazer reunião, era só cumprir a Regra. Você não queria que chamassem a imprensa e falassem que temos uma Regra só nossa, né Energúmeno?”.

Apesar do mau humor do Zé, a informação é:

⁃  A Comissão de Árbitros não quer ver mais comemoração com “chute na bandeira”. Entende que é excessiva e pediu aos árbitros para punirem. Irá, além disso, solicitar na próxima reunião da International Board a inclusão explícita desse item.

Fico pensando: aqui nós temos uma espécie de “Cisma”, como se fosse uma dissidência. Existe a Regra Oficial do Futebol e a Regra Paralela do Brasil: chutou a bandeira é Amarelo, bateu na mão vira pênalti, entre outras.

Do jeito que vai, crie-se um outro esporte.

– Mais uma rodada do Brasileirão, e…

… e tomara que não tenhamos erros de arbitragem.

Toda rodada ocorrem equívocos graves. Alguns repercutem mais do que os outros, dependendo da audiência e do time. Mas cansa falar disso.

O esporte mais popular do Brasil, tão apaixonante que é, deve viver da emoção e das jogadas, não de tais protagonistas do apito e do vídeo.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Bahia x Red Bull Bragantino.

Para o confronto entre o Bahêa e o Massa Bruta, apitará:

Árbitro: Arthur Gomes Rabelo – ES
Bandeira 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa – RJ
Bandeira 2: Márcia Bezerra Caetano – RO
4º Árbitro: Bruno Pereira Vasconcelos – BA
Assessor de Arbitragem: Simone Xavier de Paula e Silva – RJ
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Silbert Faria Sisquim – RJ
AVAR 2: Maguielson de Lima Barbosa – DF
Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG

Será o 2º jogo do jovem árbitro capixaba de 31 anos no Brasileirão da Série A. Ele só apitou Athletico Paranaense x Cuiabá. Aliás, de novo um novato em jogo do Massa Bruta. Está virando praxe: Maguielson, Yuri Elino, Paulo Zanovelli, Policarpo…

No ano passado, ele apitou apenas série C e D. É mais um árbitro que está sendo, “na marra”, colocado como parte do processo de renovação.

Torçamos para uma boa arbitragem e um ótimo jogo!

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo 20/08, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– E não é que Lucas realmente fez gol com a mão?

Não vale tripudiar quem bateu o pé ontem e disse que Lucas fez um gol legal, afinal, horas (muito tempo depois) é que essa imagem apareceu: pelas câmeras da SPFC TV (veja que ironia), quando o atacante são-paulino está caindo, a bola bate em sua mão e entra em definitivo.

Antes, seria gol legal pois foi sem querer, mas desde que a regra de “mão no ataque” mudou, isso se tornou ilegal (ela deixou de ser interpretativa: bateu, não vale).

Veja só: