– Sobre a Profissionalização dos Árbitros, anunciada pela CBF.

Muita coisa a falar (e a se perguntar) sobre a Profissionalização de 72 Árbitros anunciada pela CBF. Serão 20 árbitros centrais, 40 bandeiras e 12 VARs (número considerado ideal para tocar o Brasileirão 2026).

Desde os anos 90, quando ingressei na Escola de Árbitros, ouço falar sobre a profissionalização da categoria. À época, o modelo dos sonhos era CLT, com todos os direitos assegurados (FGTS, INSS, PIS, COFINS recolhidos), mas que nunca saiu do papel.

Hoje, os árbitros costumam assinar um documento onde se dizem “prestadores autônomos de serviços aos clubes, sem vínculo empregatício à FPF ou CBF”. Em tese, quem paga a arbitragem é o clube mandante (na verdade, é o organizador, mas que desconta do time direto da receita).

Tempos atrás, fazia sentido cobrar a profissionalização, pois as taxas eram baixas e o árbitro obrigatoriamente deveria complementar seu salário com outra atividade profissional. Mas hoje, isso se tornou “conversa fiada” para a elite do apito. As taxas são altas, e os árbitros da série A vivem da arbitragem, seja nos jogos da CBF e/ou Federações Locais, seja em eventos municipais (os “por fora”, que costumam render, muitas vezes, mais do que um jogo do Campeonato Brasileiro).

No mundo ideal, um árbitro de futebol profissional teria um salário fixo e um percentual por jogo apitado. Suas escalas teriam um número mínimo e um número máximo de convocações, a fim de não ficar com poucas partidas e perder o ritmo de jogo, e ao mesmo tempo ter um período de descanso compatível para não sobrecarregá-lo. Nessa situação, teria dias pré-definidos com treinos supervisionados pelos preparadores físicos da CBF, e outros de atualização de regras com a Comissão de Arbitragem. Tudo controlado, com relatórios de desempenho e profissionais qualificados (fisiologistas, psicólogos e instrutores). Evidentemente, nesse modelo você não teria outra ocupação profissional e, além das cobranças de preparação, teriam os juízes as obrigações da carreira: preservação de imagem em publicidades que não condizem à atividade, veto a atuação em jogos amadores e/ou festivos fora da jurisdição da CBF, e avaliações de desempenho constantes.

O modelo proposto pela CBF é parecido com esse, quanto à remuneração. Mas me chamou a atenção o seguinte quesito, citado no anúncio:

“Além da remuneração específica, os 72 árbitros vão ser avaliados sistematicamente por observadores e uma comissão técnica contratada pela CBF. Receberão notas por uma composição de variáveis, como controle de jogo, aplicação das regras, desempenho físico e clareza na comunicação. Integrarão um ranking que será atualizado a cada rodada .”

Ora, quem é a “Comissão Técnica contratada”? Vemos os observadores (e a própria Comissão de Arbitragem) analisando erros cometidos, brigando com a imagem e, pior, orientando com equívocos! De nada adianta pagar mais aos árbitros, se quem os forma e os molda não tem competência. Talvez o maior problema não seja o árbitro em si, mas quem os treina!

Algo que me incomodou foi a fala do presidente Samir Xaud:

“Os árbitros serão remunerados, com salários mensais, taxas variáveis e bônus por performance, e deverão se dedicar prioritariamente à atividade, sem a obrigação de exclusividade.”

TEM que ter exclusividade, caso contrário, veremos a mesma situação de hoje: nas folgas, o árbitro fará eventos para ganhar mais dinheiro e não se cuidará. Assim, pouco mudará.

Hoje, o árbitro (que não é cobrado profissionalmente mas ganha como tal, sem os benefícios que deveria ter), tem um comportamento amador. Ele, após um jogo profissional, não faz um recuperativo adequado. Vide o sem-número de árbitros que trabalham nos jogos amadores ganhando muito dinheiro! É comum que, por estarem na mídia, sejam contratados por Prefeituras para apitarem em seus municípios como atrações (ou por ligas amadoras, ou associações esportivas). E a remuneração é muito boa! Às vezes, maior do que o jogo que apitou pelo Brasileirão. E funciona assim: você apitou no sábado em algum jogo pelo Campeonato Brasileiro, e no domingo será a grande estrela do campeonato amador de uma cidade do Interior. Por ser a atração, pelo “sacrifício” de estar “se expondo” em uma partida de amadores, cobra caro (é comum que seja uma taxa maior do que a Série A, pois está se dispondo a sair do circuito profissional). Ou seja: ganham renda extra no dia em que deveriam estar no recuperativo (com uma vantagem: nesses jogos, são paparicados, não são vaiados e tiram fotos com os jogadores e demais admiradores, sendo o momento pop-star).

A pergunta é: por que não exigir a exclusividade?

A segunda pergunta: se fossem exclusivos, boa parte desses árbitros não aceitariam o modelo oferecido?

A terceira pergunta: quais serão os valores pagos?

A derradeira pergunta: Contrato de PJ para PJ, CLT, via Sindicato ou de que forma?

Aguardemos mais esclarecimentos nos próximos dias.

Os árbitros são:

Alex Stefano, Anderson Daronco, Braulio Machado, Bruno Arleu, Davi Lacerda, Edina Batista, Felipe Lima, Flávio Souza, Jonathan Pinheiro, Lucas Casagrande, Lucas Torezin, Matheus Candançan, Paulo Zanovelli, Rafael Klein, Ramon Abatti, Raphael Claus, Rodrigo Pereira, Savio Sampaio, Wagner Magalhães e Wilton Sampaio.

Aqui, todos do quadro da FIFA e aspirantes. Foram os que mais trabalharam no ano passado (por isso, a surpreendente manutenção de todos os nomes do quadro de árbitros internacionais no final do ano). Somados, alguns talentos e, como surpresa, Wagner Magalhães (veteraníssimo, que não tem feito bons jogos e à beira da aposentadoria).
Repare que muitos foram suspensos mais de uma vez (como Zanovelli) e alguns que foram para geladeira no final do ano (como Ramon Abatti Abel e Lucas Casagrande).

Os bandeiras são:

Alessandro Matos (CBF), Alex Ang (FIFA), Alex Dos Santos (CBF), Alex Tomé (CBF), Andrey Freitas (CBF), Anne Kesy (FIFA), Brigida Cirilo (FIFA), Bruno Boschilia (FIFA), Bruno Pires (FIFA), Celso Silva (CBF), Cipriano Silva (CBF), Daniela Coutinho (FIFA), Danilo Manis (FIFA), Douglas Pagung (CBF), Eduardo Cruz (CBF), Evandro Lima (CBF), Fabrini Bevilaqua (FIFA), Felipe Alan (CBF), Fernanda Kruger (FIFA), Fernanda Nandrea (FIFA), Francisco Bezerra (CBF), Gizeli Casaril (FIFA), Guilherme Camilo (FIFA), Joverton Lima (CBF), Leila Naiara (FIFA), Leone Rocha (CBF), Luanderson Lima (FIFA), Luiz Regazone (CBF), Maira Mastella (FIFA), Michael Stanislau (CBF), Nailton Junior (FIFA), Neuza Back (FIFA), Rafael Alves (FIFA), Rafael Trombeta (CBF), Rodrigo Correa (FIFA), Schumacher Gomes (CBF), Thiaggo Labes (CBF), Thiago Farinha (CBF), Tiago Diel (CBF) e Victor Imazu (FIFA).

Os VARs são:

Caio Max, Charly Wendy, Daiane Muniz, Daniel Bins, Diego Lopez, Marco Fazekas, Pablo Ramon, Rodolpho Tolski, Rodrigo Dalonso, Rodrigo Guarizo, Rodrigo Sá e Wagner Reway.

Aqui, uma observação: Daiane Muniz, na FPF, é árbitra. Na CBF, é VAR.

Enfim: precisamos que a CBF explique melhor como se dará essa profissionalização, para entendermos se foi um modelo adequado.

– O lance de Arrascaeta em São Paulo 2×1 Flamengo de ontem (e o do ano passado).

Em Novembro de 2025, São Paulo e Flamengo se enfrentaram e Arrascaeta, que é ótimo jogador, foi muito inteligente e cavou um pênalti à sua equipe, ao buscar o contato com Pablo Maia.

Naquela oportunidade, explicamos que o contato físico deve ser sempre provocado pelo adversário, e ter impacto na jogada. Ou seja: empurrão, puxão ou toque, só devem ser marcados, caso exista real prejuízo para você prosseguir na jogada. Há tempos a FIFA alerta que o futebol é um esporte de contato físico natural, e que os árbitros não devem marcar falta se os atacantes que são tocados abdicam de jogar para tentar cavar uma falta.

Aqui, para relembrar: https://wp.me/p4RTuC-1bzU

No jogo desta rodada de abertura do Brasileirão 2026 no Morumbi, Arrascaeta é levemente tocado, sem prejuízo, concluindo sua jogada. Não é tiro penal. Acertou a arbitragem.

Detalhe: não tivemos cartões amarelos nesse jogo (fato raro), e na súmula, a expulsão de Jorginho pós-partida tem o seguinte relato:

“Expulsei com cartão vermelho direto após o término da partida, o atleta número 21 da equipe c.r. flamengo, sr jorge luiz frello filho por vir em minha direção no centro do gramado de maneira exaltada e desrespeitosa me ofendendo com as seguintes palavras: “você é uma vergonha, está de palhaçada com a gente”.

Jorginho é experiente.. poderia ter evitado.

Imagem: Print de tela.

IN ENGLISH by AI Gemini:

“In November 2025, São Paulo and Flamengo faced each other, and Arrascaeta—who is a great player—was very clever and drew a penalty for his team by seeking contact with Pablo Maia.

On that occasion, we explained that physical contact must always be initiated by the opponent and must have a clear impact on the play. In other words: pushes, pulls, or touches should only be whistled if they truly hinder the player’s ability to continue. FIFA has long warned that football is a sport of natural physical contact, and that referees should not call fouls if attackers who are touched give up on playing to try and fish for a foul.

To recap, here is the link: https://wp.me/p4RTuC-1bzU

In this opening round match of the 2026 Brasileirão at the Morumbi, Arrascaeta is lightly touched, without being hindered, and completes his play. It is not a penalty. The officiating team made the right call.

Note: We had no yellow cards in this match (a rare feat), and in the official match report, Jorginho’s post-game expulsion reads as follows:

‘I sent off with a straight red card after the end of the match, athlete number 21 of the C.R. Flamengo team, Mr. Jorge Luiz Frello Filho, for approaching me in the center of the pitch in an agitated and disrespectful manner, insulting me with the following words: “You are a disgrace, you are making a mockery of us.”‘

Jorginho is experienced… he could have avoided it.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Marília vs Paulista (Rodada 2 do Paulistão da Série A3).

E para o confronto do Galo contra o MAC, no Bento de Abreu Sampaio Vidal, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alceu Lopes Júnior
Árbitro Assistente 1: Raphael Martinasso Lima
Árbitro Assistente 2: Gabriel Pozzer
Quarto Árbitro: João Augusto Mariano de Oliveira
Analista de Vídeo: Marco Antônio de Jesus Neto

Eu imaginava que, pela rivalidade histórica entre as equipes, pelo fator de Camilo quase ter ido para Marilia e depois acertar com o Paulista, e outras nuances de bastidores, teríamos um árbitro da serie A1 para esse jogo. Não foi o caso.

Alceu tem 44 anos e apita na FPF há 22 anos. Tem muita experiência em A3 e Bzinha. Que isso seja suficiente para apitar o jogo… Das vezes que apitou o Paulista (o último contra o Ska), sempre se mostrou sereno, calmo e seguro. Deixa o jogo correr e não aplica tantos cartões. Entretanto, pela sua rodagem, sentindo que a partida pode ser pegada, não sei se manterá o mesmo estilo (curiosidade: ele foi o 4º árbitro em Rio Claro 2×1 Paulista).

O bandeira 1 é o mesmo que foi muito bem no Jayme Cintra e acertou todos os lances difíceis da linha burra contra a Itapirense. O bandeira 2 tem razoável experiência.

Desejo boa a arbitragem e um grande jogo.

Acompanhe Marília Atlético Clube vs Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 18h30 (31/01), mas desde às 17h30 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Análise da Arbitragem de Rio Claro 2×1 Paulista e pitacos sobre a parte técnica:

No confronto entre o Galo Azul e o Galo Tricolor, deu o time da Cidade Azul.

O Rio Claro, que inexistiu no começo do jogo (muitos passes errados, tentou jogar no contra-ataque em casa), viu o Paulista abrir o placar logo aos 7 minutos de jogo com Zé Mendes de cabeça. E, quando o Tricolor parecia que faria um placar elástico, recuperando os pontos perdidos na estreia contra a Itapirense em casa, veio a parada técnica… (sim, criamos uma parada diferente do que prevê a regra, foi incorporada no regulamento e está aqui a explicação: https://wp.me/p55Mu0-3MW). E na volta dessa parada, o Paulista resolveu “jogar mais devagar”, perdeu o ímpeto e deixou o Rio Claro criar algumas jogadas.

No segundo tempo, não só o jogo ficou equilibrado, como ruim tecnicamente. E eis que em nova falha da defesa (Jean Gaúcho não deu combate no cruzamento e Samuel deixou o adversário cabecear), saiu o gol de empate. Justo os dois defensores que falharam na estreia.

Camilo foi substituído (ficou sem função em alguns momentos do jogo) e Vitinho foi o destaque solitário do Galo.

Daí em diante, o Rio Claro gostou do jogo e, Lee, que não tinha sido exigido no primeiro tempo, teve trabalho. Mas em nova falha da defesa, de cabeça (de novo), saiu o gol da vitória rioclarense com Zé Augusto, aos 92m.

Na abertura da jornada esportiva da Difusora, o Cobrinha trouxe a informação que Diretoria, Comissão Técnica e Jogadores se reuniram após o empate contra Itapirense, e fizeram uma reunião para discutir “porque o time parou de jogar”. Imagino que deverá acontecer a mesma coisa na reapresentação dessa partida em Rio Claro.

Para o próximo jogo, em Marília, eu penso que a FPF escalará um árbitro de Série A1, por vários motivos: rivalidade do Interior, o campo é difícil e a bronca dos torcedores maqueanos com Camilo, que lá jogaria esse ano, mas mudou de ideia e veio para o Paulista.

Sobre a arbitragem:

Ótimo trabalho da árbitra Talita Ximenes de Freitas. Mostrou autoridade, correu bastante e se posicionou muito bem em campo. Excelente trabalho disciplinar. 

Aos 7 minutos, no Gol de Zé Mendes, Camilo usou as mãos para cercar Masson, mas não cometeu falta. Ele caiu e pediu falta de ataque para anular o gol do Galo. De frente para o lance, não só advertiu verbalmente o jogador como deu a primeira bronca no técnico do Rio Claro, Vagner de Souza. Mais tarde, aos 31m, de novo ficou reclamando e o técnico foi advertido corretamente com cartão amarelo.

Aos 38 minutos, dois cartões amarelos infantis ao Paulista (mas bem aplicados). Andrey foi cobrar a falta rapidamente, no meio de campo, sem perigo aparente. Miguel Elias entrou na frente e deu um “totózinho na bola”. É o típico lance para cartão amarelo, é o be-a-bá de escola de árbitros. A árbitra aplicou o cartão (fez o certo), mas o técnico do Paulista, Raphael Pereira, ficou reclamando acintosamente. Também foi amarelado… Dois cartões evitáveis!

Aos 42m, houve um cartão de um lance pouco usual: uma “falta coletiva”. O Rio Claro estava no ataque, um marcador do Paulista o toca; ele leva a vantagem e segue, e é empurrado, mas se mantém em pé. Aí Léo Souza acaba por derrubá-lo. Recebeu o Amarelo (quando há uma sequência de faltas leves, é o último jogador que deve ser advertido).

Por fim, no segundo tempo, dois lances mais importantes: aos 65m, quando o Rio Claro queria pênalti por mão na bola (não foi, o zagueiro tricolor estava com o braço em movimento natural) e a expulsão de Enzo (que entrou aos 56m, recebeu amarelo aos 68m e foi expulso aos 77m por segundo amarelo ao cometer uma falta temerária).

Que se dê mais oportunidades à arbitra, pois foi bem.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Coritiba x Red Bull Bragantino (Rodada 1 do Brasileirão da série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Coxa Branca, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Paulo César Zanovelli – MG
Árbitro Assistente 1: Nailton Júnior de Sousa – CE
Árbitro Assistente 2: Anne Kesy Gomes de Sá – AM
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Assessor: George Feitoza –  AL
VAR: Diego Pombo Lopes – BA
AVAR: Daniel do Espírito Santo Parro – RJ
AVAR2: Elmo Alves Resende Cunha – GO
Observador de VAR: Sérgio Cristiano Nascimento- RJ

Uma escala para contemplar a “unidade nacional”, com oficiais de vários estados (prejudicando o entrosamento). Árbitro mineiro, bandeiras cearense e amazonense… E tal modelo de escala está em todos os jogos da primeira rodada do Brasileirão.

Paulo César Zanovelli é velho conhecido. Já errou feio contra o Braga (Grêmio x Red Bull Bragantino), já fez lambança na Bahia (o jogo dos inúmeros cartões em Bahia x Flamengo, que lhe valeu uma geladeira) e também já teve um erro de direito (Fluminense x São Paulo, que lhe custou suspensão). Quando parecia que  perderia o escudo FIFA, foi indicado para o Mundial Sub 17, no final do ano. Falamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3LF.

Enfim: é sabido sua dificuldade em interpretar mão na bola e bola na mão, além da dificuldade no critério disciplinar. Tomara que esteja em um bom dia dessa vez.

Acompanhe conosco o jogo entre Coritiba x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 28/01, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Rio Claro vs Paulista (Rodada 2 do Paulistão A3).

E para o confronto do Galo Jundiaiense contra o Galo Azul (curiosamente, ambos fundados em 1909), a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitra: Talita Ximenes de Freitas, 34 anos.
Árbitra Assistente 1: Veridiana Contiliani Bisco, 41 anos.
Árbitro Assistente 2: Fernando Meirelles de Almeida, 33 anos.
Quarto Árbitro: Alceu Lopes Junior, 44 anos.
Analista de Vídeo: Júnior César Lossávaro, 48 anos.

Talita é de Ribeirão Preto, tem um comércio varejista de artigos esportivos e há 6 temporadas apita na FPF. Até 2023, apitou somente partidas amadoras. Em 2024, estreou na 5ª divisão. No ano de 2025, fez suas primeiras partidas na A4, e em 2026 estreará em Rio Claro no seu primeiro jogo da Categoria A3.

Teremos a oportunidade de conhecer seu estilo de apitar nessa rodada.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Rio Claro x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (28/01), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Coritiba x Red Bull Bragantino (Rodada 1 do Brasileirão da série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Coxa Branca, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Paulo César Zanovelli – MG
Árbitro Assistente 1: Nailton Júnior de Sousa – CE
Árbitro Assistente 2: Anne Kesy Gomes de Sá – AM
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Assessor: George Feitoza –  AL
VAR: Diego Pombo Lopes – BA
AVAR: Daniel do Espírito Santo Parro – RJ
AVAR2: Elmo Alves Resende Cunha – GO
Observador de VAR: Sérgio Cristiano Nascimento- RJ

Uma escala para contemplar a “unidade nacional”, com oficiais de vários estados (prejudicando o entrosamento). Árbitro mineiro, bandeiras cearense e amazonense… E tal modelo de escala está em todos os jogos da primeira rodada do Brasileirão.

Paulo César Zanovelli é velho conhecido. Já errou feio contra o Braga (Grêmio x Red Bull Bragantino), já fez lambança na Bahia (o jogo dos inúmeros cartões em Bahia x Flamengo, que lhe valeu uma geladeira) e também já teve um erro de direito (Fluminense x São Paulo, que lhe custou suspensão). Quando parecia que  perderia o escudo FIFA, foi indicado para o Mundial Sub 17, no final do ano. Falamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3LF.

Enfim: é sabido sua dificuldade em interpretar mão na bola e bola na mão, além da dificuldade no critério disciplinar. Tomara que esteja em um bom dia dessa vez.

Acompanhe conosco o jogo entre Coritiba x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 28/01, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Sobre a Profissionalização dos Árbitros, anunciada pela CBF.

Muita coisa a falar (e a se perguntar) sobre a Profissionalização de 72 Árbitros anunciada pela CBF. Serão 20 árbitros centrais, 40 bandeiras e 12 VARs (número considerado ideal para tocar o Brasileirão 2026).

Desde os anos 90, quando ingressei na Escola de Árbitros, ouço falar sobre a profissionalização da categoria. À época, o modelo dos sonhos era CLT, com todos os direitos assegurados (FGTS, INSS, PIS, COFINS recolhidos), mas que nunca saiu do papel.

Hoje, os árbitros costumam assinar um documento onde se dizem “prestadores autônomos de serviços aos clubes, sem vínculo empregatício à FPF ou CBF”. Em tese, quem paga a arbitragem é o clube mandante (na verdade, é o organizador, mas que desconta do time direto da receita).

Tempos atrás, fazia sentido cobrar a profissionalização, pois as taxas eram baixas e o árbitro obrigatoriamente deveria complementar seu salário com outra atividade profissional. Mas hoje, isso se tornou “conversa fiada” para a elite do apito. As taxas são altas, e os árbitros da série A vivem da arbitragem, seja nos jogos da CBF e/ou Federações Locais, seja em eventos municipais (os “por fora”, que costumam render, muitas vezes, mais do que um jogo do Campeonato Brasileiro).

No mundo ideal, um árbitro de futebol profissional teria um salário fixo e um percentual por jogo apitado. Suas escalas teriam um número mínimo e um número máximo de convocações, a fim de não ficar com poucas partidas e perder o ritmo de jogo, e ao mesmo tempo ter um período de descanso compatível para não sobrecarregá-lo. Nessa situação, teria dias pré-definidos com treinos supervisionados pelos preparadores físicos da CBF, e outros de atualização de regras com a Comissão de Arbitragem. Tudo controlado, com relatórios de desempenho e profissionais qualificados (fisiologistas, psicólogos e instrutores). Evidentemente, nesse modelo você não teria outra ocupação profissional e, além das cobranças de preparação, teriam os juízes as obrigações da carreira: preservação de imagem em publicidades que não condizem à atividade, veto a atuação em jogos amadores e/ou festivos fora da jurisdição da CBF, e avaliações de desempenho constantes.

O modelo proposto pela CBF é parecido com esse, quanto à remuneração. Mas me chamou a atenção o seguinte quesito, citado no anúncio:

“Além da remuneração específica, os 72 árbitros vão ser avaliados sistematicamente por observadores e uma comissão técnica contratada pela CBF. Receberão notas por uma composição de variáveis, como controle de jogo, aplicação das regras, desempenho físico e clareza na comunicação. Integrarão um ranking que será atualizado a cada rodada .”

Ora, quem é a “Comissão Técnica contratada”? Vemos os observadores (e a própria Comissão de Arbitragem) analisando erros cometidos, brigando com a imagem e, pior, orientando com equívocos! De nada adianta pagar mais aos árbitros, se quem os forma e os molda não tem competência. Talvez o maior problema não seja o árbitro em si, mas quem os treina!

Algo que me incomodou foi a fala do presidente Samir Xaud:

“Os árbitros serão remunerados, com salários mensais, taxas variáveis e bônus por performance, e deverão se dedicar prioritariamente à atividade, sem a obrigação de exclusividade.”

TEM que ter exclusividade, caso contrário, veremos a mesma situação de hoje: nas folgas, o árbitro fará eventos para ganhar mais dinheiro e não se cuidará. Assim, pouco mudará.

Hoje, o árbitro (que não é cobrado profissionalmente mas ganha como tal, sem os benefícios que deveria ter), tem um comportamento amador. Ele, após um jogo profissional, não faz um recuperativo adequado. Vide o sem-número de árbitros que trabalham nos jogos amadores ganhando muito dinheiro! É comum que, por estarem na mídia, sejam contratados por Prefeituras para apitarem em seus municípios como atrações (ou por ligas amadoras, ou associações esportivas). E a remuneração é muito boa! Às vezes, maior do que o jogo que apitou pelo Brasileirão. E funciona assim: você apitou no sábado em algum jogo pelo Campeonato Brasileiro, e no domingo será a grande estrela do campeonato amador de uma cidade do Interior. Por ser a atração, pelo “sacrifício” de estar “se expondo” em uma partida de amadores, cobra caro (é comum que seja uma taxa maior do que a Série A, pois está se dispondo a sair do circuito profissional). Ou seja: ganham renda extra no dia em que deveriam estar no recuperativo (com uma vantagem: nesses jogos, são paparicados, não são vaiados e tiram fotos com os jogadores e demais admiradores, sendo o momento pop-star).

A pergunta é: por que não exigir a exclusividade?

A segunda pergunta: se fossem exclusivos, boa parte desses árbitros não aceitariam o modelo oferecido?

A terceira pergunta: quais serão os valores pagos?

A derradeira pergunta: Contrato de PJ para PJ, CLT, via Sindicato ou de que forma?

Aguardemos mais esclarecimentos nos próximos dias.

Os árbitros são:

Alex Stefano, Anderson Daronco, Braulio Machado, Bruno Arleu, Davi Lacerda, Edina Batista, Felipe Lima, Flávio Souza, Jonathan Pinheiro, Lucas Casagrande, Lucas Torezin, Matheus Candançan, Paulo Zanovelli, Rafael Klein, Ramon Abatti, Raphael Claus, Rodrigo Pereira, Savio Sampaio, Wagner Magalhães e Wilton Sampaio.

Aqui, todos do quadro da FIFA e aspirantes. Foram os que mais trabalharam no ano passado (por isso, a surpreendente manutenção de todos os nomes do quadro de árbitros internacionais no final do ano). Somados, alguns talentos e, como surpresa, Wagner Magalhães (veteraníssimo, que não tem feito bons jogos e à beira da aposentadoria).
Repare que muitos foram suspensos mais de uma vez (como Zanovelli) e alguns que foram para geladeira no final do ano (como Ramon Abatti Abel e Lucas Casagrande).

Os bandeiras são:

Alessandro Matos (CBF), Alex Ang (FIFA), Alex Dos Santos (CBF), Alex Tomé (CBF), Andrey Freitas (CBF), Anne Kesy (FIFA), Brigida Cirilo (FIFA), Bruno Boschilia (FIFA), Bruno Pires (FIFA), Celso Silva (CBF), Cipriano Silva (CBF), Daniela Coutinho (FIFA), Danilo Manis (FIFA), Douglas Pagung (CBF), Eduardo Cruz (CBF), Evandro Lima (CBF), Fabrini Bevilaqua (FIFA), Felipe Alan (CBF), Fernanda Kruger (FIFA), Fernanda Nandrea (FIFA), Francisco Bezerra (CBF), Gizeli Casaril (FIFA), Guilherme Camilo (FIFA), Joverton Lima (CBF), Leila Naiara (FIFA), Leone Rocha (CBF), Luanderson Lima (FIFA), Luiz Regazone (CBF), Maira Mastella (FIFA), Michael Stanislau (CBF), Nailton Junior (FIFA), Neuza Back (FIFA), Rafael Alves (FIFA), Rafael Trombeta (CBF), Rodrigo Correa (FIFA), Schumacher Gomes (CBF), Thiaggo Labes (CBF), Thiago Farinha (CBF), Tiago Diel (CBF) e Victor Imazu (FIFA).

Os VARs são:

Caio Max, Charly Wendy, Daiane Muniz, Daniel Bins, Diego Lopez, Marco Fazekas, Pablo Ramon, Rodolpho Tolski, Rodrigo Dalonso, Rodrigo Guarizo, Rodrigo Sá e Wagner Reway.

Aqui, uma observação: Daiane Muniz, na FPF, é árbitra. Na CBF, é VAR.

Enfim: precisamos que a CBF explique melhor como se dará essa profissionalização, para entendermos se foi um modelo adequado.

– O Brasileirão ofuscará os Estaduais?

Nessa semana, começará o Campeonato Brasileiro 2026. E os clubes que estão em disputa nos Estaduais terão que optar: a qual competição se dedicar?

Lembremo-nos: os 3 pontos da Rodada 1 valem a mesma coisa que os 3 pontos da Rodada 38 do torneio. Pep Guardiola, certa vez disse mais ou menos com essas palavras (quando ainda estava no Bayern Munich): “Prefiro ganhar as primeiras rodadas, quando todos ainda não estão preparados, para ter uma folga na tabela de pontuação”.

E tal estratégia não é sábia?

Se você pode ganhar 3 pontos agora (jogando com sua equipe principal), por que tentar só mais para o final do Brasileirão, onde você pode estar já fora da disputa de um título ou lutando contra um rebaixamento?

O Paulistão está na Rodada 5. Portanto, já foi metade do torneio (são 8 jogos). Veremos equipes poupando no Brasileirão para lutar pelo Paulistão? E isso vale para questionar sobre todos os Estaduais.

Minha memória do futebol me rememora quando o Paulistão dividia as atenções com o Brasileirão (e a Libertadores nem importava tanto para os clubes brasileiros, que, verdade seja dita, só voltaram a ter atenção a ela em 1992, com a conquista do São Paulo FC de Telê Santana). Hoje, não se compara mais a importância do Estadual com o Nacional.

Imagine os elencos milionários de Palmeiras e Flamengo. Eles se contentariam em ganhar o Campeonato Paulista ou o Campeonato Carioca? Claro que não.

A sacada da FPF, por exemplo, foi deixar “reféns” os clubes grandes para promover sua competição. Vide a atual tabela: Alguns clubes da Série A brigando pela classificação, e outros (como o São Paulo Futebol Clube) lutando contra o rebaixamento. Como o Tricolor terá coragem de dizer à sua torcida que a prioridade é o Brasileirão? A paixão do torcedor não permitirá que se abra mão da luta contra o rebaixamento.

Ainda sobre o Brasileirão: veremos, novamente, a discussão sobre a qualidade da arbitragem (todo ano, a mesma coisa) e questionamentos como a profissionalização (que foi prometida, mas aparentemente ficará para 2027). Também o impedimento semi-automático, que não deve estar disponível por enquanto (eu duvidei, escrevi e insisti: se todas as promessas da CBF atrasaram, por que eu deveria acreditar que dessa vez seria diferente?).

Sem dúvida, o Campeonato Brasileiro ofuscará os Campeonatos Estaduais. Mas aí há um efeito a se considerar: os Estaduais são a única opção para que certas torcidas comemorem. Veja a Chapecoense: o que deve priorizar? Vencer o Catarinense ou lutar pelo Brasileirão?

Não precisamos ir tão longe: é sabido que, pelo poderio financeiro e técnico, Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro devem ser ponteiros nesse ano. O que as torcidas de outros times poderão comemorar?

Isso explica a força e resistência de muitos cartolas em manterem o Estadual: a conquista de um título!

Vitória na Bahia, Vasco da Gama no Rio de Janeiro, Corinthians em São Paulo ou Internacional no Rio Grande do Sul: alguém acredita que poderiam, na atual fase, conquistar o Campeonato Brasileiro? Claro que não. Mas festejariam o que podem tentar: o Estadual.

Por fim: é a oportunidade de vermos grandes clássicos brasileiros (como São Paulo x Flamengo no Morumbi) e, ao mesmo tempo, o quanto os clubes grandes (por incompetência administrativa e financeira) estão desnivelados.

Sinceramente, eu preferiria que os estaduais não tivessem as grandes equipes e que essas competições fossem fases classificatórias para o Brasileirão das séries iniciais. Uma espécie de “qualify” para uma desejável série E. Afinal, o calendário já está sobrecarregado.

In English by AI Gemini AI:

“The 2026 Brazilian Championship kicks off this week. Clubs currently competing in the State Championships will face a choice: which competition should they dedicate themselves to?

Let’s remember: the 3 points in Round 1 are worth the same as the 3 points in Round 38. Pep Guardiola once said, more or less in these words (back when he was at Bayern Munich): ‘I prefer to win the early rounds, while everyone is still unprepared, so I can have a cushion in the standings.’

And isn’t that a wise strategy? If you can secure 3 points now (playing with your main squad), why wait until the final stretch of the Brasileirão, where you might already be out of the title race or fighting against relegation?

The Paulistão is currently in Round 5. Therefore, the tournament is already halfway through (based on 8 games). Will we see teams resting players in the Brasileirão to fight for the Paulistão? This applies to all State Championships.

My football memory recalls a time when the Paulistão shared the spotlight with the Brasileirão (and the Libertadores didn’t even matter that much to Brazilian clubs, who, truth be told, only turned their attention to it in 1992, after Telê Santana’s São Paulo FC victory). Today, the importance of the State Leagues simply doesn’t compare to the National Championship.

Imagine the multi-million dollar squads of Palmeiras and Flamengo. Would they be satisfied with winning just the São Paulo or Rio State Championship? Of course not.

The ‘clever move’ by the FPF (São Paulo Football Federation), for example, was to keep the big clubs ‘hostage’ to promote their own competition. Look at the current table: some Serie A clubs are scrambling to qualify, while others (like São Paulo FC) are fighting against relegation. How can ‘O Tricolor’ have the nerve to tell its fans that the priority is the Brasileirão? The fans’ passion won’t allow them to give up the fight against relegation.

Back to the Brasileirão: we will once again see the debate over the quality of refereeing (the same thing every year) and questions regarding professionalization (which was promised but apparently postponed until 2027). Also, semi-automatic offside, which likely won’t be available for now (I doubted it, wrote about it, and insisted: if all CBF promises have been delayed, why should I believe this time would be different?).

Without a doubt, the Brasileirão will overshadow the State Championships. But there’s an effect to consider: State Leagues are the only chance for certain fanbases to celebrate. Take Chapecoense: what should they prioritize? Winning the Santa Catarina State League or fighting in the Brasileirão?

We don’t have to look that far: it’s common knowledge that, due to financial and technical power, Palmeiras, Flamengo, and Cruzeiro should be the frontrunners this year. What can the fans of other teams celebrate? This explains the strength and resistance of many ‘cartolas’ (club directors) in maintaining the State Leagues: the chance to win a trophy!

Vitória in Bahia, Vasco da Gama in Rio, Corinthians in São Paulo, or Internacional in Rio Grande do Sul: does anyone believe that, in their current form, they could win the Brasileirão? Of course not. But they would celebrate what they can actually go for: the State Title.

Finally: it’s an opportunity to see great Brazilian classics (like São Paulo vs. Flamengo at the Morumbi) and, at the same time, see how much the big clubs are unevenly matched (due to administrative and financial incompetence).

Sincerely, I would prefer if the State Championships didn’t include the big teams and if these competitions served as qualifying stages for the lower tiers of the Brasileirão. A sort of ‘qualifier’ for a much-needed Serie E. After all, the calendar is already overloaded.”

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Rio Claro vs Paulista (Rodada 2 do Paulistão A3).

E para o confronto do Galo Jundiaiense contra o Galo Azul (curiosamente, ambos fundados em 1909), a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitra: Talita Ximenes de Freitas, 34 anos.
Árbitra Assistente 1: Veridiana Contiliani Bisco, 41 anos.
Árbitro Assistente 2: Fernando Meirelles de Almeida, 33 anos.
Quarto Árbitro: Alceu Lopes Junior, 44 anos.
Analista de Vídeo: Júnior César Lossávaro, 48 anos.

Talita é de Ribeirão Preto, tem um comércio varejista de artigos esportivos e há 6 temporadas apita na FPF. Até 2023, apitou somente partidas amadoras. Em 2024, estreou na 5ª divisão. No ano de 2025, fez suas primeiras partidas na A4, e em 2026 estreará em Rio Claro no seu primeiro jogo da Categoria A3.

Teremos a oportunidade de conhecer seu estilo de apitar nessa rodada.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Rio Claro x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (28/01), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para a final da Copa São Paulo entre SPFC x Cruzeiro:

O árbitro Murilo Tarrega Victor foi um dos destaques das divisões inferiores da FPF. Já outrora falamos dele (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3wW) e o ano passado teve a oportunidade de estrear na série A1 do Paulistão.

Murilo é um árbitro cumpridor, corre bastante, se posiciona bem e gosta do jogo com bola rolando, não marcando qualquer falta. Lhe falta, claro, ainda ser testado em um jogo mais difícil.

Em 2026, esteve em todos os jogos iniciais do Paulistão. Sua escala para a final da Copinha é para se ter segurança, ou seja, para evitar quaisquer polêmicas.

Nos anos 90, a Copinha era apitada por jovens árbitros, e garantia uma estreia na Série A3. O árbitro finalista, entretanto, costuma ter a sorte grande de apitar pelo menos um jogo da Primeira Divisão como destaque. Hoje, é um pouco diferente.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Em tempo: lamentável que a decisão seja em gramado de piso sintético… o que fizeram com o querido Pacaembu?

– O Brasileirão ofuscará os Estaduais?

Nessa semana, começará o Campeonato Brasileiro 2026. E os clubes que estão em disputa nos Estaduais terão que optar: a qual competição se dedicar?

Lembremo-nos: os 3 pontos da Rodada 1 valem a mesma coisa que os 3 pontos da Rodada 38 do torneio. Pep Guardiola, certa vez disse mais ou menos com essas palavras (quando ainda estava no Bayern Munich): “Prefiro ganhar as primeiras rodadas, quando todos ainda não estão preparados, para ter uma folga na tabela de pontuação”.

E tal estratégia não é sábia?

Se você pode ganhar 3 pontos agora (jogando com sua equipe principal), por que tentar só mais para o final do Brasileirão, onde você pode estar já fora da disputa de um título ou lutando contra um rebaixamento?

O Paulistão está na Rodada 5. Portanto, já foi metade do torneio (são 8 jogos). Veremos equipes poupando no Brasileirão para lutar pelo Paulistão? E isso vale para questionar sobre todos os Estaduais.

Minha memória do futebol me rememora quando o Paulistão dividia as atenções com o Brasileirão (e a Libertadores nem importava tanto para os clubes brasileiros, que, verdade seja dita, só voltaram a ter atenção a ela em 1992, com a conquista do São Paulo FC de Telê Santana). Hoje, não se compara mais a importância do Estadual com o Nacional.

Imagine os elencos milionários de Palmeiras e Flamengo. Eles se contentariam em ganhar o Campeonato Paulista ou o Campeonato Carioca? Claro que não.

A sacada da FPF, por exemplo, foi deixar “reféns” os clubes grandes para promover sua competição. Vide a atual tabela: Alguns clubes da Série A brigando pela classificação, e outros (como o São Paulo Futebol Clube) lutando contra o rebaixamento. Como o Tricolor terá coragem de dizer à sua torcida que a prioridade é o Brasileirão? A paixão do torcedor não permitirá que se abra mão da luta contra o rebaixamento.

Ainda sobre o Brasileirão: veremos, novamente, a discussão sobre a qualidade da arbitragem (todo ano, a mesma coisa) e questionamentos como a profissionalização (que foi prometida, mas aparentemente ficará para 2027). Também o impedimento semi-automático, que não deve estar disponível por enquanto (eu duvidei, escrevi e insisti: se todas as promessas da CBF atrasaram, por que eu deveria acreditar que dessa vez seria diferente?).

Sem dúvida, o Campeonato Brasileiro ofuscará os Campeonatos Estaduais. Mas aí há um efeito a se considerar: os Estaduais são a única opção para que certas torcidas comemorem. Veja a Chapecoense: o que deve priorizar? Vencer o Catarinense ou lutar pelo Brasileirão?

Não precisamos ir tão longe: é sabido que, pelo poderio financeiro e técnico, Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro devem ser ponteiros nesse ano. O que as torcidas de outros times poderão comemorar?

Isso explica a força e resistência de muitos cartolas em manterem o Estadual: a conquista de um título!

Vitória na Bahia, Vasco da Gama no Rio de Janeiro, Corinthians em São Paulo ou Internacional no Rio Grande do Sul: alguém acredita que poderiam, na atual fase, conquistar o Campeonato Brasileiro? Claro que não. Mas festejariam o que podem tentar: o Estadual.

Por fim: é a oportunidade de vermos grandes clássicos brasileiros (como São Paulo x Flamengo no Morumbi) e, ao mesmo tempo, o quanto os clubes grandes (por incompetência administrativa e financeira) estão desnivelados.

Sinceramente, eu preferiria que os estaduais não tivessem as grandes equipes e que essas competições fossem fases classificatórias para o Brasileirão das séries iniciais. Uma espécie de “qualify” para uma desejável série E. Afinal, o calendário já está sobrecarregado.

In English by AI Gemini AI:

“The 2026 Brazilian Championship kicks off this week. Clubs currently competing in the State Championships will face a choice: which competition should they dedicate themselves to?

Let’s remember: the 3 points in Round 1 are worth the same as the 3 points in Round 38. Pep Guardiola once said, more or less in these words (back when he was at Bayern Munich): ‘I prefer to win the early rounds, while everyone is still unprepared, so I can have a cushion in the standings.’

And isn’t that a wise strategy? If you can secure 3 points now (playing with your main squad), why wait until the final stretch of the Brasileirão, where you might already be out of the title race or fighting against relegation?

The Paulistão is currently in Round 5. Therefore, the tournament is already halfway through (based on 8 games). Will we see teams resting players in the Brasileirão to fight for the Paulistão? This applies to all State Championships.

My football memory recalls a time when the Paulistão shared the spotlight with the Brasileirão (and the Libertadores didn’t even matter that much to Brazilian clubs, who, truth be told, only turned their attention to it in 1992, after Telê Santana’s São Paulo FC victory). Today, the importance of the State Leagues simply doesn’t compare to the National Championship.

Imagine the multi-million dollar squads of Palmeiras and Flamengo. Would they be satisfied with winning just the São Paulo or Rio State Championship? Of course not.

The ‘clever move’ by the FPF (São Paulo Football Federation), for example, was to keep the big clubs ‘hostage’ to promote their own competition. Look at the current table: some Serie A clubs are scrambling to qualify, while others (like São Paulo FC) are fighting against relegation. How can ‘O Tricolor’ have the nerve to tell its fans that the priority is the Brasileirão? The fans’ passion won’t allow them to give up the fight against relegation.

Back to the Brasileirão: we will once again see the debate over the quality of refereeing (the same thing every year) and questions regarding professionalization (which was promised but apparently postponed until 2027). Also, semi-automatic offside, which likely won’t be available for now (I doubted it, wrote about it, and insisted: if all CBF promises have been delayed, why should I believe this time would be different?).

Without a doubt, the Brasileirão will overshadow the State Championships. But there’s an effect to consider: State Leagues are the only chance for certain fanbases to celebrate. Take Chapecoense: what should they prioritize? Winning the Santa Catarina State League or fighting in the Brasileirão?

We don’t have to look that far: it’s common knowledge that, due to financial and technical power, Palmeiras, Flamengo, and Cruzeiro should be the frontrunners this year. What can the fans of other teams celebrate? This explains the strength and resistance of many ‘cartolas’ (club directors) in maintaining the State Leagues: the chance to win a trophy!

Vitória in Bahia, Vasco da Gama in Rio, Corinthians in São Paulo, or Internacional in Rio Grande do Sul: does anyone believe that, in their current form, they could win the Brasileirão? Of course not. But they would celebrate what they can actually go for: the State Title.

Finally: it’s an opportunity to see great Brazilian classics (like São Paulo vs. Flamengo at the Morumbi) and, at the same time, see how much the big clubs are unevenly matched (due to administrative and financial incompetence).

Sincerely, I would prefer if the State Championships didn’t include the big teams and if these competitions served as qualifying stages for the lower tiers of the Brasileirão. A sort of ‘qualifier’ for a much-needed Serie E. After all, the calendar is already overloaded.”

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santos vs Red Bull Bragantino (Rodada 5 do Paulistão 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Peixe, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitra: Daiane Muniz
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Bruno Silva de Jesus
Quarto Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
AVAR1: Alberto Poletto Masseira
AVAR2: Gustavo Holanda Souza
Observador VAR: Antonio Rogério Batista do Prado
Quality Manager: Newton dos Reis Barreira
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Guilherme das Dores
Técnico de Garantia Estádio: Evanil Alves dos Santos Junior
Assistente de Área de Revisão: Gustavo Dias de Almeida

Daiane Muniz é uma das VARs mais experiente do quadro da CBF. Curiosamente, na FPF, trabalha como árbitra (não é comum tal situação).

No ano passado, estreou em jogos grandes na A1. Nesse ano, apitou um jogo fácil: Corinthians 3×0 Ponte Preta. 

Em campo, ela tem boa desenvoltura, corre bastante mas ainda lhe falta um pouco mais de malícia em campo, pois às vezes cai nas faltas cavadas e as marca.

Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Santos vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 25/01, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise da Arbitragem de Paulista 2×2 Itapirense

No Jayme Cintra (para 2027 pessoas), uma arbitragem razoável de Fernando Bartz Guedes. Começou vacilando nos cartões amarelos (vide anotações abaixo), mas depois se aprumou. Perdeu uma vantagem clara logo no começo da partida e teve má postura na aplicação de um cartão à Itapirense, no meio de um bololô.

Tecnicamente, não foi tão exigido. Fisicamente foi muito bem. O pecado foi a questão disciplinar (e cá entre nós: poderia coibir mais a cera).

Muito bom o trabalho do bandeira 2 Raphael Martinasso Lima, que acertou todos os impedimentos (ou não-impedimentos) cometidos pela “Linha Burra” da Itapirense. Numa, delas, inclusive, uma imagem bizarra: dos 10 atletas da linha, 8 se posicionaram para tal artifício…

PRIMEIRO TEMPO

No primeiro minuto, um erro feio do árbitro: o zagueiro da Itapirense sofreu uma falta no seu campo de defesa, a bola sobrou no meio de campo a um atleta que lançou seu companheiro livre, no ataque. O Juizão marcou atrasado a falta e matou a vantagem.

5m: Marcus Vinícius (SEI) deu um pontapé sem bola após o lançamento de Camilo (PFC). Merecia ter recebido o Cartão Amarelo e não recebeu. Errou o árbitro.

10m: Cartão Amarelo por empurrar o adversário sem bola antes da cobrança de falta, acertou o juizão. Porém, deu a advertência no meio do bolo, com 3 jogadores entre ele, sem identifica-lo.

15m: Zagueiro do Paulista entregou no pé do Caveira, que marcou para a Itapirense.

28m – Cartão Amarelo correto a Jadson (SEI) por entrada forte em Léo Souza (PFC). Correto.

30m: Terceiro impedimento corretamente marcado pelo bandeira 2. Acertou todos. O Paulista precisa se atentar coma. Linha burra da Itapirense.

31m: A Itapirense tentou a linha burra pela 4ª vez, e errou. O Bandeira mandou seguir e o Paulista fez o gol. O goleiro reserva levou Amarelo por reclamação, após ser chamado pelo 4º árbitro.

Gol de Camilo.

49m: gol de Vitinho.

SEGUNDO TEMPO

4m: bandeira 1 inverteu um escanteio por um tiro de meta. Errou…

10m: foi a OITAVA linha burra da Itapirense. Bandeira 1 começou a ter trabalho…

30m: jogo morno, depois de tanta

Público 2.027

Renda: 70.375,00

39m: gol da Itapirense com João Vitório….. de novo, falha de Samuel.

42m: 3 atletas da Itapirense caídos pedindo “atendimento médico”, e o árbitro não consegue coibir a cera.

– E começa a Série A3!

E hoje começa a 3ª divisão estadual do futebol paulista!

Estaremos pela Difusora, direto do Estádio Jayme Cintra com o Time Forte do Esporte, transmitindo Paulista FC vs SE Itapirense.

E sobre o juizão, em: https://professorrafaelporcari.com/2026/01/22/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-paulista-x-itapirense-rodada-1-do-paulistao-da-serie-a3/

bomba.jpg

– Sobre a arbitragem de Santos 1 vs 1 Corinthians, em 1 minuto:

Como foi o juizão no clássico alvinegro?

Falamos em: https://youtu.be/xeQRERZxihs?si=j_yVr-rrtyc4xTHo

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santos vs Red Bull Bragantino (Rodada 5 do Paulistão 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Peixe, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitra: Daiane Muniz
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Bruno Silva de Jesus
Quarto Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
AVAR1: Alberto Poletto Masseira
AVAR2: Gustavo Holanda Souza
Observador VAR: Antonio Rogério Batista do Prado
Quality Manager: Newton dos Reis Barreira
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Guilherme das Dores
Técnico de Garantia Estádio: Evanil Alves dos Santos Junior
Assistente de Área de Revisão: Gustavo Dias de Almeida

Daiane Muniz é uma das VARs mais experiente do quadro da CBF. Curiosamente, na FPF, trabalha como árbitra (não é comum tal situação).

No ano passado, estreou em jogos grandes na A1. Nesse ano, apitou um jogo fácil: Corinthians 3×0 Ponte Preta. 

Em campo, ela tem boa desenvoltura, corre bastante mas ainda lhe falta um pouco mais de malícia em campo, pois às vezes cai nas faltas cavadas e as marca.

Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Santos vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 25/01, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista vs Itapirense (Rodada 1 do Paulistão da Série A3).

E para o confronto do Galo contra a Itapirense, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro:Fernando Bartz Guedes
Árbitro Assistente 1: Ademilson Lopes da Silva Filho
Árbitro Assistente 2: Raphael Martinasso Lima
Quarto Árbitro: Rodrigo Santos
Analista de Vídeo: Sérgio Ricardo de Oliveira

Fernando tem 36 anos de idade e 9 temporadas atuando como árbitro. Em 2022, apitava apenas Sub20. Mas em 2023, de repente, foi galgado para a série A3, onde fez vários jogos (e continuou apitando a A3, com passagem na A2 em 2024).

O único jogo em que o árbitro apitou jogos do Galo, foi contra o ECUS em Jayme Cintra (1×1), e foi mal… Perdeu-se na autoridade, não se impôs e permitiu a cera. Embora tenha idade de veterano para a divisão, mostrou-se inexperiente (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3um). Neste ano, apitou a Copa São Paulo em Taubaté, onde registrou na súmula os gritos homofóbicos da torcida local.

Os bandeiras, bem como o quarto-árbitro, são experientes.

Torcerei para uma boa jornada do árbitro e ótima partida.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Itapirense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 20h00 (23/01), mas desde às 19h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Mirassol x Red Bull Bragantino (Rodada 4 do Campeonato Paulista 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão,

Árbitro: João Vitor Gobi
Árbitro Assistente 1: Rafael Tadeu Alves de Souza
Árbitro Assistente 2: Enderson Emanoel Turbiani da Silva
Quarto Árbitro: Guilherme Nunes de Santana
VAR: Ilbert Estevam da Silva
AVAR1: Vitor Carmona Metestaine
AVAR2: Renan Pantoja de Quequi
Observador VAR: Antonio Rogério Batista do Prado
Quality Manager: Elton de Andrade Santos
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Guilherme das Dores
Técnico de Garantia Estádio: Leonardo Padilha Lasquevite
Assistente de Área de Revisão: Rafael de Jesus Dias Marques de Oliveira

Gobi está com moral na FPF, pois foi escalado em todas as rodadas do Campeonato Paulista até agora. É o desejo da entidade em formar um novo árbitro do quadro da FIFA.

Na primeira rodada, apitou Noroeste 0x1 Red Bull Bragantino (analisamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3ML), depois apitou Palmeiras 1×0 Santos e no domingo, Corinthians 1×1 São Paulo (sobre esse jogo, aqui: https://wp.me/p55Mu0-3MT).

Sua dificuldade continua sendo o Critério Disciplinar! No primeiro clássico, demorou para dar cartões; criticado, quando foi para o segundo clássico, aí aplicou cedo demais

Acompanhe conosco o jogo entre Mirassol vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 21/01, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista vs Itapirense (Rodada 1 do Paulistão da Série A3).

E para o confronto do Galo contra a Itapirense, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro:Fernando Bartz Guedes
Árbitro Assistente 1: Ademilson Lopes da Silva Filho
Árbitro Assistente 2: Raphael Martinasso Lima
Quarto Árbitro: Rodrigo Santos
Analista de Vídeo: Sérgio Ricardo de Oliveira

Fernando tem 36 anos de idade e 9 temporadas atuando como árbitro. Em 2022, apitava apenas Sub20. Mas em 2023, de repente, foi galgado para a série A3, onde fez vários jogos (e continuou apitando a A3, com passagem na A2 em 2024).

O único jogo em que o árbitro apitou jogos do Galo, foi contra o ECUS em Jayme Cintra (1×1), e foi mal… Perdeu-se na autoridade, não se impôs e permitiu a cera. Embora tenha idade de veterano para a divisão, mostrou-se inexperiente (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3um). Neste ano, apitou a Copa São Paulo em Taubaté, onde registrou na súmula os gritos homofóbicos da torcida local.

Os bandeiras, bem como o quarto-árbitro, são experientes.

Torcerei para uma boa jornada do árbitro e ótima partida.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Itapirense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 20h00 (23/01), mas desde às 19h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– As Paradas de Hidratação no futebol paulista: entenda!

Para quem está acompanhando o Paulistão, repare: no meio de cada tempo, há uma parada obrigatória para os jogadores se hidratarem (com ou sem calor, de dia ou de noite, com tempo aberto ou com chuva).

Isso foi uma determinação da FPF (que contesto, pois não faz sentido parar o jogo com a chuva por tal motivo). Mas o que a regra diz? Ela diz que existem dois tipos específicos de paradas… Veja só abaixo (texto extraído das Regras oficiais):

1- Paradas para arrefecimento:
No interesse do bem-estar e segurança dos jogadores, os Regulamento das Competições podem permitir, sob certas condições climatéricas (alta umidade e temperatura), paradas para resfriamento (normalmente entre noventa segundos e três minutos) a fim de permitir baixar a temperatura corporal; isto é diferente das paradas para hidratação.

2- Paradas para hidratação:
Os Regulamento das Competições podem permitir paradas para hidratação (não mais de um minuto) para permitir aos jogadores se hidratarem; isto é diferente das paradas para arrefecimento.

Ao ler o texto, já deu para perceber: temos um vício em dizer que no Brasil fazemos Parada para Hidratação. São, na verdade, Paradas de Resfriamento. Um detalhe da regra… e que aqui mudou de sentido: são Paradas TÉCNICAS (como a de 1996, criada por Eduardo José Farah – e que alguns treinadores utilizam muito bem).

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Mirassol x Red Bull Bragantino (Rodada 4 do Campeonato Paulista 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão,

Árbitro: João Vitor Gobi
Árbitro Assistente 1: Rafael Tadeu Alves de Souza
Árbitro Assistente 2: Enderson Emanoel Turbiani da Silva
Quarto Árbitro: Guilherme Nunes de Santana
VAR: Ilbert Estevam da Silva
AVAR1: Vitor Carmona Metestaine
AVAR2: Renan Pantoja de Quequi
Observador VAR: Antonio Rogério Batista do Prado
Quality Manager: Elton de Andrade Santos
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Guilherme das Dores
Técnico de Garantia Estádio: Leonardo Padilha Lasquevite
Assistente de Área de Revisão: Rafael de Jesus Dias Marques de Oliveira

Gobi está com moral na FPF, pois foi escalado em todas as rodadas do Campeonato Paulista até agora. É o desejo da entidade em formar um novo árbitro do quadro da FIFA.

Na primeira rodada, apitou Noroeste 0x1 Red Bull Bragantino (analisamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3ML), depois apitou Palmeiras 1×0 Santos e no domingo, Corinthians 1×1 São Paulo (sobre esse jogo, aqui: https://wp.me/p55Mu0-3MT).

Sua dificuldade continua sendo o Critério Disciplinar! No primeiro clássico, demorou para dar cartões; criticado, quando foi para o segundo clássico, aí aplicou cedo demais

Acompanhe conosco o jogo entre Mirassol vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 21/01, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– As Paradas de Hidratação no futebol paulista: entenda!

Para quem está acompanhando o Paulistão, repare: no meio de cada tempo, há uma parada obrigatória para os jogadores se hidratarem (com ou sem calor, de dia ou de noite, com tempo aberto ou com chuva).

Isso foi uma determinação da FPF (que contesto, pois não faz sentido parar o jogo com a chuva por tal motivo). Mas o que a regra diz? Ela diz que existem dois tipos específicos de paradas… Veja só abaixo (texto extraído das Regras oficiais):

1- Paradas para arrefecimento:
No interesse do bem-estar e segurança dos jogadores, os Regulamento das Competições podem permitir, sob certas condições climatéricas (alta umidade e temperatura), paradas para resfriamento (normalmente entre noventa segundos e três minutos) a fim de permitir baixar a temperatura corporal; isto é diferente das paradas para hidratação.

2- Paradas para hidratação:
Os Regulamento das Competições podem permitir paradas para hidratação (não mais de um minuto) para permitir aos jogadores se hidratarem; isto é diferente das paradas para arrefecimento.

Ao ler o texto, já deu para perceber: temos um vício em dizer que no Brasil fazemos Parada para Hidratação. São, na verdade, Paradas de Resfriamento. Um detalhe da regra… e que aqui mudou de sentido: são Paradas TÉCNICAS (como a de 1996, criada por Eduardo José Farah – e que alguns treinadores utilizam muito bem).

– Sobre a arbitragem de Corinthians 1×1 São Paulo.

Em 2023, João Vitor Gobbi apitava a 4ª divisão paulista e, em jogos que o observei apitar (especialmente em Jundiaí, no Estádio Jayme Cintra), escrevi: tem potencial, corre bastante, tem o porte físico que a FPF quer e precisa ter um plano de carreira.

Em 2025, apitou vários jogos da A1. Em 2026, a Comissão de Árbitros começou a forçar ele em clássicos seguidamente. Isso desgasta o árbitro, pois o coloca em exposição máxima na quarta-feira e no domingo (Palmeiras x Santos e Corinthians x São Paulo). Para quem nunca apitou clássicos, deve ir com calma.

No “Clássico da Saudade”, foi criticado por contemporizar e demorar para dar cartões. E árbitro lê tudo o que a mídia escreve. No “Majestoso”, como resposta, exagerou e logo a 1 minuto deu cartão a Wendell. Se mantivesse o critério, teríamos vários expulsos.

Sejamos justos: João Vitor Gobbi não teve influência no placar, embora o critério (ou a falta de) tenha sido um problema. Mas os jogadores não colaboram: Yuri Alberto sente o braço do zagueiro e se joga; Tápia discute com Hugo e finge agressão no olho (e não toma cartão por simulação). Com a bola no meio do campo para o reinício, Luciano vai lá e dá um bico (e não quer receber o Amarelo)?

Que a FPF faça um gerenciamento mais coerente da carreira de jovens árbitros, e que alguém reeduque o comportamento dos jogadores (não se vê esses unfair-plays em ligas de alto nível).

– REPOST: Destaques da minha coluna no Bom Dia Jundiaí

De algum tempo…

Compartilho com meus amigos e leitores a minha coluna impressa nos jornais da Rede Bom Dia /Diário de São Paulo.

Hoje, dois assuntos em destaque: “Os campeonatos jabuticabas“, sobre os estaduais; além de “10 dicas para jogadores não se ‘darem mal’ com os árbitros no Paulistão. Confira esta coluna e outros assuntos também no Blog do jornal, 

link em: http://www.redebomdia.com.br/blog/109/rafael-porcari/1

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo (Rodada 3 do Paulistão 2026):

E para o confronto do Massa Bruta contra a Pantera, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marianna Nanni Batalha
Árbitro Assistente 1: Anderson José de Moraes Coelho
Árbitro Assistente 2: Dênis Matheus Afonso Ferreira
Quarto Árbitro: Renan Pantoja de Quequi
VAR: Thiago Luis Scarascati
AVAR1: Fábio Rogério Baesteiro
AVAR2: Márcio Mattos dos Santos
Observador VAR: Márcio Luiz Augusto
Quality Manager: Bernardo Campos Martins
Analista de Vídeo: Sílvia Regina de Oliveira
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Rodrigo de Lima
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custódio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto Garcia

A árbitra Marianna tem 33 anos de idade e 8 temporadas. Até 2024, tinha poucos jogos profissionais trabalhados, e foi então que teve a oportunidade de apitar a final da 5ª divisão. No ano seguinte, pulou para A3, A2 e estreou na A1.

Apesar de ser seu segundo ano na A1, ainda está ganhando experiência. Tem melhorado no posicionamento dentro de campo, e tecnicamente é razoável. Disciplinarmente, tem ido bem. Curiosamente, ela foi 4ª árbitra em Red Bull Bragantino 3×0 Corinthians.

Desejo boa arbitragem e uma ótima partida.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs XXXX pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 18/01, 18h15. Mas desde às 17h15 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo (Rodada 3 do Paulistão 2026):

E para o confronto do Massa Bruta contra a Pantera, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marianna Nanni Batalha
Árbitro Assistente 1: Anderson José de Moraes Coelho
Árbitro Assistente 2: Dênis Matheus Afonso Ferreira
Quarto Árbitro: Renan Pantoja de Quequi
VAR: Thiago Luis Scarascati
AVAR1: Fábio Rogério Baesteiro
AVAR2: Márcio Mattos dos Santos
Observador VAR: Márcio Luiz Augusto
Quality Manager: Bernardo Campos Martins
Analista de Vídeo: Sílvia Regina de Oliveira
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Rodrigo de Lima
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custódio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto Garcia

A árbitra Marianna tem 33 anos de idade e 8 temporadas. Até 2024, tinha poucos jogos profissionais trabalhados, e foi então que teve a oportunidade de apitar a final da 5ª divisão. No ano seguinte, pulou para A3, A2 e estreou na A1.

Apesar de ser seu segundo ano na A1, ainda está ganhando experiência. Tem melhorado no posicionamento dentro de campo, e tecnicamente é razoável. Disciplinarmente, tem ido bem. Curiosamente, ela foi 4ª árbitra em Red Bull Bragantino 3×0 Corinthians.

Desejo boa arbitragem e uma ótima partida.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs XXXX pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 18/01, 18h15. Mas desde às 17h15 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians (Rodada 2 do Paulistão 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Timão, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Alex Ang Ribeiro
Árbitro Assistente 2: Raphael de Albuquerque Lima
Quarto Árbitro: Marianna Nanni Batalha
VAR: Thiago Duarte Peixoto
AVAR1: Herman Brumel Vani
AVAR2: Rafael Gomes Felix da Silva
Observador VAR: Luiz Vanderlei Martinucho
Quality Manager: Alysson Fernandes Matias
Analista de Vídeo: Adriano Stange
Operador de Replay: Rodrigo de Lima
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custódio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto Garcia

Neste Paulistão, alguns árbitros trabalham e viram VAR em outras rodadas; outros, viram AVAR 2; outros, ainda, têm uma sequência de jogos. Por fim, alguns ainda não estrearam. Difícil entender os critérios…

Por exemplo: Raphael Claus ainda não apitou, por estar se preparando nessa semana no seminário da Copa do Mundo com Ramon Abatti Abel e Wilton Pereira Sampaio. Já Edina Alves foi VAR nas duas rodadas. Daiane Muniz foi VAR em Santos x Novorizontino e apitou Corinthians x Ponte Preta.

Nessa rodada, alguns árbitros repetirão escala: Matheus Candançan, que apitou São Paulo x Mirassol, apitará Ponte Preta x Velo Clube; João Vitor Gobbi que apitou Noroeste x Red Bull Bragantino, apitará seu primeiro clássico: Palmeiras x Santos (vide aqui sobre ele: https://wp.me/p55Mu0-3MG). Já Flávio Rodrigues de Souza, árbitro de Santos x Novorizontino, apitará Red Bull Bragantino x Corinthians.

Flávio ficou marcado no Paulistão do ano passado no lance de Arboleda em Victor Roque (pênalti inexistente), foi suspenso e apitou a final da A2. Apostava-se que ele pediria o escudo FIFA nesse ano, mas a CBF surpreendentemente não mudou ninguém do quadro nacional (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3Mq).

Nos últimos jogos, o árbitro têm-se destacado em ser cumpridor nos detalhes: tem marcado os 8 segundos para a reposição de bola (Léo Jardim, do Vasco, que o diga) e exigido reposição rápida de bola. Que esteja bem tecnicamente, já que esse tem sido um problema.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 15/01, 19h30. Mas desde às 18h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians (Rodada 2 do Paulistão 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Timão, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Alex Ang Ribeiro
Árbitro Assistente 2: Raphael de Albuquerque Lima
Quarto Árbitro: Marianna Nanni Batalha
VAR: Thiago Duarte Peixoto
AVAR1: Herman Brumel Vani
AVAR2: Rafael Gomes Felix da Silva
Observador VAR: Luiz Vanderlei Martinucho
Quality Manager: Alysson Fernandes Matias
Analista de Vídeo: Adriano Stange
Operador de Replay: Rodrigo de Lima
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custódio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto Garcia

Neste Paulistão, alguns árbitros trabalham e viram VAR em outras rodadas; outros, viram AVAR 2; outros, ainda, têm uma sequência de jogos. Por fim, alguns ainda não estrearam. Difícil entender os critérios…

Por exemplo: Raphael Claus ainda não apitou, por estar se preparando nessa semana no seminário da Copa do Mundo com Ramon Abatti Abel e Wilton Pereira Sampaio. Já Edina Alves foi VAR nas duas rodadas. Daiane Muniz foi VAR em Santos x Novorizontino e apitou Corinthians x Ponte Preta.

Nessa rodada, alguns árbitros repetirão escala: Matheus Candançan, que apitou São Paulo x Mirassol, apitará Ponte Preta x Velo Clube; João Vitor Gobbi que apitou Noroeste x Red Bull Bragantino, apitará seu primeiro clássico: Palmeiras x Santos (vide aqui sobre ele: https://wp.me/p55Mu0-3MG). Já Flávio Rodrigues de Souza, árbitro de Santos x Novorizontino, apitará Red Bull Bragantino x Corinthians.

Flávio ficou marcado no Paulistão do ano passado no lance de Arboleda em Victor Roque (pênalti inexistente), foi suspenso e apitou a final da A2. Apostava-se que ele pediria o escudo FIFA nesse ano, mas a CBF surpreendentemente não mudou ninguém do quadro nacional (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3Mq).

Nos últimos jogos, o árbitro têm-se destacado em ser cumpridor nos detalhes: tem marcado os 8 segundos para a reposição de bola (Léo Jardim, do Vasco, que o diga) e exigido reposição rápida de bola. Que esteja bem tecnicamente, já que esse tem sido um problema.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 15/01, 19h30. Mas desde às 18h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise da Arbitragem de Noroeste 0x1 Red Bull Bragantino.

Jogo tranquilo apitado por João Vitor Gobbi. Sem lances polêmicos na partida do Norusca vs Massa Bruta, com apenas um cartão não aplicado. O erro foi por duas vezes do bandeira 2 Alexandre Nascimento da Silva, em impedimentos inexistentes (leia abaixo esses relatos).

Destaque negativo: o VAR, que quase não apareceu, mas que na validação do gol de John John, demorou horrores para analisar.

Segue o lance-a-lance:

5m: Red Bull Bragantino reclama de pênalti de um carrinho exclusivamente na bola, acertou o árbitro.

7m: Bola sobra para Mosquera, e o impedimento é sancionado. Errou o bandeira, pois houve uma disputa d ebola do zagueiro que a desviou para o atacante, e esse detalhe tira o impedimento.

Aos 19m, de novo o bandeira Alexandre Nascimento da Silva errou. Jhon Jhon estava em condição legal (bem legal) e ele marcou impedimento.

28m: Gabriel sai para atendimento médico e o árbitro autoriza ele voltar em cima do lance do Noroeste (e o jogador rouba a bola). Errou o timing, faltou experiência.

38m: Nova falta de Tauµa, agora mais forte, merecendo o Cartão Amarelo. Árbitro preferiu conversar, errou.

52m: Cartão Amarelo a Peixoto, com correção.

53m: Cartão Amarelo para Carlão, por abrir o braço de maneira temerária e atingir Alix. Por muito pouco, quase virou um Cartão Vermelho por agressão.

61m: Cartão Amarelo para Gustavo Marques.

64m: Cartão Amarelo para o treinador Guilherme Alves.

75m: Cartão Amarelo para Maycon, por agarrar Vinicinho.

– Fábio Capello contra o VAR! E se tivesse um ex-jogador junto aos árbitros?

Fábio Capello está bravo com a arbitragem na Europa. Lá, onde o VAR é muito menos intervencionista do que no Brasil, as críticas são contra a falta de critério. E sugere uma ideia: que se coloque ex-jogadores junto à cabine do VAR!

Disse ele:

“Os árbitros são uma máfia. Eles não querem usar ex-jogadores no VAR, jogadores que conhecem os meandros do futebol, os movimentos que um atleta faz para parar, para se defender… e muitas vezes tomam decisões incorretas porque não jogaram e não conhecem esses movimentos (…) Um jogador é tocado no rosto, cai no chão e eles apitam. Mas por que apitar? Se eu tenho um 1,90 m e o outro 1,75, quando eu me movimento, o meu braço vai estar na altura do rosto dele (adversário). Então por que apitar? Essa história toda me deixa louco, completamente louco. (…) Coloque alguém lá que possa dizer ao árbitro: ‘bem, eu não acho que seja pênalti, ou talvez eu ache’. Com a Uefa, analisamos 20 situações em que pênaltis foram marcados, revisados por ex-jogadores e treinadores. Nessa análise, seis delas eram pênalti e 14 não”.

O que você acha da ideia de ex-jogadores junto aos árbitros? Deixe o seu comentário:

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Noroeste vs Red Bull Bragantino (Rodada 01 do Paulistão 2026):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Norusca na abertura do Paulistão 2026, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: João Vitor Gobi
Árbitro Assistente 1: Anderson José de Moraes Coelho
Árbitro Assistente 2: Alexandre Nascimento da Silva
Quarto Árbitro: Pablo Rodrigo Soares de Oliveira
VAR: Ilbert Estevam da Silva
AVAR1: Vitor Carmona Metestaine
AVAR2: Márcio Mattos dos Santos
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Débora Raiane Nunes
Analista de Vídeo: Celso Barbosa de Oliveira
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operadora de Replay: Marcela Barroso Camillo
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

João foi um jovem que se destacou muito bem anos atrás, na 5ª divisão de SP. Fez um campeonato irrepreensível em 2019 (falamos aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/06/16/amparo-2×0-paulista-otima-arbitragem-de-gobi-vale-a-pena-dar-oportunidade-ao-rapaz/) e merecia boas chances. E elas vieram!

Em 2023, apitou São Bernardo x Red Bull Bragantino e não foi bem. Deixou de ser o árbitro cumpridor e foi mais “conversador”. Perdeu-se no estilo que vinha atuando e atrapalhou a disciplina da partida (vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/01/18/analise-da-arbitragem-de-sao-bernardo-1×1-red-bull-bragantino/). Mas em 2024, no Ituano x Red Bull Bragantino, desempenhou novamente um bom trabalho.

Jovem, foi escalado à exaustão por Wilson Luís Seneme no Brasileirão 2024. Mas em 2025, na gestão Rodrigo Martins Cintra, sumiu das escalas. Gobi, desde que apareceu, era cotado como um “futuro FIFA”. Que volte a atuar motivado e faça um bom trabalho.

Detalhe: o VAR é o mesmo de São Paulo x Palmeiras, suspenso com Ramon Abatti Abel…

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Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 11/01, 18h15. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Mão na Bola ou Bola na Mão? Como nasceu a orientação no Brasil?

Sobre a equivocada orientação da Mão na Bola no Brasil: como ela surgiu?
Aqui, na nossa participação junto c/ Milton Leite e Adilson Freddo no Mais Esporte da TV Mais Brasil (Com Anelso Paixão e Edney Andreotte):

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– Fábio Capello contra o VAR! E se tivesse um ex-jogador junto aos árbitros?

Fábio Capello está bravo com a arbitragem na Europa. Lá, onde o VAR é muito menos intervencionista do que no Brasil, as críticas são contra a falta de critério. E sugere uma ideia: que se coloque ex-jogadores junto à cabine do VAR!

Disse ele:

“Os árbitros são uma máfia. Eles não querem usar ex-jogadores no VAR, jogadores que conhecem os meandros do futebol, os movimentos que um atleta faz para parar, para se defender… e muitas vezes tomam decisões incorretas porque não jogaram e não conhecem esses movimentos (…) Um jogador é tocado no rosto, cai no chão e eles apitam. Mas por que apitar? Se eu tenho um 1,90 m e o outro 1,75, quando eu me movimento, o meu braço vai estar na altura do rosto dele (adversário). Então por que apitar? Essa história toda me deixa louco, completamente louco. (…) Coloque alguém lá que possa dizer ao árbitro: ‘bem, eu não acho que seja pênalti, ou talvez eu ache’. Com a Uefa, analisamos 20 situações em que pênaltis foram marcados, revisados por ex-jogadores e treinadores. Nessa análise, seis delas eram pênalti e 14 não”.

O que você acha da ideia de ex-jogadores junto aos árbitros? Deixe o seu comentário:

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Noroeste vs Red Bull Bragantino (Rodada 01 do Paulistão 2026):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Norusca na abertura do Paulistão 2026, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: João Vitor Gobi
Árbitro Assistente 1: Anderson José de Moraes Coelho
Árbitro Assistente 2: Alexandre Nascimento da Silva
Quarto Árbitro: Pablo Rodrigo Soares de Oliveira
VAR: Ilbert Estevam da Silva
AVAR1: Vitor Carmona Metestaine
AVAR2: Márcio Mattos dos Santos
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Débora Raiane Nunes
Analista de Vídeo: Celso Barbosa de Oliveira
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operadora de Replay: Marcela Barroso Camillo
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

João foi um jovem que se destacou muito bem anos atrás, na 5ª divisão de SP. Fez um campeonato irrepreensível em 2019 (falamos aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/06/16/amparo-2×0-paulista-otima-arbitragem-de-gobi-vale-a-pena-dar-oportunidade-ao-rapaz/) e merecia boas chances. E elas vieram!

Em 2023, apitou São Bernardo x Red Bull Bragantino e não foi bem. Deixou de ser o árbitro cumpridor e foi mais “conversador”. Perdeu-se no estilo que vinha atuando e atrapalhou a disciplina da partida (vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/01/18/analise-da-arbitragem-de-sao-bernardo-1×1-red-bull-bragantino/). Mas em 2024, no Ituano x Red Bull Bragantino, desempenhou novamente um bom trabalho.

Jovem, foi escalado à exaustão por Wilson Luís Seneme no Brasileirão 2024. Mas em 2025, na gestão Rodrigo Martins Cintra, sumiu das escalas. Gobi, desde que apareceu, era cotado como um “futuro FIFA”. Que volte a atuar motivado e faça um bom trabalho.

Detalhe: o VAR é o mesmo de São Paulo x Palmeiras, suspenso com Ramon Abatti Abel…

Acompanhe conosco o jogo entre Noroeste x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 11/01, 18h15. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!