– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino / SP x EC São José / RS (2ª fase da Copa do Brasil 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Zequinha, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima – PE / FIFA
Árbitro Assistente 1: Fernanda Kruger – MT
Árbitro Assistente 2: Francisco Chaves Bezerra Júnior – PE
Quarto Árbitro: Guilherme Nunes de Santana – SP
Assessor da Arbitragem: Márcio Verri Brandão – SP
Observador: Anderson Carlos Gonçalves – PR

A nova Comissão de Árbitros da CBF não está testando árbitros nessa Copa do Brasil (mesmo estando apenas na 2ª fase, e sem VAR). Boa parte dos árbitros FIFAs estão sendo escalados nas rodadas iniciais, e é o caso do jogo no Nabizão.

Rodrigo José Pereira de Lima, desde que se tornou árbitro internacional, está tentando se firmar. O problema é que no Brasileirão ele oscilou demais, sendo rigoroso em alguns jogos, mas benevolente em outros.

Não o vi ainda em jogos mais pegados. Até agora, em jogos de média dificuldade, um ou outro erro técnico (além da questão da irregularidade citada acima).

Torço para um bom jogo e uma grande arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs São José pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça-feira, 11/03, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O exemplo da disciplina contra Paulo Fonseca.

Na França, no jogo em que houve vitória do Lyon sobre o Brest, o treinador português Paulo Fonseca reclamou bastante com a arbitragem e foi expulso (vide o episódio aqui: https://tntsports.com.br/futebolbrasileiro/Tecnico-do-Lyon-Paulo-Fonseca-e-suspenso-por-9-meses-apos-confrontar-arbitro-20250305-0019.html).

Por gritar com o árbitro, a Liga Francesa o puniu por 9 meses de suspensão!

Aqui, treinadores fazem o que querem com o árbitro, e pouco são punidos. Aliás, repare em jogos de Zubeldía e Abel Ferreira, como sofre o quarto-árbitro! Ele sai do estádio para a terapia, pois é muita chiadeira e pouco espírito esportivo.

O que aconteceria com eles se trabalhassem por lá?

 

– Sobre Palmeiras x São Paulo jogarem na Segunda-Feira…

Sobre a polêmica da semifinal do Paulistão 2025 entre Palmeiras x São Paulo ser na segunda-feira, algumas coisas para discutir se as queixas tricolores procedem ou não:

  • Os jogos não estavam pré-determinados em datas específicas. São dias sugeridos (sábado e domingo, podendo ter modificações).
  • O SPFC alugou seu estádio para shows e foi jogar em Brasília (não houve alteração de data). O Palmeiras alugou seu estádio para shows e houve a alteração de data, para se jogar lá mesmo. 
  • A diretoria do SPFC não quis participar da reunião da FPF em protesto. Se não vai lá, quem reclamará presencialmente?
  • A FPF chamou os representantes das equipes e tentou um “comum acordo” antes de divulgar as datas?

É para se pensar: o custo-beneficio do aluguel do estádio para aumentar as receitas, compensa outras situações? Por exemplo: público menor, arrecadação mais baixa e/ou perda de desempenho técnico?

Particularmente: penso que se a FPF, se consultada para mudar datas dos jogos do SPFC (por conta dos shows) não o fez, não deveria fazer também ao Palmeiras. Mas se o SPFC não pediu para fazer a alteração, então não adianta reclamar. 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Araçatuba vs Paulista (Rodada 12 do Paulistão da A4):

E para o confronto do Galo contra o Araçatuba, a FPF escalou:

Árbitro: Alceu Lopes Júnior
Árbitro Assistente 1: Ricardo Busette
Árbitro Assistente 2: Hiago Luiz Ferreira de Souza
Quarto Árbitro: Danilo Ricardo Salgado
Analista de Vídeo: Leonardo Capizzani de Oliveira

Alceu tem 43 anos, é professor de Educação Física e costuma apitar a 5ª, 4ª e 3ª divisão.  Tem 21 anos de FPF, e curiosamente, apesar de tanto tempo, transita nessas categorias apenas.

Só trabalhou em quatro partidas do Paulista: como quarto árbitro em 2015, contra o São Bento; como árbitro central em 2022, contra a Sãocarlense (se perdeu no final da partida, vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-340); contra o Ska Brasil no ano passado (onde foi muito bem, relembre: https://wp.me/p55Mu0-3hl) e por último, a primeira partida do Galo nesse ano, contra a Matonense, onde começou o jogo “marcando tudo” e depois se reencontrou (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3A7).

Costuma deixar o jogo correr, é tranquilo e goza de experiência em jogos desse naipe. Não devemos ter polêmicas.

Acompanhe Araçatuba x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Luiz Henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 20hoo (07/03).

– Escalas Fakes?

Meu amigo, o jornalista @silvapcaique, mostrou que há pessoas divulgando “fakes” sobre escalas de árbitros das semifinais do Paulistão. Que loucura… Publicam até mesmo com montagens!

É óbvio que os FIFAs deverão apitar os 4 jogos restantes do campeonato, mas muita gente faz isso para querer pressionar… (como se isso funcionasse).

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– Os dois erros importantes da arbitragem em São Paulo 1×0 Novorizontino.

Edina Alves Batista não foi bem nos dois lances mais exigidos na partida que aconteceu no Morumbi nesta segunda-feira. Durante o jogo, nada demais ocorreu, mas nas situações capitais… (inclusive, com um erro na própria súmula).

Vamos lá:

Aos 62m, Enzo Dias (SPFC) empurra com os dois braços seu adversário Wagninho (NOV), derrubando-o e lhe roubando a bola. Disso sai o lançamento a Oscar, que toca para Lucas, cruzando para Calleri fazer o gol. Repare que o jogador do Novorizontino está na frente do assistente número 2, Luiz Alberto Andrini Nogueira (mas talvez seu corpo esteja encobrindo o adversário, fazendo com que o bandeira não percebesse o empurrão). Edina está um pouco longe da jogada, e não viu também. E o VAR?
Lembremos: o VAR não é para interferir em decisões interpretativas / subjetivas do árbitro, respeitando a decisão de campo. Mas o empurrão é uma situação objetiva (não interpretativa), e não vista por ambos. É aí que entra o detalhe do Protocolo do árbitro de video: se ocorrer um “erro crasso”, ele deve alertar o árbitro. Nesse caso, o VAR José Cláudio Rocha Filho se omitiu equivocadamente e não avisou a árbitra. Todos erraram.

Aos 88m, Ferreirinha (SPFC) está no ataque e, na região da grande área, sofre um tranco de Patrick Brey (NOV). Édina entende como ato infracional e marca pênalti, com cartão amarelo (lembrando que já há algum tempo, a regra mudou: se for situação iminente de gol e for marcado um pênalti, ao invés de Cartão Vermelho, aplica-se o Amareloa International Board entende que pênalti e expulsão seria uma punição muito rigorosa). Após ser chamada pelo VAR, ela percebe que o lance ocorreu ainda fora da área, desmarca o pênalti e marca tiro livre direto, e retira o Cartão Amarelo de Patrick Ben, expulsando-o (fora da área, em situação iminente de gol, continua sendo Vermelho).
Repare que durante a jogada, o Árbitro Assistente número 1, Rafael Tadeu, fez o procedimento correto: ele estava acompanhando a linha da bola e, ao perceber a marcação do lance, recua e se posiciona na linha da área penal (é o “macete” da arbitragem para avisar o árbitro central de que foi fora da área, e não dentro). Edina, que estava bem longe da jogada, não observa o seu assistente. Se fosse pênalti, ele teria corrido para a linha de fundo de imediato. Acontece que: não foi infração! O tranco é permitido na Regra do Jogo. O tranco legal é uma disputa ombro-a-ombro, onde você visa a bola (como ocorrido). O “tranco ilegal” é quando você usa força desproporcional, ou quando se abandona a disputa de bola para atacar o adversário. Errou a arbitragem de novo.

Sobre “o que é tranco”, a Regra do Futebol diz:

“O ato de dar um tranco em um adversário representa uma disputa por espaço, usando o contato físico, mas sem usar braços ou cotovelos, e com a bola a uma distância de jogo.
É uma infração dar um tranco em um adversário:
– de maneira imprudente (significa que o jogador mostra desatenção ou desconsideração na disputa de um adversário, ou atua sem precaução). Não será necessária punição disciplinar se a falta for imprudente;
– de maneira temerária (significa que o jogador age sem levar em consideração o risco ou as consequências para seu adversário). Deverá ser punido disciplinarmente com cartão amarelo.
– com uso de força excessiva (significa que o jogador excedeu na força empregada, correndo o risco de lesionar gravemente seu adversário). Deverá ser punido disciplinarmente com cartão vermelho.”

No relato da súmula, a expulsão está redigida assim:

“Por dar um tranco em seu adversário em uma disputa de bola impedindo uma oportunidade clara de gol.”

Um bom advogado conseguirá anular a suspensão desse cartão, pois tranco é permitido no futebol. Ela precisava escrever que o tranco foi ilegal e como ele impediu a oportunidade de gol (empurrando com os braços, por exemplo, se assim fosse). É uma praxe da arbitragem explicar como foi o tranco, a fim de justificar o cartão, e ela não redigiu.

Me preocupa o seguinte: poucos árbitros foram usados no Paulistão. Claus, visivelmente foi poupado nesse ano, e Edina apitou quase toda rodada (11 jogos de 13 rodadas, sendo que não apitou todas pois esteve escalada em uma data pela Copa do Brasil em Arapiraca / AL – assim, somando FPF + CBF, foram 12 jogos em 47 dias). Como vai descansar e treinar adequadamente? Com 45 anos, pareceu-me cansada em campo.

São Paulo x Novorizontino: onde assistir as quartas do Paulistão

Imagem extraída de “Olhar Digital”.

– Sobre Palmeiras x São Paulo jogarem na Segunda-Feira…

Sobre a polêmica da semifinal do Paulistão 2025 entre Palmeiras x São Paulo ser na segunda-feira, algumas coisas para discutir se as queixas tricolores procedem ou não:

  • Os jogos não estavam pré-determinados em datas específicas. São dias sugeridos (sábado e domingo, podendo ter modificações).
  • O SPFC alugou seu estádio para shows e foi jogar em Brasília (não houve alteração de data). O Palmeiras alugou seu estádio para shows e houve a alteração de data, para se jogar lá mesmo. 
  • A diretoria do SPFC não quis participar da reunião da FPF em protesto. Se não vai lá, quem reclamará presencialmente?
  • A FPF chamou os representantes das equipes e tentou um “comum acordo” antes de divulgar as datas?

É para se pensar: o custo-beneficio do aluguel do estádio para aumentar as receitas, compensa outras situações? Por exemplo: público menor, arrecadação mais baixa e/ou perda de desempenho técnico?

Particularmente: penso que se a FPF, se consultada para mudar datas dos jogos do SPFC (por conta dos shows) não o fez, não deveria fazer também ao Palmeiras. Mas se o SPFC não pediu para fazer a alteração, então não adianta reclamar. 

– Entrevista de Árbitro: sim ou não?

Há 10 anos, discutia-se: o silêncio dos árbitros no pós-jogo é válido ou não? Quais os motivos que os levariam a não falar (mesmo quando acertam)?

Relembrando uma postagem deste blog:

POR QUE O ÁRBITRO DE FUTEBOL TEM QUE SER MUDO?

Aqui em São Paulo, nos dois últimos jogos envolvendo o Corinthians, dois lances polêmicos, onde os árbitros foram espancados moralmente num primeiro momento à exaustão e tiveram que se calar por força das autoridades da arbitragem! Mas os árbitros estavam corretos, e ainda assim são impedidos de falar.

A CBF e as Federações Estaduais orientam por suas comissões que seus árbitros não falem sobre lances técnicos. Marcelo Rogério apitou Corinthians X Linense, anulando um gol do visitante em lance preciso e detalhado, quase invisível aos olhos da TV mas certeiro à vista do árbitro (em: http://is.gd/qP2lWd). Leonardo Ferreira Lima apitou Corinthians X Bragantino, com o assistente Fábio Luiz Freire, e confirmaram um gol da equipe visitante de dificílima mas correta interpretação de impedimento passivo (em: http://is.gd/pS8h7J ).

Ambos acertaram seus lances.

Ambos lances eram de difícil interpretação das regras pelo torcedor comum e por alguns jornalistas.

Ambos foram taxados de desonestos.

Ambos tiveram que se calar.

Não deveríamos ter a permissão para que o árbitro, CASO QUEIRA, vir a público explicar a sua marcação? O silêncio imposto aos árbitros leva ao mais desavisado a crer que o apitador seja arrogante e antipático. E nada disso é verdade! O coitado do árbitro, até quando está certo e prima pela virtude de cumprir a obrigação em lance difícil, ao invés do elogio, acaba sendo crucificado. Tudo por culpa do medo das Comissões de Árbitros de que os homens de preto falem coisas que elas não queiram.

está na hora de mudarmos esse conceito. De pensarmos numa mini-coletiva, ou pronunciamento para explicações técnicas pós-jogos, caso o árbitro tenha desejo de fazê-lo. Isso se chama Transparência e Direito de Resposta, valores imprescindíveis à democracia.

Pena que os dirigentes do apito não comunguem de tal idéia. Mas os árbitros estão se manifestando a favor dela?

Vale a reflexão!

Imagem extraída de: https://icon-icons.com/pt/icone/desactivar-microfone-mudo-registro-voz/123290

– As mudanças da Regra do Jogo para 2025/2026 e o que há de mais relevante.

Como de costume nessa época do ano, a International Board (a “dona das Regras do Jogo”) se reuniu para discutir mudanças e estudos sobre o futebol. Foi o 139º encontro da história!

Em Belfast, na Irlanda do Norte (lembre-se: a IFAB é composta pelos “inventores do futebol”: Irlanda, Escócia, País de Gales e Inglaterra, além da FIFA),  decidiram mudanças leves nas seguintes regras:

Regra 3, Os Jogadores: Estava em teste a orientação de que apenas o Capitão de cada equipe poderia conversar com o árbitro, de maneira respeitosa, e os demais jogadores que se manifestassem receberiam Cartão Amarelo. Na Europa isso foi visto em algumas ligas, e agora passa a ser facultativo por torneio: ou seja, se no Campeonato Brasileiro quiser se adotar tal regra, será permitido (há diretrizes para isso que serão redigidas em breve); porém, se não desejar, ficará como antes: ninguém pode contestar a autoridade do árbitro (embora observamos o quanto se tem de reclamação).
Para essa mudança, creio que as diretrizes a serem divulgadas terão mecanismos para que evite o “rodízio de capitães”, uma burla que se têm feito para que diversos atletas possam reclamar.

Regra 8, Início e Reinício do Jogo: O bola ao chão mudou há algum tempo, e agora se vê lances paralisados com a devolução de posse para quem estava com o domínio. Aqui, o texto melhorou e discerniu uma situação: fora da área, quando ocorrer um bola ao chão, se devolve a bola para quem tinha o domínio ou para quem TERIA o domínio. Uma sútil melhoria no entendimento.

Regra 9, Bola em Jogo e Bola fora de Jogo: Se um jogador substituto, treinador ou membro da comissão técnica, ou qualquer atleta que esteja temporariamente fora de campo, tocar na bola quando ela ainda estiver em campo e saindo, se marcará um tiro livre indireto, sem aplicação de cartão.

VAR: Oficialmente, a Regra permitirá anúncios por microfone ao público de decisões que tenham sido demoradas para verificação (essa situação estava em teste e agora entra para a Regra do Jogo).

Bandeiras: em cobranças de pênalti, se existir VAR no torneio, é ele quem deve fiscalizar avanço do goleiro ou invasões de área, além da validade do gol. Os árbitros assistentes ficarão posicionados alinhados à marca penal (na prática, imagino uma demora enorme para validar um gol de pênalti e muitos VARs querendo “caçar pelo em ovo” mandando voltar tiros penais).

Regra 12, Faltas e Incorreções: Ao invés de, depois de 6 segundos que o goleiro dominar a bola ele ter que a repor em jogo, e caso contrário marcaria-se um tiro livre indireto, passará a ser 8 segundos, e se ela não for reposta, se marcará um escanteio ao adversário.
Aqui, fica a observação: a Regra dos 6 segundos nunca foi cumprida, e passará a ser exigida com os 8 segundos.
Na prática, o árbitro contará o tempo de maneira regressiva (8,7,6…) e quando chegar aos 5 segundos, mostrará com os dedos da mão que o tempo está se esgotando (5, 4, 3, 2, 1, recolhendo os dedos até a mão se fechar). Essa regra foi proposta pela Federação de Futebol dos Estados Unidos, no ano passado, e testada em alguns torneios. Juntamente a ela, havia a proposta de paralisação para “paradas técnicas dentro da área penal, para orientação dos treinadores”, mas não foi aprovada.

O impedimento de corpo inteiro, tão falado nos últimos anos, ficou para ser testado e rediscutido na reunião 2026/2027.

As regras valem para os campeonatos iniciados a partir de 01 de julho de 2025, exceto o Mundial de Clubes da FIFA (que começará antes dessa data, mas com aval para usar essas mudanças) e torneios que sejam feito um pedido expresso (como o Brasileirão 2025, pelo calendário atípico ao europeu).

E aí, gostou das mudanças? Deixe o seu comentário:

– A escala dos juízes para a próxima fase do Campeonato Paulista e a Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santos x Red Bull Bragantino (Quartas de final do Paulistão A1):

Com a introdução até de 5º árbitro nas equipes de arbitragem para as Quartas-de-final do Paulistão 2025 (teremos 16 oficiais em cada jogo) e a divulgação das escalas dessa fase, a Federação Paulista demonstra que, pela lógica, projeta-se que os dois árbitros finalistas sairão da lista dos 4 FIFAS (Claus, Candançan, Édina e Flávio, imaginando que os grandes cheguem à decisão).

Matheus Delgado Candançan, novo FIFA paulista e que apitou quase toda rodada, estará em São Bernardo x Palmeiras. Nessa partida, veremos um árbitro que demonstra frieza e que é cobrado para ter rigor em campo. Vejamos como reagirá o treinador Abel Ferreira, que tanto reclama.

Daiane Muniz apitará Corinthians x Mirassol. A moça que tanto trabalhou no VAR do Brasileirão em 2024, virou árbitra central em 2025 no Paulistão e não comprometeu – embora não tenha sido testada em jogo difícil. Essa é uma escala surpreendente, pois veremos como reagirá, se submetida a pressão.

Édina Alves Batista é uma caso curioso: ela foi muito mal em 2021, vivia um inferno pessoal e em Novorizontino x São Paulo daquele ano cometeu erros e desencadeou uma depressão, ficando fora de vários jogos (relembre aqui: https://www.youtube.com/watch?v=AZhAA53xz78). Agora, está num mesmo São Paulo x Novorizontino. Tomara que não lhe traga memórias ruins tal jogo e que possa apitar tranquilamente.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Peixe, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Raphael Claus
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Denis Matheus Afonso Ferreira
Quarto Árbitro: Marianna Nanni Batalha
Quinto Árbitro: Alex Alexandrino
Analista de Campo: Philippe Lombard
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
AVAR1: Fábio Rogério Baesteiro
AVAR2: Thiago Duarte Peixoto
Observador VAR: Luiz Vanderlei Martinucho
Quality Manager: Walter de Lima Coelho Junior
Analista de Vídeo: Luciano Alves de Lima
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Marcela Barroso Camillo
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custodio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto Garcia

Raphael Claus foi bastante poupado nesse ano. Trabalhou em poucos jogos, pois está cuidando do condicionamento físico e se preparando para o Mundial de Clubes da FIFA 2025. Ganhou ritmo de jogo nas últimas rodadas e está em um momento pessoal e profissional muito bom. Não espero problemas, nesse que talvez seja o jogo mais equilibrado da rodada.

Acompanhe conosco o jogo entre Santos x Red Bull Bragantino  pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 02/03, 20h45. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Colorado Paulista (Rodada 11 do Paulistão A4).

E para o confronto do Galo do Japi contra o Colorado Caieiras, a FPF escalou:

Árbitro: João Batista do Nascimento Avelino
Árbitro Assistente 1: Guilherme Holanda Moura Lima
Árbitro Assistente 2: Lucas Rodrigues Antonio
Quarto Árbitro: Aparecido Pereira Bueno
Analista de Vídeo: Hélio Mauro Viana Martins

João tem 31 anos, e há 9 temporadas está na FPF. Já apitou série A3, mas ultimamente tem revezado na A4 como árbitro e como 4º árbitro.

É um árbitro muito bom, que poderia ter tido mais oportunidades na carreira. Não sei porque não deslanchou, em meio a tantos que têm chances e não as agarram. Eu me recordo de dois jogos dele: Paulista x Ceará (Copa São Paulo, em: https://wp.me/p55Mu0-2XW) e Amparo x Paulista (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-DK0). Em ambas oportunidades, foi bem. Dias atrás, esteve como 4º árbitro no Jayme Cintra contra a Barbarense.

Seu ponto forte é: não fazer média na aplicação de cartões. Ele costuma ser rigoroso e sabe vibrar na intensidade da partida (o que é ótimo).

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– A escala dos juízes para a próxima fase do Campeonato Paulista e a Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santos x Red Bull Bragantino (Quartas de final do Paulistão A1):

Com a introdução até de 5º árbitro nas equipes de arbitragem para as Quartas-de-final do Paulistão 2025 (teremos 16 oficiais em cada jogo) e a divulgação das escalas dessa fase, a Federação Paulista demonstra que, pela lógica, projeta-se que os dois árbitros finalistas sairão da lista dos 4 FIFAS (Claus, Candançan, Édina e Flávio, imaginando que os grandes cheguem à decisão).

Matheus Delgado Candançan, novo FIFA paulista e que apitou quase toda rodada, estará em São Bernardo x Palmeiras. Nessa partida, veremos um árbitro que demonstra frieza e que é cobrado para ter rigor em campo. Vejamos como reagirá o treinador Abel Ferreira, que tanto reclama.

Daiane Muniz apitará Corinthians x Mirassol. A moça que tanto trabalhou no VAR do Brasileirão em 2024, virou árbitra central em 2025 no Paulistão e não comprometeu – embora não tenha sido testada em jogo difícil. Essa é uma escala surpreendente, pois veremos como reagirá, se submetida a pressão.

Édina Alves Batista é uma caso curioso: ela foi muito mal em 2021, vivia um inferno pessoal e em Novorizontino x São Paulo daquele ano cometeu erros e desencadeou uma depressão, ficando fora de vários jogos (relembre aqui: https://www.youtube.com/watch?v=AZhAA53xz78). Agora, está num mesmo São Paulo x Novorizontino. Tomara que não lhe traga memórias ruins tal jogo e que possa apitar tranquilamente.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Peixe, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Raphael Claus
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Denis Matheus Afonso Ferreira
Quarto Árbitro: Marianna Nanni Batalha
Quinto Árbitro: Alex Alexandrino
Analista de Campo: Philippe Lombard
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
AVAR1: Fábio Rogério Baesteiro
AVAR2: Thiago Duarte Peixoto
Observador VAR: Luiz Vanderlei Martinucho
Quality Manager: Walter de Lima Coelho Junior
Analista de Vídeo: Luciano Alves de Lima
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Marcela Barroso Camillo
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custodio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto Garcia

Raphael Claus foi bastante poupado nesse ano. Trabalhou em poucos jogos, pois está cuidando do condicionamento físico e se preparando para o Mundial de Clubes da FIFA 2025. Ganhou ritmo de jogo nas últimas rodadas e está em um momento pessoal e profissional muito bom. Não espero problemas, nesse que talvez seja o jogo mais equilibrado da rodada.

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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 02/03, 20h45. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Sousa EC / PB x Red Bull Bragantino / SP (Copa do Brasil).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dinossauro do Vale, a CBF escalou:

Árbitro Caio Max Augusto Vieira GO
Árbitro Assistente 1 Leone Carvalho Rocha GO
Árbitro Assistente 2 Tiego Henrique dos Santos Braga GO
Quarto Árbitro Tiago Ramos de Oliveira PB
Analista de Campo Miguel Félix de Oliveira PB
Radar a confirmar
Assessor Marrubson Melo Freitas DF

O potiguar Caio Max, de tantos jogos polêmicos, agora apita por Goiás. No ano passado, inclusive, o próprio Goiás quis anular um jogo apitado por ele contra o América/MG, alegando erro de direito.

Com muita experiência no apito, constantemente víamos reclamações dele quanto a parte técnica e disciplinar. Todo ano, Caio trabalha em alguns jogos da série A (e todo ano vemos queixas… algumas infundadas, outras não). Em 2020, deve ter sido seu ano mais crítico, e justamente quando teve os jogos mais importantes para apitar (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-2HM).

Em 2024, a CBF o testou como VAR, mas ainda deu alguns jogos para ele apitar. Uma confusão grande ocorreu em Palmeiras 0x2 Vitória, como registrado aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/28/os-dois-lances-polemicos-em-palmeiras-0x2-vitoria/

Em suas últimas partidas, Seneme o fez definitivo no VAR, e imaginei que a mudança de função seria irreversível. Agora, a nova Comissão de Arbitragem o “reinventa” como árbitro

Torcerei para que ele tenha acordado com o pé direito na 5ª feira!

Acompanhe conosco o jogo entre Sousa/PB x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 27/02, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

 

– Reinaldo Carneiro, Abel Ferreira e o NOSSO campeonato dos sonhos.

Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF, disse que gostaria de promover o “Campeonato dos Sonhos que Abel Ferreira quer, mas ele faz o campeonato para os clubes, pois são os clubes que decidem como será”.

De verdade, é assim que funciona? Os clubes querem esse calendário e esse modelo de disputa, ou querem o dinheiro da premiação?

Abel Ferreira reclama da tabela, do calendário, dos gramados e da arbitragem. Ora, essa pauta é antiga! Quem acompanha futebol no Brasil, já ouviu Telê Santana, Vanderlei Luxemburgo, Luiz Felipe Scolari e tantos outros se queixarem da mesma forma. E, sejamos justos: a IMPRENSA paulista faz a mesma coisa: cobra melhores jogos, melhores gramados, melhores arbitragens e um bom modelo de disputa.

A questão é: como fazer as melhoras, ou melhor: a coragem para fazê-las!

Quem mudará tudo isso? Sinceramente, não vejo horizonte para isso…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Nacional x Paulista (Rodada 10 da Seerie A4).

E para o confronto do Galo contra o Nacional, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitra: Ana Caroline D’eleuterio de Sousa Carvalho
Árbitro Assistente 1: Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva
Árbitro Assistente 2: Ademilson Lopes da Silva 
Quarto Árbitro: Rafael Gomes Felix da Silva
Analista de Vídeo: Luiz Quirino da Costa

Com 28 anos, Ana tem apenas 3 anos de carreira, e será somente seu 3º jogo profissional apitado. Certamente, um (a) árbitro (a) inexperiente, quando é levado a trabalhar num jogo desse, alguém da Federação Paulista quer conhecer o seu trabalho (já que a sede da FPF ee bem próximo ao Nicolau Alayon).

É teste para a jovem árbitra. Que ela aproveite a oportunidade. E saibamos: ela está ciente que está sendo observada, e que qualquer reclamação ou indisciplina, poderá ser punida com rigor. Cuidado com os cartões…

Em tempo: repare que todos os demais membros da equipe de arbitragem são bem experientes (justamente para dar uma força para a árbitra).

Acompanhe Nacional AC vs Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Luiz Henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará às 15hoo (26/02), mas desde às 14h30 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Sousa EC / PB x Red Bull Bragantino / SP (Copa do Brasil).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dinossauro do Vale, a CBF escalou:

Árbitro Caio Max Augusto Vieira GO
Árbitro Assistente 1 Leone Carvalho Rocha GO
Árbitro Assistente 2 Tiego Henrique dos Santos Braga GO
Quarto Árbitro Tiago Ramos de Oliveira PB
Analista de Campo Miguel Félix de Oliveira PB
Radar a confirmar
Assessor Marrubson Melo Freitas DF

O potiguar Caio Max, de tantos jogos polêmicos, agora apita por Goiás. No ano passado, inclusive, o próprio Goiás quis anular um jogo apitado por ele contra o América/MG, alegando erro de direito.

Com muita experiência no apito, constantemente víamos reclamações dele quanto a parte técnica e disciplinar. Todo ano, Caio trabalha em alguns jogos da série A (e todo ano vemos queixas… algumas infundadas, outras não). Em 2020, deve ter sido seu ano mais crítico, e justamente quando teve os jogos mais importantes para apitar (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-2HM).

Em 2024, a CBF o testou como VAR, mas ainda deu alguns jogos para ele apitar. Uma confusão grande ocorreu em Palmeiras 0x2 Vitória, como registrado aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/28/os-dois-lances-polemicos-em-palmeiras-0x2-vitoria/

Em suas últimas partidas, Seneme o fez definitivo no VAR, e imaginei que a mudança de função seria irreversível. Agora, a nova Comissão de Arbitragem o “reinventa” como árbitro

Torcerei para que ele tenha acordado com o pé direito na 5ª feira!

Acompanhe conosco o jogo entre Sousa/PB x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 27/02, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Reinaldo Carneiro, Abel Ferreira e o NOSSO campeonato dos sonhos.

Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF, disse que gostaria de promover o “Campeonato dos Sonhos que Abel Ferreira quer, mas ele faz o campeonato para os clubes, pois são os clubes que decidem como será”.

De verdade, é assim que funciona? Os clubes querem esse calendário e esse modelo de disputa, ou querem o dinheiro da premiação?

Abel Ferreira reclama da tabela, do calendário, dos gramados e da arbitragem. Ora, essa pauta é antiga! Quem acompanha futebol no Brasil, já ouviu Telê Santana, Vanderlei Luxemburgo, Luiz Felipe Scolari e tantos outros se queixarem da mesma forma. E, sejamos justos: a IMPRENSA paulista faz a mesma coisa: cobra melhores jogos, melhores gramados, melhores arbitragens e um bom modelo de disputa.

A questão é: como fazer as melhoras, ou melhor: a coragem para fazê-las!

Quem mudará tudo isso? Sinceramente, não vejo horizonte para isso…

– Análise da Arbitragem de Ponte Preta 0x2 Red Bull Bragantino.

Boa arbitragem de Flávio Rodrigues de Souza em Campinas. Sem muitos lances polêmicos (os que ocorreram, abaixo citados) em um jogo com reclamações desnecessárias e muitos cartões amarelos (sem ser um jogo violento).

Aos 24m, Vinicinho entrou na área, viu o zagueiro e se jogou. O árbitro corretamente marcou simulação e deu o Cartão Amarelo. E aqui, fica a observação; Vinicinho está fazendo um ótimo campeonato e era só tentar o drible.

Aos 27m, Novamente Vinicinho avança, entra na área e Saimon pratica o tranco ilegal. Apesar de ser ombro a ombro (permitido pela regra), há a força excessiva que o derruba (e aí torna-se infração).

Aos 58m: Léo Oliveira atinge Lucas Evangelista, e deveria ter recebido o cartão amarelo. Único erro de interpretação do árbitro.

Uma confusão na expulsão / “desespulsão” de Lucas Evangelista foi observada na metade do segundo tempo, mas felizmente o VAR ajudou o árbitro, que havia confundido o jogador e corrigiu.

Parabéns ao Massa Bruta, que jogou bem e se classificou.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Ponte Preta vs Red Bull Bragantino (Rodada 12 da A1):

E para o confronto do Massa Bruta contra a Macaca, a FPF escalou:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
VAR: Márcio Henrique de Gois
AVAR1: Fabrício Porfirio de Moura
AVAR2: Hermínio Henrique Kuhn Daldem
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Gabriel Vianna
Técnico de Garantia Estádio: José Felipe Borcy Barrancos
Assistente de Área de Revisão:Gustavo Gama Fiel da Silva

Flávio está em sua melhor fase na carreira. Tem apitado clássicos (São Paulo x Corinthians e Palmeiras x São Paulo), indo bem em todos. Em alguns momentos, comete um pecado grave: “trava o jogo”, permitindo que atletas que queiram “não jogar”, de fato não joguem. Mas se os jogadores estiverem a fim de uma boa peleja, ele irá “mandar bem”.

Se estiver com a faca entre os dentes, fará um bom trabalho em Campinas.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 23/02, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

E para o confronto do Massa Bruta contra a Macaca, a FPF escalou:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
VAR: Márcio Henrique de Gois
AVAR1: Fabrício Porfirio de Moura
AVAR2: Hermínio Henrique Kuhn Daldem
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Gabriel Vianna
Técnico de Garantia Estádio: José Felipe Borcy Barrancos
Assistente de Área de Revisão:Gustavo Gama Fiel da Silva

Flávio está em sua melhor fase na carreira. Tem apitado clássicos (São Paulo x Corinthians e Palmeiras x São Paulo), indo bem em todos. Em alguns momentos, comete um pecado grave: “trava o jogo”, permitindo que atletas que queiram “não jogar”, de fato não joguem. Mas se os jogadores estiverem a fim de uma boa peleja, ele irá “mandar bem”.

Se estiver com a faca entre os dentes, fará um bom trabalho em Campinas.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Joseense (Rodada 09 do Paulistão A4):

E para o confronto do Galo do Japi contra o Tigre do Vale do Ribeira, a FPF escalou:

Árbitro: José Luiz Aparecido Miranda
Árbitro Assistente 1: Raffael Arderi
Árbitro Assistente 2: Bruno Henrique Mascarenhas Moura
Quarto Árbitro: Rodrigo Santos
Analista de Vídeo: Maurício Francisco do Nascimento Junior

José Luiz tem 38 anos, e apesar de ser formado em 2011, quase não apita partidas profissionais. Mais do que isso: só tem apitado jogos, em sua maioria, amadores desde que se formou. Será ao longo de 14 anos de carreira, o seu 8º jogo profissional…

Pergunto: vale a pena investir em árbitros assim, dona FPF? Onde está o planejamento de carreira?

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Joseense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Luiz Henrique Gurian e Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 10hoo (23/02), mas desde às 09h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Ancelotti e o VAR: perfeito!

O treinador do Real Madrid, Carlo Ancelotti, que sempre procura um discurso sensato, criticou o uso do VAR. E o fez da mesma maneira ponderada que muita gente séria trata o assunto: reclamou sobre a transferência indevida de responsabilidade!

Infelizmente, o VAR em nosso país está servindo não para auxiliar o árbitro, mas para reapitar partidas.

Compartilho:

Screenshot

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Ponte Preta vs Red Bull Bragantino (Rodada 12 da A1):

E para o confronto do Massa Bruta contra a Macaca, a FPF escalou:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
VAR: Márcio Henrique de Gois
AVAR1: Fabrício Porfirio de Moura
AVAR2: Hermínio Henrique Kuhn Daldem
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Gabriel Vianna
Técnico de Garantia Estádio: José Felipe Borcy Barrancos
Assistente de Área de Revisão:Gustavo Gama Fiel da Silva

Flávio está em sua melhor fase na carreira. Tem apitado clássicos (São Paulo x Corinthians e Palmeiras x São Paulo), indo bem em todos. Em alguns momentos, comete um pecado grave: “trava o jogo”, permitindo que atletas que queiram “não jogar”, de fato não joguem. Mas se os jogadores estiverem a fim de uma boa peleja, ele irá “mandar bem”.

Se estiver com a faca entre os dentes, fará um bom trabalho em Campinas.

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E para o confronto do Massa Bruta contra a Macaca, a FPF escalou:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
VAR: Márcio Henrique de Gois
AVAR1: Fabrício Porfirio de Moura
AVAR2: Hermínio Henrique Kuhn Daldem
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Gabriel Vianna
Técnico de Garantia Estádio: José Felipe Borcy Barrancos
Assistente de Área de Revisão:Gustavo Gama Fiel da Silva

Flávio está em sua melhor fase na carreira. Tem apitado clássicos (São Paulo x Corinthians e Palmeiras x São Paulo), indo bem em todos. Em alguns momentos, comete um pecado grave: “trava o jogo”, permitindo que atletas que queiram “não jogar”, de fato não joguem. Mas se os jogadores estiverem a fim de uma boa peleja, ele irá “mandar bem”.

Se estiver com a faca entre os dentes, fará um bom trabalho em Campinas.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Mirassol, Rodada 11 do Paulistão A1:

E para o confronto do Massa Bruta contra o Mirassol, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Murilo Tarrega Victor
Árbitro Assistente 1: Fabrini Bevilaqua Costa
Árbitro Assistente 2: Rafael Tadeu Alves de Souza
Quarto Árbitro: Douglas Marques das Flores
VAR: José Cláudio Rocha Filho
AVAR1: Alberto Poletto Masseira
AVAR2: Rafael Gomes Felix da Silva
Observador VAR: Ednilson Corona
Quality Manager: Newton dos Reis Barreira
Analista de vídeo: Renata Neves Leite
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Lucas Peixe
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Murilo esteve no jogo do Red Bull Bragantino x Velo Clube e está abraçando as oportunidades que a FPF tem dado. Não tem comprometido em suas atuações. Dos árbitros jovens, é o que está tendo mais crédito com a Comissão de Arbitragem.

Em tese, jogo que não haverá problemas. Aguardemos a prática.

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– Ancelotti e o VAR: perfeito!

O treinador do Real Madrid, Carlo Ancelotti, que sempre procura um discurso sensato, criticou o uso do VAR. E o fez da mesma maneira ponderada que muita gente séria trata o assunto: reclamou sobre a transferência indevida de responsabilidade!

Infelizmente, o VAR em nosso país está servindo não para auxiliar o árbitro, mas para reapitar partidas.

Compartilho:

Screenshot

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Mirassol, Rodada 11 do Paulistão A1:

E para o confronto do Massa Bruta contra o Mirassol, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Murilo Tarrega Victor
Árbitro Assistente 1: Fabrini Bevilaqua Costa
Árbitro Assistente 2: Rafael Tadeu Alves de Souza
Quarto Árbitro: Douglas Marques das Flores
VAR: José Cláudio Rocha Filho
AVAR1: Alberto Poletto Masseira
AVAR2: Rafael Gomes Felix da Silva
Observador VAR: Ednilson Corona
Quality Manager: Newton dos Reis Barreira
Analista de vídeo: Renata Neves Leite
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Lucas Peixe
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Murilo esteve no jogo do Red Bull Bragantino x Velo Clube e está abraçando as oportunidades que a FPF tem dado. Não tem comprometido em suas atuações. Dos árbitros jovens, é o que está tendo mais crédito com a Comissão de Arbitragem.

Em tese, jogo que não haverá problemas. Aguardemos a prática.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Mirassol pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 20/02, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Barretos x Paulista, Rodada 08 do Paulistão A4:

E para o confronto do Galo contra o Touro, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Pietro Dimitrof Stefanelli.
Árbitro Assistente 1: Eduardo Augusto Borges.
Árbitro Assistente 2: Leonardo Franzoni Guarnieri.
Quarto Árbitro: José de Araújo Ribeiro Junior.
Analista de Vídeo: Carlos Donizeti Pianosqui.

Pietro tem 33 anos de idade e há 12 temporadas apita pela FPF. Costuma deixar o jogo correr e não gosta de indisciplina. Já apitou em diversas divisões o Galo, sem nenhum problema (contra o Manthiqueira, Grêmio Prudente e São José). Em uma Copa São Paulo, Paulista 1×5 Athlético Paranaense, foi muito bem (exceto quanto ao posicionamento em bola parada, fruto da sua inexperiência à época). 

Resumindo: um típico árbitro dessa divisão, tentando voos mais altos, assim como os próprios times.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Barretos x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Luiz Henrique Gurian, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 20h00 (19/02), mas desde às 19h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– Que Choque-Rei fraquinho…

Times que não se preocuparam com a qualidade do jogo, treinadores que mandaram “matar as jogadas” no melhor estilo Felipão / Marcelo Veiga, além do árbitro que não estava a fim de jogo.

Devolverão o ingresso a quem pagou caro para assistir Palmeiras x São Paulo?

Um desabafo de quem gosta de futebol: esses técnicos estrangeiros ganham tanto e são badalados para mandar a campo “isso”?

 

– Análise da Arbitragem para Paulista 1×3 União Barbarense.

Debaixo de um forte sol, tivemos no Estádio Jayme Cintra uma arbitragem regular/ruim (com poucos momentos altos e muitos baixos) de Jeferson Silvestrini.

Ele não teve erros técnicos (o que é bom). Correu bastante no forte calor (isso é ótimo), mas deixou de expulsar Wesllen por Segundo Amarelo ainda no primeiro tempo (o que foi ruim) e não conseguiu se fazer atendido nas advertências verbais (o que é péssimo).

Vide nossas anotações abaixo:

O árbitro começou bem a partida, deixando a bola rolar. Porém, com 10 minutos de jogo, os atletas começaram a dar entradas mais fortes. Pedro Lima (UAB) tomou um correto amarelo por falta temerária contra um atacante, Mariano (PFC) por atitude inconveniente e Wesllen (BAR) por uma pegada em Marolla (PFC). Tudo isso em 4 minutos, e aí o jogo “acalmou mais”.

João Choco (7 PFC) deu uma entrada forte e desnecessária em Mastherson (13 UAB). O árbitro provavelmente não viu e demorou a marcar; orientado pelo assistente, o fez. Poderia até ter recebido Cartão Amarelo, e não recebeu. Desse lance, na lateral do campo, a falta foi cobrada e resultou no gol.

Aos 31 minutos, o erro maior do árbitro: Wesllen (UAB) já tinha Cartão Amarelo e comete uma falta dura. Era para receber o segundo amarelo e consequentemente vermelho. Ficou só na advertência verbal, mas Chichota (UAB), por reclamação, foi amarelado.
Se expulso Wesllen, teríamos 11×10 por pelo menos 59 minutos.

Mais nervoso, o Paulista começou a se desesperar e cometer faltas bobas. Vitinho Nascimento (PFC), por exemplo, tentou roubar um bola no ataque e deu uma forte entrada no zagueiro. Cartão Amarelo bem aplicado.

47m: Lucas Silva (PFC) perdeu a bola, permitiu o ataque do adversário e apelou com um puxão na camisa. Também recebeu Amarelo.

No segundo tempo, a partida continuou pegada e o árbitro foi apitando as faltas conforme ocorriam. Talvez a maior dificuldade foi conter a cera. Faltou se impor mais nas advertências.

Irritou, na segunda etapa, as quedas dos atletas. Árbitro experiente intimida e adverte a contento, e os atletas respeitam. Não foi isso o que aconteceu.

Por 4 vezes, ele chamou a advertência verbal do goleiro. Somente aos 73 minutos, na 5ª oportunidade, deu cartão ao goleiro.

No último minuto de jogo, Givigi (PFC) foi atingido com um pontapé por Vitor Zaga (UAB), corretamente expulso. Porém, no bololô, ele tenta revidar com um chute, que não atinge o adversário (que já tinha recebido o Vermelho). Se tivesse VAR, Givigi bisonhamente seria expulo também.

Até o quarto árbitro João Avelino bobeou: entrou o 18 no 9, e ele acendeu a placa com o número 20… depois consertou.

Me impressionou negativamente o desespero do Paulista ao tomar o primeiro gol. Estando sem ser vazado e com 100% de aproveitamento na A4, não era o fim do mundo perder. Jogava bem, e deveria manter o ritmo. Mas emocionalmente bateu a ansiedade, parecendo que estava perdendo o título. CALMA! E isso se viu nas falhas bisonhas da zaga (vide a falha no segundo gol sofrido).

Gols: 1×3
Faltas: 16×20
Cartões Amarelos: 3×7 , Cartões Vermelhos 0x1.

Público: 3.523 pagantes
Renda: R$ 67.310,00

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Noroeste (Rodada 10 do Paulistão A1).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Norusca, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Lucas Canetto Bellote
Árbitro Assistente 1: Ricardo Pavanelli Lanutto
Árbitro Assistente 2: Juliana Vicentin Esteves
Quarto Árbitro: Henrique Otto Cruz Hengstmam
VAR: Adriano de Assis Miranda
AVAR1: Leonardo Augusto Villa
AVAR2: Adeli Mara Monteiro
Observador VAR: Marcelo Rogério
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Video: Adriano Stange
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Marcela Barroso P Camillo
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Lucas é um dos jovens que mais havia se destacado nas Comissões de Arbitragem anteriores. Chegou a ter oportunidade de apitar um Clássico Majestoso, mas as contusões o atrapalharam. Perdeu espaço com a atual gestão, mas vem voltando a ter chances.

Ele tem como virtudes um ótimo posicionamento dentro de campo. Não corre tanto, mas está perto da jogada. Bom tecnicamente, o único defeito dele, das partidas que vi, foi não “vibrar” conforme o jogo. Ou seja: um excesso de frieza que o faz pecar em algumas situações de advertência verbal ou de cartões amarelos.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Noroeste pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 15/02, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– E a escala do Choque-Rei?

Perguntar não ofende: pra que tanta frescura da FPF na divulgação das escalas?
Agora, 21h, e não se sabe quem apitará Palmeiras x São Paulo. Deverá ser Flávio Rodrigues de Souza ou Matheus Candançan (já que Abel esperneou contra Claus no jogo do Corinthians).
Mas a demora…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x União Barbarense (Rodada 7 do Paulistão A4).

E para o confronto do Galo contra o Leão,

Árbitro: Jeferson Silvestrini
Árbitro Assistente 1: Douglas Marcel Borges
Árbitro Assistente 2: Leonardo Franzoni Guarnieri
Quarto Árbitro: João Batista do Nascimento Avelino
Analista de Vídeo: Hélio Mauro Viana Martins

Jeferson tem 39 anos e há 13 temporadas atua na FPF. Chegou a trabalhar na A2, mas perdeu espaço. Ultimamente, tem apitado categorias amadoras, A3 e A4 (como árbitro e como 4º árbitro).

Experiência ele tem, mas poucos jogos testados em partidas difíceis. Como o Paulista vem jogando bem (exceto na questão do excesso de cartões recebidos, isso me preocupa), creio que teremos um jogo tranquilo.

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– Entenda a Comissão-Comitê-Consultoria de arbitragem da CBF:

Eu tive a cautela de esperar algum tempo para entender e escrever sobre a nova Comissão de Arbitragem da CBF. E, ao meu ver, parece ser mais uma grande “jabuticaba”. Ou seja: um modelo que só existe aqui.

Assim como a regra do chute na bandeira ou dos pênaltis de queimada, uma nova forma surgiu: há um Comitê, que supostamente é uma Comissão, onde um gestor orienta o trabalho de seus comandados. Paralelamente, nomes importantes da arbitragem palpitam sobre as decisões em forma de Consultoria ao Comitê, que acata ou não os aconselhamentos.

Em tese: Rodrigo Martins Cintra, ex-árbitro que se aposentou jovem, organiza os trabalhos da Comissão de Arbitragem com uma equipe com ex-bandeiras e ex-árbitros (Marcelo Van Gassen, Fabrício Vilarinho, Luiz Câmara Bezerra, Eveliny Almeida e tendo o nome mais conhecido o de Luiz Flávio de Oliveira, que ainda apita por São Paulo e deve parar). Na retaguarda, atualizando e palpitando está o ex-árbitro italiano Nicola Rizolli (apitou a final da Copa de 2014), o ex-árbitro argentino Nestor Pitana (apitou a final da Copa de 2018) e o ex-árbitro Sandro Meira Ricci.

Na prática: Cintra, que tem um estilo bem centralizador, será o chefe da Comissão de Árbitros. E da mesma forma que peitava jogadores, peitará cartolas (será inevitável). Luiz Flávio, que não tem o estilo de liderança, será apenas um contraponto pelo seu estilo low profile. Os consultores renomados, enfim, foram árbitros de destaque mas que não são cartolas com bagagem suficiente (Pitana ficou pouco dias como chefe da Comissão do Equador). Eles palpitarão e Cintra, se quiser, mudará ou não sua opinião.

Aliás, vide que a CBF copia a FPF, que trouxe o argentino Patrício Loustau (nesse caso, como chefe da Comissão). À boca pequena, fala-se que quem trouxe e tirou Seneme foi Reinaldo Carneiro Bastos, o verdadeiro chefe da CBF. Aliás, a mudança da CA da CBF aconteceu igualzinho ao que acontece na FPF: um ou dois meses antes do torneio principal acontecer, com a entidade ainda em compasso de espera.

A ironia: por muito tempo, Cintra, aspirante à FIFA, quase herdou o escudo internacional de Wilson Luís Seneme. E hoje, ele herda a cadeira do próprio Seneme.

Por fim: antes de Seneme assumir o cargo, tentou-se o português Victor Pereira (homônimo do treinador). Os clubes não gostaram da ideia. Eles, no fundo, preferem brasileiros (pela obvia facilidade de fazer pressão). Justo os clubes que contratam treinadores estrangeiros aos montes…  

Torço para que dê certo, mas não acredito que o modelo funcionará. Conheço, trabalhei e me relacionei bastante com Cintra, Luiz Flávio, Eveleny e outros. São / foram honestos e competentes dentro das quatro linhas. Mas todos serão marinheiros de primeira viagem.

Me chamou a atenção a frase de Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF: ele querum futebol mais alegre, disciplinado e purificado”. O que seria alegria, disciplina e purificação da arbitragem?

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– O fim do rebote dos pênaltis: o que você acha disso?

Estando na UEFA, um dia, o ex-árbitro Pierluigi Colina defendeu a ideia sugerida pelo lendário Sir Alex Fergunson: a de que, em jogos eliminatórios com possível decisão por pênaltis, os tiros penais fossem cobrados ANTES, e não depois das partidas. A proposta não foi para frente (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-kw).

Agora, estando na Comissão de Árbitros da FIFA, Colina sugere a mudança na Regra 14: Tiro Penal. Para ele, os pênaltis não deveriam ter rebotes válidos!

A ideia é: se o cobrador fizer o gol, valeu o gol. Se bater na trave, o goleiro defender ou alguém chutar para fora, se reinicia com tiro livre indireto para a defesa ou com tiro de meta (conforme for o desfecho). De tal forma, uma bola rebotada em cobrança de tiro penal não permitiria a sequência do lance.

Uma das justificativas do italiano é: com tal medida, se evitaria o aglomerado de atletas à beira da grande área, tentando invadir o espaço.

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Ops: a proposta não tem chance de ser aprovada a curto prazo. Precisa ser discutida em 2025, para ser testada na temporada 2025/2026 e daí pra frente ser colocada “para valer”, caso os testes tenham bom resultado.