– Análise da Arbitragem de Paulista 1 x 4 São Caetano

Boa arbitragem do trio formado por Maurício Fioretti, Marcos Gonzaga e Gustavo Chacon. Claro, o jogo não exigiu. Partida fácil de se apitar e fez o be-a-bá do apito corretamente.

Aplicou na medida certa os cartões (26 faltas no jogo, 10×16 no placar), os poucos impedimentos foram assinalados e/ou não marcados e nenhum lance violento. Foi bem coibindo a cera.

A se destacar: Luiz Eduardo (SCA) e Jader (PAU) trocaram empurrões, após falta do jogador do Azulão. Ambos levaram Cartão Amarelo, corretamente. Se Jader, quando empurrado, não revidasse, só o adversário ficaria amarelado. Valeu para o jogador ganhar experiência.

Resultado ruim para o Galo em jogo morno de se assistir. Público de 661 pagantes e, na arrecadação final: prejuízo de R$ 10.210,00.

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– Qual era o segredo da FIFA?

Lembram-se de que, às vésperas da Copa das Confederações (e já faz quase 2 anos), o presidente da FIFA Joseph Blatter, deu uma entrevista coletiva sobre a competição e falou sobre a arbitragem do torneio?

Não nos esquecemos! Disse ele naquela oportunidade que abriria mão do uso de árbitros adicionais (AAA), mas que:

Durante a Confederation Cup o 4o árbitro, além de suas funções habituais, usará uma tecnologia até agora não discutida e que será testada em sigilo.

Pois é. O torneio acabou, o Brasil venceu, já passou a Copa do Mundo e nem a Comissão de Árbitros ou a própria FIFA revelaram o que foi testado secretamente. O uso de equipamento eletrônico para a confirmação da bola que ultrapassa totalmente a linha não era segredo. Então, o que teria estado às mãos do 4o árbitro que ninguém nunca viu e nem sabe?

Na necessidade de se conseguir alguma novidade ou metodologia inovadora em benefício ao futebol, criam-se expectativas até mesmo frustrantes. Eu mudaria algumas coisas para ajudar a arbitragem, e em especial, o uso de imagens para lances duvidosos (em situações específicas a se regulamentar).

E você, o que faria se pudesse ajudar a mudar o futebol?

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– Guilherme Ceretta de Lima na final do Paulistão! O que esperar?

Foram 8 árbitros no globinho após a fase 1. E 7 foram sorteados para 7 jogos sem repetir um só sequer, restando para o 8o jogo (a Final) o 8o árbitro, que virou “bola cantada”.

Probabilisticamente, tal evento é raro. Mas aconteceu. E a lógica e a coerência foram rendidas. Luís Flávio foi guardado dos grandes jogos, “escondido” nos sorteios dos mata-matas e… de tanto que foi falado que seria sorteado, não foi! Talvez os motivos estejam bem explicados no “PORÉM” nesse link: http://wp.me/p55Mu0-qq .

A FPF conseguiu escolher 8 árbitros para 8 jogos das fases eliminatórias. Luís Flávio de Oliveira (FIFA), o número 1 de SP, acabará o Paulistão sem ter apitado nenhum jogo decisivo. Ceretta será o único a ter apitado dois jogos dessa fase. E, acreditem, acabou-se por nenhum dos 2 árbitros FIFAS paulistas serem escalados para as finais.

Guilherme Ceretta começou a carreira muito bem. Fez grandes e bons jogos. Entretanto, foi ultrapassado na corrida pelo escudo da FIFA por Raphael Claus e Luís Flávio de Oliveira.
Alguns alegam que o ofício de modelo (sua atividade profissional) atrapalhou a carreira. Discordo, creio que ele consegue separar bem as coisas. Outros alegam que fisicamente não está tão bem. Concordo, ele realmente teve problemas nos testes físicos mas já os superou.

A crítica que faço está bem nítida na memória: um certo “desprezo” a jogos menos importantes, nos quais ele não costuma vibrar. Vide o ano passado, uma ruim atuação em Oeste x Paulista (em: http://wp.me/p55Mu0-eS) e com o mesmo defeito em Botafogo x Paulista (vide em: http://wp.me/p55Mu0-dO).

No histórico, Claus teria problemas na Vila Belmiro por ter expulsado Serginho Chulapa que posteriormente invadiu o campo para lhe questionar. O problema do sobrenome Oliveira pesou contra Luís Flávio. Ceretta não teve vetos do Palmeiras e, no jogo que apitou do Santos contra o XV de Piracicaba, uma boa atuação EXCETO o “pênalti de queimada” (o lance de mão na bola e bola na mão).

Espero um bom jogo e desejo uma boa arbitragem. E peço desculpas publicamente ao amigo Luís Flávio, já que, sem querer, “secamos ele”. Aliás, deveria procurar uma BENZEDEIRA: o único dos 8 não sorteados e, de tão preservado, ficou de fora de tanto que deu na cara…

Pela matemática, a proporção foi incrível: 7 ÁRBITROS SORTEADOS NÃO-REPETITIVAMENTE em 7 jogos, sendo que no penúltimo jogo foram Claus, Thiago Peixoto, Vinícius Furlan e Luís Flávio.

Acho que valeu o tal do “almoço modesto”!
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– Quem apitará a final do Paulistão? Conto aqui:

A tendência diz que será Luiz Flávio de Oliveira, a não ser que dê tudo errado. Explico:

Não se deve repetir os nomes dos mata-matas (a lógica, o bom senso e a METODOLOGIA adotada mostram isso). Portanto, foram selecionados 8 árbitros para as fases eliminatórias: Flávio Rodrigues de Souza, Marcelo Aparecido Ribeiro, Marcelo Rogério, Guilherme Ceretta de Lima, Raphael Claus, Thiago Duarte Peixoto, Vinícius Furlan e Luís Flávio Oliveira.

Vejam só: nas quartas-de-final,

  1. Flávio Rodrigues de Souza apitou Corinthians x Ponte Preta,
  2. Marcelo Aparecido Ribeiro apitou São Paulo x Red Bull,
  3. Marcelo Rogério apitou Palmeiras x Botafogo,
  4. Guilherme Ceretta de Lima apitou Santos x XV de Piracicaba.

Nas Semifinais:

  1. Raphael Claus apitou Santos x São Paulo,
  2. Thiago Duarte Peixoto apitou Corinthians x Palmeiras.

Nas finais:

  1. Vinícius Furlan apitou Palmeiras x Santos,
  2. e Luís Flávio Oliveira… é o que sobrou! Seria ele o árbitro a ser sorteado para Santos x Palmeiras?

Na verdade, algumas considerações:

– Falamos há 1 mês que Luís Flávio estava sendo poupado de jogos de apelo midiático; claro, não se pode queimar um bom cartucho;

– O Universo conspirou que sobrassem os teoricamente 4 melhores árbitros para as semifinais, sobrando Luís Flávio no último jogo;

– Ele é FIFA, o melhor ranqueado do Estado de São Paulo. Seria o árbitro número 1 do Estado de São Paulo esquecido para a Finalíssima?

PORÉM…

– Sabemos que a semana foi cheia na Barra Funda. O Palmeiras tem restrições com a família Oliveira (não por culpa de LF, mas do seu irmão Paulo César, que nunca “deu química” nos jogos do Verdão).

– O Jornal Lance publicou na 3a feira que Modesto Roma almoçou com a cúpula da FPF. Tema do almoço: ARBITRAGEM.

– Meu medo é que, de tanto que falamos do Luís Flávio, ele seja tirado de cena… Mas algum nome terá que ir no globinho da sorte junto ao dele!

Quem seria o seu árbitro da final?

Deixe os eu comentário:

(OPS: somente as 15h de hoje sairá o nome do “sortudo”.)

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– Entendendo Amarilla no jogo do SPFC: recado da Sulamericana?

Falamos, dias atrás, sobre as dificuldades de se encontrar árbitro brasileiro para apitar São Paulo x Cruzeiro pela Libertadores (os motivos estão em: http://wp.me/p4RTuC-ctg)

Pois bem. Para o Morumbi, já temos um nome: o paraguaio Carlos Amarilla!

Sim, ele mesmo. Lembram-se de Corinthians x Boca? Se não está lembrado, relembramos aqui: http://wp.me/p4RTuC-b0

Seria recado da Conmebol para quem “pede estrangeiro”? Talvez. O certo é: mudou o critério!

Aliás, é o debute de Amarilla no Brasil depois daquela suspeita arbitragem do Pacaembu. E creio que os dois times devem estar preocupados!
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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Paulista x São Caetano

Para o duelo entre o Galo x Azulão às 10h deste domingo, valendo pela última rodada da série A2, teremos a arbitragem de Maurício Antonio Fioretti, 43 anos, natural de Americana e agente de viagens.

Com 17 anos de carreira, a maior parte na A2 e na A3 e com participações na A1, Maurício tem como característica deixar o jogo correr. Não gosta de conversa dentro de campo, aplica muitos cartões e não titubeia no uso do Vermelho. É avesso a reclamações! No ano passado, não foi feliz na condução da partida entre Paulista 0x1 Red Bull, derrota com gol aos 49m do segundo tempo (para o histórico desse jogo, leia em: http://wp.me/p4RTuC-bvh)

Seu bandeira número 1 será o experientíssimo Marco Antonio Gonzaga da Silva, da Secretaria de Esportes de Aparecida, que fará um dos seus últimos jogos antes de se aposentar neste domingo. O bandeira 2 será Gustavo Chacon, vendedor de alimentos em Jaú, que fará apenas o seu 4o jogo. César Deolindo será o 4o árbitro.

Em tempo: há 2 anos e meio, Fioretti foi vítima de uma covarde agressão na partida da A3 envolvendo Marília x Independente de Limeira, por parte do zagueiro limeirense Sassá. O árbitro teve que se ausentar do gramado por algum tempo e fazer uso de cinta toráxica para se recuperar, após um golpe com a sola da chuteira no seu peito. Veja a agressão em: http://is.gd/JsHmq4.

Acompanhe a transmissão de Paulista x São Caetano pela Rádio Difusora Jundiaiense AM810 Jovem Pan Sat, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Domingo, jornada esportiva a partir das 9h00!

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– Escolha o árbitro para São Paulo x Cruzeiro!

Árbitros brasileiros estão sendo escalados para confrontos domésticos na Libertadores da América nos últimos anos. A exceção foi quando Alexandre Kalil conseguiu supostamente “desescalar” Heber e Vuaden dos jogos entre Atlético Mineiro x São Paulo, trazendo estrangeiros.

E para os confrontos entre São Paulo x Cruzeiro, a Conmebol manterá a risca ou trará árbitro de fora?

Veja só: Claus e Luiz Flávio estão fora por serem paulistas; Ricardo Marques é mineiro; Ricci foi péssimo no último jogo; portanto, teoricamente estão fora. Sobraram Leandro Pedro Vuaden (reprovado no teste da CBF) e que não deverá apitar, Anderson Daronco (RS) e Dewson Freitas (PA) que são novatos na FIFA e, costumeiramente, a Conmbeol não aproveita árbitros estreantes na Libertadores. Assim, temos disponíveis: Péricles Bassols Cortez (RJ), Wilton Sampaio (GO) e Heber Roberto Lopes (SC).

Desses 3 nomes, escolha 2: um para o Morumbi e outro para o Mineirão!

Você ficará com os brasileiros ou preferirá estrangeiros?
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– Árbitros do RJ se omitiram nas comemorações!

Eu me envergonho do comportamento dos árbitros cariocas nos dois últimos jogos do Vasco da Gama. Motivo: a FALTA DE CORAGEM em expulsar os jogadores que receberiam o 2o cartão amarelo.

No jogo entre Vasco x Flamengo (há uma semana), Rodrigo Nunes de Sá não aplicou o cartão amarelo para Gilberto por subir as escadarias da arquibancada e ir comemorar no meio dos torcedores. Seria o 2o cartão amarelo no atleta, e, portanto, teria que receber o Vermelho.

Neste domingo, na decisão entre Botafogo x Vasco, o árbitro Luiz Antonio Silva Santos repetiu o erro: Rafael Silva faz o gol decisivo em favor do Vasco e vai comemorar com a galera. Já tinha cartão amarelo, deveria receber o segundo e ser expulso, mas não recebe.

– Por quê?

Porque não quis dar ou estava desatento.

Se com a polêmica criada na semana passada após tal erro, era de se esperar que, caso acontecesse novamente, nenhum árbitro vacilaria em advertir com o cartão amarelo. E não foi isso o que aconteceu.

Duas coisas que me chamam a atenção:

1) A ousadia dos atletas em subirem para a torcida, e repetidamente!

2) A passividade dos árbitros. Teria sido feito um pedido pela Comissão de Árbitros da FERJ para que se faça vista grossa sobre isso?

Na Regra do Jogo, não há o que discutir: comemorações excessivas DEVEM ser punidas com cartão amarelo. E o que é comemoração excessiva?

Exemplos: atravessar o campo para comemorar e retardar o reinício de jogo, colocar a camisa sobre a cabeça e/ou desconfigurar o uniforme (goste ou não, é regra – Rivaldo fazia isso e depois parou de fazer), vestir uma máscara para comemorar (lembraram-se de Neymar na Libertadores?), ir até um orelhão fingir que está telefonando para alguém (era fato comum no Maracanã nos anos 80), debochar do adversário e incitar o torcedor (do seu ou de outro clube).

Sair de campo e ir em meio aos torcedores durante o jogo e sendo jogador que está na partida, por si só, já é para punição. Praticá-la em comemoração, chega a ser temeridade! E se a massa em êxtase invade o gramado?

Recordo-me de Fábio Simplício, ex-SPFC e que atuava no Palermo da Itália: em certa feita, fez um gol e subiu à arquibancada a fim de comemorar com um beijo apaixonado em sua noiva. Tomou o cartão amarelo…

Repito: estou IMPRESSIONADO com a omissão dos dois árbitros desses dois últimos jogos pelo descumprimento da Regra, bem como com a ousadia de Rafael Silva em repetir a infração na semana seguinte de uma polêmica de lance idêntico!

Será que o fez sabendo que não seria punido?

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– Análise da Arbitragem de Palmeiras 1×0 Santos

Antes da partida, em nossa análise pré-jogo, dissemos que Vinícius Furlan havia feito uma boa temporada, exceto o jogo em que foi muito exigido: Palmeiras x São Paulo na Fase 1 do Paulistão.

Pois bem: hoje, 3 erros de arbitragem em situações difíceis de jogo, que envolveram o árbitro e seus assistentes. Vamos a elas?

1 – GOL DO PALMEIRAS

Cleiton Xavier toca para Robinho, que está em posição de impedimento. A bola realmente estava em sua direção, e quando há a possibilidade iminente de domínio, Robinho abre as pernas para que ela chegue até Lucas, que cruza para Leandro Banana.

Participou ou não da jogada?

Em um primeiro momento, fiquei em dúvida. Revendo, fica claro que Robinho não abre as pernas para manifestar que está em impedimento passivo, mas sim para dar um corta-luz no seu adversário. Portanto, impedimento ativo e o gol ilegal. Mas veja só: um “abrir as pernas” que demonstrasse que desejaria abdicar da jogada deveria ser em lance rápido. Neste caso, havia tempo dele pular de lado, sair da bola ou expressar mais claramente que não quer participar da jogada. Provavelmente ele nem percebeu que estava em impedimento. Foi drible com o corpo, participação efetiva no lance. Errou o bandeira 2 Anderson Coelho na interpretação da jogada.

2- PÊNALTI NÃO MARCADO EM RAFAEL MARQUES

No final do 1o tempo, após uma tabela com Dudu, Rafael Marques recebe a bola dentro da área e Geuvânio o desequilibra levemente. Infração seja leve ou dura, não importa, é pênalti. Possivelmente o equívoco do árbitro seja por culpa da forma como Rafael Marques cai, talvez tentando valorizar a queda. Errou o árbitro Vinícius Furlan.

3- PÊNALTI EM LEANDRO BANANA

Paulo Ricardo corre junto com Leandro Banana, disputando a bola que está no ataque palmeirense. Ambos, no nascedouro da jogada, usam o braço. Próximo da área, o santista mantém o braço a frente e dificulta o avanço do atacante palmeirense. Ao perceber que está dentro da área, cai. O árbitro não marca, quem assinala é o bandeira. Errou o assistente Carlos Nogueira. Tamanha foi a confusão que o árbitro expulsa David Braz e ao perceber o erro o “desexpulsa”.

Em suma: jogo difícil e erros de arbitragem, em uma partida maluca onde os dois treinadores foram expulsos no intervalo e, pasmem, Serginho Chulapa foi o pacificador!

No próximo domingo, Luiz Flávio de Oliveira, provável sorteado (ou depois que aqui escrevemos não será mais?) terá muito trabalho.

EM TEMPO: Osvaldo de Oliveira foi flagrado na arquibancada depois de expulso. Tudo bem. Ali ele pode ficar, desde que não passe instrução ao seu time, seja por voz, por bilhete, por rádio ou de qualquer outra forma. Se ele for suspenso pelo Tribunal, aí não pode ficar nem no estádio, caso seja determinado.

URGENTE: VALDIVIA XINGOU O ÁRBITRO NO VESTIÁRIO E MESMO ESTANDO FORA DO JOGO FOI CITADO NA SÚMULA: http://www.fpf.org.br/sumulas2.php?cat=39&cam=73&jog=157&ano=2015

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– Palmeiras x Santos: Vinícius Furlan apita a 1a Final do Paulistão. E aí?

Quando ficaram de fora Vinícius Furlan e Luís Flávio de Oliveira dos sorteios para as semifinais do Paulistão 2015, estava claro que estariam sendo guardados para a Final, juntamente com Guilherme Ceretta.

Furlan, natural de Santa Bárbara do Oeste, foi o premiado para o 1o jogo no Allianz Parque. Penso que a bolinha cairá para Luiz Flávio de Oliveira na finalíssima da Vila Belmiro; afinal, seria irônico pouparem o FIFA paulista das Oitavas, Semis e 1o jogo da final, e na partida derradeira, o universo não conspirar a favor dele.

Mas faço uma consideração: se o São Paulo estivesse eliminado o Santos no último domingo, Furlan não estaria escalado pois certamente o Tricolor o vetaria, relembrando o episódio do jogo na fase 1 do Paulistão, onde Dudu sabiamente cavou a expulsão de Rafael Tolói e depois “montou cavalinho” no adversário, sem ser punido (relembre essa análise da arbitragem do Choque-Rei em: http://wp.me/p55Mu0-og).

Exceto esse clássico que foi difícil de ser apitado na Arena Palmeirense, onde não foi bem, Furlan tem mostrado grandes virtudes dentro de campo. Creio que a arbitragem passará batida nesse Palmeiras x Santos, já que as equipes colaboram.
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– Análise das expulsões de São Paulo 2 x 0 Corinthians. Como foi o juizão?

Me decepcionei com Sandro Meira Ricci. Acompanhe o histórico:

1) – Há dois meses, quando o fraco Ricardo Marques Ribeiro foi escalado no jogo de ida na Arena Corinthians, ficou clara a possível escalação de Ricci no Morumbi pelos motivos lógicos: eram os dois pré-selecionados para a Copa 2018 e considerados como árbitros brasileiros mais experientes em jogos internacionais na atualidade (escrevemos isso em: http://wp.me/p55Mu0-mU)

2) – No último sábado, quando foi divulgada a escala e confirmado o nome de Sandro Meira Ricci, lembramos: é ótimo árbitro, que às vésperas da Copa do Mundo foi irregular mas que durante o Mundial foi muito bem. Porém, no pós-Copa, foi um desastre! Está nitidamente em péssima fase (escrevemos em: http://wp.me/p55Mu0-pt)

3) – Na última 3a feira, o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, publicamente criticou o árbitro e o pressionou pré-jogo, alegando que as estatísticas mostravam 17 jogos apitados por Sandro e 10 expulsos do SPFC, contra 10 jogos e 1 expulso do Corinthians. Parece que a pressão deu certo…

Entenda as expulsões:

1) Emerson Sheik: o jogador disputa uma bola com Rafael Tolói, cai e, no chão, Tolói tenta a bola e chuta o Sheik com um “totózinho”. Tal lance é comum quando ocorre a chamada “bola presa”. Sandro deu falta para o São Paulo (provavelmente pela bola presa), o jogo se reinicia, Sheik se levanta e devolve o Totó, que é flagrado por Ricci. AMBOS os lances eram para cartão amarelo, não houve agressão de ninguém. Emerson pagou pelo histórico de catimba. O curioso é que Tolói fez o inverso do que sofreu no jogo contra o Palmeiras no Allianz: naquela oportunidade, levou uma cotovelada de Dudu, permaneceu de pé e revidou com um pontapé. Agora, ele pratica a falta (mais leve do que naquela oportunidade), sofre o revide (também mais leve) e cai, valorizando ao extremo o chute recebido. Errou Sandro Meira Ricci.

2) Luís Fabiano e 3) Mendoza: Luís Fabiano, em seu 1o lance na partida, reclamou acintosamente contra o bandeira número 2. Na metade do 1o tempo, o atacante sofre um tranco legal (um pouco mais forte, mas não infracional) em uma disputa de bola e reclama contra o árbitro, pedindo pênalti. Em ambas as reclamações recebe advertência verbal. No segundo tempo, reclama de novo com o bandeira (agora o número 1) e leva o cartão amarelo. Depois, em outra jogada, empurra Mendoza numa disputa de bola, que devolve o empurrão abrindo os braços contra ele. Não é tentativa de agressão, isso é falta por abrir os braços e impedir a disputa de bola (Cleber, zagueiro da época do Palmeiras / Parmalat fazia muito isso). Luís Fabiano simula ter recebido um tapa no rosto e cai. Sandro aplica o 2o cartão amarelo e consequentemente o cartão vermelho a Luís Fabiano, corretamente. Mas também expulsa Mendoza (por vermelho direto), erroneamente.

Ficará a questão: o correto seria cartão amarelo para ambos, mas LF seria expulso sozinho pelo 2o. Teria o árbitro peito de expulsar só o são-paulino, demonstrando que não estava sentindo a pressão?

Insisto: Me parece que Sandro expulsou Mendoza pelo efeito “Aidar”, assim também como Sheik. Trocando em miúdos: sentiu a pressão, nada de desonestidade. E ouso dizer: sentindo como o jogo estava, Luís Fabiano foi expulso pela sua própria burrice e descontrole em não entender a leitura da arbitragem.

Por fim, no final da partida, Centurion simulou ter recebido igualmente um tapa. Dessa feita, nada levou. E preocupado com o jogo que desandava, Ricci acabou a partida aos 46m, não aos 47, como indicara nos acréscimos.

Ruim arbitragem de quem precisava mostrar que a má fase poderia acabar nesta difícil partida em que foi escalado.

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– Conmebol previsível! Escala de São Paulo x Corinthians para Libertadores da América

Como hoje tem Majestoso, vale a republicação deste post, da semana passada. Leio que o presidente tricolor, Carlos Miguel Aidar reclamou pública e previamente do árbitro Ricci, em coletiva ontem, 3a feira. Ora, ele não esperava tal escala?

Há exatamente dois meses (18/02), soubemos que Ricardo Marques Ribeiro apitaria Corinthians x São Paulo na Arena de Itaquera, pela Libertadores da América. Fizemos algumas considerações e, por lógica, chegamos a conclusão que Sandro Meira Ricci estaria escalado para o dia 22/04, no jogo de volta no Estádio do Morumbi.

(Vide esse post no Blog “Pergunte ao Árbitro”, em: http://wp.me/p55Mu0-mU ou no arquivo digital do Bom Dia / Diário de São Paulo).

Reitero minhas observações: Ricardo Marques Ribeiro faria uma arbitragem ruim (e, de fato fez), e Sandro Meira Ricci deveria tentar uma arbitragem para recomeçar a carreira!

Quando surgiu, Ricci se destacou com arbitragens tecnicamente muito boas e disciplinarmente exemplares. Ganhou o escudo de Aspirante à FIFA, e nesse mesmo ano trabalhou em quase todas as partidas derradeiras do Campeonato Brasileiro, apitando (e muito bem) os principais jogos de cada rodada. Porém, Péricles Bassols, injustamente, levou a honraria de participar do quadro internacional. No seu segundo ano como Aspirante, manteve o ritmo e conseguiu o Escudo FIFA.

De lá para cá, Sandro Ricci fez apresentações irregulares. Ora grandes arbitragens, ora ruins trabalhos. Selecionado para a Copa do Mundo, foi bem nas partidas internacionais que antecederam a competição (Eliminatórias, Libertadores, Sulamericana). Durante o Mundial-14, esteve irrepreensível – indiscutivelmente, deu o seu melhor e foi um dos melhores.

Mas Pós-Copa… Sandro foi um desastre! Não fez um jogo bom sequer. Está lutando para se reencontrar e esse jogo de grande importância será decisivo para suas aspirações à Copa da Rússia 2018, já que não quer ser alijado da disputa tão precocemente.

Se o jogo é crucial para os clubes, será ainda mais para Sandro Meira Ricci.

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Espero um bom jogo, aguardo ótima arbitragem e desejo boa sorte!

– Coringão eliminado pelo Regulamento

Claro, quem assinou o regulamento do Campeonato Paulista com aceite total da FPF, não pode chorar as mágoas. É o caso do Corinthians. Mas é interessante discutir:

O Corinthians foi eliminado pelo Palmeiras numa semifinal, através das disputas de pênaltis devido ao empate durante o jogo.

O time saiu invicto do torneio (83,3% de aproveitamento), mas mesmo com nenhuma derrota, cederá a vaga à final ao Palmeiras, que perdeu 4 vezes. Sem perder para o Verdão no mata-mata (empatou na semifinal) e ganhando do adversário na casa dele no confronto direto do 1o turno, ficará de fora da decisão.

Não dá para discutir: tudo isso deveria ser discutido antes da concordância com a Federação Paulista. Apesar da campanha excepcional e melhor dos seus adversários, foi eliminado em disputa de pênaltis.

E vale ressaltar: na classificação OFICIAL da FPF, o XV de Novembro de Piracicaba é o 8o time do campeonato, com 37,5% de aproveitamento, mesmo estando o São Bernardo, com 40% de aproveitamento, em 13o .

Coisas que só se explicam pela omissão dos cartolas em serem mais efetivos na defesa dos interesses de seus clubes.

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– Erros de Arbitragem decidem no Cariocão!

Botafogo e Vasco da Gama estão na final do Campeonato Carioca.

O Fogão marcou um gol impedido e eliminou o Fluminense. Vascão ganhou do Flamengo com pênalti inexistente.

Dá-lhe arbitragem do Rio de Janeiro! Tecnicamente, fraca e decidindo. Que pena…

Os dois times amigos do Rubens Lopes que não criticaram o campeonato e apoiaram o ditador carioca estão na final. Os dois que discutiram com a FERJ foram eliminados por erros de arbitragem.

É ou não, e escrevo isso com dor no coração, de ficar com o pé atrás na arbitragem do futebol carioca? Não digo nem pela honestidade, mas pela ruindade.

Por quê não trouxeram árbitros de fora do RJ?
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– Análise da Arbitragem de Corinthians 2×2 Palmeiras

Jogo dificílimo para Thiago Duarte Peixoto. Pressionado antes do jogo por uma foto polêmica (vide em: http://wp.me/p55Mu0-pl), Thiago mostrou personalidade na partida, embora, sofreu muito para se encontrar no primeiro tempo.

Vamos lá:

  • FISICAMENTE, muitíssimo bem. Correu sempre próximo aos lances, tendo uma única observação a ser feita: em alguns lances, ao invés de estar próximo da jogada, ficou próximo da bola, e isso fez com que quase atrapalhasse a jogada por duas vezes.
  • DISCIPLINARMENTE, foi bem. Um ou outro lance a se discutir, mas nada relevante.
  • TECNICAMENTE, com problemas nos 45 minutos iniciais, e com boa precisão nos 45 minutos finais.

Aos 20m, Ralf sofre falta partindo para o ataque e ele entende como simulação e manda seguir, assim como aos 39m, quando Jackson parou Jadson que partia para o contra-ataque. Errou em ambos. Também cometeu uma falha ao matar um lance de vantagem ao ataque palmeirense aos 25 minutos, parando o jogo e dando a falta no campo de defesa. Acertou na advertência verbal na confusão entre Arouca e Mendoza.

No segundo tempo, quando a pressão tinha tudo para aumentar, os jogadores colaboraram muito! Isso ajudou o árbitro, que foi muito bem nesse período.

Se valesse nota, eu daria 5 no 1o tempo e 9 no 2o tempo. Média do jogo: 7. Ou seja, passou no teste – com a ressalva: se os jogadores não colaborassem no segundo tempo…

Em tempo: Parabéns aos dois bandeiras, atentos nos lances dos 1os gols de cada equipe, sabendo entender o impedimento passivo do atacante palmeirense na abertura do placar (assistente Alex Ang) e no gol de empate do Corinthians, com precisão cirúrgica (assistente Emerson Carvalho).
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– Conmebol risível e previsível! Escala de São Paulo x Corinthians para Libertadores da América

Há exatamente dois meses (18/02), soubemos que Ricardo Marques Ribeiro apitaria Corinthians x São Paulo na Arena de Itaquera, pela Libertadores da América. Fizemos algumas considerações e, por lógica, chegamos a conclusão que Sandro Meira Ricci estaria escalado para o dia 22/04, no jogo de volta no Estádio do Morumbi.

(Vide esse post no Blog “Pergunte ao Árbitro”, em: http://wp.me/p55Mu0-mU ou no arquivo digital do Bom Dia / Diário de São Paulo).

Reitero minhas observações: Ricardo Marques Ribeiro faria uma arbitragem ruim (e, de fato fez), e Sandro Meira Ricci deveria tentar uma arbitragem para recomeçar a carreira!

Quando surgiu, Ricci se destacou com arbitragens tecnicamente muito boas e disciplinarmente exemplares. Ganhou o escudo de Aspirante à FIFA, e nesse mesmo ano trabalhou em quase todas as partidas derradeiras do Campeonato Brasileiro, apitando (e muito bem) os principais jogos de cada rodada. Porém, Péricles Bassols, injustamente, levou a honraria de participar do quadro internacional. No seu segundo ano como Aspirante, manteve o ritmo e conseguiu o Escudo FIFA.

De lá para cá, Sandro Ricci fez apresentações irregulares. Ora grandes arbitragens, ora ruins trabalhos. Selecionado para a Copa do Mundo, foi bem nas partidas internacionais que antecederam a competição (Eliminatórias, Libertadores, Sulamericana). Durante o Mundial-14, esteve irrepreensível – indiscutivelmente, deu o seu melhor e foi um dos melhores.

Mas Pós-Copa… Sandro foi um desastre! Não fez um jogo bom sequer. Está lutando para se reencontrar e esse jogo de grande importância será decisivo para suas aspirações à Copa da Rússia 2018, já que não quer ser alijado da disputa tão precocemente.

Se o jogo é crucial para os clubes, será ainda mais para Sandro Meira Ricci.
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Espero um bom jogo, aguardo ótima arbitragem e desejo boa sorte!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Rio Branco x Paulista

Phillipe Lombard apitará Rio Branco x Paulista no próximo sábado. Ótima pessoa, bom árbitro e que talvez esteja apitando um dos seus últimos jogos (senão o último) neste sábado, por causa da aposentadoria. Aos 45 anos o árbitro é obrigado a parar.

Ao longo de sua carreira, o estilo do árbitro foi o de deixar o jogo correr, saber se impor em campo e não permitir reclamações.

Claudenir Gonçalves e Márcia Bezerra Caetano serão os bandeiras. E aqui um detalhe: Márcia é bandeira da FIFA desde 2009, é da Rondônia e bandeirou em alguns jogos do Brasileirão da série A. Realiza um sonho ao trabalhar em SP, onde resolveu morar e tentar a carreira na FPF. Tecnicamente, a acho fraca.

Boa sorte ao trio de arbitragem.

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– Cuidados com os árbitros na próxima rodada. Ou não?

Essa última semana foi difícil para o atributo “autoridade” dos árbitros. Começou na UEFA, com o ex-árbitro e agora cartola Pierluigi Colina determinando “tolerância zero” para as reclamações de jogadores. Juizão banana não apitará mais! Se permitir “bolinho de jogador” (aquela situação onde é cercado por diversos atletas), dançou.

Aqui no Brasil, Sérgio Correa da Silva determinou que o rigor seja o máximo nos jogos da Copa do Brasil e no Brasileirão a começar.

Justo. Os árbitros brasileiros confundem a necessidade de serem educados em campo (sim, isso é cobrado demais nos dias de hoje) com a FROUXIDÃO. Não precisa (e nem deve) xingar, mas deve-se saber se impor. Advertência verbal (a chamada “bronca”) é necessária e recomendada em muitos casos, mas infelizmente não é praticada mais. Se o juiz diz ao jogador que “na próxima” ele vai levar Cartão Amarelo, o atleta ousa a chiar e diz que foi ameaçado!

Hoje, com a saída de importantes nomes da arbitragem, reina o árbitro que fraqueja! Sim, pergunte aos boleiros quem é rigoroso? Não conseguirão citar 5 nomes. Quer exemplo? No Rio de Janeiro, Flamengo x Vasco foi um caso de que a arbitragem estava completamente conivente com as reclamações. Aqui em São Paulo acontece isso muitas vezes, onde há jogador que, se puder, dá Cartão ao Árbitro.

Depois das lamentáveis arbitragens (ruins técnica e disciplinarmente) desse último final de semana, os árbitros estão alertados a serem mais duros e incisivos nas punições. Portanto, cuidado jogadores. Se comportem melhor!

O meu medo é: em alguns jogos que antecedem as finais, temos visto árbitros que não apitam, mas MEDIAM o jogo, evitando aplicar os 3os cartões aos atletas pendurados.

Será que acontecerá de novo?

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– O “#FicaValdívia” é uma boa idéia?

Torcedores e admiradores de Valdívia fazem uma campanha na Internet chamada #FicaValdívia. A proposta é de convencer os dirigentes e o próprio jogador a renovar o contrato.

Vale a pena ter o chileno no Palmeiras, se analisar o custo-benefício?

Concordo que é um ótimo jogador, mas fisicamente está comprometido. Vide o número de partidas que joga e as lesões que apresenta.

  • Por tanto dinheiro, não valeria a pena repensar a ideia de renovação?
  • E o ambiente tumultuado?
  • E as queixas contra o Departamento Médico, solicitando um cubano para cuidar à parte dele?
  • E a chantagem na negociação, alegando que Kardec e Wesley foram embora?
  • E o não desejo de aceitar um contrato por produtividade, como os demais companheiros?
  • E as saias justas que ele coloca no time?

Vale a pena tudo isso em troca de alguns minutos em campo, vez ou outra?

Deixe seu comentário:
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– Árbitros de Danúbio x São Paulo, Corinthians x San Lorenzo e o Ranking da Conmebol!

O venezuelano José Argote apitará Danúbio x São Paulo nesta noite no Uruguai. Com 34 anos, tem pouca experiência em grandes jogos. Não é do “primeiro time” de árbitros da Conmebol, e sua carreira foi marcada por um recente episódio negativo: em uma das suas primeiras partidas, apitou Garcilaso x Cruzeiro, onde ocorreram as manifestações racistas contra Tinga, no episódio em que culminou com a CBF lançando a campanha “Somos Todos Iguais” com seu escudo em Preto e Branco. Na oportunidade, Jose Argote nada relatou, gerando protestos dos dirigentes cruzeirenses.

Já o peruano Victor Carrilo, 40 anos, apitará Corinthians x San Lorenzo na 5a feira. Experiente, participou da última Copa do Mundo e tem em seu histórico o rigor dentro de campo.

Será que de novo vemos uma coincidência: árbitros inexperientes em jogos de times brasileiros fora de casa, e em casa, experientes?

O que mais chama a atenção é o seguinte: a Conmebol divulgou os melhores árbitros do continente! E sabem quem é o melhor?

Sandro Meira Ricci!

Estaria ele se credenciando para apitar São Paulo x Corinthians na última rodada desta fase de grupos da Libertadores da América?

Abaixo a classificação de todos:

1.) Sandro Ricci, Brasil, 278 puntos (+7)

2.) Wilmar Roldán, Colombia, 248 puntos  (-7)

3.) Nestor Pitana, Argentina, 244 puntos (+7) [+1]

4.) Victor Carrillo, Perú, 234 puntos (+0) [+1]

5.) Enrique Osses, Chile, 220 puntos (-21) [-2]

6.) Carlos Vera, Ecuador, 196 puntos (+0)

7.) Antonio Arias, Paraguay, 176 puntos (-7)

8.) Heber Lopes, Brasil, 169 puntos (-7)

9.) Leandro Vuaden, Brasil, 163 puntos (-7)

10.) Dario Ubriaco, Uruguay, 161 puntos (-7)

11.) José Buitrago, Colombia, 160 puntos (+0)

12.) Roberto Silvera, Uruguay, 151 puntos  (-7)

13.) Julio Bascuñan, Chile, 148 puntos  (+14) [+3]

14.) Enrique Cáceres, Paraguay, 146 puntos (+0)

15.) Patricio Loustau, Argentina, 133 puntos (-14) [-2]

16.) Daniel Fedorczuk, Uruguay, 131 puntos (+14) [+3]

17.) Juan Soto, Venezuela, 129 puntos (-7) [-2]

18.) Carlos Amarilla, Paraguay, 123 puntos (+0) [-1]

19.) Julio Quintana, Paraguay, 118 puntos (+7) [+2]

20.) Ricardo Marques Ribeiro, Brasil, 117 puntos (+7) [+2]

21.) Raúl Orosco, Bolivia, 113 puntos  (+0) [-1]

22.) Omar Ponce, Ecuador, 106 puntos (-14) [-4]

23.) Adrian Vélez, Colombia, 106 puntos (+7) [+1]

24.) Roddy Zambrano, Ecuador, 94 puntos (+7) [+1]

25.) Mauro Vigliano*, Argentina, 90 puntos (+7) [+2]

CATEGORIA 2

26.) Patricio Polic*, Chile, 86 puntos (-14) [-3]

27.) Oscar Maldonado, Bolivia, 84 puntos (+0) [-1]

28.) Marlon Escalante, Venezuela, 69 puntos (-7)

29.) German Delfino, Argentina, 69 puntos (+0)

30.) José Argote, Venezuela, 63 puntos (+14) [+2]

31.) Diego Lara, Ecuador, 56 puntos (+0) [-1]

32.) Henry Gambetta, Perú, 50 puntos (+0) [-1]

33.) Pericles Bassols Cortez, Brasil, 49 puntos (+7) [+2]

34.) Imer Machado, Colombia, 46 puntos (+0) [-1]

35.) Wilton Sampaio, Brasil, 43 puntos (+5) [+1]

36.) Silvio Trucco, Argentina, 43 puntos (+0) [-2]

37.) Diego Haro, Peru, 37 puntos (+7) [+2]

38.) Andres Cunha, Uruguay, 36 puntos (+7) [+2]

39.) Ulises Mereles, Paraguay, 34 puntos (+0) [-2]

40.) Diego Ceballos, Argentina, 32 puntos (+0) [-2]

41.) Wilson Lamouroux, Colombia, 31 puntos (+7) [+2]

42.) Fernando Falce, Uruguay, 24 puntos (+0) [-1]

43.) Pablo Diaz, Argentina, 24 puntos (+0) [-1]

44.) Mario Diaz De Vivar, Paraguay, 23 puntos (+5) [+1]

45.) Jesus Valenzuela, Venezuela, 23 puntos (+5) [+1]

46.) Miguel Santivañez, Peru, 21 puntos (+5) [+2]

47.) Christian Ferreyra, Uruguay, 19 puntos (+0) [-3]

48.) Roberto Tobar*, Chile, 18 puntos (+5) [+3]

49.) Jorge Mancilla, Bolivia, 17 puntos (+0) [-2]

50.) Jose Jordan, Bolivia, 16 puntos (+0) [-1]

CATEGORIA 3

51.) Gery Vargas, Bolivia, 16 puntos (+5) [+1]

52.) Manuel Garay*, Perú, 14 puntos (+0) [-2]

53.) Eduardo Gamboa, Chile, 12 puntos (+7) [+2]

54.) Luis Sanchez, Colombia, 11 puntos (+5)

55.) Carlos Orbe, Ecuador, 10 puntos (+5) [+1]

56.) Luis Flavio Oliveira, Brasil, 7 puntos (+7) [+3]

57.) Jorge Osorio, Chile, 7 puntos (+7) [+8]

58.) Fernando Rapallini, Argentina, 5 puntos (+5) [+5]

59.) Jonhatan Fuentes, Uruguay, 5 puntos (+5) [+5]

60.) Raphael Claus, Brasil, 0 puntos (+0) [-3]

61.) Anderson Daronco, Brasil, 0 puntos (+0) [-3]

62.) Dewson Silva, Brasil, 0 puntos (+0) [-2]

63.) Jorge Baliño, Argentina, 0 puntos (+0) [-2]

64.) Dario Herrera, Argentina, 0 puntos (+0) [-2]

65.) Claudio Puga, Chile, 0 puntos (-7) [-12]

66.) Juan Ponton, Colombia, 0 puntos (+0)

67.) Juan Albarracin, Ecuador, 0 puntos (+0)

68.) Vinicio Espinel, Ecuador, 0 puntos (+0)

69.) Luis Garay, Peru, 0 puntos (+0)

70.) Luis Seminario, Peru, 0 puntos (+0)

71.) Juan Salvatierra, Bolivia, 0 puntos (+0)

72.) Luis Yrusta, Bolivia, 0 puntos (+0)

73.) Adrian Cabello, Venezuela, 0 puntos (+0)

74.) Mayker Gómez, Venezuela, 0 puntos (+0)

75.) José Hoyo, Venezuela, 0 puntos (+0)
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(José Argote, árbitro de hoje para Danúbio x São Paulo)

– A FIFA corrige a bobagem da FPF!

Quem acompanha nossa coluna no Bom Dia / Diário de São Paulo, cansou de ler sobre as críticas que fizemos contra o patrocínio da mesma empresa que estampa o uniforme do Palmeiras, estampar também o dos árbitros.

A FIFA tem um regulamento sobre arbitragem que proíbe o uso de patrocínio na camisa dos árbitros, EXCETO nas mangas e de empresas que NÃO patrocinem times nem gerem conflitos.

A FPF fez vista grossa, e até o presidente da Comissão de Árbitros, Cel Marcos Marinho, declarou de maneira infeliz:

“(…) A FIFA manda e organiza os campeonatos dela. A Federação Paulista tem seu próprio regulamento, seu próprio jeito de agir e suas próprias regras. A Fifa faz o que quiser com os campeonatos dela, com os da Federação Paulista é a gente que resolve. Não vamos voltar atrás, não há nenhuma possibilidade”.

Depois da rodada do final de semana, a FIFA se manifestou e disse que não pode mesmo! E, consequentemente, a FPF teve que respeitar a hierarquia e anunciou que o patrocíno acabou.

Imagine que toda a polêmica pré-jogo poderia ser evitada tão facilmente, se única e exclusivamente houvesse bom senso… se está no Regulamento da FIFA que não pode, pra quê insistir?
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– Resumo futebolístico do final de semana

Amigos, compartilho 5 jogos e 2 temas de análises da arbitragem desse final de semana.

Abaixo:

  1. Paulista 3×1 Catanduvense e a bobeada do juizão com o goleiro (A2), em: http://wp.me/p55Mu0-p0
  2. Corinthians 1×0 Ponte Preta e o gol anulado da Macaca (A1), clique em: http://wp.me/p55Mu0-oT
  3. Palmeiras 1×0 Botafogo e o gol anulado da Pantera (A1), clique em: http://wp.me/p55Mu0-oY
  4. Santos 3×0 XV de Piracicaba e o “pênalti de queimada” (A1), clique em: http://wp.me/p55Mu0-p2
  5. Inglaterra 2×2 Noruega e o Erro de Direito (Sub19 Fem), clique em: http://wp.me/p55Mu0-oV
  6. Cariocão e Paulistão sobre Pressão e os Tipos de Erros, clique em: http://wp.me/p55Mu0-oR
  7. O Lamentável Patrocínio dos Árbitros e a Ética dos Cartolas, clique em: http://wp.me/p55Mu0-oJ

Todos os temas podem também ser acessados no Bom Dia Jundiaí/ Diário de São Paulo, em: http://www.redebomdia.com.br , ou no Blog “Discutindo Contemporaneidades”, em: http://professorrafaelporcari.com

Att

Rafael Porcari
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– Análise da Arbitragem de Paulista 3×1 Catanduvense

Mezzo bom, mezzo fraco. Duas notas diferentes para dois tempos distintos: assim foi a avaliação do árbitro Luciano Aparecido Monteiro na vitória do Galo sobre a Bruxa.

O 1o tempo foi fácil para a arbitragem: dois cartões amarelos bem aplicados e uma correta expulsão. O jogador Alemão (CAT), aos 19m, divide com o pé alto, atingindo a cabeça de Sandro Silva (PAU). Deve-se ter atenção especial em lances assim, mesmo que sejam imprudentes, de pés que atinjam a cabeça. Se não atinge, é lance de tiro livre indireto. Se atinge o corpo de maneira temerária, é Cartão Amarelo. Com força proporcional e ainda por cima na cabeça, é Vermelho!

No 2o tempo, o árbitro teve muita dificuldade em coibir a cera e se impor. Mas um lance me chamou a atenção: na enésima queda do goleiro Guilherme, o árbitro paralisou o jogo com a bola rolando para avaliar a “suposta contusão”. E, ao perceber que era simulação, aplicou o cartão amarelo.

E como se recomeça esse lance?

Com tiro livre indireto ao Paulista, no local da simulação. Se o árbitro avaliasse que foi realmente contusão, deveria recomeçar com bola ao chão no local onde a bola estava no momento da paralisação. Mas NUNCA com tiro livre direto ao Catanduvense, já que ele aplicou o cartão ao goleiro por cera. Isso se chama “Erro de Direito”.

Os bandeiras trabalharam bastante, mas o assistente 1, por pelo menos 3 vezes, ficou esperando o árbitro para definir o lado dos arremessos laterais. Embora, nos lances capitais (impedimentos ou não no 2o e 3o gols do Paulista), tenha acertado. bomba.jpg

– E o Gol anulado da Pantera no Palmeiras 1×0 Botafogo?

Ouço que Marcelo Rogério encontrou uma partida difícil para se apitar em campo. Teve contra si reclamações de 1 gol anulado contra o Botafogo e 2 supostos pênaltis não marcados ao Palmeiras.

Por inúmeros compromissos profissionais não vi os lances penais, e talvez nem tenha tempo de ver. Mas recebi o lance da anulação do gol (vide em: http://vine.co/v/eueVU1HwQVZ). Por ele, não tenho dúvida do acerto de Marcelo: o jogador do Botafogo cabeceia no braço de Fernando Prass quando ele executa o domínio. Isso não pode. Quando o goleiro está realizando a defesa, não pode ser trancado ou tocado. Tiro livre direto para o Palmeiras marcado com correção.

Mas o mote principal desse jogo é o seguinte: a indisposição de qualquer árbitro em apitar tal jogo!

Sim, o episódio Crefisa colocou fogo nas redes sociais. É claro que o árbitro honesto não pode dar atenção a isso, mas ninguém é 100% blindado em situações de pressão. Se errar a favor do Palmeiras, levantar-se-á a possibilidade de acerto nos bastidores devido aos mesmos patrocinadores. Se errar contra o Palmeiras, dirão que como “prova de honestidade” prejudicou deliberadamente. São duas das inúmeras idéias dos adeptos de “teorias da conspiração”.

Na verdade, essa escala era perigosa, daquelas que poderiam encerrar a carreira de qualquer um.

Quis o destino que Raphael Claus, favoritíssimo para uma das finais, não fosse sorteado. Tendo apitado grandes jogos ao longo do ano, está “treinando” para os jogos finais do Paulistão apitando Atlético Mineiro x Cruzeiro neste domingo. E Marcelo Rogério, que desde aquela ótima arbitragem no Moisés Lucarelli em 2014 (Ponte Preta x Corinthians, quando expulsou dois jogadores corinthianos), não apitou mais clássicos da A1. Para mim, um contrassenso… Para manter o ritmo em grandes jogos, HÁ DE SE APITAR GRANDES JOGOS. É a lógica!

Marcelo está às vésperas de se aposentar. Quase o acaso do sorteio o aposenta antes da hora. Sorte de Claus, Bizzio, Luís Flávio, Ceretta, Marcelo Ribeiro, Furlan e tantos outros que não caíram nesse jogo, de grande pressão pré-jogo.
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– A partida remarcada parcialmente pela UEFA!

Me recordo de já ter visto partida anulada por Erro de Direito, e o jogo, “re-jogado”. Mas partida onde há Erro de Direito ser jogada somente a partir do tempo de jogo do erro cometido, é a 1a vez!

Na Europa, após a Copa de 90, vi uma ou outra vez cartão amarelo ser “retirado” por tribunais via imagens (recentemente, tivemos o caso de Cristiano Ronaldo). Não gosto da ideia de se alegar “Erro de Fato” (quando o árbitro se equivoca numa tomada de decisão por má interpretação do lance) e cancelar um cartão. Ora, “erro de fato” acontece no campo e não pode ser “re-apitado”.

Já o “Erro de Direito” é quando um árbitro descumpre a Regra por desconhecimento. O time prejudicado tem o “direito de pedir um novo jogo”.

Pois bem: aconteceu nas Eliminatórias da Eurocopa Feminina Sub 19, Inglaterra 1×2 Noruega (em Belfast, na Irlanda): quando estava nos acréscimos do 2o tempo (51 minutos!), a árbitra alemã Marija Kurtes marcou pênalti para a Inglaterra. A atacante inglesa Leah Williamson cobrou, marcou o gol e sua companheira invadiu a área. Ao invés de mandar repetir a cobrança, a árbitra se atrapalhou com a Regra e marcou tiro livre indireto a favor da Noruega. Tudo isso faltando 18 segundos para o encerramento do jogo!

A FA (Football Association) reclamou na UEFA, que mandou reiniciar o jogo 5 dias depois do exato momento da cobrança de pênalti! E na re-cobrança, gol inglês. Fim de jogo: Inglaterra 2×2 Noruega.

Eu nunca vi algo assim. Por culpa dos poucos segundos, ao invés de marcar novo jogo, reiniciou-se a partir do erro cometido. Pensou se a moda pega?
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– Corinthians 1×0 Ponte Preta e o erro do Vicentinho!

Vicente Romano Neto tem quase 20 anos de atividade em jogos profissionais pela FPF. Considerado como um dos assistentes de ponta de São Paulo, é carinhosamente chamado pelos amigos de arbitragem de Vicentinho. Boa pessoa, foi importante colaborador do Sindicato dos Árbitros, ajudando a formar outros oficiais sempre com importantes palestras na entidade. É ele um grande voluntário na tradução dos textos da Regra do Inglês para o Português (aliás, nesta 2a feira o SAFESP estará em festa: é a posse – mais uma – do presidente Arthur Alves Júnior, re-re-eleito para mais um mandato).

Entretanto, mesmo com sua experiência e simpatia, deu azar no 1o jogo das quartas de final do Paulistão entre Corinthians x Ponte Preta (em um lance difícil pela velocidade da jogada) e errou.

No final do 1o tempo, Biro toca para Juninho que estava em ataque, mais a frente do que o seu marcador; porém, atrás de Fagner, que dava condição do outro lado do campo. Vicentinho mandou o jogo seguir corretamente. O pontepretano chuta para a meta e o goleiro Cássio espalma. Renato Cajá, sozinho, pega o rebote e finaliza para o gol. O detalhe é que no momento do chute de Juninho (e é a partir desse lance que se avalia o impedimento ou não), Cajá estava exatamente na mesma linha da bola. Portanto, GOL LEGAL MAL ANULADO.

De bate-pronto, eu diria que pela rapidez do lance, Vicente Romano Neto se atrapalhou por serem dois lances difíceis para se tomar uma decisão. Mas ao ouvir a explicação do comentarista da Rede Globo, Paulo César de Oliveira, gostei do seu ponto de vista: ele entendeu que “o bandeira já tinha dúvida no 1o lance, e como há uma 2a oportunidade de parar a jogada, ali cometeu o erro”.

Trocando em miúdos na linguagem popular: “na 1a vez que apareceu sozinho mandou seguir; mas duas seguidas é muita coisa…”

A moral da história será a de sempre: o erro realmente acontece em lance difícil com bandeira bem rodado. Mas nunca acontece a favor de time pequeno!

Não gostaria de contrariar essa máxima, mas sou dobrado pelas estatísticas. Avalie: quando foi que você viu um time grande ser eliminado por outro pequeno com erro de arbitragem em partida de mata-mata?

Calma lá: nenhuma acusação, mas constatação: a camisa pesa e a pressão psicológica assusta! Há dos árbitros estarem bem preparados.

E você, o que achou do lance? Deixe seu comentário:
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– Tipologia de Erros da Arbitragem e os Problemas no RJ e em SP

Sejamos justos: o Campeonato Paulista teve poucos erros graves de arbitragem. Isso é bom! Ocorreram “só alguns” lances mais absurdos, principalmente de mão na bola sendo invertidos como bola na mão, mas nada de tão assustador.

A verdade é: com os times grandes sobrando em relação aos pequenos, está facílimo apitar futebol!

É. Está fácil mesmo. Quando os erros ocorrem, os placares acabam encobrindo e camuflando as falhas. Culpa do nível técnico da competição.

Vimos em SP árbitros novos tendo boas oportunidades e as agarrando, embora, sem exigência significativa, como Thiago Scarascati e Vinícius Gonçalves. Também presenciamos árbitros que apareceram bem no ano passado tentando se firmar, como Vinícius Furlan e Leandro Bizzio Marinho, sendo que ambos apitaram clássicos e receberam algumas críticas em lances pontuais (cotovelada não vista de Dudu e bola na mão de Gil, respectivamente). Pela lógica, em dois jogos finais com times grandes, apitarão os FIFA’s Raphael Claus e Luís Flávio de Oliveira (xi, agora que eu os citei, não irão a sorteio… me desculpem, Xará e LF).

Já o Campeonato Carioca vive com muitos erros também, sendo que esses não são tão irrelevantes devido a rivalidade e a forma do torneio. Lá no RJ, do jeito que vai, precisaremos de árbitros de fora do estado com tanto veto!

Sabem qual é o diferencial na dificuldade encontrada pelos árbitros da FERJ e da FPF em seus jogos?

– O componente POLÍTICO!

Aqui em São Paulo os árbitros não estão sobre a pressão de um racha (os clubes aceitam tudo passivamente da FPF) onde de um lado há a politicamente forte dupla Fla-Flu, e do outro Vasco de Eurico Miranda com o Botafogo a reboque. Um mesmo jogo de igual dificuldade no Maracanã pode se tornar um inferno se comparado com erro idêntico no Morumbi, Itaquerão ou Allianz Parque.

Existem, basicamente, 2 tipos de erros observados:

1) Os erros ACEITÁVEIS– por exemplo: lances em que o jogador está impedindo por poucos centímetros; jogadas duvidosas onde após exaustivas repetições se chega à conclusão do erro, ou ainda lances que dividem a opinião pública (entre tantos lances difíceis de se decidir).

2) Os erros CONDENÁVEIS– por exemplo: atleta impedido com 2 metros à frente do penúltimo homem; bola que bate na mão e se marca tiro penal; lances claros de jogadas não-faltosas onde se assinala infração, entre outros.

E esses erros condenáveis se subdividem em:

2.1) DIFICULDADE TÉCNICO-DISCIPLINAR (árbitro fraco, que interpreta mal as jogadas ou que apita sem critério na distribuição dos cartões);

2.2) DESPREPARO EMOCIONAL (árbitro que aceita pressão de jogadores famosos, que apita ao barulho da torcida ou que sente pressão externa pré-jogo);

2.3) INFELICIDADE NO DIA DA PARTIDA (o popular “dia em que nada dá certo”; azar; urucubaca).

O meu medo, de maneira sincera, é que a briga política que o presidente da FERJ Rubens Lopes arranjou no Rio de Janeiro afete as finais do Cariocão, que esse ano virou Carioquinha. E que aqui em São Paulo a desnecessária receita financeira aceita pela FPF para bancar os árbitros da mesma empresa que patrocina o Palmeiras (leia sobre esse assunto com mais detalhes em: http://is.gd/FAMCREFISA), afete da mesma maneira as decisões do Paulistão, que por inveja do Rio também virou Paulistinha. E aí catalogaremos os erros do jogo, mui provavelmente, pelo item 2.2 desse texto: a pressão externa pré-jogo!

Atenção: errar não escolhe camisa em SP! E digo com “cabeça de árbitro” que: se errar a favor do Palmeiras, dirão os adversários que existe esquema de favorecimento; se errar contra, ocorrerá a hipótese de que o árbitro se preocupou tanto em não errar a favor para provar sua honestidade, que prejudicou o time!
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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Catanduvense

Luciano Aparecido Monteiro, natural de Ipameri/GO e morador em Sorocaba/SP, apitará o jogo em que o “Galo da Terra da Uva” receberá a visita da “Bruxa do Interior”.

O árbitro tem 11 anos de carreira, apita há 4 anos a série A2 e trabalhou em jogos do Paulista na A1 como Árbitro Adicional.

O juizão corre muito! Muito mesmo, pois é personal trainer, professor de Educação Física e participou de diversas provas de Pedestrianismo.

Não está pronto ainda para a série A1, mas é jovem e luta para subir de divisão. Não aplica muitos cartões, sempre está perto da jogada e não tem nenhum histórico que desabone.

O bandeira 1 será Mauro de Freitas, há tempos trabalhando na série A1. O bandeira 2 será Daniel Luís Marques, que desde a adolescência trabalha na arbitragem de futebol, só tem 34 anos de idade e costuma trabalhar em jogos importantes. Não sei porque a FPF não o tem prestigiado como deveria. O 4o árbitro será Anderson Cordeiro, que estreou na A3 esse ano.

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– Há tempo para se evitar o constrangimento!

Falamos sobre a antiética atitude da FPF em aceitar patrocínio aos árbitros de empresa cujo clube disputa o mesmo torneio, VIOLANDO NORMA DA FIFA (o assunto está bem explicado, bem como o que é permitido ou não em: http://wp.me/p55Mu0-oJ). Porém, as camisas já estão até confeccionadas!

Vale tudo por dinheiro aos cartolas?

Mas ainda há tempo para se evitar o constrangimento… Peguem o uniforme das últimas rodadas, dê uma lavadinha e entrem em campo!

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– O lamentável patrocínio aceito pela FPF aos árbitros!

José Roberto Lamacchia, palmeirense roxo declarado, é um empreendedor de sucesso. Ele é proprietário de duas instituições extremamente respeitadas: a CREFISA (da área de crédito financeiro) e da FAM (Faculdade das Américas). Ambas patrocinam a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Para essa fase final do Paulistão, Lamacchia resolveu oferecer patrocínio máster na camisa dos árbitros de futebol. E aqui temos a seguinte situação: A FIFA PROÍBE QUE OS ÁRBITROS SEJAM PATROCINADOS POR INSTITUIÇÕES QUE PATROCINEM OS TIMES DE FUTEBOL (exceto o fornecedor de material esportivo).

No seu artigo 15 do Regulamento Internacional de Arbitragem, diz que:

Anúncios de patrocinadores nas camisas de árbitros serão permitidos somente se não criarem conflitos de interesses com nenhum dos times participantes. Caso isso aconteça, o árbitro não deve utilizar nenhum anúncio na camisa“.

Aqui, há a evidente situação: se ocorrer um erro a favor do Palmeiras, há quem levantará a hipótese de que o investidor do time AlviVerde esteja sendo beneficiado por dar dinheiro aos árbitros patrocinando-os.

Porém, enquanto a sensatez fala sobre evitar confusões sobre isso (lembram-se que Rodrigo Braguetto, árbitro que prestava serviços ao Corinthians, foi retirado de uma final alegando-se “conflito de interesses” pelo próprio Marco Polo Del Nero?), o Cel Marcos Marinho, presidente da Comissão de Árbitros, disse em entrevista à ESPN:

“Não tem nada a ver. Isso não importa. Não importa que eles sejam patrocinadores do Palmeiras também. Eu confio nos meus árbitros e isso não vai prejudicar em nada as decisões. Não tem absolutamente nada a ver uma coisa com a outra. A Fifa manda e organiza os campeonatos dela. A Federação Paulista tem seu próprio regulamento, seu próprio jeito de agir e suas próprias regras. A Fifa faz o que quiser com os campeonatos dela, com os da Federação Paulista é a gente que resolve. Não vamos voltar atrás, não há nenhuma possibilidade”.

Me desagrada uma autoridade da PM ser o 1o a descumprir uma norma da FIFA. Aliás, o árbitro Anselmo da Costa não foi alijado de apitar jogos do Palmeiras de Luxemburgo devido ao fato de trabalhar no Instituto Luxemburgo? Qual a diferença?

Uma coisa eu concordo com o Coronel Marinho: a FPF realmente cria “regras próprias”! A da bola na mão virar pênalti como jogo de queimada é exemplo disso.

E você, o que acha de tudo isso?
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– E se der Pequeno contra Pequeno?

Deu a lógica no cansativo Campeonato Paulista: os 4 grandes estão nas quartas de finais. E se a lógica persistir, dois grandes jogos envolvendo Corinthians, Santos, São Paulo e Palmeiras nas semi finais.

Uma final entre dois grandes times é o desejo da FPF e da TV Globo. Para mim, isso é assunto que não se discute.

Mas…

Já imaginaram Red Bull x XV de Piracicaba na finalíssima?

Isso é possível, no papel.

E a Globo transmitindo os dois jogos no Pacaembu, já que o mando é da FPF?

Seria um desastre para eles. Mas, ao mesmo tempo, engraçado.
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– Análise da Arbitragem de Paulista 2 x 1 Monte Azul

Não gostei da arbitragem de Roberto Pinelli em Jundiaí, na vitória do Galo. Foram 3 momentos distintos:

Parte 1 – regular, 1o tempo: o árbitro teve uma partida muito fácil para apitar. Mas foi exageradamente detalhista. Em cobranças de falta no campo de defesa e sem ninguém por perto, mandava realocar a bola 10 cm de correção desnecessários, retardando o jogo. Além disso, houve atendimento médico ao Goleiro (2m), ao Jackson (1m40s) e ao Carlos Chaba (2m20s), mas ao invés de no mínimo 5 minutos de acréscimo, deu só 3. Sem contar que a partida foi iniciada 20h26 ao invés de 20h30…

Seus acertos foram a não marcação de um pênalti ao final do 1o tempo pedido por Mamadeira, em lance normal de jogo, além da não marcação de uma suposta bola na mão de Rodrigo Sabiá no campo de defesa do Paulista.

Parte 2 – boa, início do 2o tempo: quando a partida começou a se tornar faltosa, pensei que o árbitro vacilaria. Mas errei na previsão: aplicou muito bem os 5 cartões Amarelos (foram 15 faltas cometidas pelo Paulista e 11 do Monte azul em todo o jogo) e acertou diversos lances técnicos, em especial o pênalti bem marcado em cima de Deco a favor do Monte Azul.

Parte 3 – ruim, meio e término do 2o tempo: o árbitro começou a ter dificuldade em agilizar a partida, permitindo a famosa cera dos atletas do Monte Azul (mesmo aplicando um cartão amarelo para tentar coibir o retardamento). Nesse período, soltou o jogo e quase se perdeu com inúmeras faltas não marcadas. Fiquei preocupado pois, se tivéssemos mais tempo de jogo, a partida descambaria.

Em suma, o árbitro teve 3 distintos momentos no jogo, e os instantes de boa arbitragem não foram suficientes para suplantar os outros tantos momentos ruins.

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Paulista x Monte Azul

Roberto Pinelli, 38 anos, há 9 anos no quadro da FPF, que vem subindo ano-a-ano, degrau-a-degrau na carreira de árbitro, apitará Paulista x Monte Azul nesta 4a feira. Este ano é especial para ele se afirmar na série A2, e aguardar mais 1 ou 2 anos os jogos difíceis dessa série e tentar a A1.

O árbitro corre bastante, solta muito a partida e também aplica muitos cartões. Normalmente seus jogos tem muitos gols e muitas faltas. Não tem sido muito escalado nessa temporada (sua última partida foi na Rodada 09, Ferroviária 3×2 Rio Branco) e isso me preocupa: a falta de ritmo de jogo.

Não deixa passar detalhes, dentro e fora de campo. Por exemplo, nesse ano, em um jogo da Copa SP entre Criciúma (SC) X São José (RS), relatou na súmula o “atraso no início do jogo por culpa da execução integral do Hino Nacional, além da execução do Hino Municipal de Ilha Bela”. Sendo assim, que os clubes entrem no horário corretamente para que não se pague multa por atraso na partida.

Alexandre de Oliveira e Diogo Correia dos Santos serão os assistentes. Sem preocupações. José Paulo Canale será o 4o árbitro.

Espero um bom jogo e desejo boa arbitragem!
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– Cariocão e Paulistão: Erros e Acertos da Arbitragem; pitacos e outros assuntos do futebol!

Dois clássicos que agitaram o domingo: Flamengo 3 x 0 Fluminense e Corinthians 1 x 1 Santos, além de um jogo importante: Botafogo 2 x 0 São Paulo.

Vamos falar sobre a atuação dos árbitros?

FLA 3 X 0 FLU

Anderson Pico (FLA) vai dividir uma bola com Fred (FLU). O flamenguista toca levemente com o pé direito na perna esquerda do centroavante. Por estar no alto, Fred cai. Aqui não é simulação de falta, é desequilíbrio por estar pulando e ser tocado. Falta simples, sem cartão amarelo. Mas o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães entende que Fred se jogou (talvez por estar mal posicionado, atrapalhado pela chuva e com a memória da lembrança do inesquecível pênalti cavado no Itaquerão contra a Croácia, na Copa do Mundo). Como ninguém quer se passar por Nishimura, o árbitro nada deu (e errou).

Mas foram dois erros em um lance só: além de não marcar a falta, alegou que durante a queda Fred colocou a mão na bola, deu Cartão Amarelo a ele, e por este já ter recebido um Amarelo no jogo, aplicou o Vermelho.

Entenda: para se marcar mão deliberada, deve-se avaliar:

A) Única e exclusivamente a intenção do uso da mão (não existe imprudência);

B) A distância da bola e a rapidez da jogada (dava para “sumir a mão ou o braço” para que não existisse o toque?);

C) A posição do braço (grudado ao corpo, mão aberta) ou a direção da bola (ía para o gol ou não) não pode ser fator determinante.

Recentemente, tivemos a orientação da atenção ao “movimento antinatural da mão”. E aí fica a pergunta: que vantagem Fred levou com a bola que bateu na sua mão? Nenhuma! É o movimento de queda normal.

Mas algo pouco comentado: O lance foi falta para o Fluminense, mas se o árbitro entendeu simulação de Fred e na sequência o Flamengo não tendo vantagem na jogada, deveria ter marcado tiro livre indireto ao Flamengo! Assim, quando a bola bate na mão de Fred O JOGO JÁ ESTAVA PARADO E NÃO SE PODERIA APLICAR O CARTÃO AMARELO (TAMPOUCO O VERMELHO)!

Olha… um dos erros mais ridículos dos últimos tempos, em questões técnicas (não marcando a falta para o Flu mas mão para o Fla) e disciplinares (expulsando jogador que cai sobre a bola).

SCCP 1 X 1 SFC

Por ser sua estréia em clássico e, sem nome algum, foi ótima a arbitragem de Vinícius Gonçalves Dias Araújo.

Já houvera avaliado algumas arbitragens suas em jogos não tão importantes – tanto na A1 ou em jogo do Paulista FC o qual ele apitou. Está subindo aos poucos na carreira.

Discreto, tentou, na medida do possível, segurar os ânimos de jogadores que não colaboram com o árbitro, em especial Emerson Sheik, que ficou em campo graças ao “limite do limite da tolerância”. Mais dois minutos de jogo e creio que seria expulso.

Vinícius fez o be-a-bá: aplicou os cartões corretamente, marcou o que tinha que marcar e a ele apenas uma ressalva: seu posicionamento em campo! Corre muito, mas o problema é que fica “em cima da bola”. Você deve estar PRÓXIMO DA JOGADA, mas não DENTRO DA JOGADA, atrapalhando a passagem da bola. Precisa corrigir isso.

BOT 2 x 0 SPFC

Se o árbitro Vinícius Gonçalves tem tido uma carreira de ascensão paulatina, inversamente tem acontecido com o árbitro Douglas Marques das Flores, que apitou em Ribeirão Preto. Sem uma base sólida nas categorias menores ou com um número significativo de partidas na A2 e A3, estreou na A1 em 2015 tendo trabalhado em jogos do Corinthians, Santos, Palmeiras e agora no do São Paulo! Má gestão da carreira e sorte incrível no sorteio dos árbitros.

No começo da partida, Ewandro (SPFC) avança para o ataque e, ao entrar na área do adversário, é levemente empurrado pelo zagueiro do Botafogo de Ribeirão Preto, número 4. Em um 1o momento tive a impressão de que o atacante tricolor tinha conseguido finalizar normalmente sendo irrelevante o toque. Mas ao rever a jogada, não tenho dúvida: O chute de Ewandro saiu fraco pois ele foi desequilibrado pela mão que o empurrou. Reveja o lance e avalie: se ele não fosse empurrado, teria muito mais firmeza para o chute e não cairia para o lado. Mais: se o empurrão fosse depois do disparo do chute, segue o jogo. Mas não foi o caso aqui. Portanto, pênalti não marcado, que repercutiu pouco devido a qualidade do futebol apresentado pelo São Paulo.

OUTROS

1) Não está fácil para ninguém. Leio que o Real Madrid respira aliviado depois de golear o pequeníssimo Granada por 9×1. Estando na fase decisiva da Champions League e vice do Espanhol, tendo Cristiano Ronaldo, Benzema, Bale e outras estrelas, havia crise? O que dirá então do nosso glorioso Paulista FC que foge da A3 no sufoco com gols do promissor Erick Mamadeira, sempre depois dos 40m do 2o tempo…

2) Muricy está visivelmente abatido e a diretoria do São Paulo claramente irritada. O casamento acabou, é notório o mal estar e o divórcio inevitável está por pouco. O que falta para admitir que a relação acabou? O dinheiro para recisão? Uma das partes tomar iniciativa?

3) Cruzeiro e Atlético Mineiro, representantes de Minas Gerais na Libertadores da América, perderam para Tombense e Caldense. Sem comentários.

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– Racismo no Futebol: De novo?

O tema está cansando: mais um jogador é ofendido com os dizeres de “macaco”. Agora foi Elias, do Corinthians, sendo xingado pelo adversário uruguaio Gonzales, jogador do Danúbio. O árbitro nada viu.

Chamar um cidadão negro de macaco é algo deplorável. Crime de racismo deveria ter punição muito rigorosa, afinal, é menosprezar alguém de maneira humilhante. Todos somos de uma mesma raça: a raça humana. Sendo assim, se a cor da pele é mais escura ou mais clara, não significa nada (ou não deveria).

Infelizmente, ainda não vi nenhum árbitro flagrar tal ato e aplicar o Cartão Vermelho. Mas os Tribunais de Justiça das entidades, mediante tantas provas áudio-visuais, devem suspender os atletas infratores.

Daniel Alves, do Barcelona, quando ofendido comeu a banana que foi jogada em campo contra ele. Hulk, do Zenit, respondeu com gols. Aranha, do Santos e hoje no Palmeiras, desabafou publicamente. E, infelizmente, Elias do Corinthians preferiu deixar o “assunto morrer”.

Discordo. Deveria protestar e insistir para que a diretoria do Corinthians peça sanção rigorosa à Conmebol. O problema é: a Confederação Sulamericana vai punir Gonzales?

Fiquemos no aguardo!
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