– Quem é Yael Falcon, o árbitro de LDU x SPFC?

Eu não gosto de árbitros de ascensão meteórica na carreira, e Yael Falcon é um deles.

Vejam só: o argentino Falcon tem 37 anos de idade, é Professor de Educação Física e tem 10 anos de carreira. Porém, somente há 3 anos estreou na 1ª divisão e no ano seguinte já ganhou o escudo da FIFA.

Ainda sem experiência em grandes jogos, foi para as Olimpíadas de Paris 2024 e Mundial de Clubes 2025 (trajetória muito parecida a de Ramon Abatti Abel).

Curiosamente, sem jogos expressivos na Libertadores nesse ano (apitou Alianza-PER x Desportivo Iquique-CHI, Nacional-COL x Nacional-URU e Bahia-BRA x Nacional-URU), mas ainda assim é escalado numa quarta-de-final da principal competições de clubes do continente (seu histórico: 12 amarelos e nenhum vermelho).

Alguém pode ponderar que ele apitou Atlético Madrid x Seatle e Chelsea x Esperance no Mundial de Clubes. Cá entre nós: você coloca árbitros jovens em partidas de times grandes contra pequenos, e nesse torneio foram jogos fáceis de se apitar nessa fase inicial.

Me lembrei de Patrício Polic: um árbitro chileno, que surgiu numa partida tão importante quanto essa (Atlético Nacional x São Paulo), que foi um coadjuvante nessa fase, e fez uma lambança que muitos tricolores não esquecem… (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2016/07/12/analise-pre-jogo-do-arbitro-de-atletico-nacional-x-sao-paulo/).

Yael Falcon costuma deixar o jogo rolar bastante, não dá faltinhas e “administra” cartões. Cera, catimba e outras malícias costumam ser advertidas apenas com bronca. É uma aposta da Conmebol.

Apesar de pouco tempo de primeira divisão na Argentina e menor ainda na FIFA, torço para que vá bem.

– Por que o VAR não chamou o árbitro?

Nesse breve vídeo, sobre o “pênalti sem bola” de Scarpa em Neymar (Atlético 1×1 Santos) e a explicação bem humorada do meu amigo “Zé Boca de Bagre” (que não tem papas na língua) do motivo pelo qual o VAR não chamou o árbitro,

em: https://youtu.be/kzA1aCXwRUA?si=C8-DEscfvqC74bI_

– O lance de Scarpa em Neymar: pênalti!

Entenda: há 3 situações para se marcar um pênalti em disputa de bola:

  • Jogo imprudente (não quis atingir o adversário, mas atingiu);
  • Ação temerária (foi disputar com risco de lesionar o adversário);
  • Jogo brusco grave (força excessiva na disputa).

Respectivamente, são lances para: Não aplicar Cartão, Cartão Amarelo e Cartão Vermelho.

  • Sem disputa de bola, uma agressão é motivo para Cartão vermelho e pênalti.

Em Minas Gerais, Neymar (SFC) chuta para o gol. Gustavo Scarpa, atrasado, tenta disputar a bola mas está distante do santista e se joga. Quando Everson está defendendo a bola, o atleticano “atropela” o oponente. Ou seja: não quís fazer a falta nem atingir o adversário, mas perdeu o tempo de disputa e imprudentemente o atingiu. E, mesmo sem bola (que estava em jogo), é falta (dentro da área, pênalti). Não sei porque repercutiu tão pouco.

De novo, um erro considerável do árbitro Bruno Arleu. Será que no final do ano ele realmente perderá o escudo da FIFA para o também carioca Alex Stefano, como se especula?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Sport (Rodada 23 do Brasileirão da Série A)

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Anderson Daronco -RS
Árbitro Assistente 1: Michael Stanislau -RS
Árbitro Assistente 2: Tiago Augusto Kappes Diel -RS
Quarto Árbitro: Thaillan Azevedo Gomes -AP
Assessor: José Mocelin -RS
VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ
AVAR: Daniel do Espírito Santo Parro RJ
AVAR2: Pathrice Wallace Corrêa Maia – RJ
Observador de VAR: Ednilson Coron-SP
Quality manager: Walter de Lima Coelho Junior -SP

Equipe de arbitragem de campo gaúcha, equipe de VAR carioca, e quarto-árbitro… do Amapá! Não se entende a “geografia das escalas da CBF”… 

Enfim: Anderson Daronco, que emagreceu 9 kg e melhorou sua condição técnica pela própria melhora física, apitará esse jogo. Está numa ótima sequência de jogos no Brasilerião, mas, ainda, cometendo o mesmo defeito: no final das partidas, começa “administrar o jogo” com inúmeras faltinhas.

Eu recomendaria: que o Red Bull Bragantino faça jogadas de “entrada na área” principalmente no primeiro tempo, pois costumeiramente, em jogo do Daronco, o segundo tempo se concentra no meio de campo, com muitas paralisações e pouco tempo de bola rolando.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Sport pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 14/09, 11h00. Mas desde às 10h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Dia do Árbitro de Futebol.

… e também do de vôlei, basquete, críquete, pólo-aquático… É dia do Árbitro Esportivo!

Orgulho-me de estar incluído nesta lista. Afinal, uma vez árbitro, sempre árbitro!

Feliz 11 de setembro, nosso dia! Que tenhamos o que comemorar e que nessa data nossas mamães sejam poupadas.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Sport (Rodada 23 do Brasileirão da Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Anderson Daronco -RS
Árbitro Assistente 1: Michael Stanislau -RS
Árbitro Assistente 2: Tiago Augusto Kappes Diel -RS
Quarto Árbitro: Thaillan Azevedo Gomes -AP
Assessor: José Mocelin -RS
VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ
AVAR: Daniel do Espírito Santo Parro RJ
AVAR2: Pathrice Wallace Corrêa Maia – RJ
Observador de VAR: Ednilson Coron-SP
Quality manager: Walter de Lima Coelho Junior -SP

Equipe de arbitragem de campo gaúcha, equipe de VAR carioca, e quarto-árbitro… do Amapá! Não se entende a “geografia das escalas da CBF”… 

Enfim: Anderson Daronco, que emagreceu 9 kg e melhorou sua condição técnica pela própria melhora física, apitará esse jogo. Está numa ótima sequência de jogos no Brasilerião, mas, ainda, cometendo o mesmo defeito: no final das partidas, começa “administrar o jogo” com inúmeras faltinhas.

Eu recomendaria: que o Red Bull Bragantino faça jogadas de “entrada na área” principalmente no primeiro tempo, pois costumeiramente, em jogo do Daronco, o segundo tempo se concentra no meio de campo, com muitas paralisações e pouco tempo de bola rolando.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Sport pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 14/09, 11h00. Mas desde às 10h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O Internacional levará a sério as reivindicações da torcida depois de “A Máfia do Apito”?

Durante a série “A Máfia do Apito”, exibida pela Sportv e disponível no Globoplay, o ex-árbitro Edilson Pereira de Carvalho disse:

“Eu apitei a Série A, Libertadores e Paulista. Por que só os jogos da Série A de 2005 foram anulados? Por que não o Paulista? Eu ganhei muito mais dinheiro no Paulista que no Brasileiro (…) Eu mudei o campeão brasileiro de 2005. Se não tivesse a máfia do apito, com certeza o Inter seria campeão.”

Diante disso, torcedores do Internacional usam as Redes Sociais pressionando para que a diretoria do Colorado entre na Justiça questionando o título corintiano e reivindicando aos gaúchos a honraria*.

Na ocasião, causou muita polêmica a questão das manipulações de resultados. Há partidas em que, visivelmente, nada houve de errado, embora questionou-se quais deveriam ser anuladas ou não – e se todas deveriam ser jogadas novamente pelo fato da dúvida da lisura persistir. Mas não podemos nos esquecer: a decisão de Zveiter de anular os jogos foi ao vivo para todo o Brasil, quando questionado à exaustão pelo jornalista Milton Neves na TV Bandeirantes. O presidente do STJD à época (no domingo à noite) “bateu no peito” e disse que tomaria a decisão de invalidar esses jogos na segunda-feira seguinte.

Depois de 20 anos, alguém mexeria nesse “vespeiro” de novo? O Inter ousaria entrar na Justiça? Teria sucesso ou seria ironizado?

Aguardemos. No futebol, tudo pode acontecer.

* Informação extraída de https://www.terra.com.br/esportes/o-inter-seria-campeao-ex-arbitro-da-mafia-do-apito-reacende-polemica-sobre-brasileirao-2005,1859d82689f85efab34d49851a8b9138i795i35c.html?utm_source=clipboard

IN ENGLISH, by Gemini AI:

During the series “The Whistle Mafia,” shown on Sportv and available on Globoplay, former referee Edilson Pereira de Carvalho said:

“I refereed in Série A, Libertadores, and Paulista. Why were only the 2005 Série A games annulled? Why not the Paulista? I made a lot more money in the Paulista than in the Brasileiro (…) I changed the 2005 Brazilian champion. If it weren’t for the Whistle Mafia, Inter would certainly have been the champion.”

Given this, Internacional fans are using social media to pressure the “Colorado” board to take legal action, questioning Corinthians’ title and claiming the honor* for the Gauchos.

At the time, the issue of match-fixing caused a lot of controversy. There were matches in which, visibly, nothing was wrong, although there was a question of which ones should or should not be annulled – and whether all of them should be replayed because the doubt about their integrity persisted. But we cannot forget: Zveiter’s decision to annul the matches was live for all of Brazil, when he was questioned to exhaustion by journalist Milton Neves on TV Bandeirantes. The STJD president at the time “beat his chest” and said he would make the decision to invalidate those games.

After 20 years, would anyone stir this “hornet’s nest” again? Would Inter dare to take legal action? Would they succeed or would they be mocked?

We’ll wait and see. In football, anything can happen.


*Note: Colorado is the nickname for the Internacional club and its fans. Gaucho refers to people from the state of Rio Grande do Sul, where the club is based.

– O Internacional levará a sério as reivindicações da torcida depois de “A Máfia do Apito”?

Durante a série “A Máfia do Apito”, exibida pela Sportv e disponível no Globoplay, o ex-árbitro Edilson Pereira de Carvalho disse:

“Eu apitei a Série A, Libertadores e Paulista. Por que só os jogos da Série A de 2005 foram anulados? Por que não o Paulista? Eu ganhei muito mais dinheiro no Paulista que no Brasileiro (…) Eu mudei o campeão brasileiro de 2005. Se não tivesse a máfia do apito, com certeza o Inter seria campeão.”

Diante disso, torcedores do Internacional usam as Redes Sociais pressionando para que a diretoria do Colorado entre na Justiça questionando o título corintiano e reivindicando aos gaúchos a honraria*.

Na ocasião, causou muita polêmica a questão das manipulações de resultados. Há partidas em que, visivelmente, nada houve de errado, embora questionou-se quais deveriam ser anuladas ou não – e se todas deveriam ser jogadas novamente pelo fato da dúvida da lisura persistir. Mas não podemos nos esquecer: a decisão de Zveiter de anular os jogos foi ao vivo para todo o Brasil, quando questionado à exaustão pelo jornalista Milton Neves na TV Bandeirantes. O presidente do STJD à época (no domingo à noite) “bateu no peito” e disse que tomaria a decisão de invalidar esses jogos na segunda-feira seguinte.

Depois de 20 anos, alguém mexeria nesse “vespeiro” de novo? O Inter ousaria entrar na Justiça? Teria sucesso ou seria ironizado?

Aguardemos. No futebol, tudo pode acontecer.

* Informação extraída de https://www.terra.com.br/esportes/o-inter-seria-campeao-ex-arbitro-da-mafia-do-apito-reacende-polemica-sobre-brasileirao-2005,1859d82689f85efab34d49851a8b9138i795i35c.html?utm_source=clipboard

IN ENGLISH, by Gemini AI:

During the series “The Whistle Mafia,” shown on Sportv and available on Globoplay, former referee Edilson Pereira de Carvalho said:

“I refereed in Série A, Libertadores, and Paulista. Why were only the 2005 Série A games annulled? Why not the Paulista? I made a lot more money in the Paulista than in the Brasileiro (…) I changed the 2005 Brazilian champion. If it weren’t for the Whistle Mafia, Inter would certainly have been the champion.”

Given this, Internacional fans are using social media to pressure the “Colorado” board to take legal action, questioning Corinthians’ title and claiming the honor* for the Gauchos.

At the time, the issue of match-fixing caused a lot of controversy. There were matches in which, visibly, nothing was wrong, although there was a question of which ones should or should not be annulled – and whether all of them should be replayed because the doubt about their integrity persisted. But we cannot forget: Zveiter’s decision to annul the matches was live for all of Brazil, when he was questioned to exhaustion by journalist Milton Neves on TV Bandeirantes. The STJD president at the time “beat his chest” and said he would make the decision to invalidate those games.

After 20 years, would anyone stir this “hornet’s nest” again? Would Inter dare to take legal action? Would they succeed or would they be mocked?

We’ll wait and see. In football, anything can happen.


*Note: Colorado is the nickname for the Internacional club and its fans. Gaucho refers to people from the state of Rio Grande do Sul, where the club is based.

– O inocente Inocêncio foi culpado: sobre o pênalti e a agressão em Criciúma x Chapecoense.

Marcinho (Chapecoense) foi derrubado na área por Yan Souto (Criciúma), e o árbitro Felipe Fernandes de Lima (o mesmo do polêmico Athletico x SPFC pela Copa do Brasil) marcou pênalti ao time alviverde.

Eis que o pênalti é cobrado e a bola entra no gol. Mas um pouco antes, Gabriel Inocêncio (Chapecoense) agride Felipinho (Criciúma) e o VAR chama o árbitro (procedimento correto, o árbitro de vídeo tem essa responsabilidade).

O que deve fazer o juizão?

Repare que: a agressão ocorreu depois que o cobrador tocou na bola, e antes dela entrar no gol (a bola entra em jogo a partir do toque do atleta, não do apito do árbitro, que serve para autorizar a cobrança). Portanto, a bola está em jogo. Sendo assim, o gol deve ser anulado pois ocorreu uma agressão do companheiro do cobrador, o atleta infrator deve receber Cartão Vermelho e o jogo reiniciado com tiro livre direto à equipe do agredido, no local da agressão (correto o procedimento do árbitro).

IMPORTANTE: alguém pode alegar que ambos atletas invadiram a área, mas lembre-se: a regra mudou. Só se anula o gol se a invasão tiver impacto no resultado da cobrança.

E se a bola já estivesse entrado no gol, antes da agressão?

O gol deveria ser validado, e o agressor expulso (pois daí teria sido uma agressão com o jogo parado).

Que cáca o glorioso Inocêncio cometeu, não?

 

– 2º episódio da Máfia do Apito:

Para quem está acompanhando “A Máfia do Apito”, série documental da Sportv, saiba: hoje, 19h30, o 3º e último episódio.
Já para quem perdeu os anteriores, aqui: https://globoplay.globo.com/v/13902605/
.
Estou nessa produção também. Conto com sua audiência.

– Canastra Real:

Para quem perdeu o 1º dos 3 episódios de “A Máfia do Apito” (Canastra Real), o link da Globoplay em: https://globoplay.globo.com/v/13902176/

– A Máfia do Apito, série documental.

A série documental “A MÁFIA DO APITO“, sobre os 20 anos do maior escândalo do futebol brasileiro, irá ao ar em 3 episódios nos dias 05, 06 e 07 de setembro (6a, sábado e domingo) pela SPORTV, sempre às 19h30.

A partir de segunda, dia 08, também disponível no catálogo da GLOBOPLAY.

Nela, Edilson Pereira de Carvalho faz revelações até hoje inéditas. Pela primeira vez, o apostador Gibão falará sobre como assediou Edilson e Paulo Danelon.

Há depoimentos das autoridades policiais e esportivas, dos jornalistas André Rizek e Thaís Oyama, e dos ex-árbitros Rafael Porcari e Renato Fazanaro Canadinho.

O Trailer aqui:

– Pelo Globoplay e pela Sportv…

Estreia amanhã pela Sportv (e segunda pela Globoplay):

Participo dessa produção, junto com outros árbitros e personagens diversos.

Sobre o documentário dos 20 anos da Máfia do Apito, em: https://wp.me/p4RTuC-1a2v

– A Máfia do Apito, série documental:

A série documental “A MÁFIA DO APITO“, sobre os 20 anos do maior escândalo do futebol brasileiro, irá ao ar em 3 episódios nos dias 05, 06 e 07 de setembro (6a, sábado e domingo) pela SPORTV, sempre às 19h30.

A partir de segunda, dia 08, também disponível no catálogo da GLOBOPLAY.

Nela, Edilson Pereira de Carvalho faz revelações até hoje inéditas. Pela primeira vez, o apostador Gibão falará sobre como assediou Edilson e Paulo Danelon.

Há depoimentos das autoridades policiais e esportivas, dos jornalistas André Rizek e Thaís Oyama, e dos ex-árbitros Rafael Porcari e Renato Fazanaro Canadinho.

O Trailer aqui:

– Por que nos acostumamos com o errado no futebol?

No segundo tempo do Derby Paulista, no último domingo, Vitor Roque entrou na área e viu seu marcador se aproximar. Na sequência, se jogou descaradamente. O árbitro mandou corretamente a jogada seguir e ignorou a queixa de pênalti. O atacante ainda reclamou no chão, levantou-se e em seguida sorriu.

É simulação, e DEVERIA ser advertido com cartão amarelo, mas ninguém comentou isso. É a regra! Aceitamos a simulação como algo cultural? E não punir (desrespeitando a regra), idem?

Lá na Espanha, ele seria punido (tanto se jogou lá que os clubes nos quais jogou o criticaram). Simulação, na Inglaterra, é Cartão Amarelo (como a regra manda) acompanhado de vaia da torcida, que não gosta disso.

Até quando aceitaremos pênaltis inexistentes de bola que batem na mão e viram infração à brasileira, simulações, ceras dos goleiros e tudo mais que não deveria ser feito? Normalizar é algo muito ruim.

IN ENGLISH –

In the second half of the Paulista Derby last Sunday, Vitor Roque entered the box and saw his marker approach. He then dived shamelessly. The referee correctly let the play continue and ignored the penalty claim. The forward still complained on the ground, got up, and then smiled.

It was a simulation, and he SHOULD have been cautioned with a yellow card, but nobody commented on it. It’s the rule! Do we accept simulation as something cultural? And not punishing it (disregarding the rule), likewise?

Over in Spain, he would be punished (he dived so much there that the clubs he played for criticized him). In England, simulation is a Yellow Card (as the rule dictates) accompanied by boos from the fans, who don’t like it.

How long will we accept non-existent penalties for balls that hit the hand and become a foul the ‘Brazilian way,’ simulation, goalkeepers’ time-wasting, and everything else that shouldn’t be done? Normalizing is a very bad thing.

– As raízes dos problemas da arbitragem.

Agradeço ao Mauro Cezar Pereira pelo gentil convite para escrever um artigo sobre as raízes dos problemas da arbitragem brasileira, em sua coluna no UOL.

O link esta disponível em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/09/02/a-geopolitica-do-apito-e-a-inercia-dos-arbitros-explicam-erro-de-zanovelli.htm

– A geopolítica do apito e a inércia dos árbitros explicam o erro de Zanovelli no Maracanã.

Para o torcedor comum, foi “só mais um erro de ruindade do juizão” em Flamengo 1 vs 1 Grêmio (pênalti decisivo e inexistente de Ayrton Lucas). Mas o problema, em si, não é a baixa capacidade técnica dos árbitros brasileiros. A raiz do problema é outra

Sabemos que a formação dos “homens de preto” é ruim no Brasil. Não há uma Escola Nacional de Arbitragem, como na maioria do mundo, mas sim um “punhado de árbitros” indicados pelas federações estaduais (que são formados por elas mesmo) e que a CBF os recebe.

Perceba o seguinte: não é a CBF que descobre um árbitro no interior do Piauí e o integra ao quadro nacional por considerá-lo um talento, mas sim a Federação do Piauí (ou de Tocantins, de São Paulo e de todos os demais estados – e são elas que formam os nomes que a Comissão de Árbitros trabalhará). E chegam ao Brasileirão formados com suas características regionais: um estado mais rigoroso, outro que deixa o jogo rolar mais, e cada um “com o seu jeitão”. A CBF, eventualmente, tenta uniformizar os critérios e não consegue.

A verdade é que tudo isso se tornou conveniente por dois problemas sérios: a falta de meritocracia dos árbitros que ascendem aos principais jogos (ocorrida por interesses políticos) e as más orientações que recebem (e que, muitas vezes os árbitros sabem que há equívocos, mas se calam).

Vide:

  1. O “escudo FIFA” é instrumento de troca política há décadas. Para as federações, é um prestígio enorme dizer que seu árbitro pertence ao quadro internacional e seus cartolas regozijam-se na vaidade entre seus pares. Sabedora disso, a CBF nem sempre indica ao quadro internacional o melhor nome, mas o que interessa para acordos políticos. A negociação dessas premiações faz com ocorram situações contestáveis: estados brasileiros sem tradição alguma no futebol de ponta, acabam tendo em suas fileiras árbitros ou bandeiras da FIFA (vide o quadro feminino), mesmo não tendo condições técnicas. Veja o Paraná: há algum tempo não tem um nome internacional, e Lucas Torezin (veterano, do pênalti equivocado em Palmeiras vs Ceará) e Lucas Casagrande (jovem, com potencial) estão sendo escalados à exaustão. Ou o estado de Minas Gerais: desde Márcio Rezende de Freitas, tentou-se muitos nomes para a elite, mas o último FIFA mineiro foi Ricardo Marques Ribeiro (que não deixou saudades nos campos). Por falta de nomes, seu distintivo foi para Paulo César Zanovelli. Enquanto não aparecer um nome melhor, ele continuará sendo FIFA, pois a FMF “tem que ter” um representante nesse jogo político. E Zanovelli (o mesmo do pênalti de queimada em Grêmio vs Red Bull Bragantino, das dezenas de cartões de Bahia vs Flamengo que lhe custou a primeira”geladeira”, dos quase 10 minutos de VAR em Corinthians x Internacional, do erro de direito que lhe rendeu a segunda “geladeira” em Fluminense x São Paulo) ficará lá, intocável. O chefe dos árbitros da CA-CBF, Rodrigo Martins Cintra, que foi empossado pelo grupo político de Edinaldo / Reinaldo, entende bem como funciona essa sistemática, e garantiu seu cargo mantendo a política na gestão Samir Xaud/ Ricardo Teixeira. Ou como explicar a permanência de Zanovelli na FIFA e nos bons jogos escalados, repetidamente?
  2. A passividade dos árbitros é outro ponto negativo. Árbitro de futebol, ao contrário do que pensa o torcedor, não tem uma categoria unida (embora o senso comum entenda: quando um jogador sacaneia o juiz, outro árbitro vai vingá-lo e o atleta ficará marcado – e essa é uma situação verdadeira). Em geral, o árbitro que não está escalado torce contra o seu colega, pois queria estar no lugar dele. Como não há profissionalismo formal, nenhum juiz quer ficar em casa vendo seus pares apitando no Morumbi, no Maracanã ou no Mineirão. Acomodados, os árbitros não batem de frente com o sistema ou se unem contra ensinamentos errados. Prova disso são os pênaltis da Regra 12B (B, de brasileiro, em referência à Regra 12, que fala de bola na mão e mão na bola – mas que fazemos errado). Em 2014, Jorge Larrionda, ex-árbitro e instrutor Conmebol, ousou dizer aos árbitros que, em caso de dúvida, era mais fácil marcar infração na bola que bate na mão do que mandar seguir o jogo, pois como é algo interpretativo, daria polêmica de qualquer jeito. Ninguém teve peito de contestar, mesmo a própria Regra explicando que são intenção e movimento antinatural as duas únicas condições para se marcar. Com isso, virou queimada no Brasil… qualquer mão é falta ou pênalti. Avalie no próprio jogo do Flamengo contra o Grêmio: o defensor quis colocar a mão de propósito na bola, ou ainda, deixou o braço para que a bola batesse nele? Claro que não, foi um movimento natural de corrida, e bater a  bola na mão é casualidade e o jogo deve seguir. E, para piorar, muitos comentaristas de arbitragem (que eventualmente frequentam eventos da CBF e algumas festas) acabam fazendo malabarismos para justificar essas marcações bizarras, como que se “defendessem a causa”.

No mundo ideal, os melhores apitariam, os árbitros seriam formados e treinados por pessoas competentes da CBF e não pelas suas federações, e os aspectos políticos deixados de lado. Óbvio, os pênaltis inexistentes e os “jogos picados por excessivas faltas” (todo contato físico é infração no Brasil, é uma loucura) não existiriam. O problema é: onde estão as pessoas competentes e livres de amarras para fazerem isso?

Assista algum jogo da Premiere League e reveja Cruzeiro vs São Paulo, apitado por Anderson Daronco no último sábado (ou Corinthians vs Palmeiras, no domingo, apitado por Ramon Abatti Abel): é outro esporte, é outro tempo de bola rolando e outra dinâmica.

Não podemos normalizar os pênaltis “a lá brasileira”, da Regra 12B, nem aceitar sem contestar os jogos maltratados por inúmeras faltinhas no meio de campo, sem bola rolando.

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Visite meus blogs:
Blog Pergunte Ao Árbitro, dedicado à arbitragem de futebol: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com
Blog Discutindo Contemporaneidades, sobre assuntos gerais: https://professorrafaelporcari.com

– Por que nos acostumamos com o errado no futebol?

No segundo tempo do Derby Paulista, no último domingo, Vitor Roque entrou na área e viu seu marcador se aproximar. Na sequência, se jogou descaradamente. O árbitro mandou corretamente a jogada seguir e ignorou a queixa de pênalti. O atacante ainda reclamou no chão, levantou-se e em seguida sorriu.

É simulação, e DEVERIA ser advertido com cartão amarelo, mas ninguém comentou isso. É a regra! Aceitamos a simulação como algo cultural? E não punir (desrespeitando a regra), idem?

Lá na Espanha, ele seria punido (tanto se jogou lá que os clubes nos quais jogou o criticaram). Simulação, na Inglaterra, é Cartão Amarelo (como a regra manda) acompanhado de vaia da torcida, que não gosta disso.

Até quando aceitaremos pênaltis inexistentes de bola que batem na mão e viram infração à brasileira, simulações, ceras dos goleiros e tudo mais que não deveria ser feito? Normalizar é algo muito ruim.

IN ENGLISH –

In the second half of the Paulista Derby last Sunday, Vitor Roque entered the box and saw his marker approach. He then dived shamelessly. The referee correctly let the play continue and ignored the penalty claim. The forward still complained on the ground, got up, and then smiled.

It was a simulation, and he SHOULD have been cautioned with a yellow card, but nobody commented on it. It’s the rule! Do we accept simulation as something cultural? And not punishing it (disregarding the rule), likewise?

Over in Spain, he would be punished (he dived so much there that the clubs he played for criticized him). In England, simulation is a Yellow Card (as the rule dictates) accompanied by boos from the fans, who don’t like it.

How long will we accept non-existent penalties for balls that hit the hand and become a foul the ‘Brazilian way,’ simulation, goalkeepers’ time-wasting, and everything else that shouldn’t be done? Normalizing is a very bad thing.

– Sobre o pênalti equivocado em Flamengo 1x 1 Grêmio:

De novo um erro do árbitro Paulo Zanovelli em jogo importante, agora em Flamengo x Grêmio. Antes da partida, “cantamos a bola” que era uma ruim escalação e justificamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/08/29/sobre-alguns-arbitros-do-brasileirao-nesse-final-de-semana/

Sobre o tiro penal equivocado ao Grêmio, pela enésima vez, explicamos brevemente como se avalia o pênalti por mão na bola:

1) A intenção deliberada.
2) O movimento antinatural, fisiologicamente anormal, do jogador que quer “dar migué” e se aproveitar.

O jogador flamenguista fez isso? Não. Foi uma bola casual em movimento natural.

Lembro-me de Mássimo Bussaca, enquanto chefe dos árbitros da FIFA, que disse sobre os árbitros brasileiros:

“Um jogador precisa de sua mão e de seu braço para correr, se equilibrar e saltar. Não se pode jogar sem a mão. O árbitro precisa fazer a leitura correta do lance. Não se pode dar falta a qualquer toque na mão. Isso é um absurdo. O árbitro deve ver se a mão estava no local de forma natural ou não-natural. Tem que ser avaliado se o toque (da mão na bola) foi intencional ou não. Quando um jogador tenta fazer seu corpo maior usando a mão, isso deve ser punido. O juiz não pode só pensar como juiz e aplicar o que está escrito. Precisa se colocar no lugar do jogador para entender o movimento”.

Se preferir, veja esse texto de como a Premier League orienta os árbitros para NÃO DAREM esses pênaltis que só aqui existem: https://professorrafaelporcari.com/2025/08/14/as-regras-do-futebol-na-premier-league-e-as-nossas-regras-brasileiras/

– O que acontece com Neymar? Sobre Santos x Fluminense:

Há pouco, no jogo do Fluminense, Neymar já tinha cartão amarelo e deu um bico para longe na bola, em reclamação à arbitragem. Deveria ter recebido o segundo cartão amarelo e Wilton Pereira Sampaio contemporizou. Errou, e o “Menino Ney” não foi expulso.

O que acontece com ele?

Aliás, a pergunta pertinente: supostamente ele não foi convocado para a Seleção por estar lesionado (mesmo não tendo uma palavra clara de Ancelotti sobre isso), só que jogou hoje. Sarou antes da hora?

– Análise da Arbitragem de Primavera 2×0 Paulista

Nada de polêmico na arbitragem de Thiago Lourenço de Mattos. O único lance mais chamativo foi o pênalti ao Primavera, corretamente marcado.

O goleiro Lee, que até então estava fechando o gol no “abafa” que o adversário provocava, cometeu um pênalti por imprudência. O atacante Paulinho adiantou a bola, possivelmente seria tiro de meta ao Galo, mas Lee acabou atingindo ele ao sair afoito. A regra manda: pênalti, sem cartão.

Infelizmente, encerra-se o ano para as competições profissionais do Paulista FC.

– Sobre a confusão entre União São João x Noroeste (Copa Paulista):

Muita confusão no jogo União São João x Noroeste. Mais de 40 minutos de jogo parado, jogador expulso, desexpulso e expulso novamente.

O acontecido nessa partida (que não tem VAR), no texto do UOL em: https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/agencia/2025/08/30/arbitro-paralisa-jogo-da-copa-paulista-por-48-minutos-para-decidir-penalti-e-expulsao.htm

O que deveria ser feito, pela Regra do Jogo, no vídeo em: https://youtu.be/yTOyzZzCv20?si=LQxfEF8ubzGC1xCq

 

– Sobre o pênalti equivocado em Flamengo 1x 1 Grêmio:

De novo um erro do árbitro Paulo Zanovelli em jogo importante, agora em Flamengo x Grêmio. Antes da partida, “cantamos a bola” que era uma ruim escalação e justificamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/08/29/sobre-alguns-arbitros-do-brasileirao-nesse-final-de-semana/

Sobre o tiro penal equivocado ao Grêmio, pela enésima vez, explicamos brevemente como se avalia o pênalti por mão na bola:

1) A intenção deliberada.
2) O movimento antinatural, fisiologicamente anormal, do jogador que quer “dar migué” e se aproveitar.

O jogador flamenguista fez isso? Não. Foi uma bola casual em movimento natural.

Lembro-me de Mássimo Bussaca, enquanto chefe dos árbitros da FIFA, que disse sobre os árbitros brasileiros:

“Um jogador precisa de sua mão e de seu braço para correr, se equilibrar e saltar. Não se pode jogar sem a mão. O árbitro precisa fazer a leitura correta do lance. Não se pode dar falta a qualquer toque na mão. Isso é um absurdo. O árbitro deve ver se a mão estava no local de forma natural ou não-natural. Tem que ser avaliado se o toque (da mão na bola) foi intencional ou não. Quando um jogador tenta fazer seu corpo maior usando a mão, isso deve ser punido. O juiz não pode só pensar como juiz e aplicar o que está escrito. Precisa se colocar no lugar do jogador para entender o movimento”.

Se preferir, veja esse texto de como a Premier League orienta os árbitros para NÃO DAREM esses pênaltis que só aqui existem: https://professorrafaelporcari.com/2025/08/14/as-regras-do-futebol-na-premier-league-e-as-nossas-regras-brasileiras/

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Primavera x Paulista (Copa Paulista Sicredi, Rodada 12, jogo de volta).

E para o confronto do Galo contra o Fantasma em Campinas, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Thiago Lourenço de Mattos
Árbitro Assistente 1: Diego Morelli de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Enderson Emanoel Turbiani da Silva
Quarto Árbitro: Gabriel Furlan
Analista de Vídeo: Celso Barbosa de Oliveira

Thiago tem 40 anos de idade, e há 16 temporadas está na FPF. Já trabalhou na Série A1, e tive a oportunidade de comentar ele apitando Red Bull Bragantino x Ferroviária, tendo boa atuação naquela oportunidade. Foi ele também o árbitro de Paulista x Guarani, na Rodada 6 dessa edição da Copa Paulista.

Sabe deixar o jogo correr, aplica bem os cartões e tem bom posicionamento. Está bem escalado para o jogo.

Recomendo: evitar reclamação com a arbitragem, pois quando árbitros experientes vão para a Copa Paulista, não toleram queixas e advertem com Amarelo.

Acompanhe Primavera de Indaiatuba x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Luís Henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (31/08), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Botafogo/RJ x Red Bull Bragantino/SP (Rodada 22 do Brasileirão Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Glorioso no Estádio Nilton Santos, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Lucas Casagrande -PR
Árbitro Assistente 1: Victor Hugo Imazu dos Santos -PR
Árbitro Assistente 2: Maira Mastella Moreira -RS
Quarto Árbitro: Franciel dos Santos Martins -SC
Assessor: Ana Karina Marques Valentin -PE
VAR: Diego Pombo Lopez -BA
AVAR: Frederico Soares Vilarinho -ES
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade -ES
Observador de VAR: Marcos André Gomes da Penha -ES
Quality manager: Maria Victória Benetti Vargas -CBF

Lucas Casagrande é um jovem árbitro paranaense que está sendo preparado para ser um juiz da FIFA em breve. Com 25 anos, é o “Candançan do Paraná”. Será a sua 22ª escala pela CBF, nos diversos torneios profissionais (sendo a 9ª na série A). Nesse ano, apitou Red Bull Bragantino x Juventude.

Está com muita moral na CBF e ainda aguarda um jogo mais difícil para ser testado. Por ora, está deixando seus jogos correrem e aplicando bem os cartões. Aguardemos! 

Acompanhe conosco o jogo entre Botafogo vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 30/08, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Sobre alguns árbitros do Brasileirão nesse final de semana…

De novo, Zanovelli escalado em um bom jogo. Estará no Flamengo x Grêmio. Aliás, de novo em jogo do Mengão.

É uma preocupação em se ter um árbitro “FIFA de MG” que não tem explicação. Falta um bom nome, um árbitro seguro, mas se insiste com ele. Ele trava o jogo, não dá dinâmica na partida e se perde nos cartões.

Em uma disputa com um time que gosta de jogar (como o Flamengo) contra um time que trava a contenda (como os montados por Mano), corremos o risco da partida não ter bola rolando.

No Derby Paulistano, Ramon Abatti Abel foi escalado. Tanto Corinthians quanto Palmeiras não tem queixas contra ele em seus históricos, mas depois que voltou do Mundial de Clubes, Abatti Abel não fez nenhuma atuação digna do que fez lá nos EUA.

Por fim: Claus em Sport x Vasco. Sinto que depois que não foi escolhido para o próprio Mundial, o nosso conterrâneo paulista “caiu tecnicamente”. Nessa temporada, vejo um árbitro mais desanimando e não tão impositivo do que em outros anos. Ontem, foi salvo pelo VAR em Bahia x Fluminense…

Que não tenhamos lambanças na rodada.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Primavera x Paulista (Copa Paulista Sicredi, Rodada 12, jogo de volta).

E para o confronto do Galo contra o Fantasma em Campinas, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Thiago Lourenço de Mattos
Árbitro Assistente 1: Diego Morelli de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Enderson Emanoel Turbiani da Silva
Quarto Árbitro: Gabriel Furlan
Analista de Vídeo: Celso Barbosa de Oliveira

Thiago tem 40 anos de idade, e há 16 temporadas está na FPF. Já trabalhou na Série A1, e tive a oportunidade de comentar ele apitando Red Bull Bragantino x Ferroviária, tendo boa atuação naquela oportunidade. Foi ele também o árbitro de Paulista x Guarani, na Rodada 6 dessa edição da Copa Paulista.

Sabe deixar o jogo correr, aplica bem os cartões e tem bom posicionamento. Está bem escalado para o jogo.

Recomendo: evitar reclamação com a arbitragem, pois quando árbitros experientes vão para a Copa Paulista, não toleram queixas e advertem com Amarelo.

Acompanhe Primavera de Indaiatuba x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Luís Henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (31/08), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Os lances de mão na bola / bola na mão em Vasco da Gama 1×1 Botafogo e Atlético 0x1 Corinthians.

Marlon Freitas cometeu infração e “colocou a mão na bola”? Anderson Daronco errou em não dar pênalti ao Vasco contra o Botafogo?

Viveros deu um “passe de mão” em quanto caía, para Dudu marcar o gol do Athletico contra o Corinthians? Acertou Wilton ao invalidar o tento paranaense?

Nesse breve vídeo, explico: em ambos os casos não houve intenção nem movimento antinatural. O jogo deveria seguir. Explico os detalhes da regra nesses lances específicos em: https://youtu.be/r7R8XXovfGE?si=OqaYqqwgksoCO_HG

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Botafogo/RJ x Red Bull Bragantino/SP (Rodada 22 do Brasileirão Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Glorioso no Estádio Nilton Santos, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Lucas Casagrande -PR
Árbitro Assistente 1: Victor Hugo Imazu dos Santos -PR
Árbitro Assistente 2: Maira Mastella Moreira -RS
Quarto Árbitro: Franciel dos Santos Martins -SC
Assessor: Ana Karina Marques Valentin -PE
VAR: Diego Pombo Lopez -BA
AVAR: Frederico Soares Vilarinho -ES
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade -ES
Observador de VAR: Marcos André Gomes da Penha -ES
Quality manager: Maria Victória Benetti Vargas -CBF

Lucas Casagrande é um jovem árbitro paranaense que está sendo preparado para ser um juiz da FIFA em breve. Com 25 anos, é o “Candançan do Paraná”. Será a sua 22ª escala pela CBF, nos diversos torneios profissionais (sendo a 9ª na série A). Nesse ano, apitou Red Bull Bragantino x Juventude.

Está com muita moral na CBF e ainda aguarda um jogo mais difícil para ser testado. Por ora, está deixando seus jogos correrem e aplicando bem os cartões. Aguardemos! 

Acompanhe conosco o jogo entre Botafogo vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 30/08, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– E o novo reforço do Cruzeiro é… Leonardo Gaciba!

O ex-árbitro Leonardo Gaciba foi contratado pelo Cruzeiro, para ser Assessor da Presidência.

Segundo ele:

– É um trabalho bem amplo. É importante levar um pouco dessa experiência que a gente teve dentro da arbitragem, como a parte de regras do jogo, o modo de funcionamento do árbitro de vídeo, os diferentes perfis. Poder representar o Cruzeiro dentro das reuniões com a própria arbitragem. Fazer algumas análises dos jogos, dessa parte disciplinar, cartões, enfim, ter esse controle total para poder dar cada vez melhores condições para que o professor Jardim consiga tocar a sua função da melhor forma possível.

Anos atrás, o ex-árbitro Wagner “Pinguim” Tardelli foi contratado pelo Atlético Mineiro para orientar os jogadores sobre a arbitragem. Foi naquela oportunidade em que, sabendo que não existia impedimento em cobrança de lateral, Ronaldinho Gaúcho foi à linha de fundo “fingir que beberia água” e recebeu a bola em condição de fazer o gol. Eliminou o SPFC e, no mesmo ano, venceu a Libertadores.

Eu defendo algo parecido: um ex-árbitro em cada clube de futebol, ensinando as regras do jogo, otimizando jogadas possíveis, ajudando a evitar cartões, orientando as categorias de base e possibilitando essa vantagem competitivaa de conhecer a regrapara jogadores e treinadores. Aliás, se algum clube desejar meu trabalho, é só enviar um email a rafaelporcari@gmail.com e conversamos.

Com tantos gastos milionários que os clubes têm em atletas que muitas vezes não rendem, um ex-árbitro seria um investimento de baixo valor, mas muita valia.

IN ENGLISH – Former referee Leonardo Gaciba has been hired by Cruzeiro to be an advisor to the presidency.

According to him:

“It’s a very broad job. It’s important to bring some of the experience we had in refereeing, such as the laws of the game, how the video referee works, the different profiles. To be able to represent Cruzeiro in meetings with the referees themselves. To do some analysis of the games, of disciplinary matters, cards; in short, to have total control of this to provide increasingly better conditions for Professor Jardim to carry out his role in the best possible way.”

Years ago, former referee Wagner “Pinguim” Tardelli was hired by Atlético Mineiro to advise the players on refereeing. It was on that occasion that, knowing there was no offside on a throw-in, Ronaldinho Gaúchowent to the end line to “pretend to drink water” and received the ball in a position to score a goal. He eliminated SPFC and, in the same year, won the Libertadores.

I advocate for something similar: a former referee at every football club, teaching the rules of the game, optimizing potential plays, helping to avoid cards, advising the youth teams, and providing this competitive advantage — the advantage of knowing the rule — for players and coaches. By the way, if any club wishes for my work, just send an email to rafaelporcari@gmail.com and we can talk.

With so many millions spent by clubs on athletes who often don’t perform, a former referee would be a low-cost investment, but of great value.

 

– Os lances de mão na bola / bola na mão em Vasco da Gama 1×1 Botafogo e Atlético 0x1 Corinthians.

Marlon Freitas cometeu infração e “colocou a mão na bola”? Anderson Daronco errou em não dar pênalti ao Vasco contra o Botafogo?

Viveros deu um “passe de mão” em quanto caía, para Dudu marcar o gol do Athletico contra o Corinthians? Acertou Wilton ao invalidar o tento paranaense?

Nesse breve vídeo, explico: em ambos os casos não houve intenção nem movimento antinatural. O jogo deveria seguir. Explico os detalhes da regra nesses lances específicos em: https://youtu.be/r7R8XXovfGE?si=OqaYqqwgksoCO_HG

 

– E o novo reforço do Cruzeiro é… Leonardo Gaciba!

O ex-árbitro Leonardo Gaciba foi contratado pelo Cruzeiro, para ser Assessor da Presidência.

Segundo ele:

– É um trabalho bem amplo. É importante levar um pouco dessa experiência que a gente teve dentro da arbitragem, como a parte de regras do jogo, o modo de funcionamento do árbitro de vídeo, os diferentes perfis. Poder representar o Cruzeiro dentro das reuniões com a própria arbitragem. Fazer algumas análises dos jogos, dessa parte disciplinar, cartões, enfim, ter esse controle total para poder dar cada vez melhores condições para que o professor Jardim consiga tocar a sua função da melhor forma possível.

Anos atrás, o ex-árbitro Wagner “Pinguim” Tardelli foi contratado pelo Atlético Mineiro para orientar os jogadores sobre a arbitragem. Foi naquela oportunidade em que, sabendo que não existia impedimento em cobrança de lateral, Ronaldinho Gaúcho foi à linha de fundo “fingir que beberia água” e recebeu a bola em condição de fazer o gol. Eliminou o SPFC e, no mesmo ano, venceu a Libertadores.

Eu defendo algo parecido: um ex-árbitro em cada clube de futebol, ensinando as regras do jogo, otimizando jogadas possíveis, ajudando a evitar cartões, orientando as categorias de base e possibilitando essa vantagem competitivaa de conhecer a regrapara jogadores e treinadores. Aliás, se algum clube desejar meu trabalho, é só enviar um email a rafaelporcari@gmail.com e conversamos.

Com tantos gastos milionários que os clubes têm em atletas que muitas vezes não rendem, um ex-árbitro seria um investimento de baixo valor, mas muita valia.

– E a profissionalização dos árbitros?

Um assunto atemporal: falávamos em 2016 sobre a necessidade da Profissionalização dos Árbitros!

Na coluna daquela oportunidade no Jornal Bom Dia, não imaginávamos que o assunto em nada avançou em 2025

– O VAR no Brasil cansa… o pênalti equivocado em Juventude x Botafogo.

Tudo o que não se deve fazer quando se fala em “intervenção de VAR“, o VAR fez em Caxias do Sul.

Tudo o que o árbitro não deve fazer quando ocorre um erro desse, o árbitro fez...

Compartilho, em: https://youtu.be/YP6CVVOVFC0?si=h8qqWsvrFAgeKVbU

 

– Flamengo 2×2 Barcelona: e o juizão?

Verdade seja dita: o gol de empate do Flamengo, na decisão do Intercontinental de Clubes contra o Barcelona, só ocorreu pela benevolência do árbitro. 

Tendo 4 minutos de acréscimos, com o Barcelona marcando no último lance, o juizão colombiano reiniciou o jogo e levou até os 97m sem anunciar acréscimos extras… 

Os espanhóis reclamam com razão!