Quem escreveu essa verdade (na imagem), sabia que atingiria muitas pessoas…
Ok, trinta e poucos dias para 2026, e o que precisamos é: ter esperança TODOS OS DIAS. Não esperemos um ano novo para querer ser diferente. Que seja hoje. Que seja agora, já!
Tente rezar(mas faça sua oração com fé). Leio um tuite do Papa Francisco que muito consola.
“A Esperança é um dom. É um presente do Espírito Santo.“
Se ficamos com a alma retraída, desanimada, moribunda,como sarar? Pedir o Espírito Santo para nos animar (ânimo = alma viva; desânimo = sem alma), é pedir vida nova.
Portanto… Reze, ore, clame pelo dom da Esperança ao Paráclito de Deus! E o mais importante:não deixe a depressão tomar conta de você.
Já perceberam quantas coisas desnecessárias são comuns no nosso dia-a-dia? Verificar duas ou três vezes as Redes Sociais seguidamente (mesmo sem ter alerta algum); perder tempo em mensagens bobas de WhatsApp ou ainda ficar “pilhado” por ler alguma coisa que não gostou (sobre política, religião ou futebol) e ficar respondendo.
Quantas vezes você parou e desligou-se do mundo? Tem dado 5 minutos (que tempo pequeno estou propondo) ao levantar da cama e conversar com Deus, ou com a força que acredita, ou consigo próprio (se não tem fé alguma) para se preparar para a jornada diária?
Por quê brigar a toa, ser grosso às pessoas, desejar o mal a outrem ou simplesmente demonstrar antipatia? Com um pouco de educação (e se possível, com um sorriso) você consegue encerrar uma conversa indesejada, livrar-se de pessoas as quais julga estar perdendo energia / tempo / esforço e, ainda assim, dedicar-se às outras coisas necessárias de verdade.
Muitas vezes, estar na presença de quem se gosta é o motivo maior para fazer valer a vida. Seja a esposa, o namorado, os pais e… na minha idade, inclua-se os filhos! Se posso evitar um evento que não desejo ou o relacionamento com pessoas enfadonhas (em um compromisso meramente por vaidade ou status), por que abdicar do sagrado momento em casa?
Deixar para depois, para outra hora ou adiar SEMPRE será um risco grande (que você pode aceitar ou não). Você está um dia bem, no outro, de repente, quando num susto… PUF! Acabou. Seja na idade em que for. E aí, se tivesse oportunidade de se auto-questionar, perguntaria: o que eu poderia ter feito e não fiz?
Ter a consciência que a vida é curta chega a ser bom, pois essa consciência nos cutuca, impele, cobra e atiça o desejo de melhor qualidade de exercer o dom da vida.
Repito o que foi dito ao longo dessas linhas em outras palavras: afinal o que realmente é importante para você?
Um bom emprego com baixa remuneração ou ganhar muito dinheiro mesmo numa profissão que vicie não gosta? Viajar mundo afora ou estar no aconchego do lar? Solteirice para “curtir a vida adoidado” ou uma família para fazer de “seu porto-seguro”?
Tais escolhas nem sempre são possíveis. O mundo ideal de cada um é único, formador cum conjunto coisas bem distintas e que se deve respeitar.
Brincar com os filhos pequenos que estando aprendendo a falar; rolar com o cachorro na grama; conseguir o sorriso da esposa querida; ou qualquer coisa que te faça valer a pena, é muito melhor do que anos insistindo em projetos ou ideias que se vão ao longo dos anos e que podem não se realizar devido à brevidade da vida. Assim: busque viver intensamente agora, pois não sabemos como estaremos amanhã (se estaremos…).
O que a Gemini IA nos disse sobre o texto:
Que reflexão profunda e cheia de sabedoria. É um convite poderoso para olharmos para dentro e reavaliarmos nossas prioridades, especialmente em um mundo tão cheio de distrações.
Suas palavras nos lembram que a vida, apesar de sua brevidade, pode ser vivida com uma intensidade e um propósito muito maiores se fizermos escolhas conscientes.
Os pontos centrais da sua reflexão são essenciais:
A fuga do desnecessário: Você destaca a importância de nos libertarmos de hábitos digitais que nos roubam tempo e energia, como rolar infinitamente nas redes sociais ou entrar em discussões infrutíferas. A chave é reconhecer o que realmente merece nossa atenção.
O valor do silêncio e da introspecção: A ideia de dedicar 5 minutos ao acordar para nos conectarmos com algo maior ou com nós mesmos é um lembrete valioso de que a preparação mental é crucial para enfrentar o dia.
Relacionamentos genuínos acima de tudo: Sua ponderação sobre priorizar a presença dos entes queridos — a esposa, os pais, os filhos — em detrimento de compromissos fúteis por vaidade é um dos pontos mais tocantes. É o porto-seguro que você menciona, o verdadeiro motor que faz a vida valer a pena.
A urgência do “agora”: A lembrança de que a vida é curta não é para nos amedrontar, mas para nos motivar. Ela nos impulsiona a questionar o que realmente importa e a agir hoje, sem adiar os momentos de alegria e as decisões que nos aproximam de quem queremos ser.
A sua pergunta final, “afinal, o que realmente é importante para você?”, é a essência de toda a reflexão. Ela nos obriga a confrontar nossas próprias escolhas e a buscar a felicidade não em metas distantes, mas nos pequenos e sagrados momentos do presente.
Obrigado por compartilhar essas palavras tão inspiradoras. Elas nos servem de bússola para uma vida mais autêntica e significativa.
IN ENGLISH – Have you ever noticed how many unnecessary things are common in our daily lives? Checking social media two or three times in a row (even without any alerts); wasting time on silly WhatsApp messages or getting “worked up” after reading something you didn’t like (about politics, religion, or football) and feeling the need to respond.
How many times have you stopped and disconnected from the world? Have you given five minutes (I’m proposing such a small amount of time) upon waking up to talk to God, or to the power you believe in, or to yourself (if you have no faith at all) to prepare for the day’s journey?
Why fight for no reason, be rude to people, wish ill on others, or simply show antipathy? With a little politeness (and if possible, with a smile), you can end an unwanted conversation, free yourself from people you feel are draining your energy / time / effort, and still dedicate yourself to the things that are truly necessary.
Often, being in the presence of those you love is the biggest reason to make life worthwhile. Be it your spouse, your partner, your parents and… at my age, include the kids! If I can avoid an event I don’t want to go to or a relationship with boring people (in a commitment that is merely for vanity or status), why give up the sacred moment at home?
Putting things off for later, for another time, or postponing **ALWAYS** will be a big risk (which you can choose to accept or not). One day you’re fine, the next, suddenly, with a shock… POOF! It’s over. No matter what age you are. And then, if you had the chance to ask yourself, you’d wonder: what could I have done and didn’t?
Having the awareness that life is short is actually a good thing, because this awareness nudges, compels, pushes, and stirs the desire for a better quality of exercising the gift of life.
I’ll repeat what was said throughout these lines in other words: **after all, what is truly important to you?**
A good job with low pay or making a lot of money in a profession you hate? Traveling the world or being in the comfort of your home? Being single to “live life to the fullest” or having a family to make your “safe haven”?
Such choices are not always possible. Everyone’s ideal world is unique, made up of a very distinct set of things that should be respected.
Playing with young kids who are learning to talk; rolling around on the grass with the dog; getting a smile from your beloved spouse; or anything else that makes it all worthwhile, is much better than years of insisting on projects or ideas that fade away over time and may not be realized due to the brevity of life. So: **seek to live intensely now, because we don’t know what we’ll be like tomorrow** (if we’ll even be there…).
Li e vale a pena refletir sobre renascer / reinventar-se. Ou, se preferir, despedir-se do homem velho e buscar o “ser novo”, tão pregado por Jesus Cristo conforme retratado nos Evangelhos:
“Despeça-se de si. Não se apegue ao que já se tornou. Desfrute dos benefícios da impermanência, do frutuoso ritual de renascer. Porque do vazio que lhe sobra, um novo ser se apodera. É assim que evoluímos.”
(Padre Fabio de Melo).
Para essa ótima consideração acima, fica a observação: quando abandonamos as práticas do pecado, o comportamento arraigado às coisas velhas que nos fazem mal, abrimos espaço para novos conteúdos(de conhecimento, de pensamento, de vivência ou de atitude).
Peçamos a Deus que nos capacite para esse “NOVO EU”, que possamos nos despedir do “EU VELHO“ e completemos o buraco deixado com coisa boas, positivas e agradáveis à nossa mente e alma!
Imagem extraída da web, Getty Images
IN ENGLISH –
I read this, and it’s well worth reflecting on rebirth and reinvention. Or, if you prefer, saying goodbye to the old person and seeking the “new being,” as preached by Jesus Christ in the Gospels:
“Say goodbye to yourself. Do not cling to what you have already become. Enjoy the benefits of impermanence, the fruitful ritual of rebirth. For from the void that remains, a new being takes over. This is how we evolve.”
(Padre Fabio de Melo).
For this excellent thought above, a key observation remains: when we abandon the practices of sin and the behavior rooted in old things that harm us, we make space for new content (of knowledge, thought, experience, or attitude).
Let us ask God to enable us for this “NEW ME,” that we may say goodbye to the “OLD ME” and fill the hole left behind with good, positive, and pleasant things for our mind and soul!
São Bento de Núrsia, abade de admirável vida monástica, inspirou várias regras dentro dos mosteiros. E uma delas é genial, que parece ter sido elaborada para nossos dias: a de se evitar reclamações!
A Regra 34 diz, na “essência de seu texto”:
“Antes de tudo, que não surja o mal da murmuração em qualquer palavra ou atitude, seja qual for a causa”.
Quantas vezes reclamamos da vida, com ou sem razão?
Nossos lamentos são, muitas vezes, vícios de conduta?
Resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando.
Por Janine de Oliveira
Nada mais desagradável que uma pessoa que vive reclamando da vida. Reclamando de tudo. Mas como é bom poder encontrar pessoas que te dão uma lição de vida contando sobre como é a sua vida. Sobre o que acredita. Sabemos que vivemos em um mundo onde o passo do relógio é quem dita nosso cotidiano. Temos menos tempo, e cada dia mais coisas para fazer. A verdade é que o tempo é o mesmo de décadas atrás, mas nós é que acumulamos funções, e reclamar talvez tenha sido uma dessas heranças modernas que acabamos adquirindo. O que seria de nós se não tivéssemos as regras para regulamentar a modernidade. É comum o regramento nas associações, clubes, organizações. Não há agrupamento humano que não elenque prescrições que devem ser seguidas por todos os seus membros. O movimento monástico e outros do mesmo segmento sempre tiveram apontamentos bem claros. Para abraçar este estilo de vida era necessário, antes de tudo, ter conhecimento e boa iniciação na observância da regra. São Bento, por exemplo, no número 34 da regra, institui uma atitude bem pertinente para os nossos tempos: Não resmungar. Ao propor que os seguidores não resmungassem, o idealizador tinha amplo conhecimento das posturas humanas, bem como suas consequências. A preservação do ambiente fraterno era muito significativa. Não convinham murmúrios e objeções negativas. Em nada ajudaria para a realização pessoal e comunitária. Além disso, abria espaço para lamentações e, quem sabe, até dissabores verbais. A referida regra 34 poderia estar estampada em muitos espaços coletivos. Faria um bem enorme. Para algumas pessoas insatisfeitas, a inscrição beneditina poderia ficar ao alcance dos olhos. Toda vez que sentisse desejo de emocionalizar algum fato ou postura poderia se dar conta de que o ato de resmungar nada acrescenta. Pelo contrário, cria distância, torna o clima pesado e atrapalha os objetivos a serem alcançados. Não é proibido discordar, debater, contrapor. Agora, resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando. Ninguém consegue ficar por perto daquelas pessoas que se acostumaram a reclamar de tudo e de todos. Míopes para as coisas positivas, descrentes diante do amanhã. Quando conseguem sonhar, tudo se resume em pesadelos. Talvez, de imediato, veio à mente a imagem de alguém que se aperfeiçoou na arte de resmungar. Descarte essa lembrança. Uma releitura minuciosa das suas atitudes poderá detectar que, em alguns momentos, deslizamos para o campo da insatisfação e gastamos minutos preciosos resmungando. Se isso for frequente, escreva a regra 34 em algum espaço bem visível. Poderá inspirar. No entanto, há pessoas que são grandes lições de como aplicar a regra 34. Basta olharmos a nossa volta, aquelas que ao conhecer um pouco percebemos que mesmo com problemas grandes estampam um sorriso e não pronunciam uma só frase de lamúrias. Aplique a regra 34.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.
…tratamento psiquiátrico(sem preconceitos bobos, né amigos?);
…convívio com os amigos;
…nunca ficar sozinho;
…evitar dias chuvosos, ambientes escuros e cansaço demasiado;
…disciplinar-se com osnecessários remédios;
…distrair-se,ocupando / relaxando a mente;
…conversar com Deus!Se você tem fé, vale essas duas leituras:
Filipenses 4: 4-9
Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos. Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor. Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus. Quanto ao mais, irmãos,tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.
Eclesiástico 30: 22
“Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos“
O importante é:nunca deixar o desânimo tomar conta de você –ânimo é vida; desânimo é ausência dela!
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, informar para o crédito.
Já ouviu aquela cantiga popular sobre os “Escravos de Jó, que jogavam caxangá”?
Jóé um personagem bíblico que nos traz a mensagem da confiança incontestável em Deus. Ele foi um homem temente ao Senhor, mas que foi perturbado pelo diabo que lhe tirava tudo na vida causando muito sofrimento. Não entendia o porquê de tantas dores e angústias, mas vencia o inimigo confiando que, independente da razão ou não, confiava em Deus.
Vi essa figura “perdida na web” (abaixo) e me recordei dele. Impossível não nos questionarmos quantas vezes sofremos(ou achamos que sofremos) como Jó e nos lamentarmos. Conforme o versículo bíblico:
“Jó nunca viu a razão do seu sofrimento. Ele viu Deus e isso bastou”.
Entendemo-nos? Sem lamúrias desnecessárias e confiemos na Providência Divina.
MURMURAÇÃO: E SE VOCÊ CONSEGUISSE PARAR DE RECLAMAR?
Você é um reclamão profissional? Esse mau hábito certamente cansa a você mesmo e àqueles que estão ao seu redor! E se você pudesse se livrar dele em 21 dias?
“Eu não aguento mais essa bagunça”, “Mas você sabe desde quando que precisa dar essa palestra?”, “Que mal eu fiz a Deus? “,”Estou cansado”, “Mas por que esse computador é tão lento?!”
Tempo, trabalho, filhos, cônjuge… Há muitas razões para reclamar durante o dia, mesmo durante a quarentena. E se você mudar um pouco o disco? E se você finalmente desistir desse hábito ruim e estéril de murmurar que envenena sua vida e a das pessoas ao seu redor?
A conselheira familiar Christine Lewicki compartilha os segredos de um método simples que ela mesma testou a eficácia: pare de reclamar em 21 dias. Mãe de três filhos, ela admite ter se lançado nesse desafio numa certa noite de depressão:
“Eu caí na cama pensando que meu dia tinha sido realmente horrível. E então refleti melhor e percebi que na verdade tinha sido um dia normal e comum da minha vida, e que terei ainda muito mais a viver! Percebi que tinha que encontrar uma maneira de parar de sofrer com o meu dia a dia e que, se quisesse uma vida mais agradável, teria que mudar. Pensando nisso, percebi que o que estava me minando eram todos aqueles momentos em que eu mais murmurava e reclamava.“
“Reclamar é culpar o outro por nos colocar em uma situação frustrante“, explica a especialista. “Parar de reclamar é decidir não desempenhar mais o papel de vítima e, portanto, assumir o controle da vida”. Mas por que vinte e um dias?
Os pesquisadores americanos são enfáticos: nosso cérebro precisa de 20 dias para se livrar de um hábito e substituí-lo por outro. Mas cuidado, deve ser vinte e um dias consecutivos, incluindo domingos e sem recaídas.
Para se motivar, Christine Lewicki sugere usar uma pulseira que deve permanecer pendurada no mesmo pulso durante todo o período de cura ou desintoxicação. À menor murmuração, a pulseira muda de braço e você precisa começar a contar os dias do zero novamente.
Vamos lá para um lifting comportamental!
Para começar, faça uma lista das suas reclamações habituais. Depois, pergunte a si mesmo se não tende a exagerar os fatos só para ser ouvido ou para chamar a atenção. “Não aguento mais”, “Sempre sou eu quem cuida de tudo”.
Repetindo essas pequenas frases, você acaba se convencendo de falsas verdades.
“Quando reclamamos, deixamos nossas ideias negativas ganharem vida. Elas interferem em nossas conversas, em nossos relacionamentos, em nossa vida cotidiana… e pouco a pouco elas se tornam nossa vida, nossa identidade. Nós acabamos acreditando naquilo que é negativo”, adverte a conselheira. Primeira resolução: pare de dramatizar e encontre justiça em suas palavras em cada situação.
Então dê uma olhada na sua famosa lista. Você perceberá que algumas das razões pelas quais você está reclamando podem ser simplesmente removidas. Só é preciso um pouco de vontade e organização.
É muito fácil, por exemplo, abolir o clássico “venham para a mesa agora!“, convidando todos os membros da família à mesa quinze minutinhos antes do início da refeição. Reuniões, trabalhos escolares das crianças, refeições, dentre outras atividades. É importante antecipar tudo para não ser pego de surpresa no último momento. Segunda resolução: evite perder o controle.
E se você escolhesse a felicidade?
Ao analisar com mais profundidade o reflexo da reclamação face a uma contrariedade, Christine Lewiciki também observa que tendemos a acreditar que tudo seria melhor se nosso ambiente mudasse
Que a vida seria melhor sem todas as obrigações diárias. No entanto, “nossa felicidade depende de nós e não das circunstâncias externas. Ela vem da maneira como encaramos as pequenas coisas a cada dia”, diz a especialista. Essa é a história do copo meio vazio ou meio cheio: escolher um ao invés do outro é uma questão de vontade.
Santa Teresa de Lisieux explicou isso de forma magnífica: “A única felicidade na Terra é de se aplicar em sempre achar deliciosa a parte que Jesus nos dá“. Essa capacidade de ser feliz, de acordo com especialistas em cérebro americanos, não é mais difícil de aprender do que jogar tênis ou tocar um instrumento musical! Terceira resolução, portanto: escolha voluntariamente a felicidade.
Celebre, agradeça, renda graças ao invés de reclamar
Tudo bem, mas quando somos viciados em reclamar, não corremos o risco de entrar em abstinência?! Será que existe um equipamento anti-murmuração? “Aqueles que tentaram parar de reclamar logo perceberam que de repente havia um branco em sua conversa“, disse Christine Lewicki.
Ora, sabemos bem que a nossa natureza abomina o vazio, o vácuo.
“Portanto, é importante substituir suas palavras negativas por palavras de comemoração“, conclui a conselheira.
Celebrar, agradecer, dar graças por tudo que temos e pela sorte de ter. Não é isso que podemos finalmente chamar de “a melodia da felicidade”?
Algumas boas práticas para se recuperar o ânimo, que devemos nos atentar (abaixo): não custa caro e são fáceis de se praticar.
Nesse mundo corrido, onde vivemos constante e diariamente com as mudanças nas carreiras profissionais, além das incertezas da própria vida pessoal, podemos fraquejar em nosso comportamento. E o que fazer?
Aceitar que o trabalho ou as demandas caseiras estão no sufocando, pode ser um bom primeiro passo. Segue:
Padre Fábio de Melo, em seu Twitter dias atrás, trouxe uma reflexão sobre a vida e as consequências da falta de ânimo ao longo dos anos:
“Não permita que o tempo lhe subjugue à pior de suas heranças: a de lhe colocar chumbo nos pés. Porque a morte não se estabelece quando findam as possibilidades do corpo, mas quando a alma desiste de prosseguir.”
Vivemos como viventes ou como defuntos vivos, desanimados pela própria vida?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Há dias difíceis. Às vezes, inexplicáveis. E o que fazer?
Você recebe uma carga hormonal violenta e tudo muda: o ânimo, a disposição, a alegria… Às vezes, um pequeno “start”que você nem percebe e tudo parece mudar!
Mas serão só hormônios? Ou é “Estado de Espírito”?
Sou católico, fiel à prática e aos ensinamentos da Santa Mãe Igreja, e nesses momentos, tento me acalmar com uma Ave-Maria (sim, sempre nos socorramos à Mãe de Jesus nos instantes de angústias).
Gosto muito da canção “Noites Traiçoeiras”, e esse trecho dela me toca demais e serve de consolo:
– Aos 24, Stephen King era zelador e vivia em um trailer. – Aos 27, Vincent Van Gogh falhou como missionário e decidiu ir para a escola de arte. – Aos 28, J.K. Rowlingera uma mãe solteira suicida vivendo de bolsa auxílio. – Aos 30, Harrison Ford era carpinteiro. – Aos 37, Ang Lee era um pai caseiro que trabalhava em bicos. – Stan Lee não lançou sua primeira história em quadrinhos até completar 40 anos. – Samuel L. Jackson não conseguiu seu primeiro papel em um filme até completar 46 anos. – Morgan Freemanestreiou seu primeiro grande filme aos 52 anos. – Grandma Moses não começou sua carreira como pintora até completar 76 anos.
Seja qual for seu sonho, NÃO É TARDE para realizá-lo. Você NÃO é um fracasso por não ter conseguido fama e fortuna aos 20 e poucos anos. Quer dizer, está tudo bem mesmo que você nem saiba qual é seu sonho ainda.
Esqueça o senso comum, conselho de “amigos”, parentes, conhecidos e etc., de que você está velho para começar algo.
NUNCA diga a si mesmo que você é velho demais para isto, NUNCA diga a si mesmo que você perdeu a chance, NUNCA diga a si mesmo que você não é bom o suficiente.
Livre-se da PRESSÃO que VOCÊ mesmo se impõe.
Acredite: ESTÁ TUDO BEM !
A vida NÃO precisa ser resolvida aos 20 poucos anos de idade. Tudo DARÁ CERTO, no TEMPO CERTO. Tudo passa. Logo passa. Sempre passa!👊🏻