Administração
– Persistência tem limite.
Você sabe como identificar o momento de mudar de ramo?
Reduzir as chances de quebra é importante tanto quanto o limite da insistência.
Compartilho, extraído de:
PERSISTÊNCIA TEM LIMITE
Por Jussara Soares
Para ser um empreendedor de sucesso, além de ter boas ideias e conhecimento de mercado, é preciso saber a hora de parar de insistir e mudar os planos.
“O empresário deve perceber quando está sendo persistente e quando está sendo teimoso. Há empreendedor que, por vaidade, só quer provar que tem razão”, afirma José Marques Pereira Junior, professor da Escola de Negócios do Sebrae-SP.
Para decidir se vale a pena resistir ou não, o profissional deve fazer uma autocrítica amparada em indicadores que apontem a viabilidade da empresa e o fôlego financeiro -e emocional- de quem deseja manter o negócio.
“Se o empreendedor percebe que não está indo a lugar nenhum, é hora de repensar o modelo do negócio”, complementa o consultor.
Em 2008, o procurador do Trabalho Renato Saraiva, 48, criou um curso preparatório para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil presencial e transmitido via satélite para algumas universidades.
Um ano depois, a concorrência de escolas tradicionais e o alto custo da tecnologia quase o levaram à falência. Para salvar o empreendimento, Saraiva passou a veicular as aulas pela internet.
“Abandonamos o curso presencial e criamos o que depois viria a ser o primeiro curso on-line da CERS, uma holding de educação digital”, explica ele, presidente do grupo. A mudança fez com que o faturamento passasse de R$ 1 milhão em 2009 para R$ 73 milhões em 2016.
Hoje, a holding prepara profissionais para a carreira pública e para o mundo corporativo. Cerca de 700 mil pessoas já estudaram com a ajuda da empresa.
SOB NOVA DIREÇÃO
Em muitos casos, a melhor saída é encerrar um projeto e recomeçar. “É comum empreendedores tentarem várias vezes antes de obter sucesso. Essas tentativas podem significar aprendizado e experiência”, diz Luiz Manzano, diretor de apoio a empreendedores da Endeavor Brasil.
Os irmãos Rennan Sanchez, 30, e Ricardo Brandão, 38, comemoram a expansão da empresa Sky.One, especializada no serviço de “cloud” (armazenamento de dados na nuvem) para fabricantes de softwares, fundada por eles e outros dois sócios em 2014.
Eles têm 500 clientes no Brasil e mais de 20 nos Estados Unidos, além de uma base que está sendo montada em Viena, na Áustria, para atender o mercado europeu. O sucesso, no entanto, veio depois de tentativas frustradas em outros negócios na área.
PREVENIR É MELHOR – O que pode ser feito para reduzir as chances de quebra:
1.O plano de negócio pode e deve mudar ao longo da vida da empresa. Vale fazer uma revisão a cada três meses no primeiro ano e uma vez por semestre no segundo. A partir do terceiro, uma análise anual pode bastar.
2.Permaneça atento: sempre pode haver um risco que não foi contabilizado, como sazonalidade, normas e regulamentações do setor ou necessidade de injeção de capital, que pode minar a viabilidade do produto.
3.Observe se outras empresas de seu ramo estão vendendo bem, como se relacionam com os clientes, que tipo de inovação criam e se há novas tendências no segmento.
4.Expandir a empresa no momento errado pode ser um tiro no pé. Avalie se é possível gerir um negócio de maior porte com a estrutura atual.

Imagem extraída da Internet.
– Como fica a Cultura Organizacional na ausência do chefe?
Alguém disse:
“A Cultura Organizacional acontece de verdade quando ocorre a ausência do chefe”.
Um pouco irônica, mas real afirmação: se a cultura for forte, mesmo sem o líder, a empresa permanece firme nos seus propósitos e os funcionários não debandam em vaidades.
Imagem extraída de: https://crmservices.com.br/blog/cultura-organizacional-continua-ou-estatica/
– Atitudes para alcançar o sucesso? Aqui vão 5 delas:
Muito legal esse artigo: atitudes conscientes e simples para se alcançar o sucesso nos negócios.
Abaixo, extraído de Revista Dinheiro (clique aqui para link)
CINCO ATITUDES PARA QUEM QUER ALCANÇAR O SUCESSO
Por Carlos Wizard
Atitudes positivas e estrategicamente pensadas são fatores imprescindíveis para os empreendedores que trabalham em busca de resultados. O dia a dia nos negócios exige que o gestor esteja sempre atento às formas de se manter competitivo em um mundo cada vez mais dinâmico. Expandir os negócios é uma constante na agenda de quem pretende manter a liderança em seu setor.
Além de estratégias comerciais, alcançar o sucesso exige sabedoria para escolher o seu time e para mantê-lo motivado, utilizando todo o seu potencial criativo e de realização. Tornar um sonho individual em um sonho coletivo e manter uma equipe coesa é importante para quem quer alavancar os negócios. Afinal, ninguém já fez algo grandioso sozinho.
Nesse sentido a delegação é um elemento fundamental para todo gestor que busca se destacar em sua área de atuação. Após delegar o papel do líder é acompanhar e apoiar sua equipe e o desempenho individual dos profissionais que são parte de sua equipe. Talvez o papel principal do líder seja estabelecer metas realistas, porém, desafiadoras de modo a motivar os membros da equipe a superar seus resultados atuais.
Compartilho alguns dos conceitos que utilizo no meu dia a dia e que se forem seguidos, podem gerar grandes resultados em sua organização. Confira:
1)– A busca por resultados altos: Um dos princípios que adotei em relação ao meu time é ter ao meu lado profissionais de alta performance. Uma das formas de manter os colabores sempre motivados a entregarem os melhores resultados é promover uma espécie de competição entre eles, acompanhando os indicadores de vendas e bonificando, reconhecendo e valorizando aqueles que superam as metas.
Uma forma de incentivar até mesmo aqueles que não entregaram os resultados desejados, é oferecer a oportunidade de participar de treinamentos que ajudarão cada um aprimorar suas qualificações. Entretanto, se mesmo assim após um período de tempo combinado entre as partes, ainda não houver resultados positivos, não dá para ser complacente e aceitar o baixo desempenho.
2)– A busca por novos clientes: não acredite que um número fixo de clientes é o suficiente para manter o seu negócio e alcançar a liderança. É preciso ter consciência que quem se acomoda é rapidamente ultrapassado pela concorrência, perde participação no mercado e reduz suas chances de uma retomada. Por isso tenha um foco constante na busca de novos clientes. Em outras palavras, isso significa vendas, vendas, vendas.
3)– Definição de indicadores financeiros: defina quais são os indicadores financeiros que vão direcionar seu negócio. São eles que vão mostrar se você está no caminho correto e seguindo passos seguros para cumprir as suas metas. Com indicadores bem definidos você não precisará confiar somente no discurso de seus colaboradores ou no humor do mercado. Os números falam por si e demonstram com fidelidade o crescimento de seu negócio.
4)– Sociedade: Ter ou não ter? eis a questão: Em algum momento você pensou em ter um sócio? Pois essa é uma questão para se pensar com muito cuidado. Minha experiência diz que só se deve buscar um sócio em duas situações específicas: se você não tem os recursos financeiros para levar sozinho o seu projeto avante ou se não tem o conhecimento necessário para fazer o negócio crescer. Se você optar por ter um sócio, lembre-se de definir uma porta de entrada e outra de saída, e determinar muito bem qual a participação e responsabilidades de cada um. Tomar as devidas precauções, sempre imaginando que em algum momento pode haver ruptura, pode evitar muita dor de cabeça futura.
5)– Contratação de profissionais com potencial de crescimento: colocar a pessoa certa no lugar certo não é uma tarefa fácil. Por isso, quando for contratar um profissional, opte por pessoas com potencial, capacitando-as por meio de um modelo de educação corporativa consistente e que as prepare para enfrentar os desafios futuro. Busque profissionais capazes de trazer inovações, reduções de custo, aumento de eficiência e rentabilidade ao negócio. As organizações precisam de pessoas que tragam soluções para seu negócio e que façam a diferença nos resultados da empresa.
Imagem: citação no link acima.
– 12 lições de Liderança do Papa Francisco úteis ao Mundo da Administração de Empresas!
A liderança é um dom! Ela pode ser treinada, estudada, mas a pessoa ser vocacionada a ser líder se torna preponderante para o sucesso em qualquer empresa.
Dito isso, compartilho esse fantástico texto de um judeu que mostrou doze pontos comparativos da liderança do Papa Francisco frente ao Catolicismo, levando seus atos ao Mundo Corporativo.
Uma publicação bem bacana que extrapola a diferença entre religiões e vai até a gestão administrativa.
Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/2017/03/13/12-licoes-de-lideranca-do-papa-francisco/
12 LIÇÕES DE LIDERANÇAS DO PAPA FRANCISCO
por Jaime Septién
Com a comemoração de mais um aniversário de pontificado do Papa Francisco, o mundo editorial colocou em circulação alguns textos que falam do Santo Padre, de suas fontes de inspiração, dos problemas que tem enfrentado na renovação da Cúria Romana, dos problemas das finanças no Vaticano, etc. Mas poucos têm sido tão especiais como fez, em 2014, Jeffrey A. Kermes, um especialista em questões de liderança.
Kermes é filho do Holocausto, ainda que tenha nascido em Chicago. Seus pais se conheceram nos Estados Unidos, mas ambos – de ascendência judia – fugiam de Hitler. A área de trabalho de Kermes é o estudo da forma como os líderes das grandes corporações industriais, comerciais e de serviços, assim como líderes políticos e militares exercem suas influências.
Nada mais distante de um Papa da Igreja Católica. Mas Francisco mudou tudo. Inclusive a visão de liderança de um pesquisador judeu, acostumado a remexer no interior das empresas e dar conselhos a seus donos sobre como dirigi-las melhor.
Kermes teve que estudar o Catolicismo, aproximou-se da Igreja e – diante do reconhecimento da humildade de Bergoglio – mudou sua ideia de liderança. “Minha visão sobre Francisco difere, por exemplo, da de um membro praticante da Igreja Católica ou da de um teólogo; eu o vejo através de uma lente laica, e é através desta lente que posso discernir os princípios de liderança que emergem do discurso ou das ações deste Papa”, disse o autor.
A partir disso, Kermes escreveu um livro interessantíssimo: “Liderar com humildade. 12 lições de liderança do Papa Francisco”.
Eis aqui a lista das lições que podem muito bem servir a um pai ou a uma mãe de família, a empresários, professores, padres…
- Liderar com humildade. O segredo está na ideia de que não se tem uma posição predominante sobre os outros, não se deve usar esta posição para esmagá-lo, mas sim para acompanhar os demais em suas tarefas vitais. O diálogo é a porta de entrada para mostrar o que o outro significa para mim.
- Cheire como o seu rebanho. Já se tornou conhecida a frase do Papa sobre os pastores “com cheiro de ovelha”. Isso não se aplica somente aos padres, mas principalmente aos líderes. Além de uma atitude cosmética ou de “relações púbicas”, o cheirar como o rebanho é sinônimo de amor ao próprio rebanho.
- Quem sou eu para julgar? Talvez esta seja a frase do Papa Francisco mais conhecida no mundo: “Se alguém é gay, busca a Deus e é de boa vontade, quem sou eu para julgar?” Este pensamento é uma das formas mais sutis e efetivas de liderança, pois o líder não julga; avalia.
- Não mude, reinvente. Muitos são contra a ideia de que o Papa Francisco “está mudando tudo” dentro da Igreja. Na verdade, ele não mudou nada; apenas reinventou a maneira de viver o Catolicismo. Desde o conclave – que finalmente o elegeria Papa – até hoje, seu método é o mesmo: a misericórdia.
- Inclusão como prioridade absoluta. Uma das formas de liderança menos estudada é justamente a de Francisco: incluir todos, os de dentro e os de fora da Igreja, os “justos e pecadores”. Como? Pedindo a todos que rezem por ele.
- Evitar o isolamento. O primeiro gesto do Papa foi transitar dentro e fora dos departamentos papais, fora de uma ilha. Ele precisava do contato com as pessoas, caso contrário ficaria doente. Nenhuma liderança pode ser exercida dentro de uma ilha.
- Preferir o pragmatismo à ideologia. Em várias ocasiões, Francisco deu a chave para abrir a porta da condução dos seres humanos: a realidade está acima da ideia. Quando atuamos de maneira contrária, inclusive na missão católica, colocamos os cavalos atrás da carroça.
- Foco na tomada de decisões. Aqui é onde Krames se rende a Francisco. Ele diz aos líderes que usem o método do Papa para tomar decisões em suas empresas, casas, trabalhos e escolas. Mas qual é este enfoque? Consultar os outros, discernir, tomar o tempo, rejeitar “o fígado”.
- Dirija sua organização como se ela fosse um hospital de campanha. O Papa disse: a Igreja é um hospital de campanha. Primeiro, cura as feridas sem perguntar. Depois, acompanha. Finalmente, confia na liberdade de cada um. As feridas são curadas com o amor. E o amor faz perguntas.
- Viva na fronteira. A fronteira não é um lugar físico, não é uma linha ou muro. É a maneira de ser testemunha. Krames disse que é a combinação de uma atitude mental positiva e aberta juntamente com a coragem e a audácia de sair da zona de conforto. A fronteira é tudo aquilo “que não gira ao seu redor”.
- Enfrentar a adversidade cara a cara. O Papa Francisco sabe que, se ele cometer um erro, o pior que ele pode fazer é ocultá-lo. O líder pode errar. O homem é pecador. O líder deve reconhecer seu erro (para o bem do seu grupo), como o pecador a sua falta (para o bem de sua alma).
- Prestar atenção aos não-clientes. Uma das grandes conquistas de Bergoglio tem sido, justamente, a de atender inclusive os que são contra o Catolicismo. Sua aproximação com protestantes, luteranos, anglicanos, muçulmanos e judeus é um exemplo fascinante para todos. Porque se amamos somente a quem nos ama…

– Entendendo a Nova Frugalidade.
A Nova Frugalidade chegará ao nosso país, ou já está repercutindo, inconscientemente, em nossas vidas?
Nos EUA, um fenômeno econômico-social aconteceu: as pessoas deixaram de ir a shoppings, teatros ou de gastar em produtos não-essenciais, devido a crise econômica. O abandono de consumidores de certas áreas econômicas foi chamado de Nova Frugalidade, e como todo modismo global, em breve repercutirá no Brasil.
Entenda o que é essa tal de “Nova Frugalidade”, extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0942/marketing/reverso-fortuna-466551.html
O REVERSO DA FORTUNA
por Daniel Hessel
Em apenas oito meses, a crise financeira americana provocou estragos sem paralelo na história recente dos Estados Unidos. Além de fulminar o mercado de crédito, o índice Dow Jones e a cidade de Detroit, os raios mortíferos provenientes da tempestade econômica atingiram também um dos pilares do american way of life: o consumismo desenfreado e livre de culpas que movimenta mais de dois terços da economia do país. Endividada, assustada pelo fantasma do desemprego e acusada de estar entre os culpados por boa parte da crise com sua gastança desmedida, a classe média americana virou as costas para shopping centers, lojas de grifes, restaurantes estrelados e até mesmo shows e peças de teatro. Hoje, em plena ressaca moral de décadas de consumismo, tornou-se popular a doutrina da nova frugalidade (new frugality), marcada por um estilo de vida austero, em que economizar cada dólar é a regra. O último relatório da divisão de análise econômica do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgado no dia 14 de abril, mostra o impacto dessa mudança. Entre março de 2008 e março de 2009, as vendas do varejo diminuíram 9,5%, a primeira queda em quase duas décadas. Ao mesmo tempo, os índices de poupança, que eram próximos de zero em agosto, estão em patamares equivalentes aos de dez anos atrás. Para os economistas, os dois índices combinados indicam que os americanos estão receosos do que vem pela frente. Pesquisas de opinião mostram que a tendência é uma redução nos gastos ainda mais aguda. Segundo um levantamento do instituto Lightspeed Research, do grupo britânico WPP, 70% dos americanos pretendem mudar seus hábitos de consumo nos próximos meses e apenas 45% dos entrevistados acreditam em uma rápida retomada econômica.
No campo oposto estão os que defendem que as mudanças vieram para ficar. O principal argumento desse grupo é que nunca antes houve um aperto no crédito como o provocado pela atual crise e que o estrangulamento nas finanças domésticas das famílias foi tamanho que deixará sequelas na maneira como os americanos encaram o consumo. “Nossas pesquisas apontam que os consumidores buscam mais segurança. E, para eles, gastar menos e manter dinheiro no banco é uma forma de alcançar essa segurança perdida”, diz Michael Silverstein, especialista em tendências de consumo do Boston Consulting Group.
Seja temporária, seja definitiva, a nova frugalidade tem assumido diversas facetas – algumas quase caricatas de tão radicais. De maneira geral, a redução de gastos com combustíveis e bens duráveis, como móveis e eletroeletrônicos, foi prioridade no processo de reajuste (veja quadro acima). Em menor escala, os americanos cortaram as despesas com roupas, acessórios, brinquedos, livros, CDs e DVDs. Ao mesmo tempo, as vendas de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal e beleza aumentaram. Em meio à frieza generalizante das estatísticas há nuances curiosas, como o crescimento abrupto do mercado para produtos do tipo faça-você-mesmo (do it yourself, ou DIY). Tome-se o exemplo das tinturas para cabelo para uso doméstico, cujas vendas cresceram 27% desde o início da crise – um sinal de que as americanas trocaram os salões de cabeleireiro pela pia do banheiro. Da mesma forma, as famílias estão deixando de pagar por serviços como limpeza doméstica e manutenção de jardins e casas – o que tem sustentado a boa performance dos fabricantes de produtos de limpeza e de varejistas especializados em bricolagem, como a rede Home Depot. O outro lado da moeda é que o setor de serviços domésticos, que sustenta cerca de 18 milhões de americanos, se prepara para tempos ainda mais difíceis.
Num cenário de aperto financeiro, há empresas que são naturalmente favorecidas. É o caso do Wal-Mart, do McDonalds e da loja online Amazon, reconhecidos por estratégias agressivas de descontos e preços competitivos. Da mesma forma, grandes fabricantes de produtos de consumo para higiene e beleza, como Procter&Gamble e Johnson&Johnson, têm se beneficiado da tendência de o consumidor se permitir pequenas indulgências – um dos raros luxos admitidos pela nova frugalidade. Outras têm se demonstrado irremediavelmente comprometidas com o antigo modelo de consumo supérfluo e precisam de reparos urgentes na estratégia de marketing. Enquadram-se nessa categoria a rede de cafés Starbucks, as grifes internacionais de artigos de luxo e as lojas de departamentos. No caso das marcas de luxo, os especialistas em tendências já deram até um nome ao tipo de reação que elas passaram a despertar no americano médio. Trata-se do populismo vingativo (vengeful populism), em que as marcas são identificadas com o estilo de vida arrogante e perdulário de banqueiros de investimento e altos executivos, acusados de levar o país à ruína. “Essas marcas precisarão resolver esse conflito sob o risco de estar definitivamente associadas a um estilo de vida que as pessoas passaram a desprezar”, diz Thomas OGuinn, professor de marketing da Universidade de Wisconsin-Madison.
Para sobreviver em meio à crise, os marqueteiros das empresas têm buscado inspiração nos remotos anos 30, período da Grande Depressão americana. A rede de lojas de departamentos Sears ressuscitou um modelo de vendas dirigido a clientes endividados e sem crédito na praça. Trata-se do layaway, sistema em que o cliente escolhe um produto, faz um pequeno depósito e a loja reserva a mercadoria por determinado período (em média 90 dias). A ideia é que o cliente vá pagando o produto em parcelas, conforme for recebendo o dinheiro. Vencido o prazo, ele quita o saldo remanescente. “As redes que não mantiverem uma forte política de descontos e promoções ou não apostarem em soluções criativas como o layaway não conseguirão atrair os consumidores”, diz Kathy Grannis, porta-voz da Federação Nacional do Varejo nos Estados Unidos. Quem não se adaptar à nova frugalidade, seja ela duradoura ou efêmera, corre o risco de ter o mesmo fim dos dinossauros.
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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
– É tão simples valorizar o colaborador… Lembrando como obter maior comprometimento:
Nas empresas, muitas vezes vemos tantos líderes dificultando coisas simples… relacionamentos conturbados, críticas desnecessárias e pouca empatia.
Abaixo, um simples mas necessário quadro para se conseguir mais comprometimento dos empregados:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem puder informar para créditos, agradeço de antemão.
– A Autossabotagem na Administração de Empresas.
Quer pressão maior do que essa?
Robson Viturino e Álvaro Oppermann, da Revista Época Negócios, Ed fevereiro/32, pg 60, escreveram sobre como a própria pressão e erros de conduta podem “autossabotar” um administrador.
Abaixo:
O FANTASMA QUER TE PEGAR
A autossabotagem é hoje o principal inimigo da área de risco. Saiba como tirar esse esqueleto do armário antes dos outros.
A história de Tony Hayward ainda assombra os executivos. O caso do ex-CEO da BP, derrubado pelo desastre no Golfo do México, Estados Unidos, é emblemático de como carreiras brilhantes podem ser abruptamente interrompidas ou sofrer sérios arranhões em consequência de eventos que não estavam no script. Segundo Joseph W. Koletar, ex-diretor de Fraudes e Investigações da consultoria Ernst & Young, histórias como a de Hayward estão muito longe de ser uma exceção. Elas se repetem de tempos em tempos e mostram que, a despeito dos avanços tecnológicos e do aperfeiçoamento das práticas de gestão, as companhias seguem despreparadas para gerenciar riscos. “As empresas infelizmente sofrem com muitas falhas nos sistemas de avaliação”, diz Koletar. No recente Rethinking Risk – How Companies Sabotage Themselves and What They Must Do Differently (“Repensando o risco – como as empresas se sabotam e o que se deve fazer diferente sobre isso”), Koletar também afirma que os dirigentes geralmente contam com informações incompletas ou equivocadas para monitorar as ameaças. “Eles supõem que os dados que lhes são apresentados são precisos. Mas muitas vezes não são”, diz. De acordo com o seu livro, os CEOs precisam lidar com três problemas para gerenciar riscos nas corporações. Saiba quais são eles.
PÉ NO ACELERADOR_ O CEO vive o dilema descrito pelo ex-piloto de Fórmula 1 Mario Andretti: “Se você está em segurança e sob controle, não está correndo suficientemente rápido”. O mercado exige velocidade frenética dos executivos e aplaude aqueles que “pisam fundo”. No entanto, os mecanismos de proteção das empresas, de acordo com Koletar, não são seguros como os carros de F1 do século 21 – mas antiquados como os carros do tempo de Andretti, dos anos 70 e 80. Um exemplo disso está nas vistas grossas com que muitos executivos encaram os processos de auditoria que antecipam as fusões e aquisições. “O temor é de que uma auditoria mais detalhada acabe com o negócio”, diz Koletar. O maior receio não é a descoberta de esqueletos no armário, mas que uma negociação demorada jogue para baixo o preço das ações, tirando o impacto do negócio e atrasando o cronograma de execução das fusões. Como resolver a questão? Nesse caso, as principais defesas de uma companhia estão na sua cultura e no seu nível de governança. Ou seja, os conselheiros, diretores e acionistas devem aprender a ser mais rigorosos.
LABIRINTO_ As empresas estão travando uma guerra contra a complexidade estrutural, simplificando organogramas, eliminando cargos redundantes e horizontalizando a gestão. No entanto, alerta Koletar, ainda há muito a ser feito para que os riscos sejam de fato mitigados. É preciso melhorar a coordenação e o tráfego de informação entre o CEO, o jurídico, o financeiro, o operacional e o setor de TI. Sem isso, a empresa pode se ver desamparada diante de uma crise. “Na maior parte das empresas, não existe sequer um plano de gestão claramente desenhado e articulado”, afirma o especialista.
MEDO E PARANÓIA_ Essa é a pior postura. Sucede que é mais frequente do que se admite. “O risco deve motivar o CEO a desenvolver um sistema coerente e prático para lidar com crises e problemas”, diz Koletar. Sua recomendação: esqueça políticas duras, do tipo “tolerância zero”. Nas empresas, um estado policialesco costuma fomentar culturas pouco abertas, em que somente os espertalhões prosperam. Uma boa gestão nasce da cultura transparente: “Beba no conhecimento dos seus funcionários, pois eles são a mais rica fonte de informação com relação ao risco”.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
– A história dos M&M’s
Se você é chocólatra, achará curioso: os simpáticos M&M’s, tão coloridos e saborosos, surgiram durante a Guerra Civil Espanhola!
Mas veja outras interessantes particularidades ao longo dos anos desse chocolate de sucesso, abaixo:
Extraído de: http://chocolatedocechocolate.blogspot.com/2013/10/m-e-sua-historia.html
M&M’S E A SUA HISTÓRIA
Quem poderia imaginar que a idéia para os M&M’s nasceu no cenário da Guerra Civil Espanhola?
A lenda conta que, durante uma viagem à Espanha, o comerciante Forrest Edward Mars encontrou soldados que estavam a comer pequenos pedaços de chocolate envoltos em cascas açucaradas rígidas, evitando assim que eles derretessem. Inspirado nesta ideia, Mars voltou à sua cozinha e inventou a receita exclusiva dos famosos M&M’s, recebendo a patente dos confeitos no dia 3 de Março de 1941.
Vendido ao público pela primeira vez ainda nesse ano, os confeitos de chocolate com leite M&M’s tornaram-se os favoritos dos soldados americanos que serviam na Segunda Guerra Mundial.
Embalados em tubos de cartolina, foram vendidos aos militares como um lanche conveniente, porque suportava bem as viagens sob qualquer clima.
O nome da marca deriva de “Mars & Murrie” (Bruce Murrie, filho do então presidente da tradicional Hershey’s era o parceiro de negócios de Forrest Mars). Os confeitos foram lançados originalmente em cinco cores: castanho, amarelo, vermelho, verde e violeta.
Imediatamente se tornou um sucesso porque, na época, o ar condicionado ainda era muito pouco comum e o derretimento das barras de chocolate tornou-se um grande problema na época do verão, o que não acontecia com os M&M’s por causa de seu revestimento, e permitindo que pudessem ser comercializados o ano inteiro.
No final da década, os M&M’s começaram a ser comercializados para o público em geral e, mais uma vez, foi um sucesso.
Em 1948, a embalagem mudou do tubo para o característico saquinho castanho de celofane conhecido hoje, e no ano seguinte a cor violeta seria substituída pelo bronze. E foi somente em 1950 que a letra “M” passou a ser impressa nos confeitos em cor preta, divulgada pelo slogan “Look for the M on every piece”(“Procure o M em cada confeito”), e só em 1954 mudou para acor branca como é conhecida nos dias de hoje.
Atualmente, o “M” gravado em todos os confeitos é colocado por uma máquina com calibragem sensível, evitando assim que os confeitos se quebrem.
Com a publicidade da televisão nessa década, os M&M’s tornaram-se parte do vocabulário americano e uma guloseima constante nos lares de milhões de pessoas.
Com a estreia oficial de seus coloridos personagens na televisão e a primeira expansão na linha de produto, com a introdução da versão feita com amendoim, a marca popularizou-se pelo país inteiro muito rapidamente.
Em 1976, os M&M’s vermelhos foram retirados da tradicional mistura de cores, devido à controvérsia pública a respeito dos corantes de alimentos que levavam essa cor serem cancerígenos. Esse corante vermelho (“red dye #9”) não era utilizado nos tradicionais M&M’s. Porém, para evitar confusão na mente dos consumidores e causar dúvidas, o confeito vermelho foi retirado da mistura. Nesse mesmo ano, a cor laranja foi adicionada à mistura dos M&M’s Amendoim, juntando-se ao verde e ao amarelo, que foram adicionados em 1960 à cor castanha já existente.
Em 1980, os famosos saquinhos de M&M’s ganharam 10% a mais de peso sem que o preço fosse aumentado, numa promoção chamada “You Get More For Your Money From M&M’s”. Foi a partir deste momento que a marca deu início a uma forte expansão internacional, e nos próximos dois anos, M&M’s seria lançado em 16 países incluindo Austrália, Canadá, Hong Kong, Malásia, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Japão e Reino Unido.
1981, o produto foi escolhido pelos astronautas da primeira nave espacial da NASA para ser incluído na lista de suprimentos. Era a publicidade que a marca precisava.
Pouco depois, em 1984, a empresa investiu em mais uma ação eficaz de marketing, quando os M&M’s foram nomeados como doce oficial dos jogos olímpicos de Los Angeles, Califórnia. Uma linha especial de produtos para os dias festivos foi desenvolvida no início desta década. Essas novas misturas de cores sazonais incluíam verde e vermelha nos M&M’s especial para o Natal e cores pastéis para a edição de Páscoa.
Posteriormente, outras edições especiais foram introduzidas com cores laranja e preto para o Dia das Bruxas (Halloween); além do vermelho, rosa e branco para o Dia dos Namorados (Valentine’s Day).
O ano de 1987 foi muito importante na história da marca. Foi nesta época que o confeito vermelho voltou à tradicional mistura de cores, atendendo a intensos e calorosos pedidos dos consumidores. Com isto, a mistura original dos M&M’s passou a contar com seis cores.
Em 1993, novos M&M’s foram disponibilizados em lojas especializadas, que ofereciam 24 cores diferentes do delicioso confeito. No ano seguinte, a cor azul (em substituição ao bege) passou a fazer parte da mistura do M&M’s original.
Em 1996, a marca continuou literalmente na boca do povo com ações inusitadas e pioneiras, como o M&M’s STUDIO, um hotsite lançado em 1996, nos primórdios da Internet. Nesse portal a marca parodiava o universo de Hollywood utilizando suas coloridas e cativantes mascotes, onde os internautas poderiam acompanhar detalhes sobre as vidas de celebridades.
Outro momento histórico para marca ocorreu durante o verão de 2000. Foi decidido, depois de tantos anos, que os M&M’s Chocolate com Leite eram bons demais para serem chamados de “Simples” (expressão americana para designar o item) e toda a linha de embalagem passou por uma mudança de denominação: de Confeitos de Chocolate Simples para Chocolate com Leite. O anúncio foi feito pelo tagarela personagem vermelho, afirmando que era ele quem vinha a fazer toda a campanha por essa mudança já há um bom tempo. Além disso, neste ano ocorreu o relançamento do M&M’s MINI com novas embalagens (quatro opções de cores) que se encaixavam formando esculturas.
A cor lilás foi introduzida no ano de 2002 através de uma enorme votação que envolveu consumidores de 200 países.
Em Junho de 2004, a marca ganhou ainda mais popularidade quando o piloto da SpaceShipOne, Mike Melvill, abriu um pacote dos famosos confeitos ao atingir a fronteira do espaço, mostrando a leveza do ar enquanto os pedaços coloridos de chocolate flutuavam na cabine.
Recentemente a famosa revista americana BusinessWeek compilou uma lista com os doces mais populares do mundo, e em primeiro lugar aparecem os confeitos de chocolates M&M’s. Uma prova da eficicácia do marketing da marca, que transformou M&M’s em uma vasta gama de produtos muito além dos confeitos.
Os produtos da M&M’s são comercializados em mais de 100 países ao redor do mundo, transformando-se nos confeitos de chocolates mais populares e vendidos do planeta.
Cada saquinho tradicional de M&M’s, na versão chocolate ao leite, possui uma proporção de: 30% de confeitos marrons, 20% de vermelho, 20% de amarelo, 10% de azul, 10% de laranja e 10% de verde.
Agradecimentos a http://mundodasmarcas.blogspot.pt

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
– Sebrae e Capacitação.
Estive em Bragança Paulista, pelo Sebrae e em parceria com a Prefeitura Municipal, realizando o curso “Prepara Técnico”, levando capacitação aos jovens locais.
É um prazer ajudar na Educação dessas pessoas desejosas de Conhecimento!

#empreendedorismo
– O Sistema 996 resiste na China e explica muita coisa…
Antes da paralisação do planeta pelo Coronavírus, uma discussão na China era: o sistema 996 de trabalho! Relembrando:
Leio que o sistema de trabalho conhecido pelo nome de “996” (significa: trabalhar das 9h da manhã às 9 h da noite, por 6 dias da semana), praticado na China e condenado mundo afora, continua em alta por lá. Ao menos, entre os empreendedores chineses privados neste novo momento do país.
Criticado pelo desrespeito aos Direitos Humanos, pela Ditadura Comunista do Partido Único, de exploração trabalhista e de outras tantas coisas, o Ocidente Capitalista fecha os olhos por conta dos sino-dólares e pela compra de produtos baratos, à custa da mão-de-obra contestada pela extenuante cobrança.
Devido a isso, uma divisão da Microsoft, o Github, criou um projeto de compartilhamento de depoimentos com pessoas que sofrem com as péssimas condições de trabalho. E sabe, qual a motivação? A declaração do presidente do gigante global de e-commerce Alibaba, Jack Ma, que se referiu ao “996” como “uma ‘grande benção’ para os jovens da China”.
Veja sua declaração no Estadão – link em: https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,fundador-da-alibaba-diz-que-jornada-de-trabalho-de-12-horas-e-grande-bencao-para-jovens,70002789022

– Ser Inteligente e Frio não é bom na Administração de Empresas.
Leio interessante artigo do psicoterapeuta George Vittorio Szenészi, em entrevista à Cilene Pereira na Revista IstoÉ, Ed 2173, pg7-9. Ele fala sobre a importância de “ser inteligente num mundo corporativo onde administrar as relações humanas é cada vez mais fundamental”.
E, na preocupação em administrar sentimentos, vem uma colocação interessante:
“Inteligência sem emoção não funciona”.
Taí. Essa afirmação serve como reflexão para muitos gestores espertalhões que têm o coração duro. Administrar sentimentos pode ser tão importante quanto números em empresas.

– Ser mais produtivo é angustiante?
Concorda ou não com a afirmação abaixo? Leia:
“As pessoas produtivas aprendem a distinguir o que é ou não relevante. Em ambientes caóticos, nem sempre é fácil preservar o foco nas metas. Ser produtivo, na vida pessoal ou profissional, requer tentativa e erro. Mas podem ser um equívoco perseguir metas irrealistas.”
Tal trecho vem de uma matéria muito boa intitulada “A ANGÚSTIA DE FAZER MAIS E MAIS”, publicada na Veja (04/05/16, pg 85-86), mostrando um estudo sobre o choque das realizações pessoais desejadas (os sonhos) e o que foi conseguido na realidade. Nele, se crê que o pico de infelicidade se dá aos 46 anos!
Abaixo, a publicação:
A ANGÚSTIA DE FAZER MAIS E MAIS
Um novo livro apresenta estratégias para apaziguar uma das principais fontes de stress da modernidade: a necessidade de ser mais produtivo sem sacrificar a vida pessoal.
Por Bianca Alvarenga
O adulto de meia idade é um angustiado. Ele está no auge de sua vida profissional, mas enfrenta longas jornadas de trabalho e vive sob a ansiedade constante de ser superado pelos colegas. Coloca-se na obrigação de cumprir as expectativas de seus familiares, enquanto se ressente de passar pouco tempo com os filhos e os amigos. Lamenta o adiamento sistemático dos sonhos de juventude, cada vez mais distantes. Pesquisas em diferentes países revelam que a fase mais infeliz da vida de mulheres e homens coincide com essa idade.
Um estudo feito por pesquisadores britânicos analisou a curva da felicidade e chegou à seguinte conclusão: se colocássemos nossa satisfação pessoal em uma linha do tempo, ela teria o formato de U. O tempo varia um pouco entre os países, mas, em média, o pico da infelicidade acontece aos 46 anos. No Brasil, o fosso da insatisfação chega antes, aos 36 anos.
Para os autores, as pessoas, quando se aproximam dos 40 anos, passam a reprimir ambições e sonhos acumulados no início da vida. Com o tempo, vem o alívio: as aspirações são calibradas à realidade, e as angústias se esvanecem. O ápice da felicidade adulta, surpreendentemente, ocorre entre os 60 e os 70 anos de vida.
Uma frustração típica da meia-idade, para quem é pai ou mãe, é chegar em casa quando os filhos já estão na cama e muitas vezes sair para o trabalho antes de vê-los acordar. Pior: mesmo obrigados a privar-se do convívio familiar, esses profissionais não se consideram plenamente produtivos na vida profissional. Foi esse sentimento que levou o jornalista americano Charles Duhigg a investigar o próprio descontentamento. Certo dia, viu-se premido pelo nascimento do seu segundo filho e pelos arranjos finais para o lançamento do seu primeiro livro (que viria a ser o best-seller internacional O Poderão Hábito), enquanto trabalhava com afinco em uma série de reportagens para o jornal The New York Times (que acabou lhe rendendo um Prêmio Pulitzer). “Havia muitas coisas boas acontecendo na minha vida profissional, e eu me sentia realizado. Porém, eu tinha a sensação de estar correndo cada vez mais rápido, e ainda assim estar dando passos para trás“, conta ele, em entrevista a VEJA.
Como bom jornalista, Duhigg fez da própria experiência uma bela reportagem ensaística, transformada em livro, que chega na próxima semana às livrarias brasileiras: “Mais Rápido e Melhor – Os Segredos da Produtividade na Vida e nos Negócios” é o resultado de dois anos de entrevistas e investigações para saber como pessoas de campos profissionais variados conseguem ser produtivas, equilibrando-se entre as obrigações pessoais e as profissionais. No fim, o autor organizou a sua apuração em oito ideias centrais, como a capacidade de manter o foco nos objetivos, cumprir as metas estabelecidas, saber inovar e também tomar decisões, além de navegar com segurança no oceano de informações e distrações do mundo moderno.
Ao falar sobre foco, Duhigg conta o caso do voo 32 da companhia aérea australiana Cantas Airways. Após um incêndio em uma das turbinas do Airbus A380, fragmentos resultantes da explosão perfuraram uma das asas e romperam partes dos sistemas elétrico e hidráulico da aeronave. Com 21
dos 22 principais sistemas de voo danificados ou inoperantes, o piloto precisou confiar mais na própria experiência do que nos avisos que piscavam no painel do avião. Ele concentrou-se no que era importante: controles de navegação, freios, tanques de combustível e trem de pouso. Em seu modelo mental, o piloto recorreu ao artifício de fingir estar pilotando um Cessna, uma aeronave infinitamente menos complexa do que o A380. Focando o essencial, pousou com segurança e salvou 469 vidas. Nas simulações que recriaram o acidente, nenhum outro piloto conseguiu evitar uma tragédia.
Como essa história serve às pessoas que desejam ser mais produtivas?
O jornalista ressalta, aí, a importância de criar modelos mentais. É sempre possível preparar-se para os problemas que eventualmente surjam em nossa vida.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar.
– Dilema profissional: responder o WhatsApp da empresa na hora da folga.
No discurso, é possível. Na prática, nem sempre: falamos da separação de trabalho e descanso no dia-a-dia!
Já trabalhei como empregado e como empregador (e como ambos simultaneamente) de segunda a segunda. Sempre me atentei a separar o profissional com o pessoal. É difícil obter êxito nesta missão…
Muitas vezes, quando eu falhava nesta distinção, eu pensei até que estava sofrendo de Síndrome de Burnout; noutros momentos, um misto de Depressão e Ansiedade. Afinal, eu não estava conseguindo me desligar dos afazeres e/ou estava impedido de ser desligado. Mas eu gosto muito de trabalhar, sou workaholic! Entretanto, saber ter limites (“meus limites” quando estou no comando ou “dar limites” aos meus comandados e comandantes) é importantíssimo para a saúde laboral e pessoal. Caso contrário, você ocupa o tempo de lazer, do repouso e do convívio com seus familiares para a continuação de serviços aos quais você deveria fazer na sua empresa, nos dias contratados / úteis de trabalho.
Continuar um compromisso fora do ambiente de trabalho, quando não é uma excepcionalidade / emergência, não ajuda a relação de ninguém. Estressa-se com a chefia, enerva-se o cônjuge e desgasta o corpo e a mente.
Tive a oportunidade de trabalhar em uma Instituição de Ensino Superior (nem a relato em meu curriculum, pois foi por pouco tempo), onde, durante a aula e eu estando em classe lecionando, a chefia mandava mensagens de WhatsApp e esperava respostas antes do intervalo – e de situações que poderiam ser depois do término, pois a atenção naquele momento era para os alunos. Ou o professor deve ficar na rede social e/ou nos comunicadores de mensagens on-line durante suas explanações?
O ideal, quando se é necessário algo assim aos finais de semana, o padrão:
“Estou enviando essa mensagem hoje, para na 2a feira discutirmos blá-blá-blá. Quem tiver sugestão e tempo, aproveite e vá pensando. Bom descanso!”
IMPORTANTE: fazer isso e esperar uma resposta no sábado ou domingo (ou dar a entender), não é legal.
Um interessante estudo da Universidade de Illinois mostra como é importante “combinar” bem essa situação. Abaixo:
(Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)
LIMITAR A COMUNICAÇÃO ON-LINE COM CHEFES APÓS O EXPEDIENTE REDUZ O ESTRESSE
Pesquisa da Universidade de Illinois investiga impacto das mensagens e pedidos fora do horário de trabalho
Por Barbara Bigarelli
Em um cenário com tecnologia disponível e profissionais conectados o tempo todo, aqueles capazes de estabelecer limites bem definidos entre vida pessoal e trabalho lidam melhor com o estresse ocupacional e efeitos negativos decorrentes, como a insônia. Essa é a conclusão de um estudo recente, realizado por pesquisadores da área de estresse ocupacional e bem-estar da Universidade de Illinois. A análise parte da noção de que os celulares e as novas tecnologias, ao permitir o trabalho onipresente, embaralham o tempo dedicado à vida pessoal. A conveniência tecnológica gera em muitos casos sobrecarga psicológica, aumentando o estresse e atacando a saúde mental.
“Essas tecnologias são tão onipresentes quanto convenientes, mas podem levar pessoas a pensarem que seus funcionários estão sempre disponíveis. Mas essa intromissão além do expediente, adentrando o tempo pessoal, é muito danosa à saúde e nossa pesquisa mostra que derrubar totalmente a fronteira, estando disponível sempre que necessário, eleva o estresse causado pelo trabalho”, diz YoungAh Park, professora de Illinois.
No estudo, os pesquisadores analisaram a rotina de 546 professores em tempo integral para medir as consequências de uma intromissão fora do horário de trabalho, por meio de alguma plataforma ou tecnologia, por cinco semanas consecutivas. Avaliaram se eles foram contatados principalmente fora do expediente normal e se era esperado deles responderem à mensagens e e-mails imediatamente. Os resultados indicam que aqueles que utilizaram técnicas para manter um limite de acesso a eles, como manter as notificações dos emails desligadas ou mesmo os celulares, relataram uma menor intromissão ao longo da semana. E, principalmente, que esse “controle” dos limites era um mecanismo importante para avisar o ‘outro lado’: sejam diretores das escolas, os chefes, ou os pais, os clientes, de que aquele momento não deveria ser usado para o trabalho. Ao ficar claro para todos os lados, o estresse dos professores semanal diminuiu.
Ficou claro aos pesquisadores também, através das evidências coletadas que o apoio de um gestor que zela pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e que permite aos funcionários criar soluções para estabelecer as fronteiras, é fundamental, avalia YoungAh. Também é necessário que a outra ponta do negócio respeite esses limites. Neste caso, o estudo recomenda que as escolas, por exemplo, estabeleçam regras para quando e com qual frequência a comunicação entre professor e pais deveria ocorrer.
Os pesquisadores escolheram estudar a rotina de professores por entender que a profissão consegue separar mais claramente o que é tarefa profissional de pessoal – e, assim, seria possível medir o impacto da intromissão tecnológica. “Embora essa descoberta seja específica dos professores, esse é um desafio a todos que permanecem conectados ao trabalho após o horário regular”, diz a pesquisadora.
Uma pesquisa no início do ano, realizada pela consultoria Randstad em 34 países, indicou que responder e-mails o tempo todo é uma prática entre os brasileiros. Segundo o estudo, 59% dos brasileiros entrevistados afirmam que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis fora do expediente e 62% respondem imediatamente a solicitações de trabalho, e-mails ou mensagens de texto quando não precisaria estar trabalhando.
Em entrevista recente ao Valor, Erin Kelly, professora de trabalho e organizações do MIT na Sloan School of Management, chamou atenção para a sobrecarga dos profissionais durante a pandemia e que seria importante as empresas terem políticas mais flexíveis e, principalmente, em prol do equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

Imagem extraída de: https://lupecontabilidade.com.br/10-maneiras-de-os-millennials-lidarem-com-o-estresse-e-a-depressao-no-trabalho/
– Red Bull de Pomelo? Gostei.
Eu não havia gostado do Red Bull de melão e maracujá, aquele da latinha verde-claro. Nem o de figo e maçã (embora eu ame figo). Mas esse de Pomelo é muito bom!
Embora a embalagem seja lilás (não tem a ver com a fruta), Pomelo é Toranja (Grapefruit), aquela “laranjona” mais avermelhada por dentro.
Eu gostei e recomendo. E melhor ainda: é livre de açúcar.
– O que é Estratégia Empresarial?
Melhor definição e exemplificação sobre “Estratégia Empresarial”, impossível!
Abaixo:
– O Jeito Certo de Fracassar.
Nós, brasileiros, costumamos encarar os empreendedores que passaram pela experiência do fracasso como condenados; sujeitos sem segunda chance e marcados eternamente.
Diferentemente, os americanos encaram os administradores que já viveram o fracasso como executivos experientes; pessoas que aprenderam o que não fazer e que sentiram na pele os danos, conhecedores dos erros que devem evitar.
- SER EMPREENDEDOR…
não é necessariamente ter sucesso, mas sim resiliente ao fracasso;
não é ser teimoso, mas persistente e sempre tentar;
não é buscar dinheiro, mas realizações.
A Revista Época Negócios, edição de Maio/2012, Caderno Inteligência, pg 137, trouxe um artigo inteligente de como fracassar no momento certo. Compartilho em: http://is.gd/FRACASSO
O JEITO CERTO DE FRACASSAR
Na célebre frase do humorista W. C. Fields (1880-1946), ele levou 20 anos até estourar do dia para a noite. O Angry Birds foi igual. O game só se tornou febre depois de 51 tentativas fracassadas, quando os três sócios da Rovio (a empresa fabricante), os finlandeses Niklas Hed, Jarno Väkeväinen e Kim Dikert, já estavam quase desistindo. Celebrar o fracasso é preciso. Porém, é necessário cautela na celebração, diz o economista Tim Harford, colunista do jornal Financial Times. Harford é autor de Adapt: why success always starts with failure (“Adaptar: por que o sucesso sempre começa com o fracasso”). No livro, ele demonstra que nunca o fracasso foi tão caro. E saber fracassar (sem ser engolido pelas circunstâncias adversas) é uma arte.
Ele começa com a má notícia. De um lado, as condições ao empreendedorismo são extremamente propícias, com a tecnologia barata e a facilidade de terceirização. Porém, de outro, as estatísticas dão um banho de água fria no empreendedor. Por exemplo, a criação de uma patente jamais foi tão cara quanto hoje em dia. Harford apoia-se no estudo do economista Benjamin F. Jones, da Kellogg School of Management. Entre 1975 e 2010, o custo de criação de uma patente aumentou consistentemente de ano para ano, assim como o tamanho das equipes de cientistas e pesquisadores envolvidos.
Na indústria do entretenimento, o mesmo fenômeno é registrado. Nos anos 80, o custo médio da criação de um videogame era de US$ 250 mil. Em 2009, o game Duke Nukem Forever foi engavetado pela 3D Realms depois de um desembolso de US$ 20 milhões, um custo considerado módico na indústria de games. Duke Nukem Forever nunca foi lançado. Segundo Harford, isto é sintomático do que ele chama de “ônus do conhecimento”. Quanto mais conhecemos, mais complexo (e dispendioso) se torna conhecer e criar. “É fácil falar de pequenas equipes de inovação, ou da criação de um ambiente propício para negócios revolucionários, mas quando para isso são necessários bilhões de dólares o conceito deixa de ser tão atraente”, diz Harford.
Três condições são indispensáveis para o inovador não soçobrar junto com a tentativa malograda. A primeira: “Tenha vários experimentos concomitantes”. Apostar em várias ideias simultâneas foi crucial à carreira de Karl Sims, um artista gráfico, pesquisador de computação gráfica no MIT e empreendedor de software. Ele usou os diversos projetos em que estava envolvido para polinizar criativamente uns aos outros, culminando na criação da GenArts, companhia sediada em Cambridge, Massachusetts, criadora de softwares de computação gráfica usados em O senhor dos anéis e Homem-aranha.
A segunda condição é a escala. “Nunca entre num projeto cujo fracasso pode acabar com você”, diz Harford. Fracasse, sim. Mas de preferência de modo econômico. Por fim, pode parecer óbvio: saber separar o erro do acerto. Mas, como diz o autor, “é árduo julgar o que está dando certo e o que está dando errado”.

Criar ficou mais caro. O game Duke Nukem Forever custou US$ 20 milhões e nunca foi lançado (Foto: Divulgação)
– Como conquistar comprometimento dos funcionários.
Conseguir que funcionários / alunos / envolvidos em quaisquer atividades “comprem” suas ideias e se sintam partícipes, é algo fácil?
Claro que não. Para isso, algumas boas dicas, extraídas de: https://medium.com/@jrsantiagojr/premissas-para-conquistar-o-engajamento-das-pessoas-edbd846b1b1c
PREMISSAS PARA CONQUISTAR O ENGAJAMENTO DAS PESSOAS
Por José Renato Sátiro Santiago
Certa vez, convidado por uma importante instituição de ensino para ministrar o módulo de um MBA, fui confrontado com o desafio de manter uma turma de 40 profissionais bem disposta ao longo de todo o final de semana. O ótimo nível dos alunos era um desafio a mais, cá entre nós, para mim uma motivação adicional. As 16 horas programadas deveriam parecer prazerosas e, ao mesmo tempo, propiciar os conhecimentos que estavam atrelados ao conteúdo programático proposto. Após ler um pouco sobre o perfil dos alunos, me atentei em fazer associações com seus nomes, uma estratégia que costumo usar para decorá-los de forma mais rápida. Há certo conhecimento em aplicar esta técnica mas também muita paixão em alcançar a excelência em tudo aquilo que faço. Creio que isto tenha me ajudado a alcançar novos patamares com turmas em cursos tão exclusivos. Mas o fato é que toda nova turma é única e, de certo, o nervosismo costuma vir à tona. E desta vez, não foi diferente. Tão logo os encontrei, destaquei para eles a minha timidez em falar em público, um paradoxo para quem ganha a vida também se apresentando e ministrando palestras. Busquei compartilhar com cada um deles o desafio que fora recebido e, de certa maneira, os embarquei para navegarmos juntos. A permanência de todos ao longo das 16 horas, ainda que não fosse obrigatória, surpreendeu a monitora que me resumiu tudo em uma frase: “Eles pareciam estar engajados em assistir sua aula”. Missão cumprida. Pode ter sido simples, mas será que foi fácil?
Engajar pessoas em prol do atendimento de um objetivo talvez seja o maior dos desafios enfrentados por quem gerenciamos equipes. Ainda que haja benefícios e/ou remunerações atreladas ao desenvolvimento de quaisquer atividades, é notório que haja questões que costumam interferir de forma consistente no nível de envolvimento das pessoas junto as ações por elas elaboradas e que, por conseguinte, possam impactar significativamente os resultados almejados. Dentre elas cabe destacar:
1. Empatia: saber se colocar na posição do outro é uma premissa básica de respeito pessoal e profissional, algo inerente para quem quer sinalizar a importância dada a outrem. Ainda que os objetivos do grupo devam se sobressair aos de qualquer indivíduo, conhecer, compreender e respeitar os objetivos particulares de cada um costuma ser um interessante meio de fortalecer o engajamento das pessoas.
2. Motivação: é natural à boa parte das pessoas que palavras e ações de incentivo e motivação sejam combustíveis muito eficientes em prol de estimular o engajamento. É essencial ter ciência da importância das palavras e seu poder em intervir na forma como as pessoas agem e tomam suas decisões. O cuidado recai apenas em seu uso indiscriminado sem ações e/ou resultados práticos;
3. Pessoalidade: ainda que estejamos em um ambiente profissional, o tratamento dispensado aos integrantes de uma equipe costuma propiciar energia e luz decisivas às pessoas. Algumas vezes atos simples fazem tanta diferença, quer seja um bom dia, um cumprimento mais terno, uma parada rápida para jogar conversa fora ou um café e, pasmem, até chamar a cada um pelo nome.
4. Crescimento Profissional: ainda que possa estar atrelado de alguma maneira à evolução na hierarquia, o que pode resultar em aumento nos ganhos financeiros, explicitar o crescimento profissional que poderá ser conquistado por conta das atividades em execução, costuma ser um importante requisito abraçado por aqueles que se propõem a se engajar com afinco em prol de suas metas.
5. Estar Presente: nada como se mostrar presente e atuante junto aos seus como uma maneira de pontuar a importância de tudo aquilo que está sendo feito, bem como a relevância de superarmos obstáculos e alcançarmos de forma efetiva os nossos intentos e objetivos. Isto não tem a ver necessariamente com presença física, mas sim com transparecer a convicção que a equipe jamais estará só.
6. Competência: a correta contextualização das informações sobre as quais temos acesso nos fortalece e costuma resultar naquilo que chamamos de conhecimento. Ele passa a fazer sentido efetivo em nossa vida, quando o colocamos em prática o que proporciona a competência. A estrada que nos mantém firmes e engajados é, certamente, pavimentada pelo conhecimento que construimos.
7. Paixão: apenas e tão somente ela tem o poder de nos manter vivos seja em qual situação e estado estivermos. Ela é o ar que respiramos, onipresente em qualquer atividade bem sucedida, essencial para tudo. Já octagenário e muito engajado em seu trabalho, quando perguntado o que o fazia manter-se tão ativo, o genial Ariano Suassuna foi econômico e direto: “paixão pelo que faço”.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.
– Chega por hoje.
Fim de expediente!
Tive um dia difícil, mas vencemos os compromissos do dia.
Há pouco, nosso último turno aqui na FADITU. Ufa!
Vam’bora descansar.

– Os 4 Tipos de Chefes Mais Odiados pelos Jovens.
Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.
Será que o do seu superior está nesta lista?
1– Chefes ausentes da sua equipe
2- Chefes que não elogiam
3- Chefes conservadores
4- Chefes parciais no tratamento
Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam
OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS
por Camila Pati
A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.
Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.
Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.
Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.
A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.
Jovem desmotivada: chefe distante foi o mais rejeitado pelos entrevistados (Getty Images/). Imagem extraída de: https://exame.com/carreira/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam/
– Mindfulness y gestión: Claves para mejorar la calidad y el liderazgo desde una perspectiva más humana.
En el día a día de una empresa, muchas veces nos perdemos en la vorágine de tareas, decisiones y objetivos. A veces, sentimos que vamos a …
Continua em: Mindfulness y gestión: Claves para mejorar la calidad y el liderazgo desde una perspectiva más humana

– Os profissionais 40+
Um dos grandes problemas do Brasil é o Etarismo. E para o mundo profissional, muitas vezes faltam oportunidades…
Esse recrutador nos traz bacanas impressões sobre como o pessoal “acima dos 40” é valoroso!
DICAS DO HEADHUNTER
Por Newton Velloso, extraído de seu LinkedIn
Eu sou um recrutador 40+, 50+, e afirmo:
…”São muitas as vantagens na contratação de um profissional 40+…!”
❕ Confira essa ótima matéria neste link: https://lnkd.in/d8dSNeMZ
Contrate Talentos 40+, 50+: Experiência que Faz a Diferença!
Esqueça o preconceito: profissionais 40+, 50+ são verdadeiros trunfos para o crescimento dos negócios modernos. Com uma expectativa de vida global chegando a 72 anos, segundo a OMS, pessoas estão vivendo mais e melhor, prontas para contribuir com lucidez, sabedoria e resultados.
💡 Por que apostar na experiência?
☑️ Resiliência que inspira
Enquanto gerações mais jovens podem desanimar com um “não”, profissionais experientes encaram desafios com equilíbrio e determinação.
☑️ Visão prática e estratégica
Na hora da crise, quem já enfrentou o inesperado sabe manter a calma e escolher o melhor caminho. Experiência não é custo, é investimento.
☑️ Gestão de talentos e diversidade
A troca de conhecimento entre gerações cria um ambiente enriquecedor e inovador, desenvolvendo equipes mais fortes e conectadas.
☑️ Inteligência emocional à prova de tudo
Com vivências variadas, esses profissionais oferecem mais sabedoria e empatia, habilidades indispensáveis em um mundo cada vez mais desafiador.
Contratar profissionais 40+, 50+ é mais do que incluir experiência no time; é agregar valor, maturidade e uma nova forma de enxergar os negócios. Dê uma chance ao poder transformador da experiência!

– Funcionário “Peixe” ou “Galinha”? Qual é a sua?
Muito boa analogia do mundo organizacional, no texto abaixo.
Leia e avalie, extraído de: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:groupPost:3781400-7395423806258925569?utm_medium=ios_app&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts&utm_source=social_share_send&utm_campaign=copy_link
Por Leandro Lopes
PEIXE OU GALINHA? A VERDADE QUE NINGUÉM FALA NO MUNDO CORPORATIVO.
A imagem parece uma piada… mas descreve perfeitamente muitas empresas.
De um lado, o “funcionário peixe”:
✔️ Trabalha em silêncio
✔️ Não precisa de plateia
✔️ Entrega algo raro, valioso, consistente
✔️ Faz o que disse que faria — e faz bem
Do outro, o “funcionário galinha”:
❗ Cacareja o dia inteiro
❗ Corre de um lado para o outro
❗ Faz mais barulho do que entrega
❗ Gasta energia tentando parecer produtivo, não ser produtivo
E aqui vai a verdade que muita gente engole seco:
➡️ As empresas sabem a diferença.
➡️ Os líderes sabem a diferença.
➡️ E o mercado sabe a diferença.
Nenhum barulho consegue substituir resultado.
Nenhuma performance teatral segura uma carreira inteira.
E nenhum silêncio diminui o valor de quem entrega no alto nível — todos os dias.
No fim, tem gente que produz “caviar” sem anunciar.
E tem gente que produz um ovo… e ainda quer aplauso, fanfarra e tapinha nas costas.
A pergunta que fica é simples, mas desconfortável:
👉 Você está construindo uma carreira baseada em entrega ou em barulho?
👉 E no seu time, quem aparece mais: o peixe silencioso ou a galinha barulhenta?
– Conquistando o funcionário.
Nas empresas, muitas vezes vemos tantos líderes dificultando coisas simples… relacionamentos conturbados, críticas desnecessárias e pouca empatia.
Abaixo, um simples mas necessário quadro para se conseguir mais comprometimento dos empregados:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem puder informar para créditos, agradeço de antemão.
– Proximidade, sem invasão: o fenômeno Porco-Espinho nas empresas.
E você sabe ser próximo dos seus colegas, sem ser inconveniente?
Um ótimo texto sobre esse assunto, por Glauce Santesso, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/glauce-santesso-27b010115_reflexaeto-trabalhoemequipe-proximidadecomlimite-activity-7293090719303360513-VgBD/?utm_medium=ios_app&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts&utm_source=social_share_send&utm_campaign=share_via
COMO SER PRÓXIMO SEM VIRAR ESPINHO
Já ouviu falar no fenômeno do porco-espinho? 🧐 Calma, não é uma nova tendência corporativa nem um conceito complicado de gestão. É uma ideia do filósofo Schopenhauer que diz muito sobre as relações humanas—especialmente no trabalho.
O conceito é simples: no inverno, porcos-espinhos precisam ficar próximos para não morrerem de frio. Mas, quando se aproximam demais, seus espinhos machucam. Se afastam, sentem frio. E o ciclo continua.
Agora pense: não é exatamente assim nas relações de trabalho? O desafio é encontrar o equilíbrio entre estar perto o suficiente para colaborar e não tão perto a ponto de se tornar um incômodo.
Proximidade, sim. Invasão de espaço, não.
🔸 Muito perto: A vontade de “fazer acontecer” 💪 e ser participativo é ótima. Mas, quando ultrapassamos os limites dos outros, nos tornamos invasivos. O resultado? Estresse, desconforto e, claro, menos produtividade.
🔸 Distância demais: O outro extremo também é problemático. O isolamento prejudica a colaboração e mina o espírito de equipe. Quando cada um trabalha sozinho, a sinergia desaparece. 🚪🚶♂️
Então, qual é o segredo? Equilíbrio. 🏆 Saber quando se aproximar para contribuir e quando dar espaço para o outro.
Afinal, você está ajudando ou virando um espinho no caminho dos colegas? 🤔 Como anda o seu equilíbrio no trabalho?
Fonte: Parábola do porco-espinho, descrita por Arthur Schopenhauer na obra Parerga e Paralipomena, 1851.
Imagem extraída do link acima.
– Consumistas Esperançosos.
Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:
“O Consumo é um ato de esperança!”
Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?
É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?
E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?
Deixe seu comentário:

Imagem extraída de: https://fremplast.com.br/primeiro-shopping-direcionado-a-fabricantes-de-moda-com-venda-direta-ao-consumidor-sera-inaugurado-no-rio-de-janeiro/















